Vértice #520: 007 First Light, Unreal Engine 6, fim de Destiny 2 e mais!
Essa semana nos infiltramos em um castelo e atiramos misseis de nossas canetas em 007 First Light e resolvemos mistérios cthulhescos em Call of the Elder Gods.
E nas notícias comentamos o anúncio da data do próximo State of Play, o anúncio da Unreal Engine 6, o fim de Destiny 2 e Spellcasters Chronicles e mais!
- Fim do Destiny 2 e Futuro da BungieFim do desenvolvimento de conteúdo para Destiny 2 · Destiny 2 · Bungie · Sony · Marathon · Perda de valor da Bungie após aquisição pela Sony · Demissões na Bungie
HUMERTE-SE! Começando pela semana de 26 de maio de 26. Sim, esse aqui mesmo, que já falou aí sobre cinebiografias de sucesso, sobre cachorros da moda, mas hoje em especial videogames. Estou aqui com ele, que vai fazer aí a maior cobertura dessa internet sobre a Era 3 e Eduardo Sushiko. Olá, eu sinto muito saudade da época da E3, sabia disso? Pô, sim, também. Tem todo ano.
É que não é É outra vibe E era mais concentrado Eu fico pensando se a nostalgia é minha Mas quando eu penso nas coberturas Que a gente fez especificamente De tipo 2017 2016, 2017, 2018 E 2019 As últimas né A 2019 já foi um pouco mais Tem um sentimento diferente, um sentimento que se foi Até lá
por isso que era 3 uma coisa que morreu ali a sensação de você juntar pra assistir a conferência da Sony ainda tem tem aquelas não é palco, não é ao vivo pra você ver o Miyamoto bolado porque não tá pegando o sinal do remote pra jogar os caras de sword a câmera dando zoom e afastando da cara das pessoas
Era toda uma vibe. O menino Keanu Reeves entrando no palco. Isso, isso. Foi de 2019, inclusive. Foi o último respiro. E foi assim que a gente conheceu o Lucas do Nautilus. É verdade. Foi assim que está aqui como convidado. Não, é. A primeira vez que eu tive contato com ele foi quando ele foi lá em casa. Na primeira jogabilia em casa, participada da E3. Ele foi na primeira já? Foi, foi. Foi, foi. Acho que em 17.
Mas agora, né, E3 está tudo separado, né? Vários eventos, vários dias. E um dos eventos mais queridos e aguardados todos os anos é o PC Game Show, que o Rafa, que está aqui conosco, vai cobrir sozinho, né, Rafa? De tanto que você gosta. Eu amo muito, gente. Eu amo muito. É a soneca mais gostosa que eu tiro o ano todo, viu? É hipnotizante. Vocês têm esse negócio também, que quando você não pode dormir... Dá mais sono, claro. É muito mais sono e muito mais fácil de dormir, né? Sim, sim. E muito mais gostoso, até alguns diriam.
É a melhor soneca, realmente. Nossa, mas a PC Game Show... Essa sempre foi sofrida e continua sendo sofrida, né? Ah, sim. Já foi mais. Já foi bem mais sofrida. É. Eles melhoraram. Eles melhoraram o conteúdo. Hoje em dia, tudo virou PC Game Show. Esse que é o problema, entendeu? Não, nada a ver. Hoje em dia tudo virou Nintendo Direct. Não, antes fosse. Nintendo Direct é legal. Nintendo Direct costuma ser legal.
Mas é, quem sempre foi legal e nunca foi sofrido é ele, o Tengu Maru. É verdade. Atenção, teste do BuzzFeed. Se você fosse uma conferência D3, qual você seria? Conome 2010. Pô, tem que ter ano. O André foi muito rápido. Não, uma icônica que você lembra, assim. A minha é aquela do Xbox, que o cara mostra a sala dos sapatos, assim.
no Kinect é muito bom que ele vai olhar assim pra trás a minha é a que apresenta o Wii U e ninguém sabe se é um controle ou se é um console novo eu não sou ninguém, eu sou o Miyamoto tocando o Wii Music, eu não sei
Aquela apresentação do Wee Music na E3 foi muito boa. Especial porque o Sushi, eles consideram uma pessoa não musical, né? O Sushi, ele acha que ele... Não, eu sou... Eu não sei como é em português, mas eu sou Tom Def, né? Eu não distingo notas. Então... O Miyamoto também naquela conferência não tá distinguindo nenhuma nota.
E ele que também é um evento especial anual, Andra Campos. Sou eu. Anual. Todo ano. Pelo menos uma vez por ano, né, gente? O que você tá doando, Andra? Meu tempo e vida, né? Para vocês aqui toda semana. Porque é hora de mais um podcast Vertex. Esse podcast que acontece toda segunda-feira, às sete e meia da noite. A gente grava ele ao vivo. Vocês sabiam disso? Que a gente grava ele ao vivo. A gente tá aqui nesse momento, olha. Você aí do chat, você pode encostar na tela.
Você vai encostar, a gente vai sentir o seu toque. Então... Mas não encosto... Não encosto.
Cuidado como você encosta também, né? Cuidado onde, né? Com respeito também. Mas se encostar, eu gosto daqui. Entendi. Você que está aqui conosco nesse momento, apreciando esse momento ao vivo, vivendo isso com a gente, muito obrigado. Antes de mais nada. Para você que está vendo a versão editada desse podcast, considere aí, segunda que vem, 7h30, ter conosco aqui no canal do YouTube, no canal da Twitch, jogabilidade em ambos. Estamos esperando você para você participar dessa baguncinha.
Mas, aquilo, né, se você não gosta de coisa ao vivo, se você é da Gangue do Void, se você prefere assistir as coisas assim que elas estiverem concluídas, ou qualquer outra coisa, né, se esse horário não lhe é conveniente, isso aqui depois se torna um podcast de verdade editado e postado nas nossas plataformas aí. Como, por exemplo, é o caso do Spotify, né? O Spotify, você pode procurar lá por jogabilidade, você vai achar os podcasts da casa.
No fundo, a gente recomenda outras plataformas não ser de Spotify, mas o Spotify, ele tá...
tão difundido aí, né? Os números não mentem. Infelizmente, né? Ele, às vezes, derruba uns podcasts nossos que tem música licenciada. Mas o Alan Wake tinha música licenciada? Tinha, tinha. Mas as músicas do fim de capítulo são licenciadas? Não, isso é do 2, né? Não, a do 2 é o contrário. Do 1 são. É verdade, do 1 são. Pô, do 1 tem... Tem David Boy. Tem David Boy, é. Ah, tá. Ok. É porque eu tô muito com o 2 na cabeça, né? Então, o do 2 não são licenciados. Não, não são.
Talvez, bem, eu sei que pode usar Pode usar Mas o negócio é, às vezes a trilha do jogo dá problema também É, não sei se pode usar não, no Spotify a trilha do jogo dá problema Tipo trilha de Persona Trilha do Alan Wake mesmo, assim, do Old Gods of Asgard Mas a Remedy falou que pode O Sam Lake ligou pro Rafa Exato, eu sonhei com ele Ele falou pra mim
Mas bem, pode continuar ouvindo no YouTube, tem alguns podcasts que não estão lá. Se você quiser escutar em outro aplicativo aí, nós recomendamos. Outra coisa também, estou quebrando a cabeça, achei que eu tinha resolvido na última postagem aí, pra voltar aos timestamps dos blocos. É que sumiu, né?
No Spotify e sumiu em todos os lugares, então deve ser alguma coisa do nosso lado mesmo. Porque se fosse só algum mudança no Spotify, teria sumido só no Spotify. O feed, ele sempre volta, né? É um nosso inimigo eterno aí que sempre volta pra nos fuder. Em breve, espero que quando esse podcast for postado nas plataformas aí, já esteja resolvido. Ó, falaram que o Dash de melhores trilhas do ano, que a gente gravou esse ano no caso, ainda tá lá?
É só esperar a próxima passagem. Não é instantâneo. É, de tempo em tempo eles vão lá e só de sacanagem eles tiram. Pois é, de vez em quando eles surgem, eu recebo um e-mail falando 32 podcasts da seu feed estão sob risco de ser deletado. Se você for o dono dessas músicas, responda isso aqui. Ai, caralho, não sou dono. Infelizmente, Spotify, não sou. Tem que vir aqui dizer que eu não sou dono.
podia dobrar a porta, né? Só assim. E aí? Só eu? O que você ia fazer? Aí eles vão falar, David Bowie, as pessoas eu e o David Bowie. Eles não tem como provar que eu não sou o David Bowie. Mas é, então escuta lá no Spotify, escuta no VOD, pra Gangue do VOD e escute ao vivo também. Nós temos aí diversas modalidades pra você curtir o que a gente faz.
E se você quer ir além, se você quer mais podcasts ainda, nós temos também a nossa campanha de apoio no orelo.cc.jogabilidade. Uma campanha que em suas várias formas e modalidades existe desde 2015 e é o nosso principal sustento hoje em dia para manter esse projeto funcionando. Então nós agradecemos muito quem...
Vai lá todos os meses e dedica o seu rico dinheirinho, o seu suado dinheirinho pra fazer isso aqui acontecer. A partir de R$15,00 por mês, você tem acesso ao nosso grupo do Discord. Você tem acesso aos nossos podcasts bônus. E mais importante de tudo, né? Você tem o nosso agradecimento eterno. Aliás, foi ao ar, acho que hoje. Ontem. Ontem. Ontem, o último fora da caixa. Que foi um especial sobre o casamento do sushi. Que ficou muito legal. É verdade.
Se você quiser saber em primeira mão como foi o casamento do Sushi, mas mais ainda, como foi a despedida de solteiro do Sushi... É verdade. Você tem que ouvir. É verdade, é verdade. Tem que ver isso aí. Despedida de solteiro que aconteceu depois do casamento. Pra você ver como... Hoje em dia tá tudo virado, gente. Mas olha só, inclusive fiz a capa, tu vi pela primeira vez as fotos, realmente ficaram muito boas as fotos, e eu coloquei ali no cantinho uma foto que eu apareço pro pessoal...
pequenininho assim, que tem um quadrado e aí num canto ali a Thalissa colocou hoje no Instagram a foto que você aparece pra desmentir os rumores os boatos e o pessoal tá falando que é IA
Então já tá lá, tanto no aplicativo Dorello, tanto no Spotify, no Feed Premium, né? Quanto no Discord, pra quem quiser escutar, né? Pegar o arquivo MP3 aí. Um outro aviso aqui, asbaratas.com.br. Gente, tá vindo aí a época da Era 3, né? Ano passado, né? Nós fizemos um lançamento tríplice aí com os nossos amigos Overnautilus, né?
Eu tô com uma, que foi a do Nautilus. É verdade, que foi lançada justamente ano passado. Nós lançamos uma, o Overload lançou outra. Quem sabe isso não aconteça de novo, né? Na semana da Era 3 aí, quem sabe a gente não lance uma reedição de uma camiseta, que de acordo com o Gui Baratas, é a mais expedida, né, das que a gente já fez aí. Então, teremos uma reedição. Agora, tem gente ali no chat, perguntamos, teremos Silk Song? Tem ainda alguns modelos, né? Alguns poucos tamanhos.
É, assim, acho que de tamanhos tem quase todos, mas muito poucas unidades ainda. É, camiseta do Silk Song. E assim, vai lá no site das baratas, você vai encontrar várias das nossas camisetas ainda. Muitas delas não vão ter todos os tamanhos, né? Mas ainda, né, dependendo do que você veste, talvez você consiga encontrar o seu tamanho. Infelizmente, pra esses casos, se esgotou, esgotou. Por enquanto, não tem planos de ter uma reedição. Mas a gente está trabalhando aí com o Gui Baratas para...
trazer uma nova estampa das profundezas das nossas memórias para ser uma estampa reeditada e em pré-venda durante o período da Era 3. Além disso, até o dia 31 de maio, essa é a última oportunidade, semana que vem já não vai mais ter...
essa putaria toda aí. Até domingo. Até domingo, né, de acordo com o calendário aqui que eu vi, está rolando o site inteiro das baratas com desconto progressivo. Ou seja, se você levar duas peças, você leva com 10% de desconto, três peças com 15%, quatro peças com 20%, cinco ou mais peças com 20%.
25% de desconto. E isso tudo, se você colocar o nosso cupom, né? Que é o jogabilifrete, você ganha ainda frete crédito pra todo o Brasil. Independente de tá comprando nossa camiseta, né? Se você usa o nosso cupom, pinga um faz-me-ri pra gente ali. Independente do que você estiver comprando na loja. E a loja das baratas, a gente sempre fala aqui, né? É uma loja independente, que trabalha com artistas independentes. Trabalha com seres humanos, né? Com quadrinistas e artistas de todo o Brasil aí pra fazer as suas...
estampas. E tem estampas incríveis, né? De todos os tipos de filmes, cultura pop. Tá imprevendo agora, nesse exato momento, se você for lá, a estampa do X do Controle. Olha aí. Dos nossos queridos PH e Guilherme Dias, né? Que legal. Inside PH. É verdade. Queria dizer, gosto muito da qualidade da camiseta das baratas. E tá num preço justo hoje em dia. Muito. Tá ficando caro. Roupa, roupa é caro. Roupa, no geral, é bem caro. Roupa é caro, galera. Uma calça pra uma jovem de 16 anos.
Então, assim, pra camiseta estampada, né, dessas de cultura pop e tudo mais, a das baratas talvez seja a de melhor qualidade que eu já vi, assim. E o preço tá bem em conta mesmo. Dá uma olhada lá, aproveite os descontos progressivos aí. De novo, não precisa comprar especificamente a nossa, mas se quiser pode. Mas compre. Se quiser pode.
Mas dá uma olhada no catálogo lá que é muito bom Tem boné também Tem boné Tem o boné da jogabilidade ainda? Tem? Deixa eu ver Eu acho que tem Tem sim Porque é um bom boné É um bom boné Tem Pô, esse boné é muito bom Esse boné é bem legal, viu? Eu passei com ele hoje Porque eu fui fazer minha segunda sessão de... De laser? De laser Olha aí Realmente tá bom, hein? Aí eu...
tive que proteger do sol na ida e na volta, né? Doeu menos, porque tinha menos cabelo. Doeu, mas menos. O boné clássico não tem mais, mas tem um boné que a gente lançou no passado. É o boné de jogabilidade split. Ele é muito bonito. Ele é rosa, preto, detalhezicozinho azul. Não tem mensagem subliminar. E não tem nada subliminar ali de forma alguma. Asbaratos.com do BR, beleza?
Vamos lá então pra nossa pauta dessa semana. Vejam só, gente. Coisas aconteceram no mundo dos videogames e estamos aqui pra trazê-las a você. Começando, Tengu, com notícia ruim, né? Que a gente começa... Às vezes começa assim, né? A gente tenta fazer de já dar uma notícia ruim de cara e se possível terminar com alguma coisa de boa, de empolgante, né? A gente começa com uma notícia ruim, segue com uma notícia ruim e termina com outra ruim.
É, às vezes não tem como, às vezes não tem que fazer. Parece a minha vida. Mas o que acontece é que Destiny 2, né? Vamos falar de Destiny 2. Esse jogo que deu muitas alegrias, inclusive por jogabilidade, né? No começo, pelo menos. Pelo menos o sushi. Eu lembro que o sushi... Você também jogava? Ou o Korra que jogava? O Korra jogava mais. Eu joguei... Eu zerei o Destiny 2 também. É, pode ser que eu joguei um pouquinho também. Eu joguei um bocadinho do Destiny 1 e 2.
É, eu joguei uns dois meses, eu acho, bastante do Destiny, pré-outras expansões e tal, mas eu nunca mais voltei depois. É, então...
E aí, o que acontece é que o Destiny está indo para a Vala, né? Infelizmente. Valhalla? Para a Vala? Pode ser, está indo para a Vala, né? Cromado. Está indo para a Valhalla. Ia fazer já 10 anos já o jogo, não? 12. Não, o 2 é de 2017, né? O 2 faz 10 anos ano que vem, né? A franquia, que é de 2014, né? E fez 12 anos esse ano.
E aí o que vai acontecer é que Destiny 2, não é que ele vai simplesmente deixar de existir Como se fosse um Concorde da vida Mas a Band, né, ela anunciou Em seu site oficial que a última Atualização de conteúdo que eles vão lançar pro jogo Vai ser no dia 9 de junho, ou seja Logo aí. E vai ser uma dessas atualizações pra meio que Fechar a tua
Vai ser realmente a última atualização de conteúdo Eles disseram que vão ter várias cartas de amor A comunidade E aí que vai ter várias coisas que os jogadores estavam pedindo faz tempo Alterações de não só conteúdo Mas algumas alterações de sistema e de mecânicas Que os jogadores aparentemente vinham pedindo faz tempo
E aí, o que eles falaram é que não vai ter mais conteúdo inédito, isso realmente não vai ter mais, mas que eles vão manter uma equipe pra manter o jogo funcionando, né? Então, assim como Destiny 1 ainda funciona hoje em dia, você vai poder entrar, mesmo depois do dia 9 de junho, você vai poder entrar e jogar mais Destiny 2 até um dia eles decidirem fechar o servidor. Uns três meses, pelo menos, galera. Por aí, né? Por aí. Ele é free-to-play ainda, tem você saber?
Ele é, ele é. É pelo menos isso, né? Pois é. É que agora vai deixar de ser free-to-play. É.
Mas você paga pelas expansões. Eu acho que as recentes são pagas, mas é tipo o Final Fantasy XIV hoje em dia. Se eu não me engano. Eles vão liberando os outros aos poucos. Mas tem essa questão também. O Rafa perguntou, você vai poder jogar a campanha? Mais ou menos, né? Porque... Uma das mudanças que aconteceu no Destiny 2 é que eles meio que quando passou a ser... Acho que foi quando passou a ser Free-to-Play e tava entrando pra chamar a gente nova e tal, eles deram uma limada na campanha. Você não jogava ela inteira desde o começo mais.
Você não tinha mais acesso ao começo da campanha, pelo menos. É que eles foram atualizando o jogo com o tempo e as coisas antigas foram se tornando incompatíveis com o código. Então, hoje em dia, eles falam que eles colocaram no cofre, né? Então tem vários conteúdos do Destiny 2 que não estão mais disponíveis porque estão nesse cofre aí. E de vez em quando eles até trazem uns lugares antigos, uns mapas antigos e tal, mas o conteúdo mesmo antigo não está disponível.
E para estar disponível, isso ia requerer tempo de desenvolvimento, porque eles meio que teriam que portar esse conteúdo para a versão mais nova do jogo, que é algo que eles poderiam fazer.
fazer nessa oportunidade aí. Levando em consideração o que o Caio Sto falou, eles deveriam fazer, porque não são mais as expansões que você comprou lá atrás e não dá pra jogar. Exatamente. E assim, a história tá incompleta, se alguém... Começar hoje não consegue ver a história toda. Não consegue, é. Não consegue ver tudo que aconteceu. Não consegue jogar, né, tudo. Isso é bizarríssimo. Eu acho isso meio bizarro mesmo. É uma decisão bizarra.
Tipo, eu entendo a decisão de, ok, a gente vai atualizar o código do jogo, né, pra poder fazer coisas novas, né, e ficar mais moderno e tal, mas, pô, tinha que fazer isso de uma forma que fosse acompanhando, né, tipo, sei lá, wow, né, hoje em dia você ainda consegue jogar, sei lá, as raids do, sei lá, Leech King. Não, o Final Fantasy XIV também, tá aí há 14 anos já quase.
E para Blizzard isso foi tão importante que eles lançaram até o WoW Classic, né? Que aí volta o mundo anterior. Do jeito que era, as mecânicas do jeito que era, essa coisa toda, né? Então realmente muito bizarra essa decisão aí da Band, né? Aparentemente a base de jogadores do Destiny vinha caindo há algum tempo, já.
que até que é de se esperar, né, com um jogo desses, mas também a última expansão grande que teve, acho que é Final Shape o nome. O Shape Final. E ela também não foi muito bem recebida. Não sei as particularidades dessa expansão nem nada, mas aparentemente ela não foi muito bem recebida. E isso acabou juntando vários fatores.
Acho que como um fechamento da narrativa, eu acho que foi até legal, mas não chamou gente que já tinha abandonado, não conseguiu revitalizar e tiveram decisões polêmicas ali em termos das mudanças do jogo. Eles tiraram muita coisa que o pessoal gostava. Inclusive algumas dessas coisas vão voltar nessa atualização agora, mas é bizarro, né? Bizarro assim, eu fico...
Pensando porque o Destiny 2, ele, né, muita da equipe que trabalhava em Destiny 2 foi aos poucos migrando pro Marathon, né? Então a gente não tá falando assim, ah, a equipe de Destiny 2 não vai fazer Destiny 3, né? Porque muito dessa equipe já foi pra Marathon também, e eles estão em Marathon. Mas é muito bizarro, assim, pensar que, pô, a Sony comprou a Band, que nem a gente falou... Um filhão de dólares.
É, por 3.6 bilhões de dólares, né? Um estúdio que só tinha Destiny, né? A única coisa que eles tinham feito na história deles era Destiny. Compraram eles no meio do desenvolvimento, né? Da vida de Game as a Service do Destiny 2. E não vai ter mais Destiny, né? Cogiram no chat e a expansão mais nova que não foi bem foi a Edge of Fate. Final Chip foi uma anterior a essa.
É que todas tem nome de expansão final. Isso. Uma coisa, né? Que nem o André falou, algumas pessoas foram já realocadas para desenvolver o Marathon, né? Vão manter algumas pessoas para continuar mantendo o Destiny 2 vivo em alguma capacidade, né? E o Marathon, né? A gente sabe que a Sony comprou a Band Mix no lance mil superfaturado. E a Sony divulgou recentemente que eles chamam de Impairment Loss, né? O Impairment Loss de 765 milhões de dólares. Que a gente falou no Vertispa...
Foi no mês passado ou retrasado? Foi no mês passado, só no ano. Que é basicamente os ativos da Band perderam o valor que eles tinham anteriormente. Então é como se a Band hoje valesse, os ativos, as propriedades da Band, valessem hoje quase 800 milhões de dólares menos do que eles valiam anteriormente.
Isso é um fator a Sony não disse, não revelou. Como o Marathon está indo, a gente não sabe se ele foi um sucesso, se foi um fracasso, quantos jogadores estão jogando, nem nada do gênero. A gente sabe que o Marathon foi bem recebido na crítica, e que tem jogadores, os jogadores que gostam, gostam muito e falam muito sobre o jogo.
Mas, por exemplo, a gente não tem os números completos, né? Porque, como o Tengu falou, a gente não tem acesso aos números do Playstation, né? Mas a gente tem acesso aos números do Steam, por exemplo, né? E caiu bastante, né? O lance é esse que, tipo, eu até comentei que, num vértice passado aí, que o Marathon tinha sido um sucesso, mas foi um sucesso de lançamento, né? O problema de jogos desse tipo é que todo dia é um novo dia para fracassar, né? Todo dia é uma nova possibilidade de você fracassar.
E os números, eles caíram bastante e já estão, assim, com uma preocupação grande, né? Porque a próxima temporada lança em junho agora e já tem uma preocupação de que se essa temporada vai conseguir trazer gente nova. Já tem várias mudanças engatilhadas pra focar nisso, pra trazer pessoas que deixaram o jogo pra trás, pra trazer novos jogadores, porque os números caíram muito. Hoje, de tarde, né? Tudo bem que não é um horário muito bom, mas eu fui checar e ele tava com 8 mil jogadores simultâneos no Steam. Não, exato.
É ruim, é bem ruim. Por exemplo, um jogo equivalente, que é meio que do mesmo gênero e também não é um jogo free to play, que seria o Ark Raiders, no mesmo período tava com 65 mil. Então assim, de novo, não é um horário, né, de pico de jogadores, mas o Marathon tá a algumas ordens, né, de escala menor aí do que o Ark Raiders, nesse sentido. É, eu tô vendo Overwatch aqui, tá 64 mil jogadores agora.
O Overwatch, ele é pago? Não, ele é gratuito. Mas é que o Marathon é pago, eu esqueci que o Marathon... É verdade, não, e a maioria não joga no Steam, né? É, no caso do Overwatch. Do Overwatch, é. Tem muita gente que joga pelo... Eu, por exemplo, jogo pelo... Pelo Launcher da Blizzard. É, pelo Launcher da Blizzard, que é o... Battle Night.
lembrando que o Marathon tem aí um número desconhecido que é o número de jogadores que estão jogando no Playstation mas se a gente for tomar Helldivers como parâmetro pra alguma coisa a maioria dos jogadores estão no PC então supõe-se que o número de jogadores no Playstation seria um pouco menor ainda do que esses 8 mil
Mas isso tudo são suposições, né? Porque a gente não sabe os números no Playstation. Exato, a gente não sabe. E eles mesmo não fizeram nenhuma declaração oficial sobre nada disso. Mas mesmo levando em consideração, por exemplo, o Arc Raiders também está no Playstation e tudo mais. Então, uma boa comparação para um jogo que é considerado bem, que está sendo considerado estável, que é o Arc Raiders, está uma quantidade de jogadores bem abaixo.
E aí, agora, é que vem a parte realmente ruim da notícia, né? Porque aí, depois disso, né, o Jason Schreier na Bloomberg, falou que nem recebeu informações de que vai rolar, sim, demissões significativas dentro da Band, né? Então, como a gente falou, parte da equipe foi pro Marathon, parte da equipe vai ficar trabalhando, mantendo o Destiny 2 vivo, mas essa galera que sobrou, entre aspas, né, vai ser demitida. Hoje a Band, ela não tá trabalhando no Destiny 3 ainda, e nem tem previsão, talvez, ela tá
equipe tá piteando, né, vários projetos pra Sony, atualmente, mas assim, não tem garantia de que nenhum deles vá pra frente. É, o tom do post que eles fizeram é muito de despedida de Destiny, assim, sabe, vamos, chegou a hora de ir pra outros universos, explorar outras coisas e tal.
Eu, assim, eles até deixam uma brecha pra não morrer de vez, que eles falam, tipo, dar oportunidade pra novas aventuras em Destiny. Um negócio assim, esqueci os termos exatos, mas, tipo, olha, não é que a série vai morrer, mas a gente não vai mexer nela, pelo menos por um tempo. Principalmente porque, nessas pitches que o Tengu tava comentando, negaram um pitch de Destiny 3. Então, o que vai vir da Band aí depois, né? Não sei. Fora a Marathon, né?
