Episódios de Mister Pod

EP 173 | Por trás do post: o que ninguém vê no trabalho de um social media com Michele Gomes

04 de maio de 202656min
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Você já parou para pensar no que realmente acontece por trás de um post nas redes sociais? 🤔Neste episódio, vamos revelar o que ninguém vê no trabalho de um Social Media — desde o planejamento estratégico até os bastidores da criação de conteúdo que gera resultado de verdade.💡 Prepare-se para entender como funciona o dia a dia dessa profissão essencial no mundo digital!👤 Apresentador:Demilson Guilhem – CEO Mister Síndico🎤 Convidada:Michele Gomes – Social Media e estrategista de conteúdo digital🔥 Neste episódio você vai descobrir:✔️ Os bastidores da criação de conteúdo✔️ Os desafios reais de um Social Media✔️ Estratégias que fazem perfis crescerem✔️ O que diferencia amadores de profissionais📅 Data: 28/04⏰ Horário: 19h📲 Siga e acompanhe mais conteúdos:@mistersindico

Assuntos8
  • O que é Social MediaPlanejamento estratégico de posts · Objetivos do cliente (seguidores, vendas, posicionamento) · Construção de autoridade digital · Importância da presença online para negócios · Diferença entre amador e profissional em redes sociais
  • Escrita e EdicaoAnálise de objetivos do cliente para o calendário · Intencionalidade em cada post · Adaptação a datas comemorativas (Maio) · Storytelling e a história do cliente · Identificação de conteúdo em situações cotidianas
  • impacto da internetPreparação para lançamentos e eventos · Flexibilidade para imprevistos e urgências · Organização de dias para tarefas específicas (design, vídeo, agendamento) · Trabalho contínuo em feriados e férias · Atualização constante sobre novos formatos e cursos
  • Estrategia InstagramNecessidade de estrutura estratégica antes do tráfego pago · Comunicação clara na bio, destaques e foto de perfil · Poucos posts estruturados são suficientes inicialmente
  • Impacto das Redes SociaisInstagram como rede forte · TikTok como concorrente com público diverso · YouTube para conteúdo denso e podcasts · LinkedIn para networking profissional e opiniões · Adaptação de conteúdo para cada plataforma
  • Edições e ConteúdoPreferência do público por vídeo no mercado condominial · Importância de testar formatos e títulos · Análise de métricas (curtidas, salvamentos, compartilhamentos) para identificar o que funciona
  • Calendario de PublicacoesRecomendação de 3 posts para posicionamento digital · 1-2 posts diários para infoprodutos · 2-3 Reels diários para viralização · Estratégia de 'pauta em alta' para viralizar · Flexibilidade de horários dependendo do conteúdo e objetivo
  • História Profissional de Michele GomesTransição de carreira de RH para Social Media
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Olá, tudo bem com você? Estamos iniciando mais um Mr. Pod, o podcast da Mr. Síndico. E você sabe que aqui, tudo que é importante, relevante e atualizado que acontece no mundo condominial, nós vamos trazer pra você.

Porque a nossa intenção é que você possa entender, compreender e fazer uso de tudo aquilo que nós temos apresentado a você. Hoje nós vamos falar de um assunto que é de interesse de todos. Nós vamos falar de redes sociais.

Como funciona uma rede social? Como se monta um post? Qual é a dificuldade, a complexidade? Qual é o caminho para você ter posts publicados de grande repercussão? E para isso eu trago aqui uma expert, uma especialista no assunto, a minha amiga Michele Gomes. Seja muito bem-vinda, Michele.

Obrigada, boa noite a todos. É um prazer estar aqui no Mr.Pod e contar aí um pouquinho como que funciona essa rotina doida, que é cuidar e gerenciar de muitas redes sociais. É um prazer falar para o público de vocês.

Que ótimo, muito obrigado. E está conosco também Day Lopes, como a nossa co-host. Seja bem-vinda, Day. Muito obrigada, mais uma vez com muita honra aqui com vocês. Não esqueçam de já clicar aqui no joinha, compartilhar, manda para todo mundo, pessoal, que a gente precisa muito do engajamento de vocês. E vamos aprender bastante hoje com a Michelle.

É isso aí. Michelle, antes da gente falar um pouquinho desse assunto, que é um assunto empolgante, interessa a todo mundo, fala um pouquinho quem é a Michelle pela Michelle. Bom, eu sou Michelle Gomes, eu tenho 32 anos, atuo como social media já há 3 anos, mas antes disso tenho uma carreira sólida aí como coordenadora de recursos humanos.

Sou formada em RH, fiz pós em psicologia organizacional, trabalhei em empresas mais de 10 anos, para depois atuar como social media. Sou adventista, tenho atuado muito na questão de condomínios, mas também atuo em outros nichos. Comecei com o nicho de lavanderia, self-service.

E depois o mercado condominal entrou ali pra mim já tem dois anos. Moro em Sorocaba, faz pouco tempo, desde janeiro estou morando lá. Antes sempre morei aqui na capital de São Paulo. Você é paulista? Sou paulista, nasci aqui. Minha mãe também mora aqui em São Paulo, minha avó, que são minhas duas bases ali. Claro. Mas é isso. Resumindo assim um pouquinho.

dessa minha, da trajetória até aqui. Que legal, que legal. Uma trajetória já muito rica, né? Pelas coisas que você falou pra nós, tanto na sua parte acadêmica como na parte da sua experiência profissional. Sim. Então vamos lá, né? Como é que nasce um post que a gente vê tão bonito aqui nas redes sociais?

Olha, vem da estratégia, né? A gente tem que analisar. Quando chega o cliente, a primeira coisa que eu tenho que verificar é qual é o objetivo dele. Então, por exemplo, o Mi, como assim? O objetivo dele é ter mais seguidores, é ter curtidas, comentários, mas não é esse o objetivo. Tem questão de posicionamento digital, tem cliente que quer vender um infoproduto.

Tem cliente que quer médico, por exemplo, quer lotar a agenda. Então, a partir do momento que eu entendo qual é o objetivo do cliente, aí eu sento para fazer a estratégia dele. Que os posts, eles têm que levar o meu lead, o seguidor, entender qual é. Porque tem muita gente que tem muito seguidor e não vende na rede social. Porque os posts, os seguidores estão ali e eles não entendem exatamente o que você vende e tudo mais.

Então eu preciso fazer de acordo com aquele post qual o objetivo dele, para que o seguidor quando ele entra na rede social, através da bio, dos destaques, ele consiga entender o que o The Milson vende, o que a Michelle vende. Isso pode ser um produto, pode ser um serviço, entendeu?

Tudo isso vai de acordo com a linguagem, a narrativa que a gente vai construindo ali, até o Lidia entender, olha, agora essa pessoa vai vender um curso pra mim, então eu tô interessada em comprar um curso dela, porque ela é autoridade nesse assunto, ela atua há mais de 10 anos e tudo mais. Ah não, eu vou...

