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#152 - Mulheres boazinhas não enriquecem

29 de julho de 202623min
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Ser boazinha parece uma qualidade, mas muitas vezes é uma prisão. Neste episódio, eu falo sobre como agradar todo mundo pode custar a sua liberdade, a sua carreira, os seus sonhos e até a sua identidade. Compartilho escolhas que fiz, mesmo contrariando expectativas, e como dizer “não” foi essencial para construir a vida que eu realmente queria. Porque mulheres que prosperam não vivem para atender às expectativas dos outros: elas aprendem a honrar a si mesmas.

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Participantes neste episódio1
E

Emanuelle Santana

HostPsicologa
Assuntos4
  • Sofrer por fazer o que é certoSubmissão · Busca por aprovação · Performance social
  • O que é ser rico de verdadeInteligência emocional · Autoconhecimento · Perspectiva pessoal
  • Autenticidade e Superação PessoalIdentidade pessoal · Conforto na própria pele · Equilíbrio
  • Desenvolvimento PessoalConhecimento · Relações humanas · Ana Beatriz Barbosa
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
ESEmanuelle Santana

Oi, eu sou a Manu, tenho 34 anos, 5 irmãos homens e um monte de amigo babaca. Como é que você tá? Como é que tem sido sua semana? Como é que tem sido seus dias? Eu confesso que eu tô muito satisfeita com o episódio que eu vou gravar agora, e eu sinto que tava na hora de falar sobre isso. Isso porque me enfatiza muito a inteligência emocional das mulheres, e eu quase nunca falo do quanto me enriqueceu estudar. Eu sinto que a gente chega no momento da vida que a gente só conta a nossa história através das nossas próprias linhas.

E eu não quero passar uma vida contando coisas que eu ouvi. Eu gosto da minha vida, eu gosto de narrar minha própria história, eu gosto de falar como o conhecimento me levou para o próximo nível todas as vezes. Eu acredito que eu não saiba dar outro conselho a não ser ler e estudar. Leia, estude, ouça podcasts, assista vídeos, qualquer coisa que possa te tornar alguém bom para você, a ponto de você ser bom para o mundo. Nos últimos meses, uma sequência de pacientes têm compartilhado comigo a necessidade de ser útil.

E eu brinquei com uma paciente o tema que vai ser o episódio de hoje. Garotas legais não enriquecem. E é o título de um livro que eu gosto muito. E aí ela disse assim, como assim mulheres legais não enriquecem? Eu expliquei para ela que a gente só enriquece o nosso conhecimento quando a gente não quer ser bom o tempo todo, quando a gente não quer ser legal o tempo inteiro, quando a gente não quer ser abraçado toda hora. Enquanto a gente desenvolve a nossa própria perspectiva de quem a gente é e de quem é que a gente quer ser, a gente se torna interessante, a gente se torna interessante de convívio.

Quando eu falo enriquecer, eu não falo só sobre dinheiro, mas logicamente a inteligência e as boas relações no teu modo de se relacionar vão te levar para mesas enriquecedoras. E talvez você encontre pessoas ricas com dinheiro no meio disso. Mas eu queria compartilhar uma experiência sobre o convívio com pessoas ricas. E eu não falo sobre dinheiro, eu falo sobre adquirir conhecimento dentro de ambientes ao ponto de você não se sentir inteligente demais.

A última semana eu conheci Dona Leila Barbosa, é uma professora uma professora aposentada de literatura. Obviamente me deu um medo terrível de falar qualquer palavra errada perto dela, mas o meu sotaque às vezes influencia e eu acabo engolindo algumas palavras. Mas o fato é que para mim foi rico demais sentar à mesa com alguém com uma história tão interessante, a ponto de eu sair de lá rica, rica de contato humano, Zero diplomas, rica de capacidades de conseguir me comunicar.

