EP 163 | Formar para transformar | Mister Pod
Você conhece a @s.o.s_condominios?Se a sua resposta é não, você está convidado a assistir ao episódio de hoje do #MisterPod, em que vamos conversar com a CEO da empresa, Domichelica Armentano, junto com a CEO da @vedrano.individualizacao, Patricia Vedrano.Não deixe de assistir para entender as mudanças que já estão moldando o presente e o futuro do setor condominial.🎧 MISTERPOD Epi. 163🗓️ 03/02, às 19h▶️ Ao vivo no Canal da Mister Síndico no YouTube.
- CondomíniosProfissionalização e qualificação do síndico · Necessidade de qualificação para porteiros e zeladores · Pós-graduações em parceria com Uniítalo · Projeto de lei para regulamentação da profissão de síndico · Foco em humanização e apoio a pessoas de baixa renda
- Escolha de prestadores pelo condominioJustiça social na cobrança de água · Valorização do imóvel com individualização · Identificação rápida de vazamentos · Conscientização ambiental e redução de CO2 · Segurança na instalação de medidores · Login e senha individual para acompanhamento de consumo
- Treinamento ProfissionalInvestimento em centro de treinamento próprio com alojamento · Falta de mão de obra especializada em instalação de tecnologia · Parceria com a empresa Exacta para o centro de treinamento · Certificação pelo MEC para os cursos
- Recursos Internos e TecnologiaEvolução da tecnologia em condomínios · Inteligência artificial em parâmetros de consumo · IoT e Loroã
- Problemas estruturais em gestão de condomínioLimitações em condomínios com múltiplas prumadas · Custo-benefício da individualização em prédios antigos · Impacto financeiro e necessidade de quebra estrutural · Data de corte para viabilidade técnica e financeira (pós-2005)
- Cultura e mercado imobiliário no BrasilSaída de empresas estrangeiras por inviabilidade financeira · Impacto da saída de empresas no abandono de condomínios · Importância do protocolo aberto e portabilidade
- Colaboração e união no mercado condominialImportância da conexão e networking entre profissionais · Parceria entre Vedrano e Instituto SOS Condomínios · Eventos para promover a união do setor · Compartilh
Olá, tudo bem com você? Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E você sabe que aqui nós sempre vamos trazer assuntos importantes, relevantes e tudo aquilo que está acontecendo de novo nesse segmento que não para de evoluir e sempre evoluindo para melhor.
E, obviamente, eu não conseguiria fazer este podcast sem contar com o apoio de pessoas que fazem a diferença no nosso segmento condominial. Eu dou as boas-vindas aqui à Domichélica. Seja muito bem-vinda. Olá, obrigada. Agradeço muito o convite e é um prazer sempre estar aqui participando do podcast.
Que ótimo, muito obrigado. E Patrícia Vedrano, que quem vem volta. Exatamente. E é uma honra voltar com pessoas especiais como vocês aqui. Então estamos prontas para começar o combate. Combate. Tá certo. Dessa vida. E aqui ao meu lado esquerdo temos aqui a Dai Lopes, que sempre está conosco aqui nos apoiando, nos ajudando. Dai, seja mais uma vez bem-vinda.
Muito obrigada, sempre uma honra estar aqui com vocês. Aproveitem esse episódio que vai ser inovador, muitas ideias para vocês e não percam por esperar. Excelente. Eu vou começar com uma pergunta para você, Patrícia.
O que você acha que existe de novidade mais recente nesse segmento, ligado a esta área de tecnologia, que você tem uma empresa de tecnologia, que é uma empresa confiável, que faz a diferença no nosso segmento? O que você acha que tem de diferente para falar para os nossos ouvintes aqui do programa?
Bom, hoje em dia, a tecnologia está trabalhando em parceria com a inteligência artificial. Então, o que tem de inovação, eu trabalho com tecnologia há 25 anos, e ela foi mudando ao longo do tempo. Começou com cabo, rádio, hoje a gente trabalha com a IoT, Loroã, mas hoje a gente usa a inteligência artificial para ver parâmetros médios de consumo. Então, eu acredito que a tecnologia, além dela evoluir rápido, a inteligência veio para somar.
nas partes de parâmetros de consumo, junto com a EIA.
Uma coisa que a gente percebe, que é uma demanda constante nos condomínios, é que as pessoas querem realmente as contas individualizadas, para ser uma coisa muito mais justa. Então eu entendo que toda essa evolução que você vem fazendo, todo esse investimento que você vem fazendo na Vedrano, isso está indo realmente ao encontro do que as pessoas desejam.
Exato, porque assim, a individualização não é só a tecnologia, ela é uma justiça social, ou seja, o morador que mora sozinho não pode pagar por aquela família maior, como a minha, por exemplo, que tem quatro pessoas e tudo mais. Então a justiça social, a valorização do imóvel, que valoriza de 3 a 5% depois da individualização. Importante isso.
É possível identificar vazamento com muito mais rapidez, porque você vai ponto a ponto. A manutenção, ela também traz, além da conscientização ambiental, ela traz a redução do CO2, porque você vai naquele ponto exato, identifica vazamento com muito mais precisão. Então, assim, são muitos benefícios que a individualização traz para dentro de um condomínio.
E a cobrança que é justa mesmo, né? Esse é o ponto principal. Mas fora milhares, assim, se eu ficar aqui, eu ia falar vários benefícios que traz, além de ser lei e a gente fazer parte também das construções da norma da BNT para regular.
para que não existam aventureiros fazendo qualquer coisa, porque dentro de um condomínio, acima de tudo, tem que ter segurança. Eu não posso mandar um funcionário que não seja bem recomendado, que não esteja com seguro e tudo mais. Então envolve a segurança porque ele está entrando dentro da casa da pessoa, até para instalar, por exemplo, medidor de gás dentro do apartamento. É dentro, exato.
Então, a gente se preocupa com tudo isso, além do seguro de obra, para não ter nenhum tipo de imprevisto, vazamento. Existem empresas que, às vezes, colocam materiais de segunda linha e, de repente, estoura um cano, um óleo elevador. Então, a gente se preocupa com tudo isso.
Mas a tecnologia faz com que a gente tenha agilidade na informação diária e ainda o morador tenha o login e senha individual. Para acompanhar como é que está ainda a evolução do consumo dele, né? Exato. Perfeito. Domi, nós vamos entrar um pouquinho depois no SOS Condomínios, que eu sei que é um...
É um instituto muito respeitado e valorizado no nosso segmento. Mas eu queria ouvir de você também como é que você vê essa questão da individualização que a gente pontuou aqui. Sim, na verdade eu até ia comentar. Hoje a individualização mudou muito. Quando eu comecei com a sindicatura, a individualização era completamente amadora.
Então os moradores não tinham o relatório dos gastos, era uma bagunça porque eles não sabiam o que gastavam, achavam que vinha muito alto. Uma caixa preta, né? Exatamente. E aí pediam um relatório, vinha aquele monte de papel que eles não entendiam nada. Fora as empresas que também não eram, né? Exato. Elas não tinham essa tecnologia que tem hoje, o que a gente vê, eu acompanho...
A Patrícia, além de ser minha amiga, é vice-presidente do Instituto, e eu acompanho também na parte de individualização, sempre gostei muito dessa tecnologia. Então, o da Patrícia é diferente mesmo. Ela tem um sistema que a gente consegue acompanhar o dia a dia do consumo. Então, isso mostra para o morador a transparência de todo o serviço que está sendo prestado. Então, antigamente a gente não tinha.
chegava um relatório lá no final do mês, aí a administradora tinha que pegar aquele relatório, lançar um por um ali nos apartamentos, às vezes ia errado, erravam o apartamento, hoje não tem mais, hoje já chega mastigado, eles incluem no sistema, o sistema automaticamente coloca ali nos apartamentos, então para o síndico é menos uma dor de cabeça. Verdade, verdade. E eles cuidam de tudo.