Como se diz, eu vou contratar essa pessoa para ela ser minha nutricionista, porque eu estou vendo aqui na rede social dela que ela atende os resultados dos pacientes dela e tudo mais. Então, você cria uma autoridade através dos posts que as pessoas pagam até mais caro, vamos dizer, uma nutricionista, uma ginecologista, um neurologista, a pessoa paga mais caro para fazer com você, porque você está na rede social. E às vezes você é um recém-formado.

e um médico com mais tempo de experiência às vezes está cobrando menos, porque o poder da rede social é fazer as pessoas terem autoridade e ali as pessoas pagam a mais para aquela pessoa.

Você diria então já com essa sua experiência atendendo muitos clientes de segmentos diversos que o fato da pessoa não estar numa rede social, isso implica que ela perde espaço no mercado?

Totalmente. Hoje em dia você precisa estar, o seu negócio, seja ele físico, digital, ou ali mesmo, na questão do condomínio. Você precisa estar na rede social. Se você não tiver, você... é quase que as pessoas estão passando na sua frente, sabe? Você está perdendo tempo, você está perdendo cliente. É literalmente isso. Todo mundo precisa estar na rede social hoje. É aquela, né?

Quem não é visto não é lembrado. Você precisa, hoje em dia, acho que a maioria das pessoas que trabalham com atendimento, independente da área, precisam estar sendo vistos o tempo todo. E acho que é essa diferença da pessoa querer fazer, né?

sozinho, a rede social, que acho que a grande maioria não entende o poder de ter um social media por trás dos posts, por trás desse planejamento, que uma pessoa sozinha, eu não sei fazer sozinha todo o trabalho que você faz desse planejamento, de entender o nicho, de entender qual que é o objetivo da pessoa e o tipo de público que vai atingir. Então, acho muito bacana você trazer.

isso pra gente hoje, da diferença de você fazer uma fotinho ali no Canva sozinho, colocar uma frase de impacto e você contratar um social mídia pra fazer tudo isso por trás da empresa.

A gente trabalha com calendário editorial, com linha editorial. Então, por exemplo, olha, antes, por exemplo, agora já chega o mês de maio. O que o mês de maio tem de ação para me fazer, de data para mim, que é importante eu estar me posicionando? O meu cliente quer vender o quê em maio? Então, tudo isso é uma análise que você faz antes de você entregar um calendário editorial.

E todos os posts têm que vir entregando essa mensagem, entregando o que eu quero, o que eu quero que o meu público entenda, o que eu quero que o meu público aumente o nível de consciência dele até que ele entenda que eu sou a melhor opção.

Isso precisa ser intencional, né? Todo post precisa ser intencional. Então, ele precisa entender que eu sou a melhor opção para ele, tanto se eu vendo um serviço ou se eu vendo um produto. E isso é o poder da rede social. A rede social faz isso, faz o lead chegar a esse nível de entendimento.

Então, uma coisa interessante que você falou, que tem que ter um planejamento por trás de tudo isso. Sim. Certo? Agora, como é que lida com a velocidade da internet? Porque das redes sociais...

É uma exigência, é um pedido, todo mundo quer a coisa com muita velocidade. Como é que você lida com isso? Porque você, ao mesmo tempo, tem que fazer o planejamento, mas, ao mesmo tempo, você também tem que atender essa demanda e expectativa de quem você está atendendo. Como é que você compatibiliza essas coisas?

Então, depende do momento do cliente. Se o cliente está em lançamento, que a gente diz, vamos dizer, a gente está em abertura de carrinho, a gente está antecipando um evento, então é aquela loucura. A gente já se prepara, vamos dizer, o cliente vai ter um evento dia 20 de maio.

Então, toda uma programação de conteúdo antes do dia 20 de maio tem que vir, mas, obviamente, vai chegando demanda perto do dia 20 de maio, que vai ficando aquela loucura, tanto a vida do cliente quanto a vida da social media. Quanto maior as coisas antecipadas, melhor, mas a gente tem que ter na nossa agenda. E que...

imprevistos acontece, urgência acontece, o cliente precisa daquela questão para hoje, e aí a gente vai ter que adequar na agenda. Mas imagina se tudo fosse assim, aí a gente não conseguiria, então precisa ter planejamento, porque quando viram essas demandas assim, a gente vai lá e inclui no dia para fazer.

Mas se eu fizer tudo assim, aí não tem como. Não tem como, né? Porque você não vai vencer isso, né? Não, eu tenho que ter um planejamento. Então eu tenho o dia para fazer o calendário editorial, eu tenho o dia para fazer os designers, eu tenho o dia que eu vou fazer as edições dos vídeos. Aí eu tenho pessoas também que me ajudam.

Então, eu tenho que ter os dias certos, eu tenho que ter aquele horário pra entrar no Instagram e agendar os posts dos clientes. E postar os posts, entendeu? Óbvio, não é essa rotina perfeita, porque o nosso trabalho é uma loucura. Imagina o Instagram, ele não para. Natal, ano novo, carnaval, ele não para, entendeu?

Então, assim, são posts diferentes nessas épocas, mas eu não tenho férias, digamos assim. Eu tenho que, se eu vou tirar férias, eu tenho que trabalhar bem mais antes pra mim conseguir que esses posts estejam todos agendados e tudo mais. Não existe isso, tipo, olha, eu vou ficar um mês e todos os meus clientes não vai ter nada. Um mês, entendeu? Não existe. Então, o Instagram é uma coisa frenética, né?

E essa questão de atualização, toda hora tem alguma coisa, tem alguma coisa nova, você tem que estar fazendo cursos, tem que estar se aprimorando, formatos diferentes, né? Agora a gente tem o lo-fi, que é aquele conteúdo que a pessoa fala, você não coloca a narração, só coloca um gancho forte.

Tem conteúdo que é mini vídeos, né? Que você vai fazendo, deixa o gancho, uma legenda longa. Então, tem vários formatos e aí você tem que validar um formato para um cliente. Cada um ainda tem uma identidade diferente da outra, um nicho diferente do outro.

E eu gosto muito de trabalhar com a história do cliente, né? Que a gente chama de storytelling. Então, você trabalha com vários advogados, vários engenheiros condominial, mas o conteúdo dos dois tem a essência dele, entendeu? Então, assim, eu não vou ficar postando toda hora sobre vistoria periodial. Não, quem é essa engenheira que tá ali por trás, entendeu?

