EP 171 | Segurança não é apenas câmeras: uma análise com Marcos Moreno | Mister POD
🎙️ EPISÓDIO 171 | MISTER POD🔐 Segurança não é apenas câmeras: uma análise com Marcos MorenoVocê ainda acha que segurança se resume a câmeras e portaria? 🤔Neste episódio do Mister Pod, vamos aprofundar um tema essencial para condomínios, empresas e espaços urbanos: segurança inteligente e estratégica.Recebemos Marcos Moreno, analista de segurança, para um bate-papo direto, prático e cheio de insights sobre como realmente proteger pessoas e patrimônios no cenário atual.🎤 Apresentador: Demilson Guilhem (CEO Mister Síndico)🎧 Co-host: Day Lopes👤 Convidado: Marcos Moreno — Analista de SegurançaDurante o episódio, você vai entender:✅ Por que câmeras sozinhas não garantem segurança✅ Os principais erros cometidos na gestão de segurança✅ Como pensar segurança de forma preventiva e estratégica✅ O papel da tecnologia e do fator humano✅ Dicas práticas para síndicos, gestores e empresários📅 Data: 07/04⏰ Horário: 19h🚨 Se você é síndico, gestor ou se preocupa com segurança no seu ambiente, este episódio é indispensável!🔔 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe nossos conteúdos semanais!
Demilson Guilhem
Day Lopes
Marcos Moreno
- Agressão em condomínioMigração da criminalidade para condomínios · Estatísticas de invasões · Planejamento e projeto de segurança
- Segurança pessoal e planejamento em tempos de criseDivulgação de informações em redes sociais · Atualização de cadastro · Conscientização sobre riscos · Segurança e conforto
- Treinamento e capacitação de porteirosPersonalização do treinamento · Importância do regulamento interno · Turnover e mão de obra · Controlador de acesso vs. facilitador · Passagem de serviço entre turnos
- Assalto a condomínios de luxoIdentificação de visitantes · Carona e acesso indevido · TAGs de acesso e atualização · Botão de pânico e vagas de segurança
- Comparativo de segurança: condomínio vs. data center/transporte de valoresCusto de preparação profissional · Investimento em segurança · Regulamento interno e POP
- Bloqueio de bens e sequestroProcedimento em caso de coação · Conhecimento da rotina do colaborador · Botão de pânico
Olá, tudo bem com você? Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E você sabe que aqui nós sempre procuramos trazer informações importantes, relevantes, pessoas que têm vivência no mundo condominial para que eles possam dividir informações fidedignas, que eles possam dividir conhecimento com vocês.
E acima de tudo, deixar vocês atualizados sobre tudo o que está acontecendo nesse nosso mundo condominial que cada vez está maior e não para de crescer. E hoje nós vamos falar de um assunto de grande importância e relevância que costuma estar sempre em primeiro lugar quando se discutem necessidades e ações que precisam ser feitas dentro dos condomínios.
que é a questão da segurança. E óbvio que, para falarmos desse assunto, estamos trazendo aqui um especialista, um estudioso do assunto, e que vai enriquecer o nosso podcast e, ao mesmo tempo, vai trazer também exemplos bem-sucedidos de como fazer para que vocês vivam cada vez com mais segurança nos condomínios. Tenho o privilégio e a honra de receber aqui o meu amigo Marcos Moreno. Seja muito bem-vindo.
Bom, eu só posso agradecer, boa noite a todos, ou internautas também. Agradecer pela oportunidade e é um retorno, né? É um retorno. Eu já estive aqui, acho que há um ano e meio, dois atrás. Te agradeço pelo convite e vamos colaborar com um pouquinho de informação, um pouquinho de conhecimento que a gente tem aí como internauta. Não, com certeza. Moreno, você sabe que aqui a gente tem uma regra, quem vem, volta.
Não, é verdade. A primeira vez que você falou isso, eu falei, pô, então peraí, então eu posso voltar, que eu já fui. Então, mais uma vez, obrigado. Sim, nós é que agradecemos a sua disponibilidade e o pronto atendimento ao nosso convite. E temos também participando conosco aqui na mesa a Dai Lopes como co-host, que também irá enriquecer e nos auxiliar nessa discussão desse tema tão importante.
Com certeza, mais uma vez, meu muito obrigado por estar aqui hoje, compartilhando com vocês e aprendendo, quero aprender muita coisa, tenho certeza que vamos ter grandes ensinamentos aqui para nós síndicos, para os moradores, como um todo no setor condominial. É isso aí.
Moreno, vamos lá. A questão da segurança nos condomínios, ela funciona mais ou menos como um pêndulo. Tem momentos que para de falar um pouco, depois volta. Agora nós estamos numa fase de falar muito sobre esse assunto.
Muitos vídeos circulam pelas redes sociais de situações complicadas, de invasões, de roubos e furtos que acontecem nos condomínios. Como é que você está vendo esse momento que nós estamos vivendo agora?
A sua introdução foi bastante interessante porque é um pêndulo mesmo, porque a invasão em condomínio nunca diminuiu, nunca mudou. A mídia é que nos faz, de repente, entender que minimizou, que diminuiu, mas não. Sempre manteve o mesmo nível e vem aumentando a cada dia. Agora, o que acontece? O cenário de condomínios está mudando muito porque está aumentando muito o número de condomínios. Certo.
E a bandidagem, ela entendeu o seguinte, ela vai roubar onde? Teve um período que os bandidos roubavam banco, que lá tinha o dinheiro, não tem dinheiro mais lá. Aí depois ele foi migrando, começou a roubar carga, mas aí as cargas agora estão com rastreadores. Então eles entenderam que a área condominal é um nicho.
É um nicho muito rico. E daí, infelizmente, eles migraram de outras áreas para a área condominial. E enquanto os condôminos... E aí, vamos deixar claro, né? Nada contra o condomínio, pelo contrário. Adoro condôminos. Sou de uma associação de síndicos. A gente trabalha para vocês, né? Só que o condômino, síndico, seja quem for, tem que entender a importância. Porque daí, o que acontece? E também nada contra a construtora. A construtora...
como argumento de venda, coloca lá no panfleto, muitas vezes até o logo de uma empresa, segurança 24 horas, e põe lá meia dúzia de câmeras, aleatoriamente instaladas, e um sistema falho.
E aí a pessoa vai para o empreendimento entendendo que está indo para um local seguro e certamente está dando um murro em ponta de faca, porque não é seguro. E se não houver um planejamento, um projeto bem feito, capacitação, treinamento, conscientização...
A bandidagem vai continuar deitando e rolando nos condomínios. E eu falo isso sempre, inclusive nas minhas redes sociais. Até outro dia a pessoa, pô, você tá... Eu falei, é verdade. Eu falei, a bandidagem tá deitando e rolando e vai continuar deitando e rolando. Foi feita uma estatística aí, de janeiro até março. De janeiro até março. Deste ano? Deste ano. Tá. Treze condomínios invadidos por dia. Meu Deus. Nossa, é muito mais do que eu imaginava. De janeiro até março. Treze condomínios por dia invadidos.
