Episódios de Mister Pod

EP 161 | Grupo Ourho | Mister Síndico

04 de maio de 202655min
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EP 161 | Grupo OURH: A empresa terceirizada que faz a diferença na fidelização dos funcionários com gestão humanizadaNeste episódio, recebemos Luzia Gasetta Tschizik, Diretora Fundadora do Grupo OURH, para um bate-papo sobre como a gestão humanizada se tornou um diferencial estratégico na terceirização de serviços e na fidelização de colaboradores.Com a apresentação de Demilson Guilhem, CEO do Mister Síndico, o episódio aborda práticas de liderança, cultura organizacional, valorização das pessoas e os impactos diretos desses pilares nos resultados das empresas.📅 20/01 às 19h💼 Um conteúdo essencial para síndicos, gestores, empresários e profissionais de RH que buscam performance com propósito.▶️ Dê o play e descubra como pessoas valorizadas constroem empresas mais fortes.

Participantes neste episódio2
L

Luzia Gasetta Tschizik

ConvidadoDiretora Fundadora do Grupo OURH
M

Márcia Amaral

ConvidadoComercial no Grupo Ouro
Assuntos8
  • Bem-Estar e Saúde dos ColaboradoresProgramas de saúde e nutrição · Competições de atividade física e premiações · Melhora da autoestima e qualidade de vida · Importância do cuidado com a saúde mental
  • Gestão humanizada e produtividadeTerceirização de serviços · Fidelização de colaboradores · Práticas de liderança · Cultura organizacional · Valorização das pessoas
  • Trabalho e RecompensaEstratégias de recrutamento · Treinamento e desenvolvimento de colaboradores · Benefícios e apoio aos funcionários · Importância do RH e acompanhamento
  • CondomíniosNegociação de preços e escopos · Educação do cliente sobre qualidade de serviço · Adaptação a diferentes perfis de condomínios · Demissão de clientes problemáticos
  • Cultura e Valores do Grupo OuroPropósito de levar dignidade às pessoas · Eventos de reconhecimento (Golden Day) · Uniforme e identidade visual da empresa · Fortalecimento da cultura organizacional
  • História e Empreendedorismo do Grupo OuroOrigem e fundação da empresa · Desafios de empreender no Brasil · Crescimento e expansão da empresa · Participação familiar no negócio
  • Expansao InternacionalExpansão para São José dos Pinhais · Perspectivas de expansão para Belo Horizonte · Crescimento harmônico e organizado · Importância da estrutura para atender novos mercados
  • Tecnologia e Inovação em ServiçosPortaria híbrida e virtual · Soluções de armários inteligentes para entregas · Uso de tecnologia para otimizar serviços · Tecnologia do CSI de São José dos Campos
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Olá, tudo bem com você? Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E você sabe que aqui nós procuramos trazer para você informações importantes, relevantes e, acima de tudo, atualizadas do que acontece no mundo condominial.

E um dos pontos que em todos os condomínios, quando são feitas pesquisas, são apontadas a questão da segurança no condomínio. E esta segurança normalmente é feita por mão de obra terceirizada, porque é necessário ter uma empresa altamente qualificada e que vai fornecer esses empregados para...

prestar o serviço treinados, captados no mercado de acordo com o perfil desejado para aquele condomínio e, obviamente, trazendo um resultado eficaz para este local.

Para isso, para nós discutirmos esse assunto, que é tão importante, eu tenho a honra de receber hoje aqui o pessoal lá de São José dos Campos, a belíssima cidade, uma cidade que eu sei que quem bebe daquela água não quer sair de lá. E eu tenho então o privilégio de receber aqui a Luzia Gazeta e a Márcia Amaral do Grupo Ouro. Isso.

O nome da empresa já é um nome forte, né, Luzia? É isso mesmo. Grupo Ouro. Que bacana. Maravilhoso. Ótimo. Eu queria começar pedindo para vocês fazerem uma breve apresentação de vocês. Sim. Podem falar o que vocês acharem importante. Depois nós vamos entrar em assuntos relevantes deste ponto que eu mencionei aqui para o pessoal.

Muito bem. Eu sou a Luzia Gazeta, sou a fundadora do Grupo Ouro, sou a mãe do Pedro, do Lucas, do Ivan. Estou falando isso porque tem uma história de sucessão, né? Sou casada com o Igor Alfred Tijic, que é nosso presidente.

Bom, sou psicóloga e estamos no Grupo Ouro, já eu falo que sou a funcionária mais antiga, há 33 anos na nossa região. Depois vou contar mais para vocês, mas eu acho que inicialmente começamos assim. Tá certo, muito legal. E você, Márcia? Eu sou a Márcia Amaral, 43 anos.

Sou da cidade de Campinas e fui parar em São José dos Campos. Bebeu da água. Bebi da água. Uma cidade pela qual eu tive um apego, né? Vim para a área comercial, que é a área que eu domino, a área que eu atuo, a área que eu...

Tenho paixão pelo que faço. Que ótimo. E estou lá. E hoje, atualmente, estou como comercial no Grupo Ouro. E uma empresa que vocês vão ouvir muito nesse podcast, que a Luzia faz com muito carinho e muita paixão. Que legal. Eu tenho certeza. Luzia, como é que surgiu o Grupo Ouro?

Olha, Demilson, é uma história assim, na verdade eu vim do Paraná, nasci em Paraíso do Norte, interior do Paraná, e morávamos num sítio que era do meu avô. Então, caminhava-se seis quilômetros, três para ir, três para voltar, para eu ir para uma escola. E aí, quando eu tinha 11 anos, meus pais, então, acharam que para a gente progredir nós tínhamos que sair de lá.

E o vizinho mudou para São José. Bom, viemos parar em São José. E meu pai comprou meio terreno, uma casa muito simples. E começamos, então, a trabalhar e estudar em São José. Meu pai pedreiro, minha mãe costureira. Meus irmãos emprego na AGM. Meu pai foi trabalhar de pedreiro e as coisas foram caminhando. Com 14 anos eu tive meu primeiro emprego.