Filma os seus bastidores. Fala, mostra a cara. Fala sobre uma coisa que teve no seu condomínio, entendeu? Que você vivenciou. Porque aquilo ali é só ela. Então, isso dá muito mais trabalho. Porque se eu fosse fazer um post genérico...

um post igual ali, ah, que legal, atendo vários advogados, olha, aqui só muda a sua foto. Não é assim, sabe? Então, isso me dá mais trabalho. Porque eu gosto de entrar na história do cliente, eu tenho muito contato com os meus clientes também, pra perguntar.

Às vezes eu vou lá e pergunto, olha, esse vídeo aqui que você me mandou é um problema? Me conta esse problema, vamos falar desse problema, para, porque assim, o cliente ele não tem a visão que eu tenho do condomínio. Sim. Então, por exemplo, vamos falar então da engenheira condominial. Quando eu vou numa vistoria acompanhar ela para fazer os takes, na minha cabeça eu já penso em 20 vídeos que eu posso fazer conteúdo com aqueles takes que eu estou fazendo.

E quando ela está filmando para me enviar, ela não tem essa visão. Eu só penso em um...

Ela não tem essa visão de tipo Ah, isso daqui eu posso fazer esse formato de conteúdo Isso daqui eu posso fazer E quando eu tô na vistoria eu já vou lá e falo Ah, qual que é esse problema aqui? Vamos trazer depois Entendeu? Então a gente que trabalha Com isso, a gente tem uma visão Que a gente vê conteúdo em tudo Eu digo se eu vou numa cafeteria Se eu vou num shopping, se eu vejo qualquer Coisa, eu penso em conteúdo Entendeu? A nossa cabeça ela não para

Não sei se isso é bom ou se é ruim, mas é literalmente assim. Essa semana mesmo, desculpa, essa semana eu tava passeando com meu filho e ele falou sobre essa questão da visão, né, como eu, como síndica, a gente no centro de São Paulo, ele olha, nossa, olha aquele prédio que bonito, aí eu falo, nossa, ali tá faltando uma pastilha, ali tem uma infiltração, nossa, aquilo podia ter feito, sabe, então, realmente, cada um na sua área, a gente vai tendo uma visão diferente e realmente a cabeça não para. Não para.

É verdade. Agora, Michelle, ajuda a gente a entender aqui. Nós temos várias redes sociais. Sim. LinkedIn, Instagram, Facebook, TikTok, enfim, tantas outras aí. Como é que você qualificaria elas hoje? Porque a gente sabe que...

alguns anos atrás o Facebook estava numa posição muito favorável, hoje o Instagram está. Como é que você qualifica essas redes sociais e o que elas possuem de diferente na hora que você faz o seu trabalho? Acho que é muito importante também... Complementando.

em relação a isso que você trouxe para ela, dá para fazer uma só? Tem sempre aquela pergunta. Ah, é bacana isso. Eu posso usar só o Instagram? Preciso usar todas? Qual que é a diferença? Você pode sim utilizar só o Instagram. O Instagram hoje é uma das mais fortes. A gente tem o TikTok ali, que também é um grande concorrente.

E ele tem várias vertentes também, de viralização e tudo mais. E tem gente que acha que, ai, só tem adolescente no TikTok, tá perdendo tempo. Porque não, o TikTok é uma rede hoje consumida por todo mundo, sabe? Então, conteúdo em vídeo que você fez pro Instagram, já aproveita e já coloca no TikTok. Ou muitas vezes você tá...

Muita gente tem vergonha de produzir conteúdo, né? Então, isso é um ponto também. A gente tá falando aqui de pessoas que já produzem, que tem social media e tudo mais, e tem gente que tá ali naquela questão, tipo, nossa, eu não vou gravar, eu tenho medo da câmera, eu não vou conseguir, tenho vergonha do que as pessoas vão me falar. Então, tem pessoas assim, que elas podem começar no TikTok.

Começa a fazer vídeo e posta no TikTok. Começou a dar certo? Porque a vergonha é porque não dá, tipo, ai, tem vergonha de ninguém curtir, não sei o que e tal. Posta no TikTok. O YouTube é aquele conteúdo mais denso. Então, assim, Instagram e TikTok são vídeos ali. Um, dois, três minutos e tal.

Óbvio, tem influenciadores grandes aqui fazendo mais, mas aí você tem que ter aquela grande dicção, aquela grande comunicação para você conseguir manter o pessoal por mais tempo no seu vídeo. Mas, de qualquer forma, o Instagram e o TikTok é ali para você entreter aquela audiência.

de forma mais rápida. Então, por isso que a gente chama, o gancho tem que ser muito forte, o conteúdo tem que ser muito relevante, porque senão, né, um segundo, milésimo de segundo, a pessoa já está mudando. O YouTube é aquela forma de conteúdo mais denso, onde você fica ali 10, 15 minutos. Então, muita gente que tem produto digital está lá, o podcast hoje é muito forte no YouTube.

tem muita questão de lifestyle, mas assim, se você tá, vamos dizer, do mercado condominal, ah, eu sou síndica, eu sou engenheira, eu sou advogada, Instagram, TikTok e LinkedIn também é super forte, uma rede social pra você tá falando, postando fotos do seu ano no evento, falando sua opinião sobre a...

sobre algo, entendeu? O formato de texto ali é importante também no LinkedIn. Mas o YouTube é mais assim, podcast em relação ao mercado condominial, né? E pessoas que têm infoprodutos também é importante estar no YouTube. Tá.

Legal, olha só, tem muitas pessoas aqui fazendo comentários, eu depois vou ler alguns deles, mas eu queria antes aqui ter uma pergunta aqui do João Schiapati, que está aqui conosco, nosso amigo. Ele está dizendo assim, o que você acha melhor hoje em dia? Investir em estratégia para vender mais no Instagram ou investir em anúncios para o Instagram?

Orgânico e pago? Pois é. Eu não sei aqui se eu entendi bem. O que você acha melhor hoje em dia? Investir em estratégia para vender mais no Instagram ou investir em anúncios para o Instagram?

Não sei, talvez... Estratégia. Tem muita gente, ah, vou contratar o tráfego pago, né? Que é o patrocinado. Só que se o seu Instagram não tiver uma estrutura estratégica por trás, você vai fazer o anúncio e ele não vai ter o resultado.

Vai jogar dinheiro fora. Vai jogar dinheiro fora. Às vezes você vai fazer um anúncio para mais seguidores e não vai vir mais seguidores porque a pessoa entra no seu Instagram, ela não tem estrutura nenhuma, ela não entende nem quem você é. Porque assim, o Instagram tem uma estrutura que a pessoa rapidamente tem que entender quem eu sou, o que eu vendo, para quem eu vendo. Então isso comunica na bio.

nos destaques, nos fixados, né, que o Instagram deixa três, na nossa foto de perfil. Então, ah, eu vou fazer um tráfego lá, coloquei duas fotos, outro você tem vários posts, mas é tão confuso sua rede social. Então, primeira coisa, você investir na estratégia de conteúdo do seu Instagram, deixar ele redondinho, e isso eu digo 12 posts, 15, não é 300, não. Poucos posts estruturados, você depois pode entrar sem com tráfego pago.

