168 | O Futuro da Gestão Condominial | Mister POD
A gestão condominial está passando por uma transformação e quem atua no setor precisa acompanhar esse movimento!No próximo episódio do #MisterPod, vamos discutir o futuro da gestão condominial, abordando temas como profissionalização, tecnologia e o novo perfil do síndico que os condomínios exigem hoje.Para enriquecer essa conversa, receberemos especialistas no assunto:◾ Marcelo Duarte, empresário, palestrante e fundador do projeto Eu Amo Condomínio◾ Juliana Moreira, proprietária da @sindicompanybr e fundadora da @condo.academyPrepare-se para uma troca de ideias com quem vive o universo condominial na prática e acompanha de perto as mudanças que já estão moldando o mercado._#MisterSíndico #SíndicoProfissional #condomínios #MisterPod #DicadeSíndico #AdministraçãodeCondomínios #Síndico #GestaoCondominial
- Saúde Mental e Bem-estar do EmpreendedorBurnout e a importância do cuidado com a saúde mental · Síndicos como prestadores de serviço e a carga emocional · Agressividade e violência em condomínios · Demanda por suporte psicológico para moradores
- Inteligência ArtificialAutomação de tarefas e substituição de funções · Integração de IA em sistemas de gestão · Impacto da IA em profissões tradicionais · Uso de IA por idosos e adaptação tecnológica
- Competência ProfissionalPapel e limites do conselho condominial · Responsabilidades legais do síndico · Síndico profissional como prestador de serviço · MBA em Gestão Condominial
- CondomíniosCondomínio como sistema social complexo · Relações humanas e a complexidade crescente · Agressividade e falta de respeito em condomínios · A importância de entender as relações humanas
- Uso de celular e redes sociaisUso de redes sociais para educar moradores · Viralização de conteúdo e notoriedade no mercado · Produção de conteúdo em massa e persistência · Impacto das redes sociais na relação síndico-morador
- Transformação digital e produtividadeDesafios de idosos na adoção de novas tecnologias · Programas de inclusão digital em condomínios · Facilidade de uso de ferramentas digitais
- Diferenças Regionais Gestão CondominialHábitos e cultura em diferentes regiões do Brasil · Adoção de tecnologia em São Paulo vs. Vale da Paraíba · Demanda por formatos tradicionais (pasta em papel)
Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E você sabe que aqui tudo que existe de novo, tudo que existe de novas coisas que estão acontecendo nos condomínios, nós trazemos para você. E claro que eu não consigo fazer isso sozinho.
Por isso, hoje eu tenho aqui pessoas altamente qualificadas do nosso segmento que vão nos ajudar a entender qual é o futuro da gestão condominial. Agradeço a presença da Juliana Moreira. Muito obrigado, Juliana. Obrigada pelo convite. Que delícia estar aqui com vocês. Pela primeira vez. Me senti honrada pelo convite. Ao lado de um amigo tão querido, né?
A presente, por favor. É isso aí. E aqui tem... Porque, Juliana, você está dizendo que é a primeira vez, mas quem vem, volta. Ah, isso é bom. E o Marcelo é um exemplo disso. Marcelo, seja bem-vindo. Eu já virei cara de pau, sabe? Você se convida.
um vídeo, eu conheci, eu tô demorando muito pra voltar quando é que eu vou de novo? porque eu sou fã desse cara, viu? e sou fã dessa musa do mercado condominal somos fãs mutuamente e hoje conheci uma super síndica que eu tô conhecendo, esperta é isso mesmo e temos aqui a Dai que é como co-host que tá sempre aqui conosco da equipe da Mister Síndico Dai, seja muito bem-vinda também
Mais uma vez, muito obrigada, né? Pelo carinho de todos. Estou ansiosa aqui por essa dupla dinâmica. Admiração, gente, que eu tenho por vocês. Vocês não têm noção. E vai ser um episódio sensacional. Não esqueçam de já começar a curtir, compartilhar. Não esperem o da bronca. Morador hater, não comenta, por favor. Vamos manter a educação. Leva multa, não esquece.
É isso aí. Mas eu começo, Marcelo, te perguntando, o que você acha que vem aí pela frente na gestão condominial?
esse ano eu estava fazendo umas contas lá, há 28 anos, né? Um cara que começou datilografando na máquina de escrever os bloquetos para o pai. Miniógrafo. Não, eu fazia na máquina de escrever mesmo, que eram cinco vias carbonadas que o banco já mandava pronto e eu tinha que preencher aquilo na máquina de escrever. Infelizmente, naquele incêndio da casa lá que ficou gravado comigo, né? Ah, show, show, já foi. A máquina foi junto.
Mas a história continua, né? Do pai pro filho nessa questão toda, né? E o que eu tô achando muito legal é que é o mercado, que é esse movimento que cria, isso que acho que me atrai, entende? Agora com inteligência artificial...
Ju, imagina assim, uma cindiga me elogiou, falou assim, nossa, os teus aciculares que eu peço pra você, primeiro, você responde com maior brevidade. E que redação! É o implicável. Aí eu falei, tive que ser sincero, nossos sistemas já estão integrados com inteligência artificial, né? Olha só. Então eu acho que vem muita coisa legal.
E essas ideias criativas que nós vamos ouvir aqui da Ju, né? De somar, né? De integrar, de congregar. Isso que ela tá fazendo é uma coisa que eu tô muito fã e extremamente apoiadora, querida. Tô fãzão mesmo. Ju é visionária, né? Fora da curva. Eu acho que é um momento, assim, né? Pra quem... Esses dias eu tava tendo um papo até... Eu tenho um menino de 16 anos.
E aí eu gosto de antiguidades. Então eu tenho telefone de disco, eu tenho meu amigo Gustavo Rosendo, também um apaixonado, me presenteia, vira e mexe com alguma antiguidade. E a gente tá, eu, pô, esses dias eu tava falando pra ele, filho, eu vi nascer a internet.
