Vértice #516: Vampire Crawlers, Mudanças no Xbox, Assassin's Creed Hexe, Final Fantasy XIV e mais!
Essa semana falamos do familiar e viciante Vampire Crawlers e o nos surpreendemos com o inesperado em Titanium Court.
Além disso comentam as supostas mudanças no Xbox, as notícias sobre a série Assassin's Creed, o anúncio da nova expansão de Final Fantasy XIV e mais!
André Campos
Rafael Kina
Sushi Sushi
Tengu Sushi
- Vampire Crawlersjogo de cartas · roguelike · combos · exploração de dungeons
- Mudanças na Xboxredução de preços do Game Pass · gestão Asha Sharma · Call of Duty no Game Pass
- Titanium Courtjogo de estratégia · narrativa interativa
- Futuro da franquia Assassin's Creedremake de Black Flag · mudanças na equipe de desenvolvimento
- Fechamento do Nagoshi StudioGang of Dragons · financiamento do jogo
O Mértice! Começando pela semana de 28 de abril de 26. Sim, esse aqui mesmo, que há 516 episódios, é um podcast que só fala sobre as coisas adultas da vida, não é mesmo? Já fizemos episódios sobre litrão, sobre boleto, sobre como declarar o seu imposto de renda.
Aliás, eu preciso declarar o meu ainda. Não declarei. Ah, mas tem que ser com emoção, né? Ah, é. Tem que ser ali na berolinha ali, né? Exatamente. Nesse episódio, casamento, Sushi. Oi. Você, Eduardo Sushi, o participante desse podcast. Eu mesmo. Um homem casado. Eu, é. Como você se sente? Ainda acho um pouco estranho pensar nisso. Você se sente mais adulto? Não.
Um pouco, eu acho. Você usou até terno. Eu usei terno, isso é verdade. Eu comprei um terno. Isso é doideira. É muita coisa de adulto isso. Que eu não tinha, tá? Mas casado, doideira, né, gente? É o primeiro jogabilideiro que casa após jogabilidade. Isso é verdade. É verdade. Porque o jogabilidade uniu e ninguém separa. Tá vendo? Só queria dizer que a tela senão era ouvinte, tá?
Eu não sei, eu ainda penso nisso de... Uau, eu sou um marido agora. Você vai chamar... Você tem que se referir à Thalissa agora como sua esposa. É, esposa, é. Você já fazia isso? Não. Não, né? Não. Ela já fazia isso pra mim, quando ia falar de mim pras outras pessoas. Mas agora tem que falar, ah, minha esposa, olha aí. Documento, colocar casado. Doideira. Isso é doideira. Por falar em documentos, Xê, você... Eu achei que a sua pergunta ia pra outro lugar. Não.
Não, não, esse aí já Já tá resolvido Você quer contar pro chat, Sushi O que aconteceu quando Ali na hora do casamento Quando foi falar da sua ocupação Eu posso contar aqui, eu ia guardar por fora da caixa Mas eu posso guardar outras coisas Olha aí, fica aí o teaser para o podcast bônus E eu posso lá contar também Que eu fui no Love Cabaré Pra quem conhece São Paulo, que é uma casa burlesca E é depois É bem legal, muito legal Diga-se de passagem E aí
Chat, eu não sei. Eu nunca na minha vida, quando eu preciso preencher alguma coisa com a minha ocupação, eu nunca na vida coloquei produtor de conteúdo. Sempre colocava editor ou só produtor. Eu costumo colocar jornalista, que não precisa de formação, né? Você tem um ponto. É verdade. Mas de Twitter, essas músicas eu coloco também não precisa. É bom, é. E quando eu tava no cartório preenchendo as coisas pro casamento, um mês atrás, mais tempo até pra fazer os trâmites pra poder ter a permissão do casamento, da da da da.
Eu não sei porquê, eu coloquei produtor de conteúdo. Eu escrevi produtor que nem eu escrevia, mas eu pensei, por que não? Nunca na história da humanidade, a juíza de paz? Juíza de paz, juíza de paz. Leu a ocupação da pessoa, dos noivos. A gente foi perguntar para as outras pessoas, ninguém nunca viu isso acontecer. Só que aí na hora a pessoa falou, você, Eduardo, produtor de conteúdo. E eu tipo, tem foto e filmagem que eu tô tipo...
Tipo, com os lábios apertados, assim, segurando pra não rir. Com cara de produtor de conteúdo. A mãe da Thalissa achou que ia chorar. Ela, que bonitinho, ele emocionado. E eu segurando pra não gergalhar em voz alta. Quando a moça lê o produtor de conteúdo em voz alta. Incrível. E fez só de sacanagem, eu acho. Só pra liberar. Bater o olho, viu? Ah, produtor de conteúdo. Ah, esse aí eu posso zoar. Esse aí você pode zoar. Tá liberado. Ó, falaram ali no chat, eu sempre ponho astronauta. Mas aí não dá ruim? Eu acho que deve dar ruim. Devia ter colocado platinador, é verdade. É. Platinador?
Ator pornô. Ator pornô. É, não, porque hoje em dia tem isso, né? O produtor de conteúdo às vezes ganha um viés, assim, de produtor de conteúdo, mas daquele tipo de conteúdo, né? Tem um negócio assim mesmo. Mas eu estou acompanhado aqui de outra pessoa.
Que ela não é produtor de conteúdo. Não só isso. Mas sim formada em letras. Mentira, é jornalista. Fernando Tengu Muccioli. Apesar de não precisar, na minha época ainda precisava. Você não acha isso um desbundi, um escárnio? Eu acho isso meio palhaçado, assim. Sinceramente, eu fui lá, estudei, fiz uma monografia e um TCC numa faculdade em que a média era 8. Uau.
E hoje o pessoal tá aí, tá aí na vida. Essa festa toda. Porra. Colocando jornalista sem nem pensar duas vezes. Nem pensar, pô, eu me sinto meio enganado, assim. Eu me sinto meio otário, pra ser bem sincero, assim. Mas fazer o quê, né? Um diploma e um sentimento de otário. É, pois é. Tem um pirulito escrito sucker, igual nos desenhos antigos. Isso. Mas temos aqui, por fim, ele que nunca precisou de formação acadêmica para ser um expoente da comunicação brasileira, André Campos.
Pois é, né? Você vê como que se nivela por baixo, realmente, as coisas nesse país. Mas é, e aqui estamos, hoje, sem a presença do Rafa, que estava se sentindo um pouco mal, melhoras, Rafa, para mais um episódio do Vértice. Olha só que coisa bonita, nessa linda segunda-feira, às sete e meia da noite, que é sempre o dia, sempre o horário, onde a gente grava o Vértice.
Que aconteceu ao vivo, vocês sabiam disso? É verdade, né? Impressionante Do momento dessa gravação, nós estamos ao vivo Para todo o Brasil e o mundo Houve uma época em que o Vértice não era ao vivo? Já teve, já teve Vértice não ao vivo, mas assim, eu acho que Bem no comecinho, né? É, desde, sei lá, 2013 já era ao vivo Muito doido pensar nisso, né? 2013 Caramba De gente no chat aí que nem era nascido Os primeiros que eu participei, então, era tudo offline
Eu não lembro. Porque era, sei lá, 12. Eu lembro que era no comecinho do Vértice. Eu acho que talvez... Lá pelo 12 ainda era offline, mas não tenho certeza. É, eu não lembro também. Mas por muito tempo, a grande maioria de sua existência, o Vértice é um podcast ao vivo que você pode acompanhar em toda a sua ao vivez, acessando aí o nosso canal do YouTube ou da Twitch, na segunda, sete e meia da noite, né? Ter conosco. Muito obrigado, inclusive, a todos que estão aqui conosco agora. Muito obrigado pela sua...
preferência de vocês e pela paciência, como diriam por aí. Um lembrete, né, que isso aqui é editado se torna um podcast de verdade, que vai ser upado aí nas plataformas de podcast, inclusive plataformas de podcast que encrencam com a trilha que a gente usa, porque talvez algumas pessoas devem ter percebido que o episódio da semana passada, o Vertis da semana passada, deu uma sumidinha de leve porque encrencaram com uma musiquinha do Oc Remix que a gente colocou no final. Nossa, e do Oc Remix ainda por cima? Pois é.
Pois é. E aí o Pelux trocou pra nós. Mas tenho medo, tenho um certo receio aí, porque de tempos em tempos o Spotify dá nessas, né? Assim, vou pegar uma leva aqui pra verificar e deletar. E aí some os podcasts aí. Espero que nenhum mais suma. Mas você pode escutar os nossos podcasts procurando por jogabilidade na sua plataforma de preferência aí no Spotify da vida, por exemplo. E lá você vai encontrar, dentre outras coisas, o Dash de Museu Vol. 4, né?
Pra quem não sabe, aí a gente tem essa série anual, onde a gente tá montando aos poucos, né, já é a quarta edição, o quarto episódio do nosso museu. E cada episódio, né, compreende ali um grupo de anos que cada vez é menor, né? O primeiro a gente foi, sei lá, dos anos 70 até 1990 ou 95, alguma coisa assim. O próximo a gente fez... Acho que 10 anos. 10 anos, alguma coisa assim. E aí nos dois últimos a gente fez 5 ou 6 anos. 5 anos, 5 anos.
Acho que no 3 a gente fez 6 anos e nesse a gente fez 5. Então tá sempre diminuindo. Mas esse último que a gente fez foi do ano de 2006 até 2010. Então a gente comentou lá, a gente montou, cada um elencou alguns jogos que acha...
uma combinação de que é importante pra história dos videogames, que é bom, que é marcante pessoalmente, né? Fez uma misturebo ali e a gente montou uma lista que tá muito legal. O pessoal tem curtido bastante, comentado lá no nosso Discord. E se você quiser acessar o nosso Discord, você pode considerar contribuir financeiramente com jogabilidade, que é assim que a gente se mantém desde 2015.
Graças a pessoas como você aí, que mês após mês vão em aurelo.cc barra jogabilidade e contribuem a partir de R$15,00 por mês. Que além de garantir que a gente possa continuar as nossas operações aqui, você também ganha acesso ao nosso grupo do Discord, onde você poderia ter participado da grande campanha eleitoral aí pra votar o Dash da Comunidade, né? Que inclusive vamos revelar hoje.
hoje, vocês querem revelar no começo, no meio, no final? No final. Pra hoje que fazer agora, João? Vamos fazer no final pra segurar a audiência. Segurar a audiência, já. E foi muito legal a campanha, foi um grande momento aí da nossa história, sem dúvida. O pessoal realmente bem, né, inflamado nas suas campanhas, nos seus discursos, no seu material de propaganda, né, publicitário e tal, pra convencer os outros ali a votar no seu candidato.
favorito. As torcidas de várias opções diferentes fazendo altos com chavos. Exato, né? Porque o voto útil é nesse jogo aqui. Não vamos dispersar. Eu posso só fazer um comentário, André? Eu não sei quem ganhou, tá? Eu não tava acompanhando os números. É só o André sabe. Na verdade, se a gente for fazer no final, no final eu olho. Então, por enquanto, a votação ainda tá rolando. E tá apertado o suficiente pra ter algum zebra aí, quem sabe, né? Então talvez eu não vá comentar o que eu vá comentar.
Eu não ia citar nome pra não dar spoiler de possíveis vencedores, mas eu ia comentar algo que eu achei curioso. Eu vou comentar. Comenta. Vai comentar. Comenta. De novo, não vou falar nome de nenhum jogo pra influenciar o resultado. Mas o André mostrou pra gente umas duas, três vezes o resultado durante esse... Acho que foi o quê? Quase um mês? Umas três semanas? Acho que foram três semanas. E o André comentou durante a semana passada, eu acho, retrasada, que tava mudando constantemente, né? O primeiro e o segundo lugar, principalmente.
E você até comentou que veio um terceiro e trocou depois, né? De lugar com o primeiro e o segundo. Eu queria dizer, Chart. Um desses três jogos não é de nenhum das campanhas. Como assim? Ele não estava em nenhuma campanha. Ah, não, é. Exato. Eu só queria dizer que eu achei muito curioso. Ele foi meio que comendo pelas beiradas e tipo...
Tinha gente realmente fazendo campanhas muito inflamadas por alguns jogos. E um... Eu acho que ele vai terminar no top 3, né? Vamos ver até o final o que vai acontecer. Um desses três jogos realmente não tinha nenhuma votação organizada. Curioso. Não tinha.
Curioso, curioso. Então a gente vai deixar pro final pra revelar e segurar vocês. Aliás, fazer um comentário não relacionado à votação, mas sim à nossa campanha no Orelo, é que a gente tá recebendo muitas mensagens. Eu recebi mensagem na minha DM do Instagram, recebemos alguns e-mails da galera perguntando sobre o link pro Discord, né? Sim. Então você que assina a campanha do Jogabilidade no Orelo e quer saber como é que eu entro no Discord, né? Você tem que ir no aplicativo do Orelo e na aba de textos e lá vai ter o link pro Discord.
Então, deem uma olhadinha lá. Exato. O layout não é muito claro, né? E também, assim, não é muito intuitivo, né? Pensar que talvez estaria lá. Então, as pessoas se confundem, mas está na aba textos. É bom sempre frisar de tempos em tempos. Então, a gente recebeu muitos votos. Recebemos muita alegria nesse momento da campanha. Sabe o que eu não recebi hoje? O quê? Uma barrinha de sneakers.
Acabou, gente. Acabou o Snickers. A gente precisa pedir mais, né? Mas não acabou, André. O quê? A campanha Snickers. Não acabou. A parceria Snickers e Free Fire que está rolando ainda. Pra quem não sabe, né? Já estamos falando disso aqui há algumas semanas desde a Páscoa. O Espírito da Páscoa...
continua viva em nossos corações. Por quê? Tá rolando essa parceria Snickers e Free Fire, que você comprando um Snickers, e aí pode ser qualquer Snickers, pode ser qualquer sabor de Snickers, né? Tem vários hoje em dia. Da minha época só tinha um. Hoje em dia, pô, o pessoal tem uma variedade enorme aí de Snickers pra comprar. E, pô, tem uns sabores diferentes que são bons, hein? O de marco já é gostoso, o de morango é gostoso. Não comi, pô, preciso... Quem sabe, né? Vamos pedir assim, manda um sortido aí pra nós, uma caixa de sortida, pra gente degustar aqui no Vertice. Você comprando qualquer um desses,
Você, o que a pessoa faz? Ela joga fora a nota fiscal? De modo nenhum. Você guarda a sua nota fiscal, bem guardadinha, tá? E você volta pra casa, entra no site sneakersfreefire.com.br e registra. Uhum.
A sua nota é fiscal. Exato. Mas pra quê? Pra fazer o quê? Pra ganhar um codiguinho que te rende uma skinzinha no Free Fire. No Free Finha, exatamente. Então, lembrando, sneakerstrefire.com.br ou pra você aí que é jovem e não entende esse negócio de URL, HTTP 2.000 barra barra.
Tem o QR Code na tela agora também que vai te levar pra lá. Mas muito importante guardar a nota fiscal, como o Tengu disse, pra você registrar e ganhar o seu código. E não se esqueça também de seguir SnickersBR no Instagram, porque eles soltam coisas lá também. É verdade. É importante. Muito obrigado, Snickers, pela parceria.
Vamos lá então, gente, para notícias, notícias dessa semana. A principal notícia dessa semana é Ricardo, Regis e PH quebram o pau no Street Fighter. Os dois não vão estar ouvindo isso, então eu vou falar para todo mundo. E fica de surpresa para eles. A Thalissa falou, eu estava mostrando para a Thalissa esse vídeo, né, da sua, do Ricardo. Ela falou, no Jogabilidade, vocês têm que convidar os dois.
E não avisar eles que vocês vão fazer os dois se enfrentarem ao vivo. Mas a gente tem que avisar pro PH. Pra ele estar preparado. Porque o Ricardo não pode ganhar. É muito triste quando o Ricardo ganha. É que o PH, não sei se você sabe, André, ele tá fissurado no Street 6. Ele tá jogando todo dia. Mas é que tá. Até o jogabilidade, ele não pode deixar a bola cair. É verdade. Mas by chat.
Não fala. É verdade. Pô, fazer um evento, uma FT10, assim, Ricardo, pô, vai ser da hora, hein? Eu apoio, eu apoio. Vai ser maneiro pra caralho. Mas, é, passando essa notícia aí que é, foi realmente a notícia mais relevante, pra você aí, né, que fica falando que o Vertis... Ah, o Vertis só fala de coisa ruim, só fala a mesma coisa toda semana. Toda semana é demissão, toda semana é estúdio fechando. Calma, porque ainda vai ter, né, notícia sobre demissão e estúdio fechando. Mas, vamos começar aqui com uma notícia que a gente quase nunca vê por aqui, que é.
redução de preços. Isso é muito doido, né? Pra começar que a Nintendo teve aí suas reduções de preço, né? Quando reajustou a conversão do dólar, né? Pros jogos digitais. E aí a gente viu os preços brasileiros mesmo dos jogos digitais caindo numa média de 10% ali, que assim, ainda estão comicamente caros. Sim, mas pô, já é uma quedinha legal, né? Foi alguma notícia boa no meio de muitas ruins recentemente, né?
E o Xbox não deixou passar também, porque dia 21, também conhecido como terça-feira passada, o Xbox anunciou uma redução no preço do Game Pass, gente. Olha só, mais especificamente o Game Pass Ultimate e o Game Pass de PC, né? E aí, o Game Pass Ultimate.
que é o Game Pass mais pica de todos, né? Que tem todas as funções e os bônus e Ubisoft, EA e passe do Fortnite e tudo mais. Ele foi, nos Estados Unidos, de 30 para 23 dólares. Teve uma redução de 23% no preço. Ou aqui no Brasil, de 120 reais. Lembra? 120 reais. Esse preço completamente fora da caixinha aí. Foi de 120 para 77 reais. Tendo uma redução de 35%. Por cento.
E o Game Pass de PC foi de 16,50 dólares para 14 nos Estados Unidos, ou seja, uma redução de 15%, ou aqui no Brasil de 70 para 60 reais, uma redução de 14%. Temos aí, enfim, a primeira grande mudança prática da gestão Acha Sharma, né? Que muito eu tinha falado e tal, e agora a gente vê mudança concreta acontecendo.
E aí, assim, é óbvio que é uma redução boa de preço pra se ter, mas também tem que pensar que, primeiro, tem um twist aí, né, nessa redução, porque a mudança que essa redução de preço no Ultimate e no PC traz é que esses dois tiers foram os únicos dois que tiveram os seus preços modificados porque eram os únicos dois tiers que tinham Call of Duty no dia 1, né? Quando lançassem um novo Call of Duty, ele estaria disponível no Game Pass no dia 1.
E agora não mais, o Call of Duty não entra mais no lançamento dia 1 no Game Pass. Ele vai ser adicionado apenas cerca de um ano depois, né? Eles disseram que no período de festas do ano seguinte ali, o novo Call of Duty vai ser adicionado ao Game Pass. Se esse é o preço, me parece um bom preço a se pagar, no caso da remoção do Call of Duty, né? R$77,00 ainda é meio caro.
É, porque assim, a grande aposta deles era que colocando o Call of Duty no Game Pass, né, ia ser um grande chamariz pro Game Pass, que já tava há algum tempo estagnado, né, no crescimento de novos usuários e tal, e o Call of Duty seria esse grande chamariz, eles começaram a colocar no dia 1, né, no junto do lançamento.
O Black Ops 6, colocaram o Black Ops 7, e o que a gente sabe, né, é que não mexeu muito com o número de assinantes, não fez um impacto real ali, tangível, no número de assinantes do Game Pass. O Game Pass continuou estagnado, e não aumentou muito também a venda de consoles, né, que eram as métricas que eles estavam tentando mexer com isso. E ao mesmo tempo que eles deixavam de vender cópias do Call of Duty, né, com pessoas que estavam assinando ali.
E aí é foda, né? Porque na época, quando eles perceberam isso e falaram, bom, então vamos aumentar o Game Pass, é meio que uma decisão. Já que o nosso plano não deu certo, vamos ferrar com todo mundo. Quem liga e quem não liga para o Call of Duty também, aumentando absurdamente o preço do Game Pass. Mas é bom lembrar também que essa redução de preço não é uma volta ao preço antigo. Ainda está mais caro do que estava antes do aumento em outubro do ano passado, em outubro de 2025. Qual é o valor que estava mesmo? Ela era até bem mais barata.
não era? Era tipo 70, né? 70? O Ultimate? Era menos que isso, eu acho. Eu só lembro que era 69 alguma coisa. 60, né? 60. Nossa, 60 é... 66, é. Eu lembro que eu assinava quando era 50 e pouco. É, eu assinei nessa época também. É, quando subiu acima disso que eu parei de assinar, mas eu não lembrava o valor. 66.
É, foi isso, né? O aumento na época dobrou o preço. É, verdade. Então ainda não foi um retorno a essa métrica. E me passa uma sensação que... Porque, assim, a sensação que eu tenho quando eu vejo o que a Asha tem feito, né? Em termos de comunicação e tal, é alguém tentando estancar um sangramento, assim. Que, tipo, vamos nos comunicar...
de uma forma que tente recuperar um pouco da confiança que foi perdida, né? Então é aquilo, ela tá falando todas as coisas certas, né? Tipo, dando essa ideia de que não, nós vamos voltar às origens, nós vamos recuperar o Xbox que você amava. E aí começa a mandar, começa a falar da próxima geração, mostra um logo. Fala que não, nós somos gamers de verdade, vamos entregar o que você espera da marca.
vamos recuperar o que a marca já foi um dia, né? É, começa a mandar kits, né, do Xbox, do Project Helix pra influenciadores, sem ter muito o que mandar, né, que tipo, manda camiseta, boné e tal, e só, meio que pra tipo, calma gente, calma, a gente tá fazendo coisas, meio que sem poder fazer coisas ainda, e essa redução do preço do Game Pass, assim, meio do nada, me parece duas coisas, me parece, ao mesmo tempo, o que dava pra fazer ali no momento, no sentido de, a gente precisa mostrar que a gente tá fazendo coisas, porque eu acho que funcionaria melhor essa redução
atrelado a algum grande lançamento ou até algum evento, tipo, no meio do ano, assim, quando teria mais atenção pra isso, não sei. Se bem que hoje em dia também é difícil pensar que as coisas são concentradas em momentos do ano, assim, né? As pessoas simplesmente anunciam coisas e elas são absorvidas, né?
Mas me parece ainda uma dessas medidas de... Vamos fazer o que dá pra fazer no momento, né? Pra dar uma estancada nesse sangramento, assim. E ao mesmo tempo, não é uma redução de tipo... Estamos mudando tudo por aqui, né? Se fosse voltar pro preço anterior ou até reduzir mesmo, né? Fazer uma redução do que era o Game Pass antes desse aumento. Pra mostrar assim, não. A gente quer todo mundo de volta. A gente quer recuperar, de fato, essa confiança que foi perdida, né? Mas ao mesmo tempo...
