#144 - JungiANA: É real… ou é da sua cabeça? com Ana Mary B – Joguei no Grupo
É real… ou é da sua cabeça?No episódio de hoje, a psico-terapeuta-ocupacional-jholística-de-mega-hair, Ana Mary B, confronta nossas psiquês... Falamos sobre projeção, idealização e aquelas conexões que parecem intensas — até encostarem na realidade.Talvez o problema não seja o que aconteceu… mas o que você imaginou antes.
CURTE O JOGUEI? MESMO?
Apoie NA ORELO!
https://orelo.cc/jogueinogrupoOu
OU APOIA-SE:
https://apoia.se/jogueinogrupopodcast
Envie seu e-mail para: jogueinogrupo@gmail.com
Siga o Joguei no Grupo: www.instagram.com/jogueinogrupo
Siga a Jenny Prioli: www.instagram.com/jennyprioli
Siga o Controle Y: www.instagram.com/controle_y
- Sexualidade e CastidadePrimeiras descobertas sobre sexo · Influência da mídia na percepção sexual · Tabus e culpas relacionadas à sexualidade · Exploração da sexualidade na adolescência · Pornografia e seus efeitos
- Relacionamentos AmorososCiclos repetitivos em relacionamentos · Love bombing e idealização · Medo de comprometimento e intimidade · A busca por parceiros atraentes · Estratégias para apimentar a relação · Traição como catalisador de hormônios
- Sonhos e Aspiracoes PessoaisConceitos da psicanálise junguiana · A importância dos sonhos na terapia · O mundo do subconsciente e subjetividade · A sombra na psicologia junguiana
- Estilo de VidaFalta de propósito no trabalho · Angústia existencial e comparação social · A busca por paixão e motivação · A importância de objetivos financeiros · Trabalhar com o que ama vs. trabalhar por dinheiro
- Fama e Exposicao PublicaCrítica à autenticidade em publicidade · Marketing de afiliados e cupons de desconto · O papel da influência digital · Engajamento e métricas em campanhas
- Identidade e AutoestimaVergonha da profissão e autoimagem · A busca por um título e reconhecimento · Insegurança e comparação com os outros · A influência da aparência na autopercepção · A força da vulnerabilidade e autoaceitação
- Autoimagem e AutoestimaPercepção corporal e padrões de beleza · A influência da mídia na autoimagem · Aceitação do corpo e autoaceitação · O impacto de apelidos e julgamentos sobre o corpo
Não, não, não. É pau, é pedra, que é o fim do caminho. É o Jani. Jogou ele no grupo. Agora, Jani, cê disse… A Jani acabou de dizer que o computador dela, o PC gamer, streamer dela não se conecta com periféricos.
Está rejeitando o periférico. Rejeitando. Excluindo periféricos. Mas vem dos Estados Unidos, né, gente? Você sabe? Normal, normal. Ai, tá tudo bem. É o Ice. É, é do Ice. Acer. Acer. Amiga, gente. Eu tô em choque. Por isso que é uma bosta, gente. É ótimo, eu tô brincando.
Tô brincando, o Fabô faz publi, é isso aí. Você é uma marca maravilhosa, eu gosto muito, viu? Gag dela, gente. Eu sou patrocinada pela Pichal. Pichal? Que sique. Mentira, não sou. Embaixadora Pichal. Embaixadora Positivo. Eu acho legal, é só cara, amiga. Você é mais vibe positivo. Eu gosto de Pichal mesmo.
É bom que eu quero virar afiliado da Pichal. Galera da Pichal, comenta aqui, por favor. Manda um e-mail, joguei no grupo. Arroba gmail.com. Manda a proposta. A gente vai analisar com carinho. Se não quiser publi, a gente fica colocando link mesmo. A gente vai bonificar.
A gente já tá bonificando aqui. Já começa com a bonificação, pra botar depois. Eu não ligo. É, manda aí que eu posto story. Eu posto um cubo de story. Na proposta, a gente coloca, como dito no episódio, Jung e Ana, junto com a Ana Mary B, na minutagem tal. Já falamos sobre, eu acho que é isso, gente. Eu acho que já tem que bonificar, a gente tem que olhar as marcas. Marcas brasileiras.
Fala outra marca que vocês querem trabalhar aí pra você só bonificar agora. Eu ganhei link de afiliado de uma grande marca. Ganhei link de afiliado? Não, sério, sério mesmo. Sério mesmo. Não tô afiada. Tudo mundo é afiliado. Não, aquele que você ganha o cupom, sabe? Pra você comprar uma coisa e fazer um conteúdo. O cupom...
Eles mandaram, acho que foi 500 reais pra comprar as coisas. Sim. Daí você põe, não vou falar qual é. Porque eu vou falar a coisa errada que eu fiz.
Fala então, fala. Aí, no meu link de afiliado, estava saindo o meu nome de batismo, que é a Ana Júnior. E eu não revelo esse nome. Gente, mas... É o nome urto, né? É!
E aí, eles não quiseram mudar. Eu mandei, não quiseram mudar, mas eu falei, não vou fazer então. Mas não falei que eu não vou fazer. Falei, ah, quando mudar, me avisem. Aí eles ficam me mandando, ah, e aí, Ana, você já fez? Eu falo, ah, só precisa mudar esse nome. Ah, me ajuda. Fico enganvelando eles, porque não mandam meu nome. Livrando os analíticos, Ana. Livrando os analíticos do que você era. Só que eu já gastei.
Só que eu já gastei o cupom. Amiga, você prontou tanto. Mas, amiga...
Você não tirou uma foto pra só engambelar agora e tacar? Não, é que assim, depois se eles mudar, o que eu vou fazer? Eu vou falar assim, olha gente, tá meio acabado o produto, sim, tá no fim mas só que eu comprei e eu falei, eu só vou eu só vou fazer a review depois que eu tiver usado porque comigo é assim, gente eu não recomendo produto que eu não confio
Mas aí que eu tenho confiança. Porque é isso, a influência que fala assim. Ai, gente, vou usar meu lip tint. E tá cheio. Olha o meu como já tá aqui, olha, usado. Aí eu uso essa marca, que eu não vou divulgar aqui de graça. Mas aí é que eu tô usando. Eu vou ser até sincera aqui. Eu posso até queimar uma amiga minha. Mas eu tenho uma amiga que esses dias fez público Tinder.
Só que eu sei que essa minha amiga, ela é da pegada meio leitoa. Ela gosta de cruze, ela gosta de hornet, ela gosta de badu. Então eu não acreditei na pub dela que ela tava vestida de terra nostra falando de Tinder. Eu sei que ela é um negócio mais pé no show, sexo na caçamba. A amiga, ela é da ancestralidade, ela não gosta dessas conexões. Ela é do Harry Hole, né?
Mas aí eu curti, eu ajudei, mas assim, não vi ser idade. Engajou. Engajou. Engajou, é. Não vi ser idade de nenhum. Eu teve uma amiga minha que fez publi pra uma marca de inglês, mas só que eu sei que ela não fala. Eu não vou queimar também, mas eu sei que ela não fala. Mas ela não é de aprender, ela não quer aprender. Não, eu sei que ela não gosta de estudar também.
tem zi, tem zi olha como esse mundo né olha só mentira gente a publicidade não dá pra acreditar se tirar a verdade a publicidade vira pó vira pó não dá gente olha as coisas que ele está denunciando se vocês puxarem a capibara se desculpe quem é
O pior é que vocês filham da puta, eu joguei no grupo, eles descobrem tudo! Tudo! Eles são atentos, são investigadores, é a melhor audiência da internet, gente. Não vem falar deles, não. A Pichau não vai querer pensar que a gente... Nesse momento tem alguém no arroba da Pichau já marcando, oi, você foi citado.
Que a gente já levou… Quando a gente tava bem no começo a gente já levou… Como que é o nome? Notificação, essa judicial. Então assim, foi um ouvinte que falou assim… Eita, falou da empresa que eu trabalho, encaminhou. Um filho da puta. Fala pra eu saber, depois o editor tira, que eu ia saber agora. Mas hoje estamos aqui pra falar…
continuar a nossa série importantíssima da gente levar pro Brasil profundo. Estilo de terapias diferentes, de análise. A gente já falou aqui da análise lacaniana. A gente já falou da análise freudiana. Também já falamos, vamos falar aqui hoje, da terapia junguiana.