É pouco, porque é o seguinte, se for pensar em São Paulo e Grande São Paulo, são mais de 70 mil condomínios. Sim. Mas mesmo assim, 13 empreendimentos, e aí foi mapeado, isso não foi divulgado, mas a Secretaria de Segurança Pública tem um mapeamento das zonas, do Leste Sul, enfim. Sim. Mas isso não foi divulgado. Mas só a foto de já ter 13 condomínios por dia...
eu entendo que é um número assustador. Porque teve um período que era 13 por trimestre, sabe? Então, o ideal seria que não tivesse nenhum. Mas 13 por dia, eu acho que é um número... Já está ficando preocupante. Então, mas aí que vem o detalhe. Eles estão entrando como? Bandido não trabalha... Eu não estou defendendo bandido também, não, hein?
não vamos entender mal aí se não, pô, tá defendendo o bandido, não tô defendendo até vou tomar cuidado que outro dia eu falei fiz um comentário e uma pessoa me doutrinou, bandido bom pra mim é bandido fora de ação, enfim então, o bandido ele estuda ele faz todo um planejamento e daí, Demilson e Dai e os internautas, a gente fala demais
A gente conversa muito, a gente fala o que não tem, não deve falar, em locais onde você não conhece quem está do seu lado. Eu gosto muito de dar exemplos, sabe? Eu estava numa lanchonete, numa lanchonete recentemente, estava eu e meu filho que você conheceu, eu e meu filho caçula, na lanchonete, do nosso lado, numa mesa, dois, conversando. Meu, se eu fosse do mal, se eu fosse do mal, eu já teria uma fita para fazer ali.
e estavam dizendo onde eles iam, o que iam fazer, quanto de dinheiro iam levar, como eles iam, os dois iam de moto, eu também ando de moto, pensando, meu, cala a boca. Sabe? Só que aí, poxa, não posso conversar com ninguém mais, você pode fazer o que você quiser. Só que tem que entender o seguinte, até que prove ao contrário, todo mundo é suspeito, todos. Todos. Então, Moreno, mas aí, veja, um fator que agrava isso que você está falando são as redes sociais. As redes sociais.
O cara, tudo que ele faz, as coisas feias e que não envolvem nada de interessante, ele não põe nas redes sociais. Ele só põe o que é bonito, o que é caro, tudo que é especial ele põe lá. Então ele cria uma imagem artificial da vida dele. Um chamariz, né? E um chamariz para qualquer um seguir aquela pessoa.
Eu acho que o mais importante, inclusive, nisso que ele está falando, só em complemento, é que eu até ensino meus filhos isso, né? Quando as pessoas postam os stories, posta depois que já saiu do lugar. Não fala onde vai, não fala onde está naquele momento.
Mas aí o que acontece? O nosso programa aqui, ele vai ao ar aqui no Brasil, né? Mas pode assistir... Rihanna. A Rihanna. Rihanna. Ela postou nas redes sociais dela. Ah, tô saindo pra uma turnê. Uma turnê. Vou ficar três meses fora.
Só que ela postou antes de sair. O que aconteceu? Passou uma TV aberta, é isso? Foi divulgado. Ela postou lá, toda feliz, uma turnê nova. O assunto não tem nada de ver com o nosso. Mas olha onde que a bandidagem... Não é só pra condomínio, isso é em geral. Rihanna postou, ah, tô indo viajar. Foi. Ela embarcou no aeroporto. Já tinha olheiros. Ó, a Rihanna embarcou. Os caras foram na casa dela. Só que o que acontece? A mãe dela tava lá.
passou na televisão, teve aberta aí, invadiram a casa, roubaram tudo lá, só que a mulher apareceu, que ela tava lá dentro, os bandidos não sabiam que tinha gente lá. Aí renderam a mulher, então, trazendo isso pra sua colocação, né? De novo, morador é fantástico.
Mas o morador, por exemplo, vamos falar de segurança, o morador não quer, ele não quer, por exemplo, ele vai fazer o cadastro para o leitor facial. Ele não quer tirar foto. Não quer. Porque ele diz que não, imagina a minha foto, essa foto cadê a LGPD, vai para onde essa foto? Aí o cadastro. Aí o cara troca de carro, tudo bem, cada um sabe o que quer da vida. Troca de carro todo ano, maravilha, parabéns. Só que a segurança não sabe.
Então o cara hoje, ele está... Vamos falar de marca aqui porque não paga merchan, né? Mas aí, ele está com a marca A. Tudo bem, aí o ano que vem ele vai trocar para o veículo elétrico. Trocou, maravilha, avisa a segurança. Avisa a administração, de repente, a sindicatura. Olha, eu preciso atualizar meu cadastro? Não estou mais com o carro A, estou com o carro B.
Olha, agora meu filho vai morar comigo. Avisa. Porque eu não sei, né? Eu tô na portaria agora. Aí chega lá o filho do morador. Não deixa entrar. Pô, eu não tenho bola de cristal pra ver aquele garoto é filho do cara. Aí ele chega lá. Ah, eu sou filho do fulano. Tipo...
O problema é seu. E o fulano ainda vem brigar com o porteiro, porque o porteiro barrou. Então o que acontece? Internamente, moradores, tem que colaborar um pouco mais. Porque senão, aquilo que você comentou, nas redes sociais você vê tudo da vida do cara.
Tudo o cara posta lá. Estou indo viajar, tudo bem, você viaja quando você quiser. Comprei um carro novo. Está tudo lá. Então ele coloca tudo lá. Só que para quem ele precisa divulgar, ele não divulga. E daí a segurança fica vendida. Daí aquela discussão. Todas as empresas são iguais, esse esporteiro não faz nada, não dá uma dentro. Não, os caras ficam limitados.
Porque como é que faz? Igual agora, vou dar o exemplo daqui do prédio, né? Cheguei agora aqui e tal, fui na recepção, só que eu não fui na recepção direto. Eu sentei no ban... Na poltrona. Sentei ali. Aí, no celular, eu percebi que a menina estava me olhando, né?
Aí eu falei, vou ficar quieto, não vou falar nada. Por quê? Eu estava olhando para ver que conjunto que era. Aí ela, se houver algum conjunto? Eu falei, eu vou, só que eu estou procurando qual é o conjunto. Ela, tá bom. Aí eu tinha achado o conjunto, só que eu cheguei mais cedo. Falei, vou aproveitar, já vou mandar uns mensagens. E ela, se houver vai subir?
Quando você falou, menina, faz seu servicinho aí. Deixa eu aqui em paz. Resumindo, daí cheguei, falei pra avô no conjunto X. Ela, tá bom, o senhor tem cadastro? Falei, tenho. Ela me pediu pra eu falar um número. Só que o que acontece? Não tô pôndo defeito aqui na triagem, né? Sim. Mas a gente também que tem essa deficiência capilar.
Não mudamos muito, né? Mas aí, eu não sei como é que tá a minha foto aqui. É, e eu, pelo trabalho que eu faço, né? Não é desfarse, não. Eu tô de barba, tô de bigode, tô de cavanhaque, eu ponho peruca, eu ponho boné. Então eu mudo de cara pra poder justamente verificar como é que tá. Enfim, ela só pediu meu documento.
Ela só pediu o número do documento. Ela não pediu o meu documento. Então, se concordar, é uma falha. Sim. Porque podia ter vindo outro careca aqui. Pegou o número do meu RG. Falou lá. Aí liberou. Daí acho que ela interfonou aqui.
Daí falou, aí me autorizaram a subir. Então, esses detalhes, não é que eu sou neurótico de guerra, não. Mas são nesses detalhes que a bandidagem trabalha. Sabe? Nesses detalhes que eles vão pegando essas informações. Pequenas falhas que abrem brecha. Porque para eles, talvez não é falha isso. Poxa, ela vai falar, eu fiz o meu trabalho. Identifiquei, peguei o documento. Ela não pegou o documento, é só pedir o meu número. Pegou, digitou lá.
