#145 - Tentando ser Wellness com Camila Fremder - Joguei no Grupo
Mais uma tentativa de gravar o tema “criando cenários (e passando raiva” em que desviamos pra outra pauta mais urgente e coletiva: tentar virar uma pessoa wellnessCom Camila Fremder falamos sobre o novo autocuidado, as principais tendências do mercado pet (que movimenta bilhões). Meio que começamos um movimento nesse episódio.
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Jogou ele no grupo. Gente, estávamos conversando aqui antes de começar a gravação. E a Camila trouxe um dado aqui que eu achei bem interessante de dizer. Que é, eu perdi o controle do meu cachorro. E qual é o sinal, o sintoma de que a pessoa perdeu o controle do cachorro dela, do pet? Quando começa a levar pra acupuntura. Quando ela fala... Não, ela fala com muita naturalidade. Que não pode porque o pet tem acupuntura.
E essa pessoa, geralmente, ela não tem tempo pra nada. Nada é pra ela. Nem shampoo bom ela tem, essa pessoa. Mas o pet faz acupuntura. O pet tem baby hair.
O meu? É pra mim isso? É indireta? Não, amiga. Eu tô citando dados. Eu tô citando estudo. Peraí, que eu vou buscar um pet pra você ver. Porque você mencionou baby hair, eu achei. Porque o meu pet tem bullet. É que eu acho um baby hair. Aguardem o pet Circus Hair. Aguardem.
Olha isso daqui. Ai, meu Deus. Gente, ele tá cheio de bebê. Gente, você tá dando minoxidil pra ele, manual? Eu passo toda noite. Mentira, gente, Pet, não pode. Aquela que fica preocupada de verdade. Mas olha, ele tá achando que foi pra ele esse comentário. Ah, ele tá muito evitivia. Ele tá muito Circus Care, Camila. Amiga. Ele tá, ele é. Ele adora a Galeria Orupino.
Tato, ó, e se o Edu do Diva Depressão fosse um gatinho, eu ia ser isso daí. Era o cisco, é verdade. Você tem razão. E eu queria ter esse mullet. O meu não cresce o suficiente aqui. Se cresce, fica meio torto, não fica igual o do gato, entendeu? Porque as gatas são de mullet. Ah, o dele é perfeito. O dele faz assim, ó. Faz o meu. E é esboçante. E o dele é natural. Ou você passou um spray…
Que pode usar iPad. Ou você modela todo dia. Porque eu tenho que passar mústia pra ficar assim. Depois que ele toma o banho dele, eu só ativo um pouco o cárcio. Aquele secador que tem três garras assim, que você coloca.
Eu ativo aqui, amigo. E aí, jeito assim, natural. Ai, que tudo! Ele ficou puto, ele foi pra porta, ele quer ir embora. Não dá pra ver ele daqui. Ai, ele é roqueiro do bullet, ele não é namorado pagodeiro, amiga. Não é pra ficar mostrando, é. É, gente, mas é isso. Amanhã eu tenho a computura. Amanhã, gente, minha agenda até às 11 da manhã, tá fechada. Porque eu tenho que levar ele pra computura. Amanhã, eu não sei se é dia difícil. Porque é dia difícil, ele anda na piscininha.
E aí ele tem que fazer a fisiôzinha e tal. Talvez seja o meio dia de físio dele. Ai, aí você já passou o dia inteiro da agenda, né? Ai, não tem nem a tarde, né? É, ou radiestesia. Tem dia que eu falo, ai, não posso entrar na escola porque eu preciso buscar o Dudu na creche. E as pessoas acham que é uma criança. E eu fico quieta. Eu não menciono mais nada. E eu recebo mais foto do Dudu na creche do que do Arthur na escola.
Cara, eu ficaria mais tranquila se o Arthur estivesse na creche do Dudu. Sem picolé de frutas. Olha aqui. É muita foto, muita imagem. E eu sempre, mesmo assim, queria mais. E teve que fazer uma… O meu nunca foi pra creche.
Mas quem teve que fazer… Mas quem teve que fazer… Ai, meu Deus. Eu vou achar o pipolé. Ele tá feliz. E tem comunicação de Páscoa também, ó. Ai, gente! Ai, eles fazem ensaio! Eles fazem ensaio. Olha o pipolé de frutas. Ai, gente, muito bom. Que gracinha. Quanto tempo ele tem? Essa era manga. Ele fez um ano ontem. Ai, muito bom!
Ai, tadinho! Ariano, ele é ariano. Ariano. O Mullet também é ariano. Também é ariano. Aí eles não se chocam assim. Demais, é uma loucura. E o meu marido também é ariano. Então a gente tá sempre tenso aqui. Uma casa de ariano. Nervosíssimos. Nossa, até engasguei, né, vacinando o ambiente. Saúde, amiga. Deus te crie. Obrigada, meu amor. Amém, amém.
A Jenny tinha uma pessoa que era holística. Que ela fazia medicina holística, que ela fazia reiki também na cachorra dela. O que mais, Jenny? Ela… Nossa, que agora eu tô com o espirro engasgado, peraí. Olha o narizinho vermelho. Azul. Pecado. Ai, São Paulo acabou com a Jenny, gente. São Paulo. Tem que fazer esse alerta da vacinação, tá? Porque tá rolando influenza B. Pesado, escolas fecharam.
É verdade, isso que é o pior. Na sala do meu filho, a gente começa a receber avisos sem parar, assim. Você vê uma creche, não faz isso com a gente, uma creche canina. Mas é a escola da criança. Não, não tem nenhum problema, o pet não veio pra causar. Mas já a criança, que é um vetor de vírus, os principais, elas ficam dissipando o caos entre as mães.
Então é sempre um comunicado de um novo vírus que foi encontrado na sala do seu filho. A cepa, uma nova cepa. Uma nova cepa. Piolho é um hit também. Entre os até 10 anos, é um grande hit. A gente aqui em casa vira e mexe, tá de toca. Agora pergunta se o pet tem isso. Não tem. Imagina colocar uma toca no maletezinho do gatinho.
Ia ser um problema, momento de revolta. Não pode. Nossa, mas eu tenho uma sobrinha que tem 10 anos, que ela fez agora, inclusive também a Ariana. Ela fez agora dia 24 de março. E ela, gente, é muito engraçado ver os dilemas dessa geração, que eu acho...
Primeiro, ela faz lição de casa escondida colando no chat GPT. Começa por aí. Mentira! Família sua mesmo, tá? Família sua mesmo. Gente, eu falei, minha irmã foi brigar com ela, eu falei assim, Juliana. Mas você tem que ensinar ela a usar. Você não pode fazer ela ir contra esse movimento. Gente, desculpa, eu fui pegar até um papel. Porque do nada, eu fiquei em frangalhos aqui, viu? A influenza, amiga.
É assim, ó. Eu acho que... E eu tenho medo agora de você estar transmitindo via Wi-Fi pra mim. Camila, você é muito, você é muito sonsa, porque eu tava super bem. Eu fui no Enoia Minha ao vivo, em que você estava falando que você era paciente zero de influência em São Paulo. Fez até exame e de lá eu fiquei ruim. Você acha que você pegou no meu show, então?
Eu tenho certeza que eu peguei no seu show. Eu tenho uma denúncia pra fazer. Faz, se você tiver algum argumento, faz. É uma denúncia... Eu tenho, eu tenho provas, tá? Porque isso tá gravado em vídeo. O Rafa Fontenelle, conhecido como Arroba Bicha Bruxa, foi no evento. Talvez tenha a impressão lá do palco, não dá tanto pra ver. Mas tenha a impressão que sentou próximo a você. E no dia seguinte, ele foi diagnosticado com influenza B. Então eu acho muito injusto da sua parte.
Você querer incriminar uma outra mulher. Porque aí vem a rivalidade feminina sempre. Quando foi um astrólogo que te passou isso. Que se é astrólogo, como é que não viu no céu que não era um evento propício pra ir? E deve ter contaminado metade da plateia, né gente?
Amiga, eu não confio em Bruxa. Tipo, desde a Idade Média, elas são, assim, visadas como gente que não é de confiança. E eu acredito, sabe? Não ia ser à toa. Tem um sigma, né?
Tem. E não é à toa. É. Não. Jenny tem razão. Estão avisando a gente há séculos. A gente pode dizer que são séculos mesmo. Sim. Não era hipérbole. Gente, quando a gente para pra pensar, teve o martelo das bruxas. A gente foi avisado, né? Teve. A gente foi. Por falta de aviso, não foi. Ai, mas eu sou a neta das bruxas e tal. Então tá aí. Inquisição. Tá com influenza.
Poderia ter evitado, mas… Valeu a pena, essa avó. E dizem que essa influência tá dando tontura nas pessoas. Olha… O principal sintoma é a tontura. Que a pessoa levanta, fica meio estranha e tal. A pessoa fica de cama. No meu trabalho, três pessoas tiveram. Ô, gente, então agora eu tô achando real? Tipo, sério? Você tá com tontura?
Amigo, direto! Eu achava que eu tava com um labirintismo. Menina! Do samba, no brinquedo samba! Quando eu descobri o aneurisma, foi assim. Quando eu descobri meu aneurisma. Ah, então eu tô com aneurisma! Amiga! Influenza de aneurisma? Eu acho que a influenza desencadeou o aneurisma. O aneurisma!
Eu espirrei tanto que estourou! Ai, gente! Não, ela se aloja próximo ao local do aneurisma no cérebro. Ela fica alojada lá, ela entra e se aloja. Exato. Essa nova cepa tem essa característica do alojamento. Tem!