Deu problema? A Vedrano cuida, tem vazamento, eles identificam o vazamento, o morador cuida do vazamento. E sinalizam, né? Exatamente. Então vem um consumo muito alto, né, Paty? Eles avisam, olha, esse apartamento vem um consumo muito alto, tem alguma coisa errada ali. Ou esqueceram uma torneira ligada e foram viajar, ou realmente está com vazamento ali naquele apartamento. E fica fácil de tratar. Então a gente economiza água de todo o condomínio.
E esse morador também vai economizar, porque vai sanar o vazamento que tem dentro da unidade dele. Claro, claro. Então, é bem bacana. Isso que eu queria pontuar, inclusive, da importância...
dos síndicos profissionais ou moradores ou condôminos buscarem conhecimento nas empresas que trabalham com isso. Porque não é qualquer empresa que tenha essa expertise nesse meio de individualização com essas tecnologias, buscando todo ano inovação, todo ano.
aperfeiçoamento, né? Então, a Vedrano traz isso de primeira mão para o setor condominial. Então, isso é muito importante, gente. Na hora de contratar, vocês realmente pesquisarem a empresa, né? Para saber todo o know-how que essa empresa tem, o histórico da empresa e o que ela vai trazer de benefício. Porque, a depender da empresa que a gente contrata, pode ser, sim, uma grande dor de cabeça.
No futuro. E a gente se preocupa com a certificação também. É isso que eu ia falar. Nós somos certificados pelo ProAqua da Sabesp, que está pausado por enquanto. Certo. Nossa tecnologia é homologada pela Anatel, os medidores pelo Inmetro. Então a gente se preocupa com toda a certificação para entregar qualidade de ponto a ponto, até o final. E tudo é automatizado para entregar no boleto do condomínio, sem o trabalho do síndico e da administradora. E também vocês conseguem hoje...
pegar qualquer empresa, vocês conseguem entrar, com a tecnologia que vocês têm, conseguem entrar em qualquer empresa. Então, quando o síndico não está satisfeito com aquela empresa que está ali no condomínio, a Vedrano consegue entrar naquele condomínio e pegar a tecnologia que está ali. Fazer a portabilidade. Exato. Então, qualquer tecnologia eles conseguem hoje.
A gente faz um estudo técnico primeiro, para testar bateria, uma série de partes técnicas, a ferição do sistema, para fazer essa portabilidade. Então, assim, eu não vou dizer 100%, mas 90% hoje das empresas que existem, a gente consegue a portabilidade porque a gente desenvolveu hardware, software e o aplicativo.
Então é tudo legalizado para que o cliente investiu lá 100, 200 mil, 1 milhão, ele não precisa jogar tudo fora. Antigamente tinha que jogar fora e comprar de novo. A gente tenta causar o menor impacto financeiro para o cliente também. Legal, muito legal. Daí, eu queria que você colocasse para elas aquele condomínio nosso que a gente não tem como fazer a individualização.
Sim, inclusive eu já só tentei. Conta um pouquinho dessa situação, até para a gente entender se tem alguma limitação que vocês não conseguiriam fazer a individualização.
Exatamente. Falamos disso ontem. Exato. É um condomínio antigo, já de 58 anos. E é um condomínio que tem uma particularidade na construção, aonde o construtor gostava muito de hidráulica.
Em excesso. Então, hoje em dia, sobe uma prumada única e alimenta pelos ramais cada apartamento. Nesse condomínio tem uma prumada só para a pia da cozinha, outra prumada só para a lavanderia, outra para o banheiro de empregada e assim sucessivamente. A gente tem num único apartamento nove prumadas.
de água fria e água quente. E aí a questão toda é que eles querem individualizar a parte da água quente, porque hoje é caldeira, então eles querem transformar o aquecimento da água em gás. Então isso é muito importante para a gente entender.
É viável? Não é viável? Qual o impacto num condomínio desse? Tem que quebrar tudo e fazer de novo? Realmente, a Vedrano não atua nesses condomínios acima de 20, 25 anos. Existem empresas que aí teria que fazer um estudo de engenharia, subir por fora o cano, levar para o barrilhete, mas assim...
Eu garanto que o custo é muito alto e o custo-benefício não se paga nem daqui a 10 anos. Ih, gente, então... Então, assim, quando tem válvula de descarga, tipo válvula hidra, acionadora de parede, muitas prumadas, seja água quente, água fria...
é realmente olha para você ter uma ideia eu vou chutar um número mas sairia mais de 50 mil reais por unidade para assim chutar um número absurdo e além de tudo imagina aquele azulejo antigo uma mármore importada teria que quebrar tudo então é não se paga não tem um custo-benefício para fazer isso
A gente faz até duas prumadas, tipo água quente e água fria, ou até com retorno de solar, que hoje tem muito. Isso a gente faz. Mas preparados. Ou em plantação, mas prédios de ano 2005 para cá. Para trás, infelizmente, não é viável financeiramente, a não ser que o condomínio contrate uma empresa de engenharia.
E terceiriza esse serviço e depois deixa pronto para a gente. Mas vai ter que trocar por caixa acoplada e uma série de coisas. Uma série de coisas. Então, mais ou menos, a data de corte é 2005? 2005. Para frente. Para frente, que mudaram as técnicas de construção, de projetos.
As normas da BNT. A lei foi sancionada pelo presidente Temer em 2016. Então, dali para frente, as coisas começaram a andar. Tá. Agora, para trás, realmente... É, gente, então... Ficou para trás.
Nossos velhinhos aí, 30 a mais, 20 mais, né? 20 mais já não vai ser possível. Nesse condomínio, inclusive, a gente tem, contratamos a empresa de engenharia, vários outros técnicos, a gente tentou de tudo, mas realmente é inviável. Não é por falta de vontade nossa.
Porque às vezes eles acham que é falta de vontade Do síndico, o síndico não quer fazer Nós queremos sim, mas não tem condições A gente adora uma renovação Uma modernização no condomínio Falou nisso, já abriram os olhos Eu também queria vender Eu quero Só que eu preciso entregar aquilo que eu vendo E não dá pra entregar
Com certeza. Agora, uma dúvida que eu tenho é a seguinte. Eu, quando comecei nesse mercado, eu conheci algumas empresas. E hoje nenhuma dessas empresas continua no mercado. O que aconteceu com isso? Empresas que vieram de fora, largaram tecnologias que ninguém mais conseguiu utilizar e assim por diante. O que aconteceu?
Eu conheço uma, que deve ser a mesma que você está pensando, uma empresa alemã de quatro letras. Perfeito, perfeito. E essa empresa veio para o Brasil, eu conheci na época até a diretoria que veio da Alemanha. A minha empresa até terceirizou a mão de obra de instalação, tudo. Só que financeiramente, para o capital europeu não valia a pena estar no Brasil. Tinha uma renda de influência alta. Eles instalaram mais de 100 mil pontos.
foram embora do Brasil e deixaram esses condomínios abandonados. Eu fui até a Alemanha conversar com o CEO e o CFO lá na Alemanha, falei, deixa a gente pegar a tecnologia para não deixar órfão. Quem já pagou? Porque tinha gente que fazia dois, três meses que tinha pagado todo aquele investimento. Sim.
