#155 - Sou Chato Para... com Matheus e Guigo – Joguei no Grupo
Todo mundo é chato para alguma coisa. Tem quem só durma de um jeito, quem não suporte áudio em 2x...Neste episódio, Matheus e Guigo entram no grupo para compartilhar as chatices mais aleatórias, defender manias injustificáveis e descobrir que, no fim das contas, ninguém é tão único quanto imagina.Music from #InAudio: https://inaudio.org/ Fashion Saxophone Rnb Beat by Infraction [No Copyright Music] / Stand Up.
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- Mortal LoucuraChatice com pipoca no cinema · Chatice com barulho de celular no cinema · Chatice com pessoas levando muita comida para o cinema · Chatice com crianças barulhentas em locais públicos · Chatice com bolo de pote · Chatice com temaki no pote · Chatice com tripofobia
- Diagnóstico psiquiátricoAutismo · Tourette · Depressão · Síndrome do Pânico · Doença de Crohn · Mitomania · Histrionismo
- Medo de cachorrosRatos em casa · Ratazanas agressivas · Baratas · Ratos em templos na Índia · Choro de rato
- Credibilidade de histórias ficcionaisHistórias de família · Aumentar histórias para entretenimento · Lady Gaga e suas histórias · Ciza e suas mentiras
- Peregrinação ReligiosaCrisma e catequese · Teatro na catequese · Balaão e a jumenta falante · Religião e Buffy, a Caça-Vampiros · Igrejas com castas animais · Pecado contra o Espírito Santo
- Condições da escola públicaMerenda escolar · Guerra de frutas na escola · Drogas na escola estadual · Aulas de computação e digitação
- Infancia e PobrezaViagem pela Ásia · Países mais pobres do mundo · Comida dividida com urubus
- Casamentos e convitesNoivas que causam demais · Ser desconvidado por ser gay · Ser celebrante de casamento · Presente de padrinho
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Morning decisions. How about a creamy mocha frappuccino drink? Or sweet vanilla?
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Já doí num grupo uma vez. Eu tava no Natal na casa, quando eu fui passar Natal numa casa de uma família desconhecida assim, tipo, era família da minha tia. E aí a mulher falou assim, gente, palmas para a família desconhecida! É porque é de outra, é uma família da minha tia. Eu falei, ah, vamos passar o Natal todo mundo junto.
Esse menino vive, tá?
Aí, encontro de grindr no Natal.
Já foi no Ano Novo, já no Guarujá, já fiz isso. Mas assim, aí a mulher começou meia-noite do 24 pro dia 25, no Natal. Ela, palmas pro aniversariante! Aí eu não conhecia ninguém, comecei a bater palmas. Eu falei, ai, quem é que faz aniversário hoje? E ela, Jesus! Então palmas pra Jesus. Amém, amém!
Palmas!
Ai, que pureza linda! Amém! É, amém!
Ela morreu, essa senhora, coitada.
Amém! Ó, meu pai!
Pra você, olha cá!
Agora ele encontrou no restaurante, êêêê!
Ela viveu, ela viveu. Inclusive, teve uma história com ela naquela graça por criança.
Agora ela comemora em pessoa com ele, insano!
Comemora, foi ao lado dele. Porque eu fiz Crisma, e ela era, tipo assim, daquelas beatas de Crisma e catequese que ficava lá.
E aí, nossa, você chegou a fazer até Crisma?
Eu fiz, que meu pai é super católico, então eu fui obrigado a fazer.
Eu tenho a minha idade da Crisma, eu fiquei, eu não tocava em assuntos religiosos nenhum para todo mundo esquecer, porque minha família esqueceu da minha Crisma. E aí eu não tocava nesse assunto. Teve um dia que eu tava já com uns 18 anos, falaram, a Crisma do Mateus! Eu falava, gente, esqueci, esqueci totalmente também.
Todo tempo é tempo, Bessil. Mateus lá na salinha com as crianças de 8 anos, todo tempo é tempo.
Adolescente, todo mundo se beijava depois da Crisma, gente. Ali tinha um rolezinho, todo mundo se beijava depois. Era 14, 15 anos a galera da Crisma.
É a igreja, gente, sabe tanto de vida, sabe tanto de tudo.
Depois da Crisma, eu queria tirar uma dúvida aproveitando que a gente tá aqui, porque várias vezes aparece para mim no Instagram uns caras sem camisa E sempre tem curtida do Joguei no grupo. Quem será?
Quem será?
Olha para minha cara, gente, não faz sentido. Com certeza, cara de quem curte.
Você nem entra no seu perfil para curtir, você curte pelo do Joguei já para não perder tempo.
Ela é casada.
Não sou só eu, não sou eu. Eu entro, eu entro no search do Joguei do grupo, é só homem, Janja e igrejinha bar aqui de São Paulo. Me mata, Zupetone!
Você entra lá nas mensagens, joguei no grupo, tá assim: tem local?
É só cu, cu, cu, foto temporária, foto temporária. Nossos instrumentos de trabalho.
Ai, não, meu Deus do céu. Não, mas é bizarro porque eu fiquei em choque e eu protestei aqui, porque quando eu abri, gente, eu vou mostrar aqui, é só homem mesmo, é só macho.
É bizarro. O algoritmo trabalha com que você interage, né?
Ó, aqui, ó, tem esse aqui, olha, que ele fala que ele é autista. Olha, e é bem o seu tipo, a prova, a prova do crime.
É bem o seu tipo.
Um dele, outro dele aqui.
Ai, esse eu curtiria, gente.
Ai, curte por mim, Ítalo, curte por mim. Republicano também. Mas é só isso, só isso, gente, só isso. Eu fico triste porque eu, enquanto gay, gente, vocês devem me entender que eu não gosto de curtir padrão, gente, não gosto. Porque uma vez que você curte padrão, acaba com seu algoritmo, você fica em depressão, você quer entrar na academia, você se acha um lixo, você vê o padrão curtido lá, né? Exato. E assim, não fui eu, gente, não fui eu, porque dá disforia.
Mas foi uma curtida de repúdio, né?
Não fui eu. A Dakota Monteiro ainda tá com a senha. Dakota, bicho, vai mudar essa senha hoje.
A Dakota não entrou no Instagram nenhuma vez enquanto tava aqui. Imagina agora. Ai, isso aí é fabão. Isso é fabão total.
É coisa do fabão, gente, que ele que dava like em padrão. Não era nem Jenny nem eu. A gente não é disso. Não somos disso.
A gente é desconstruídos, né?
É, a gente não faz isso não.
Mas você chegou a fazer Crisma ou sua família deixou passar em branco e você não é Crisma?
Ai, não, eu não fiz de jeito nenhum. Eu tava desesperado, eu corri como o diabo corre da cruz na Crisma. Não queria fazer de jeito nenhum. Na Crisma tem mais o quê para aprender depois da primeira comunhão? Que na primeira comunhão você meio que já fez o basicão, né? A Crisma se aprofunda no quê?
É tipo um supletivo?
A catequese é a Bíblia módulo 1. Então é a Bíblia, vai lá, você aprende o básico do básico. Tipo, é o fundamental, é o fundamental, amiga. Tipo assim, primeira até quinta série, né? É primeira até quinta série ali, sabe? Aí a Cris, né, tipo como se tivesse surgido o nono ano, onde você vai se aprofundar na filosofia da Bíblia, você vai questionar. Mas era mais, pelo menos a minha, era muito grupo de discurso e tinha muita bicha na minha.
Então ele fala assim, para poder atrair e prender as bichas Vamos fazer teatro? Então a gente encenava muito cenas da Bíblia. Eu era um cara que eu não lembro da passagem, mas assim, era um cara que ele tava em cima de um cavalo e ele humilhar alguém, ele entrar e o cavalo travava, ele não conseguia entrar com o cavalo e ele ficava me empurrando.
Era o da burrinha que ele começa a socar a burrinha.
Ele começa a socar a burrinha e eu tinha que bater no animal. Eu fiquei em choque assim, mas eu segurei o papel, gente. Mas tinha um cavalo É um banquinho que eu ficava assim, né, tipo fingindo, atuando, né.
Teatro não tem orçamento no Brasil, pergunta estúpida.
É, arte não é arte, não é.
A minha crise vai no Glee.
É porque o Y falou que ele ficou com medo de bater no cavalo, mas então não era um cavalo, era um banco. É porque você entrou muito no personagem, né.
Gente, eu tava dentro assim. E assim, era tipo o Glee mesmo, não tinha muitos recursos, a gente era excluído da paróquia.
Eu vou ver o nome do cara da jumenta. E a Bíblia fala, né, é o Balaão.
É balão.
A jumenta fala, é meu primeiro.
Eu colei na catequese, colou, porque a minha catequese ela tinha umas provinhas que eu tinha que fazer em alguns módulos assim da catequese. Eu não lembro como é que funcionava, só que a minha professora, tudo que ela fazia, ela usava uns livrinhos que eram uns livrinhos de Bíblia para crianças assim, era Bíblia resumida para crianças que tinha vários voluminhos. Aí um dia eu tava numa lojinha com minha mãe, era aquelas lojinhas religiosas, só vende artigo religioso, e eu vi esse livrinho Aí eu pensei, gente, é o livrinho da catequese, a coleção da catequese.
Aí eu falei, mãe, eu queria tanto esse livrinho aqui. A minha mãe achou lindo, né, pensando, ai, meu filho querendo livrinho de Deus, Jesus. Aí eu tinha os livrinhos em casa, eu tinha um livrinho que era a base da catequese da professora. Aí você colava as provas. Aí eu sabia fazer tudo porque eu tinha a base em casa.
É que nem roubar o gabarito do ENEM. Gente, não aprendeu nada na catequese. Olha aí, o coração não mudou em nada.
É por isso que não funcionou.
É porque o meu impulso da catequese foi mais honesto, porque na minha época, nos anos 90, tinha um seriado que passava na Globo que era maravilhoso, chamava Buffy, a Caça-Vampiros. E eu era apaixonado. Eu falei para o meu pai, pai, eu quero um potinho de água benta, eu quero um crucifixo, eu quero e tal. E ele assim, ai, todo orgulhoso. E uma minissaia, e uma minissaia, e uma garra, uma choker, que era muito hit da Buffy. E aí ele me deu, ele falou assim, para que você quer?
Eu falei assim, Pra brincar de Buffy, a caça-vampiro. Ele me botou na catequese no dia seguinte, gente, pra poder me exorcizar. Ele é muito santo.
Você veio pra catequese pra virar Buffy, caça-vampiros.
Pra virar Buffy, a caça-vampiros, assim. Eu amava, amava. Mas assim, a única coisa que teve desse filme...
Aí você apaixonou... Corta pra você apaixonando pelos vampiros.
O meu professor da catequese era muito bonito, o nome dele era Joácio. Nossa, gente, era maravilhoso, muito bonito. Gente, mas você não perdeu ninguém?