Deve ter aparecido um careca lá. Ela falou, olhou o cara crachá, aparecido e tal, deixou entrar.
Olha só, eu vou aproveitar em cima disso que você está falando aí, eu vou citar um exemplo positivo e a gente pode pegar depois situações que são importantes. Está aqui conosco assistindo o nosso podcast o Patrick Parado. O Patrick é um gestor predial.
de um condomínio nosso, importante, inclusive muito perto daqui de onde nós estamos. Excelente profissional. Um excelente profissional. Um abraço, Patrick. E na quinta-feira da semana passada, nós tivemos uma reunião informal com os condôminos. Um bate-papo, um café com o síndico. E eu cheguei lá e o porteiro não me conhecia, porque ele estava lá há pouco tempo.
Aí eu falei para ele, olha, eu sou o síndico, etc. Aí ele falou, então o senhor aguarda um minutinho aí. Aí eu falei assim para ele, se você quiser, você pode entrar em contato com o Patrick. Sim. Ele falou, não, eu já estou fazendo isso.
Ele já estava em contato com o Patrick e o Patrick já tinha dito a ele, nesse interim, que eu poderia entrar. Então, a gente às vezes crucifica essa equipe que trabalha para nós, mas esse funcionário não se intimidou pelo fato de eu dizer que eu era o síndico, era uma pessoa que estava ali e ele precisava fazer a triagem de forma adequada.
Mas nós sabemos, Moreno, que um calcanhar de Aquiles, nós vamos falar de vários aqui, mas um dos calcanhares de Aquiles é justamente o treinamento e aptidão desses porteiros que hoje estão ali. Da conscientização da importância que eles têm para a segurança do condomínio. E eu sei que, inclusive, você dá treinamento para esse tipo de profissional. Não é?
Como é que você vê hoje essa qualificação e como é que um condomínio pode estar sempre se preocupando em manter esse corpo de funcionários habilitado a trabalhar da melhor maneira? Deixa só eu complementar também. Por favor. Na mesma experiência que o Demilson teve na semana passada, ali é um complexo da mesma construtora com vários empreendimentos com nome parecido. O nosso é o número dois. São quatro condomínios, um do lado do outro.
E aí teve uma ocasião em que eu parei sem querer ali, né? Porque ele é bem difícil de parar carro na rua. Parei na frente do outro empreendimento que é muito parecido. Mesma cor, mesmo layout. Tá. Eu entrei nesse, que não era o nosso. Entrei na portaria. O porteiro abriu o portão sem saber quem eu era. Na clausura já ele perguntou, quem é a senhora? Falei, eu sou a Day, a síndica. Tá bom, entrou.
Abriu para mim, então. E não é. Não era. Daquele condomínio não era. É um homem o síndico de lá. Entende? Eu entrei, quando eu já estava no hall social das pessoas, que eu olhei e falei, pera, não é o meu condomínio, está estranho aqui. Aí eu voltei e falei, moço, esse daqui é o condomínio tal? Não.
você me deixa entrar, querido? Aí você entende as duas vertentes que é a mesma empresa, só que a gente tem um gerente excelente que treina ao nosso modo os profissionais da portaria e a outra o outro condomínio não tem. Então, aonde você entra nessa história? Eu acho super importante e eu até ia te pedir pra gente falar sobre treinamento mesmo, né? Eu trabalho com treinamento há quase 30 anos, sabe? Treinamento, capacitação profissional e tal.
E dos últimos 25 eu me especializei em portaria. E o que eu entendo? Não estou falando mal de empresa terceirizada que treina as equipes, não. Mas o que eu percebo? Cada condomínio, e vocês vão concordar comigo, cada condomínio tem vida própria. Então os dois condomínios, ou os três, quatro, cada mesmo construtora, cada prédio é diferente. Então o treinamento tem que ser personalizado.
Então os treinamentos que eu ministro, eu não levo os porteiros ou quem for para uma sala de treinamento fora do condomínio, não. A gente faz treinamento no condomínio. E antes do treinamento, eu vou procurar entender como que é o regulamento interno, como é que funciona, para eu entender o que o regulamento diz, quais são as dores do condomínio, quais são as dificuldades, e entender para poder fazer um treinamento voltado para aquele condomínio.
Porque se não, o que eu vejo? Muitas empresas falam o seguinte, faz treinamento. Pega aí 3, 4, 5 postos, centraliza tudo numa sala de treinamento e faz um pacote. Só que aí, de repente, o que eu preciso ouvir no treinamento, eu não estou ouvindo. E o que você precisa... Sabe, então a gente acaba...
Perdendo tempo. É uma pena falar assim. É um pouco de dinheiro, né? É. Então, os treinamentos, eles têm que ser... Aí, talvez você me pergunte sobre isso também. A periodicidade depende muito de cada empreendimento. Tem empreendimento que eu faço treinamento a cada três meses. A cada três meses tem que estar lá. Tem empreendimento...
que eu faço a cada seis meses. Eu trabalho para três empresas, treze terceirizadas, eu tenho contrato com eles, a gente tem um cronograma de trabalho, então tem condomínio que você tem que fazer a cada bimestre, trimestre. Então tudo é baseado no dia a dia, temos que entender. Mas aí vem aquela situação, a mão de obra está difícil. Está difícil, esse é um ponto que eu ia colocar, o turnover alto. Isso, mas aí o que acontece? No próprio treinamento,
A gente deixa claro o seguinte, você é muito importante, porteiro. O condomínio depende de você. Se você faz um trabalho bem feito, você vai, óbvio, fazer com que o cliente fique feliz, você fica no posto, você não é recolhido, porque na cabeça deles, tudo é recolhido. Ah, você é recolhido? Ah, se eu paro, a senhora dai? Putz, ela falou que ela é síndica. Se eu paro, eu sou recolhido. Não, velho. Você tem que entender o seguinte.
É o contrário. É, e daí, dentro do meu trabalho de consultoria, eu dou umas incertas nos condomínios.
Eu chego lá porque assim, eu não quero ensinar coisa errada para ninguém, né, meu? Mas a gente consegue o nome das pessoas com muita facilidade. Com certeza. Então eu chego no... a gente não está ensinando coisa errada de novo. Então você pega o endereço, pega o número e você consegue saber quem mora ali. Com certeza. Hoje... então eu desculpe o nome da pessoa. E eu chego lá e digo, ó, eu sou primo da pessoa, do fulano de tal.
Então eu não sou primo de ninguém. Eu entro em prédio até, eu vou falar uma coisa aqui, eu não quero que venha comentários, né? Eu costumo nas minhas palestras, eu faço um comentário na minha palestra que eu já fui desafiado, e eu também não estou desafiando ninguém. Mas nas minhas palestras de segurança eu falo o seguinte, até eu falo olhando para lá, eu entro onde eu quero, a hora que eu quero e o dia que eu quero. Está gravado isso, né?
Então, eu entro onde eu quero. Como? Eu tenho argumentos, eu tenho ferramentas. Até outro dia um síndico falou assim, você tem os seus capanga. Não, capanga quem tem é bandido. Eu tenho uma equipe, a gente trabalha para poder entender quais são as deficiências, as fragilidades. Um síndico outro dia, numa situação aí, enfim, aí ele meio que me desafiou. Eu duvido você estar no meu condomínio. Eu falei, não, não vamos brigar agora, né?