E eles falaram, não, a gente não se interessa por estar no Brasil. Então, às vezes, a pessoa pensa, ah, é uma empresa de capital estrangeiro, fatura bilhões pelo mundo, tem mais de 40 países, mas muitas fora do país que entraram no Brasil já saíram por esse motivo, que financeiramente não valia a pena para o europeu ou para o asiático, enfim.
Esse foi o problema. Por isso que a gente decidiu fazer um protocolo aberto com portabilidade. Então, quando eu faço contrato com vocês, é 12 meses com aviso prévio de 30 dias. Ninguém está amarrado comigo. Por isso que a gente se especializou no pós-venda, no pós-atendimento. Para que você fique comigo, independente de eu te cobrar uma multa para você sair.
Tá, entendi. Legal. Bom, vamos falar, claro, não vamos falar sobre vários assuntos, mas vamos falar um pouquinho do Instituto SOS. Como é que surgiu esse Instituto? Qual é a filosofia dele? O que vocês fazem? O Instituto é sem fins lucrativos, é uma organização mesmo. O Instituto surgiu por conta da profissionalização do síndico. A ideia de profissionalizar o síndico.
Porque o síndico precisa ser uma profissão, a gente fica órfão ali, não sabe quando vai preencher um cadastro, o que eu escrevo ali? Empresário, não sabe o que escrever ali. Então o síndico precisa ter um CNAE para ser um síndico profissional realmente.
Surgiu com essa ideia, com o projeto de lei e tudo mais, e aí estudando tudo o que estava acontecendo nos condomínios, pegando as dores dos síndicos, a gente foi vendo que quem precisa realmente de qualificação é o porteiro.
O zelador, o auxiliar de limpeza, eles precisam do nosso apoio, de treinamento, porque eles caem ali numa portaria, não tem a menor ideia do que eles estão fazendo ali dentro. E quem sofre com isso? O síndico, moradora, construtora. Então a gente entendeu essa dor e resolveu criar um instituto SOS Condomínios para essa qualificação.
Então, qualificação de mão de obra, de portaria, limpeza, auxiliar de limpeza, gerente predial e do síndico também. Mas aí o síndico não como um curso para síndico, que tem vários e a gente não quer competir com ninguém. A gente quer qualificar e melhorar tudo dentro do condomínio. Então, a ideia são as pós-graduações, que agora a gente se uniu, a gente tem uma parceria com a Uniítalo.
E a Uniítalo agora, ela entrega os diplomas de todas as nossas pós-graduações. Além da João Dias. Isso, exato. Eu já dei aula lá. É, que bacana. Eu dei aula de planejamento estratégico lá, para pós-graduação. Sim.
Então, agora nós estamos homologando os nossos cursos de pós-graduação, noções de engenharia para síndicos, administradores, noções jurídicas também. Então, são várias pós-graduações que vão complementar os síndicos, o trabalho dos síndicos ali, porque a gente brinca que o síndico é um clínico geral. Então, ele precisa ter noção de tudo o que está acontecendo dentro do condomínio para contratar certo.
Correto, saber contratar. Exatamente, e saber fiscalizar também. Ele conseguir fiscalizar o engenheiro que está fazendo a obra, o advogado que está cuidando do processo, ele vai conseguir fiscalizar com muito mais conhecimento, por conta dessas pós-graduações que a gente está homologando. Então foi assim que surgiu o Instituto, com as dores que os síndicos, eu como síndica e os meus amigos,
viam que o condomínio tinha e precisava resolver tudo isso. Então, assim que a gente começou. Bacana. E eu tenho uma novidade para o Instituto, que nem ela sabe. Opa, vamos lá. A gente gosta de novidades aqui. E de primeira mão. Hoje, a gente decidiu, a gente tem um espaço próprio, uma sede própria que fica perto da Estação Conceição, e a gente decidiu, a gente está reformando, e vamos montar um centro de treinamento prático, de mão de obra.
E isso vai fazer parte também dos cursos do Instituto, que vai ser certificado pelo MEC. Esse centro de treinamento, porque a gente tem um problema sério, a gente já conversou com diversas construtoras também, incorporadoras, e até com alguns concorrentes sérios que existem no mercado também. A gente não tem mão de obra para instalar medidor de água, de gás, parte elétrica. A gente não tem mão de obra para instalar a nossa própria tecnologia.
E a gente está crescendo e falta mão de obra. Mas fora isso, a gente não tem empreiteiro até para construção civil, um pintor, tudo. Então, a Vedrano está investindo junto com uma empresa que chama Exacta. E a gente está criando um centro de treinamento próprio.
Onde a gente vai montar cavaletes, a gente vai montar tudo pra essa mão de obra específica fazer. E dentro desse centro de treinamento, se a pessoa vier de outro estado ou do interior, a gente vai ter um alojamento pra ela ficar lá dentro também.
Então é um centro de treinamento com alojamento para essas pessoas que vêm de fora. Porque a gente procura e não encontra nem em órgãos como o Senai, por exemplo. A gente não está conseguindo mão de obra. Conversando com algumas construtoras, eu falo, Patrícia, se você conseguir, a gente contrata essa mão de obra especializada.
Então, o centro de treinamento físico mesmo. Sim, com os laboratórios respectivos, né? Como você falou. Água, gás. Gás, tudo isso, né? Exato. A gente vai começar com água, gás e tecnologia. E depois a gente vai expandir até para a parte elétrica e para a parte de cabeamento. Como, por exemplo, para as operadoras de celular. Então, a gente está fazendo um centro de treinamento físico. E a sede é própria.
Eu gostaria de pontuar duas coisas que as meninas não estão falando. Esqueceram. E eu acho que sim, eu acho que é o mais importante, tanto da Vedrano quanto do Instituto, e que eu acho que a maioria das pessoas que vêem a gente nos eventos e tudo mais não enxergam esse lado de vocês, né? Como ele perguntou, o que está por trás do Instituto?
O que está por trás da Vedrano? E a questão toda é pessoas, gente. Elas olham para quem tem necessidade, para as pessoas de baixa renda, para as pessoas que moram fora de São Paulo, em situação de desemprego, às vezes não terminou o estudo.
E elas dão a oportunidade para essas pessoas que, na maioria das vezes, não têm a menor expectativa e esperança de estar no mercado de trabalho. Então, o que está por trás dessas duas grandiosas é o amor.
É o servir o próximo, é a gente conseguir conectar as pessoas com a mão de obra que a gente precisa e quem precisa de trabalho, né? Essa semana eu vi as fotos nas redes sociais da Vedrano e eu achei muito legal a questão do treinamento que vocês dão pro pessoal da Vedrano.
Uma vez por mês, reunião de alinhamento periódico, menção. E aí você vê ali essa troca da equipe com os donos, uma questão também de carinho, de vocês se doarem para os funcionários de vocês. E a gente vê o empenho da equipe toda trabalhando junto. E isso que casa muito bem entre Instituto SOS e Vedrano Tecnologia. Por isso que combinou.
A Pathy tem muito de mim e eu tenho muito da Pathy nessa questão justamente de treinar, de ajudar as pessoas. Tanto que o Instituto, foi até bom você ter tocado nisso, porque o Instituto não vai treinar e largar.
Ele treina essa pessoa, cadastra, então ele fica cadastrado no Instituto, ele vai para uma empresa terceirizada, mas o Instituto continua ajudando. Então o Instituto liga. E vai fazendo uma reciclagem, né? Exatamente, e também liga, verifica, sua esposa está trabalhando.
ela está buscando emprego também, a gente também treina a sua esposa, coloca num condomínio, para fazer alguma coisa dentro de um condomínio, ajuda com uma cesta básica, as crianças. Então, nós temos vários parceiros, né? Eu tenho um parceiro que é dentista, a parte também. Então, de repente, precisa de um tratamento, a gente tenta conseguir um tratamento médico. Então, a gente tenta ajudar essas pessoas que são cadastradas no Instituto, de todas as formas.