Ninguém perdeu?
Ele não olha padrão, ele não olha padrão. Porque eu não gostava de padrão, gente, nessa época. Eu olhava muito desconstruída.
Muitos conseguiram. Ele era berzinho assim, tipo, você gosta de berzinho até hoje, mas aí você dá like, você só dá nos padrão, né?
Mas olha, eu acho que o berzinho também é uma variante do padrão, tá? Não tem dessa não.
É um outro tipo de padrão. Não, gente, berro não é padrão.
Depende do berro, porque tem muito berro bonitinho.
Agora, se o berro for feio, e assim, tem berro que é o que ele chamou de fordo, que é aquele malhadinho assim, um pouco gordinho.
Isso daí é bem padrão, não é meio malhado.
Ai, amo, amo, amo!
Eu prefiro esses gordinhos do que aqueles malhados de academia. Eu também, velho. Bombada, com o braço desse tamanho.
Não gosto de academia, não gosto. Mas esse homem que tem esse braço que é minha cabeça, eu adoro. Mas foi meu primeiro contato com o teatro, gente. Eu gostei da Cris na catequese. Mas vocês já fizeram teatro, alguma coisa do tipo? Não, nunca tiveram contato?
Não, nunca. Eu morava no interior, amigo, então tipo assim, não tinha muita coisa para fazer, não tinha opção. Eu acho que quando eu era criança, o máximo assim de coisa diferente que eu fiz foi capoeira, porque um cara pegava capoeira, eu achava capoeira muito sexy, eu ficava intimidado. Então o negócio da capoeira é que eu ficava um pouco nervoso com aqueles meninos lá suados, malhados.
Eu também ficava nervosa porque eles ficavam indo para trás, para frente, para trás, para frente, nunca chutava, né? Eu falava, nossa, tava nervosa.
É só preliminar, a qualquer momento ficava agunando no estúdio, chuta, caralho, chuta!
Fala, Guigo, tadinho, te cortei.
Não, é, não lembro o que que eu ia falar da capoeira. Capoeira, então, mas eu não fiz muito tempo porque quando começou a chegar naquela fase de dar Mortal, eu tava numa fase da minha vida mais gordinho, e aí eu não conseguia. Aí eu tive que fazer, eu tava bear, aí não teve espaço para mim na capoeira.
Não teve espaço para o bear, ai que dó!
Mas bear dá para dar estrelinha, não dá?
Ah, mas assim, né, amigo, abre o punho, né?
Estrelinha vai, o negócio é dar o salto, sabe, para trás. Aí não rolava, é, aí não rolava.
Ai, que dó!
Aí tem que muito gordinha, gordinha pode fazer capoeira, meu bem? Não, gordinha toca berimbau. Vai tocar berimbau, vai pular capoeira.
Não, meu marido fez, ele fez, ele fez capoeira também. E daí quando eu conheci ele, ele falou para mim, eu fiz 17 anos de capoeira. Daí eu comecei a fazer ação. Então eu fiquei chocada, eu falei, meu Deus, ele tem 23, ele começou com 5 anos e ainda tá fazendo.
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Gente, falei, nossa, ele é um mestre!
Só só indo para trás.
Aí descobri que ele mentia para os outros, que ele só fez três anos. Passei a achar o mestre de capoeira, mas ele dava os mortais babateiro. Quando eu ia embora da república dele, ele dava um mortal e abria o portão. Eu achava tudo.
Ai que sexy!
E onde ele consegue fazer isso ainda? O sol, hein?
O sol.
Aí você pega, ele fez 17 anos de capoeira, você pergunta qual que é o seu cordão, ele fala o branco.
O branco é, eu sou da paz, eu sou, não tô lá para competir, eu tô lá para jogar. Não, você não sabe mais nada, ô Mateus, agora ele só dá chutinho.
Nossa, sou todo travado também, não é possível.
Dá para fazer em qualquer curso de computação, gente. Se você não coloca, se você até hoje, se você não fez, se você fez Access e não usa o Access no trabalho nem nada, você não aprende.
O que que é Access? Eu nem sei o que que é isso.
Era um banco de entrando datas que até hoje eu também não sei explicar para que servia aquela porcaria que a gente aprendeu. Nossa, o Excel entende que usa até hoje.
Agora ele, nossa, eu nunca aprendi Excel. Vocês fizeram aula de computação? Vocês pegaram essa fase?
Pegamos.
Vamos, obrigado.
Microlinks.
Na minha não, que eu estudava escola pública, tive que pagar SOS Computadores.
Tinha SOS Computadores, é mesmo. A minha turma fazia curso de digitação. É, tinha que saber digitar do jeito certo. E o curso de digitação era tipo um Guitar Hero.
É, é, a minha mãe fez didatilografia.
A profissão nati morta.
É, o Y acaba com a base das escolas públicas, né? Não tinha nada, ele falava, não tinha merenda, não tinha aula de computação.
Eu amava merendar na escola estadual, amava, porque era 2 almoços por dia. Você almoçava na escola, depois você almoçava em casa de novo.
10 da manhã eles davam um arroz com feijão com É, muita arroz assim, linguiça.
E não tinha preocupação com saúde na época, não. Era Todd's, cachorro-quente, dava esses cachorro-quentes. Nossa, eu achava uma delícia, eu me esbaldava.
Ai, quando tinha fruta, tinha guerra de fruta. Era o meu pavor um dia, o meu trauma, gente, até hoje.
Guerra de fruta?
Tinha na minha escola, que eles davam taqui.
Mas isso aqui é escola americana, né? Escola de Brasil não. No Brasil não tinha essa pobreza de jogar fruta fora.
Na escola EE, porque é escola estadual, EE Jardim Arco-Íris. Pode precisar em diadema. Tava lá, teve guerra de frutas, gente, e de caqui. E o caqui, gente, ele machuca.
Nossa, que história!
Ele estoura.
Pode, caqui pode. Fruta ruim, joga fora.
Isso, né? Se fosse uma banana, não tava jogando.
É uma tangerina, ninguém ia jogar. Agora, nossa, né?
Mas também tá aqui para criança, babassu verde.
É, ah não, foi muito tonto, muito tonto assim. Mas tinha muita guerra de frutas. E eu lembro que na minha escola, uma vez, escola estadual, e Jardim Arco-Íris, a gente tava na quadra e tinha uma tampa de cadeira de escola que tava cobrindo umas coisas. E eles assim, vamos tirar daqui porque a gente tá jogando bola e tal. Eu ficava jogando queimada com as meninas. Quando a gente foi tirar, a cadeira tava cheia de droga. Aí eu fiz assim, meu Deus! Foi meu primeiro contato com droga, amiga. Foi meu primeiro contato.
Mas tinha ensino médio lá, alguma coisa assim?
Tinha.
E o ensino médio era à noite. Gente, de manhã só tinha duas turmas de ensino médio, que era do primeiro até o terceiro, primeiro A, primeiro B. O restante era tudo à noite. E aí as pessoas da noite deixavam para outras pessoas pegarem no outro dia. E o professor falou: deixa aí, deixa quieto. E aí eu deixei. Era dele, era dele, não mexe onde você não tá acostumado.
Deixa que o tio, deixa que o tio cuida.
Gente, eu lembro até hoje, olha, um monte de saquinho assim, olha, um monte de saquinho. Eu fiquei enxóque. Era pó, amiga, era pó. Foi o primeiro contato que eu tive. Fiquei assim, ó, aí vou pegar um, galera. Quem for queimado vai ter que cheirar, vai ter que ir, ó.
O Y voltando para casa com a cara cheia de farinha.
O gay começa cedo, né, no pó, né? Tadinho, Y, sinto muito.
Indo para a Crisma cheirado.
Mas ontem eu tava conversando com uma amiga do trabalho.
Você assina a Crisma porque já viu?
Então, Balau só faz isso, agressivo, né? Não pode dizer. Mas por que Balau só faz isso? Como assim, Balau, hein? Me responde, Joácio.
O Léo Dias tá fazendo crisma ainda então, tadinho, ó, não formou ainda.
Vai, eu queria o papel de Sara, eu queria o papel de Sara, mas assim, Jó, não quero ser Jó, mas assim, eu tava no, ontem eu tava conversando com uma amiga E ela fez um— é triste essa história, gente, já prepara vocês. Ela pegou e comprou um pacote para vocês prepararem. Ela comprou um pacote.
O Pra Variar é assim, sabia? Quando a gente está rindo e começa a notícia do terremoto da Venezuela, eles cantam no ponto: para de rir, agora terremoto. Terremoto na Venezuela.
Então tem que fazer essa virada. O que aconteceu, gente? A vida também é feita de momentos tristes. Uma amiga minha, ela fechou um pacote pela Ásia Então eu olhei, é Cambódia, Vietnã, tinha mais um país lá no meio que ela esqueceu.
Ai, corajosa, hein? Esses países têm penas de morte.
E Indonésia, terminava em Bali, que era do fim da praia, do primeiro da praia. E ela fechou o pacote, amiga.
Foi!
E aí, quando ela chegou lá, primeiro país... Sozinha? Acho que ela foi sozinha, e depois ela encontrou uma amiga lá.
Meu Deus, meu Deus do céu!
E aí ela foi pro Cambódia, Vietnã. Amor, o terceiro país que ela não sabia, gente, era um tipo assim, top 3. Ela chegou no aeroporto toda feliz, falou, sabe, vai ser lindo, vai ser não sei o quê. Quando ela chegou, era tipo top 3 países mais pobres do mundo, ela não sabia. E acho que a agência de viagem coloca pra você ter uma noção de realidade.
Aí ela foi pra Diadema?
Ela foi pra Diadema da Ásia, amiga. E aí ela falou que quando ela saiu do aeroporto, ela pegou o táxi, aquela confusão e tal, ela via, sabe aquelas panelas de paella gigantes? As pessoas comendo no chão. Comendo com a mão assim, com colheres. Eu já disse, mas pobre, tão pobre assim, né? Eles dividem. O problema não é que a gente tava dividindo, eles estavam dividindo comida com urubus. Os urubus estavam lá comendo junto com eles.
Ela falou que foi a cena mais horrorosa que ela viu na vida dela, que ela ficou em choque, que ela viu como que era a pobreza.
Aquele— mas essa que é a coisa triste, ela morreu.
Não, o que é isso? Como existe lugar pobre no mundo, gente?
Ela comeu urubu, morreu.
Ah tá, eu preciso me preparar. Eu achei que sei lá, que ela ia rolar do vulcão na Indonésia, alguma coisa assim.
E aí depois ela foi para Bali e terminou super bem. Mas essa agência de viagem colocou uma cidade ali no meio, um país no meio, só para poder não—
não sei, mas óbvio, para lucrar, porque só pessoa paga mó grana. Aí vai para 3 países chiques, é, e vai ser um país que R$10 paga a viagem dela. Ai, que dó do país também, né? Não só dó da situação desse país, que eu não sabe nem Tem um templo da Índia que o povo come com rato.
