Episódios de Jogabilidade

Vértice #515: Replaced, Neve, Metro 2039, BAFTA 2026, Filmes de Jogos e mais! v2

27 de abril de 20262h47min
0:00 / 2:47:44

Essa semana somos possuídos por uma IA no belo Replaced e tentamos cooperar com uma no desesperador Neve. Nas notícias, o anúncio de Metro 2039, as demissões na Iron Galaxy, o sincerão do Shuhei Yoshida, novidades sobre os filmes de Street Fighter, Zelda e Elden Ring e mais!

★ Support this podcast ★
Participantes neste episódio4
A

André Campos

HostJornalista
R

Rafael Kina

participantJornalista
S

Sushi Sushi

participantJornalista
T

Tengu Sushi

participantJornalista
Assuntos3
  • ReplacedIA e controle corporativo · Exploração em ambientes urbanos · Estética HD 2D · Narrativa de sobrevivência
  • NeveFicção científica e terror · Decisões e consequências · Interação com personagens
  • Videogames e FilmesAdaptações de Street Fighter · Filme de Elden Ring · Impacto de adaptações cinematográficas
Transcrição445 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

O Mértice! Começando pra semana de 4 e 20 de 2026. Sim, esse aqui mesmo, que há 515 episódios, vem aí falando sobre videogames, sobre lançamentos, sobre notícias, sobre a indústria. Mas hoje, maconha. Estou aqui com ele, o maior maconheiro do Brasil, Eduardo Chico. Hehehe!

É, tava coçando a garganta, desculpa. Ah, entendi, tudo bem. O André perguntaria se você não queria coçar a garganta com o pinto dele, ou algo assim. Eu esqueci como é que era. Aconteceu, gente. Uma vez o André pediu pra Clarice coçar a garganta dele com o pinto dela. Você não lembra disso? Foi no metrô e ele ficou morrendo de vergonha. É que o André coça a garganta, né? É verdade. É, o André não faz nem um patinho. Ele fica... Eu faço isso mesmo. Alguém que é muito 4,20. Rafael Kina.

Fala, galerinha. E aí, como é que vocês estão? Ah, mas sério, se a gente colocasse uma meta bem alta, bem legal, assim, no jogabilismo... Se for bem alta, eu vou... Um milhão de reais. Não, não, não. Tem que... Não, e se for pra mim, entendeu? Especificamente. Cadê o espírito de equipe? E o espírito de equipe foi pra casa do caralho. Mas ele, que tem um espírito de equipe simples, ele sempre tá passando a marola, tem Gumaru. É regra, né? Aqui é o que eles chamam de Dream Blunt Rotation. E aí, pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul

É o Fuma Prende Passa. É o Fuma Prende... Puxa Prende Passa, né? É isso aí. Rotação de baseado dos sonhos, né? Com quem? André, qual é a sua rotação de baseado dos sonhos? Qual seria? Garrus. Engraçado que o Garrus tava na ponta da língua. Rowlet, do Pokémon. Aham. E Fernando Muscioli. Caralho, foda. O Garrus. Por que será que o André está pensando no Garrus? Ou vá um podcast que vai sair essa semana e descubra. Jamais, jamais pensaria no Garrus sem motivo.

O André realmente só fica pensando no Garros, não é verdade. É, é um traço da minha personalidade. O André tem um bonecão do Garros, não tem? Eu tenho, eu tenho. Que ele dorme em tamanho real, né? É, então, eu ia perguntar se era um Dakimakura do Garros, assim, né? Poderia ser. Com ele de frente e ele de costas, assim, né? Com a bundinha. E a bundinha lisinha, a única coisa do corpo. A bundinha, né? Com aquele efeito, assim, que parece que é plástico. Isso, tipo a bunda do Shrek. E por fim, ele que vira e mexe, vai pro espaço também, André Campos.

Tem isso, né? O tema... Eu tava pensando se o tema dessa semana ia ser, o quê? Espaço, cyberpunk. Mas aí vocês me lembraram que hoje é 20 de abril, né? Uhum, uhum. Que dizem por aí que é um dia especial. Em países que contam o dia errado... Que contam errado, né? Isso é importante. Primeiro que tem que contar errado, né? É. Mas quando contam o dia errado...

Mas é só os Estados Unidos, não é? Tipo, o Japão é o contrário, não é? É ano, mês, dia, um negócio assim? Não, o Japão é todo o contrário. É, ano, mês, dia. É só o mês e o dia. Que é o mais estranho. É, fazia sentido. Mas achei engraçado, né? Porque aqui no Brasil, então, a gente tinha que comemorar no dia 4 do 20. Ou no dia 42 de fevereiro. No dia 4 do 20 é foda. No dia 42 de fevereiro. O dia 42 de fevereiro, ele seria o quê? O dia 14 de março?

Ah, se eu soubesse fazer conta, eu ia... Por aí. Eu tava ferrado. Depende do ano, né? É, depende do ano. Se o ano é bissexto ou não. É por isso que ser brasileiro é muito difícil, tá vendo? Muito difícil ser brasileiro, mas um aspecto da vida de ser brasileiro que não é nada difícil é fazer o Vertis Podcast.

Que é esse podcast onde a gente fala sobre lançamentos e notícias aqui no Jogabilidade todas as segundas-feiras, 7h30 da noite, ao vivo para Brasil, mundo e outras civilizações extraplanetárias também, não é verdade? Isso, passe de tal. O pessoal na lua agora tá ouvindo a gente.

Exatamente. Lembrando que esse podcast ele acontece, como eu disse, ao vivo. Você pode escutar em versão de Void, se você for da Gangue do Void. Se você esperar um pouquinho mais, você pode escutar a versão editada dele, o que nós chamaríamos a versão do diretor desse podcast, que é lançada...

alguns dias depois, nas plataformas de podcast aí, pelo mundo afora, né? Então no Spotify da Vida, você procurar por Jogabilidade, você vai encontrar este e outros podcasts da casa. Mas também fica o convite pra você que escuta essas versões gravadas do podcast pra você ter conosco ao vivo, porque é sempre uma baguncinha muito gostosa aqui com o chat. Considere, né, na segunda-feira que vem, 7h30 da noite, ter conosco no YouTube ou na Twitch. Estaremos ao vivo lá, sem atrasos, sem demoras, sem adiamentos. Queria dizer que hoje, em especial, a gente começou quase no horário.

É verdade. Foi uma coisa muito especial. Lembrando também que o Jogabilidade, ele só consegue celebrar o 4,20 graças à contribuição financeira de vocês. Lembrando que ninguém aqui gasta dinheiro com drogas. Não, jamais falei isso. Eu só uso dos outros.

Minha joga é o videogame. Mas, se você quiser contribuir pra gente continuar navegando esse mar turbulento de produzir conteúdo sobre videogames no Brasil, considere fazer parte do orelo.cc barra jogabilidade. Lá, a partir de R$15,00 por mês, você faz parte dessa turminha que nos ajuda a manter as luzes ligadas e as bochechas coradas. Já há mais de...

10 anos, meu Deus do céu. É verdade. Você, além de garantir que a gente continue a nossa operação, você também ganha acesso ao nosso grupo do Discord e aos nossos podcasts bônus. Podcast bônus dos quais, essa semana, sem atraso, sai o DLC Cedilha. E aí, talvez, semana que vem não tenha de novo. Porque a gente tá ainda, por incrível que pareça, se adaptando a essa vida de produzir vídeos também, né? E é muita coisa pra preparar.

E tem vídeo que já tá gravado e ainda vai sair ainda, né? Já tá pra sair. Tá aí nos estágios finais de produção pra sair, então. É uma coberta que quando ela cobre o pé, né? Ela descobre a cabeça. Descobre a cabeça e vice-versa. Então, ursem com a gente, enquanto a gente passa por esses momentos turbulentos, né? Esse crescimento doloroso, mas que vai resultar num meninão muito legal aí, que é o Jogabilidade do Futuro.

E por nenhum motivo especial, me bateu uma fome muito grande, gente. Uou! Ela é uma fome natural que veio de repente, assim, sabe? Sem nenhum... Nenhum incentivo exterior. Igual toda fome. Exato. E nisso, né, a gente vem aqui lembrar mais uma vez da nossa campanha com o Sneaker. Uou!

André, deixa eu falar, vai ser muito triste quando essa campanha acabar, porque toda vez que a gente tem gravação, e eu sei que tem a campanha, eu venho feliz, porque eu vou comer um Snickers de graça. Vai ganhar um Snickers. Exato, e vou comer durante a live ainda. E aí você vê assim, né, pô, Snickers em parceria com o Jogabilidade, pra falar da parceria com quem? Com o Free Fire. O Free Fire.

Se você ainda não sabia dessa parceria, ou você não escuta o Vertis, ou você pula a introdução, o que eu acho errado. É maldade hoje. Maldade. É um dos casos. Mas fique sabendo. Escaneie o QR Code que tá na tela ou acesse sneakersfreefire.com.br. Por quê? Vamos dizer. Eu fui lá, comprei meu sneakers. Primeira coisa que eu fiz, joguei a nota fiscal fora. Não!

Errou, errou, errou, errou, errado. Você tem que guardar a sua nota. Ah, puxa. E aí você, que nem você falou, ou entra no site sneakersfreefire.com.br ou escaneia o QR Code na tela, você cadastra a sua nota fiscal, cadastra, para receber um codiguinho para ganhar skin do Free Fire.

Skin especial, exclusiva, chocolate. Eu, sinceramente, não sei até quando essa promoção vai durar. Eles não nos avisaram. Não. Está rolando ainda. Para mim, duraria para sempre. Com certeza. Mas eu acho que não vai ser esse o caso. Então, se você quer garantir a sua skin exclusiva, frifas e sneakers, lembrando, qualquer sneaker que está participando, a gente está mostrando que o Rafa está com o que...

É um que tem um Free Fire aqui do ladinho. O rapaz Free Fire, o senhor Free Fire na embalagem, mas qualquer sneaker. De qualquer sabor, é. Tá valendo, basta, como tem o Gudi, se guardar a sua nota fiscal. Muita gente aí na nossa comunidade comprando sneakers e cadastrando notas fiscais. Teve gente que mandou no Discord, teve gente que mandou no Blusky pra gente. Dos sabores mais diversos, sabores que eu nem sabia que existiam, inclusive, me deu vontade. Alô, inclusive, os sneakers que mandaram pra gente aí, estão acabando.

Na verdade, acabaram hoje, né? Esses são os últimos. Não foram consumidos, né? Mas serão em pouquíssimos momentos, André. Então, a dois níquidos. Manda o de amendoim, manda o de paçoca. De morango, assim. O de duplo chocolate com mion, tem muito bom também. É isso. Lembrando, sigam também lá o arroba sneakersbr no Instagram, porque eles estão fazendo drops surpresas e outras ativações. Ativações. Ativações que chama, né?

Show, obrigado Snickers pela parceria. Obrigado. Mate sua fome com a gente, Snickers, acho que é isso aí. É isso aí. É o slogan. É o slogan. Mate sua fome, é isso aí, nós. Bora. Último aviso antes da gente partir para as notícias. Tá rolando atualmente, nesse momento, nesse exato momento, enquanto você respira a votação, a segunda fase da votação para o Dash da Comunidade. E olha, assim, essa comunidade do Jogabilidade, ela sempre me faz muito feliz, mas em poucos momentos de sua história, ela me fez tão feliz quanto ela tá fazendo agora.

Porque o pessoal fazendo campanha... Tá incrível. Tá maravilhoso. Tá sensacional. Vocês chamam essa guerra que está acontecendo de algo incrível? Eu acho. Famílias destruídas pela polarização? Tem que destruir mais. Porque tá valendo o ingresso no Discord só pra assistir o pessoal se degladiando ali por qual podcast vai... O pessoal já falando não porque o voto útil é não sei quem. Não pode deixar tal ganhar. O pessoal fazendo imagens de campanha.

Campanha, camiseta de campanha. Pô, uma parada realmente sensacional. E assim, de verdade, quando eu paro pra pensar nisso, eu fico realmente muito feliz porque, tipo, as pessoas se importam. Tipo, imagina, pensa o tamanho do privilégio que é as pessoas realmente se importarem com o que você tem a dizer. Com a sua opinião. Com o produto que você vai produzir, que é você falando sobre um jogo de videogame. Isso é muito foda.

É bem foda mesmo. É muito foda. Então, assim, eu fico muito feliz. Tô acompanhando, né, os resultados ali. A parcial, né? E vou dizer, tá bem apertado. Ixi! Ainda segue apertado? Segue bastante. Antes do fim de semana, o vencedor era um. No fim de semana ficou mais ou menos um outro. E agora já é um terceiro. Então se encerrasse a votação em qualquer desses momentos... Seria um vencedor diferente.

E a gente tem data pra encerrar a votação, André? A gente vai na semana que vem. Então, no vértice da semana que vem, a gente já dá o resultado. A gente encerra ao vivo. A gente pode encerrar ao vivo. É tipo o Big Eplodal, entendeu? É verdade. Últimos minutos para a votação. Votações encerradas, exato. Então, a gente vai fazer isso no próximo vértice. Pra quem não acompanhou o vértice da semana passada, vamos tentar de cabeça aqui os 10 concorrentes.

Breath of the Wild, Witcher 2, Paintment, Blue Prince, Expedition 33, Candy Eno, Chrono Trigger, Silent Hill 2, e a Vergrind Story, mas Vergrind Story saiu. Metal Gear Solid 2. Está faltando mais um. Resident Evil 6.

Caralho, qual que era? Blue Prince já falou, Clube Scrooge já falou Eu esqueci qual que era Nossa, me fugiu completamente Silk Song Nossa, eu tinha esquecido realmente Esquecido o Skong completamente Falando em Silkas Semana passada que iam fazer uma prova Com a camiseta do Silk Song de jogabilidade Hoje voltaram no chat e falaram Que foi a melhor nota da prova Então, fica a informação que usar a camiseta Do Silk Song de jogabilidade te ajuda A passar em testes Né

E isso nem é uma propaganda, porque nem tem mais a camiseta pra vender. Essa não tem, mas cientificamente comprovado, então, que... De qualquer camiseta. Camiseta de asbaratas.com.br... De uma jogabilidade. E de outros produtores também. Mas só se usar o jogabilifrete, senão não dá sorte. Você pode acessar lá asbaratas.com.br, olhar as nossas camisetas que estão à venda. Não tem muitas unidades, não tem muitos tamanhos disponíveis, né? A gente tá trabalhando com o que sobrou, basicamente. E também temos o nosso boné, né? O jogabiliboné, o jogabiliné, o jogoboné. E aí

Joga Bonabilidade. O Bonabilidade. Você pode adquirir o seu, essa belíssima exemplar de acessório cabeçal, lá em asbaratas.com.br. Lembrando que as baratas é um site independente, né, que trabalha com artistas humanos.

independentes, quadrinistas, ilustradores e tudo mais da cena brasileira. Trabalha com veículos como jogabilidade, trabalha com artistas, desenvolvedores de jogos, independentes e tudo mais, e fazem um trabalho de extrema qualidade. Lembrando que se você comprar a partir de dois itens, ou alguma coisa assim, você pode usar o cupom jogabilifrete e ter frete grátis para todo o Brasil. É isso aí!