Fui trabalhar na Droga 15 como caixa. Depois eu fui dar aula de religião numa igreja onde eu acompanhava minha irmã. E aí fui parar no Banco Real. Lá eu tive um convite, parei na Embraer. Fiquei lá nove anos na área de recrutamento e seleção. Fiz psicologia, portanto. E recebi um novo convite, fui parar na Johnson, dois anos. E aí nessas duas últimas empresas...

a gente fazia contratação de mão de obra, temporária. Então, assim, quando tinha um pico de trabalho, um trabalho extra. Eu me lembro que na época do Collor, tinha-se remarcar medicamentos da Johnson de hoje para amanhã, e aí eu precisava de 100 pessoas.

Então, eu fazia contato e lá eu falei, bom, por que eu não tenho aqui o mesmo processo que eu tenho, que eu usava tanto na Embraer quanto na Johnson? Então, aplicar testes e fazer uma coisa bem profissional. E aí foi assim que eu comecei a pensar nesse modelo de negócio. Então, eu chamei as agências que prestavam serviço e falei, olha, sabe fazer o teste tal? Não, tem psicólogo? Tenho.

pode vir aqui que eu vou ensinar vocês como que eu quero. E aí expliquei, ensinei a aplicar o teste, falei, olha, eu quero acima de 500, porque eu queria ver produtividade. E aí eu vi que aquele negócio era bacana.

Eu ainda era solteira, já namorava meu marido, que eu namorei há 11 anos. Então, conversando com ele e tal, a gente, puxa, pode ser bacana. E aí eu, minha chefe e mais uma amiga que trabalhou comigo na Embraer, vamos montar uma empresa. Chamava-se Conecta na época. Então, saí, montamos o nome. E aí eu saía, vendia, voltava e fazia o processo.

A minha chefe estava se separando na época e aí não se sentiu confortável para ir, porque é um desafio. Claro. Empreender no Brasil é um desafio. É um desafio. Tem os riscos intrínsecos, né? Exatamente. Eu falo que eu sou... Assim, eu furei muita sola de sapato no início. E a minha outra sócia ficou grávida gemelar.

Teve asma, algumas questões. Então, meu marido ficou meu sócio antes de a gente se casar. Primeiro ele foi sócio, depois o marido. E aí eu sei que... Então, saía, vendia, voltava, fazia o processo. E aí eu comecei a...

A história é bem trabalhosa, porque empreender não é fácil. E até, outra questão é, ser mulher, não tinha crédito, início, meu pai pedreiro, minha mãe costureira, então, como que a gente faz tudo isso? E aí eu me lembro que eu liguei para o chefe da minha irmã e falei, o coronel...

Eu tenho que fazer um pagamento aqui, se eu não tenho os dólares para me emprestar? Então ele me emprestou, eu vendia, pagava todo mundo, emitia a nota, recebia e comprava dólar e devolvia. Fiz isso algumas vezes e aí, enfim, casei no ano seguinte, aí veio o primeiro filho, tudo junto. Tudo junto. Tudo junto e misturado. E você fazendo tudo. No começo, sim. Era uma sala de 29 metros quadrados.

Então, e ali foi onde tudo começou. Então, eu tive que aprender a fazer folha de pagamento. Então, eu já sabia fazer recrutamento e seleção. Mas eu não tinha essa outra área que eu tive que aprender. Só que daí a empresa foi crescendo. E aí, os clientes diziam assim, você faz limpeza?

Claro que eu faço. É claro que eu faço. O cliente está na mão, né? Na mão. Eu já prestava serviço de temporário para ele e comecei com limpeza dentro de fábricas lá na região de Taubaté. Então, voltei e contratei pessoas habilitadas. Então, eu tinha uma equipe e comecei a funcionar. Minha coisa foi andando. Enfim, a empresa foi crescendo, foi dando volume. Hoje, essa área tem 30 anos e o grupo tem 33.

E a gente foi se solidificando e a coisa foi firmando. E hoje nós estamos com 3 mil colaboradores, 3 mil cento e alguma coisa, não me recordo exatamente o quanto. Mas a empresa foi crescendo. Hoje ainda, meu maior negócio é de contratação e de temporário. Mas essa área vem crescendo muito.

E daí nós trouxemos a Márcia, que é uma pessoa que é muito expert nessa área de relacionamento, para que a gente consiga crescer também em outras regiões. Hoje nós estamos em São José, Taubaté, Lorena, Jundiaí, Mogi das Cruzes e montamos...

São José dos Pinhais, no Paraná, tem dois meses, aproximadamente. Um cliente daqui da nossa região, de Facility, da região do Vale, que nos convidou para acompanhá-lo para São José dos Pinhais. E tem sido uma experiência bem desafiadora, mas assim, uma delícia. Tem fluído, as coisas estão acontecendo. Eu amo o que eu faço. Eu falo que o nosso propósito é levar dignidade às pessoas, é fazer a diferença na vida delas. Às vezes...

É o meu propósito desde sempre, né? Então, venho construindo tudo e é tudo muito junto, porque hoje o meu filho mais velho está com 31, o Lucas está com 29 e o Ivan está em 24. Então, assim, é uma história com muitos detalhes. E eles estão dentro da organização também? Sim. Os três? Sim, e o marido também. E o marido também. O marido, hoje, ele é nosso presidente. Certo. E o Pedro, hoje, é diretor operacional. Ele está com a gente, já tem...

aliás, é diretor de RH e do comercial, ele está com a gente já tem 12 anos, o Lucas um pouco depois, com uns 10 anos, e o Ivan morou fora, foi jogar bola e acabou voltando, porque, na verdade, sempre por uma escolha deles de ficar no negócio da família. Certo.

Acho que eu sempre amei aquilo com tanta verdade que eles acabaram também sendo picados pelo bichinho e estão ali no negócio e amam tudo. Então, todas as conquistas, sempre a gente fala gratidão ao Grupo Ouro, gratidão ao time que trabalham conosco, aos nossos colaboradores que fazem tanta diferença na nossa vida.

Sim, que história bonita da gente conhecer com esses detalhes. Márcia, eu queria te perguntar uma coisa. Obviamente, vocês têm muitos clientes, alguns tomam decisões calcadas na qualidade do serviço prestado.

Mas muitos, e talvez a maioria dos condomínios, olha muito a questão do preço, não é? Não só a questão da qualidade e do diferencial que o Grupo Ouro pode oferecer. Como é que você lida nesse aspecto lá na ponta para o fechamento dos contratos?