Realmente não dá pra saber. Então, assim, é uma informação que não foi a Band, não falou nada a respeito, não confirmou nada de que vai ter demissões nem nada. Ainda não rolaram essas demissões, mas elas devem vir em algum momento aí. O destino da Band é muito incerto, né? É. É bem, bem incerto. Porque, assim, o maraton não deve durar muito mais tempo. Se a gente for aplicar... Eu chuto que não.
ao maraton, né, o destino que a gente tem visto de jogos de serviço que não conseguem manter um número expressivo de jogadores, a menos que eles consigam virar o jogo, e eu sinceramente torço, né, pra que eles consigam, porque eu acho que a Bungie tá numa situação muito ingrata, né, assim, eles fizeram muita merda também, mas sim, muitas das pessoas que fizeram as merdas já vazaram também, né, então não dá pra responsabilizar o estúdio inteiro por essas decisões.
Não, e uma pessoa que comprou, ela concatou muita merda, foi um tal de dinheiro aí, né? Não, é, assim, toda essa coisa, né, de que a Band, ela foi comprada na época de um sonho muito lindo de 15 jogos de serviço, que, né, eles iam ir lá e aprovar com o selo Band, todos esses 15 jogos iam ser lançados numa esteira industrial, e todo mundo ia, bilhões de jogadores em todos eles. E todos os jogadores do mundo iam jogar todos os 15 jogos ao mesmo tempo. Exato, né?
um plano infalível, realmente. Você olha assim e pensa caramba, como é que isso não deu certo, né, galera? Pô, não tinha como dar errado. Então, era assim, é uma outra época, né, de um outro, até de um outro estúdio mesmo. Só que assim, tem todo o papo também que o Pete Parsons, que era o antigo CEO da Band, né, tem todo o lance de como que o Destiny 2, principalmente no começo, né, que tava indo muito bem financeiramente, ao invés de reinvestir esse dinheiro no Destiny 2, eles começaram a meio que segurar esse dinheiro, fazer incubações de novos jogos pra aumentar a margem de lucro
da empresa pra conseguir vender a Band por um preço muito mais alto pra Sony, né? E eles conseguiram. E aí o que aconteceu? O Pete Passon saiu com um paraquedas de ouro, com bônus altíssimos e tudo mais. E pra ele, né? Ele cumpriu a missão dele ali, né? Ele fez o dinheiro.
E a Sony ficou com esse estúdio que, sim, é foda, porque eu fico vendo, né, o que a Bungie fez antes, né, da Sony, quando era a Activision, eu vejo muita incompetência da Sony também nisso, sabe, de pegar, de não ter conseguido pegar esse estúdio que, pô, fez dois Destiny's, né, que... Já tinha feito o Halo, né, pô. É, mas, né, como Bungie, né, como Bungie independente.
ali da Microsoft, fez os dois Dashies que foram meio que o jogo que inventou esse modelo de negócios praticamente, né, obviamente não foi inventado do zero, mas meio que criou esse tipo de jogo que a indústria inteira passou uma década correndo atrás aí, né, e não soube gerenciar esse estúdio, tirar algo de bom deles, assim, sabe, eu acho que tem muita incompetência do gerenciamento dessa equipe também, e acho que isso cai muito no colo da Sony.
mas eu acho que eles foram pra essa compra da Band com uma expectativa muito errada também, né? Tanto que tudo que a gente ouve falar sobre as expectativas da Sony pra Band, sobre resultados trimestrais da Band e tal, era sempre que não cumpriu, que não entregou, que tá queimando o esperado, justamente porque comprou a um valor.
absurdo, assim, um valor absurdo que um jogo de, que um estúdio de um jogo só nunca ia conseguir, né, a menos que Destiny crescesse exponencialmente depois que foi comprado, nunca ia conseguir cumprir isso, e aí quando foi se tornando menos interessante a ideia dos 15, 12, 13 jogos de serviço, né, quando isso foi aos poucos morrendo, né, ficou...
menos e menos viável manter a Bungie. E aí a gente chega a esse estado atual que nem Destiny 2 e mais eles têm, que foi o grande sucesso do estúdio desde que... A única coisa que deu mais certo o estúdio desde que a Sony comprou eles. E agora tá tudo dependendo do sucesso de Marathon e a gente já sabe como é que Marathon tá. Então, realmente, como o Tengu disse, o destino da Bungie, ele é sombrio. Eu torço muito pelo estúdio, mas não sei não, galera.
O negócio é que a parada da desvalorização do estúdio, né? Que o estúdio desvalorizou 800 milhões aí desde a compra. Um, eu acho ainda surpreendente que de alguma forma analistas dizem que o estúdio vale mais de 2 bilhões. Ainda, né? Eu acho que eles só estão segurando, né? Tipo, se fosse ver na realidade mesmo, acho que vale bem menos. Pois é. Ah, mas é aquilo, né? Que dinheiro é uma coisa que nem existe de verdade. Análise financeira não existe. É só sugestão. Mas...
Se eles forem levar a sério essas próprias análises que talvez eles estão puxando sardinha de si mesmo pra parecer melhor do que estão de fato, eles não vendem o estúdio, porque o estúdio ainda vale alguma coisa. Quer dizer, eles não fecham o estúdio, eles talvez vendam ele. Mas talvez vender o estúdio seja um bom caminho aí pra eles. Quem que vai pagar um bilhão ou mais na Banjo hoje em dia? O jogabilidade, galera. Estamos, porra. Vamos fazer essa bacia aí. Merda no jogabilidade.
Vamos comprar a Band. É, o quê? 100 reais? Ah, uns 100 em 100, 150 no máximo? 150 com 50 de bônus distribuindo entre os funcionários ali? Mas para a avisa tem desconto ainda. É, então. Paga no Pix. Paga no Pix, exatamente. Então eu acho...
assim, eu sendo otimista aqui, tá? Pela primeira vez na minha vida. Que o estúdio não vai só acabar assim do nada. Mesmo com o Marathon tá nessa situação, né, complicada, mesmo Destiny morrendo, eu acho que eles só não vão matar esse estúdio do nada. Eu acho que pode acontecer uma tentativa de vender esse estúdio, só que aí o lance é quem que compra, entendeu? É.
O vício vaca no chat falou, a Microsoft pra fazer Halo. Junta eles com a 3 for 3 pra fazer Halo de novo. Desculpa, não tem mais 3 for 3, é Halo Studios? Desculpa, Halo Studios. Mas é algo que a Acha Charma faria. Eu acho que ela faria isso. Porque ela é muito galera. Ela é muito galera.
muito galera. Eu acho que é algo populista, né? E assim, só não sei se tem esse dinheiro pra só jogar aí, né? Ela falou, ó, 100 milhões e não se fala mais disso. É, então, assim, na boa, eu acho que dependendo, né, dá mais dois meses aí pra Marathon, eu acho que a Sony vende a Band pra uns 100 milhãozinho, vai. Eu acho que vende. Então, assim, nada é impossível, né? A gente já viu coisas muito mais estranhas do que isso acontecer.
comprarem a Bungie por um zilhão de dólares. Assim, seria interessante, né, a Bungie voltando a fazer Halo, já pensou? Tudo bem que, né, as pessoas responsáveis, trilogia Halo, Halo Reach e tal, não estão mais lá. Mas, ainda assim, seria interessante. Mas, assim, a Bungie é uma empresa que, assim, independente de as pessoas que fizeram Halo estarem lá ou não, é uma empresa que sabe fazer jogo de tiro. Com certeza, isso ele sabe. Os caras sabem fazer muito.
Eles têm uma boa base. Destiny 1 é muito bom, Destiny 2 é muito bom. E o Marathon, um pouco que eu joguei, ele é muito bom também. Então, saber fazer os jogos, eles sabem. Agora, eu acho realmente... Pra mim é inacreditável o fato de que você tem essa equipe que tava trabalhando em Destiny e a única coisa que dá pra fazer com essa equipe é demitir ela. Isso é foda.
Isso pra mim, assim, eu entendo que, de novo, né, é um estúdio que já tá com dificuldade de dar dinheiro e atingir as marcas que eles precisam e tudo mais. Mas, sabe, que fosse fazer isso, tirar as coisas do Vault, portarem os conteúdos que estão no Vault pra versão mais recente do jogo aí, isso pra mim é de fuder, sabe? Tipo, o fato de que você comprou o estúdio de Destiny e não vai ter mais Destiny.
É muito doido isso, né? Quando você for pra pensar Vou comprar um fabricante de chocolate E mandar ele Cortar maçã Porra, sei lá, né? Provavelmente tem muitas metáforas melhor Mas foi a que me veio agora Mas enfim Torcendo aí pelo não fechamento da punch
Mas, Sushi, tá tudo bem, sabe por quê? Porque semana que vem, né, está chegando aí o período da Era 3, esse período mágico do ano, onde nós vamos ver ser anunciado centenas de jogos que ninguém vai jogar e outros tantos que fecharão em cerca de dois meses depois do seu lançamento. Então está tudo bem, né? Exatamente, André. E pra gente ver esses jogos que talvez não lancem ou durem pouco tempo ou não façam sucesso nenhum, porque ninguém consegue mais jogar jogos porque são muitos jogos todos os dias e muito dinheiro.
a gente vai ter essa apresentação linda e maravilhosa dia 2, semana que vem 2 de junho, é verdade às 4 da tarde do Brasil eu vi que você era umas 6 da tarde 6 da tarde talvez então do Brasil vai ter o State of Play vai ter o State of Play que vai ser coberto pela sua equipe favorita da internet o Overnautibilidade, né? o seu agrupamento de equipes então estaremos, inclusive
Fica o aviso, né? Pra você que está aqui conosco assistindo ao vivo, ou talvez esteja vendo o VOD, antes da quinta-feira, aliás, da sexta-feira, essa sexta, às seis da tarde, nós vamos montar o bingo da Era 3, juntamente com o Overload Drainout. É seis da tarde, eu vi a...
aqui na tabela do... Seis da tarde, o Stage of Play. E seis da tarde dessa sexta, a montagem do bingo com o Vernal Tibilidade. Aí vamos falar, né? Vamos montar no bingo. E o que isso quer dizer? Significa que a gente vai dar uma passada por tudo que tem previsto, né? Com rumor, tudo que a gente aposta que vai acontecer. Ah, é... A gente vai falar que vai ter Chicken Jockey. Chicken Jockey de novo. Caralho. De novo. Que momento. Que momento.
O melhor momento da Era 3 ano passado. Um beijo, Lucas, aí. Um beijo, um beijo. O Stage of Play desse ano, do período Era 3, que costuma ser os eventos mais graúdos, né? O que a gente sabe é que vai ter Wolverine. Wolverine, sim. Que já foi dito, né? Que vai ter um foco. Eu não sei se vai ser, sei lá, metade, 10 minutos de 40. A gente não sabe exatamente isso. Mas vai ser a atração principal da Sony e vai ser o Wolverine. Vai ser 30 minutos de 40.
Não, não, eles costumam dedicar um bloco maior, mas vai ter mais coisa. O lance é que Wolverine tá próximo, né? Setembro já, então... Até vazou antes, né? Ah, bom, é. Se for considerado vazamento, é há menos dois anos, né? Isso. Mas sim, então é o jogo mais próximo aí pra lançar. Também, assim, Tocon, né? Tocon vem quando mesmo? Semana que vem.
Então, Tocon, em termos de jogo publicado, é o jogo mais perto. Então, talvez, como é semana que vem, talvez tenha um trailer de lançamento, né? Alguma coisa assim. Tocon, se não me engano, é dia 4. Tocon é agosto. Agosto ainda. 6 de agosto. É muito certo que vai ter alguma coisa, né? Será que não é um beta, alguma coisa assim, sushi, de Tocon? Porque eu vi aqui. Na notícia fala que o Marvel Tocon sai 4 dias depois da apresentação.
Não sabe qual a apresentação? Às vezes vai ter um em agosto. Talvez é um beta? Ah, deve ser. Isso daí é notícia escrita pelo chat de APT. É. Que eu tava vendo aqui no Steam. Tanto no Steam quanto na PSN 6 de agosto. Ok. Então falaram merda aqui. A Flare é beta.
Ok, ok, ok. Então provavelmente vai ter Marvel Tocom, provavelmente mostrando mais personagens, que a gente ainda não sabe, né? Todos disponíveis. Eles estão aproveitando eventos, né? Pra ir salpicando alguns personagens. Tipo, na Evo a gente teve...
Foi o Hulk... É. Agora, por ocasião da Evo e da Gamescom, foi Pantera Negra... Foi aquele Hulk... Shuri. Que é a Pantera Negra. Ah, sim. E o Hulk. E o Hulk. É, é, é. Teve mais um também. Não, foram esses dois. Só os dois? Foram esses dois. E tem os rumores do Carnage, né? Porque no trailer que apresenta esses dois, tem tipo umas mensagens secretas espalhadas que o pessoal acha que vai ter o Carnage. O que seria curioso, que talvez não tivesse o Venom, mas o Carnage em vez do Venom.
O Carnage? Você quis dizer o... Carnificina. Carnificina? Não, não. O The Spider-Man. O The Spider-Man.
Tem como inimigo o Carnage, o Scorpion e o Vulture. E o Black Panther. Ó, o Leo comentou que faltam dois times. Eu não duvido que revele um desses dois times no evento. Falaram que tem que anunciar os vilões ainda. Mas Sushi, e o jogo mais aguardado da galera, Fair Games, vai aparecer?
Supostamente, André? Sim. Algo concreto? Não. Mas as pessoas estão assumindo rumores, né? Presumindo. Hoje em dia, assumindo é a mesma coisa. A língua é mútua, André. O passarinho vem dizendo que vai ter Fair Games. Vai ter o mesmo nome? Vai ter um nome diferente? Não sabemos ainda. O negócio é que a Sony registrou recentemente o break-in. O termo break-in. De arrombar, né? Entrar. Mas ela pode registrar um termo? Como o nome de uma marca, né? É.
Há especulações de que esse vai ser o novo nome do Fair Games, que é o jogo do... Qual era o nome do estúdio mesmo? Haven. Haven, exato. O jogo foi anunciado há quatro anos atrás? É, 2022 ou 2023 e sumiu, né? Teve um trailer CG, foi anunciado. Esse é o estúdio da Jade Raymond aí, pra quem se lembra, acompanhava o lançamento de videogames na época do Assassin's Creed 1. Ela que vem aí de grandes empreitadas que deram todo certo, como o Google Stadia.
mas também já pulou fora, né? Acho que em 2024 ou 2025 ela saiu do estúdio, a gente não sabe exatamente por quê. Muitas especulações aí de que o jogo seria cancelado, mas ao que tudo indica, não, né? Porque teve isso do registro da marca Break In, e aí você pensa, pô, mas até aí pode ser um jogo à parte, né?
Só que, curiosamente, algumas semanas atrás, o Insider Gaming postou vazamentos que eles tiveram do Fair Games, falando dos modos de jogo que o jogo ia ter. E um desses modos se chamava Breaking, que seria meio que o modo principal. Porque, assim, o Fair Games, pra quem não sabe, vai ser um jogo de heist competitivo. Vão ter equipes competindo pra ver quem rouba mais, né, ou de alguma coisa.
E sabe o que é engraçado? É tipo o de ladrão agora Que saiu por 20 reais Ah, o do Warren Spector Tick as thieves Que era mais ou menos isso, né? Era equipes tentando fazer um heist primeiro Em algum lugar Que se enfrentam nesse processo
Eu achava que Fire Games era pra vender os jogos com preço mais barato, não era? Esse é o jogo justo. Ah, é a tradução. Isso, mas esse é um dos modos que você tem que descobrir como abrir o cofre, aí todo mundo vai, invade o cofre e tal, mas eles também falaram que vai ter dois outros modos, que é Drill, que é só roubar e interceptar os outros roubadores ali, também conhecido como Ladrões, e Extract, que é um modo mais próximo de um Extraction Shooter, que você tem que esperar o veículo pra ir embora, essa coisa toda.
É muito... Seria muito coincidência ou, sei lá, a mesma fonte vazou as duas coisas falsas aí, né? Ou pelo menos ele tinha informações aí de que a Sony ia registrar alguma coisa chamada Breaking e inventou a notícia do Fair Games em volta. Eu acho provável, acho muito provável que seja verdade isso tudo. E que talvez, assim, possa ser realmente o nome do novo jogo, o novo nome do jogo, ou simplesmente que eles estão, né, registrando o nome desse modo de jogo, que seria mais estranho, né? É.
Mas assim, eu gosto mais de Fair Games enquanto um nome de produto, mas eu acho que Break In é mais comunicativo, né? Ele te explica melhor qual que é a premissa do jogo e talvez seja algo que pra esse jogo seja bom. Mas onde você vai botar o cifrão? No Break In?
Mas já não tem mais cifrão. O cifrão foi só no anúncio. Depois eles já removeram. Então é o pior jogo já feito. Então por isso que trocaram o nome. Trocaram, exato. Sem cifrão não dá. Eu acho muito triste também. Sabiam, Gidius? Não tem mais cifrão no nome do Fire Games. Já mudaram. André, qual era o nome daquele jogo que também era Gamers at Service? Que nunca lançou. Que você tinha que pegar a lixo do Sonic no espaço? É o Hienas, né? Hienas, da Creative Assembly. Esse foi cancelado, né? Foi, foi, foi.
Mas vai ser um outro grande sucesso da Sony Com certeza A Sony vem lançando Muitos jogos de sucesso Desses online Então acho que a gente vem mais um hit Mas dos jogos da Sony Que a gente sabe na apresentação De jogos novos, provavelmente vai ter coisa de maraton Provavelmente vai ter coisa de
Hell... Divers. Alguma coisa de Hell Divers. Tem o DLC. Ah, mas na Sony? Vai que, né? Sonhar sempre é possível. Eu acho mais possível com o Microsoft. Microsoft. A Microsoft foi a primeira, né? É, mas quem mostrou o gameplay depois do ressurgimento, depois dos nossos profetas virem, foi a Nintendo, né? Então...
A Nintendo nem tem mais direction, né? Falando, assim, de rumores pro Stage of Play, o que pode vir mais aí, tem aquele God of War da Freya, né? Aliás, da Freya, não, da Faye, né? Que é a esposa do Kratos, né? Ao que tudo indica, é o projeto do Corey Barlog aí. É, tem isso? Não lembrava de sair, não. Pô, num escuto o Vertis é foda.
Parece que eu tô... Você é sacanagem? Eu tô ouvindo que é a primeira vez na minha vida. Eu esqueci disso. É, não, é. Tem esse jogo onde você vai jogar com a Faye, né? Com a giganta. Uma que tinha um tamanho normal. É. Giganta apenas em sugestão. Apenas no coração. Com uma mulher de um coração gigante, né?
Pode ser que seja, né, um das coisas aí que tá pra ser anunciada. Dizem os rumores por aí. Tem também, talvez, né, a possibilidade aí do Intergalactic, mas, sei lá, parece cedo. Quem não lembra é o novo jogo da Nauri Dog. Isso, aquele da moça caçadora de recompensas no espaço. Que não vai se passar no espaço, né? É Soulslike, é Bloodborne. Supostamente, supostamente. Ó, o chat tá falando. Remakes de Cold Verônica.
DLC de Dragon's Dogma 2. Eu também quero acreditar, galera. É isso aí. Eu acredito sempre ser na DLC de Dragon's Dogma. Se não for aqui, vai ser em algum desses outros eventos aí. É? Pô, assim, é uma daquelas que você fica, pô, se não tiver nada aí, é muita coincidência. Porque aquela imagem de aniversário, ou é alguém muito mal intencionado, né, zoando com a cara de geral, ou tem...
negócio aí, pô. Os caras vão escrever no pegaminho, ah, tem coisa nova vindo do norte. Aí põe um personagem que ninguém conhece, virado de costas no fundo, escondido assim. É que você mandou a IA fazer imagem. Não, é assim, a IA não conseguiria escrever o texto no idioma do jogo, né? Então, pra mim, absolutamente, 100% tá vindo aí da DLC de Dragon's Ogle. Mas você acha que a Capcom anunciaria agora no State of Play da Sony? Também o Code Veronica Remake? Então, acho que o Code Veronica ainda tá cedo pro padrão de anúncios deles.
Mas é que é um Resident Evil por ano, né? E aí ano que vem vai ser o Code for ano que é remake. Se bem que o Requiem foi no Summer Game Fest, né? Eu acho mais provável no Summer Game Fest. Talvez seja no Summer Game Fest. É possível. É possível. Pô, mas aí vocês esqueceram o mais óbvio dos lançamentos do anúncio do City of Play, que é a Bloodborne HD, né? Ah, não, isso vai vir muito.
eles vão falar, é mentira que a gente vendeu a Bluepoint vendeu não, fechou o estúdio a From ela tá em silêncio desde o ano passado quando ela anunciou Dusk Bloods e a versão Tarnished do Othering foi na Direct da Nintendo é, porque eles tão trabalhando no Bloodborne claro, dois Bloodborne, dois nem é mais o HD qual que é o nome do porra da maia novo lá?
Do Skibloods? Não, não. O novo rumor aí. Ah, tá. O Cerulean Unslot. Cerulean Unslot. Esse belo nome. Esse daí vai ser anunciado. Talvez não anunciem o Code Veronica, mas tem também os DLCs do Resident Evil Hacking, né? Tem dois DLCs pra sair. Eu acharia mais provável em Temgur. Eu acho que talvez a gente veja DLC do Hacking no State of Play e Code Veronica no Game Awards.
No Game Awards? É, porque eles anunciam no Game Awards e lançam em fevereiro. Talvez nem em fevereiro, né? Talvez eu lance um pouco mais tarde, talvez em maio, não sei. É que tem que ver, né? Uma coisa que eu vou já queimar a largada do bolão do Game Awards é que eles ainda não anunciaram a data do Nimuxa, né? Isso. Mas do Game Awards até o Game Awards já... Não, perdão, perdão. Do Summer Game Fest. Já era 3. Já era 3. Eles não anunciaram a data do Nimuxa ainda, né?
E também eu tô enrolando pra fazer. E eu acho que se eles mantiverem o mesmo lançamento pra esse ano, capaz de já vir com demo. Que a Capcom tem mandado umas demos recentemente. Possível, possível. Foi perguntar no Half-Life 3. Eu acho muito difícil de ser um evento da Sony, gente. Ou mesmo é foda, né? Porque tem um histórico do Gabe Newell no palco da Sony, que é aquela conferência de 2010. E tem relação positiva boa aí da Valve com o Geoff Keighley, né?
Mas do jeito que a Valve é, o dia que ela for anunciar vai ser, sabe, uma tarde de quarta-feira, assim, do nada, um tweet, um trailer de dois minutos, alguém soltou lá e foda-se, é isso, sabe? Eu acho que não vai ter evento, não vai ter nada de especial em volta, não, acho que é bem provável. Da France, tá falando?
Da Valve. Ah, da Valve, é. É porque não vai ter também, né, André? É, bom, aí fica mais difícil, né? Quando não existe, fica mais difícil. Mas assim, a gente tá falando da Capcom, o importante é dizer que ela é ruiz de festa, ela aparece em todos, né? Isso é verdade. Tem também a expansão do Monster Hunter Wilds, né? Exato. Que Monster Hunter costuma ter sempre uma expansão grande depois do lançamento, né? E ainda não tem nada anunciado. Que é praticamente um jogo novo, né? Mega Man, quem sabe? Mega Man.
A gente tem que saber mais sobre o Mega Man 12 Que não é 12 É o Dual Override A Capcom realmente é a única empresa que lança jogos Impressionante A Konami lança também, cara Não, não lança não A Konami vai lançar, feito por outra empresa Mas vai lançar o novo Castlevania, né
E o novo Silent Hill. É verdade, o novo Silent Hill também. Pois é. O Zona ser um novo contra-hardcore, com mais lobo. Agora todo mundo é lobo. Isso é bom, hein? Agora eu pergunto pra vocês. E Halo, hein? Vocês acham que aparece? Não, no Stage of Play. Eu acho que não, hein?
É, porque tá anunciado, né? Não, eu acho que não aparece. Seria um momento assim... Se eu fosse a Sony, eu faria questão de mostrar o trailer do Halo, que é pra mostrar a dominância. Exato. Ah, não é. Mas eu acho que, por outro lado, pra mostrar a dominância, a Acha Charma não deixaria.
Aí é que é o lance. Eu acho que ainda existe uma possibilidade desse Halo não sair para o Playstation. Tudo bem que essas coisas são acordadas, né? Muitos meses de antecedência. Talvez já tenha um contrato aí que não dê para desfazer. Talvez, eu não lembro agora, mas talvez ele já esteja na PSN, listado na PSN, o Halo? É, não sei. Talvez, tá? Eu não sei.
ainda dá tempo de voltar atrás, mas se der eu consigo ver sendo um desses movimentos porque assim, supondo a gente não sabe ainda, mas vamos ver o quanto que é papinho e o quanto que é atitude de fato, mas eles tem gesticulado muito na direção de acabar com multiplataformas, voltar com exclusividade, voltar com o Xbox de antigamente antigamente que era bom e tudo mais vamos ver o quanto disso que vai se converter em realidade, se eles forem realmente pra essa direção, um power move muito foda seria imagina
trailer de Halo, né? Aparece... Aparece assim no espaço, o Halo girando, né? Aquela música toda... E aí... Ô, Rafa, tô contando a historinha aqui. Eu ia contar uma boa também. Ué, como assim? Aí chega, na tela verde, o Major Nelson, sem camisa, e fala assim, seus gamers!
seus sonistas imundos. Vocês querem jogar Halo, é? Se fuderam. E aí mostra um Xbox assim, e sai e vai embora. E aí o plano acaba. Na State of Play? É óbvio. É que bom que ninguém da Sony viu esse vídeo. Eles levam o pendrive, tipo, ó, bota esse aqui.
É do Halo novo. O Major Nelson não tá mais lá. Exatamente! Você acha que a Axa Chama não contrataria o Major Nelson pra trazer de volta? É, André, mas e se aparecer o Capitão Halo lá? Capitão Halo? Qual é o nome dele, Rafa? Master Chief. Qual que é o nome dele de verdade, Rafa?
