Episódios de Rádio Charrua

INTEGRAÇÂO LAVOURA - PECUÁRIA | CHARRUA RURAL | 02.05.2026

02 de maio de 20261h44min
0:00 / 1:44:29

🔊 CHARRUA RURAL 📹🐄🐴🐑🌾🍊🚜

🎙 Tiqueno Queiroz

📻 95.1 FM

🖥 http://goo.gl/YZJQry

📱 APP Rádio Charrua

#lavoura #arroz #soja #agronegocio #agropecuaria #gado #boi #vaca #campo #rural #charruarural #charrua #radiocharrua #rdcharrua #uruguaiana #uruguaianars

Participantes neste episódio4
T

Tiqueno Queiroz

Host
D

Danilo Santana

ConvidadoPesquisador
F

Felipe Carmona

ConvidadoEngenheiro agrônomo
G

Gustavo Hernandes

ConvidadoEngenheiro agrônomo
Assuntos7
  • Integração Lavoura-PecuáriaBenefícios da integração para a lavoura de arroz · Impacto da pecuária na produtividade do arroz · Sistemas de plantio direto no arroz · Uso de pastagens de inverno e verão · Importância da drenagem em áreas de várzea · Adubação de sistemas e fertilidade do solo · Uso de leguminosas em pastagens · Manejo de campo nativo · Cultivo de milho e sorgo granífero · Perenes tropicais em sistemas de produção
  • Gagueira e GenéticaSêmen sexado e convencional para gado de corte · Raças Angus, Brangus, Brafford e Nelore · Tecnologia de reprodução bovina · Participação da VS Lunardi na Expo Outono
  • Inovação na AgriculturaSoluções tecnológicas da Defensul · Peças automotivas e agrícolas da Dotto · Materiais elétricos da Eletroeste · Soluções da Estara para lavouras
  • Eventos e CelebraçõesExpo Outono de Uruguaiana · Remate especial São Bibiano 100 anos · Dia de Campo na Embrapa Capão do Leão
  • Investimentos em LCASeguros de vida e residencial Sicredi · Assistência 24 horas
  • Agricultura e propriedade ruralAssistência técnica da Imembuí Alimentos · Locação de salão de festas do Sindicato Rural de Uruguaiana · Consultoria agropecuária da Agroplan
  • GastronomiaRestaurante Monte Carlo · Arroz Requinte
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Está começando aqui na Chahua, no canal 95.1 Chahua Rural.

Olá, amigos e amigas ouvintes da Rádio Charrua FM 95,1 de Uruguaiana. Estamos também pelo YouTube e Facebook da Rádio Charrua, além do site e aplicativo do Lance Rural. Eu sou o Tiqueno Queiroz, na operação de áudio Tuca Marques, na produção Roger Oliveira, e este é o Charrua Rural, um programa que debate os principais temas conectados ao agronegócio.

Lembramos que é possível escutar o Chá Rua Rural novamente aos domingos a partir das seis e meia da manhã na 95,1 ou pelo Spotify a qualquer momento que você desejar.

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É sempre um prazer estar aqui no estúdio com vocês, né? Nós debater um pouco da pecuária, falar da empresa, falar dos nossos produtos, lançamentos. É muito agradável estar aqui junto com vocês. Muito bem, Márcio. E a VS Lunar se preparando para esse poltônico que se aproxima? Como é que estão os preparativos, Márcio?

A todo vapor, né? Então, a Spoltono, para nós, começa um pouco antes, né? Claro. Então, é a organização. E até há pouco a empresa estava, e não me toca, na feira, aquela, eu esqueci o nome da feira que tem. Expo Direto? Expo Direto, exatamente.

Porque é uma empresa voltada para o leite, né? E há cinco anos atrás eu apresentei um projeto IPC, claro, o HDCorte. E desde lá, então, a gente vem trabalhando aqui na fronteira com nossos touros, né? A gente está, para esse ano, nós estamos com um produto chamado o sêmen semissexado. Claro. Mas ele é 70%. 80%.

Ou seja, já existe no mercado, no gado leiteiro, semi-sexado, 100%. Mas no decorte, a gente está lançando o convencional, o super convencional, desculpe, porque ele é 70% sexado. E ele tem uma assertividade, ele tem um poder de germinação muito mais preciso do que o 100% sexado.

Então, esse ano nós vamos lançar, a gente representa a ST Repro, que é uma central americana que tem sede em São Paulo, a gente também, na parte de Brangos, Nelore, a gente distribui o produto deles aí, né? E esse ano, a gente vai, estamos em conversa para levar os nossos touros Brafford e Erefour para lá.

para poder fazer esse produto, que eu acho que é uma baita ferramenta para o produtor, né? Claro, com certeza. Hoje tu organiza um rebanho, tanto comercial quanto para a cabanha, tu tem lá 100 vacas, eu quero que saiam 100 animais aqui, eu quero tirar fêmeas para reprodução, para cabanha, com cruzamento que eles já têm específico na cabeça para fazer, né? Ou comercial, o que é desse rebanho aqui, eu quero tirar boi.

Então, tu tem... Ferramenta, né? Pra macho e pra fêmea. Perfeito. E é assertivo, né? Já te corta o caminho, né? Até tu esperar chegar aquele cruzamento, tanto macho como fêmea, demanda tempo. Claro. Ótimo, Márcio. Muito obrigado, Brataviz. Agradecer a tua presença aqui, né? A VES Lunardi nos acompanha, né? Pra tratar do tema de hoje.

que é a integração lavoura-pecuária. Então, hoje a gente trata desse tema, das questões que envolvem opções de rotação, a pecuária envolvida também nos sistemas agrícolas ou de grãos. E para tratar esse tema conosco, hoje estão o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul.

Danilo Santana, o engenheiro agrônomo, sócio fundador da Integrar Felipe Carmona, o engenheiro agrônomo da Vetagro Consultoria Gustavo Hernandes e o engenheiro agrônomo coordenador da Estação Serumental do Irga na Fronteira Oeste, Cleiton Ramão. Então eu te pedi, o Danilo já está conosco, o Felipe também, então eu vou pedir ao Danilo que faça a sua participação de abertura, Danilo, a nossa audiência. Muito bom dia, Danilo!

Bom dia, Queiroz, bom dia aos amigos do Xarrua Rural, Felipe, Leiton, Gustavo, Márcio, todo mundo aí. Um prazer estar de novo aí conversando, ainda mais com esse tema e com essa turma aí toda de peso. De peso no bom sentido, né? Mas... É tão pesadinho mesmo, meu.

Não que você tenha que perder um ou dois quilos, né, Danilo? É, estou precisando perder um pouco aí. Estou com reservas para o inverno. Mas, de qualquer forma, é sempre um tema que a gente sempre tem o que falar ou discutir e trocar ideias, principalmente. Eu acho que é um tema que a troca é fundamental porque são diversas componentes que envolvem esse tema.

diversas especialidades e realidades diferentes, né? Então, é sempre bom a gente estar discutindo aí, abrindo espaço, Chiquinha. Maravilha, Danilo. Obrigado por estar conosco mais uma vez. Filipe Carbona, muito bom dia. Bom dia, Chiquinho. Uma satisfação estar participando de novo contigo aqui. Uma saudação a toda a audiência aí da Charrua, a todo o povo de Uruguaiana. E uma satisfação também estar podendo compartilhar aí essa manhã com os colegas e amigos aí, né?

de longa data, meu ex-colega de IRG aí, o Gustavo Hernandes, o Cleiton também já, nos conhecemos há bastante tempo, tu mesmo, né, Tiquinha? Contemporâneo aí de faculdade. E o Danilo aí, um militante aí da ILP, companheiro de batalha aí há muito tempo também, né? Estamos bem, acho que estamos bem representados, bem espalhados geograficamente, né? Vocês aí na fronteira oeste, o Danilo...

na fronteira com o Uruguai e eu aqui na fronteira com o Mar, né? Em Osório. Então, estamos... Tem bastante assunto aí, eu acho que diversos e ambientes diversos aí pra gente tratar nessa manhã. Muito obrigado pelo convite. Estamos à disposição aí. Obrigado, Carmona. Sempre um prazer falar contigo, né? E eu acho que a ideia do programa também é essa, né? De trazermos novas, diferentes realidades pra que a gente possa tirar algumas conclusões, né, Gustavo? Muito bom dia.

Bom dia, Tiqueno. Bom dia, colegas de mesa aqui. Bom dia, Felipe. Bom dia, Danilo. É sempre bom, né? Sempre bom o cara sentar, dar uma conversada, trocar um pouco de informação, trazer um pouco de informação para o nosso ouvinte, né? Que está nos escutando. Felipe é amigo de longa data, né? Colega de Irga. Desde a época que ele foi para as Filipinas, então...

Um ano de castigo, então lá comendo peixe, mas tá bom. Então é bom esse tema, porque cada vez mais, ainda mais na situação que se encontra a atividade arrozeira, né? Esse é um tema que termina retornando sempre às mesas, né? Pra discussão. Então, tamo aí, vamos conversar. Obrigado, Gustavo. Mais uma vez você está conosco pra conversar sobre os distintos temas que envolvem a agropecuária. Credo Ramão, muito bom dia. Bom dia, Tiqueno. Bom dia aos ouvintes aí.

Bom dia aí, o pessoal da mesa, aqui o Felipe e o Danilo, que estão online. Estão online. Essas tecnologias facilitou muito, né? Demais, né? Ah, verdade. Então, eu queria agradecer o convite e a oportunidade de trocar ideia sobre um tema extremamente importante, principalmente para nossas regiões, que dependem muito do arroz e da pecuária.