Tá. Agora, o que você fala com relação também à frequência dos posts? Porque tem gente que acha que tem que postar vários por dia, outros acham que alguns por semana. Como é que há o equilíbrio em relação a isso?

A título de posicionamento digital, 3 já é o recomendado. Se você está vendendo um infoproduto, você tem que postar de uma a duas vezes por dia. Se você está vendendo um produto digital, pelo menos uma vez por dia. A título de viralização, nossa, eu quero viralizar. Então hoje os Reels...

em excesso, assim, dois, três por dia vídeos, aí você pode aí brincar de viralização. Óbvio, é possível você viralizar postando um vídeo por semana, seu vídeo foi um assunto em alta, seu vídeo foi uma coisa que o pessoal compartilhou muito, comentou.

que é uma das estratégias que nós como social media utilizamos, que é a pauta em alta, que a gente chama. Então, por exemplo, surgiu um assunto muito relevante no mercado condominal que está todo mundo falando. Você grava um vídeo rápido, pauta em alta...

É assim, tipo, real time. E aí, muitas pessoas podem compartilhar nos grupos, pode curtir, comentar, gerar aquele movimento que o seu vídeo pode viralizar. Mas assim, a título, ah, eu quero viralizar, tal, não sei o quê, dois, três vídeos por dia.

No mínimo. E tem horário também, né? Pra postar. Ah, é isso. É interessante. Dependendo do horário, que tem que ser de manhã ou tem que ser a hora do almoço. Como que funciona isso? É verdade ou é mito? Olha, eu acho que já foi isso. Eu não fico presa em horários. Óbvio que depois da meia-noite você não vai postar. Mas, assim, o pessoal tá na internet o dia inteiro.

sabe? Então assim, eu gosto muito de postar na hora do almoço, no final de semana eu posto duas, três da tarde, tipo um sábado, um domingo, que você sabe, o pessoal já almoçou, agora vai ficar ali na internet. Durante a semana eu gosto muito de postar nove horas, mas isso depende do conteúdo. Se você vai postar uma frase motivacional, por exemplo, você não vai postar ela nove horas da noite, você vai postar segunda, mais cedo, entendeu? Então depende também do formato, do objetivo do post. Se eu quero...

Mais engajamento, por exemplo, aí eu posto nove da noite. Se é um conteúdo mais técnico e tudo mais para me criar autoridade, coloca na hora do almoço, entendeu? Então, você vai variando. Eu não fico presa, assim, tipo, ah, os meus clientes é nove, meio-dia, seis horas. Não, não fico presa. Não é nada engessado. Tá, e a questão do que postar? Vídeo, foto, texto, carrossel, enfim.

Olha, você tem que entender o que a sua audiência gosta. O mercado condominal, eu vejo que eles gostam muito de consumir vídeo. Então, por exemplo, eu que sou da área de marketing, eu amo ler um carrossel. Para mim, aquele carrossel bem feito, eu vou indo, vou indo, ai meu Deus, acabou. Mas o mercado condominal, eu vejo que gosta muito de consumir vídeo. Então, você vai ter que testar.

Cada rede social, cada nicho, cada objetivo, você vai ter que testar qual o formato que o seu público vai validar. Ah, como que eu testo isso? Porque eu tenho 300 seguidores. Então vamos dizer que você postou um conteúdo que teve 10 curtidas.

Tá, legal. Aí no outro conteúdo, você teve 30 curtidas, no outro teve 100. Então começa a repetir o conteúdo, o formato, o assunto que você teve 100 curtidas, porque, putz, você tem 300 seguidores, 100 curtidas é bastante, entendeu? Então você vai testando esse tipo de formatos, os títulos, os ganchos que você usa, e aí você vai repetindo, entendeu? É assim que a gente faz.

Não, legal. Eu vou fazer, a nossa audiência está crescendo aqui, estou gostando de ver. Eu vou fazer um pequeno parênteses aqui agora, para dizer que hoje nós estamos inaugurando aqui, por favor, coloque a câmera central aí, para todo mundo ver. Estamos inaugurando um novo cenário aqui do nosso podcast, do Mr. Pod. Estamos muito felizes.

com esse novo painel aqui, para que vocês possam nos receber muito melhor, já dentro da nova marca da empresa, que desde o...

do meados do segundo semestre do ano passado, nós já estávamos usando, então é importante a gente dividir isso com vocês também. Muito obrigado a vocês pela audiência. Agora, eu quero falar aqui, olha, eu vou falar de algumas pessoas que estão aqui com a gente. O Cláudio Bispo é um amigo nosso do setor de segurança, está dando boa noite, mandando um grande abraço.

Le... Le... Lean... Leanagem. Lean... Leanjan. Leanjan, né? É. Você sabe quem é? Ela é do clube, lá do Rio, né? É? Tá bom, tá aqui com a gente. Inteligência Raiz. Doutora Marini Vasconcelos. Um beijo, doutora.

Beijo, Mari. Tá dando boa noite, tá dizendo Michele Gomes, minha social mídia tão competente. Sim. Olha só. E ela tá dizendo aqui que a Michele já trabalhou em administradora de condomínio. Então, para nós do setor condominial, é uma mão na roda ter uma social mídia com essa expertise.

Sim. Trabalhei... Trabalhou? Isso. Então, vamos dizer, o mercado condominial entrou na minha vida não com o Clube W Condo, que foi o meu primeiro cliente de social media do mercado condominial. Isso, faz dois anos.

O mercado condominal entrou na minha vida em 2021. Eu estava procurando emprego. Tinha um canal no YouTube. Importante falar isso. Na pandemia, eu falei, vou abrir um canal no YouTube. Aí eu abri um canal no YouTube. E aí eu falei, não, agora eu preciso voltar. E você falava sobre o que nesse canal? Era lifestyle. Viagem, faxina.

Coisa da minha, nada a ver com o que eu faço hoje. E nada a ver com RH também. E aí eu consegui crescer esse canal, tudo, mas aí eu falei, não, agora eu preciso voltar a trabalhar. Isso em 2021, fui começar a procurar emprego, já estava dois anos fora do mercado, né, de CLT, tudo. E aí eu encontrei, pela Cato, a CEL me chamou.

E eu entrei lá em outubro de 2021 como coordenadora de RH. Olha só. Então o mercado condominal, as minhas conexões do mercado condominal iniciou na CEL. Tá. Na CEL administradora. E aí que eu fui entender sobre o mercado condominal. Porque antes eu morava em casa, então acho que até hoje quem mora em condomínio não entende a complexidade. Quando você mora em casa, então você é um bicho à parte. Você não entende nada.