Mas essa jornada de descoberta do aneurisma começou com a tontura. E era uma tontura que eu descobri no neuro, gente. Aqui, vou aliviar vocês. De aneurisma! De aneurisma. A tontura neurológica, qualquer coisa que for neurológica, ela é constante. Eu não vou ter a capacidade de gravar. Ele para todo minuto, eu já tenho o nome da minha rua 5, 6 e 7.
Isso tá me desencadeando. Uma síndrome do pânico. Um alemismo. Um alemismo. Amiga, tá latejando a minha cabeça. Eu queria pedir... Eu queria pedir essa licença poética de ser a pessoa que não faz o backup. Tudo bem, sem problema.
Porque eu já fio até o nome da minha rua. Dá pra ver que você tá chateada. O nome da minha rua 9. Fique em paz, amiga. Fique em paz. É até seu charme. É meu jeito, é. É minha assinatura.
passa, ela deixa algum diferencial. Tem que deixar, assim, amiga. Mas qualquer coisa que é constante é neurológico. Vômito de jato neurológico. Entendeu? Se você tá há semanas vomitando de jato e você fala, não, tudo bem. Não, porque o vômito, ele é assim, ele é pra baixo. O vômito que é de intoxicação, ele é pra baixo.
Quando é jato, é alguma coisa aqui neurológica, quando é jato. Gente, eu não queria pesar, mas o hôpito de jato também pode ser possessão, né? Pode ser. Às vezes ela não tinha sido diagnosticada. E virou até um filme, né? E era só ir no neuro. E Emily Rose, dois filmes. Então, é dela que eu tô citando ela. Ah, gente. E vem padre, e desce Vaticano.
E ela é um neuro. E ela ficou presa, a possessão ficou presa porque ela começou a tomar Vem Vance. Porque ele deu um antipsicótico pra ela. Que eu tomo! Amiga, a possessão fica presa no antipsicótico e no Vem Vance. Mas em filme teu. E é um filme baseado em fatos reais, Emily Rose. É baseado em fatos reais? Não é a gente que tá falando. É baseado em fatos reais. Vocês estão merecendo o conhecimento da saúde da igreja, acerca da igreja.
pra gente que Ruivo e Bruxa não presta. E eles não dão errado. Agora vocês vão falar, ai, não é possessão a esquizofrenia. Ai, me desculpa pra minha possessão. Posso? Desculpa fazer um adendo. Eu acho que um não anula o outro, né? Eu acho que é uma combinação do Vaticano com a ciência.
Tá, ó. É o neuro compadre. Aqui, ó. Exato, tá. Mas se eu tiver que escolher… Se eu tiver que escolher, eu acho que eu vou de papa. Não, amiga, eu fiz neurocrisma. Então na neurocrisma, eu aprendi que é super de boa, gente. Você uniu os dois, potencializa. A minha terapia, inclusive, é neuropsicoterapia.
Que ele pega fatores do cérebro, da saúde, do órgão. Tipo, olha, horário de acordar, de dormir e tal. E ali enfia, análise… E coloca um versículo. E coloca um versículo também, entendeu? E no seu caso, são pras duas cabeças que você faz esse tratamento.
Aí sim, ó, é outra combinação. Nossa! E o stent do aneurisma aqui, ó, também. O stent tá aqui, ó. Você tá entendendo, Jenny, que vem assim e nele vem assim também, vem somado. Gente, mas esse papo aí é pra frente mesmo, né, esse novo aí. Eu não tava sabendo, tava com o enganado.
É de pequeno que se torce o pepino. Né, já tem o ditado. Camila, eu uso o Claudio, amiga. O Vaticano tá todo usando o Claudio. Não usa mais chat EPT, chat EPT é do passado. Agora é Claudio. Camila, que bom que tem mães de menino que nem você. Sabe, eu fico tranquila, sabendo que na nova geração vai ter meninos criados por mulheres, entendeu?
Ó, já aqui e já aqui. E mais uma mão, que é a da Camila. Igreja, ciência e Camila, assim. É, e esse, né, é o sinal universal. Quando você encontra um semelhante que sabe toda dessa prática você não dá oi, você foi almoçar no Haskell. Você olhou um semelhante, ó, fechou aqui. E como você pede a hóstia, gente, você pede a hóstia assim, ó uma mão em cima da outra, ó.
Abre pra pegar a hostia. Gente, é quase uma Opus Dei, assim, vou vacinar isso. Ó. Caraca! Não é nada acessível. Deu o quê? 15 minutos de podcast, já? Deu, 15 e 15. Nesse assunto. 15 e 15, olha o que interessante. Gente, fechou! Como é que é a escultura? Meu Deus! É, e 15 é cabalístico, né. Todo mundo sabe. Eu gosto de falar, todo mundo sabe.
Porque é quase o dobro de sete. É cultura popular. 15 e 15 é significado. Vamos ver. Eu amo que é quase o dobro de sete. Não é? Que também é um número cabalício. Então assim, amiga. Olha, 15 e 15. Mas a gente que é daqui, a gente já tá careca de saber disso.
Eu sempre soube. O povo que não sabe. É. Porque não querem. Não querem que eles saibam. Não querem. E olha que o 1515. O significado. Um lembrete para focar em pensamentos positivos. Pois a manifestação dos seus desejos está acelerada. Entendeu? E ó, a mão do Papa. A mão da ciência. A mão da Camila. 15. 15.
Cada um… Gente! Cinco dedos! Camila, você é de exatas, né? Pelo amor de Deus. Como que pensa no negócio desse? É que eu faço muito sudoku. Tô sempre lá. O neuro que indica… O papa que me indicou, né? É que eu fiz cumom, né? Você fez cumom, Camila? Não fiz, porque eu sou mais antiga, né? Não tava no auge. Quando eu já tava… O cumom era o meu, né? O suco dele tava lá, é.
O cachorro dele pegou a tua vaga. O kumon foi boom. Anos 2000 eu já tava numa facu. Ah, entendi, entendi. Eu já tava pegando o Rogerinho do jiu-jitsu na facu. Do jiu-jitsu. Gente, o meu primeiro, um dos primeiros crushes. Ele era um homem que era do jiu-jitsu. Meu Deus do céu, que homem. Ele tinha aquela orelha deformada. Claro que tinha. Ai, gente, eu amo.
Tem que ter. A orelhinha deformada, tipo, não, você só olhava assim. É, Camila. Claro que sim. Era o charme dele. Era um hit da época. Aí depois, sei lá, tem protetor de orelha e tal. Isso veio muito depois. Tipo, a textura parecia uma empanada do Laguapa, assim, da Paô ou não? Como é que é? Amiga, preenche mais.
Sabe? Mas um Beirute, assim, entendi. É. Nossa, eu não vivi nada mesmo, gente. É, eu vivi bastante. Mas você já pegou um capoeirista. Verdade, meu marido fez 17 anos de capoeira. Olha lá, muito bom também. Eu gosto dos ovos das lutas, assim, né, eu gosto mesmo.
Porque, né, a vida é uma luta, né, e estamos todos aqui lutando. A gente, amiga, a gente tá aqui falando 15 minutos de ciência. Então o pessoal acha que veio aqui ouvir lorota. A gente tacando conteúdo, tacando ciência. O tanto que a gente não estudou pra estar falando essas coisas aqui. Luta, né? Nossa, uma luta. Eu, putz, eu parava o jiu-jitsu e ia pra livros.
Caía nos livros. Olha eu com os livros. Eu alojava na biblioteca, assim. Parecendo o Betapod, assim. Eu na biblioteca. Ai, gente, não, não. Eu tentei ir pro caminho da luta. Minha mãe me colocou que nos anos 90 a capoeira foi um hit também. Eu era do time do Marlon, assim. Foi um hit. Minha mãe me botava, assim. E aí, eu adorava dar estrelinha.
Tinha um… Eles lávam assim, na hora de lutar, na hora de lutar. Começava do que a bonita… O bonita ficava saltando estrelinha. E aí, eu vi que eu adorava. Era um hit, assim. Ai, mas ele não luta, ele não quer passar perna, não. Eu quero ficar na estrelinha, pra ela ir pra cá. É meu estilo de luta. Mas ninguém pega ele. Ninguém me pega. Porque ele sai na estrela, ó. E até o homem vindo saudar pra passar a perna por cima. E eu fazendo estrelinha de longe, não.
Aqui, não. Não pode baixar guarda. Nunca caiu. A menina é de ouro, não pode baixar guarda.
menina de onda da capoeira imagina começa a ter cai e cai no berimbau dá uma estrelinha ai, que barra o banquinho na hora que eu tô dando uma estrelinha ai, que horror
Ele ama a menina de ouro, ele ama. Ai, que bonitinho, deve ficar paraplêndo com a cara da capoeira. Nossa! Tira o banco, ele tá dando muita estrela, tira. Mas eu tava pensando nisso. Que aí eu comecei a seguir na luta e depois eu fui vendo que era um ambiente muito misógino, muito machista.
Muito agressivo. Mas você se distraiu bastante com a estrelinha, né? Você vê como é importante a gente criar o nosso universo? Aham. E hoje eu sei dar uma estrelinha perfeita, gente. Não é aquela que é a pessoa corcunda, assim. Não dou aquela estrelinha, não. Uma estrelinha perfeita. Eu sou boa de estrela também. A gente podia se encontrar pra dar estrelas. No parque. Fazer um episódio. Um bocinho suado, só de estrela. Um bocinho suado de estrela. Só de estrela. Eu ia amar. E a gente já tem até a frase.
A frase da publicidade para chamar o pessoal para engajar no evento, que é dar uma estrela e cair lá.
Ai, que legal. O CTA. Dá uma estrela em contra, gente, lá. Gente, o CTA tá pronto, meu Deus. Ai, gente, vai bombar esse vídeo. E agora eu posso, porque eu já tenho estante de aneurisma. Eu pudei em 2018. Então assim, eu posso dar super estrelinha, gente. Amigo, mas será que foi de tanto você chacoalhar a cabeça ficar girando estrelinha que estourou tudo aí dentro? Que fez esse fogo de artifício de Copacabana dentro da sua cabeça? E você não acha?