Fica claro que isso não é possível, né? Que provavelmente foi reduzido ali o que dava para reduzir de uma empresa que não pode e não tem muito interesse em perder crescimento nessas áreas, né? Então deu uma enxugada ali no valor, o que dava para enxugar e trouxe essa redução de valor. É claro que torna o valor muito mais atraente. Agora, quando estava em R$120,00 é o que a gente falava. Meio que se perde o propósito de você assinar um serviço como o Game Pass, né? E agora, com R$77,00, não é o que era antes.
Mas tá perto, né? Sim, tipo, você considera, né? Você volta, tipo, não, acho que vale a pena, dependendo de, né, se eu jogar X jogos por mês ou por épocas específicas, né? Em épocas de lançamento, faz mais sentido, né? Mas me passa essas duas coisas, assim, ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo, alguém que tá correndo pra estancar esse sangramento, mas que não tem tanto poder de mudança quanto talvez gostaria, sabe?
E talvez nem dê certo no final, nem tenha um resultado considerável que acho que vale a pena e daqui a um ano aumenta de novo. A gente tem mais coisas que aconteceram com o Xbox, mas muito me passa uma sensação de alguém que chegou e falou assim, não, é isso aí galera, vamos mudar tudo, vamos...
desfazer todas as coisas que estavam fazendo de errado aqui nessa companhia. E aí quanto mais ver como as coisas são feitas, pensando... Ah não, eita, calma. Não é pra tanto assim, né? Não dá pra apertar um botão de reset em tudo, basicamente. Então continuando, né? Aqui tivemos também alguns dias depois, né? Uma carta da Asha Sharma e do Matt Booty falando sobre essa nova era aí do Xbox que veio acompanhada de um...
um rebranding, uma mudança de marca, porque agora a divisão que desde 2022 se chamava Microsoft Game, e mudaram esse nome em 2022 por causa da compra da Activision Blizzard, e de uma tentativa de ser meio que uma marca guarda-chuva, não só Xbox, mas pra agrupar todas essas outras companhias sobre um só teto, vamos dizer, voltou a se chamar apenas Xbox.
acho que só Xbox nunca tinha se chamado antes, mas já tinha se chamado Xbox Game Studios já tinha se chamado Microsoft Game Studios, Microsoft Studios a impressão é que a cada 2 a 5 anos eles estavam mudando o nome oficial do selo da divisão do Xbox
Essa mudança, pra mim, ela é um entendimento, por mais que, de novo, superficial, né, parece muito que estão fazendo o que dá pra fazer o mais rápido possível pra tentar recuperar essa confiança, mas me parece ser um entendimento de que, pô, essa marca, ela é valiosa pra gente, porque isso que me deixava doido, assim, nesse período final aí do Phil Spencer.
era o quão... Até falei sobre isso no Dash de destaques, né? Pô, o quão difícil é você entrar no mercado de videogames? O quão difícil é você construir uma parada, né? Uma marca e uma base de fãs no mercado de videogames? A gente não vê empresas tentando entrar no mundo dos videogames. E o Xbox entrou relativamente tarde, né? Com várias empresas já estabelecidas. E conseguiu, né? Conseguiu cravar o espaço dele. Conseguiu construir seus fãs, sua identidade e tal. Especialmente na geração do 360, né?
Porque o Xbox original começou ali meio devagar e tal, né? Apesar de ele ainda ter alguns jogos exclusivos muito legais, ele não foi um sucesso logo de cara. Mas o 360, ele chegou bem antes do... Bem antes não, né? Um ano antes do Play 3, que foi o período de maior soberba da Sony, né? O Play 3. E foi um console bem fraco, pelo menos nos primeiros anos.
E o 360 tava voando, né? Pois é, por muito tempo. Tinha muita coisa pra eles. Todos os jogos que eram multiplataforma, a recomendação geral era pega no Xbox, que vai rodar melhor, essa coisa toda, né? Então essa foi a geração que foi a geração de ouro pra Microsoft, né? Principalmente no mercado ocidental, se você pegar que a geração do 360 durou aí uns 10 anos, né? Pelo menos metade dessa o Xbox tava sambando sozinho. Nossa, tranquilo, tranquilo.
E é engraçado pensar que, se fosse com a mentalidade corporativa de venture capital que a gente tem hoje, uma geração como a do Xbox original lá em 2000, né? Em 2002, sei lá. Que ano que o Xbox original lançou? Foi 2000? 2001, eu acho. 2001. Eles não teriam, provavelmente não teriam tido a oportunidade de fazer o 360, né? Porque, tipo, não, isso aqui já não, esse experimento já não deu certo, não vamos insistir nisso daqui que não tá dando os números gigantescos que a gente espera.
Teria uma curiosidade histórica igual ao Pipim, né, da Apple. Exato. Coitado. Ou o Uia, gente, quem lembra do Uia. Mas nos últimos anos eles estavam meio que destruindo isso que foi construído, né? E aí eu não falo nem só da parte de perder jogos exclusivos e tal, mas do aumento absurdo de preços de tudo, dos consoles e do Game Pass.
No geral, removendo motivos pra alguém desejar comprar um console, fazer parte do ecossistema Xbox, piorando os serviços e tudo. Então essa mudança, ela me parece, pelo menos, ter um entendimento disso, que não, de alguma forma a gente precisa tentar salvar essa boa vontade, esse branding mesmo, essa marca, ela é valiosa pra gente, que parecia que, especialmente com a campanha lá do Tudo é um Xbox, tipo, ah, meio que foda-se assim, não tem...
tem muito mais motivo. E a carta que eles lançaram junto disso, eu fico dividido porque, assim, ela é uma carta tão absurdamente corporativa, né? Daquele tipo que eu vi muita gente falando Ah, isso aí foi escrito por IA, só pode, né? Mas tem que lembrar que a IA soa daquele jeito, né? Por causa de décadas de pessoas corporativas escrevendo desse exato jeito também, né? Assim, não que eu bote minha mão no fogo, afinal de contas estamos falando da Xaxama que veio aí do mundo da IA, né? E veio pro Xbox por causa do hype todo aí da IA na Microsoft.
Mas, ainda assim, a carta tem umas coisas animadoras, no sentido de que, pelo menos assim, parece uma boa leitura, né, da indústria, né, e do estado do Xbox atualmente. Parece muito que eles viram, né, o PDF do Matthew Ball, assim, e entenderam como é que tá, quais são os desafios atuais da indústria e tudo mais. Então, de novo, no quesito de falar a coisa certa,
eles estão acertando. Então eles falam muitas coisas que soam corretas, né? Que é diferente, por exemplo, do que tava rolando antes, nesses últimos anos aí da era Phil Spencer, que era um papo meio tipo ah, galera, é isso, né? A gente perdeu a geração mais... a pior geração pra se perder que foi a do PS4, porque todo mundo montou suas bibliotecas digitais ali, então não tem muito como dar essa volta por cima. E é isso, né? Agora a gente vai tentar crescer o Game Pass.
E tá tudo bem, gente. O Game Pass tá ótimo. Tá tudo certo. Eita, tá ótimo mesmo? Sem certeza? Não, tá ótimo. Tá tranquilo. É o cachorrinho na casa pegando fogo. E agora, né, o que eles falam aqui. Nossos jogadores atuais não estão satisfeitos, né, tanto com os jogos, quanto com a plataforma em si, né, e tem toda uma nova geração de jogadores com expectativas completamente diferentes, né, onde os jogos estão disputando aí tempo com muito mais coisa, né, que é algo que o PDF do Matthew Ball fala muito muito望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望
na edição de 2026 dele. Fala que os devs também querem ferramentas melhores, melhor apoio do Xbox, melhores ferramentas pra descoberta de jogos, por exemplo. Falam que os preços estão cada vez mais difíceis de acompanhar e fala que mercados que eles consideram que estão fora dos mercados de núcleo do Xbox, e aqui eles estão se referindo principalmente à China, já representam mais da metade da receita gerada com jogos no mundo e estão crescendo cada vez mais. Então, sim, perfeito, leitura show do Estado
atual da indústria. Só que aí, quando eles vão listar o que eles vão fazer, aí eu não sei, porque tipo, por exemplo, eu vou ler aqui o parágrafo, me digam se vocês acham que tem alguma coisa aqui que se difere da estratégia atual que foi empregada na era do Xbox Series S e X, né? Eles falam assim...
O Xbox vai estar onde o mundo joga e cria. Vamos construir uma plataforma global que conecta jogadores e criadores. Console é a fundação, entregando uma experiência premium. E a nuvem traz essa experiência a qualquer dispositivo. Você pode jogar onde quiser. E seus jogos, progressos, amigos e identidade ficam com você através do console, PC, celular e nuvem.
É, porque não falou nada, na verdade. Pois é, tipo, ela fala duas coisas que parecem contraditórias, né? Porque se por um lado ela diz que a gente quer retomar o Xbox, fazer o console ser importante de novo, e ela fala nessa mensagem aí, não, o console é a base de tudo, pô, legal. Mas ao mesmo tempo, mas aí a nuvem, você pode jogar onde quiser. Você diria que tudo é um Xbox? Né, pois é, exato. Então, tipo, a campanha Tudo Xbox foi aposentada. Em nome, né? Na teoria, mas não na prática.
aparentemente, né? É, tipo, o que eles estão falando aqui é isso, a gente tem o console pra quem é de console, mas se quiser também... Não precisa. Não precisa, exato. Porque assim, não é muito diferente do que tava fazendo até agora. Continuando. O Xbox era construído pra ser acessível, personalizado e aberto. Oferecemos preços flexíveis pra que você possa começar e continuar a jogar. A experiência vai se adaptar a você, deixando você customizar como você joga, te ajudando a encontrar o que você ama e te conectando às pessoas certas.
Aí tem algumas coisas que me soam mais como obviedades ou vontades. Tipo, a gente quer que você encontre os jogos e tal, mas até aí tem que ver se eles vão conseguir fazer alguma mudança na prática nisso. Pelo menos é consistente com o que eles falaram que os devs querem deles. Seria ótimo. Acho que está todo mundo tentando solucionar esse problema da descoberta de jogos. E eles falaram também sobre reduzir... Acessível. Acessível, né?
o que me faz pensar em redução de preço. Mas aí, será que eles vão abaixar o preço do Xbox a essa altura? Ou eles vão lançar o Helix abaixo do que a gente acha que eles vão lançar? Abaixo do preço do Steam Machine, do Play 6 da vida, né? Assim, tudo pode mudar, né? Pode estar chegando ali falando, descartem todos os planos, vamos fazer novos planos, a gente precisa de um console acessível. O que, de novo, em termos de um caminho diferente pro Xbox, não é porque essa geração começou exatamente assim, né? Com um Xbox Premium e um Xbox com um preço muito mais acessível, que era o望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望望
S, mas... Que era uma ótima alternativa. Exato. O Series S era um ótimo negócio quando ele saiu. Antes de aumentarem o preço. Antes de pararem de fabricar no Brasil e tudo. Mas sim, pode ser isso, mas tudo que vazou, né, e pode ser que os vazamentos não sejam atualizados ou não sejam verídicos e tal, indica que esse...
console novo aí, o Project Helix, vai ser um console parrudo, assim, vai ser um PC de sala, vai ser caro, né, e vai ser muito potente e tudo mais. Tudo pode mudar, de novo. Mas o que eu acredito mais que ela tá querendo dizer aqui, que ela e o Matt Burry tão querendo dizer aqui, é isso, é tipo, a experiência vai se adaptar a você. Então, se você precisa de videogames que sejam mais acessíveis, você pode jogar pela nuvem no celular. Exato.
A acessibilidade deles, nesse caso, vem nisso, né, de você não precisa ter um console, mas se você quiser... Se quiser, pode. E não vai ser barato. Se quiser, até pode. Não teve uma notícia recente sobre a dificuldade de produção do Helix por causa do preço dos componentes atual?
Pô, não vi, mas não duvido também. É porque teve tanta notícia desse tipo, que a Valve falou que tá tendo dificuldade com o Steam Machine e com o próximo Steam Deck. Eu vi que o Murlois Dead lançou um vídeo de, sei lá, 2 horas e 40, sobre uma atualização geral dessa próxima geração, talvez tenha soltado alguma coisa aí, esse vídeo eu não vi, mas é. O que mais que fala aqui? Ao longo do caminho, reavaliaremos questões sobre exclusividade, janelas de lançamento e...
IA, que pra mim também não quer dizer nada. Sei lá, em algum momento a gente vai ver o que faz com isso daí. Nossa nova estrela guia serão jogadores ativos diários. Ou seja, o número de jogadores ativos diários. Isso vai determinar se eles estão no caminho certo. E esse vai ser o foco deles, né? Conseguir um bom número de jogadores ativos diários. Porque se esse número estiver saudável, eles vão estar entregando nas demais métricas que eles precisam. Ou seja, joga...
como serviço. Exato, porque aí eu fico, tá, vocês querem voltar pro que o Xbox era antigamente? Vocês querem dizer que o cerne da parada, né, o fundamento é o console, mas a métrica principal são usuários ativos diários? Então, tipo, como é que você vai justificar exclusividade, por exemplo, né? Que é um papo que tá se falando aí, hum, talvez o Xbox volte a ter jogos exclusivos.
Como é que você vai justificar manter jogos exclusivos se você precisa que um maior número de pessoas tenha acesso a esses jogos? Como é que você vai justificar investir em jogos que a pessoa joga por 10 horas e termina e para de jogar, sabe? Como é que você vai justificar jogos que não sejam o formato, como se diz, jogo de serviço, né? Fortnite, Roblox, jogos com criação de conteúdo pelo usuário, né? Jogos sociais, tipo um Sea of Thieves aí da vida, né?
E me parece uma exigência meio irreal essa de jogadores, de número de jogadores diários, porque cada vez mais o trabalhador não tem tempo de jogar, né? Então, tipo, como você vai mensurar uma coisa, vai levar como padrão de sucesso, né? Medida de sucesso. Uma métrica que tá cada vez mais difícil de existir, né? Porque as pessoas não têm. Não tô falando só do Brasil, tô falando de, pô, Estados Unidos com certeza, sabe? O pessoal lá tem jornadas de trabalho bizarras, né?
Eu sei que o Japão não é um mercado exatamente importante. Importante é na teoria, né? Pra Microsoft, mas lá também. Eu não sei como é a realidade da Europa. O problema da falta de tempo, ela é global, né? Ela parece ser global. E aí, assim, eu não coloco nem só o trabalho em si.
que com certeza é um fator pesado nisso, mas o fato de que... É a competição, né? A competição pelo tempo, né? Esse tempo livre que a pessoa tem, hoje em dia, a competição é muito mais acirrada e o videogames geralmente tem perdido. É o que mostra, como eu disse, o PDF de 2026 do Matthew Ball, né? O quanto que videogames e outros entretenimentos estão perdendo pra plataforma de vídeos curtos aí, né? Os TikTok da vida e tal.
O Neil Collins perguntou, mas espera, esse número de jogadores ativos nos jogos dos estúdios Xbox ou no ecossistema? Eu acho que é no ecossistema. No ecossistema. Parece do ecossistema. Eu entendi do ecossistema, pelo menos. É, porque estando ali no ecossistema, né, tá comprando coisas na plataforma do Xbox, seja um jogo, seja o conteúdo nesses jogos, o Xbox tá ganhando.
Uma coisa que eles podem fazer, sei lá, um exemplo, parceria com Fortnite, conteúdo exclusivo de Fortnite no Xbox, para incentivar as pessoas a jogarem lá. Então as pessoas jogam muito, incentivar, e é de graça, né, incentivar as pessoas a jogarem lá, vão passar mais tempo lá. E, né, tem uma porcentagem de venda de coisas pinga na Microsoft. Ou então, o Crens se fazia antigamente lançar os pacotes de mapa do Call of Duty primeiro num lugar. Skin de bacon para as armas, né? Armadura de cavalo.
Mas é muito engraçado, porque essa métrica de horas diárias me lembra muito o Steam hoje em dia, que o pessoal usa muito isso de média de jogadores como métrica de sucesso. Ah, tem 120 mil jogadores simultâneos. Ah, na semana seguinte tem 30 mil. Fecha o jogo, acabou, faliu.
que não era uma métrica comum uns anos atrás isso, eu acho, pra sucesso, né, tipo, olhar esse tipo de coisa pra sucesso, a gente é engraçado. O White disse, engana-se quem acha que quem joga é o trabalhador, é tudo criança nessa porra. Não no console, né, atualmente pelo menos, né, a média de idade de quem se interessa por consoles tá só subindo, né, porque o jovem, inclusive essa é uma das questões que eles apontam aqui, o jovem não tem muito interesse em console, né, no videogame, no sentido tradicional que a gente cresceu jogando.
Hoje em dia esse pessoal está tudo nos Roblox e no celular da vida. O que mais que eles falam aqui? É assim, eu sinto que tem muita coisa performática no meio de algumas coisas que são reais no discurso deles. Por exemplo, aqui eles falam, executaremos isso através de quatro prioridades. Hardware, conteúdo, experiência e serviços.
Me digam aqui, né, o que vocês acham que soa como só, sei lá, platitudes vazias aí e coisas que realmente parecem novas estratégias interessantes ou diferentes do que estava sendo já feito. Pilar número 1 aqui, prioridade número 1, hardware. Estabilizar a nona geração com uma base saudável e de alta qualidade. Entregar o Project Helix para liderar em desempenho e permitir jogar seus jogos no console e no PC. Ou seja, mais uma vez, um dos focos do Project Helix é rodar jogos de PC, né? E ver os jogos deles no PC também, né?
É, imagino que sim. Eu acho que é um entendimento de que se sua busca é por crescimento, o campo de batalha precisa ser também o PC, que é onde tem mais crescimento rolando. Liderar em acessórios confortáveis, pessoais e de alta performance. Uau! Outro pro-controller caro que vai soltar a borrachinha quando você jogar.
Construir um ecossistema forte que amplie escolha e alcance. Próxima prioridade. Conteúdo. Ampliar e fortalecer um portfólio duradouro de franquias que os jogadores amam. Mas também não é diferente do que todo ano a gente fala, não, agora vai. Evoluir nossas parcerias third party e fortalecer nosso planejamento para os próximos cinco anos. Fortalecer o planejamento, ok.
expandir para a China e mercados emergentes e públicos que preferem jogar no celular. De novo, legal de se pensar em fazer, mas aquilo, né? São mercados que, como eles próprios dizem, não têm tanto interesse assim em jogar em console, né? E a Microsoft teve sempre muita dificuldade até em ganhar espaço no Japão, por exemplo, né? Se estabelecer num novo mercado é bastante difícil. Seria ótimo se eles conseguissem.
manter e crescer em jogos live service e na administração de longo prazo das franquias. Então um dos pilares pra eles é jogos live service. Hoje a Microsoft em si não tem nenhum jogo de serviço ou tem... Tem um Sea of Thieves Sea of Thieves, ok. Você pode dizer aí, né tipo, o Call of Duty de certa forma É, ok. Deve ter mais, deve ter o MMO de Elder Scrolls Minecraft Minecraft é de serviço?
Não, não diria que não. Grounded. Ele não tem Battle Pass. World of Warcraft é deles, né? É verdade. É levar plataformas centradas nos criadores, como Minecraft, The Elder Scrolls e Steel of Thieves. Essas duas aqui me parecem alinhadas com essa prioridade de conseguir número de usuários ativos diários, né? De você ter foco em jogos de serviço e jogos com conteúdo de criador, né? Que é algo que Roblox mostra aí que traz muita gente.
Próximo pilar aí, próxima prioridade. Experiência. Corrigir os fundamentos para jogadores e parceiros. Fazer do Xbox o melhor lugar para desenvolvedores e criadores construírem e crescerem. Reformular descoberta, customização, recursos sociais e personalização para conectar a comunidade. E o último pilar aqui, última prioridade. Serviços. Fortalecer o Game Pass com diferenciação clara e economia sustentável.
O que pra mim é uma admissão de, tipo, nem tudo é Game Pass. A gente tem que fazer essa diferenciação. Tem algumas coisas que é Game Pass, algumas coisas que não são Game Pass. E a gente viu isso já acontecendo aí no Call of Duty. Próximo. Fazer um negócio voltar a um crescimento duradouro com forte disciplina de custos.
Isso aqui me fudeu, porque talvez era a única coisa que me daria fé de que eles estariam até podendo tentar alguma coisa diferente dentro da empresa. Porque todo o espiral de desgraça que a gente viu acontecendo recentemente no Xbox, ele começou, eu diria, não sei se começou, né? Mas ele ficou bem evidente com a compra da Activision Blizzard e piorou exponencialmente depois daquela declaração de que todo mundo dentro da Microsoft tem que ter um crescimento de 30% ao ano.
E aí não estamos falando de 30% de lucro, ou sei lá, não, é crescimento de 30%, algo que no mundo dos videogames é raríssimo, até nas empresas mais lucrativas. Então era uma meta muito inalcançável, e na busca dessa meta que a gente viu, tudo aumentando de preço pra caralho, demissões, fechamentos, cancelamentos absurdos ali.
Se isso ainda é uma prioridade, no fundo não teria por que achar que não seria, afinal de contas ainda é algo dentro da Microsoft, eu acredito que fora da superfície pouca coisa vai mudar. Porque se isso no fundo é o que vai regir a empresa, todo o resto vai estar sujeito a essas métricas, a esses objetivos inalcançáveis e como chegar a esses objetivos. Pelo que...
A Asha Chama, o Matt Burry e o pessoal estavam falando quando entraram, né? Nesse papo de, não, vamos recuperar, eu quero Xbox e tal. Rolava aquele sentimento de, tipo, tá, mas vocês podem fazer isso? Porque tudo que dava a entender antes, né? Nesse período final aí do Phil Spencer, era que a Microsoft como um todo, né? O Satya Nadella e os investidores e tal, tinham meio que cansado dos videogames, assim. A gente brincou aqui o tanto que dava, a gente não viu que chegou num limite de crescimento. E agora, gente?
meio que foda-se, se vocês conseguirem continuar crescendo, show, se não conseguirem a gente cansou de brincar, e aí vem essa nova CEO com esse papo de que não, vamos lá galera, vamos mudar tudo isso daqui, tá, mas então vai ter dinheiro pra gastar pra fazer experimentos pra fazer essas mudanças de fato e eu não sei, né, não sei se de fato na prática vai ter isso, né e
E, para ser sincero, o discursinho da carta é muito... Fala, fala, mas não diz nada. Exato. E muita coisa que eles mesmos já fizeram, seja no começo da geração, seja na geração anterior. E eu não sei, não. Não sinto muita firmeza, para ser sincero. Pouca firmeza.
Até porque outra coisa que eles falam aqui... Ah, eles falam também. Fazer jogos via nuvem parecerem inativos, rápidos e confiáveis em TVs e dispositivos de baixo custo. Essa realmente deve ser uma prioridade, mas ao mesmo tempo, não é como se isso já não tivesse sendo feito, né? Desde que esse serviço surgiu. Não é como a pessoa chega lá e fala assim... Pô, gente, jogar via nuvem às vezes tem um lag, né? Às vezes tem um negócio... Vocês já pensaram em não ter?