Tem um templo da Índia que os ratos são sagrados, e aí as pessoas elas tomam bacias de leite junto com os ratos. É porque eles acham que os ratos são pessoas, enfim, que voltaram, e aí que morreram, que voltaram. E aí eles botam uns tonéis assim de leite e os ratos bebem o leite. Aí tem tipo assim 20 ratos bebendo, não é o Rantaro, sabe?
É tipo, ai, que horror!
Aí eles bebem o leite, aí o pessoal acredita que esse leite faz bem, vai lá e toma também o leite. E as pessoas acham que estão, sei lá, tomando leite com a vovó que morreu, que a vovó que morreu.
É, gente, deve ter uma rotatividade alta de membro dessa igreja. Você vai uma vez, você não volta mais.
Daí, infelizmente, você vai uma vez, você já vira o próximo rato.
Acelera, né? Mas olha aí, não é o rantário uma vez Gente, eu não sei se vocês— enfim, eu nasci do interior.
Vocês devem—
vocês que vivem no interior, vocês devem saber disso. Já lidaram com ratos, tipo, dentro de casa?
Nossa, já!
Ai, mas é o maior terror, terror é rato dentro de casa.
E quando o rato é ratazana mesmo, você já entrou na sua casa. Uma vez entrou na casa da minha tia, eu tava dormindo lá, uma ratazana, gente, enorme! E a ratazana, ela era agressiva. A gente não conseguia tirar ela de lá. Aí chegou o momento que nós trancamos ela e saímos da casa, porque Ninguém conseguia, porque as pessoas iam com a vassoura e ela vinha para cima para morder. Meu Deus do céu, leptospirose, sei lá, raiva, né?
O que fazer?
Aí é difícil, é difícil ficar com dó numa hora dessas assim do bicho.
Aí eu não tenho dó de rata às horas, eu não tenho, mas eu bato, que eu tenho medo.
Tem que expulsar barata também, tipo, aí barata não tem dó nenhuma.
A barata, eu piso legal, viu? Dou pisada boa.
Eu tenho um pouco de dó, eu tenho, eu tenho. Mesmo tirando, eu tenho muita dó de barata. E tem outra coisa que eu tenho dó, você é muito empático, né? Ai, amigas, eu uma vez eu tava na casa de um namorado e aí tinha um rato, né? Era um rato pequenininho assim. Aí o cara pegou assim um pau e deu pá na cabeça do rato. O rato ficou assim, ó. Aí eu já comecei a chorar, que deu muita dó assim. Ele ficou meio esfregando a cabeça assim.
Quando o rato é pequenininho fica um pouquinho de dó.
É, nossa, gente, me deu tanta dó.
Ele Teve uma casa que tinha uma infestação de rato uma vez, e aí compraram aqueles adesivos, sabe? Ah não, mas isso é muito ruim, cara. Nossa, me partiu o coração. Tudo bem que eu não queria o rato na minha casa, né? Mas é uma cena assim, gente, assustadora. Aí eu sou contra esse adesivo hoje em dia.
Tem que afogar depois, né?
Dá veneno que mata rápido. É feio, né? Parece que tá jogando stop. Esse papel, como é que chama aqui? Parece que o rato tá jogando Twister, ele fica assim e o rato fica agonizando, chorando. Ele chora. Ai, que dó!
Meu Deus, choro de rato, gente, é um negócio que eu não quero ouvir nunca.
Você nunca ouviu choro de rato? Então você é privilegiada, Jennifer Prioli. Você é privilegiada.
Já teve rato na minha casa assim, já teve rato. Se não vem falar que minha casa não teve rato, que teve muito rato. Cara, não veio.
Eu tinha um monte de porquinho-da-índia. Porco-da-índia não é rato não, viu, Jennifer?
Não é aqueles ratos que entra na máquina zilabado, tão vivo que é.
Eles sempre se escondem lá.
A Jenny falando do shih tzu que ela tinha.
Ai, eu prefiro ratazana que shih tzu. Ai, também, nossa, gente, eu ficava desesperada porque meu pai, ele é, ele enfrenta, tá? Ele é do tipo que pega a casa de Marimbondo com a mão.
A Jenny inventando a história para não ficar para trás. Para! Ai, eu preciso de uma coisa.
Na escola estadual que eu estudava, no Jardim Arco-Íris, que vendiam drogas. Infelizmente minha vida era assim.
E os ratos cheiravam contato, né? Ratos era rotina, gente.
Acordava, mas isso eu morria de medo que ele ia bater de vassoura, né? E daí eu ficava com medo, tipo, dele abrir a boca na hora que ele dá a vassourada. E nessa essa hora explodir sangue do rato, entrar na boca dele, ele morrer de leptospirose. Ai, meu Deus do céu, gente, eu ficava chorando atrás da porta que eu tinha 6 aninhos, né? Ai, mas não pegou, né? Mas ai, gente, olha, falo nada. Que nem um dia que eu morava em Portugal, né? Mas ainda assim eu era muito pobre em Portugal. Aqui, ó, para não perder, né?
De Portugal, os ratos portugueses são diferentes, são enormes.
E agressivos, são só repassando.
Ele chega te chamando de rapariga.
É, aí veio alguém com câncer, gente, eu tinha 5 anos, tá? E apertou a mão do meu pai, e daí eu comecei a chorar na sala. Eu falei, mãe, meu pai vai pegar câncer, ele vai morrer, não aperta a mão dele, pai! Que dó, né? Já perdeu o pai.
Isso tem a ver com rato? Estou esperando saber onde que o rato vai estar.
De competir já num trauma, é assim, é bravas aqui, é assim.
Eu peguei o gancho, peguei o gancho de chorar por causa do rato. Chorava muito essa menina, né? Só chorava essa garota.
Olha aí, mas ela compartilhou um trauma. E você vê que eles assim, Jenny, aqui não tem acolhimento não, é cagada, não tem acolhimento.
Faltou o prato assoprar, faltou história triste, gente.
Não, a direção do Joguei é, mas o tema de hoje a gente quis criar algo que É leptospirose, que é leptospirose, os perigos da leptospirose nos ambientes urbanos, o avanço do urbanismo com o advento da internet, da gentrificação. Exatamente, que vai na Barra Funda, é cheio de rato, gente. Povo vem em Nova York, cheio de rato. Paris, cheio de rato, tudo cheio de rato.
Mas não vi rato em Paris, viu? Só terra de rato em Paris, amiga.
Cheio, nossa, não é, amigo? Não vi, amigo.
Nossa, não existe rato na vida da Jenny, nem em Paris.
Aí onde ela ficou hospedada não ficou mesmo ali, não fica, né? Mas a gente esses dias, Jane e eu saímos com Ana Mary Bee, e ela e eu, e assim, eu não comi, eu não sou muito de comer doce, né? E aí Ana Mary Bee falou assim, qual que você vai querer? Vocês vão querer sobremesa? Ana e Jane escolheram, e eu falei assim, ai, gente, eu não tô a fim, não gosto. E aí Ana Mary Bee falou assim, ai, você tem um tipo de coisa que eu detesto.
E aí eu falei, o quê? E ela falou assim, ai, igual uma mulher do meu trabalho que ela falava assim, sou chata pra doce. E aí isso ficou uma gíria entre nós assim, ai, sou chata pra hater, ai, sou chata pra conteúdo, sou chata pra rato, gente, sou chata pra droga em escola, sou muito chata. Então a gente hoje vai falar sobre essas situações banais que nós somos chatos, que a gente pode se permitir, porque Eu que fui uma pessoa que eu sempre que assim, eu preciso contextualizar vocês, né, que eu moldei minha personalidade em rejeição.
Então eu sempre quis agradar os outros buscando validação. Então assim, a gente que é essa pessoa que sempre quis agradar os outros pode ser chato. Então a gente vai falar aqui sobre situações em que a gente pode, se a gente considera, a gente reconhece, a gente abraça esse nosso lado insuportável, mais chatices em detalhes, aquela bem específica, que é muito única, que vai te tornar assim diferente, tá?
Ai, posso falar uma já assim? Que alguma coisa, se está dentro do tema. Eu sou muito chato com pipoca em cinema, porque odeio o barulho de gente comendo pipoca em cinema. Mas assim, não é qualquer pessoa. Eu acho que existe um limite, um limite tolerável. Eu já tomei um grito, tá? Eu já tomei um grito no cinema. Grito? Não foi um grito, pera lá, foi um grito. Não foi um grito. O cinema parou, gente, pararam o filme, falaram não, olha só o que aconteceu.
Não, eu acho que existe um limite tolerável. Mas eu merecia, eu merecia. Pessoa começa, já tá tipo assim faltando 20 minutos para o filme acabar, a pessoa ainda não terminou a pipoca, ainda tá revirando. Eu acho que assim tem limite.
Eu concordo, pipoca tem que acabar nos primeiros 5 minutos, gente, não existe isso, não existe.
Já começa a comer no trailer. É, então eu tava, a gente tava assistindo um filme muito chato, muito chato, era até insuportável, insuportável, um filme Prepotente e aí eu tava meio de, mas qual filme que é? Ai, era um filme brasileiro insuportável. É melhor até não falar mal para não falar mal do cinema nacional, né, gente? A gente tem que.
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Aí fiquei curiosa, é, ver se era isso. Era esse mesmo, era horrível. Nossa, você lembra desse nome? Um dos piores filmes que eu já vi na minha vida. Então era um filme bem chatinho. E aí eu comecei a pegar pipoca por pipoca, como quem come tortuguita, e eu ficava assim, ó. Aí ele mordia, eu ficava num silêncio, só que assim, gente, faltava 10 minutos para o filme acabar. Eu tava muito entediado. Então sabe quando você faz uma coisa assim?
É o meu diagnóstico, gente, eu não percebi. Aí de repente ela só falou assim: essa pipoca não acabou até agora. Aí eu: nossa, calma, mas tá bom. Não falei nesse tom, pera aí. Mas aí, mas eu mereci, eu confesso, eu mereci. Eu parei, nossa, eu mereci. Ai, mas sério, eu tava, eu tava quase mudando de assento já, que não tava aguentando mais aquela pipoca.
Gente, o problema era o filme.
O problema era o filme recentemente.
Cinema tá muito chato, ninguém se comporta mais, não.
As pessoas não conseguem ficar longe do celular. É, agora é super normal tirar foto no meio do filme e o povo, todo mundo quer tirar no mesmo momento. Sim, onde está aqui, todo mundo tirava da mesma cena. Ainda estou aqui, ainda estou aqui. Onde está aqui? Onde está aqui? Não, gente, a gente foi no cinema, a gente pensou, vamos naquela sessão, naquele cinema que tem a sala mais cara, aquele que deita. É, a gente tomou uma boa experiência, a gente vai assistir aquele filme lá que era a Emma Stone vestida de lombar.