Você tem o atestado, tanto do neuro quanto do papa, pra poder dar essa estrela hoje em dia? Exato. Eu tenho aquele… Quando você vai se tornando uma pessoa que você teve algum problema de saúde, você tem uma pasta…
E eu tenho essa pasta de exames do A+, e do Preciso da Portuguesa. Gente, e é desse tamanho. As chapas do meu cérebro são desse tamanho, são gigantes, amiga. É, enorme. E o quão poluente é isso, né? Alguém já parou pra eu pensar? Podia ser o Pedrive, né?
O SD. Ai, ai, não, não sei o que, caiu em desuso. A gente sabe por quê, né? Porque essa indústria é perversa. Ela solta a chapa e a gente com químico aqui, a gente não sabe se isso dá o câncer no pet. Então tá vendo como é tudo?
Eu comecei a alimentação natural no meu pet. E assim, gente, tá sendo muito difícil. Tá sendo muito ruim. Eu tenho um problema que eu não gosto de tomar muito café da manhã. Tipo assim, eu como muito pouco de manhã. E aí, quando tem que fazer a marmita do Aquiles, que aí… Gente…
Carneiro com curry. Ai, não sei o que com cranberry. Ai, não sei, uns sabores, assim, super exóticos que ele come. Ele tá na dieta low carb. Ele tá low carb, olha, dormindo ali. A Mabel, a gente tá com esse problema aqui. Porque, como aqui tem gato e cachorro, eu tenho todos os problemas que dá pra ter. Porque eu gosto de ter, sabe? Pra mostrar que eu sei resolver também. Então eu vou trazendo problema.
É, e mostrando que eu é possível, como uma coach da casa, né, então a gente tem os gatos, que daí você fala, ah, é só por alimentação do gato suspensa, porque ele sobe, mas não, a gente tem um de 20 anos, que não sobe mais.
Então, a Mabel bate no idoso e rouba o alimento dele. E o Dudu, por sua vez... Adora aquela novela, né? Não, se você bobear, ele come as fedes do idoso. Então é uma coisa que todo mundo se retroalimenta aqui. É uma cena bem humana, né? É uma cena bem humana. É uma cena bem humana. É uma cena bem humana.
Amiga, eu tenho que criar facções aqui, né? Então, pra alimentar todos, o gato velho é num quarto isolado. A Mabel, no meu quarto, isolada. Toda areia de gato, isolei pro lavabo e pus um portão pro cachorro grande não passar e comer a fés do gato. Então, aqui a gente pouco circula, porque é uma casa sempre que eu não colho.
animais reclusos a torre de Babel tá virando, né gente porque sobrou pra gente o corredor mais livre eu já dei floral pro meu cachorro, você já tentou floral? claro que já funciona super tá vendo o nível dos animais dela? eu acho que é um negócio muito mais pesado, é taja preta é
Sabe, são trobadinha. Parece um bebê. Aqui é treme em bé. Treme em bé, tem o galera de sal. Mas eu tenho uma amiga que o cachorro dela é epilético. E eu tenho outra amiga que ela já foi um nível além. Que ela chamou uma mulher que ela conversa com pets. E ela fala aqui que o pet quer tá te dando de recado pra sua casa.
Mas aí, essa amiga sou eu, né? E assim, é bizarro o que ela falou. Eu quero. E a gata dela tinha uma gata, né? E morreu já. Eu indico o meu, Camila, tá? Mas continua aí, Y. E aí, a gata ia no lugar e ficava lameando. E a mulher falou assim, olha aqui, tem uma coisa, uma pessoa te deu. A gata parava em cima de presente.
Falei assim, quem te deu isso? Isso aqui tem inveja. A gata tá te falando que essa pessoa tem inveja de você. Juro, gente, a minha amiga… Ai, é o chale da vó das pessoas. É, dá um presente da mãe, mãe. Cara, ela faz o Feng Shui da casa, a gata. A gata faz, fazia. E tipo assim, a gata ia até no ralo, falava assim… Ah, não sei o quê, nananana, limpa esse ralo. A gata falou pra minha amiga limpar o ralo do chuveiro dela.
Olha quem tá aqui, limpando a gente. Tá aqui, ó. Ele se interessou com esse assunto. Ele transmuta, o gato transmuta. Gente, ele tá de costas, ele tá totalmente desaprovando as companhias da Camila.
Isso é um protesto. A linguagem corporal. É claramente um protesto. Agora, a família de vocês sempre foi doida por pet, porque a minha mãe é uma loucura, assim. A gente morava no Brooklyn, que é um bairro aqui de São Paulo, que lá tem uma hípica. E a minha mãe descobriu que os cavalos não recebiam ração na segunda-feira.
Porque segunda-feira ficava o clube fechado. E a minha mãe arrumou um esquema de entrar na Ípica com sacos de cenoura. Pra pôr uma cenoura pra cada cavalo. Juro. Olha o tamanho do nível da loucura. Pra eles não dormirem de barriga vazia. Essa é a minha mãe. Amiga! Aham. O projeto lindo dela, né?
E a minha mãe tinha uma salsicha chamada tequila, que a minha mãe, assim, não soltava a mão, sabe? Não deixava fazer a passagem. E eu tinha ligações com a minha mãe muito importantes, que uma delas me marcou muito, que eu falei, Oi, mãe, a tete está melhor? Porque a tequila já virou tete, né? A tete está melhor? Aí ela falava assim, graças a Deus está. Hoje fez cocô, sem desmaiar.
Eu sou meio tétis. Um dia de cada vez. Um dia de cada vez a tétis. A tétis fazia porça. Desmaiava. Vaso vagal. Ela tinha vaso vagal. Sabe o que é isso? É influência. É influência, tá? É a nova. Não, vaso vagal existe. Tem uma amiga que tem vaso vagal, que qualquer atividade... Claro que existe. Desmaia. Até sexo desmaia.
Imagina que horror você casar com uma pessoa. Não tem como, porque você tá lá e você fica ai meu Deus, se desmaia. É que você não dá pra levar, tipo, no elevador do Hopi Hari que você sabe que a pessoa vai dar xilique, vai dar fiasco. Ai, vai ter que impedir o Evolution do Play Center? Vai ter que fazer assim pra parar? Minha amiga desmaiou? Ai!
Tá com a cabeça pendendo assim, ó. Ai, que mico, amiga. Você não vai mandar… Você não vai pedir pra descer, amiga. Vamos até o fim agora. Não dá pra casar com alguém assim. Não dá. Não dá. Eu acho que eu tenho que ser sempre a mais fragilizada. Quem tá comigo tem que segurar sempre a onda. Casou pra segurar minha onda. Inclusive, se eu soubesse, ah, meu marido tem vaso vagal. Eu faria muita força na hora de fazer cucu pra criar dois vasos vagal. Tipo, pra eu desmaiar antes, sabe?
Eu acho que eu até fingiria. Eu deixaria a porta encostada, o cocô na privada e eu caída. Mas eu tô consciente. Só pra ele falar, nossa, ela é mais… Com ela tá pior. O meu caso não é nada, né? O meu não é nada. O dela tá muito pior. A gente desmaiando no xixi. E tem que falar, meu Deus, tem que ficar de olho da Camila mesmo. E se a pessoa tem um destaque muito grande, não dá pra namorar não. Porque uma vez eu terminei com o namorado, porque ele era sensitivo.
E aí, eu falava assim... Gente, ele chama muita atenção. Como que a pessoa vai ter um casal... Vou falar com o sensitivo ou vou falar com essa outra pessoa aqui? Que é podcaster? Sensitivo. Não. Nossa, jamais casaria com um sensitivo. Eu ia, sabe o que fazer no off? Ficar falando coisas que ele errou. Ele fez uma projeção pra mim.
Sabotando ali, né? Falando assim, ai, mas você deve parar. Cortando, né? Aquele relacionamento saudável que a gente vai cortando as paixões da pessoa pra deixar ela ali junto com a gente. Ali no mesmo nível, entendeu? E vai minando os contatos pra ele ficar mais tempo com a gente, né? É, e vai falando assim, nossa, que isso? Mas ele dava muito medo que ele falava assim. Teve um dia que a gente assistia um filme. Gente, que eu não consigo assistir esse filme até hoje. É um filme de terror chamado Sobrenatural.
Que é aquele da mesma… que as pessoas fazem projeção no sono. Eu não vejo nada disso, eu detesto. Você não vê isso de terror? Não, e pra mim… Eu fico clavorada.
Eu tô fechada com eles. Pra fazer uma coisa dessa. Isso desestabiliza, né? Mas eu lembro. Você sabe que quando você assiste um filme de terror, você vibra assim, né? Você vibra mais na parte. Não encaixa, não tem encaixe. Avisa, avisa. Você tenta, mas não tem encaixe. Não tem. Porque eu assisti o Sobernatural com ele.
E aí, gente, foi uma coisa, foi a primeira experiência, uma das primeiras que eu tive, assim. E aí, ele falava assim, nossa, esse filme tem alguma coisa errada. Esse filme tem alguma coisa errada, a gente assistiu numa chácara. E ele falou assim, nossa, nossa, não era pra gente ter assistido. Atraiu um monte de coisa aqui pra dentro. E eu só falava assim, cala a boca, cala a boca. Porque a gente tá dormindo na sala de uma chácara e todo mundo tá nos quartos. Tipo assim, tô morrendo de medo.