A gente busca, a gente tem aquelas, a gente traz muito o cliente para próximo da gente, a gente faz aquele ouvido, a gente ouve muito ele e geralmente a gente vê que realmente o condomínio às vezes tem alguma dificuldade.

ele não consegue, às vezes, a gente tem esse preço, faz a gente ajustar. Nós, com o grupo que a gente está, a gente sempre senta, faz com que todos da diretoria sentem, ouvem a necessidade do condomínio e tenta ajustar para que a gente também não deixe o cliente na mão.

que a gente tenha uma entrega para eles, mas assim, já com propósito. Olha, o nosso preço é esse, o nosso serviço bem prestado é esse, porque você tinha uma empresa que não tinha essa qualidade. A gente educa novamente o cliente, a gente mostra o que é o certo, a gente tenta mostrar para ele, olha, o procedimento é esse, a gente vai participar com vocês na próxima assembleia, a gente vai mostrar para os moradores.

que na próxima assembleia nós vamos ter que ter um ajuste na fatura. Então a gente trabalha muito bem o cliente, porque eles querem esse bom serviço. Eles já não aguentam mais, não aguentam mais as reclamações ali de uma empresa que só promete e não cumpre.

Então a gente faz todo esse trabalhinho de formiguinha ali dentro para que realmente a gente caminha junto com o cliente. Estou errada, Luzia? Vou complementar a Marcia dizendo que a gente tem um trabalho bem humanizado com os nossos colaboradores. A gente faz treinamento regularmente e a gente sempre faz um retrabalho com eles, procurando sempre...

trazê-los muito pra realidade, pro cuidado. E isso faz total diferença na entrega. E outra coisa bacana é que, assim, na verdade, eu fiz várias viagens buscando sempre tecnologia. Eu adoro. Então, eu estive em Israel, eu estive na Alemanha, eu estive no Japão, estive em Portugal.

onde eu poderia trazer coisas que poderiam agregar na nossa entrega. Então, às vezes, ele fala do valor, mas assim, se eu fizer ali uma portaria híbrida, talvez melhore, e o preço também fica bacana para ele. Então, é sempre entender como é aquele cliente.

Qual é a necessidade dele de verdade? Qual é a dor que ele tem? Porque às vezes eles ficam, ah, eu quero presencial. Então, a mão de obra é um pouco mais cara mesmo. Agora, a tecnologia, ela vem cada dia, ela fica, é como o iPhone, né? Ele fica com uma entrega melhor, um preço melhor, e a gente consegue fazer boas entregas. Sempre com o objetivo de nunca perder a segurança, a qualidade.

Essa é uma preocupação grande do grupo. Mas a gente sempre acha um bom termo ali e fica bom para todo mundo. Sim, muito interessante. Pegando um gancho nessa última parte que você falou, a gente tem visto recentemente, pelo menos nas informações do governo,

que nunca se teve tão poucas pessoas desempregadas. E, ao mesmo tempo, essa mão de obra, que é a base da pirâmide, ela é extremamente disputada pelos aplicativos, de veículos.

as entregas que tem hoje, o e-commerce é uma coisa extremamente aquecida e assim por diante. Como é que você faz, como é que o Grupo Ouro faz para captar a mão de obra e, acima de tudo, fidelizar essa mão de obra para que ela não saia rapidamente?

Bom, o Grupo Ouro é diferente. Eu acho que até pela nossa expertise de vir dessa área, de ser psicólogo e ter um time grande de contratação, que é o nosso business mesmo. A gente sabe fazer. É o coração da empresa. É o coração da empresa. Então, assim, a gente sabe onde captar. A gente treina.

Então, eu posso pegar alguém que não tenha tanta experiência, mas que venha, por exemplo, se for masculino, que serviu, que tenha feito um curso diferente. E aí a gente treina ali, do nosso jeito, do jeito que a gente quer entregar.

humanizado de uma forma que fica bom. E como que a gente retém? Eu dou bolsa, eu dou material escolar para os filhos até 14 anos, eu faço um trabalho bem diferente com eles, bem próximo. A gente tem uma mesa operadora que funciona 24 horas, então eu sei a hora que ele chega, a gente consegue dar um apoio para o colaborador. A gente trata eles de uma forma diferenciada.

E a outra pergunta sua, qual era? Não, era como é que você consegue fidelizá-lo. Fidelizá-lo. Eu acho que é tratá-los de forma que todo mundo... Dignamente. Dignamente. Humanizado. Levar dignidade. Tratá-lo de uma forma humana. Isso faz diferença. Isso, para mim, é a minha essência. Tanto minha quanto dos nossos líderes. E eu digo sempre, se você não gosta de tratar e de ajudar pessoas, aqui não é o seu lugar.

Porque lá a gente é assim, né, Marcia? Eu acho muito legal a orientação dos supervisores, o treinamento que eles têm. Eles têm que olhar, por exemplo, se o funcionário, se a funcionária chega roxa, se ela tem alguns hematomas, né, alguma coisa. A gente tem um RH voltado para eles, né?

Porque o problema deles de casa, que eles acabam envolvendo também no trabalho, essa é a preocupação da empresa, entendeu? Então, eles terem um olhar mais profundo para o funcionário. E é isso que muitas empresas não estão nem aí, não querem nem saber o problema que você tem na sua casa, é seu e pronto, acabou. Não, a gente tenta ouvi-los.

Às vezes ele está num condomínio ali que o que ele está passando, às vezes o momento, ele não pode estar naquele condomínio que é um condomínio que às vezes tem uma movimentação grande, aí tira ele dali, coloca num condomínio um pouco mais tranquilo, que ali ele não precisa ser dispensado, mas daquele momento que ele está enfrentando, ele precisa ter um pouco de paz.

Então ele ser realocado para um outro posto e ali coloca uma pessoa que está preparada, com uma outra disposição para acompanhar e não perder a qualidade e o ritmo ali do condomínio. Eu acho que esse é o olhar do Grupo Ouro. E eles têm todo esse cuidado, uma reunião semanalmente que eles acompanham com o setor de qualidade.