Ai, maravilhoso esse filme, lindo, tudo muito bom.
Só que aí lá vem, de longe eu já vi a mulher palita chegando para perto de mim para sentar do meu lado. Chegou com um balde de pipoca deste tamanho assim, ó, o double extreme desse tamanho, 10 pacotes de filme.
Aí eles estão fazendo balde de tudo também, né? Ai, qualquer coisa é balde agora.
Eu odeio, eu sou chata para a gente que leva muita coisa para comer em cinema e ver circular. É 4 horas, você não aguenta só comer o básico em 4 horas?
Essa mulher palita chega com esse balde. Aí eu pensei, nossa, já me estressou só de ver o balde, já me estressei. Começa todo do meu lado, vai longe essa pipoca. Aí ela botou no chão, ela botou no chão. E aí, o que que ela fez? Abriu a bolsa dela. Esse cinema inclusive tem uma bandejinha tipo de avião, né? Aí ela colocou a bandejinha, ela começou a tirar da bolsa várias embalagens de fim. Aí eu falei, ah, não é possível isso, gente, isso daí é doença.
Ela viu tudo, não? E ela falava, tipo assim, a emissora não aparecia, ela falava: amei essa roupa. Sabe aquela pessoa que fala tudo assim? Fala, gente, que tudo esse cabelo, não sei o quê, blá blá blá.
Amiga, tá cheio de actor no cinema, tá cheio, cheio, cheio.
E o povo parece que fica querendo, quer atenção. Ela quer até fazer as pessoas rirem.
Coitada, gente.
Gente, vocês estão falando, eu tô passando raiva porque eu fui assistir aquele filme Obsessão, muito tosca, gente boba, gente boba. Porque eu fui assistir Obsessão e aí tinha adolescente, só que adolescente, Gen Z, você fala assim meio, ah, ok, você releva assim. Só que não era, tinha gente de 30 anos, mano, de velho abobado, gente, velho comentando, querendo fazer piada. Ai, mas se fosse eu, aí não sei o quê. Deu vontade de virar e falar assim, quem é você? Quem é você?
Cadê o lanterninha, né? Lembra a vez que você saiu do seu assento? Tem uma vez que o Guigo saiu do assento dele, ele cruzou o cinema e cutucou a pessoa, falou assim, ó, desliga o seu celular, por favor.
Pô, você ficou com brilho?
Não, era um véio com brilho no máximo assim, ó, sabe? A pessoa fica longe assim, que tá nem enxergando, passando status de WhatsApp. Eu não sou disso, gente, eu não sou disso, mas eu Mas não, uma vez que a gente foi assistir aquele Mother no cinema, e aí é o da Jennifer Lawrence. Sim, só que eu tinha uma mãe com uma criança, eu acho que ela deve ter visto que era da Jennifer Lawrence, levou a criança meio que sem ver sobre o que que era o filme, né?
E essa mãe tava bem conhecida, e ela tava falando com a criança o tempo todo, o tempo todo, o tempo todo. E o povo na sala também tava muito mal comportado assim, falando, falando. O que eu acho que tava acontecendo era o filme, eu acho que o filme era legendado e a mãe estava contando a história para filha. É, então só pra você ter noção do tamanho da criança. Aí do nada aquela cena lá, a Jennifer Lawrence recebendo aquele povo na casa dela, o povo quebrando tudo, não sei o que lá.
Do nada um cara, isso, um cara lá atrás virou e falou assim: cala a boca! Aí a mulher virou e falou assim: vem calar, seu viado! Aí o cara virou e falou: sua puta! Jennifer Lawrence: não, senta na pia que não tá chumbada. E aí o Matheus assim: meu Deus, o que que tá acontecendo aqui essa sala de cinema.
Juro, juro, amiga. A Pangeia, a briga do Twitter, ela, o cara foi misógino com a mulher, gritou e mandou ela calar a boca.
Mas a mulher foi na balada gay, quem que é pior?
Combateu homofobia e aí ele acabou com mais misoginia ainda.
Gente, pesadíssimo. Aí você fica calado o resto da sessão, né? Ninguém nem mexia mais. A gente tá no Rio de Janeiro, pensei, o que que vai rolar? Daqui a pouco ele tira aqui dentro do cinema.
Não dá não, não, não.
Gente, conhecendo o Otton, era o capeta tentando impedir que a mensagem fosse passada. Amiga, ela tomou conta da mãe e do cara misógino. Ô gente, na igreja, eu fui sábado na igreja, e daí meu pai que tava pregando, né, eu fui prestigiar meu papai, e tinha uma criança que não calava a boca. Ela assim dando high note assim o sermão inteiro, tava até com dó do meu pai. E daí, gente, um membro perdeu a cabeça e gritou alto assim na terceira fileira: puta que pariu!
Cala a boca, gente! Olha o Deus do coração, gente!
Eu nunca vi falar na igreja, eu fiquei chocada. Aí todo mundo olhou para trás e ele deu para criança. Ele terminou, eu olhei para ele na hora do puta assim, e ele terminou: que pariu! Ele não, falei: caralho! Ou continua?
Ele teve que comentar sobre o fato.
Não, meu pai não ouviu. Só, eu acho que ele fica lá em cima, né, o pregador. Tipo, só o povão que ouviu. Gente, eu fiquei chocada. Eu falei, caraca, assim, né, a modernidade chegou também nas igrejas. Não pode falar palavrão.
Criança, quando você grita, eles assustam. Uma vez no avião, a criança tava sem tapa. É igual cachorro, você grita assim, ele sai de perto assim, principalmente você der um grito Fazer assim, ah, ele sai de perto assim, ai, que inferno. E aí a criança tava chutando assim o assento de outra mulher, a mulher gritou e falou assim, dá para parar, por favor? Aí a mulher deu um grito com a criança e a criança começou a chorar, e a mãe dela começou a assistir. Mas às vezes tem que gritar, eu vou gritar.
É, você toma cuidado aí com sua filha. Então esse assunto do avião, né, com criança é um tema polêmico hoje em dia. Cuidado com as opiniões aí.
É porque a direção, a direção do prato, tá ligado?
Por onde anda a gente?
Aponta para mãe e fala assim, olha, mãe, a criança, a criança está chutando.
Mulher guerreira, mulher brasileira guerreira, mãe solo.
Não sei se você é solo ou não, mas a criança, o bebê, tá chutando meu assento.
O bebê de Rosemary.
É complicado mesmo, gente. Inclusive não pode mais falar criança mal educada, né?
Às vezes não pode falar.
É o quê? Criança demônio?
Que a culpa cai na mãe, não pai, né?
Ela tem espírito de líder, essa criança tem personalidade muito forte.
Oi, mãe, a criança que tem a personalidade muito forte tá chutando em meu banco, você pode, por favor?
Essa criança é de Áries, porque eu acredito, o meu signo não tá dando no cu dela, não tá dando.
Ai, eu vou mudar de assento. É, não, mas eu sou chato para criança, gente. Eu sou chato, eu não gosto de criança muito boba. Boa. Não gosto de criança que se acha adulta, não gosto de criança que coloca aqueles tênis que vira patins e fica para lá e para cá.
Dá uma agonia.
Ai, eu tenho, eu sou chato para criança.
A única pessoa que eu gosto da minha sobrinha, só gosto da minha sobrinha. Eu acho a titinha, gente, criança tem que ser igual titinha. É fumar igual titinha.
É, exato. Arrumar a morada tudo super pop que nem a Suzinha.
Criança tem que ser igual titinha, gente, não pode deixar ser diferente.
Toda vez aqui qualquer pessoa que a gente passa aqui no Rio, na frente da Paróquia da Tidinha. Eu falo aqui a Paróquia da Tidinha, é verdade, turista da cidade. Aqui é o shopping, tava sempre esperando no ponto de ônibus.
Mas tem, ela é carioca, tem umas crianças, ela tem, amiga, aquela lábia.
Mas tem uma criança atrás da Xuxa, ela tem que estar no Rio, né?
Que ela perseguia, né? Ela seguia bastante.
Tem uns locais que todo mundo sabe onde a Tidinha está sempre. É porque a paróquia dela, ela tá sempre na paróquia, né? Exato, é do lado de um shopping muito grande aqui do Rio, que é o Rio Sul. Não sei se vocês já ouviram falar desse shopping.
Localização de onde encontrar a Tidinha aqui para o mundão de gente que não conhece.
Ela é famosa aí, pessoal, não fosse notado, tá?
Ela faz como uma boa criança, ela sai da paróquia, vai dar uma voltinha no shopping, e aí o povo encontra ela É, aí depois ela vai para porta do shopping.
Criança boa, hein, gente? Criança boa é assim, tem que ser gótida. Tem uma outra que eu também— vocês já viram ela no TikTok, provavelmente, que é uma que ela fala muito bem, que ela gesticula muito bem, ela é muito articulada. Que eu acho que ela é alguma coisa de igreja assim.
Aquela de 40 anos que foi presa?
Não, não, porque essa criança eu gosto.
Essa criança faz propaganda na TV. Com a Fernanda Montenegro? Não, não é essa. Ah, eu sei qual que é, sei uma que é de uma família, eu acho que ela realmente é Testemunha de Jeová.
É essa mesmo, ela é a mais famosa.
Ela fala muito bem, gente, eu fico com as pessoas revoltadas.
Ela fala bem, mas os vídeos é tudo cortado, repara, cada frase é um corte, porque o pai dela joga para ela as palavras. Ah, eu tenho essa, eu tenho essa aí de teoria. Queremos você, mas eu quero live dela, quero Claro que eu odeio, não gosto de criança também.
Ah, e aí aqui, gente, a gente tem que tocar num ponto que é: tô cansado de cair em fake news que a Jennifer Prioli tá grávida toda hora. Teve um dia, insuportável, não aguento isso. Aí toda hora eu caio, todas as vezes. Aí teve um dia que apareceu: agora é real, agora é real. Aí eu até nesse dia eu até fui no Instagram da Jenny para ver se ela tinha postado alguma coisa para eu dar parabéns. Aí eu tive que fazer a minha pesquisa, porque aí todo mundo começa a ser irônico.
Isso não aguento, isso também no Twitter, que todo mundo vai junto na mentira e aí você não consegue achar o fato porque todo mundo mente. E aí nos comentários tava todo mundo: que lindo, parabéns! Eu ia, aí eu sem saber, é verdade, não é?
Mateus, sinto muito, viu? Mas nunca será grávida, eu não vou saber, nunca vou ficar, eu sou infértil, meu útero é um solo infértil do deserto do Saara.
É, não diga isso, não diga isso.
Nossa, não, é de paçoca, que nem da Lady Gaga, gente. Daqui não sai.