Vamos então para as nossas notícias e, né, tivemos uma quebrando notícias de tarde aí, quem diria, com demissões, não é mesmo? Ixi, é verdade. Isso jamais aconteceria, André. Ninguém nunca mais é demitido. Nós tivemos demissões anunciadas na Iron Galaxy, um estúdio que hoje em dia é um estúdio principalmente de suporte, né, eles trabalham há anos aí como estúdio de suporte.

Desde, pô, port pra PC dos jogos da série Batman Arkham, até, sei lá, Overwatch, até Metroid Prime, o remake do The Last of Us. Eles trabalham como estúdio de suporte em muitos, muitos jogos. Tem uma centena de créditos nesse âmbito. Mas também já trabalharam com alguns jogos originais, né? Uns jogos próprios. Lá no começo dos anos 2010 eles fizeram aquele dive kick, pra quem se lembra aí, né? Grande dive kick.

Também fizeram o Rumbleverse, que é um jogo multiplayer de... Battle Royale de porradinha. Um Battle Royale de wrestling, assim, de porrada, que não deu certo, né? Ele durou uns seis meses e foi fechado. E era bem legal. E o que na época, né, seis meses era, nossa, já, depois de só seis meses foi fechado. Hoje em dia, já, pô, um jogo durar seis meses já deve ser um case de sucesso aí.

O Yoshi falou, fadado ao fracasso por ser feio. Ele tá falando de mim ou do jogo? Ele era feio, mas ele era... Mas ele era meu amigo. A gente chegou a falar dele no Vértice, né? Ele era legal, ele foi legal. Era bacana. E mais recentemente, foram eles o estúdio principal por trás do remake do Tony Hawk's Pro Skater 3 e 4. Fizeram a segunda temporada do Killer Instinct.

E a terceira também, eu acho. A segunda é a terceira? Eu acho que sim. Acho que só não fizeram a primeira. E é um estúdio que já há algum tempo não está bem das pernas, está dependendo de um projeto linkando no outro para dar continuidade à existência do estúdio. Ano passado eles demitiram 65 funcionários, a gente não está falando aqui de um estúdio grande, então é bastante gente.

E nessa leva que foi anunciada agora, vão ter mais de 90 impactados. Já acabou o estúdio. É, assim, eles vão focar agora numa nova fase do estúdio aí, que é basicamente só suporte. Eles não vão ter equipe pra focar em jogos próprios, assim.

Coitado. Acho que eles falam, né? Eles citam condições do mercado, de fato, né? Não tá fácil pra ninguém. Mas também tem a questão de que, durante o desenvolvimento do Tony Hawk's 3 mais 4 aí, o remake, eles cresceram um bocado, né? E pra manter essa galera, eles tinham que ter engatado já num outro...

outro projeto. Um outro projeto grande, né? E não conseguiram. Então, né? Por exemplo, é diferente aqui do caso da Iron Galaxy, que a gente não tá falando aqui, ah, bando de filhos da puta demitindo seus funcionários e tudo mais, que a gente não tá falando de um estúdio que tá com lucros recordes trimestrais e nadando em dinheiro e tal. É um estúdio que ele realmente tá, ano após ano, tentando continuar nadando, tentando sobreviver, assim, né? Não tá fácil pra ninguém realmente o financiamento de jogos dessa escala, né? E pra estúdios menores, assim, deu uma bela de uma secada.

Eu diria que o financiamento de jogos, ponto. Deu uma bela secada, né? De fato, de fato. 90% de missões, muito triste.

Mas, continuando aqui com as notícias que já estavam na pauta antes dessa quebrando notícia aí, vamos falar um pouco sobre o BAFTA. BAFTA que é a Academia Britânica. Britain Academy. De filme e television. Television. E a arte. Alegria. E a alegria. A arte. Academy. Não. Não, Academy é o A, o primeiro A.

Ah, tá. Então, British and Act. Deve ser arte. Deve ser filme e television arts. É isso aí. Que é uma premiação, né, que tem o BAFTA pra, como a gente disse, TV e cinema e tudo. Mas tem também já há bastante tempo o BAFTA de jogos, né? Que nós temos aí um representante nacional, né? Glauber Kotak, vencedor. O único vencedor do BAFTA de jogos da história. O bicampeão. Bicampeão. Bicampeão do BAFTA. Tricampeão, se, né, as coisas continuarem como elas estão aí.

Foi até presencial esse ano. Foi lá, né? Esteve lá. Foda. Geralmente, ela é a premiação mais tardia, né? Ou seja, aconteceu agora final de abril, né? Pra falar de jogos... Do ano passado. Do ano passado. A gente acha que jogabilidade... Nossa! Não, mas a gente sempre fala. Esse podcast do ano anterior... A gente só não pode lançar depois do BAFTA. Exato. Se a gente chegar um dia e lançar depois do BAFTA, aí realmente atrasou.

Por conta disso, eles até cobrem alguns jogos, assim, pô, o jogo saiu em novembro de 2024 e tava concorrendo esse ano. Tipo, Stalker 2 tava concorrendo esse ano. O Indiana Jones tava concorrendo na primeira ação que rolou agora e tal. Mas o Indiana Jones do DLC? Não, não, o jogo básico saiu no final de 2024, né? Por isso que, tipo, eles cobrem, eles fazem mais tarde, então eles pegam um período maior também.

E o BAFTA é interessante porque tem um viés um pouco diferente, né? É um júri que ele é formado por pessoas que trabalharam na indústria dos videogames e tem uma comprovação de uma relevância, vamos dizer assim, né? Então, desenvolvedores, eu acho que entra também jornalistas e tal, mas tem um critério maior na seleção dos jogos também, né? Então, vem de uma lista que vai sendo refinada para uma lista menor, que vai sendo refinada até chegar na lista de indicados.

Então, uma premiação com um sabor diferente ali do Game Awards, até do GDC Awards, né? Que é votado pelos pares ali, né? Por membros dos desenvolvedores de videogame também. Só que são todos britânicos? Não necessariamente. Pessoas que trabalham ou que trabalharam na Inglaterra, mas não precisam necessariamente ser britânicos, não. Ah, ok. Mas são todos no território. Pelo que eu entendo, é mais focado na Grã-Bretanha ali. Então a gente vai ter que, pelo menos, trabalhar um mês na Grã-Bretanha. Isso. Se a gente quiser fazer parte do Júlio do BAFTA.

e puxar sardinha, porque os jogos que vencem sempre dão uma puxada é, costuma a mídia mola que fez qualquer coisa e ganhou o BAFTA porque eles amam um estúdio britânico fazendo umas paradas criativas assim tem que jogar muito jogo de simulador de avião

Não. É verdade. O Vampire Survivor só ganha prêmio porque apesar do Ponco ser italiano, o estúdio é localizado no Reino Unido. Jogou pra merda, você viu, né? Jogou o Glauber pra merda. O Glauber só ganhou. Falou isso? Ele falou isso, não falou? Falou, falou. Eu ouvi. Eu ouvi que foi isso que ele falou. Eu ouvi isso também. Que absurdo.

Mas teve uma coisa paia, né? Antes da gente falar dos indicados e vencedores, teve uma coisa paia nesse ano. Uma desenvolvedora, a Alex Jones, não confundir com o Alex Jones, o teorista da conspiração dos sapos. Como é? Os sapos gays, a água tá transformando o sapo. Ah, é, sim, sim. Que, aliás, o The Onion comprou o InfoWars, né? Ah, é? Comprou. Comprou e o Tim Heidecker tá na diretoria do bagulho. Assim, animal. Foda, foda pra...

caralho. Os plot twists da realidade, né? Não dá pra acompanhar. Mas Alex Jones, né? É uma desenvolvedora que ela até que já foi indicada e ganhou algum prêmio de fellowship, assim, do BAFTA no passado. Ia ter um trailer de um jogo dela, chamado The Quiet Things, que ia passar, né? Durante a premiação do BAFTA. O jogo é autobiográfico, né? E a história do jogo, ela tem temas pesados, né? Temas de automutilação, abuso, trauma e tudo. Só que assim, não é como se o BAFTA não soubesse disso antes, né?

E aí, um dia antes da premiação, eles ligaram pra ela e falaram, olha, a gente não conseguiu preparar a tempo um aviso de gatilho pros presentes no BAFTA, então por isso a gente não vai passar o seu trailer. E aí, tipo... Uma tela preta falando, aviso de gatilho. É, não, que fosse isso.

Mas assim, mesmo isso, a versão do trailer que vai passar, ela já é uma versão editada com pedidos anteriores. Tipo, olha, pra passar no BAFTA o trailer não pode ser muito violento, ele não pode ter várias coisas. Editaram uma versão que estivesse de acordo com as especificações do BAFTA. E aí no dia anterior fala que não vai rolar não. E aí ela até fala que eu tentei falar, deixa que eu coloco essa modificação no trailer. Eu coloco a tela de aviso e mando pra vocês rapidinho aqui.

E aí, silêncio, não responderam nada de volta. E assim, o trailer, eu não sei se vocês assistiram, mas é um trailer bem, assim, vago, né? O máximo que tem é uma personagem pegando um estiletezinho e olhando, assim. E, obviamente, né, uma narração, né, que dá a entender mais coisas e tal. Mas, assim, visualmente, né, não tem nada... Nossa, que coisa chocante, né, que coisa impactante, assim, de aterrorizar os presentes do BAFTA, né? Então foi meio pá e é isso. Foi desculpinho, então.

É, assim, eu acho que realmente eles pensaram assim, nossa, esse trailer é meio bad vibes, né? Vamos não passar ele. Mas até aí, né, que visse o conteúdo antes, né? E assim, não é nem como se o BAFTA passasse muitos trailers, tipo o Game Awards e tal. Eles passaram, estrearam, né, a música tema do 007 lá da Landa Del Rey. Acho que teve alguma outra coisa, mas... Eu acho que eles iam passar o trailer do The Quiet Things justamente pelo histórico prévio da Alex Jones com o próprio BAFTA. Mas...

Não rolou, e o lado bom disso, né, é que esse bafafá todo, né, saiu em portais e fez barulho no Twitter e tal, e tá dando mais atenção ao jogo, né. Talvez mais do que ele receberia se ele só tivesse passado no Bafo. Talvez. Tomara, tomara que seja uma coisa boa aí. E ela e o pessoal foi esperto, né, que mudaram o título do trailer pra, tipo, The Quiet Things, o trailer que foi proibido no Bafo, alguma coisa assim. Tem que aproveitar o momento, né.

E ela depois até comentou, meio ironizando, né, que no BAFTA eles falam, tipo, elogiam jogos que arriscam e falam de temas difíceis, né? Exato. Elogião com uma certa distância, né, apenas.

Mas, falando dos indicados e dos ganhadores em si, eu achei interessante porque, que nem a gente sempre comenta aqui, né? Tudo que acontece é uma reação ou uma resposta ao que veio antes, né? Então, é muito curioso ver que nessa premiação, o Expedition 33 não fez a limpa. Foi a primeira das grandes premiações que ele não fez a limpa. Ele ganhou prêmios importantes, mas olha só, o Expedition 33 foi indicado a 12 categorias.

E venceu três. Ou seja, ele também foi o maior perdedor da noite. Ou seja, o lixo de jogo, né? Nossa, lixo. O pior jogo já fez. Concorreu 12 e ganhou três? Lixo. Nada a ver. É o que a minha mãe me diria. Ele foi o jogo que mais ganhou prêmios, né? Ele empatou com o Dispatch, na verdade. Os dois levaram três prêmios. Mas, de fato, Tengu, o maior perdedor da noite foi o Expedition 3. Tá vendo? Tá o que eu tô falando, cara. Foi o jogo que mais perdeu a categoria. É por isso que eu nem tento nada.

Na minha vida, entendeu? Porque é pra não perder. Exato. Entendeu? Ele concorreu 12, perdeu 9, ganhou 3, perdeu 9. Vamos apontar e rir. Porra. Exato, pô. KKKK. Mas ó, ele ganhou melhor jogo, melhor jogo de estreia, né? Que é o jogo de estreia de um estúdio. E melhor performance principal que a Jennifer English ganhou.

E aí o Dispatch, que levou três também, ganhou conquista em animação, conquista em áudio e melhor performance coadjuvante, que levou o Jeffrey Wright. Que eu acho legal que o BAFTA tem essas categorias, né? Mais categorias de performance, assim, que eu acho que o Game Awards devia ter também. Puxa dos filmes, né? É, pois é. Daí o Ghost of Yotei levou dois prêmios. Um que deixou todo mundo muito puto, porque ele levou o prêmio de música. Realmente é meio sacanagem o Expedition não ter levado o prêmio de música.

Ah, pô, isso é verdade. E de conquista técnica, né? De technical achievement e tal. Ok, justo. Death Stranding 2 ganhou realização artística. Atom Fall levou melhor jogo britânico. No Man's Sky ganhou jogo contínuo, evolving game, né? Justo. Justo. Kingdom Come Deliverance 2 ganhou narrativa. Blue Prince ganhou melhor design. Melhor game design. Foda. Foi bonitinho ver o... Tonda Ross. O Tonda Ross subindo no palco. E olha só que legal, o Blue Prince tava concorrendo a jogo do ano.

Não é uma premiação que se leva a sério. South of Midnight ganhou nova propriedade intelectual, achei legal também. Arc Raiders levou multiplayer. Lego Party ganhou jogo pra família. E Despelote levou a categoria jogo além do entretenimento. Olha que legal, pô.

Muito legal Então pô, foi maneiro E aí agora quer dizer então Que o Expedition 33 Papou todos os principais prêmios de games da indústria É verdade Incluindo jogo dando jogabilidade Absurdo Né? Absurdo Que é o mais disputado Lógico, lógico A gente manda o troféuzinho

Mini trofeuzinho. Pequenininho. De asa delta, né? Asa delta. Manda de asa delta. Mas foi isso daí. Pelo que eu tava vendo, o último jogo a fazer isso foi o Baldur's Gate 3, né? A perder tanto? A ser tão perdedor a ganhar os cinco, né? Cinco premiações principais da indústria. Eu acho que é Golden Joystick, The Game Awards, BAFTA, GDC e... E jogo do ano de jogabilidade. E jogo do ano de jogabilidade. Não, eu acho que DICE talvez. Não, eu acho que DICE.

Agora, um desses jogos aí, Sushi, contou com a consultoria de um antigo executivo da Playstation chamado Shuhai Yoshida. No caso, o jogo que Shuhai Yoshida trabalhou como consultor foi ele mesmo, o Expedition 3D. Temos alguma notícia sobre Shuhai Yoshida? Temos, André. O simpático Shuhai Yoshida sempre presente em nossos corações e nas notícias. Ele abre a boca e vira notícia? É verdade.

Fiquei sabendo que ele tentou subir no palco do BAFTA e não deixaram. Não, não, acho que o Shouhei Yoshida, ninguém ia parar ele não. Iam deixar ele subir, né? Iam deixar ele subir. Tipo, não tava nos planos, mas pode subir. Pra quem não sabe, o Shouhei Yoshida, ele foi o presidente da Sony Entertainment Worldwide Studios. Sei lá qual que é o nome completo, eu sempre esqueço.

