EP 159 | Retrospectiva Mister Sindico 2025
EP 159 | Retrospectiva Mister Síndico 2025Neste episódio especial, o Mister Síndico apresenta uma retrospectiva completa de 2025, revisitando os principais acontecimentos, desafios enfrentados, conquistas alcançadas e aprendizados que marcaram o ano.Uma análise clara e objetiva sobre a gestão condominial ao longo do ano, destacando momentos importantes, decisões estratégicas e perspectivas para o próximo ciclo.Um episódio essencial para encerrar o ano com visão, planejamento e preparo para 2026.
Dayana
- Pilares da Saúde EmocionalImportância do equilíbrio emocional, físico e espiritual · Impacto no dia a dia do condomínio e na vida dos síndicos · Busca por profissionais de saúde mental · Exercício físico e seus benefícios · Inteligência emocional e autocontrole · Síndico como ser humano, não máquina · César Romão
- NR01 e Saúde Psicossocial dos FuncionáriosAtualização da NR01 sobre psicossocial · Obrigações do condomínio e síndico · Ambiente de trabalho salubre e confortável · Responsabilidade de síndicos e empresas terceirizadas · Impacto em seguros e planos de saúde · Falta de locais adequados para descanso de funcionários
- CondomíniosAdequação de condomínios antigos · Normas e leis de acessibilidade · Empatia e reeducação sobre acessibilidade · Adaptações de baixo custo · Acessibilidade para pessoas autistas · Eduardo Ronquete
- Arte de Encantar e ConciergeAtendimento diferenciado no condomínio · Função deturpada do concierge · Filosofia de trabalho da Disney · Trabalho em equipe e alinhamento
- Gestão e LiderançaDesafios na recepção e cadastro de encomendas · Pressão por eficiência dos entregadores · Conflitos entre moradores e porteiros sobre entregas
Olá, tudo bem com você? Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E hoje nós vamos ter um podcast muito especial. Nós vamos falar um pouco...
de alguns programas que foram referência, que tiveram altíssima audiência e que é importante a gente estar recordando com vocês neste final de 2025. Eu espero que você goste, que você esteja atento a tudo aquilo que nós vamos hoje discutir e para isso eu conto com uma força, um reforço muito forte que é...
A Dayana e a Mari da equipe da Mister Síndico. Sejam muito bem-vindas. Muito obrigada. Mais uma vez, uma honra estar aqui com todos vocês. Nesse final de ano, onde a gente vem prestigiar todos os nossos convidados do último ano de 2025. E vamos trazer esses temas que foram tão importantes para o nosso setor condominial. Bacana.
Eu também agradeço, Demilson, pelo convite e por estar aqui realmente, como a Dai falou, homenageando todos os episódios que ocorreram durante o ano de 2025 e a todos que estiveram aqui presentes.
Muito legal. Eu entendo que nós tivemos cerca de 50 episódios nesse ano e possivelmente nós tivemos aí um número entre 80 e 100 pessoas que participaram aqui conosco dos programas.
Um número significativo, né? Sim. Graças a Deus, vieram pessoas de muita expertise no setor, né? E que trouxeram muita, agregaram muito ao podcast. Sim, é verdade. Então, vamos lá, Mari. Vamos falar sobre o que foi algum dos assuntos aí que foram importantes nesse ano.
Bom, nós tivemos muitos assuntos importantes, mas um dos assuntos que me chamou muito a atenção foi sobre a arte de encantar, o cliente que falou sobre concierge.
que eu tenho visto muito que a gente precisa ter esse atendimento dentro do condomínio. Mesmo que a gente não tenha como contratar um concierge, mas eu acho que a gente precisa entender o trabalho do concierge.
E aplicar ele dentro do condomínio, na medida do possível, com todos os funcionários que a gente tem lá, para os nossos clientes. Bacana. Dentro dos condomínios. Sim. Exato. Foi a Luciana, a Lugadelli.
que esteve conosco falando sobre isso e é uma experte no ramo de treinamentos de concierge e que foi um episódio sensacional que ela trouxe a experiência de vida dela, né, de anos de atendimento e como os condôminos hoje necessitam desse atendimento, exigem, né, em muitos condomínios que o síndico, que os prestadores de serviços tenham um tipo de treinamento diferenciado para atender.
Esses condomínios, né? Exatamente. É isso que a gente tem visto dentro de alguns condomínios. Eles querem um tratamento diferenciado, seja da portaria, do zelador, do preposto, do síndico, de todos que estão ali trabalhando. E eu achei assim... Eu fiquei impressionada realmente com o treinamento que ela acaba ministrando.
E eu quero, inclusive, fazer, porque eu achei muito interessante, para aplicar realmente dentro dos condomínios. Eu lembro que uma das coisas que ela chamou a atenção desse assunto foi que muitas vezes os condomínios que têm a oportunidade de ter o concierge,
é deturpada a função que ele exerce. Então ele acaba cuidando da mensageria, ele acaba cuidando de assuntos administrativos, às vezes até do próprio fluxo de segurança do condomínio, em vez de cuidar da essência.
do trabalho, que é justamente atender os condôminos naquelas necessidades diferenciadas que eles gostariam de ser atendidos. É recepcionar os clientes ali, os condôminos.
ter toda uma atenção especial para a parte da recepção, para a parte do atendimento. A gente brincou até naquele dia que esse tipo de cliente não abre porta, que a pessoa desse serviço é o concierte. Ele que está ali para te recepcionar, para abrir a sua porta, para ter um tratamento totalmente diferente, uma linguagem diferente com os...
Com os condôminos. E em muitos condomínios a gente percebe que virou um faz tudo. Eles querem que faça tudo, realmente. E aí há uma deturpação. Exato. E acaba se perdendo o valor desse profissional por conta disso. Porque a pessoa não consegue dar conta de tudo. Não tem como ele estar em todos os lugares.