E a sua filha vai ser dessas que vai conversar igual adulto, e você vai fazer dela uma Maria Flor, Flor, Flor Biuta.
Amiga, não vai ter vocabulário nenhum que nem eu, não vai ter ninguém para ensinar a palavra para ela, né? Ela vai saber só a base.
Aí, ó, criança que a gente chama Maria Flor, Maria Alice, fazendo vídeo para criança. Fala paralelepípedo. Aí a criança fala, aí a Jenny para a gravação, fala: você é burra, criança burra, você não é burra. Fala paralelepípedo, filha.
Língua enrolada, língua enrolada, vira besta.
Igual aquela menina lá que a mãe botava para ela fazer vídeo afogando, como é que chama? Bel para meninas. A Bel para meninas, você é filha da Jenny. A menina afogando nas contas.
Tem que ter uma nova Bel para meninas assim, né? Tem que ter.
A Bel, ela tá grande agora, ela é empoderada. Já disse, era tipo Charlie XX, ela não sai da balada.
E ela é inteligente, né? Muito inteligente.
Ah, também ela estoura ele para isso.
Eu amo o print dela perdida no meio do mar, ela chorando porque reprovou na escola e a mãe rindo assim na thumb.
Maternidades perfeitas, né?
Eu amo.
Que que estourando o bumbum?
Isso, né? No BuzzFeed, quando estourou essa denúncia, era muito boa. As vídeos, cara, é muita absurda. Ela fez ela vomitar e ela botando shake inocente para menina beber.
Ai, muito saudável essa maternidade. Olha que mãe guerreira, gente!
Uma coisa que eu amo é exposed, que eles começam a pegar thumb dos vídeos para usar de evidências. Quando Swift começaram a achar que aquela Bel Rodrigues odiava Taylor, aí as thumb dos vídeos da Taylor era assim, será que eu vou gostar? Não gostei muito. Aí as da Beyoncé era assim, ai, já voltou!
Aí eles, olha, sempre tem raiva, ela é bem raiva.
Não, a coisa disso, estão falando da nossa mamãe, estão falando da nossa mamãe, se fileirando thumb atrás de thumb assim. Ai, gente, mas assim, quem não tem medo de fã da Taylor Swift, né? Mesmo os próprios fãs, eu acho que tem medo.
Eles são bem complicados. Mas eu sou chato para casamento falando em Taylor Swift. Eu acho que quando a noiva fica querendo fazer medo, né, gente? Eu não falo de Taylor Swift.
Ele tem mais medo dos arianos.
Arianos eu acho que são piores assim, eles são, nossa, eles são cruéis.
Arregaçaram com ele, coitado.
Nossa, Taylor, eles falam muito de quem eu escuto, tipo homens casados. Não, é dos casamentos. Eu acho que quando a noiva causa demais, quer ir para um lugar, quer fazer tudo e tal, eu entendo que é um dia dela, etc. Ele Mas a noiva, quando ela causa demais, que quer que todo mundo use vestido da mesma cor, que todo mundo não sei o quê, que aí vai ter 5 cerimônias antes do casamento, isso me irrita muito assim. Nossa, tem noiva que é muito sem noção.
É que todo mundo tem o mesmo tempo que você, ninguém tem o mesmo tempo que você não.
E a noiva lá acha que todo mundo se importa, é especial para as pessoas, e não é. O dia especial para você, meu amor, ou então para os pais no máximo, né? Você é um convidado, mas tem umas que te convidam como se fosse a oportunidade da sua vida ir ao casamento dela, sendo que você tá querendo dançar o amor dela.
Exatamente, tá? Não, cocô do super, sou chata para casamento, mas nem me convida, eu não tenho amizade, eu não vou em casamento nenhum.
A gente não vai para casa, mas vocês já foram madrinha, padrinho?
Eu fui uma vez.
Olha como eu não tenho amigo.
E eu fui celebrante do casamento. Eu fui celebrante.
Que presença!
Celebrou o casamento lá?
Como? Oi, o que?
Eu celebrando?
É, o celebrante é o padre, ele vai lá e fala, ele faz a cerimônia.
Ah não, gente, conta para mim.
E foi ótimo, gente, eu sabia toda a história de todo mundo, então eu contei, fiz storytelling, fiz um roteiro. E aí tinha mais outros dois amigos que contou mais do marido, outro mais da mulher, e eu contornei tudo.
Casamento ia durar 20 minutos.
Mas eles falam assim, gente, é no máximo 23 minutos, a gente não quer uma coisa muito longa não. Eu, tá bom, fiz 25.
Não perde engajamento, perde, vai cair energia, a retenção cai.
É, mas eu fecho igual aquela gráfica do YouTube. Opa, que queda aqui!
Oi, Ypsilon! Mas tem aquela lenda que— lenda não, é fato, né? Que padrinho tem que dar o presente melhor, né?
Tem que dar.
E assim, quando você foi, você deu o quê?
Então, essa minha amiga, ela tinha um site site que era IKZ e alguma coisa assim. E aí no site, o quê? Não pode ser isso, o quê? Tá meio, o áudio também estranho hoje porque eu tô escutando umas coisas meio erradas assim no começo, porque é muito excitado, excitado na capoeira, tá uma comunicação meio estranha.
Eu acho que você que tá querendo escutar coisas que não estão sendo ditas, gente, tá estranho.
Mas a minha, e aí no dela ela tinha um casamento que eles iam passar lua de mel no Japão, e aí eu dei uma viagem com hotelzinho para eles lá, tipo assim, uma experiência no hotelzinho, por exemplo.
Não, muito caro, muito caro.
Mas o Y teve dinheiro.
Nossa, você falou assim como se fosse uma coisinha humilde, um hotel no Japão, gente, muito caro.
Não, é experiência dentro do hotel.
Ah, uma experiência no hotel.
É que ela já ia ficar nesse hotel e nesse hotel tinha uma experiência lá que era um spa ferrado. Aí eu dei um spa legal para ela.
Ele deu uma limpeza de pele lá.
Outras vezes eu fui desconvidado. Igual aquela gay do TikTok que esses dias viralizou, que ela foi desconvidada por ser gay. Eu fui desconvidado por ser gay também.
Conta essa sua história aí, porque você já contou essa história.
Não é? Eu fiquei assim, olha, será que ela, tipo assim, ela, a conversa ficou muito ensaiada. Então eu, você sabe, né, que assim, essa é minha amiga, você sabe que eu sou gay, né? E aí, a título de esclarecimento, e aí a minha amiga ela se tornou da Igreja Batista. E na Igreja Batista ela pirou muito a cabeça, ela ficou uma coisa muito tipo— teve um dia que ela me ligou e falou assim, olha, eu preciso te falar um negócio, gay vai para o inferno, etc. e tal, não sei o quê, nananã.
Eu fiquei muito em choque. E aí ela pegou e falou assim, aquela ligação gostosa, né? Quando tinha um telefone, minha última ligação de telefone fixo, depois foi tudo para celular, e nunca mais atendi telefone fixo. E ela falou assim, eu sei da verdade porque eu estou estudando a Bíblia agora, eu aprendi a verdade, então eu preciso te passar. Aí eu falei assim, e agora o que que eu faço? Eu fiz Crisma, catequese, tô aqui. Aí eu falei, e o que que eu faço agora?
Ela, aí você tem que encontrar Jesus. E aí eu falei assim, ah, beleza. E nisso, uma semana depois, urgente para você poder ir no casamento, ela me chamou, ela me desconvidou, falou assim, ai, meu marido acha que você não tá tão engajado no casamento quanto as outras pessoas, então a gente É, não acharam que eu tava engajado.
Aí eu fiz, amigo, você tá engajado no casamento dela, amorzinho, senta, né, amiga?
É isso, eu tinha que entrar com uma mulher lá, invitar minha mulher pra gente reagir e meter um boneco nela. Rola nela, vara nela, sabe? Tinha que fazer um vara nela pra poder ser padrinho. É vara nelas, entendeu? Assim, foi complicado, gente.
Ai, gente, perdão, mas eu vou ter que dar um pau.
Eu sou chato pra homofobia, eu sou chato.
O papo tá super sério, eu não vou me ausentar muito, tá? É rápido. Perdão, mas aqui eu não sei se a Jenny conhece, mas a minha prima ia numa igreja que é a igreja mais estranha que eu já vi, porque ela dividia os fiéis em animais. Você já viu isso?
Não, mas me conte que estou curiosa.
Porque tinha, ela dividia a igreja em castas. Então assim, cada animal que era atribuído a uma pessoa tinha uma função na igreja. Eu não lembro quais eram todos, mas eu lembro que tinha leão, lebre, e a minha prima era águia. Eu sei qual era a função da águia porque a minha prima era águia. A função dela era captar as pessoas que estavam quase saindo da igreja. Falava que era porque a águia, quando o filhotinho tá caindo, ela vai lá e resgata ele de volta antes que ele caia no chão.
Então essa era a função da minha prima. Só que quando a coisa ficava intensa na igreja, eles encarnavam animais. Daí a gente virava um show de horrores, era um circo. A minha prima em casa, sério isso, seríssimo. Inclusive, quer ver, eu preciso achar o nome, mas uma vez eu achei a igreja e tinha até o símbolo dos animais.
Gente, igreja, igreja, castas animais.
Eu não sei se ela ainda é assim, mas a minha prima começava a orar e aí que De repente ela começava a fazer assim e aí de repente ela ficava.
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Mas aí o yoga de sizinho do Cavaleiros do Dia. Não é águia isso daí não.
E o pessoal que era lebre ficava pulando.
Ai, gente, mas eu não posso. Uma vez eu vi uma coisa e uma amiga minha falou assim, que era, ela também era crente, e arco-íris tinha muito crente. E aí eu falei assim, ai, antigamente, tipo assim, tinha um vídeo no celular de um pastor que ele fazia tipo assim, vocês lembram do Mortadela? Que tinha um pastor que faz assim, pastor, derrubava todo mundo assim, tipo que tinha esse negócio, que era um meme, ele é muito antigo. Aí eu ri, minha amiga falou Ele falou assim, tem um pecado que é mortal, que você vai para o inferno direto. Aí eu, o quê?
Pecado contra o Espírito Santo?
Pecar contra o Espírito Santo. Você falar que qualquer religião, tipo assim, rir, profanar e falar assim, isso é do diabo, é pecado mortal, você vai para o inferno na hora. Aí eu nunca mais zoei.
Engraçado, né? Engraçado que a gente viralizou rindo do cara de diadema que ficava orando para amonrar, não é?
E você disse que você nunca fez isso, Anúbis.