Que é outra modalidade, outro Pokémon. É assim, gente. Também é dos mistérios da fé. Como já diria Gilberto Gil. Terapia essa que dá muito valor aos sonhos, né? E hoje eu vim aqui com um sonho que eu tinha, que era botar Mega. Então se vocês me falem depois se gostaram, tá. Amiguinha, mas... Tá linda. É até onde? É bem longo. É até o ânus.
Gente! Ah, tá bem longo! Chega no ano. Não, e tá bem tratado. Às vezes, quando você tá tomando banho, fica preso no meio das bandas, assim ou não? Fica. E fica também, fica bastante muito... muito no bebolim, né? Que é no pelo do ano. Entendi, entendi.
Nossa, mas é verdade! Assim que é bom, assim que é bom. Minha amiga Mayara era crente. E ela tinha um cabelo até a bunda. Então agora eu ia ficar imaginando pra tomar banho. Que tipo assim, gente... A mulher que tem um cabelo muito grande, ela tem que prender, mas vai lavar. Gente, dá muito na parte do cabelo crente de crente. O bom de ter cabelo grande é que você lava igual a mulher de filme. Assim, ó, pondo de lado.
E o chuveiro? O chuveiro tá onde aí, assim? Ai, gente. Foi em cima, né? Vocês, quando colocavam a toalha na cabeça... Ah, a Jenny não, né? Mas quando vocês colocavam a toalha na cabeça, vocês não ficavam assim, ó? Eu ficava assim. Apertando. Eu amo jogar assim, olha. Jogar assim pro lado, assim. Quando eu era criança, a viada fazia assim. Minha mãe, ele vai ser jogador de futebol. Vai ser piloto de avião, quero sair da minha mãe. Vai ser piloto de avião. E eu, assim, a criança brincando.
é capete e cera eu não era gay desse jeito meu vizinho, que começou com as histórias a gente ia brincar com meu vizinho ele falava assim ai, vamos brincar, eu vamos sei lá, eu tinha a toca do Gugu, o soco do Gugu algumas coisas assim de brincadeira, que eu tinha todos os ensinados do Gugu e aí ele falava o cozinho do Gugu, mentira que horror o telhado do Gugu nossa ai que horror
E ele falava assim, vamos se vestir de noiva. Aí ele pegava os lençóis da minha mãe e fazia tipo uns looks de noiva e ficava desfilando. Muito bicha, gente. Bicha Bicherry, meu nome dele é Bruno. E aí ele colocava também umas caudas de sereia. Fala assim, vamos brincar de sereia? Aí ficava as duas sentadas assim, com a cauda de sereia lá. Assim bonita. E eu, ai, é muito chato brincar com o Bruno. Mãe, não gosto. Mas aí, comecei a gostar, entendeu? Da brincadeira.
Amigo, ele se converteu? E eu tenho certeza que eu virei puta, porque um dia, quando eu tinha oito anos, eu fui brincar de Barbie com uma menina da igreja. Ela tinha nove. E, gente, a Barbie dela, ela chegava assim no Ken e falava, eu tô grávida. Aí eles transavam assim, eu tô grávida. Aí ele falava, esse filho não é meu.
Aí ela, ai, tudo bem, eu vou criar ele sozinha e ir embora. Aí depois o Ken, uns dias depois, voltava e falava eu sei que, desculpa, eu não tava pronto pra ser pai, eu vou assumir esse filho. Ela, não, eu vou criar sozinha. Gente, a Barbie dela transava com o Nobiano. Aí eu cheguei em casa e contei pra minha mãe, eu falei mãe, a Barbie dela é mãe solteira. O Ken não quis assumir. Minha mãe falou nunca mais você pisa naquela casa avalçoada. Minha mãe falou. E eu nunca mais pisei.
Gente, mas as tramas… Não era de… Era meio de novela, mas assim… Gente muito profunda. Mãe solo. Ela super arrasou, a vibe era a Gerluce. Só que assim, ela fazia as vibes transando. Eu não entendia aquilo, entendeu? Eu falei, olha… Ó como, né…
Você lembra quando vocês descobriram que era sexo? Ou que vocês achavam que era sexo antes? Quando eu descobri? Nossa, agora você foi analista mesmo. Eu acho que é de Barbie, não é? Tipo, meio de fazer… Mas entender a penetração, assim? Entender isso?
É que sexo não é só penetração, né, Y? É, então, o Guinage, quando eu aprendi... Sexo não é só penetração. Eu comecei quando eu tinha sete anos, eu descobri e estudei que era Guinage, entendeu? Eu acho que na escola, né? Eu acho que foi na escola, gente. Não, acho que em filme. Não, minha mãe sempre me protegeu de filme.
Uma vez, que eu era moleque, né, gente. Ah, esperta! Locadora, sabe locadora? Locadoras, se vocês não são dessa geração, gente. Tinha ali umas… Tinha uns locais que você tinha que ir alugar um filme. Aí você ficava no final de semana pra poder assistir ele. E tinha que devolver. Às vezes, tinha fita cassete, o VHS.
Você tinha que rebobinar pra devolver. E nesses locais, também tinha ali um espaço de DVDs ou fitas pornô. E aí, o moleque entrava pra ver. E aí, a primeira vez que eu entrei, eu fiz assim. Aí eu fui olhar todo curioso. Aí eu peguei uma fita e fui ver escondido. Quando eu olhei, gente, era o Hit, o pornô com cavalo. Aí tinha uma mulher com cavalo. Eu fiquei horrorizada assim, olha aí, criança. Nossa, olha as locadoras de hit, né? Amiga, tava bem no canto, todo mundo via. Aí eu fiquei horrorizada, gente.
Eu lembro que quando eu descobri o que era masturbação, na hora eu já falei, é pecado. Na hora eu pensei, é pecado? Porque eu era muito a culpa cristã. Você cresceu na igreja. Porque você tá matando o bebê, você não ralo, né? Eu descobri lá pelos meus 11 anos, acho. Aí, meu primo, ele tinha TV a cabo e eu não tinha, mas é porque o pai dele trabalhava na net, né? Porque ele também era pobre.
Aí eu ia na casa dele, dava de madrugada, ele colocava no canal porno, porque ele tinha todos os canais. Aí ele tirava o pau pra fora e começava a bater punheta. Na sua face. Ele falava pra eu bater com ele também, mas não era uma coisa... Não tinha subtexto humorótico, não tinha.
acompanhar a punheta, não é você bater. Ah, entendi. É bandeiragem, é. É, amigas. É. Aí eu fechava o olho e falava assim, eu falava assim, não, não, não, é pecado, é pecado, não vou, não vou, não vou. Aí, uns dois, três meses, eu já tava...
Pegava os clitórios assim, ó. Pá, pá, pá, pá. Isso, isso, isso. Ai, bota na Emanuele. Ficando até de madrugada, criança, cheia de olheira. Até pra ver a Band Privé, três da madrugada. Que delícia, Band Privé. Ai, gente, não. Chocada. O que eu soube que era isso, mas assim. Ai, eu lembro também, vocês pegaram aquela época do João Kleber, que tinha um teste de fidelidade.
Ai, sim, que tinha aqueles puto gostoso, não é? O Marcos Oliver. Sim, o Marcos Oliver, que era muito gostoso, gente. E aí foi um dia que eu entendi, eu era tão inocente que eu falava assim, na hora que beijava, acabava. E aí, nesse episódio, o John Kleber faz uma zoeira de que o Oliver tinha comido a mulher. E aí eu fiquei assim, olha... Ele comia. Como assim comeu? E aí tinha casos que eles transavam. E eu fiquei em choque, assim.