Perfeito, Cleiton. O tema é sempre importante, Danilo, fazer um contexto. A gente sempre gosta de fazer um contexto de como é que está o momento da temática. Eu acho que a integração lavoura-pecuária, e aqui na nossa região, é uma integração lavoura-arros, ou melhor, pecuária-arros.

as alternativas que o IRGA tem que ser debruçado, o milho principalmente, mas como é que tu tá vendo aí, Danilo, esse momento, a pecuária num momento muito bom, o arroz num momento de preço muito complicado, como é que tá vendo o atual momento da agropecuária, Danilo? Bom, essa nossa atividade, ela é cíclica, como todas as atividades são, mas nós temos uma ciclicidade, não só de...

por conta de clima, e a gente está aqui numa parte do mundo com bastante variabilidade, o que não quer dizer que é ruim, na verdade. A gente tem chuvas, só que com uma distribuição às vezes mais...

vamos dizer assim, variável, né? Enfim, mas chove, tem lugares no mundo aí que chove 300, 400 milímetros e a gente tem excelentes trabalhos na agropecuária, especialmente na pecuária. Mas essa ciclicidade também de mercado, enfim, agora a gente vendo o preço dos grãos, principalmente soja e arroz, um mercado realmente complicado, obviamente remete a outras atividades como a pecuária que está com, do ponto de vista de mercado, tem bons preços.

Mas eu gostaria de dizer que, independente dessa situação, eu acho que a situação agora chama mais a atividade da pecuária principalmente. Mas ela, ao longo de todos esses trabalhos, todos nós aqui viemos trabalhando na integração e mesmo nos anos bons ela se faz necessária.

Então, é nesse contexto que eu gostaria também de puxar um pouquinho a conversa, porque ela se faz necessária sempre. E é exatamente num momento como esse, num momento onde há dificuldades com as outras atividades, que a atividade pecuária pode ajudar por demais, não só por representar uma outra atividade na cesta de produtos dos sistemas de produção das propriedades.

mas por permitir uma série de impactos indiretos no sistema. Eu acho que até vou parar de falar de indiretos, porque eles são tão evidentes, que dá para dizer que são impactos diretos sobre exatamente essas culturas que hoje estão com problemas com relação ao mercado. E também alguns problemas climáticos, por exemplo, soja aqui na nossa região.

Tem uma variabilidade muito grande de colheita hoje que a gente está vendo, gente colhendo bem, gente colhendo valores muito baixos de produtividade. Mas exatamente essa pecuária faz um papel extremamente importante para justamente dar estabilidade nessas produções. Claro, esses impactos indiretos não se constroem da noite para o dia.

eles até são rápidos de uma safra para outra, mas é preciso colocar tudo isso no planejamento, mas ganhar resiliência, que a gente tanto fala como um componente importante. Resiliência, por exemplo, na nossa área significa, por exemplo, menos doenças, menos plantas indesejáveis, raízes mais profundas, portanto, quando nós temos esses períodos de estiagem.

plantas de sequeiro vão resistir mais à falta de chuva, mais tempo que o normal, vamos dizer assim, e principalmente uma grande redução de custo que essas atividades integradas e a pecuária nesse...

O bojo aí tem um papel fundamental, vai representar para os sistemas. Então vejam, exatamente num contexto desses, eu acho que é importante a gente chamar e dar luz para essa integração. E aqui parafraseando o professor Ibanor, nós temos um sistema, os nossos sistemas, principalmente aqui no Bioma Pampa, onde nós temos uma integração, talvez das mais antigas, pessoal, entre arroz e pecuária.

Claro que em diferentes modelos, nós temos os sistemas bastante diversificados, e a soja entrou nesse contexto, hoje tem entrado outras culturas, milho, culturas de inverno como trigo, em algum modelo ou outro, quer dizer, a busca por diversificação, ela tem acontecido e está ocorrendo. Mas existe uma diferença muito grande, e aí o professor Ibanor sempre chama atenção, entre integração...

e diversificação. Os nossos sistemas estão na grande maioria diversificados, mas de fato integrados, aí é que está a questão.

E a integração, ela fala, como ele bem diz, sobre a relação entre as atividades. O que uma atividade deixa de fato para a outra, como é que se dá o impacto, os benefícios e eventualmente prejuízos, se a gente pode dizer assim. Mas o que acontece de uma atividade para a outra, a modificação no sistema que uma atividade faz para a outra. E é disso que a gente tem que focar quando fala de integração. Não simplesmente ter...

várias culturas. E aí tem uma série de coisas que a gente pode avançar, que no final das contas vão refletir, como eu falei, em menor custo, maior sustentabilidade, resiliência, enfim. Maravilha, Danilo. Eu acho que tu traz esse tema aí que talvez seja o mesmo ponto de partida. Em que nível os sistemas de produção as propriedades estão realmente integrando?

as atividades de pecuária e de agricultura. A agricultura, a gente fala com um termo geral, mas a produção de grãos, que estão realmente integrados. Dá para ter uma ideia, Carmona? Como é que está nossa integração, em termos de... Claro, que o arroz com menos...

Menos diversificação, mas também com outras dificuldades, né? Do que os cultivos da sequeira não têm. O preparo do solo, a irrigação, toda essa parte de drenagem. Né, Carmona? Como é que tu vê? Não discutamos.

O Rio Grande do Sul Agora sim, agora foi O Rio Grande do Sul é um dos estados Da federação que Estatisticamente é que tem maior Percentual de integração Lábora pecuária em relação A sua área em função muito disso que o Danilo Falou, da diversificação O histórico que a gente tem na metade Sul do Rio Grande do Sul Do arroz com a pecuária, mas de fato É성을

os níveis de intensificação do sistema de produção, eles ainda estão muito abaixo do que a gente gostaria que fosse, né? A gente ainda tem um aporte tecnológico muito alto na lavoura e um aporte e um manejo, digamos assim, ainda muito tradicional da pecuária, né? De bate investimento, principalmente na questão de formação de pastagens, né?

de aporte de insumos para a produção de comida para os animais. Mas a gente tem avançado. Eu acho que o próprio cenário da pecuária hoje, ele estimula um pouco, encoraja, digamos assim, um pouco mais o produtor a fazer o investimento.

Embora com essa questão da guerra, o preço dos insumos aí esteja, dos fertilizantes, principalmente, esteja explodindo, né? Isso é uma coisa que preocupa também. Mas a gente nota que tem havido um avanço, né? Tem havido um avanço. Aqui na minha região, particularmente...

eu tenho observado uma procura maior do pessoal daqui por, primeiro, sementes de qualidade, de pastagens, que é um dos principais problemas que a gente se encontra hoje a cada 10 sacos de semente de azevém, ainda 9 são azevém comum, como a gente costuma dizer, bolsa breca.

Mas aqui no litoral o pessoal tem avançado mais nessa questão de genética de qualidade. E outro ponto fundamental que tem avançado bastante aqui é o plantio direto do arroz. É a colheita no seco e isso está... eu não tenho um percentual hoje, não sei se existe essa estatística.

da região aqui especificamente, mas esse é um dos pilares principais da ILP, é o plantio direto e é uma das principais dificuldades que a gente tem nesses sistemas compostos por arroz. A gente ainda tem muito colheita na água, colheita no barro e isso faz com que o produtor tenha que fazer depois intervenções, digamos assim, agressões ao solo, no sentido de condicionar essa área para...

para os próximos cultivos que vão ser feitos, seja arroz, seja implantação de pastagens, né? Mas a gente tem avançado, Tiquiano, e... Mas eu já aproveito para trazer a discussão também, essa preocupação que a gente tem com relação a esses dois aspectos aí. Primeiro que eu já mencionei, a questão dos preços dos fertilizantes, nitrogenados principalmente, né? Que a gente sabe agora que a gente está entrando aí...

Em seguida, o pessoal começa a se organizar para as aplicações de nitrogênio e de ureia nas passagens de inverno. Alguns já estão nesse processo, outros ainda não. E os preços praticados hoje estão muito acima daqueles praticados no ano passado. O pessoal aqui tem até buscado alternativas. O sulfato de amônio é um fertilizante nitrogenado de menor concentração de nitrogênio.

tem tido um preço por ponto de nitrogênio hoje até mais competitivo que da própria ureia. E a gente sabe que a pastagem, o principal nutriente que ela responde é o nitrogênio. E o outro aspecto que preocupa muito é a previsão climática, a previsão de alninho que vai estar cada vez mais se avizinhando e se confirmando a previsão de alninho de alta intensidade.

E isso tem um impacto forte sobre as nossas varzes aí, né? Então o pessoal precisa estar atento a isso, precisa estar atento mais do que nunca à questão da drenagem.

para ter a resposta que se espera aí, em termos de produção e de pasto, em função de que a gente vai ter menos luminosidade e vamos ter mais água nos talhões. Perfeito, Carmona. Eu acho que tu e Danilo deixam bons motos para nós aqui, né, Cleiton e Gustavo? Para a gente também dar o parecer de como é que está a nossa região por aqui, Gustavo.

Agora eu estava me lembrando, estava vendo o Felipe falando e me lembrando. Em 2005, o IRGA fez o censo da lavoura arrozeira.

Não sei se fez depois, Cleiton, mas eu acredito que não. E o censo da lavoura da roseira tinha uma série de perguntas que nós questionávamos os produtores, inclusive se tinha áreas de descanso, se fazia integração lavoura-pecuária. E como uruguaiana, a média da uruguaiana é 2,8 cortes por lavoura, então tinha muita área de descanso. Muitas vezes sem a ZV, só com o campo nativo que retornava, área de pousil, que eram essas áreas de...

E o interessante é isso aí, nessas áreas onde tinha o descanso, que tinha essa área de pousil, o produtor colhia, naquela época já colhia 500 quilos a mais. Ou seja, diferentemente do produtor que usava a área todos os anos, nessa área que ele entrava, que teria teoricamente 2 anos de pousil, ele tinha uma produtividade já superior. O reflexo do uso da pecuária durante o período de pousil trazia um benefício de 500 quilos lá na frente. Lá na frente e não o arroz.