E aí quando eu fui entrar na administradora, que eu falei assim, uau, quanta coisa que vocês fazem e tudo mais, mesmo não estando no setor, no departamento de condomínio, não atuava no RH, mas tinha contato com os funcionários, conversava e tudo mais, entendi as funções deles. Então foi assim. E aí em 2023 eu pedi desligamento, eu ia me mudar para...

Pra fora, pra Portugal. E aí acabei que eu não fui. Mas aí me vi desempregada. Porque eu tinha pedido as contas em março de 2023. E aí eu falei, então tá bom, não vou mais pra Portugal. Então vamos voltar a trabalhar, né? Aqui no Brasil.

E aí eu fui lá e falei, mas eu quero, ainda lembra que eu tive o canal do YouTube, eu falei, ah, eu quero fazer alguma coisa na internet, porque eu queria ter liberdade geográfica, liberdade financeira, liberdade geográfica, liberdade de horário, de não precisar, porque hoje eu trabalho, 98% do meu trabalho é home office, eu trabalho em casa. Então era um sonho para mim, eu falei, eu vou conquistar isso fazendo algo para a internet. E aí eu falei, tá bom.

E aí o algoritmo fica entendendo, né? O que você fica falando. Aí começou a vir anúncio pra mim de um cara que ensinava eu a vender Google o meu negócio. Toda empresa tem um cadastro ali no Google, gratuito. Só que muitas empresas não sabem otimizar esse cadastro, utilizar todas as ferramentas dele pra que você fique ranqueado no Google e tudo mais. E aí o cara falou, olha, você pode vender por 300, 500 reais e tal. E aí você vende pras empresas. Eu falei, ah, então vou começar a fazer isso.

E aí eu começava a prospectar ali com vários... Tipo, era 100 WhatsApps por dia que eu mandava. Pra receber 99 nãos e um sim. E olha lá. Às vezes era tudo não. E ali, aquele processo, né? Mas às vezes eu conseguia. Então, às vezes eu conseguia mil por mês. Às vezes eu conseguia dois mil por mês. Só que era assim. A pessoa me pagava 300 reais. Só que eu...

Era aquele 300 reais, eu fazia, tirava as fotos, tudo, estabelecimento e tal. E no outro mês não tinha mais 300 reais. Entendeu? Então eu tinha que sempre... Buscar novos. Isso. E aí, nossa, era um processo assim, todo mundo me... Ontem foi meu aniversário, né? Ontem? Foi. Opa, parabéns, atrasado. Obrigada.

Que legal! E todo mundo nas mensagens, Mi, você é muito forte, não sei o que tal. Eu falo, gente, eu demonstro isso para as pessoas, né? Mas, assim, nos bastidores foi muito choro, porque eu estava acostumada a trabalhar mais de 10 anos, né? Na área de RH, então, desde os 20 eu sou coordenadora de RH, eu comecei a trabalhar com 16. Olha só!

Então, eu sempre, enfim, aí teve nesses clientes e tal, teve um cliente que falou assim pra mim, olha, eu quero te contratar pra fazer o Google, da minha empresa era uma lavanderia, self-service, e ele falou assim, mas eu tô procurando uma social media, você conhece? E aí eu fui lá, falei, social media? Falei, ah, eu sou.

Que legal, que legal. Foi tipo isso. É a cara e a coragem. Aí ele foi lá e falou assim, e eu já acostumada com o mercado de trabalho e tudo mais, né, reunião, já era assim, familiarizada com isso. Falei, então amanhã a gente vai marcar uma reunião e eu vou te mandar uma proposta. E aí eu...

Fui lá no Canva, coloquei lá proposta, não sei o que tal, ouro. Fazia pacote na época. Hoje em dia eu já não trabalho mais assim. Mas na época eu fazia pacote, ouro, bronze, não sei o que tal. E aí eu fui para a minha primeira reunião com esse cara. É um presente para mim esse cliente, minha amiga até hoje. Que legal. E aí deu certo. Foi meu primeiro contrato. E aí eu falei, gente, eu vou ganhar fixo. Todo mês.

Porque eu tava acostumada, né? Todo dia pegar um leão, né? Pra matar um leão por dia. E aí ele foi meu primeiro cliente. Isso foi em junho, então eu fiquei desde março a junho ali com o Google e tal. Isso foi em junho. Aí eu falei, tá bom, agora eu preciso de mais, né? Porque um cliente, né?

É pouco. E aí eu fui pegando, pegando, e esse cliente, ele era uma rede de lavanderias, e várias lavanderias me contrataram. Então teve uma época que eu já tinha 10 lavanderias. Olha! E aí fazia parte de tráfego, né, pro Google, que é muito importante pra negócio local.

E também fazia o Instagram. Eu virei referência no Instagram de lavanderias. Eles tinham o marketing deles, que era contratado porque era uma franquia. Eles tinham o próprio marketing, só que eles não gostavam dos posts que o marketing fazia. E aí eu fiquei conhecida nesse grupo e eu fui pegando muitos clientes.

E depois de seis meses, depois de quase um ano, aí em maio entrou o Clube W Condo com as conexões que eu tive na CEL. De condomínios. É, que a Rose, que a Pathy, né?

João, que estava já no projeto, e aí eles já sabiam que eu era social media e me indicou. Aí o clube foi o meu primeiro cliente, um puta desafio, porque a gente pegou o clube do zero, sem nem zero sócias, um projeto diferente, e alavancou o clube, e aí eu fiquei conhecida no mercado condominal através do clube. Com muito louvor. Porque é o seguinte, só pra falar de alguns que estão aqui, Karim Santos,

Michelle é a melhor social media, sucesso. A Erika Giba está dizendo assim, além de ter trabalhado em administradora de condomínios, a Michelle convive diariamente com profissionais do mercado condominial. E isso também traz um conhecimento de como o setor funciona.

Exatamente. Depois do clube, muitas sócias. Então, eu tenho clientes advogadas. A Erika é minha cliente engenheira. Ela tem uma empresa de fachadas. Então, eu tenho ali mercadinho de condomínio. Eu tenho administradora de condomínio. Síndicos.

Tem síndicos, né? É, exato. Então, esse mercado aí me abraçou e eu tenho alguns clientes agora. Eu não sou nichada, eu atendo outros nichos também. Tenho pessoas de marketing, tenho médicos. Só que no mercado condominal, né? Que é essa bolha aqui. Tem um boom agora. Sim. Aí tem dois anos, agora vai fazer dois anos que a gente tá aí atuando.

E vai crescer mais, tenho certeza. Olha, Ana Helena, minha querida esposa, está aqui e está fazendo uma pergunta para você. Olá, boa noite. Aquelas pessoas que postam o tempo todo em todos os lugares em excesso é bom e expõe muito a segurança?