Eu vi nascer. Sim. Aí eu vi nascer um monte de coisa. E eu tô vendo morrer um monte de profissões também. Né? Então ontem eu tava vendo um vídeo que tem inteligência artificial, que faz melhor do que um social media faz. Né? E é uma profissão tão presente na minha vida. E eu falo, pô, daqui...
sei lá, antigamente era secretária, né? É. Eu sou da época da secretária. Também peguei isso. Hoje em dia é feio a gente chamar uma pessoa de secretária.
aí eu tenho, ela não é uma secretária, mas eu brinco com ela, eu falo, Isa, você é minha secretária, meu amor. Mas não conta pra ninguém. Antigamente é no máximo. Esse negócio de inteligência artificial, acho que vai substituir muito, muitas funções do condomínio, inclusive, de administradoras, né? Eu acho que já está, eu confesso que eu já...
automatizei uma parte que era feita por seres humanos e transformei em, ah, mas eu tenho ali uma pessoa que supervisiona. Sim. Para ver se ela não fala besteira, né? É importante. Tem alguém por trás. E acho que é importante a gente deixar claro, né, Ju e de Milson. Pensa vocês, Dai. Fala assim, ah, vai substituir tanta gente com tanta coisa. Na verdade, vai substituir pessoas que não estão usando. Esse é que é o grande lance, né?
A pessoa que não utiliza de hoje inteligência artificial virou retrógrada. E pena que o pessoal não está podendo ver aqui, mas o Demilson tem um armário que é uma fita cassete. Tem muitas pessoas que vão vir aqui e nem sabem o que é aquilo ali. É verdade.
Então, eu acho que o entender da tecnologia virou uma obrigação para nós empresários do mercado condominal, tanto na empresa e sindicatura. Eu a vida toda me perguntava se eu tinha uma administradora de condomínio. Eu falava que não. Eu tinha uma empresa prestadora de serviços para administração de condomínios.
Porque tinha um modelo de negócio engraçado, que o meu pai, ele era síndico e ele já pagava as contas. Quando ele era eleito síndico, isso não estou falando, Ju, em 1991. Ele fazia o pagamento. Ele fazia tudo. Não era administrador. Não, era cheque. Era uma autogestão. Tinha cópia de cheque ainda na época. Eu fazia isso. Na época da cópia de cheque. E ele gostava de fazer assim, ele tinha poucos, tinha 6, 6, 2 de condomínios. Na verdade, ele começou com 3, porque já que aí só tinha 4, entendeu?
Então, eram os três e a gente era líder absoluto. Líder absoluto do mercado. Então, essa questão de a gente estar preparado com o uso das ferramentas, acho que é o grande diferencial. Porque a ferramenta, o que hoje à tarde era feito, e eu sou casado com o Bill Gates de saia, dá um beijo para a minha esposa que está aqui ouvindo a gente em algum lugar.
Sim, aqui no estúdio, né? No estúdio, né? Engenheira de computação, pós-luíta, aquelas coisas todas. Ela fala, se você desenvolver hoje de manhã, hoje à tarde já está... Já está obsoleto. Já está obsoleto. Essa é a palavra que eu queria falar. Agora, como é que vocês acham que o pessoal que é mais maduro, o pessoal que tem mais anos vai conseguir entrar nessa onda?
Parceria. É, Demilson, o que eu vejo, por exemplo, vou te dar o exemplo do meu pai. Meu pai já é idoso e esses dias ele estava... Ele é um idoso em português, então o dinheiro dele está todo em imóveis, se não todo, uma grande parte. No português, 95% é pouco para imóvel, mas é mais ou menos isso.
E teve uma mudança na legislação de locação e documentação por causa da reforma tributária. E ele queria, porque queria, porque queria falar comigo, porque eu venho da área de administração de aluguéis, né? Obviamente ainda tenho uma carteira pequena, mas eu tenho um white label hoje de administração de aluguéis. É uma empresa que eu pouco...
trabalho assim se eu te falar que a ela me toma duas horas por mês é muito porque é uma empresa muito antiga minha processo já tá super redondo e aí ele aflito queria falar comigo queria falar comigo não conseguia falar comigo porque eu estava numa assembleia pela primeira vez ele baixou uma IA
E no dia seguinte ele me deu aula, porque eu não tinha estudado nem me aprofundado, porque não estava perto ainda da mudança de chave. Não, mas você está sabendo? Aí depois eu perguntei, falei, pai, de onde você tirou tudo isso? Ele falou assim, da minha IA. Eu tenho uma voz de 93 anos, que tem Instagram, comenta Instagram, ela tem WhatsApp e ela ama a tela da Eletromídia.
ama. Aí eu falo assim, por que ela ama? Porque ela fica sabendo as fofocas do prédio. Quem vai mudar? Entendeu? Aí ela vê lá, a 82 vai mudar. Aí ela vai lá no porteiro. Caminha bem devagarinho. Que barato, gente. O que aconteceu com a família do 82? Me explica. O que aconteceu? Aí eles contam. Ela se diverte, né? Sim, sim. Não vai dar as boas-vindas pro novo do certo, né? Eu acho que é tão fácil de mexer.
Só vai ficar sem usar quem realmente não quer, porque é muito fácil, é uma conversa. Só que eu acho preocupante também, porque aí eu coloco ali a idade do meu filho, eu vejo adolescentes hoje fazendo terapia com a IA, eu vi esses dias vídeos, como eu vejo muito redes sociais para pegar referência e tudo mais, eu vi um vídeo.
que o meu IA ia ser descontinuada, porque já tinha a versão, sei lá, 10.15 dela. E aí, mulheres chorando, porque elas estavam apaixonadas pela IA. Aí você fala, cara, é muita carência, é gente muito louca, né? Nossa. Então, hoje, eu vou te dizer pelo meu celular. Pelo meu celular, óbvio que o Instagram...
Era o maior tempo de uso da bateria. Hoje equivale a IA. Eu uso muita IA, eu uso mais de uma IA. Entendeu? Eu acho que esse é mais ou menos o futuro. Não acho e não acredito que a profissão do síndico substitua, principalmente por um fator chamado carência.
Então o morador é muito carente Às vezes o morador vem nervoso E eu falo assim, calma Você quer um abraço? Aí ele vem, aí eu quero Aí pronto, quero Ele deixou de ficar nervoso Às vezes é carência Ele espera do síndico o papel de um psicólogo E eu faço essa brincadeira com ele Até pra mostrar, olha
Tá meio desproporcional aqui, né? Esse nosso relacionamento. Né? A pessoa já assusta, né? Mas essa questão toda da idade, né? Eu tenho uma avó de 102. Caramba! 102 anos. É demais! E aí ano passado ela fez 100. Ela é lúcida? Lúcida. Ela fez 100 e eu dei o smartphone.