E aí ele assim, não, a gente não devia, a gente não devia. E aí eu vi ele rezando. E aí quando ele não me avisa, é que tava muito errado alguma coisa, né. Então ele estava rezando, fazendo um ciclo de proteção em mim. Mas talvez você foi bem tóxico, você, nossa, cala a boca. Sendo que ele tava exercendo o poder dele, eu conheci o meu treino. Eu fiz o meu lá, amiga, foi meu reflexo. Eu fiz assim, você não tá vendo isso.
Você tá louco, isso é coisa da sua cabeça, vai dormir. Nossa. Entendeu? Ah, eu nem quero chamar a atenção. Você tá querendo… Nossa! Por que você tá gritando? Por que você tá gritando? O que é isso? Eu, hein? E aí, ele…
Aí ele ficou rezando. E ele dormiu, mó de boa. E aí, eu fiquei acordada a noite inteira fingindo que eu estava dormindo e se tinha algum espírito ali. E aí, gente, foi uma coisa que foi muito bizarra. Eu vi uma véia sentada na cadeira, só que eu não vi com os olhos. Eu vi quando eu fechava os olhos, com a cabeça. Eu via com a mente, gente. Você viu com o terceiro olho. Amiga, quando eu fechei, abriu esse terceiro. E era uma véia, sabe aquelas véia com vestido de chita?
A dona Azura. Tipo uma dona Benta do sentido de pegar o pau amarelo, assim, amiga. Sentada lá assistindo e olhando eu e ele dormindo no colchão. Amigo, por isso que eu tenho franja. Pra ver a... Pra véia voer. Não ficar de olho com essa véia aí. O terceiro até tenta. Mas ele fica, será que eu tô voindo? Tentando ver. Não, não vou, não vou, não vou tentar.
O terceiro olho da Camila é o terceiro olho mais prejudicado que tem. Ele nunca tem nada pra levar no repórter. Que é diferente da franja vegana, né? Que libera o terceiro olho. Que ele tá aqui, ó. Fica à vontade, é. A vegana libera. A sua franja é um blackout, Camila. Eu não quero ver. É uma franja minha blackout. É. Eu não quero ver. Você nunca teve uma experiência sobrenatural? Nada assim?
Não, eu tive uma que eu já contei, que eu não entendi muito o que aconteceu, mas a gente viajou para o interior, voltou, eu tinha, sei lá, uns 5, 6 anos, por aí.
E a minha mãe falou, vai buscar a sua mochila lá no quarto. Sabe a mãe que chega de viagem e quer bater uma máquina? Minha mãe já falou, vai buscar a sua mochila lá no quarto pra eu bater a máquina atrás daqui na área do serviço. Aí eu saí andando, parei na porta do quarto e eu vi a mochila levantar e tremer, assim. Graças a Deus, foi a única vez. E a noite... Será que não era a brilhante da biácia?
Não sei, eu acho que eram águas de São Pedro, São Paulo, sabe? Três horas e pouco. E eu também, na hora de dormir, escutava barulho de bicho. Tipo, não bicho, gato, cachorro, onça. São os gatos da floresta.
Era a floresta, a mata atlântica te chamando pra ser Juma e você não aceitou, porque você quer ser a urbaninha. Lógico, franja lá naquela umidade. Como é que a gente faz? Já acorda assim, o terceiro olho vendo tudo. Deus que me livre.
E ter ser um olhativo na floresta, meu amor, é diário e boto pra baixo. Ah, não, amiga, você não tem nada. Tem esse chamado que a gente rejeita mesmo. Ah, não, tem que ficar ali que eu fico aqui. Não quero, não. É importante saber dizer não, né? Se a gente dizer sim pra tudo, quando você vê, você tá resolvendo um problema.
Entendeu? De ordem de onça, num Pantanal. Corrida, que é completamente fora de mão. Como é que você vai pra uma gravação em perdizes, sendo que você tem um chamado Pantanal, amiga? É, não, e gente, a floresta chegou até aqui na gente. Esses dias, uma amiga minha foi na chama urbana. Olha o seu apartamento, olha o seu apartamento. É uma florechinha. Aqui, gente, aqui, ó. Aqui, ó, já respirei um ar mais puro. A minha amiga foi numa chama urbana, que a mulher era do Pará. E tá aqui na Vila Madalena.
Não precisa mais, erveira. Gabi, Gabi. Olha o Bata Atlântico aí. Aham. É o quê? É um bambu. É um bambu da sorte. Aqui, gente. Eu não tenho nada aqui, mas vocês já estão fazendo por mim. Esse daqui tá com o pejo de cara, inclusive. Peraí que eu tenho mais. Peraí, peraí. Olha o terrário. Gente, terrário. Ai, gente, eu amo terrário.
Terrário é tão poderoso que tem que ficar com tampa. Senão, amiga, tudo vira floresta. Amiga, você abre o terrário, dá um trago. E, girl, fechou o terrário. Isso é natureza. E vai gravar.
É isso que eu fiz, por isso que eu tô com o olho vermelho. Hoje eu fiz isso. Você tem terrário. Qualquer pessoa que tem terrário faz isso. Você tá conversando com a pessoa, ela pegou o terrário e aí eu digo, vai. E continua. E continua. Gente. É o Darguilê natural. É o Darguilê que Deus nos deu, né? É.
Ai, tudo. E pensar que custa só cem reais um remédio desse, um remédio natural. E é só deixar fechado, gente. Tem que colocar gotinha de água, não tem que colocar alguma coisa assim. Tem, você vai pôr um pouquinho de água e você pode ter um em cada cantinho da casa. Que eu acho que eles manifestam medicinas diferentes, né? Porque é um tipo de luminosidade que pega, uma energia que emana. Eu acho que o quarto do Arthur, que fica bem pra cá.
Como tem a energia infantil do jovem guerreiro, quando eu baforo ele, eu me sinto mais jovem. Eu me sinto do pequeno príncipe. Ai, vim cativar. Do jovem guerreiro, eu amo. Tu cativa. Eu já saí tu cativando. Eternamente responsável, nossa.
Ai, que delícia. Dá até um equilíbrio, chakra. Tá bem o wellness desse episódio. A linha, né? Uma linha. Mas a gente vai entrar no tema dessa vez. Porque é um mercado muito lucrativo, né? Da indústria do wellness, né? Milhões por ano. A gente que precisa, que vive aí da influência, né? Do public post, a gente precisa se conectar com esses mercados, né? Avisa, amiga, avisa, é.
mas dessa vez a gente vai entrar no tema porque a gente tentou gravar com a Jona Rosa e aí foi pro lado que foi esse, assim, esse daqui tá indo pro El a gente tentou gravar com ela e foi pro lado da Cidadania eu tento ter um programa, né, com ela é muito difícil com a Jona a gente sempre tentando, né um dia a gente vai conseguir, né
Eu acho que é bonito, porque desperta na gente o arquétipo do guerreiro, né? De estar sempre tentando, quando a gente tá com ela. E eu acho que baixou aqui alguma energia, ó. Meu Deus, ele veio, ele transmutou. Ah, ele gosta da zona. Saiu um peso de mim, ó. Saiu um peso. A gente falou dela, ele já veio.
Gente, se a gente foi Samira Cazana, ele já veio julgar. Aqui não. Ele falou. Aqui não. Eu pego dica de mullet com ela.
E olha como ele foi esperto. Porque olha como a linguagem corporal é. Porque ele saiu dali, ele deu a volta. E veio pro lado direito dela pra passar. Porque ele poderia, era muito mais de boa, ele passar do esquerdo pro direito. Ele fez questão. Ele fez assim, ó. Mas aí o efeito não ia ser o mesmo, né? Se ele fizer assim. Não ia. A gente não ia ter negado. Ele sabe. Porque eu não tava esperando que nada ia vir daquele campo. Pra mim, ali é um canto.
Como que ele sai do canto? Ele sabe muito bem a mensagem que quer passar. E o jeito que quer passar. Amigo, o Portal 1515. É o Portal 15.
E ele tá tentando ir embora, é que a porta tá fechada. Será que eu abro pra ver se ele sai? E leva essa energia? Ah, eu acho que um poder desse não dá pra deixar represo. Vamos ver, vamos ver. Vamos lá. Ele saiu. Tava carregado ele já.
Ele tava carregado. Eu tenho uma pena, né? Porque imagina um bichinho desse tamanho carregando tudo aquilo. Agora vai dar por algum terrário. Mas dizem que eles são super ótimos. Porque uma vez, um cara que eu saía, ele comprou um gato, adotou um gato.
Porque ele mudou pra um apartamento que tinha meio que os encostos. E aí, a mulher que ele ia no centro dele, falou que adota um gato. Pra você poder ter aí na sua casa, que ele limpa as energias negativas. Então assim, é o gato dele. Eu vou até tomar minha homeopatia. Depois, Dédia, eu vou tomar minha homeopatia.
Gente, porque, tipo, galinha come escorpião e gato come encosto, né? Come encosto, amiga. É. Ele queima o encosto, assim. É maravilhoso, porque eles são meio cruéis. Eles são meio maldosos, assim. Ou eles olham assim, tipo… Você tá fazendo aqui. Ele julga. Ele fala, tipo, o que você tá fazendo aqui? Ele humilha. Ele fala, nossa, que susto que você me deu. Ele, nossa, vamos superar. Já morreu há 80 anos, vamos superar? E aí, quando ele faz o…
né, ele solta o bafinho dele. Mas eles já fizeram isso por algum canto que não tinha ninguém, assim, na sua casa? Não, nunca, mas só de ficar olhando, assim, e ir, sabe, na direção, e você fala, eu fico sempre inventando desculpa, então eu sempre falo, é um mosquito que eu sou míope, não tô vendo, eu sou assim, sabe? Eu fico dando desculpa, e eu neguei, tá aqui, lacrei, não vou vendo mais nada.