Tipo, aí, caralho, porra, agora sim, hein? Pô, os caras com certeza estão trabalhando loucamente nisso há décadas, né? Assim, pra fazer isso ser feito da melhor forma possível. É, o Stadia tinha o alegre negativo, né? É verdade, né? Só queria dizer isso. Voltava no tempo, né? É, porque o New Collins falou, Microsoft tem dinheiro infinito, tem que ver se tem boa vontade do topo da empresa. E não parece ter, né? Tipo, essa boa vontade e a vontade de jogar dinheiro no Xbox, ela parece que ela esgotou nos últimos anos.
E aí rolava talvez a esperança de que, não, pô, a Asha Chama ela veio ali, ela fez uma proposta foda que convenceu os investidores do Satya Nadella a dar uma nova chance pro Xbox, vamos ter mais um período aí pra ela tentar fazer alguma coisa botar IA em tudo, mas também trazer mudanças fundamentais pro Xbox.
E talvez seja o caso, né? A gente vai ver quando a gente começar a ver essas mudanças na prática mesmo. Mas como você disse, por enquanto parece alguém que sabe falar as coisas certas, mas quando a gente vê na prática o que está planejado para ser feito, não parece ser muito diferente do que já estava sendo feito antes. E aí, por fim, uma das coisas mais preocupantes aqui também termina falando. Usar aquisições de estúdios de forma deliberada para acelerar o crescimento onde os caminhos orgânicos forem lentos demais.
E a gente sabe como que isso é ótimo, né? Sempre dá muito certo pra todos os envolvidos, né? Pro estúdio comprado, pro estúdio que compra. Isso nunca deu errado, né? Isso nunca foi prejudicial a longo prazo. Sempre abriu caminhos e, pô... Mas eu consigo ver, né? Nos próximos anos aí, Microsoft comprando mais estúdios de mobile, comprando estúdio chinês. Não sei se dá pra comprar estúdio chinês, né? Não sei como é que é a politicagem nisso. Eu realmente não sei. Mas fazendo parcerias, talvez, com estúdios chineses, né? Investindo. Mas é, eu consigo ver isso acontecendo.
E aí falam assim, ó, isso aqui me quebra. Nós somos Xbox. Somos uma cultura de alta iniciativa, onde ideias ousadas e extraordinárias prosperam. Nosso trabalho não é apagar nossas diferenças, mas conectar todos a algo maior do que qualquer estúdio ou produto individual. Precisamos ser honestos sobre onde estamos. Nós somos lutador desafiante. E estar à altura deste momento exigirá ritmo, energia e um nível de autocrítica que precisa ser desconfortável. Nos nossos melhores momentos, nós...
E aí eles citam 10 coisas aqui que, sério, gente, isso aqui não foi escrito por Iá, parabéns para o redator. 1. Merecemos cada jogador. 2. Protegemos nossa arte. 3. Continuamos rebeldes. 4. Progresso acima da perfeição. Aí já perdeu o formatinho, né? Porque antes era, no nosso melhor momento, nós, progresso acima da perfeição, não encaixa mais. 5.
Sinal acima da cerimônia. 6. Essencial antes do adicional. 7. Vencemos o problema através do trabalho. 8. Velocidade é aprendizado. 9. Criadores acima de gestores. E 10. Clareza é gentileza. E aí, tipo, no LinkedIn, o pessoal chorando. Que caralho. O que está acontecendo, gente? Fantástico.
Incrível, né? Lembrando, né? O Xbox continua a empurrar a IA aí pelo Copilot, inclusive falaram que essa implementação dele nos consoles era parte fundamental aí da expansão do Copilot, né? Tem usado cada vez mais IA internamente também, inclusive anunciando um plano aí de demissão voluntária, porque, né? Isso é muito bom.
O aumento de uso deles de IA internamente. E continua a fornecer apoio, né? Servidores, serviços de nuvens, serviços de IA também. Pra Israel, olha só que legal. Bacana. Maneiro. Que legal. Tanto que existe aquele movimento BDS. Exato. Que clama pelo boicote as coisas da Microsoft, né? Exato. Ainda hoje. Mas assim, eu acho que a gente só vai saber mesmo o que vem a ser feito, o que será feito na prática, né? Com o tempo. Com atitudes tipo essa da redução do preço do Game Pass. Mas, sinceramente, eu não tenho as melhores expectativas, não.
Não. Mas já não tinha antes também, então... É.
Mas, Sushi, se a Microsoft tá num lugar meio merda, o PlayStation vai lá e fica uma invadinha, né? E pensa, pô, faz tempo que a gente não faz uma merda. Pô, quem tá na merda é a gente, né? A Sony tá bem pra caralho. Por que que aconteceu? Semana passada, um perfil nas redes, no xantigo Twitter, o Modern Hardware, ele percebeu uma coisa no PS4, na interface do PS4.
que quando você vê as informações de um jogo instalado, apareceu uma data da última vez que o jogo foi, teve uma checagem online e meio que uma data limite pra próxima checagem. Que era basicamente, era uma contagem regressiva de 30 dias, se você não entrar na internet de novo durante esses 30 dias pra checar de novo o jogo, você perde acesso ao jogo.
Ele percebeu isso, postou na internet, as pessoas foram conferir e de fato existia isso. Tipo, de onde veio isso? De onde surgiu isso? Porque a Sony não anunciou isso no moderno nenhum. E depois de um tempo, a própria pessoa, o model de hardware, conseguiu um contato interno com alguém que trabalha na Sony, não especificou quem era, cargo, esse tipo de coisa. Porque a pessoa falou que não, não, não, isso aí é só um bug. Isso é só um bug, não era pra ter isso na interface e não vai acontecer nada, André. Então é só um acidente.
Ah, que bom. Então, próxima notícia. Era só um acidente, não vai acontecer nada. Aí, uma outra pessoa falou, não, pera, deixa eu fazer um negócio aqui. E uma outra pessoa na internet removeu a bateria, bateria de relógio, né, da BIOS, do PS4. Do CMOS. Isso, pra o PS4 perder essa capacidade de armazenar e acompanhar a passagem de tempo, sem acesso à internet, né? E veja só você, você perde acesso ao jogo. E isso só vale pros jogos comprados a partir do mês de abril de 2026.
E tá cheio de informações conflitantes, porque depois veio alguém da Sony, que a gente não sabe o nome, mas é aquela parada, né, de fontes que não pode se revelar e tudo mais, dizer que não é de verdade, e é isso mesmo. É, porque o contador, né, ele aparece no PS4, naquele ver mais informações do jogo, né, que aparece, ah, o tamanho do jogo, quanto foi instalado, trã-trã-trã-trã, aparece lá o contador, né, quando foi a última checagem, quantos dias faltam pra fazer a próxima checagem, né. Meio que na data limite.
E no PS5 não mostra isso, mas tá acontecendo por trás dos panos, né? O canal Spawn Wave, ele fez um teste no PS5, tirou a bateria e viu que quando o console não consegue mais checar a data, ele presume que passaram os 30 dias ali e não fez a checagem, então ele não te deixa mais abrir os jogos. Isso é um problema porque você vai pensar assim, ah, mas a pessoa tem um PS5, tem um PS4, ela tem acesso à internet pra checar de 30 em 30 dias, né?
E hoje em dia, muita coisa precisa de internet pra funcionar, né? Muitos jogos, né, são atualizados pela internet, jogos que dependem de conexão com o servidor pra estar sempre online, jogos multiplayer, né, que usam isso pra checar até segurança, né, e atualizar com o servidor e tudo mais. Mas, pra...
muitos jogos, né, pra maioria dos jogos aí, vamos dizer, os três consoles, né, o Xbox, o Switch e o Playstation, eles entregam uma experiência offline também, né, especialmente pra jogos digitais, né, que a gente tá falando, que você vai comprar o jogo e baixar ele, aí você obviamente precisa estar conectado na internet, mas depois disso acontecer, se você tá na sua conta primária, né, no console primário daquela conta e, né, todos os três tem uma versão disso, né, o Switch 2, né, ele tem o lance dos cartuchos lá que você empresta, do Game Key Card, sei lá,
que você pode emprestar, mas eles ficam presentes, né, só em um console por vez, esse tipo de coisa. Mas ele tem também um aparato de compartilhamento online. O PlayStation 5 tem, você marca um console, né, como o console que é capaz de compartilhar, de acessar jogos offline naquela conta, né. E o Xbox tem uma coisa parecida também. Se você tá offline e aquele jogo tá na sua conta primária, você tem acesso àquele jogo, né, sem limite de tempo, sem ter que autenticar nem nada. Porque, assim, primeiro, tem um aspecto aí de preservação, né, que é importante.
porque a gente sabe que esses servidores, eles não vão durar pra sempre, especialmente em se tratando de, né, sei lá, a Microsoft, por exemplo. Vai que daqui a cinco anos, alguém pode cravar o martelo aqui e falar, não, Microsoft ainda vai estar fazendo Xbox daqui a 10, 15 anos aí.
Não sei. Nintendo me parece um pouco mais certeiro, sabe? Playstation um pouco mais também, mas não sei. Mas colocando, né, um longo prazo aí, vamos dizer, 30, né, 50 anos que seja, esses servidores não, gente, não vai estar ativos do jeito que eles estão. Então tem uma questão de preservação histórica que é importante.
Mas também tem uma questão prática, né? Eu acho que pra gente aqui, pra muita gente que acompanha o podcast, né? Conectar a cada 30 dias na internet pra verificar, autenticar o conteúdo que tem, é algo que você nem vai sentir, né? Vai acontecer lá, você nunca nem vai ver esse contador, né? Mas sei lá, pô, tem gente aí que mora em áreas remotas, né? Ou que trabalha, sei lá. Eu lembro na época que isso se tornou uma polêmica pela primeira vez, que foi com o Xbox One, né?
Que o Xbox One, quando ele foi anunciado, né, ele ia ser mais agressivo ainda, né? Ele ia ter que checar, eu acho que toda semana ou, tipo, poucos dias, assim, né? Aí ia ser mais constante. É, e aí na época uma pessoa até fez a pergunta pro Dom Métrico falando, mas eu trabalho num navio, né? E eu fico, às vezes, um mês ou mais.
sem acesso à internet, né? Ou, tipo, por mais que, às vezes, o navio tenha internet, ela é restrita, né? Ou ela é limitada a só alguns tipos de dispositivos e tal. E aí foi nessa vez que o Don Metric falou, bom, para usuários como você, nós temos o Xbox 360, né? Que foi um momento bem infame do Xbox One. Depois eles voltaram atrás e tal.
Mas então assim, tem situações onde a pessoa pode passar mais de 30 dias sem um acesso longo o suficiente, ou constante, ou forte o suficiente, vamos dizer ali, à internet pra fazer essa autenticação. E também tem o fato de que, pô, não sei se vocês lembram, né? Mas em 2011, a PSN ficou fora do ar por quase um mês. Verdade, né? Teve a pânia da PSN. Quem sabe? Quem pode me garantir que isso não vai acontecer de novo, né?
Algumas coisas que eu tava falando, tem informações conflitantes na internet em relação a isso, que a Sony até agora não abriu a boca. Oficialmente ela não abriu a boca pra falar nada. Tudo que a gente tem é de testes empíricos que algumas pessoas fizeram, disse-me-disse e tudo mais. Vieram falar no chat, ah, um brasileiro entrou em contato com...
o atendimento, o atendimento falou que existe e é contra-pirataria. Mas ao mesmo tempo, notícia tipo de ontem, tinha gente entrando em contato na gringa e os pessoas falaram, não, isso não existe. É, depende do atendente que você pega, né? A pessoa vai te falar o que ele sabe ali no momento. E parece que é uma coisa que não foi muito ainda, né? Não rolou esse treinamento de forma tão homogênea dentro da empresa assim ainda.
Agora estão falando no chat que só precisa validar uma vez depois de 14 dias. É, então, porque a teoria do que eles acham, por que isso foi implementado, né? Porque tinha um exploit ali, um golpe, vamos dizer assim, que algumas pessoas davam que era, você compra o jogo na PSN, né?
E aí a PSN tem uma política de devolução, né? De refund, que é bem mais restrita, né? Do que Steam, por exemplo. Se você baixou o jogo, não é sempre que você vai ter que ter um bom motivo. Tipo, mal funcionamento, alguma coisa. Pra você conseguir dar refund. Se você nem baixou o jogo, você consegue dar refund. Mas se você baixou, eles já encrencam, assim, pra te dar.
Mas tem gente que consegue ainda assim o refund através da operadora de cartão de crédito, né? Com outras fontes ali que não sejam o suporte da PSN. Então a pessoa, ela comprava o jogo, baixava o jogo, desconectava o console da plataforma e dava o refund. E aí como ela tava com o jogo baixado e o console não tava conectado à internet,
ela continuava conseguindo acessar o jogo e jogar tranquilamente ali, mesmo tendo devolvido o jogo, né? Então, a hipótese mais certeira pelo menos, por enquanto, antes da Sony se manifestar oficialmente, é que é uma parada pra que a pessoa precise validar o jogo
Num período inicial, pós a compra, onde ela poderia ainda conseguir refund, tendo já baixado o jogo ou coisa do tipo. E aí depois desse período, essa licença temporária, ela vira uma licença permanente, né? E aí você consegue ter o acesso a esse jogo de forma permanente ali. Mas é foda quando não se comunica nada, né? Não, é bizarro, porque tipo, por que não falar que uma atualização ia vir com isso?
Tipo, ah, um método de segurança, barará, barará. Porque do jeito que tá no disse-me-disse, que é rumor, e aí testa, e não sei lá o quê, eu ainda não tenho, não boto muita fé que é só isso, sabe? Até porque eu tenho essa questão também, né? A gente só vai saber pra valer mesmo, né? Quando der o prazo, né? Quando der, sei lá, os 15 dias, ou os 30 dias, né? E ver o que vai acontecer de fato aí, no geral. Eu vi alguém falando ali, tem vezes que eu fico sem ligar o meu Playstation por 30 dias. Eu perderia os meus jogos?
você nunca vai perder os seus jogos em definitivo, né? Se você ficou 30 dias sem ligar o seu PlayStation e aí você liga ele offline, aí você vai perder o acesso aos jogos, você não vai conseguir acessar os seus jogos. Mas se você liga ele e conecta na internet, ele... Vai validar. Valida e volta, né? Supostamente. E supostamente é só uma vez, depois de 14 dias e nunca mais. É. Vamos ver. Mas ainda assim, né? É bizarro porque... De novo, né? Na época que isso foi sugerido pro Xbox One, em 2013, né? Foi um bafafá absurdo, né? Foi um bafafá absurdo, né?
A própria Sony zoou, né? A Sony, nossa, ela... Aquele videozinho do Shuhei Yoshida com o... Adam Boyz. Adam Boyz, né? Falou, ah, como impressaram o jogo no Playstation. Aí ele, tipo, entregando o jogo um pro outro, assim. Exato. O disco, né? Porque na época do Xbox também era mais agressivo, porque o prazo era menor e valia também pra jogos físicos, né?
Era realmente, os caras estavam muito no foda-se. Mas é bom ver que quando, tipo, isso tá acontecendo, né? E por mais que não seja uma comoção, como foi na época do Xbox, tem gente se manifestando, porque, tipo, isso se deixar passar vira comum, né? Assim como virou comum muita coisa de jogo sempre online.
Nessa mesma época, pra quem não se lembra, o Sin City, né, de 2013, ele também foi muito rechaçado porque ele exigia que o jogo estivesse sempre online. E, né, teve muito, um movimento muito grande em torno de rechaçar isso. Hoje em dia é jogo sempre online, né, por mais que assim, ok, geralmente é por um motivo de funcionalidade ou até de praticidade pro jogo ali e tal. Mas, pô, volta o nosso amigo, que eu esqueci o nome, do Stop Killing Games, né.
É foda, né? Quando você depende de um servidor alheio pro jogo que você comprou e gastou dinheiro existir, né? Basta esse servidor alheio falar estamos interessados em outras coisas aqui, vamos desligar esse jogo. E você fica, como diriam os poetas, de xereca, né? Perguntaram ali se é só PS5, PS4 também, mas não são pra todos os jogos, como a gente diz, são jogos comprados desde abril. É a partir de abril.
Eu não sei o dia exato, mas é a partir de algum dia de abril que isso tá valendo. Então se você comprar um jogo hoje, por exemplo, e fizer esse teste de tirar a bateria... Porque eu não sabia isso, o PS5 Pro, a bateria é acessível, né? Sem desmontar o Playstation. Então é só você disparar, fusar lá a tampinha que a bateria cai e você tirar o online, né? Então você tem sem a bateria e sem o online, que aí ele vai achar que já passou a data e você não vai ter mais acesso ao jogo. Aí você coloca a bateria ou só coloca...
O online de volta, né? Liga a conexão online De novo, volta. Você tem acesso de novo ao jogo Nisso do scan aí Da pessoa comprar o jogo e dar refund depois Sabe um jeito que o pessoal tá usando pra Dar meio que um jailbreak No PS5, assim? Sei lá Quanto que eles conseguem Já piratear, não fui tão a fundo assim Mas jogo de PS2
Se você tem um jogo de PS2, e aí são alguns jogos de PS2 só que funcionam, e inclusive um que tem um de Star Wars de corrida, que saiu uma edição física dele pelo Limited Run, e que multiplicou de preço, assim, porque é um dos melhores jogos pra você fazer isso. Então todo mundo quer a edição física do Star Wars de corrida. Que no arquivo de save do Memory Card, o pessoal consegue colocar dados ali que vão quebrar o jogo e tal, e inserir dados através do Memory Card.
Do jogo emulado de PS2 no PS5. Que doideira. E aí acessar coisas ali. O pessoal é muito criativo, né? Falaram, isso é um não problema. Bom, se você acha que você perder acesso ao seu jogo porque você não tem acesso à internet é um não problema, então tudo bem. Eu acho que é um grande problema, principalmente que abre um precedente pra coisas piores e pra outras empresas também.
É, de novo, das pessoas que... Do nosso círculo, que escutam os podcasts e tudo mais, provavelmente não vão ser afetados por isso de fato. Mas não é porque não é um problema imediatamente seu que não é um problema. E agora, né? Não é porque não é um problema agora que não vai ser um problema no futuro. Esse tipo de pensamento a curto prazo, né? Também ele é muito prejudicial.
Um jogo, Tengu, que requer autenticação online o tempo todo. Acho um absurdo. Esse requer mesmo. Requer, de fato. É o tal do FIFA, né? Vamos falar do meu FIFA, né? Final Fantasy XIV, todo mundo sabe que hoje em dia a sigla, né? A previação de Final Fantasy é FIFA. Tanto que a EA não chama mais o seu jogo de futebol de FIFA. Ele perdeu. Falou assim, não, gente. A gente reconhece que o verdadeiro FIFA é o Final Fantasy. Ela se reduziu à sua própria ignorância. Exato.
Mas enfim, esse joguinho que eu tanto gosto, que está rolando aí, continua rolando. E teve um evento, né, esse final de semana aí, último final de semana. Teve a Final Fantasy Fan Fest, né, que é um evento que tem três vezes por ano, que a Square faz pra comunidade, né, um nos Estados Unidos, outro na Europa e outro no Japão. Em que eles fizeram vários anúncios, né. Começou com uma apresentação, assim, do Yoshi P, que é o diretor e produtor do jogo, junto com o pessoal.
que eles mostraram a nova expansão do jogo, né? O 8.0 aí, uma expansão chamada Evercode, que vai ser a próxima expansão, que vai sair já em janeiro do ano que vem. Que é o que eu gostaria que fizesse aqui no Brasil, hein, galera? Ai, que legal. Então vamos sair do episódio da praia, que foi o Down Trail. Vamos para o episódio da neve agora, né? Todo mundo escorregando no chão. Fazendo fase do gelo. Depois é o quê? Fase do vulcão? Deserto? É, acho que sim. Deserto já foi, já foi. É o episódio da praia barra deserto.
Preciso de um caverna e um esgoto agora. Não gosto de fase do gelo não, hein, Tengor? Eu também não. Eu também não. Me fala uma fase do gelo boa. Não tem. Não tem, né? Impossível. Sinceramente. E bicho de gelo já apareceu todos, né? Eu acho que sim. Vai inventar quem agora? Não tem mais não. Mas vai ser esse episódio novo aí que vai ser mais um episódio do segundo arco de história do 14, né?
Porque do Realm Reborn até o Andy Walker foi uma história grande. Na verdade, do 1.0 até o Andy Walker foi uma história só. Que eles fecharam e tal. E agora, com o Down Trail, começou um arco de história novo. Que vai continuar no Evercode. Que é o arco das Terras Sem Deuses. E eles não mostraram muito sobre... Mostraram um teaser, né? Mas não muito sobre história nem nada. Não era o Down Trail que tinha uma fase no Brasil?
É a expansão das Américas, né? Ah, então eles estão dizendo que o Brasil é a Terra sem Deuses. É, pois é, aparentemente. Errado não estão. E mostraram já algumas coisas, né? Então, a palavra de ordem, segundo o Yoshi P, é renovar coisas, né? Combater meio que o tédio dos jogadores repetirem a mesma coisa várias vezes repetidas. Buscar um jeito otimizado de fazer as atividades e ter o maior aproveitamento possível, né?
Então vai ser a coisas que eles vão fazer na próxima expansão é tentar incentivar os jogadores a explorar mais conteúdos diferentes do jogo. Então, por exemplo, eles vão tirar o sistema, porque hoje você tem atividades diárias para ganhar um item que lá você troca por armadura, por equipamento melhor e tal. Isso faz cair nessa rotina de otimização. Você vai pegar a dungeon mais curta que tem para ficar repetindo ela e ganhar os pontinhos que você precisa todo dia. Então agora eles querem implementar um sistema.
de atividades semanais e espalhar entre as várias atividades do jogo, né? Então fazer uma dungeon aqui, uma raid ali, o PVP um pouquinho aqui. Enfim, incentivar a pessoa a explorar coisas diferentes do jogo. E também não ser uma coisa, né, dessa coisa diária todo dia e tal. A pessoa poder encaixar melhor no tempo disponível dela, assim, né? Exato. O que eu vejo como uma coisa muito boa, né? Acho que a maioria das pessoas que viram achou uma mudança bem benéfica pro jogo, né?