Então, eu sempre falo pros meus clientes que é importante a gente ter pontos de conexão com a audiência. A gente não entra no Instagram pra gente comprar nada. A gente não entra no Instagram pra ler. A gente entra no Instagram pra quê? Pra você passar tempo. Pra você, tipo, quando você abre o seu aplicativo do Instagram, mesmo que você tenha coisas pra fazer, você sabe que ali você não vai fazer nada de útil, digamos assim.

Então, o seu perfil, se ele tivesse só trabalho, só trabalho, só trabalho, ele não fica um perfil atrativo. Então, tudo bem você postar a foto do seu cachorro, a foto do seu filho, mas tem clientes que me falam, Michelle, eu não quero expor o meu esposo, ele não gosta de aparecer.

Então tudo bem, você não vai expor ele, entendeu? Ah, eu não quero expor o meu filho, eu tenho medo. Então você não vai expor o seu filho. Agora eu sempre tento puxar alguma coisa. Ah, mas e a sua academia? Não é legal você postar, motivar o pessoal, entendeu? Então eu sempre tento pegar pontos de conexão. E o volume de... Mestre do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do修ilo do

de postagens, essas pessoas que fazem muito lifestyle, né? Eles estão a todo tempo e a gente gosta, né? A gente gosta de acompanhar, porque imagina se você entrar no Instagram e não tiver stories de ninguém ali, todo mundo sube. Todo o profile, acabou a rede social. Então, assim, o volume dessas pessoas, quando você pega gosto de gravar, de postar stories, vira uma coisa automática, vira uma coisa do seu dia a dia.

Eu falo, gente, quando meus clientes fazem stories, eu mando coração, eu comento, eu reajo, porque assim, é a vida da sua rede social. É o stories, é o que você tá fazendo, entendeu? E mostra que você é humano, né? E obviamente o que você quer postar, o que você não quer.

Não precisa, ninguém vai... Algumas pessoas fazem isso, né? Mas muita gente até fala que a rede social é uma enganação, porque ninguém vai lá pra expor um problema, às vezes você tá passando por um problema super sério e ninguém sabe, entendeu? Então você só expõe o que você quer. Isso que eu acho engraçado depois, eu ainda não tenho... Ainda, por enquanto, não tenho a Michelle na minha vida.

Já estou aqui planejando, mas quando eu posto coisas do meu dia a dia de perrengue de síndica, deu no barrilete com salto agulha quebrado, coisas do dia a dia, assim, que ninguém vê, é os que dá mais visualização, que dá mais curtida e o pessoal comenta.

Então, eu tenho percebido isso. Quando eu postava coisas básicas, né? Um post sobre a sindicatura, sobre as regras, não dava quase visualização. Depois que eu comecei a mostrar eu comigo mesma no dia a dia, nas historias. E essa que é a estratégia, Day, porque não adianta também você só postar as coisas, a academia, por exemplo. Não adianta só postar isso. Você tem que postar também a parte técnica, também a parte de autoridade.

Mesmo que aquele post vai ter duas curtidas. Mas é importante para a construção do seu perfil ter tudo. Entendeu? E também ter conexão. E o pessoal gosta. E é importante também falar disso. Porque quando você contrata uma social mídia, ela não vai fazer isso por você.

Como assim, Mi? Eu não tenho como estar na rotina do meu cliente, por exemplo... Não vai dar um bracinho para o cliente 24 horas, né? Então, assim, se o cliente está na academia, se ele não filmar os bastidores da academia, não vai ter vídeo da academia, porque eu não estou lá. Se o cliente está ali num momento legal com o filho dele, que tudo bem para ele postar, ele tem que postar, entendeu? Então, se ele está em um evento...

postar ali os batidores do evento, os insights e tudo mais, ele precisa fazer isso. Então, você ter uma social media não quer dizer que tipo, nossa, ufa, eu não vou olhar mais pro meu Instagram. Não, é um trabalho em conjunto. Olha só, a Maria Concebida de Araújo tá aqui desejando sucesso pra nós. Tal Guimara tá dizendo parabéns pelo cenário, muito obrigado.

José Caetano está aqui, boa noite, um abraço a todos, do Caetano da Dote Segue Segurança. Caetano, você é amigo da casa, seja sempre bem-vindo, participando aqui conosco. Bárbara Gomes, minha social, sucesso super inteligente.

É minha mãe. Sua mãe? Tem que estar aqui, né, apoiando. Olha, que legal. Seja muito bem-vinda. Prazer ter você aqui. A Keila Paiva, desculpa, Keila Silva está dizendo assim. Minha social mídia, Michele, é meu braço direito. Ela entrega muito mais que o básico. Nos direciona e orienta respeitando nossas particularidades e nosso perfil profissional e mulher admirável.

O que eu faço com as minhas clientes? Eu falo que elas são meus presentes. Viram amigas, literalmente. Eu tenho uma relação... Não sei se é porque eu fui RH, né? Mas eu tenho uma relação muito próxima com os meus clientes. Eu gosto de conversar, gosto de falar. A gente fala da vida. Depois das gravações, a gente almoça. A gente vai para algum lugar falar não só de trabalho. Então, elas são um presente para mim.

E é o seu diferencial, né? Acaba sendo, você consegue incluir isso na sua essência do que você vai fazer com cada cliente, né? É, eu falo da liberdade geográfica, mas eu não me vejo, tipo, morando tão longe, porque, tipo, eu não me vejo não conseguindo fazer isso que a gente fez hoje. Eu vim aqui, fiquei à tarde, gravei muitos vídeos com o Demilson, e se eu estivesse em outro estado, outro país, eu não teria essa proximidade. Eu poderia trazer uma pessoa, um videomaker,

roteirizado, tudo só que por enquanto eu não consigo pensar nisso, sabe? eu gosto dessa proximidade que eu tenho com o cliente muito bom prepara uma pergunta que eu vou fazer uma agora qual é a diferença de curtida e engajamento? total, né? você pode ter um bom engajamento num post, mas ele ser pouco curtido?

Então, o que acontece? O engajamento, ele leva várias coisas. Então, se a pessoa salvou, às vezes eu não curti aquele post, mas eu salvei. Então, ele tá lá nos meus salvos, porque eu quero ver depois. Às vezes eu compartilhei ele com aquelas pessoas que a gente sempre tá compartilhando reels, né? Aquela coisa que me identificou. Eu não curti, mas eu compartilhei. Eu comentei. Então, tem várias. A retenção também, por exemplo. Às vezes, aquele vídeo, ele tem um minuto.

E 98% das pessoas assistiram 50 segundos dele. Você teve um grande engajamento. Você conseguiu reter o tempo de tela. Então, o engajamento não é só curtida. Até isso conta. O tempo de tela é super importante. Faz seu vídeo viralizar e tudo mais. Que as pessoas ficaram até o final. Então, o Instagram entende. Porque o Instagram quer o quê? Ele quer que as pessoas fiquem mais tempo ali.