A gente passa uma vida tentando ser muita coisa sem perceber que ser a gente dá trabalho para caramba. Nossa, dá trabalho demais ser a gente na nossa própria pele. Se tornar uma mulher interessante hoje com a narrativa da internet te coloca um currículo extenso inalcançável, de coisas que talvez lá no futuro você nem queria tanto ser. Mas ser interessante na sua própria perspectiva talvez ilumine sua vida mais do que você possa imaginar.

Eu não sei quanto tempo você não para numa praça para comer uma pipoca. A região do teu país vende milho verde na rua? Na minha, sim. Eu espero que você volta e meia visite espaços e experimente sensações caseiras, de uma personalidade que era sua, antes de decidirem que mulheres boas, inteligentes e ricas seriam coisas muito diferentes do que somos. Eu acredito fielmente que confiar na nossa própria personalidade para ser alguém melhor desinflama coisas que por anos nos tornaram arredias.

Eu estou realmente, depois de muitos anos, confortável na minha própria pele, sendo eu na minha própria carcaça. Faz quase um mês que eu moro aqui em Minas e eu sinto que o meu corpo e a minha mente estão no mesmo lugar. O e se deu uma silenciada absurda. A ideia do tédio de possuir e a ânsia de ter, até de possuir, se foi. Eu apenas estou feliz com que eu tenho, com que eu sou, construindo na margem do que eu acredito ser. Eu ainda gosto de bolo de chocolate, mesmo que eu agora goste de bolos gourmet.

Eu ainda gosto do meu cafezinho com um pouquinho de canela, e não há preconceito nenhum em gostar de cappuccino italiano. Eu ainda gosto da minha Coca Zero, eu ainda gosto de água pura, e às vezes eu misturo leite, farinha e açúcar e fica uma sobremesa excelente da criança que eu fui. Mas eu também consigo não dispensar restaurantes caros e a cocada do Coco Bambu. Eu acho que descobrir o equilíbrio entre o que te faz ser você e o que o mundo espera faça com que você se encontre e se torne interessante o suficiente.

É muito legal estar na sua própria pele. Mulheres interessantes e inteligentes de fato, elas são ricas de coisas que estão em falta. As pessoas simplesmente perderam. Esses dias eu vi um rapaz rir porque eu comentei que ainda escrevo em diários. Confesso que sinto pena. Essa é uma prática peculiar que eu tenho e que deveria ser um segredo, porque são traços da minha personalidade que eu jamais vou me desfazer. Eu acho que eu nunca comentei nesse podcast, mas eu não tenho medo de paraquedas, de saltar de paraquedas, nem tenho medo de altura.

Mas sabe o que eu tenho medo? De galinha. Eu não sei, criei na minha cabeça que em algum momento ela vai voar na minha cabeça. Não sei se é um trauma de criança, de infância, talvez alguma galinha me enrabou na roça, eu não sei, mas eu tenho medo de galinha. Torna a gente interessante memórias sobre a gente, porque quando as pessoas vão se lembrar da gente, elas vão lembrar da nossa risada, elas vão se lembrar do jeito que a gente mexe no cabelo.

Elas talvez se lembrem das suas riquezas e finesses, mas o que fica registrado na mente mesmo ainda vai ser quem você é e não o que você tem. A nossa soberba em querer ser tantas outras coisas tira da gente o que a gente é. E o que a gente é bom, é divino, é prático, é legal, é amoroso. Talvez o grande poder de persuasão que a internet tenta vender para as relações seja exatamente uma performance que você a longo prazo não vai sustentar, ou pelo menos se sustentar por tempo demais não vai te tornar uma pessoa feliz.

Ainda faz parte da pessoa que você é algumas coisas, e talvez você deveria resgatar. Voltando para o tema que mulheres boas, boazinhas, não ficam ricas, Eu queria dizer que ser boazinha às vezes é aceitar tudo que os outros dizem. Isso não é bom. Ser boazinha é ser uma boa garota ao ponto de deixar as pessoas passarem por cima de você, e isso não é bom. Garotas boazinhas se submetem a relacionamentos de aprovação de homens e pessoas que elas nem estariam aprovando de fato.