Mas ele era o presidente do braço de jogos first party da Sony. Foi presidente por 11 anos. Foi de 2008 a 2019. Era basicamente o cara que trabalhava com os estúdios, aprovava os jogos, ia conferindo o progresso dos jogos, ia até para montar ou desmontar estúdios que poderiam ser first party dentro da Sony.

uma coisa famosa que ele fez foi jogar o Demon's Souls e falar que era uma bosta. Mas depois ele se arrependeu. Ele disse que é o maior arrependimento na vida dele. Não sei se ele fala isso, mas agora falou. Eu acho que ele disse que foi uma das maiores mancadas que ele deu na carreira dele foi julgar mal o Demon's Souls. Depois ele já se corrigiu que hoje em dia ele elogia, gosta, ele sempre postava os troféus dos jogos que ele jogava. Acho que ele platinou o Bloodborne e tudo mais. Mas é só uma anedota, né? Que o pessoal sempre lembra pra tirar a sarra dele que ele criticou o Demon's Souls na época.

Mas ó, eu acho que ele foi o diretor da melhor época da Sony, né? Eu acho que de lançamentos do First Party, do nosso gosto, eu acho que sim. Porque, pô, de 2008 a 2019, foi o período mais pedrada de exclusivos da Sony, eu acho. E, hoje em dia, quem tá no lugar dele é o Herman Hirst, que era o antigo presidente da... Sucker Punch? Sucker Punch?

Guerrilla, Guerrilla, Guerrilla, que agora é o presidente de todos os jogos First Party aí. E quando teve essa troca, em 2019, foi quando ele deixou esse cargo, ele foi... Ele subiu pra baixo, né? Que ele, em teoria, venderam como uma promoção, mas na verdade estavam tirando o poder dele. É, na época falaram ah, não, a gente tá reorganizando aqui pra ter mais agilidade, etc, né? Mas, é, na verdade, ele foi... Recebeu uma demoção, né? Ele caiu de cargo.

Isso, é que ele virou o chefe dos jogos indies, das parcerias indies que a Sony ia fazer, que é o que ele faz hoje em dia, né? Agora que ele saiu da Sony... De forma independente, né? Exato, ele aposentou da Sony e ele tá como consultor pra outras empresas, como o Xbox, como o Nintendo, ou até pra outros... Estúdios de desenvolvimento, que o André falou, pro Expedition 33. E ele recentemente participou de um evento de jogos na Austrália, no qual ele deu uma entrevista. E nessa entrevista ele comenta umas coisas que nunca vieram a público. A gente conseguia especular... É, mas não é só especulação. Exato.

Mas ele... Eu achei que ele foi bem... É que ele tá no modo foda-se também. É, então. Pois, eu achei que ele até falou coisas que eu não... Ele fez sinceraço, assim, né? É, então. Foi, fez um sincerão. É. Né? Mas, assim, é que antes, a imagem que a gente tinha do que aconteceu era meio que um desenho de ligue os pontos, assim. E aí a gente ligou os pontos e formou um desenho que a gente, tipo, olha, eu acho que é isso daqui.

Ele era o presidente, depois dele o presidente foi... É. Foi o Jim Ryan logo de cara? Não, o Jim Ryan não tomou o cargo dele, não. Era outro... O Jim Ryan era o CEO da porra toda, né? Ele era o presidente da World Wide Studios. O Shira era o presidente só da World Wide Studios? Isso, isso. Ok, então não era o mesmo cargo do Jim Ryan. Quem era que era o cargo do Jim Ryan antes? Era o Sean Leiden. Era o Sean Leiden que saiu quase junto com ele.

Saiu assim, ele saiu Na época que o Chiu Heiachida trocou de cargo E tudo isso tá conectado E ele conecta pra gente de forma mais clara Nessa entrevista com todas as palavras Que ele diz que ele foi demitido Ele foi, realmente ele Usa o termo que tipo, não, me tiraram do meu cargo Me demitiram do cargo específico Porque eu não queria acatar com as decisões deles Do Jirai Jirai

E nem só o Jim Raya Porque depois ele comenta que O Shawn Layden saiu pelos mesmos motivos Que os dois, tanto o Shuhei Shida Como o Shawn Layden Eles não estavam concordando dos rumos Que a Sony queria pra época Que era jogos como serviço Tem uma entrevista com o Shawn Layden Que ele fala mais ou menos isso, né? Bem mais... Diplomático É que ele fala tipo... De perspectiva E aí

Eu saí porque... Mas aí é importante essa distinção que ele era o presidente da porra toda, né? Então se alguém vinha até ele com uma exigência de rumo, era, sei lá, dos diretores, pessoal do Japão, o que seja, né? É, foi uma coisa... O famoso disputa de poder que eles chamam, né? Que o Jim Ryan tava crescendo lá e ele tava com uma visão que agradava mais, né? A diretoria. A diretoria. Sonho.

O Jim Ryan, no caso, que era o presidente da Europa, né? Ele sempre foi do braço europeu da Sony. É, e foi justamente nesse período aí do Jim Ryan que a gente viu essa tentativa de ocidentalizar mais o PlayStation, né? Não só no estilo de jogos que eles estavam buscando, né? Que foi esse rumo mais de...

apostar só em coisas grandes, parar de investir em projetos menores e mais arriscados. Não só isso, mas também mudar os escritórios, a sede para os Estados Unidos e tal. A gente sempre cita como caso o fim da Japan Studios e outras decisões que foram tomadas durante esse período aí também.

Exato, aí na transição Que hoje em dia a gente pode usar isso Mas na época não necessariamente Porque se o Showlander tivesse ficado, talvez os rumos tivessem sido um pouco diferentes Mas o Showlander nessa época Na entrevista, que nem vocês falaram Ele foi educado, ele só falou tipo Ah, a Sony queria tomar um rumo que não era o meu estilo Eu não entendia muito bem daquela área Achei melhor sair E aí

Talvez ele só foi demitido mesmo, talvez teve até uma briga ali e tal. Eu acho que talvez eles devam ter até tentado manter ele, mas assim, olha, o Jim Ryan vai tomar o seu cargo e a gente vai fazer com você que nem a gente fez com o Yoshida. Que é botar numa salinha branca.

A gente vai te dar um outro cargo aqui e o Sholei dá. Ah, não. Então, né? E o que é o que costuma acontecer aí? O que a gente imagina que aconteceu, por exemplo, com a Sarah Bond, né? Na Microsoft recentemente. Que ela tava pra ser promovida, né? Pra tomar o lugar do Phil Spencer. E aí chegou outra pessoa. Rolou essa disputa de poder aí. Ela teve uma visão que agradava mais, no caso, a Asha Sharma.

agradava mais a diretoria, né? A gente agradava mais o Satya Nadella, os outros poderosos ali dentro da Microsoft. Rolou uma disputa de poder e a Sarah Bond perdeu. E aí, ao invés dela aceitar ficar num cargo menor, né? E receber também uma demoção, de certa forma, ali dentro. Ou mesmo manter o cargo dela, mas com... No caso dela, essa é uma democinha, né?

com uma certeza de que ela não iria receber a promoção que tava sendo prometida pra ela, ela preferiu sair e foi o que o Shawn Lady fez, o Shouhei Yoshida ele aceitou, ele ficou um tempo ainda cuidando da parte dos índios, no que a gente também consegue pintar essa imagem aí conectando os pontos daquilo, a gente vai meio que forçar a sua demissão, a gente vai te colocar nessa salinha no quarto branco

até você decidir você mesmo pedir a demissão, né? Que é uma coisa muito japonesa de se fazer, né? É uma coisa que no Japão, como eles têm leis trabalhistas que protegem as pessoas contra certos tipos de comportamentos, né? Imagina um país que tem leis trabalhistas. Normalmente, quando você quer mandar uma pessoa embora, mas você não pode mandar uma pessoa embora, você bota ela num cantinho, às vezes num literal cantinho, sem que ela tenha muita coisa pra fazer ou com muito menos responsabilidade do que ela tinha antes. Muito menos poder. Muito menos poder, né?

até que ela decida, ela não aguente mais essa situação e resolva pedir demissão. Fala que no Japão é muito comum, conheço pessoas próximas que passaram por isso aqui no Brasil. Olha só. De que não queriam demitir a pessoa porque ela trabalhava muito tempo na empresa e aí botaram a pessoa numa salinha. Agora se eu carguei esse, você vai ficar nesse escritório aqui. É que aqui no Brasil também tem um pouco mais de lei trabalhista do que nos Estados Unidos, por exemplo. Os Estados Unidos não é, né? Nem país.

É faroeste até hoje. Mas o que a gente tava falando é que ele não foi educado, entre aspas, eu acho que ele foi de boa, mas não é comum ver pessoas... Sendo tão sinceras. Executivas sendo sinceras, assim. Ele diz... O Shoei Yoshida. Isso, ele diz que ele foi demovido por causa de atrito com o Jim Ryan.

Que o Jim Ryan queria que ele fizesse coisas que ele não queria. E ele virava o Jim Ryan e falava, não, eu não vou fazer isso. Jim Ryan quis me remover do cargo porque eu não escutava ele. Ele me pediu pra fazer umas coisas absurdas. E eu disse não. É, a gente não sabe quais coisas, mas a gente consegue ver mais ou menos o rumo dessas coisas. A gente consegue imaginar, né? Tipo, a gente consegue imaginar ele indo num estúdio e falando, olha, parem tudo que estão fazendo, o negócio agora é... Game as a service. Game as a service.

Mandem aí um pitch do próximo jogo de vocês, mas lembrem-se, se vocês quiserem manter o emprego, tem que ser Game of the Service. Isso é caralho. O Jim Ryan realmente foi um negócio, né? Porque ele entrou... Essa é a minha fanfic, tá, gente? Ele entrou no começo da geração do PS5. Ele entrou em 2019. E essa geração pra Sony... Assim, tá vendendo muito o PlayStation 5 porque, né? É o que tem. É, mas o longo prazo eu acho que vai cobrar. É tipo nossos jogos, os estúdios e os investimentos. Nenhum se pagou.

Mas louco, né? Porque o Jim Ryan saiu como fodão, né? Não sei, eu acho que não Eu acho que ele saiu com prêmio, com bônus Mas isso qualquer um sai O famoso paraquedas dourado Mas digo, a percepção Que ele saiu tendo Foi negativa, né? Mas eu acho que é uma percepção nossa Você acha que na indústria Você acha que dentro da Sony a percepção hoje em dia Eu diria que sim

Na diretoria, eu vou chutar que sim. Negativa? Negativa. Tanto é que na gestão Hideaki Nishino que está sendo agora, muito do que ele fez está sendo revertido, né? Tanto os rumos aí de jogos como serviço, quanto a americanização, a ocidentalização da Sony, né? Que está voltando mais para o controle de executivos japoneses.

Mas ele saiu antes do Concorde, não foi? Muito antes. Ele saiu quando ele tava na Cristo da Onda ainda, teoricamente. Antes desses milhares de projetos aí, era errado, né? É, que depende do que você chama de Cristo da Onda, né? Ele saiu por cima da carne seca. É, é. Eu acho que ele poderia ter saído em momentos piores. Exato, é. Mas já não tava tão legal as coisas. Já tinha rolado, né? Já tava na época das demissões em massa e tal.

Mas é basicamente essa notícia, né? A fofoquinha que ele falou com todas as palavras, né? Que ele foi demovido realmente por... Não concordar com o Jim Ryan. Não concordar com o Jim Ryan, exatamente. Não concordar? Não concordar.

Pô, Jim Ryan foi mesmo uma praga bíblica, né? Foi, foi. Impressionante, assim. Lembra do sorriso dele? Não, não lembro do sorriso dele. Não tem aquele compilado? O sorriso de Ryan? Como é que é? Puta que pariu! Sorriso de Ryan.

Alguém pode fazer uma fã do Jim Ryan? Sorriso, Jim Ryan. Por favor. Eu acho engraçado que, assim, o meu primeiro contato com o Jim Ryan, assim, de ver ele numa live, foi uma live, acho que foi Paris Games Week, alguma porra dessas, assim, europeia, que ele tava no palco, ele subiu pra falar, assim, e, sei lá, o cameraman teve um ataque, assim, perdeu o controle de suas funções corporais. A Kenny Valley, né? E deu o maior zoom do mundo na cara dele, assim. Foi um crash zoom gigantesco. Pá!

A cara dele assim com todos os poros na sua face Um jump scare Bob Esponja, né? É, Bob Esponja e Rain Stimple O jump scare da cara do Jim Ryan Marcado pra sempre, né? Em nossas imaginações Em nossas retículas Exato

Já que falamos de Playstation, vamos falar aqui de Xbox, né? E quinta passada, no canal do YouTube do Xbox, teve um evento de revelação de um jogo que não tem muito a ver com o Xbox, mas que tá sendo promovido pelo Xbox, que é o novo jogo da 4A Games aí, o estúdio ucraniano por trás da série Metro, o novo jogo.

Da série Metro, né? O Metro 2039. Série longa, né? Pra você ver, né? Muito jogo pra jogar. Mas é, teve o Metro 2033, de 2010. O Last Light, que eu acho que é 2014. Metro Exodus, que é de 2019. E agora...

Sete anos depois aí, vem o 2039. O que é interessante pra começar a conversa assim pelo nome, né? Porque o primeiro chama 2033 e depois eles abandonaram a nomenclatura com os anos, né? E agora tá voltando um novo Metro com o ano no título. E a série, ela é baseada em livros, né? Livros do Dmitry Glukowski.

E os livros, eles são todos nomeados com o ano, né? Então, acho que são três livros. São 2033, 2034 e 2035. Os jogos, eles foram se distanciando, pelo que eu entendo, né? Eu não fui tanto atrás, assim, disso. Mas, pelo que eu entendo, 2033, ele é bem baseado mesmo no livro 2033. E aí, a partir do Last Light, eles vão tomando os próprios rumos deles e dando uma distanciada. É tipo Witcher. Tipo Witcher.

Eles usam os personagens do livro? Usa, sim. O do primeiro, principalmente, sim. Eu li o primeiro livro, mas eu não lembro quase nada. Mas foi muito tempo? Faz tempo, faz bastante tempo. Eu sei que tem o Artyom. Tem ele lá. O Stalker é aquele piquenique na beira da estrada, não é um negocinho? Tem isso aí.

É que perguntaram se o Stalker também é baseado nos mesmos livros. Não, não é o mesmo livro. Não, não, não. Não é o mesmo livro, não. Mas, veja só, o jogo Metro 2033, ele é baseado no jogo Stalker, né? Que também é um jogo ucraniano, né? Ele pega, basicamente, ideias que o Stalker tinha sobre sobreviver nesse ambiente inóspito, né? Tipo, porra do clé.

E traz de um jogo mais sistêmico, mais aberto, pra um jogo mais narrativo, mais linear e tudo mais. E a premissa do Metro, pra quem não conhece, é... Você pega, né? É, você entra, passa o cartão. Teve uma guerra nuclear, né? E a gente vai acompanhar os sobreviventes dessa guerra na Rússia, né?