Ah, e o setor de qualidade é muito importante. Tem um setor de qualidade. Sim. Ele liga para o síndico e liga para os funcionários, colaboradores dos postos. E pega a fala do supervisor. Então, se algum ali tiver...

alguma coisa errada não vai bater com a informação dos previsores. Então, é tudo ajustado o mais rápido possível para que nada chegue num problema maior, que o síndico venha reclamar, que a gente venha perder os postos. Vocês teriam algum caso, algum exemplo que foi muito marcante dessa proximidade com o funcionário?

E que esta forma de vocês lidarem com ele trouxe um resultado muito interessante? Eu acho que a gente toda semana tem casos, né? Sim. Mas nós tivemos assim, o supervisor chegou e comentou da colaboradora que não estava bem, que estava estranho, distante, acionou o RH, o RH chamou essa menina para conversar. E aí a gente viu que ela estava...

sendo maltratada, abusada.

pelo marido, então a gente até acompanhou ela, até a delegacia da mulher, só que daí a gente conduz para que ela fique bem. E ela conseguiu resolver essa situação, volta e agradece demais, porque acho que ela precisava de um apoio emocional, um apoio de alguém que ouvisse, de entendesse. São muitas situações que a gente tem. Na pandemia nós tivemos situações dos filhos que estavam se curtando dentro de casa, porque foi um...

Um período bem complicado para todo mundo. Então, esse apoio que a gente tem de ter uma escuta ativa, de ter psicólogos que ouçam alguma coisa que não está legal, tanto detectado com o nosso supervisor ou com a nossa área de qualidade, que é um dos meus filhos que cuida. Então, ele liga, ele marca e ele vai no condomínio. Ele quer ouvir. E quando ele tem essa percepção ou o supervisor me traz...

Traz para o RH, olha, acho que é importante ligar, conversar com fulano, perceber que tem alguma coisa estranha. Eles chamam.

Bate um papo e normalmente a gente entende o que está acontecendo e trata. Isso faz total sentido e total diferença de resultado mesmo, de bem-estar no ambiente de trabalho. E a gente tem preocupação até com, por exemplo, eu moro num bairro que é muito distante do meu trabalho, a gente tenta realocar esse colaborador.

para uma proximidade, para que ele fique confortável, para que ele não fique duas horas no trânsito, três horas no trânsito. É um desgaste. Logo você perde porque, numa oportunidade, ele consegue um emprego próximo e ele vai embora. Então, todo mundo perde. E aí ele já está treinado, ele já está adaptado. Então, a gente tenta trabalhar e procurar sempre esse bem-estar no seu ambiente de trabalho.

E aí, com certeza, a entrega dele é melhor com os moradores, com o síndico. E a coisa flui. Que ótimo. Você quer complementar? Eu tive algumas vivências lá já dentro do Grupo Ouro que me comoveu muito.

Passamos agora pelo outubro rosa, né? A Luzia trouxe alguns funcionários, alguns colaboradores que estão passando por esse processo para tomar um café lá com todo mundo. E é muito emocionante porque as pessoas que estão lá, elas são tão preparadas.

que as pessoas se sentem assim, por mais que elas estão passando por um processo difícil, é um mês que deixa a pessoa sensível, mas ela estava lá toda festiva. Por quê? Porque a empresa está olhando para mim. Eu estou sendo bem acolhida, né? É muito legal. O Golden Day também, né? Todo mês tem a Luzia, ela para a empresa inteira para esse Golden Day.

Os colaboradores, eles trazem pessoas de condomínio, né? É, a nossa base, né? Então, ali nós somos, acho que 140 colaboradores. Para todo mundo. Para todo mundo. Nós temos um momento ali de reconhecimento, de reflexão, de alguma coisa que nós achamos importante naquele mês trazer. Ou outubro rosa e a gente traz alguém especialista para falar sobre aquilo. Nós fazemos reconhecimento que é...

Nós reconhecemos todo mês indicado pelos nossos síndicos ou pelos nossos supervisores quem brilhou naquele mês, quem fez a diferença no Grupo Ouro. Então, em cada área, na limpeza, na vigilância, na portaria, no ADM.

E isso faz com que É uma delícia ver eles Virem ali Às vezes o síndico acompanha Esse mesmo é seu último E eles saem todos com brindes Um brinde De reconhecimento Tudo, vão na frente Dão depoimento, falam Quantos anos tem na casa

e é uma delícia, né, Marcia? Muito bom. Você vê o brilho no olhar do colaborador e você fala, gente, eu me sinto privilegiada hoje em fazer parte do Grupo Ouro. Eu como uma colaboradora também. Claro, claro. E aí eles trazem até assim, estou aqui há 10 anos, 15 anos e aqui eu tenho muito a agradecer porque eu conquistei a minha casa própria.

Então a gente participa das conquistas deles. E isso é maravilhoso, porque o nosso propósito é levar dignidade, fazer a diferença. Então quando a gente vê esse movimento, normalmente eu choro. É bom demais. Sim, mas...

Fica emocionado, né, Márcia, de ver as histórias. Mas tem que ficar mesmo, né? É, o que eu acho assim, a Luzia, ela conduz a organização assim com uma leveza, que ela tá o tempo todo com o colaborador e é assim, né, todos querem estar perto dela, puxam ela pra um lado, pra outro, isso é muito legal.

Porque você não vê aquele chefe. Nossa, o chefe chegou. Ah, o líder, né? A sala é o confessionário. Ela tem mesmo esse lado. Dei tomar um café, né? E uma coisa assim que ela passou para os filhos, né? É que são todos, cada um num setor. Todos responsáveis. Todos nos horários comerciais.

Tomando conta mesmo ali da empresa, cada um responsável. É uma empresa, assim, que tem uma... É muito bem gerida, né? Por todos. Então, eu imagino que o turnover deve ser baixo da empresa. Não é muito alto, não. A gente tem, assim, bem tranquilo. Mas, assim, para que tudo isso aconteça, Demilson, a gente investe muito em treinamento. Para nós também.

A gente faz trabalhos com a Dom Cabral, já tem mais de cinco anos. A gente fez trabalho com o MBM, onde nós todos tivemos uma formação para empresário. A gente forma os nossos líderes. Esse é um trabalho contínuo.

de você estar sempre trazendo e buscando e querendo mais, né? Como que a gente pode melhorar? Então, tudo que tem de consultoria, de tecnologia, a gente traz para dentro da nossa empresa e a gente vive isso, de fato. Então, por isso que os meninos estão inseridos e buscam e estão felizes no que fazem.