Então, se o seu vídeo tá retendo as pessoas, ele entende e fala, putz, tu precisa mandar pra mais pessoas, mais pessoas com retidas no meu aplicativo. Legal. A gente já falou que você faz essa parte do, né, você precisa que a sua cliente te mande os vídeos, mande o dia a dia, você também marca esses dias de reunião, onde você também faz a filmagem do conteúdo, que você já vem com o roteirinho pronto, e aí...

A partir disso, qual que é o seu papel? Você que faz o post, você que escreve, você que tem a ideia, você que faz o tema, você responde as pessoas também pelo Instagram dos clientes. O que abrange todo o seu trabalho, o seu atendimento? Então, vamos dizer, hoje vim aqui no The Milson, gravamos 18 vídeos em uma hora e meia, hein? Foi, foi.

Vou colocar, porque ele foi cliente nota 10. Obrigado, obrigado. E aí eu tenho esse material, aí eu tenho um editor de vídeo, eu vou mandar todos esses vídeos para o editor. O editor vai me encaminhar, depois eu vou enviar para o cliente. Mas antes disso, o The Milson tem um calendário. Então esses 18 vídeos vai durar X tempo na rede social do The Milson, que é diferente de outra rede social que tem um outro objetivo, por exemplo.

Então, eu já vou incluir ali no meu calendário, por exemplo, uma vez por semana eu vou postar um vídeo do The Milson. E aí, eu já vou saber o tema, e o carrossel, e a foto. E aí, eu vou ver, por exemplo, em maio, The Milson vai fazer aniversário, ou de casamento, ou de aniversário, entendeu? Então, tudo isso eu preciso entender.

Antes a gente já pede no briefing e tudo mais, para montar o calendário dele. E aí depois eu vou lá, no calendário a gente coloca o gancho, a legenda, o formato. Então, por exemplo, é carrossel, é reels. Se é reels eu preciso do cliente para tal coisa, se aí eu preciso cobrar do cliente alguma coisa eu vou lá e cobro. Então eu tenho esse relacionamento muito grande com o meu cliente no WhatsApp. E tem coisas que fogem do calendário.

Então, por exemplo, tem algum assunto que eu quero ali trazer, por exemplo, vamos dizer, meu cliente fez um vlog do dia dele. Eu não posso esperar a go... É, tipo, a gente vai entrar agora em maio. Vamos dizer que está tudo prontinho o calendário de maio. Ah, tá bom, mas agora eu vou fazer só em junho. Não existe isso.

Então, eu vou incluir no calendário dele de maio esse vlog que ele me mandou de um evento, por exemplo, que ele foi. Às vezes, ele foi num evento. Aí, imagina, o calendário tá fechado. Eu não vou incluir isso daqui no calendário de maio. Não tenho equipe pra fazer. Não existe isso. Então, eu vou lá e vou incluir. E aí, eu jogo outro post pra outra semana.

E aí eu que faço o gancho, eu que faço a legenda, o designer, edição de vídeo, tudo isso sai já pronto para o cliente aprovar e eu que agendo também nas redes sociais do cliente. Então não sobe nada sem o cliente não aprovar. O cliente aprovou, eu vou lá e agendo nas redes sociais dele.

Menina trabalheira. Gente, vocês acham que o social media não trabalha? Fala, é só postar uma fotinha. Não é bem assim. Olha só, tem uma porção de mensagens aqui, eu vou ler daqui a pouco, mas eu queria pedir para você responder mais uma pergunta aqui do João. Michelle, passa dicas para aumentar as visualizações dos stories.

Tá. Os stories, ele é uma constância, né? Então, assim, você pode começar ele com uma foto no começo do dia e uma... Sabe, contar uma história ali, por exemplo, e hoje vocês não sabem o que aconteceu. Ou, ah, hoje o meu dia, ele tá cheio de... Por exemplo, hoje, por exemplo.

Hoje meu dia está cheio de compromisso, eu tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo. Então você vai contando uma história para o telespectador que está lá, o seguidor, ele vai entender que ele gosta de acompanhar seus stories. E assim, você não precisa postar só o que está pronto. Por exemplo, mostra a foto do treino, está pago. Não, mostra o treino.

Ah, mostra, tipo, agora eu vou ter uma reunião. Não, mostra, grava ali sua reunião, coloca no mudo, coloca uma música. Ah, agora eu fiz uma reunião com o cliente, para isso, para isso, para isso. Você não precisa expor o cliente, você não precisa expor o que não pode ser exposto. Mas o movimento dos seus stories, ele faz muito mais engajamento.

Muito mais engajamento. Você pode colocar também as suas atividades do dia. Ah, vem comigo acompanhar. Eu vou num evento hoje. Então, você posta foto do palestrante. Um insight que você teve na palestra dele. Essas coisas, sabe? E também é legal se forçar a pelo menos uma tela por dia você falando. Selfie, assim, fala, tudo mais. Assim você vai conseguir aumentar. Porque as pessoas...

Todo mundo tem pessoas que você entra no Instagram e fala Ah, eu preciso ver o story dessa pessoa. Ela já fica lá nas primeiras bolinhas. Porque essa pessoa é o quê? Constante. Essa pessoa sempre tá lá. Se você não postar uma semana no seu Instagram, você já morreu.

Porque o Instagram é diário, ele é todos os dias, entendeu? Então, você vai construindo ali uma dinâmica de roteiro mesmo que você pode fazer todos os dias da sua própria rotina.

Olha só, bom, aqui a sua mãe fez alguns comentários aqui muito bonitos, está dizendo, 14 anos, filha, eu lembro muito da sua determinação. Michele tem história de vida. Sim.

A Bárbara Gomes está dizendo que está tudo muito lindo aqui, né? Ela está dizendo. O David, que é um querido participante aqui do nosso podcast, dando boa noite a todos os participantes. Júlio César, excelente conteúdo desde sempre. A Marine Vasconcelos, a gente sai para tomar cerveja mesmo.

Ô, Marini, eu não bebo, minha mãe tá online. Só pra avisar, né? É só a Marini que bebe. Aqui a Érica Giba tá dizendo, Michele, o Guerra está te assistindo e disse que só você pra fazer isso.

Ai, o Guerra é um querido. Ele é... Meu cliente também. Eles têm uma empresa que faz reforma de fachadas, a GLG. E eles são um presente pra mim. Um casal, assim, demais. Quando é dia de gravação, eu mais me divirto do que trabalho.

Olha, outra coisa que a Marina está dizendo aqui é que essa flexibilidade sua é um diferencial. Muitos fechamentos ou pacote com uma quantidade fixa. Não entendi. Eu também não entendi aqui essa frase. Bom, ela está dizendo que você tem muita flexibilidade para atendê-la.