Amiga, o que a gente finge que não vê não existe. Não existe eu sou muito assim eu não faço nenhum exame, então nunca tô doente sabe? A gente tá vendo como a saúde tá legal não conseguia falar no começo do programa até hoje não falei da veterinária Ulisca, até agora, ninguém sabe entendeu?
Se a Jenny visse a mochila levantando, ela ia falar assim, nossa, que mochila louca. Ia pegar e fingir que nada aconteceu. Ai, que mochila doida. Eu ia falar, nossa, minha mãe tá filmando pra fazer um TikTok aqui, pegadinha com a filha. Nossa, é que você é mais jovem. Eu já ia falar, cadê a câmera do Gugu? Cadê o Ivo Holanda? Cadê o Golias? É a Ruth Ronsi, cadê? Cadê? Eu já ia nesse... Cadê um com a sua rap, né, gente? Ruth Ronsi. Nossa, a Ruth Ronsi.
Mas a gente tem tema? Tem um tema, tem um tema que se chama. Eu me senti meio aprisionada agora. Você viu como mudou a energia? Mudou, olha. Mas foi o gato embora a Camila já tá outra vibe. Já tá estranha, já tá esquisita. Peço que eu abro pra mim outro patch.
Será que tem um pequeno guerreiro? Eu vou deixar encostado pra ver quem entra. E a gente vai recebendo. Como se fosse um talk show nosso que a gente vai recebendo. A energia. Vamos ver quem vem. Os papos dela. Gente, vocês não acreditam. Para quem? Pamela.
Ela tava na porta querendo entrar. Amiga do estilo de energia de diva. De diva. O que eu tô sentindo? Ela é muito bonita. Ela é linda. Ai, brinde de bardô, gente, dos gatos. E sabia que ela é Pamela por causa da Pamela Anderson, né? Ai.
Chique, fez um filme maravilhoso. Energia de sexo e boa e justiçada. Eu vi o doc e fiquei mal, assim. Eu falei, cara, zoaram muito essa mulher. Aí tava de bobeira no Twitter e apareceu a Pã.
E a Pã BB, o siamês, o fake siamês, né, o vira-lata siamês, ele é o nariz pretinho e ela é meio loira, de olho claro. Falei, gente, é uma gata de beleza padrão, tal qual, Câmela. Vou buscar. Mandei pra pessoa, era a Briana, sabe a Briana?
gamer também, que tá no Twitter tá em... A Nasci, Briana... Era a Briana que postou Aí escrevei pra Briana, tô indo buscar Ela falou, pode vir Aí eu fui, era Tatuí Bate o voto pra Tatuí Amiga, morei anos em Tatuí, uns 10 anos Mas ela é de lá Olha, cara Gente, a Pâmela unindo Mudou a energia A gente virou família Música
Ai, amiga Então, não quero ser chata Mas parece que o do Mullet, ele é meio Sado Amiga, Ariano Ariano A Pamela, pelas contas A gente acha que é Sagitário Que é mais, né Ah, da festa, né Já tô vendo mesmo E Sagitário busca mestres Quem é de Sagitário Tá fazendo um trabalho agora no meu banheiro
Ó, fazendo o job dela, que ela não tá aí a passeio. Juro, gente, eu não sei se dá pra ver, ela sentou lá. Dá pra ver? Ai, dá pra ver, dá pra ver. Do nada. Ai, gente, gata, é um bicho muito engraçado, assim, muito tipo… Tá lá. Ai, vou sentar aqui. Gente, que gracinha, tipo, ela é carismática, porque ela é sagitária. Mas ainda assim, ela não busca o holofote, ela tá na dela, entendeu? O holofote é o meu. Não, ela sabe que agora é meu momento.
É o momento agora, ela entendeu. Eu amo. E quem é de Sagitário, a verdade é que é a pessoa que busca um mestre. Toda uma pessoa que for muito Sagitariana, ela sempre busca uma filosofia de vida. Se ela assiste filme, ela quer se tornar aquela pessoa.
é um público é um público legal pra seita muito e pra virar apoiador de podcast muito onde a gente pode prospectar mais sagitariano onde que encontra então vamos ficar procurando festas de aniversário no final de novembro e dezembro vamos indicar o que era a toque falando nossa no grupo
dando santinho do grupo, sabe? QR Code, né? Distribuindo. Fazer evento ao vivo nesse mês e falar quem é desse mês ganha desconto, aí só sagitariano. Camila, se eu ver que você roubou essa ideia, eu vou ficar puta. Eu tô falando aqui com o Bruno, porra, já.
Vamos fazer o primeiro dia do mês, Y. Não vamos deixar dar tempo. Vamos. Primeiro dia. O sol entrou em Sagitário. A gente já começa a campanha na hora. Eu acabei de comunicar. Eu acabei de comunicar. A gente vai fazer amanhã e ainda assim o desconto é pra Sagitário. Eu soltei o Save the Date aqui já.
Tem o Dedete, já foi. O nosso vai ser surpresa amanhã na Paulista. Fica tranquila, Camila. Nossa, é marketing de guerrilha. Se joguei, é mais marketing de guerrilha. É escândalo íntimo. É, escândalo íntimo. Vamos ficar lá com o cartaz. Entregando completinho. Fazendo ao vivo, com o Bega Fone, o meu jogueiro grupo ao vivo. Exato. De fio dental. Escândalo íntimo, né, amiga?
Tem que ser. Mas voltando ao tema… Ai, é! Vamos lá. Ih, eu vou entregar tanto agora nesse tema. Vou até prender o cabelo, hein. Ó, ó o coque que eu tô vendo aqui. Ai, o público tá assim… Olha! Eu vou arrumar meu bullet aqui, ó, também, olha. Vai lá, vai lá. Até soltei. O pessoal fala que eu ando muito mal arrumada, ó. Vou fazer até um pega-rapaz aqui, ó. O povo não tem vergonha de ficar falando de roupa dos outros, como o povo tá, né. Ai, gente, esse povo, gente.
Amiga, eu tive que pôr uma pola. O que que usa pola em casa? Porque ficam falando que eu tô vestida de lavadeira nos pontos de cast. Eu tô de pijaminha. Tá fofa, amiga. Eu tô tão de pijama que eu tô sem sute. E aqui, embaixo, eu tô com a samba canção que eu dormi. Ah, mas você tá meio casual chique, amiga. Você gostou? Eu posso deixar assim, ó. Ai, gente, swag. Assim ficou swag, gente.
Gente, olha como a Pamela chegou, a Camila já tá desinibida, sex symbol. Amiga, ela tava armada. No começo ela não tava armada? Ela tava. Ela tava a sida defensiva. Ai, eu vou para o acessório. Eu vou começar para o acessório.
Vai fazer um cut crease aqui. Vai, vai, joga o tema. O tema é criando cenários e passando raiva. Camila, a gente trouxe você aqui. Nossa. Porque a gente sabe que você é essa pessoa que acaba entrando nessas nóias. E acaba ali sendo desário de interiores, cenografista. Criando esses cenários e passando raiva, vivendo eles. Dos castelos mentais, né. Castelos mentais, como que é lidar com isso? Conciliar.
Isso. Sabe o que eu fico com muita raiva? Que eu crio, às vezes, um cenário horroroso e o meu corpo reage fisicamente a isso. E aí eu tô quieta aqui, sei lá, no telefone lendo mensagem. Tô aqui de boa. Aí eu pensei uma coisa horrorosa, eu faço assim. E eu fico pensando que eu joguei uma descarga de adrenalina absolutamente desnecessária no meu corpo só com algo que eu imaginei. O cortisol aqui em cima.
O cortisol aqui, eu não preciso de estímulo externo. É interno que eu faço. A pressão 17 por 8, só porque ela imaginou o negócio. Cara, porque se o corpo faz essa resposta, esse pasmo, sabe? Ele tá sentindo tudo que eu criei. E aí eu penso, que mente criativa, né? Que talento. Camila, e você não pensa também, eu sou o meu maior inimigo? Tipo, eu posso me destruir se eu quiser?
A mente mata. Eu penso isso. Ao mesmo tempo que sim, quando a autoestima tá legal, você tá com tempo, baforou ali um terrário bom, né? Eu penso também que eu posso criar o universo que eu quiser dentro da minha cabeça e ativar todo o estímulo prazeroso no meu corpo. Então é sempre essa luta mental de quem que vai aparecer hoje.
A do cortisol e a da dopamina. O bem e o mal. Ser ou não ser. E isso eu acho que me humaniza. Sabe? Porque falam... Cara, que garota pé no chão. Eu ouço muito isso. Isso é uma coisa que eu ouço demais. Nota que garota pé no chão. Mas a nossa conversa pode te convidar. A gente queria um episódio mais pé no chão. Aí a gente ficou quieta e falou... Amiga!
Amiga. O seu pé tava no chão? É. O tempo todo. Para, Camila. Eu tô de pé no chão. Gente, amiga, a gente acertou muito na escolha da convidada. Nossa. Desde o começo a gente tá. Mas é porque eu e o Y está muito na sintonia. Nós, a ciência e a igreja. Então era natural que a terceira via encontrasse a gente naturalmente, sabe? E eu fiquei um pouco de...
Não sei se eu gostei. Porque você me chamou de terceira via. Em ano de eleição. Amiga, mas não no sentido Ciro Gomes. No sentido, aquela pessoa do PSOL, muito bem intencionada, que ganha 20 votos. Tá, gostei.