Então, hoje ela aprendeu a me ligar, chamada de vídeo, e a gente tem essa coisa de rezar o terço de madrugada, então quatro da manhã, quatro e meia, ela me liga de chamada de vídeo. Vai começar o terço. Ela escuta? Escuta, ela escuta super bem. Ela escuta o que não quer. A minha avó tá escutando pouco, mas ela ficou toda feliz que ela pegou o aparelho auditivo. Aí eu falei pra minha família, eu falei, daqui a pouco ela tá tirando, porque vocês falam cada besteira.
abaixando o volume uma mocinha de 30 anos me pedindo um boleto em papel, brigando comigo porque ela queria um boleto em papel você vê que loucura, a avó dela tem dois anos de ligação ela tem instagram também, tá bem tem instagram eu falei assim lá a gente tem, já tá há anos né deve usar lá a pessoa entra no nosso whatsapp de atendimento, que já tem inteligência artificial e lá, então Obrigado.
E se ele quiser boleto, ele pode falar, eu quero boleto. Aí vai pedir o CPF, você pode falar ou você pode digitar. Aí ele sai o PDF.
boleto do boleto aí ofereci isso pra minha cliente de 30 anos arquiteta moderna falei não eu quero aquele papel tudo bem você paga 75 mas o correio é mais ou menos isso é impressionante é eu faço financeiro ainda
Marcelo, deixa eu te perguntar uma coisa que sempre me vem à mente. Você atua muito ali na região do Vale da Paraíba, certo? É isso. Você vê muita diferença em relação a São Paulo?
Não, é isso que a gente fala. Existe hoje um mercado, uma diversidade muito... Que não é a região que define, sabe? Como eu tenho prédios em São Paulo, a gente já veio aqui, já falou da rede de franquias. A gente descontinuou, gostei dele. Eu estava querendo achar esse nome, falei para a Dayana. A gente descontinuou o projeto, porque com essa revolução toda, a gente foi...
levar para a prancheta, com a tela do computador, redesenhar o projeto. Então, nós estamos num momento de incubação e chocadeira, sabe assim? Para relançar mesmo um novo projeto. E aí, nessa aí, eu retomei a minha boa e velha CGcom, que é minha administradora com 28 anos, no mesmo CNPJ, lá no Vale do Paraíba, focado lá.
Mas eu atendo alguns prédios em São Paulo, sabe? Principalmente na região da Alphaville, ali é muito profícuo, é muito próspera, é uma região bacana. E às vezes eu ouço coisas como essa, aqui em São Paulo, e lá em São José dos Campos, onde eu atuo, as pessoas usando de tecnologia com facilidade, sabe?
A gente já teve um negócio, a gente passou por 15 estados já, sabe? Rio de Janeiro, sim, indicaturas diferentes em São Paulo. Muito diferente. É? Muito diferente. Começa pelos hábitos.
Eu acho, cultura é muito diferente, eles são bem mais tranquilos que paulistas. Diga-se de passagem, viu gente? É que paulistas é acelerado. É. Não, mas a... Lá pediram pra gente a passe em papel, no Rio de Janeiro. A gente tinha uma unidade na Barra.
E aí o franqueado estava com dificuldade porque eles queriam a pasta em papel. E a gente já estava... A gente lançou o digitário em 2017. Aí você fala assim, imprime aí. Não, e sabe o que é pior, Ju? É me rotularem como o cara contra os velhinhos, sabe?
Tipo assim, esse cara é do mal, ele odeia os velhos. E aí a gente estudou, a gente trouxe uma equipe de profissionais, a gente criou um negócio chamado inclusão digital. Então assim, os franqueados, eles iam nos condomínios, ensinavam aquelas pessoas idosas que era obrigação do filho.
do parente, do mais jovem, auxiliar. Porque quando a gente ensinava, a gente baixava o aplicativo na tela, você aperta aqui, aparece o botão desse tamanho, segunda via, você clica.
Basicamente, o administrador de condomínio é rodar boleto. Eles acham que isso aí é só isso. Mas a gente colocava isso no digital e a gratidão que esse povo sentia pela gente. Então, o que as pessoas jogaram na minha mão como uma batata quente?
um problema, tipo assim, a sua empresa não atende os velhinhos, eu comprovei que era só questão de que a Ju falou, é abraçar. É abraçar. Eu ia lá, ensinava, sair do prédio, aquelas senhoras de 80 anos, todas assim, hum, eu agora sei tirar meu boleto no WhatsApp, sabe assim? E a gente que promoveu isso para elas. Bacana, bacana. Eu vi uma oportunidade nisso.
Muito legal. Ju, fala um pouco para a gente das redes sociais, que eu sei que você é a maior referência que a gente tem no nosso segmento. Oh, meu Deus, que honra. Muito obrigada. É verdade. Isso é genuíno e sincero. Fala um pouco como é que surgiu essa ideia do uso das redes sociais e como é que você potencializa a sua comunicação através delas.
Eu entrei para educar os moradores dos meus condomínios, na verdade, porque quando a gente começa a ter um volume muito grande de condomínios, é muito difícil você comunicar de maneira simultânea, de maneira igual.
Didática, né? Didática. Então, você criar, por exemplo, a gente sempre teve por característica, desde 17, fazer vídeo aos condomínios, né? Só que aí você faz um, ótimo, dois...
Tá bom, dá pra fazer. Na hora que você começa a ter 20 condomínios, você fala, pô, vou ter que fazer um vídeo pra cada um, não faz muito sentido. E aí, o que eu fazia? Eu pegava o vídeo e compartilhava nos grupos dos condomínios. Foi assim que eu comecei. E aí, eu queria... No WhatsApp. No WhatsApp. Eu gostava no Instagram e o link do Instagram eu compartilhava nos grupos.