Falei assim, eu vou entrar lá, nós vamos conversar. Que dia que você vai? Falei, que dia que eu vou? Que dia que eu vou não. Falei assim, eu vou entrar no seu condomínio e vou te interfonar lá. Resumindo, passou acho que uns 20, 30 dias, eu entrei no condomínio do cara. Entrei, não vou falar qual foi o argumento, nem qual foi a minha equipe, mas entramos lá. De dentro do prédio eu liguei pra ele. Falei, olô, podemos tomar um café?
Onde você tá? Tô aqui dentro. Como é que você tá aí dentro? Falei, calma. Daí ele foi brigar com o porteiro, foi a companhia do porteiro.
a culpa não é do porteiro. Ele simplesmente não foi orientado, não foi treinado, não foi... E como que eu entrei? Vamos aqui. Eu trabalho de moto também, também ando de moto. E eu descobri que esse síndico também é motociclista. E assim, pesquisa é fácil descobrir. Eu consegui descobrir o carro que é o seu carro fácil, descobri o carro que é o seu carro fácil. Eu já até sei que você foi lá.
a minha moto é grande e vermelha e a moto do cara também é vermelha grande, só que a dele é de marca a minha é meio não é um cabrito não, mas é o que acontece? Quando eu biquei e buzinei o porteiro achou que era ele
Por quê? Tem síndicos igual vocês, que são educados, gentis, mas tem síndico que é linhadura, estrelante xerife. E aí quando eu biquei, porque eu acho que era ele, eu entrei. Resumindo, dentro do prédio. Agora por quê? Informação.
Aí é conhecimento. E a equipe, a equipe de portaria, de serviço, tem que entender que barrar uma pessoa, igual no caso que você lá, tinha que ser barrada. Exatamente. Será que, infelizmente, o cidadão não sabe que lá é um síndico homem?
Pô, peraí, o Cusinco aqui é um homem. Quem é essa senhora dizendo que é síndica? Então, pera um pouquinho. Vou consultar. De repente, se fosse no prédio do Túlio, né? É Túlio, né? Túlio, Túlio, nosso anfitrião. Se fosse no prédio, né? Então, liga lá, pergunta, se informa e tal. Agora não. Agora deixa entrar? E aí depois, sei lá dentro, você volta. Aqui não, o prédio. Ah, não. Como é que você me deixou entrar? Sabe, então...
infelizmente, vou falar no começo aqui, a bandidagem está deitando e rolando e vai continuar deitando e rolando. Porque, tá bom, a gente está falando de capacitação da mão de obra, fechou. Mas os moradores têm que colaborar. Sim, nós vamos falar disso também. Eu quero ler aqui duas mensagens, o pessoal está se posicionando aqui, mas eu quero ler duas mensagens.
Joy Onofre Joy, um abraço, obrigado pela audiência Está dizendo, Moreno, conheço há anos É referência em estudo em perímetro de segurança E tem uma outra pessoa aqui, a Rita Parreira Ah, Rita, poxa vida Boa noite a todos, só feras no Mr. Pod de hoje Moreno, um excelente profissional Já contratei sua consultoria para um condomínio e nos ajudou muito Boa noite a todos
Na verdade, os dois são suspeitos, sabe? Porque a Rita é minha amiga. A Rita, eu tenho um carinho especial por ela. A Rita, pelo amor de Deus. Quem não tem, né? Vamos combinar. Eu conheço a Rita, não vou falar de tempo, né? Mas faz muito tempo que eu conheço a Rita. Muito tempo. Você vai lembrar, Rita, o dia que nós ficamos presos na escada, lembra? Foi fazer a vistoria e a escada não abria... Meu, tínhamos que descer o prédio inteiro, enfim. O Joy, o Joy também conheço. O Joy há mais de 25 anos.
O Jói, uma vez eu cheguei no prédio, ele estava parecendo um choquito. Lembra, Jói? Que ele foi mexer na tubulação, estourou a tubulação. Para não falar que é a tubulação de esgoto.
Ah, meu pai. O joio todo. Para tudo quanto é lado, né? Meu Deus do céu. Então, são duas pessoas queridíssimas. Obrigado, joio. Um abraço. Rita, também um abraço para você. Prazer estar com você. Rita, saudades. Você precisa voltar aqui para você contar um pouco da sua vivência também, que você tem muita história para enriquecer aqui o nosso podcast. Estamos com saudades. Tem mais um comentário aqui.
O Gilmar Queiroz, ele era interessante, o Gilmar, ele foi gestor predial nosso e resolveu ir para a área acadêmica. Hoje ele é professor na área, acho que de...
De manutenção. Eu sempre orientei os porteiros que fazem parte do sistema de segurança e o sistema de segurança é para não deixar entrar e eles não estão para abrir a porta. Exatamente. Eu costumo até utilizar um termo seguinte. O termo porteiro mudou um pouco, né? Agora ele é um controlador de acesso e não um facilitador de acesso.
Tem que controlar. E eu vejo que você chega, bate o pé, o portão é aberto. Eu me incomodo muito quando eu falo isso sempre para os... Não meus alunos, mas para quem é um ministro... Enfim, eu falo para os caras. Estou aqui no treinamento hoje. Se eu vier aqui amanhã, não é para me deixar entrar. Porque a minha autorização é para estar aqui hoje. Então, se eu vier amanhã, não me deixe entrar.
Eu volto amanhã lá, o portão abre. Vocês não entenderam nada do que eu falei? Estou falando em inglês? Então é para poder... Só entra quem está autorizado. E quem autoriza não é o porteiro.
Eu falo muito isso. Só entra no prédio quem está autorizado. E quem autoriza não é o porteiro. Quem autoriza é o morador, é o condomínio. Então não é o porteiro que autoriza. E aí me incomoda muito. Mas eu conheço fulano. De onde você conhece? Mas ele vem sempre aqui. E se ele brigou lá em cima?
E se ele não está autorizado mais a entrar? Então essa de conheço, uma coisa que os porteiros não gostam que eu falo, o porteiro não pensa e não acha nada. Aí eu pensei que podia, aí eu achei que ela era síndica. Você não acha nada e você não pensa nada. Você tem que ter certeza. O Cortella, nas palestras, ele fala o seguinte, na dúvida não erre.
Na dúvida não erre. Então, igual eu cheguei hoje aqui, eu estava em dúvida qual era o conjunto. Sentei ali um pouquinho, aí identifiquei o conjunto, falei para a recepcionista. Então, na dúvida, eu podia chegar e falar assim, vou chutar um número aí. Eu ia parar no conjunto errado.
Ainda nesse assunto, estou com uma dúvida agora, que eu também passei por isso há algum tempo atrás, e eu queria entender qual seria o procedimento correto. Fui num condomínio que eu não costumo ir muito, que é o avô dos amigos ali do meu filho.
E portaria normal, interfoneio, presencial. Interfonei o rapaz, ah, pois não, falei meu nome, falei o apartamento que eu ia e pedi para ele interfonar para autorizar minha entrada. E aí o querido começou a me questionar, mas o que você é do morador? Por que você está vindo aqui?
Como assim? Não, eu tenho que saber o que você veio fazer aqui. Eu falei, eu vim visitá-lo. Você pode telefonar lá para ele liberar o meu acesso? Não, mas eu tenho que saber o que você é dele. Qual a sua relação com o morador. E começou a me questionar insistentemente. Eu achei um absurdo, porque eu nunca vi isso. Não, não existe isso. E aí eu falei, gente, que tipo de treinamento essa pessoa está tendo para questionar? Será que ele faz isso com todo mundo? Ele não tem que saber quem é você, qual a sua relação com a pessoa, nada.