É sério? Nossa, que barja! Sim, eu entendi, eu fiquei em choque. Tipo, se a gente fizer coisa de segolô... Exato! Eu fiquei em choque. Eu entendi isso quando eu era criança. Após ter sido entendido errado. Mas assim, eu entendi quando eu tinha transado. Como que nós...
pais controlavam, não conseguiam controlar a gente com TV. Imagina hoje com o celular, gente. A vida que é o inferno com essas pessoas. Só que hoje as crianças, em vez de estar batendo punheta, inclusive eu acho que o perigo dessa geração... Elas estão gunando, que é pior ainda. Amiga, gunar uma bênção. Gunar uma bênção.
Elas estão vendo, ó, café com teu pai. Se tivesse todo mundo batendo punheta pra mulher tatuada, que tem pai ausente, a gente não ia ter esses problemas do Red Pill. Se tivesse vendo Emanuele, a gente não ia ter esses índices subindo de crianças misógenas, crianças. Mas, gente, horrível. É verdade. Vendo o filme do controle remoto mágico, que é o maior hit do CineBand Privé, eu tô sempre divulgando. O clássico do CineBand Privé.
Clássico Custo. Passava até no Cine Bellasite do SBT. Esse daí, tão bom que era. No Intercine. Vamos ser sinceros. Era muito melhor pornô com historinha. Eu amava. Eu odeio pornô sem história, gente. Pra mim, não faz o mínimo sentido. Não faz. Essa coisa, o Privacy. É que hoje em dia, o Privacy e o OnlyFans, eles são péssimos atores, né?
Aí chega assim, porra, mano, tô aí, maluco. E é uns viados que você vê na internet, os viados miando. Aí na hora de falar a interpretação lá dos irmãos do Tado, fica engrossando a voz. Aí a gente não acredita, né? Que nem nas nossas publi, né? É, que nem nas nossas publi, que a gente muda de personalidade. A gente não, as nossas amigas. Eu não penso história não, não dá. Vamos logo ao assunto, vamos logo.
Eu vou ver essa história e eu só pulo, só. Não, não. Tem que gravar, jogar no grupo com a Ana. Vamos lá. Nossa, você falou, vamos logo ao assunto. Eu falei, nossa, que milagre. Vamos entrar no tema. Mas não era, né? Ainda não. Não, esse milagre aqui não. Tem duas evangélicas aqui, mas milagre não vem. Não, mas assim, vocês não tiveram contato com Conto Erótico primeiro, antes da pornografia? Amiga, você sabe que eu comecei aí, né? É, eu era viciada em Conto Erótico. Você sabe que eu comecei aí?
Não, eu comecei o meu perfil eu me descobri Ana no Orkut depois do Orkut eu abri um blog que com 14 ou 15 anos eu escrevia contos eróticos humorísticos
Humorísticos. Ah, você era o Marcelinho. É. Antes eu não me morto, então, que saiu no válsero era Marcelinho. Mas era antes do Marcelinho. Eu escrevia. Era bem antes do Marcelinho, inclusive. Então inventa um conto erótico humorístico aqui, um contéco. Ah, e o pau no meu cu, eu fui ver, era uma salchicha. Quando eu vi, era um hot dog, saiu o purê. Era isso o conteúdo? E cadê o erótico?
Porra, salsicha. Cu. Salsicha no cu. Não, gente. Detesto coisa com comida. Ai, você tá somelhido com o terótipo moríssimo. Ai, nossa. O meu sobrinho tinha uma babá. E aí, ela tinha uns livrozinhos que era, tipo, daqueles que ela comprava de…
De banco, Sabrina. É, Sabrina. Sabrina. Ela pegava, e um dia ia lá e pegava e começava a ler. Gente, e eu… Aquilo que fez eu começar a ler, demorar livros. Que eu amava, gente. Eu amava, eu ficava só lendo a Sabrina. E aí, ele pegou ela. E sempre era um homem muito forte. Meia embalagem da catuava, assim. Muito viril. Ai, que delícia. Tanto que eu tenho vontade de pegar esses homens, assim, sabe? Um dia pegar um homem muito alto, assim. Sabe aqueles, assim, tipo… O peito é a minha cara, assim.
que tem uma vontade de pegar uma homilégia. Só pagando, né, amiga? Amiga.
Eu também tenho, mas eu penso, putz, quanto será que eu tenho que juntar? Ah, não. Ah, o que é que tá no mínimo, né? Eu não ia ficar bem pensado no programa. Eu ia pensar, tipo assim, eu acabo agora. Será que é rápido? Não pode dar uma hora. Será que é pior? Será que é mais caro? Sabe o que é pior? Eu teria coragem de pagar, mas eu acho que eu ia apaixonar. Eu ia querer mais. Sabe um que eu sou louca? Um dia você ia apaixonar. Amiga, eu apaixono antes de conhecer a pessoa.
Eu me apaixonei, sabe por que eu me apaixonei, Jenny? Por quê? Pelo narrador da meditação guiada durante a pandemia. Vou dar essa dica aí para as ciririqueiras de plantão. Você vai baixar o aplicativo, chama Lojong. É um elefantinho.
Você vai na... Ele vai ter vários programas pra você fazer. Vai ter o que chama O Caminho. Você vai entrar nele. Vai ser a primeira. Acho que é relaxamento total. É o primeiro que tem. Tem uma introdução e tem um relaxamento. Você vai fazer aquilo, porra.
Vai te subindo um negócio. Ele vai falando cada parte do seu corpo com chichada. E vai subindo, e vai subindo, e vai subindo. Quando você vê, você já tá duraça, velho. Você já tá pulsando. E no final, porra, é uma gozada com acolhimento, cara. É uma gozada com acolhimento.
É uma gozada. É que ela tem alma, sabe? E aí eu falei assim, porra, essa voz... Ela goza com qualquer coisa mesmo. Essa voz, ela não pode parar na voz. Eu fui e achei o perfil dele no Instagram. E ele era um gato. Aí eu ficava mandando mensagem pra ele. Oi!
Adorei a meditação de hoje. Fiz essa aqui e muito boa. Nossa, sua dicção é muito boa. Sua voz é muito calma. Sua oratória é que nem da ferna da com o como. Ele nunca me respondeu. Eu até deixei de seguir porque eu tava me fazendo mal. Ele não me respondeu. É melhor. Vamos cada um pro seu caminho.
Ana, eu cresci, agora sou mulher. Tenho que encarar tudo com muita fé. Eu vou seguir o meu caminho e te esquecer. Nossa, amiga, a pandemia foi difícil. Negócio com a obrigação de guiada, né? Sim. Foi. Eu lembro que teve uma vez que o Paulo, que eles tinham o Yei Gay, né? O Thiago, o Dantas e o Paulo postou um vídeo que eram dois caras transando na pandemia. E tava tocando Yei Gay atrás.
E eu fiquei muito em choque, assim. Tipo, tem gente que transa ouvindo podcast, gente. Vocês são loidos. Amigo, esses dias me marcaram também a pessoa transando com o react meu atrás. Eu falei, não. Eu falei, não é possível. Não, não faz. Fim dos tempos, amiga. Como que seu pinto endurece comigo com cara de lavadeira? Ai, do school. Não é possível, gente. Não loia, mas tem que estar na fúria, sabe?
Nossa, não, não, não. A geração da Dalla, ela consegue com tudo. A geração tina. Geração. Tá, Dalla.
É o Renato Russo. Ai, queria muito fazer publi do Tadala, viu? Se o Tadala botar azeite, eu sou mal. Mas aí tá vendo como funciona. A Jane colocando o Michael aqui do lado dela e batendo pau da rama. Olha como funciona. Fica assim mesmo. Fica assim mesmo. Ó, isso daqui na cabeça, ó. Tadalas. Viu? Vamos combinar?
pau duraço é muito melhor que pau grande se ele é duraço é muito superior que um pau grande meio molão
Ah, gente, falei. Tô leve. Tô leve. Meio molão é ruim, gente. É meio molão, porque ele não fica totalmente rígido, assim. Mas é bom pra chupar. Pra chupar é muito bom. Porque derrete na boca. Não gosto, não gosto. Eu acho bem o salsicha. O salsicha é do Conto Heróptico Morístico. É, Conto Heróptico Morístico. Não acho legal, não. Eu gosto disso daqui. É muito sentido, mas... Oi, oi, oi.