E fazer um serviço do gerente predial, por exemplo, do zelador, do mensageiro e também do concierge. Então, cada setor precisa estar alinhado em cada categoria. Um programa que tem ligação com esse também foi o programa que nós falamos sobre a Disney. Sim. Então, a filosofia de trabalho da Disney...
é transformar o funcionário, independente da função que ele exerce dentro do parque, num concierge. Então, o cara que cuida da parte técnica, do funcionamento dos brinquedos, o cara que vende sorvete, o cara que vai à rua, todos eles recebem um treinamento para cada um, além do que eles desenvolvem, eles também serem um concierge. Sim, é a experiência que eles proporcionam.
Exato. Então, por exemplo, a Disney, alguns anos atrás, chegou à conclusão de que um funcionário chave no sistema era o funcionário da limpeza. Por quê? Porque os parques são imensos e as pessoas se perdem e querem achar determinados brinquedos e não conseguem localizá-los. Então, a pessoa que era mais abordada para dar esse tipo de explicação era o funcionário da limpeza.
Então ela reorganizou o treinamento para que esse funcionário da limpeza tivesse também esse viés do atendimento. E ele além de fazer a limpeza, obviamente ele servia os clientes do parque no sentido deles terem as informações que eles gostariam.
Vira um setor de informações mesmo. É, ambulante, né? É interessante. E que eu entendo também, Demilson, como realmente o trabalho em equipe, né? Porque quando você tem uma equipe, a equipe tem que estar totalmente alinhada.
com o propósito ali do trabalho, e é justamente isso, quer dizer, por exemplo, dentro de um condomínio, no momento que o zelador, de repente, não está no condomínio, algumas informações, não que o porteiro ou o auxiliar de limpeza vá fazer a vez do zelador, mas eles precisam ter as informações básicas.
para que seja passado para o morador. Porque, por exemplo, muitas vezes o morador chega pedindo uma informação na portaria e o zelador não está, porque já não é o horário de trabalho dele, ou é final de semana. Mas algumas informações todos precisam ter. Que é realmente o que eu falo sempre, que é o trabalho em equipe.
O que a gente procura fazer é passar todas as informações para todo mundo, para que todos estejam alinhados com aquela informação que a gente sabe que muitas vezes é aquela informação do dia a dia que algum morador vai chegar e vai perguntar. É muito importante. Isso é importante. Tem razão. Enfim, eu acho que tem uma série de conceitos gerais de administração.
e de relacionamento com o cliente que podem ser perfeitamente incorporados dentro de uma gestão condominial. Como os exemplos que você mencionou, transformar uma equipe que possui pessoas com perfis diferentes, com responsabilidades diferentes, mas elas são capazes de...
dar algo a mais no sentido de satisfazer o cliente. Sim, com certeza. Acho que entra, inclusive, um pouco naquele episódio que fala do síndico como um líder multifuncional. As pessoas, às vezes, colocam muito a função do síndico, ele acha que o síndico é só aquela pessoa que está no condomínio para ver se a parede está sendo pintada ou para pagar a conta que precisa pagar no mês. E não é isso. Depende de nós, esse olhar para o condomínio.
para entender cada setor da zeladoria, portaria, limpeza, treinar cada setor de acordo com aquilo que ele precisa apresentar, ter esse olhar que nem você teve de ir para a Disney, fazer um curso, para se especializar, para trazer isso para os funcionários, saber enaltecer esses funcionários, para que eles se sintam valorizados, isso é muito importante. Então, foi um episódio que me chamou muito a atenção.
E me trouxe também esse quentinho no coração da função que a gente exerce no condomínio. Nós somos multifuncionais e precisamos trazer essa realidade para os condôminos para nos valorizar também, valorizar o nosso trabalho, o quanto a gente investe todos os anos em cursos, em especializações, para atender cada vez melhor os condomínios. Sem dúvida. Foi uma coisa que marcou também.
É perfeito a sua fala, Day, porque eu tenho percebido que a cada ano o mercado vai mudando, o mercado condominial, ele vai tendo mudanças, alterações e eu acho que é um momento realmente.
do mercado mostrar isso para os moradores em condomínio, para os condôminos, porque é justamente isso. A visão que eles têm é que nós estamos lá para ver só a manutenção e pagar conta. E, na verdade, não é isso. Porque a gente tem uma equipe, seja ela orgânica ou terceirizada.
ela é uma equipe que o síndico precisa administrar e gerenciar e essa equipe precisa de treinamento, essa equipe precisa de atenção. O síndico hoje a gente vê que ele vai buscar informações e conhecimento e cursos e treinamentos fora inclusive do Brasil.
para trazer o que está sendo feito, o que está sendo aplicado em outros mercados, para melhorar o nosso atendimento aqui. Então, assim, nós somos multifuncionais e somos muito mais do que, digamos, pagar conta e fazer só a manutenção. E a gente precisa começar a mostrar isso para os condôminos.
É, pegando aí um pouco do gancho do que você falou, Mari, saber entender, por exemplo, pessoas, não fazer separação se o funcionário é orgânico ou se o funcionário é terceirizado. Eu acabei de sair de um condomínio agora, é um condomínio empresarial.
e lá tem uma gestão de estacionamento independente do condomínio. E aí quando eu me despedi lá do pessoal, etc., conversei um pouco, a funcionária que lidera lá o estacionamento veio agradecer a cesta de Natal que o condomínio deu para eles do estacionamento.
Então, essa é uma forma importante de nós estarmos olhando, porque muitas vezes, você não é funcionário do condomínio porque não está na folha. Mas isso não faz diferença. Ele é parte integrante do serviço prestado ali dentro do condomínio. Exatamente. Então, a gente precisa dar atenção para esse grupo também, precisa promover...