Porque o olho da gente tem que brilhar. Quando você acorda de manhã, qual é o seu propósito? Por que você está levantando todo dia? A gente fala, tira a Buda. Por que você está saindo da cama? O que te move? E se você não tiver essa paixão, não vira. Não vira, concorda. Então, a minha sala é sempre acolhida com café, café com ouro.

Então, a gente tem um pó comestível de ouro. Que eu aprendi em Dubai quando eu estive lá. Quando eu fui buscar a tecnologia também. Ver o que eles têm de moderno. E eles têm muita coisa. Lá é um espetáculo. É tudo muito grandioso. E lá, então, eu trouxe o pó de ouro. Então, a gente toma na ouro café com ouro. Olha, que bacana isso. É um sucesso. É um sucesso.

Agora, como é que vocês fazem para transmitir? Porque o funcionário é do Grupo Ouro, certo? Mas ele está prestando serviço dentro de uma empresa ou dentro de um condomínio.

Como é que vocês trabalham para que esse funcionário, embora ele seja funcionário do Grupo Ouro, ele também incorpore a filosofia e a forma de atuação dentro daquela organização?

Você sabe que é engraçado, né? Às vezes as pessoas vêm lá e falam assim pra mim, nossa, eu tenho um colaborador que ele é de Taubaté, e ele falou pra mim assim, nossa, eu achei que era pegadinha. Porque a gente chega lá, a nossa forma de receber é sempre com ótimo dia, ótima tarde, ótima noite. Então é uma cultura que a gente tem na empresa. Independente de onde ele vai trabalhar...

Sempre o primeiro dia é na Ouro. Para que ele conheça um pouco da nossa cultura, ele recebe uma cartilha, ele sabe como tem que proceder. E a gente também fala sobre o condomínio. Porque cada um tem as suas regras. Verdade. Então, como que funciona nesse aqui?

E até pra gente identificar o colaborador é assim, esse aqui tem o perfil do condomínio tal, esse aqui tem o perfil do outro condomínio que é mais tranquilo, esse aqui aguenta um lugar que tem um pouco mais de pressão. E isso tudo faz com que a gente entenda muito bem.

A gente tem canais de comunicação, essa mesa operadora que eu comentei com você. Todos os dias a gente se fala, o meu time fala com eles. A supervisão, nós somos 24 horas, porque nós temos também a portaria virtual. Então, eu não tenho só o presencial, eu também tenho esse outro negócio, que é da virtual. Então, a gente está... Nós funcionamos 24 horas por dia e tem gente na base 24 horas por dia. Não tem como falar, eu não consegui falar, eu tive dificuldade, não existe.

porque nós ficamos Natal, Ano Novo Carnaval, estamos ali de dia, de noite, o time funciona. Certo. Então vocês oferecem também a portaria virtual e fazem o monitoramento na sede da empresa. Exatamente. Nós temos hoje lá, eu não sei se você já esteve no CSI de São José dos Campos, que é uma cidade modelo.

Ela vem se destacando aí em segurança e outras áreas também, porque dizem que bom mesmo é morar em São José, né? Eu não sou de lá, mas recebi o ano passado um reconhecimento como cidadã joseense. Parabéns! Obrigada. Merecido. Obrigada. E a cidade é maravilhosa mesmo, né? Então, lá tem o CSI e a tecnologia que nós utilizamos na Ouro é a mesma do CSI. Então, a gente coloca isso, funciona muito bem.

E a gente tem uma questão nos condomínios, né, que eu acho importante trazer aqui, que nós tínhamos, até antes da pandemia, um controlador de acesso, um vigilante, que ele era bem voltado para a segurança.

E aí, o que vem acontecendo? Muito mais pessoas começaram a comprar pela internet. E aí, muito mais coisas chegam nas portarias. Verdade. Então, a gente está trazendo as soluções dos armários para que ele possa ficar realmente com um olhar para a segurança.

Porque isso toma a atenção dele. E aí, quando chega um atrás do outro, é uma coisa impressionante. Eu não sei, mas eu compro muito pela internet. Todo mundo compra, né? Hoje não tem como, né? Todo mundo compra. E aí, o que acontece? Se ele tiver que ficar toda hora parando para receber, ele não está cuidando da segurança.

Porque eu não consigo estar aqui te recebendo no Mercado Livre ou de uma outra entrega qualquer. E também com o olhar ali. Fica difícil. Então, tem sugestões de armários inteligentes que têm facilitado muito. Então, a gente tem levado isso, né, Márcia? Para os nossos condomínios, para os futuros também. Para que a gente consiga deixar ele muito focado no que ele tem que fazer.

O iFood também ter um canal direto com os apartamentos. Os condôminos. Sim, para que você encomendou, você vai descer para receber e ele possa ficar focado na segurança. Sim, sim. Porque eu falo que tudo não terá. Não tem jeito de eu colocar uma pessoa aqui que consiga receber o iFood, receber o Mercado Livre e cuidar da segurança. É, não tem como. Então, mas a gente treina eles para isso, a gente prepara eles para que eles estejam...

alertas, né? De uma forma que dá pra ter uma boa entrega, se a gente com jeitinho vai lá, conversa com o síndico, tenta vir daqui, bota um sistema, uma ferramenta que facilite e aí a entrega vai ficando melhor e mais automatizada.

A cada dia, né? A Luzia tem uma equipe muito boa, né? Pessoas que estão com ela há muitos anos. Muitos anos, sim. Luiz está há 20... Acho que fez 30, né? 30 anos, tá? Então, é uma equipe que vem com ela desde lá de trás, tem essa cultura dela, tem todo esse profissionalismo, né?

E assim, os condomínios, cada um é personalizado, né? Cada um tem a sua personalização, o seu jeito de ser tratado. É claro, tem alguns que a gente tem algumas mudanças que a gente tem que ajustar ali com o síndico, né? Mas até esse ajuste...

A equipe a gente alinha conforme, a personalização, porque tem condomínios que tem pessoas mais jovens, tem condomínios que tem pessoas mais idosas. Exato. Então tem um estilo ali que a gente não consegue tirar aquele costume ali da noite para o dia. Exato. Isso a gente vai fazendo em doses homeopáticas. Homeopáticas.