Então tem toda essa jogada. Por exemplo, hoje, falando dos nossos clientes hoje, praticamente todos fazem essa parte, ou tentam fazer nessa parte de integração lavoura-pecuária, quase todos eles têm dois cortes e meio, três cortes. Até no pessoal que foi feito pré-cultivo no verão agora, nós temos clientes hoje que estão botando 100% do adubo no arroz, do arroz estão colocando agora e tem uns que estão botando 50%. Obrigado.

Então o Felipe também, quando trabalhava no IRGA, aqui na estação experimental, a gente fez um trabalho onde a gente media, antecipava essa aplicação de fertilizante no Azevem, principalmente. E isso dá um resultado e não rouba a produtividade do arroz no final. Tu tem um ganho na pecuária.

E com a situação hoje que se encontra a lavoura, com a agricultura no total, a agropecuária no total, de um modo geral, tem que ser relação de ganha-ganha, né? Não é sacrificar a pecuária em prol do arroz ou sacrificar o arroz em prol da pecuária. Então tem que ter esse equilíbrio na...

É uma visão que nós temos na Vetagra, né? Dessa parte de integração lava-pecuária. E essas alternativas, né? Felipe e Danilo, de antecipação da adubação também é perfeito, né? Inclusive a entrada de leguminosas, né? Nesses teres cortes, vamos dizer assim, tá saindo agora e tá entrando leguminosa, né? Tá entrando cornichão e trevo branco que estabelece e entrega um bom resultado, né? Às vezes chega a ser infestante até o trevo branco, né? Principalmente.

Tem que tomar cuidado. Ainda mais que vai ser elaninho agora na frente. Mas tem alternativas que estão sendo feitas e eu acredito que essa integração de lavoura pecuária, nós já temos alguns clientes que fazem dois anos, já que estão trabalhando com 100% da adubação do arroz na pastagem e estão tendo ótimos resultados.

Perfeito, Gustavo. Cleiton, o IRGA tem um projeto, IRS14, que tem se debruçado sobre sistemas de integração. A adubação do sistema que o Gustavo e o Carmona se referiam, como é que tem andado isso aí? Vocês têm avaliado essa técnica? O que você pode nos dizer sobre a integração lavoura-pecuária? O tema é tão importante que...성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을

O IRGA é focado em arroz irrigado. E aí com o avanço da lavoura de arroz, que aí veio o soja, daí um pouco chegou os projetos de milho. E aí já você vinha trabalhando alguma coisa com pecuária.

Então chegou o momento que o IRGA tinha que lançar um projeto de extensão para levar todos esses dados até o produtor rural, que é o cliente final do órgão. Então isso é tão importante que mudou até a dinâmica interna, tanto da pesquisa como da parte de extensão rural. Porque nós, digamos, paramos de focar...

ser altamente especialista em arroz e começar a enxergar a propriedade como um todo, como um sistema, trabalhando, digamos, se autoalimentando em conhecimento e aproveitamento de área. E é ali onde entra as melhorias de verão e também o uso dessa ferramenta que nós temos no inverno.

Digamos, nós podemos explorar com o pecuário aí uma imensidão de área, né? Que não está sendo explorada, né? Quer dizer, está sendo explorada, mas às vezes com o mínimo investimento você consegue extrair muito mais carne por área, né? E de contrapartida, como já foi falado, vai melhorar as produtividades do arroz, né? Que geralmente é o carro-chefe da propriedade, né? Claro, claro. E a... Obrigada.

É interessante o pulo do gato, penso eu, pessoal, que a adubação do sistema ou a adubação da pastagem, né? Porque tu multiplica a produtividade das pastagens sem que com isso comprometa, até que tu tenha ganhos na produtividade do arroz, né? E o Danilo é um que tem forçado muito aqui conosco, tem mexido muito com a...

Com a gente, principalmente na parte de consultoria, onde no próprio pré-cultivo, semeadura, né? Sobre taipas de aveia, semeadura de sudão, onde a gente está tendo os bons resultados, né? Sim. O sudão, ele consegue dar... Estou falando sudão porque a gente tem que trabalhar... Uma produção autonal ali, né? Exatamente, bem justamente no vazio. O Danilo é um entusiasta nisso aí e tem dado certo. Sabe bem disso aí. Se me permite uma parte... Claro.

Tu te lembra, uns anos atrás, eu trabalhava no plano alto e eu era responsável pela terminação. Eu comprava animais de 330 quilos e dava a terminação ali, entregava com 550, 500 e poucos. Eu peguei uma amostra e fizemos uma análise. Naquela época, a preocupação era com o residual que a lavoura deixava para a pecuária trabalhar.

Ou seja, implantar uma pastagem naquela época, vamos falar 5, 6 anos atrás? 6 anos, é, acho que 6 anos. Pois é, essa era a grande preocupação. Como é que nós íamos fazer isso? E a gente teve um pouco de resistência para poder implantar uma pastagem. Aí eu te pergunto, já que nós estamos debatendo aqui, como é que está hoje esse problema? Ele já foi resolvido ou segue esse residual ainda? Não atrapalhando, mas dificultando um pouco.

O IRGA tem bastante trabalho, principalmente pelo Mariô, pelo Tota, na parte de carry over, do resíduo de herbicídio. Hoje, o produtor ou técnico que trabalha de forma correta com a dose recomendada e o manejo recomendado, respeitando os períodos de carência, ele tem bom resultado. Agora, quando tu começa a errar e forçar muito nos herbicidas, principalmente para emergente, basicamente emidas olinonas.

Esse aí termina até reduzindo a produção de matéria seca, a produção de desenvolvimento do azevei. O carmona, eu acho que tem também uns trabalhos muito bons na estação experimental, o IRGA tem, então tem que tomar cuidado, tem que trabalhar com consciência. É, mesmo que nessa época... Tem que trabalhar com consciência. A maior preocupação é exatamente isso aí. Mais uma razão, né? De olhar o sistema como um todo, né? Exatamente.

Até nesse cuidado, a gente sabe que algumas áreas são problemáticas e precisam de um pré-emergente, mas tomando os cuidados e fazendo o manejo correto, isso não pode ser perenizado, né Danilo?

Pegar o microfone aqui. Pois é, eu até anotei aqui na lista que o Carmona iniciou a falar sobre algumas dificuldades sobre o sistema, eu ia colocar exatamente esse problema como algo a ser considerado dentro do nosso planejamento, o residual desses herbicidas, como o Gustavo falou, principalmente as imidazolinonas.

É uma barreira, né? Que a gente já tem que ter cuidado com tudo isso, se bem usado, né? Imagina situações que às vezes estão se usando já por muitos anos, enfim, né?

E nós temos nessa equipe também aqui, na Embrapa, o colega André Andres, que vocês conhecem, que é exatamente a área dele de pesquisa, ele tem se debruçado muito sobre isso e trazido, por exemplo, dentro da ideia do controle integrado de plantas indesejáveis, sistemas de manejo para justamente poder reduzir o uso e repensar o uso das ferramentas que a gente tem.

para que a integração não seja prejudicada. Então...

Tem formas de se fazer e aí é que está o legal da integração, que exatamente nessa integração, nós temos falado também, o grande herbicida são as cadeias forrageiras. Para se conseguir, vamos dizer assim, reduzir o uso desses produtos, repensar o uso de produtos que deixam talvez residual maior para uma cultura e isso significa...

De cara, redução de custo também. Se a gente puder ir tirando uma peça ou outra aqui, não é para usar, não é isso aí. É usar de forma mais racional e se a gente puder usar, poupar de usar certas aplicações, reduzir o número de aplicações, sei lá, isso é dinheiro no final das contas. E ir ganhando e fazendo isso ganhando dinheiro com outra atividade.

que é, por exemplo, a cadeia forrageira que tem a pecuária, seja de corte, de leite, enfim. Bom, e eu queria elencar, referendar as palavras do Felipe, que esse processo de integração, na base, ele chamou atenção para uma coisa que, às vezes a gente vai falando, mas passa desapercebido. O sistema plantio direto é a base de tudo isso. Todos os benefícios que a gente vai falar ou está falando,

eles realmente acontecem quando a gente trabalha para ter um sistema de plantio direto. E isso também, voltando, é outro elemento que impacta na presença, falando das plantas invasoras, o IRGA tem trabalhos, de quanto tempo, Gustavo e Clayton, de...

O quanto reduz a quantidade de sementes que ficam na superfície do solo, quando o solo não é revolvido, aquela faixa ali é impactante, o que reduz em arroz vermelho e outras invasoras. Então, a gente precisa olhar para esse lado. O Clayton chamou atenção também, assim, eu estou pensando coisas assim que eu queria não deixar passar, para uma coisa extremamente importante que também a gente às vezes não olha.

com devido cuidado. Esse sistema integrado só funciona também, além de ter na base o sistema de plantio direto, como o Cleiton falou, necessita então de uma visão de sistema, né Cleiton? Quer dizer, é olhar o todo...

É olhar todas as peças do quebra-cabeça, é planejar não mais só a cultura pela cultura, hoje agora vamos debuçar sobre o arroz, depois sobre a pecuária, é olhar tudo isso funcionando junto. Eu falei no início que a integração fala da relação entre as atividades. Então, o planejamento tem que ser olhado nessa perspectiva. É planejar a longo prazo o sistema, como é que vai ser as rotações. O Gustavo chamou atenção aí na fronteira oeste.

Nós temos a facilidade de ter mais cortes à disposição, o que já é uma coisa boa para a gente montar bons sistemas. Aqui na campanha tem alguma coisa disso, mas já muito perto do que acontece lá na região da Planície Costeira, onde está o Felipe, onde os números de cortes são reduzidos e nós precisamos entrar com outras culturas, mesmo... Eu não...

entre soja e arroz, que está bastante difundido no sistema ping-pong, mas ele, por exemplo, ele sozinho também não é suficiente, nós precisamos dessas pastagens não só de inverno, mas também de verão. Então vejam assim quantos elementos a gente precisa, e só pensando na perspectiva de sistema, a gente vai conseguir montar o sistema de plantio direto.