Cafés da manhã, oportunidade deles se posicionarem, deles debaterem assuntos conosco, porque muitas das soluções não vêm de nós, às vezes vêm deles mesmos. Então, acho isso aí uma coisa muito importante, muito relevante. Vamos falar um pouco, tem mais algum ponto que vocês queriam destacar desse item? Não, acredito que não.
Tá, é porque a gente tem algumas coisas, né? São vários importantes a gente colocar, né? Eu queria falar um pouquinho sobre uma coisa que está chamando muita atenção, principalmente nos condomínios mais antigos e às vezes até num condomínio que está sendo entregue, de repente, que a construtora não se atentou cuidadosamente, que é o assunto da acessibilidade no condomínio.
Há alguns anos atrás esse assunto nem fazia pauta de nenhuma discussão, mas os prédios eram construídos todos com escadarias, sem se preocupar com as pessoas com deficiência, com as pessoas que tivessem algum problema também de deficiência auditiva e assim por diante.
E agora isso está muito em voga e os condomínios têm que reagir a isso em relação a adequar os antigos e estar atento se todos os itens... Agora é lei, né? Norma tem que ser... Normas, exatamente. Normas a serem seguidas, exatamente. Se a construtora, quando entrega, também ela está atenta a isso. Exatamente. O que vocês entendem sobre esse assunto e gostariam de agregar?
De acordo com o que foi dito nesse episódio, tem essa discrepância dos condomínios mais antigos, que a gente atende também, que realmente tem essa realidade. E hoje eu consigo perceber, infelizmente, que ainda há um preconceito de muitos moradores em relação a essas adequações. É uma forma de pensar muito diferente.
Porque os mais novos que moram em condomínios mais antigos, por exemplo, não veem necessidade. Ah, para que vamos gastar com isso? Para que vamos fazer essa educação? Mas não entendem que eles vão envelhecer. E esses condomínios também têm os idosos, que às vezes pode até não ser uma pessoa com uma deficiência, mas tem algum problema de locomoção. É difícil, você pensa, uma senhora de 80 anos, 90 anos, subiu uma escadaria, vem com sacola.
A gente precisa começar essa reeducação e informação para os mais novos, para as pessoas que não veem muita necessidade. Eu acho que é uma das coisas mais frustrantes e mais difíceis hoje em dia da gente trazer para o condomínio. Para eles compreenderem, terem esse olhar de empatia que, tudo bem, ele não precisa, mas pode vir a precisar. E olhar para o vizinho que precisa.
para fazer essa adequação. E também essa questão das implantações que a gente pega. Por mais que hoje tenha as normas a serem seguidas, ainda assim eu percebo que em alguns empreendimentos...
Passa algumas coisas, a gente precisa ficar ali em cima, cobrando, olha, isso aqui não está adequado, porque não é só ter uma rampa, por exemplo, tem que ter a medida certa, tem que ter a curva certa, tem que ter a quantidade certa, até o grau de elevação. Então, tudo isso são detalhes que também, mais uma vez, repito, nós, síndicos, temos que saber para poder cobrar. Mais uma coisa. Mais uma coisa. Então, é essa a percepção que eu tenho hoje em dia.
E às vezes eu vou falar por uma experiência que eu tenho dentro do meu condomínio, né? Onde eu moro, eu também sou síndica, um condomínio grande, um condomínio mais antigo, que eu fiz algumas adaptações, porque nós temos lá cadeirantes, então uma das coisas que, e às vezes não custa tão caro, né? A gente tem umas grelhas, né?
porque é um condomínio com uma área grande, uma área comum grande, e o que acontecia? A cadeira de roda, quando passava ali, às vezes enroscava. Então, eu chamei o serralheiro, a gente fez umas partes, porque precisa...
A água precisa escoar. Mas a gente fez umas adaptações onde passa a cadeira, umas placas de ferro. Então, isso ajudou muito. Olha só. E não custou muito. Não custou muito. Em alguns lugares também, que não dava para... Que eram onde tinha degraus, por exemplo, no salão de festas, de um piso para o outro. A gente também fez algumas adaptações com uma rampinha também de ferro.
que dá para o cadeirante. Então, assim, às vezes com pouco a gente consegue fazer alguma coisa. É como você falou, é boa vontade. Você chama alguém especialista e com boa vontade consegue dar uma melhorada. Porque realmente tem muitos condomínios antigos aí que você vê idosos com muita dificuldade de subir. E às vezes não é muito não, às vezes são cinco degraus.
Tem os condomínios que eles têm a entrada, a recepção, e aí tem cinco, às vezes seis degraus para subir para poder pegar o elevador. E tem muita gente que tem dificuldade. É verdade, é verdade. Sabe uma situação que eu me recordo de um podcast que já aconteceu aqui, que nós enfocamos a questão dos autistas. E, por norma também, pelo menos um elevador por torre.
tem que ter aquele barulho sonoro, fazendo aquele bip na medida que passam os andares e quando para diz o número do andar, isso justamente para pessoas com deficiência visual. Só que aquele bip, ele estarta para um autista, dependendo do nível do autismo.
ele estarta uma reação, uma crise completamente difícil de ser controlada. Então, uma das mães que estava aqui, que mora num condomínio, que tem um filho autista, ela contou que ela levou o assunto para o síndico e o síndico imediatamente cortou aquele ruído. Olha só.
Até porque não tinha nenhum deficiente visual no condomínio. Então o síndico precisa ter essa sensibilidade também de procurar atender quando surgirem situações excepcionais, pegando esse gancho da acessibilidade, que você precisa também se preocupar com outros públicos que estão dentro dos condomínios.
Exatamente, tem que ter uma visão macro de todos. A acessibilidade não é só para o cadeirante. Sim, sim. São diversas situações, diversas questões que as pessoas têm na sua vida, na sua saúde, que a gente precisa ter esse olhar para ir se adaptando, se adequando.