E aí os meus moradores acharam, acho que, engraçada a maneira que eu comunicava. Primeiro eu comecei a comunicar, o quadro, era coisas que o síndico deveria saber antes de ser eleito num condomínio. Foi o primeiro quadro que eu fiz assim, que deu bastante visualização. Mas o que viralizou e que me deu notoriedade no mercado, foi, estava eu almoçando lá,
Esse quadro do Coisas que o Síndico deveria saber antes de ser eleito num condomínio foi a ideia da minha irmã, que é a Fefa, que é uma grande comunicadora de diversos segmentos. Tá no sangue, então, isso aí, hein? E aí eu tava almoçando e eu falei assim, ah, gente, mas não tá dando assim aquele engajamento, né?
Aí eu tive a ideia no horário do almoço, ali com o pessoal do escritório. Gente, vamos fazer coisa que o morador deveria saber antes de morar em condomínio? Esse aí, esse viralizou. Aí eu peguei no grupo da empresa e falei, gente, quais são os problemas que vocês estão tendo hoje no condomínio? Aí eu estava com o Rafa Cordeiro, que era o meu videomaker na época.
Eu falei, Rafa, nós vamos fazer o Coisa só que para os moradores. Peguei e compartilhei. Ele falou assim, você vai compartilhar no grupo? Eu falei, eu vou. Vou pôr no grupo dos condomínios. Vamos ver se dá certo. E aí os meus moradores começaram a compartilhar. O primeiro lugar que eu palestrei do nosso mercado foi no síndico Net.
Um belo dia recebi aí um WhatsApp, oi, eu sou o Júlio Paim, do síndico NET. Aí eu, meu Deus. Gente, vocês pagaram o portal, né? Primeira coisa. Tanto dia. O cara tá me ligando. Aí era pra me convidar pra palestrar.
E aí eu acho que foi quando caiu a ficha que no nosso mercado eu tinha me tornado conhecida. Mas eu me tornei conhecida porque os meus moradores achavam engraçada a maneira que eu me comunicava. O nosso mercado, alguns me achavam bem ridícula.
É, mas eu acho que... Que dão engajamento. É, mas eu acho que as redes sociais, elas têm um trabalho muito de persistência, né? Hoje eu produzo, em média, 600 conteúdos por ano. É muita coisa. Muita coisa, com uma média de dois por dia. Quase dois por dia.
É muita coisa. E às vezes quando tem palestra eu faço corte. Às vezes quando eu participo de podcast eu também faço corte. Então é persistência, né? E a gente não...
Eu várias vezes falei, eu vou desistir. Várias, várias, várias. E aí várias vezes também, a minha irmã, eu acho que foi um alicerce importante dela falar assim, ô Ju, nenhum amigo teu, nenhum parente nosso, ninguém é o teu consumidor. E o teu consumidor...
Ele tá te vendo. Ele tá te gerando receita. Hoje, 90% da receita da minha empresa e da entrada de clientes da minha empresa vem através do trabalho que eu faço em redes sociais há muitos anos, né? Hoje eu tenho, em média, 4 milhões de visualizações por mês. É muita coisa. Muita coisa. É muita coisa. É uma loucura. Sim.
Eu ano passado fiz um vídeo que eu me emocionei quando eu bati um milhão em visualizações e eu dei uma bronca nos meninos porque eu tenho uma equipe hoje, né, que trabalha pra mim em redes sociais e tudo mais. Eu não consigo mais gerir sozinha nem produzir sozinha. E aí eu dei uma bronca porque eles estavam testando uma ferramenta e quando vira um milhão, ele fica um milhão.
assim, na barrinha, né? Eu falei, gente, o que vocês fizeram que desceu meu engajamento pra mil, mil visualizações? E aí eu printei, coloquei no grupo brava, nossa, eu tava muito brava, muito brava. Aí, só veio, na época, acho que era o Rafa Cordeiro, ô Ju, tu viu? Não, foi a Raki que falou, Ju, um milhão, não é um milhão?
Porque você tá falando que acha que é mil, mas é milhão. Nossa, eu desabei a chorar. E aí eu fiz um vídeo em agradecimento.
E aí, no começo desse ano, eu bati 2 milhões de visualizações. E eu tô fazendo uma... Em um vídeo? Não, por mês, né? Ah, por mês. Não, eu já bati um milhão de visualizações em um único vídeo. Tá. Que é um vídeo até que foi convidando pessoas pra fé síndico. Que eu até...
virei para o Inaldo e falei, cara, vocês fizeram algum trabalho com esse post? Porque eu nunca tinha dado um milhão de visualizações. E aí era um vídeo falando, pessoal, vamos para a Fecindico. Foi um evento super legal que eu palestrei também. E aí...
Mas eu até janeiro tinha... Janeiro, fevereiro, eu bati 2 milhões seguidores. E eu comecei a fazer uma mentoria. Eu invisto muito em curso, treinamento. Já fiz mais de 80 cursos.
só pra aprender a fazer redes sociais. Parece que é uma coisa banal, que é muito fácil fazer, mas eu fiz curso de roteiro, eu fiz curso de edição, eu fiz curso de gesto, de como você faz, porque no começo, eu sou italiana, né, gente? Eu falo com as mãos. Dá pra ver. E aí, é isso. E aí comecei a fazer uma mentoria, e aí agora eu já tô em 4 milhões de visualizações.
É bastante. Parabéns, parabéns. O mercado agradece. Olha só, tem uma colocação aqui, eu não sei, é LAW 0573. Ele fala assim, a evolução condominial passará ainda pelo conselheiro condominial profissional. Concordo.
Nossa, eu concordo muito com você. Muito. Eu acho que aqui no Brasil não existe, lá fora existe e funciona muito melhor. Eu não sei o seu nome, parabéns pela sua fala. Eu não sei também, é porque é uma arroba L-A-W-0-5-7-3.
Eu muito concordo. É, o que mais ou menos já acontece há algum tempo, que é a auditoria, né, Ju? Vamos falar assim? Não, mas eu acho que a auditoria, ela só fiscaliza o que a gente entrega. Hoje em dia, né, existe uma confusão e aí...
Você que está em campo também, né? O conselho, ele entende que ele é quem manda. Existe uma subordinação do papel do conselho para o síndico, né? Certo. Quando eu entro num condomínio, a primeira coisa que eu faço em reunião...