Não, perfeito. Mas uma dúvida que eu tenho, né? Como é que vocês lidam quando, por exemplo, vocês chegam para um condomínio, para um síndico, ou até numa assembleia, ou até para o corpo diretivo do condomínio, e falam, olha, o escopo que vocês precisam é esse escopo aqui. Sim.

E aí eles falam, não, nós não vamos adotar esse escopo, nós vamos suprimir essa função, precisa cinco funcionários da limpeza, nós só queremos três. Como é que vocês lidam com isso? Porque isso impacta a prestação de serviço e o nome da empresa. Como é que vocês lidam com esse tipo de situação?

Sempre com muita conversa, né? De tentar entender a necessidade. E tem horas que, olha, eu não consigo fazer porque tem cronograma. E aí, humanamente, é impossível. Então, a gente tenta botar uma máquina, um equipamento que possa ajudar, um soprador que vai ajudar ao invés de varrer.

Então, alternativas que possam facilitar e ter essa entrega. Não tem jeito de você falar, olha, aqui são quatro controladores de acesso, eu vou botar dois, a menos que você coloque uma híbrida em um período... Então, a gente tenta sempre adaptar. A gente não tem dinheiro nesse momento, eu consigo fazer isso. Então, a gente vai fazendo por partes. Sabendo-se e entendendo, sempre apresentando o que seria ideal.

E aí, olha, a gente vai conseguir te entregar isso aqui. Ah, o iPhone, por exemplo, tem tantas ferramentas e aplicativos. Não consigo, vou comprar o menorzinho. A entrega é um pouco diferente. Certo. Sempre com essa clareza com ele, porque quando você é claro e tem um bom diálogo, você realmente vai falar, olha, a sinceridade, o ideal é isso.

E você só pode até aqui. Então, é até aqui. Sim. Mas a gente tem sempre esse cuidado de estar sempre conversando e de uma forma... Tem que ser consciente, né? De que não tenho dinheiro, então não adianta.

Eu quero um Volvo, mas eu tenho dinheiro para um carro mais popular. Então, é mais popular. Sim. Pode falar, Márcia. Eu falo que a empresa hoje, o Grupo Ouro, a gente trabalha com... A Luzia, ela investe muito, né? É uma empresa muito preparada, né? E o cronograma, um cronograma bem feito, uma programação bem feita...

A gente consegue, sim, adequar. Porque uma máquina, hoje, ela trabalha por mais pessoas dentro do condomínio, né? Então, o olhar, quando você tem um olhar, né? E você sabe que, ah, esse condomínio, por exemplo, tem três ASG, três, né? E eu preciso de quatro. Então, aqui eu tenho que ter, a cada ali tanto tempo, um uso de máquina para não forçar esse funcionário para que ele não tenha...

um desgaste e tenha esse pullover, né? Porque senão a gente também perde o colaborador. Porque não aguenta, né? Você apertar muito também. Tem que ser dentro do que é possível. Mas a gente faz algumas jogadas, faz um tirão, sei lá, de dois em três meses. A gente estuda cada condomínio sempre pra que ele fique satisfeito e a entrega também fique boa pra quem está ali na operação, no dia a dia.

na atividade. A empresa tem esse olhar para preparar um cronograma com o estilo que está o condomínio mesmo que ele não esteja preparado com o escopo completo. E chega o caso de vocês demitirem clientes?

Chega Chega, nós já demitimos alguns Olha, a gente teve várias situações Não foi um, nem dois, nem três Mas nós tivemos Colaboradores que foram maltratados Por moradores E o síndico não se posicionou Então é muito complicado Porque a gente quer atender Mas a gente quer atender com dignidade Muitas vezes o síndico

Ele é ríspido, ele também passa do ponto e aí a gente demite também. Porque você acaba maltratando a sua equipe. Não é possível, a gente tem que trabalhar, mas a gente tem que ser digno. Claro, claro. E a gente tem que honrar os nossos colaboradores também, porque eles são a nossa entrega. E aí você escuta uma vez, você escuta duas vezes, a gente está sempre muito próximo deles e...

do condomínio. Então, quando a gente identifica, a gente se posiciona e nós já tivemos casos até que a gente conseguiu reverter, pedir para voltar e a gente acabou voltando. Mas tem que ser com um modelo de dignidade, de respeito e de entrega. Tivemos alguns casos. Sim, eu entendo. Eu entendo que sim.

Agora, uma outra questão. Vocês dentro, você falou, uma área geográfica que vocês atuam no Vale do Paraíba, e agora lá com aquele ponto lá na cidade do aeroporto de Curitiba, São José dos Pinhais. Vocês pensam em entrar em São Paulo?

Olha, não é descartado para nós, não. A gente acabou sendo levado por alguns clientes, né? Mas, assim, na área de contratação de mão de obra, já fiz para a Suíça, já fiz para Portugal, para a Ogma, porque como nós temos a experiência de Embraer, então, para a gente foi bem tranquilo, e fizemos para alguns outros países, e tem uma iminência talvez até do Japão.

Agora, o Facility, ele é um pouco mais trabalhoso. E aí, quando o cliente mesmo leva a gente, agora a gente está com uma perspectiva de perto de Belo Horizonte. Certo. Porque tem um cliente nosso que tem uma unidade lá e olha...

Nós já estamos adiantados em algumas coisas. Bem possível a gente ir para lá. E também para a região de Resente. Porque o cliente nos leva. E aí a gente vai crescendo. Nós estamos sendo, digamos, que a gente vai junto com os clientes. Eu vou, mas eu gostaria que você viesse conosco. E a gente, então, vai... Nós estamos nos espalhando devagarinho. Certo. Sempre com segurança para que a gente cresça de uma forma...

harmônica e organizada para que a gente tenha continue com essa saúde financeira com esse cuidado com RH, com esse lado humanizado, com essa entrega que a gente fala que tem padrão ouro

Tem que ter o padrão ouro, né? Tem muitos processos lá, né? Eles são bem, assim, rígidos, acompanham semanalmente. Então, por isso que eles querem... Comercial quer, né? Comercial quer abrir todos os lados. Aí, às vezes, olha, eu posso vender em tal lugar. Calma, eles ficam me segurando. A gente segura, porque não adianta, né? Como a gente tem, sei lá, duas horas para limpeza. A gente tem que repor rápido, porque nunca fica só.