É um projeto humanizado mesmo. Agora, fala um pouquinho, Domi, sobre essa questão de como ajudar o Instituto, porque o Instituto é sem fins lucrativos. A gente só está doando, doando. Essa é uma questão que eu ia colocar, né? Como é que o Instituto fica em pé?
O Instituto, quem na verdade mantém em pé o Instituto são as empresas privadas hoje que patrocinam, então apoiam e patrocinam. Então nós fazemos eventos onde os patrocinadores ajudam a fazer esses eventos e todo o valor que sobra dos eventos vai para a qualificação desses profissionais. Então nós temos, por exemplo, uma empresa que nos procurou porque ela quer doar para a gente as apostilas, cadernos, livros.
lápis, tudo isso eles querem doar para o instituto para a gente conseguir dar os cursos para essas pessoas. E o que eles pedem em troca? A propaganda, obviamente, da empresa. Então vai ali o nome da empresa, a gente divulga e treina essas pessoas. Então a gente ganha esse material.
Mesma coisa EPI, eles precisam de EPI para trabalhar. Então as empresas doam também com a marca delas e a gente faz a divulgação dessas empresas. Então são os nossos parceiros de empresas privadas que estão fazendo todo esse apoio ao Instituto. E são várias empresas que a gente nunca nem imaginou que existiam no mercado, que começaram a procurar o Instituto e querem participar. Então é muito legal ver que essas pessoas querem estar com a gente no Instituto. E o mais engraçado...
é que não são as empresas gigantes que podem, né, deveriam ajudar, porque tem condições maiores de ajudar, mas não, são as empresas menores que nos procuram e ajudam. Então, de pouquinho em pouquinho a gente vai conseguindo fazer muita coisa. Mas as empresas gigantes poderiam ajudar também, com certeza seriam muito mais pessoas treinadas. Atenção, hein, gente, vamos colaborar aí com o Instituto SOS, vocês que estão aí já macros.
Vamos abrir a mão um pouquinho. Tem algumas maiores, mas a gente fala assim, qualquer doação é bem-vinda para a gente poder reverter isso. Não só no treinamento, certificação, parceria com a universidade, aprovada, homologada pelo MEC, mas também para a gente dar emprego.
Olha, eu não me importo se eu treinar uma mão de obra especializada para instalar um medidor de água e essa mão de obra for empregada no meu concorrente, eu já estou feliz. Porque eu estou melhorando a mão de obra do concorrente também. Então, assim, eu não me importo com isso. Eu quero diminuir o desemprego no Brasil. A gente não é política, mas a gente tenta fazer a nossa parte. Claro, claro. Exatamente. Claro, não. É muito interessante tudo isso que vocês estão falando, né? Porque eu fico...
Eu fico lembrando que teve um projeto também que não é exatamente igual, é na área de saúde, porque Barretos tem um centro oncológico referência nacional. Sim, sim. E aí uma instituição...
ela criou um local para hospedagem das pessoas, porque a pessoa ia lá, levava o filho, levava o pai, enfim, e onde é que essa pessoa ia ficar? Pessoas humildes, pessoas sem recursos, né? Então criou tipo uma hotelaria.
para atender essas demandas e assim poder dar apoio para a pessoa que está fazendo o tratamento. Claro que é uma coisa diferente do que vocês se propõem a fazer. A pergunta que eu faço é sempre voltado para a área condominial? Sim, a princípio voltado para a área condominial, mas nós já fomos procurados por empresas e outras instituições.
que gostariam de fazer parceria com a gente para outras áreas, para ampliar. Temos até uma parceira que vai ser nossa patrocinadora também, a Prospecção, e ela quer fazer treinamentos comercial. Ela faz a parte de RH e comercial, também vai ter, que aí independe de ser condominal. Mas como a gente está muito ligado no mercado condominal...
E eu atendo 99% são condomínios, né? Sim. Então a gente está fazendo primeiro para o mercado condominal e imobiliário, na verdade, né? Tá certo. Esse é o nosso foco principal. Legal. Olha, deixa eu fazer aqui alguns comentários aqui, né? Do pessoal que está conosco. Muito obrigado a todos aí que prestigiam o nosso podcast hoje. Doutor Prevenção está dando boa noite a todos.
E o de Schneider, oficial? É, diferente. Diferente. Quase começando, eu aqui de férias, mas acompanhando minha benfeitora nos cursos. Grande abraço para a dona Domi. Obrigada.
O Albélio está aqui conosco. O Albélio é uma referência no nosso segmento. É um cara que entrega muito conteúdo. Sim. É muito legal. Já esteve aqui também no nosso podcast. André Bonadias. Está dando boa noite.
Maria Concebida Araújo está sempre aqui com a gente, está dando boa noite, dizendo sucesso no podcast a todos nós aqui. Gilmar Queiroz, esse aqui é um caso interessante. Gilmar foi gestor predial de um condomínio nosso.
E ele optou por sair para trabalhar na área acadêmica. Mas ele tem toda uma formação na área de condomínios. Ele está dizendo, é muito legal o treinamento para mão de obra. Está realmente precisando. As falhas ocorrem realmente por falta de conhecimento dos profissionais. Verdade.
O Devit, que é também um amigo nosso aqui do podcast, ele está dizendo Treinamento no Brasil começa a ser valorizado, ainda que com décadas de atraso
Eu já trabalhei em várias empresas antes de ser síndico e tive também situações em que realmente o empresário achava que treinamento era uma coisa... Inútil. Inútil. Não vou gastar esse dinheiro nisso. É verdade. E eu sempre tive a convicção de que isso...
Era importante. O síndico sincero está dizendo aqui que eu estou aqui com feras, estou mesmo. Domi e Patrícia Vedrano, mulheres visionárias do mercado condominial.
E está dizendo, Dai Lopes, abraços a todos, estou em sintonia. Muito bom. Quero aproveitar, deixa. Pessoal, estamos ultrapassando as 100 pessoas assistindo a gente. Por que ninguém está curtindo? Vamos apertar aí, não custa nada, não cai o dedo, gente. Vamos curtir, comentem, compartilhem com seus amigos.
É um conteúdo tão bacana Pra gente compartilhar Pra gente tentar inspirar as pessoas do nosso setor Então vão curtindo aí, por favor Obrigada Como você disse, não cai o dedo Não cai o dedo, gente Às vezes a gente posta uns vídeos E dá assim, 3 mil visualizações 4 mil visualizações E tem 10 curtidas
Então a pessoa assiste, ela gosta, porque a gente vê quanto tempo a pessoa ficou ali e tal. E ela não curte. Exato. Ela acha assim, ah, mas se eu curtir ela vai ganhar mais dinheiro com isso. Exato. E entender que o nosso trabalho de comunicar, de passar. Informar. Nas redes sociais é justamente para a gente agregar o máximo possível, o máximo de pessoas possíveis. Então quando vocês compartilham, vocês ajudam todo mundo.
Exato. E a curtida quer dizer que você está gostando desse conteúdo, para trazer mais conteúdos como esse. Exato. É um incentivo, né? É um incentivo. Agora, além do Instituto, você é síndica profissional.
Sim, eu trabalhei como síndica profissional 15 anos mais ou menos. Hoje eu atendo alguns condomínios, poucos. O que eu percebi? Eu percebi que a domichélica é a síndica profissional que eles querem. Que eles votam e que eles querem que trabalhe no condomínio. Então a partir do momento que não é a domichélica que está no condomínio, já não é mais o que eles queriam. Não foi o que eles contrataram. Eu não contratei a metodologia da domichélica, eu contratei a domichélica.