Ele tem nome de verdade? Tem, tem É um nome e um número Rian07, John Raylo John Raylo Aí vira a câmera Kratos do God of War Playstation All Stars Battle Royale 2
Não, e aí, é o logo Toda vez que você ligar o Playstation Aparece o Master Chief Aí chega o Kratos, mata ele Playstation bota Isso E um Playstation All Star bota um RL2 Na hora já, né
Tá na hora, né? Fazer só 20 anos. Esse jogo tão querido, né? Todos amam. Todo mundo adorou. Mas, ó, o chat falou a verdade. Halo está... Tem página na PSN, né? Eu acho que talvez seja tarde demais pra voltar atrás dele. E, assim, a questão é, a Sony mostraria o trailer do Halo num evento deles? Ou a Microsoft gostaria que a Sony mostrasse, né? Porque tem essa questão aí de como que pega mais positivo pra Microsoft ou pra Sony mostrar um trailer de Halo num evento desse, sabe?
É, eu acho que tem argumentos pros dois lados, mas eu acho que pra mim ainda fica essa mensagem que a Sony mostrar o novo Halo no evento dela me parece melhor pra Sony. Ah, sim. Será? Eu acho que sim. Eu acho que sim também, mas não sei. O André tá brisando, galera. O quê? Não vai aparecer Halo no evento da Sony, André.
Quer apostar? Não, porque a gente já tem a aposta que você vai visitar de palhaço. Quando... Half-Life 3 não foi anunciado. É, não, quando ele não sair junto no lançamento do Steam Machine. Ah, essa tá muito fácil pra mim. O nome do Master Chief realmente é John. É John. John? John177 falaram no chat. O17.
John 171 quando falaram John Halo no chat de sacanagem eu achei que era é o John mesmo, não tem jeito é o John Final Fantasy 7 parte 3, verdade Léo eu acho possível tem papos aí de que talvez ele tenha sido adiado mas quem sabe é bem capaz eu acharia maneiro se rolar
Rafa, mas pra você aí que quer jogar o seu Ghost of Yotei no PC, o seu God of War da Faye no PC, o seu Intergalactic no PC, o que essa pessoa pode fazer? Ela pode, André, comprar um Playstation, né? É isso que a Sony adoraria. Porque justamente é isso que a Sony quer. Só que o que vai acontecer é que a pessoa vai jogar outro jogo.
Sim, exatamente. Mas por que, André? Porque uns meses atrás, mais pro começo do ano, a gente até falou aqui que a Bloomberg tinha dito que a Sony tinha dito que não iria mais lançar os grandes jogos single player dela no PC. Tinha acabado essa fase. Tinha sido uma reportagem da Bloomberg de algo que a Sony, na verdade, ainda nem tinha dito. Exato. Eles iam fazer... Por isso que ela falou o que a Sony tinha dito, não o que a Sony tinha dito, entendeu? Exatamente.
exatamente. O negócio é que a Sony ainda não disse isso, tá? Mas o Jason Schreier, um dos únicos jornalistas de jogos do mundo, disse essa semana agora que é isso mesmo que a Sony falou. É, mas agora a confirmação é que a Sony disse isso, né? É, isso numa reunião. Então, falou na reunião que a Sony não irá mais trazer os seus jogos single player para o PC. Ou seja, nem mesmo os recentes aí que estavam meio que... Galera já estava... Ah não, vai ter com certeza. O Bolso Vioteio, por exemplo. É Blodibod. Isso.
Não virar mais pra PC. O próprio Saros. Exato, Saros. Astrobot. Aparentemente, já tinha até um porte do Ghost of You T sendo feito pro PC e foi cancelado, né? Então, realmente, confirmando aquele papo. O que, né, é sempre confuso, né? Porque, qual que é o pensamento por trás disso, né? Porque tem a ideia de que, pô, esses jogos venderam super bem no PC? Não.
Mas com certeza o trabalho de portar eles custou menos do que eles venderam, né? Então, tipo assim, no final, com certeza o saldo de lançar esses jogos no PC, se você for ver em termos de venda de jogos, foi positivo. Então por que a Sony estaria parando de fazer isso? E eu acho que é muito por conta dessa percepção de que... Tá enfraquecendo a mágoa.
É, enfraquece a marca e enfraquece os motivos pra você ter um Playstation, né? Uma coisa mais médio, longo prazo, assim, que tipo, ah, eu vou comprar um console ou vou pro PC? Quais são os motivos de eu ter um console? E um dos motivos, por mais que ele tenha caído em relevância nos últimos anos, mas ainda o maior motivo, de acordo com aquela pesquisa do Circana que a gente falou algumas semanas atrás também,
ainda são jogos exclusivos, né? No final, quando você vai pesar ali, um dos fatores que mais vai pesar são jogos exclusivos. Eu não sei vocês, assim, mas quando eu fui escolher, lá na época, né, em tempos de outrora, quando eu fui escolher comprar o PS3 ou o 360, foi exclusivos que me empurrou pro PS3, assim, porque na época, especificamente, foi o Heavy Rain, que eu comprei em 2009, na expectativa de jogar o Heavy Rain no ano seguinte. Eu sei que o Sushi foi o Demon's Souls.
E aí depois, né, tem um dos outros fatores que a pesquisa do Cicano mostra como fortes aí, é o ecossistema, né, ou seja, onde você já tem uma coleção de jogos, onde você já tem, pra quem se importa, troféus, onde você já tem os seus amigos e tal, e aí você quer se manter nesse ecossistema se possível.
acabam sendo fatores muito fortes e um desses, que é o da exclusividade há um argumento forte aí de que a Sony tava perdendo esse fator afinal de contas os jogos não estavam mais sendo exclusivos e alguém que poderia dizer, tá, eu quero muito jogar o próximo God of War, eu compro um Playstation, ou eu espero seis meses e compro no PC e que vai tá mais barato, e tem outro... Mais barato não, né porque a Sony tá avançando no mesmo preço, assim
É caro. Mas vai ter promoção, não vai? Não? Acho que não. Mas de qualquer forma, no Brasil é mais localizado os preços, né? Acabam ficando pelo menos um pouco mais em conta. Mas no Brasil é mais fácil você comprar físico. No Playstation, que é mais barato do que esperar a promoção da Steam. Você tem um ponto.
Não tem físico de PC, gente. E aí tem um outro aspecto também, né, que eu já vi pessoas argumentando do porquê que essa decisão foi tomada, que é a movimentação da Valve aí pra tomar um espaço tanto de consoles, né, com o Steam Machine agora, quanto de portáteis, né, com o Steam Deck, que já, assim, não é um console que vendeu dezenas de milhões de unidades aí, não compete com nenhuma das grandes fabricantes de hardware, mas é um console que estabeleceu...
um nicho, né, de PCs portáteis, né, ou fortaleceu bastante esse nicho que existia de uma forma muito menor antes, e com o Steam Machine eles vão estar disputando, de novo, numa escala muito menor, mas disputando esse espaço do console, né. Talvez pra Sony não seja interessante ter outra plataforma no âmbito dos consoles com os jogos dela disponíveis ali.
Vale lembrar que nesse caso, a Sonic meio que cavou a própria cova, né? Porque que nem você falou, tipo, ah, eu vou comprar o War of War agora, eu vou esperar seis meses. Espera, passa seis meses, você já jogou outras coisas. É, já passou o hype, né? É, tipo, ela não tava lançando os jogos, tirando o Helldivers, ela não tava lançando os jogos num período de tempo ali, numa diferença de tempo competitiva, né? Ou ao mesmo tempo.
que seria o ideal. O Marathon também ela lançou junto, né? Então, mas é tanto que a notícia especificamente fala que vão ser pros jogos single player. Especificamente, jogos single player focados em história. Mas eu acho que isso daí é meio pra lá, porque, por exemplo, você diria que o Saros é focado em história? Eu diria. Não, mas é focado em história, tipo um Uncharted, tipo um Last of Us. É mais do que o Returnal, sim. Ok. Eu acho que esses outros jogos, tipo Marathon, Fair Games...
Se existir, eles vão lançar simultaneamente. O próprio Tocon, né? Ele vem aí e vai lançar pro PC também. Então, sim, esses jogos... São jogos que dependem de quanto mais base instalada, né? Quanto mais pessoas esses jogos forem expostos, mais saudável é pro próprio jogo. Ó, a Plat tá muito esperançosa porque ela falou que então ainda tem esperança pro Astrogot.
Do PC e Switch 2. Já que não é focado em história. Não tem história, né? Não tem história. Pô, o Astrobot no Switch faria estrago, tá? Não é por nada. Nossa, ele é foda. Ia vender para um caralho. Venderia doideira mesmo. Mais no Switch do que no PlayStation. Não, ia vender. Ia vender muito mais no Switch 2. Não sei se roda, mas ia. É, dá pra fazer rodar, pô. Ah, pô. É. No Switch 2, tranquilo.
Mas é. Agora, a questão que eu trago pra vocês é, até quando isso? Porque eu não acho também que é uma decisão que a Sony vai manter pra sempre. Eu tenho muito essa impressão de que é uma decisão de transição de gerações. Porque ela quer recuperar um pouco dessa imagem de não, galera, se vocês quiserem jogar coisas do Playstation, é só no Playstation. Porque eles estão, né, supostamente nos próximos anos aí, pra lançar novos hardware, né? Tanto o...
É, o Playstation 6, tanto o Canis quanto o Orion aí, né? O de mesa e o portátil. Ou o de mesa. E eles querem recuperar um pouco dessa percepção de, não, tem que comprar o PS6. Se vocês quiserem jogar jogos do Playstation, tem que comprar o PS6. Mas passado esse período, eu consigo ver eles voltando a lançar, sabe? Você acha? Eu acho. O Matheus no chat comentou uma parada que eu não tinha parada pra pensar, eu acho. Isso eu pensei e já esqueci.
Eles estão tirando os jogos do Steam porque o próximo Xbox vai rodar jogos do Steam. Tem isso também, é. E daria pra jogar os jogos dele no Xbox.
Quando a gente falou da Bloomberg, no passado a gente falou isso. Falou? Falou, falou. Não sei se alguém na Sony realmente ia cogitar isso de forma séria. Tipo, não, agora a gente... Não. Alguém cogitou. Se é o ponto principal, eu não sei. Pra mim, se eu fosse chutar, e aí tudo é chute mesmo, o ponto principal pra mim é essa desvalorização da marca que existe. Tipo, hoje em dia não precisa mais tanto ter um console PlayStation porque os jogos saem no PC.
Na notícia, tava falando que tinha um grupo dentro da Sony que sempre foi contra, né? Isso, que sempre falou sobre a desvalorização da marca e tudo mais. E, de novo, eu acho também que tem a ver com a mudança de liderança, né? Que a gente viu, acho que foi ano passado, o Hideaki Nishino tomando controle, né? Essa era uma liderança compartilhada dele com o Herman Host. E aí o Herman Host agora foi pro cargo antigo do Shui Yoshida. E o Nishino se tornou o CEO completo da marca.
Playstation ali, e eu acho que essa é uma decisão que me parece mais alinhada com o modo japonês de enxergar as coisas, sabe? Me parece uma coisa mais Nintendo, assim. É um movimento que a Sony tem feito de meio que voltar mais, a ser mais uma empresa japonesa do que o que tinha acontecido na era de Ryan ali, que ela tinha se tornado uma empresa mais global, assim, né? Então, confirmado que... Bloodborne não serve pra PC. Por enquanto.
Mas não é focado em história, sushi. Você acha então, Rafa, que essa decisão eles mantêm? Eu acho que mantém. Pra sempre.
Ah, André, pra sempre é muito tempo, André. Nem vai existir Playstation pra sempre. É, o que é que é pra sempre, né? André, até pelo menos final da vida do Playstation, essa decisão vai se manter. Entendi. Vocês acham também? Aposta? Não. Quem vai se vestir de palhaço? Todos nós, todos os dias.
Próxima notícia, então, Tengu. Estou falando aí de anúncios que talvez a gente veja, né, nesse período de Era 3. Será que a gente vai ver esse no Stage of Play? Possível, né, porque a gente falou... Vamos falar de SEGA novamente, né? A gente falou da SEGA, acho que na semana passada, né, dizendo que ela tinha cancelado o seu super jogo, né, que era pra ser um jogo de serviço, essa coisa...
Um super metagame. Essa coisa que estava em desenvolvimento fazia um tempo e tal. Que esse super jogo seria cancelado. Mas que os outros projetos dela, que ela tinha anunciado também, acho que em 2023. Em 2023, é. Em 2023, eles seriam mantidos. Eles continuariam em desenvolvimento, ainda sem lançamento. Sem taxa de lançamento, mas ainda seriam desenvolvidos. Que era o Golden Axe, Jet Set Radio, Crazy Taxi, um Street of Rage. Já falei Street of Rage?
Não Seas of Rage E o Shinobi Né Desse só Por enquanto Só o Shinobi foi lançado Mas aí Recentemente Nessa semana A gente teve Uma atualização A conta temática De Crazy Taxi No X Que é uma loucura Que existe Que é uma loucura
isso? É, e que tava inativa desde, sei lá, 2019. Desde 2019, sem postar nada, né? Era uma conta vazia. Essa conta postou um teaserzinho, né? Um teaserzinho que é um grande nada, né? Na verdade, ele é um letreiro de táxi acendendo e apagando, piscando em cima do visor de um carro. Vale dizer, um táxi conversível. Conversível. Como é o táxi clássico, né? Do Crazy Taxi. André, e se alguém hackeou a conta inativa do X?
O X do Crazy Taxi Falou pra IA fazer um negócio de táxi piscando E aí se tratando de cega Eu não acho impossível não, Rafa E aí, né, galera, pô É agora, é agora, caralho, né Então assim, talvez a gente tenha aí um anúncio próximo Anúncio não, né Uma revelação aí, mostrar mais Sobre o Crazy Taxi novo Uma data, quem sabe Uma data possível, algo do gênero, né Ou, de repente, no estudo Essa é a foora
play, mas acho que mais provável durante o Summer Game Fest. Eu acho que eles não lançariam um teaser tão próximo dessa época se eles não planejassem revelar alguma coisa mais. Parece muito o tipo de teaser que as empresas lançam quando tem algo pra anunciar no Summer Game Fest ou num evento desses.
Mas, pra quem tá confuso com datas E uma coisa ruim da Era 3 Perder 3, é que semana que vem a gente tem o da Sony Mas vai demorar Mais dias do que normalmente demoraria Pra ter o da Summer Game Fest A gente vai soltar o calendário certinho No Discord, no Blue Sky E sei lá, no Instagram também Tipo dia 5 ou 6 O Summer Game Fest
Eu acho que é já na mesma semana. Eu acho que começa no dia 5, né? É porque agora vai ter um negócio francês, né? Ou já teve? É tipo... O French Game Fest. É, então eu acho que é segunda. Eu acho que vai ter o Think Games lá também. 27 de maio...
Elfing Games vai rolar agora. Ah, o State of Play é na terça, 2 de junho, e a Summer Game Fest vai ser na sexta. Isso. Então vão ser poucos dias, vão ser dois dias só sem eventos. Mas dito isso, no dia 4 tem Latino American Showcase, que legalzinho. É, a gente vai cobrir o Latino América, a gente vai listar tudo que a gente vai cobrir em breve aí, mas eu acho que o Crazy Taxi aparece em algum desses, sem dúvida. Eu acho...
possível, né? E eu tenho muita curiosidade sobre esse Crazy Tax, porque o Crazy Tax original, ele é um jogo muito simples, né? Ele é um jogo de arcade, assim, né? É um time... Esqueci o nome agora. Time trial. Um time attack, um time trial, né? Que você, você tem uma cidade aberta, você vai lá, pega um passageiro,
e leva o passageiro até onde ele quer descer no menor tempo possível. E aí você vai meio que, quanto mais rápido você anda, mais tempo você ganha. Quanto mais tempo você ganha, mais tempo você joga. E isso vai meio que ser repetido. Não tem um objetivo final. E como muitos jogos, né? Ele tem uma profundidade secreta ali, né? Que quem jogou muito consegue extrair muito mais tecnicalidades, né? E uma direção mais habilidosa e tirar mais proveito do jogo.
Mas acho que pra maioria das pessoas que jogam Crazy Taxi é isso. Tipo, joguei um minutinho aqui, andei de carrinho pela cidade, fiz umas loucuras, ouvi off-spring e é isso, né? Acabou.
a versão de Dreamcast do Crazy Taxi tem até alguns desafios especiais que não tinha no arcade, né? Umas coisas mais elaboradas, assim, mas basicamente é isso que você tá falando, né? É porque o bom mesmo é o Crazy Taxi dos Simpsons, né? Isso ninguém fala. Hit and Run? É, ué. Esse é um GTA dos Simpsons, né? Mas também é Crazy Taxi. Você tem as missãozinhas de carro de até o lugar. Mas sabe o que tem também? GTA. É verdade.
Eu já falei sobre isso, né? Que quando eu joguei GTA 3 eu pensei Pô, esse jogo torna Crazy Taxi irrelevante Porque eu tenho Crazy Taxi dentro do GTA 3 Por que eu jogaria de novo Crazy Taxi? Sabe aquele outro jogo que torna Crazy Taxi relevante? Qual? Yellow Taxi Grows Room Esse jogo é muito legal
É a mesma coisa. É muito legal. E a mesma coisa. Ele tem missões de Crazy Taxi dentro dele, mas ele não é, né? Ele é mais uma plataforma, assim. Mas eu tenho curiosidade porque eu fico pensando se eles estão, um, doidos de apostar num novo Crazy Taxi.
Ou se eles realmente têm uma boa ideia, um bom conceito. Uma nova fórmula. O que a gente sabe sobre esse Crazy Taxi novo é que ele não vai seguir a fórmula tradicional de Crazy Taxi. Então a ideia, pelo menos a ideia original da equipe de desenvolvimento, que ele está sendo feito pelo estúdio de Sapporo da SEGA, que até então era um estúdio de suporte, basicamente.
Crazy Taxi novo seria multiplayer, né? Vários jogadores no mesmo mapa. Ih, vai ser Extraction Shooter. Meio que isso, assim. Então, o grande diferencial dele seria isso, né? Não exatamente... No começo tinha até um medo de que... Ah, vai ser jogo como serviço ou não. O que consta é que ele, pelo menos inicialmente, seria esse jogo multiplayer. E se for um Fall Guys de Crazy Taxi?
O Crazy Tax do Simpsons é o Simpsons Road Rage. Ah, Road Rage. O Hit and Run, que é o GTA. Será que você vai poder colocar a balinha no seu táxi pra chamar mais passageiro? Mas aí é Crazy Taxi, não Crazy Uber. Entendeu? É verdade.
Pô, hoje em dia eu às vezes pego o Uber que a pessoa tem uma lojinha atrás do banco. Ah, mas sempre. Já vi, já vi. Agora, se você pegar o Uber e o moço pegar um house preto e colocar em cima da coxa dele, você fica atento, tá? Se tiver um abacaxi invertido. Não, tem que ter abacaxi invertido. Ó, se ele colocou um house na perna dele, eu nem vi, porque eu não tô olhando pra perna dele. Porque tá só... Caralho. Mas pera, como é que a pessoa vai ver isso? Ela já tem que estar sentada no carona ali. Não.
Você senta lá de agulhão assim, né? Mas como é que você vai fazer a gulosa se tá desse ângulo horrível? Não, mas aí tem que combinar a conversar, né, galera? É tudo conversado, né? Exato. Eu acho que inclusive fazer isso enquanto a pessoa tá dirigindo não deve ser uma boa ideia. Mas aí dá um tempinho a mais. Exato. Você nunca viu todo mundo em pânico? Aquele que... Enfim. Mas uma coisa que eu fazia em BH e que...
E que depois que eu vim pra São Paulo eu vi que ninguém faz. É andar no banco de passageiros. Não, mas ó, eu fazia isso até a pandemia, André. Não, eu fazia... É, não. É? É, quando eu fui assaltado, lembra? Em 2017. Eu tava no banco da frente. Mas não se faz isso hoje em dia. Desde a pandemia não se faz mais. Ah, desde a pandemia? É.
É porque eu achava que era o mais adequado Mas hoje eu penso Será que os taxistas achavam que eu queria Um hospital Ih, lá vem o cara Querendo me mamar De novo De novo um cara vindo me mamar
Mas, Sushi, quem mamou também foi o jogo da Quantic Dream, né? E os funcionários, né? Quantic Dream é a do Everend. Isso, que fez o André comprar o PS3. Invoquei. Que fez a gente perder aquele game de um tempo atrás. Isso. Que a gente não lembrou do Detroit nem fudendo. Ah, sim, é verdade. Lembrou de tudo mesmo.
E o Detroit foi o último jogo deles, né? Foi. Foi. Assim, antes desse e agora, né? Mas, assim, inclusive eu tava revendo o gameplay de Detroit, assistindo uns gameplays aí, e, pô, o Detroit é mó legal, hein, gente? A gente podia jogar de alguma forma aí. Ignora a parte do Marcos. A parte do Conor e da cara é mó legal, pô. Eu nunca joguei Detroit.
Eu também não. Antes de Call of Duty, faz uma pausa no XMGMT6. Não, não. Detroit. Não. Pelo amor de Deus, a gente tá três semanas na mesma dungeon. Vamos terminar, pô lá. Mas eu jogo uma dungeon gigante. Não, são várias dungeons. Isso. Interconectadas. Ou seja. Mas vamos lá. A Quantic Dream, a gente comentou algumas semanas atrás sobre o lançamento flopado do jogo online deles, como o Star Wars tá perigando, sai, não sai, o que tá acontecendo, o estúdio tá indo mal das pernas, precisando de investimento, todo esse tipo de coisa, né?
Acabou que a próxima etapa dessas camadas de notícias da Quantic Dream veio na semana passada, que foi eles anunciando que eles vão encerrar o Spellcasters Chronicles. E se você nunca ouviu falar desse jogo, você, né, tá tudo bem, porque pouca gente ouviu falar desse jogo. Exato. Foi o jogo multiplayer competitivo que eles lançaram de magos e magias aí. É meio que um MOBA... Um Hero Shooter misturado com MOBA, com elementos de MOBA. Exato.
Só que aquele que eu falei uma vez, que era um... Só que era Batman Royale. Parece um pouco Smite, né? Smite, né? Ah, não, é bem MOBA mesmo. Eu tô vendo até as torres e as unidadezinhas andando no chão. É uma parada mais Smite, mais aquele de Mecha, da Epic. Paladins, não. Paragon. Paragon. É da Epic, o Paragon?
Não, é da Gearbox Era Gearbox? Era da Gearbox Não, Battleborn Battleborn Tudo é a mesma coisa Nesses jogos, cara Então, o Samé falou É tipo Deadlock Deadlock lembra bastante Ah, Deadlock É Eu joguei Deadlock Mas acertaram Paragon também No chat Paragon, é Então tem alguns desses jogos Que é meio mob em terceira pessoa E tudo mais
Não vingou. O Spellcaster Chronicles. Exato. Vai ser já fechado com menos de quatro meses de vida. Mas tinham que anunciar quando lançassem o jogo. É, então, isso que eu falo. A gente falou da comparação do Marathon com o Ark Raiders, em termos de jogadores, que o Marathon estava com 8 mil, 8 a 10 mil jogadores de média, e o Ark Raiders numa média de 60 a 80 mil jogadores, dependendo do momento que você pega, batendo uns 100 mil de vez em quando. Sabe quanto que estava a média do Spellcaster Chronicles? 300. 300?
300 60 8 Caralho, eu falei que nem gravar Caralho, eu chutei baixinho Mas fechava um lobby? Pois é, esse que é o problema 3x3, eram as mesmas Duas ficavam de fora Que nem os passivos na chuva Literalmente não tinha ninguém jogando Devia ser os funcionários, né? Testando
Porque, assim, e é, cara, é bizarro, porque foi um jogo que veio até, né, os reviews não são super negativos, mas é aquilo, não tem como. Cara, é muito difícil emplacar um jogo assim hoje em dia, né? É muito difícil conseguir espaço, conseguir visibilidade, conseguir que as pessoas saiam do que elas já conhecem pra te dar a chance, né? Então...
Pô, é foda. E assim, é um daqueles casos que você vê a notícia, a gente tenta não ser cínico, né? Mas você vê a notícia, cara, a Quantic Dream vai lançar um hero shooter MOBA free-to-play de serviço. O primeiro pensamento, tá bom, vai. Pra quê? Dura mais de um mês. E todo lance lançou em fevereiro, tá, gente? Vai fechar em junho, eles disseram? 19 de junho. É, então quase quatro meses. Durou quase quatro meses, o que na indústria de videogame de hoje em dia é um sucesso, assim, sinceramente.
Não dá pra dizer que não foi um sucesso, então... Caralho. Lembra quando o jogo online durava um ano redondinho? É, pelo menos, né? Tipo, você encerrava no mês de aniversário? Mas isso daí não vai muito tempo atrás, o Switch. Não, é tipo uns cinco anos atrás. Exato, uns cinco anos atrás. Mas é que hoje em dia, Rafa, é speedrun de fechar servidor.
Tipo, deve estar muito caro o servidor, porque imediatamente, não foi um sucesso, imediatamente fecha. Eu realmente até... É que os caras, ó, Vitor, todo o Vértice tem um desse. O pessoal não assiste o Vértice? É, verdade. Aí tá aí fazendo... Eu realmente espero que a gente esteja numa era pós-estúdios tentando esse tipo de jogo. Porque, assim, se precisasse de mais exemplo, né, é aquilo. Por que que ainda tem gente tentando esse tipo de jogo?
tipo de coisa. Porque já tava em desenvolvimento. Não, primeiro é porque já tava em desenvolvimento e porque quando dá certo, dá muito certo, né? Mas esse é um dos casos, né? De um jogo que tá em desenvolvimento há quase 10 anos, né? Então, ó. Uau, sério? Eu ia usar o comentário aqui até pra puxar isso, André, que falaram. Se eu quiser jogar um jogo assim, eu vou pra Deadlock. Os devs tinham que estudar o mercado antes de lançar um jogo inferior a outro já existente tipo Deadlock.