É explicar o que é o papel. Falar, ó, não é uma subordinação, nós trabalhamos juntos, certo? E quando é consultivo, ele ainda se sente no direito de decidir. Porque ainda a legislação brasileira é muito ruim ainda. É muito rasa, né? É muito rasa. E aí ele se acha o dono do prédio. E aí ele fala... O nome dele é Laurence.
Laurence, então, Laurence, eu concordo com a sua fala, por quê? Porque hoje o que eu mais presencio, e assim, eu não tenho vergonha de dizer que eu demito clientes, demito. Condomínio que me adoece, eu demito, condomínio que tá me fazendo mal, eu renuncio. Concordo. Acho que tem que ser assim, as pessoas ainda têm, ainda mais um público.
não desmerecendo, pelo amor de Deus, porque é o público que eu falo que atendo alto luxo, mas o meu coração é popular mesmo, gosto de atender popular, mas ainda acham...
que o papel do conselho é, ele virou dono do condomínio como um todo. E aí quando você fala, não, vou levar numa assembleia. Não, não, como assim? A decisão é minha como conselho. Eu falo, não, você está confundindo. Essa decisão aqui não é nem sua, nem minha. Essa decisão é assemblear.
Porque ela não está em previsão orçamentária. Mas aí eu tenho que fazer uma defesa aqui. Vamos lá, vamos lá. Não, porque muitas vezes o conselho quer decidir, por exemplo, a administradora que o síndico vai trabalhar, por exemplo. E ali... Não dá. Aí o cara não sabe fazer um balancete.
Aí, tem que deixar claro, hoje, quem vai para a cadeia é o síndico, não o conselho, né? Porque o conselho, ele dirige, às vezes quer dirigir o síndico... É um testa de ferro, né? É, fazer um fantoche, o síndico ser um fantoche. É, um marionete, a gente chama de marionete. Quer conduzir algumas decisões que o síndico vai responder, civil, criminal, trabalhista, previdenciário, ecológico... Nós tivemos um caso em São Paulo que a síndica...
foi pregar a decoração do Natal numa árvore que ficava na rua e pôs um preguinho pra esticar a iluminação e foi presa por atentado a um indivíduo arbóreo. E o conselho lá falando assim, vai, põe lá fora pra ficar mais bonito, mais bonito. Então assim, tem que ter esse limite. A gente precisa fazer entender também que o conselho às vezes quer fazer o síndico de marionete.
Enquanto que na verdade não deu certo, o conselho desaparece. Verdade. Aí quem vai ser preso ao chamado é o síndico. Eu estou demitindo, estou muito perto de demitir um cliente que eles queriam, porque queriam, queriam não, forçaram um nível para colocar uma terceirizada e aí começaram. Não, mas você não acertou. E assim, do dia para a noite.
Mas você não assinou o contrato? Eu falei, sim, porque eu pedi o registro dos funcionários, né? Porque me mandaram uma ficha, mas uma ficha preenchida, o que quer dizer isso? Nada, cadê o E-Social? Aquela ficha do E-Social que vem até feinha, né? Que é o que comprova que o funcionário está registrado. É, não, tem uma ficha que ela é desconfigurada, mas você consegue comprovar.
Então, o papel, ele mudou, assim, as pessoas pós-pandemia, né? E eu acho que é uma síndrome do pequeno poder o que acontece em conselho hoje, né? E eu concordo com o Laurens que...
a profissionalização. Tem até um curso lá seu que acho que forma melhores conselheiros. É, mas eu acho que tem que ser profissional, tem que ser externo, pessoas que vão... Igual conselheiro de empresas grandes, sabe? Por exemplo, eu já vim à Assembleia, eu conselho entrar todo armado, dizendo assim, hoje nós vamos reprovar as contas.
E eles chegaram e falaram assim, as contas estão reprovadas, entendendo que ali era a última palavra. Aí eu falei, ótimo, agora nós vamos colocar a aprovação. O que a assembleia era? Todos aprovaram. Então eu falei, as contas estão aprovadas, registro assim, fizemos ata na hora. Só o conselho negou, coloca o nome aí, pra gente saber o histórico. É uma reeducação, né? Olha, o Lawrence está complementando aqui, ele diz o seguinte, eu milito há cinco anos como conselheiro condominal profissional.
Alio os conhecimentos técnicos em contabilidade e direito, esclarecendo os pontos aos condomínios e síndicos.
Ótimo, arrasou. Mas é raridade. É raridade. Por enquanto é elefante branco. É, ainda é o elefante branco. Ainda é. Eu ainda acho que tem que organizar um pouco mais a profissão de síndico. Também. A nossa profissão ainda é muito solta. Eu acho que tem muitos síndicos que eu vejo que nem ele entende que efetivamente...
Vai fazer. Não tem barreira de entrada. Não tem barreira de entrada, exato. A gente está lançando agora, eu sou sócia fundadora do Condo Academy, que é uma plataforma de cursos para a área condominial. E a gente está lançando o primeiro MBA da IBMEC agora em junho.
de gestão condominial, mas é gestão condominial, é para síndico, é um curso grande, não só síndico, mas pessoas que querem fazer gestão de condomínio, gerentes prediais, síndicos profissionais, trabalharem na gestão diretamente, né? E, poxa, foi um curso que demorou.
um ano e meio para a gente desenhar com a IBMEC, que é uma instituição super séria. Acho que se não a primeira, a segunda ali, compete na área administrativa. Justamente por isso, porque eu falei, a nossa profissão é generalista, você tem que saber um pouco de tudo. Mas tem coisas que você precisa saber muito mais profundamente.
Parte de manutenção, parte de legislação. Eu não concordo tanto que é nossa função hoje, é nossa função ter conhecimento da legislação trabalhista, mas eu entendo que eu sobreponho a função aqui das administraduras quando eu quero palpitar ou quando eu quero falar, não...
Eu tenho que saber supervisionar o que é feito. É isso. Eu não tenho que saber no mínimo detalhe. Sim. Mas o síndico, o conselheiro profissional, eu acho que ainda é uma... Então, eu acho que primeiro tem que organizar a nossa profissão. Sim. Para depois organizar o conselheiro.