Se elas tivessem sã consciência. Garotas boazinhas demais compram personalidades para serem aceitas. Pessoas que lutam para serem aceitas vivem uma vida performática, e isso não é ganhar, isso é perder. Talvez no mundo corporativo eu tenha aprendido que boas garotas não ficam ricas. Porque no corporativo eu preciso performar uma personalidade que na minha vida real talvez eu não consiga ter. Eu sou boazinha, eu sou boazinha muitas das vezes, a ponto de ter que performar maldade, performar um adulto que precisa ter resoluções e que para isso precisa eliminar algumas hipóteses e até mesmo pessoas da própria vida.

Eu deixei de ser uma pessoa boazinha há muitos anos, e foi por isso que eu enriqueci intelectualmente muito, e pessoalmente, financeiramente também. Acabei enriquecendo no sentido cultural, porque se eu fosse boazinha, eu estaria andando com todo mundo o tempo inteiro. Se eu fosse boazinha, eu estaria me sujeitando a uma relação porque todo mundo disse que eu deveria ficar nela. Se eu fosse boazinha, eu nunca sequer teria saído da minha cidade porque eu seria uma filha obediente aos meus pais.

Se eu fosse uma pessoa boazinha, eu teria amizades que já estariam gravando ou cravando o meu fundo do poço. Se eu fosse uma pessoa boazinha, eu não teria comprado metade das coisas que eu comprei. Eu teria doado, eu teria não conquistado. Se eu fosse uma pessoa boazinha agora, eu teria, sei lá, a coisa mais barata na minha casa, mas eu teria dado coisas de marcas muito boas para as pessoas. Eu precisei deixar de ser boazinha para enriquecer culturalmente, pessoalmente, incisivamente.

Se eu fosse boazinha, eu acho que agora eu estaria no meu terceiro, quarto, quinto filho. Porque afinal de contas é preciso não ser boazinha para decidir as regras do próprio corpo. Se eu fosse boazinha, eu acho que já teria tirado o sossego da minha filha, porque se eu fosse uma mãe boazinha, eu estaria deixando ela fazer o que quisesse. E eu definitivamente não sou boazinha. Não sou boazinha porque eu precisava enriquecer culturalmente.

Então eu precisei ir embora e eu me tornei uma filha desobediente, uma amiga distante. Eu precisei reagir, porque se eu fosse boazinha para todos sempre, talvez nem vocês me conheceriam. Garotas boazinhas não enriquecem, garotas boazinhas não mudam de vida, garotas boazinhas estão se afundando tentando caber em lugares muito menores. Do que os lugares que elas merecem estar, porque elas querem ser amadas e queridas e aceitas e validadas o tempo inteiro.

O grande plot disso tudo é que você acaba sendo amada verdadeiramente pelo lugar que te cabe. Uma seguidora me perguntou um tempo atrás assim: Manu, mas quando você se afastou de algumas amizades, você ficou sem amigos? Como você fez? E eu expliquei para ela que quando eu fui mudando, as pessoas começaram a me encaixar no mundo delas. O fato de saber conversar aproximou pessoas de mim e elas me incluíram por conta própria nos seus grupos.

Eu não fiquei sozinha, eu conheci pessoas compatíveis a mim, eu conheci pessoas que realmente não foram boazinhas com outras pessoas para serem boas com elas a longo prazo. Se eu fosse boazinha, definitivamente eu não teria comprado o meu apartamento, porque com toda a minha bondade eu teria deixado para outro momento da vida, eu teria ajudado quem não quer ajuda. Eu acho que se eu fosse boazinha como eu era antes, eu estaria doente.