Eles vão colocar um sistema de batalha completamente novo, a partir desse 8.0, que vai ser um sistema que eles chamam de Evolved, que eles vão simplificar alguns comandos, né? Então vai ter menos botão pra apertar, mas com outras possibilidades de rotação de habilidade, de tipo de combo que você pode fazer. É, eles estão tentando, pelo que eu li, eles estão tentando tirar a complexidade, quantidade de hotbar e de...
a rotação, né? Rotações, sim. Das rotações. Mas adicionar essa complexidade em decisões estratégicas momento a momento ali e tal, né? Que nem a gente tava conversando quando saideira, eu acho. Que tinha gente no chat falando ah, é tipo o modo clássico, o modo moderno ou o modo mais fácil e o mais difícil. Porque eles vão manter, né? Vão manter, vão manter. O modo reborn.
vão manter o modo Reborn pra todas as 21 classes atuais tirando o Blue Mage que o Blue Mage só se fode mas as duas classes novas que vão começar que vão estrear no Evercode só vão ter o modo Evolved é e tinha gente falando ah é o modo fácil e o modo difícil sei lá mas não né eles estão tentando mirar em ter uma complexidade parecida nas duas mas complexidades diferentes focos diferentes isso
E eu vejo isso deles colocando as classes novas como só no modo Evolved, como, tipo, vem tentar pra ver como é que é, pelo menos, né? Sim, sim. Ao mesmo tempo que eles não querem tirar o que o pessoal já tá acostumado, né, de cara, assim, pra não alienar quem já tá, tipo, não, eu vou continuar com o meu bicho aqui do jeito que eu sei, né?
Mas ao mesmo tempo eles querem, não, dá uma chancezinha, vem ver como é que é. Inclusive, eles falaram que o Evolved vai dar um pouco mais de dano, mas é um pouco mais forte do que o modo Reborn, né? Então meio que pra incentivar realmente as pessoas a experimentarem e tal. Pô, as classes de tanque, vai ter parry agora.
Eu fico um pouco receoso com isso. Não que é receoso, mas tipo... Será que vai funcionar direitinho? Ah, sim. Eu acho que vai se você morar onde estão os servidores. Ok. Porque assim, o brasileiro que joga FIFA não é bom. Então, ele desenvolve um poder da clarividência, entendeu? O lag negativo, mas só que na mente.
Exato, ele já prevê o que o boss vai fazer e começa a se mexer antes, assim. Ele já começa a andar antes de aparecer a marcação no chão e tal. Então você como brasileiro, você desenvolve um poder, um poder espiritual, assim, entendeu? Agora, o quanto isso vai ser viável, né? Porque eles explicaram, ó, o parry funciona. Você dá o comando do parry quando a habilidade do inimigo estiver quase saindo, né? Quando for quase ativar a habilidade do inimigo. E aí eu não sei o quanto isso vai ser aplicável pro nosso ping alto pra caralho que a gente tem aqui no Brasil, né? Eu espero que funcione de alguma forma.
Vamos torcer pra não ser parry de jogo de ação, né? De poucos frames. Isso aí é meio que uma animaçãozinha um pouco mais longa. Mas ao mesmo tempo, se for fácil demais, pode acabar trivializando algumas coisas, né? Pois é. Curioso, curioso. É, pois é. Eles mostraram... Eles demonstraram com...
uma classe de cada roll, né? Um DPS, um tanque e um healer. Tipo, o White Mage agora vai ter... Porque tem os cooldowns globais, né? Que você solta uma habilidade e até ela, você usar ela de novo, tem um cooldown. O cooldown global é tipo... Tem várias habilidades atreladas ao mesmo cooldown. Se você usa uma, você tem que esperar pra usar qualquer uma das outras, né? Então, por exemplo, pra um White Mage, que foi a classe que eles usaram, né?
pro DPS do White Mage não cair, eles colocaram as habilidades de dano fora do cooldown. Então, enquanto você tá esperando uma cura voltada ao cooldown, você pode continuar dando DPS no inimigo. O que é uma mudança interessante. É uma mudança legal, eu acho, né? Eu vi que eles...
vão mudar também, né? Colocar mais foco na classe de cura pra curar, né? Porque, tipo, eu tava lendo que, atualmente, a classe de cura, ela também fica muito focada em causar dano, né? Ela não pode deixar o dano cair, né? Pelo que eu tava vendo, pelo menos, né? Nunca cheguei a jogar. Eu joguei, sei lá, 30 minutos de Final Fantasy XIV. É verdade. Pelo que eles disseram, parece que eles vão voltar, vão deixar com mais foco em curar mesmo, né? As classes de cura. Sim. Falaram que o Perry tem de 8 segundos e 4 segundos.
Bem de boa. É, generoso. Generoso. Pera, oito segundos de janela? É, vai ficar uma animaçãozinha ali, né? Então deve ser... É bastante isso. Então deve ter alguma limitação do uso. É, eu imagino que sim. É, aí é menos um parry e mais um, tipo, né, o inimigo fez o quadradinho vermelho ali, saia do quadradinho vermelho, né? Tipo, é mais uma resposta a um tel ali do inimigo, sei lá. Tengu, eu vou te dar uma deixa aqui, você mande a frase que, assim, tenha...
pra gente. Tá bom. Perguntaram no chat, nunca joguei nenhum Final Fantasy. Se eu for jogar o XIV, eu vou tomar spoiler dos outros jogos? Não, mas tem um incentivo pra você ir pro XIV agora. Tem, porque você já ouviu falar do aclamado RPG no online Final Fantasy XIV, que agora no seu free trial, inclui até a premiada expansão Shadowbringers, que antes era Stormblood, agora é Shadowbringers. Shadowbringers é tipo pick Final Fantasy, assim. É um dos melhores Final Fantasias que existem, ponto. Shadowbringers é muito, muito
Muito bom. Muito, muito bom. Pô, o Lucas e o Ricardo xingaram os jogadores de Final Fantasy XIV, mas aí eu preciso de contexto. Eu preciso saber o que eles falaram. Mas tá errado, né? Eles estão errados. Da parte deles, eles estão errados. Queria dizer que conteúdo grátis até o Shadowbringer, você vai morrer e não vai chegar lá.
Nossa, mas é muito conteúdo, cara. É muito. Você vai poder jogar até o 7.5, né? Que é depois que termina a história base do Shadowbringer. Você vai poder jogar até os patches que dão a ponte pro Andy Walker, né? É muita coisa. Não, é tipo, sabe, 300 horas de jogo. Nossa, mas brincando.
brincando. Se você ruxar. É, se for correndo, assim. Loucura. E vai ter uma raid de Evangelion na expansão nova, o que é completamente loucura. O que não se sabe muito ainda, né? Eu vi que estavam especulando, não sei se vazou, mas que realmente teria, além do envolvimento do estúdio do Evangelion, estúdio cara, mas envolvimento do Yocotaro, né? Pode ser. Por causa da delegação aí Evangelion, né, que o Yocotaro tá escrevendo o próximo Evangelion que vai ter aí, Square, né? E toda a conexão do Yocotaro com a
Square. Seria interessante. A gente tava especulando, né? Pô, seria legal eles fazerem Evas com os Summons, né? Tipo, colocar uma armadura num Summon ali. Ou a gente quer enfrentar como anjo. Ou isso. Pode ser também. Pode ser. Você num Eva enfrentando um Summon.
Tengo perguntando qual que é o nível do Shadowbringers de personagem. Você começa Shadowbringers no nível 70. Shadowbringers é do 70 a 80. Pô, foda isso, tá? Eles já estão mudando algumas coisas a partir do 7.5. Agora, que é o patch atual que tá entrando agora, que entrou essa semana. Entrou hoje, na verdade, 7.5.
eu voltei a jogar um pouquinho. Tipo, tô fazendo sessões curtas todo dia, assim. Porque, pô, eu fui jogar outro dia pra terminar a história do Down Trail e tal. E pensando, nossa, né? Como eu gostava desse jogo. Como é um jogo legal. E aí agora eu tô indo pela história devagarzinho, né? E, pô, queria dizer que o Partido Comunista de Orgia está recrutando, tá? Que é a... Que é a minha UFC, a minha guilda. Então estamos recrutando mais comunistas pra jogar com a gente. E, pô, é bom demais, né? Nossa, como é bom. Como é divertido.
Fica aí o shout-out pro grupo comunista no Minecraft, que a gente viu no Jogabilidade. Ah, é verdade. Deu um pulinho no FIFA 14. Teve umas coisas meio paia também, né? O Cody Fox lá, o tradutor de Final Fantasy 14, e letrista das músicas, né? Ele fez um painel e botou um monte de coisa de IA lá. Tipo, é foda.
Só porque era claramente uma piada, né? Que ele tava falando assim, ah, já que a Square tá tão afim de usar IA assim, e eu não consegui a foto do pessoal, dos compositores, eu fiz aqui uma aproximação com a IA. É, paia. É uma foto daquelas IA, pessoas de IA mó genérica representando a equipe, assim. E, tipo, eu acho que a intenção era dar até uma cutucada na própria Square, né? E os comentários dele sobre IA recentes e tal. Mas aí ele também usa IA e é foda. É foda, né? Realmente.
Tenho que perguntar qual o servidor. A Dilnaica, vulgo Lula Livre, que é o nome da nossa FC, ele está no Behemoth. Mas dito isso, uma das coisas que eles falaram é que você vai poder fazer party entre servidores... Entre data centers, né? Da mesma região, né? Isso, isso, isso, isso. Isso é doido. Mas é só para se encontrar na RAID, né? Imagina.
É o tanto o Duty Finder, né, que é o que você bota pra procurar, pra participar de certas atividades, quanto o Party Finder, que é você abre o Party Finder, aí tem um grupo, tipo, ah, procurando pra fazer raid e tal. Ah tá, mas é só com o pessoal de matchmaking. Isso, isso, isso. Não tem como você fazer, sei lá, eu tô no servidor, você tá em outro, a gente... Vamos nos aventurar por aí. Não, é, pra andar livre não dá. Não, não, mas pra raid pelo menos dá. Pra raid, dungeons, trials, toda essa coisa dá pra fazer bem. Coisa que é distanciada dá.
É, porque antigamente você precisava fazer o que eles chamam de viagem entre data center, né? Você precisava desconectar seu boneco do seu data center e ir pra outro. O que era uma puta trabalheira, né? Agora eles vão unificar tudo pra todo mundo poder jogar junto. Uma coisa boa, pô, tô falando demais, né? Mas outra coisa boa que eles vão fazer a partir do Evercode é assim. Você não vai precisar mais pegar armadura boa pra todas as classes.
Se você, sei lá, porque tem item level, né? Tem um negócio que chama item level. Que é meio que o nível, a média de nível de toda a armadura que você tá usando. Se você tem, sei lá, o exemplo que eles deram. Se você tiver um warrior com item level 790, que acho que é o mais alto que dá pra ter hoje em dia. Qualquer classe que você for agora, o item level vai ser o mesmo. Antigamente você precisava farmar equipamento pra todo mundo, separado. Agora ele vai refletir pra todo mundo. O que é, pô, deixa o jogo muito mais acessível. Pra você brincar com tudo, né? Pra você poder brincar com tudo, né?
Mas o que eles falaram é, a melhor configuração de atributos ou de matérias que você pode equipar, ainda vai ser, vai cair em cargo de cada jogador. Então se você quiser realmente o melhor equipamento, com a melhor configuração de todas pra você fazer as raids de alto nível, você vai precisar ainda farmar um pouquinho. Mas ainda vai dar pra ser mais aberto pra quem quiser fazer as atividades junto com os outros.
Eles mostraram, estava aparecendo no vídeo, né? Que vai ter mais opções de customização, né? E tal. E o Cody Fox perguntou pro Yoshi PC ia ter slider de bunda. Pois é. E ele falou que ainda não. Ainda não. Ainda. Ainda. Então, acreditamos aí que um dia vai vir slider de bunda. Caralho. Ele mandou o Moline. Vai chegar no estúdio correndo. Gente, slider de bunda, corre! Eu falei que...
vai ser meio isso mas ó Tengu você tá falando falando e a única coisa que eu ouço é agora vai ser a melhor hora pra jogar FF14? agora é a melhor hora pra começar FF14 ainda mais você Tengu que é um recém-dono de um Switch 2 pois é porque vai ter vai ter a versão do Switch 2 também
atualmente existia ele pra Playstation Playstation 4 e Playstation 5 inclusive o Playstation 4 ainda vai receber o Evercode mas ele já meio que tá no limite uma coisa que eu não sabia que o Yoship explicou na apresentação é que eles iam parar de lançar pro PS4 porque o arquivo do jogo estava ficando maior do que o tamanho máximo que um arquivo de jogo pode ter no console cara
Eles foram pedir pra Sony, tipo, libera mais espaço pra nós aí. Incrível. Eles liberaram. Então, assim, até o Evercode vai dar. Pera, pera, pera, pera, Tingu. Tem jogo que é cento e poucos gigas. Quanto que tá o tamanho do Final Fantasy? Ah, não quero nem saber. Ah, deve ser uns 300. Não, não é possível. Eu não duvido, não, sinceramente. Chet, alguém sabe aí o número? Porque quando eu baixo um jogo de 80 gigas eu já fico puto? É. É, não sei. Mas, ó, pega um... Tem prexbol.
também, na verdade. Perguntaram ali se vai ter que recomprar no Switch ou se eu acessar conta e já dar acesso a tudo. Mas é óbvio que você quer comprar. É óbvio, né? Inclusive você... É porque assim, atualmente né, se você paga assinatura do PC, você consegue jogar no Playstation, né? Consegue. Não vai ser assim com o Switch, galera, porque... Eles não disseram isso com todas as letras?
Mas falaram assim, foram meses de negociações com a Nintendo e tal. Aparentemente, a Nintendo quer o dela ali, né? Então, você vai precisar ter uma conta exclusiva do Switch 2, uma assinatura exclusiva do Switch 2, pra jogar o Final Fantasy XIV no Switch 2. Se você já tem uma conta no PC ou no PlayStation, a sua conta do Switch 2, ela vem com um descontinho. Você paga 50% do valor. Se você quiser jogar no Switch 2 e no PC, por exemplo, aí você vai pagar 50% a mais.
Mas a NDC é triste, né? Caralho, a Nintendo é paia, né? É, tudo leva a crer que é a Nintendo querendo metadinha dela ali, né? Não faria sentido ser só a loucura da Square fazer isso em uma plataforma. Especialmente porque eles dão desconto de 50% se você já paga no outro lugar. Então é quase que, tipo, aí fica só a taxa Nintendo. Você só paga pra Nintendo se você já assina em outro lugar. Não é paia, não deixa de ser paia. É muito paia. É bem paia.
Mas assim, o fato de que... Uma outra coisa, né? Pelo menos isso, você não vai precisar pagar o Nintendo Switch Online pra jogar. Menos mal. Pelo menos isso. Menos mal. Mas ainda assim, né? Porra. É, paia. Ó, no PC tá 120 GB. Acho que no Xbox é 140, falaram? Um negócio assim. Não é. Subiu já. Sei. Menor que eu achei. Menor que eu achei que seria. É. Mas aparentemente esse é o tamanho máximo que um arquivo de jogo pode ter no PS4.
Falaram que o COD Black Ops 3 com todas as DLCs vira 330 GB. Jesus Cristo. Então o Final Fantasy XIV com todas as expansões tem que ser maior que isso. Eu espero que sim. Ou não sei que a Sony calcula as expansões de formas diferentes dos arquivos só do jogo.
Mas eu tô bem empolgado. Vou ter uma classe de tanque nova, uma classe de DPS nova, que é na próxima expansão. A gente sabe os nomes já? Não, ainda não. Eu, como main tank, fico feliz. Apesar de que eu não devo abandonar o meu Warrior, que é o tanque que se cura pra caralho. Que agora vai ser... Eles vão dividir as classes em main tank e off tank. O Warrior vai ser off tank. Que é mais de suporte, não pra tankar inimigo mais diretamente.
Mas pô, tô muito curioso, muito empolgado pra jogar nesse modo Evolved aí novo, ver as possibilidades que eles vão dar. História, né? A história de Final Fantasy do 14 sempre é um destaque. Os caras sempre mandam muito bem em questão de história. Eventualmente. Importante é dizer isso, porque, ah, vou começar a jogar o Fifinha 14 agora, o Tengumi vendeu o jogo. O Realm of War na história não tá lá ainda.
É, inclusive alguém, não vou lembrar quem, mas mandaram no nosso Discord recentemente, perguntando pô, comecei a jogar aqui e o jogo é isso mesmo? É só ficar fazendo as fast quest? Levar coisa pra lá e pra cá? Pra cá e pra lá e tal? Bastante isso. É muito isso, mas também deram a dica lá que é, não foca em side quest, né? Foca nas quests principais e na azulzinha, né? É, a classic side quest que tem um maizinho do lado é a que você precisa fazer porque ela abre coisas novas. É.
É faz quest que libera a mecânica nova, quest da história e de classe. Só isso. É importante fazer as quests de classe também. Porque realmente se você for ficar fazendo série de quests, você vai ficar a sua vida inteira em cada expansão. E com recompensas que não são muito boas, que não tem histórias muito legais. Então é foco, né? E assim, as quests do 2.0, do Realm Reborn, elas já foram muito piores. Eles deram uma reduzida legal nas quests que precisava fazer pra avançar a história e tal.
Assim, a história não tá lá, não. Mas é muito importante, tipo, você só vai sentir o impacto das coisas futuras, das próximas expansões, se você tem a base do Realm e Born. Não, não, não, não. Sim, preste atenção, absorva, não pule nada. Mas no sentido de, pô, o Tengu falou que o Shadowbringer é uma das melhores coisas do universo Final Fantasy. Pô, eu tô no Realm e Born e não tô sentindo isso. É porque...
Porque, infelizmente, a qualidade vai flutuar um pouco e vai tender a melhorar a partir do Realm Reborn. Sim, sim. Tipo, a melhor coisa do Final Fantasy XIV é que ele só melhora. A pior coisa é que ele só melhora. Quer dizer que ele começa no ponto mais baixo que tem, assim. Mas você diria isso até do Downtrail? Porque o Downtrail foi meio polêmico, né? Foi. O Downtrail não é ruim, ela só não é memorável, eu acho.
E também tem um fato, tipo, é quase como o começo de outra coisa, tem que estabelecer mais coisas, né? Sim, sim, sim. Tem muito de trabalho de base, né? Com o Down to Rail e tal. E é foda porque o Down to Rail veio depois da conclusão épica pra caralho de uma história que durou 10 anos, 13 anos. Então, né, é difícil comparar uma coisa com outra.
Ó, perguntaram, pra jogar no PS5, o Final Fantasy XIV não paga de início ou tem que comprar o jogo? Se você tiver uma conta nova e for usar a Free Trial, você não precisa pagar a PS Plus, você não paga o jogo, baixa de graça e joga o Free Trial até a expansão chegar.
Shadowbringer. O Free Trial tem limitações de funcionalidade, né? Tipo, você não pode usar o Market Board pra comprar aquele momento, você não pode criar party, as pessoas podem te convidar pra party, mas você não pode criar party pra ir pra fazer Dungeon, Raid, essas coisas, né? Então tem alguma, tem um limite de dinheiro que você pode ter, se não me falha a memória, então tem limitações, mas o jogo não vai impedir o seu progresso de história até você chegar hoje até o Shadowbringer. Tá aí, então, é o Fifa's Evercode. Bom demais.
Se você quiser jogar com nós, colar com nós, manda lá no Discord, que aí eu vou adicionando a galera e boto o convido pra participar da UFC. Se as pessoas querem procurar por nome, Tingu, qual que é o nome? Você só consegue achar se o boneco tá online, mas é Lyodan Onoko, o nome da minha boneca. R-Y-O-D-A-N-O-N-O-K-O. Mas o Tingu nunca mais vai ficar offline, gente. Nunca, eu vou deixar o jogo aberto lá. Não, inclusive agora, vocês não tão vendo, mas... Está aberto. Ele tá jogando.
Fifas não era Free Fire, não Free Fas Vamos lá, vamos fazer as coisas direito Aceito iniciante sim, aceito O Tengu, inclusive Se você pedir com carinho, ele te transporta Pra onde você quiser no carro do Final Fantasy XV Ele tem o carro do Final Fantasy XV que vem voando assim E te leva pra onde você quiser Do carona sim, só com o Tengu
O que o Tengu não tem, talvez, seja uma barca pirata, não é mesmo, gente? Não tenho. Ainda? Ainda. Mas vejam só, o remake mais vazado de todos os tempos, né, que todos já sabiam há pelo menos uns quatro anos aí, foi anunciado, né, o remake de Assassin's Creed Black Flag, chamado Assassin's Creed Black Flag Resynced, ele foi anunciado e sairá no dia 9 de julho. Tá pertinho, né? Tá pertinho.
Tá aí já. Tiscando o olho, chegou. E aí, assim, é um remake completo, né? É um remake feito... O jogo foi refeito na engine mais moderna deles aí, na Anvil, da versão do Assassin's Creed Shadows e tudo mais. Tá sendo feito pela Ubisoft Singapura, que, vejam só, antes de Black Flag fez o quê? Esculhiam bônus, né, gente? Uou! Também, o Ubisoft Singapura, o primeiro jogo que eles fizeram foi um remake. Sabe qual remake foi? Remake de Turtles in Time por PS3, aquele jogo horrível. Uou! Quem lembra? Uou!
Aquele remake tenebroso do Tataruga Ninja pro PS3. Mas esse daí, eu tô com fé que vai ser da hora. É engraçado porque tem a parte visual do remake e que essa parte pra mim é engraçada porque eu joguei Assassin's Creed Black Flag lá quando ele lançou. Ele foi um jogo cross-gen e na época, em meados de 2013, eu finalmente larguei o meu PS3, que já tava sofrido, coitado, e comprei uma placa de vídeo nova. E eu comprei a placa de vídeo nova pra jogar o quê? Bioshock Infinite.
Porque, pô, esse jogo aqui é o futuro dos videogames, né? Eu joguei Far Cry 3 nele. E joguei Assassin's Creed Black Flag também. Eu nunca joguei esse jogo no console, inclusive. A única vez que eu joguei ele foi essa versão do PC. E na época, quando eu joguei esse jogo, ele era assim... Meu Deus, é o futuro dos videogames. O jogo é o jogo mais lindo que eu já vi. Assim, como Assassin's Creed é...
sempre é, os bonecos são meio feinhos, né? Mas o mundo é, porra, embasbacante, absurdo. A água do Black Flag, né? As ondas, a dinâmica de navegar no oceano e tal. As cidades. Nossa, era absurdo. Então quando eu olho pro remake, eu penso, não, esse é o jogo que eu joguei, gente. O que é isso? Eu joguei esse jogo já, é o jogo de 2013. E aí você precisa colocar, né? Lado a lado. É, no comparativo dá pra ver bem as diferenças, né? Não, é, no comparativo.
Você bate o olho e você fala, ok, né? O jogo era outro jogo. Só que é engraçado, porque como é um jogo da geração passada, né? Quase retrasada, né? É, quase retrasada, é esse ponto, né? Do cross-gen da geração retrasada pra passada, ele vem na época que eu acho que os jogos 3D atingiram aí sua maturidade visual, né? Porque jogos dessa época, vamos dizer assim, 2015 pra frente, eles meio que, assim, né? Jogos AAA e tal. Não precisa nenhum jogo ser mais bonito que aquilo, não.