E eu comecei a ter muito problema com isso. Então, como o meu foco era o instituto, eu não conseguia ter 40 condomínios mais um instituto. Então, eu preferi ficar com pouquíssimos condomínios e cuidar do instituto. Então, eu fiquei com aqueles condomínios que eu já tenho há 7 anos, 8 anos, que já são filhos praticamente.
E os demais eu acabei deixando para correr com o Instituto. Entendi. Então você atende hoje os condomínios em que você pode atender diretamente. Exatamente. Isso mesmo. Perfeito. Dai, qual é a sua pergunta agora?
Minha pergunta é, gostaria de entender como é que vocês se uniram nesse propósito em comum, né? A gente já sabe que tem toda uma sintonia de amizade por trás disso, né? Cada uma no seu setor, né? Que, querendo ou não, individualização não tem nada a ver com treinamento, mas acabou que tem, né? E como é que vocês conseguem se mesclar?
Nesse meio aí agora como sócias. Na verdade, a gente nem sabe como tudo isso começou. A gente já estava até conversando sobre isso. Porque assim, como que isso começou? Na verdade, foi uma ligação tão forte, né, Paty, quando a gente se conheceu, que aconteceu naturalmente. As coisas foram indo e tal. E vamos, bom, o instituto... A Paty tem, como eu disse, né? Ela tem muita coisa ligada ao treinamento, ao instituto. Ela é uma pessoa supervisionária.
Então acabou ligando uma coisa na outra. A gente gosta do networking, então o Instituto também faz o networking, o Condoprime também faz esse networking. Então a gente acabou unindo tudo, né, Pathy? E deu matching. É, a gente se encontrou pelo Tinder, brincadeira.
Essa é ótima. Não, gente, brincadeira. Não levem a sério que às vezes eu gosto de quebrar o gelo. Mas foi assim. A gente se conheceu em eventos e tal, e eu já gostava do trabalho da Domi, e eu acho que foi recíproco. E aí o que aconteceu?
Eu falei, a Vedrano quer estar junto com você, porque realmente a gente tem esse negócio de valorizar o funcionário, a gente faz treinamentos com dinâmica, com bexiga, a gente sempre traz gente de fora para dar cursos e treinamentos para a nossa equipe, isso desde 2021.
que a gente começou com essa ideia e eu não conhecia a Domi ainda. E aí um dia a gente estava lá no Instituto conversando e falei, a Vedrano quer ser parceira do Instituto, como é que eu faço? Aí ela pegou e a gente começou uma parceria e a gente começou a se conhecer. Foi aí também que veio a Condoprime, eu convidei ela para dentro de fazer essa parceria. Ela falou, Pathy, eu queria te fazer um convite. Eu acho que a gente estava num jantar. É. Não, a gente estava num evento de síndico.
É sempre, né? É o que não falta é evento de síndico. Nós estávamos num jantar de síndicos. Ah, num evento de síndicos. A gente estava num evento de síndico e do nada ela falou, Patrícia, eu queria te fazer um convite. E eu falando de Vedrano com ela e tal. Aí eu, pois não, qual o convite? Aí ela, você aceita ser vice-presidente do Instituto? Eu falei, o quê? Eu achei que tipo, acho que ela está brincando.
Eu falei, é sério. Ela falou, é sério. Eu falei, tá, eu aceito. E aí a gente conversa depois. Aí no dia seguinte eu falei assim, ô Domi, você bebeu ontem? Eu não bebo nada, gente. Eu sou zero álcool. Aí ela, não, eu não bebo. Eu falei, tem certeza que você não bebeu. Ela, tem.
Lembra de tudo, né? Eu falei, você estava me convidando para ser vice-presidente do Instituto. Não, mas eu estou falando sério. Mesmo que eu tivesse bebido, eu lembraria. Que bacana. Falei, então tá. E aí a gente começou a fazer reuniões e tal. Eu também busco parceiros para dentro do Instituto. Não só de patrocinadores, mas de parceiros qualificados e tal. E aí surgiu essa ideia. E aí...
convergindo a tudo isso, conversando com os meus sócios, que é o Djalma, que está aqui nos bastidores, e com o Eze, que está numa assembleia de condomínio. Eu falei para eles, e se a gente também montar um centro de treinamento físico para a mão de obra? E aí surgiu essa ideia, a gente começou a montar o projeto hoje e... E já vai. E a gente, assim, acorda... Vamos fazer? Vamos.
E faz. É sobre isso. Gente, é uma particularidade da Patrícia, que eu acho que essa sintonia com a Patrícia, todo mundo tem. Todo mundo que está no seu ecossistema tem essa sintonia com você, né? Porque eu te amo ou te odeio. É, tipo isso.
E é muito legal isso. Eu não conheço ninguém que me odeia isso. A pessoa é louca. Mas graças a Deus a gente não encontrou essa pessoa. Mas gente, a Patrícia... Também não vamos encontrar, né? Porque essa pessoa não vai aparecer. Não vai aparecer. Mas Deus nos livra até disso. Exatamente. Mas enfim, a Patrícia é uma pessoa... A gente dá muita risada. Principalmente de Jauma, que é o esposo dela.
que é aquela pessoa que tem milhões de ideias, é o TDAH aqui batendo forte, né? E ela abre 30 abas na cabeça dela e ela consegue ter todas as 30 ideias e colocar em prática as 30 ideias. Então, por isso que eu estava curiosa para saber como é que foi essa conexão vedrano. Foi exatamente por isso.
Porque as abas a gente conversa de madrugada. Sim. De madrugada. Meia-noite é o melhor. É muito engraçado. Da dez e meia da noite a gente se liga e a gente fica até uma da manhã conversando, colocando essas ideias. Nossa, eu tive uma ideia sim. Vamos fazer? Vamos. Ah, eu tive uma ideia sim. Vamos fazer? E é o máximo. É o que me causa mais admiração pela Patrícia é essa questão dela.
Ela criou a Vedrano, ela criou a Condoprime, ela criou agora essa parceirinha, a Exacta, né? E ela ainda veio, tirou do papel o maior evento que vai ter do condominial, né? Que só vai colocar todos os síndicos de São Paulo dentro de um navio. Uma coisa muito básica. Então, assim, isso é muito particular da Patrícia, né? E como ela consegue ser tão criativa e fazer acontecer as coisas. Então...
parabéns! Te admiro muito por isso. E eu não sei se isso é o melhor ou o pior, é que o marido que eu encontrei ao longo dessa vida, ele é meu parceiro. Ele abraça tudo. E assim, ele me dá umas ideias também, doidas, e eu falo, é, pode ser. Então assim, esse lado criativo não é só meu, ele também dá ideias. Sim, exatamente. A gente vai lançar, depois do navio, já tem outro lançamento.
Já tem outra novidade, gente. O negócio é rápido. O One Link, gente, é a primeira rede social do mercado condominial. Verdade, verdade. Já tem até Instagram. E a gente vai fazer um Oscar também do mercado condominial com votação pública. E não esses prêmios comprados. Então a gente começa a ter ideias. Aí ele fala assim, vamos esperar um pouco? Aí eu, não, para abril tem isso. Ainda bem que ela falou rapidinho, né?
Fala rapidinho. Pra abrir o tenhinho, pra... Corte rápido, tá bom. Mas a gente faz isso com muito prazer. De verdade, assim, eu sou apaixonada pela vida, eu acho. Eu sou apaixonada... Se eu parar, eu morro. Em junho a gente tá com a Vedrana Europa, só pra você ter ideia. Estamos indo pra Portugal.