Capitão Caverna Exato, amiga Capitão Caverna Entendeu? Ah, tá louco Pegar Gente, mais uma vez O maior pinto que eu peguei na minha vida Era de um menino que eu peguei ali em Londres E ele era brasileiro
E meio gordinho. Olha o Brasil exportando! Exportando, amiga. Antes da Anitta. E aí, eu pegava e segurava. Gente, dava vontade de pegar uma mini balança daquela de crossfiteira e colocar em cima. Eu chutaria uns 700 gramas de pinto, gente. Chutaria, e era muito grande. Gente, eu tô com 500 de mega aqui. Você tá com 500 de mega, amiga? Imagina, bota mais umas 200 gramas, acho que era ele.
Nossa! Mas é que os pesados geralmente são mais molões, né? São, e o dele era meio… Quase um pouquinho mole, mas ainda era muito bom, assim. Mas já saí com cara que era grande mole. Mas aí a culpa não é nossa, que a gente não conseguiu deixar entumecido. Ah, mas não é, tem uns que não têm capacidade. A minha ereção é bem ruim. É, mas será que não é porque você é toda com problema mental?
tomar remédio, medicamento, quem sei, remédio é feta. Será toda quarta-feira? Será? Não, eu tô... Minha ereção já era ruim, porque assim, quando eu decidi ser ativa, eu precisava estar bem calma, porque se eu tô assim, deitada, e eu levanto, acabou, foi embora. A pressão foi embora, amiga, porque tem que esperar a sigulação, hein, galera? Tem que esperar?
Mas agora com que eu tomo um antidepressivo forte, eu tomo a dosagem máxima do meu remédio. Tudo. E meu pinto não funciona mais pra nada. Eu só tenho meu cu. Amiga, assim mesmo. Amiga, mas aí tem que equilibrar com vontade da aula. E eu não tenho vontade. Eu tomei já, não funcionou. Não funcionou? Não, acho que eu perdi. Não, acho que eu perdi. Mas amiga, você faz exercício físico? Exercício físico resolve.
Ah não, amigo. Tem que fazer para o morrer. Tem que fazer para o morrer. Eu acho gordofóbico você perguntar isso pra mim. Ela nitidamente faz. Ela corre. Por que pra Jenice eu não pergunto? A Jenice é que ela faz, que ela posta. Ah. Você não posta, tá pago. Aí eu perguntei. Ué, Ana, mas olha isso daqui. Olha esse ombro do cebola.
Até que você fosse falar, olha esse ovo, você é moço. Mas, Jane, uma coisa que você não pode falar, você é mulher, você é mulher, é de religião, de matriz anglicana.
Patrícia Cuterana. Mas gorda não é mais. Eu vi a Jenny. Eu vi a Jenny ao vivo. Na final do corrida. Gente, uma bonequinha pequenininha. A Jenny é muito. Nossa. Eu fiquei chocada com ela. Ficar falando que ela é gorda. Porque ela tem sim cara de bolacha. Sim, pesa mais que 700 gramas. Essas bochechas.
É uma coisa. Sim, tem cara de fã. Pinhonho com Kiko, sim. Mas o corpinho é minúsculo. Ela é minhãozinha. Agora, eu não me considero mais gorda depois de tanta público-voz saúde. Você é mid-size, né? Mas eu acho que eu mereço esse local de fala, pois eu fui chamada de mamute e continuo sendo há muito tempo. É sobre o espaço que você ocupou, né?
Ana, exato, meu passado não sai assim tão simples não sai, a sombra Jung diria isso, né, a sombra fica na gente não é? Sim exato, eu tô usando o M agora mas eu tenho uma calça 46 com lycra no meu armário, então assim 46 eu uso, 58 ah, mas você é giganta, amiga não tem problema, tem vários tipos de giganta é é é é é
Sabe? Porque você viu que eu sou pequenininha também, né? Eu com 46 já fica um paralelêpípedo, né? Sim. Então, assim, sabe? Ninguém vai tirar o meu passado de mim. E nunca se sabe o que vai acontecer. E nunca se sabe o que vai acontecer depois que eu parar de tomar a mão já. É. No futuro, eu deixo a existência.
Vai que estoura uma guerra e acaba a farmacêutica Lili, não é? A Voz Saúde, que vende a Lili. Alguém joga uma bomba na Voz Saúde. Gente, acabou. Acabou tudo, assim. Exato, exato. E aí? Vocês vão me julgar? Porque eu fiquei bola de novo. Vamos ter que voltar com dieta e nutricionista, gente? De onde é o Sevil? Ah, pelo amor de Deus. Em 2026?
fazer dieta não gente, a gente precisa de uma regulamentação que proteja os remédios emagrecedores, Lula por favor o Lula ele usa
protejam nossas canetas agora eu vou fazer campanha real, ele diminuiu muito o imposto das canetas ele quer o meu voto e ele vai conseguir Lula, eu só ia votar em você não precisava ter embaçado
não precisa se humilhar, não precisa se humilhar Lula, meu voto vai ser mas o Lula tá babado nesse finzinho de mandato, né, o que a população pede, ele vai e faz, gente se a população pedir unha francesinha de graça, ele vai dar
Vai, vamos ter maricuna toda sexta-feira! Vamos ver, gente! Você viu que ele tá dando o vale e aquele gel pra mulher de preso? Ah, mas elas queriam! Elas e bonita! E bonita na visita íntima, ele é tudo, gente. Tem o direito constitucional, gente. Bonita na visita íntima, não estou entendendo, que isso! Das bichas… Não, e o auxílio das bichas que ficam fazendo conteúdo de marmita pro marido que vai pro presencial. Vocês viram isso recentemente?
É tudo, Lula! Ele ganhou auxílio? Tá ganhando auxílio, aquela bicha que fala assim Ai, meu marido vai pro presencial hoje, vamos ver o que eu vou fazer pra ele. Tudo auxílio emergencial, aquilo, gente. Ah, é? O Lula que deu aquela barbita térmica, cacete, top-aware. Você acha que ele comprou aquilo com o dinheiro dele? Tem o logo do Gove, aquele novo logo da Amazônia. Tá atrás já, pra poder...
Ele zerou o imposto daquele conjuntinho de leggo, camisetona. Pra ir na visita, que só pode ir. Ele zerou. Então por 30 reais, você compra uma leggo só pra visitar o teu inocente na cadeia. Então assim, o Lula é o pai, gente. Muito, gente. Ai, o Mac Livros, que tem Eduard Louis lá dentro. Gente, pra mim, eu não ia votar. O Mega da Ana, o Mega da Ana. Ela já comprou o auxílio borderline.
Então...
Você chega na loteira e fala borderline, eles vão... O tanto de compra por impulso que o borderline faz, precisa. Eu preciso ter essa reserva, gente. É necessidade psíquica. Não, e você injeta na economia. Igual o Bolsa Família, o povo vai, sustenta. Gente, existem estudos que outros países pegaram e imitaram o Bolsa Família porque o Bolsa Família volta pra economia três vezes mais do que foi injetado, gente. Do borderline.
A única coisa que eu lembro que eu estudei economia é que parece que o Kainis falava isso. Que tipo... Não é? O negócio que entra aqui, ele vai... Entendeu? Aham. É isso, gente. A gente sabe que o que entra é movimento mesmo, né? Movimento gera movimento, né? Falando de política, a gente fala um negócio sério.
Enfim, gente, entrando aqui no tema, Ana, pode explicar pra gente sobre a psicanálise Jungiana, por favor? Na Jungiana, a gente fala muito sobre o subconsciente, a gente fala muito sobre o mundo dos sonhos, o mundo do subjetivo. E é sobre isso que a gente vai falar hoje, sobre nossas subjetividades. O que somos, além do que dizemos ser.
Então, assim, o mundo dos sonhos. Y, além da sua profissão e do seu nome, quem é você? Sabe que esses dias na terapia, inclusive… Não sei, você não me falou. Ele falou assim, como você se define? E aí ele passou pra lição de casa. Ele falou assim, nossa semana se define.