As pessoas que sobreviveram, sobreviveram se abrigando no metrô de Moscou, né? Que, historicamente, né? Ele foi construído muito profundo, né? E, inclusive, na época da Guerra Fria, com capacidades de servir como bunker pra um ataque nuclear mesmo e tal. Então as pessoas se abrigaram...

no metrô, e ficaram lá, porque a superfície ela ficou completamente inabitável por causa do inverno nuclear, radiação, e na ficção da série Metro, criaturas, né, animais, mutantes e outros seres infernais, assim, que estão caçando lá fora, e aí o pessoal sobrevive nos metrôs, foram formadas sociedades, né, cidades dentro dos metrôs, e nessa sociedade facções, né, então você tem os neoleninistas, você tem os neo-neo nazistas, né, tem o quarto

Wright e tal, o seu personagem dos jogos, que é o Arteon, ele sai pra investigar uma possível nova mutação aí, o que ele chama de os Dark Ones e tal, que tem uma suposta ameaça que podem causar aí o fim dos metrô e da sobrevivência dessas pessoas e tudo mais.

É o mesmo protagonista em todos os jogos, então, André? Então, os três que existem atualmente é ele, né? É a saga dele. E isso é uma coisa interessante porque não conhece nada, ou muito pouco, dos livros, né? Mas o primeiro jogo, ele tem dois sinais. Um final que ele é mais, vamos dizer, mais cínico, assim, mais martela os temas do jogo. Porque o jogo é muito sobre xenofobia, outrificação, né? De encontrar um inimigo no outro, né? Muito sobre...

Mensagens antiguerra no geral, mas muito puxado para o alerta do autoritarismo e da tirania e do... Do etnocentrismo. É, dentre outras coisas. Não quero dar muitos spoilers aqui sobre o 2013, apesar de ser um jogo de 2010, talvez as pessoas vendo esse trailer se interessem e vão jogar, mas no final você tem que tomar uma decisão que ou redime o personagem ou martela mais ainda os temas do jogo, colocando ele como uma parte desse problema.

canonicamente, né, foi escolhido esse final pior, né, pra dar continuidade no Last Light. Só que aí, o Last Light, tanto o Last Light quanto o Exodus, eles acabam se tornando uma espécie de redenção pro arco do personagem do Artyon. E aí, por conta disso, eles se tornam jogos menos cínicos, mais esperançosos, vamos dizer assim.

E isso se reflete também no jeito que você joga eles. O 2033, ele é o jogo mais... Tem mais atrito com a jogabilidade, né? Porque, pra quem não jogou, são jogos que ficaram famosos na época, porque quando você ia sair do metrô, né? Ia sair das cidades, você tinha que usar máscara de gás. E aí a máscara de gás tem um filtro, né? Que com uma duração limite ali. Então você tem que encontrar novos filtros, né? Pra ir trocando com o tempo. E tudo isso é uma mecânica. Você tem que ficar olhando no relógio pra ver quanto tempo de filtro você tem. As suas armas, né? Você tem que ficar bombeando, né? A pressão delas pra elas atirarem...

com eficiência. A munição é super limitada também, né? A munição é super limitada e é a moeda, né, dentro do metrô. Então, se você quer comprar um item de cura e tudo mais, você tem que dar as suas balas, né? E isso é muito interessante mecanicamente. Eu acho que poderia ser mais interessante mecanicamente, mas tematicamente é muito interessante, né? Você tem que trocar ali a sua capacidade ofensiva por poder se curar ou poder ter mais filtros de ar, né? A lanterna também, você tem que ficar bombeando a energia dela. Então tem várias, vamos dizer...

burocracias, né, pra fortalecer essa ideia do quão difícil é sobreviver nessas condições. Com o Last Light e o Exodus, não é que eles removeram essas coisas, mas eles foram deixando elas menos agressivas, vamos dizer, né. Ainda é um jogo que vai pesar ali na parte da sobrevivência e tal.

Mas foi ficando mais liso de jogar, vamos dizer. O Exodus, inclusive, por conta da narrativa dele, né? Ele quase nem se passa nos túneis do metrô. O Last Light foi o único que eu não zerei. Mas o Exodus, ele... A estrutura dele é basicamente você tá com a sua turminha. Você descobriu ou concluiu que, tipo, não, esse pessoal que fala que só tem vida no metrô tá querendo manter a gente aqui. Vamos sair e procurar a vida fora dos metrôs. E aí você sai com a sua turminha num trem. E aqui eu tenho que ser mais específico, que é o veículo de trilho, né?

E aí a estrutura do jogo é, vocês vão parando Por lugares nessa viagem E esses lugares são meio que as áreas Abertas, algumas nem tanto assim do jogo Então é um jogo bem mais Céu aberto, né, menos claustrofóbico Assim, ainda é bastante desgraçado, né As coisas que você, as histórias que você passa e tal Mas ele é bem menos, o que eu gostava Mais em 2013, vamos dizer Eu sinto que foi se perdendo

E aí nós chegamos no 2039, que foi anunciado agora. A primeira coisa que eles disseram, né? Uma das primeiras coisas que eles disseram é vamos voltar para os túneis, né? É um jogo que, de novo, vai voltar para Moscou e vai se passar nos metrôs de Moscou de novo. Só que agora a história é a continuação do outro final do primeiro jogo. Não, na verdade ela é depois, né? Ela vai se passar em 2039 e vai contar a história de um outro personagem. Eu esqueci como é que eles chamam ele, mas é um nome meio genérico, assim, tipo, ô soldado, ô estranho, como eles chamam.

E aí, vejam só, né, desse tempo depois que se passou, quem diria? O fascismo venceu, galera. O quê? O fascismo unificou todas as facções dentro do metrô, e é o novo Reich agora. E, inclusive, quem tá liderando, né, é o Hunter, e não me refiro ao inimigo do Resident Evil, mas o personagem que, no 2033, coloca tudo em movimento.

é o personagem que manda o Artyon na jornada dele e que tinha sido dado como morto, se eu não me engano ele não volta a aparecer nos jogos da trilogia original, e ele usa um bonezinho né, que é faça o metrô grande novamente, um negóciozinho e ele é o líder do novo Reich

Você, como esse sobrevivente aí, passou por alguma coisa muito ruim nos metrôs e falou que nunca mais voltaria, mas agora tem que voltar por algum motivo e você vai ver como essa civilização tá hoje em dia. Então parece que é um jogo voltando às origens e também, né, uma coisa que foi surpreendente, né, mas quando você para pensar nem tão surpreendente assim.

Assim, ainda é surpreendente, mas eu ouvi gente falando nossa, eu não acredito que a Microsoft fez isso. Ah, eu acredito. Que é, durante o vídeo que começa com um trailer CG do jogo e depois tem um momento de entrevista com os desenvolvedores, eles falam muito abertamente sobre como...

a invasão da Rússia na Ucrânia, né, e a guerra e tudo, influenciou diretamente, tá influenciando diretamente, a história que eles querem contar com o Metro 2039, né, e como que eles são um estúdio muito orgulhoso de ser, que tem muito orgulho de ser ucraniano, e que, né, obviamente eles estão deixando muito claro, né, o posicionamento deles nisso tudo. O que, tipo, é surpreendente disso estar num vídeo no canal da Microsoft, é surpreendente porque...

Do ponto de que grandes empresas costumam tentar ser o mais apolíticos, né? Não queremos nenhuma declaração sobre isso e tudo mais. Ao mesmo tempo, né? É um conflito que a própria Microsoft apoia a Ucrânia. A gente sabe o lado que os Estados Unidos estão nisso tudo aí. É um conflito muito menos polêmico, por exemplo, do que o massacre em Gaza. Um conflito que tem muito claramente um agressor, um...

uma vítima, né, uma coisa de soberania nacional e tal, então não é tão polêmico quanto eu vi algumas pessoas reagindo a isso, achando, eu acho, mas ainda assim, é legal que eles estejam falando tão abertamente sobre como que isso influencia e vai influenciar o jogo que eles querem contar, o jogo que eles estão fazendo e a história que eles querem contar, porque é interessante pensar que como o Metro Exodus, ele foi lançado em 2019, ele vem antes até da pandemia, né.

Então se pensar assim, que é um jogo feito num mundo em que não existia pandemia ainda. Então a coisa que eles falam na entrevista é, antes a história era sobre alertar sobre os riscos dessa realidade e tudo mais. E agora pra eles é tipo, não, isso é a realidade. A gente tá lidando com as consequências disso. Vai ser um jogo pra falar sobre o que a gente faz agora.

depois disso, né, a partir disso, né, e eles martelam muito que vai ser um jogo sobre isso, né, sobre, né, o que eles citam aqui, o custo do silêncio, os horrores da tirania e o preço da liberdade, é sobre isso que eles querem falar nesse jogo, e assim, pô, os jogos que querem falar sobre alguma coisa...

interessante. Nunca vi. Mas o jogo não é arte. O jogo nunca fala sobre nada. Porque o jogo é apenas um produto, André. Não é mesmo? Então, eu fico empolgado. É interessante que o autor, né, ele tá bastante envolvido com esse jogo. Se eu não me engano, ele teve bastante envolvido também com o Metro Exodus, mas ele tá bastante envolvido no 2039 também.

que é o Dmitry Glukhovski, né? Ele atualmente é um procurado na Rússia, né? Porque ele é um autor russo que se manifestou contra a Rússia nessa pataquada toda aí. Ele fugiu da Rússia, né? Ele está exilado atualmente. Mas também é um cara que é meio chonistinha das ideias aí, hein?

Ah, mas, infelizmente. É igual a Microsoft. Por isso que ela apoiou essa mensagem. Exato. Então, vamos ver o que vai sair desse jogo aí. O que vai vir daí. Eu gosto bastante de 2033 e a ideia de um Metro que está voltando para ele, eu acho que é válido aí. Um Metro novo. Um Metro novo.

Sim, saiu a linha ouro recentemente. Ela vai até o aeroporto de Congonhas. Guilherme Alves disse, e ouvi outras pessoas falando, muito mais dúbio que Gaza. Fale isso para a sociedade norte-americana. Assim, é mais dúbio porque o motivo da guerra na Ucrânia é mais complicada por causa de treta da OTAN, coisa de anos e anos atrás, o Putin sendo filho da puta. Eu acho uma guerra mais complicada.

de ver um lado certo, porque meio que não tem, porque tanto o Zelensky quanto o PUT estão fazendo merda, população que sofre, né, por causa disso. Exato, os civis é que sofrem sempre, né? Exato, então nesse sentido é uma guerra mais dúbia de se falar e se discutir do que Gaza, que é um genocídio, é um massacre. Mas vai falar aquilo que o André falou, vai falar isso para as empresas. Vai falar isso para a Microsoft, né? Qual desses dois você apoiaria? Se você tem alguma dúvida, tipo, que seria muito mais surpreendente se a Microsoft lançasse qualquer coisa tomando um lado...

Da Rússia, jamais. Não, ou do conflito de Gaza, assim. Pelo fato de que nas ações eles tomam, né? Mas vamos dizer, num anúncio de jogo do Xbox, vamos dizer. Seria muito mais surpreendente se eles fizessem alguma coisa tomando qualquer lado que fosse, tá? Tipo, deixando um desenvolvedor falar abertamente sobre o suporte à Palestina ou à Israel num trailer. Acho que seria muito mais surpreendente, muito mais. E essa Israel, no caso, né? Ah, bom, é.

Próxima notícia, que mais que a gente tem aí, Sushi, de estúdios trabalhando em jogos. Estúdios da região... É leste europeu? Já entra como leste europeu? Eu acho que sim. Vamos falar um pouco da Bluebird Team, André, que vem com tudo. Se você pensar bem, da metade da Inglaterra pra lá, é leste, né? Ah, não. Calma aí. Não é onde passa o meridiano? É se fosse... É.

Tô brincando, mas... Mas falando do Leste Europeu, então, ou próximo ali do Leste Europeu, vamos falar da Bulbertin, que fica na Polônia? Polônia. Polônia, lembrei certo, ok. Ah, o Bulbertin também é da Polônia, né? Sim, igual a CD Parts Red, que vai ser importante pra algumas coisas que eu vou falar daqui a pouco.

pouco. A Bloober Team tá com tudo, né? Tá vindo com tudo aí. Já é um estúdio que vem tentando aumentar o investimento, digamos assim, nos seus jogos já faz um tempo. O Silent Hill 2, né? Na época, antes do jogo sair, eles já tinham anunciado, né? Que ele ia dar uma entrada numa nova era do estúdio, que era quando eles agora iam focar mais em gameplay, porque antes era muito jogo de fugir de monstro, né? Jogos de terror com criatura, mas sem conflito direto. E nisso a gente teve o Silent Hill 2 e teve o Cronos. Dois ótimos jogos. O Silent Hill 2 remake, né? Só pra deixar claro.

Mas, aparentemente, as ambições deles não param por aí. Não param. Porque eles já tinham alguns jogos anunciados, três jogos anunciados, né? Remakes on the Hill 1, o Projeto M, que vai ser um exclusivo de Switch 1 e 2, e o Nerds of the Year 3. Esses três jogos, a gente já sabia que eles estavam trabalhando em algum nível. E agora eles foram comunicar algumas mudanças na estrutura do estúdio, né? Eles estão trocando lideranças de camadas diferentes do estúdio, né? É agilidade isso.

Eles estão buscando agilidade E Muitas dessas pessoas Vieram da CD Project Red É verdade Dicas de passagem Mas Um braço importante Denotar aqui Que eles estavam trocando A liderança também Agora eu não sei se é trocando Ou colocando Mas eu acho que é mais trocando Que era o braço de publishing Aí você fica Ué Blooberteam publicando o jogo Essa é nova

Pior que não. Pior que não. Eles já estão publicando jogos há muito tempo. Eles já tinham esse braço de publicar jogos, que é a Freedemic, que se você for no Steam, já tem jogos publicados deles há muitos anos já. Acho que de 18, 17, já faz um bom tempo já que eles têm publicado. Muito jogo indie, muito jogo pequeno, mas eles já estavam aí publicando jogos de alguma forma. E é um braço da Blubertin mesmo.

diretamente ligado com eles. E agora, nesse comunicado deles, eles comentaram que, no total, eles estão trabalhando em sete jogos, incluindo esses três que eu já comentei, que eles já tinham anunciado e tudo mais. Então, em teoria, tem quatro aí que a gente não conhece. Mas eles dizem que, internamente, a Bloober Team é um estúdio de duas equipes. Então, como é que eles estão fazendo sete jogos, se eles são só duas equipes?

Eles estão financiando os outros jogos. Eles vão no Get Ninjas. Exato. E botam lá fazedor de videogame. Aí eles atrelam os outros cinco projetos que nesse comunicado eles falam que o estúdio tá trabalhando no Laser Offer 3 e no Projeto M.

O pessoal ali do chat tá teorizando. Projeto M, Mario, Nintendo, Luigi's Mansion 4 tá sendo feito pela Blooberty. Exatamente. É porque esse projeto M é o que eles falaram que vai ser exclusivo pra Nintendo, né? Vai ser exclusivo pro hardware do Switch. E só pode existir tecnologicamente graças ao Switch.

É, então, eles falaram que vai ter alguma brincadeirinha, vai ter algum desdobramento ali, que vai depender do hardware da Nintendo, do hardware do Switch. Mas qual parte do hardware será que eles estão falando que vai depender? O mouse? É, eu não sei, porque eu não sei nem... Projeto M de mouse!