Terceira via, terceira via. Tá, terceira via, legal, legal. Legal, legal. Que depois se junta com a esquerda. Não teve voto. E se afilia. E declara apoio. No segundo turno. Declara apoio. É, meus 20 votos eu quero que seja no Lula. Tipo isso, entendeu? Isso. Não, a gente deixando isso claro, pra mim tá ótimo. Tá ótimo. Eu tava recebendo umas reclamações aqui. Tira a cabina, ela é terceira via. Mas aí, gente, não é assim. Que isso?
você tá vendo? achei mais pé no chão agora achei pé no chão é PSTU é muito legal, é uma causa muito nobre é isso é PNC pé no chão eu amo que PNC eu uso quando as crianças estão perto da gente e eu quero falar um xingamento eu falo, cara, essa pessoa é muito PNC que é pau no cu não é?
E o meu filho fica, o que é PNC? Pé no chão, filho. Filho, a pessoa é pé no chão, ó. É o partido da mamãe, é o trabalho novo da mamãe. É a pessoa centrada. Você, quando fizer 16, vai filiar o PNC também.
Eu falo pra ele. Vai tirar o títulozinho, sim. Pessoas aqui, mais de 16 anos que nos ouvem. Vamos tirar o título. Fala na escolinha pros pais votarem na Mamãe Outubro, que vai sair pelo PNC. Mas vocês não acham que a gente devia afundar esse partido, o partido PNC? Ah, eu acho. Ah, e agora você falando?
Não faz sentido? Eu acho que falta essa representatividade no Congresso. Porque eu acho que ninguém ali é pé no chão. Eu acho que a galera é muito… Não, ninguém. Tudo de Lulú. Tudo de Lulú. E a gente entra no Senado como o Xande do Harmonia de pé no chão. Descalças, meio Betâneas, né? A Betânia ia apoiar a gente.
Meio terra samba, entendeu? Carrinho de mão, babá, babá. É isso! Brasilidade. Nossa! As podólogas do Brasil iriam ficar com a gente. E às vezes pode fazer, tipo, proposta só pé no chão. A gente fala, ah, a gente não quer acabar com a violência porque a gente sabe que é difícil. A gente quer diminuir 1%. Sabe, tudo pé no chão. É, sabe? E eu entrego o que eu falei. E se você entregar 2%…
Pô, você dobrou sua meta de uma maneira pé no chão aqui, ó. Exato. E todo mundo feliz, porque ninguém criou expectativa que a gente não cumpriu. Exato. Sabe? Entendeu? Ah, eu não vou deixar o salário mínimo nos 5 mil. Eu vou aumentar 10 reais. Pé no chão. Sabe? Amiga, pé no chão.
E a gente não entra na polêmica da Havaianas, por exemplo. E a gente tirou ela. Da esquerda nem direita, chão. Chão. Chão. Não, e a expectativa, gente. Eu não saio da cama sem expectativa. Eu não sobrevivo cinco meses sem expectativa. Mas, embora tenha expectativa, as pessoas precisam do pé no chão. Porque sem o pé no chão, a pessoa fica iludida. Eu, se a pessoa for endividado.
Se a gente já tá falando que a mente trabalha mais pra gente, tanto pro bom quanto pro ruim, isso já tá no ser humano. A gente vem pra tirar um pouco disso e trazer o pé no chão.
Deixa as nossas mentes trabalharem pra puxar você pra baixo, mas não pra baixo bastante pra você ficar triste. Eu acho... Amor, pode entrar. Deixa eu te falar uma coisa. Eu acabei de fundar um partido político que é o Pé no Chão. Queria saber se você tá junto nessa com a gente.
Camila, parece que ele não gostou. Tu achou dele tóxico? Ele não entendeu. Eu achei ele bem tóxico. Largue-se, homem, amiga. Que horas eu vou sair? Duas e meia, por quê? Ah. Não, eu só saio, eu saio, volto. Olha que legal. Não tem uma guerra aqui na gravação. Eu saio duas e meia, volto as quatro, e depois eu saio de novo às seis. Você tem que me render às seis.
Me rende. Vocês combinaram o sexo na frente da gente? A seis, amiga. Me rende, me rende. Ó que pé no chão, aquele sexo combinado. Amiga, foi muito exemplo isso pra mim. Me rende. Gente, pé no chão. Não foi do dia cinco. Não foi do dia cinco. E não vou montar em você. Me rende.
Exato. Eu não tô com ciático pra cavalgar. Me rende. Já fiz o que quer. Ai, gente, eu achei ótimo. Eu acho que no mundo de performance, em que a gente olha, que todo mundo tá querendo, dentista fazendo TikTok, em que a gente vê pessoas, engenheiros querendo criar conteúdo, as pessoas em threads falando. Gente, não...
Pé no chão. Pé no chão, chega. Você vai fazer um canal, o dentista tá lá é 6, 7. Aí a gente pega a mão dele e faz assim, ó. Entendeu? Virou.
inclusive a gente faz canal em pé porque eu gosto de ficar com o pé no chão na hora de estar fazendo canal pé no chão eu cheguei na minha dentista e ela tava fazendo assim top 10 coisas no TikTok top 10 coisas que eu odeio fazer canal, sexto lugar obturação, segundo ela tava desse jeito e eu fiquei lá esperando eu achei um absurdo, gente eu falei, que isso? falta e eu sou a pessoa que vem me visitar eu falo, você pode tirar o sapato, por favor? pé no chão ó
E aí
as novelinhas de Iá as novelinhas da Moranguete do Abacatu do Bananão, gente, estão tomando conta de, gente, pé no chão que isso, pé no freio da Iá também eu acho que a gente pode inclusive, trabalhar essa comunicação a pessoa tá no TikTok, aí começa uma novelinha de Iá, a pessoa começa a assistir, a gente faz assim, ó óbvio
Vem um pé! Ô, Magda de Guerrilha! Isso!
E acabou o vídeo. Um mês, exato, só fazendo isso. Aí saíram o Fantástico. O que é aquilo do pé que tá acontecendo? Todo mundo só falando disso. E depois, minha amiga, quando vejo, tá todo mundo com o pé no chão e ninguém nem viu. Não, e mudando os estádios de futebol, moro um pé. Maraca um pé. Aham. Pé engenhão. Pé. Sabe.
Mané Perrincha, gente. É lindo, nossa. Gente, eu vejo tomando conto. Mané Perrincha. Toma, nossa. A gente fechando com Lollapalooza, as pessoas serão obrigadas a ir descalço, não podendo ir mais de cocina. Lollapalooza. Lollapalooza. No barro, pé no barro, pé no chão. Cara, é a energia de terra que falta. Tem muita gente que só tem ar no mapa. Falta, falta.
Amiga, eu só tenho fogo e o fogo queima ação. Me falta ação. Falta? E só quem é libra com ascendente em aquário tá entendendo direito o que a gente tá falando? Esse tipo específico de pessoa. Cadê? Entendeu? E precisa terrar. Do que o terrário é feito? Ter-ra. Licença. Terrário vem de terra. Vem.
de aquário. Posso fazer uma observação? Como é que chama o nosso planeta? Terra, gente. Gente, hoje é dia 9 do 4, não sei se vocês sabem. É o dia da Terra, só que Terra, Terra. Tava tudo escrito pra gente estar aqui. Amiga. Tudo, tudo. Gente, e eu vou falar uma coisa, são 59, 59. Meu Deus do céu. São... São...
De gravação. Não. E a gente tá trabalhando... Pera aí, que a gente tá trabalhando muito o número 5, né? E os múltiplos dele. Té-rá.
Gente, eu tô arrepiada. E cinco? Cinco? Papa, ciência, Camila. Cinco. Eu acho que a gente tem que unir tudo. Então é assim. É Papa, ciência, Camila. Os pés no chão. Ó. Papa, ciência, Camila. E terra. E chão. E a Camila a gente só faz assim. Tá. E vira um pé. Gente, não parece um pé?
Não parece um… Gente! Gente, a gente fazia uma reunião do partido, assim… Em lugar de terra, assim, e todo mundo chega… Eu acabei de ler o Torto Arado, gente. Vamos aproveitar esse momento que eu tô, assim… Que eu tô líder político, assim. Acho que a gente consegue fazer um discurso bom, assim. Eu acho que a primeira reunião começa você citando um trecho.
Você sobe de só. Ah, e sabe o que eu acho legal? Não tá essa onda nostálgica de voltar com músicas dos anos 90, anos 2000? A gente volta com Fias Descalços.
E a Shakira tá no Todo Mundo no Rio. Gente! Vamos usar, então, o show Todo Mundo no Rio pra contar que a gente começou. Na verdade, é a nossa primeira ação, né? Do partido. É o show da Shakira. E todos em Copacabana de vias descalços. E todo mundo... Já expande pra América Latina. Exato. Que tiveram o Shakira Cabana, mesmo sem saber, já vai estar afiliado no Pé dos Calços. E afiliou, tem que votar.
A filhão tem que votar. Tem que votar. Sabe um momento que eu acho que vai ser muito bonito da nossa democracia? O dia que a gente tomar posse, que vamos ser nós três, né? E o Lula for entregar pra gente, sabe? Quando vai receber na rampa. E ele de pés descalços.
Amiga, eu vou chorar, tá? A gente vai até escuregar que a gente vai estar descalça. Eu vou molhar o chão. Sequem essa rampa, porque é muito índime aquela rampa. Descalça ali, a gente escalando. Coloquem antiderrapante. Coloquem. Porque a gente vem com uma outra desculpa de acessibilidade pra pessoas descalças. Eu acho que é importante.
Tem também, de repente, um piso de um local que não é acessível pra pessoa. De fias de fato. E eu morro de medo, gente. Nos maiores meses da minha vida foi sempre pegar bicho geográfico. Então eu estou enfrentando um medo aqui. Eu estou enfrentando um trauma, ficando descalço. E o calcanhar de maracujá também é um medo que as fôslam. Amiga, se eu pegar esse calcanhar de maracujá, me deixa morrer. Você já tem meu aviso aqui. Eu tenho medo também do choque.