Porque eu já passei o básico, né? O meu nome, o apartamento que eu vou, por favor, você só interfoda e pede para o morador me liberar. Então, obrigação dele. Qual o nome do senhor, o nome da senhora? Ó, meu nome é Demilson e eu sou Adai. Fechou. Vai falar com quem? Ah, vou no apartamento tal. Liga lá. O apartamento é o seguinte, estou aqui com o senhor Demilson e com a senhora Adai e vieram te visitar.
Aí pode ser que o morador Não conhece nem o Demilson Sei lá quem é, Dai? Não, não está autorizado a entrar Agora ele questionar quem é você Qual a sua relação Ah, pelo amor de Deus Aí vai trabalhar na revista Caras, né?
Não é o lugar dele. Agora, Moreno, você deu uma puxada aí antes de eu falar aqui alguns comentários. Eu queria voltar. O que o condomínio, o morador, a pessoa que vive no condomínio pode fazer para ajudar que a segurança do condomínio seja melhor? Primeiro, conhecer o condomínio.
Conhecer o condomínio, entender qual é a realidade ali. Conhecer o regulamento interno. O regulamento interno, ali está tudo dizendo o que pode, o que não pode, o horário, o que é permitido, não é permitido, e manter um cadastro atualizado.
Porque tá bom, eu não moro em condomínio, não moro, mas eu morei em condomínio já. Quando eu fui morar em condomínio, a primeira coisa que eu falei pra minha esposa, vamos conhecer o condomínio, vamos entender como que funciona isso aqui. Então o morador, ele precisa primeiro entender que ele, me perdoem os moradores, ele vive numa comunidade, uma comunidade. Então, de repente, o que é confortável a ele, pode não ser ao vizinho.
O que é confortável é o vizinho e pode não ser a ele. E segurança e conforto não andam juntos. Verdade. Se você quer ter segurança, você não vai ter conforto. Se você quer ter conforto, vai morar na fazenda, vai morar no meio do mato. Eu sou do interior. Então, se eu quero conforto, eu vou lá para a minha cidade, eu vou lá nas fazendas e acabou. Lá eu vou ter conforto. Agora, não vou ter segurança.
Então os moradores, para ele poder colaborar, ele precisa entender qual é o sistema, como é que funciona o sistema de segurança. Mas aí o que acontece? Ele não vai querer... Aí vem a sensação da facial, que eu não quero pôr o rosto lá, daí ele põe o rosto de lado, não vai ler. Então o morador precisa colaborar um pouquinho mais. Você tem que abrir o vidro do carro, não quer abrir. Nada ele quer fazer, nada. Mas é aquilo que você mesmo comentou. Vai nas redes sociais do infeliz. Está a vida do cara lá.
Eu provei para um morador uma oportunidade. Eu falei assim, eu sei onde você esteve. Não tem aquele filme? É um filme antigo, né? Eu sei que você fez o meu passado. Esse filme é antigo. Falei para ele, eu sei onde você esteve ontem. Ele disse, você cuida da minha vida? Ele disse, não cuida da sua vida. Você expõe sua vida. E estava na rede social dele, que ele tinha ido, não vou falar restaurante, porque lá no meu programa é o seguinte, se não olha, não fala nada. Então tem um restaurante grande aí, ele foi almoçar lá.
Tudo bem, uma reunião de negócios, maravilha. Mas ele, eu estou aqui no restaurante e tal, aí na mesa todos lá e o logo do restaurante ali. Então eu falei, se você até onde for almoçar ontem, é, cuida da minha vida? Não, eu não cuido da sua vida. Você expõe a sua vida. Então, morador, por exemplo, vamos falar de negócio de segurança, talvez ele chegue lá, precisa baixar o vidro, não quer baixar o vidro, que ele se expõe. Ah, daí tem aquela de acender a luz interna?
Ah, não quero acender a luz interna, ele vai mostrar a minha esposa. Pô, você quer o quê?
Você quer viver onde? Ele quer chegar e que o portão abra por telepatia? Sim. A gente não, né? Os controladores de acesso adivinham quem está no carro. Igual a rainha Elizabeth, né? Que todo mundo sabe quem é e que todos vão fazer a honra para ele entrar no condomínio. Exatamente, só que é o contrário, né? É. Então, ele tem que entender, nós somos, nós todos, somos alvo fácil.
Porque o bandido, muitas vezes, ele tem a informação da gente. E ele vai conferir, confirmar. Confirmou. Maravilha. Então é ali que é o alvo. Por isso, eu falei isso um pouquinho anteriormente aqui. Temos que fechar a boca. Parar de ficar conversando muito. E tem pessoas que... Tanto de um morador... Ah, minha vida é um livro aberto. Fecha. Fecha o livro. Ainda põe zíper na capinha.
Porque vida, livro aberto, a minha vida não é um livro aberto, não é um livro aberto. As pessoas sabem pouco da minha vida. O que eu posto são situações profissionais da minha vida pessoal, ninguém tem que saber. Agora, se eu ficar postando isso, eu vou estar me expondo cada vez mais. Daí, no meu caso, eu moro em casa, né? Eu vou estar expondo a minha e a minha família. No caso do condomínio, eu estou expondo a minha família e a de todos os meus.
vizinhos. E é isso que as pessoas não entendem. Então, quando um morador burra a segurança, ele está colocando em risco todo mundo. Igual no caso do porteiro lá que te deixou entrar. Você chegou e vai ser só síndica. Como é que o cara não sabe quem é o síndico de lá? Maravilha, te deixou entrar. E você podia já, lá dentro, passou na TV esses dias também. O que aconteceu? Dois garotos entraram no prédio, fizeram lá o levantamento e saíram. Voltaram no dia seguinte.
Estive aqui ontem Ah, teve e tal, ele subiu, fizeram o serviço Levaram, acho que entraram em 5 ou 6 apartamentos E foram embora Então, mais uma vez A bandidagem está deitando e rolando E está faltando Mas aí, Demilson e Dai, internautas É o pêndulo que você falou Mas aí é assim Eu tenho que entender, aí vamos para a balança A balança
O serviço tem que ser bem prestado, não importa se é terceirizada, se é orgânico, se é portaria remota, virtual, não importa.
É um dos lados da balança. E o morador é muito importante. O morador tem um peso muito maior. Você pode ter o melhor sistema de segurança do mundo. Se a mão de obra não colaborar, talvez você vai se lembrar. Teve uma ocorrência grande aqui em São Paulo. Faz 25 anos. Em 2001, invadiram um condomínio chamado Vila América.
Foi capa de revista, foi uma edição inteirinha de uma revista semanal. E só falando sobre isso, esse condomínio chegou a ser o mais seguro do Brasil. Ficava, acho que o Joaquim e o Eugênio de Lima aqui em São Paulo. Enfim, condomínio top. Só que o que aconteceu? A mão de obra não era top.
Então o melhor sistema do Brasil, o sistema de segurança naquela época... Economizaram no que não devia. Exatamente. Então tinha o melhor sistema de segurança, porteria blindada, guarita, quase 10 centímetros de blindagem e tal, só que a mão de obra falha. Com certeza. Olha, deixa eu mencionar que algumas pessoas que estão conosco aqui...
é o Bélio lá de Belo Horizonte que está aqui com a gente, sempre é uma pessoa que está conosco, Marcelo Extraface, Túlio Rocha que é nosso anfitrião, doutora síndica dizendo só fera nesse programa, abraço.