Porque eu não seria boa para mim e também não seria boa o suficiente para os outros. Porque quando você está doente, você não é bom para ninguém, nem para você. Quando você não está valorizando a própria vida ao ponto de olhar para o outro como se o outro fosse melhor que você, você não tá sendo bom para você. Aí você tá sendo mal. E são coisas diferentes, porque eu não disse que eu não sou uma pessoa boa, porque eu não me tornei má por priorizar as minhas coisas, por mudar os meus ambientes, por tentar enriquecer o máximo que eu pude o ser humano que eu quero me tornar.

Eu não me tornei má por isso, eu só parei de ser boazinha demais a ponto de achar que qualquer coisa valia, qualquer coisa era permitido para os outros. As pessoas precisam separar a diferença de ser bom para si mesmo e ser bom para os outros, para não travar uma luta interna. Se eu fosse boa para os outros, com certeza agora eu tava casada, e Deus lá sabe que vida que eu estaria vivendo, porque as pessoas disseram que eu não deveria sair, que eu não deveria mudar, que eu não deveria envaidecer.

Então, por ora, toma cuidado com as coisas que você escuta sobre ser uma boa pessoa. Eu vou te contar alguns segredos agora que talvez ninguém nunca te comunique. Pessoas boas às vezes dão más respostas, mas elas não batem portas. Pessoas boas às vezes se irritam para tentar conversar com você, mas elas não conversam com você por tempo demais. Pessoas boas nem discutem com você, às vezes elas só vão embora. Ser ruim comigo é diferente de ser ruim com as pessoas.

Eu não quero ser ruim comigo. E aí às vezes a gente vai ter que ser ruim com as pessoas para isso. Ser uma pessoa boa vai mudar tua vida. Ser boazinha vai estragar a tua vida. Tem um livro com o título Síndrome da Boazinha que eu gosto muito de parametrar entre esses dois livros: Síndrome da Boazinha e Mulheres Inteligentes Enriquecem. Eu queria muito que volta e meia vocês pensassem sobre esses títulos, a ponto de vocês não abrirem mão do que querem ser.

Eu espero que não se esqueçam que mulheres boazinhas não enriquecem. E eu não digo só sobre dinheiro. Algumas coisas na vida que você vai precisar pensar: os seus valores, o significado deles, e como é estar na sua própria pele a ponto de você não ter que sentir medo de ser quem é. Só não faça sua vida de qualquer maneira. Achando que o medo vai ser responsável por você não alcançar os seus objetivos, ou que vai, sei lá, sendo uma pessoa mais fácil você vai superar os seus objetivos ou passar por cima dos obstáculos.

Os medos às vezes eles vêm por meios positivos, fazendo você estabelecer metas e comportamentos assertivos. Espero que você goste de você na sua própria pele, para que você não passe uma vida tentando fazer as pessoas gostarem de você ao ponto de performar tanto, a ponto de você esquecer quem você é. Eu espero que todos os dias você se lembre do quão importante é você não se despedir de personalidades que são só suas. Aquele pijama, Aquele gosto, um lugarzinho específico que você gosta de visitar, aquela música que faz tempo que você não escuta, aquela série antiga que agora deve ter outro tom, aquele livro que você leu lá na escola.

Na minha época era a menina que roubava livros. Alaska, quem é você, Alaska? A menina que gostava de saber as últimas palavras das pessoas antes de morrer. Foi o primeiro livro que eu li. Eu voltei a ler ele novamente e eu confesso que o encontro foi avassalador. Volta e meia a gente vai ter que lembrar quem a gente foi para poder ver se tá batendo com o que a gente é. A menina que a gente foi precisa muito sentir orgulho do que a gente se torna.

Mas aquela menina boazinha vai precisar tomar forma para respeitar a adulta que você sempre quis se tornar. Ser uma pessoa boazinha não me cabe agora. Talvez agora me intitulem nas redes sociais como uma garota de muita sorte, como uma pessoa que não passou por nada. É engraçado quando alguém fala que eu não tenho cara de sofrida. Eu agradeço, é exatamente esse plano. Eu realmente não queria ter a cara de sofrida e eu lutei muito para tirar ela do meu rosto.