Porque eu preciso planejar operações de uma cultura para outra, assim já, pensando. Só assim eu vou conseguir usar os benefícios da redução das plantas indesejáveis no sistema. Isso é planejado, mas precisa ter essa visão de longo prazo, cortes, que cultura que eu vou botar uma depois da outra, que pastagens que eu vou encadear.

que cadeia de ferramentas de químicos que eu vou usar em cada situação, isso tudo é planejado, pensado. Claro que tem os ajustes ali, do local, do momento, enfim, e só com a visão de sistema e um sistema plantio direto na sua base, eu vou conseguir também, por exemplo...

usufruir dos benefícios do que foi trazido aí, acho que pelo Gustavo também, sobre a adubação de sistemas, que é uma ferramenta fenomenal que o sistema com integração e com as pastagens permite. Nesse caso, aquela...

aquele ditado que diz a ordem dos fatores não altera o produto, nesse caso, sim, a ordem dos fatores altera o produto. Se eu colocar o adubo na perspectiva só na lavoura e não na pastagem...

faz diferença onde eu introduzo os fertilizantes no meu sistema. As pastagens são sistemas extremamente conservativos, desde que a gente tenha esses pré-spostos de bom manejo das pastagens, o plantio direto, enfim.

A gente consegue ter a conservação dos nutrientes, a ciclagem dos nutrientes e os ruminantes, ao pastar adequadamente, intensificam esse processo de ciclagem e de produção de biomassa, tanto aérea quanto radicular, e fazem com que as lavouras que venham depois peguem essa fertilidade toda. Então, o mesmo fertilizante, claro, a gente vai construindo a fertilidade do solo, que também com ruminantes acontece mais rápido.

Mas, neste caso, o mesmo fertilizante termina, o mesmo quilo de fertilizante termina produzindo mais alimentos, mais grãos, mais carne, em outras palavras, mais eficiência. O que, de novo, vai rebater, vai cair sobre redução de custo. Então, vejam, quão integrado a gente precisa estar...

desde o planejamento, na gestão, no dia a dia, pensando sempre como se fosse um tabuleiro de xadrez à propriedade, com todas as peças funcionando ao longo do tempo.

Maravilha, Danilo. Antes do Márcio, foi uma manifestação que ele me pediu, eu gostaria de ouvir aqui o Cleiton e o Gustavo, para essa questão do platinho direto, né, Carmona, que tu me trouxe. Como é que a gente está adotando essa técnica, essa prática no arroz? Ela é plena? Como é que está isso? Porque uma premissa importante que chamou a atenção tanto o Danilo e o Carmona é essa, né? Da integração, né? Como é que a gente pode adaptar isso aí, Cleiton?

O plantio direto é uma das ferramentas, digamos, um dos pilares para conseguir facilitar a implantação no sistema. Porque aí ela tem que estar associada, digamos, pelo menos em parte da propriedade, dependendo da região que estamos falando, de produtor, conseguindo colher no seco.

tu consegue antecipar a implantação do Azeven, né? Então tu consegue diminuir essa janela, imagina colher no seco. E daí há poucos dias, depois do manejo da palhada e fazer a implantação do Azeven é uma coisa. E eu colher no barro, tem que passar uma grade ou um outro equipamento, ou um rolo faca, drenária.

E aí quando tu vê, tu já tá em março, abril, maio, e daí um pouco a tua janela de pasto, que seria... Sim, o ciclo de pastoreio ali diminui. Diminui ou inviabiliza. E esse é o ponto mais frágil. Esse é uma situação... É o ponto mais frágil. Desculpe, mas é que eu me empolguei na tua...

Esse, na minha visão, é o ponto mais frágil, porque a gente precisa que essas vacas que vão parir e que vão entrar na próxima estação de monta estejam aptas a entrar para o sistema reprodutivo, seja LATF ou sistema dentório. Mas se elas não tiverem, com o score, 100%, vamos lá, score 2.

para poder entrar no ciclo de reprodução, isso atrasa toda a cadeia reprodutiva. Aí nós estamos falando de quantos por cento de prenias a menos que vamos ter, porque justamente isso que tu está falando, se atrasou o plantio do inverno. Na minha época, na minha época, um tempo atrás, a gente fazia a passagem do inverno, finalzinho de fevereiro. E hoje estão conseguindo plantar quase em abril, maio.

essa dificuldade às vezes porque não conseguiu colher e aquilo se estendeu para mais para frente ou porque tem que drenar esse é o ponto chave conseguindo solucionar isso aí eu acho que essa reta final que é a mais importante na parte de reprodução bovina se acha a solução bem rapidinho mas é importante a questão da colheita né Cleito você você você você você

Sim, sim. É, claro, aí entra mais um produto positivo que ele falou que agora a parte de dentora e prenhês, né? É o produto pecuário. É pecuário. Boi, saterneiro, o reflexo é na produção pecuária. Nem aquilo de carne. Exato. É outro produto que está sendo gerado, facilitando, melhorando os índices. Claro que tem que ter aqueles cuidados, né? Não vai querer colher no seco toda a propriedade. Tem aquele problema de colher no seco, tem que estar...

digamos, dimensionado para colher aquela área com a umidade do grão ideal. Exatamente. Se deixar passado o ponto, né? É um gargalo. É o equilíbrio de tomada de decisões, né? Do arroz.

toma uma decisão, quando vê, tu sai prejudicado na outra ponta. Mas o que que eu vejo? Mas isso tá tudo em cima num outro item agronômico que é a época de plantio. Se tu conseguir semear na época correta, ou semear no cedo, normal nosso, metade de setembro já, muitos produtores tão semeando, né? Então tu consegue colher em fevereiro nós aqui. E colher em fevereiro é muito mais fácil. Tu colher no seco, assim, a possibilidade de tu colher no seco uma área em fevereiro do que março abriu agora, né?

Sim, com certeza. Começou chuva, dificilmente vai ter uma área você성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을성을

tu não vai ter que fazer uma intervenção no solo agora, né? Vai estar molhado, vai estar úmido, né? Então, é uma coisa, uma tomada de decisão lá no inverno ou no verão, vai refletir seis meses depois, ou a favor ou contra o que tu estava planejando. Então...

É muito mais complexo para a parte técnica, né? Operacional, né? O operacional tem que estar alinhado, né? E mesmo nessas áreas onde estão sendo feitas, colheita no molhado, vamos dizer assim, por causa das chuvas. Isso, tem bastante molhado. Aí entra aquele tema que a gente sempre conversa, né? A parte de capacitação dos colaboradores, né? É isso aí. Então, Che, tem um lugar ali que tu vai escolher para estragar a lavoura. Bom, vai ser ali que vai passar o trator.

Então vamos respeitar as taipas. O próprio espalhador de palha nas máquinas, isso é uma ferramenta...

excepcional, porque fica melhor a uniformidade de distribuição das palhas, não fica aquele buxo. Exatamente. Então tem toda essa parte para adaptação. Nós, digo assim pelos nossos clientes hoje, na parte de plantio direto, nós não temos 0% de área de plantio direto, mas é cultivo mínimo, que é onde tu colhe no seco, fica as taipas, tu passa o famoso reaproveitamento de taipas.

Com isso aí, só nessa brincadeira de aproveitamento de Taipas, hoje tu tem de 70 a 80 litros por hectare a menos que tu deixa de diesel, que tu deixa de usar.

Em função do preparo no seco, né? E pelo jeito, a tendência é cada vez mais o diesel vai pesar no orçamento. Exatamente. Então, tu já tendo essa redução no preparo, nesse cultivo mínimo com reaproveitamento de taipas. Então, tudo vem somando, né? Tu consegue estabelecer melhor a tua pastagem de inverno, tu consegue a tua leguminosa, principalmente. Tem alguns herbicidas que nas áreas hoje, que nós já estamos usando mais, uns hormonais, em função das leguminosas do próximo corte. Então, é tudo como diz o Danilo.

Principalmente o sistema tem que ser muito bem pensado. É muito bem pensado. E a vantagem nossa de ter mais cortes é que tu consegue explorar mais o azuevei. Exatamente. Aí tu consegue fazer... Qualquer semelhadura, o precoitivo. As próprias leguminosas. Também. Tu consegue fazer esse reaproveitamento do etapa ou o preparo do sol no verão, que praticamente não está produzindo nada de massa seca, o campo, para antecipar a semelhadura.

Porque essa área que tu preparar, digamos em janeiro, que é o normal nosso, em janeiro preparar o cultivo mínimo, bastante área feita.

Tu vai estar com a área pronta pra entrar com a Zevena bem no cedo, né? Exatamente. Pra potencializar mais ainda o pasto no inverno. Nós estávamos conversando aqui antes até a loucura que foi semana passada por semeadura da Zevena, né? Em função da chuva que estava vindo, né? Foi uma correria. Os drones não pararam de trabalhar, agora estão botando adubo, então avião, tu não conseguia avião pra fazer a semeadura do próprio Zevena, né? Tarde, mas porém foi semeado já, né? Então, é...

É uma engenharia que... Vou chamar o Carmona para dar o parecer dele sobre as questões operacionais aí, Carmona. São importantes para consolidar e estabelecer um sistema que as operações possam ser melhor aproveitadas. Acho que o Carmona está mutado. Abre o microfone, Carmona.

Será que não caiu a conexão? Não, não, tá. Agora foi. Escutamos. Eu, Tiquinha, não me permite, eu vou, já que a mesa deu um giro, ficaram alguns assuntos pendentes ali, eu vou retornar. Primeiro, com relação ao carryover, que eu acho que foi o Gustavo que mencionou. Eu fiz alguns trabalhos aqui.

O que é o carry over? É o efeito residual dos herbicidas aplicados na lavoura sobre a implantação da pastagem. Isso varia muito conforme solo e varia também conforme a drenagem da área, principalmente quando a gente está falando de muitas luminonas.