Legal. Agora, você mencionou uma coisa assim, meio de ampaçã, logo no início, que eu queria aprofundar um pouco mais, que é a questão não da qualificação do síndico, mas da representatividade do síndico na sociedade. Até como uma atividade reconhecida, uma atividade respeitada.
Até diferente do que a gente tem hoje. O que vocês têm pensado e têm colocado em andamento sobre isso?
Na verdade, existe um projeto já em andamento há muito tempo, né, para aprovação, um projeto de lei. No Congresso, né? No Congresso, que está rodando ali, só que existem, pelo que a gente leu, tem alguns pontos que não vai acontecer a aprovação, porque eles são inconstitucionais, né, na visão, na nossa visão, eles são inconstitucionais. Então, a gente está com um projeto mais justo, vamos dizer assim.
onde a gente não quer somente qualificar o profissional, o síndico. A gente quer também colocar um padrão. Então, um padrão de convenção de condomínio. Então, todos os condomínios têm que ter a mesma convenção. Por que o condomínio A tem uma convenção, o B tem outra? Não, são todos os mesmos. São todos iguais. Óbvio, tem uma particularidade de uma piscina, de uma garagem, mas na lei eles têm que ser iguais.
Eu não posso destituir o síndico com a maioria absoluta dos presentes em assembleia em um e no outro com a maioria dos condóminos. Não pode ser assim. Tem que ser igual para todo mundo. Então, a nossa ideia é a equalização das convenções, para que sejam todas iguais. Os honorários do síndico, para que tenha uma tabela de honorários, como tem a tabela da ordem e todas as ordens. Que antigamente tinha, e foi se perdendo durante os anos.
Isso prejudica muito. Não tem obrigatoriedade. Isso prejudica muito. Não é obrigado ter uma tabela. Não é obrigado. E aí a régua vai lá para baixo. Exatamente. Então, eu até falei, estava em uma outra conversa, eu falei, pessoal...
Sabe o que acontece? Eu quero pegar o seu condomínio. Então, eu vou lá e falo assim, o morador me indicou. Ah, Domi, eu quero que você participe da concorrência desse condomínio. Tá bom, vou mandar a proposta. Quanto que o síndico recebe hoje? Ah, o síndico recebe, entra lá na prestação de contas, ah, ele recebe 5 mil. Eu quero pegar esse condomínio. O que eu faço? Coloco 4,5 mil.
Já baixei 500 reais daquilo que o síndico recebeu durante dois anos. No próximo, daqui dois anos, vai baixar mais ainda, se não for você que permanecer ali. Porque você quer pegar o condomínio e cada vez vai baixando mais. Desvaloriza. Desvalorizando, exato. Então desvaloriza o condomínio e desvaloriza o síndico, o trabalho do síndico.
Então, a gente precisa equalizar isso também, ter uma tabela de honorários. Esse condomínio, quanto vale o metro quadrado aqui? Ah, vale tanto? Então, a tabela de honorários dele é essa aqui. É de R$ 17 a R$ 20.
E aí você coloca aquele valor. Por unidade. Exato. Então a ideia é equalizar a tabela de honorários, a convenção, as concorrências de administradora, da mesma forma, a construtora quando entrega, o que ela tem que entregar? Ela já tem que entregar com a individualização, ela já tem que entregar com o mercadinho, ela já tem que entregar... Porque se ela entrega com todos esses produtos, não tem tanta briga depois.
Do morador, ah, mas eu quero escolher. Não, é o cíntico que escolhe. Exato. Então, no nosso projeto, a gente equaliza todo o condomínio, para que seja um padrão de entrega. Então, é diferente do projeto que hoje está rodando, que é somente para a profissionalização do síndico.
E aonde vocês estão levando esse projeto? Por enquanto ele está no papel, ele está sendo revisado, então síndicos estão participando, jurídicos estão participando, para que a gente forme um projeto justo para todos, para que todos concordem ali. Então essa comissão está trabalhando em cima desse projeto para ser levado para aprovação. Tá, bacana, muito legal. Olha, tem aqui...
O doutor Érico Olivieri é um advogado que já esteve aqui conosco também, ele está dando boa noite a todos, parabenizando o nosso podcast, dizendo que é muito enriquecedor para o nosso segmento. Você está no Rio de Janeiro, Patrícia?
Não. A gente está no estado de São Paulo e no Nordeste, por enquanto. Porque eu tenho aqui o Clóvis Salomão. O Clóvis é um amigo e um profissional de altíssimo nível na área de engenharia, na área de facilities. E ele é do Rio de Janeiro, está sempre assistindo aqui, está dando boa noite para nós aqui. Se você quiser alavancar alguma coisa por lá, eu acho que o Clóvis pode te ajudar.
Os cursos vão pra lá O Instituto tá indo pro Rio de Janeiro Depois do navio Aí a gente começa com um programa de Profissionalização e qualificação Lá no Rio de Janeiro também A gente tem um projeto chamado Vedrano Partners Que a gente coloca Distribuidores autorizados Assim como tem, por exemplo, aí em Teobras Então a gente cadastra e deixa o uso Da nossa tecnologia, só que a gente não leva Nossa mão de obra pra lá, por enquanto Porque não tem também, né? A gente tem que qualificar Vai ser, vai ser
Não tem, não. Ó, a Cario, ó, Kaori. Kaori. Kaori. Kaori Shida, da Direcional. Ela está dizendo que você é sensacional, viu, Patrícia? A gente fala muito sobre esse segmento se unir mais, ela está dizendo aqui também. Sim, também é a nossa ideia, também é a conexão, né? Nós fazemos eventos.
onde a gente leva o CEO de uma administradora A com o CEO da B, da C, fazemos um painel com todos eles. Então, a ideia é realmente unir todo mundo, né? Para que esteja todo mundo junto. Gente, nós temos muitos condomínios. 350 mil condomínios. Tem para todo mundo. Tem para todo mundo. Uma administradora não vai conseguir pegar 350 mil condomínios.
Mais 700 que estão lançando todo ano. Exatamente. Então, assim, quer não todo mundo estar junto e fazer um mundo melhor, né? De gestão, mais justo. Então, a ideia do Instituto também é essa, é unir todo mundo condominial, né? Dentro de uma plataforma para todo mundo se ajudar ali. Como a gente se ajuda nos grupos, né? Eu tenho um grupo de síndico de um bairro, do outro, do outro, juntando todos esses síndicos.
A ideia de um, a ideia do outro, todo mundo vai ficar bem, todo mundo vai trabalhar bem, a gente vai ter menos problema dentro dos condomínios, então a ideia é justamente essa. Indicar um bom fornecedor, seja ele do que for. Um ajuda o outro com a experiência que teve, né? Exato. Seja bom, seja ruim. Isso é o que a gente faz também no Instituto, a homologação das empresas. Então, a empresa que é a nossa parceira, nós pesquisamos essa empresa, verificamos a idoneidade, o trabalho que ela presta.
E aí nós homologamos essa empresa. Essa empresa passa a ser homologada pelo Instituto. Quando o síndico pede para a gente uma indicação, nós indicamos essas empresas que são homologadas por nós. Eu estou num grupo que você está também, outro dia você indicou.
uma empresa lá de elevadores. Sim, verdade. Que é um parceiro nosso. É um parceiro, homologado. Sim, homologado. Bacana, bacana. Olha, está aqui também o Patrick Prado. Ele é um...