Talvez se eu fosse boazinha, eu nunca teria saído de onde eu saí. Ser boa é diferente de ser boazinha. Eu espero que esse episódio te enriqueça mais um pouco. Eu espero que você consiga separar as palavras e que gere distanciamento entre elas. Espero mais um pouco. Espero que esse episódio te atravesse ao ponto de você entender que ser boazinha não te ajuda como você quer, seja no mundo corporativo, onde eu aprendi isso, ou seja na sua vida pessoal.

O ser boazinha às vezes é ceder à humilhação, a aceitar o inaceitável, a tolerar um relacionamento que vai acabar com a sua vida, mas porque ninguém te apoia você não consegue sair. Ser boazinha vai te permitir amizades que nunca vão dizer que você tá errada. E você vai viver um loop ganhando dinheiro, comendo nos mesmos lugares, gastando nos mesmos lugares, porque você— te fizeram acreditar que você não merecia mais que isso.

Seja uma narradora confiável para ser uma boa pessoa para você. Antes que o mundo decida que performar é muito melhor de ser do que ser de fato que você é. E eu particularmente não gosto do que a internet ensina sobre mim ou sobre vocês, porque a internet vai estar te dizendo volta e meia que é melhor ser qualquer coisa do que você. E eu gosto de ser eu. Eu lutei muito, inclusive, para ser eu, a garota boazinha É alguém que eu guardo com muito carinho e eu a amo, mas eu precisei assumir o controle porque ela exatamente não sabia o que tava fazendo.

E talvez eu fale de mim como 3 pessoas diferentes para sempre, porque eu falo de mim de antes, que é a Manu do passado, a de agora que vos apresenta, e tem a Manu do futuro que ela vai chegar daqui a uns meses, a Manu de 35 anos. Cabelo longo, uma grande gostosa, porque eu tô treinando para facilitar a vida dela. Assim como a Manu atual teve que ralar muito para facilitar a minha vida de agora, a Manu do passado trabalhou incansavelmente para isso.

Eu honro ela por isso. Por incrível que pareça, foi a Manu boazinha que em algum momento decidiu ser boa para mim, para eu ser exatamente quem eu sou agora. Agora tá mais fácil tomar as rédeas. Mas uma frase eu tenho que deixar para perpetuar na sua cabeça e ecoar durante a semana inteira: mulheres boazinhas não enriquecem em nada. E eu espero que isso te atravesse de algum modo. E se você quiser completar isso, eu vou colocar o link dos dois livros lá no Insta, @levanteflui.

Eu vou tentar colocar todos os livros que eu amo em destaques. Uma seguidora me deu a ideia de colocar os livros que eu leio com frequência lá nos destaques. Então você vai encontrar isso lá no meu Insta. E vou tentar colocar aqui embaixo. Inclusive, estou verificada pelo Index. Muito obrigada a todos vocês que ouvem o podcast. Sigam, comentem, isso fica muito válido. Compartilha nos stories de vocês, me ajuda muito. Eu não sabia o quanto poderia me ajudar.

É um episódio, é um podcast totalmente independente que eu crio os episódios. Para você que não está me assistindo, está só me ouvindo, eu apenas ligo o microfone e começo a falar. Eu não tenho roteiro. Então ser verificada pelo Windex me deixa extremamente radiante com toda a trajetória que eu tô conseguindo sozinha. Sozinha eu edito e sozinha eu subo, mas só aconteceu o reconhecimento pelo Windex porque vocês assistem, ouvem e compartilham.

Então, meus mais sinceros obrigada a vocês. E já que vocês são tão bons comigo, experimentem ser bons com vocês também. É incrível. Você vai odiar por um tempo, mas depois você vai amar. Fiquem bem e até o nosso próximo episódio.

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