Então, aqui eu fiz um trabalho, aqui na estação, testando as doses normais de Mazapique e Mazapir, não vou falar em produto comercial, dose normal e o dobro da dose. A dose normal do produto não teve efeito nenhum sobre a produção de matéria seca do Azeven, em comparação à testemunha que não foi aplicado produto nenhum.

O dobro da dose, eu tive uma redução de 10% na produção de matéria seca de azevenho. Isso eu estou falando aqui, solos do litoral. Solos com 10% de argila, bem diferente da região da campanha. Mas é um dado local que a gente tem aqui. Outro trabalho, outra questão interessante que se levou aí à discussão foi a questão dos cortes, a diferença de região para região.

E isso é uma vantagem que eu vejo na fronteira oeste, porque tu tem janelas muito maiores, períodos muito maiores de pastejo, e tu pode ter, de uma forma mais evidente, os benefícios da integração sobre a lavoura.

Eu me lembro que é um trabalho que a gente fez em conjunto, eu e o Gustavo lá, nos tempos do IRGA. Foi um trabalho que eu fiz em Uruguaiana, Dom Pedrito, Mostardas e Camacuã. Eu peguei áreas com diferentes períodos de descanso, de pastagem. Eu tinha uma área em Camacuã com dois anos, sem lavoura, uma área em Dom Pedrito com cinco anos, Mostardas dez anos e Uruguaiana dezesseis anos. Naquela área eu não via lavoura dezesseis anos.

E a área de Uruguaiana foi onde eu tive a menor resposta à adubação. Por quê? Porque a minha testemunha sem adubo já estava produzindo quase 12 toneladas por hectare de arroz. Então eu tive um acréscimo de produtividade pela adubação de apenas 800 quilos por hectare.

em relação à testemunha sem a dúvida. Isso é palpável, é um benefício palpável, um dado concreto do benefício da integração e do tempo que as áreas ficam em descanso. Então, isso é uma vantagem grande da região.

Outra questão que foi levantada foi a questão da adubação de sistemas, que realmente é o pulo do gato dentro da internet. Quando a gente fala de a ILP, ela torna o sistema mais resiliente também, a questão de mercado, a questão de conflitos geopolíticos globais, a gente está falando da adubação aí, e a gente economiza adubo quando a gente faz uma ILP redonda.

Também em função dessa possibilidade de adubação de sistema. É claro que para chegar na adubação de sistema, não basta apenas fazer integração, você tem que botar o pé no acelerador da adubação da sua pastagem, porque aquilo que se aplica na pastagem, muito pouco sai em lã, em carne, em leite, para fora do talhão. Basicamente, quase tudo se recicla, quase tudo volta na forma de esterco e urina.

E isso faz com que tu chegue a níveis, a teores, principalmente de fósforo, que é o primeiro elemento que tu consegue trabalhar com adubação de sistemas, porque o fósforo não é móvel no solo. Então, aquilo que foi aplicado na pastagem, a planta, a forrageira absorve, o animal consome e quase tudo daquilo volta para o solo na forma de ser que urina.

Então, tu passa a determinado... Os teus níveis de fósforo no solo crescem de uma forma muito rápida. E a partir do momento que tu chega num nível, um teor de fósforo no solo entre médio, a partir de alto, né?

tu já pode concentrar a tua adubação só na pastagem. Isso são dados aqui que a gente já tem pesquisa sendo feita há muito tempo, que mostra isso. Então, agiliza o teu processo de semeadura da lavoura, tu tem que botar menos adubo, tu tem que te preocupar com menos volume de rio.

de insumo no momento da semeadura, que te permite semear mais dentro da época, conforme o Clayton falou, e te dá uma economia bárbara. O fertilizante fosfatado hoje é um dos mais caros que tem na lavoura. E por último, Tiquiano, antes que termine o programa...

A questão do plantio direto, eu tive o nosso dia de campo aqui, que a gente faz todo ano aqui no litoral, eu trouxe, eu convidei o pessoal do IRG aqui, o Enio Coelho, coordenador regional da região central e a Maragrosso, para falarem um pouco do trabalho que eles fizeram em nível de propriedade, onde o produtor comparou um produtor típico...

convencional, preparo de soro convencional. Fizeram lá, conseguiram convencer esse produtor a fazer um comparativo convencional plantio direto.

O desembolso, o consumo de diesel nessa propriedade, um parado, nível produtor, tudo o produtor que trouxe os dados, né? Diesel, litros por hectare, no plantio direto ele consumiu 43 litros por hectare. No convencional, 132 litros por hectare de diesel. Aos valores da época, a economia foi de 67% no consumo de diesel.

Ou R$ 530 por hectare. Isso aí. Praticamente 10 sacos de arroz. E o que é mais importante é a produtividade.

No sistema convencional, ele colheu 11 mil quilos por hectare, 11 mil e 60 quilos por hectare, e na semeadura direta, 12 mil e 950 quilos por hectare. Ele teve 42 sacos por hectare de retorno líquido com essa aquadoção da semeadura direta. São dados coletados em nível de produtor rural. Mas vamos às peculiaridades regionais. A gente sabe que a Uruguaiana...

A gente tem um clima mais continental, a gente tem uma variação, a gente tem uma temperatura diferente e é muito importante para a questão de qualidade de grão, como mencionou o Clayton, que o produtor se organize. Ele precisa ter uma velocidade de colheita ajustada porque o grão perde umidade mais rápido com o solo seco. Então, para não ter... Diga.

Segura um pouquinho aí para nós voltarmos agora do intervalo para esse tema. Pode ser?

Então eu agradecer aqui o Rodrigo Pinto Nos manda uma mensagem Na escuta, o Luiz Yali O Alessandro Salcedo esteve conosco Em semana passada, abraço Alessandro E o André Andres, foi citado Pelo Danilo, colega da Embrapa, né? Então a audiência Qualificada também, agradecer O Jair Pinotti pela mensagem Agora 9 horas, 59 minutos Vamos ao intervalinho rápido, já voltamos

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Tá, vamos retomar. A gente precisa considerar, como eu estava mencionando, precisa considerar as peculiaridades regionais. Eu estou numa região aqui, como eu mencionei antes, que a colheita no seco é uma prática muito mais comum. Inclusive, tem uma produtora aqui, a Bebela, de mostardas.

que uma vez ela me perguntou, mas tem alguém que não colhe no seco? De tão comum que é, faz mais de 30 anos que eles colhem no seco. Só não colhem no seco quando não dá, por chuva, principalmente por chuva. Mas aí na fronteira oeste eu vejo que é um desafio maior. E o sistema precisa, o produtor precisa entender isso.

Por esse clima mais continental que a gente tem nessa região do estado, as variações de temperaturas noite e dia são muito maiores, essa amplitude térmica é maior em relação, por exemplo, à nossa região aqui. Então, normalmente já existe uma propensão maior ao grão quebrar.

E além disso, o que tem que ser considerado é a velocidade de perda de umidade do grão, quando a gente tem uma colheita no seco ou uma colheita no barro. A água é um regulador térmico, então ela faz com que o grão perca umidade. Um quadro com um talhão com água, o grão vai perder umidade.

um pouco mais lentamente, quando estiver no seco ele vai perder com maior velocidade. Agora, o que o produtor precisa entender, quais são os benefícios que ele vai trazer para o sistema dele se ele decidir, como estratégia de gestão e manejo, de colher no seco.

Isso ele pode fazer, vai aos poucos, né? É difícil tu conseguir, vamos pegar um produtor aí que está acostumado a colher, está com o seu sistema dimensionado para colher na água, do ano para o ano, não, o ano que vem eu vou colher tudo no sebo. Não vai dar certo.

ele vai ter muito problema com questão de qualidade de grão. Mas deve-se começar o processo, deve-se começar em uma área menor, ele mesmo pode fazer uma experiência do benefício que ele vai ter com essa colheita no seco, em termos de depretação de maquinário, em termos de economia depois no diesel, tanto na colheita quanto no poupado da área, e medir isso. Daqui a pouco, eventualmente, o cara chega à conclusão, não, vale a pena eu comprar mais uma colheita ouveira.

para conseguir ter a velocidade de colheita para não perder qualidade de grão, ou alugar serviço, então é preciso botar no papel. Mas como eu falei, os resultados são aí, de outras regiões. Muitas vezes se colhe inclusive mais no plantio direto, em relação ao que se fazia antes, ao preparo convencional, cultivo mínimo, e isso tudo tem que ser colocado no papel para tomar a decisão.

Muito bem, Carmona. A questão da manutenção, da qualidade do solo, Danilo, é fundamental para que a gente possa ter alternativas e diversificar a produção, tornando mais resilientes esses temas, tornando eles mais capazes de aguentar o tranco numa crise. É bem assim.

vocês vejam assim, a colheita no seco é uma etapa desse processo, é um processo que a gente tem que colocar no planejamento, o sistema de plantio direto demanda todo um planejamento, mas para colher no seco, obviamente, o Cleiton chamou atenção também, tem que ir plantando cedo, plantando na época, já vai facilitar a vida, o que também impacta na própria produção, que é uma das coisas mais importantes.

O Iria vinha trabalhando há muito tempo isso, época de plantio, enfim, tudo isso. Agora, imaginem esse sistema rodando, quem colhe no seco e mantém o sistema plantio direto, também tem a chance, por exemplo, linkando...

a outra etapa, de plantar na época correta também, no próximo período. E assim é uma sucessão de benefícios. E é realmente, é um quebra-cabeça. O Carmona chama atenção bem dessa logística, vou começar a tirar água dos quadros, para secar lavoura a lavoura, em função da capacidade de colheita que eu tenho, para não perder qualidade de grão. Tudo isso parece que é mais complexo, sim.

Que cultivar que eu vou usar, né? Quer dizer, olha bem a complexidade, mas assim, gente, a gente tem capacidade, complexidade não quer dizer ser complicado. Ela demanda mais gestão, mais planejamento, organização operacional. Agora, linkando na última fala do Felipe, olhem os benefícios que tudo isso traz. Nós estamos falando em benefícios econômicos, benefícios...

de estabilidade de produção, em outras palavras, resiliência, que nada mais é do que vai se traduzir em estabilidade também produtiva. Não é porque a cultura do arroz é irrigada que não sofre também as suas intempéries climáticas, vamos dizer assim.