Então, eu quero crescer, mas de uma forma que seja harmônica, que seja bem preparada. A gente não pode ser doido de sair, vou crescendo de uma forma desordenada. Isso não funciona.

É porque, na realidade, você precisa levar uma estrutura para esses lugares. Então, se você tem um contrato, digamos, muito pequeno, como é que você faz com a supervisão? Ela passa a ser muito cara para você manter aquele cliente ali.

Não comporta. Não comporta. Agora, se você já consegue ter uma massa de clientes ou de funcionários interessantes, você já passa a ter uma estrutura ali, próxima daquele local. E aí você pode atender dentro dos padrões que a sua empresa se dispõe a apresentar para os clientes.

A gente tem uma... Eu digo que é uma qualidade, assim. A gente está pronto para o mercado. Essa semana mesmo, e tem outras situações que aconteceram, o cliente vem lá, às vezes, ele foi abandonado pelo concorrente, ou...

Ele tá num desespero e aí a hora que aperta, esse mês aconteceram em dois clientes. Eu falei, pode ficar tranquilo que eu vou assumir antes. Então a gente assume antes, a gente tem esse cuidado todo. Porque normalmente a gente começa antes. Mas se ele for abandonado, eu falo, olha, não vamos começar do jeito que nós tínhamos planejado.

Talvez a equipe não seja a sua definitiva, mas eu tenho como te atender plenamente. Porque nós estamos preparados para fazer isso. E o meu time está pronto, né? Preparado, motivado. E assim, a gente implanta e entrega com muita qualidade.

Sim, sim. É bonito escutar uma história dessa forma, com essa visão de valorização da mão de obra. Porque eu sou síndico profissional, trabalho com muitas empresas.

E a gente usa aquela expressão, é tudo na baciada. Entende? Você pega um funcionário qualquer, de que nível for, e coloca ele, ele cai de paraquedas ali no condomínio, não foi treinado, não foi ambientado, não sabe nem o que ele está fazendo ali. Exatamente.

E aí a culpa passa a ser daquele ser humano ali que, na realidade, de repente, ele é um talento, mas ele não foi burilado para fazer o trabalho como deveria. Exatamente. Então, eu fico muito gratificado em ouvir esses relatos de vocês.

Porque eu também gosto muito desse lado humano, gosto muito desse lado de reconhecimento e valorização do ser humano. Porque não adianta falar em inteligência artificial, não adianta falar em tudo que a tecnologia vem trazendo, se você não tiver uma mão de obra adequada para aquilo que você precisa. Nós precisamos de gente o tempo inteiro para tudo.

A entrega final lá na ponta é o humano, né? É o humano que vai gerir ali, né? Na verdade, a gente vê que é uma dor hoje de todo empresário é a contratação.

A gente vê que o maior problema são... E a pessoa de toda a empresa é o que você tem de mais precioso. Na minha empresa, o que eu tenho de mais precioso são as pessoas. Então, se eu não cuidar, se eu não treinar, eu não vou ter uma boa entrega, eles não vão estar felizes ali. E isso é um cuidado que eu tenho até no dia a dia. A gente tem uma área lá da saúde.

que se eles quiserem, pesa, mede, coloca chá em todos os departamentos para que ele possa ter qualidade de vida, evitando frituras e coisas que podem... A gente coloca fruta em todos os andares. Todos os setores, todos os andares. Ai, gente, que delícia. Para que eles tenham qualidade, é verdade.

A gente não consegue fazer isso em todos os postos. Sim. Mas ali, para que eles possam ter... Estou bem aqui, estou feliz. Eu comi alguma coisa que me fez mal. Isso é horrível. A gente tinha muito. Então, a gente procura. Tem uma pessoa lá que faz nutrição hoje, que cuida deles. Então, né, Marzi? Nosso almoço, a gente tem uma cozinha saudável dentro do grupo. Por quê?

Nós que estamos ali, os supervisores que estão ali, eles têm que ter esse olhar humano para que eles consigam entregar isso lá na ponta final. Então, eles são muito bem tratados, tem campeonatos que fazem... A gente faz campeonatos. Nós perdemos 100 quilos esse ano. Que legal, que legal.

Então, quem ficou, mas assim, cheio de, todo cheio de regra. Então, você tem que fazer, no mínimo, quatro vezes por semana, atividade física. E postar. Se for final de semana, tem uma pontuação maior. Se você postar, por exemplo, café da manhã, ou frutas diferentes, pra não ser sempre a mesma. Sim. Então, o que você comeu? Ah, hoje eu peguei um morango.

melancia, mamão e aí tudo isso vai somando pontos e quem ganha esse ano ela tinha até planos já para usar o prêmio foi em dinheiro foi o último do ano primeiro segundo terceiro lugar então eles todos têm premiação e é uma competição

Eu participo Mas confesso que é pra motivá-los E também porque eu me cuido E eu sou a primeira a postar Porque eu vou 6 horas da manhã E teve supervisor que perdeu 10 quilos Bostou a roupa A diferença do bem-estar Do bem-estar Da energia De tudo que aquilo melhorou a saúde dele E é claro que se eu estou me sentindo melhor A minha entrega também é melhor Eu estou bem É

Porque a gente, não adianta falar, eu separo, né? Ah, não, se você comer alguma coisa à noite, você vai passar mal de manhã. Ou vai passar mal a noite inteira. E o reflexo vem pra cá, vem pro trabalho também. Então, essa conscientização de como você deve cuidar da sua saúde, de ter uma atividade física, pode ser o que você quiser. Vou caminhar, vou pedalar, vou fazer elíptico, vou fazer musculação, dança.

Enfim, o que você quiser. Contanto que você libere serotonina. Se mexe, né? E é muito legal. É legal que isso ela acompanha o ano inteiro. Eles ficam ali todo mês. Tem o Golden Day, que é uma vez por mês. Então, assim, ela vai batendo forte nisso. E eles vão se sentindo ali, né? Naquela competição. E a premiação, até pra não ficar muito longo, ela acontece de seis em seis meses. Então, eu tenho o primeiro semestre e o segundo semestre.