Até hoje, assim, obviamente, tem jogos mais bonitos, mas não envelheceram, né, visualmente. É diferente de você pegar um jogo de PS3, ou obviamente, de PS2 ou antes disso, mas até jogos de PS3 do começo do PS3, né, são jogos que envelheceram muito, né, você vê aqueles jogos de Unreal 3 ali do começo, você olha caramba, né, os jogos eram assim, que doideira. E eu não tenho essa sensação quando eu olho pra jogos do PS4, mesmo na época, né, tipo, sei lá, 10 anos atrás eu já tinha essa sensação em relação...
ao PS3, e agora em relação ao PS4, eu não sinto isso ainda. Acho que são jogos que envelheceram muito melhor, por causa dessa maturidade gráfica. E o Black Flag original, é óbvio que você consegue ver a diferença, né? A diferença é grande, mas não é um jogo que tá feio, né? O Black Flag original, ele tranquilamente seria, se eles quisessem lançar só um remaster, acho que tranquilamente ele passaria por um jogo, né? Colocando uma resolução mais alta, num FPS mais alto ali, ele passaria por um jogo, né? Num ficaria, nossa, que jogo velho e tal. Mas aí, vou poder cobrar caro?
Exato, esse que é o lance, né? Agora, com o remake, eles vão te cobrar os 300 reais aí, 400 reais. Pô, não, assim, tem uma edição de colecionador que eu vi aparecer no nosso grupo de ofertas lá. Era 1.600 reais, gente. Nossa, socorro! É tranquilinho, André. Vinha uma estátua muito maneira do Edad. Se eu fosse mais fã, eu não compraria, porque afinal de contas, 1.600 reais. Mas esgotou rápido, tá? O pessoal tá empolgado. É que só tinha três.
É, mas assim, fico empolgado, porque gosto bastante do Black Flag, não é o meu Assassin's Creed favorito, eu acho que ele vem ali, mesmo na época, né, o comentário que se fazia sobre Black Flag era, pô, é um excelente jogo de pirata, mas quase não precisava ser Assassin's Creed. Ele tinha, né, na parte histórica, vamos dizer, com o Edward, você visitava, né, alguns lugares da civilização antiga, né, da civilização primordial lá e tal, dos ETs...
Aqui e ali, né? Você explorava uns lugares misteriosos, assim. Mas a história é muito mais sobre o Edward, né? E a saga dele como pirata. E todas as brincadeiras que eles fazem com personagens históricos. Pô, esse jogo você encontra altos personagens de One Piece. Tem o Barba Negra. Tem a Bonnie. Tem o Kid. Tem todo mundo. Tem o Luffy.
tem Lua se eles fizeram um DLC de One Piece seria foda então era muito mais a história dada dos piratas e dessa porra toda que pra mim funcionava mas ele não tinha tanto assim de Assassin's Creed e esse remake vai ter menos ainda porque eles estão removendo o multiplayer completamente não vai ter o modo multiplayer que eu nem lembrava que tinha no Black Flag mas faz sentido e vão remover toda a parte
da história no presente, né? A parte sci-fi que no Black Flag era aquele, em primeira pessoa, que você jogava como um funcionário trabalhando no estúdio de jogos da Abstergo, que era, pô, eu achava legal. Eu gosto muito dessa palhaçadinha dos tempos modernos. Eu tava lendo que a remoção dessas partes do presente podem possivelmente alterar coisas do final do jogo? É, que assim, eu não lembro completamente da história, mas tinha uma relação entre o que você descobria no presente e...
com a revelação sobre um personagem que parece que os dois são os seijos, né, que eles falam, que acho que é uma reencarnação de um cara, dos eram os deuses astronautas lá e tal. Eu não lembro muito bem. O que eu lembro é, você tava, porque assim, pode dar spoiler do Assassin's Creed 3? Pode, né? Eu não me importo. Pode dar Assassin's Creed 3. O Assassin's Creed 3, o Desmond, ele vai de base, né?
O quê? Pra o quê? Pra impedir que o mundo acabe em 2012, né? Você lembra que tinha essa porra aí? O mundo ia acabar em 2012, o Desmond se sacrifica pra impedir. E toma que até hoje. É, culpa do Desmond, né? Porra, Desmond. E aí, Abstergo pega o corpo do Desmond e agora eles têm acesso às memórias genéticas dele sem precisar dele, né? Então, o Black Flag é as memórias genéticas do Edward Kenway, que é o pai do Hayton Kenway, que é o pai do Connor, que é o protagonista do Assassin's Creed 3.
E aí você joga as memórias dele numa tentativa de você, funcionário da Abstergo Games lá, estúdio de jogos da Abstergo, porque é isso que as coisas se tornaram, você tá tentando encontrar uma história genética pra fazer um jogo baseado nela. E aí, pô, aventuras piratas, né, e tal, isso é emocionante. Tanto que eu acho que no final do jogo, eles passam um trailer do jogo que você montou com as memórias do Canoe. É tipo um trailer de filme de ação, assim, paródia, é engraçado.
E aí as duas histórias, elas têm paralelos, né? Porque explorando a abstergo lá, você começa a receber missões pra hackear, roubar as informações e tal. E aí o cara que você tá... Bom, isso aí não vai ter no jogo o remake, né? O cara que você tá ajudando, na verdade, ele era um sede, uma reencarnação de alguma porra lá.
E essa parte vai estar faltando da história, né? No remake. Mas eles falaram que não vão remover tudo. Eles vão resumir, modificar. Ah, eles vão adicionar de outra forma, né? É. Eu não sei o que isso quer dizer, mas eles falaram que não vai ser réplica, né? Eles não vão fazer idêntico ao que era. Porque representava uma Ubisoft da época, e hoje em dia a gente quer uma coisa diferente. Sei lá.
e vão tirar os DLCs, né? Esse é triste, né? Porque tinha principalmente o DLC do Adewali, que é o Freedom Cry, que, pra quem não se lembra aí, a gente falou, acho que foi ano passado, né? Que vazou a informação. O Stephen Totilo, ele reportou que a Ubisoft tinha cancelado recentemente um jogo que ia se passar no pós-guerra civil americana, né? Onde você ia jogar com um escravo liberto que ia lutar contra a Ku Klux Klan, né?
E eles cancelaram esse jogo porque falaram, não gente, esse jogo é político demais. Por quê? Porque a Ubisoft se peidou toda com o que aconteceu com o Yasuke, né? Que, tipo, nem era pra ser algo polêmico e acabou sendo. Então algo que mexeria ali com coisas entre... É foda, né? Falar de um escravo lutando contra o Ku Klux Klan é político e polêmico, né? Mas, infelizmente, é essa desgraça que a gente vive. E eles acharam, não, que isso, isso aqui é muito polêmico. E cancelaram o jogo.
E cancelaram também o remake, né? Não vão fazer o remake do DLC do Black Flag, que é o Freedom Cry, onde você joga com o Adel Ali, que era um escravo que conseguiu a liberdade sendo pirata e tal, e aí volta pra libertar o povo dele, né? O DLC é sobre isso. E não vai ter, não vai ter o remake desse DLC. Que eu lembro...
Pô, era um DLC... Foi muito elogiado, né? Não, e era bastante coisa, né? Então, assim, talvez... Jamais daria o benefício da dúvida da Ubisoft, mas aqui fazendo Advogado do Diabo... Vão vender depois. Talvez façam depois, talvez anunciem depois, não sei, né? Mas não vai vir com o jogo, né? Mas também, assim, eles não estão fazendo DLC e tal. Parece que o foco é realmente só o jogo principal, pelo menos pra esse lançamento inicial, né?
E falaram que o jogo não vai ser RPG, né? É. Que ele não vai ser feito nos moldes dos Assassin's Creed mais recentes, né? É, apesar que o combate, aparentemente, vai ser inspirado no do Shadows. Uhum. É, eles falaram que vai ter... Eles mostraram, né? Vai ter parry, vai ser um combate mais de ação, sem elementos de RPG. Acho que eles falaram isso, principalmente porque muita gente tinha medo deles transformarem Assassin's Creed num Assassin's Creed tipo Origins, Odyssey, Valhalla, principalmente, e tal. E não vai ser, né? Vai ser a estrutura, eles vão tentar manter ela bem próxima do Black Flag mesmo.
E só melhorando, tipo, que nem eles falaram, né? Ah, o Stealth vai ser melhor. As missões de perseguir NPC, que pra mim podia tirar todas elas, mas pelo menos vão ser melhores. O combate vai ser mais modernizado com as coisas novas da Angel. O parkour vai ser mais modernizado e tal. Então tem essas melhorias que vem aí com as melhorias dos outros jogos. Vai ter a cordinha, né? Ele tem o dardo na cordinha, que era mó legal.
E vai ter bichinho de estimação no navio. Você pode ter um macaquinho no navio. Antes você não podia? Eu acho que não. Papagaio? Não. Eu não sei. Acho que eu li que ia dar pra chamar passarinho também. Pra ter no barco. Não sei se eu tô enganado. E ele tem que cantar as musiquinhas. Tem. Ele falou que vai ter mais 10 musiquinhas de cantar no barco, que era a parte mais legal. Boa, boa.
navegar nesse jogo, e aí você navegava e aí os barulhos do barco rangendo, e aí a vela içando, içando é, peraí, içar é levantar, um dos dois a vela se abrindo, e o pessoal começando a cantar as musiquinhas, era foda demais, pô, muito da hora. Falaram, perseguir NPC a chatão eles vão reestruturar essas fases, né, não vai ser mais situação de te viu, você morre, né, agora vira perseguição, ou vai ter que enfrentar uma horda de guardas e coisas do tipo eles vão tentar dar uma mexidinha nisso exato
A vela ficar atiçando. Não sei se eu vou jogar, porque atualmente, né, eu já não tô jogando muita coisa que eu queria esse ano. Voltar pra um jogo de 13 anos atrás. André, 13 anos. Esse jogo tem 13 anos. Ai, meu Deus. Dureza. Eu acho que 13 anos é ok pra remake, vai. Necessário? Não, é, total.
Mas 13 anos é ok, vai. Agora, o negócio que vai acontecer é, pela recepção desse jogo, já tô sentindo, né? Esse jogo vai vender. Nossa, mas vai vender, tá? E aí, a Ubisoft vai o quê? Empolgar com o remake. Ela vai trazer de volta o Prince of Pets. Fala, caralho, o remake é isso tudo mesmo? E assim, eu consigo ver eles entrando numa era aí, meio Capcom, de alternar entre um Assassin's Creed novo, um remake, um novo, um remake. E pô...
O 1, por exemplo, é um jogo que ele meio que não tá em nenhuma plataforma hoje em dia, né? Assim, se você jogar no PC, né? Acho que na retro do Xbox também. Então ele tá em algumas plataformas hoje em dia. Mas não tem uma versão remaster dele, né? Real, oficial aí pra você jogar. Pô, o Assassin's Creed 1 não tem legenda. E agora?
Nem em inglês, né? Falaram ali que os devs na época falaram que o 4 original não tinha papagaio e o gancho de perna de pau porque eles não queriam essa imagem. Eles são sérios, André? Eles são. Pô, esse aqui é os piratas de verdade. O Barba Negra põe fogo na própria barba pra assustar o inimigo. Pô, é o meme que tem o God Mandado, o cara que bota fogo na barba e mostra a dentadura. É o Barba Negra. Esse gif é muito bom.
É muito bom. Pô, mas agora que você falou, pô, Assassin's Creed 1 merecia um remaquinho assim, né? Eu acho, total. Um remaquinho, tipo, igual a esse do... É. No mínimo igual a esse do Black Flag. Até com mais carinho, pô. É, é. Porque o 1, ele precisava do... Eu gosto do Assassin's Creed 1. Eu gosto. Eu gosto dele. Eu gosto dele mais em conceito do que... Como execução. Como execução. E assim, eu acho que também é muito coisa da época, né? Eu acho que ele... Assassin's Creed 1 em 2007, muito diferente... Com certeza. Né? Do que você jogar... Até mesmo, tipo, ah, joguei o 2. Pô, que vontade de jogar 1.
Porque o jogo evoluiu muito. E eu peguei todas as bandeirinhas da Assassin's Creed 1. Eu mulei a Assassin's Creed 1. Fiz mil pontos no Xbox. Eu acho que a Assassin's Creed 1 não tinha troféu ainda no Playstation. Não tinha. Não tinha. Mas eu peguei as bandeirinhas tudo. Pô, pegar 100 bandeirinhas é doideira. Peguei as bandeirinhas tudo. Ouvindo o podcast, gente. Eu peguei as penas do 2. Também peguei. E eu não gostei. Mas eu peguei. Também não. Mas eu peguei. Eu só não platinei o Brotherhood porque tinha que fazer level 50 no multiplayer. E o multiplayer era legal, hein? Eu gostava. O multiplayer era bem divertido, na verdade. Claro.
Eu gostava. Assassin's Creed, né, galera? Quem diria? Por falar em Assassin's Creed, né, o Black Flag não era pra ser o Assassin's Creed 2006, né? Supostamente viria mais pra frente ainda, porque por muito tempo o Assassin's Creed que ia ser lançado no ano de Nosso Senhor Jesus 2026 seria o tal do Assassin's Creed Hexy. Esse jogo tava quando ele, acho que desde quando ele foi anunciado ele tava pra ser lançado em 2026, né? O plano inicial era que ele fosse lançado em 2026.
Mas vejam só, esse jogo não está muito bem das pernas aí, né? E é triste, porque quando ele foi anunciado em 2021, 22, alguma coisa assim, ele era daquela leva, né, que foi anunciado, porque ele foi anunciado junto do Shadows, na época, que acho que era só Project Red, e foi anunciado junto daquele Jade também, que é um circuito celular que também não lançou ainda, que ia se passar na China e tal.
Ele parecia de longe o mais interessante do grupinho ali, porque era um Assassin's Creed que ia sair um pouco dessa pegada de RPGs gigantescos que a série estava levando, né? Ia trazer uma vibe mais mística, terror ali, com essa coisa de bruxas, né? Que ele ia se passar na Alemanha, na época de caça às bruxas do final, do Saco no Império Romano lá e tal.
teria uma coisa meio de terror, assim, no ar. E não ficamos sabendo de muito mais coisa dele. A gente sabia que ele ia ser dirigido pelo Clint Hawking, que é um cara da Ubisoft que, né, lá nos primórdios foi o responsável por o diretor do Sprinter Cell, Chaos Theory, o melhor de Sprinter Cell, o Far Cry 2, que muita gente acha um Far Cry muito interessante, pelo menos.
Ele foi fazer outras coisas na vida dele e voltou pra fazer o Watch Dogs Legion. E não foi tão bem recebido assim. Mas ele tava dirigindo o Hex. O que dava pro Hex uma coisa meio de... Uma coisa mais sistêmica, né? Quando você olha os tipos de jogos que Clint Rocking fez no passado. E os vazamentos do Hex. Parecia ser uma coisa que você ia controlar uma bruxa. Ou uma mulher, pelo menos, acusada de ser bruxa. Que tinha os poderes místicos ali. Que possuía animais e tal. Tu é bruxa.
É, né? Talvez ela não se considerasse bruxa Não sei E aí você ia manipular os animais, ia ter uma coisa Meio immersive sim, talvez, não sei O que a gente sabe é que De lá pra cá, muita coisa mudou internamente A Ubisoft passou por maus bocados Um período de 7 mil jogos que ela não conseguia Entregar e quando saía, saía tudo cagado E não era bem recebido, não vendia bem E todas as apostas da Ubisoft nos últimos anos Parece que não cumpriram O esperado, né? E mudanças internas foram feitas No ano passado E mudanças foram feitas
Teve todo o lance da Tencent entrando na jogada, deles criando a Vantage Studios e as casas criativas, a gente já comentou sobre isso aqui. E com isso, né, o cara que era responsável pela direção, né, de todos os Assassin's Creed e cuidava da franquia como um todo, e era dele que vinha, inclusive, a ideia do Assassin's Creed Infinity, né, ou que virou depois o Animus Hub, de você ter um software separado.
que ia juntar todos os Assassin's Creed numa coisa só, todo jogo que você jogava, conversava com o outro. Isso surgiu meio que na época ali do metaverso, né? Parecia que todo mundo estava tentando criar um espaço que juntasse todos os jogos, onde as pessoas pudessem socializar e tudo mais. E segue filme forte essa ideia, né? Não, filme forte. Ela existe hoje como um menu para você acessar os outros jogos de dentro do Assassin's Creed, basicamente.
Esse cara, ele foi convidado a se retirar. A gente até comentou sobre isso aqui, que foi uma treta, porque ele depois saiu e processou a Ubisoft, né? O Mark Alexis Coté. Eu não sei a que ponto anda esse processo, mas de qualquer forma, a Ubisoft ficou sob nova direção ali, né? A franquia Assassin's Creed também, né? E como sempre acontece nesses casos, as pessoas novas, elas começaram a...
rever e reavaliar tudo que tinha ali. E nessa, eles viram o Assassin's Creed Rex e falaram, não, isso aqui não tá legal. E como a gente comentou também em fevereiro, foi nessa que o Creed Rock saiu da Ubisoft, o diretor do Assassin's Creed Rex. E aí colocaram novas pessoas no comando do jogo, né? O Jean Gueston, que foi o diretor do Black Flag e do Origins, assumiu como diretor criativo do Rex. E o Benoit Richer assumiu como Game Director, que tem o diretor criativo e tem o Game Director.
E agora, em abril, o Benoit saiu para fundar um estúdio próprio. Então o Rex perdeu mais um criativo. E de acordo com a Insider Gaming, 50 pessoas foram removidas da equipe do Assassin's Creed Rex. Não foram demitidas. Elas foram colocadas numa equipe que eles chamam lá dentro de Interproject. Que é um grupo que está entre projetos. Eles não têm um projeto para trabalhar ainda. E se não conseguirem um projeto para trabalhar em três meses, aí eles podem ser demitidos.
Então, não é que, tipo, tiramos essas pessoas dessas grid hacks porque elas eram precisadas em outro projeto ou coisa do tipo. Não. Tiramos porque alguma coisa muito fundamental mudou no projeto do hacks. Talvez o escopo dê uma baita reduzida, né? Alguma coisa. Mas coisas...
fundamentais estão mudando no desenvolvimento desse jogo. E o que a gente sabe, né, nesse mesmo artigo da Insider Game, fala que o Zhang Yuzdon aí, que tá como líder agora do projeto, ele tirou toda a parte sobrenatural do jogo. Que agora, não é necessariamente algo ruim, porque agora, ao invés de ser uma bruxa de verdade, você é uma mulher que entende de ciência e alquimia. Então você faz coisas que podem ser vistas como bruxaria pelas outras pessoas e tal.
Como foi na realidade, né? Muitas das histórias reanalisando hoje em dia era muito disso, né? Mulheres que sabiam mais do que a média e eram... A bruxaria! Exato. Você sabe por que, André, supostamente as bruxas tinham gatos? Porque os gatos comiam os ratos que tinham praga.
E a lenda da vassoura é porque elas sabiam que varrer e deixar a casa limpa diminuía as doenças também. E aí era isso, né? Tipo, o pessoal falava, peraí, pô, tá todo mundo morrendo de doença e a bruxa tá viva? É bruxa. Fez pacto com o capeta e ela tá não só sobrevivendo por causa do pacto, mas matando as pessoas. E algumas eram bruxas mesmo e matou mesmo, que nem a gente vai ver no jogo. Eu pinguei a lava na língua dela e queimou, e agora? Aí é foda, né? Aí é foda mesmo. É foda.
Será que um dia veremos a Sense Kid Rex? Ou será que ele será cancelado e fechado? Tal qual o estúdio... Spider. Antes da gente falar Spider, que o estúdio francês é igual a Ubisoft. É verdade. Pô, se a Ubisoft cancelar o Rex, sendo que ela fez os culhambones...
não abandonou o Bionicuda Nível 2. É não, o Bionicuda Nível realmente... É que eu sei que o Skulian Bonis tinha um investimento do governo da Singapura. Exato. Eu acho que o Skulian Bonis, que é o Skulian Bonis, tá, gente? Mas carinhosamente chamado Skulian Bonis, eu acho que ele só foi finalizado por causa desse envolvimento do governo, porque talvez tenha sido o projeto mais sofrido que o Ubisoft fez aí. Dependendo muito tempo, né? O primeiro 4A da história. Exato. Isso aí é foda. Muito foda, tá?
Mas, como o André estava falando, a Spiders vai de base, infelizmente. Há um mês atrás, algumas semanas já, a gente comentou que a Nacon, a empresa francesa, está em processo de insolvência, que é esse período de quase falência no qual ela... Peraí, peraí, peraí, peraí, que eu consigo dar um jeito.
Eu consigo dar um V. Que aí ela vai tentar correr atrás de financiamento pra pagar suas dívidas e não entrar de fato em falência. E isso pode se dar de algumas formas. Como vender partes de si pra conseguir ter dinheiro. Ou se desfazer de dívidas, né? De fontes de gasto, digamos assim. Ou até, né? Conseguindo investimentos. Conseguindo pagar essas dívidas, né? Porque todo o lance da Anacom é que eles estavam devendo Deus e o mundo e os bancos começaram a negar crédito, né? Exato.
Daqui não sairá. E a Nakon, ela é dona de inúmeros estúdios. Um deles é essa Spiders, que eles estavam tentando vender pra juntar dinheiro pra pagar as dívidas. Não conseguiu vender, então está fechando o estúdio pra cortar gasto. É, e a Nakon...
É um desses estúdios com... Assim, não é um histórico tão cumprido assim, mas é um típico estúdio francês, né? Porque agora que tem o Expedition 3 2, o pessoal talvez tenha uma percepção diferente do que é um jogo francês. E a Ubisoft também, como o estúdio francês mais famoso aí, talvez tenha mudado um pouco. Mas assim, um típico jogo francês é... Bom, não. Mais interessante, tem uma identidade própria, uma identidade única ali? Tem. E aí, às vezes, vale a pena por isso. E a Spiders, ela é muito emblemática disso, né? É o Erojenki, né?
o pessoal falava. Eles, antes de ser Spiders, eles eram Monte Carlo, que era um estúdio que fez aquele Silverlight, que é um RPG da virada dos anos 2010 ali, que era bem isso, assim, é um jogo interessante.
Não é legal, hein? Não é bom, mas muito interessante. E aí eles fizeram alguns outros jogos aí na história deles. O que mais impulsionou o nome do estúdio, né? E que mais vendeu e atingiu o público foi o Gridfall, né? Exato. Eu diria que eles foram crescendo com o tempo. Tipo, a matéria que a gente usou como base até aqui...
cita que o primeiro jogo de mais destaque deles foi o Tecnomancer. Eu sempre esqueci, é Tecmanser, Tecnomancer. Acho que é Tecnomancer. Que saiu ali no comecinho da viração do PS4, acho que foi tipo 2014, 2015 no máximo. Silverfall, isso mesmo, Caio. Falei Silverlight, né?
Mas depois eles fizeram o Steel Rising, não confundir com o Lies of P. Steel Rising, que é um Souls-like de... Revolução Francesa com Mechas. Isso. É um jogo legal. É legal. Eu achei ele divertido. Eu achei ele divertido. Eu achei ele bacana também. Que na época de trailer foi anunciado próximo do Lies of P e as pessoas ficavam confundindo nossa Souls-like com essa estética e robôs. A gente falou Steel Rising errado também? Não, Steel Rising. Eu falei o quê? Eu acho que é Steel Rising que a gente falou. Eu falei Steel Rising. Eu tenho essa impressão que sim. É. Enfim. Ele não é incrível, mas é divertido.