E tudo isso vai se refletir principalmente nesse solo, na melhoria da qualidade do solo, que é o grande patrimônio que todos nós temos e que todas as atividades utilizam. De novo, trazendo o professor Banuá, que inclusive é consultor, né, Cleiton, do projeto RS14, né? É uma das cabeças pensantes, assim como participou, né, Carmo, desde os tempos lá da corticeira, daqueles trabalhos e tudo, a gente avançando nas áreas do arroz, é uma pessoa que realmente tem uma visão bem...

bem legal nesse contexto.

O solo é o coração do sistema, ele é a base de tudo, então nós precisamos incidir nessas questões todas para fazer isso. E não adianta também a gente fazer todo esse sistema se daqui um pouco tem que estar toda hora virando o solo e desconstruindo tudo que a gente construiu. A gente precisa, mesmo sendo o arroz irrigado, precisa ter perfil de solo construído, precisa ter...

toda a estrutura do solo e aqui trazendo, hoje na Embrapa nós temos um trabalho bastante próximo entre três Embrapas, aqui a Embrapa de Bagé, a Embrapa de Pelotas, na pessoa do André Andres, e a Embrapa Trigo, com o colega Faé e toda a turma lá, o chefe geral Jorge Lemansky, que falam muito de qualidade de solo, a gente vem batendo muito em cima dessa tecla, e aí usando plantas para fazer isso.

E hoje a gente está trazendo isso também, junto, se aproximando também com o Clayton lá no projeto RS14, aí com o pessoal da Vetagro ajudando, a gente fazendo unidades da Embrapa, com o Carmona também lá. Quer dizer, vejam a rede que a gente está trazendo aqui. Esse programa aqui não é uma rede só do programa, né? Eu acho que a gente podia dizer.

Esse programa aqui, as pessoas que estão aqui, é uma rede verdadeira que acontece no mundo real lá há muito tempo, como foi falado. Para justamente a gente ajudar a trazer algumas soluções e poder evoluir nessas questões. E aí, trazendo a fertilidade do solo como um elemento central, o solo como elemento central, essas plantas são importantíssimas para construir essas plantas forrageiras. E aí, não só...

A gente está muito acostumado, eu quero chamar a atenção e trazer, porque a gente vem usando, então, a fase pastagem para construir na adubação do sistema, melhorar a eficiência do uso dos recursos do mesmo adubo, fazer ele permanecer mais no solo, mas não é só na fase pastagem que a gente faz isso. Os sistemas precisam avançar, hoje também está acontecendo bastante isso.

com pastos de verão. O Gustavo chamou atenção para o sudão, mas não só o sudão, como a espécie anual. O sudão tem certas vantagens a cultivar, a gente tem da Embrapa, BRS Estriba. Ele é mais tolerante à temperatura e encharcamento, vamos dizer assim. Ele consegue avançar com temperaturas mais baixas. Então isso nos traz uma certa vantagem. Mas a gente precisa pensar também em cadeias perenes.

que vão estar dentro do sistema de produção, dando estabilidade para a fase pecuária. Não se vive só de espécies anuais. Então, hoje nós temos...

cultivares tropicais, claro, que a gente vem trabalhando, adaptando, o Carmona vem trabalhando forte nisso também, e que tem muitas vantagens e que não é por ser perene que a gente precisa ter para a vida toda, né, Carmona? A gente pode, por que não usar essas espécies para cultivar dois, três anos, e ainda mais na fronteira oeste, que nós temos um relevo muitas vezes com...

áreas escorridas que permitem, lembrem, não é só frio, é frio com umidade, essa associação a gente tem que olhar quando vai buscar essas cultivares também. E vai acontecer de perder plantas, enfim, mas por que não colocar elas a rodar há dois, três anos que tem sistemas radiculares extremamente robustos, assim como o Sudão, porque é muito diferente.

Isso lá o meu colega Giovanni Faer vem buscando muito. Embrapa Trigo. Também de inverno, lá da Embrapa Trigo. Hoje a gente vem trabalhando com cultivares, olhando sempre que raízes nós temos nas plantas que usamos. Então nós temos cultivares de leguminosas com raízes mais profundas, por exemplo, a cultivar BRS.

em treveiro, um trevo branco com raízes realmente muito profundas. Os trigos duplo propósito que estão entrando muito bem aí na região, né, Gustavo? A gente já usou ali na Pepecuária Guará, um abraço para toda a turma lá. O nome é as gurias. Tem que ficar aqui nesses trabalhos aí, junto com a Vetag.

onde a gente consegue, com essas cultivares de trigo, BRS Pastorei e Tarumax, posicionar cultivares que têm raízes muito potentes para construir solo, nós precisamos dessas raízes, não como aveia, mas quase como a zevenha. A gente colocou aí em situações essas cultivares que têm uma adaptação muito boa, nos surpreendeu, inclusive, e aí abrindo uma janela de possibilidades de cadeias forrageiras para usar.

que permitem várias coisas. E as de verão, não só o Sudão, o potencial de planta C4 de raízes, em relação mesmo a esses trigos que a gente tem, que tem sistemas radiculares profundos e robustos, é incomparável.

Raízes de plantas de verão anuais e gramíneas de verão são fundamentais para a gente melhorar mais o nosso sistema. Então, nós precisamos rodar. E aí, com algumas vantagens, por exemplo, as braquiárias, tem certa tolerância justamente àquele problema das imidazolinonas, na carmona, que a gente pode, então, posicionar. Tem gente já aí...

O Diogo Palmeira é um lá do lado da Três Figueiras, né? Um abraço para ele. Um abraço para o Diogo, para o Zamancio. Já vem usando essas plantas justamente em áreas que têm histórico de algum residual com sucesso. Residual não, de uso, não é histórico residual, de uso do sistema CL, né? Rodando, enfim. Mas assim, nós precisamos então colocar plantas.

como gramíneas de verão a rodar para melhorar o sistema, e diversificar no mesmo metro quadrado, não só a planta sozinha, mas jogar, por exemplo, a cadeia de leguminosas, inclusive junto com essas plantas. Consorciando aí, Danilo. Então vejam, e tudo isso vai refletir aonde? Numa produtividade pecuária também maior. Além de tudo isso, a gente ganha dinheiro para a pecuária.

Maravilha. Guris, como é que a gente pode trazer para essa realidade aí, Cleiton? O que vocês estão vendo aí do que está dando o melhor resultado, Cleiton, Gustavo, Márcio? Bom, pensando em inverno, nós trabalhamos com aveia ali na Estação Experimental, na área do pivô central, e trabalhamos principalmente com as aveias no resto da área.

Mas assim, as medições que nós temos, tanto em produção de massa, de forragem, como de carne, são muito estável no inverno. Então, me parece que é um investimento...

Bem mais fácil, seguro, né? Pensando em ver carne e também essa parte, outra parte mais de zootecnia e veterinária, né? Essas vantagens, né? Então, para nós, eu vejo que é uma baita ferramenta que tem que ser explorada, né? Precisamos trabalhar, digamos, mais a nível de produtor. E tem enriquecido essas mesclas também, Cleiton, em termos, estudos com leguminosas, tipos de leguminosas. Agora tem sido utilizado muito o trevo persa, né, Danilo e Guris? Como é que você tem observado?

A parte de trevo, nós fizemos a implantação durante dois anos aqui. E eu vejo que às vezes o cara fala muito em trevo persa. Eu acho que cada tipo de trevo tem a sua região, né? Exatamente. Ele se adapta muito bem. Às vezes não dá para forçar se a planta não é para quem lembra. É justamente essa ideia aí. É bem claro, né? Tu indo para o lado de Quaraí...

Tem um comportamento, né? É, uruguaiana que já muda completamente. Muda completamente. Tu vai lá na zona sul, é outro comportamento, né? Provavelmente ali na área do Felipe também deve... Talvez eu tenha percebido que alguns tipos... Algumas leguminosas dão melhor que outros. É, facilidades, né? O mais importante é nós estar com essa área coberta no inverno, né? Aí você vai explorar mais intensivo ou menos com a pecuária, né? Vai depender de cada situação, pensando...

Nos ganhos agronômicos e também na parte de solo e produtividade. Claro. Porque eu vejo assim, o que é bem o prático operacional. Nós aqui nos últimos anos está dando uma média de ganho em produtividade de arroz de 12%. A área que tem rotação com o P4. Olha aí. E esses dados me parecem muito parecidos com o que foi extraído em cristal. Depois o Felipe pode... Lá a corteira, lá, né?

Ou seja, são áreas diferentes, solo diferente, porém o ganho está muito semelhante. Esse ano aqui nós tivemos um ganho de 17% de arroz comparado com a área arroz poluzil. E fora o ganho da pecuária aqui. Depois tem o ganho de carne com a pecuária lá na frente.

Então é um ganha-ganha. Se conseguir planejar, organizar os talhões, a propriedade, as duas conseguem ganhar, que é a grande dificuldade de nós conseguirmos mostrar isso.

Depois de começar a rodar o sistema, isso se consolida, né? Tanto para a pecuária como para... E quando a gente inclui aí o Gustavo, o Marcio também, quando a gente inclui o milho nesse sistema, torna um pouco mais complexo. Tem resultado alguma coisa? Se há uma melhoria, deve haver, obviamente, uma melhoria na condição de solo, na condição das pastagens, inclusive. A vantagem do milho, pelo menos aqui, nossa, é que qual é a melhor época aqui? Agosto.

Ou seja, eu estou com as máquinas disponíveis para semear o milho. Não entra em concorrência. A operacionalidade, de novo, vem como um gargalo. Se o tempo, deixa, né? Mas, normalmente, aqui nós temos sempre uma janela em agosto. Ou seja, eu tenho que estar preparado em agosto para semear o milho. E aí eu não entro em conflito com o operacional dos trator e semeador do arroz. Então, e eu vou colher em janeiro, né? Também? Não é o período da colheita do arroz. Ou seja, eu colho o milho em...