Caralho, boa, Fábio Porque eles citam O botão C Ó, esse projeto Eles falam Para fãs de Limbo E Eternal Darkness Então assim Eternal Darkness Eu consigo ver eles brincando Assim com a estrutura De um portátil Você vai precisar ir Pra algum lugar Não sei Ele vai ter que estar Que você tá mexendo E não sei Qual que é o Eternal Darkness? Ah, tá, tá bom Eternal Darkness Eternal Darkness Eu confundo com aquele Shadow Heart Heart of Darkness Sequestra o cachorro daquele Heart of Darkness Heart of Darkness Tá, é isso aí

Não, até o Nodaknas é o... É o do Gamecube, né? É o do... Da Silicon Knights? Silicon Knights. Isso. Que é... Dennis Dyack. Que diminui o volume da sua TV, blá, blá. Isso, isso, isso. Mas eu acho que eles estão meio de papinho aí, um pouco. Porque eles falam que, ah, esses dois projetos estão aqui encabeçados pelas duas equipes da Blubber Team. Porque a gente acha que é muito arriscado o estúdio inteiro focar em um projeto só hoje em dia, porque é difícil saber o que vai dar certo, o que vai dar errado. Então, o estúdio tem duas equipes fazendo dois jogos.

E os outros cinco? Ah, como a gente não quer afinar demais as equipes ao ponto que a gente não vai conseguir desenvolver os jogos da maneira que a gente gostaria. Nenhum, né? Os outros cinco estão com um braço nosso, que é a Broken Mirror. Aí, o que é a Broken Mirror? Peraí rapidinho, Sushi. Você falou que os dois jogos que estão no Blubertinho são quais? É, Lays of 3 e o Projeto M é o que eles dizem aqui. Mas, se você entra no site da Broken Mirror, o Projeto M tá com a Broken Mirror.

Mas e o Silent Hill 1? Então, eu tinha visto isso. O que o Bloober mesmo está fazendo é o Silent Hill e não o Lays of Fear 1. Eles estão fazendo o projeto H, né? Que eles falam que é o mais ambicioso e com o maior potencial comercial, que é o que a equipe do Cronos está trabalhando. Então, tipo, o Silent Hill 1 Remake é a equipe do Silent Hill 2, obviamente. E a equipe do Cronos começou esse projeto H aí, que eu espero que não tenha a ver com o programa H. Quem se lembra?

Não, isso aí a gente deixa de lado Luciano Huck na Band É tiazinha Zero memórias Ainda bem, às vezes é Peraí, é tiazinha quando você pensa na tiazinha Que eu sei que você faz sempre Sempre, todo dia eu tô pensando na tiazinha Você associa ela ao quê? A super heroína, tiazinha Ela tinha um programa de TV pra criança Tinha um desenho Tinha um chiclete da tiazinha Ela usava calcinha por cima da roupa Exato, igual o super homem

Que usa o calcinho por cima da roupa. Ah, como eles são engraçados. Mas no comunicado deles eu tinha entendido isso, e eu ia até fazer esse adendo, porque procurando mais sobre Broken Mirror, é um outro... Eu não sei qual que é a distinção exata, mas eu acho que uma coisa tá virando a outra, que eles falam que a Broken Mirror tá cuidando desses cinco projetos. Enquanto o estúdio principal faz os outros dois, que o André comentou agora. Quando você vai no site da Broken Mirror, tem lá um jogo publicado que saiu no começo desse ano, que é o primeiro jogo que eles publicaram, que é o I Hate This Place.

Que é o jogo que saiu no comecinho do ano. Se você vai no Steam, esse jogo é publicado pela Firdemic. Então eu acho que a Firdemic tá virando essa Broken Mirror. É, eu diria que sim. Acho que é uma questão de nomenclatura aí. Que acho que agora, como saiu antes até desse anúncio que eles estão fazendo. Acho que talvez agora eles comecem a mudar o nome oficial. E seja Broken Mirror pra tudo.

Dessa coisa meio second party que eles estão fazendo. E aí o pulo do gato que eu falei que eles estavam meio que de papinho é que se os jogos estão sendo feitos pela Broken Mirror, vão ser publicados. Então não são jogos desenvolvidos por eles. Mas eles estão mandando. É que o negócio é, Blooberteens está fazendo sete jogos. Bom, meio que não. Está fazendo dois e publicando mais cinco. Essa é a notícia de verdade, no fundo, no fundo.

Mas é muito mais clickbait se você falar a Bluebird Team está fazendo sete jogos. Na hora que eu vi isso, eu fiquei, como assim? Não cabe sete jogos na Bluebird Team. E de fato não cabe. Eles contrataram um milhão de pessoas? Mas assim, de qualquer forma, a gente comentou mais cedo hoje que a gente está vivendo esse momento de investimentos escassos na indústria dos jogos.

que tá gerando um reflexo curioso, que eu espero que seja positivo a longo prazo, de outras empresas e braços e estúdios e até indivíduos tentando fazer esse papel de publishing. Então a gente tem, por exemplo, o Grampo Bear, que é um streamer, youtuber, que tá começando a publicar jogos índices pequenos. Que já foi afetado pela jogabilidade, já. Não, você.

Eu sou jogabilidade. Teve o caso da Big Mode, né? Do... Ah, como é o nome do nome? Do Dunk. A Blue House de cinema. A Blue House de cinema. Teve agora, né? A Black Tab Games, que era o pessoal do Slay the Princess, né? Isso. A Pocket Perth também fez, né? O pessoal do Among Us. A Outer Sloth, né? Outer Sloth. É. Ponko, do Warpour Survivor. Exato. Tem vários estúdios indies pequenos tentando financiar E aí

Outros estúdios índios pequenos. Exato. Estúdios índios pequenos que fizeram algum sucesso, né? Estão aproveitando esse sucesso e dinheiro para financiar outros jogos. Eu também espero que isso dê certo a longo prazo, né? Porque a gente já viu, por exemplo, a Riot tentando fazer isso. E aí ela investiu em um, dois, três jogos ali e depois pulou fora, né? É. É. Mas a Riot não é um estúdio índio pequeno, né? Isso é verdade. Eu acho que tem essa questão aí. Eu, por exemplo, vou pedir para os meus amigos me financiarem. Eu acho que é uma boa.

comentário aí que o Northern Lion também tá publicando eu não diria que ele tá publicando, ele tá ajudando a arrecadar financiamento pro esqueci o nome do jogo agora, é um jogo de dedução social, que ele vai fazer um cruzeiro e o dinheiro arrecadado nesse cruzeiro vai pra ajudar o desenvolvimento desse jogo que ele achou legal um atlético ninguém faz, né? vamos fazer um cruzeiro do jogabilidade? um atlético do jogabilidade você prefere um cruzeiro ou um atlético, André? Rafa, se a gente for fazer um cruzeiro fica mais quietinho, né? se a gente for fazer um cruzeiro a gente precisa de financiamento pra ter um...

cruzeiro. E não de usar ele pra gerar. A gente arruma um patrocínio, pô. Vamos fazer assim. Suave. A gente passa no cartão quem tem um limite maior aqui? Ah, cancelaram o cruzeiro já, porra. Será que era só marketing, então? A gente passa no cartão do Tengu. Isso. E aí o cruzeiro, né? E aí quando a gente estiver em alto mar, a gente toma o controle do cruzeiro. Isso. E cria a nossa própria nação no mar ali, no oceano, o nosso próprio Alter Heaven Games.

A gente tem certas... Ainda existem ilhas inabitadas no mundo. A gente vai pra dessas ilhas e cria a nossa própria nação. Você lembra uma época, no começo da internet, que você podia comprar um título de Lorde de uma ilha, não sei lá o quê? Lembro. Lembra disso? A gente pode fazer tipo isso. A gente pode. E fazer o Fire Festival.

É, exato. A gente pode achar uma ilha, falar que a gente tá vendendo títulos pra essa ilha e vender pro nosso público. E aí financiar o Cruzeiro. Isso. O time de futebol, no caso. Isso. Clarice, seria legal a jogabilidade financiar jogos indígenas brasileiros? Primeiro a gente tem que se financiar. Exato. A nossa, assim, a nossa existência, gente, não é garantida. É, pois é. Muito obrigado a todo mundo que nos apoia. Por favor, não deixe de nos apoiar.

Porque a gente tá conseguindo se manter. Essa é a parada. Quem dera, a gente estivesse na situação de conseguir financiar outras pessoas. Exato. Uma vez, quando a gente tava mais do que se mantendo, a gente fez coisas sociais. Fez. E dia, quando a gente conseguir mais do que se manter, a gente pode tentar de novo. Lembra daquela época? Em bons tempos, né, Dérô? Exceto o fato de que o mundo tava morrendo. É bom. Eram bons tempos. A Twitch, pô, carteira abertaça, assim. Pagando legal. Nossa, pagava legal. Um no chat mandou um comentário assim.

Nossa, Rafael tá parecendo que tem geografia de americano, estarendense, ah, ah, ah. Gente, escola, quinta série, Meridiana e Greenwich, divide o mundo no meio, entre leste e oeste, passa na Inglaterra. Vocês nunca jogaram Metal Gear Solid 3, não? Na Guerra Fria, o mundo foi dividido em dois, leste e oeste.

O Snake me ensinou tudo que eu sei sobre geografia. Teoricamente, a Europa toda é a Leste. Obrigado, Kodima. Obrigado, Kodima. Essa é a piada. Toma. Eu joguei no seu nome, só precisa saber. Mas a notícia era essa da Blupertine. Mas olha só, eu fui pesquisar para tentar ver se tem informações sobre os sete jogos. Eu não achei sobre os sete.

Mas como eu disse, só pra deixar claro aqui Os dois que, pelo menos do que eu vi Da Blubertin mesmo, internamente Que eles estão desenvolvendo Um é o Silent Hill Remake, da equipe Silent Hill 2 E esse Projeto H, que eles dizem que é o jogo mais ambicioso Que eles já fizeram, com o maior potencial comercial Que é da equipe do Cronos Projeto H não é Projeto M? Não, não, não Tem os dois Ah, tá

Da Broken Mirror tem esse projeto M, que é supostamente exclusivo pra Nintendo. Quando falaram assim, ah, um jogo de terror da Blooberteam exclusivo pra Nintendo. A primeira coisa que eu pensei foi, pô, será que eles estão fazendo um novo Fatal Frame? Porque Fatal Frame e Nintendo tem um histórico, né? Mas aí depois eles falaram que tem isso de Limbo, Eternal Darkness, eu acho que é outra coisa mesmo. Talvez seja uma propriedade nova. Mas eles falam isso, né? Ah, o jogo vai ter uma virada que só vai funcionar no hardware da Nintendo.

São três jogos, por enquanto, que você falou. Daí, Layers of Fear 3 também, supostamente está com o pessoal do Broken Mirror, não é um desenvolvimento interno. Tem também um outro tal de Projeto F, que não disseram o que é, ou não tem muitos detalhes sobre. Mas ainda assim, sobra mais dois, que a gente não sabe nada. Pelo menos eu não consegui.

achando informação sobre. Você acha que esses outros dois são outras empresas? Tipo que nem a Broken Mirror? São outras empresas menores? É tudo Broken Mirror? É Broken Mirror trabalhando com outras empresas, né? É. Ah, tá, ok, ok, ok. É porque do que eu sei, a Broken Mirror ela, por si, não desenvolve o jogo. Ela publica, né? Então ela vai estar ali dando suporte, alguma coisa, financiamento, gerenciando essas equipes e tal.

Mas se você vai, por exemplo, vamos dizer que A Broken Mirror é só o novo nome dessa Firdemic Que eu tava comentando, se você vai lá No histórico da Firdemic no Steam, por exemplo Cada jogo é tudo diferente, e não tem nenhum Desenvolvimento interno deles, né Então eu acho que cada projeto aí vai ser uma Parceria diferente também

Eu acho, gente, que se a gente tiver o remake do Sniper 3, vai ser depois. Se Deus quiser, pelo menos a mesma equipe que fez o remake do 2 e está fazendo o 1 agora, entendeu? É, eu gostaria que fosse a mesma equipe, né? Se eles forem continuar fazendo remakes, porque os caras mandaram muito bem, né? Sim. No 2. A gente tem um sorte de rio esse ano, gente.

Tá indo Silent Hill esse ano, o Townfall. Três anos seguindo com o Silent Hill. Só pedrada, só, né? Agora, imagina se esse Silent Hill e o Townfall for um lixo. Não, para. Existe a diferença. O Downpour é uma... Por que você foi pro Downpour? Justo pro Downpour, né? Pro Townfall, o Downpour, é muito parecido. Homecoming. Book of Memories. Esse é bom, hein?

Agora, Silent Hill tem alguns filmes aí, né? Tem o primeiro filme, tem o Revelations 3D, que é o segundo filme. E teve o Silent Hill maravilhoso, né? Baseado no Return to Silent Hill, que a gente comentou aqui. Espero que todo mundo tenha assistido. Eu não assisti, André. Você assistiu? Eu assisti. Ele falou do Fora da Caixa, tá? Falou. Ele deu os spoilers, tudo. Ah, não. Ele falou no Vértice. Falou no Vértice. Mas eu não tava no Vértice que ele falou. Não. Foi no Vértice.

Espero que todo mundo tenha assistido. Mas, filme de videogame, Tengu, parece que é um negócio aí, né? Pois bem, vamos falar então de cinema, que é a mídia inferior, né? Como já é estabelecido, videogames, mídia superior, cinema, mídia inferior. Isso é verdade. Temos filmes de videogame vindo aí, né? Um deles é o filme do Street Fighter, que ganhou um trailer novo, né? Esses dias. Chegou o elenco no Game Awards, né? No ano passado. Subiram no palco, fizeram uma festinha no palco, não sei o quê, né? E eu não sei vocês, assim, mas eu não sabia muito bem o que esperar desse filme, mas não ia ser normal.

A gente tem falado desse filme desde que começaram a anunciar o elenco, né? Sim. E aí desde que começaram a falar do elenco, a gente já viu. Pera, tem alguma coisa estranha. Os caras estão anunciando o Eric André como um ator no filme do Street Fighter, né? Sim. Pô, tem o Jason Momoa de Blanca.

É o 50 Cent de Balrog. De Balrog. Tipo, o que tá acontecendo, né? Então, né? Difícil saber o que tava vindo por aí. E aí agora, com esse trailer, né? Que saiu recentemente, já dá pra ter uma ideia muito melhor do que vai ser a vibe desse filme, né? E assim, um deleite esse trailer. Fantástico. Um prazer. Um prazer sem limites, né? Porque ele já é um trailer longo, né? Que mostrou...

O filme todo. Várias coisas, né? A premissa do filme e tal. Uma coisa que eles não tinham falado, eu acho, pelo menos eu não sabia, é que o filme vai se ambientar em 1993. Vai ser um torneio de artes marciais de 93. Então, ok. Show. Década de 90. Um ambiente propício pra esse tipo de coisa. E que, aparentemente, o protagonista meio que vai ser o quem? É claro. É americano. É porque ele é americano. É, mas é melhor do que o Gael, né? Que é o Gael do Van Damme, o protagonista do primeiro filme.

Quem era o protagonista do desenho americano? Era o Gaio também, não era? Ou não? Eu acho que era o Gaio, sim. É. Porque ele comandava as tropas Street Fighters. Exato, é. Esse desenho é muito bom, tá? É bom. Então, naquele jeito, é muito bom. Então nesse trailer já apareceu bastante coisa, né? Vamos ver. Talvez uma história de redenção do Ken, né? O Ken, o astro que caiu em desgraça, né? Essa coisa toda. Do ex-campeão de artes marciais, que ficou bêbado e caiu na vida, caiu nas drogas, tudo. Essa coisa toda.