Sempre pensando, a nossa função é pensar no todo. Claro. E quem esteve aqui foi o Eduardo Ronquete, que é para falar de acessibilidade. Ele é um entusiasta do assunto, ele é um arquiteto que se especializou, já escreveu diversos livros. Então, se alguém precisar de uma consultoria no que precisa fazer, a gente indica o Eduardo Ronquete, que foi uma pessoa que esteve aqui, foi muito...
Muito importante todas as observações que ele fez. Com certeza. E pegando esse gancho até da acessibilidade, a gente vai para o lado da segurança, que é muito importante. E eu acho que um complementa o outro. E hoje a gente trouxe também em um dos episódios essa modernização que teve nos últimos tempos, essa entrada das faciais.
biometria, enfim, tem várias... Qualidade das câmeras, né? Qualidade das câmeras, né? E aí a gente trouxe o Hangillad, da Haganah Tecnologia e da Cool Security, que vieram mais uma vez surpreendendo o mercado de segurança, trazendo o DI, e foi uma das coisas que me surpreendeu muito esse ano, porque eu nunca vi nada igual, né?
E eu achei muito bacana esse olhar, que é um projeto já de anos que eles vêm desenvolvendo, e esse ano eles lançaram com louvor.
E aquele projeto que a câmera consegue... É como um olho mesmo, né? Até o formato da câmera é um olho. Que ele consegue reconhecer se a pessoa tem passagem pela polícia, alguma coisa. Ele faz o reconhecimento já integrado com o sistema da SP Sampa, da Polícia Civil de São Paulo. E faz o reconhecimento das pessoas que passam ali na frente do condomínio. Ou que transitam, né? Entram e saem ali do condomínio.
Eu acho que isso é muito bacana, né? Trouxe realmente para inovar mesmo o setor da segurança condominal, não só condominal como um todo, né? É verdade. E a CoSecurity, né, que é do Grupo HANAR, ela tem aqueles postes de monitoramento, né? E já está sendo feito o upgrade desses postes, introduzindo o DI, né, que é essa câmera especial.
por um custo muito baixo, né Mari? Sim. A gente até já fez esse... É, a gente já fez um upgrade em alguns condomínios, e no meu condomínio eu tenho também o Totem, né? E eu instalei agora o DI.
Ainda não está funcionando, eles acabaram de instalar, mas eu estou, assim, bem na expectativa, até por conta de que eu moro numa região onde tem muitos condomínios, né? E foi o pioneiro a colocar o Totem e agora o DI. Vamos ver. E traz uma sensação de segurança, né? Traz, traz, traz. Um alívio de... Traz. Você vê que é uma coisa mais...
Pra nos proteger, pra nos trazer essa segurança mesmo no dia a dia, de saber que alguém tá olhando ali o tempo todo. E principalmente agora, final de ano, a gente tem uma demanda maior de entre e sai.
pessoas dentro do condomínio, desconhecidas, às vezes o porteiro não tem, com essas encomendas que tem chegado. Ontem mesmo eu estava na portaria, eu falei, gente, é uma loucura. Então, às vezes, pode até entrar alguém ali de carona.
que ele nem percebe. Então a gente precisa realmente ter outros mecanismos ali para ajudar nessa questão da segurança. Sim, sim. Eu sempre falo que a segurança é um tripé. É a tecnologia que nós estamos falando.
São os funcionários, a mão de obra normalmente terceirizada que cuida da segurança e o próprio condomínio, porque muitas vezes uma segurança é burlada porque um condomínio permitiu alguma coisa.
Deixou uma pessoa entrar em carona junto com ele na clausura. Ele permitiu que uma pessoa que era de caráter duvidoso entrasse no condomínio. Então existe esse tripé. E aí, já que nós estamos falando de segurança, uma outra coisa que a HANA lançou esse ano também, foi a questão de dar uma nota para o condomínio.
Então, muitas vezes o condomínio toma uma decisão de contratação de portaria e segurança baseado só no preço. E aquilo, pelo perfil dos funcionários que são colocados ali, vai dar uma nota baixa, se você considerar de eficiência do funcionamento, da qualidade do serviço prestado.
a ausência do funcionário com maior ou menor frequência. Então, eles conseguiram quantificar se um serviço que está sendo prestado da mão de obra, ele tem uma nota de 0 a 10.
Então o condomínio fala, mas você me presta o serviço de nota 3? Não, eu te presto o serviço de nota 3, mas você tem que estar consciente que o que você vai receber é a nota 3. Como é que vocês veem essa questão da qualidade da mão de obra dentro da segurança?
Então, Demilson, é um assunto bem, que a gente está vivenciando, inclusive, num dos nossos condomínios. E ontem mesmo eu respondi para uma condomina, que eles estão querendo a proposta, né? E eu falei para ela, falei, olha...
Nós estamos analisando as propostas, inclusive pedindo outras propostas diferentes, porque não adianta trazer aqui para vocês quatro propostas para vocês analisarem preço. Porque a questão não é essa, não é análise de preço. É o escopo, né, Mari? Exato, é o escopo. É muito mais do que aquele preço que está ali.
Então, eu falei, nós vamos aguardar, eu estou aguardando uma nova proposta de uma outra empresa que eu busquei no mercado, que inclusive eles têm trazido essa empresa como referência do vizinho, né? E eu falei, eu quero saber, quero conhecer, porque realmente a gente não tem essa empresa dos nossos condomínios, porque quando a gente... E também trazer um especialista de segurança para conversar com vocês.
Porque não adianta a gente trazer aqui três, quatro propostas para vocês e vocês vão olhar a que está mais barata. Não é preço. Sim. E é isso. Então, o que a gente está levando para dentro do condomínio? Que tipo de segurança? Qual é o escopo de trabalho que a gente vai querer? Porque não adianta a gente levar lá quatro controladores, não sei quantos vigilantes.