E depois, do Steel Rising, acho que foi depois do Steel Rising, ou foi antes? O que? O Gridfall 1. O Gridfall é antes. É antes? Porque eu acho que na verdade o Gridfall 1 é o maior, que nem você tava falando, né? Aí teve o Steel Rising e saiu agora, tipo, mês passado, o Gridfall 2 e vão fechar o estúdio.
Eu acho que estavam com a esperança de que talvez se o Gridfall tiver um lançamento muito bom, ele possa ajudar nesse processo de insolvência. E não foi o caso. E o Gridfall 2 era um desastre vindo em câmera lenta. Porque é um jogo que, durante o desenvolvimento dele, a equipe se juntou a escrever uma carta aberta para o sindicato dos trabalhadores de jogos na França, falando que as condições do estúdio estavam péssimas, que era crunch, que era burnout, o pessoal completamente sem...
direção, estúdio, sem liderança e tal. Então foi um jogo muito sofrido pra fazer, que teve um early access que não foi muito bem recebido. Aí, né, finalizaram o jogo, lançaram e foi meio que um... Tá aí, né? Foi lançado. Sem dúvida um jogo que foi lançado. Igual o resto da história deles. Não querendo ser maldoso, mas, né, são jogos de impacto médio, mas que eu ficava feliz que existia de alguma forma.
E eu fico triste com o fechamento do estúdio, pelo estúdio em si, pelo que ele costumava fazer e tudo mais, mas também pelos funcionários aí que vão se encontrar na bela situação de ter que achar emprego na área onde todos os estúdios estão demitindo e fechando. Então, foda, né? Felizmente, a Sandfall vai precisar contratar mais 500 pessoas para Expedition 32. Isso. É umas, né? É, espero que sim. De repente, né? Pô, a Sandfall podia virar publisher aí.
Podia, né? Podia, todo mundo virando. Dinheiro eles ganharam, né? Eu espero que sim. Será que o jogo não vendeu tanto quanto eu achei que ele tinha vendido? O Expedition? É. Mais de 20 milhões, não? Não, eu estava comemorando... Chat, vocês me corrigem, eu posso estar maluco. Isso acontece com frequência ultimamente. Saiu a notícia que eles venderam, tipo, sei lá, 7 milhões, um negócio assim. Pô, eu chutaria mais de, pelo menos, 20. Ah, não, eu teria chutado. Ah, falaram 8 milhões.
Eles não tinham vendido... Ah, não, foi quando eles venderam 3.3 milhões que comemoraram do 33. Eu pensei, não, pô, vendeu 33 milhões, tranquilo. É 8 milhões, 8 milhões. É menos do que eu esperava. Não que tô... Não tá ruim, pelo amor de Deus. Tá ótimo. Mas eu achei que era mais, dado o impacto cultural que ele teve no ano todo. Eu também. Então, eles ainda não estão no ponto de virar publisher.
Sabe o que vendeu? Sabe o que vendeu mais do que 20 milhões, André? O que que vendeu mais do que 20 milhões? Vampire Survivor. Isso é doideira, né? É, não é. É, o Vampire Survivor eu chutaria por aí mesmo. É sim, ele é barato, né? Isso ajuda bastante. Mas é muito louco, né? Pô, mas 20 milhão de coisa barata ainda é... É bastante coisa. É bastante coisa, né? É bastante coisa. O Pong, esse cara fez dinheiro. Espero que sim. Esse fez dinheiro. Se ele não fez dinheiro, ninguém mais vai fazer dinheiro.
tanto que ele tá com abrindo vários estudos tá com 15 projetos andando eu fico com medo quando faz isso, quando a pessoa tem um sucesso e cresce demais eu fico com medo, espero que dê certo mas Spiders enfim
Um estúdio muito difícil de pesquisar sobre, tá? Ah, nossa. Muito difícil de pesquisar no YouTube, inclusive. Tipo assim, eu queria... Será que tem um vídeo com compilado dos jogos da Spiders e tal? Spiders Game. Aí, pô, né? Você não vai achar o que você quer. Eu sempre confundo essa Spider, André.
Com a Spider Web Software. Não sei se vocês conhecem. Não. Que é um estúdio indie. Não sei se é um cara, mas é pequeno. Que faz CRPG com carinha de última. Há 30 anos. Como esse estúdio é mais antigo que a Spider. Sempre que eu ouço Spiders, eu penso na Spider Web Software. Mas não é. Spider Web Software, até onde a gente sabe, tá bem. Ah, vou falar era ele e a esposa. Então tá aí, mano. Por exemplo, eu quero pesquisar quem que é um cara do estúdio Spider. Eu pesquiso Spider-Man. Ah! Ah! Ah!
Por falar, Sushi, em estúdios que talvez estejam indo de base, temos mais uma atualização um pouco curiosa sobre o Nagoshi Studio, né? Pois é. Não é, Tengu? O desespero pairou no mundo, né? Desculpa, Tengu, desculpa. É que o André puxou eu, era você, e eu lembrei que no almoço, no meu casamento, chegaram em mim e falaram, parabéns, Tengu!
Juro. Juro. Incrível. Incrível. Juro. Porra, foda. O Tengu tava do meu lado. Tava do lado. A pessoa me cumprimentou, falou, oi Tengu. Eu falei, oi. Aí virou pro Sushi, parabéns Tengu. Mas aí é foda, né? Porque assim, confundir o você com o Sushi, acho estranho, mas entendo, acontece. Agora, saber que quem tava casando era o Sushi, tinha que saber, né? Tinha que parabenizar o Sushi, mas talvez o Sushi é errado. Mas, pô, aí realmente é um nível de...
Foi bem engraçado. Mas tinha acabado de falar com o Tengu, né? Confusão, acontece. Não, acontece, acontece. Mas enfim, desespero, né? O desespero e a apreensão pairaram sobre o mundo na semana passada, quando usuários do Reddit constataram que, opa, tiraram o trailer de Gang of Dragons do ar. E o canal da Nagoshi Studio também saiu do ar. Uou. E a pessoa, opa.
É porque tá todo mundo já assim também, eita. É, exato, né? Porque como a gente falou recentemente, né? O Nagoshi Studios tava em maus lençóis, porque a NetEasy, que tinha aberto o estúdio pro Nagoshi, já tá faz algum tempo retirando investimento, né? Tirando os investimentos que ela tinha feito em estúdios, em criadores do Japão, especialmente, né?
E aí, quando ela descobriu que o Nagoshi Studio ia precisar de 44 milhões de dólares pra terminar o Gang of Dragons, eles falaram, você está maluco, meu querido? Você está chupando gelo, briliscando parede? Está bem louco? E falaram que não. E aí, isso acarretou no Nagoshi, seu estúdio, indo buscar financiamento fora, né? Pra concluir o jogo.
Então tava todo mundo já meio a flor da pele, né? Essa coisa, tipo, será que vai, será que não vai, né? Vão continuar com o projeto? Até quando eles têm pra conseguir esse financiamento? Senão o projeto vai ser cancelado, né? Porque também tem esse problema, né? Porque como a NetEase que financiou até agora, né? Tudo que foi desenvolvido até agora é da NetEase, né? É da NetEase, sim. O Nagoshi e sua equipe não podem sair com os gabinetes debaixo do braço.
terminar na garagem dele, sei lá, né? É, não dá. Então tava todo mundo apreensivo, né? Tipo, o que aconteceu? O que aconteceu, né? O pessoal ficou meio cabreiro. E aí, mais recentemente, falaram Opa, o canal voltou. Voltou. Né? Que loucura, né? Mais que supostamente o trailer, o canal voltou, mas sem nenhum vídeo publicado. Falaram, opa, e agora? O que que tá acontecendo?
O que se apurou desse caso é que o canal do YouTube do Nagoshi Studio nunca chegou a publicar o trailer do jogo, o da Game Awards, né? Que é o único trailer do jogo que existe. Não chegou a publicar ele no próprio canal. O trailer ainda está disponível, nunca deixou de estar disponível no canal do Game Awards. Ele continua lá, continuou lá esse tempo todo.
E a única coisa que tinha publicada no canal da Nagoshi Studio tinha sido meio que um videoclipe, um clipe conceitual deles falando, ah, essa é a nossa proposta, né? Vídeo conceitual do estúdio. Exato, que era Make Human, né? Essa coisa toda. Era um vídeo musical.
Cal comemorando acho que dois, três anos de estúdio. É uma coisa assim. É uma parada assim. E aí tanto que ele mostrava o rosto do Nagoshi se desfazendo em partes, né? Em carne, veias e órgãos, essa coisa toda, né? Essa brincadeira com as mínimas partes do corpo humano, né? Mas meio que esse trailer não voltou abertamente publicado. Mas se você tiver o link, você consegue acessar, né? Tá não listado.
Tá não listado Tanto que se você procurar O tweet do Nagoshi Falando sobre esse vídeo Ou pelo link que ele postou Você ainda consegue Assistir Normal Normalmente né Sabe o que eu acho que aconteceu? O que eu espero Que tenha acontecido na verdade Eles conseguiram Uma nova publisher E tava trocando de dono O canal
Não era possível. Tipo, tava saindo de uma conta da NetEasy e colocando, passando esse canal pra conta da nova publisher ou colocando na conta pessoal do negócio, alguma coisa assim. E aí, sei lá, de alguma forma ali, privou o canal. Não sei como é que funciona isso, né? Mas nessa transição o canal ficou indisponível. Eu espero que seja isso, porque faz algum sentido. Faz sentido, faz sentido. E eu gostaria muito que esse jogo fosse lançado e que o estúdio não fechasse. Seria muito engraçado.
Se os 44 milhões que o Nagoshi queria viessem da SEGA. Porra, isso ia ser muito foda. Ia ser cômico. Caralho, nossa. Ia ser cômico. Eu espero muito que seja isso. Eu espero muito que seja isso. Cara, imagina. Eu acho que assim. A SEGA não faria isso. Ela não faria isso, eu acho. Mas seria extremamente engraçado. Seria. Nossa. Seria muito engraçado. Imagina se sai do Pong. Caralho. Sai da Outer Sloth, né?
Mas eu acho que não vai vir do Japão esse investimento, não. Não, eu diria que não. É, assim, sendo extremamente pragmático, eu fico preocupado. Porque não tá fácil, né? Financiar até jogos menores. Podia ser a Nintendo, né? Queria lá, fez com o Bayonetta 2. É.
Pô, você... Vem com a gente, a gente lança o seu jogo. E a Nintendo tem um passado extenso com a Yakuza, né? Tem, tem. Contar um jogo aí com a história da Yakuza, pô. É, assim. Os Yakuza estão saindo no Switch 2, pô. É, agora tá saindo no Switch 2. O Yakuza 3, o Killua M3, saiu pra Switch 2. É, o Zero saiu pra Switch 2. Sai, verdade, verdade. Acho que o 8 saiu, não, o Infinity Wealth, acho que saiu também.
Tá saindo, tá saindo. O Uyuu 2 no Wii U, é o Wii U que teve a versão? Tem uma coletânea com o Uyuu 2, pra Wii U. Eles não negociam com a Yakuza, pero não múltiplo, né? O Kiryu não é da Yakuza. Ele de fato não é da Yakuza. Você sabia, André? Ele nunca foi, né? Que todos os jogos da série Yakuza, que não chamam Yakuza no Japão, você nunca joga com um membro da Yakuza? É, né? Porque o Kiryu no Zero, por exemplo... Ele é afastado. É, mas ele chega cedo a Yakuza, porque ele é tipo um trainee, assim.
Ele era e afastado. Mesma coisa do Magma. Ele era e tá afastado por situações XYZ. Mas e aí naquela parte que você sobe 30 andares dando soco em todo mundo, chutando eles pra fora da janela? Você não tá jogando com o membro da Yakuza? Não, você tá jogando com o Kiryu? Entendi. Que é só um civil. Pessoa física. Pessoa física. Entendi. Então tá bom. Que nunca matou ninguém. Kiryu nunca matou ninguém. Corta pra quem mata é Deus. Quem matou foi a bala. É.
Mas pô, tô muito curioso pra ver Mais do jogo, né? Porque a gente não viu nada Ainda praticamente, a gente viu aquele trailer conceitual Mas assim, história Gameplay, a gente não sabe Mais nada do jogo, né? Tô com muito medo De ser a única coisa que vai Sabe tipo, é Six Days? Ou Eight Days, né? Eight Days, que é a única coisa que tem aquele trailer e nunca mais teve nada Eu tenho medo do Gang of Dragons Ser um novo Eight Days Eu tenho fé
Bora lá então para o nosso bloco de joguinho, Sushi. E você tem um joguinho para compartilhar com a Clássica que pelo que eu sei aí consumiu parte de sua vida. Consumiu. E está platinado já. Está platinado, sem dúvida. Está livre dele pelo menos até o DLC. Sabe o que é o doido? Eu platinei esse jogo tipo em dois dias. Na live que eu fiz dele, antes de platinar no segundo dia, já tinha gente no chat que já tinha platinado. A sério? É. Caramba. Então eu não fui tão rápido assim, aparentemente.
Mas, André, eu quero falar do Vampire Crawler, que é o spin-off aí do Vampire Survivor, desenvolvido pela Nosebleed em parceria com a Panko. Você quer dizer Vampire Crawler, de wildcard... Turbo... Turbo wildcard from the creators of Vampire Survivors. É uma parada assim... Mas esse subtítulo é memes, né? Porque o nome do jogo mesmo, tanto na Steam quanto na PSN, na loja, não tem isso. Só fica pras imagens engraçadinhas. Não foram corajosos o suficiente.
Na categoria do jogo na Twitch, é o título completo. Ok. Tiraram das lojas, então, só. Quando esse jogo foi anunciado, muitas pessoas já... Pô, esse jogo é sushi, né? Que é Dungeon Crawler, Vampire Survivor, que falo muito e tudo mais. Gosto bastante. E eu fiquei meio... Não sei...
não, hein? Sem não. Porque essa ideia não parece combinar pra mim. Porque em vez de ser aquela premissa do que agora a gente conhece como um bullet heaven, entre outros vários nomes pra esse subgênero, de você ter o personagenzinho ali e vários tiros, muitos deles automáticos, milhões de inimigos na tela e você derrota eles e eles deixam a experiência no chão e você tem que ir lá e coletar depois e tal.
virou um roguelike deck builder. Um jogo de você fazer decks e durante o runs, agora ele é mais roguelike mesmo, porque eu diria que o Vampire Survivor não é um roguelike. Apesar que muitos jogos inspirados nele foram cada vez se afundando mais e mais no roguelike, mas o Vampire Survivor especificamente eu não diria que é um roguelike. E esse não, esse é um roguelike deck builder com Dungeon Crawler. E não é um Dungeon Crawler. Primeira coisa que eu tenho que dizer é que esse jogo não é um Dungeon Crawler, ele só pega a estética do Dungeon Crawler.
É, assim como o Vampire Survivor pega muita coisa de roguelike, mas não pega a parte da dungeon, por exemplo. É, Vampire Survivor mesmo ainda é muito procedural. Tipo, o mapa é fixo, a horda dos inimigos é fixa, os seus power-ups que vão ser sorteados, né? O que esse jogo faz, na verdade, com esse aspecto dungeon crawler?
É uma reinterpretação do mapinha do Slade Spire, que virou um clichê pra roguelikes. E nem foi ele que inventou isso, mas ele popularizou essa estrutura do mapinha bifurcado, né? De escolhas de o que eu vou fazer, pra onde eu vou e tal. Por exemplo, sei lá, FTL já tinha isso. E o FTL mesmo não inventou. Ele já pega essa ideia do mapinha de um outro jogo, que eu esqueci o nome agora. Mas de qualquer forma, o papel da Dungeon no Vampire's Crawler é meio que reinterpretar esse mapa. Por quê? Quando você chega no andar da Dungeon...
você já tem toda a informação que vai ter nela. Você fala, ó, aqui tá o inimigo, aqui tá meio que um inimigo elite, aqui vai tá o chefe, essas interrogações vão ser meio que eventos, entre aspas. O mapa vem todo preenchido, né? Exato, então é mais tipo, ah, pra onde que eu vou? O que que eu vou fazer?
Só que em vez de você ser limitado a um único caminho, você meio que escolhe a ordem que você vai fazer. Tipo, ah, putz, eu quero fazer esse evento aqui. Ah, mas pra passar pra essa área do mapinha, pra pegar naquela interrogação, eu vou ter que passar meio que por uma luta elite, uma luta mais difícil e tal. Ah, então eu vou fazer daqui a pouquinho. Vou ficar mais forte primeiro, daqui a pouco eu volto.
Mas ele não é um dungeon crawler, é só essa estética. Mas ele é sim um roguelike deck builder. E eu comentei no começo que eu fiquei meio tipo, não sei se me pega e tal no anúncio. E uma coisa que eu tenho que dizer é, eu fiquei muito impressionado em como eles conseguiram traduzir a dinâmica do Vampire Survivor para um jogo de carta. Porque no fim, ele dá essa sensação em carta, em turnos ali, de você enfrentar hordas e hordas e hordas de inimigos com...
Builds absurdas e roubadas que vai explodir a tela e os bichos vão cuspir cristal e você vai ganhar level e coisas vão piscar e brilhar. Essa loucura de visuais e cores e de adrenalina e satisfação do Vampire Survivor, eles conseguiram traduzir muito bem pra um jogo de cartas, de uma forma que eu fiquei até tipo, caralho, os caras realmente encontraram uma parada aqui.
E a maneira que eles fazem isso é, tem duas coisas principais que eu acho que eles conseguem, usam pra extrair essa sensação do Vampire Survivor. A primeira, as lutas são contra dezenas de inimigos. Você sempre vai estar enfrentando hordas de inimigos. No começo, né, das runs vão ser três inimigos, cinco inimigos, mas vai crescendo, crescendo, crescendo. E a maneira que o jogo se dá é, sempre vai estar no máximo cinco inimigos, você enfrentando cinco inimigos, mas atrás deles tem os próximos que já vão vir.
Então você só acaba a luta quando derrota todos. Então você derrota uma leva, vem a próxima. Derrota, vem a próxima. Dentro da própria luta. Dando essa sensação dessa ordem infinita de inimigos que não para de vir. E a outra coisa que é a mecânica principal do jogo é os combos. Que o jogo vai ter essa dinâmica de cartas e decks. E todo turno você vai comprar X número de cartas. Dependendo do seu personagem, da build que você tiver. E você vai ter X quantidade de recurso pra baixar essas cartas da sua mão. Clássico de deck builder de hoje em dia.
O combo funciona da seguinte forma. Quando eu baixo uma carta de um custo X, se minha próxima carta for aquele custo mais 1, eu fiz um combo. Eu fiz um próximo nível. Então, se eu baixo uma carta custo 0, a próxima é custo 1, opa, o meu combo tá vezes 2. Se eu baixo a carta custo 2, que é a próxima depois do 1, agora é combo 3. Se eu baixo a carta custo 4, e assim vai indo. Conforme você vai aumentando o custo das cartas em ordem aritmética, nessa progressão aritmética,
Você vai crescendo o combo. E o que o combo faz? Você multiplica o uso da carta. Então é basicamente, ah, se eu usei a carta 0 e depois a 1, a 1 é como se eu tivesse usado ela 2 vezes. A 2 é como se eu tivesse usado ela 3 vezes. E por aí vai indo. E vira palhaçada. No começo do jogo, eu joguei algumas runs, consegui fazer, sei lá, combo vezes 4, vezes 5, e eu, caralho, peguei o achievement do combo vezes 5. Acho que esse é o limite, né?
Aí eu fui ver a lista de ativamente do jogo, tem ativamente até vezes 15. Eu falei, não, pô, os caras estão doidos, como é que eu vou fazer vezes 15? É impossível fazer vezes 15. Assim como no Vapor Survivor, você vai desbloqueando muita coisa conforme você joga. E o jogo vai ficando cada vez mais palhaçadinho. Então, se você tá ouvindo esse podcast, você só gostou, sei lá, o demo que saiu no Next Fest mais recente. Que é uma boa demo.
que é uma boa demo, mas ela não mostra esse potencial besta do jogo. Não de forma muito amigável. Tanto que na época eu até cheguei a ver gameplay de outros, de pessoal que manja de quebrar, roguelike, e já dava pra quebrar já no demo. Eles até dificultam no jogo lançamento, eles nerfam várias táticas que o pessoal tinha na demo pra dificultar isso, pra você quebrar o jogo meio que mais pra frente, quando o jogo te der mais ferramentas. Só que aí o que acontece? Conforme você vai jogando, você vai desbloqueando umas cartas coringas, que é Wild Card, que tem no título do jogo, no subtítulo do jogo.
Essas cartas resetam o número de custo de mana. Porque você pode quebrar esse jogo de vários ângulos diferentes. Você pode aumentar a sua mão para você comprar 20, 30 cartas por turno. Você compra todo o deck e todo o turno. Você pode ter mana infinita. Você pode fazer combos infinitos.
que é a maneira. O jogo pega quase todas as mecânicas e lógicas do Vampire Survivor. Tipo, as suas armas de ataque do Vampire Survivor estão todas aqui. Os seus acessórios de buff passivo estão todos aqui. Então, meio que tudo que tinha no Vampire Survivor, eles traduzem de alguma forma pra cá mecanicamente. Então, por exemplo, uma coisa que a gente tinha no Vampire Survivor é a mão, o bracer, o nome do item bracer.
que aumentava a velocidade de projéteis. Aqui eles reinterpretam pra tamanho da sua mão. Então quando você pega uma carta que é esse item, toda vez que você usa você aumenta o tamanho da sua mão. Se você usa ela no meio de um combo, tipo sei lá, tá no vezes 3 e eu uso ela, você vai usar ela 3 vezes. Então você vai aumentar o limite da sua mão 3 vezes. A carta que aumenta a frequência de ataque do Vampire Survivor que são os livros, aqui aumenta a quantidade de mana que você tem. Você ganha mana de graça.
E se você usa no meio do combo, você multiplica. Então, se eu tenho um livro que custa 1, me dá 2 de mana. Nossa, não parece tão bom assim. Mas se você usar ela, sei lá, no vezes 4, você vai custar 1 pra dar 8 de mana. Então, a parada vai escalando, escalando, escalando. E quando você usa as cartas coringas, essas wild cards, você reseta o custo. Então, eu tô fazendo um combo aqui, 0, 1, 2, 3, 4, 5. Usei o W, você pode voltar do 0 de novo. Você escolhe, né? A próxima carta que você colocar, vai continuar avançando o combo e resetar o número. O custo das cartas.