Não, mas esse eu tentei tirar o tabu da religião. Tentei trazer para uma realidade assim, ai, gente, dá para rir também, dá para se divertir, dá uma leveza para o tom. A minha amiga que descobriu que tá com TDAH, aí eu falei assim, ai, amiga, que você tem TDAH, né? Ela falou assim, eu não me acostumei ainda com isso. Eu falei assim, amiga, eu vou te acostumar, eu preciso que você dê leveza, entendeu?
Empoderar o TDAH dela.
É, você é perdida, você é voada mesmo, amiga. Tá tudo bem, acolhe isso.
Mas quantas pessoas Pô, quando a gente ficou rindo do cara que tem a religião egípcia de diadema, né, que comia a senhorita Bira, eu refleti muito porque problematizaram a gente, né, principalmente eu porque eu sou crente. Falaram, nossa, Jenny rindo do cara rezando para Amon-Rá. E eu falei, faz sentido?
Não faz sentido não.
O que que eu vou fazer?
Não é, cara, não é.
É dos animais aí, dos animaizinhos, né, do Padre Marcelo Rossi.
Esse eu vou rir é quando problematizarem, eu falo, é, tô errada. Eu sou assim.
Nem tudo é ruim, você vem para aprender também, né, com as pessoas. As pessoas ensinam muito para a gente.
Exato, então tudo bem, sabe? Tem que virar águia mesmo, tem que ressacolar.
Mas existem outros praticantes como ele para defender? É, deve ser.
Existiam, existiam, porque no TikTok apareceu gente falando.
Eu acho que no Egito deve ter aprender bastante, né?
A gente já foi criticado, mas que para mim não dá.
Ai, meu pai, não engoliu até hoje.
Nem tudo dá para a gente aprender.
É aquele povo que fala que se identifica com bicho, não dá. Eu não lembro qual que é o nome, nem qual que é o nome. Aquele furry? Não, não é furry. Ah, é tipo aquele que era tipo furry, né? Que o pessoal falava que o espírito animal deles era, sei lá, uma cobra. A pessoa ficava tipo, nossa, o povo ficou muito com muita raiva da gente, falou que era muito sério, que desrespeito. Ai, gente, não tá, gente, nem tudo é sério. Eu não entendi, eu nem eu, como lobo, sei lá.
E ninguém assim, ninguém é um gambá, por exemplo, um rato, né? Todo mundo tem que é lobo, é leão, águia. Aí você vê um porquinho-da-índia, eles falam que eles sentem uma conexão tão grande com bicho que eles se comportam como bicho. Tipo assim, a pessoa é um lobo, ela fica andando de quatro no chão pela casa e fica, enfim, Assim, sabe? O Ivano, sei lá, ela fica imitando o lobo, entendeu? Nossa, tem conexão com lobo?
Você mora em São Paulo, nunca viu lobo na vida?
E no Brasil não tem nem leão, tem nem lobo-guará direto, tá tudo em extinção aqui, vagabundo. Bota presente com lobo para ver o que que faz.
Ninguém é porco, que é o povo de Osasco.
Ninguém é ratazana, pode ver, pesquisar, ninguém é ratazana.
Vou tentar achar, não consigo lembrar. Mas assim, não precisa nem lembrar, né?
O que eu faço sobre essas coisas é assim: eita, né? E aí muda de assunto.
Babado!
Eu falo babado, tudo, tudo, e muda de assunto assim. É aquele: putz, né? Eita! Mas gente que come vestibular irrita mesmo.
Do que vestibulácia?
Peço bolacha.
Estranho o áudio hoje, eu tô falando.
Não, mas não é o áudio, essa para mim foi a sua fala.
A minha dicção tá estranha hoje, né?
Que eu comi muito lutfu.
Testemunha de Jeová, é articulada, fazer fono.
Como que você quer fazer uma faculdade, o ensino superior, se você não consegue tomar conta do seu paladar, do seu psicológico, entendeu?
É igual o ENEM, a galera leva uma sacolona das americanas cheia de coisa que a gente viu uns anos atrás, tinha um cara que tava sendo entrevistado entrando no ENEM e ele tava segurando na mão dele duas latas de atum. Lata de atum, gente, para fazer ENEM? Sabe aquela que já vem com os legumes em cima? É que vem com uns legumizinho. Ah não, gente, é demais, é demais. Hoje, pensando, parece comida de cachorro, é para desestabilizar os outros.
Não, porque só acaba, não é nem só pensar nos outros, é tomar vergonha na cara também. Você comer uma lata de atum no meio da prova, você fazer prova, você fazer piquenique.
Nossa, aliás, gente, eu sou chata para embalagem de comida desde criança. É meio bom estar ao vão da minha parte, tá? Não me julguem, mas desde criança eu não consigo comer tipo comida embrulhada em papel alumínio ou tipo em Tupperware de plástico. Não, se tocarem, beleza, tipo, se eu gosto das coisas, mas tipo Tupperware de plástico eu não consigo. É o de plástico, não. Assim, é um negócio que eu lembro até hoje.
Mas aí, como é que você faz? Pera aí, não pode alumínio, não pode plástico. Plástico.
Mas é que pode prato, prato, vidro.
Ou seja, delivery não pode. Delivery não pode?
Não, delivery depende do delivery.
Tipo, lanche, beleza.
Se transferir pode, mas tipo, depende.
Mas o Mac que vem no papel assim é de boa? Assim, o Big Mac, né?
Tranquilo. Olha o meu tamanho, né? É muito específico assim.
Você com as mãozinhas igual da Ariana Grande aí, só para provocar o Y. Só para atacar o Y.
Eu lembro que atum, minha mãe fazia um patê de atum que eu amava, daí eu comia o lanche em casa, papai. Aí um dia eu fui no Playcenter e ela embrulhou dois sanduíches de atum no papel alumínio. Gente, eu não consegui trocar, voltei tudo para casa com os lanches que ela mandou. Fiquei com uma dó, mas eu não consegui, mano.
Mas isso tá mais para autismo.
Eu acho que é um grau de suporte, amiga, quase que eu tenho um pouco de— eu vou falar uma coisa horrorosa. Gente, tipo, me perdoem as pessoas que vendem isso e que trabalham. Eu não consigo comer bolo de pote. Eu morro de nojo de bolo de pote, gente. É um defeito meu, eu admito. Eu sou chato para bolo de pote, gente.
Eu vejo padaria muito bonita assim, ai, não consigo de nada.
Se bem naquela coisa que vem apressada no plástico assim, gente, eu não consigo. Sabe que tá assim?
Ai, gente, não consigo comer.
Ai, não consigo comer. Nossa, gente, não consigo. Odeio bolo de pote, odeio, odeio.
Temaki no pote, já não dá.
Temaki com Doritos, dá vontade de tapar na cara da pessoa assim, ó, amigo.
Tipo, é uma fileira de arroz, aí outra de salmão com cream cheese, temaki no pote, uma lasanha de temaki.
Uma vez eu vi que tinha um temaki no pote com Doritos. Gente, pelo amor de Deus, não! Fim dos tempos, fim dos tempos.
Assim, gente, não tem limite, né? E já me irrita esse negócio que tá bombando agora do sushi no trequinho que você aperta e ele sai para cima, como se fosse um sushi pelão, cabelão.
Ai, odiava pelo cabelão, gente! Que doce tonto, que doce tonto! Nossa, eu odiava!
Ele te dava tripofobia?
Coisa boba, aquela coisa nojenta, saindo um monte de coisa assim. Era horrível, nojento aquilo. Nossa, horrível. Odiava quem eu levava.
Primeiro que tripofobia nem existe, né?
O negócio que você tem que fazer, algo que não existe. Gente, aquelas coisas, vocês já viram? Ai, dá arrepio só de pensar de árvore que tem um montão de bicho junto assim. Vocês já viram em árvore que fica assim do nada?
O bicho não é buraco.
Não, eles tudo juntos assim, tudo próximo.
Ali atrás, ó, já falaram que dá tripofobia. Deixa eu mostrar, vê se você sente tripofobia.
De perto, que aí de longe tá de boa.
O VIP saiu correndo para fora da porta.
Se ele tivesse mesmo, pegava até de longe, ó.
Ah não, isso aí não, isso aí é pouca dotes, gente. O povo não tem referência.
Já teve que tirar um quadro do nosso cenário porque estavam infernizando, falando que não dava para assistir o vídeo de tripofobia.
Ah, faça um favor, segurem, segurem, caso tenham, segurem. Não dá para ter tudo, não Não dá para ter tudo, mas eu tenho, mas é de coisa muito junta, tipo assim, ser aquele, você não sei, acho que é desenhado assim, não incomoda tanto, mas assim, eu acho que uma pessoa cheia de poros abertos também dá um pouco de nojo assim, quando dá muito close assim dá um pouco de agonia, porque tipo uma vez eu vi um coral, nossa, e coral assim quando você olha ele muito de perto dá tripofobia também assim, nossa, muita agonia.
Mas aí me irrita a pessoa que tem tripofobia.
É buraco, é buraco, não é pontinho. Para mim é buraco.
Não, ok, eu entendo a pessoa ter agonia porque eu tenho umas agonia, mas tipo as pessoas darem nome para essa agonia específica e da colocar na minha vida, né? Parece, ai, quero ter um, quero ter uma, entendeu?
Aí bota na descrição do Instagram tripofóbica.
Ai, tonta, tonta. Sou chata para pessoa com SID também agora. O povo tá usando muita muleta também. Tô, tô chato para isso.
As piores pessoas que vocês dizem, vou falar, sou bipolar, eu sou border. Se prepara, tá? Não a Ana, porque eu amo ela, não a Ana, mas todo o resto, as piores pessoas, border, tá? Se prepara.
O negócio é também, eu não aguento gente que fica usando de justificativa para ser uma pessoa horrorosa, uma pessoa horrível. Você é tóxica, você é nojenta. Ai, mas eu tenho, eu tenho isso, eu tenho isso, tem Não, minha filha, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Eu tenho que lidar com isso. Se tirar seu laudo, você vai continuar sendo insuportável.
Vai se tratar então, tá doente, vai se tratar.
Eu acho que o laudo justifica, porque uma vez—
olha, veio o Kanye West!
Às vezes eu contar essa história de um jeito certo. Pera aí, Kanye West. Não, pera aí, você contar do jeito certo. Uma vez um prestador de serviço veio aqui em casa casa. E aí ele começou a falar, conversar comigo, e ele era muito invasivo, muito invasivo, tipo assim de: ah, você é casado com homem? Umas perguntas muito tipo assim que você estranha na hora. Eu falei assim: meu Deus, pessoa estranha! Mas ele era muito— você via que ele era bonzinho.
E ele assim: ai, mas esse sapato aqui, quem usa? Você? Tipo umas coisas muito estranhas, umas perguntas. Quem usa? Que é você ou seu marido? Não sei o quê, não sei o quê.
Assim, eu achei estranho assim.