Se a gente não tem um escopo definido, o que o condomínio precisa, em primeiro lugar? Qual a expectativa dos moradores ali dentro? A gente tem que alinhar tudo isso, para a gente poder trazer aquilo que realmente o condomínio precisa. Então, eu acho que também é uma nova mudança, um novo olhar, que a gente também precisa levar isso para dentro dos condomínios.
Porque não é simplesmente contratar quatro, cinco, seis pessoas para dentro do condomínio. O que o condomínio precisa e qual é a expectativa dos moradores em relação àquela prestação de serviço. Então, essa pontuação da GANAR achei excelente também. Afinal de contas, uma guerra não se faz só com soldados. Você precisa ter sargento.
tenente, general, para poder organizar todo esse processo dessa guerra pública que a gente vive hoje, já que o Brasil está numa realidade de segurança muito complexa. É, bem complicada. Eu acho que a grande maioria das pessoas, principalmente quando é corpo diretivo, eles vão para o leilão, né?
Eles querem a proposta, qual que é mais barata? E depositam no síndico a responsabilidade da excelência no atendimento da empresa. Verdade, verdade. Então, eu mesma, toda vez que eu vou levantar uma proposta, a primeira coisa que eu falo é, tá, mas eu vou trazer as melhores de acordo com aquilo que o condomínio está necessitando e a realidade financeira do condomínio.
Então, não adianta você querer comprar folhas de ouro com o valor ali, né? De um carvão, né? Basicamente isso. E olha lá, hein? E olha lá, né? Então, assim, a gente precisa trazer essa realidade pras pessoas, que é a vida delas, é o patrimônio delas, são os familiares delas que estão ali dentro. Então, não adianta você, ah, não, fecha os olhos e pega o mais barato. Não, não. Não é assim que funciona.
E a GANAS sempre tem esse olhar para trazer o melhor atendimento, a melhor equipe, o melhor treinamento e a melhor tecnologia. Então, se você quer o melhor, tem que pagar por ele. É óbvio que a gente consegue negociar, que a gente consegue fazer melhorias no escopo para tentar atender da melhor forma possível. Mas, senão, a gente não precisa exigir um patamar, a nota 10.
podendo pagar uma nota 2, 3. Então, isso veio assim para nos auxiliar nessas apresentações, com certeza. É verdade. Você queria complementar alguma coisa? É, e também falar, porque assim, não é simplesmente você contratar, porque contratar por contratar, o que vai acontecer? A empresa vai contratar o controlador de acesso lá? Ele nem sabe o que ele faz.
Porque é uma outra, é algo que eu tenho percebido também, que a mudança no escopo de serviço ali do controlador de acesso. Porque antigamente o controlador de acesso apertava botão. Ele abria a porta e fechava a porta. E a descrição ali de função dele mudou completamente. Então hoje ele precisa saber manusear um computador.
Saber cadastrar, sistema, ele precisa consultar, ele tem o aplicativo da encomenda, ele tem que atender com gentileza, com educação, ele precisa de muita informação para poder atender bem aquele morador, aquele condomínio. Então é isso, não adianta pagar o básico.
que o sindicato determina que a gente não vai conseguir um bom profissional. E é isso também a gente precisa começar a melhorar no mercado e levar isso para dentro dos condomínios. Sim, perfeito. Bom, como a gente está fazendo aqui um...
uma discussão de vários assuntos. Claro que qualquer assunto desse a gente poderia ficar um programa inteiro falando, mas aqui a gente tem que falar de algumas outras áreas. Vamos falar um pouquinho sobre a questão emocional, que é um item de grande importância. Essencial hoje. Essencial. A gente vê que cada vez mais tem pessoas doentes emocionalmente,
inclusive a legislação tem uma novidade para o próximo ano, nós vamos falar um pouquinho dela também, da NR01, mas acho importante a gente falar sobre essa questão, porque a gente também trouxe esse assunto aqui, do equilíbrio.
A vida também não é só o emocional, é também o físico e é também o espiritual. E não estamos falando aqui de religião, nós estamos falando do equilíbrio espiritual que cada um encontra. Sim, com certeza. Então, eu acho que seria importante a gente falar um pouquinho sobre esse assunto, como tudo isso também impacta o dia a dia de um condomínio e também na vida dos síndicos. Quem quer começar?
Esse foi um episódio que me marcou muito. A gente teve a Laís, da Céu Administradora. A Laís. A TIEM da Tracon. E o nosso escritor.
Ai gente, estou presa aqui Não, pode, espera aí Aí Então, e aí O problema é que ele está correndo aqui E aí teve essa Agora sim E a gente trouxe essa realidade Para o meio condominial Porque a gente lida com muitas pessoas Não só os síndicos Mas todos os funcionários, como a Mário falou agora O porteiro, o controlador de acesso Precisa Pela
Absorver tudo ali na portaria. É o morador mal educado, é o cara que chega, não quer esperar a entrega e xinga. Enfim, a vovozinha que está com pressa para passar. Então, esse cuidado com a nossa mente.
com procurar profissionais para nos auxiliar, como uma terapia, por exemplo, profissionais do setor psicológico, o síndico que filtra tudo isso, que recebe tudo isso, tanto de morador, corpo diretivo, dos funcionários, das empresas.
Então a gente é uma esponjinha. Então precisamos olhar pra dentro. E esse equilíbrio de a gente cuidar da mente, cuidar do nosso espírito, né? De fazer uma meditação, né? Não sei, independente da religião que você tenha, você ter essa conexão todo dia com Deus, com, enfim...