E aí, eu fiquei muito em crise. Porque eu demorei anos pra poder falar, tipo assim. Ai, o que você faz? Eu falo, ah, eu sou podcaster, faço podcast e tal. Demorei anos pra aceitar, assim. Então, agora, eu me defini como que… Dá vergonha, né? Eu sei. Amiga.
saia com um peso, agora sai assim com uma flauta, a voz da Rosalia em Lux, entendeu? Sai assim, olha, soa, ecoa, mas eu me defino como uma pessoa criativa, e com todas as crises existenciais, com todas as dores que vêm, com sabores, que é isso, eu sou uma pessoa que qualquer coisa, paniquei, tô em crise, acabou meu dia, acabou minha semana, já fico fechado, sou essa pessoa, Ana.
Eu também acho que eu sou dessa, sabia? Que por mais por mais sem personalidade que o Border me deixe porque o Border me faz me faz absorver a personalidade do outro
Eu acho que ser uma pessoa criativa é o que me gruda em ser alguém, sabe? Hum, aquela criatividade vinda do trauma. Tem gente que é criativa que veio de trauma, de dor, de humilhação. É isso, assim, gente. E você, Jenny, como você se define? Além de puta!
isso daí é muito 2010 foi o pior do que eu fui 2010 eu acho que eu sou ai que cafô ai tu com vergonha tu falar isso ai eu sou meio insegura achei que era incel quase acreditei
Reds e Pio, Incel, Conservadora e Bolsominion. Ah, eu me defino assim. Primeiro, primeiro. Se eu fosse uma cantora, eu seria Jojo Toddinho. Combina, amiga. Eu me defino como o meu partido é o Brasil. Eu me defino como isso. Eu sou patriota, acima de tudo.
patriota, é isso patriota é sobre, ele é sobre amar o Brasil acima de todos e Deus acima do Brasil é, eu sou assim escreve aí patriota
Mas olha essa psicóloga cortando aqui o raciocínio. A menina se abrindo ali, falando. E você cortando o raciocínio pra fazer piada com ela. Que consulta é essa? Eu não faço piada, gente. Eu já falei que o meu riso é terapêutico. Que o depósito que você faz dos outros é terapêutico pra gente. É calculado, gente.
A gente tá aqui numa consulta aberta. Então, tem que pensar também em quem tá assistindo. Pensa na audiência. Então, qual que vai ser o efeito terapêutico pra quem tá assistindo? É.
Não é só o dela, ela não importa, ela é a minoria aqui. Ô, gente, eu tenho essa questão do Y, eu tenho vergonha até hoje de falar minha profissão, sabe? Porque todo mundo acha, primeiro, que eu sou vagabunda, né? Todo mundo fala, ah, ela deve trabalhar uma hora por dia, ou que passa essa necessidade, que eu sou aquela pessoa iludida, que fica fazendo provador em loja e ganha 300 reais por mês, né? E aí eu comecei a falar, eu sou criadora de conteúdo, só que agora, quando eu falo isso, todo mundo acha que eu tô na indústria pornô, né? E aí
Já tem cara, né?
Não, aí eles falam, nossa, que caidinha, né? Eles acham de novo, ah, tá passando fome, né? Então eu tenho vergonha, assim. Eu falo que eu sou autônoma ou que assim… Aí às vezes eu falo influencer, só que eu sei que as pessoas riem por dentro. Não, amiga, a galera tá tudo na cabeça delas. Olha aí, já é isso, né? Eu riria, eu riria também. Você riria também. Eu riria! Mas a pessoa, eu sou influencer, isso é você, que doida, hein?
Mas tem essa coisa também de a gente não se achar boa o suficiente pra deter um título, né? Tipo assim, ah, eu sou criador de conteúdo. Ah, mas eu tenho 100 mil seguidores, não sou criadora de conteúdo. Eu sou conhecida no Twitter, no máximo.
Tipo Y Controle Y Tinha 100 ouvintes Você acha que dá pra falar que era podcast naquela época? Não, agora dá Agora tem uma voz Tá foda essa época pra você Blogueirinha, Ana Não dá de vista essa safra É o inferno astral Que eu vou fazer aniversário semana que vem Dia 23 de abril Então assim Toro Arroando
Ah, é verdade, eu tinha perguntado. E o da Jenny? Carolina. Leão. Leão. Ah, sim, sua cara, amiga. Mas eu tenho uma coisa que uma vez eu fiz várias terapias, né? E durante uma época eu fiquei com uma mulher, tipo, uns dois meses fazendo Jungiana. Você percebe que o leão não pergunta o signo de volta, né? Porque ele não quer saber, é só ele que importa.
Qual que é seu signo, Ana? Não, não vou falar. Segue o caminho. Fala essa merda desse signo aí. Eu sou escorpião. Eu sou misteriosa. Descubra. É escorpião? É. Mas Jung fala de signo, não fala? Não tinha essa coisa?
Escorpião é signo do pintinho? Você falou? Não, eu falei lixo, eu falei signo lixo. Signo de bêbada, signo bosta. Ah, tá, lixo eu aceito, mas pintinho é meu antidepressivo. A velha da praça, né, do pintinho. Oi.
A surda era oi. Brocha. Signo do mudinho. Do mudinho. Ereção disfuncional. É. Quê? Olha o que eu vou fazer nesse projeto. Eu vou fazer não sei o que. Oi, tá me chamando de careca. Oi. E aí tá o Jung. E aí tá o Jung. Papuda. Signo de papuda. Papuda. Ah, não. Não.
Bicha fora do padrão, quê? Não. Mas na terapia, ela fazia uma coisa de volta pra mim que eu odiava. A cara tipo assim, por que essa pessoa te irrita tanto? E ela falava que isso definia a gente. Porque quando a gente enxerga a sombra de outra pessoa e aquilo nos incomoda, é porque aquilo diz mais sobre nós do que sobre o outro. Mas é... Posso resumir? O Carlinhos Maia.
Num ditado popular que a minha avó falava. Quem repara faz igual. Amiga, mas é. Por que eu acho que as pessoas riem de mim quando eu falo que eu sou influencer? Porque quando as pessoas falam pra mim... Sabe? Sim, sim. Por que quando eu sei que aquelas tontos falam que eu sou influencer? Sabe? O inferno são os outros. O problema é a gente. A saída é se matar.
A TV ainda é mais fácil Vamos acabar com isso aqui agora Vamos botar um ponto pra uma pedra nesse assunto Vamos botar uma pedra Alguma escola de terapia indicava Porque é essa que eu vou fazer É essa que eu quero Prosseguir Novamente nós trouxemos casos De ouvintes Gente, dessa vez a gente tá recebendo muito caso
Se você tem alguma dor, manda pra gente Ou pra Ana na DM Você olha suas DM, Ana? Não adianta nada, manda pra sua DM Ah, e sobre o Joguei, eu não quero receber nada não Ah, então gente, manda no... Então nem o Pix, né? Quero receber nada É jogueinogrupo arroba gmail.com Manda em seu caso suas dores A gente também recebe via DM, no arroba jogueinogrupo
E pra Ana, não precisa mandar pra ela, que ela já deixou bem claro aqui que ela tem vergonha da gente, tá escondendo a gente no feed dela. Então, ó, o primeiro caso de você que teve coragem de se abrir, de você que teve… Parabéns pela coragem. Coragem. A força de ser vulnerável. A força de ser vulnerável, se expor dentro desse podcast que é muito acolhedor e que, assim, você separou um tempo do seu dia.
Pra falar assim, eu preciso escrever o e-mail e mandar pra eles. Porque eu quero ouvir o que eles têm pra dizer pra mim. A gente te agradece, ó. Obrigada por não ter vergonha, tá? Ele não quis revelar o nome. Mas assim, eu senti que foi de coração. Eu senti.
Eu também não revelaria. Não, mas é questão de sigilo, né? Porque eu... É, paciente, né? Tem que ter o sigilo paciente e... Exato. E analisado. Então, analisador. Sei lá, nossa, gente, tô com a cabeça podre. Vamos lá. Olá, podcast de método. Conheci vocês há um mês e estou viciado. Quero ser Ana também.
Vamos lá. Tenho 28 anos e parece que eu só me envolvo com o mesmo tipo de pessoa. Juro, já conheci em ambientes diferentes, em aplicativos, apresentado por amigos. Enfim, as pessoas diferentes, muda rosto, muda nome, mas o roteiro é sempre o mesmo.