Eu gosto que eles estão trazendo um pouquinho, né? Você vê que tem, em vários momentos, né? Tem um pouquinho de cada jogo, assim, né? Um pedacinho tirado de vários jogos, né? Então, tipo, isso do Ken deprimido, né? Não sei se eles estão pegando diretamente do Seis ou se já teve outro momento do Ken, assim. Mas me lembra, me remete a isso, né? E eles estão pegando coisas da estrutura dos personagens, do visual dos personagens também. Assim, eu gosto que o quanto que eles estão se atendo, né? Ao visual clássico dos personagens. Sim.

Mas coisas, por exemplo, Ken de cabelo comprido, ou então Rio de Barba, né? Trazendo coisinhas mais obscuras aqui e ali, né? Então, por exemplo, no começo, não é tão obscuro assim, né? Mas quando o começo do trailer que mostra o Ken num torneio, ele tá enfrentando o El Fuerte, né?

Então tem uns personagens mais X, assim, tem aquela moça do Alpha, o uniformecinho do Bison, Julie. É, Julie. São duas, né? A Julie e a Julie, né? É, mas não a Júri. A Júri é do 4, mas a... Ah, sim, sim. Júri. Júri, é. Eu acho que é ela que aparece também no momento ali. Sim. E parece que tá bastante, acima de tudo, eu acho que tá bastante galhofa, né? Que eu acho que é meio que o espírito do filme original de 90 e... Quando que é o filme? O filme do Van Damme? De quando que é? 94, eu acho. 94? É.

É, não. O quê? É tão cedo assim do Vandami? É, é cedo. É da época da febre ali inicial. Não, gente, não é tipo 98? Não, não, não, não. Antes. Nossa. Inclusive tem a referência, né, do... Tem uma foto que mostra, ah, o Ryu e o Ken no passado e tal. E aí são os atores desse filme. Mas eles estão vestidos com a roupa do Ryu e do Ken do filme de 94. É, então tem tipo... Vai ter magia, né? Tem uma cena do Ryu dando Tatsumaki. Tem o Ken dando Shoyuki. Tem o Zangief dando...

super pilão dele. Tendo pilão, né? Aquela coisa bem galhofona mesmo. Tem Hadouken. Então, tem Hadouken. Tem o Akuma fazendo um... Hadouken de fogo, né? Tem o Dalsin esticando os braços. Então, pô, maneiro. Vou querer muito ver essa porra desse filme.

Sabe o que me lembra? É que, tipo assim, né? A gente... Eu ouvi pessoas falando assim, ah, finalmente um filme que entende o jogo e tal. E não, né? A gente tá vivendo... Ah, mas deixa eu lançar em primeiro lugar. É, também tem isso. Não que expectativas. Porque assim, mesmo que... Ouviu o Tengu. Mesmo que ele seja muito fiel ao jogo, isso também não quer dizer que vai ser um filme bom, né? Até aí também. Mas...

Mas assim, a gente tá vivendo um período que a gente já teve algumas obras, né? E algumas adaptações que foram extremamente fiéis ao seu jogo. Pô, isso foi um aspecto positivo. E eu vejo muito, tipo, as pessoas envolvidas, né? Nesse filme, parecem se importar, sabe? Parece se importar com o que é Street Fighter, com o que representa Street Fighter, com a iconografia de Street Fighter. Eu tava vendo que o...

Mais pessoas, né? Mais do que eu conheço. O Justin Wong e o Maximilian Dude foram chamados, né? Num período inicial do filme. Pra, tipo, ver o roteiro. Ver o que eles estavam fazendo. E falar, apontar coisas. Olha, isso aqui não é bem assim. Isso aqui não funciona desse jeito. Ah, isso aqui poderia ser assim e tal. E aí, assim, duas coisas. Primeiro, isso é legal, né? Trazendo pessoas que entendem. E eles trouxeram mais, além desses dois, né? Pra pitacar sobre o roteiro do filme.

Mas mais do que isso, coloca eles na posição de fazer a coisa mais engraçada que eles poderiam fazer, que é fazer a Chun-Li dando um parry no Ken. Ou ao contrário, o Ken dando um parry na Chun-Li. O Ken dando um parry na Chun-Li. Que o Justin Wong falou que se isso acontecer, ele se aposenta de mim.

então isso realmente seria fantástico, mas o que me lembra vendo esse trailer, o que me lembra em termos de assim, adaptação no espírito da coisa, é um pouco o live action do One Piece assim no sentido de tipo, olha vamos abraçar essa galhofa tipo, o cabelo do Bison é assim mesmo, foda-se, sabe mas é, abraçar a galhofa sem ficar aquele clima da Marvel de tirar, ser E aí

cínico, né? Exato, ser cínico com tudo, tirar sarro de tudo, olha que coisa ridícula a gente que tá usando, hahaha eu prefiro. Eu espero que o Gaio ele tenha a mesma tatuagem espelhada nos dois ombros, assim, e ninguém comente nada sobre isso, cara por favor, eu espero que sim mas pô, parece legal se vai ser bom ou não, porque por exemplo, eu lembro quando saiu o trailer do primeiro dessa nova era dos filmes de Mortal Kombat, né? que eles introduziram o OC deles lá, o personagem original pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul pul

Parecia muito legal também, parecia que, caramba, nossa, eles estão com a visão muito legal de Mortal Kombat e tal. Esse segundo, mesma coisa, né, que agora o protagonista é o Johnny Cage, feito pelo Carl Urban e tal, tá parecendo muito legal. Mas não sei, né, o primeiro filme do Mortal Kombat, desse reboot agora, não foi legal, né? Eu não assisti. Eu não assisti, mas o pessoal não gostou. Mas é, mas ó, mas ele é mais... Tem um protagonista, um ou si, né? É que aí você precisa fazer o filme é baseado em uma propriedade boa, né?

Faz diferença também. Que absurdo. Faz diferença. Então, por isso que fizeram no Mortal Kombat, não no Street Fighter, né? Eu gosto que a gente tenha um defensor de Mortal Kombat e um defensor de Street Fighter aqui no Jogabilidade. E quando eles se encontram, eles se beijam.

16 de outubro Tá longe né Tá meio longe Tá perto gente A gente já comeu esquadro já Daqui a pouco você vai desejar Que esteja longe É Não por causa do filme Gostei também Que tem coisas que foram estabelecidas Por outras mídias do Street Fighter Que é Quem luta contra o Vega Chun-Li Chun-Li Exato Referência direta ao filme animado né E ao anime O anime também O V né Tem nos dois né É verdade Tanto no V Quanto no filme Tchau

Alguém me perguntou, pô, será que o primeiro Hadouken que ele fizer vai ser tipo... Eu espero que demore, corte pra outra cena Volte e ele tá lá O pior é que quando ele tava preparando o Hadouken, eu pensei, pô, se agora tocasse o tema do Hadouken Ia ser foda, mas vocês não vão conseguir o direito dessa porra, eu acho Mas ia ser muito bom

Se eles quisessem, eles conseguiam. Mas eu acho que pro americano, o filme de Street Fighter é muito forte, né? Foda-se dos americanos. Mas quem tá fazendo são os americanos. Eu quero que eles se foda também. O Street Fighter 2 Victory não é muito forte pra eles. É porque não passou nesse BT lá. Mas no 2 Victory é que tem, eu acho, né? É que tem a garrada no pé, que me aterroriza até hoje. Ah, nossa. Enfia na garra no pé. Ai. Nossa, que dor, né? Ai. Isso é dolorido isso aí.

Você já deu um chute no seu próprio pé sem querer? Já. Com unha grande ainda. Então, exatamente. É tipo isso. Tipo, dá uma agarrada no pé. Eu acho que é isso mesmo. E aí você corta a parte de trás do seu pé. É muito ruim. Muito ruim. Vocês já cortaram o pé do cônjuge de vocês com unha grande? Não. Não. Ainda bem. Eu fiquei me sentindo muito mal. Você ficou se sentindo muito mal, Sint. Ela te traçava de mim até hoje, né? Então eu me sinto mal ainda. É isso.

Mas não saindo ainda, Rafa, dos trailers, não, né? Dos filmes de videogames. É verdade. Nós temos um aí que ainda não tem trailer, mas já saiu bastante coisa. Ou algumas coisas, né? Poucas coisas. Poucas coisas. Uma miserinha de coisas. Em filmes live actions, né? É. André, não sei se você ficou sabendo, mas terminaram as gravações do filme live action de The Legend of Zelda.

É, que a gente comentou aqui algumas vezes quando falaram dos atores, depois teve aquela primeira imagem, né? Tem o Link e a Zelda no gramado e tudo mais. O negócio é que após terminadas as gravações, o diretor de fotografia do filme, Guilhapados, ele postou no seu Instagram fotos do set. Quais set? Do set de filmagem do filme do Zelda, né? Só que, rapidamente, essas fotos foram tiradas do Instagram.

Não era pra ter postado. Mas, né, você botou uma coisa na internet, por um segundo que seja, ela tá pra sempre na internet agora, né? E baseado nas pouquíssimas fotos, nas pouquíssimas informações que a gente conseguiu tirar dessas fotos do set, o pessoal já começou a especular pra caralho.

Não, o pessoal também, eles conectam coisas onde eu... Assim, eu não duvido que seja. Mas o pessoal fazendo as conexões assim, tipo, viu um detalhe da arquitetura e falou, é o templo do tempo. Foda-se. Então, eu não achei nada a ver. Eu também, eu também não achei nada. Porque assim, as duas coisas mais relevantes que tiveram nessas fotos é ter uma roupa do Link com uma roupa, tipo, completa. É que tem a... E é...

muito legal. Uma das fotos que saiu... Ah, é de uma claquete, né? É uma claquete, é. E aí, inclusive, o nome do projeto é o Umami, né? Porque esses projetos, filmagens baseadas em coisas famosas, geralmente tem um nome fake pra chamar menos atenção, assim. Uma claquete com link na capa com a Master Sword. É, mas isso daí foi pro final provavelmente, né? Provavelmente do último dia, não sei. E aí tem realmente esse link com a roupa que lembra muito a do Twilight Princess, inclusive, né? Exato. É que é a roupa com a chain mail por baixo. A cota de malha, exato.

Que é uma roupa mais realista, assim, né? Só que ele tem uma capa, né? Que é uma coisa que o Link não tem normalmente. O único Link que tem capa é o do Breath of the Wild. Na verdade, Tears of the Kingdom, né? Na verdade, né? É o que tem capa. Então, tipo, ele tem uma capa verde. Então é uma coisa mais, tipo, nova pro Link. E pra esse design de Link, né? Ele podia ser canhoto, né? É verdade, né? Ele não é canhoto. Às vezes tá espelhado. Às vezes tá espelhado. Não tá, porque tá escrito o mami certinho ali, ó.

Nossa, por que você tá aqui? Porque no Twilight Prince de Wii ele é destra. Isso aí, ó. Então, confirmado. Qual que é o único jogo de Zelda que o Link é destra? Twilight Prince de Wii. Na verdade. No Tears of the Kingdom ele já não é destra também? No Breath of the Wild e Tears of the Kingdom ele é destra. Eu sei que no Skyward Sword ele é destra também por causa que é motion control. É, mas antes do motion control ele é canhoto mesmo.

No Breath of the Wild é... Talvez o título é Imamo. Imamo. É invertido. Não, mas eu acho que... É porque assim, tinha essa especulação, ah, vai ser baseado... Em algum jogo específico. Em algum jogo específico. Vai ser baseado no Breath of the Wild e tal. Ou vai ser Ocarina of Time. E o meu palpite...

É que nenhum desses. É, quando a gente falou sobre isso originalmente, é que seria uma história nova, que pegaria, tipo, os elementos da história de Zelda. Ah, a Treforce, o Ganon, a Zelda, né? Shadowlink. Talvez, Shadowlink. É, não tá, tipo, isso tem Shadowlink. Tingo. Tingo. Viagem no tempo, algum instrumento, alguém vai tocar algum instrumento. É, mas é...

Thunderbird, personagem super famoso. Firebird, desculpa. É Thunderbird. É Thunderbird mesmo? Esse é o da MTV. É praticamente o pós-final do Zelda 2. Depois tem o Shadow Link. É super famoso, todo mundo lembra dele. Vocês fizeram o podcast de Zelda 2, gente? O VJ? Então tem a claquete com esse link e a roupa, aparentemente, vai ser a roupa completa do filme. Eu achei bem legal a roupa, achei bem bonito. Já tá convencido do filme agora, Rafa? Não, claramente não.

Porque a roupa pode ser linda, maravilhosa, e o filme pode ser uma bosta. E tem uma foto que tá a equipe, assim, no set de filmagem. E tem um detalhe da arquitetura no fundo, que alguém viu e falou, meu Deus, só pode ser o Templo do Tempo. Não. Não tem nada a ver. É só um triângulo, gente. Não dá pra saber o que é.

E assim, perto da esquerda, digo, a direita desse detalhe arquitetônico na foto mais ampla, dá pra ver claramente uma árvore, assim. Então provavelmente é um lugar externo e tal. Tudo bem que, né, poderia ter isso do lado externo do templo. Pode ser o lado externo do templo do tempo. Poderia, mas, né, a pessoa tá tentando fazer uma conexão ali que eu não consigo...

ver. Mas pode ser, pode ser que seja. Eu acho que não, mas o pessoal tá mais apostando que vai ser uma amálgama de vários elementos, né? De vários jogos e tudo mais. Eu acho que vai ter coisinhas de vários jogos, mas vai ser uma história original. O meu medo é muito o tom do filme, sabe? Tipo, vai ser a história toda de um jogo num filme só, ou eles vão realmente querer fazer uma trilogia?

Eu acho que ia ser a história fechada. Porque tinha esses rumores, né? De que ia ser mais do que um filme. É, tinha alguma coisa assim. Mas assim, eu acho que dá pra fechar, contar uma história num filme só, e aí deixa um gancho pra uma sequência também. Ah, meu, meu, gente. O negócio é que desde o filme do Erdogan, eu fui muito machucado por adaptações cinematográficas, entendeu? No geral, assim, adaptações cinematográficas. É, de tudo, né? Então, sei lá, eu não boto muita fé, não.

Eu gosto de pensar, ah, não, se fosse animado, se fosse um filme animado, eu ia ficar mais... Mais animado? Só que eu acho que não também, viu? Porque visto que eu não sou o maior fã dos filmes do Mario, a não ser que fosse, sei lá, do Estúdio Ghibli. Aí eu falava, tá bom, aí sim. Mas fora isso, eu não sei o quão animado eu fico com esse filme, não.

Eu quero ver porque as roupas vão ser bonitas e talvez tenha bonecos legais pra comprar. Mas vai ser um boneco realista, vai ser tudo feio. Não, vai ser legal porque os bonecos do filme do Homem-Aranha eram muito legais, eu tinha vários. Por que você fez a relação do Homem-Aranha com o Zelda? Porque os filmes live-action do Homem-Aranha, mesmo que a roupa fosse super realista, os bonecos eram muito legais. Mas pera, todo filme de adaptação tem bonecos super legais? Não.