Esse jogo tá em desenvolvimento há 8 anos. Quando ele começou o desenvolvimento, isso era uma parada inédita, né? Assim, que ninguém tinha feito, sei lá.
Não, já existia esse lá Smite, por exemplo. É, sim, sim. Mas não tinha Deadlock, por exemplo, que deram, por exemplo. Nem sei se estava em desenvolvimento sequer o Deadlock 8 anos atrás. E a notícia que eu ia trazer de fato aqui no caso agora, não é só que o jogo vai fechar o servidor, mas que um sindicato na França, por enquanto não houve a demissão em massa ainda, mas internamente o pessoal já está ouvindo da boca pequena.
que vai rolar uma leva de demissão grande dentro do estúdio por causa do cancelamento do projeto, que o jogo estava em Early Access ainda. É o STJV, que é o Syndicate... Não, não, calma, calma. O Rafa vai ler pra gente. Ah, o Syndicate de Travalheur de Juvideu. Juvideu, Juvideu. Travalheurze, Travalheurze? E sua state... Ah, não, isso é em inglês.
Então é o sindicato? Você nunca fala o final das palavras Sindicato Le sindicato De travailler russos Du jeu vidéo É só fazer um piquinho Impressionante Corta o final das palavras Eu nem fiz algo de francês Eu faço isso Le pirogué Le cu de pão Ficou
Esse sindicato já está antecipando a demissão em massa, responsabilizando a má gestão do estúdio. É, porque no anúncio, né, de que estamos encerrando o desenvolvimento de Spellcasters Chronicles, o Quantic Dream falou, gente, é porque estamos passando por um período muito difícil da indústria.
nessa era de grandes dificuldades nós não conseguimos encontrar jogadores o suficiente pro jogo ficar saudável, né, pra ter um crescimento saudável se manter saudável e tal, e por isso nós estamos ensinando, e o sindicato falou, não, não, não vocês é que gerenciaram isso que nem o cu de vocês aí, pô exato
Aí eles até vieram com algumas informações vagas, mas completando, eles dão a parada do período de oito anos de desenvolvimento. Eu não sei o quão isso já era de conhecimento público antes, eu não sabia pelo menos. E eles comentam que a equipe de desenvolvedores, ao longo desses oito anos, falava esse projeto é muito arriscado, não vai dar certo, o tipo de jogo, a equipe fazendo expertise e tudo mais.
E até o tempo de desenvolvimento, né? Depois quando você tem oito anos de um desenvolvimento, gastou dinheiro pra caralho, e aí você vai lançar de um tipo de jogo altamente competitivo, né? Com um mercado que já tá saturado. Sabe quem foi esperto mesmo? A Remedy, né? Que ia lançar um GTA, viu que não dava e transformou numa franquia. Mas aí eles lançaram um FBC Firebreak ano passado, né?
Que foi um negócio, né? Esse fudeiro vai bem. Justamente, tipo, é bizarro porque nesse subgênero, né? De MOBA em terceira pessoa, né? Pô, já tinha, que nem a gente falou. Já tinha tido o fracasso do Paragon e o fracasso do Battleborn. Pelo menos, né? Deve ter outros que eu não tô lembrando agora. Então eles foram vendo fracassos durante esse período de desenvolvimento, né? É que chega... Que nem falando no chat, faltou pesquisa de mercado.
Mas é que chega um ponto que você tá há oito anos investindo numa parada... A falácia do custo investido. É, que você tem que lançar aquilo, né? Você vai, o quê? Passar mais oito anos pra transformar numa outra coisa? É, pat...
tentar pelo menos recuperar um pouco desse dinheiro, mas eu não sei se... Talvez por isso até que saiu em Early Access, né? Vamos ver se vinga, se não vingar, cancela. A gente finge que nada aconteceu. É melhor do que só cancelar. Eles poderiam transformar, botar um filtro azul assim e falar que é tudo subaquático. Ó, gente! Subaquático...
vende, galera. Tá em alta, tá em alta. Mas aí, no caso, o que o sindicato comenta é que os desenvolvedores já falaram que não ia dar certo o projeto, já a gerência insistiu falando que não, vamos continuar fazendo, e até cita que o projeto foi encabeçado pelo Guilhom de Fontamier, o David Cage, né, já conhecido e da galera, os queridos. Davi Cagé e o Gregório... Você sabe que o nome dele não é David Cage, né? É Davi e o sobrenome da palavra que significa Cage em francês. Ah, nossa! É igual o Sandalique. É, é igual o Phil Fischer.
É igual a Rafael Quina O Fio Fich também é isso? É Sim Mas com qual idioma? Com É francês É poisson É poisson É poisson Fio Poisson É Fio Poisson Felipe Poisson O pior é que eu gosto muito da palavra poisson Ela tem um Ela preenche Tipo bumbum Sabe Ela tem um Ela ressoa Sabe Ela é redonda
Mas não é bumbum, é uma palavra gostosa É uma palavra gostosa Tô mentindo? É uma palavra que preenche Mas preencher o bumbum Não tem que Responsabilizando a gerência Culpando, tipo, essa leva De demissão que vai ter pelo fracasso do jogo É culpa da gerência
E que não vão perder o emprego, que vão continuar aqui. E assim, eu gosto que o sindicato, ele cutuca a ferida. E você vai ver a mensagem deles, eles falam de forma mais assertiva e tudo mais. E eu concordo, eles têm que ser mesmo. Mas eles meio que falam um óbvio só.
sabe, tipo, e infelizmente isso não vai fazer diferença nenhuma, né, eles vão acabar demitindo de qualquer forma, não sei se tem algum poder de tentar barganhar alguma coisa ou só condições melhores de rescisão e tudo mais, mas uma coisa curiosa que vai acontecer que não costuma acontecer nesses casos, assim pelo menos pra jogos que ficaram alguns meses, né, no mercado a última vez que eu vi isso acontecendo foi com, sei lá, o Concorde que durou duas semanas
é que eles vão reembolsar, né, todos os gastos dos jogadores feitos durante o Early Access, né, eu não sei se isso... Não é a primeira vez, né? É, não, não é a primeira vez, mas eu não sei se isso está acontecendo nesse caso, porque... Top of Killing Games... É França, né, França tem... Existem algumas leis, ao contrário de certos países aí, ou o quê, mas eles vão reembolsar.
Eu concordo, Renan. Eu acho que o sindicato, esse é o papel dele. É enfrentar mesmo, né? E não deixar passar a narrativa deles, né? De que não, galera, a gente fez tudo direitinho, na verdade. As condições do mercado é que fuderam a gente, né? Reembolsar três pessoas até eu. E o fato tinha oito pessoas. Reembolsar oito pessoas. Eles falam isso só pra ter... Tipo, não, gente, a gente reembolsou a gente pra 10 reais. Mas esses 10 reais, gente, é os únicos 10 reais.
É mais dolorido ainda. Concorde durou tudo isso? Não, Concorde foi... Três dias. Foi tipo duas semanas. Literalmente. Na minha cabeça era dias já. Então eu tô diminuindo o Concorde. Foi menos de um mês, sem dúvida. Mas, assim, é outro estúdio. Que nem o Sushi falou, vai rolar uma demissão em massa, supostamente, né? Que corre o risco aí de eliminar tipo coisa de um quarto do estúdio. Acho que é por volta de 90 funcionários, segundo, né? Estão especulando e tal.
Outro estúdio que fica com um destino bem incerto, né? Porque, pra lembrar, a NetEasy, né? Que a gente sempre fala aqui, né? Que tem cortado investimentos aí em estúdios fora da China e tudo mais. Ela começou a investir na Quantic Dream em 2019. Justamente depois, né? Que em 2018 a Quantic Dream, ela fez essa reestruturação, essa expansão, né? Criou novos estúdios e tal. E passou de um estúdio de um projeto só pra um estúdio de múltiplos projetos. Que foi quando eles começaram a desenvolver o Spellcasts Chronicles.
E foi a NetEase investiu na Quantique Dream nessa época, muito provavelmente, aqui eu tô especulando, mas o timing aí faz sentido, muito provavelmente porque viu potencial nesse jogo, né? Nessa ideia de um jogo de serviço multiplayer e tudo mais, como uma fonte de renda confiável, enquanto eles trabalham nos jogos principais do estúdio, que são os jogos mais narrativos e single player e tal.
E aí, gostaram tanto, né, que em 2022 eles compraram o Quantic Dream. Hoje em dia, o Quantic Dream é um estúdio da NetEase, que de acordo com a última reportagem que a gente viu sobre o Star Wars Eclipse, não tá recebendo mais financiamento, né, pra continuar o Star Wars Eclipse. E é um jogo que tava parado, ou tava com desenvolvimento muito lento, porque tava em necessidade urgente de expandir a equipe, de mais financiamento e tudo mais.
E esse financiamento não vai vir da NetEase, é o que tudo indica, né. E eles tavam colocando todas as esperanças deles no Supercard.
que esse jogo desse certo e financiasse o restante do desenvolvimento do projeto principal deles, que é o Salva os Eclipses. E agora, com o Spellcast indo pra Vala e o Star Wars sem financiamento da NetEase, o que vai acontecer? A Quantic Dream vai virar só um sonho.
assim, eu consigo ver eles tentando conseguir esse financiamento com outras empresas, de outras fontes aí e tudo mais, mas pô, hoje em dia, de novo, tá difícil né, o Gang of Dragon aparentemente não conseguiu né, então sei lá, eu fico
com medo disso aí, consigo ver um cenário onde a NetEase se desfaz da Quantic Dream, tipo, em breve, assim. Ah, fácil. Eu colocaria, sei lá, coisa de meses aí e a gente vê essa notícia, sabe? É, a NetEase aí de Easy no nome, o mais fácil deles agora é cancelar projeto. Ah, isso é fácil, cancelar projeto é fácil mesmo. Desculpa, aqui comentaram, minha preocupação é eles quererem fazer um Heavy Rain 2. É um absurdo, gente. É isso, galera.
Se um dia fizessem o Heavy Rain 2, ele talvez pudesse rodar na nova Unreal Engine, que foi anunciada nesse final de semana. Estava rolando aí um campeonato de Rocket League, uma major de Rocket League em Paris, e durante o evento eles passaram um trailer de uma atualização de Rocket League.
que mostrou, né, assim, ah, é uma atualização gráfica, né, com novos modelos e novas mecânicas e físicas e os caralha 4. E no final do trailer aparece o logo da Unreal Engine 6 pela primeira vez, né? Tipo, é algo que já estava sendo falado pelo Tim Sweeney anteriormente, né, dos planos e objetivos que a Epic teria com a Unreal Engine 6.
Mas vejam só, é um momento histórico, né? Porque todas as Unreal Engines, elas têm um jogo, um vídeo de demo, de tech demo que revela elas. Que normalmente é absurdo. É, que normalmente é uma parada que você olha assim e fala...
caramba, realmente a nova geração chegou. E a Unreal Engine 6 foi anunciada com Rocket League, o que é um sinal dos nossos tempos de múltiplas maneiras. Primeiro, sendo anunciada com um jogo que já existe e já é popular, porque ninguém mais quer jogar jogo novo hoje em dia. Segundo, é uma parada graficamente impressionante? É, mas é algo que você olha e bate e diz, nossa, isso realmente não daria para ser feito com as engines do mercado atualmente.
É porque a 5, quando ela veio, era com a promessa do ray tracing, não era? Não só o ray tracing, mas o Lumen e o Nanite, né? Pra fazer a iluminação global. Ah, o Lumen e o Nanite, nossa. E as milhões de subdivisões ali pra fazer partículas, né? Pedacinhos de geometria do cenário e tal. Mas antes deles não lançarem a 6, eles não querem terminar o Reon 5, não? Então.
Essa é uma das coisas, né? Tipo, a 6 vem aí pra corrigir também muitos dos problemas da 5. É curioso, porque desde tipo a Unreal 1, Unreal 2, vamos dizer, desde a Unreal 3, que foi a mais famosa, né? Até então, essa é a Unreal Engine com menos tempo de vida antes de lançar a próxima, a 5 no caso, né? Porque 4, a 3...
O pessoal tá perguntando se Witcher 4 não era Unreal 6. Não. Na época, pelo menos, não. Não, não. Talvez eles migrem, né? Por exemplo, a Unreal Engine 1 lançou com Unreal, né? Eu não sei. Curioso, será que as pessoas sabem? Você do chat, você sabia que a Unreal Engine se chama Unreal Engine? Porque ela era a Engine que rodava o jogo Unreal da Epic de 98?
Que jogo é esse Unreal, André? É um FPS. Competitivo, quick like. Então, o competitivo é um Unreal Tournament, né? Tem um Unreal 1 e 2 antes, que eram jogos de campanha mesmo. Ah, era? Eu achava que desde o começo já era PvP. Eu também achava.
Não, o Unreal Tournament é o primeiro mais, tipo, Quake 3, assim, né? Olha aí, que coisa. Por exemplo, Unreal Engine 1 com Unreal 98, Unreal Engine 2 com Unreal Tournament 2003, em 2002, aí vem a Unreal Engine 3 com Gears of War, em 2004, e aí, pô, de 2004, a Unreal Engine 4 só vem em 2012. Então, 2004 e 2012? Alguém falou que o Arkham Knight foi feito na Unreal 3? Foi, é assim.
E é bonito. Assim, o Rocket League atual é a Unreal 3 ainda. E a Unreal Engine 5 em 2021, né? Que ela foi mostrada pela primeira vez, na verdade, né? Que era bem a nova geração, né? Não estamos falando aqui, essas datas não são de quando necessariamente a Engine lançou, mas quando a gente viu pela primeira vez. Porque, né, a Season lançou ainda, a gente está vendo pela primeira vez. Então, da Unreal Engine 5 para 6, né, foram só 5 anos. Da 4 para 5, por exemplo, foram quase 10 anos, foram 9 anos aí.
André, será que eles mostraram com Rocket League pra falar, ó galera, vai ser fácil de portar os projetos das 5 pra 6? Talvez. Agora vai funcionar. Que nem eu disse, Rocket League é Unreal Engine 3. Mas foi portado? Tá sendo portado. Mas eu acho que se você tem um jogo na Unreal Engine 3, provavelmente não é fácil portar ele pra 6, não. Tem que portar primeiro pra 4, depois pra 5...
pra vocês. Mas isso assim, de novo, é uma coisa muito dos nossos tempos, né, que reflete muito nossos tempos, porque a Unreal Engine 6 desde que eles começaram a falar sobre ela, eles falaram sobre o foco, né, que não é realmente o avanço gráfico. Até porque não tem muito mais como avançar graficamente com a tecnologia atual que a gente tem, sabe? Os avanços daqui pra frente eles vão ser muito mais incrementais. Já foi muito incremental da geração passada pra atual.
e dessa pra próxima vai ser ainda mais. Então, o que a Unreal Engine 6, de acordo com o que o Tim Sweeney falou em entrevistas previamente, o objetivo dela é juntar todos os lados das ferramentas que eles oferecem, né? Porque atualmente eles têm a Unreal Engine, e eles têm o editor da Unreal pra Fortnite, por exemplo, que é o que as pessoas usam pra fazer, né? Suas ilhas, seus mapas, seus modos de jogo e tudo mais.
E eles querem que a Unreal Engine 6 seja uma junção de todas essas coisas. Que o mesmo conjunto de ferramentas que alguém tenha para fazer um jogo, seja o conjunto de ferramentas que alguém criando para um Fortnite, por exemplo, ou de acordo com o Tim Sweeney. Vamos ter que ver muito se esse sonho dele vai se realizar. Outros jogos, usando essa base tecnológica da Unreal, vão poder usufruir dessas mesmas ferramentas que alguém usando a Engine para criar um novo jogo teria.
Só que assim, isso é muito interessante porque é algo que começou a ser trabalhado e falado, né? Lá em meados de 2022, que era a época do hype do metaverso, né? Onde isso parecia que ia se tornar realmente uma grande coisa, que todo mundo tava criando seu próprio metaverso, que o Facebook renomeou pra meta, né? E foi quando a própria Epic...
que começou a fazer movimentações dentro do Fortnite pra ele poder se tornar isso pra ela. Então, é interessante pensar que a Unreal, pela primeira vez, pelo menos desde a Unreal Engine 3, ela vem não pra resolver as dores do desenvolvedor, que nem o Rafa falou, né, de, pô, os problemas da Unreal Engine 5 de stutter, de shader e otimização. Ser pesado pra caralho.
supostamente vem pra isso também supostamente ela vai ser otimizada nesse sentido mas o principal objetivo dela é pra sanar as necessidades da própria Epic e assim suposta quando começou a ser feito imaginava-se talvez que tivesse mais busca disso hoje em dia mas meio que não tem mais tem a Epic que tem o metaverso dela com o Fortnite você tem Roblox e outros raros casos disso aí pelo mundo mas cada um no seu espaço separado né né
Na época que o Tim Suíno começou a falar da Unreal Engine 6, ele falava dessa forma utópica, assim, que tipo, não, pô, nosso objetivo é que um dia você compre um asset e crie uma parada que ela vai funcionar simultaneamente no Fortnite, no Minecraft e no Roblox, assim, sabe? E, obviamente, isso tá longe de acontecer e provavelmente não vai acontecer, porque dependeria de uma junção aí das três empresas trabalharem juntas pra criar uma parada. Não é, Pedro, é. Somente o socialismo...
poderia tornar isso real. A gente vê que hoje em dia, né, essas ambições da Real Engine é muito mais coisa pra própria Epic mesmo, pra ela consolidar, né, centralizar as ferramentas deles numa coisa só e conseguir expandir ainda mais esse lado de conteúdo gerado pelos usuários no Fortnite, assim, ou então, sei lá, né, a Minds Eye tentou fazer o metaverso deles, né, quem sabe o que tava faltando pra eles é o Unreal Engine 6 aí.
É verdade. Provavelmente. E vale lembrar também, né, que vai saber quando que a gente vai ver isso, ou se vai pra frente de verdade, né, se alguém vai pular fora disso. Mas a Epic tá desenvolvendo um metaverso pra Disney ainda, né? Que a Disney investiu coisa de um bilhão e meio na Epic, também nessa época, meados aí de 2022, 23, pra desenvolver um puta metaverso aí, um jogo universo Disney fudido, que com certeza vai usar Unreal Engine 6, e com certeza vai ter muito foco em conteúdo gerado por usuários e tudo.
vocês lembram das demos da Unreal Engine 4 da Unreal Engine 5 a da 4 é aquele do do cavaleiro grandão da lava eu só lembro que a gente reviu os trailers quando saiu a 6 quando saiu a 6 não quando saiu os trailers da 5 e tudo mais a gente reviu, aí eu lembro que tinha o cavaleiro grandão mas o da 5 eu lembro da menina correndo num tempo assim que eu falei caralho eu queria jogar esse jogo porque o cenário era muito bacana que eu lembro
Então, a do Samaritano era da 3, mas era de uma versão avançada da 3, né? Foi tipo em 2012. Vocês lembram dessa? Que era um cara que acendia o cigarro com maçarico, assim? Não. Aí ele virava um super-herói de pedra, assim, pulava do prédio. Não? Eu acho que eu já vi, mas não tô lembrando, não. Porque eu acho que a da Unreal Engine 3, ela não foi mostrada publicamente, a primeira, né? Foda que eu ia perguntar pra vocês qual foi o jogo que cada um usou pra revelar.
Qual foi o primeiro jogo que a gente viu usado, mas eu falei já do da 3, né? Vocês me ouviram quando eu falei? Sim.
Não. Não? Eu devia estar lendo o chat e não vi na hora. Então, qual que vocês acham que foi? Calma, o primeiro jogo. É, o primeiro jogo que a gente viu sendo mostrado com a Unreal Engine 3. Gears. O que você acha, Rafa? É, Bioshock. Bioshock é 2, falando. Bioshock é Unreal Engine 2. E da 4, qual vocês acham que foi o primeiro jogo? Peraí, foi Gears mesmo? Foi Gears. Ok. Da 4? Lembrando que Gears era da Epic, né, gente? 4 é Deep Down. Deep Down.
da Capcom. Eu lembro que o primeiro... É a Panther Ray, né? A End Link nem existiu direto. Nunca saiu. Eu lembro que o primeiro jogo que eu joguei na Real 4 foi o dos Prisioneiros Pelados lá. Então, ele parecia que era no Real 4, mas era 3 ainda. Era 3, uma 3 avançada. É, o Outlast.
Outlast Ah, tá Que ele era muito diferente, né Pra época, visualmente Ai, caralho De que ano que é? A 4 mesmo? A 4, a primeira vez que a gente viu ela foi em 2012 2012 Mas acho que ela saiu mesmo em 2014 Eu sinto que eu deveria saber disso Tanto que você já falou hoje aqui Não, é essa que eu não falei Ah, tá
Nossa, não sei se tem Google. O que você acha? Tô pensando ainda, cara. Vamos pensar por essa lógica aqui. Se a A3 foi Gears... A4 não foi Fortnite. Foi Borderlands. Borderlands? Não, Borderlands é 3 ainda. Eu vou falar Fortnite. Então vamos de Fortnite. É Fortnite. Aê!
Fortnite antes de ser Battle Royale, né? E muito antes de lançar, né? E a A5? O primeiro jogo Não tô falando de Tech Demo Que usou Unreal 5 Que mostrou, assim, que... Matrix Não, aquele era da Tech Demo Primeiro jogo que usou Unreal 5 É recente, é de 2021 pra cá E de novo, não é o primeiro jogo que lançou usando É o primeiro jogo que a gente viu usando Ah, que a gente viu usando? É, pode ser num trailer, por exemplo, o Fortnite mesmo não foi o primeiro jogo Lançado a usar A4 A4
Talvez o primeiro jogo lançado com a 5 tenha sido aquele... Com a 5? God... Godfall. Godfall. Ah, é verdade. Eu sei se é o primeiro, mas foi um dos primeiros. O Remnants foi um dos primeiros também, o 2. Então, Remnants 2. Eu vou dizer, André, Fortnite de novo. Fortnite.
É, né? Eu vou... Uma boa. Você já falou que não deve ser o Godfall. Eu vou de Fortnite também. Fortnite, todo mundo? Hellblade 2. Ah... Hellblade 2. Senua Sacrifice? Senua Saga. Ah, é o primeiro, né? Senua Sacrifice. É Hellblade 2. Nossa, eu não diria isso. Tanto que eu não disse. É, bizarra, né? A bruxa com unha mágica. Nossa, que doideira. Pois é.
Ah, é importante dizer, já que a gente tá no assunto Epic Games, vai tomar no cu Tim Sweeney. Ah, sempre? Ah, eu achei que era alguma coisa específica. Não, não, não. Tim Sweeney é um filho da puta. E isso merece ser dito toda vez que a gente fala de assuntos relacionados. Mas a diferença dele pra outros filhos da puta é que a gente sabe.
Tem vários que estão aí na miúda Mas já que a gente sabe, vamos aproveitar O Batman era Unreal 3 O Knight Tanto que pra mim ele era o jogo Eu sei que Gears representa mais Mas eu não joguei Gears na época, eu joguei o Batman O Batman é muito a cara da Unreal E pra mim o Batman representava Ele ser super bombadaço Todo mundo
Existe um capanga mais magrinho, assim. Exato. Todo mundo. Até o Coringa, né? O Coringa que é magrinho, mas ele é um magrinho rasgado, assim. Era uma ninja do cara impossível você fazer outros modelos. Não dava. Não dava. Não dava. Aparentemente. Sabe o negócio da Unreal 3, o shader dele era muito característico. O pop-in das coisas. Sim, sim. Você entra na sala tudo piscando, aparecendo. Ao contrário das cinco, né, galera? Que é tudo perfeito. É verdade. Com os seus nanites e... Lumens. E lumens.
Vamos lá então pro nosso bloco de joguinhos. E o joguinho dessa semana é ele, o James Bond. O James Bond. Sarah Bond? Sarah Bond. Qual que é a outra? Ah, cantora? Dani Bond. Dani Bond. Exato. Todos da mesma família. Todo mundo da mesma família aí. Da família Bond. Com permissão pra matar. E Super Bond, né? E Super Bond também. Importante.
Pra quem não sabe, esse jogo 007 First Light é o novo jogo da IO Entertainment. Interactive. Interactive. Interactive. É que é o estúdio aí por trás de grandes clássicos como o Kenan Lynch, Kenan Lynch 2, Freedom Fighters. Gente, vocês lembram de Freedom Fighters? Lembro. Freedom Fighters é o jogo que vocês são dois irmãos encanadores em Nova York, tá? Eles não tiraram eles de nenhum outro jogo. E aí, a União Soviética invade os Estados Unidos e você mata comunista. Ah.
E eu adorava, eu jogava esse jogo assim, cérebro lisinho, assim, peito de frango. Tranquilo, achava o máximo. O que mais que eles fizeram? Eles fizeram Mini Ninjas e também a série Hitman. Absolution. É que é um pouco desconhecido aí, mas eles fizeram a série Hitman. E esse jogo do 07 está anunciado meio que desde que eles terminaram o trabalho no Hitman 3, né? Que foi em 2020, se não me engano.
O 3 da nova trilogia. Isso, isso, é. Até porque eu acho que não tem um 3 antes do... Não tinha números, era só subtítulo. É, então, o 2 é 2, mas o 3 é o contracts. Ou você pode considerar o 3 como o Blood Money também. Mas enfim, Hitman 3, o que saiu em... Acho que foi 2020, né? Ou 2019, alguma coisa assim? 21, Hitman 3. 21.
É um jogo que, desde que ele foi anunciado, eu tinha no meu coração, né, uma ideia do que poderia ser. Porque quando você fala assim, pô, a IO Interactive tá fazendo um jogo de 007. Pô, isso faz muito sentido, né? Porque eles vão reaproveitar muita coisa, né, da base ali do Hitman, né, que é um jogo de espionagem, de stealth, de infiltração e de...
assassinato, de aproveitar oportunidades do cenário e ser inteligente e investigar a vida alheia e descobrir coisas sobre como conectar pessoas e encontrar ali as formas de chegar até pessoas inacessíveis e tal. Você consegue imaginar uma versão disso aplicada e adaptada pro universo 007 que parece muito interessante. E eu tinha essa visão do que esse jogo poderia ser na minha mente. E assim...