Aí eu falei assim: nossa, Nossa, que homem estranho! Mas eu fiquei com medo, tipo, não foi tipo assim, falei, ai, que medo. E aí no final ele falou assim, ai, desculpa qualquer coisa, mas eu sou autista, então às vezes eu faço algumas perguntas incompreensíveis.
Eu acho, não, eu acho que isso justifica, que eu já trabalhei com uma pessoa assim, eu trabalhei com uma pessoa assim, e no início, coitado, eu achava ele muito sem noção. Só que aí depois vieram conversar com a gente e explicaram, e aí eu pensei, ah, então não é por maldade, era uma falta de tato social que não era por maldade, sabe? Tipo assim, era uma pessoa que chegava e falava, nossa, como você tá gordo! Só que ele não conseguia entender que isso é uma ofensa, sabe?
Não era intenção de ofensa, mas era— mas é isso. Aí eu acho que nesses casos se justifica. Mas agora, quando a pessoa é nojenta, aí também já é outra coisa.
Eu dou um passo para trás, eu não acho que justifica muita coisa, não acho não, mano. Mas tem que tratar bem né? Tem que tratar bem, né?
É porque depois, aí, né, Jennifer, você fica falando, depois o seu filho nasce assim, e aí?
Então, ou até eu desculpo, né, porque eu não compro papel alumínio, e aí?
Acabei de descobrir ao vivo.
Aí muita coisa sobre Jennifer Prioli tá explicada, muita coisa. Mas talvez eu devia chegar.
Recebem muito diagnóstico?
Muito. Já me chamaram de histriônico, eu tive que pesquisar. Aí eu falei, ai, às vezes tem episódio que eu tô histriônico mesmo.
O Guigo recebe diagnóstico todo vídeo. Ai, todo vídeo eu recebo um diagnóstico diferente, mas eu não precisei ir atrás, né? Ah, é mais de autista mesmo, autista todo vídeo. Mas aí eu não preciso ir atrás do diagnóstico porque a internet já me diagnosticou. Não, e às vezes se juntam vários autistas nos comentários para tipo assim se organizar de como fazer, como tirar o Guigo do autismo. Ai, gente, intervenção, né?
Eles voltaram a intervenção, mas na Dia TV dá para diagnosticar todo mundo. Ó, o filho, o filho de depressão, depressivo. O Edu, o Edu Diva.
Esse é o Cid, Lorelay velha, solidão guitarrista.
Como que é que a pessoa fica no gagá?
Como que é o nome? Tem alguma clepto?
Demência, demência. Demência, é isso mesmo.
Às vezes eu acho que eu tenho, eu já fui diagnosticado também com Tourette. Ai, o Matheus cismou esses tempos atrás que tava com Tourette, gente.
Porque eu já, eu já cismou, ele cismou que nem a Billie Eilish, que deu tique numa entrevista só, atacou aquele dia só. Ela, ai, Tourette.
O Matheus realmente tem uns tiques, mas ele cismou com isso, não é Tourette. Não, mas é top de ficar no espectro do Tourette. Eu já tinha essa suspeita e aí comentaram que eu tenho Tourette. Aí eu pensei, ó, uma pessoa comentou, 6 milhões de comentários.
Um especialista.
Fala que ele tem o Tourette sem suporte, é o mais leve dele.
É verdade, tem vários tipos. Eu sempre achei impressionante. Não, Mateus pode ter o 0,5 antes do 1.
Mas às vezes do nada você tem vontade de gritar, você tem vontade de dar um grito assim do nada.
Mas isso é um julgamento errado, é um preconceito, né?
Ó como ele sabe já, ó como ele já tá vendo, ele tá lendo.
É que ele tá lendo um livro agora que chama Minha Vida com Tourette, como lidar com diagnóstico tardio.
Quem mexeu na minha Tourette? E cada página ele se reconhece, ele fala, meu Deus, sou eu, eu sou Cadê a Tourette que estava aqui? Que felicidade você tá se conhecendo mais, Matheus.
Toda entrada, né? Você não acha, Jane, que você tem alguma coisa?
Eu vou correr atrás, eu vou correr atrás, sabe por quê? Tá todo mundo usando diagnóstico de muleta hoje em dia e só eu não tenho meu laudo. E eu vou arrumar porque todo mundo tem e certeza que eu não sou, né? 100%, né? Dá para ver. Então eu vou arrumar o laudo e eu quero ver quando vier esfregar na minha cara. Eu falo: olha aqui o meu ovário policístico, depressão.
E ó, toque, toma! O toque é ótimo.
O meu primo já namorou uma mitomaníaca, bem mitomaníaca, que ela fingiu gravidez e ela andava com um negócio falso de gravidez para furar fila.
Criativa!
Eu acho criativa, gente. Eu vou abraçar a personalidade histriônica, que é isso, tipo assim, aí do nada dá um tilt.
Histriônica, eu não sei.
Histriônica, a pessoa quer chamar atenção.
Não, não acho. Pode soltar essa maneira, mas talvez é histriônico nível 1 de suporte.
Não, mas a galera, eu amo que eles fazem assim, eles me chamam, tô com uma mania agora de falar assim, ah, ele é a Maíra, nossa, Maíra Medeiros. E aí a Maíra Medeiros tinha aquela fama de que Isso é mito, né? Eu não conhecia, eu não consumia conteúdos dela, confesso. Mas eu sei que ela tem essa fama de que as pessoas chamavam ela de mentirosa, que ela inventava história e tal.
E tudo acontecia com Maíra, eles falavam, né?
Tudo acontecia com Maíra, eles falavam isso. E falavam, ai, tudo acontece com isso, então estamos chamando de Maíra. Ao mesmo tempo que eu acho engraçado, eu falo, tipo assim, ok, mas assim, vocês não querem ouvir histórias assim, tipo, que eu trago histórias que eu vivi?
Mas peraí, e você tem culpa de ser uma pessoa vivida?
Exato, tipo, são histórias de amigos que me contam e tal. Teve um dia que uma ouvinte do podcast, ela tava numa roda de amigos, ela entrou aí numa kermesse ali que a gente foi, entrou ali numa coisa e 3 amigas minhas contaram histórias, que ela falou assim, nossa, suas amigas contam histórias mesmo. E gente, quando você tá com os amigos, eles contam histórias e eu trago para podcast para ter tema, para render. É a vida. Então mesmo que a Maíra Meirelles, mesmo que ela fosse mentirosa ou não fosse, fosse, ela tava entretendo vocês, vocês consumiam ela.
Exato, gente, exato. É doido, aproveita.
Eu tipo, eu acredito nas histórias do Y, até porque ele é um menino vivido, ele não para em casa. Aí aula de roteiro, aí academia, aí vai para Colômbia e pega o carro Drag Race. Ele é assim, ele vive, tá? Mas assim, a maioria dos podcasts que as pessoas consomem é tudo história traduzida do Reddit, tá? E tudo, entendeu? Todo mundo sabe.
TikTok também.
Então assim, exato. Caso fosse o caso do Y, que eu sei que é, é só mais um no meio da multidão, tá? Porque, gente, é tudo chupado de fórum.
Os meus conteúdos são todos chupados da minha família, eu solto todas as fofocas da minha família.
E família é meio doido quando você para. É que eu nem conto tanta história da minha família assim, eu conto pouquíssimas, são muito raros assim. Porque se você contar só história da sua família, você não para aqui um dia inteiro falando vários episódios, não sei o quê, gravando, gente. Gente, porque as pessoas são histórias. Se eu conto histórias, sei lá, e você não quer ouvir, você duvida, problema é seu, sei lá.
Mas não leva isso para o coração.
Eu acho que é tipo assim, gente, tá tudo certo, consome ou não consome. Consome achando que é mentira, então você tem recebido um laudo de mitomania. Acho que eu vou abraçar essa mitomania, porque eu acho que, ah, tá tudo certo, acredita.
Eu sou muito chamado de mentiroso, nosso canal. Você recebe constantemente de mitomania, as pessoas vão querer fazer umas histórias. O negócio, meu problema, o que que acontece é porque minha memória é meio ruim e eu vou contar as histórias e às vezes eu realmente eu bagunço alguns fatos. O Guigo, ele, se ele esqueceu de uma informação, ele cria, ele preenche a lacuna com algo assim. Mas é porque às vezes eu quero contar uma história e eu só sei o começo e o final e eu esqueci o meio, aí eu invento o meio para poder chegar no final.
Só que aí, entendeu? Entendeu? Mas a história assim, ali tem verdade, entendeu? Tem verdade. Eu sou assim também, não é?
Tipo, eu sei que aconteceu, então se eu sei, o jeito que eu vou contar não interessa. É o fato.
Eu acho que é uma coisa de contador de história, floreia a história para que ela fique mais interessante de ser ouvida, porque senão fica muito chata, fica sem graça. Por exemplo, as histórias às vezes realmente acabam virando a história do cinema do modern mesmo, nunca Aconteceu. Mentira, não aconteceu assim.
Eu nem vi Mother no cinema, diz Guigo. Relata, Guigo.
Nem vi.
Tanto que eu falei da cena da pia e ele repetiu o que eu falei da pia, porque ele não tinha assistido, amiga.
Exatamente, é verdade. A única coisa sobre filme é da pia.
Não, é tipo assim, é bizarro.
Os dois mitomaníacos, essa cena nem existe.
Mother nem existe esse filme, nem Gente, não é bíblico, Mother?
É bíblico, não é aquele lá que fala que a história da Bíblia é que tem a Michelle Pfeiffer? Eu assisti esse, eu assisti. Inclusive, ela é a Eva.
Eu só lembrava do Bardem, que era Deus, né?
É, ele era Deus.
Mas tem a Michelle Pfeiffer e mais um cara famoso também, que é tipo o Adam.
Ele é de não sei o quê lá, ele também é famosinho, pé gostoso.
Olha, olha o que você tá fazendo com Adão! Toma vergonha, menino, toma vergonha! Mas também coloca o Javier Bardem, né, para ser. Aí é complicado.
Ah não, gostoso, gente, gostoso! Só gente gostosa nesse filme, meu Deus!
Olha aí o resultado da Crisma, que maravilha!
Só isso, fogoso! Que Babilônia é essa, essa Crisma?
Meu Deus, tinha que abrir o filme, o vídeo assim, modo Insider e assistir. Pronto, crismado, vai embora. Se você entendeu, você tá crismado. É isso. Mas vocês estão com a sensação de dever cumprido, gente?
Sempre. De dever cumprido de quê?
De que acabou o episódio, de falaram tudo, falaram para fora.
Pelo jeito não estão, né? Pelo jeito não estão.
Acho que eu tô sim, sim, sim. Mas é uma chatice, né? Ah não, dá para ficar 5 horas aqui falando de Ah, eu sou chato para contar história, gente.