Eu acho que grande parte dos erros, que hoje a gente vê, não é um erro, mas essa cultura dos conselheiros quererem dominar tudo, grande parte da culpa é do próprio síndico despreparado.
que não sabe muito bem gerenciar a função dele, quer agradar a todos e dar esse mau costume para os conselheiros. E isso vai virando uma cultura eterna dentro do condomínio. Que aí quem é realmente profissional, chega lá e tem que desfazer isso de antes. Não é desfazer, é um trabalho. Eu não tive a sorte ainda de atender esse fenômeno condominial.
Mas quem sabe um dia eu chego lá Uma briga muito pra se fazer, viu? É? Morador, ó, se entrar no meu reclame aqui É tudo assim Ela é muito brava Ela é... Ela multa? Ah, eu multo mesmo Eu multo Mas eu faço tanto investimento Nos condomínios com as multas Eu multo, não tem jeito Condomínios populosos Condomínios, sei lá, de 5 mil pessoas Que moram dentro Ó, é tudo
o tempo inteiro as pessoas infringindo regras. É, não tem como. Assim, eu não sou... Eu sou intransigente quando é assim, vidro dentro da piscina. Nossa, isso pra mim, eu falo, pô, isso é óbvio, né, amigo? Eu não preciso nem te falar, né? Sim. Assim...
Tem coisas que... Isso é óbvio, né? Você fala que você não sabia? Você falou que a Day casa com o que a Day falou, que ela entra explicando o papel de cada um. Exatamente. Entrar já explicando o papel do conselheiro. É a primeira parecinha que eu faço para os moradores, sabe? Chamar Viva Feliz e seu condomínio. A gente deu um nome.
20 minutos. Eu amo o condomínio, tem que ter vida feliz mesmo. É o seu condomínio, 20 minutos. É 20 minutos. Quando a gente entra e é contratado, a primeira coisa é fazer essa explanação. Quem vai fazer o quê? Porque também o papel principal...
Quando eu falo que a empresa é administradora, a administradora é ela, era administradora, eu sou uma empresa prestadora de serviço para o síndico. Mas quem é o foco? O morador. Porque o síndico de dois anos...
Fica ou não fica? O morador está lá. É o morador que paga a conta, gente. É o morador que contrata. Ele é o cliente. Então, a estrutura de todas as nossas empresas aqui, todos nós aqui, vocês que estão assistindo, tem que estar de olho no morador.
Ele a gente tem que pegar no colo. E aí, em 28 anos de trabalho, imagine, eu já assisti C.R.A. brigando para ser dono desse... Cresce. Cresce. O meu pé era 4.166. Quem vai ganhar? O meu pé era 4.166.
7 no Cresce. 4 mil. O mil é 71 mil. Eu tenho o Cresce e tenho o C&A. Eu já pago os dois. Não, eu acho assim, para mim, eu fui estudar comunicação social. Saber vender o peixe. Meu negócio é propaganda e marketing. Saber vender o que você está fazendo. Porque eu sinto que... Entender as pessoas. A galinha que não é botar ovo, tem que gritar e tal. Eu acho que se tivesse que ter um conselho que regulamentar isso, seria da psicologia.
Meu primeiro voto É psicologia É o que você faz, é dar o abraço, é dar o carinho E fazer com que essa pessoa se sinta Eu falo que os condôminos são como filhos A gente tem que educar como filhos Tem que dar bronca Tem que dar de castigo É isso É isso Tem morador que faz essa informação É, nas redes sociais você é diferente Eu sou bem mais brava em redes sociais É mesmo Se eu não te conhecesse, eu ia ficar com medo de você Ó, é isso
Ô Marcelo, tem uma pessoa aqui que tá mandando um grande abraço pra você, dizendo que você é um ser humano humano. Oh, que lindo.
Albélio de Minas Gerais. Nossa, esse é um craque. Esse é um cara que gosta dessa parte. Escritor, palestrante, Albélio. Esse aí, esse aí. Nossa. Ele está dizendo aqui o seguinte, o futuro da gestão condominial, ou melhor, sua evolução, passará pela compreensão de que um condomínio é um sistema social complexo.
Boa A Belli, eu te amo, cara Esse cara Esse é um dos grandes crânios Do mercado condomínio Ninguém estuda essa parte das relações humanas Dentro de condomínio como ele É Escritor, palestrante, já esteve aqui
E muito obrigada, que ele está aqui toda semana com a gente. Que audiência, hein? Que audiência. Tu vê como você é querido, Demirson? Muito legal. Vocês é que enriquecem esse momento aqui com a gente, né?
Vocês acham então que a questão dessa complexidade do ser humano dentro dos condomínios, que a gente vê cada dia mais acirrada, cada dia mais complexa para a gente administrar, é uma tendência que veio para ficar? Eu acho que vai colapsar em algum momento. Eu acho que está muito agressivo.
a maneira que os moradores agem com síndicos, eu acho que vai colapsar em algum momento.
Em algum momento vai ter um fato assim... Esses dias eu ia até postar, teve o vídeo do síndico, que é policial, né? Que é um vídeo bem recente, não sei se vocês viram. Que é o... que o síndico, os moradores estavam reclamando muito de uma festa na área comum, ele desceu, ele tava cumprindo o papel dele.
Ele foi agredido fisicamente, né? E ele, sendo policial, sacou uma arma e fez a sua proteção, de acordo com o que ele foi treinado. Ele fez a proteção até que ele não estivesse mais em risco e depois ele pôs a arma no bolso. Eu acho que as relações humanas, eu acho que as pessoas enlouqueceram.
Eu hoje tenho psicólogos, eu tenho psicóloga dentro da Cinti Company, pra atender a minha equipe. Nós somos em 94 hoje na empresa. É muita gente. Sim. E, assim, uma vez por semana é um morador agredindo. Semana passada, a Corina, que é carioca, teve uma situação que chegou num ponto que ela falou assim, não, eu contratei uma pessoa pra me acompanhar na visita.
Para! Para!
Mas eu acho que... Eu entrevistei até um subsíndico no ano passado que teve um assassinato em área comum. Vocês lembram desse caso? Lá de Niterói? Isso. Que filmaram. Sim, sim. Eu fico me perguntando... Eu sou filha de psicóloga. Eu me pergunto o que mais está faltando para as pessoas caírem a ficha que a gente é só prestador de serviço ali.