Não, mas o negócio é criar o potencial, André. Sempre que sair essa versão live action de jogo ou animação e tal, e vai ter boneco, eu acho sempre feio. Você viu? Não. O Steve do Minecraft e o Jack Black é muito legal, hein, o boneco. Mas eu quero muito merchandising, eu quero poder comprar facilmente no Brasil coisas de Legend of Zelda. É isso que querem ouvir você falando, Rafa. Imagina. Eles não querem saber de você gostar o nome do filme. Exatamente.

Imagina o balde de pipoca em formato de Triforce custando 300 reais 400 Eu queria muito aquele balde de pipoca do Yoshi e da Luma O do Yoshi tava quanto do Yoshi? Tipo 300 com 300 com 300 com 300 com 300 com 300 Sabe o que eles vão fazer? Eles vão pegar os copos do Assassin's Creed que não venderam

pintar de dourado, e cada um vai ser um pedaço de trifóssia. Pra completar, você vai ter que comprar três. Eu acho que é isso. É isso, perfeito. É isso, mas assim... Mas assim, isso que você falou, Rafa, ah, eu só quero merchandising, é o que eles também querem. Então você tá alinhadíssimo com o propósito do filme. Exato, eu acho que já tá vindo. Não, tá certo. Eles também não tão ligando muito porque vai ser um filme, né? Foi na Nova Zelândia a filmagem, claro que eles tão ligando, André.

Senão ia ter sido, sei lá, no Texas. Não, jamais faria porque é caro. É verdade, né? Mas assim, eu acho que tem um potencial aí. Acho que tem um potencial. Sabe como fazer um jogo desse filme? Como fizeram livros dos filmes do Harry Potter?

Eu espero que sim. Não, que nem fizeram um jogo do filme do Street Fighter, gente. Mas e se o próximo jogo do Zelda que já estiver sendo feito for desse universo aí? Ou então esse universo, André, é alguma história que se passe em alguma timeline que a gente não sabe, sabe? Você acha que vai ter... Porque o negócio é que, por causa do Breath of the Wild, que tipo...

Ah, foda-se, timeline. Ah, caguei. Mil anos, vou precisar de todas as timelines. Sempre foi assim, né? Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não. Já vai pegar o Hyrule História. Sempre foi assim, né? Não, não. Sempre foi assim. Tinha mais conexão. Tá bom? Mas é bem assim, é! Não, o Wind Waker tem uma conexão claríssima com Ocarina of Time. Alguns jogos têm conexão entre si. O Twilight Prince tem uma conexão claríssima com Ocarina of Time também. Tipo, bem, tipo, olha, nós somos uma outra timeline. O Dark Souls 3 tem uma conexão claríssima com o Bloodborne. É verdade. Mas e pior, André, que é verdade.

O pior é que é a verdade. A era do mar profundo, André. Mas, Rafa, você acha que vai ter um momento nesse filme, tipo o filme do The Flash, que o Link vai correr super rápido, ele vai ver todos os links de outras realidades, vai ver o Link do Wands of Gamelon, vai ver o Link de Cabelo Rosa. Ele vai falar, cabeça! Vai ser bem legal. Aí o próximo filme vai ser o Link-verso, vários links de realidades alternativas. Pô, você sabe que eles vão fazer isso, né? Não vão, não vão. Não fizeram isso no mar ainda.

Aí o link vai chegar assim, à sua direita Link, aí vai vir o link saindo no portal assim. Inclusive eu acho já falei isso daqui, eu acho que o futuro filme do Smash Bros que virá, porque o Mario tá fazendo muito sucesso lá eles já botaram Fox McCloud no Mario 2 e o Canemba 4

O link que vai ter vai ser um link de outro mundo. Não vai ter nada a ver com esse link ainda. Vai ser um link animado. Vai ser um link live action, né? Vai ser tipo Roger Rabbit. Todo mundo animado e o link pra uma pessoa de verdade. Vai ser muito foda. Vai ser outro link.

Mas, ainda não saindo do âmbito dos filmes. Nós temos muitas notícias de filmes. Socorro. Tivemos um anúncio muito importante aí, né? Muito importante, impactante. Mudou a vida de todos nós. Pois é, porque a A24, a produtora A24, está fazendo um filme de Elden Ring, né? Veja só você.

Isso é uma loucura. E já tinha algumas coisinhas anunciadas, né? Alguns dos atores estavam anunciados já. Como, por exemplo, o Nick Offerman, que é o cara lá do Parks and Recreation, né? Que vai, com certeza, fazer o Alexander. O Alexander, né? Com certeza. Inclusive, assim, existe uma possibilidade, de fato. Porque quando... Acho que o Alex Garland mesmo que falou que o papel dele ia exigir muito poder vocal, né? Então o pessoal falou, ou ele é o cara que grita Bale...

ou ele tava falando que é tipo vai ser um trabalho só de voz é porque a Ash of War que ele tá equipado é o horror, sabe? aquele que faz o projétil só que curiosidade, eu fui checar em qual vértice a gente falou pela primeira vez que tinham anunciado o Alex Garland como diretor do filme The Other Ring, foi o 472 uau, faz tempo já tem um pouco mais de um ano aí

O que é interessante porque a gente tava falando, né, do filme do Metal Gear, semana passada, completando 20 anos aí em desenvolvimento e tal. E esse foi tipo assim, anunciaram o filme, atrelaram o diretor e já tão filmando. E tipo, sai daqui a dois anos ainda, mas...

loucura, né? Se as coisas fossem assim, simples e rápidas e fáceis de fazer. Pois é. E não ficassem no limbo de produção pra sempre. Inclusive, acho que já até vazou foto do set, né? Sim, vazou. Vazou, né? Mas a novidade é que agora eles anunciaram mais uma leva de atores, né? Pro filme, que sai em março de 2028. Então, a saber, a gente tem o Tom Burke, que fez Furiosa e várias séries da BBC. A Havana Rose Liu, que fez Bottoms. Bom filme.

Sonoya Mizuno, que fez Ex Machina, Belia Ferry, House of the Dragon, né? O Jonathan Pryce, que é o que fez o Pardal, Pardal é o nome do boneco do Game of Thrones, né? O religioso Pano Cu. O religioso Pano Cu, Piratas do Caribe, Dois Papas e por aí vai, né? Fez muita coisa. A Ruby Cruz, que fez Bottoms também e o seriado do Willow. O John Hodkinson, que é um ator basicamente de teatro, né? Fez muita coisa de peça de teatro. O Jefferson Hall, que fez Game of Thrones e House of the Dragon também. A Emma Lurd, que fez Brutalista e 28 anos depois. O...

Peter Serafinoix, que fez a voz do Darth Maul. Uau. Incrível. Uau. E fez também... O Darth Maul fala? Talvez não nas animações. Ah, nas animações. Ok, tá. Não lembro dele falando no Live Action, mas talvez fale. Acho que ele não fala não no filme, na verdade. Ele só morre. Mas ele não fala no...

Eu acho que não. Você lembra dele quando você fala no episódio 1? Você não viu o episódio 1, né? Eu nunca assisti. Eu fiquei intrigado agora. Ele fala no filme? Ele fala no desordem. É que eu não lembro de nada. Você falava que ele não falava, não? Eu jurava que também não. Se fala, fala muito pouco. Então, esse cara fez a voz do Darth Maul. Ele fez Guardianes da Galáxia. John Wick 2. Parks and Recreation. E fez o Pete em Dark Souls 2. Olha aí. Foi a voz do Pete.

Tudo conectado. Vai ter o peito no Elden Ring. Eles vão ligar todos os universos. Aí vai ter uma hora que o personagem vai correr muito rápido. Aí ele vai ver todos os protagonistas da Fromm. Não vai conseguir, não tem stamina. É verdade. São esses? São esses, são esses. A gente não sabe nada sobre o filme, de trama, de quem vai ser cada personagem. Se vai ser uma adaptação do jogo, se é algo que vai passar antes.

do jogo, né? Não se sabia nada disso. Tipo, o negócio é que, quando a gente falou até no Dash, né, é que a gente imaginava adaptando melhor pra um filme de Elden Ring, se fosse uma história na época lá do The Shattering lá, né, da guerra, que é antes

do mundo ficar esquisito demais, assim, que era uma coisa mais pé no chão, que daria pra você adaptar numa história mais contida e tal. Só que vazou, e aí também não quer dizer nada ainda. As imagens do set, né? É, mas as imagens do set mostram um templo de Marika todo destruído, né, como você encontra na linha do tempo contemporâneo aos jogos. O que não quer dizer nada, porque pode ser uma cena de flash forward, sei lá, pode ser qualquer outra coisa, né?

pode ser durante a guerra é um tempo que foi destruído ali, no tempo do filme mas o que eu vi algumas pessoas comentando que faria algum sentido é não contar necessariamente a história do jogo porque ela é vasta demais grandiosa demais pra um filme mas contar uma história talvez de algum outro maculado, Tarnished que teria uma história interessante, talvez algum que é citado como que chama o boneco da capa do jogo?

É o que... Vice? Vice. Vice. É, que é ele que se entrega pra chama, né? Exato. Ele era pra sua personagem mais importante, mas acabou não sendo e virou só NPC. É, então, talvez isso... Não sei. Talvez daria pra... Assim, sendo um A24, imagina o final, é ele se entregando pra chama da loucura, uma coisa meio hereditária, assim. Entendeu? É, tem que pensar que é Alex Garland, né? A24 é só quem tá coisando.

Mas assim, não, pode ser. E uma coisa que é legal de ver é que, porque falaram ali, ah, esse é o Modus Operandi da A24, né, fazer tudo rapidinho e tal, mas eu acho que também tem muito a ver com o Alex Garland, né, porque o filme do Metal Gear e outros filmes aí que ficam, né, tipo o filme do Bioshock, o filme do Halo, que também estão nesse inferno de desenvolvimento por décadas aí.

É muito porque não tem uma pessoa pra, tipo, deixa comigo, toca pro pai aqui, sabe? Tipo, vou peitar tudo e vou... Eu vou levar as coisas pra frente, né? Porque o Alex Garland, ele foi e falou assim, não, direção, sou eu. Roteiro? Eu não sei se ele escreveu a versão final do roteiro, mas falam, né, que ele... A história é que ele escreveu um roteiro de 160 páginas, com mais 40 páginas de referência visual, e ele foi pessoalmente na From pra convencer os caras. Porque, tipo, ele ama pra caralho o Elden Ring e ele quer muito...

E ele fazer e ele não vai deixar isso na mão de ninguém. Ele quer muito pra caralho. Então, ele foi peitando tudo e falando, não, deixa comigo. E eu acho que isso fez muita diferença também. E por quê? Porque ele tem cacife pra isso também em Hollywood, né? Caralho, acabei de pensar um negócio que o Spiegel perguntou. E o Martin, tá envolvido? Tá. Com o produtor, né? É.

O marketing desse filme vai ser muito, assim, muito, tipo, do mesmo criador de Game of Thrones. Vai pra caralho. Veja um novo épico fantástico medieval. Guerra Civil. Ah, Guerra Civil, né, com o Wagner Moura. E o Homem do Norte? É dele? Não, não, esse aí é outro cara. É o do Vufarol. Eggers, né? Robert Eggers. O que mais que ele fez? O Alex Galland. Ex-Machina?

Eu não sei. Ex-Máquina. Guerra Civil. Ex-Máquina. E Guerra Civil. E Ex-Warfare. E Guerra Civil. E Ex-Máquina. E Ex-Máquina, pelo visto. Se vocês estão dizendo. Ex-Máquina é muito bom. A Aniquilação. A Aniquilação, é verdade. É dele também. O André não gosta. Não gosta. Porque não é igual ao livro. Isso mesmo. Obrigado que você lembra disso.

Fico feliz. Mas assim, outro filme que eu consigo ver dando certo, porque, aparentemente, é alguém que gosta muito desse universo. Obviamente, paixão apenas não leva pra lugar nenhum. Mas também é alguém que gosta muito desse universo e que é um ótimo diretor, né? Então, tem potencial. Ah, é verdade. O novo Extermínio, quer dizer... O Morro? Já saiu mais um Extermínio depois desse, né? Mas o primeiro é dele? Não, não. O mais recente. Quer dizer, o segundo mais recente, eu acho, é que é dele.

Sabe aqui o primeiro extermínio que ressuscitou os zumbis no moderno assim? Esse e o... Aquele do Zack Snyder lá. Down of the Dead? É aquele depois do primeiro extermínio. Foram próximos ali. Na verdade foi outro filme lá de comédia. O Show of the Dead. Bom filme. Tenho certeza. Foi ele, com certeza.

Mas ele é um bom filme também. Na verdade, foi House of the Dead, do Uwe Boll. Isso, exato. Foi, esse daí mesmo. André Campos é Radagon. Quem é quem aqui, gente, no Elden Ring? Quem o Tengu interpretaria em Elden Ring? O Ofner. Sir Guilherme O Ofner. Eu quero ser o dedo.

Não, já falaram, você é o Haddagon E a Marika E o Sushi É verdade Eu sou o Bok, que costura roupa Entendi Você tem que ser grande e furry Tem que ser o menino lá, o Blade Não, então eu sou o leão que fica nas costas do moço

Quando a gente falou sobre o filme nesse vértice aí de dois anos atrás, sei lá, a gente cravou que quem ia interpretar o Rora Lu era o Antônio Fagundes. Então eu tô nas costas do Antônio Fagundes. Então tá bom.

Vamos então para o nosso bloco de joguinhos. E o primeiro joguinho que a gente tem para falar aqui hoje é o tal do Replaced, que eu joguei. O Tengu também jogou? A minha sobrinha jogou. Não consegui jogar. Tengu, você terminou o Replaced? Sim, terminei. Eu estou... Vamos dizer assim, entra num prédio com uma nave quebrando. Ah, pode crer.

Tô no final. Tô no final, tô no final. É, tô no final. Tô no final, tô no final. Enfim, Replaced. Vamos falar sobre ele aqui. E antes de falar sobre Replaced, eu acho importante, porque eu tenho essa confusão, então eu imagino que alguém mais possa ter essa confusão, que foram anunciados relativamente próximo, num espaço aí de um, dois anos entre eles, dois jogos...

com estilo de arte, pixel art HD 2D, com temática cyberpunk, cidade futurista, carros voadores, veículos e tudo mais, com um gameplay que lembra muito Cinematic Platform, inspirado por Flashback, por Another World e tudo mais. Heart of Darkness. E são dois jogos muito diferentes. O primeiro que foi anunciado, ele se chama The Last Night, foi anunciado num evento do Xbox em 2017. É o que é brasileiro esse? Não.

É que tem um brasileiro também que é nessa pegada, HD 2D, Cyberpunk e tal. Ah, tá. Eu só confundo os dois, então. Aparentemente o Rafa falou acidentalmente, mas tem. Não, não. É porque eu lembro que tinha um que era da Cyberpunk e era brasileiro. Não tem, tem. Que é HD 2D, Pixel Art. Esse eu acho que eu nunca vi, não. Eu esqueci o nome agora, mas tem.

Eu também. E ele foi anunciado em 2017 com previsão pra sair em 2018, não saiu até hoje e meio que deu uma sumida aí. Pra quem talvez se lembre, quando ele foi anunciado lá na época, teve uma polêmica com o criador dele, o Tim Soretti, que foram vasculhar o cara e ele tinha uns posts meio Gamergate, assim. Ixi Maria. E tal.