Eu sou chato. Acho que você não é. Eu sou chato para hater também. Eu sou chato. É que eu tô numa fase que na terapia eu estou falando assim: a pessoa pode achar o que quiser. E, gente, isso tira um peso, tipo assim, de você não ter o controle. Pode pensar o que quiser, pode pensar. Você não tem controle.
Então assim, você vai chamar ela de puta, né?
É, no máximo, tipo assim: ai, que pessoa tonta. Tipo assim, esses dias uma pessoa chegou e no Twitter veio com uma piada muito sem graça, seguidor e tal, não sei o quê, que vem uma piada muito tipo agressiva e tal, não sei o quê. Aí eu pensei em xingar e falei assim, pensei comigo, falei assim, ai, que tonto.
Mas é a melhor coisa, é tipo, pensei, ai, que tonto, é a melhor coisa ignorar. Que normalmente essas pessoas elas querem sua resposta, é, ignora, elas querem a sua interação.
Exato, eles querem inclusive que você dê resposta ruim para eles, tá, para eles provarem um ponto que eles criaram da vida dele, da cabeça dele.
É tipo, e eles podem criar histórias da cabeça deles deles sem nenhum fato, preenchendo lacunas à vontade.
E aí esse gigo cria alguma coisa ali, às vezes, sei lá, um comentário tá te xingando, não tem interação nenhuma, você vai lá, responde, todo mundo vê. É, eu não tô falando nada, eu não quis nem me envolver.
Não, eles são viciados em criar histórias. E aí quando eu escuto história, ai, mentiroso, ah, tá tudo certo, baixa, beleza, beijo, tá, continua. Uma beleza, acho.
Ninguém nunca falou isso de mim não, não consigo me identificar com outra mentira.
A nossa Lady Gaga, ele é, ele é. Ah não, aí com o Gigo realmente eu vou concordar com as pessoas.
A Lady Gaga aumenta as histórias. Ah não, mas tem coisa que ela aumentou demais, tem coisa que ela fez maravilhosa. Ai, eu amo o vídeo da Jenny contando as tops, top mentiras da Lady Gaga.
Eu sou especialista.
Você tomou hate por esse vídeo não? Jenny?
Ah, claro que eu tomei, né? Eu tomei. Principalmente quando eu falo da depressão, entendeu?
É porque tem umas mentiras que eu acho que até os fãs riem também, né?
Que não tem como. Das Torres Gêmeas, gente, desculpa.
Das Torres, daí legal. A minha semana sem falar quando a Emma Winehouse morreu. A minha favorita é a da que a Patrícia incorporou nela, consumiu ela, incorporou ela. Essa Eu gosto.
Oliram o Monster, como que não ri disso, gente? E assim, eles deviam rir também, aproveitar essa faceta da Fê.
Eu acho divertidíssima, mas leva muito a sério. Eles levam muito a sério, gente, é muito bizarro, não dá para brincar.
Aí o mundo é chato, né? As pessoas deveriam rir mais, amigos.
Eu não falo isso, mentirosa, mentirosíssima. Já fiz um sobre ela também, a Cisa.
A Cisa, nossa, Cisa é mentirosa com força. Ela já foi até pra premiação lá com a muleta e ela começa a mancar com o pé errado.
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1800 contacts. Ela falando que tem alergia ao alface. Um dia ela postou a lista de alergia de coisa dela, amiga. Você pode comer nada.
Pode comer nada. E ela falou que não gosta de bolo. Aí depois acha a foto dela comendo bolo. Não, ela falou que ela nunca tinha comido um bolo. Uma coisa assim que ela nunca comeu bolo.
Não, ela me chama.
Nunca tinha tido TV. TV, depois que ela lançou a capa do álbum, você é de TV?
Ela é o nosso Davi Brito, Davi Brito com talento, é Ciza, sabe?
Ai, gente, pelo amor de Deus.
Ai, mas eu acho que é isso, gente, saiu um peso de dentro de mim de assumir, de abraçar esse meu lado, que é isso, de Maíra Medeiros. Tá tudo certo, gente, eu sou—
eu convido a todos aqui que estão nos assistindo a deixar os nossos laudos aqui também.
É, eu não sou muito maníaco, eu abraço.
Você me usa de evidência, tá? Eu vou pegar esses todos e levar para o meu psiquiatra quando eu começar a investigação.
Olha aí, amiga, você tem que pedir assim a transcrição dos episódios, dá para ele ler e falar assim— ChatGPT, gente, faz isso hoje em dia. Olha, esses são os 5 episódios, joguei no grupo, transcreva e me dê um laudo.
Tira o laudo daqui, não preciso nem fazer sessão.
É, e faça um laudo fake.
Mentira, que horror! O meu primo recebeu recentemente o diagnóstico de autismo. Eu fui ter uma conversa emocionante assim com ele, né? Ele falou assim, nossa, que bom que você conseguiu seu diagnóstico, né? Que que você tá achando? Você está se sentindo melhor agora que você sabe? Nada mudou. Eu falei assim, nossa, mas nada? Ele, ah não, tem uma coisa assim, agora eu posso pegar ônibus de graça. O que, você já tá duvidando do diagnóstico do meu primo?
Tem muito profissional aí que tá fazendo isso, né?
A máfia das passagens de ônibus, né?
A máfia do colarzinho de girassol, gente. Tá rolando isso aí, tá rolando essa máfia para aumentar a venda. Diagnóstico do espectro. Nossa, agora tudo é também.
A minha mãe trabalha no SUS, né? Aí tipo, tem uma mulher que ela quer porque quer que o filho seja autista. Aí ela leva, gente, os médicos fala: não, amiga, não é. Ela fala: é sim. Aí ela vai em mil médicos, gente, tipo, para quê? Não é.
Ela quer ficar forçando, uma hora ela vai conseguir. Ela vai ter uns picaretos, a mãe da Gypsy Rose.
Exato, exato.
Projetando, projetando coisa no filho.
E lógico que ser autista não é problema nenhum, mas assim, você coloca uma bandeira no filho que ele não tem, né?
Você entendeu?
Para quê? Para quê?
É uma coisa séria. Para que que você vai querer? Se os médicos estão falando que não tem, para que que você quer insistir que tenha? Para dificultar a vida do seu filho?
Exato.
Porque tem gente com diagnóstico falso.
Talvez o menino assim seja preterido numa vaga de emprego porque tem esse diagnóstico que ele nem tem, sabe? Louca, louca. Vai fazer o quê?
Não, doido, gente. Tem gente que doida para tudo.
Não é minha mãe, então.
Porque ele, né? Eu, hein? Quando termina um assunto assim, né? Mas é que já carrega um monte de julgamento, mas ao mesmo tempo não, que a gente pode ser eu, hein? Eita, mas é de foder, né? Nossa, mas enfim, enfim, quem somos nós para julgar, né?
Quem somos nós?
Mas eu acho que tá bem bubu essa história aí, babado, babado.
Sim, mas a gente pode diagnosticar os outros também, gente, e assumir para nós. Tipo, continua na ter é beta bochar, síndrome do pânico. Jana Rosa, que que a Jana Rosa é?
A histriônica total.
Ela é muito histriônica, ela é bastante histriônica. Camila Freynder, depressão, depressão, né? Melancólica, acho que ela é mais melancólica. Na falta do que dá depressão, todo mundo vai ter transtorno de ansiedade, aquele, né?
Ah, isso aí já é básico, já, já vem de fábrica.
Todo criador de conteúdo já teve síndrome do intestino irritável também.
Todo mundo tem.
Eu, eu nasci com TV. Doença de Crohn.
Jennifer e Felipe Neto, doença de Crohn. É isso mesmo.
O Guigo, síndrome da bexiga solta, que foi fazer xixi no meio do episódio. Gente, perdão para aquele momento.
Problema na próstata, Guigo. Acontece, né? O Matheus, já sabemos.
Durante. Ai, mas enfim, gente, aqui é protocolo. As pessoas com certeza já conhecem vocês, nosso canal, vocês já participaram de outro episódio aqui. Mas protocolo, deixar as redes sociais, como as pessoas conseguem encontrá-los.
Sim, nós temos dois canais no YouTube. Um é o Matheus Gigo Show, onde fazemos fofoquinhas, e o Matando Matheus a Grito, onde fazemos vídeos para dar uma risadinha. Isso. E o quê? Nossos Instagrams? Matando Matheus. Ou eu sou o Guigo em todas as redes. E é isso, Snapchat, Foursquare, Snapchat. Começaram a problematizar a gente desse vídeo, a gente vai mandar tirar do ar. Ah, é? Se eu tiver falado alguma coisa errada, as minhas redes são @controliy. E é isso, Snapchat, Foursquare, Snapchat.
Tô pronta, velho.
Não, mas espera, eu tava— pera, não, tá certo, tá certo. Não, porque a gente ia jogar o jogo que eu esqueci.
Nossa, é mesmo?
A gente ia fazer o jogo do impostor. Ai, fica para o próximo episódio esse do jogo do impostor, que a gente quase nunca faz jogo aqui no Joguinho porque a Jennifer é muito competitiva.
Não gosta de jogar?
Não, ela é competitiva, ela vai lá e compete.
Competitivo também. Competitivo, não gosto de perder.
Muito competitivo.
Quando começa a perder, ele pede para parar o jogo. Eu peço para parar.
Mentira! Eu faço mão mole, ó, para soltar o dado. Eu faço assim, ó.
Não, mas é porque começa a ficar: ai, tá sem graça, né? Ai, ai, vamos fazer outra coisa. Só quando ele tá perdendo. Ai, vamos pedir uma pizza.
Mas isso é medo de ficar de fora. Eu sempre chorava quando eu saía do Banco Imobiliário, porque a partir do momento que você fica, você não tá brincando mais, entendeu? É só querer companhia isso.
Entendam, tá bom, você tá ganhando.
Entendo o que tá por trás.
Síndrome do protagonista.
Não, e eu acho, eu sou chato para pessoa que quer jogar para se divertir. Não conheço gente que quer jogar para se divertir não, tem que jogar para ganhar. Oxe, nunca vi isso.
É para se matar isso, meu Deus.
Vai jogar pela nossa seleção então, estamos precisando do jeito assim. Só foram passear só.
Então é isso, gente.
Um beijo, um beijo, amores. Muito obrigado, esperamos voltar em breve, tá bom?
Tenta a gente jogar o impostor e ver quem consegue mentir melhor, que aí a gente vai deixar.
E a gente vai precisar voltar aqui para se retratar também.
Precisa, vai ter que— essa daqui vai ter que gravar semana que vem.
Já pode deixar agendado para Semana que vem.
Vamos, mesmo horário, mesmo horário, só pra gente garantir.
Assim que sair, a gente já embarca.
Já limpeza de mar, pegar uns comentários ali pra gente entender se vai fazer um tema mais leve. Pode, vamos fazer esse do impostor, que é um joguinho, é mais de boa, gente, tá? Precisa. Então é isso, gente, um beijo.
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