E todos humanos, né? Porque vira um negócio emocional. E aí eu te falo que redes sociais, eu sempre uso essa frase, é uma faca de dois gumes, porque ela é muito boa e muito ruim. Pra mim, vem com um peso que é muito louco.
É muito desproporcional, porque ela vira uma relação, eu tô todos os dias com eles, todos os dias. Todos os dias, sete e cinco da manhã, eu posto um vídeo. Então, ele acorda, ele me vê. Eu sou uma pessoa muito presente na vida dos moradores. E aí, eu dou uma multa, ela tem uma proporção muito diferente.
É uma relação pessoal. Vira pessoal, né? E aí eu falo, cara, eu não te conheço. Eu já falei várias vezes, eu não estou aqui no condomínio pra fazer amigos, eu estou trabalhando. É porque a pessoa me vê tão presente na vida dela todos os dias que ela acha que eu sou amigo. E eu acho que vai ter um momento que vai acontecer alguma catástrofe que vai colapsar o sistema. Eu acho que só isso...
resolveria essa situação, porque a gente vê o síndico morrendo o ano passado, a moradora sendo assassinada por um síndico, o outro síndico policial que, olha, está de parabéns, eu não te conheço, mas se você assistir, me chama no Instagram, que eu quero conversar com você, você está de parabéns, porque se eu tivesse a arma na mão, eu teria tirado.
Eu falo isso, por isso que eu não consigo parte de arma. Eu teria tirado certamente uma situação daquelas. Eu comecei a assembleia, o sindicato me chamou e falou assim, tá vendo aquele cara lá na ponta de lá do salão? Eu falei, tô. Tá armado. Eu falei, meu Deus, como é que a gente vai começar a assembleia nessa situação? Não, fica tranquilo.
Também estou. Meu, piorou. Aí eu peguei o microfone, eu no meio daquilo. Falei, olha, eu vou dar 10 minutos, se alguém estiver armado aqui, eu vou dar 10 minutos, vou chamar a polícia. E ela vai dar uma batida, porque você tem uma coisa que ali é comum, né? Você está de... O condomínio é uma área privada, mas é uma área comum, que você não pode... Então, assim, tem uma diferença de você ter a arma em casa e você sair com a arma no salão de festas, por exemplo.
Eu sei que os dois sumiram e a gente começou a assembleia todos desarmados, graças a Deus. Como se fosse uma coisa comum. Eu conheço um síndico que é Dubai, eu não vou falar o nome, porque eu acho que ele não gostaria que eu falasse. Que teve uma situação, que ele estava na DM do condomínio atendendo, o cara pega, só ele e o cara. Revolver na mesa. Foi. Eu falei, meu Deus.
Se sou eu, eu vou embora. Faço xixi nas calças. Era decisão de assembleia. Hoje nós vamos decidir o quê? Qual a pauta aqui? Gente, tá muito louco. Você não tá achando louco? Não tenho dúvida. Até o outro luxo virou uma coisa assim que você fala, meu Deus. Parece terra de ninguém. Ninguém respeita ninguém. Todo mundo acha que é dono da verdade. Eu posso. Mas por que o síndico é tão atacado? E aí eu peço para o nosso...
Participando Como que é? O Albério
Coloca aí, Alberio, o que você acha que está causando esta loucura? Essa falta de parafusos. Eu cheguei ao ponto de querer fazer palestra com o psicólogo para morador. Eu falei, será que alguém iria? Porque eles não vão nem na brigada, né? É. Sim. Eu já tive morador que me exigiu que eu pagasse psicólogo para o condomínio, porque teve situações com os filhos, adolescentes.
extremas, assim, que aí eu falei, não, vou ter que assinar os pais e se, quiçá, um conselho tutelar. E aí os pais vieram com aquela turminha deles e falaram, não, mas é sua obrigação contratar um psicólogo pra gente. Ah, claro, pra você. Falei, minha, não é você educar o seu filho, não, é obrigação sua, você não vai administrar o condomínio? Eu falei, o condomínio.
Não filhos Não filhos dos moradores E aí eu passei por isso E inclusive depois discutimos em assembleia A questão porque eles exigiam Você está brincando, Dai, que se levou em assembleia Exigiram Para pagar um psicólogo Mas ele ia ser tipo um recriador E agora eu quero saber o que deu Mas não aprovaram Obviamente não aprovaram Só faltaram Imagina o processo Era psicólogo ou psiquiatra?
Então, no caso, eu acho que era mais... Vocês são síndicos ainda de lá, gente? O medicamento está incluso também, pelo condomínio? Não querendo dar dica, joga um rivrotrilzinho. Na caixa d'água já pensei nisso, sério. E entra agora essa questão da NR01, que é para os colaboradores, mas, gente, a gente precisa tanto quanto. A gente precisa cuidar da mente. Vocês fazem terapia, gente?
Com certeza, em dia, semanalmente. Eu vou iniciar. Eu faço psicanálise também, gente. É uma alimentação. Não, tem que fazer. Eu sou filha psicóloga e faço há muito tempo. Já falam para mim que eu faço há tanto tempo que não funciona mais. Já é de nascença. É igual a vermelha. Não, funciona assim. A minha situação é mais grave um pouco, né? Porque eu sou esclerosado, né? Eu brinco que eu tenho esclerose múltipla há 21 anos. Meu Deus.
Que é uma doença grave, mas graças a Deus eu levo numa boa. Manco um pouquinho, mas quem não dá uma semancada na vida? Já é o normal. Você não alega umas demências de vez em quando? Eu faço. Agora eu falo para os moradores que eu estou na menopausa. Eu falo, ai meu amor, te responde mentalmente, né? Desculpa, são os efeitos da menopausa. É mentira. Depois de 20 anos. Antigamente eu bati a boca. Hoje em dia eu devo.
Ai, desculpa Meu, te respondi mentalmente A esclerose múltipla não tem nada a ver com demência Não, eu sei Mas a gente tem que aproveitar O que eu estou aproveitando é que A BEM, a Associação Brasileira da Esclerose Múltipla Mandou uma carteirinha Aí eu li lá, se você estiver no supermercado E quiser usar a fila de deficientes Você pode usar Nossa Ganha a minha entrada Não sei no que Ó, é Ó
Por que eu levei 20 anos e não pedi essa cadeirinha aqui? Obrigado, amém. Amigo, eu quando gravidei, eu descobri que eu tava grávida com 20 dias. Eu fiz questão. Primeira coisa, ir no supermercado, pegar uma fila preferência. Aí, gatinho, tudo. A moça olhava e falava, moça, eu tô grávida. Descobri hoje.