E aí eu colho no milho em janeiro, final de janeiro, por aí, eu tenho todo o verão ou para colocar taipa nessa área e antecipar uma pastagem, ou preparar essa área, ou colocar uma, aí entra a possibilidade de entrar com uma gramínea, um sudão, né? Que é o sistema que o Danilo estava comentando. Para terminar o verão, né?

E depois fazer uma semeadura, lança direto... Me permite uma parte? Na experiência que eu tive agora, porque é a primeira vez que eu faço plantio de milho. Aí eu fiz o plantio de milho bem no agosto, recomendado e tal. E caiu 400mm de chuva naquele período. Sim, sim. Esse ano teve uns detalhes. E aí eu tive que replantar, vamos lá, 60% da área.

Aí eu fiquei, aí o meu agrônomo disse, mas quem sabe para o ano que vem tu tenta ali mais para setembro e tal, mas eu vi a necessidade de ter que entrar realmente no agosto, porque se não tu não consegue fazer o safrinha. Sim, sim, só que aqui nós fizemos a época de semeador de milho, agosto seria o ideal, setembro, outubro, novembro, dezembro já vem perdendo produtividade.

E bastante. E bastante, tipo assim, cai pela metade, tipo em novembro, dezembro. Carmona, Danilo, fique à vontade aí pra se quiserem dar um pitaco. Mas Gustavo, como é que tem sido a experiência lá com as Três Figueiras? É uma experiência rica, né? Esse ano, em função da previsão que estava de chuva no verão, a gente optou por não... fizemos sorgos, um sorgo granífero ao invés de milho.

Tem algumas propriedades, nós fizemos milho. Conosco, a semeadura de final de agosto pegou aquela chuva, mas mesmo assim sulcada, com drenagem. E teve algumas que andou bem e outras que não. Andou muito bem, andou muito bem. Como diz o Cleiton também, e voltando, a parte do trevo persa, eu acho que ninguém testou mais trevo persa do que nós aqui na Itália, na Guiana, e sempre o estado... Muito errático.

Produz bem um ano, produz uma outra. É, tu para pra ver, por exemplo, não, conosco eu acho que nem um ano produziu bem, sabe? Então é bastante complicado. Quando tu vai pro lado de Quaraí, como diz o Cleiton, ali já é um grau e meio a menos que nós. Então já o estabelecimento dele é melhor. Conosco quem tá andando muito bem é o branco e o cornichão.

Então, estamos deixando de dar um reponde de faca, como você diz, né? Só uma parte aqui, eu ia chamar a atenção disso. A gente se emociona, o Persa vem entrando, claro, em muitas regiões, muito bem. A gente tem um cultivar muito legal também, o Restever, mas a gente termina esquecendo nessa conversa o branco e o cornichão, né? Claro, claro, claro. Aí, para o Rio de Janeiro Oeste, é o chão deles, né? É um absurdo, o cornichão é um absurdo. O cornichão está andando muito bem.

Então, toda a ideia é isso aí, adaptar a região. Muitas vezes o cara pega por moda, né? A Zona Sul está usando bastante trevo persa e conosco o estabelecimento dele não fica legal, sabe? Não dá aquela massa de folha que dá na Zona Sul. Outra vantagem, né, Gustavo? Porque os nossos sistemas de descanso, de rotação, são um pouco mais longos, né? Isso permite que tu use plantas de ciclo mais longo também, né, Carmono?

Falando em plantas de ciclo mais longo, eu quero voltar ao assunto das perenes, trazer mais alguns dados. Só antes de falar das perenes, como se falou em cornichão, o que eu noto que o pessoal precisa conhecer melhor é o lotos tênuis.

ele é um tem uma tolerância maior a estiagem, inclusive, do meu ponto de vista e uma produção de biomassa fantástica, né, então um material que se adapta muito bem aí, principalmente as áreas mais úmidas mas voltando a questão das perenes, ontem eu gosto muito de citar um trabalho uma profissional aí da região dela é de São Borja, a Daiana Satori ela é zootecnista trabalha no cenário pela Teg, né

Exatamente, está fazendo um trabalho muito legal, muito bacana, mais naquela região de Sambores. E ontem mesmo eu estava conversando com ela, ela estava um pouco triste, porque os perenes esse ano na região de Sambores é produzindo só 700 quilos de carne.

Estava decepcionada. Estava decepcionada. Claro, ela já teve resultados com 1.300 quilos de carne por hectare, praticamente o dobro. Então, calma, Dayana. Acho que tu tá nos patamares de produtividade ainda tão muito bons. E eu acho que, como o Danilo comentou, uma ferramenta que ainda é pouco explorada nessa região, talvez nessa região mais...

baixo aí e eu acho que podem compor um uma estratégia muito interessante aí. Claro, tem que ter os cuidados, né? São pastagens tropicais, né? Elas precisam ter um tem que ter um cuidado, principalmente nos invernos mais rigorosos aí. Parece que esse inverno não vai ser tão rigoroso, então perdas por por por excesso de frio, possivelmente a gente não vai ter tanto quanto teve no no inverno passado. Carmona, mas drenagem sim, né?

É, drenagem fundamental, né? É, tem que ter cuidado com a drenagem, o frio não vai ser um problema, o excesso hídrico talvez. E as perenes elas podem entregar isso, né? Tu tem a vantagem de que, estava se falando aí em implantação, né? As espécies anuais tu tem que implantar todo ano, né?

E tu corre o risco de tu cair uma chuva de 400 milímetros aí em cima e tu tem uma frustração grande, né? As perenes tu já dilui esse risco, né? Tu pode usar elas aí por dois anos, por três anos, por quatro anos, por dez anos, né? Tu tem que implantar uma vez, né? Esse risco de perda por implantação tu dilui no tempo. E, claro, o desafio aí é, e é isso que eu estava comentando com a Dayana ontem, né?

o desafio é colher. A gente ter a competência para colher esse pasto, porque a partir do momento que tu implanta bem a pastagem e eventualmente tua adubas, tem um ano chuvoso, um verão chuvoso como promete ser, esse verão chuvoso, vai ter um desafio muito grande de colher.

e aí se tu perde ponto de colheita, tu perde, tu tá perdendo dinheiro, né? Tá perdendo dinheiro por perda de pasta, por perda de qualidade da pasta, porque acaba encanando, acaba... A perene acaba tendo menor qualidade, então, mas assim...

Existe um horizonte de produtividade de carne muito grande com as perenes, num relativo curto período de tempo. A gente está falando aí talvez 200, 250 dias por ano, dependendo da região, que tu pode ter produções acima de mil quilos de carne por hectare.

E isso, bom, vamos fazer, se alguém quiser fazer um cálculo de padeiro e rabiscar alguma coisa, eu duvido que tenha alguma lavoura, a gente quer mais que isso. Exatamente, perfeito. Pessoal, agora 10h28, vamos para mais um rápido intervalo, já retornamos.

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Eu sempre trago e aí podem me criticar, né? Mas é a questão do recurso nativo que nós temos, né? Evidentemente que nós temos áreas muito infestadas com a noni, mas temos áreas que são muito interessantes, muito ricas, né? Para a produção. Bom, Gustavo...

Como é que tu tem observado o aproveitamento? Claro que normalmente essas áreas não estão nas áreas de agricultura, são áreas um pouco marginais. Como é que tu tem visto a utilização, o cliente, o março, o pessoal? O Danilo tem nos acompanhado bastante nessa parte da utilização do recurso natural, como tu diz, dessa pastagem natural nossa. E nós temos feito alguns trabalhos em propriedades, campo de capim caninha roçando.

Olha aí, com adubação, sem adubação, alguma coisa? Com adubação de alâncio em cima do fósforo, então até o Danilo pode falar melhor. O Carmona também tem uma experiência interessante lá. O próprio melhoramento de campo nativo, em colocar leguminosa em cima de onde tem campo limpo, roçadas principalmente, para estabelecer melhor. Principalmente o melador, né Danilo, que é bastante agressivo, ele ocupa bastante espaço. Então a gente tem feito já em algumas propriedades de clientes justamente isso aí.

Bota adubação no campo nativo mesmo e... Melhora com alguma outra espécie de inverno, né? Dá uma melhorada com outra espécie de inverno, sim. Cornichão, principalmente, se adapta muito bem em trevo branco. Então, tem tido bons resultados, tá? Bons resultados, de fato, tá? E é uma alternativa, né? É uma alternativa. E é natural, né? Claro, tá aqui há... Quanto tempo tá aí, né? Até a Embrapa tá lançando uns pânicos, eu acho que é, né, Danilo? Que tão sendo lançados.

Páspalon. Hã? É Páspalon, né? É, uns Páspalons. É, uns Páspalons que estão lançando. A gente vem trabalhando nisso, né? Ainda não foi lançado. Tem um programa nesse sentido. O INE hoje já tem alguma coisa, né, Danilo?

Sim, mas aí... Bom, só isso aí é outro programa, né? Olha a hora que eu fui trazer esse tema, né? Aí tu traz isso aí. Tem alguns temas que tu não pode deixar largar, porque aí termina. Mas assim, Gustavo, termina aí, senão... Não, não, é isso mesmo que eu ia falar. Vai, termina. Se tem mais...

Tem mais experiência nessa aí? Não, nesse contexto das perenes, o campo, assim, eu até ia falar sobre ele, dar um toquezinho, ele é, a gente está falando das tropicais, enfim, mas eu me arrisco a dizer, é a melhor cadeia forrageira que nós temos e mais produtiva.

em qualidade e quantidade. Agora mesmo, o Carmona, esse trabalho que o Gustavo falou, o Carmona vinha tocando, né, Carmona há um tempo já, avaliação de diferentes cultivares.

de tropicais e botou lá no meio parcelas de campo, né, Carmona? Depois pode falar um pouco disso. E agora, inclusive, aí a gente começou também a acompanhar junto. Saiu agora, está pronta a publicação, né? Eu acho que até já dá para mandar o PDF da publicação, né, Carmona?

com os números e os dados desse trabalho todo aí. Mas, enfim, depois o Carmona fala melhor. Mas as perenes, minha gente, só para recapitular uma coisa e eu chego no campo, são fundamentais no sistema. E aí, começando pelas leguminosas, perdão...