De certa forma, o jogo, ele meio que é exatamente o que eu imaginava que ele seria. Porque eu tinha essa imagem... Especialmente depois que eles começaram a mostrar os trailers, né? Essa imagem de que o jogo seria uma mistura da estrutura de missões de Hitman com pedaços narrativos à la Uncharted. Ou jogos, né? Narrativos, câmera por cima do ombro, cutscenes e tudo mais. Eu diria Uncharted mesmo.
Porque ele tem esses momentos de plataforma, escalar, parkour, que me passa uma vibe muito hit no Uncharted. No comecinho do jogo, André, primeiro passo, o primeiro corredor que eu passei no 007, ele estica a mão e encosta na parede. Eu, caralho, é Uncharted. E isso foi esse sentimento. E até, assim, setifícios específicos, né? Do avião, que é a mesma coisa, né? Um avião tá indo decolar, você corre atrás dele, aí você pula no avião, aí tem um pedaço dentro do avião. Aí cai a caixa do avião. Aí cai a caixa, aí você salta.
Exatamente. Então, é muito inspirado em diversos momentos de Uncharted. Assim, eu tenho que dizer que eu, no meu coração de corações, eu gostaria que a proporção do 027 fosse algo por volta de 70% Hitman e uns 30% Uncharted. E eu acho que é o contrário. Eu acho que ele tá mais pra 30% Hitman e 70% Uncharted. 35, vai!
35% Hitman. Talvez um 35, né? E eu queria saber, tipo, vocês jogaram... Eu zerei. Eu joguei um pouco. Eu não zerei, mas eu estou perto do final, eu imagino, por conta da... História? Não, da quantidade de horas. Assim, eu levei umas 15
15 horas. Todo mundo tem falado de 15 horas. Eu já tô com mais de 15 horas. Só que eu sei exatamente onde que eu falhei no tempo. De ficar andando à toa em alguma área. Não, porque tem uns checkpoints que eles são muito filhos da puta. Tem. Que se você reseta o checkpoint, você volta uns 40 minutos de jogo, assim. E eu fiz isso uma vez porque a energia faltou e eu tive que começar a... Meu Deus.
o pedaço de novo. E outra vez porque eu fui reiniciar o checkpoint. Então eu acho que eu tô... Tá marcando 15 horas, mas eu devo estar com umas 12, 13 horas. Eu ia falar, André, eu acho que eu sei onde você tava, porque teve uma hora que eu tava jogando o jogo e eu pensei próxima missão é a última. Pausei o jogo, liguei, sei lá. Eu tô com essa vibe. Liguei o Playstation e na porcentagem tava lá 50%. Fui, não, nem fudei
do que eu joguei 50% do jogo. E de fato, não era a penúltima. Tinha, sei lá, mais duas depois daquela. Então eu sinto que a história no final, ela dá um... Uma acelerada. Não uma acelerada, uma desacelerada, na verdade. Uma inflada. É. Sei, sei. Mas assim... Perguntaram um jogo de ação sem serve automático. Ele tem serve automático, mas os checkpoints são distantes. É, e eu entendo por que que são distantes.
E nem são sempre também. Não, não. É em situações específicas. O jogo, assim, eu vou dizer que quando... Falando sobre isso da porcentagem dele ainda, né? Você tem um pedaço bem longo, até a gente pode falar mais pra frente, mas é um pedaço longo de introdução, né? Com o treinamento e tudo. As primeiras, sei lá, 3, 4 horas do jogo é um tutorial gigante.
É, o que eu admiro muito, assim, porque me passou uma vibe de, tipo... Não, a gente quer realmente te contar uma história. A gente quer contar sobre esse James Bond desde o momento que ele é visado pelo MI6 até o momento, né, que ele vai começar a partir em missões e tal. E óbvio. Então é antes dele ser o 007. Não, muito antes. O jogo é sobre ele se tornar o 007, basicamente. Ele é jovenzinho, tem 26 anos. Dito isso, a história se passa hoje em dia. É 2026.
o ano do jogo. Então eles passam um bom período, assim, que eu pensei, nossa, eles estão investindo bastante em mostrar caramba, a vida cotidiana dele, né, o dia a dia dele no apartamento que ele divide com os colegas, pedaços de treinamento, assim, os vários treinamentos que ele faz, montagem de treinamento, né, inclusive é engraçado que a gente falou recentemente do mixtape, né, que é um jogo que usa muito bem edição e cortes, né, e ele faz isso muito também, né, na parte do treinamento.
Tem aquela coisa de montagem de treinamento em filmes, né? Que vai cortando, tipo... Ah, ele tá treinando combate corpo a corpo. Aí corta e é uma cena dele treinando infiltragem num lugar. Infiltração em um lugar. Tem uma que ele tá dirigindo um carro. E aí você vai cortando, né? De um pedaço desse de gameplay pro outro, assim.
Meio que minigames, né? É quase um WarioWare de novo, né? O pessoal usou o WarioWare pra comparar. É minigame mesmo, você tá jogando. Ah, legal. É que às vezes é tipo... Flexão. Aí é a Quick Time Event, de fazer flexão. Aí corta pra ele dirigindo um carro. Aí você tá dirigindo um carro. Aí corta pra ele se esgueirando em algum lugar. É você andando em stealth. Eu falei brincando. Beyond Two Souls. E Beyond Two Souls é assim, desse jeito.
Você acordou pra um minigame, tava fazendo matemática. É isso mesmo. Tem? Tem, né? É, não lembra. Não lembrava. E vocês aí?
Mas tem mesmo. E vai cortando pra esses pedaços bem cotidianos, assim, desse pedaço de treinamento dele, até o jogo realmente te soltar numa primeira missão, que demora um bocado, que no sentido disso, eu acho que é umas três horas de jogo. É porque você, tipo, joga essa primeira missão dele enquanto ele é um soldado. É um recruta. Um recruta, é. Tipo, é o tutorial do jogo.
Aí você sai desse tutorial com ele sendo chamado pra participar, pra treinar, pra quem sabe entrar no Projeto Zero Zero. E aí tem uma coisa meio livro young adult, assim, que é um grupo de jovens que estão entrando pro programa Zero Zero pra tentar se tornar um agente e tal. E aí são esses jovens, e eles são meio rebeldes, e tem toda essa coisa assim. E fala sobre o ser humano, James Bond?
Por que ele quer ser um zero-zero? Por que? Ele não entra no seu profundo extremamente nisso, mas acho que mais do que a maioria. Acho que os filmes do Daniel Craig, mais pro final, foram os que mais entraram no passado dele e tal. E esse não chega tão profundamente assim, mas fala. Fala das motivações dele, fala dessas relações humanas que ele desenvolve com os outros recrutas e tal. Então tem bastante disso, sim. Fala bastante dele como a pessoa James Bond, no
no geral. E o nome dele é James Bond mesmo. É, é. Não, ele viu um filme que tinha um agente chamado James Bond. Não é o Codinome. Não é que James Bond era só um Codinome. Sim, sim, sim. É o nome mesmo. O Codinome já fez 2017. Pra quem assistiu a trilogia do Daniel Craig, é essa vibe mais real, né? Eu acho que é mais do que uma trilogia, mas sim. É?
Eu achava que era só 3 com ele. O que que é? 4 talvez? É o Skyfall? Não, Cassino Royale, Quantum of Solace, aí depois do Quantum of Solace eu não sei se já é Skyfall. É o No Time to Die depois? Tem esse Sem Tempo Irmão, tem o... Não é possível que é 5. 5 ou 6, Raul. Não é possível! São 5, olha lá. São 2 filmes bons, 3 ruins. Caralho, na minha cabeça era 3 filmes com ele. Tem o Spectre, é verdade. O último filme que eu vi do James Bond, sem sacas, foi o Golden Eye. Que doideira.
Eu nunca mais ouvi o James Bond. Pô, tem alguns, que nem falaram assim, dois times bons e três ruins. Acho que ele tá falando do Cassino Royale e do Skyfall, talvez. Esses dois são realmente muito bons. O Cassino Royale é muito bom. É. Mas se você, então, viu o 007 dessa era, que tem uma pegada diferente das eras anteriores, que ele se mais pé no chão, mais real...
É, mas ao mesmo tempo eu acho que ele tenta traçar uma linha entre esses dois universos de James Bond, que tem essa parte mais espionagem pé no chão e agentes amargurados com a vida, e a realidade e o peso de ser um agente de zero zero e tal. Ao mesmo tempo que ele ainda tem as gadgets mais absurdas, né, e tal. Então ele tenta fazer um meio termo aí entre o que James Bond já foi e o que ele foi estabelecido ali no Daniel Craig.
E aqui, inclusive, a cena que tá passando é outra dessas cenas de que, nossa, eles se esforçam em construir esse mundo de um jeito que eu aprecio bastante, que é uma coisa que você vai fazer algumas vezes, né? Que você vai sair de uma missão, aí você volta pro prédio do MI6, aí você tem um debriefing ali, um relatório com a Amy, e aí uma reunião com ela, e aí você vai descer, pegar o elevador, apertar o botão do elevador, descer pro laboratório do Q.
ver as bugigangas que estão sendo desenvolvidas, às vezes conversar com as pessoas e interagir com as bugigangas, que você pode hackear elas com o seu relógio e tal. E aí você vai escolher as bugigangas que você quer, aí você vai pra missão. Então tem uns momentos assim que eu... Caramba, que interessante. Tipo, tem um pedaço que você termina uma missão e você tem uma cena de você dirigindo um carro por Londres, dirigindo um carro pela cidade, levando o seu chefe pra deixar ele em casa.
E aí você segue pra ir pra sua casa, sabe? Obviamente a história vai daí pra outra coisa.
Mas é um momento, assim, de construção de mundo e de construção da relação desses personagens que me surpreenderam bastante, assim. Eu fiquei bem, bem surpreso mesmo com isso. Eu me surpreendi o quanto eu me importei com as pessoas, os personagens desse jogo também. Especialmente porque a primeira impressão não é boa, eu acho. Pelo menos pra mim não foi, assim. Porque eu senti... Do James, você disse? É, do James e da galerinha em volta dele.
Ele me pareceu meio que... O James nem tanto, né? Mas a galerinha em volta... Nossa, um bando de riquinho babaca. É que são todos britânicos.
Que faz tudo o que quer e todo mundo passa a mão na cabeça deles. Mas dá essa vibe e eu acho que é até de propósito. É de propósito, exato. Porque ele tá querendo construir alguma coisa com isso pra subverter depois. O que eu tava dizendo é, tem esse pedaço de construção. E quando você vai pra primeira missão de verdade mesmo, que inclusive é a que eles mostram no primeiro trailer de gameplay que teve, que é o James indo como chofer, disfarçado de chofer, num torneio de xadrez, assim. Que é, assim, uma missão extremamente hitman, assim. É, talvez a mais...
É, que é tipo uma mansão gigantesca, naquele estilo bem mansão chique que a IO Interactive sabe fazer como ninguém, assim, né? E aí você tá lá e começa a acontecer coisas estranhas, você começa a investigar e tal. Eu admito que eu fiquei um pouco decepcionado, por quê? Eu esperava que quando ele finalmente me soltasse numa missão desse tipo... E demora umas cinco horas.
demora, mas eu esperava que quando ele me soltasse fosse tipo o Hitman, e não é não é porque ele tem um cheiro Hitman, tem um sabor Hitman mas ele tá sempre segurando a sua mão ele tá sempre te guiando, não tem como você desligar completamente as marcações de objetivos que é algo que no Hitman ele é bem mais, isso é bem mais controlável customizável, né, tentei várias vezes desmarcar porque eu queria pô que eu vou pegar
explorar, conversar com as pessoas, ver o que que... pra onde elas estavam me apontando. Mas sempre tinha... Assim, você pode ir manualmente no menu e desmarcar sempre que alguma coisa surgir. Mas, pô, é meio chato, né? E uma vez que já marcou, tá marcado. E a proposta é outra, né? Porque o Ritman, cada fase, cada missão é um parque de diversão. Exato. Com...
inúmeras, inúmeras, inúmeras possibilidades. Vai ter, tipo, sei lá, umas quatro, cinco mais elaboradas, mas várias outras mini possibilidades, que são objetivos opcionais dentro do jogo, quase brincadeiras, que o jogo vai te... Olha só, você fez essa coisinha meio escondida que a gente deixou aqui, enquanto no 007 você tem as coisas exatas pra fazer.
Às vezes vai ter tipo, olha, você pode fazer A ou B. Ou até A ou B ou C. É. Mas, por exemplo, você não tem a liberdade do Hitman de matar todo mundo. Não. Não. Não, o jogo ele é bem segmentadinho. Isso, que nem o sushi disso, foi uma coisa que eu percebi, que é, ele não tá, ele intencionalmente não tá tentando ser como o Hitman.
Ele tá tentando ser um outro tipo de jogo Ele tem a base do Hitman Ele usa os sistemas parecidos do Hitman Mas ele faz tudo de forma mais amigável E mais linear no geral Que nem eu já tava comentando Tipo, ah, você tem duas, às vezes três opções Num cenário que tem muita opção Mas no fim sempre vai terminar da mesma forma Então tipo, é meio que um Um short
É, porque o ritmo você pode falar, ah, mas vai terminar sempre se matando o alvo. Sim, mas você pode... Onde você vai matar, como você vai matar. Exato. E aqui não, tipo, ah, só um exemplo fictício, tá? Eu quero muito chegar na porta escondida de uma sala secreta do escritório de alguém. Aí você vai ter, tipo, etapas que vai ser, sei lá, descobrir a senha da sala, arrumar uma forma de entrar pela janela.
Vai ser sempre umas coisas assim, mas é tipo... O fim vai ser sempre chegar nessa sala, ter uma cutscene e virar tiroteio. Isso. É, porque ele é segmentadinho, né? Exato. Tipo, não tem... Por exemplo, no Hitman, se eu tô usando minha arma de fogo, eu falhei. Eu sempre quero fazer no máximo de stealth possível. Se possível, só matar o meu alvo. Mas aí você pode fazer save scan nesse jogo também?
Não. O Ritmo é um jogo de stealth mais aberto, né, nesse sentido. O 07 não, tipo, ele... Esse momento é um momento de exploração social, vamos dizer assim. Ele é bem dividido entre esses pedaços. Aí, nesse momento de exploração social, vai ser um mapa super aberto, onde não tem inimigos, né, o...
Se você entra numa área proibida, só alguém vai te falar, olha, você não pode entrar aqui, vai embora e tal. Você vai explorar, conversar com as pessoas, descobrir oportunidades, né? O que você pode fazer, onde você precisa chegar, quais caminhos você pode levar até lá. Esse de roupa, de se vestir pra se disfarçar. Acontece, sei lá, umas duas vezes e é coisa de história.
E isso eu entendo porque é um pouco deles adaptando a fórmula do Hitman pra fantasia de 0x7, que curiosamente não envolve fantasia, né? Como é o caso do Hitman. Então, por exemplo, o 0x7 não é um boneco de...
fantasia, né? Mas ele não é de ficar entrando no lugar e trocando a roupa com a roupa do garçom, e aí troca com a roupa do guarda e tal. Não é muito a vibe do 0x7, ele é muito mais do stealth social, né? Então, por exemplo, nesse jogo tem uma mecânica do Blair Far, né? Que você entra num lugar com toda a pompa, assim, andando com confiança, e alguém aí, quem é você? Ah, eu vim inspecionar o ar-condicionado. Ele é espião de Guerra Fria, né?
Eu não sei o que isso quer dizer. É assim que espião de Guerra Fria faz? Só entra... Espião social. Ah, ok. Então é um pouco isso, tipo...
Ainda que você gaste um recurso pra isso. Você tem uma mana. Um MP. É um MP de mentira? É um MP de ficcional. Eu não lembro o nome no jogo, mas o símbolo é um raiozinho. Então, mentira points. Então, na minha cabeça é tipo uma stamina. Um monte de points. E aí, pelo menos até onde eu vi, você ganha esses pontos derrubando inimigo. É dando knockout. É, e fazendo coisas, eu acho, né? Você consegue... Eu acho que você ganha alguns desses pontos também recarregando os seus... Ah, sei.
reloginho. E aí quando você vai negociar, entre aspas, ou blefar, você vai gastando essa pontuação. Que curioso. É, porque é interessante porque é meio que um superpoder, assim, sabe? Você chega num lugar e se você tiver ponto pra isso, o pessoal aceita que você tá lá. O Urso Lino falou, ele tem 99 de carisma. É, tipo isso. Mas dito isso, esse lugar, então, por exemplo...
Tem uma hora que eu vou entrar num lugar De novo, um exemplo fictício Vou passar perto de trás de um balcão de um bar Eu não posso, porque eu não trabalho no bar Então eu dou de passar assim E a pessoa fala, não, você não pode entrar aqui, é só funcionário Aí fala, ah, não, não, eu trabalho aqui, eu vim pegar só um negócio ali Aí a pessoa, ah, não, beleza, então Isso não é passe livre pra você ficar zanzando à vontade Aparece um tempo Uma barra esvaziando na cabeça da pessoa E se esvazia, você tá lá ainda Aí ela manda você embora Falou, o que você tá fazendo aqui ainda? Aí manda você embora Não, não, não, não
legal, curioso. É meio que só você gasta o ponto pra ganhar, sei lá, 40 segundos aqui de paz, sabe? E tem assim, né, que tem no ritmo, né, de você manipular as coisas do cenário pra chamar a atenção dos personagens, então tanto pra distrair quanto pra atrair eles pra algum lugar, então você pode, por exemplo, hackear a TV, aí alguém vai lá pra desligar, ou então, por exemplo, na cozinha, você precisa entrar na cozinha, você consegue, sei lá, hackear o forno, né, que hoje em dia é tudo smart.
Então você consegue hackear pra ele começar a sair fumaça, assim, aí alguém vai lá. E aí enquanto isso tá acontecendo, você consegue se infiltrar. E a diferença é que no Hitman você tinha que ir lá manualmente e interagir com a coisa, né? Aqui ele tem um reloginho mágico do quê? Um mágico. Que você consegue... Um gadget, André, por favor. É tipo Watch Dogs, né?
na verdade, né? Uma bugiganga. Você consegue de longe interagir com vários objetos do mapa e varia, né, as formas que você consegue interagir de acordo com os gadgets que você leva pra missão. Que é uma coisa meio Hitman também, mas bem limitada. E só mais pro final que eles vão te soltando mais possibilidades do que você pode levar e tal. É.
Mas eu achei divertido, tipo, dá um gostinho mais super-herói, entre aspas, né? Mas você ser mais do que só o Hitman. Sim, sim. Porque você tem... Mas o 717 é meio que isso, né? Ele é quase um super-herói. Mas então, no jogo isso acaba sendo uma função como se fosse uma barra de skill. E pra usar essas habilidades, você tem dois recursos, né? Que é a bateria do relógio, dos gadgets e tal, que muitas coisas você faz no relógio, né? É.
Ou químico, que são coisas que você usa pra disparar um dardo venenoso Ou atirar um mísselzinho na sua caneta que dispara um míssel Coisa do tipo Então você tem essas duas barras, né? Que é o bateria e químico Que você pode ficar pegando coisas no cenário Então tipo, sei lá, você vê um celular numa mesa Você interage pra roubar, entre aspas, a bateria do celular pra carregar o seu relógio
Pra quem tá vendo o vídeo agora, tá aparecendo na tela, né? As duas barrinhas. E eu achei muito foda essa interface que é tipo... Tipo relógio. Relógio, né? E as duas barrinhas dentro do relógio, assim. É muito maneiro. Que me lembra GoldenEye, né? Que o menu do GoldenEye você pausava e ele olhava pro relógio. E aí era tudo dentro do relógio. Absurdo. Crítica imperdoável a esse jogo. Quando você morre, não é o sangue descendo na tela.
É verdade, porra. É ridículo. É porque ele não é 007 ainda, né? Exato. E se diz James Bond. A crítica é imperdoável, que o André mandou um vídeo da pessoa que ela fica fazendo xixi eterno. E outro negócio químico, você pode pegar, sei lá, shampoo, qualquer produtinho, os coisinhos assim. É, tipo de limpeza.
Mas você também... Rapidinho, só isso. Eu quero falar sobre isso, Rafa. De vez em quando, nesse jogo, você encontra pessoas urinando. Importante. E eu, obviamente, como um historiador dos videogames, fui ver de onde estava... Porque ela tinha um pinto, né? É, vamos ver se ela tem pinto. Por quê? No Hitman 2, e aí eu me refiro ao Hitman Silent Assassin, quando o guarda ia mijar... Olha só como é que eles são safados e espertinhos. Eles pegavam o dedo do guarda, faziam o dedo do guarda crescer...
E o guarda levava a mão até a calça e parecia que ele tava segurando o pinto dele. É tipo quando você bota o dedo pelo zíper assim pra fora. Isso, é isso. E aí quando você olhava de sniper assim, todo mundo fazia isso, né gente? É. Todo mundo fazia isso. Pra manjar o guarda mijando, você via o pinto dele. E eu falava, caralho, o pinto do guarda. Os videogames. Como que eu sei disso? Porque eu joguei Hitman 2. Todo mundo que jogou Hitman 2 sabe disso. Eu fui ver nesse jogo os personagens mijando e não tem pinto.
Eles ficam segurando no ar, né? É, eles ficam segurando e a calça fechada. E o jato saindo de dentro da calça fechada. E eu pensei, porra, 2026 e não temos um pinto de NPC, porra, é ridículo. Precisamos dar um Real Engine 6 imediatamente. Baldur's Gate colocaria um pinto. Não tem nenhum pinto mijando no Baldur's Gate 3? Mas o que eu ia dizer também sobre isso é que as pessoas mijando nesse jogo, elas mijam eternamente.
Ela tinha 5 minutos, a pessoa tava 5 minutos mijando ininterruptamente. E é muito engraçado, porque assim, ela tá mijando, aí ela para de mijar, aí você pensa, ok. Aí começa de novo. E aí, assim, esse jogo, uma coisa que a E.O. faz muito bem, né, é multidões no geral. Então quando você tá passando por uma multidão assim, é muito bem feito você empurrando as pessoas, né, pedindo licença, trana, trana. Então quando tem um cara mijando, você chega perto dele, dá uma empurradinha.
Aí o cara, eita, e afasta assim, né. Aí você fica olhando pra ele, ele olhando pra você. Aí você se afasta, ele...
Ele volta e continua a mijar, cara. Ele tava com vontade. Ele bebeu muita cerveja. Você nunca sonhou? Você tá mijando, mijando, mijando. Pra sempre. O cara esbarra em você na balada, aí você tem que voltar. É muito foda isso. Toda vez que tinha um cara mijando, eu parava.
Coate do André Toda vez que tinha um cara mijando Eu parava Eu parava e ficava olhando Mas essas barrinhas Uma coisa que eu acho interessante nela Que só fui perceber depois com o tempo Toda vez que você derrota um inimigo Seja no stealth ou seja no meio do tiroteio Você ganha um pouco da barra Pra incentivar você a ficar usando as habilidadezinhas Essa história
habilidades do relógio, você diz. É, é. É porque você também ganha, né? Também, você ganha as três. É, você ganha as três, isso. Você ganha, né, o raiozinho, a bateria e o químico. Mas ao mesmo tempo tem essa coisa de pô, são poderes muito fortes, né? Então você não pode só ficar usando. Não, não, gasta bastante. Então um que eu vou dar de exemplo pra trazer uma mecânica que o jogo foca bastante até na parte do tiroteio que é essa liberdade de interações uma gama de possibilidades fora só, ah, tira e mata.
Uma coisa que você tem é disparar o raio laser do relógio, que gasta metade da sua barra de bateria. Quando você faz isso lá no cenário, no stealth, você pode usar pra cortar a corrente de um portão fechado. Você pode... Você pode destravar uma porta que tá emperrada, assim, e que pra abrir você teria que chutar e fazer barulho. Exato, ou destruir alguma coisa no cenário, ou... Cegar um NPC, né? Isso.
Mas se você faz isso no combate, quando você mira no inimigo e usa o raio, você automaticamente atira na mão dele para ele soltar a arma. E ele fica meio estunado por um tempo. Você atira com um relógio? É um disparo laser do relógio. Ah, que legal. Achei que era com tipo...
uma caneta que faz um disparo. Você tenta, a caneta faz outra coisa. A caneta é um foguete, é um mini foguete. Você dispara um mísselzinho. Ah, mas tipo a derrubar coisas físicas, assim? Também, e atirar nos inimigos. Ah, ok. É um hit kill. É tudo disfarçado de itens normais. Então, por exemplo, a granada de fumaça é um isqueiro. E a granada de flash, eu acho, é um fonezinho bluetooth, assim. Você pega o fonezinho e joga ele.
Tem uma câmera também, que é um flash que dá um stun em área. Mas a parada que eu queria falar era do combate. Ele vai ter muito combate obrigatório. E ele vai ter muito isso de improviso, né? E até a gente já comentaram no chat, tipo, ah, eu gosto de jogar o Hitman sem salvar pra improvisar no caos. Esse jogo não tem... Esse jogo, ele tem o improviso, mas ele não tem o...
caos. O que eu quero dizer com isso? Tô fazendo aqui o stealth no negócio. Tô meio que, sei lá, num museu. Tô invadindo, sei lá, a mansão que o André comentou. Ah, um guarda me achou aqui nessa sala? Vão ser tipo esses três guardas que eles te acharam. É, tem um sistema de situação contida, uma coisa assim, né? Exato, é. E às vezes, vai ter guarda tentando chamar...
É ajuda, mas nem é sempre. Porque o jogo ele quer muito que... Ok, não, essa área tem que ser stealth. Então você vai ser punido, entre aspas, aqui lutando com esses 3, 4 guardinhas. Mas se lidou com eles, o stealth ainda é stealth. O resto da mansão tá de boa. Ainda que, nas missões de tutorial, quando você tá lá invadindo o castelinho pra pegar a bandeira lá em cima, é muito comum os guardas, quando eles te veem, eles chamarem um monte de reforço.
É, então eles fazem isso. E começa a vir um monte de guarda e não para de vir, assim.