Então no final do jogo você tá fazendo combo de 30, de 40 cartas, como se fosse porra nenhuma. Você tá fazendo combo infinito todas as lutas, basicamente. Fica muito fácil de fazer isso. Demora pra você chegar nesse patamar? Em tempo de jogo, vamos dizer umas 15 horas, 16 horas. Eu platinei com 22 horas. É um jogo bem tranquilinho de platinar. Se você vai jogando meio que tentando desbloquear tudo, você platina. É bem tranquilo.
mas meio que cedo você já consegue abusar do sistema do jogo. Mas pra mim, esse jogo, ele é feito pra isso. Ele é matematicamente calculado pra eventualmente você chegar aqui. E que nem eu falei, tem vários ângulos que você pode abordar e começar a quebrar o jogo.
E pra mim era super satisfatório você chegar numa luta e sem nem encerrar o turno, você limpa a tela inteira e conforme você vai avançando no jogo, porque o jogo tem uma estrutura de fases, igual o Vampire Survivor. E são as mesmas áreas. A floresta, a fábrica de leite, a biblioteca, é a torre. A fábrica de leite. Fábrica de leite. É. Grande conceito. Eu acho que é Milk Factory mesmo. Eu acho que é, eu acho que é. Nem é Cheese Factory, eu acho que é Milk Factory.
E conforme você vai avançando, o jogo vai dificultando as coisas, né? E, eventualmente, vai ficando necessário você quebrar o jogo. Vai escalando tanto dano dos inimigos e a vida deles, que se você não começa a fazer esses combos absurdos, só usar a carta meio que não faz nada. E chega um ponto que os chefes, eles ganham uma mecânica nova, que é meio que pra atrapalhar você fazer combos infinitos, mas nunca impede, meio que só atrapalha um pouco. Dairy Factory, então é a fábrica de laticínios.
Que é tipo, o chefe ele vai ter um círculo de olhos fechados em volta dele. Cada carta que você usa, um olho preenche, abre. E quando todos os olhos abrem, ele age. Antes de você encerrar o turno. Então os chefes vão ter turnos no meio do seu turno. E você passar o turno pro chefe, na verdade, só abre um olho dele. Então fica essa parada de, ok, em vez de eu ficar jogando muito de carta aleatória, eu quero jogar da forma mais otimizada possível. Só que o jogo, pra não fazer você ficar passando o turno,
esperando uma mão boa, ele tem uma parada que o Tengu vai lembrar de algumas fases, que é tipo uma água, é uma luz que vem cobrindo a tela, você tem que ficar fugindo nela. Ah, sim, sim, sim. Algumas fases tem isso no survival. No Crawler tem isso, se você fica na mesma luta, só passando o turno, isso começa a aparecer e te afoga. Hum...
e vem a morte junto. Então você tem que enfrentar a morte, mais a luta que você tá, e mais tomar dano de estar afogando nessa água todo turno. Então esse limite só vem se você tá pulando as luzes, ele não tem limite de tempo normal não, tem? Não, não tem. Isso é só se você ficar passando turno sem gastar mana. Então tipo, pô, esse chefe aqui, se eu deixar ele preencher esses olhos, ele vai me dar 15 de dano. Eu, putz, eu não quero ficar tomando 15 de dano. E minha mão vem só umas cartas meio bucha. Aí eu vou passar a vez. Aí você só vê a aguinha subindo.
Conforme você vai passando Você vê ela subindo É instantânea Se você pula um turno Já começa Ela leva uns 3 turnos Pra ela começar a aparecer Só que ela vai A cada turno Depois disso crescendo Crescendo, crescendo Até você começar a afogar Só que isso não acontece Só se você passar o turno Sem fazer nada Se você usar uma ou duas cartas Mas não gastou sua mana Isso também vai acontecendo
Então ele fica nessa dinâmica de eu quero otimizar o meu turno, mas se você ficar passando, desperdiçando mana, o jogo também vai te punir. Então ele quer meio que impedir a palhaçadinha, mas também não quer que você deixe abusar o sistema, já que o chefe não ataca só ao passar do turno. O que é uma sugestão só, tá? Porque eventualmente o jogo vai ter maneiras, porque o Tengu e outras pessoas que jogaram o Aparar Survivor tem a...
As arcanas também aqui. Que são coisas que você... São meio que... Bônus passivo que você já começa a partida que altera as regras do jogo. Então, por exemplo, tem uma arcana, Tengu, que você carrega o multiplicador de uma luta pra outra. De um turno pro outro também, na verdade. Então, tipo, eu tô fazendo meu combo aqui. Ah, tá no vezes três. Ah, eu vou encerrar o turno. O próximo turno você começa dos vezes três. Só que você começa com as cartas que estavam. Então, conforme você vai liberando mais coringa, vai ficando cada vez mais fácil você fazer combos infinitos.
E às vezes você chega no chefe, no primeiro turno, você só joga uma carta e ele morre. Ah, porque você trouxe o combo. Exato, você levou só o vezes 30 com você, você chegou no chefe, você usou uma carta e ele morreu. Pode crer. Então isso não quer dizer mais nada também. Então o eventualmente, ele começa a dificultar, mas no final das contas, você vai ter tanta ferramenta pra você quebrar o jogo, que isso vira só uma sugestão. Tipo a morte. Quando no Vampire Survivor você chegou nos 30 minutos, a morte chega e te mata.
eventualmente você aprende a matar ela. E aqui é meio que a mesma coisa. Quando você termina uma run, que você termina todos os andares de uma dungeon, a morte chega e te mata. Só que tem maneiras de você sobreviver ao ataque dela. E, tipo, matar ela, eventualmente, quando eu platinei o jogo, eu falei, beleza, agora eu vou matar a morte. Foi muito tranquilo matar a morte. Tipo, foi muito fácil.
Então, ele é um jogo que ele... É meio que sobre isso, ele não é um jogo sério, entre aspas, igual a The Spire. Que, tipo, não, pra você quebrar o jogo, você tem que manjar pra caralho das minúcias. Você tem que manjar bastante do personagem, de como ele funciona, das cartas, de como construir isso. E os personagens, os inimigos que você enfrenta, tem comportamentos, você tem que decorar os comportamentos e os loops de ataques e tudo, não é? Não tem nada disso aqui. É, até porque, como você disse, ele depende disso, né? Pra você continuar avançando, você tem que quebrar ele, né?
Exato, então o que ele faz ele é, ele vai dificultando mecanicamente, incentivando e meio que cobrando você de aprender a quebrar o jogo. Só que ao mesmo tempo, conforme você vai liberando mais cartas e mais personagens e as arcanas, o jogo vai te dar essa ferramenta pra você ir quebrando o jogo. Porque o que ele quer te dar no final das contas é essa satisfação de quebrar o jogo. Ele quer te dar o Power Fantasy através desses combos.
E te dá a satisfação numérica e de absurdo e de escala do Vampire Survivor. E eu acho que ele faz isso de uma maneira assustadoramente bem, assim. De uma forma que eu não achei que era possível até. Uma coisa que é muito característica do Vampire Survivor pra mim é a sensação de ser engolido, né? Aos poucos, tipo, de você sentir que você precisa estar ficando sempre mais forte, porque senão você começa a ser engolido, né? Aos pouquinhos, assim, né? Até você ficar... a sua bolinha vai diminuindo.
Ele consegue reproduzir isso? Consegue, porque se você não tá conseguindo acompanhar o DPS dos inimigos e a enxurrada de inimigos, você sente essa sensação de que o dano do inimigo é demais pra mim conseguir lidar. Ou a quantidade de inimigos é demais. Ou a vida dos inimigos é demais. Você consegue chegar nessa situação de ok, eu, a minha build aqui, não tá conseguindo acompanhar o jogo e você sente essa sensação do jogo te soterrando e você perdendo.
Dito isso, eu perdi, tipo, duas runs no jogo inteiro. Ah, mas é o sushi, né? Gamer 5 estrelas, né? Homem casado. Aí é o sushi. E uma coisa que você falou, as runs são longas, né? Então, minha principal crítica a esse jogo é que as runs ficam gigantescas. Enquanto eu fiz uma live de umas 4 horas desse jogo, eu joguei duas runs. Caramba. Pois é.
Tá certo que conversa com o chat, aí pensa, aí eu queria fazer palhaçadinha de combi finita, então eu ficava pensando nas cartas, a ordem certa de usar e tudo mais. Mas as runs vão ficando gigantescas, tipo, de uma hora pra mais tranquilamente. Nossa. A não ser que você tá jogando cartas sem nem pensar, escolhendo coisas sem nem pensar, ou não tá explorando todos os andares, o andar inteiro das dungeons. Porque eu jogava escolhendo com calma, fazendo tudo no andar antes de ir pro próximo, e aí fica gigantesca as runs. Fica gigantesca.
O que dá uma cansadinha. Eu acho que fica meio cansativo. Dá pra você, tipo, parar no meio e continuar depois? Dá, dá, dá, dá. O jogo, ele dá um autosave depois de cada luta, cada escolha, tudo. Então, você pode parar a run no meio, você pode, sei lá, desligar o Playstation, no meu caso, fechar o jogo na Steam e voltar de onde você tava depois. Pelo menos isso, o jogo é bem amigável. Ok.
O foda é que talvez você vai ter que lembrar, tipo, o que esse deck fazia mesmo? E eu tenho umas críticas em como esse jogo, ele apresenta as cartas pra você, tipo, de consultar o seu deck, consultar a sua pilha de descarte. Eu não acho que o jogo, ele faz isso muito bem. O que pra esse tipo de jogo é algo importante, né? Quando o jogo te oferta, tipo, ah, escolhe uma dessas três cartas. Aqui que eu tenho no deck mesmo, pra ver que encaixa, é sempre meio desengonçada a maneira que o jogo faz isso.
E eu acho que tem coisas de qualidade de vida que eu acho que eles podem melhorar em atualizações e tal. Sushi, o Glauber Kotak, artista de Vampire Survivors e Vampire Crawlers, ganhador do BAFTA. Bicampeão do BAFTA. Ele mandou no chat que você não é adepto do Play All. O que é isso? O jogo tem um botão, que no caso o Playstation é o quadrado, que você joga todas as cartas da sua mão.
E eu jamais faria isso, porque o play-out não leva em conta a melhor jogada possível da sua mão. Entendi, entendi. E eu quero dar a melhor jogada possível da minha mão. É justo isso. Ele meio que só joga todas as cartas, tipo, da direita pra esquerda ou uma coisa assim, sabe? Eu não vou fazer isso. Eu não vou fazer isso. E convidado da confraternização do casamento do Xixi. Sim, ele estava lá.
E então tudo que o Sushi tá falando aqui não leva em consideração que é comprado, hein? E eu fui fazer perguntas pro Glauber de você refez todos os sprites? Porque eles parecem tão gigantes e bonitos. E ele não, só alguns. E eu fiquei surpreso. Porque eles são tão pequenininhos no Survivor e no Crawler estão grandes na tela e detalhados e bonitos e vistosos. E eu pensei, o Glauber refez todos. E não. Então, parabéns pro trabalho.
Desde sempre, Galoba. Já tava sendo pensado nisso. É. Ser visto grande depois. Pois é. Tiveram alguns que foram retrabalhados, mas não todos. Mas assim, maravilhoso. Perfeito. Incrível. Esse jogo é 25 reais. É isso daí. Esse jogo é... Caralho, é doideira. Doideira. Chupa Hollow Knight. Chupa... Chupa Silk Song.
Uma única crítica aqui é que quando o jogo lançou, o perfil da Panko nas redes sociais falou esse jogo vai render de 20 a 30 horas, mas se você for fazer em 100%, aí eu fiz em 22 horas e eu fiquei triste. É porque é o sushi, né? Então seja pior sushi, seja pior apenas. É isso que eu te falo. Piore. É, piore. A pessoa que tem uma experiência pior porque ela é boa demais no jogo. Eu não tive experiência pior. É que eu queria chegar aqui pras pessoas e falar, gente, esse jogo rende 40 horas.
Custa 25 reais, porque uma coisa... Pra você que é uma pessoa normal aí, vai render 40 horas. Porque uma coisa, esse jogo não é um roguelike deck builder pras pessoas que jogaram Night Rain e falaram um paia, não é um jogo infinito, não é um jogo pra sempre, não é um jogo bom. Teve dessa opinião?
Pra pessoa ser um roguelike, tem só um roguelike que rende pra sempre. Mas assim, até o Vampire Survivors base, ele acabava, né? Não era tão longo assim quando ele lançou. Mas a parada é, eu sinto que o Vampire Survivor é mais um jogo eterno. Isso aí. Porque mesmo no lançamento eu sentia que ele tinha mais... Eu não sei, eu tinha mais em mim uma vontade de continuar jogando. Esse jogo, depois que eu fiz tudo, eu não tenho muito mais vontade de jogar ele. Isso aí. E eu fico na esperança de DLCs. Ah, que se eles fizerem que nem o Survivors, né?
Pois é, porque os DLCs do Survivor são muito bons e o que o Crawler tem é o jogo base do Survivor, o que nada impede de, já que é exatamente o jogo base que eles replicaram aqui, de ir aos poucos lançando os DLCs lançando os personagens e as armas e as áreas do DLC.
E aí termina com um DLC de Wizardry. Isso. Porra, caralho, seria foda. Eu achei que você falava Castlevania. Porra, se eles enfiarem uma parceria com o Wizardry aqui, quem que tem, né? E os personagens de Wizardry seria difícil de encaixar aqui, né? Seria maneiro de qualquer forma. Então, pra quem é dessa mentalidade de... Ah, não, eu só quero um roguelike, que se ele não redê 60 horas, 80 horas, não é bom.
esse provavelmente não vai render tanto assim. Eu acho que você vai ficar satisfeito cedo, com, sei lá, 30 horas do jogo. Dito isso, o jogo é R$25, cara. E eu acho, de verdade, que ele é muito bom. Eu fiquei muito surpreso com a qualidade dele. Do quão satisfatório ele é de jogar ponto, e o quão bem eles traduzem o sentimento de Vampire Survivor pra um jogo assim.
Sushi, outro dia, me deu vontade de comer um pastel, né? E aí eu fui no iFood e um pastel de queijo delivery aqui em São Paulo, não vou generalizar, mas o que eu achei, tava 20 reais. Um pastel de queijo. Nem fudendo. O pastel da feira aqui do lado é, acho que é 14, 16 reais. Pô, Vampire Crocs, gente. Um pastelzinho. Um pastelzinho.
Sushi, me dê, por favor, a nota naval de Vampire Crawlers, porque quando você fala usando suas palavras complicadas aí, eu não entendo muito bem, né? Então você precisa resumir isso pra mim, colocando a sua opinião sobre Vampire Crawlers num plano cartesiano, onde o eixo X vai de desinteressante a interessante, ou de 1 a 10.
E o eixo Y vai de J a A ou de ruim a bom. E aí, somando essas duas características, nós determinamos um ponto, tal qual um ponto num mapa de batalha naval, que vai determinar, por vez de uma forma científica, a sua opinião sobre esse jogo. Antes de qualquer coisa, comentaram ali que o Heitor também disse que jogou 15 horas e está satisfeito. Eu não acho que é um problema, necessariamente, isso.
É, esse negócio de, né, o jogo precisa render X horas, se não é ruim, quase nunca se aplica, né? Sim. Era só mais que, tipo, eu sei que tem gente que pra roguelike tem essa mentalidade, e eu não sou da opinião que esse jogo, assim, substituindo o Viper que é outro tipo de jogo, mas que ele é melhor do que o Vampire Survivor. Eu prefiro o Vampire Survivor. Não só porque eu enjoei menos dele mesmo depois de, sei lá, 200 horas jogando.
Mas eu acho ele um jogo mais divertido, mais interessante. Eu gosto mais do Vampire Survivor no geral. O que também não é uma crítica a esse jogo. É só que eu acho o Vampire Survivor muito bom. Genuinamente um jogo muito bom. Você acha que esse jogo tem o potencial de fazer uma onda de Vampire Crawlers-like? Eu acho que não. Porque ele é mais específico. Eu acho que ele é um jogo mais difícil de desenvolver. Tipo, tanto de design quanto de produção mesmo. Isso aí.
Porque uma coisa que ajudou o gênero... O subgênero? O gênero... Estourar rápido é a simplicidade de produção, né? No ano que o Vampire Crawler... Vampire Survivor. Vampire Survivor estourou. Ou no ano seguinte, né? Porque ele saiu no final de 2021, se eu não me engano. E ele começou a estourar no começo de 2022. Uma coisa assim, tipo janeiro. Em 2022, mas já tinha vários.
Que marofita disso, mas você também não é muito das cartinhas Eu gosto, mas não me pega tanto De fato não me pega tanto O Slay the Spire não é tanto assim A sua praia Eu gosto, acho um jogo muito bom Mas eu não joguei pra caralho não Sei lá, o Monster Train Que o Teixeira ama, acho muito legal Eu termino umas duas runs e fico satisfeito Eu não tenho assim Ímpeto De ah não, vou fazer Ascension 10 No Slay the Spire Não, eu fiz sei lá, um Eu fui muito legal
Dois? Ah, não tô de boa. Eu fico satisfeito. Esse me pegou por mais tempo, de certa forma. Se bem que os Lady Spire, eu acho que eu joguei mais de 22 horas, talvez, eu não sei. Mas de qualquer forma, vamos lá, nota. Ele é um jogo bem interessante, né? Em múltiplos níveis, mas também desinteressante em outras coisas. Qualidade? O que é qualidade? A gente gravou um podcast sobre isso que você não participou, inclusive. É verdade. Eu não tava essa. Eles esperaram eu ir comprar terno pra gravar sem mim.
O Drudebichero comentou Queria dizer que ele até nem inventou isso Da parte de jogo de carta com exploração Porque até antes Eu acho que de antes dele ser anunciado Já existia um jogo que agora está sendo publicado Pela Devolver
Que é um roguelike deck builder Que tem exploração em primeira pessoa de uma dungeon Que tem um deck de exploração E um deck de combate E ele é double builder com essa temática também De exploração de dungeon em primeira pessoa e tudo mais Mas de qualquer forma, e muitas pessoas vão achar que ele tá se inspirando No Vampire Crawlers
Eu acho, André, esse jogo, Vampire Crawlers, ele é B7. B7. B7. Para os vampiros rastejantes. Na verdade, os rastejadores de vampiros. Algumas pessoas... Eu não acho que a tradução dele para português está perfeita, ele tem. Eu não acho que ela está perfeita.
Mas eu vi algumas pessoas criticando que os personagens que você joga chamam rastejantes na tradução. Porque é crawlers. Em inglês é os crawlers. Quando você vai escolher um personagem, é escolha um crawler. Em português é rastejante. É porque no Vampire Survivors, os personagens são os survivors. Os sobreviventes, aí fica mais fácil, né? E as pessoas estavam criticando, ah, meio paia, né? Rastejantes? Por que rastejantes? Porque, um, crawlers. Colocaria o quê? Só aventureiros? Não faz tanto sentido. Acho que exploradores, eu acho. Eu pensei imediatamente em explorador, né? Mas a parada é, é um jogo engraçadinho.
Ele quer o nome engraçadinho, porque os termos dele são engraçadinhos. E eu gosto, nesse caso específico, eu gosto dos rastejantes exatamente que ele é esquisito. Porque esse jogo é meio esquisito no geral. Então aqui eu acho que funciona. Tá aí, então Vampire Crawlers. Eu queria assistir, aproveitando, que não é uma coisa que me acontece muito, eu tô jogando aquele Titanium Cort, né? Eu tô jogando também.
É, pois é, eu queria só falar um pouquinho sobre ele, quem sabe em outra oportunidade a gente possa falar mais, que, veja só, ele é, de certa forma, um roguelike deck builder, com outras coisas aí. Mas não tem deck? Ele tem, de certa forma tem, né? Tem. Com as unidades que você pode soltar. Ah, é verdade, você tem uma mão máxima que você pode ter, é verdade.
Então ele é uma mistureba, né? Tipo assim, deixa eu tentar explicar o que é esse jogo. Primeiro, ele é o jogo que ganhou no IGF o prêmio máximo esse ano, né? Ganhou o Seamus McNally. E ele é do... Putz, esqueci o nome dele. É o Array... Esqueci o nome dele.
Mas ele é um dos caras que ajudou a Jenny a fazer o Consume, né? O jogo que a gente falou no ano passado, entre os melhores do ano, que também ganhou prêmios no IGF do ano que ele saiu. E ele trabalhou como programador no Consume. E esse é um jogo 100% dele, né? E esse jogo, ele é basicamente um...
Posso dizer? É interessante isso, porque assim, como eu não jogo muito desse tipo de jogo, eu às vezes não sei se o que ele tá fazendo aqui é completamente novo, de onde ele tá pegando as referências. É uma mistureba do caralho. Mas eu enxergo esse jogo de uma forma. Ele é um Match 3 RTS. Match 3 RTS, porque ele tem isso, né? Mas de fato ele mistura muitos elementos diferentes.
A ideia dele, assim, né? Um belo dia você tá andando pela floresta e o chão se separa, né? Em vários bloquinhos, né? E surge uma corte de titânio, onde você vai pra lá e descobre que você é a rainha perdida dessa corte de titânio que está em guerra contra essas outras cortes rosas, né? Espalhadas pelo mundo, assim. E você tem que lutar nessa guerra com as cortes inimigas, né? Basicamente é isso. Só que aí o jogo, ele tem essa premissa narrativa de que o mundo, ele tá dividido.
tá fragmentado e aí ele se divide em dois momentos um momento onde as terras estão fragmentadas e aí ele funciona como um jogo de match 3 tipo um Bejewd ou um Candy Crush onde você tem que o mapa é visto de cima do mundo do jogo cada tilezinho, cada bloquinho é sei lá, um campo de trigo, uma montanha um castelo, um pedaço de água uma f...
floresta, e você tem que ir juntando esses blocos, porque quando você junta esses blocos, você coleta recursos, né? Então se você junta três trigos, você ganha comida. Se você junta três águas, você ganha água. Se você junta três montanhas, você ganha metal. Se você junta três cortes inimigas, três castelos inimigos, você ganha dinheiro e tira elas do mapa. Então nesse pedaço inicial de Match 3, você tá tentando tirar o máximo possível dos seus inimigos do mapa, fazendo grupos de três com os castelos
telas do seu inimigo. Ou até gerar situações geográficas positivas pra você. É, pra você na próxima fase dele, onde ele vira um RTS, você ter uma melhor chance de vencer aquela batalha. Só pra dar um exemplo, os primeiros inimigos que você encontra, vão ter vários tipos ao longo do jogo, são soldadinhos básicos, que eles vão sair da corte inimiga e andar até a sua pra tentar destruir a sua corte. Só que eles não atravessam água. Então se você consegue através do match tree ali, cercar sua corte de água, eles não vão conseguir te atacar.
Então, por exemplo, uma unidade inimiga são as catapultas, né? E as catapultas, elas são bloqueadas pela montanha. Ou se você consegue se esconder atrás de várias montanhas. Ou se você consegue deixar montanhas próximas das catapultas dos inimigos, você já cria um cenário melhor pra você se defender na parte da batalha. Só que, como um jogo de match 3, um Candy Crush da vida, tem essa coisa meio caótica, né? De você, muitas vezes, ah, vou combinar essas três arvorezinhas aqui. Opa, caiu, combinou, montanha combinou, castelo, tananã, tananã. E você não...