Sim, pelas leguminosas, né? A gente estava falando do persa e tal, mas tem um aspecto da adaptação do branco e do cornichão na região, que é o aspecto também de elas serem perenes, terem caráter de perenidade. Então, isso nessa perspectiva de uso dos sistemas, e hoje a gente vem trabalhando com mesclas e esse sistema de pasto sobre pasto, que na verdade é inspirado no próprio campo nativo, de plantar uma cadeia forrageira sobre a outra.

mesclando espécies anuais e espécies perenes, então a gente tendo essas leguminosas perenes, e aí a gente vem plantando as perenes de verão, gramíneas, sejam anuais ou gramíneas perenes, as gramíneas de verão, plantando em cima, a gente vem com essa cadeia, sem dessecar, a gente vem com essa cadeia perene de leguminosas vegetando no verão junto com o sudão, junto com as braquiárias, enfim, vejam a coisa legal que a gente pode ter,

usando essas perenes. Eu não queria deixar passar, mas a gente fala muito em milho também, mas o sorgo granífero é importantíssimo, a gente precisa voltar com o cultivo dessa planta, o Carmona também vem adaptando isso, a gente vem puxando também esse trabalho no Duas Safras para trazer de volta, a região aqui de Bagé cultivou muito sorgo há muito tempo atrás e parou de cultivar.

Então a gente vai plantar milho, mas tem muitas áreas que não são irrigadas que vão precisar de coisas como sorgo, por exemplo. E se a gente vai botar pastagem de verão em toda a área, nem tem gado para toda a área que a gente precisa. Então a gente começa a conduzir. Mas essas...

Esses sistemas perenes de pastagem, eles são importantíssimos. E aí, nós temos o campo nativo, que é perene, vamos dizer assim, tem espécies anuais, mas no seu conjunto é perene. E aí, na fronteira oeste, existem várias áreas que não são cultivadas. Claro, a gente não vai... Muitas áreas de lavoura, às vezes, a gente consegue, dependendo do manejo, retornar em cortes mais longos com um campo de sucessão muito bom e usar ele como base perene.

Tem espécies maravilhosas aí, como o Páspalo no Almon, aí da região característica. Altiza a qualidade, né? Muita qualidade. O caninha é maravilhoso, como o Sal falou. Caninha adubado, minha gente, você não faz ideia da capacidade de suporte e da resistência a momentos de falta de estresse hídrico. E a gente pode botar toda a cadeia de inverno. Claro, quando tem anônia, outra história, a gente precisa trabalhar. Agora, a maior...

Força para reter a noni, para segurar a noni, são pastagens e campos bem manejados, quer dizer, não é aquele campo sempre rapado, isso segura a noni. Então, assim, a gente tem números com campo nativo semelhantes ao que o Carmona falou de 700, 800, mais de mil quilos produzidos por hectare ano com campo nativo melhorado, quer dizer, adubado e com a cadeia de inverno. Então, veja o potencial que a gente tem para compor os sistemas de produção utilizando isso, esse recurso.

Agora, 10 horas e 39 minutos, nós estamos nos encaminhando para o final, Danilo, Carmona, Gustavo, Cleito e Márcio. Então, vamos dar um minutinho aí para as finalizações. Iniciando aqui pela casa, pelo escritório, pelo estúdio. Márcio, vai lá.

Opa, eu gostaria de deixar, já que as considerações finais, agradecer aqui a participação, e convidar os amigos e os nossos clientes e parceiros para que nós visitem lá na Expofeira, na Expofeira de Outono de Uruguaiana. Vamos estar nos box 33 ali, de frente para o pavilhão dos bovinos.

e expondo nossos produtos vai estar lá o Veronese que é o proprietário chefe da equipe de vendas da VS Lunardi vamos estar com alguns produtos lá em exposição e vou estar lá aguardando vocês para uma visita lembrando que a expofeira ocorre de 19 a 23 de maio essa é a data é assim o período Cleito Ramão

Eu queria agradecer pelo convite e oportunidade. E como mensagem final é ao produtor, que nós cada vez mais precisamos depender menos de um único produto. Independente do peso dentro da propriedade, do orçamento.

Nós temos que aproveitar aí os roteiros técnicos de campo que tem aí dos órgãos de pesquisa, das consultorias, né? Exatamente. Para ir se inteirando desse caminho, né? Que é a parte produção e sistema integrado, né? Parte de integração da lavoura-pecuária. Obrigado. Obrigado, Cleito, pela tua participação conosco hoje. Gustavo Hernandes. Bom, Antiquiano, primeiro eu quero agradecer pelo convite, né? De poder participar.

Mandar um abraço pro Rodrigo Pinto e pro André Andres, né? O André Andres e dois amigos de longa data também. O André até mandou, inclusive, uma divulgação do Dia de Campo. Me mandou, me mandou. Dia 20 de maio agora vai ter o Dia de Campo de Integração Lavoura Pecuária e Culturas de Inverno lá na Embrapa Capão do Leão.

Já mandou convidar o pessoal lá, quem quiser participar. Vai ser dia 20, agora de maio. Lá na estação do Denebrapa, lá. Onde ocorre a abertura da coleta. Exatamente, lá na Terras Baixas. Então, já mandou aqui o convite. O Rodrigo é gente nossa aqui, né? Da fronteira do Uruguaiano. Então...

Agradecer pela participação, mandar um abraço para o Danilo e para o Carmona, o vinho de vocês está guardado, o Thayn está no freezer, mas tem que vir buscar. É a condição, eles tem que vir aqui para pegar. Então, bueno, deixar um abraço aí a todos os ouvintes, amigos, e obrigado novo, e um bom final de semana a todos. Obrigado, obrigado Gustavo. Danilo Santana. Bom, mais uma vez agradecer, agradecer a...

o convívio agora com os amigos e o convívio de longa data e todo o trabalho que a gente vem fazendo. E Tiqueno, mais uma vez, obrigado pela oportunidade.

Lembrar, né, esse dia de campo vai ser muito legal, ia falar no final também, o 20 de maio lá na estação Terras Baixas, em Pelotas, da Embrapa. Inclusive, o André vai estar mostrando boa parte dessas forrageiras que a gente conversou aqui vão estar lá em ambiente, né, bem de Terras Baixas, né, pra gente poder olhar. Aliás, só um detalhe, aqueles trigos que eu falei, Tarumax e Pastorei, apesar de colher grão, são destinados a pastejo, né, só pra...

Eu acho que eu não tinha dito isso, apesar de poder colher grão, mas isso tudo vai poder se olhar lá nesse trabalho que o André está fazendo, também em adaptar para as terras baixas esses materiais e também pensar em montar sistemas de produção.

E é tudo isso, o objetivo é melhorar a vida do produtor, melhorar a nossa produção de alimentos, enfim, é isso que a gente busca, né? E esse programa tem ajudado bastante a gente divulgar todo esse trabalho. Então, um abraço a todos aí, um abraço aos colegas, amigos e todo o pessoal aí da Fronteira Oeste. Um abraço. Obrigado, Danilo. Obrigado mais uma vez por estar conosco. Filipe Carmona.

Quero mandar um abraço a toda a audiência e a todos os amigos de Uruguaiana e região. Sempre uma satisfação estar podendo conversar com vocês aqui. Eu acabei esquecendo de comentar ali, o Tiquiano, me permite. Claro, claro. O Gustavo comentou aqui da minha experiência nas Filipinas. Eu passei seis meses, não foi um ano, foram seis meses no Instituto Internacional de Pesquisa em Arroz.

E o pessoal hoje fala, até caiu de moda essa coisa da segunda-feira sem carne, né? Mas eu passei seis meses sem carne. E foi uma das piores experiências gastronômicas, né? A técnica foi muito boa, mas a gastronômica foi terrível. Eu chegava a entrar nos sites de churrascaria do... Pra ver se ia cheirar. Aquela costela, né? Pelo menos pra imaginar que eu tava comendo alguma coisa ali. Voltou numa chá, era de leque, tu não tem ideia.

É, até a nossa Gisele Bintin aí, né, abandonou o veganismo também, só acho que caiu de moda isso aí, né? É, demodê. A demodê, agora o pessoal vai voltar ao consumo dessa rica e nobre proteína aí, que é a nossa carne. E o rico e nobre carboidrato, que é o arroz também, né?

É, é dobradinha, hein? Se costurar carne, arroz e feijão, tu vai longe. Vai longe. Vai aos 90, 100 anos aí, com certeza, né? Tira o refri, tira o salgadinho, tira o que é porcaria mesmo. Os processados. E funciona tudo de verdade. Então, eu só queria fazer esse comentário. Muito obrigado, Tiquiano. Um grande abraço a todos vocês aí.

Graças, Carmona, mais uma vez muito bom falar contigo. Agradecer toda a audiência que esteve conosco na manhã desse sábado no Chául Rural. Agradecer pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, Danilo Santana. A engenharia agrônomo, sócio fundador da Integrar, Felipe Carmona. A engenharia agrônomo da Fetal e Construtoria, Gustavo Hernandes. A engenharia agrônomo, coordenador.

da Estação Geral Mental, fronteira oeste do Irga, Cleito Ramão, ao representante da VES Lunardi, Márcio Riella, desejar a todos um ótimo fim de semana, um grande abraço e até semana que vem com mais um Chahua Rural. Até lá!

Agora ficou bem mais fácil chamar no WhatsApp da Rádio Jarrô. 55-3412-1731. Alguma notícia.