É, então vai ter as duas situações, né? Vai ter essas de... Porque tem área que vai ser tipo um Sharted 3, pra continuar a comparação aqui com um Sharted. Que é, olha, você tem que passar por uma área expansiva aqui, né? Vai ter uns 10, 15 guardas aqui. E seu objetivo é atravessar isso aqui. Chegar do ponto A ao ponto B.
e aí vai ter vários caminhos possíveis várias rotas pra você usar e várias coisas pra você interagir com o cenário vários tipos de caminhos que você pode tomar o jogo tem esses quatro sabores de gameplay, ele tem a exploração no stealth social, que é o que a gente explicou tem esse segundo que é ponto A ou ponto B no stealth também, que aí
É uma área que tem inimigos que, se te verem, eles vão te atacar, eles vão ser hostis e tal. Você pode começar o combate ali com eles, mas vai ser contido, né? E nesse tipo de combate específico, que nem o Tengu falou, você agrou um, você vai meio que agrar os 20 que estão ali. E é interessante porque quem escala o combate são os inimigos, não é você, né? Exato. Tipo, você não pode sacar a arma e sair atirando. Você só pode...
Você aparece na tela, inclusive, na licença pra matar, quando alguém atira contra você.
Aí você pode sacar a arma e atirar. Se não, é combate porradinha e usando os gadgets e tal. É combate de Batman? É tipo combate de Batman. É, mais ou menos. Mas me lembra um pouco Sleeping Dogs, na verdade. Porque tem muito de você segurar o inimigo e jogar ele nas coisas, usar objetos do cenário pra jogar no inimigo e tal. Isso.
Mas a base é meio combate de Batman, assim como Sleep Dogs é também. Aí você tem pedaços que é só focado em combate, que, tipo, independente de stealth ou não, você tá ali, você vai lutar corpo a corpo com um inimigo, uma horda de inimigos, um grupo de inimigos. E aí tem o tiroteio, né? Que também são momentos que, assim, é obrigatório. Chegou uma horda de inimigos, você vai pra trás do cover e você vai ter que sobreviver com as armas de fogo mesmo.
Ah, e aí você tem armas de fogo, então, pistola... É, você pode pegar as armas do inimigo. Ah, do inimigo.
E é interessante porque, pô, eu fiquei surpreso de como que eu gostei do combate de tiro do jogo, porque ele faz umas coisas muito interessantes. Primeiro, as armas, elas são sempre pouquíssima munição, os covers quase todos são destrutíveis, ou os inimigos estão vindo de áreas diferentes que te compelham a estar sempre em movimento, sempre trocando de arma. Eles estão sempre te cercando.
Sempre, tipo, né, flanqueando, chegando por trás, assim. Ele tem algumas habilidades, assim, que são interessantes de você misturar, né? Então, tipo, você pode jogar a arma na cara do inimigo. Você pode, no meio da luta, tipo, Uncharted, cair na porrada com o inimigo, né? Então, assim, tem umas coisas que ele faz que tornam esses combates muito mais interessantes do que imediatamente parece que vai ser. Se você ver um vídeo de gameplay, você fala, ah, é um jogo de tiro de terceira pessoa genérico. E dá pra jogar, assim.
É, eu acho que sim. Quer dizer, eu não sei. É porque assim, eu joguei no difícil, né? Eu joguei no normal, eu joguei no normal. E pô, no difícil você não pode ficar parado. Você não pode. Tipo, eles destroem o seu flanco rapidinho, jogam granada. Ah, não. Granada, no normal, eles chovem em granada. Você tá 3 segundos no lugar e eles estão jogando granada. Seja de dano...
seja de flash. Mas uma coisa que eu acho legal do combate é que eu não acho que o jogo seja muito bom nesse improviso do Hitman, que a gente tava comentando. Porque no Hitman, o caos que acontece quando dá errado é um sabor muito específico. É um tipo de situação de videogame muito específico. Que meio que é o Hitman que faz esse tipo de jogo.
Aqui não é esse tipo. Quando alguém te vê, é que nem eu falei. Ou vai ser, tipo, três guardinhas te viu e acabou aqui. E você fica, nossa, é só isso? E eu consigo continuar explorando o stealth normal? Sim. Você não precisa nem esconder os corpos. Sabe por quê? Você não pode, inclusive, esconder os corpos. Não, você nem mexe nos corpos.
Sabe por quê? Porque eu acho que é um pouco dessa coisa da fantasia do James Bond, assim. Porque o James Bond, ele tem que ser mais cool, né? Ele não pode ser um agente atrapalhado, que nem você pode fazer o... É que o Hitman é engraçado, né? Exato. Esse jogo não tem tanto humor, assim, desse tipo de situação, por exemplo, quanto o Hitman tem. Ele tenta ser mais cool e mais sério. Exato. E eu confesso que eu fico um pouco triste.
Eu levei um tempo pra perceber que essa seria a dinâmica do jogo. Porque, como eu falei, demora pra ter esses momentos mais ritmo, né? E quando eu percebi que, se você quiser, você pode meio que foda-se, porque não tem tanta consequência assim. Pra essa parte do stealth, dessa parte de explorar os cenários e tentar roubar cartão, é uma versão muito mais simples do ritmo nisso.
Mas, de novo, no tiroteio, voltando pra isso rapidinho, o que eu acho legal é a liberdade que ele tem comparando com outros jogos desse tipo de tiro em terceira pessoa. Então, você vai poder, sei lá, atirar no joelho do inimigo pra imobilizar ele, na mão dele pra ele soltar a arma. Você pode sair correndo e empurrar ele, que aí ele vai jogar a arma pra cima de reflexo, aí você pega a arma no ar e já tá atirando, já tá com a mira automática nele.
Os cenários sempre tem muita oportunidade, os inimigos adoram ficar do lado de barril vermelho pedindo, pelo amor de Deus, pra tirar um duto de ventilação um negócio que vai fazer fumaça, você pode hackear você consegue usar o hack então eu acho muito
combate, que legal. É, né, várias coisas que você consegue derrubar, tem tipo, paredes quebráveis, janelas e tal, então tipo, as arenas são muito criativas, que é algo do level design que vem da IO mesmo, né, do Hitman, assim. Isso eu acho que apesar das situações serem mais simples, o level design...
no geral, é muito bom, assim. São ambientes que tem muitas rotas, né? Muitas possibilidades pra você, de como você chegar, né? Em tal lugar. De vez em quando, você tá indo pra um caminho, assim, você vê do lado, assim, nossa, tinha essa outra possibilidade completa aqui que eu nem considerei pra usar e tal. Então, isso ele tem muito. Apesar de que tudo no fim das contas chega no mesmo ponto, né? Eu acho que o level design da IO, do Hitman aqui, é muito forte ainda.
Comentaram no chat, direção de arte dos ritmos nunca foi muito forte. E esse jogo parece permanecido. Assim, eu discordo, eu adoro a direção de arte dos ritmos. É realista, né? Mas eu gosto muito dos ambientes, né? Da vibe que eles colocam. Das arquiteturas, né? Eu acho muito legal. Eu realmente acho que ninguém faz interiores de lugares, especialmente interiores de lugares chiques, como a IO faz, assim. E aqui tem cenários cheios de gente, né?
Assim, tem aquela exposição que você vai um pouco mais pra frente. E eles sabem, né? Eles vão com um movimento de câmera, assim.
E aí a câmera levanta e mostra, tipo, um mar de gente, assim. E começa a tocar a música e tal. Perguntaram da trilha? Eu acho que é muito bem utilizada. É aquele tipo de música dinâmica, né? Que hoje em dia é comum. Mas é muito legal. Sempre que você faz alguma coisa mais da hora, assim, toca algum pedacinho do tema do James Bond, assim... Eu ia perguntar se o tema do James Bond era utilizado. Direto, direto. E eu gosto dessa vibe que eles colocam, que por mais que o jogo em si, que nem eu falei, não vai ser Hitman, Hitman no estilo de jogo...
jogo, a maneira que eles constroem as situações e os lugares que ele te leva ao longo do jogo, eu acho que tem um gostinho bem único ainda assim, sabe? Eu acho que eles conseguem pegar, tipo, sei lá, o Hitman, eu acho que é o 2, tem a missão na corrida de Fórmula 1, por exemplo. É um lugar super inusitado, né, pra ter uma missão. Sim, sim. Aqui não vai ter exatamente esse tipo de situação, mas eu acho que ele consegue criar desculpas e lugares criativos interessantes o suficiente pra dar esse gostinho bem único, aventuresco.
No começo mesmo tem aquela missão que, tipo, ah, você precisa entrar nesse leilão. Então você precisa conseguir, tipo, 100 mil dinheiros. Como é que você vai conseguir? Toma aqui um mapa completamente aberto, cheio de oportunidades, que você vai poder, né, juntar esse dinheiro. Seja jogando jogos, tipo, de festival, assim, né, nos populares, assim. Seja descobrindo pessoas que estão fazendo negociações, interceptando essas negociações e tal, invadindo lugares, esse tipo de coisa.
coisa. E o legal é, depois que você faz isso, você vai pro leilão, que tipo, não é nada muito, né, elaborado, mas é um momento de gameplay onde você tem que blefar, onde você tem que sabotar os lances dos outros participantes e tal. Que tipo, de novo, mecanicamente é super simples, mas eu acho que tudo tá contribuindo pra essa sensação da fantasia, da aventura, da espionagem. E eu acho que quando eu percebi todas as coisas que ele tava fazendo, eu fiquei tranquilo em relação a minha decepção com a parte hitman dele. Porque, de fato, eu também senti isso. Eu...
Fiquei decepcionado quando eu vi como ele tava fazendo a parte Hitman. Mas é que é uma parte, né? De tudo o que ele tá fazendo. E ele às vezes não queria... Às vezes não, né? Ele não queria ser Hitman, né? É, eu acho que não casa tão bem assim com a vibe James Bond que eles tão tentando criar. Eu acho que ainda podia... A fantasia do 17. Eu acho que ainda podia ser mais profundo, né? Pro meu gosto. Eu gostaria que fosse mais. Eu também acho.
Mas eu acho que, em troca disso, eles oferecem essas outras coisas. E eu gostei muito dos dois sabores de parte stealth. Eu gostei muito dos momentos de combate corpo a corpo, que tem essa coisa caótica de jogar o inimigo pro lado e usar objetos do cenário pra bater nele e as partes de tiroteio. E entre esses pedaços, ele é cheio de pedacinhos únicos, de coisas que nunca vão se repetir. Tipo, sete pis...
de ação. 7 pieces. É, que nem no trailer de gameplay mostrou, né? Que ele invade um avião, né? Ele tá lá dentro do avião. E aí, com o relógio, ele consegue hackear a inclinação do avião. Você consegue girar o avião e aí todos os objetos caem pra um lado, caem pro outro. Você consegue fazer os inimigos caírem pra fora do avião e tal. Você tem momentos, tipo, esse do leilão, ou então, treinando a mentira, né? Numa aula com o professor, assim. E aí você tem que passar por um teste de...
polígrafo, né, e decidir se você vai contar a verdade ou não sobre algumas coisas ali e tal, e tudo isso vai intercalando, né, tipo, você nunca sabe o que vai ser o próximo momentinho de jogo, tem momentos de dirigir carro, né, momentos de veículos no geral, tem esses momentos mais cotidianos também.
Então, assim, é um jogo muito variado, né? Ele tá sempre trazendo alguma coisa. Por exemplo, tem um pedaço, você tá preso numa cadeira e você precisa que o seu interrogador fique perto de você, né? Então você tem que provocar o interrogador pra ele vir te bater, mas não te bater o suficiente pra acabar com a sua barra de vida. Então você tem que ficar tentando manter ele perto de você e ganhando tempo pra você recuperar seu fôlego. Mas não morrer também.
Mas não morrer também, porque se você deixar esperar demais ele vai embora, mas se ele te bater demais você morre. Então tem vários minigamezinhos assim, sabe? Muito na temática da espionagem que eu achei muito foda. Ele tem umas ideias muito boas mesmo de variedade das coisas. E assim, a parte...
Parte da narrativa em si, que nem o Sushi disse, eu me peguei surpreso do quanto que eu tava me importando com esse personagem. Eu acho que ele tem algumas dinâmicas que são muito boas, e que ele poderia ter errado muito a mão, né? Ele é um tipo de jogo que se emprestaria muito àquele tipo de diálogo irritante, meio Marvel, assim, de tipo, personagens fazendo piadinha o tempo todo. E ele tem um pouco disso.
Mas é bem pouco, eu acho. Mas é pouco. E eu acho que ele consegue construir algumas dinâmicas de personagem que me pegaram muito. Tipo, ele e a Moneypenny. E ele e o Greenway? Acho que é Greenway, né? Acho que é Greenway. O treinador. O treinador, é. A dinâmica dos dois, pra mim, é o jogo, assim. É muito boa, né? Que é um professor que... Ele te odeia, basicamente. Ele quer que você seja expulso e tal. E tem essa dinâmica entre os dois, assim, né?
E que vai se desenvolvendo ao longo do jogo. E que é muito maneiro. É muito maneiro de acompanhar.
E tem uns personagens mais pra frente que eu acho que tem uma dinâmica interessante também entre eles. É, tem a Bond Girl assim, que não é tão bem aproveitada. Eu não sei qual você tá se referindo, porque tem algumas mulheres no jogo. Não, é que tem uma principal, assim.
Sim, tem uma principal. Você não sabe, às vezes, no final, né? É, não terminou ainda. É, não terminei ainda, é verdade. Mas eu gosto da dinâmica com ela, tem pouco, mas assim, vai ter uma continuação. Eu espero que sim. Eu posso... Não é um spoiler da história, mas eu posso falar o que aparece na tela pós-créditos, é um texto, aparece um texto. James Bond retornará em Vingadores Ultimato. É. Ok. É, James Bond irá voltar.
Ok, ok. Você acaba os créditos e escreve isso na tela. Ok, vai ter continuação. Ok. Que bom. Aparentemente já em desenvolvimento, porque pra mandar assim... Não, é pra mandar assim no jogo. Às vezes eles estão muito confiantes. Eu espero que esse jogo faça bastante sede, porque aí eu mereço, sabe? Pô, eu torço muito por ela, assim.
muito mesmo. E assim, a premissa da história do jogo mesmo, né? É uma bem clássica de James Bond também, que é um atentado envolvendo um agente, um antigo 00, né? O 009. E aí tem a caçada, esse agente, né? Que é, amigo, o GoldenEye é meio que isso, né? É isso, né? Só que é o 006. É isso. Que é o Xambim.
É porque o ex-daí era o que dava língua nos lentes pra todo mundo. O 00x9. Isso. Pra um jogo que tá em desenvolvimento há 53 anos, ele aborda... Assim, não vou entrar em muitos detalhes. Ah, sim. Aborda IA, né? Ele aborda IA... De jeito interessante. É, de uma forma muito interessante de crítica de uso de IA, de uso de IA pra parte militar.
E o que as pessoas por trás disso querem com isso? Porque a empresa de IA desse jogo é uma empresa privada, que me lembra um pouco a Palantir e uns negócios aí. É, não, tem umas coisas que você olha e fala, ah, isso aqui está aqui no lugar dessa outra coisa do mundo real. Exato, exato. E eu fui até ver depois, tipo, esse jogo, no final, é um jogo muito crítico de IA. Principalmente pro tipo de uso que está sendo usado no universo do jogo aqui.
Falando que essa frase apareceu nos filmes antigos do Bond mesmo. Ah, ok. Então talvez não tenha continuação mesmo não. É que ele termina com a brecha para uma continuação. Pô, eu espero muito que tenha. Depende talvez do sucesso que o jogo fizer, né? Eu até fui ver esse estúdio. Se ele está fazendo uma história assim, que é tão contra o uso de A... Espero que eles não tenham sabido. Eu espero que eles não estejam sabendo de A.
E eu fui procurar e a única matéria que eu achei foi de 2023. Que eu acho que o CEO do estúdio falou que eles têm uma política de não usar AIA. Mas é 2023.
Mas até lá pode ter mudado muita coisa. Mas ó, o 2023 é a época que o pessoal falava que tava usando EA e achava legal, entendeu? Hoje em dia acho que é mais mal visto. É, não sei. Pra um jogo que tá tanto tempo de desenvolvimento, como o Sushi disse, é surpreendente até. Eu fico pensando se isso foi atualizado na história com o tempo, assim.
O This World falou. Ah, é por isso que os incel estão chamando de woke light. Ah, não. É literalmente por qualquer coisa. Não, você sabe por que que é? Não faço ideia. Porque o 007 tem uma chefe que é mulher. Mas a Amy... Mas não importa. Não importa que isso já existiu. Não ouviu falar de Ju de dente. Não, não importa que isso é clássico, que já tenha um zilhão de anos. Não importa. Não, é woke. A chefe dele é mulher, é woke.
Ah, meu Deus. Entendi. É, é woke light. Bacana, bacana. Será que é o pior? Eu gostei desse James.
Eu gosto dele. Sabe por que? Porque eles fazem um trabalho bom pra, né? É que ele começa sarcástico e canastrão e galanteador. E não que ele perca isso 100%. Mas ele amadurece, né? Então, mas ele vai ficando mais sério conforme a história vai avançando. E nessa comparação que eu fiz mais com o Daniel Craig, de um James Bond mais sóbrio e tal.
Ele ainda vai chavecar Inclusive tem NPCs nesse jogo Que existem só pra mulher chavecar O James Bond E ele fala não, não, não Ele é o Nakadima Ele está farmando aura Nossa sim Ele passa e as mulheres todas Caralho, nossa
Tinha uma galera confusa no chat. Sim, esse jogo se passa em 2026. Isso. E ele é, ainda assim, um prequel. Tipo, ele é o reboot. É o reboot, exato. Tem uma coisa da história que é tipo, a M, ela assumiu faz pouco tempo. Assumiu, né? Isso, sim. Assumiu a M6 recentemente, há pouco tempo. E uma medida que ela tomou é trazer de volta o programa dos Agentes 00. Que tinha sido aposentada há uns 10 anos. Isso, isso. E aí, então, tipo, é um novo, é o clássico, é mistura da tradição com modernidade, né? Acho que é uma...
coisa nova, um universo novo. Então, é uma coisa nova, né? Mas, tipo, ah, já existiram agentes 00 no passado. Mas é uma confusão, acho que normal, porque eu tava jogando, né? A Thales tava vendo, eu falei, ah, né, é um James Bond jovem, ele tem 26 anos e tananã. Aí ela o quê? Ela assistindo assim, aí puxa um celular, hackeia coisas, internet e ia lá. Ué, mas não é ele jovem virando um agente e tal? Falei, é, mas só que em 2026 ela ficou, tipo...
Pô, mas você vai contar a origem, porque hoje em dia. Mas é normal, né? Tipo, o James Bond, você vai ver um filme, ele normalmente tá na época... Na época do filme, né? Exato. É, o do Daniel Craig também, ele começa com ele... Tipo, aquela cena em preto e branco é ele matando... Fazendo o assassinato que dá pra ele o status de 00, né? Então, é meio que... Não conta essa origem prévia, né? Do treinamento, que nem esse filme, esse jogo faz.
Eu não sei se tem algum filme que vai tão no passado assim, ou livro, né? Mas...
É comum, né, da série, então... Exato. Ele nasceu nos anos 2000. Sim. Exatamente. É, e... Falaram, perguntaram das performances. Eu não gosto do modelo geral. Os personagens principais dos modelos são ok, mas os personagens que não são os principais são os modelos que eu acho meio tosquinho. Animação, expressão facial, esse tipo de...
É, até porque pela quantidade, eu acho que justifica. Falando de novo, né, alguém tinha criticado a direção de arte. Pô, eu gosto muito das roupas, assim, porque é difícil você fazer roupa de multidão sem todo mundo parecer que tá usando a mesma roupa. E dois, parecer que as roupas se encaixam naquela ocasião, né? Então, tipo...
roupa de balada, né, vai ser um tipo diferente de uma roupa de um evento de gala, né, assim. E, pô, o esforço disso, assim, fica muito claro. É muito... Eu gosto muito dessa parte. Inclusive, que nem o Sushi falou, né, pra um jogo que tá sendo desenvolvido há tanto tempo, tecnicamente, né, ele tem alguns problemas... Eu joguei no PS5, ele tem alguns problemas de textura, assim, tem algumas texturas que ficam borradas e tal. A gente vai ver também se vai ter patch day one, né?
É, tem isso. Mas o... Load longo? É, quando você morre tem um load que pra essa geração é bastante longo, né? Lembra do load do Bloodborne. Eu ia falar isso! Coitado. O Bloodborne lançamento. É, mas uma coisa que eu acho impressionante, isso é coisa da IO de novo. Ela herdando tecnologias do passado. Espelhos.
Ah não, é foda Espelho que funciona, né? Espelho em todo lugar Espelho assim, pedacinho de espelho Mas é Ray Tracer? Teve umas duas salas que eu entrei Que era espelho de parede inteira Eu achei que continuava Direto E assim, espelho O espelho meio inclinado Então o reflexo tá meio inclinado Espelho assim, porta de guarda-roupa, sabe? Que tá uma outra porta por cima Então só tem um pedacinho do espelho de fresta E espelho funcional, mesmo assim Espelho trincado, espelho redondo Espelho, caraca Espelhos doanas
assim, sabe? Muito foda. Mas o que eu ia falar sobre as performances daquela hora, gostei bastante das performances da atuação dos personagens principais, né, que estão mais tempo na tela. Gostei bastante, eu só não acho tão bonito os modelos em si, mas a IO também não é a maior empresa do AAA do mundo, tanto que cheio de product placement no jogo.
Ah, é, sim, sim. Eu ia falar também porque a IO bota muito NPC num lugar só. Eu acho que por isso os modelos têm que ser mais... Simples. Mais simples, mais contidos, né? É, mas realmente dos protagonistas, assim, né? Tipo, Bond, a Moneypenny, o Greenway, a Amy, assim, são uns modelinhos bonitinhos. Até os amigos do James já são um pouco menos... São, né? Detalhados. Parece que foi feito no criador de personagem, né? Parece, parece. É assim, a equipe que tá treinando junto com o James, a... Equipe Bond.
É os... Os recrutas. Os recrutas 00 são sete. O James é amigo de dois deles. Mora junto, né? Os outros quatro... É qualquer coisa. É qualquer coisa. É muito engraçado. Tipo, era pra ser mais importante, eu acho, mas super genérico os personagens. André, emoji de apertando a mão, indígenas em 1500. Espelhos são muito foda. É.
Mas assim, espelho em videogame quando funciona bem é foda. É, porque é raro, né? Porque geralmente ou é um espelho que o reflexo vai ser em baixíssima qualidade ou vai ser só tipo, não, esse espelho é narrativamente importante. Então esse espelho vai funcionar, mas todos os outros vão ser aqueles espelhos... Ou é embaçado, é trincado, é aquele reflexo do... Screen, como é que mesmo é? Screen Space Reflection. Exato, meio tosquinho. E não, aqui é...
Ray Tracing foda Mas é Ray Tracing mesmo? Eu não sei se é Ray Tracing Mas parece Pela qualidade Eu acho que o Hitman já era A trilogia original O 1 não era Acho que o 2 coloca E depois em patch É adicionado no 1 também É Eu acho que deve ser mesmo Porque é muito bom É muito bem feito Enfim Mas Hitman Tem gu Mas Hitman não 007 007 007 007
Mas assim, tirinha um novo Hitman também. Também. Podia intercalar entre 0 e 0 e 0.7. Você jogou. Eu joguei um tanto. Mas você não falou muito do que você achou do jogo. É, não. O que eu tava ouvindo vocês falando agora, né? E assim, eu não tenho muita experiência com... Eu gosto de jogo de furtividade, de stealth, né? Mas eu não... Nunca joguei um Hitman. E eu acho que eu nunca joguei Hitman. Porque eu sempre achei ele um pouco... Ameaçador, assim.
Sabe, tipo, tem muita coisa pra escolher, muita rota, muita opção, muita oportunidade e tal. E eu acho que isso me intimidava um pouco no Hitman. Então eu acho que pelo que eu joguei no 0-0-0-7, eu acho que ele é um bom Hitman pra quem nunca teve coragem de mexer com o Hitman.
Justo, justo. Sabe? Ele é um ritmo mais amigável. Mais amigável, mais convidativo, eu acho. Tem muita opção, tem as bugiganga, não tem muita aquela coisa de você se disfarçar, ter que lidar com um mapa muito grande, com muita opção, usar armas diferentes, buscar rotas diferentes, não sei o que.
Então eu acho que é um jogo de stealth muito gostoso. Eu fiquei super, super... Eu não estava acompanhando muito o período de marketing dele. Eu só tinha visto alguns trailers e tal. Depois eu não fui acompanhar muito. Porque não é um jogo que estava capturando muito o meu interesse, de modo geral. Mas agora que eu joguei...
mesmo, fiquei super, caralho, que jogo da hora, assim, pô, quero muito continuar jogando. Porque parece muito legal, parece que tem ideias muito boas, tem um grau de liberdade que pra mim é razoavelmente bom. Então, pô, eu fiquei super amarrado nele, assim. O James, que nem vocês falaram, ele é um boneco muito legal, relações dele com outros personagens são legais, é um personagem bem, que ainda pra mim, ele ainda tá meio canastrão, né, meio galanteador, meio piadice e tal, mas é bacana, é um personagem legal e eu nem cheguei a ver toda a possibilidade, né, toda a gama que o jogo tem a oferecer. Você jogou...
Até onde, mais ou menos? Eu passei a balada. Ok, ok, ok. Eu passei a balada, né? Então eu joguei, sei lá, 5 horas. Ah, você não foi pro jogo de xadrez ainda? Não, não, não. Eu diria que ali é o... É a primeira missão pra valer. É a missão mesmo. É isso que tá passando na tela agora? Tá indo pro castelo, vai ter um torneio de xadrez. Não comecei o jogo de verdade, né? É. Queria comentar, ele tem um tutorial longo. Sim. Porque até você ir pro xadrez...
E não tá se referindo à prisão? É. É pra esse campeonato, esse torneio de xadrez?
É tudo bem guiadinho, é bem apresentando cada mecânica individualmente e tudo mais. Por isso que eu falei, tipo, o tutorial do jogo umas 4 horas, porque eu diria que o jogo mesmo, o capítulo 1, é essa missão do Tornado de Adres. Então eu fiquei super... Apesar de eu não ter começado a primeira missão de verdade...