Esperava, né? Aquela cadeia caótica de acontecimentos. E de repente o mapa que você tava montando foi pro caralho. Outra coisa também é, você não sabe o que vai descer, né? Tipo, você tá fazendo o match 3 e quando você elimina quadradinhos que você agrupou ali...
descem mais quadradinhos pra ocupar o espaço deles do topo. Esses quadradinhos podem ser piores do que os que você tirou ali, né? Então tem um pouco de decisão estratégica, mas também tem um quê de você se adaptar ao desconhecido e ao caótico ali, né? E assim como Candy Crush, você tem limite de movimentos que você pode fazer, né? Isso.
O jogo até te dá uns bônus se você consegue fazer, acho que é, três limpezas ao mesmo tempo. Tipo, dessas cascatas, é. Eu não lembro agora os números exatos, mas se você faz uns combos, você ganha mais energia pra poder continuar jogando mais. Só que também você pode gastar energia pra mover o seu castelo, né? É.
esquerda, direita, cima e baixo. Só que gasta bastante, né? É, só que gasta bastante. Mas se você tá num mapa que você ah, eu já tenho recurso, ok. Eu só quero meio que chegar um pouquinho pro lado ali. Quero ficar atrás de um rio, ficar atrás de uma montanha. Exato, você pode fazer essa decisão estratégica também.
E tem várias coisas, por exemplo, dentre os quadradinhos que podem aparecer, tem quadradinhos com baús de tesouro, que vão te dar ou mais itens ou mais unidades, porque o Sushi falou do soldadinho básico, mas tem os trabalhadores que, durante o combate, eles vão coletar recursos da água, vão coletar recursos da montanha, vão coletar recursos da floresta, vão coletar comida dos campos de trigo. Tem outros soldados que vão ficar protegendo a sua corte, enquanto outros soldados vão atacar as cortes inimigas.
né, soldados que voam, tem soldados que usam barco pra atravessar a água, tem de tudo, né, ele é bem complexo, assim, nas possibilidades, tanto dos seus soldados quanto dos inimigos, só que isso tudo é pro run, né, quer dizer, né, à medida que você vai evoluindo, você vai ganhando melhorias permanentes, né, mas no começo você começa com a só com a unidade básica e tem que ir encontrando, né, conseguindo esses upgrades ao longo dessa run meio roguelike, porque que nem o Sushi tava falando do Vampire Crawlers,
ele tem essa coisa do Slay the Spire, do mapinha, que à medida que você vai avançando, você escolhe. Ah, para a próxima fase, eu posso escolher entre essa que tem inimigos de barco, essa que tem inimigos que voam, essa que tem esse tipo de recurso, ou esse outro, e escolhendo meio que a sua rota. Nas fases em si, muita coisa pode acontecer. Tem missões, objetivos secundários.
que você tem que cumprir, você pode encontrar, sei lá, hospital pra se curar, você pode encontrar lojas, né, pra comprar recursos, comprar unidades, e nisso tudo, né, o que me pegou nele, além, né, dessa parte roguelike, que não costuma me pegar nos jogos, é que ele tem uma parte narrativa que é fascinante, assim, o jeito que ele tá contando essa história e o jeito que a história tá avançando em termos do seu papel enquanto rainha desses povos, e o que são esses povos, e o que é essa corte, e entra...
missões, né? Você tem um pedaço onde você explora a sua corte, você pode escolher com quem você vai conversar, em quais cômodos você vai andar dentro dela. E tem essa parte narrativa que tá me deixando fascinado de como ela tá sendo contada. E não só isso, a apresentação e o visual desse jogo são muito foda. Tipo, a trilha sonora do jogo é muito foda. Então, tipo, o jogo tem uma personalidade, uma identidade.
muito incrível, assim. Ele tem, ele se apresenta inicialmente como uma peça de teatro, né? Ele até fala que os atores não conseguiram ler o roteiro antes, então a gente tá tudo improvisando. Mas a apresentação dele é toda feita, parece um jogo de PC antigo, né? Que tudo é apresentado em pequenas janelinhas, e aí quando você consegue fazer alguma coisa boa do nada, aparece, sei lá, um cara jogando beisebol pra mostrar que tipo, ah, foi um sucesso esse ataque. Só que ficam aparecendo janelas, né? Pra mostrar...
Essas coisas estão tipo, sei lá, você tá numa janelinha pequenininha, que a gente não falou, esse jogo é pixel art com visual bem simples e rústico, assim. Bem, sei lá, jogo de DOS, né, que o André tava comentando, a simplicidade dos sprites e tal. Então você tá ali num quadradinho, aí você tá andando com um mini personagenzinho pelo castelo, pela corte, explorando o lugar e conversando com o NPC.
Aí acontece alguma coisa engraçadinha Você chega no lugar e tem alguém brincando de jogar frisbee pro cachorro Aí surgem várias janelas Voando Que é só uma imagem estática de um cachorro com frisbee na boca Pra dar essa sensação de mover Então você faz uma coisa legal Aparece alguém tocando trompete Tipo um quadradinho estático voando Então ele é muito engraçadinho Na maneira que ele apresenta essas coisas É muito legal
Eu tô gostando bastante. Tipo, eu sou, ao contrário do Sushi, muito ruim nesse vídeo de jogo, né? Então, eu joguei, sei lá, umas 5 horas dele, não consegui derrotar o dragão ainda. Ah, o dragão, a primeira vez que eu encontrei, eu paguei ele. Eu não tinha dinheiro, né? Eu era 50 dinheiros, né? É, eu sei. É uma outra coisa, esse jogo, a parte de RTS, a gente não falou muito sobre isso. É.
Mas quando você esgota a sua energia de match 3, o RTS é o mundo vai ficar fixo e agora os inimigos vão te atacar. E tem uma timeline, né? De, olha, nessa timeline, aquela corte vai spawnar o inimigo e vai ter você. Depois aquela. E aquela outra. E a catapulta. Aí você make bola uma estratégia de, ok, agora eu vou fazer, tipo, fazendeira pra colher...
trigo pra usar na próxima batalha, eu vou fazer alguns soldados vou fazer um barquinho, vou fazer um guarda, vou fazer arqueiro e por aí vai. É que nem um RTS que você constrói certos certos edifícios que vão gerar o tipo de unidade. Como você faz pra gerar unidade? Você só precisa recursos. Você só precisa coletar o recurso durante o Match 3 e sua própria corte gera todas as unidades. Ah, você não precisa escolher que unidade...
E você escolhe as unidades antes de partir pra batalha de si. Durante a batalha você não pode gerar mais unidades. Como o André tava falando, as unidades que você gera é como se fosse um deck. Você começa todas as partidas, pelo menos a princípio. Eu não joguei tanto quanto o André, eu joguei acho que só umas 2, 3 horas. Você começa sempre com o fazendeiro, que vai colher trigo. E o guardinha básico, o que ele vai fazer? Ele vai spawnar na sua corte e andar até a corte mais próxima pra bater nela. E se ele destruir ela antes da timeline chegar na hora que ela invoca a guardinha, ele não invoca a guardinha.
ninguém. Porque ao contrário também de um RTS, vamos dizer, um Warcraft, Starcraft, você não consegue comandar esses soldados, né? Eles vão, eles têm uma lógica, uma IA deles ali, que vai falar assim, não, eu vou pra esse castelo porque é o mais perto, deve fazer algum cálculo lá. E se, por exemplo, o guardinha ele começa a fazer uma coisa e outra coisa acontece pra vir atacar ele, por exemplo, ele não para de fazer aquela coisa, né?
Então tem toda uma meta estratégia que você tem que ter de, tipo, tá... Visualizar isso na timeline. Tem que pensar já o que esse cara vai querer fazer, o que vai acontecer, tentar prever o que vai acontecer, né? Antes até de você dar o play, vamos dizer, porque você meio que só assiste depois do que acontece. Mas o interessante é que... Que nem eu comentei, você tem esses decks, né? E conforme você vai julgando, o André comentou que a gente acha lojas. Nas lojas você pode comprar novas cartas entre aspas. Então, tipo, ah, vou comprar a carta do guardinha, que tem um escudo. O que ele faz? Ele não sai da corte.
Então é a maneira de você garantir que vai ter um guardinha caso alguém tente atacar. É porque a sua morte é quando a corte é destruída, né? Isso. Então o jogo tem maneiras de você lidar com essa lógica. É difícil de prever, talvez, dos personagens. Mas uma coisa que eu acho muito interessante é calcular o risco.
Por quê? O que eu quero dizer com isso? Nesse momento RTS, entre aspas, aqui, então vamos dizer que tem cinco cortes que vão me atacar durante esse momento de ataque, e eu tenho lá minha madeira, meu metal, minha comida e tudo mais. E eu gasto isso pra fazer spawnar meus soldadinhos. Vamos dizer que das cinco cortes, três estão lá no topo, estão lá em cima, e tem duas próximas. Eu sei, eu agora, sei, que aquelas que estão lá em cima, se elas só spawnarem guardas, sei lá, da metade pra frente, a partida vai acabar antes do soldado chegar em mim. Então eu não preciso nem...
me preocupar com ela. Ah, essas duas que estão mais próximas, opa, elas vão conseguir me atacar. Então, talvez seria bom eu spawnar a guardinha primeiro, depois o fazendeiro, pros guardinhas irem lá destruir. Que a ordem que você clica pra produzir, é a ordem que o jogo vai... Colocar na timeline. Colocar na timeline ali. Que essa ordem é muito importante em tudo que você vai fazer. Sim.
Por que eu tô falando disso dessa forma? É que a run, ela vai se dar em várias batalhas. Exato. A próxima batalha, você perde tudo que você spawnou. Então você vai gastar o recurso. E se eu tipo, nossa, tem muita corte inimiga, vou fazer 20 soldados. E você só precisava instalar de 3 pra resolver a situação, você jogou fora o recurso.
É porque esse banco de recursos, né, você tem que gerenciar ele pra todas as partidas. Isso. Assim como a sua vida, né, a vida da sua corte, a saúde, né, da sua corte, ela se mantém. Você até tem itens pra melhorar isso, mas é caro, né. Então, que nem o André tava falando, ah, o dragão, eu nunca consegui derrotar o dragão. E eu falei, ah, eu paguei ele, porque o jogo é engraçadinho, né. O dragão é um dos chefes que você enfrenta, e quando você vai enfrentar o dragão, você pode subornar o dragão. Falar, se eu te der muita comida, você vai embora?
E ele vai embora Se você der muita comida pra ele Só que comida é o que você usa pra fazer soldado Então se você fez muito soldado ao longo da partida Você não vai ter comida pra subornar ele Então você vai ter que enfrentar ele na porrada mesmo Ou sobreviver a ele Ou sobreviver a ele até a timeline acabar Então esse gerenciamento de recurso Acaba sendo importante Porque os chefes costumam ser uma escalada na dificuldade Que se você jogou de qualquer forma Até chegar no chefe Você pode se ferrar
Então ele é mais estratégico do que parece? Ele é bem estratégico, eu fiquei surpreso assim, né? Ele começa engraçadinho e ele vai te apresentando as coisas bem aos pouquinhos. Ele é bom na parte de ensinamento dele. Eu que não tô acostumado com esse tipo de jogo. Tô achando tudo bem tranquilo de acompanhar assim.
É porque o tutorial é bem escrito e engraçado. Exato, é tudo muito divertido, assim, né? É, então você quer ler o tutorial. Quando o tutorial aparece, você fica... Ok, me fala, me fala o que você quer falar. Sim. E é interessante porque conforme você vai jogando entre as partidas, você tem um recurso que você pode dar um upgrade permanente entre partidas, que é o seu conforto. Conforto, é. O que é esse conforto? O jogo, ele apresenta de uma forma de... Olha, se você quiser, você pode usar pontos de conforto para facilitar as partidas futuras.
Mas só se você quiser. Se não quiser usar, você não usa também. Você pode começar com unidades extras, né? Você pode começar com... Recurso extra. Recurso extra. Ou com uma NPC que vai analisar o mapa pra você. E é isso que eu ia falar que eu acho mais interessante, que é o recurso da calculadora. Que é a sua contadora, digamos assim, a sua assistente. Ela vai ter uma calculadora que permite ela analisar riscos. Então, tipo, no começo de cada momento de match-true, você pode perguntar pra ela... E...
que eu faço aqui? Ela, ah, pô, tem esse tipo de recurso, vai ter mais floresta, vai ter mais de montanha, talvez seja legal você focar nisso. Olha, tem tantas cortes, talvez limpar as cortes. Aí quando vai entrar no momento RTS, você pode pedir ajuda dela, e ela fala, ah, ilumina, né? Tipo, ó, essas cortes estão muito longe e os guardinhas estão spawnando no final. Não apresenta risco, ignora elas. Tipo o que eu falei pra vocês, só que ela vai falar isso pra vocês durante a partida.
pras catapultas e ela fala, olha, essas catapultas o tiro não te acerta, porque a montanha tá no caminho. Mas você só tem essa NPC pra te dar essas dicas se você gastar o ponto de conforto pra comprar a calculadora dela, digamos assim. Que eu sempre gasto todos, porque eu sou muito ruim como previamente estabelecido.
Mas é uma maneira muito interessante de apresentar isso, né? Sim, sim. Sim, total. Pô, tô gostando muito. É possível que a gente fale mais vezes sobre esse jogo ainda no futuro. Mas, por enquanto, é isso sobre o Titanium Court, que só tem pro PC, né? Steam, aquela coisa toda. Como já estamos bastante avançados no quesito tempo aqui, vamos dar o resultado... Ai, meu Deus! ...da enquete para encerrar o Vetsy? Vamos!
Então, gente, eu vou encerrar aqui as votações do nosso Dash da Comunidade. Ai, que nervoso. Desde hoje cedo, não mudou. Pelo menos, né, o vencedor não mudou. Ok, pelo menos o que eu falei não influenciou. Eu tava com medo de ter influenciado. Tá, ó, seguinte então.
Nós temos aqui, então, os 10 lugares. Vamos de baixo... De trás pra frente, né? Pelo amor de Deus. Então, o décimo lugar da nossa votação foi The Witcher 2. Não querem, André. Não é pra fazer mais. Não é. Nunca mais deverá acontecer. Depois é a gente que odeia The Witcher. É, pra você ver, né? O chat que odeia.
A gente é responsável por aquilo que cativa. É verdade. Então o nosso público também é tudo hater de Witcher. Em nono lugar, Silent Hill 2. Ok. O oitavo lugar, eu vou dizer pra gente pular. Não, não. Depois vocês vão entender. Em sétimo lugar, Metal Gear Solid 2. Ok, ok. Sons of Liberty. Em sexto lugar... Street Fighter 6. Silk Song.
Se tiver de seis, exato. Em sexto, entendeu? Ah, entendi. Ah, em sexto. Em sexto lugar, Silk Song. Lê pra nós aqui, Tengo. Em quinto lugar, Pentimento. Porra! Eu achei que ia estar mais alto. O time Pentimento aí não se esforçou, hein? Caralho, gente. É! Lê pra gente esse aqui, Sushi. Eu queria dizer que eu votei no Pentimento, tá?
Ah, podia voltar. Voltar, é. Não fez diferença nenhuma. Mas em quarto lugar, The Legend of Zelda Breath of the Wild. Em terceiro lugar. Ai, meu Deus. Blueprints. Tem gol. Em segundo lugar. Chrono Trigger. Chrono Trigger.
Pô, pô. Pera. Tá faltando o quê? Caralho, é Expedition 33, André? Tá faltando Expedition 33. E quem de eno? Em oitavo lugar, Expedition 33. A campanha anti-Expedition deu certo. A campanha é quem de eno? Em primeiro lugar, quem de eno, galera?
Muito foda. Muito foda, gente. O que a gente tava falando é Crono Trigger, tá? Ninguém fez campanha pro Crono Trigger. É verdade. E Crono Trigger e Ken Gieno, a batalha mais épica que eu já vi. Naquele dia que eu te mostrei, estava empatado. Tipo, e aí um ganhava mais dois votos. Aí o outro ia lá e ganhava mais dois votos.
Só nesses últimos dias é que o Kenginho deu uma leve afastada. Pra você ter uma ideia aqui, Kenginho recebeu 165 votos e o Cronotrigue 158. Nossa, pertíssimo. Pertíssimo. E esteve mais perto antes. E o Expeditivo da Dutrisa, só de comentar.
curiosidade, André? Só de curiosidade, 58 votos. E o Blue Prince? Só pra ver o terceiro lugar, pra ver o salto. Não, tá, esses três ficavam disputando. Ah, ok. Blue Prince, 143. Ok. E aí pro próximo já dá uma distanciada maior, que é o Zelda, né? 111. Ok.
É foto do André, gente. Vocês estão caindo, pô. E aí, o que eu ia dizer, né? O que eu ia dizer naquela hora. Quando ficou possível, eu fiquei assim, cara, vai ganhar ou Kenji Anno ou Chrono Trigger. Eu acho muito difícil, depois de uma certa altura, ficou muito difícil do Blue Prince passar na frente. E aí eu comecei a ver coisas do Kenji Anno. E aí eu comecei a reassistir o documentário do Ark Pell, do Kenji Anno. E sabe quem que aparece lá? O Pierre Tak, o ator que foi substituído no Judgment porque usou maconha.
Lembra dele? Preso por maconha e substituído Agora, o cara do Yakuza 3 que o ame, né? Que era bom ninguém substitui, né? Putaria isso aí Mas assim, o melhor resultado possível, sendo sincero É o que a gente tava falando, né? Pensando assim, ah, vai ganhar o Chrono Trigger aqui em Genro, eu comentei com vocês Chrono Trigger seria mais fácil Porque é só um jogo, um fachadinho ali tem a história dele Tem...
muita coisa na internet pra consultar sobre produção. É, fácil de pesquisar. Só de porque que a capa é do jeito que é, tem 15 TCC sobre isso. Sim, muita coisa. Muita coisa sobre o troncantil seria bem mais fácil. Mas quem gieno é o que o meu coração quer. É o que vai preencher o meu coração. Eu acho que era o meu favorito também, sinceramente. Caralho, André, você tem que escrever o dash igual as telinhas da Warp. Porra, sim. Caralho, tem que ser isso.
É quatro letras, né? É. Nas telinhas assim, bem. Mas assim, de verdade, desses jogos todos aqui, o único que eu ficaria um pouco triste de ter que fazer é The Witcher. Mas eu queria fazer, porque nunca joguei dois. Sim. Mas assim, não é algo que, nossa, que empolgado estou para jogar The Witcher. Todos os outros ficaria bem empolgado. Pior que pra mim é o Zelda. Eu acho que eu não ficaria empolgado com Expedition. Eu seria o que eu ficaria mais triste de fazer. É.
Eu ainda tenho dentro de mim coisas pra falar sobre esse jogo, mas, de fato, entre os outros, a gente tá no cansaço, né? Daqui uns cinco anos. É. Deu uma saturada, talvez. Mas, assim, não peguei ranço nem nada, não. Que nem a gente comentou, né? No 10 Melhores do Ano, que, nossa, incrível como a recepção do Expeditor 3 tá super positiva, né? Não tem ninguém ainda. Porque sempre acontece esse movimento, né? De ir contra o que é super popular e tal. E já tá rolando, né? Já tem um ranço grande aí do Expedition.
Algumas pessoas perguntando quem é Kenji Enno, vocês vão descobrir. É verdade. No Dash. É verdade. Dito isso, ele é um desenvolvedor japonês aí do começo... A maior parte dos jogos dele é do começo dos anos 90, que foi muito influente no Japão na época, que morreu cedo, infelizmente, no começo dos anos 2000. 2010, né?
E foi mais pra frente até Que eu tinha na cabeça E Jogos muito interessantes Uma mente Muito interessante Que tem um documentário Se você procurar no YouTube O canal Arquipel A R C H I P E L E souber em inglês Que vai ter que ter legenda em inglês Não sei se tem legenda em português Talvez tradução automática Hoje em dia não sei
Tem um documentário sobre a vida e obra dele, com até entrevistas com o Kojima, né? É engraçado, é assim, é surpreendente, né? Você vê a quantidade de pessoas que citam ele como influência. O Kojima cita o Yamauchi, né? Do Gran Turismo, né? Era um grande amigo dele. Bolorma comentou no chat que tem em português, ajudou na tradução.
foda é verdade quando começa fala que tem tradução em português foda, foda pô, no documentário tem trechos assim de um, não era podcast né mas é quase como se fosse um podcast que ele gravou com o Kojima em 97 os dois conversando sobre a vida e a criação da Warp em 97 assim, só o áudio é muito doido
Pra mais, assista o nosso gameplay, tá no Jogabilidade TV. A gente zerou o D1, D2 e o Enemy Zero em live. Que são os três grandes jogos dele. Tem outros jogos, né? Mas os três que o pessoal considera aí mais são os três. A gente zerou os três em live. Não são jogos longos, então dá pra assistir o gameplay de boa. Tipo, o Enemy Zero são duas lives, acho que D são duas lives também. Só o D2 que vai, sei lá, umas quatro, cinco lives. Não lembro o número agora, mas vai mais.
É isto. Recomendamos muito. Vocês sabiam que o Enemy Zero teve uma edição de colecionador de apenas 50 cópias, que era uma caixa cheia de coisas de Enemy Zero. Dentre essas coisas, uma roupa usada por uma assistente de palco numa coisa de E3 de Enemy Zero e que o Kenji Ano ia pessoalmente te entregar se você comprasse?
E tem fotos do Kenji Ano indo entregar a caixa. Caralho demais. E autografando. Caralho demais. É, muito bom. Hoje em dia é o quê? The Hell? E dentre as coisas que iam na caixa, tem uma... Eu não sei se era nessa caixa. Eu vi alguém que tinha muito coletáveis do Kenji Ano. E tinha uma moldura com uma imagem da Laura pelada. Autografada pelo Kenji Ano. A Laura é a atriz virtual que é a protagonista dos jogos dele. Exato. A gente vai ter que explicar isso. É a Laura André. Você fala assim, é a Laura.
Roupa usada, exato, roupa usada. Não lavada. Tá aí, gente. Ken Gieno é o grande ganhador aí do nosso Dash da Comunidade. Parabéns às pessoas que fizeram a campanha. Acho que as campanhas mais fortes eram Ken Gieno, Paintment e Blueprints. Curiosamente, o Zelda e o Chrono Trigger meio que sem campanha posicionaram muito bem ali, né? Comendo pelas beiradas.
Mas quem diria, né? Fazer campanha... Mas é assim, só a comunidade de jogabilidade que votaria nesse tema, André. Eu fico feliz, eu fico feliz. Fato, fato, fato. Eu fico muito feliz também. É isso, então? É isso. Enquanto eu não me torno o Kenjiano brasileiro, eu sou o André Campos. Eu sou a Laura. Eu sou apenas em áudio. Valeu, gente. Tchau, tchau.
Esse podcast foi editado por Belux.