Sempre começa muito intenso. A pessoa parece interessada, manda mensagem o tempo todo, chamando pra sair. E eu fico assim, completamente obcecado. Só que depois de um tempo, vira sempre a mesma coisa. Eu me esforçando mais, a pessoa esfria, eu tento salvar, mas nada adianta.
E acaba. Juro. Mas acho que eu tenho uma... Juro, gente. Eu acho que eu tenho uma maldição. Passa o tempo, eu conheço outra pessoa e lá estou eu nesse mesmo ciclo novamente. Como posso ser mais Ana? Não é possível que só exista esse tipo de pessoas no mundo. Beijos e muito obrigado pelo trabalho de vocês. De nada. Ah, eu acho que a solução é só virar uma mulher lésbica. Porque isso não acontece daí. Agora, um homem gay é só isso que você vai ter.
Pусando que ela é uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma ser uma
É só isso. Obrigada, Ana, pela dose de esperança. Obrigada. Não, mas... Eu sou a 13, mas ele foge de mim até hoje. Já esfriou. Eu tenho que ficar me esforçando até hoje. Ele aceitou meu convite. É passiva, ativa, porque tem que ficar implorando pelo outro. Amiga, tem que sair da rotina.
Eu pedi ele em casamento, ele aceitou, mas no dia seguinte ele já queria terminar. Tive que dar uma renegade pra ele, tive que tirar um terreno no nome dele. E é isso que eu vou sujando o nome e vou reconquistando o seu amor. Será que ele é border também, Ana? Que nem você é. Então assim, o meu conselho é...
Você se esforça pra dar certo e as pessoas vão esfriando. Você não tá se esforçando o suficiente. Vá na casa dele todo dia, vá no emprego dele, leve flores, compre bombons, ofereça seu cartão. Quando ele te fala, ai, nossa, queria tanto ir no show da Dolce.
oferece o cartão, oferece tudo que você pode dar pra essa pessoa. Se doe mais. Porque o que você tá doando não tá atraindo a clientela. Não tá sendo a chave, não tá sendo o suficiente. Se você tem ela, tá baixíssimo, não tá dando. A vida é um bumerangue. O que você joga volta pra você, né? Sim.
E perde um pouco da força do movimento na volta. Sim, perde. Você vai acabar recebendo menos do que você deu. Mas você vai receber alguma coisa. Se você não tá recebendo nada, é porque você não tá fazendo a força desse bumerangue. E ele não tá voltando.
Então assim, se você se ele já não quer ficar com você, eu sempre falo você já não é muito bonita você com certeza não é muito bonita, então se esforce mais, porque você tem que dar o dobro de si, se uma não tá sendo suficiente, dobre o que você é É verdade, porque assim, se a pessoa é muito bonita algum louco por ela, ela vai ter provavelmente a pessoa não é então seja bem sucedido que ela vai ser fácil
Sabe? Ai, pior que é meu pensamento mesmo, sabe? Amiga, mas é da maioria, amiga É da maioria Eu preciso não ser bem perdida O caráter, ele só importa Depois que a pessoa já tá apaixonada Então, no primeiro momento, você vai ter que ser Muito rico ou muito bonito Tá? E fica aí, né? Um beijo Beijo Lute mais, lute mais Enriqueça
Eu acho também que o Love Bombing tá muito em alta, gente. Que a galera vem, fica muito intensa, enjoa e vai embora. Vê o mínimo defeito e vai embora. Eu acho que tá normal. Você tá na era errada, meu amor. Devia ter nascido, começado a namorar nos anos 90. Ia ser muito mais fácil.
Que as gays grudavam nos anos 90. Opa, é gay, é gay. Porque a gente tinha a dificuldade nos anos 2000. Tipo assim, conheci uma bicha. Sequer acharam gay, né? É, achar um gay perto de você ou longe. Porque às vezes as gays também nunca ficavam perto no mesmo barro. Pra não ser descoberto, que era tudo sigiloso, tinha medo. Aí a gente tinha que atravessar fronteiras.
Se encontrar, se curtir, se achar bonita. Uma ser ativa e outra passiva. Combinar sexualmente. O que era isso? Às vezes, fazer tudo isso no final?
Eram duas passivas. É, salsicha com salsicha. É, e aí tinha uma obrigação que a gente pensava, é muito difícil caçar. Vou ficar… Agora tá tudo ali no aplicativo, que a Ana tá divulgando, inclusive. É isso, gente, que acontece. Porque ela não usa, porque ela usa o Badu. Eu uso sim, gente. Eu uso sim. Eu amo usar. Mas, Ana, eu fiquei com uma curiosidade. Você que tá aí há 13 anos…
Pra ouvinte aqui, a gente que tá aqui, eu vou fazer 10 anos esse ano. Jenny vai fazer 11, né? 11. Você, 10 anos? Eu vou fazer 10 anos. Nossa, eu não boto fé na sua relação, parece algo tão frágil. O quê? Não sei. Não me passa confiando. Não me passa confiando.
Ai, Y, então termina. Ai, amiga, eu senti um sinal. Mas é coisa de energia mesmo. É coisa de energia. Quando eu vejo ele entrando no seu quarto, não me passa, sabe? Confiança, não me passa. Suga, né? O Breno não deu um match. É. E eu conheci ele no Tinder, inclusive.
Então agora eu acho que eu botei fé. Você não tinha me falado essa nuance da relação. Então acho que vai dar certo. Já usaram a ferramenta 4EPAR? Então acho que vai dar certo, amiga. Pode investir agora. É de verdade mesmo.
Mas como que a gente consegue apimentar a relação? A gente vai lá e assiste um hater de rivalry que dá aquele tesãozinho ali e começa a transar do nada. O que você recomenda pra dar uma apimentada, Ana? Ai, amiga, apimentada. Ai, é trair, né? Trair é um...
Trair é a única coisa que ativa os hormônios novamente, né? Porque tem a coisa do abrir a relação, mas abrir a relação não é a mesma coisa. Tem que trair, tem que fazer as escondidas, tem que ter a pessoa descobrindo o drama, entendeu? Porque aí quando você trai, você volta pra casa e você fala, putz...
O que eu fiz com a pessoa que tá me esperando aqui? E aí você vai falar assim, vou comer esse cozinho que é o cozinho que eu amo. Aí você vai fazer um sexo com amor. Aí você vai fazer um sexo com vontade. Porque sem a traição, gente, não dá. Não tem assistir pornô junto. Não tem comprar brinquedo erótico, gente. Não tem. Tem que ser traição sim.
E daí, gente, daqui um mês a pessoa descobre, aí vocês ficam brigados, tipo, uma semana e você implorando pra voltar e a pessoa não, não, não. E daí ele acaba te desculpando e daí quando vocês vão fazer o sexo de reconciliação, a pessoa dá o sangue. Ela não quer que você trai mais. Então, assim, gente, a melhor coisa mesmo é quebrar o laço de confiança.
A da paranoia do outro, né? É o medo de perder, é a valorização. É, não tá ganho. Ó, tamo 10 anos juntos, mas não tá ganho não, meu amor, entendeu? É, ninguém pode suar que você tá ganhando suído, que é só que você é caprichoso. Eu assumi, né? Amo. Segundo caso. Eu me interesso e desinteresso muito mais rápido.
Olá, meus amores. É o outro. É o que ela tá... O outro tava conversando com esse. Gente, olha que... O primeiro ouvinte.
Todas uma classe. Gente, foram vários e-mails que chegaram desse jeito, com esse mesmo título eu tive que escolher um. Mas são várias pessoas. Gente, o meu marido cegou. E tá com cara de cu. O que que tá acontecendo que você tá com cara de cu? Fala pra ele vir dar um oi pra mim. Ana, tô uma vergonha. Mandou beijo pra Ana?