Aquilo que você acha importante do setor espiritual mesmo. Que te traz paz interior, não é? Exatamente, que te traz paz. Ler um livro sobre autoajuda também, que eu acho muito bacana. A Mari vai saber falar muito mais do que eu, nosso especialista aqui em psicanálise. E a parte física, que muitas pessoas não falam, a parte de você fazer o exercício físico. Isso diminui o cortisol, libera a dopamina, a endorfina. E...
Faz você pensar, naquele momento que você está fazendo exercício, eu falo assim, sou leiga, porque eu comecei agora, tem um mês que eu comecei a sair do sedentarismo. E só que em um mês eu já sinto total diferença, né? Daquele momento que eu estou fazendo exercício físico, eu não penso em mais nada. Meu foco é ali na minha dor, na minha dor no agachamento. Então, a gente consegue liberar esses três campos.
Aliviando o nosso dia a dia E isso acaba acarretando Melhora a sua saúde, melhora o seu sono Melhora a sua convivência em casa Melhora a sua convivência no trabalho Então é muito importante a gente trazer isso Para a nossa vida E para as pessoas que Nos acompanham, que nos assistem Claro, claro
Bom, eu, como a Day falou, sou suspeita em falar porque eu sou uma pessoa que, mesmo no meio do turbilhão de trabalho que a gente tem todos os dias e problemas que surgem e que a gente tem que atender,
É claro, tem as suas exceções, mas eu sou a pessoa que... Eu gosto muito de disciplina, eu gosto muito de rotina, eu sou uma pessoa disciplinada. Então, pra mim, assim, atividade física, ela é essencial, né? Como você falou, é essencial. Às vezes, eu vou uma vez na semana, às vezes duas, mas eu vou. Tenho os meus momentos também com as minhas crenças, né?
com aquilo que eu acredito, aquilo que eu acho que é importante e que é uma válvula de escape. E para tudo isso, eu até queria contar um episódio que aconteceu não faz muito tempo, quando você começou a falar.
Eu lembrei da importância do nosso equilíbrio emocional, porque a gente precisa ter uma estrutura emocional boa, principalmente, todo mundo precisa, mas nós que lidamos com pessoas, moradores, profissionais, no nosso dia a dia, a gente é um apoio, muitas vezes, para muita gente.
Eu tive recentemente que defender um porteiro na portaria, porque a polícia se viu e ia levar ele embora. Nossa! E tudo porque a polícia chegou, ela tinha um mandato, ela queria entrar e ele não queria deixar. Bom, eu desci, fui atender, eles já tinham entrado. Nesse meio tempo, o porteiro...
extremamente alterado, alterado, que houve uma discussão entre a equipe da polícia civil que estava entrando no condomínio e ele, e ele chamou a polícia militar.
E quando eu desci, a polícia militar já estava no condomínio. O caos instalado. Exatamente, o caos instalado. E aí chame a síndica. E ele extremamente nervoso, e eu tentando entender o que tinha acontecido. Nisso, a polícia, lógico, a militar não quis entrar. Quando eles souberam que a polícia civil estava lá, eles não quiseram entrar, mas eles ficaram lá. E quando a polícia civil estava saindo com o morador, que foi preso,
E eles viram a polícia militar lá, um dos policiais começou a reclamar com o zelador, com o porteiro, que ele tinha chamado a polícia. Certo. E o porteiro começou a bater boca com o policial. Gente. E eu pedindo para ele se acalmar. Bom, resumo.
Os policiais já estavam saindo, quando o porteiro continuou batendo boca, o policial voltou e falou, eu vou te levar. E eu entrei, eu tenho um vídeo, gente, que eu olho assim, eu entrei no meio, falei para o policial que era para ele aguardar, que eu ia conversar com o porteiro, que ele estava nervoso, que ele precisava ir embora e tal. Enfim, não levaram, mas por pouco, ele falou, você está me desacatando.
Eu vou levar você para a delegacia. Então, assim, naquele momento, né? Depois, até eu olhando os vídeos, o quanto é importante, gente, a gente ter a nossa estrutura emocional ali equilibrada. A gente precisa se cuidar. Exato. Fortalecer isso. Fortalecer. De alguma forma, como vocês falaram, cada um...
buscar aquilo que gosta, né? E ter o seu momento ali no dia de descanso. Porque se a gente, se todo mundo entrar nesse turbilhão, né? De intolerância, de falta de paciência, de...
De falar, né Mari, que é assim mesmo. É, exatamente. E de querer tudo ter razão, a gente não vai viver mais nesse mundo. Porque a gente percebe o quanto as pessoas estão agora achando que eu tenho direito, eu preciso falar. Gente, tem um momento certo para falar. Às vezes a gente precisa se calar, sim.
E tudo bem, como você falou, é melhor deixar o outro achar que ele tem razão e você fica... E acaba. Do que perder a sua paz. Porque se toda hora você tiver que achar que você tem razão e que você tem que discutir e que você tem que falar, não tem fim. E a gente está vendo aí o que está acontecendo no mundo. E justamente por isso, porque as pessoas agora acham que elas podem falar tudo e que elas têm que... e não é por aí.
Então, eu recomendo que todo mundo aí faça a sua meditação, a sua oração, a sua atividade física, sua terapia, tome o seu remedinho, faça o que achar que tem que fazer. Mas a gente precisa. E, gente, síndico...
Não é máquina, como eu falei essa semana para o morador. Eu falei, eu sou um ser humano, não sou máquina. Então, a gente precisa. Sábado e domingo é só emergência. A gente precisa descansar. A gente precisa ter o nosso descanso, o nosso lazer, a nossa família. Porque senão a gente não consegue. Na segunda-feira a gente não aguenta.
É verdade. É verdade. Você sabe que, enquanto você estava falando, me veio uma história, uma história verdadeira que eu vivenciei também num condomínio, que uma pessoa do corpo diretivo tinha havido um problema com o condomínio, e ele virou para mim e falou assim, você não vai fazer nada? Eu falei para ele, não fazer nada também é fazer alguma coisa.
