Apesar de não ter sido eleita para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nas eleições de 3 de outubro, a vereadora de Belo Horizonte Fernanda Altoé (PL) diz que a candidatura presidencial de Romeu Zema pelo Novo ajudou a sigla a superar a cláusula de barreira e manter acesso a recursos do fundo partidário. Em Minas Gerais, o Novo manteve duas cadeiras na ALMG. Para ela, “o contexto político deixou bem claro que, muito embora as pesquisas apontassem que 67% da população do Brasil estivesse insatisfeita com a polarização, foi a polarização entre o PT e o PL, que nem foi entre direita e esquerda, foi entre dois partidos, que determinou a eleição em Minas Gerais, considerando que das 67 cadeiras na Assembleia, 40 ficaram entre esses dois partidos”, disse Altoé, em entrevista ao Café com Política.