Eu achei super interessante o jogo. Que da hora, eu quero muito continuar jogando isso. Parece muito a minha geleia. Quando vocês falaram que era 70% Uncharted, 30% Ritmo, eu fiquei com bem mais vontade de jogar também. É engraçado, peraí rapidinho. O Red Robão disse, dirigir é bom ao automático. É um pouco dos dois. Se você tenta se desviar da rota, ele tem um direção automático ativada. Mas tem lugar que ele deixa você fazer merda.
É, e tem lugar que ele deixa você procurar atalhos, né, e tal. Mas é simples. Eu diria que das partes únicas de gameplay, assim, é talvez a mais simples em termos de controle. Mas você consegue dar, né, uns freios de mão, aquela coisa, uns drift. Você jogou o Escalation, André? Do Hitman? Não, do 007. O que é Escalation?
É as mesmas coisas do Ritma. Tem essas missões fora da história. Nem vi, só na história. Eu ia perguntar porque eu não vi, porque eu foquei na história. E é engraçado que é meio que na narrativa essas missões, né? Então, você tem que conversar com uma cientista no laboratório do quê? E ela vai falar, olha, tem uns negócios aqui no VR, em realidade virtual, uns treinos pra você fazer, você quer? Aí, se você quiser, o jogo teletransporta você pra uma nova área, que é um lobby pra você fazer as missões, tipo de assassinato do Ritma, aquelas missões mais genéricas. Sim. Que são, em português ficou como, você sabe?
Os contratos, né? É, eu não lembro. Que é o escalation em inglês, né? Elusive Target, essas coisas. Exato. Tem aqui também. Só que eu não fiz, porque eu tava focando na história pra tentar terminar o tempo do Vértice. E eu não sei o quão ritmo é essas missões. É, talvez seja mais, né? Mas dá a entender que eles vão tentar manter um conteúdo pós-lançamento de ficar lançando essas missões de assassinato e coisas do tipo também.
É engraçado, porque é um jogo que, como eu falei, eu tinha uma visão muito específica do que eu gostaria que ele fosse. E ele não é exatamente essa visão que eu tinha. Mas à medida, enquanto eu ia jogando, eu ia me desprendendo um pouco dessa visão idealizada que eu tinha e aceitando o que ele é. E assim, no que eu tinha imaginado, na minha cabeça, é um jogo que eu gosto mais. Mas ele introduz coisas que eu não imaginava que esse jogo poderia ter, tipo essas partes mais cotidianas. Que eu gosto muito.
Então eu acho que, apesar do que o que eu tinha imaginado na minha cabeça é melhor, eu acho que o conjunto do que ele entrega é melhor do que eu poderia ter imaginado. Então eu tô gostando muito mesmo. Quero muito voltar pra terminar e, sei lá, platinar. Ele é mais barato? Não, ele é 70 dólares. 70, ok. E eu acho que, assim, com disco... Não, é um jogo de 70 dólares. É, com disco com o conteúdo. Obviamente, a conversão pra reais vai ser aquela putaria. É daquele jeito, né? Tá 70 reais nesse mundo.
Isso. Imagina que gostoso. Sushi, eu preciso que você dê uma nota naval para 007 First Light. Eu também, apesar de não ter terminado, vou dar uma nota naval para 007 First Light. Eu também. E que piorar não vai. No máximo vai subir. Eu tava olhando aqui, aquele grupinho do Telegram, TM, o físico do 007 tá tipo 250.
É o que eu acabei de falar no chat. Ah, é? Foda. 250. Pô, um bom preço. Bom preço. Pra um lançamento de Poe. Pra um lançamento de Poe. No Brasil, em 2026. Nessa economia. 240 na nuvem. Queria um precinho desse pro Adventures of Elliot. Squirt. Sushi, me dê.
Me dê a sua nota naval. A nota naval, que no caso, é o nosso sistema desnecessariamente complexo de avaliar um jogo, onde ao invés de dar uma nota de 0 a 10, ou uma 5 estrelas, ou qualquer porra assim, a gente dispõe essa nota num plano cartesiano, onde o eixo X vai de desinteressante a interessante, ou de 1 a 10, e o eixo Y vai de JA, ou de ruim a bom. E aí, você aponta, tal qual uma batalha naval, para um desses quadrantes, no nosso mapa da nota naval, e essa é a nota do seu jogo.
Ou só durante a Copa, só durante a Copa Podia ser ousadia e alegria Só durante a Copa Enquanto a Copa estiver acontecendo vai ser ousadia e alegria Só durante a Copa Essa Copa não tá nada alegria e nada ousadia A gente precisa encontrar ousadia e alegria Pra lá é ousadia, eu diria É um pouco Ir pra lá é ousadia pra caralho
Mas, André, eu gostei do jogo. Fico triste que ele é menos Hitman que eu achei que seria. Porque eu lembro de a gente ter tido essa conversa nos primeiros trailers e tal, do quanto a gente achava que ia ter de Hitman e tal. Eu gostaria que ele fosse mais também. Eu também, né? Mas fico feliz pelo menos que ele tem um pouco, né? Ele tem esse legado, esse... Ele traz coisas, né, de Hitman ainda, de forma leve. Ele aproveita a base do Hitman.
Exato. Tem uma boa base. Tem uma boa base. Gostei da história, gostei dos personagens, mas não é interessante.
Não é um jogo muito interessante. Então a interessância dele pra mim sofre aqui. Não diria que é um jogo ousado, se a gente for usar ousadia e alegria aqui. Ah, mas agora vai ousar, né? É, pra ir treinando, eu tô treinando aqui. Então, na parte do interessante eu vou ir baixo. Mas, apesar da decepção, é legal jogar ele. A parte de qualidade, ele tem qualidade nas coisas dele. Então eu vou dizer, André, um C5. C5. C5 aqui?
C5. C5. Para 007 First Light. Eu acho que ele é mais interessante. Eu achei que eu acharia ele um jogo... Quando eu penso nesse jogo, eu penso... Quando você me diz assim, ah, é um Uncharted com ritmo. Eu imagino um jogo menos interessante do que eu tô achando ele. Essas decisões...
de direção, como que ele apresenta a história e essas inserções assim, de momentos, né do dia a dia, isso pra mim enriquece muito o jogo e me mostra um jogo interessado na história e na construção de mundo que ele tá contando, assim, que ele tá criando e eu acho que ele é muito criativo, né em como ele varia, assim, me lembra às vezes até um adventure, né, que cada momento é meio inesperado, o que que vai acontecer você não sabe pra onde que ele tá indo, então eu acho esse aspecto dele bastante interessante, eu vou dar para a Hitman certo
Não é possível. Eu vou dar para 007 First Light um B8. Olha só. B de bonde. B de bonde. Pô, B7, né? Tem que ser B7. O André vai descer uma nota. Não, André. Bond 007. Ó, André, alguém no chat falou uma coisa muito extra. Foi o spoiler de 2015. Ele falou, se a gente adicionar um eixo Z na nota naval, a gente vai poder dar notas com mais profundidade.
É, ó, eu queria comentar no chat Pô, como é que seria uma luta, né 007 versus Hitman Enquanto eu jogava esse jogo no meio dele Eu pensei, será que eles vão misturar os dois mundos? Será que eles vão colocar a organização Do... Não que vai ter ou a gente 47, mas a organização Dele vai estar nesse mundo? Eu acho que não Fica aí o mistério
Eu acho que como a IP não é deles A família do Ian Fleming Não ia gostar disso É loucura pensar que James Bond É um personagem de livro Então esse foi o nosso review De 007 First Light
Mas, Sushi, você jogou um jogo aí? Eu joguei. Que é uma sequência de um jogo muito querido pelos scales de todo o Brasil, né? Jogo de namorar peixe. O pior é que você fala isso, André. Duas pessoas no chat vão saber qual que é esse jogo. Chat, levanta a mão rapidinho aí. Quem jogou? Eu vou dificultar aqui. Call of the Sea. Também conhecido como Jogo de Namorar Peixe.
Se bem que ele saiu no Game Pass. Saiu no Game Pass. Ok, ok, ok. É um jogo de quê? 2021? Talvez 2021. Fale mais sobre esse jogo, Sushi, esse tal de Call of the Sea aí. Então, o Call of the Sea, ele saiu há muitos anos atrás, a gente comentou sobre ele. Olha, muita gente que jogou ali, hein, mano. Saiu na Plus Extra. Fico feliz, fico feliz. Fico feliz. Joguei no garoto de programa também. A Epic também deu ele, caralho. Nossa, todo mundo deu o Call of the Sea, então.
É uma pena, porque esse jogo está com, tipo, cento e poucos reviews no Steam nesse momento. A continuação, o que é que eu vou falar agora? O Call of the Sea, eu adoro agora. É, porque o Call of the Sea saiu vários anos atrás, que a gente estava comentando aqui. Só para contextualizar um pouquinho, o Call of the Sea, ele é mais ou menos, mais ou menos...
Um misty like, assim, é um adventure em primeira pessoa No qual você é uma moça que tá tentando descobrir o que aconteceu com o seu marido desaparecido Aí você vai pra uma ilha que ele foi fazer uma viagem, uma expedição com várias outras pessoas Então você tá se aventurando nessa ilha E nessa ilha você vai encontrar vários mistérios e segredos e puzzles
O que você quer dizer com o jogo Misty-like, Sushi? Porque quando a gente falou, usou essa terminologia pro Blue Prince, as pessoas ficaram meio confusas. O que mostra que urge um dash de Misty, hein? Por favor, por favor. Eu sonho com esse dash. Mas André, eu vou explicar pra você. Um jogo Misty-like é um jogo tipo Misty. É isso, é um jogo tipo Misty. Boa, agora o Rafa matou a pau. O Misty...
Ele é um jogo, acho que o André descreveu isso recentemente, é um advent em primeira pessoa. Acho que primariamente é isso, é um jogo de aventura em primeira pessoa, que também é um jogo de puzzle, vai ter muitos puzzles, só que em vez de você pegar objetos no cenário e combinar e interagir com eles e tal, ele é muito mais focado no mundo.
Na história, no cenário. Em aprender a mexer no cenário, né? É, aprender as lógicas desse mundo, um idioma, uma cultura, uma coisa. E com esse conhecimento dessa região que você tá, solucionar coisas pra ir avançando a história. É, por exemplo...
Por exemplo, um puzzle de Monkey Island, por exemplo, ou de algum adventure mais tradicional, vai ter assim uma geringonça que você precisa operar e você não consegue operar porque você não tem a alavanca. E aí pra conseguir a alavanca, você tem que trocar um peixe com uma gaivota, sei lá. Aí você consegue a alavanca, você usa a alavanca e você mexe na geringonça. No Mist, ou jogos tipo Mist, o que vai te impedir de avançar num puzzle que você tem que operar uma geringonça é você entender como...
aquela geringonça funciona. E aí, pra isso, vai ser ou você vai testar, ver o que funciona, o que não funciona, o que faz o quê, como que eu chego do ponto A ao ponto B aqui, ou você vai ler sobre pessoas que trabalharam com isso e elas vão te explicar os funcionamentos e tal. E o puzzle vai ser você, muitas vezes... Usar o conhecimento. Usar esse conhecimento, aplicar esse conhecimento na prática.
Vocês descreveram Outer Wilds também. Outer Wilds tem um pouco disso. Ele tem um pouquinho disso. E eu nem digo que ele foi atrás disso especificamente, mas ele tem um pouquinho, sim. Dá pra dizer que o The Witness tem um pouco disso? Tem, bastante. O The Witness, em entrevistas o Jonathan Boquetti, ele comenta que a proposta inicial dele com o The Witness era fazer um Misty bom, nas palavras dele. Que ódio desse lugar.
Que cara chapa. Mentira, eu exagerei agora. Ele falou que fazer um Mist mais moderno, com sensibilidades modernas. Eu fico com a primeira versão. Eu fiz isso de sacanagem só porque ele me irrita hoje em dia. Só um segundo eu preciso. Enquanto o Sushi bebe aí, a gente tá com uma ideia, porque saíram os remakes do Mist e do Riven pra PES 5, né?
É, que já tinha pra PC e outras plataformas, mas saiu agora pra Playstation. E agora a gente tem incentivos de troféus. E o Sushi falou da gente fazer uma live, uma live histórica de Myst, que é o Sushi jogando a versão original e eu jogando o remake. Porque o Sushi já zerou o remake, né, agora no PS5. Platinei os dois remakes. E é parecido? É igual? O Myst é idêntico, o Riven é atualizado. Eles tiram puzzles, colocam puzzles, mudam puzzles. Mas o Riven era o que mais precisaria dentre esses dois, não?
Não, o Mish precisaria mais. É mesmo? É. Mas talvez porque Mish é mais... É sacrosanto. E o Riven nem tanto. É, talvez. Mas assim, se vocês não jogarem ainda o remake do Riven... Não, o Riven... Porra, foda pra caralho. Nossa, que jogo foda. O Riven é absurdo. Eu tava, tipo, pelo amor de Deus, não sei esse jogo no PS5 pra eu poder jogar.
mas o Call of the Sea, esse jogo de alguns anos atrás, ele pegava essa proposta e colocava num cenário, um micro-spoiler aqui, mais de Cthulhu. Por isso esse nome, Call of the Sea. Não acredito que você não conhece. Call of the Sea e tem Cthulhu. Não, não é possível. É que isso é um twist que vem um pouquinho, né? Alguns puzzles à frente no jogo. O título já aparece. Aparece. Se você ver a capa do jogo, a imagem já também entrega um pouco mais.
Só que em vez de ser mais livre, né? Ele é meio que segmentado em áreas. Então você tem meio que esse pedaço da ilha. Aí você faz um puzzle, aí você avança um pouquinho. Aí você acha o acampamento deles. Aí você investiga o acampamento, acha mais uns negócios e descobre como entrar numa caverna. Só um exemplo. Ele é bem legal. Call of the C é bem legal. Recomendo. E no comecinho de maio saiu a sequência dele, o Call of the Elder Gods. Será que tem Kutulo nesse também? Será?
E ele é uma sequência direta, né? Você vai jogar com o marido. O que desapareceu. O que desapareceu da protagonista do primeiro jogo e uma aluna dele. Na verdade, você começa jogando com a aluna. Ela que é meio que é a protagonista de fato do jogo. Que ela tá tendo uns sonhos, umas visões e tá enxergando coisas. E ela estuda na Universidade Arkham, que se passa num mundo bem cotulo mesmo. Porque como agora é direito livre, né? Domínio público, obrigado. Pode usar os nomes, né?
Então ela é dona de verdade de Arkham E esse cara é um professor E ela vai tirar uma dúvida com ele Sobre essas coisas que ela tem visto e tudo mais E vocês vão se encontrar No meio de um mistério E coisas e acontecimentos Que vai conectar com a história do primeiro jogo Então é uma sequência mesmo Mas o marido desapareceu Antes do primeiro jogo E aí o jogo é sobre encontrar o marido E E
E namorar peixe. Namorar peixe. É, é, é. Não entrarei em detalhes. Não entrarei em detalhes. Eu seria esse marido. É o que eu digo. E o marido é careca. Spoiler. Ele era peruca. Só que o jogo, em vez de ter essa temática da ilha, é mais uma temática quase James Bond. Você vai viajar pelo mundo. Você vai passar em várias regiões, vários locais. Mas ainda nessa temática de, ok, eu tô nesse lugar, como é que eu avanço? Ah, preciso entender os funcionamentos daqui.
é mais Indiana Jones. Por quê? Que é mais puzzle, né? Ah, não, sim, mas a estrutura é miste. Ah, tá. Mas a temática de Indiana Jones de se aventurar. Todo mundo, é. E você vai em bunkers nazistas abandonados. Então, muito Indiana Jones. Então, porque você descobre que tem um grupo nazista fazendo merda aí e você tá indo atrás deles.
Isso é a cara de... Lovecraft. De Lovecraft, é. Só que em vez de você ser um nazista, você tá enfrentando ele. Não, eu acho que o Lovecraft não era um nazista. Era simpatizante, sim. Era? Tem cartas. É mesmo? Pô, o Lovecraft não acerta uma mesmo. Dele pagando pau pro... Eu achei que ele só fosse racista. Pô, esse tal de Hitler aí. Altas ideias boas. Eu não sei, sem sacanagem. Eu sei.
Mas ao contrário, gente, ele tá morto Nada do que você compra Da obra dele vai pra ele Ao contrário de certas pessoas E o que eu mais gosto de pessoas fazendo Coisas em cima do Cthulhu Mitos, é subverter isso É modernizar, né? É desnazificar Tanto que a protagonista é negra Chupa essa, divunto Lovecraft gritando debaixo da terra No inferno E eu gostei mais desse jogo do primeiro, viu?
Olha aí, legal Clicou mais comigo, porque o primeiro Talvez se eu jogasse ele hoje em dia, talvez eu tivesse gostado mais Mas na época eu joguei ele meio Ah, legalzinho, sabe? É, eu achei ele mecanicamente Simples, né? Nos puzzles, vamos dizer assim Mas o mundinho, a história que ele contou, eu gostei Do primeiro, né? É, o ponto forte do primeiro é a história Tanto que as pessoas que gostam do primeiro O principal elogio é a história
E eu gosto da história desse também, e como ele avança, a história do primeiro jogo, apesar que tem umas partes que eu fico meio... Mas eu sinto que os puzzles estão melhores, estão mais interessantes. É um jogo de mais investimento no geral, porque o primeiro deu relativamente certo, e nessa eles, eu acho que conseguiram um financiamento aí, tem publisher e tal pra esse, e fizeram um jogo com mais camadas, digamos assim, os puzzles são mais interessantes, são mais elaborados.
E eu me diverti bastante com os puzzles. Dessa vez eu achei os puzzles mais interessantes de solucionar. Nada muito absurdo. É um jogo super amigável pra quem não tá acostumado com puzzle. Tanto que esses jogos meio mist, eles são jogos de puzzle. Pra quem não manja tanto de puzzle assim, porque são jogos de lógica. Que não precisa de conhecimento prévio, de abordagem de tipo de puzzle ABC, sabe?
É muito de anda no cenário, lê uns textinhos. Interage com coisas. É, interpreta o texto, interage com coisas. Tem que interpretar o texto já em 90% da população limada. Tem que pensar que Myst, quando lançou, por muito tempo, por quase uma década, ele foi o jogo mais vendido da história dos videogames. Uau. Até ser superado por Half-Life e depois The Sims. Pelo menos jogos de PC, não sei se... Não, não, de tudo. Era de tudo? De tudo. Eu achava que era só de PC.
E pô, gostei bastante. O jogo é muito curto, é tipo umas 3, 4 horas de jogo só. É um filme. O The Sea ou o Elder Gods? O Elder Gods, os dois na verdade. Os dois são bem curtos. O The Sea é bem curtinho. Então eu não quero entregar muito de história, mais do que eu já falei aqui. É...
Só que se você gosta desse tipo de jogo com esse tipo de ambientação, eu recomendo bastante. E ele provavelmente vai estar no rodízio, no próximo rodízio. Não no próximo que vai sair, porque o que vai sair ainda vai ser do mês de abril. Mas dos jogos de maio, sem dúvida, ele vai estar lá. O foda é que eu joguei esse jogo em abril, porque a gente recebeu ele um mês antes do lançamento. Uau! Então eu joguei ele já há muito tempo. Eu vou ter que lembrar do jogo pra falar dele lá. É três horas, já.
de novo. Mentira. Mas o jogo saiu no começo do mês, tá com pouco review, eu acho que ele encaixa ainda nas regras ali do rodízio e provavelmente vou falar mais um pouquinho dele. Deixa eu falar, as regras, Sushi, é você quem fez. Você pode mudar ela se você quiser. É, sim. Mas se mudar a regra a qualquer momento, não tem regra. Não tem regra. Mas, tudo bem? Qual o problema de não ter regra? Não tem nenhum. Tudo tem que ter regra. Não, você e o André...
Vocês se preocupam demais com regras. Você é a pessoa jogando Dungeons & Dragons e fala não precisa rolar dado não, a gente decide aqui. O que importa não é o dado, é a interpretação. Dito isso, sempre que eu quebro as regras eu falo no vídeo, olha, tô quebrando as regras, mas eu tô colocando o jogo aqui assim. O importante é a ponta de sinceridade. Com certeza. Sushi, me dê a nota naval então de Call of the Elder Gods. Esse mist-like cutulesco subjetivo. Perguntaram no chat se tem legenda em português.
Boa pergunta, não lembro. Deixa eu confirmar. Eu tava reparando, não sei se vocês acompanham ele, mas eu tava reparando aqui que o professor, eu me lembro um pouco o Greg Miller. Nossa, será? Eu não lembro quem é Greg Miller. Ele tá grisalho, né? Ele tá grisalho. Eu esqueci de falar, quando você tava falando dos anos 17, que eu gosto muito do Agente 86. Eu gostava muito desse seriado. O jogo está em português. O Call of the Elder Gods está em português.
Tem um remake com o Steve Carell. Um filme. Ah, Steve Carell. Tem 20 anos já. Ah, não. Do Mr. Bean e o Johnny English. Johnny English. É verdade, é verdade. Pô, eu gostava muito, muito mesmo, muito de Austin Powers. Não, eu gostava também de Austin Powers. Não sei se hoje em dia é muito bom, mas eu gostava bastante. Calvo DC também sai em português do Brasil. Se você queira jogar na ordem, ninguém meio que não precisa. Pra saber.
O jogo dá um resumo. O que aconteceu com esse marido? É, o jogo 2 dá um resumo da história do 1.
Ah, mas é tão curtinho, já joga um... Pois é, o negócio é comprar os dois jogos. Mas sabe que tá com preço localizado, tá na PSN. Ele tá R$60,00 o Call of the Other Gods, que é um preço justíssimo pra ele. E o Of the Sea? Às vezes o Of the Sea tá em... Tá mais em promoção, coisa do tipo. E não está em promoção, talvez estivesse no lançamento. Ah, é verdade. Mas tá, os dois R$60,00. Os dois são R$60,00 cada.
João Queiroz disse que é um dos raros casos onde o jogo tá com preço mais barato na PSN do que no Steam. Olha aí. Doideira. Aproveitem aí se você gosta desse tipo de jogo. Eu não sei se ele vai convencer alguém a gostar quem não gosta, que não é o melhor exemplo do gênero, mas... Mas eu geralmente gostei bastante.
Sushi, por favor, me dê a nota naval para Call of the Elder Gods. Que não é Sea, mas tem nota naval mesmo assim. É verdade. Olha aí. No mar. Olha aí. Será que a gente acha a nota do Call of the Sea? Eu fui ver, ele é de dezembro de 2020. Já tinha nota naval? Eu acho que não. Acho que a nota naval começou nesse apartamento, não foi?
Eu acho que começou aqui, sim. Ah, então não vai ter, porque eu ia comparar. É? Começou aqui, Nota Naval. Eu tenho memórias falsas da gente dando Nota Naval no departamento antigo. Não, não, não. Começou aqui. Então, ok, ok. São memórias falsas. Vamos lá. Ele não é um jogo tão interessante assim, que ele é um jogo... Se você joga mais jogos desse estilo, a estrutura dele, o tipo de abordagem que ele tem, até mesmo a abordagem dele do Kutu, do Mythos, não é necessariamente super clichê.
Mas o jogo em si também não é nada muito único. Então a interessância dele aqui, eu acho que cai um pouco. Mas eu acho que ele faz bem o que ele faz, apesar de tudo. Então, sabe o que é o foda? Eu tava enrolando, tentando pensar na nota que não seja a mesma do 007. Dá mesmo! Mas se você quiser dizer que eles são exatamente o mesmo jogo. É o mesmo jogo. Eu vou dar um C5 pra ele também. Um C5. É literalmente o mesmo jogo.
Hoje o sushi não tá com criatividade, gente. Não, é, tá bom. Criatividade 5, C5. Tá aí, então, um C5 para o sushi. Perfeito. E, gente, antes da gente ir para as perguntinhas, uma última vez que vocês vão nos ouvir falar sobre isso, pelo menos por enquanto, a gente espera que não seja, de fato, a última de nossas vidas, estamos aqui para nos despedir, mas também frisar, a parceria de sneakers com Free Fire. Nós que falamos disso durante alguns meses, muito depois da Páscoa, né? Não.
A Páscoa se foi, mas os filhotinhos dela vivem eternamente em nossos corações, né? A Páscoa se foi, mas o chocolate é eterno. Exatamente. O Free Fas também. Exatamente, continua aí firme e forte. Então, por isso, né, nós viemos aqui mais uma vez dar esse recado de que comprando um Snickers, qualquer produto Snickers, qualquer sabor de Snickers, como a gente viu, né, várias pessoas tentando montar a coleção completa ali. Isso. É uma belíssima de uma coleção.
O exódio do sneakers, né? O exódio do sneakers. Eu comprei meu sneakers, fui lá, comi, me deleitei. O que eu faço agora? Você guarda a nota fiscal. Peraí, antes de você se deleitar, antes, né? Porque senão você esquece depois. Antes de você se deleitar, você pega, você compra o seu sneakers, qualquer um. Aí você vai ter a sua nota fiscal. Você não joga lá fora. Você guarda ela.
Primeiro é isso, esse é o primeiro passo. É muito importante. Aí você se deleita com o seu sneaker. E aí depois, o que você faz? Você vai lá no site, sneakersfreefire.com.br, registra a sua nota fiscal, certo? Porque você vai ganhar um bônus, um brinde, uma skin, um código, um código pra você ganhar uma skinzinha exclusiva no FreeFuzz.
E você ainda pode, Tengu, depois de fazer tudo isso, seguir o arroba sneakersbr lá no Instagram pra ver se não aparecem mais promoções doidas por aí. Mais drops da hora pra você que entende o que é um drop da hora. Eu não sei o que é isso. Coisa de jovem, deve ser. Eu não faço ideia. É coisa de Battle Royale, né? Um drop da hora, não é?