E eu ignorei o que aquele condomínio tinha feito, tinha falado, porque não ia agregar nada eu entrar no bate-boca com aquela pessoa. Então não fazer nada também é fazer alguma coisa, é uma opção que você tem.
Então é bem isso O César Romão Trouxe isso no episódio Que ele fala Quando todo mundo está gritando A melhor coisa que você pode fazer é silenciar É a melhor opção que você tem Porque Ninguém se escuta, ninguém se respeita A gente está infelizmente
Num ambiente hoje em dia, num mundo hoje em dia, e caminhando para pior, onde a intolerância está tomando conta de todo mundo, né? Por uma fechada no trânsito você pode ser baleado. É, pode perder a vida, né? Eu tive a experiência horrível de levar meu pai numa consulta médica por conta de uma vaga na rua de Zona Azul. Eu fui agredida por um casal, né? Com mais sete homens.
em volta assistindo e ninguém ajudou. Então, assim, é um absurdo que o mundo está virando, que as pessoas estão virando nessa intolerância. Então, quando você consegue ter essa inteligência emocional, essa força interna de entender, tá, essa situação eu posso controlar? Eu posso fazer alguma coisa para ajudar? Não posso. Vai adiantar eu gritar, eu discutir? Não. Então, vamos silenciar, vamos dar um passo atrás. Isso não demonstra fraqueza, pelo contrário.
É autocontrole e conhecimento e sabedoria. Sim, sim. Nós vivemos aí, alguns dias atrás, não faz muito, a Day e eu, um exemplo que uma subsíndica deu numa assembleia. Excelente. A assembleia estava incendiada.
E nós estávamos, inclusive, concorrendo ao cargo de síndico lá. Fomos eleitos, mas antes de sermos eleitos, a coisa estava muito confusa, muito tumultuada. E essa subsíndica foi lá para frente. Inclusive, ela tinha sido questionada por que ela não se posicionava.
Ela tem que, o que mais falavam Ela tem que, ela tem que isso, tem que aquilo E ela assistindo Aí ela foi lá pra frente, encostou na mesa E começou a falar no tom extremamente baixo e educado
A polvorosa foi diminuindo, diminuindo, diminuindo, e a voz dela continuou naquele nível, e ela deu uma lição de moral naquele grupo todo, principalmente nos homens que estavam agindo com misoginia em relação a ela.
E realmente essa subsíndica deu uma lição com a postura dela, com a forma com que ela falou, com a altura da voz. E ela realmente colocou todo mundo no bolso, como se diz. Um show de elegância e educação. Sim, sim. E ela é uma pessoa muito bem cuidada, bonita ela, né? Sim, tá.
Uma mulher bonita, né? Já tem uma idade, assim, um pouco mais avançada, mas você percebe que nem... Você nem imagina que ela tenha aquela idade, porque ela é uma pessoa que se cuida, né? E o interior dela também é maravilhoso. É compatível. É. É perceptível a elegância dela por dentro e por fora. Exato.
Eu fiquei impressionada. É bem isso mesmo. Então, essa questão que ela permeia toda a sociedade, e o condomínio é uma parte da sociedade, deve levar realmente a gente, como os exemplos que vocês deram,
a questão da gente se preocupar em estar da melhor forma possível, porque você pode se controlar. Agora, o que o outro vai fazer, você não pode. Mas se você tem um autocontrole, se você está preparado para aquilo, você dormiu bem, você fez atividade física, está se alimentando da forma correta,
não só de alimentos físicos, mas também de alimentos emocionais e espirituais, você vai ter uma maneira diferente de se posicionar nessas situações. E não absorver esse ambiente tóxico. Sim, sim, esse é outro. Importante isso, Dari. Isso que tem me assustado com outros colegas do setor condominial.
que não tem esse cuidado próprio, né? De buscar ajuda, de se cuidar na saúde, no espiritual. E absorve essas situações. E adoece, a pessoa adoece, né? Você vai recebendo chumbo. Chumbo grosso ali. Todo dia, toda semana. Tem uma hora que o corpo não aguenta, né? E aí vem o burnout. Exato. Vem a exaustão mental, ou vem uma depressão. Então, a gente tá falando de três temas aqui que é muito sério pra vida de todo mundo.
Você pode ficar acamado Então a gente pensa que aqui Cada um aqui é um ser humano Que tem um ecossistema Eu tenho três filhos que dependem de mim Se eu não cuidar do meu eu
Quem vai cuidar dos meus filhos? Eu não posso adoecer. Então, você tem a Ana, tem seus familiares, Mari. Cada um tem um ecossistema para cuidar. Nós não somos apenas a vida no condomínio, no trabalho. E não só no setor condominal. Todo mundo que lida com pessoas é muito difícil. Então, cuidem-se. Cuidem-se, busquem ajuda. É isso aí. Bom.
Nós estamos encaminhando aqui para o fechamento do podcast. É sempre essa vontade de falar mais, porque é tão bacana. Mas vamos falar de mais um assunto. Dai, você pode puxar para nós mais um assunto?
Então, voltando para isso tudo que a gente acabou de falar, tem a NR01 que você comentou. Ah, verdade, vamos falar disso. E tem tudo a ver, porque antes se falava da NR01, do básico, só que agora vem uma atualização importantíssima, que é essa situação do psicossocial.
Dos funcionários. Então a gente lida com isso o tempo todo dentro do condomínio, com o funcionário que está ali filtrando tudo isso, que às vezes recebe uma crítica ou um xingamento, às vezes é maltratado mesmo por pessoas. As pessoas passam e não dão um bom dia, um boa tarde.