Fala pra ele vir ver, porque eu tenho uma coisa pra mostrar pra ele. Não, ele não vem, ele não vem. Fecha esse botão, puta. Fecha esse botão. Olha que ridícula. O decote subindo. Ela abrindo o cardigan dela. Vai cagar, menina. Bota aí no Switch, bem vagabunda. Falando de cardigan. Nossa, cardigan é coisa de puta mesmo. É coisa de carola, que fiz de que não dá e dá pra todo mundo. De puta sonsa. É muito de puta sonsa. Bota nos stories que eu ouvi cardigan, puta sonsa.
Olá, meus amadores, eu amo o trabalho de vocês. Por favor, não falem meu nome. Eu tenho um problema que nenhum amigo leva a sério. Minha dor. A gente que vai levar. Estou aqui buscando esse espaço seguro.
Nossa, a gente tinha o quadro do espaço segundo, não é verdade? A pessoa buscou o lugar certo, eu fico tão feliz. Ai, gente, o destino te trouxe aqui agora. Agora você vai ouvir algo que vai mudar a sua vida. Presta atenção nessa minutagem.
Eu perco o interesse nas pessoas muito rápido No começo eu fico super animado Converso, flerto, quero ver Faço questão, vou atrás Pago Uber Que eu acho isso muito importante, né? Pago aplicativos de corrida, não só Uber 99 também Que ninguém tá pagando aqui Mas depois de pouco tempo Parece que alguma coisa vira Eu começo a reparar em pequenos detalhes A me incomodar E tudo perde encanto, e aí já era E aí
E não é que a pessoa fez algo, necessariamente. Eu só paro de sentir e tudo perde a graça muito rápido. Tem vezes que eu chego a pegar ranço da pessoa. Sendo que ela literalmente não fez nada. Que intenso! Ana, eu tenho cura. Essa pessoa faz love bombing.
eu acho que você está procurando motivos para ficar sozinha. Será mesmo que você está procurando alguém? Ou você está fingindo se esforçar que quer ficar com alguém? Mas, na verdade, você tem medo dessa conexão. E a qualquer deslize do outro, você vai pular fora. Você tem medo do comprometimento.
Ana, não é só isso. Será que a pessoa não tá se achando boa demais? Será que você não tá supervalorizando o seu dote? Mas se for bonita... Não, ok. Mas esse bonita tá escrevendo... Isso é atitude de gente bonita.
Gente, feio não pode fazer isso. Feio só, feio. A gente quer feio, a gente sabe que a gente não tem isso direito. A gente leva o não na nossa existência. Vocês não veem aquele sprint que bomba no Twitter, tipo, das pessoas dando fora no Instagram, sendo super escroto? É sempre feio. É verdade, amiga. Tem o que quer se achar. É verdade, amiga. Ai, eu não acho.
Acontece. Você nunca se enjoou de uma pessoa? Eu já me enjoei, Ana, várias vezes. Bonita não. Nossa. Quando a pessoa é bonita, não enjoou por nada. Ela pode falar o que quiser pra mim. Eu já enjoei de alguém bonito. Uma vez eu fiquei com o Ruivo, que ele era a pessoa mais alta que eu já fiquei na minha vida. Ele tinha 1,97. A mão dele desse tamanho, gente. Isso é na minha carne inteira. E eu peguei ranço dele, porque ele era um chato. Nossa, sabe o menino que eu peguei ranço já? Que era bonito.
Ah, eu vou falar. Não, ele é meio famoso. Bem meio. Mas eu quero... Vocês bipam depois? Pode ser, por favor, Luiz. Ai, sei. Lembram.
Deixa eu ver. Eu saí com ele há muito tempo atrás. E ele é todo padrão. Ele é padrão. Só que ele é muito chato. Muito chato. Muito chato. Nossa, eu não tô assando no Instagram. É no Twitter. Eu vou falar outra coisa e bipa aqui. Ah.
Lembra? Aham. Há muito tempo atrás. Lembro. Então. E sim, amiga. Ele era muito chato. E aí, com o tempo, eu fui reparando que eu tava dando trela pra ele só porque ele era gostoso. E aí eu falei assim, gente, por que eu tô fazendo isso comigo? E agora eu tô fazendo isso de novo com um fã da Jenny. Outro.
Outro fã da Jenny. Outro fã da Jenny. Pior que eu tenho os fãs bonitos, hein? Tem, a Jenny tem os fãs bonitos. Tem, tem ali. Gente, eu tenho os fãs bonitos. Então se é pra se humilhar, que seja por uns bonitos, entendeu? Não vai pra fã de BTS, que é tudo monstrinho. Ele tava esses dias com ciúmes, porque eu fiz a parceria com o Felipe Golden Boy pra puxar mutirão pra ele. Aí ele veio assim, ai, não gostei que você fez mutirão com o Felipe Golden Boy, tal, tal, tal.
Aí eu falei assim, ai, mas é que eu gosto de manter essas relações entre creators e tal, né? É, tem o Y, tem a Jenny. Sindicalizar, né? É, tem o Y, tem a Jenny. Ele falou assim, mas a Jenny é uma mulher incrível. Esse menino não tem qualidade nenhuma. Do Felipe Golden Boy? Coitado. Gente, ninguém nunca me descreveu como uma mulher incrível. Ai, tu tá...
A dizer que ele foi uma mulher estupenda e honrada.
Ela é uma mãe de família. Ela é abençoada. Ela é uma pessoa do bem. A Jenny é do bem, meu. Gente, ontem alguém comentou que os fãs da Samira gostam de mim e odeiam o resto da Jennifer TV, porque só eu gosto dela. E daí um comentou assim. Ah, essa dia TV está mais para breu TV de tantas pessoas horríveis. Que bom que tem a Jennifer, que é o último faço de luz que ilumina essa... ... Ha!
no Breu TV a pessoa seguiu olhando a Razziv e põe até o Fipe gente ela fez um conto erótico Breu TV o Zazal tem que ir pra Breu TV galera ah eu acho que é o mal do século esse caso, vamos pular mentira vamos pular
Ai, depressão é o mal do século mesmo, né? Vamos lá. Não, mas eu acho que é a pessoa que… Ai, seu problema é que você enjoa das pessoas? É. Ai, meu problema é que eu sou muito boba. É. Eu já estava no chip no seu lugar. Quando eu comecei a gravar aqui, eu era boba. Meu problema é que eu sou boba. Ai, meu problema é que eu enjoa das pessoas.
E a Ana, inclusive, foi a pessoa que te curou. Que um dia você veio aqui e você falou... Ah, e ela falou, boba. Seu negócio é boba. E agora você tá rindo. Você é super esperto. É, não. Eu falei, mas a pessoa me fez assim... Ai, literalmente não fez nada. Você é uma chata. Aí ele virou e fez igual aquele meme. Aquele meme. Ai, porque você é meme? É, ai, você é uma chata. Não, brincadeira, brincadeira. Mas assim, uma hora bate, sei lá.
Às vezes não sou a pessoa certa também, né? Ah, ué, fazer o quê? É, você não é uma com boca. Você tem que olhar, então, pra gente. Você quer achar também, sabe? Se curte. Eu, hoje em dia, eu tô há 13 anos, eu fico, porra, eu podia ter dado tanto meu cu a mais se eu não tivesse preso a esse homem. Tô presa. Porra, eu podia ter engravidado de cada um para diferente, sabe? Mas não.
Seu marido deve adorar ouvir isso, né? Ele ama. E um dia que ele lá parar pra ouvir alguma coisa que eu faço, eu dou graças a Deus.
Ah, mas são os melhores. Sabia, né? São os melhores. Exato, exato. O meu só escuta porque grito aqui, né? O meu trabalho é fora. Só um lado do podcast. Mas... Ah, esse terceiro caso é meio pesado, gente. Aí vai terminar muito triste. Mas quem sabe isso daqui não é, né? Eu faço uma performance pra alegrar. Tá. Eu tenho 25 anos e tô com uma sensação muito estranha. Parece que já vivi tudo que tinha pra viver no trabalho.
Segui todo o roteiro certinho. Fiz faculdade, estagiei, fui efetivada, estou crescendo no trabalho. Recentemente, inclusive, fui promovida. Tudo. Não odeio meu trabalho. Eu só não sinto nada. Eu acordo, trabalho, entrego, participo de reunião, enfim. Mas parece que não tem nenhum propósito, sabe? Ainda mais...