Nosso fiel gerente predial. Nosso fiel gerente predial num condomínio desafiador. Está aqui conosco. Está aqui também a síndica Regiane Alves, que também é da equipe da Mister Síndico. Está ajudando a gente com alguns projetos. Gerson Ferreira, boa noite a todos. Praia Grande. Olha, estamos chegando lá em Praia Grande. Obrigado, Gerson. Seja bem-vindo.
Muito bom. Agora, eu acho que um desafio que a gente tem, porque eu sinto isso na pele e, obviamente, eu acho que vocês também sentem.
É a questão de conseguir domar um pouco os egos e interesses que atravessam essa possibilidade dessa união entre os síndicos. Sim. Porque muitas vezes a gente se depara com situações inacreditáveis.
que acontecem nesse nosso segmento. Mas eu acho que é importante existirem ações como a que vocês estão desenvolvendo, porque isso vai dando credibilidade para o segmento, isso demonstra para a sociedade que existe sim um trabalho sério, consistente, honesto, ético.
Então eu parabenizo e realmente se de alguma forma eu puder apoiar, vou apoiar também esse instituto. Obrigada, a gente agradece, com certeza. Porque vale a pena. Com certeza. Os síndicos, hoje eu vejo os síndicos mais unidos, sempre vai ter o desgarrado, sempre vai ter, a gente não vai conseguir 100%. Essas iniciativas como a de vocês, eu vejo como separar o joio do trigo. Sim. Porque...
Justamente esses esgarrados aí que acabam prejudicando a nossa imagem e todo o resto, que acabam se afastando mesmo, né? E é muito importante, porque quem participa desses nossos encontros, realmente são os melhores, são as pessoas que estão dedicadas. Exato, e você sabe que a gente vê, assim, quem é grande, quem trabalha bem, quem faz sucesso, tá junto com a gente.
As pessoas que realmente fazem um bom trabalho estão com a gente. Então quem atrapalha, às vezes quem critica e quem baixa a régua, são as pessoas que estão começando e acham que vão conseguir derrubar quem já está ali como pioneiro das situações. Isso não existe. Essa pessoa está entrando, entra...
Todo mundo começa do começo. Então, entra com humildade, você vai conquistar o seu lugar. Com honestidade, sem passar a perna em ninguém. Então, assim, tem síndicos, eu falo por mim, né? Que eu vivi. Eu sempre trabalhei com popular, condomínio popular. Minha expertise é a implantação de condomínio popular, porque eu sempre gostei de fazer a gestão dessas pessoas e colocar nesses condomínios o que a gente coloca em alto padrão.
que são condomínios populosos, eles conseguem, com um pouquinho de cada um, ter o que tem num condomínio de alto padrão. E o que acontece? Eu sempre fui muito para a Zona Leste, que esses condomínios foram importados muito na Zona Leste. Começaram muito por lá. Muito por lá. Então, eu tinha assim...
Uns 20 condomínios em volta, na mesma região. E teve um síndico, que não era síndico, era um morador. De repente, ele virou síndico morador e ele falou, eu vou pegar todos os condomínios da SOS. E ele começou a baixar o valor, assim, absurdamente. Então, se a gente cobrava 6 mil, ele ia lá e cobrava 2.
E aí ele pegava esse condomínio. E eu falava, gente, eles falavam, Domi, mas coloca o seu valor. Então, é o valor, não é o preço. Então, se ele está cobrando dois mil reais e ele vai conseguir fazer a gestão disso, deixa ele fazer. E a gente está saindo. E aí a gente vai vendo, vai acompanhando. Tem muitos moradores que gostam da gente, que vão passando para a gente informação. Esse síndico já saiu dali.
Por que que ele saiu? Se queimou, né? Se queimou, porque ele cobra tão pouco que ele precisa fazer de uma forma diferente. Então ele colocava funcionário fantasma para receber pelo funcionário fantasma. Ele entrega aquele pouco que ele ganha, né? Que ele cobrou. Exato, exato. Então, por isso que eu falo, não seja desonesto. Trabalhe, cobre o valor pelo seu trabalho, mas trabalha. Porque trabalhar dá trabalho, né? É isso aí. Então tem que cobrar o certo e você vai conseguir se destacar. Vai fazer curso.
Vai fazer estágio. Ontem eu recebi uma mensagem de um menino que é gerente predial. Ele falou, Dôme, estou acompanhando todo o trabalho do instituto. Você me leva para trabalhar com você? Como estagiário, eu não quero receber nada. Eu só quero aprender. Que sensacional. Sabe, eu quero ser síndico. Eu quero aprender a ser síndico. Você não precisa me pagar nada. Eu vou aprender sendo estagiário.
Então, é uma pessoa honesta. Ele vai conseguir começar o caminho dele, o lugar dele. Ele vai colher aquilo que ele está plantando. Exato. Então, é isso que eu falo para os síndicos. Não sejam inimigos. Não passa perna em ninguém. Segue-se o caminho. E um puxão de orelha para os condôminos, gente. Porque esse tipo de síndico só existe por causa dos condôminos que quer fazer leilão, que quer sempre o menor preço. Eles acham que é... Não, sempre... Qual que é o mais barato? É...
E, pessoal, a gente tem que pensar em longo prazo. O barato sai caro sempre. Sempre sai caro. Então, é pensar que vocês estão contratando uma pessoa para administrar o patrimônio de vocês, o bem maior de vocês. Então, um condomínio não é igual antigamente, que era, assim, você trocar uma lâmpada.
Uma tomada e está tudo certo. Não, gente, hoje um condomínio, quanta tecnologia tem no condomínio? Quantos cursos a gente tem que fazer? Então é importante vocês realmente valorizarem e pesquisarem os síndicos que vocês vão contratar. E não ir pelo preço, mas ir realmente pela expertise de cada síndico. Eu vou dar um exemplo para vocês de medidores. Por exemplo, a gente trabalha com medidor alemão, mas que tem fábrica no sul, de alta tecnologia. E que tem a portabilidade. Ele custa em torno, vai de R$190,00.
E ele passou pelo Inmetro, ele passou pelas concessionárias de água de todo o Brasil, inclusive a Sabesp. Colocaram um medidor de água num condomínio X por R$ 52,00. Um medidor de plástico, acho que Lego era mais forte que aquilo. Meu Deus. Quando passa água nesse medidor, ele estoura. Ele não é aprovado por nenhuma concessionária de água, por nenhum órgão do Inmetro, nada. Você acha? Ele só vai ter dor de cabeça, vai estourar, mas os caras querem pagar o barato.
Não tem como um equipamento de 200 reais você pagar 50. E as pessoas só enxergam isso quando dá problema. E quando perdeu dinheiro. Tanto na parte fornecedor, de produto, de mão de obra, conexões a gente usa de primeira, quanto na parte do síndico, se ele quer um serviço bem feito, se ele quer um síndico bom, ele tem que pagar por isso. E esse síndico bom que vai indicar os prestadores bons, que vai fazer realmente uma pesquisa de mercado.
para aquilo que ele vai trazer para dentro do condomínio, que é a qualidade e o benefício. Isso é muito interessante, Dai. Por quê? Olha só, você contrata um síndico, ele foi indicado. Tem um morador que já conhece o trabalho do síndico em outro condomínio, dá super certo, é maravilhoso o condomínio, tudo em ordem. Aí, legal, vocês elegem esse síndico nesse condomínio que ele foi indicado. Quando ele entra ali, ele não pode escolher nada.
Ele não pode contratar a empresa que ele acredita, a empresa que é parceira. Quando a gente fala que é parceira, não é que a gente está recebendo nada.