Então, a NR01 veio para regularizar isso e obrigar o condomínio e o síndico, ambos poderão ser multados em relação a isso, para cuidar do psicossocial dos funcionários, de ter um ambiente salubre, confortável para ele fazer o seu horário de refeição, o seu horário de descanso, de ter situações no dia a dia do condomínio onde você pode ter, por exemplo, um relaxamento.
Trazer uma profissional para fazer um funcional no dia a dia. E isso vai, inclusive, em cima das terceirizadas. Porque o síndico é responsável, mas a terceirizada também é responsável. Então, a gente também ir na terceirizada para saber o que vocês estão fazendo para adequar isso. O que vocês estão implementando no treinamento dos funcionários em relação a isso.
E eu acredito que isso também vai acabar abrangendo a parte de seguros, né? De seguro de vida do funcionário. Vai impactar. A parte da saúde, né? Dos planos de saúde dos funcionários, que vai ter que agregar a parte de psicólogo, de acompanhamento. Então, é mais uma coisa que a gente vai ter que ter esse olhar.
para os nossos funcionários, porque às vezes eles não passam para a gente o que está acontecendo, está com um problema em casa, às vezes não é só no trabalho, mas a pessoa está com um problema em casa. E isso acarreta, isso transfere para o trabalho, no atendimento da pessoa do dia a dia. Então também é esse olhar de empatia para a gente ter, perceber nos detalhes o que a pessoa está precisando, se ela está...
Você está feliz. O que a gente pode fazer para proporcionar um ambiente mais agradável para todo mundo trabalhar? É como eu falei. Principalmente, por exemplo, o controlador de acesso, o porteiro, a função dele mudou completamente. E ele também não entendeu ainda. Ele não conseguiu absorver tudo o que ele tem para fazer hoje. E vamos falar um pouco dessas encomendas.
As encomendas, é como você tinha comentado, o entregador chega lá, ele não quer esperar 30 segundos. Não, ele descarrega tudo lá. Ele joga tudo lá e é interfone tocando, é telefone tocando, e o morador quer saber se a encomenda dele já chegou. Às vezes chegou e ele não conseguiu nem cadastrar ainda a encomenda e o morador já está nervoso lá. Está acompanhando ali. É, porque já recebeu lá o...
do aplicativo. E tem uma outra coisa que está acontecendo também, que eu já tive, eu tenho muita história, eu já tive casos no condomínio, que a empresa mandou para o morador, entrega realizada. O morador correu para a portaria.
Só que o cara não tinha chegado ainda. Diz que eles estão, eles mandam, né? Eles param, às vezes, em algum lugar, já começa a atuar na rua. É, porque ele ganha pela eficiência. É, aí não tinha chegado ainda a mercadoria e o morador batendo boca com o porteiro. Então, assim, é isso, né? A função dele mudou.
Ele precisa de apoio psicológico, ele precisa de um apoio da empresa, do condomínio, porque muitas vezes ele tem problema em casa, como todos nós temos, então ele já vem de casa com problema, é o transporte que não é bom, é uma série de coisas ali, que quando ele chega ali no condomínio, ele está aqui. E aí ele tem que engolir tudo.
Vai somatizando isso E adoece Nós temos um condomínio Que eu compartilhei da outra vez Que às vezes eu vou Nos horários de descanso De almoço, de lanche Para ver como é que está essa dinâmica E acabei me deparando com um funcionário Um auxiliar de limpeza Dormindo na escada de incêndio Porque não tinha um lugar Para ele descansar na hora do almoço dele E aí
Então, é o olhar das construtoras que vão entregar os empreendimentos e pensam no petplace, na academia, no salão, no gourmet e o lugar dos funcionários. E entregar um vestiário que não tem uma ligação para um chuveiro.
Então, assim, é o básico do básico para um funcionário que vai atender e cuidar dos condôminos, do patrimônio. Então, assim, é uma coisa que muitos síndicos estão preocupados, mas eu estou feliz com essa atualização. Eu também estou. Estou muito feliz, eu acho que demorou para sair, né? Porque precisa pegar um pouco mais firme nisso, são pessoas. É verdade. Seres humanos.
Minhas queridas companheiras de luta, de desafios, eu quero agradecer muito, né? Quero desejar aí um final de ano muito bom para vocês, para todos os seus queridos, né? E um Natal feliz e um ano novo que a gente consiga fazer grandes realizações juntos aí.
Com certeza, tenho só a agradecer a Mestre Cíntico, a você, Demilson, o pessoal do podcast, esse foi um ano de muita realização para nós. Graças a Deus, a gente cresceu muito como profissionais.
A gente recebeu muitas coisas boas, muitos aprendizados, principalmente aqui no podcast, com todos esses convidados que a gente teve. Então, eu só tenho a agradecer imensamente. Que Deus abençoe todo mundo aqui, todo mundo que nos acompanha. Nosso muito obrigada pela audiência, que só aumenta.
e é isso eu também só tenho que agradecer a Mr. Síndico cresceu muito em 2025 os episódios aqui da Mr. Pod tem bombado como dizem aí os jovens
E a empresa, e só realmente agradecer pelo crescimento profissional, pelo conhecimento que a gente tem aí nos nossos desafios diários, mas que fazem a gente crescer, se desenvolver. E também desejo a todo mundo e a todos nós aqui um excelente Natal, um excelente final de ano e que estejamos aí juntos em 2026.
para aprender mais, crescer mais e poder também contribuir para esse mercado, que é importante. Com certeza. Muito obrigado. E você que sempre está aí conosco, nós queremos deixar um abraço especial, um abraço carinhoso e dizer que você tenha um feliz Natal juntamente com a sua família, com seus amigos, com quem é importante para você.
e que em 2026 continuaremos juntos aqui e contamos com a sua presença e a sua participação. Muito obrigado a todos e um forte abraço.