Então, pra não ficar, porque 12 meses é muito tempo. É muito tempo, é. Mas se você pensar em seis meses, né, começa janeiro, fevereiro, né? E aí, em junho, a gente premia e depois começa novamente, final do ano também conclui. E é muito legal. Tem meninas lá que ganhou esse ano, se eu não me engano, ano passado, ela ganhou também. E assim, ela ganhou muito de saúde, porque ela eliminou quilos, ela ficou saudável, ela se sente mais bonita, porque...

Se você fica melhor, autoestima melhora, fica tudo de bom, né? É bom demais. Com certeza. Aí me diz, tendo tudo isso, que colaborador vai querer ir para outra empresa? É verdade, é verdade. O uniforme tem algum detalhe diferente do que o mercado normalmente apresenta de vocês?

Olha, para as meninas que trabalham em postos, quando ele é comercial tem um lenço. E o normal... Amarelo? Não, ele tem azul e dourado, lembrando o nosso ouro, a nossa cor azul noite. Então, ela é uma roupa bem elegante, bem bonita, é um jaquetão para os homens, para as meninas é um blazer. Então, é uma roupa bem bacana e para os ASGs a gente tem uma...

um material que mesmo que caia, o produto não manche, porque é uma preocupação nossa também eles estarem com o uniforme adequado, não estar manchado, rasgado, descosturado. Então é um olhar que a gente tem para que eles estejam sempre em ordem, sempre arrumados.

Para as meninas, né? Redinha, brinco, batom. Porque a gente preza por isso. Vocês dão esse kit para elas? Sim, a gente até ensina um makezinho. Sabe? Para você. E isso tudo melhora muito a autoestima das mulheres. É maravilhoso, né? Eu sou suspeita em falar. Agasalhos de frio também. Para SG. Casacão. Sim, tudo. A Márcia não pegou ainda, né?

Com o nosso time a gente faz uma gincana, Viva os Nossos Valores, para que a gente possa fortalecer a nossa cultura, porque quando eu fortaleço aqui dentro, eu também transbordo, eu levo também para os postos e que isso tudo fique muito fortalecido, né? Sim. Muito gratificante. Sim. Sensacional, gente.

Olha, eu queria dizer o seguinte, nós já fizemos mais de 150 podcasts, né? Sim, aham. Nós já estamos desde agosto desse ano, fez três anos que a gente está fazendo esse programa aqui. E eu procuro sempre trazer casos e situações de todos os tipos de assunto que são importantes para condomínios.

Mas eu queria dizer o seguinte, que eu fiquei muito gratificado, eu como ser humano, de estar ouvindo isso de vocês, tudo isso. Porque nós vivemos num mundo tão difícil. As pessoas estão vivendo de uma maneira tão... com os nervos a flor da pele a todo instante.

E quando a gente percebe que existem oásis neste mundo tão difícil, como é o caso do Grupo Ouro, eu só tenho que agradecer vocês, agradecer não por vocês estarem aqui, é importante para mim vocês estarem aqui, mas pelo que vocês vêm fazendo.

Luzia, a gente sabe do seu trabalho, tive a oportunidade de te conhecer uns dois anos atrás, visitei a sua empresa, foi muito bom ter estado lá, mas obviamente aqui a gente está tendo oportunidade de falar mais, descer com mais profundidade nos assuntos.

Eu diria o seguinte, em primeiro lugar que quem vem aqui volta, já é uma combinação, durante esse período todo muitos já voltaram e eu vou querer muito que vocês voltem. O tempo passa muito rápido, porque a gente tem coisas tão bacanas, tão interessantes para falar.

Mas eu queria agradecer muito mesmo de coração vocês se disponibilizarem a estar aqui conosco. Foi para mim muito especial, foi uma honra mesmo. E eu agradeço esse momento que nós passamos juntos aqui.

Muito legal, Demilson. Gratidão pela oportunidade de estar aqui, trazendo um pouquinho do que a gente faz lá. E nós não comentamos, mas eu acho importante a gente falar também que, para você síndico, conheça o seu fornecedor. A gente convida os nossos síndicos e futuros síndicos para que eles conheçam a nossa estrutura, como a gente funciona, como a gente cuida de quem cuida deles.

E aí quando eles vêm na nossa empresa, eles conseguem entender o carinho e todo o amor que a gente tem e a diferença que a gente quer fazer na vida dessas pessoas. Sabendo também que a gente é uma empresa sólida e que vai entregar sempre o melhor, que é uma família que está se transformando em profissionais.

transformando em um negócio que hoje nós não temos só os diretores, os meus filhos, mas também nós temos outros diretores e isso sempre fortalece muito. Sim. Então, muita gratidão por ter oportunidade de vir aqui, contar um pouquinho de como a gente faz e o que a gente faz. Claro. Obrigada. Claro, imagina. Demilson, eu quero agradecer muito.

Estar aqui foi um presente para a gente também. Com certeza voltaremos. Sim, sim, sim. E assim, hoje, eu sendo da área comercial, eu vejo muitas empresas falando de legalidade. Ah, porque eu tenho documentação. Isso é obrigação.

Isso não é a diferença, né? Isso não é a diferença. Ah, porque eu tenho documentação, ah, porque eu tenho isso, tenho aquilo. Isso é uma obrigação, né? Isso quem vai tratar é o seu advogado. O que a Luzia falou foi muito bem falado. Vá conhecer os seus fornecedores e vai ver o...

que realmente é diferencial. E eu faço o convite para todos vocês, indo para o Vale do Paraíba, vão conhecer o Grupo Ouro, que vocês vão ver tudo isso na prática. Vão conhecer todos os colaboradores e vão ficar encantados. Vão sentir a energia.

aponta, o final recebe. Sensacional. Gente, eu endosso e digo para vocês que realmente vale a pena se aproximar desse grupo, o Grupo Ouro e poder ter uma prestação de serviço com todos esses diferenciais e com essa qualidade que foi aqui apresentado.

Muito obrigado a você por estar aqui conosco. Se você gosta dos nossos programas, por favor, se inscreva, curta, indique para os seus amigos, seus familiares, enfim, para que eles também tenham acesso a assuntos de altíssima qualidade, como foi o programa de hoje. Muito obrigado e um abraço.

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