É parceira porque ela atende quando precisa. Entrega. Por exemplo, elevador. Gente, elevador é uma coisa muito séria. Muito. Muito séria. Então, assim, as pessoas não entendem que o elevador ficar parado, ele não vai despencar lá de cima. É muito raro isso acontecer. Porém, a pessoa que fica presa lá dentro pode ter claustrofobia, pode ter um monte de problemas cardíacos, e ela pode ter um problema ali dentro. Então, elevador é muito sério.
Só que hoje, os elevadores, como entregam muitos condomínios, os elevadores são sucateados, porque usam na obra. Então, as pessoas não entendem muito de tudo isso. A gente explica nas implantações para as pessoas entenderem um pouquinho. Quando você contrata uma empresa, a fabricante, nós até estávamos falando sobre isso, né? A fabricante nem sempre te dá a assistência que você precisa dentro do condomínio. E dentro do tempo que a gente precisa. Exatamente. Então, assim, você contrata uma empresa...
que cuida de outros, genérica, que cuida de vários tipos de elevadores e que é homologada pelo engenheiro e etc., essa empresa vai te atender com qualidade. Você não está tirando o fabricante ou a empresa grande para colocar uma pequena porque ela vai te pagar alguma coisa. Ao contrário, é porque você liga e fala com o dono da empresa. Exato.
Fala, cara, tem um passageiro claustrofóbico preso, eu preciso agora do atendimento. Ele vai na hora te atender. Então, é isso que o morador precisa entender. Quando o síndico entra ali, ele coloca o parceiro dele, que é o parceiro que dá assistência na hora que ele precisa. Ah, mas o que tem em troca? Indicação. Então, ele me indica condomínios, quando ele sabe que tem uma concorrência, que tem uma eleição.
E eu indico para ele condomínios que estão com problema e que eu preciso de um bom parceiro. É uma troca. Sim. Em tudo, né? No nosso meio. Exato. Então, o morador, ele precisa entender que não existe parceria porque você está ganhando, e sim pela qualidade do serviço para a família dele. Perfeito. Perfeito. Olha só, nós estamos tendo que fechar aqui, mas tem um assunto ainda que eu quero colocar aqui. Eu assisti a uma palestra sua.
que você falou uma coisa que eu achei sensacional, não tinha ouvido isso antes, num desses condomínios de Minha Casa Minha Vida, que você instalou dentro do condomínio aquela maquininha para ele poder carregar o cartão do ônibus, do trem, assim por diante. Achei aquilo sensacional.
É muito legal mesmo. Nós temos uma parceria com essa empresa. Essa empresa não paga nada. A gente não paga nada para essa empresa. Essa empresa também não dá retorno nenhum para o condomínio. Mas é a facilidade do morador não ter que ficar na fila dentro do metrô. Já passa o contato com o presidente. Dentro de casa. Dentro de casa.
E a gente deixa do lado da portaria, o morador está saindo para trabalhar 4 da manhã, ele passa ali, carrega o cartãozinho dele, já vai, já entra. Sensacional. Então a gente tenta levar realmente essa tranquilidade, essa qualidade de vida para o morador. A agilidade. Olha, é o seguinte, o...
A Regiane está dizendo que ela atua em Franco da Rocha, né? E que lá eles têm um grupo de síndico também que troca informações que ela acha muito importante trabalhar esse trabalho em conjunto. Sim. E quem está aqui é a Tânia Goldkorn.
Está dizendo que a Patrícia é maravilhosa. Ela também. E meninas poderosas como a Domi. Obrigada, Tânia. Bom, nós vamos fechar, vamos encerrar com um assunto que está em evidência, está mexendo com esse segmento todo, que é a questão do navio. Maravilhoso. Está certo? Nós já fizemos um podcast aqui só sobre o assunto, mas vamos fazer um pequeno resumo aqui nesse encerramento.
Bom, vamos lá. A Condoprime veio para fazer o primeiro cruzeiro do mercado condominal. Estamos com grandes patrocinadores, não vou falar o nome aqui porque é um monte, mas se entrar no Instagram da Condoprime vai ver todos esses patrocinadores. Eu também tive a honra de poder estar do meu lado junto comigo, a nossa capitã do Michele. Opa!
A nossa embaixadora Day Lopes, de honra, que vão estar dentro do navio com a gente, com os patrocinadores, muitos síndicos. Então, a gente... é um desafio. Inclusive, quando eu estive na Direcional, que também é uma das parceiras, né, patrocinadoras que divulgaram na revista, o Almir, que é o esposo da Sonia, falou, Patrícia, você tem certeza? Você é ousada.
E essa ousadia não foi fácil, gente, mas eu estou muito feliz com o resultado, porque as cabines estão esgotando mesmo. E não são só as cabines que eu bloqueei para a reserva do evento que vai ter lá dentro, da Condor Prime, mas as cabines do navio inteiro, né? É porque as cabines que foram bloqueadas já foram embora. Já acabaram, já renovei e tal. Mas as cabines do navio inteiro estão esgotando e a gente teve uma ótima aceitação.
O segundo eu não sei se eu vou fazer, porque já tem outras empresas perguntando. Eu quero estar no segundo, me fala primeiro. E tem gente de fora de São Paulo também se inscrevendo? Tem, tem síndicos de fora, de outros estados e também do litoral. Patrocinadores também. Patrocinadores também. Mas a adesão maior foi na capital e no ABC.
E eu estou muito feliz com o resultado. Falta um mês, a partir do dia 5 agora de fevereiro, vai ter um evento lá no Condor Hub na quinta-feira, dia 5, pela Cosecurt, para sortear mais duas cabines também.
E eu estou muito feliz com o resultado e muito feliz dessas duas mulheres maravilhosas e poderosas ter aceito o meu convite. E também quero mandar um abraço para o Beto, que é um dos patrocinadores, que é o capitão do navio também. Está super ansiosa, né? Exatamente, já está na contagem regressiva, pessoal. Corram, que são as últimas cabines que estão à venda ali, para você garantir o seu leito.
E fez um maior sucesso. A gente está bem animada com o resultado que isso vai trazer para a gente. Também de conexão, porque não é só profissional, gente. A gente vai trazer a família junto. Então, os síndicos vão levar as esposas, os esposos. Você e sua mãe, né? Vou levar minha mãe. Minha mãe vai comemorar o aniversário dela de 69 anos lá. Então, vai ser muito bacana. A gente entra no Instagram da Condo Prime e garanta a sua cabine.
Eu estou muito feliz, muito feliz e com o apoio também da minha equipe de staff que está indo junto com a gente. Que legal. Parabéns. Gente, o tempo passa rápido aqui. Uma delícia. Eu quero dizer para a Domi que quem vem aqui volta. Com certeza. Que é o caso da Patrícia que já esteve conosco aqui. Foi um privilégio, uma honra para mim receber vocês aqui.
E escutar tantas coisas especiais e diferentes que esse nosso mercado precisa tanto. E eu queria dizer aqui no encerramento que a Day falou em 100, mas nós batemos aqui mais de 210 pessoas assistindo aqui. Muito bem. Tá certo? Devemos isso a vocês aí pelo brilhantismo da cooperação. Muito obrigado a vocês. A gente que agradece.
E em outro momento vamos estar juntos aqui novamente. Com certeza. Obrigada. Obrigada pelo convite e parabéns. Vocês são fantásticos. Muito obrigado. E o episódio vai ficar gravado, pessoal. Não esqueçam de compartilhar. Assistam quando puderem. E clica no joinha. É isso aí. E você que sempre está aqui conosco, na próxima terça às 19h, mais um programa ao vivo para você. Um abraço.
S.O.S. Condomínios
Vedrano Individualização