Ainda mais que eu envia de uma terceira guerra mundial bateram na nossa porta. Como que vou conseguir me sentir otimista? E isso me dá muita angústia. Porque parece que todo mundo está encaminhado. Ou está correndo atrás de alguma coisa, tem alguma paixão. E eu não. Já pensei em mudar de área, fazer outras coisas. Mas nada me empolga de verdade.
É isso, minhas caribenhas ameríndias latinas. Só um desabafo. Já estou fazendo terapia e pasme. Minha terapeuta não é holística, Y. Disse que muita gente tem se sentido assim. Só eu que já queria me aposentar? Um beijo e venham para Aracaju.
Um beijo pra Aracaju. É Sergipe, né? Mas vai. Primeiro. É Sergipe. Que terapeuta é essa que vira pra você e fala assim? Ah, eu tô triste. Não é só você. Tem muita gente que tá assim. Você não é especial. Olha pro amplo.
traz problema pra uma nova pra esse daí eu só não ouvi nada a consulta que pode acabar ai gente acho que é simples também ela mesma já deu a solução muda de área você não tá vendo não tá vendo nada ingracinada desculpa isso é depressão é anedonia sabe e digo mais
Por que ela não faz os fins dos sepicar em os meios? Ah, talvez você não ligue muito pro seu trabalho. Mas assim, talvez você tenha um objetivo financeiro muito forte que te motive a crescer, entendeu? Às vezes você comprar uma casa. Duvido que você tenha tanto dinheiro que você já tenha uma casa com 25 anos. Duvido. Duvido.
vai lá, compra uma casa, compra um carro legal, começa a se motivar com viagem. Usa o seu emprego, já que parece que você não gosta de nada, né? E não tem o que fazer, porque não é herdeira, vai ter que trabalhar. Usa o seu emprego como combustível pra você conquistar outras coisas que você quiser. É verdade. Porque tem gente que não liga pra carreira.
Eu acho que essa geração também… Tem gente que não liga pra nada, né? Vamos falar, a Gen Z não liga pra nada. A Gen Z não liga pra nada. Eles estão um pouco se fodendo, e 25 é Gen Z ainda. Então assim, é… Eu acho que é isso, pra você é importante. Eu acho que é até melhor do que pra gente. Eu cresci num lugar, assim, e vi de uma criação que você tinha que fazer algo associado a seu propósito.
A minha profissão, eu tinha que amar a minha profissão. Eu tinha que adorar o que eu faço. E a real é, trabalhe com o que você ama e passe a odiar o que você amava. É isso que aconteceu comigo. Eu me formei em publicidade, eu amava design, amava criação. Hoje trabalho com planejamento porque eu não suporto lidar com design com uma cliente. Ponto, assim, é trabalho. Chego, faço reunião e tal, não me empolgo. Tem um projeto ou outro que eu acho legal vendo. É isso.
Um beijo e vou ganhar dinheiro e ter meus objetivos. Igual a Jenny falou. A melhor coisa, você tira um peso das suas costas. De não ter que trabalhar com aquilo que você ama. Porque não precisa. É trabalho. Não é pessoal. E quando a gente ama... Pode falar. Não, você. Mulher cis primeiro.
Então, vou falar, eu amo o meu trabalho, até porque meu trabalho, gente, é super divertido. Só que, assim, eu não precisaria trabalhar tanto. Eu só trabalho tanto. Tipo, eu poderia ficar só com lives e joguei no grupo, mas eu fui lá e cacei sarna com a Dia TV. Por quê? Porque eu tenho muito objetivo. Eu não quero ficar parada. Sabe, agora eu quero comprar uma casinha SP, eu quero fazer mais viagem. E é isso que me motiva, tipo, a querer crescer.
Entendeu? Se eu ficasse sempre no meu muquifo lá com as roupas dobradas atrás, provavelmente vocês iam se cansar. Ai, a Jenny não corre atrás. Ai, a Jenny não quer crescer. É sempre a mesma coisa. Então eu tô sempre trazendo novidade. Tô sempre me movimentando e tentando ocupar novos espaços, porque eu quero conquistar mais coisas na minha vida pessoal. E nisso você vai se desenvolvendo. Tipo, meu, o salto que você deu, assim, tipo, de maturidade de postura, de humor, de tudo.
E manter na sua essência É maravilhoso, assim Cala a boca, Ana Eu sou uma mulher, como é que seu cara falou lá? Incrível Incrível, cala a tua boca, Ana Obrigada, Y, eu sou uma mulher incrível É uma mulher incrível, amiga, sim Uma mulher e uma profissional incrível Foda mesmo, de verdade Você também, uma mulher e um profissional incrível Eu diria de boca a cheia Uma amiga incrível Uma amelinda caribenha incrível É Arrojando
Mas de verdade, de verdade, você trabalha muito. Até eu que não... A gente não se dá muito, né? Mas eu reconheço. Eu reconheço que você trabalha muito. Então quando eu descobri... Posso falar que você toma Vemvança? Pode falar. Quando eu descobri que você toma Vemvança, tudo fez sentido. Porque antes eu achava que você cheirava mesmo, né? Amiga, mas eu comecei a tomar Vemvança em janeiro. Pra parar de cheirar.
Amiga, a última vez que eu cheirei eu tinha uns 23 anos na faculdade sem festa eu aguentava tudo no café mesmo
Mas uma coisa que eu fico impressionado é que você faz live o dia inteiro, trabalha na TV, grava... Joguei, mama o Michael o dia todo, que eu sei que seu estômago está o dia todo cheio de leite. E ainda assim você consegue ver as nanopautas do Twitter. Gente, eu não consigo acompanhar.
E ainda malho. É uma mulher incrível. Eu sou uma mulher incrível. Mas, Ana, você também é... Isso daí é incrível. Você é? Você é? É tipo, eu olho pra você e nem acredito. É incrível. Eu olho e falo, nossa! Nossa! Não dá pra crer. É incrível. Uou!
é sempre um balde de água gelada é incrível é incrível obrigado pelas palavras maravilhosa
Então, é isso, né, gente? Esse último caso da pessoa que está aposentada, que não tem paixão pelo trabalho, que não tem nenhuma... Você apegue aos bens que você quer ter. Você apegue a uma viagem que você quer fazer. Você apegue a isso. Porque o trabalho é o caminho, não é a sua jornada final, entendeu? Avisa. E você, Ana, como que você encerraria aqui?
Chamando o Maicon, mostrando o meu peito pra ele, mas... Como não, Jenny? Não tô fofa. Nossa, você é incrível mesmo, nossa. Eu queria mostrar pra ele. Eu queria mostrar pra ele que tem verruguinhas em volta. Uma textura bem linda. HPV isso. Lista de galos. Estimula a língua. É igual a Mama Durd.
Glândula de Tyson, né, gente? Procure na internet, Glândula de Tyson. Gente, como eu encerro hoje? Encerro desejando muita alegria, muita paz, energia lá em cima, que é isso que a gente precisa. Quando a gente tá mal, a gente põe uma Ivete Sangalo.
estampam um sorriso no rosto e ó, vamos encarar essa vida de peito aberto. Chega de ter medo da felicidade que você merece. Corra atrás, faça acontecer, saia desse sofá suado, fedido e curta. Levanta a poeira. Isso. Poeira. Vamos lá. Poeira. Poeira.
Vamos terminar com o Alvi. Vocês fazem o coral atrás. Pueira Pueira Pueira Pueira Pueira Pueira Sem raça de toda fé Guitarra de rock Batuque Pueira Pueira Pueira Pra ver
A tribo se balançar. Ai, muito milênio terminar cantando, né? Que vergonha, fecha. Pra ver. Ah, então você quer fechar. Quando for a tribo se balançar, você quer encerrar. Olha, eu pareço uma esquilinha, não pareço? O que é aí? Ai, parece uma barba. Ana, uma barba lisa. Eu nunca vi uma mulher de barba lisa, olha. Ai, ela é muito feminina. De cabeça pra baixo, é aquele look dela.
gente então é isso gente um beijo beijo beijo da gorda beijo da mid size mulher incrível