Mari Sobral, que é da equipe da Mr. Sindicato. Oi Mari, tudo bem? Saudades aí, você está sumida aqui dos nossos podcasts. E o Patrick, que é aquele gestor predial que eu disse que orienta, ele falou aqui, obrigado Dai de Milson, seguindo o tema do Marcos, eu como gestor, a orientação para os colaboradores é diariamente, segurança é a porta de entrada do condomínio.
Na segurança do trabalho, tem um... Chama DDS, Diálogo Diário de Segurança. Eu levo isso para a segurança patrimonial também. Então, no condomínio, precisava ser feito isso. Todo dia, pílulas, sabe? Tem que falar com o porteiro todo dia. Pô, mas você já me falou sobre isso. Então...
Só que você tem que repetir. Porque essa mão de obra, não estou menosprezando, mas é uma mão de obra muito carente, muito sensível, inclusive. Você tem que repetir. Eles têm que ser condicionados nessa situação. É condicionamento. Então, se você escuta uma orientação hoje e não repete mais, você esquece.
Então tem que estar lá conscientizando. Está tudo na nossa vida, né? É. Só que nesse caso, você está expondo a vida de quantas pessoas, quantas famílias. Então, equipe de serviço, eu falo sempre isso. O porteiro é peça fundamental no condomínio. A mão de obra. Então eu preciso... Igual aqui, né? Estamos aqui no estúdio. Tá bom. Estamos seguros aqui?
Talvez. Só que só vai chegar alguém aqui se passar por onde? Lá pela recepção. Então, estamos acreditando que lá na portaria agora tem uma menina sentada na recepção e um rapaz perto da catraca. Então, nós estamos acreditando que os dois estão fazendo o papel deles. Não vamos ser surpreendidos aqui quando de repente pessoas vêm invadindo o estúdio. Estão até na mesa. Mas a gente não está acreditando que estamos seguros?
Os moradores também. Isso para condomínio comercial, residencial, vários tipos de condomínios aí. Então a mão de obra lá embaixo tem que ser melhor preparada, capacitada, orientada. E a gente se preocupa muito nos treinamentos. Saber quais são as dores do empreendimento. Olha o que está acontecendo aqui. Olha o que a falha está sendo. Eu já fui fazer treinamento sobre relação interpessoal.
Que eles não estão se entendendo. Os funcionários entre si. O do dia não fala com o da noite, que não fala com o zelador, que não fala com a da limpeza, que não fala com o síndico. Meu, mas o que é isso? Então, eu já fiz treinamento voltado à relação interpessoal. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Mas eu tenho que te respeitar e vocês me respeitarem. É o trabalho. Postura e procedimento pessoal. Então, imagina, trabalhei o dia inteiro hoje.
Aí você vai assumir a noite. Como é que você vai assumir o posto sem eu te passar?
Então eu tenho que explicar, Ademir, se aconteceu isso, isso, isso. E eu costumo brincar, brincar é uma coisa séria, né? Eu tenho visto muita passagem de serviço por biometria. O que é isso? Porteiro do dia indo embora, faz assim por da noite.
E o da noite, chegando, faz assim também. Então, leitor biométrico. De onde vocês estão tirando isso? Tem que conversar. Então, você vai assumir o posto 19 horas, você tem que estar lá 18h45 no mínimo. Para você ter pelo menos 15 minutos de conversa. Para quem está indo embora, me dizer, olha, aqui no posto aconteceu isso, isso, isso, isso.
Veio um cara complicado aí, ele falou que ia voltar de noite. Você fica atento. Exatamente. Ou talvez, Emílson, uma entrega. A entrega, o entregador veio. Só que o morador não estava. Não estava, falou que ia voltar. Exatamente. O entregador, a senhora Dai do apartamento não está.
Ele, tá bom, então eu volto depois. Fechou. Só que deu meu horário. Eu tenho que avisar o colega da noite. É o seguinte, a Dai do apartamento fulano e tal lá, ela não estava aqui durante o dia. E tinha uma entrega pra ela. Então o entregador, ele vai voltar. Daí, tá bom, não passei isso. Aí chega o entregador da noite. O porteiro, não, mas a noite a gente não recebe.
Porque tem porteiro que cria a regra na cabeça dele. É, ele inventa. Não entrega por quê? O regulamento interno diz o seguinte, entrega até que horas? Se no regulamento interno diz até 17, é até 17. Só que tem regulamentos de prédios mais novos, até pelo motivo agora dessas entregas que são... Enfim, lá não está o horário.
Tá bom, então chegou a entrega 20 horas. O português tem que pegar o interfone? Ô, senhora Day, tô aqui. O rapaz do dia, o meu colega, me avisou que veio uma entrega pra senhora durante o dia. A senhora não estava. O entregador está aqui agora à noite. A senhora pode receber? Ah, posso ir lá e pegar.
Agora isso por quê? Porque os dois conversaram. Claro. Então, essa, eu entendo que a passagem de serviço, de turno, é o momento mais importante do plantão. Porque quem trabalhou de dia não sabe o que rolou à noite. E quem trabalhou à noite não sabe o que rolou durante o dia. Exatamente. Então, eu falo muito o seguinte, ser porteiro é fácil.
Trabalhar com limpeza é fácil. Ser zelador é fácil. É só cumprir o que está no regulamento interno. O regulamento diz, não pode entrar ninguém. Quem pode entrar?
Ninguém. Acabou. Vindo dessa área do treinamento, você também aplica esses treinamentos para os condôminos? Sim. Só que aí é boa pergunta. Como que funciona? É a adesão a esse treinamento. Isso. O que acontece? Aí é um trabalho de quatro, cinco, dez mãos. Sindicatura, administradora. Então, administradora, você tem um papel fundamental nisso. Não é só pagar boleto e...
E emitiu a cobrança. Então, o síndico tem que ter o papel dele, a administradora. E até... Aí, o que eu acostumo? Teve um período aí no mercado que me chamaram de comitê.
Tudo eu montava comitê. Comitê de evento, comitê de... E comitê de segurança. Porque todo mundo dá palpite no comitê, não é? Você vai numa assembleia. Toda assembleia tem um médico, tem um advogado, tem um engenheiro, tudo tem. E sempre tem um especialista em segurança. O cara nunca viu de segurança na vida, mas ele assistiu lá...
Ele já se diz especialista. Então, a gente desenvolve o treinamento para os porteiros, para a equipe. Geralmente, o treinamento é baseado aonde? No regulamento interno.
Daí para os moradores, a gente se fala treinamento, eles não vão. Se fala treinamento, eles não vão. Fala uma palestra. Vai ter uma palestra de segurança. Que nós vamos treinar os moradores de como que eles têm que chegar na casa deles. Como que eles têm que sair da casa deles. Porque não é só chegar, abrir e fechar o portão. Não, tem alguns detalhes que você precisa estar atento.
Então, treinamento é personalizado para equipe de serviço. E uma palestra, que é um treinamento, mas eu estou dizendo palestra. Palestra educativa. Isso, uma palestra dizendo o seguinte, dizendo até como a equipe vai trabalhar. Olha, a equipe a partir do mês que vem vai te cobrar, por exemplo, que baixe o vidro. A equipe a partir do mês que vem vai te cobrar que acenda a luz interna.
códigos que a gente vai criando. Agora, como fazer para os moradores aderirem? É terrorismo.
terrorismo. Ó, no condomínio aqui atrás, na rua de trás, invadiram lá. Pegaram o cara como refém. Não é mentira isso. Você tá faltando com a verdade. Porque senão ninguém participa. Nossa, eu não fiquei sabendo. É, foi abafado e tal. Mas tô invadindo. Por quê? É verdade isso. Tudo bem, de repente não invadiram aqui, do lado. Mas se você falar ah, mas não vou. Mas, então, essa conscientização...