Drop da hora é quando eu tropeço e machuco meu joelho. Não é quando você tá jogando Ninja Gaiden e você faz o Inazuna Drop da hora? Pô, esse aí é um drop bem da hora, na verdade. Alô, cadê a parceria Snickers e Ninja Gaiden? Então, reiterando, sneakersfreefire.com.br, guarde sua nota fiscal, registre sua nota fiscal pra ter acesso a um código que vai te dar uma skin única no FreeFaz, no Free Fire. A última vez que a gente tá falando disso, imagino que não deva durar muito mais essa promoção. Então aproveite enquanto é tempo. Corra!
E aqui nos despedimos dessa belíssima parceria Que nos encheu o buchinho Por algum tempo Muito obrigado Snickers Pelos doces e pela parceria Muito obrigado Já tô com saudade de comer Snickers todo verde
Meu celular, ele descarregou, mas eu quero que a gente vá agora para o bloco das perguntinhas dos ouvintes. Então você aí tem um tema para a gente conversar, um assunto para a gente discutir, uma dúvida para sanar. Mande sua perguntinha para a gente lá pelo arroba jogabilidade no Telegram ou no e-mail vert.
E aí nós vamos receber essa pergunta, nós vamos selecioná-la e nós vamos poder lê-la aqui e sanar as suas dúvidas e o seu desejo e transformar alquimicamente tudo isso em sabedoria. E você vai poder soar mais ou menos assim. Boa noite, jogabilideiros. Aqui é o Stênio, o homem Excel. Tudo bem com vocês? Tudo bem.
Obrigado pelos ex-exos. Quando eu era pequeno, muitas vezes eu acompanhava meu irmão mais velho jogando videogame. Especialmente jogos que eu, criança, não conseguia jogar, como JRPGs. Mas eu sempre pedia um save pra jogar minigames. Joguei horas do jogo de carta do Triple Tried no Final Fantasy VIII. Ficava pescando ou passeando de barco no deserto do Breath of the Wild 4. Vocês já tiveram algo assim de ter jogado muito de um minigame? Ou até só um minigame? E quais minigames favoritos de vocês?
Eu sou... Desculpa, gente. Eu prefiro o Tetra Squad ao Triple Triad. É do 9, esse? É o do 9. No geral, as pessoas preferem o do 8. Eu prefiro o do 9. Tetramaster, né? É Tetramaster. Tetramaster, eu falei Squad, desculpa. Ah, lá, nem lembra. Como é que gosta? Você nem lembra. Pois eu prefiro o do Final Fantasy VII Rebirth. Eu também. Queens Blood. Eu gosto muito do Queens Blood. Mas assim, o Queens Blood, ele só é legal pela quest, né? Pela progressão narrativa da quest. Tipo, não. O joguinho é legal. É legal.
Mas se eles fizessem um jogo só de Queen's Blood, eu acho que não ia ser legal. Eu acho que ia ser legal. Se juntasse os dois. Não é assim que funciona. Eu acho que o meu minigame favorito é Gwent. O Gwent era legal nesse sentido de conseguir cartinha, falar com os NPC e tal. Quando fizeram um jogo isolado... É porque aí tiveram que fazer um jogo que funciona pros dois lados, né? É, e tiveram que monetizar.
As regras, ele tinha funcionamentos diferentes também, regras, ele não tinha mais essa parte do deck building narrativo, de você ir aos poucos, conseguir na carta, no mundinho e tudo mais. E quando ele tentou ser um jogo competitivo, aí eu acho que não funcionou. Eu gostava muito do... Eu não sei se era Pazak. Era o jogo de carta do Kotor. É porque no Star Wars Outlaws tem um outro jogo de carta, que é muito legal também. É tipo um pokerzinho. É tipo um pokerzinho. O do Outlaws é muito legal porque também tem um...
uma quest, né, onde você vai competindo. Então, é Sabaki e tem um outro. O do Outlaws é o Sabaki que tem o Pazak também. E são jogos diferentes em Star Wars. Mas o do Outlaws é muito legal porque tem essa quest, né? Então você vai progredindo e desafiando as pessoas e aí no final o chefe final é o Lando. Eu nunca joguei Thronebreaker. Eu tenho vontade pra ver se ele captura a graça original do Gwent, mas eu nunca joguei.
Eu normalmente não gosto de minijogos. Eu sou contra minigames. Eu não sou contra, mas normalmente eu não jogo muito. Eu jogo só pra fazer o básico. Eu tenho trauma de Zelda, deve ser isso. De pedaço de coração que tá atrás de você. Os minigames difíceis pra caralho. Exatamente, que eu não conseguia fazer. Então normalmente eu não gosto de minigames, mas o 15th Blood eu gostei pra caralho. Quando eu tava jogando o Yakuza 0, o minigame de Kabalha do Majima é um saco.
Nossa, eu adorava. Nossa, é muito chato. Nossa senhora. No Killua M1, o minigame de imobiliária do Kirill é um saco. Nossa, eu adoro todos os minigames de Yakuza. Eu sempre maximizo todos. Acho o minigame em Yakuza insuportável. O que eu tava jogando recentemente, que eu parei de jogar faz muito tempo. Preciso muito voltar. Crimson Desert. Crimson Desert. Ele tem um minigame de carta. Nossa, que eu vejo aquele erro. Eu não quero.
Eu não quero aprender isso, por favor. Mas tem um ativo. Que é uma coisa muito o quê? Red Dead. Que tem como você jogar vários joguinhos e todos são muito legais. Tem minigames. Pô, os minigames do Red Dead 2. Minigames de pesca, de caça, de poker, de ferradura só no um, né?
Mas, pô, jogava esses minigames tudo, pô, muito foda os minigames. E aí, assim, também tem a coisa de você caçar os animais raros. Então tem uma coisa ali de... Mas aí não é minigame. É minigame. Não, não. Atividades... O Quiz Blood não pode, então, porque tem quest.
Mas caçar os animais raros no minigame? É um objetivo especial dentro do minigame. Tá bom. Eu não sei como é que é o jogo, então vou deixar você falar. Tem um mapa e aí tem algumas áreas que vai ter animais raros. Aí você tem que caçar eles. Aí são armas específicas que você tem que usar. Minigame de lockpick do Last Hope. Last Hope? Last Hope? O que é Last Hope? O bootleg de The Last of Us. Ah, The Last of Us.
aquele minigame é bala aquele minigame é foda pra quem assistiu a gente jogando em live como é que você lembrou desse jogo como que eu vou esquecer do minigame que enquanto a gente tá fazendo lockpick os inimigos tão batendo na gente e quando estrava a porta a gente tá morto muito bom
Como é que é o nome da mulher do jogo que era... Era Elie... Eva Eva Eva. Eva Eva. Eva Eva. Não, Eva Eve. Eva Eve. Eva Eve. Eva Eve. Lembrei um minigame que não é bom, mas eu achava uma solução interessante é o do Oblivion quando você quer convencer as pessoas. Que é um minigamezinho, né? É, que é um minigamezinho. Tipo que você... Ah, conversa isso. Conversa aquilo. Conversa aquilo. Não tem nada... Não tem nenhum sentido. Medidor de humor, assim. Exato. E não faz sentido.
Eu não tenho sentido as palavras que você tá falando, mas o importante é você vencer o minigamezinho. Ó, tá. Pra não dizer que eu sou completamente contra minigames de videogame... Pesca. Não. Entre aspas, minigame de recrutar demônio em Shin Megami Tensei. Ah, negociação. Negociação. Mas você gosta? Mas aí é minigame ou é uma mecânica dentro do jogo, gente?
É quase um minigame, mas... É igual o Lockpick, que é um minigame ou a mecânica dentro do jogo? Em Persona 2, especificamente, ele é um minigame parecido com o Endgame do Oblivion. Você tem que controlar as emoções do demônio, dependendo do que você faz. E é um minigame. Você muda e fica mais fácil de você contratar ele ou não. Hackear no Bioshock 1, minigame ou mecânica?
É um outro jogo portado pra dentro de um jogo aqui, né? Pô, no Hatchin' Clank tinha uns negócios de hackear que era divertidinho. Hackear no... Eu ia falar, vocês falaram, eu esqueci o nome do jogo. Mega Man, Pragmata.
Ah, mas aí é mecânica do jogo. Hackear no pragmata. Hackear é legal. Hackear é game ou é mecânica? É mecânica, não é minigame. Faz parte do jogo, gente. É a mesma coisa que você fala... Ah, mas isso é mecânica ou minigame? Não, André, mas é a mesma coisa que você fala assim... Não, porque é um minigame que você aperta e aparece uma mira, aí você leva a mira até o lugar e aperta o botão. É um minigame. Não, mas veja bem. Mas veja bem.
O jogo é um jogo de tiro. Enquanto você tá jogando um jogo de tiro, você tá jogando um outro minijogo de andar por esse mapa. Eu acho que é minigame, sim.
É uma atividade, eu não sei. Não, você tá fazendo uma outra coisa, que é uma coisa menor e um joguinho menor com objetivo próprio dentro de um jogo maior. É um minigame. Talvez, André, talvez eu te dê essa boiada aí. Eu não sei se é assim que fala. É, falar, mas assim, do Nier Automata é muito foda também. É o minigame de hacking do Nier Automata. É, isso é legal. E ele é usado de forma narrativa em muitos lugares, de formas bem interessantes.
Ouça o nosso Dash, caso você não saiba. É verdade, é verdade. Talvez ele seja melhor no final das contas.
ele é o mais interessante o que eles fazem com ele é o mais interessante eu achei divertido de jogar também VATS é só escolher o pedaço do corpo que tem maior porcentagem os minigames do Homem-Aranha é legal?
de hackear e de você ir lá no laboratório e fazer os ah, tinha isso, né o equilíbrio certo lá dos elementos, era legalzinho pô, minigame do Batman toda gadgetinha tinha alguma coisa pra você mexer o minigame do Stealth, né, no Batman que você tem que ir por cima e pegar as coisas do Stealth pô, um minigame bom que quando pisca o negócio na cabeça do inimigo que você aperta é, pô, mó minigame virada hackear no Death Rocks era maneiro
nos modernos. Agora, a pergunta do nosso ouvinte aí, que eu não consigo ver o nome porque o meu celular descarregou. Pô, o minigame de tiro do Resident Evil 4 é mó legal, de ir coletando as tampinhas, né? Do Resident Evil 4... Isso. Tem no normal e no remake, o do remake é mais legal. Mas não é aquele que é a galeria de tiro, né? Isso, a galeria de tiro. É o único troféu que falta pra platinar. É mesmo? É, eu odeio o minigame por isso.
Eu não sou bom nesse minigame. Quem mandou a pergunta foi o Stênio. O Stênio, é verdade. O Homem-Excel. O Homem-Excel. É que se já teve algum jogo que a gente preferia ou só ficava no minigame em vez de jogar o jogo. Jamais, nunca. Não, não. Mas, ó, o Dan falou e eu lembrei. O jogo de navinha do Kingdom Hearts 3 é muito bom. Ah, não. Eu tava pensando no 2. Não joguei o do 2. É, do 2 e do 1 é ruim demais.
Pô, minigame bom é Blitzball. Mentira, eu não gosto. Socorro, socorro! Tem uns minigame bons de vez em quando nos Ratchet & Clank. E eu lembro que de Bullet tinha algum minigame que eu gostava também. Mas agora eu preciso lembrar. Minigame do Silk Song? O que tem de minigame no Silk Song? Entregar coisas?
Ah, tem o... Ah, das pulgas. Das pulgas, pô. Tem uns mó legal ali. Mas eu não gostei. Mas é um minigame, não desafio. É um minigame. É um minigame usando as mecânicas do jogo. Pô, de pular, de rebater os bichinhos, não gostou. O único que eu não gostei, porque é muito difícil, é o de fazer malabarismo. O resto eu gostei bastante. Pô, o de malabarismo é mó legal. Não, é muito difícil. Que isso, galera? Nossa, foi o que eu mais sofri. Pô, vocês estão malucos. É, foda. Mas obrigado.
Sushi Lê pra gente a próxima aí.
Eu ainda acho que eu... Eu acho que eu ainda acho isso. Aí fiquei curioso e resolvi perguntar. Hoje... Vocês ainda acham isso? Quase sete anos depois. Essa opinião se mantém. Eu estraguei sem querer. Desculpa. Algum jogo lançado posteriormente chegou no mesmo patamar ou mesmo superou, na opinião de vocês, animam a improvisar uma lista de jogos com as experiências de combate mais satisfatórias para vocês? Talvez doze? Não, que isso. Cada um fala três, ele falou.
Eu ia continuar aqui. Deixa eu terminar de molhar o bico. E aí? Não importa se o jogo é bom ou ruim, é sobre a diversão do sistema de enfrentar e destruir oponentes em si que se proporcionou. Que isso acontece, né? Talvez tenha uma mecânica legal, mas o jogo é ruim. Vou dar um exemplo.
Exemplo meu, no ano passado joguei Ghost War Tóquio, apesar de ter ouvido muitas críticas e até gostei do jogo como um todo. Achei bem bacana mesmo, mas o que me pegou de verdade foi o combate. Tinha algumas coisas ali que deixavam meu cérebro empapado de dopamina. Mais pra frente no jogo eu fazia questão de executar vitórias perfeitas, apesar desse conceito não existir no jogo, só na minha cabeça.
Se eu achava que tinha feito alguma coisa errada, voltava para tentar resolver as lutinhas com o máximo de eficiência possível, só pela diversão, pela satisfação motora que o jogo me proporcionava. É isso, um abraço e vida longa ao jogabilidade. Eu acho que o Ghostwire Talk tem o fator de que é muito maneiro, visualmente é muito maneiro. Mas faz posições de mão, assim, tal, bem maneiro. Mas eu acho que isso faz parte da satisfação do combate. Tipo, o Sekiro, parte da satisfação dele é o com cinematográfico.
são as lutas, principalmente com os chefes, de ter situações específicas de como que encaixa os ataques e tal. Mas eu tava pensando, eu tenho na minha cabeça quatro jogos que são meus quatro combates favoritos dos videogames. Ah, pronto. Ele pediu três, né? Pediu três, pediu três. Então, infelizmente, Nine Souls vai ter que ficar de fora, porque é muito parecido com o Sekiro, que é Sekiro, Batman Arkham, especialmente o Arkham Knight, que é a versão completa ali do combate. Que é com carro. Isso.
E, se full, que você vai dizer Ah, mas isso daí é Batman. Não. Não, é outra coisa. Pode ter até descender de Batman, mas é vir a outra coisa. Pra mim, os três, nossa, os três eu poderia jogar eternamente, assim, jogos com eles. O que você classifica como combate? Também, caralho.
botão, mas por quê? O que você tá pensando? Não, é porque um que eu pensei, um jogo que o combate, a ação esse dele me dá muita satisfação, é o Remnant 2. Ok. Mas é com tiro? Tiro é combate? É. Mas no Mortal Kombat, tem tiro, o Striker usa tiro. O Striker dá tiro. Tiro também é combate. Mas ó, então o Remnant 2, gosto muito do combate, porque pensando aqui, né, do alto da minha cabeça, é Monster Hunter, no geral, eu amo combate de Monster Hunter, e de vários aí, cada um tem a sua coisa especial.
E um recente, assim, que veio na minha cabeça que eu gostava muito de combater e de lutar e de usar todas as... Tudo que o jogo me oferecia no meio do combate é o Silk Song. Um específico Silk Song. É, muito mais do que Hollow Knight. Exato. Hollow Knight é muito bem feito, muito simples. Mas pra mim o Silk Song é... Não, total.
o conjunto completo. Tá, deixa eu ver. Primeiro, Virtua Fighter. Virtua Fighter, que eu acho que é uma coisa... A coreografia de luta do Virtua Fighter é muito bonita, muito satisfatória. Você viu que saiu um gameplayzinho aí? Vi e vazou, né? Vazou um gameplay do 6. Jogo de luta, vale? Tem combate. Tem combate, é. É um jogo de combate. Forza. Pô, assim, Forza não, mas Burnout tem combate. Burnout tem combate. Burnout tem combate. Mario Kart tem combate.
Pô, Neo 2, realmente, Neo 3. Screamer tem combate, tem botão de bater. Então, pois é. Ó Neo. Tá, então Virtua Fighter. Vanquish. Ó, é muito bom, né? Porra, Vanquish é muito bom. Vanquish e aí, né, meu sobrinho God Hand. Achei que você ia colocar Devil May Cry em algum lugar. Não, é que eu... Eu colocaria, colocaria. Se tiver cinco espaços.
Mas é que o God Hand leva aí o Neo Character Action. Pra mim é o melhor Character Action que eu tenho feito. Não pode mudar. Baioneta 2. Não pode mudar. Baioneta 2 pra mim é o meu Character Action perfeito. E você, Silvio? Ó, Sekiro. Ainda amo Sekiro. Então eu tiro o Sekiro e ponho o Nine Souls pra ficar.
Uma lista sem repetir. Eu vou tentar não pegar gêneros, coisas muito parecidas. Que nem falaram o Nioh 2. Amo o combate do Nioh 2. Mas eu acho que é meio próximo do Sekiro aqui. Então, vou deixar de fora dos três jogos, do top 3. Então, pra combate melee desse tipo, meio Souls, eu vou dizer Sekiro. Foda, né? Sekiro é muito foda. É, é uma palhaçada. Um dia eles fazem o 2. Jogo de tiro. Eu sei que as pessoas vão falar, mas B6 não é bem jogo de tiro. Armored Core 6.
Quando você pensa em um TPS Não é bem um Armored Core que você pensa Resident Evil 4 Remake O combate é muito gostoso É uma sacanagem também Armored Core 6 Depois que você aprende a pilotar Os mechas, mas os cores Putz, é foda demais
Nossa, o combate daquele jogo é... Eu fico sem sacanagem o que... É um jogo que eu... Sei lá, toda semana eu penso... Putz, eu podia ter umas horinhas aqui pra poder jogar de novo, né? De ficar sonhando em rejogar o jogo e não conseguir. Então, Armored Core 6. Agora, terceiro. Last of Us 2 é bem gostoso o combate também. É bem, bem bom. Ah, eu tinha pensado...
Talvez, pra colocar um character action Talvez o Devil May Cry 5 Que é o meu favorito Apesar do V, eu não gosto de jogar com V Mas eu adoro o Dante É Twinkfobia Do 5 E acho muito legal o que eles fizeram Com fácil de jogar, difícil de dominar Com o Nero também
Você jogou o DLC do Verge lá? Não joguei. Não joguei até hoje. Deve ser bom jogar com o Verge, né? É bem legal. Bem legal. O melhor é Beat'em'up que tem também. Tem um bom combate, que é o Ragnarok Battlefront. Eu tinha pensado no Furi. Furi é muito legal também. Furi é legal. Eu tenho vontade de jogar ele. Faz tempo, né? Nossa. Quando que saiu o Furi? 2011? 12? Nossa, faz tempo já. Acho que não tanto tempo assim. Ele é PS4. Ele é PS4? É. É PS4.
Mas é tipo começo da vida do Brasil. É começo. Eu vou chutar 15. Eu achava que ele era contemporâneo do Hotline Miami. Que eu lembro dessa época de jogos com músicas da hora. Assim, licenciadas. Clare Obscure, não. Não, o combate Clare Obscure é muito foda. É muito foda. Mas entre top 3, não. Não, não, não.
Então essas foram as perguntinhas, quem que mandou essa última aí? Foi o Tengu, não Foi o Fernando de 43 anos Fernando de 43 anos, que não é o Tengu Que não é o Tengu O Tengu não tem 43, gente Muito obrigado a todo mundo que mandou E lembrando, se você tem uma perguntinha Um tema pra gente discutir aqui, manda lá pra gente no nosso e-mail Verti, arroba jogabilidade.de Ou no Telegram, que é o arroba jogabilidade
E eu vi, antes do meu celular descarregar, que alguém tinha colocado alguma coisa de finalmente na pauta. Eu coloquei um finalmente. Na verdade, são dois muito rapidinhos. O primeiro é que saiu uma entrevista com o CEO novo da Remedy, no The Game Business. O site chama The Game Business. Tem uma entrevista em vídeo, nos 40 minutos, com o CEO da Remedy. E todo mundo ficou meio encafifado, né? Quando anunciaram esse eu novo, né?
E eu acho que ele dá umas respostas bem mais animadoras, assim, pro futuro da Rami. Que ele entende que não vamos fazer coisa de mobile, não vamos fazer jogo caça-níquel. Não vamos fazer crossfire. Crossfire, coisas assim, né? A gente entende a identidade do estúdio. A gente tem jogos que deveriam ter vendido muito mais, né? No caso do Control e de Alan Wake. Alan Wake 2.
não vendeu tanto que eles deveriam ter vendido muito mais tem outras oportunidades que agora eles estão desde o FBC Firebreak que eles vão se autopublicar então agora vai ter oportunidades novas oportunidades novas também em cross media com as franquias que eles tem
Os extra que a gente vê, acho que tá cedo ainda, né? Acho que o Control Resonant tem que lançar pra gente começar a ver os remakes do Max Payne, né? Sim, sim. Porque tá aí também, né? Tá, tá aí. Supostamente. Então, assim, pelo menos pra mim, assistir essa entrevista me deu um pouco mais de boa vontade com o cara, sabe? Tipo, ok, eu dou um voto de confiança pra ele, ele parece que entende o que é importante de manter na Remedy, né, e tal. Então...
Foi legal, vale a pena assistir a entrevista. E ele é finlandês? Ele é francês. Francês sabe fazer jogo, hein? Não necessariamente jogo bom, né? Mas sabe quem é francês também? David Cage. Peter Moline. Não, ele é inglês. Ah, ele é inglês? Ele é inglês, ele é inglês. Pô, mas Moline. É, às vezes a família vem, mas... Mas sabe quem é francês também? Ubisoft, tá certo, lógico. E outra coisa... Fernando Mussioli. Muito obrigado.
Mas é italiano, mano. Se falar com biquinha é francês. E outra coisa é que o Matthew Ball foi para a Xbox, né? Foi, foi. Matthew Ball. Que é um cara muito bom de análise de mercado, né? É o cara que fez as... Eu espero que ele não pare de fazer, né? Pois é. Porque ele tem feito há alguns anos aí essa planilha que ele geralmente solta... Planilha não, essa apresentação que ele só usa no começo do ano. Que é uma análise do estado da indústria, né?
Acho que ele começou a fazer na pandemia. E todo ano é cheio de coisas... Deo ano.
insights interessantes, né? Muito interessantes, assim. Eu acho que o mais interessante foi o que a gente acabou cobrindo aqui no Vert. A DCA não foi legal, mas não foi tão legal a ponto de querer passar de slide a slide, que ele passou mais sobre como que estatísticas de como que o tempo de tela está indo pra outros lugares que não videogames.
Eu acho interessante que a Shasharma decidiu trazer esse cara pra estrutura da Xbox, né? Sim. Porque ele é um analista muito bom e eu acho que vai ajudar eles terem uma visão de caminhos pra seguir daqui em diante, né? É, sem dúvida uma pessoa que entende muito bem a indústria, né? Eu acho que é interessante. Verdade, né? Match Ball e Match Booty juntos, né? É, a bola e o bumbum. E Match Bundinho.
Caralho, o bola e o bumbum estão juntos Incrível Era isso Finalmente aqui Amanhã tem a streaming Amanhã, do dia da gravação do podcast Tem um streaming de 40 anos Acho que é 40 anos, de Dragon Quest
E a gente tava super animado A gente... A comunidade Eu estava super animado Eu tava animado porque eu queria ver do 12 Mas agora não sei se vai ter Mas aparentemente vai ter só 10 minutos da transmissão Então... Eles vão mostrar uma panela de Dragon Quest? Então, eu acho que vai ser isso, uma panela de arroz Você vai levantar a cabeça do slime assim? Eu compraria muito Uma panela que é o formato É só o formato dele certinho Puta merda Me vende qualquer coisa no formato de slime que eu tô comprando
Mas é isso, quem sabe aí a gente não volta com notícias legais de Dragon Quest na próxima segunda-feira. Mas é, eu acho que sim, viu? Porque eu acho que vai ter algum teaser nessa coisa, e pra mostrar alguma coisa na Era 3 aí. Talvez, talvez, faria sentido. É o que eu tava teorizando com o Tengu hoje mais cedo, que talvez é tipo, ah, pra não passar o dia em branco, a gente faz esse teaser pra um anúncio futuro, entendeu?
É possível. Mas é, e falando nisso, né, lembrando pra quem, né, audiência rotativa e aquela coisa toda, essa sexta-feira, 6 horas da noite, da tarde? Isso. 6 horas, às 18 horas, nós vamos ter uma live montando o bingo da Era 3 aí, das conferências que a gente vai cobrir. E a gente vai soltar também o cronograma, né, tudo que a gente vai assistir em live com o pessoal do Overloader e Nautilus.
Sexta-feira, exatamente, sexta-feira E você acha que esse bringo Esse bingo vai ser tipo O nosso saideira? Eu acho que sim Eu acho que sim, é possível Dependendo do horário, né? A gente pode fazer alguma outra coisa depois A gente pode emendar um pouquinho de Tentei no final, não sei Aí vocês vão querer tentar amanhã, amanhã é quarta-feira Mas você vai dar aula Mas eu dou aula de 10 só, dá tempo Daria tempo, né? Eu acho que a gente deveria Tentar, porque senão quando que eu vou jogar Mist com sushi É verdade
Mas eu falei isso, a gente mata numa live só Porque o Mish é super curtinho Vocês pegam uma terça-feira, vem aqui e faz E o Riven, gente, vai ter que fazer depois Então é, o Riven já é mais longo, ele já é umas 9, 10 horas de jogo O Mish é tipo 2, 3 horas de jogo Mas acho que primeiro você tinha que terminar Half-Life 2 Com a Clarice Half-Life 2? Caralho Assim, acho que seria muito legal
Nossa senhora! Ofense assim! Mas assim, caralho! Acho que não tem dois jogos mais diferentes na indústria dos videogames. Caralho!
Pensa agora, dois jogos mais diferentes que Kingdom Hearts e Half-Life 2. Eu acho que não contrata. Acho que não tem como. Life 2 é foda. Gente, é isso. Enquanto eu não transformo Kingdom Hearts em Half-Life, eu sou o André Campos. Eu sou o D-Man. Eu sou Kingdom Hearts. Eu sou o Cthulhu. Valeu, gente. Boa noite e até mais. Tchau, tchau. Beijos.
Esse podcast foi editado por Belux.