Ai, parabéns, eu muito obrigada. Nossa, eu usei. Eu usei, eu esbanjei. Eu fui no supermercado esse fim de semana, fui eu e a Lu, e aí eu falei, você não vai pedir nada? Eu tô numa caixa especial, né?
Não, a gente tem vergonha de inibir o cliente. Eu tirei a caterinha, porque eu queria mostrar a caterinha. Eu estou usando aqui porque... Tem os direitos. Olha, tem aqui uma colega nossa, a Jailma Torres. Ô, Jailma!
Ela está dizendo o seguinte. Ela é fera. Ela é fera também. O condomínio precisa ser visto como empresa. Tem obrigações societárias e fiscais. Inclusive a Receita Federal está olhando para a receita dos multisserviços dos condomínios. É isso. É a síndica fora da caixa?
É. É? Acho que não, não sei. É fora da caixa? Não, o usuário dela não saiu de cabeça, não. Não. É a síndica... Peraí. É, já é uma. Aí que eu desliguei, gente. Ela pode se manifestar aqui. É que está desligado o meu celular. Eu não sei se o usuário dela é esse. Eu acho que não. Ela complementa aqui. Exato. O síndico precisa ter habilidades técnicas, posicionamento e gestão.
gestão de pessoas. Juliana. Precisa ter tudo isso. Você seja uma Juliana da vida. E... E a Dair. Eu não faço nada sozinha, viu? Eu não faço nada sozinha, não. Também sacanagem. Três sims de uma administradora aqui. Esse podcast está injusto. Está desequilibrado, né? Desequilibrado, né? É, está certo. Bom, gente, o nosso tempo aqui está...
Não, não, não, não. Nós vamos estender aqui um pouco. Olha só, eu quero dizer o seguinte, você vai voltar, com certeza, porque a gente não consegue esgotar todas as nossas conversas aqui. Mas eu queria dar oportunidade para vocês fazerem uma colocação final dentro de tudo isso que a gente conversou aqui, para os nossos amigos que estão aí assistindo.
Legal. Quem quer começar? Começa você, irmão. Primeiro eu quero agradecer. Eu quero falar da Ju, porque é que as pessoas saibam, eu falo que é Ju um fenômeno, mas não é um fenômeno que caiu do paraquedas agora, agora ela alcançou um status que é merecido diante de todo o trabalho que ela construiu na vida inteira dela. Sim, sim, sim. Sementinha, sementinha. Então assim, você, cara, meu é...
É merecido. Isso é só o começo. Vem muito mais coisa boa por aí. Bom, eu fiquei sem palavras aqui no final para construir alguma frase. Fica tranquilo. Eu queria mesmo agradecer a oportunidade de estar aqui. Já me convido para o próximo programa. É muito bom ter você aqui, Marcelo. Ele já veio aqui, é a terceira vez que ele está aqui conosco.
A primeira ele contou a história da vida dele, uma história... É linda a história dele. Uma história que serve como incentivo para a gente viver mais e melhor. Sim. E eu agradeço. Você veio aqui com uma outra colega nossa, num outro programa. Foi muito bom também. É, que faz parte do time dela. A Lígia. É, a Lígia esteve junto com ele aqui, foi muito bom também. Gosto muito da Lígia.
Eu só queria fazer o João, então, finalizar, veio na minha cabeça forte, eu tô com... É... Diz... É... Atrás de um grande homem tem uma grande mulher, não tá certo? Dizem isso, dizem isso. Tá errado. Nunca se coloca uma mulher atrás de um homem, né? É sempre à frente.
E eu queria dizer o seguinte, eu me sinto um felizado, então hoje eu vim acompanhado por duas mulheres, né? Então, eu coloco a mulher ao lado, então eu tenho duas mulheres ao meu lado. Se hoje eu estou galgando patamares maiores na minha vida, como pessoa humana, como profissional, minha esposa é minha sócia, né? Porque eu tenho duas mulheres sensacionais ao meu lado. Então, eu queria agradecer elas aqui. Que bacana. Que estão junto comigo. Que ótimo. Ju, e você? Obrigada.
Eu acho que, gente, a mensagem que eu dou pro síndico é cuide da tua saúde mental. Porque eu acho que tecnologia, futuro, aí nada vai importar, nada vai resolver se a tua cabeça não estiver boa. Entendeu? Eu tive um burnout. Foi um momento muito difícil da minha vida. E eu perdi 50% dos clientes.
para continuar vivendo com qualidade. Hoje eu opto pela qualidade, por isso que eu demito mesmo o condomínio. Ah, gente, deu aquele empapuçado, eu vou embora e está tudo certo. Não vale a nossa saúde. Não vale não, nenhuma taxa. Vale a nossa saúde. Exatamente. Olha só, a Jailma está dizendo aqui que ela é da Triveros Auditoria Condominial.
Ah, eu achei que era assim. É, eu também pensei. Ela está dizendo que foi sensacional o programa e ela quer que a gente repita esse encontro. Vamos repetir o encontro. Vamos repetir aqui porque deu... Deu match. Todos nós juntos aqui. Day, você. Só agradecer imensamente, obviamente, nessa nossa audiência que bombou hoje, gente. Muito obrigada pela presença de vocês.
O que eu posso falar desses dois? Ju, sempre me emociona quando eu lembro, porque eu conheci a Ju na primeira... Quando ela foi inaugurar a Cindy Company, né? No Baicind Company. No Baicind Company, contou um pouquinho da sua história, da questão do burnout, do filho, né? De todas as dificuldades. E me inspiro muito em você, nessa questão de plantar a sementinha, a sementinha. Tive a oportunidade hoje de conhecer Marcelo, que já sou grande admiradora. Espero vê-los em breve novamente, porque...
Assunto não vai faltar. Muito obrigada. Que Deus abençoe vocês. Com certeza. Obrigado a todos. E você que está conosco na próxima terça-feira, às 19h, mais um programa sensacional ao vivo. Um abraço e muito obrigado. E palmas!
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