De Milson, Dai e os internautas. Ela tem que ser constante. Então, e daí, sem dúvida que você não vai ficar todo mês falando com os moradores. Mas uma palestra de segurança a cada seis meses, sabe? E soltando os informativos. Isso. Aí hoje, sei lá, a primeira palestra participam lá três, quatro pessoas. Maravilha. Esses três, quatro serão os multiplicadores.
Da próxima vez, eu ainda falo, se cada um convidar um, se veio quatro, da próxima vez vem oito. Se cada um convidar mais um, dezesseis e vai aumentando. Porque a adesão para um trabalho de segurança não tem, ninguém participa, o pessoal acha que, ah, não, imagina. Sabe o que eu vi no condomínio outro dia? Não, eu saí para a portaria. Falei, mas meu, o porteiro faz o papel dele, mas e o seu como morador? Aí ele.
Você tem um papel muito importante, que se você não colaborar com a segurança, você ferra o trabalho dele. Você acaba com o trabalho dele. Segura o portão para quem está atrás passar. Putz, dá exatamente outro detalhe. Carona. Carona. Carona é um problema sério. E vou dar um exemplo aqui. Exemplo não, vou contar um caso. Pode dar risada aí, não tem problema. Imagina, eu estava no condomínio.
É até interessante porque... Imagina a grade do condomínio, a grade, né? A grade. E eu tava lá, toquei o interfone, eu tô sendo identificado pelo porteiro. O porteiro tá me vendo ali na guarita, tá me... Só que na calçada ia vindo uma senhora. Imagina uma mulher, sei lá, uns 85, 90 anos. Bem de idade e debilitada. Com a bengalinha assim, dificuldade pra andar. Só que nunca ela vinha vindo.
O porteiro me identificou e abri o portão. Aí eu entrei, ela falou assim, filho, segura para mim o portão.
Vamos fazer uma pausa agora. Muita gente seguraria o portão pra ela. Muita gente seguraria o portão. Quase que a totalidade. Exatamente. E o que o carrasco aqui fez? Entrei, arrepia só lembrar. Entrei e fechei na cara da... Não pode falar véia, não pode falar véia que nós vamos ver. Fechei no nariz da... Essa mulher se transformou. Imagina, eu dentro do portão... Voltar a me andar na hora. Exatamente, juro. Ela de fora, com a bengala que ela me bater.
Só que aí o porteiro abriu o portão. Ela era moradora. Agora imagina a cena. Vocês dois juntos. Não, olha a cena. Eu não sou baixo, tenho uma altura satisfatória. E ela correndo atrás de mim em volta do jardim. Então, na entrada do colômbio... Que cena, hein? Que cena? Tipo um chafariz redondinho. E eu andando, e a mulher atrás... Aí as perninhas dela sarou.
Que bengala essa aí, isso é fake E ela deu umas duas voltas atrás de mim E eu pensei, meu, só me vai correr atrás de mim até quando? E o porteiro rachando o bico E eu também, né, por dentro Resumindo, ela me xingou Olha só, uma senhorinha Que você imagina que é Ela falou palavrões que eu nem lembrava mais Me xingou até a minha última, a quinta geração Não, é isso aí, é aquilo Pensei, tudo bem, eu sou tudo isso Pra te proteger Falei pra ela, eu sou tudo isso daí pra te proteger Walk aside
E ela, ah, para o inferno. Aí não vou não. Aí entrou lá. Mas aonde eu quero chegar, né? Uma senhora de idade, debilitada. Daí, o que acontece? O que muita gente ia pensar? Poxa, poderia ser minha mãe. Poderia ser minha avó. Poderia, sabe? É o que todo mundo pensa. Então, esse problema foi bem lembrado, Dai. Esse papo de carona, não tem carona. Se está você autorizado, é você que vai entrar.
Mas aí cabe aos condôminos o seguinte. Olha, a senhora vai aonde? Então, a senhora, por favor, se identifique aqui. E cabe ao porteiro também. Ajudar. É. Se ele tivesse falado com você, ele falava, olha, ela é moradora. Ela é moradora. Segura o portão. Isso.
Mas daí, então, não falou nada o infeliz também. Não tenho nem lembrado disso, né? Podia falar pra ele, pô, você sabia que era moradora porque você não me avisou. Exatamente. Mas daí, então tá bom. Então vamos supor que você é moradora e eu chego com você. Aí sim é diferente da identificação que o cara te perguntou lá. Ah, o que é a relação dele? Não. O que você é dele? O que você falou do porteiro. Mas se você chega todo dia sozinha e você tá um dia comigo, aí sim cabe a ele te perguntar.
Perguntar. A senhora, desculpa, mas ele tá com a senhora? Ah, ele tá. Ele presta serviço pra mim.
Ah, precisa do documento dele.
Daí cabe parar lá na portaria, pegar meu documento e me identificar. O que acontece? O porteiro vê que ela sempre está sozinha e um dia está com o cara e não fala nada. Tudo bem, de repente esse cara pode ser um familiar seu, enfim, irmão, namorado, não importa. Mas aí é diferente daquela abordagem que o cara fez com você. Qual a sua relação com o fulano? Pô, cuidado da sua vida. É, com certeza. Olha, tem uma pergunta aqui, o Júlio César 034.
Boa noite a todos. Se compararmos uma portaria de data center, empresa de valores e abrangentes, para uma portaria de condomínio, existe uma diferença?
O custo de preparação do profissional? Não, o custo não. O custo não. Porque acontece, eu entendo a sua pergunta e muito pertinente. Eu preço serviço hoje para duas montadoras de veículos, que eu não posso dizer o nome, eu assinei um termo de confiabilidade. Confidencialidade. Confidencialidade. Assinei um termo, eu trabalho para a empresa engarrafadora de bebidas. Então, qual a comparação?
Por que você está dizendo aqui, um data center, empresa de transporte de valores? Qual é a diferença da data center, transporte de valores para o condomínio?
Nenhum. Porque o data center tem informações. O condomínio tem informações. Transporte de valores, que eu trabalho por uma aqui pertinho. Com uns carros amarelos. Então, transporte de valores, transporta o quê? Valores que tem no condomínio. Então, não tem diferença de custo. É um investimento. Então, o investimento para esses... Transo data center, transporte de valores, tem lá uma carga horária de treinamento.
Onde é baseado no quê? Na realidade. Então, qual a realidade de um data center? Olha, aí você vai levantar a realidade. Eu entendo a sua pergunta. Não é custo, é investimento. A diferença, talvez, dos dois segmentos, data center e transporte de valores, você precisa de um investimento um pouco maior. Por quê? Carga horária.
talvez o treinamento de 4 horas, 8 horas, 16 horas, para porteiro, mais uma vez, me perdoe, se você faz um treinamento muito longo, eles se perdem. Dispersa. Dispersa. Então, o meu treinamento é tiro curto. Uma hora e meia, duas horas, tema específico. Depois vai se repetindo ao longo do tempo. Isso. Daí um tema vai complementando o outro.
Então, treinamento de duas horas cada um, onde depois você forma um dossiê completo. Você falou sobre todos os assuntos, sei lá, de repente pode ter dado 20 horas, 10 encontros e duas horas. 20 horas você está lá com um dossiê completo do que você precisa entender e pesquisar seu caso.