Na geladeira. Muito. O choque. E quando sobe? Tipo, de cair raio nas vezes, porque a gente tá sem o chinelo, né? Então é muita coisa. Exige coragem. Ficar descalço. Exige. A minha amiga... A minha prima tava dormindo. E ela acordou e botou o pé descalço no chão e entortou o rosto. Deu paralisia de Bel na cara dela. Então assim, tem que ter coragem. É muito perigoso.
É uma roleta russa. Mas a política é perigoso. Querer mudar o Brasil é perigoso. A gente não vai mudar o Brasil, mesmo que seja no pé no chão, de 1% em 1%. Entendeu? O Getúlio Vargas morreu descalço. Todo mundo que morre dormindo, morre descalço. Exato. Ninguém dorme de tempo. Mas ninguém morre dormindo. A pessoa acorda. O Getúlio, inclusive, foi acordado e mataram. Eles não matam dormindo.
Não mata. Não morre porque Camila... É a ética do assassinato. É a ética. Senão não vale a pena. Não vale. É covardia. Não, é tipo você ir num evento e não tirarem foto sua. Exato. Você ir na academia e não postar stories com a música Jenny, né? Não faz efeito, não faz. Não vai, não foi. Porque esses dias eu passei mal à noite e eu acordei passando mal. Era pra o quê? O meu corpo ter continuado dormindo.
Por que o corpo não pode ele passar mal? Eu fico muito brava com isso. Né? A dor de barriga. Ai, não, eu preciso sair agora. Poxa, eu tô dormindo. Como é que vocês não estão desligados? Tem sempre uma função nela.
Gente, não entendi isso. Mas pra você ver a desunião, né? Tipo, se o corpo inteiro fosse unido, estivesse na mesma sintonia, tá o intestino dormindo, o estômago dormindo. Mas é um corpo que não se conversa. É um corpo de ideais diferentes, né? Ai, Jenny, o diálogo, né? Amiga, sim. Tá, exatamente. Mas aí também eu acho que o erro é teu, né? Por que você não une esse corpo? Os seus gatos vivem em guerra. O seu corpo vive em guerra, Camila. Posso fazer uma observação rápida? Faz.
Elevou o teu.
E eu já senti que tava mais pesado. Você viu como mudou o clima? Amiga. Deixa eu ver. Ela se aproximou. Deixa eu mostrar. Ela viu que precisa. Agora vai ter choque de energia. Tipo o Kamehameha, assim, sabe? Ó, ó. Tá dando pra ver? Tá. Amiga, a cara dela. A Pobel não tá feliz, não. Porque o que que tá acontecendo? Aqui, ó, bem em mim, você tá vendo que um tá aqui e outro tá aqui. Eu tô sendo o choque.
Ó comigo. Amiga, como você tá aguentando? Sério, porque você é muito forte, de verdade. Eu tenho esse trabalho pra entregar. E tudo isso de pé no chão, sabe? Você não tá com calçado, você não tá com uma meia. Graças a Deus. Precisou. Não, graças a Deus. Não foi. A Pamela puta. Camila, você não tava me dando atenção por causa do jogueiro no grupo, se fosse um Wanda ainda, né? A Pamela... Entendeu?
Nada. Amiga, o que você acha da campanha ser só vídeo de um monte de influenciador tirando o sapato? Cantando Imagine. Ai, gosto! Adoro, olha a amiga! Imagine all the people Adoro. Mas a gente tem que atingir outro público também, então a gente precisa fazer uma novela vertical.
De pé? De pés. E a gente pinta o senhor no pé, assim. Não, lembra da chinesa? O pé de chinesa. O pé de chinesa! Será que a Zá de Picon topa, amiga? Porque ela tava na primeira. Claro que ela topa, ela é do futebol e ela tá sempre descalça. Ai, o pé dela deve ser cheio de bichinho, porque vive na areia. Amiga, esfolia! Essa galera de chupo esfoliada. Quando ela vai pro banho. Passa lima!
Gente, amiga, a Pedra Pome. A nossa aliada é a Pedra Pome. Então assim, porque eu vi esses dias, eu fui numa quadra de vôlei e eles não queriam lugar pra as bichas jogar vôlei porque eles eram bem machistas e queriam que só os homens ficassem jogando futebol. E eu, uma hora, fiquei ali na quadra olhando, esperando o meu time jogar. E os pés dos caras, gente, eu falei assim, deve ser um bando de pés, tipo assim, cascudo, com...
Todo cagado. Gente, os pés deles, deliciosos, saborosíssimos. E aí, a juventude. Porque o pé do meu marido é uma merda. Eu nem quero que ele participe do nosso partido. Mas todo pé é bem-vindo. É ruim do seu? Porque o do meu não é ruim. Porque, como você viu que a gente agenda a redenção?
a noite quando não dá a gente faz pezinho o pezinho é o eu te amo silencioso então você está dizendo que o pé do meu marido é ruim porque eu não faço pezinho com ele eu tenho que ser a mãe do meu marido quem disse foi você sabe porque o pé do meu marido é feio que ele trabalhava numa fábrica e pediram ajuda pra ele aí vem carregar o cofre e o cofre caiu no pé dele que nem desenho animado de cartoon
Eu achei que você ia falar que ele era um trabalhador de chão de fábrica.
Não, né, porque agora ele é marido troféu de influencer, né. Vive com o pezinho no chão, falando besteira pela cara. E caiu no cofre. Amiga, ele teve que ir pra cirurgia e tudo reconstruir o pé. Gente, esmagam o desenho mesmo, assim? Amigo, o pé do marco. É tipo piano no desenho, porque desenho é sempre piano. Mas o Bidahel foi cofre. É, o coiote com o Pipi. Com o Papa Léguas. Mas ele fazia capoeira, capoeira também é descalça.
Então agora ele não pode mais fazer, porque dizer… Ah, o seu pé não é bem… Ele se aposentou da capoeira por conta de um acidente de trabalho. Meu Deus.
Mas eu acho que ele pode ser alguém muito importante na nossa campanha, né? Que é uma pessoa que não tem o pé no padrão do pé. E ele arrasta o pé? Se ele arrasta o pé, é muito bom também. Porque é aquela pessoa que dá um arrastado. Não, infelizmente ele anda normal, assim. Ah, não é coxo. Não, a gente precisa de alguém coxo, gente. Precisa. E se a gente voltar com aquele português que cantava bate o pé, bate o pé, bate o pé. Ai, gente!
O Roberto Leal fazer o nosso jingle? Isso, obrigada. E a Jane de Portugal, olha, unindo... Eu conheci nisso na hora.
E a gente vê em vários lugares do Globo, a gente em Lisboa batendo o pé. E depois batendo todas as colônias portuguesas. Moçambique bate o pé. Olha a quantidade de votos. Todo brasileiro, se não é meio italiano, principalmente São Paulo, é meio português. E quando der meio dia do dia da eleição, a gente vai ver que no Japão já deu o partido pé no chão. A Austrália já deu o pé no chão. A gente vai ver que essas...
No Japão, a gente faz o lobby, vocês não ficam no pé do chão em casa, vocês não falam pra deixar a pantufinha quando entra, a gente do Japão, você tem que a gente já ganhou por 90%. 90%, gente. A gente tem muita representatividade no Japão. Eu acho que a gente vai ressignificar o bate o pé, bate o pé, que eu bati o pé, a gente coloca...
A gente coloca uma batida… A gente faz a Vanessa Wolf fazer uma dancinha que nem ela trouxe de volta ao retrato imaginário. Sim, e a gente coloca um batuque mais tropiquilas pra trazer uma coisa mais brasilidade ali, que a gente precisa. É um corpo arado, bate o pé pra gente resignificar… Mais soca-soca da Anitta, né. Mais soca-soca da Anitta. É lindo, é essa a reverência.
Gente, eu amo assim Eu acho que tá assim, gente Ai, eu nunca pensei que eu ia me encontrar na política Gente, eu tô de cara Tem um partido nosso agora Esse episódio E a nossa cara E sabe outra coisa que vai ser grande pra gente? O que? Feite xista de pé É um mercado Gente, tem o Wicfit Tem Tem Tem
Essa rede social é onde a gente vai começar a atuar mais pesado. A nossa base, a nossa base a gente cria lá. Uhum. E eu já tenho. Então, ai, a direita tá no Twitter e tal. O partido PNC tá no Wikifit. Uhum. E, gente, eu tenho. Porque esses dias eu postei um story descalço, fazendo recebidos. E todo mundo falou assim, nossa. A pessoa falou assim, nossa, que pé bonito. Um montão de gente comentando de pé. Você viu, você já tem perfil? Óbvio. Já pede o CPF, meu amor. É.
Já pede você pra se filiar. Vamos fazer essa página agora. Vou entrar no via Google. Não sei se você tá, porque eu já tenho o perfil. Já criaram o meu perfil no Wixfit. Sério, amiga? Você é tão discreta com o seu pé. Eu tô vendo aí. Como assim? Amiga, busca aí Camila Frender Wixfit. Olha a quantidade de foto. Quer ver? Nossa, agora eu tô até... É puta que a gente não tá, né? Tipo, não prestaram atenção, não gostaram do pé. Ué, aí é ver o que você tá postando, né?
Eu não sei escrever Eu entrei no site Achei Camila Colombo, Camila Coelho Camila Costa, Camila Coutinho Gente, as Camilas Bumpam no Wikifix Olha, põe Viu?
Amiga, mas você também tem um senhor pé, né? Vamos imaginar. 39 fotos! Você tem 39 fotos do pé. Gente, essa do pezinho dela da papete. Coxa! Quem gostou?