E que muitos fechamento ou pacote com uma quantidade fixa. Não entendi. Marina, Marina, ajuda a gente aí. O Cíndio Fábio Gomes está aqui. Dando boa noite. O Eduardo Binho. Oi, Eduardo. Saudades, hein, Eduardo?

Olha só, agora que você precisar de uma social media aí, tá aqui, Michele. Boa noite, excelente. Preciso desse contato, ele tá dizendo aqui, eu vou te passar. Já tá dando certo pra nós aqui, tá? A única coisa ruim é que você torce pra português, isso aí eu não tenho como melhorar, tá certo? Michele, o que não fazer nas redes sociais? Ah.

Tem algumas coisas. Medo. Se eu fizer alguma coisa, eu vou ficar quietinha aqui. Eu acho que é exposição demais. Eu sempre acho que a gente tem que se resguardar de muitas coisas. É uma rede social aberta, né? Onde tem várias pessoas. E eu acredito que é aquela exposição demais de... E...

Mas eu digo de assuntos que não vai acrescentar. Então, por exemplo, vamos dizer, esse ano. Esse ano é ano de quê? De eleição. Então, é uma coisa assim, se você não tem esse nicho, se você não vai te agregar, por que você vai...

Entrar em debate político, entendeu? Então, eu não recomendo. Se tem cliente que quer entrar nessa pauta, entendeu? A gente respeita. Mas eu acho que tem coisas assim que não vale o posicionamento. Política no Brasil, acho que é uma delas. Sim, sim. Mas, por exemplo, também a gente tem uma Copa do Mundo.

Ah, super legal, eu acho. Que é uma coisa bacana e dificilmente o cara vai falar contra o Brasil. Sim. Eu acho que dá até para você fazer quadros no seu canal, no seu Instagram, específicos da Copa, voltado, vamos dizer, para a questão do condomínio, né? Como que vai ser a questão da movimentação ali em Jogos do Brasil, segurança, barulho, telão, decoração.

Então eu acho que você pode sim entrar nesse tema de forma leve e tudo mais E receber mais engajamento assim Sim, sim, bacana, essas coisas são muito legais Michelle, nós estamos encaminhando aqui para o fechamento do nosso podcast O tempo passa muito rápido Mas tem uma coisa muito boa aqui no MrPod que quem vem volta

Então em algum momento Você vai estar com a gente aqui de novo Vamos falar outras coisas A audiência foi sensacional Eu vou deixar a Dai aqui Para um comentário final E se tiver mais alguma pergunta

Bom, primeiro, parabéns pelo seu trabalho. Assim, a gente é... Somos sócias, né? No Clube W Condo. Mas eu não sabia, não conhecia a sua história. Então, te admiro ainda mais. Já admirava antes, porque eu sei todo o diferencial que você trouxe. Tanto pro clube, quanto pras meninas que você já tá atendendo. Que você já tá fazendo toda essa assessoria. Então, meus parabéns. Que Deus te abençoe grandemente, né? Te admiro ainda mais agora. E...

O que você podia trazer pra gente, né? Pras pessoas que ainda tem esse pezinho atrás de contratar ou não uma social mídia, né? Pra você trazer essa pessoa hoje aqui pra gente. Gente, faz diferença. É, são dois pontos que eu vou falar. Primeiro que não existe hoje em dia ser low profile. Eu falo que era meu sonho se eu fosse herdeira, mas eu não sou.

Então, não existe essa possibilidade, tipo, deve ser muito bom, eu também gostaria de ser low profile, mas a gente precisa expor o nosso trabalho, né? A gente precisa estar na rede social. Então, esse é um ponto. E o segundo ponto é, você precisa estar preocupado com o seu negócio em outras frentes.

A social media, como eu falei, ela é um braço direito e esquerdo. É um trabalho em conjunto, mas ela vai te aliviar muito a demanda. O seu Instagram vai rodar, você vai começar a ser chamado para podcasts, painéis de eventos do setor condominal. É uma transformação que acontece muito assim depois que você começa a se posicionar.

O posicionamento, ele tem esse poder das coisas mudarem, sabe? Tipo, você não é vista, você tá ali no seu escritório e tudo mais, e depois fala, nossa, ela é referência. Eu vejo ela no Instagram e tudo mais. Então, é importante vocês terem essa convicção e que um social media vai estar, de forma estratégica, te guiando já ali do jeito certo. Exato, da forma profissional que deve ser. De uma forma profissional, isso mesmo. Muito legal.

Antes de encerrar, quero agradecer aqui a presença do Patrick Prado, que é um gestor predial nosso. Ele é nosso braço direito e esquerdo.

Queríamos em todos os condomínios ter um patrinho. Ai, queria. E deixar aqui uma mensagem da Edilane Grilo dizendo que Michelle é uma profissional top. Gente. Bom, eu quero dizer para vocês que eu posso concordar com isso. Estamos começando a trabalhar juntos. Sim. E tem sido aí uma grata surpresa.

e um aprendizado de estar fazendo esse trabalho junto com você e agradeço também por toda a dedicação em fazer esse acompanhamento nosso para melhorar o posicionamento da nossa marca na rede. Eu que agradeço, agradeço o convite e falar que é o meu primeiro podcast.

Olha! Saiu maravilhosamente bem. É a primeira vez que eu participo e eu estou muito feliz. O mercado condominal me abraçou, como eu falei. Então, assim, tenho muito carinho pelo nicho. Quero agradecer esse momento aqui. Foi muito bom.

agradecer também as pessoas que estão aí assistindo o clube, né? minha família também mandar um beijo pra todo mundo e é isso, muita gratidão aí por tudo que eu tenho vivido passa seu Instagram aí pro pessoal quem quiser procurar a mim passa aí seu arroba

o meu arroba, vou até mandar um abraço pro meu primo Victor foi ele que inventou esse arroba porque eu tava falando pra minha avó que é difícil dela entender o que eu faço né, então eu tava falando vó, eu sou social media, não sei o que tal e aí meu primo foi lá e falou assim, ah, social me aí eu falei, nossa, que legal eu falei, é verdade então essa é a história, contando em primeira mão que eu falei que ia contar no meu Instagram aí eu falei assim, vou mudar meu arroba então antes era meu nome, né, e agora é asocialme

sensacional então procure a social me tudo junto você que está aí, não perca a oportunidade de ter uma excelente profissional te ajudando e atendendo e você que sempre está conosco não perca, na próxima terça às 19h ao vivo, mais um podcast para você, meu forte abraço a todos e muito obrigado tchau

EP 173 | Por trás do post: o que ninguém vê no trabalho de um social media com Michele Gomes | Castnews Index — Castnews Index