Então, Júlio, é um investimento, sabe? Baseado em cada segmento, a necessidade específica, para daí você trabalhar em cima das dores e minimizar o risco, baseado no que está escrito no regulamento interno do data center, regulamento interno que é o POP da empresa de serviço, de valores, e no condomínio é o regulamento. E aí entender, aí entra a figura do síndico e da administradora.
A reclamação vai para quem? Para o síndico. Você chegou hoje aqui falando de uma situação. Então o síndico que fica ouvindo. Então o síndico escuta, faz ali um levantamento de quais são os pontos de maior número de reclamações ou empresas de serviços. A, B, C ou D. Preciso que treine a sua equipe relacionada a esse assunto. Sabe? Daí, voltando lá, você fala com a equipe e os moradores continuam...
Batendo a mesma tecla. Mal acostumados. Aí você vai para os moradores, olha só. A gente acatou as reclamações, acatamos as orientações e repassamos para a equipe. Então a equipe vai começar a barrar. A equipe vai começar a impedir a sua entrada. Então você tem que só fazer o seu papel. Só, por exemplo...
Todo mundo pode trocar de carro quando quiser, mas avisa. Daí tem aquela situação, tem muitos condomínios que tem o tal do TAG. Então, tá bom, você trocou de carro, você tem que tirar o TAG do carro que você vendeu. Não, o cara vendeu o carro, ele entrega o carro com o TAG. Entrega o carro com o TAG e lá no documento que ele vendeu está o endereço dele. Não estou falando mal de... Ou pelo menos avisar a administração, né? É, para bloquear. E bloqueia o TAG.
Teve um caso que foi divulgado, não sei se foi em São Caetano, São Bernardo, foi aqui no ABC. Aconteceu isso, o cara foi na concessionária, loja de rua aí, vendeu o carro. O que acontece? Pegaram o carro e entraram no condomínio. Cada loja, cada loja, tinha, infelizmente, um pezinho do lado do alheio, entraram no condomínio.
Agora, por quê? Porque não avisou, não bloqueou a tag. Tudo bem, que você vai tirar a tag, 100% de tirar a tag que ela danifica. Exato. Então, cancela. Cancela aquela tag, não entra mais. Agora, não faz. Olha só, o...
colocação aqui que eu achei interessante. Boa noite. Pessoal, em caso de um colaborador sofrer coação, exemplo, familiar sequestrado, para facilitar acesso ao condomínio, qual deve ser o procedimento correto da equipe? Olha só, obrigado Jói. Vou fazer uma comparação. Banco, agência bancária. Nenhum banco mais está conseguindo ter gerentes.
Ninguém quer ser gerente de banco mais. Eu tenho um conhecido que ele é caixa do banco, e ele foi promovido a gerente e falou, não quero promoção. Porque, infelizmente, a bandidagem vai, sequestra o gerente do banco. Mas aí, a pergunta do Jóia é muito prudente. Mas, infelizmente, por que renderam o cara? Por que sequestraram o cara? Porque, no mínimo, esse cidadão, se eu falar besteira, você me corrija, Jóia. Mas, por que sequestraram ele?
Porque sabem onde ele trabalha, sabem a rotina dele. Então, eu vou me colocar no lugar, na posição do vigilante ou do porteiro. Ninguém tem que saber a empresa que eu trabalho. Ninguém tem que saber o posto que eu trabalho. Eu não tenho que ficar falando, oh, sou vigilante de um alto padrão lá, Vila Nova Conceição. Já vai abrir o jogo.
E aí, assim, nada contra, né? Mas você não sabe quem está do seu lado. Então, é uma pena, Joy, mas se chegou ao ponto de ser sequestrado, a equipe não tem muito o que fazer. Sequestrou é uma pena. A família do cara muitas vezes está lá sequestrada, que acho que o Joy deve ter me contado essa história aí. Mas então, o que aconteceu? O vigilante vai para o serviço.
Daí o bandido vai pra casa dele, rende a família, esposa, filhos, ou marido e filhos, e o outro chega e fala assim, ó, tô com a minha equipe lá na sua casa, sem me facilitar a entrada aqui, mas aí, joia e nós aqui, aí tem que ter procedimento.
Talvez um botão de pânico. Você tem que conseguir avisar. A vaga de pânico é muito importante nos condomínios. Você parar lá para o porteiro entender. Parou ali, tem que acionar o botão de pânico. Mas o que acontece? Os bandidos já sabem disso. Então a vaga de pânico, vaga de segurança, vaga SOS, cada consultor dava um nome diferente. Essa vaga foi muito utilizada na década de 80 e 90.
Nos anos 2000, o que acontece? Os bandidos também estudam. O bandido também estuda. E teve uma situação que passou até na TV, inclusive. O bandido rendeu a pessoa e falou assim, não, você não para nessa vaga, que eu sei que essa vaga é uma vaga... Você vai parar onde eu quiser. E o morador, não, mas a minha vaga é essa. Você vai parar onde eu quiser.
Por quê? Porque o bandido já tem essa informação. O bandido sabe de botão de pânico, ele sabe de tudo o que tem no condomínio para poder minimizar o risco. Então, a vaga de segurança foi muito utilizada, ainda é utilizada nos dias de hoje. Só que o bandido já sabe. Então ele fala assim, não, você vai parar onde eu quiser. Ah, mas minha vaga é no primeiro subsolo, você vai para o segundo. Ah, mas minha vaga é no térreo, você vai para o primeiro, você vai parar onde eu quero, porque o bandido já sabe.
Bandido não vai roubar à toa, não vai te pegar na rua do nada. Ele fez a lição de casa. Ele fez o estudo, já sabe quem somos nós, já sabe tudo. Bom, gente, o nosso tempo aqui... Nossa, 20 horas. Voou. Passou rapidamente, porque é um tema muito interessante. Aqui estão até colocando aí o seu Insta.
Estou vendo aí que tem algumas pessoas Que fazem parte do seu Insta Que são pessoas que já estiveram aqui conosco Boa E fica o seguinte Moreno Fica sempre o convite aberto Para você voltar em outro momento Para a gente poder conversar mais Sobre esse assunto Porque é um assunto de extrema relevância E por mais que a gente procure Falar sobre ele A gente sempre precisa estar se atualizando Com tudo que...
que está acontecendo aí. Então eu agradeço imensamente você ter estado aqui conosco pela sua contribuição para o nosso segmento. Agradeço também a Dai. Dai, você pode fazer uma colocação final, depois eu passo a palavra para o Moreno.
Com certeza. Gratidão sempre, né? Por cada ensinamento que você trouxe e no dia a dia também. Espero que a gente consiga aí fazer alguns treinamentos. Já estou com muitas coisas na cabeça. Boa, gostei. Mas é nosso muito obrigada pela presença, pela contribuição. Acredito que muitas pessoas aqui que acompanharam hoje. E vai ficar gravado, pessoal, o programa. Então assistam depois, compartilhem. Não esquece de curtir, né? De dar o joinha aqui pra gente, que ajuda também o canal.
E compartilhem com as pessoas que vocês conhecem nos grupos de síndicos de condomínios, que é muito importante a gente ter essa noção de como agir, de quem contratar e facilitar a vida do condomínio. Muito obrigada, Moreno. Agindo, eu que agradeço.
Que legal. E você que sempre está conosco, na próxima terça às 19h, mais um Mr. Pod ao vivo, com um assunto importante e relevante para vivermos bem e melhor nos condomínios. Fica um abraço. Tchau, tchau.