E toda vez que eu faço uma foto nova, eu fico reparando pra ver se eu entreguei um pouquinho. Porque pra gente ir crescendo lá. Amiga, essa foto... Eu vou ter que compartilhar, peraí, gente. Essa foto é a foto de campanha, olha. Gente, ela com o gato embaixo, eu sei que ela tá provocando. Essa com o perução. Põe aí pra eu ver. Amiga, olha, essa foto é de campanha, gente. Essa é. E lendo torturado.
Gente, o ciclo fechando.
É impressionante. Amigo, mas posso ser sincera, faltou o pé no sol, né? Eu acho que tem que ser essa aqui que eu vou mandar no sábio, ó. Porque aqui o pé tá no sol. Ai, posso? Deixa eu falar uma coisa. Ai, essa também tá muito boa. Amiga, aqui que o pé tá no sol. Cadê? Não, sério, é quanta foto. Amiga, tem muita.
Eu gosto. Essa do gato que eu quero ver. Essa. Essa tá. Ai, que gatinho fofo. É da Carol, minha amiga. Isso aí é muito antigo, tá? Isso é, acho que 2000, isso é pré-pandemia. Gente. É 2019. É, vai ter que atualizar. Se não vão olhar ao vivo e vão falar, você viu que ela usa foto do pé dela antes, jovem?
Não assume o pé de agora, né? Não assume. Que agora ela tem um pelinho grisalho já no pé. Na suranha, né? A penude. A penude. Grisalha.
ou a gente marca também e faz um ensaio eu acho até legal porque já dá um buzz nas redes, a gente se filmando e falando, a gente queria muito contar o que a gente tá fazendo aqui aguarde da live da dia 14 do 4 a gente ainda não tá podendo
E ao invés de a gente ficar pedindo pro fotógrafo criar fundos pra gente, essa é um chance. Exato. Vários tipos de solo. A gente vai com croma aqui e no chão. Amiga, sabe o que eu pensei? Tipo, a gente deitada, assim. Aí todos com o pé pra cima. E a gente vai colocando um pé no outro. Assim, faz tipo uma estrela de pé, assim. Lindo.
Amiga, que... É a foto do partido, né? É, e daí dentro da estrela de pé, PNC. Ou se não, a bola do Brasil, né? A Ordem Progresso, a bola azul, né? No meio. Gente, o Lobo tá pronto, o Pitch tá pronto, o Jingle tá pronto. Uau! Não, e vários Jingles, né? Que vem Roberto Leal, vem Terra Samba. A Soundtrack da campanha.
Tem um playlist agora. A gente vai precisar de bastante. Amiga, faz nóia ao vivo aí. Vou agendar já o próximo. Porque estamos precisando, amiga. Tá muito gasto? Eu vou pedir pro Rosner fazer outra saia, né? Pra ter acesso ao pé no chão quando eu entro. Mais uma nóia minha. E as descassas. E as descassas.
dia 4 de bairro todo mundo no Rio, todo mundo de pé descalços no Rio, viu gente começa a nossa campanha hashtag pé no chão dia 14 do 4 na live da Dia TV mais informações sobre um projeto que ó eu acho que na live a hora que a gente for falar dos nossos projetos e tal a gente não avisa nada, mas a gente sobe descalça eu vou estar de vestido vestido
E todo mundo vai ficar… A Friander tá descalça, sabe? A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. A Beyoncé vai ver isso. É, tipo, gente. E eu acho que gera um buzz. E é igual a Beyoncé. Quando a Beyoncé chegou aqui no Rock, e foi assim, todo mundo fazendo X, O, X, O… E todo mundo ficou assim, o que ela tá pedindo? Que mulher maluca. E ela botou…
No vídeo dela. No clipe de Jack Soul. No vídeo. Que era um álbum visual. Então a gente já começa até agora. Inclusive a gente pode fazer até com os nossos pés, né? Pra ver se a Beyoncé também... Nossa. E amiga, é quase um... Não sei, vou até tentar. Deixa eu ver, deixa eu ver. Ó, é, já tá indo, amiga. Gente, eu não tenho essa possibilidade de vocês. É uma fígio. É quase uma fígio. Ó, dá. É que o meu parece um zero, né? O meu já fica...
Amiga, é físio, quase. É, ó. O X, o X ok. Tá. Ai, gente, parece uma pombinha da paz. Ai, que coisa mais linda. Eu gosto assim, mais pomba. Deixa eu tirar um print. Amiga, e a gente atrás, ó. Parecendo uma pose chique, assim, ó. Deixa eu ver o print. Eu no fundo de uma flor, assim.
Gente, é uma flor. Gente, eu acho assim, que temos essa campanha. Temos. E gente, assim, foi muito prazeroso criar com vocês essa jornada de criação, esse brainstorm. E ficar tão no tema também, pra mim foi importante, ter essa entrega de tema. Um episódio pé no chão, né amiga? Foi pé no chão, a gente vai guardar pros nossos convidados. Vamos tentar de novo.
Faz três convidados que a gente tá tentando... Amigo, também falta pulso firme nosso, acho que o erro é nosso. Tá faltando gestão. Vocês não estão sendo o pé no chão. Não estamos sendo.
Não estão saindo pra no chão. Não é possível ficar tudo mundo errado e a gente é o certo. Não é possível, sabe? Na hora que falou do gato, a gente ia falar assim, aham, tá bom. O tema é cortar. Camila. Tem que cortar. Camila, esquece esse gato. Bota esse gato no chão. Bota aqui, ele volta aqui. Bota esse gato no chão. Camila, larga esse terrário. Camila, pelo amor de Deus. Mané pra forrar terrário. Tá, leva a sério. É, gente. Não, a culpa foi nossa. Eu já tô. Ó, como é que eu já tô, que eu não baforo faz 15 minutos.
E eu já tô aqui, assim, ó. Tô sentindo falta. Vaporo todo dia e não fico viciada. Né? Não. Tô sempre tranquila. E sabe o que eu gosto? Que é tipo a pessoa que usa vape. Que ela acha que você não vai perceber. Que o Ferrari tá aqui. Não, é verdade, amiga. A madrinha fumando vape no nosso podcast. Ela assim, ó.
Vai derrubar a live. Aí eu, que lágrima, mulher. Não, quem fuma vape, tá sempre uma coisa assim, é… Aí volta. Às vezes eu tô sempre meio… Traficando a própria tragada, né. Eu entrei no Uber e ele falou assim, ah, se for fumar vape, fica à vontade, viu? E ele vendia, aqueles lá que vendem, sabe? É. Ai, eu tenho a essência aqui de baunilha, de terráquea. Você quer carregar? Você quer carregar o meu vape?
Ai, mas eu não uso dele. Quer floral de terrário? Compra esse aqui, tem de terrário. Quer começar a usar? É, aqui pode usar. Esse aqui, terrário de Gnomos. Gente, porque tem uma… Esses dias eu tô pensando em nome de empresa. Porque esses dias eu comprei com o Melo de uma marca que se chama Fungo de Quintal.
É aquele que cresce sozinho? Não, eles são orgânicos mesmo. Ah não, porque eu ganhei uma vez uma caixa que você cultiva o seu próprio cogumelo, que é um surto. Então, mas me dá nojo, porque me dá tripofobia. Muito, quando eles começam a dizer aquela coisa da tripofobia. É super assim. Ah, você tá falando que é nojo o negócio dos outros. Amiga, é fungo. Sei que quando tá bonitinho, prontinho, ele nascidinho, coma. Mas assim, amiga, é um montão de coisa. Ai, nossa, eu não gosto de coisa por outra próxima. Sabe?
É muita bonita. Tudo Stranger Things, é tudo Demogorgon. Ah, e tudo do Last of Us, sabe? Não gosto, não gosto, não gosto. É baixo astral. Vocês estão com a sensação de dever cumprido? Ai, amigo, meio que impossível não tá, né? Amiga, eu tô além, que eu entreguei além do escopo hoje.
Eu vou ser pé no chão. Eu vou ser pé no chão. E vou dizer que eu acho que eu entreguei o que eu tava afim de entregar. Sabe? Nada além, nada menos. Foi uma entrega. Não fiz nem o meu melhor, eu fiz só. Eu fiz, porque acho que já sou boa. Então, não tenho o que fazer o melhor. Quando faço, simplesmente é bom.
Gente… Mas olha que pés no chão, não é excelente? Olha que pés no chão. Ah, eu fiz a melhor coisa do mundo. Eu fiz uma coisa que eu faço. Acabou. Ah, eu gosto disso. Vocês acham que a gente fecha hoje fazendo de repente? Qual símbolo vocês acham importante? É que agora a gente já meio que fechou que vai ser assim, né?
Não, assim. E no final a gente abre o dedo na terra, ó. Ai, pra vir. É, que a gente tem que pegar esse povo da reforma agrária. A reforma agrária. Ai, muito bom. Vim com o agro também. Então vamos?
Vamos ir. Gente, arrepiei. Olha, arrepiei. Volta em PNC. Volta em PNC outubro de 2016. Volta em PNC. Você que é PNC, vote PNC. Dá like aqui. Se inscreve no canal. Meu amigo, dá like. Dá um hype.
Dá like com o pé. É o positivo que eu tô fazendo. Que horror! Ai, que bonito! Gente, por favor, dá like. Escute heróia minha. Pega o fone, coloca. Escute e fica pensando assim.
Hum, sabe? Gente… Bata no queixo, amiga, bate no queixo assim pra ver se vai. Hum, hum. Tipo, aí a Camila fala as besteirolas dela, você fica… Hum, hum. Será? Doiada, hein? Sabe? Ai, essa Camila…
Ai, que ódio. Ai, que ódio, gente. Vai ser tão ridículo. Um beijo. Obrigada, viu? Muito obrigada, Camila. Eu que amei. Beijo. Beijo. Tchau. Beijo pra vocês. Gente, que ó.