E aí, o que se sabe sobre esse The Last Knight é que ele ainda tá sendo desenvolvido, mas que ele teve muitas dificuldades aí com o financiamento. Parece que a ideia do jogo cresceu muito, né? Em ambição, com a recepção que ele teve. Ele ia ser publicado pela Raw Fury, mas a Raw Fury já pulou fora. E não se sabe ainda, né, se vai pra frente. Tipo, a última notícia que tem é que, ah, tamo indo, mas devagar.

E aí o lance é que vem esse outro estúdio, que é a Sad Cat, que foi fundado em 2018, e eles começam a desenvolver um jogo em pixel art, com essa influência aí de Cinematic Platform, flashback e tudo mais, e influenciados pelo The Last Knight, eles falam, pô, esse estilo HD 2D é maneiro, né? Que se a gente fizesse um negócio assim?

E aí eles migram o estilo do jogo deles, influenciado pelo The Last Knight, e fazem o Replaced, né? E o Replaced, ele lança agora, né? Ele lançou semana passada, na verdade, antes, obviamente, do The Last Knight, que a gente não sabe ainda. Antes de vocês entrarem no jogo, o brasileiro é Skydust. Skydust. Então não confundir esses três jogos aí. Não sei se o Skydust também parece muito, mas o... O Skydust não era mais ação?

Eu lembro vagamente do trailer dele ter umas lutas de espada, umas coisas assim. Exato, né? Ele vai ser Metroidvania, assim. É, no fundo, esses três jogos, né, eles são similares mais na superfície, porque até o próprio... Na estética. Ah, não, pô, isso foi o jogo. Ele é todo 3D.

Não, não, esse é só ficar de cima. Não, os personagens são pixel art. Ô, cacete de agulha. Ah, entendi. É, fosse. 3D. Não, mas passa pra frente. 3D. Ó, tá vendo? Entendi, entendi. Mas ele é tipo HD 2D, tá vendo? Sim, sim, sim. Os personagens pixel art, andando no mundo cyberpunk.

Mas o lance é, esses jogos são similares só na superfície, porque até o The Last Knight ele é mais mundo aberto, adventure, assim, e tudo mais. E enquanto que o Replaced, ele é um jogo de ação-aventura mais linear. Ele até tem umas áreas abertas, mas ele é um jogo mais linear. Replaced, Tengu? Replaced.

O que você tem a me dizer sobre o Replaced? Eu preciso confessar uma coisa, antes de mais nada. O Tengu zerou, né? Zerei, zerei, zerei. Eu zerei com umas 12 horas, eu acho, por aí. Nossa, ele é mais longo que eu achei que você tem que estar com umas 11. É, zerei com umas 12 horas. Eu não joguei muitos, ou quase nenhum, eu joguei de plataforma cinematográfica, assim.

Eu não joguei Limbo, não joguei... Inside? Inside. Prince of Persia. Eu joguei Prince... Então, as minhas referências são... Prince of Persia, Flashback e Another World. Jogou a trinca... Mais clássica. Principal. Tipo, nada do que tem de Main Novo eu joguei, assim, né? Então eu não tenho... Podemos jogar Inside, hein? Então, pois é, deveria. Pô, assim, Inside é um dos melhores jogos de todos os tempos. Ô, louco.

Eu acho muito bom. O Sushi gesticulando levemente aqui no canto da mesa. Mais do que em qualquer outro lugar, ele está completamente sozinho. Eu lembro que na época o Sushi jogou em live ao vivo. E ele não gostou em live ao vivo e eu fiquei puto. O Sushi não está gostando. É de se ficar puto mesmo. Mas assim, depois que a gente terminar todos os times Ahamu Tensei e Call of Duty, a gente joga Inside. E Sonic, vamos jogar Inside, com certeza.

Então eu não tenho muita referência, né, do que se faz, do que são as convenções modernas desse gênero, assim. Não, não sabia dizer. Então eu não sei dizer, assim, o quanto eu consegui tirar, de fato, da experiência. Mas assim, acho que acima de mais nada, o que me parece, aí vocês me corrijam se eu estiver errado, que esse gênero, ele acima de tudo, ele é vibes.

Ele é uma vibe. Cinemático. É você andar e entrar no clima, ficar ali absorto no ambiente que ele cria, aquela coisa. Ainda mais no caso do Replaced, né? Que ele tem toda essa estética HD 2D, que é lindíssima, inclusive. Ah, sim. Que jogo bonito da porra. Um dos jogos mais bonitos que eu já vi. Tranquilamente, o jogo mais bonito que eu joguei esse ano. Tudo bem que estamos relativamente... Estamos na metade do ano, né? Eu ia falar que a gente está no começo, mas já está na metade. Metade.

Mas assim, se esse jogo não tiver nos jogos mais bonitos do ano no nosso podcast lá, algo muito curioso vai ter acontecido pra ter jogos mais bonitos que esse durante o ano. Você vai ter esquecido. Ele é... Não vou. A parte visual desse jogo é absurda, assim. Eu nunca vi um... Assim, ele é, né? Tem toda essa onda aí dos jogos HD 2D com Octopath Traveler, com o Live Alive, o Dragon Quest recente. Esse...

esse jogo é o exemplo mais impressionante do uso dessa técnica, que é essa mistura de pixel art com cenários 3D, mas os cenários 3D ainda pixelados, com texturas pixeladas, e iluminação moderna, né? Essa combinação das coisas que gera esse apelido do HD 2D.

Mas assim, né, a gente tá acostumado ao HD 2D Daquela coisa mais estática, eu acho Exato, exato Dos RPGs e tal, né Mas no Replace, cara Assim, as jogadas de câmera que ele faz em algumas cenas É isso Junto com a iluminação É coisa de louco, assim Tem uma cena muito legal Que você tá entrando num carro Que é um carro que anda em cima de um trilho de trem E aí você entra no carro e ele dá meio que um Ele mexe a câmera por trás do carro Pra mostrar o carro indo embora, assim Tipo, muito foda E aí o...

E as brincadeirinhas que ele faz, porque assim, quando você abre o jogo, a tela do menu é um close do personagem, né, do protagonista, só que ele tá 3D, low-poly, assim, né? Aí eu pensei, não, não é possível. Será que esse jogo, no fundo, ele é todo 3D, né? Ele é, os modelos que parecem a pixel art dele são, na verdade, modelos 3D. São voxels. É, com algum filtro, né, e tal. E eu tenho quase certeza que não, porque seria muito impressionante, porque assim, quando tem o filtro, né, você... Tipo, a pixel art...

Porque ela vai das decisões artísticas de um artista em como simplificar aquela imagem cheia de informação numa pixel art, num sprite bem contido, num tamanho bem reduzido ali. Tipo, como é que você vai representar os detalhes do rosto desse personagem? Como é que você vai, sei lá, se ele tem uma camiseta? Como é que você vai fazer o padrão dessa camiseta no espaço ali? E um filtro, né? Ele não toma essas decisões. Ele meio que faz por aproximação. Um exemplo recente disso é o jogo do God of War lá, o...

Sons of Sparta, né? Que os personagens são modelos 3D com filtro pra parecer pixelado e é meio sem graça, sabe? Não tem muita personalidade. Você vê que a cara é só um borrão, assim. Só sabor pixelado. E esse não, assim. Os personagens, né? Eles são todos pixel art. Eu até acredito que possam ter sido feitos pixel art em cima de modelos 3D porque a animação é muito fluida. Tem uma hora que o personagem tá carregando uma pessoa, assim, ali.

põe uma pessoa, tipo, por cima do ombro, assim, pra carregar. E a animação dos dois juntos é, tipo, a animação do peso dessa personagem, né? Como que o peso dessa personagem afeta o ciclo de corrida dele. Você fica, caramba, é muito bem animado. Talvez tenha sido feito uma animação 3D e desenhado o pixel art por cima, talvez. Às vezes, filmou o irmão do moço que fez o jogo, ele filmou o irmão dele e depois desenhou por cima. Colocou o irmão caçula no ombro e desenhou. E, tipo, pô, até a imagem que a gente tá vendo agora no stream, assim, essa parte do laboratório do Yo-Yo.

cheio de luzinhas e monitores e computadores. O jogo é de uma... Que às vezes até atrapalha, eu acho. Ele tem alguma densidade de informação. Na parte que você está andando por uma cidade. Porque o jogo, falando um pouco por cima, você está jogando no meio que nos Estados Unidos. Não diria que é pós-apocalíptico, mas ele é pós-nuclear, de alguma forma.

É tipo uma história alternativa Onde na segunda guerra foi os Estados Unidos Que tomou uma bomba ou algumas E a história é sobre Como que nesse Vácuo de ordem e de segurança Vamos dizer, megacorporações Tomam o poder E o governo fica desacreditado e acaba essa Megacorporação que é a corporação Fênix

toma o controle de tudo e começa a gerir a vida de todas as pessoas faz-se a cidade principal ali numa muralha então tem todo um lance de, que aliás é muito interessante coisas que esse jogo faz de não são super novidades, mas são interessantes coisas que ele fala até sobre controle de ar, e essa distopia de pessoas, tem muita coisa um dos pontos centrais do jogo, né é porque, puta, porque eu me desviei pra caralho do assunto agora

Voltando, voltando. Tem esses Estados Unidos meio pós-nuclear e tem uma cidade que você anda por uma cidade no jogo, né? E é uma cidade que tem, assim, você escalando por ela, um pôr do sol no fundo, assim, e você andando no meio da multidão com os carros passando e com iluminação e com o drone e com as luzes e com o farol e com prédios, assim, é uma complexidade visual muito, muito linda, assim. Muito, muito bonita.

Mas sobre a história agora, de verdade, você controla esse cara, que é o Warren. In the Blind Forest. Que ele trabalha na Corporação Fênix e ele trabalha junto com uma IA chamada Rich. Algo acontece e o Warren acaba se fundindo, né? O Rich acaba entrando na mente dele e tomando conta do corpo dele. Caramba. Acontece um acidente no laboratório e ele acaba tendo que fugir por algum motivo. Tem um personagem do Overwatch que saiu no mês passado que é isso daí. Tô louco. Igualzinho a história. Hã? E o nome dele é Replaced? Não.

É, Angly. É, mas lembra, é assim, é um conceito diferente, mas a primeira coisa que eu pensei, Xixi, foi o The Fall, que é tipo, acontece um acidente com o humano, e aí a IA tem que tomar controle pra sobreviver àquela situação e recuperar o humano ali de alguma forma.

E é meio que isso, né? Tipo, quando você acorda nesse corpo É como se você tivesse nascido pra esse mundo, né? E ela, tipo, tá acontecendo alguma coisa Tem que fugir, tem que sobreviver e tal E aí ela foge do laboratório E vai parar, né? No fim das contas, né? A cidade da... Tem também

É, nesse assentamento às bordas da cidade Phoenix, onde vivem o que eles chamam dos descartes, né? Porque no mundo desse jogo, tipo, inclusive a IA, né? A Reach, que o Warren trabalhava com aí, era uma IA que ela foi criada originalmente pra parear doadores e receptores de órgãos, né?

Porque, se eu não me engano, a Phoenix, antes de virar essa megacorporação, era uma empresa farmacêutica. Isso, de biomédica, né? Isso. Ela alcança o poder que alcança, muito por conta da tecnologia pra, tipo, não, a gente vai curar as pessoas dos males da guerra e da guerra nuclear e tudo mais. E a gente vai dar segurança pra todo mundo e tal. Tipo, predando no medo e na paranoia e aquela coisa toda.

E por conta disso, dessa situação onde não tem nenhuma barreira ética ou monetária para o desenvolvimento da tecnologia, a tecnologia se desenvolve de uma forma completamente diferente e maluca, onde no mundo atual do jogo, transplantes são uma coisa corriqueira. É uma coisa que, tipo, a minha mão está doendo, eu quero uma mão nova.

Se você é rico, óbvio, né? E aí, pras pessoas que vivem à margem dessa sociedade murada, uma das formas de você ganhar dinheiro é você vendendo partes do seu corpo, né? Partes que você não vai precisar tanto, um dedo, uma mão, um braço, aí coloca às vezes uma prótese no lugar e tudo. Só que, obviamente, na superfície, tipo, não, você vai doar a sua mão, você vai ganhar um bom dinheiro com isso, é uma oportunidade e tal. Só que, no fundo, não é tão legal assim, obviamente, né? Já teve político no Brasil defendendo essa realidade.

E especialmente porque se, tipo, ah, sei lá, uma compatibilidade mais rara, né, uma pessoa que precisa muito de um rim, por exemplo, e a compatibilidade é difícil, e eles oferecem pra pessoa o dinheiro e a pessoa não quer, eles vão lá e sequestram a pessoa e tiram o rim dela na moralzinha.

E aí tem, tipo, histórias sobre isso, ninguém sabe se é verdade ou se é uma conspiração e tal. Mas essa é a sociedade que é apresentada pra você no começo do jogo. Então você vai controlar o Warren, né? A princípio tentando, conhecendo esses descartes dessas pessoas, né? Conhecendo esse assentamento. E depois tentando voltar pro laboratório de onde você saiu. Pra tentar retornar pro Rich e retornar pro computador de onde ele saiu. Né? Basicamente.

Mas o Rich é uma IA do mal? Então. Essa é uma questão, né? É uma das questões abordadas no jogo, assim. Sem spoiler, sem spoiler. Ok. E aí o jogo em si é você andando, né? Eu acho que isso é uma coisa que não é comum no gênero, né? Porque você tem missões que você vai pra lugares, tipo, você vai explorar uma mina abandonada, vai explorar um lugar assim e tal. E você às vezes volta pra esse assentamento como se fosse uma base, né? É, o flashback é um pouco assim, né? Que você tem a cidade, que ela serve um pouco como uma base, mas é... Flashback é o jogo.

É, o jogo. O jogo da Delphine Software e tal. O mais próximo que eu consigo pensar, porque essa é a estrutura, né? Você vai pra missões, assim, tipo, o jogo é bem linear, né? Mas sempre que você volta pro assentamento, né? Pra cidade dos descartes lá, você tem um momento mais aberto, né? Onde você pode andar livremente pra esse lugar, você pode fazer side quests, conversar com as pessoas e tal, que eu acho que é o jeito do jogo fazer você se afeiçoar pra essa pessoa, pra você ver o dia a dia delas, as dificuldades que elas passam, com o que elas se importam.

Porque, assim, acima de tudo, eu acho que, assim, a experiência de jogar o Replace, ela não é, assim, você não tem um grande desafio mecânico, eu acho, né? Não, pelo menos é uma dificuldade normal. Normal, né? Você não tem nenhum grande atrito, né? Você... O jogo tem combate, né? Que eu acho que é uma coisa que também não costuma ter muito, assim. Combate frequente até, né? Combate de porradinha, beat'em up, né? E mecânicas, né? E mecânicas, cheias de mecânicas. Mas é combate bom? Porque tem muito, em cima de plataforma, só combate é um lixo. É. Não quero falar mal, mas o Prince of Persia, por exemplo, é um jogo de combate, sabe?

Que isso, não é? Nada a ver, você não acha também? Você que não sabe de nada. Ele é um combate que eu considero ele bom, porque ele lembra muito Batman, né? Série Batman. Ele é combate Batman. Série Arkham. Com aquelas deslizadas longas que o boneco dá pra alcançar o inimigo. Aí você tem um sistema de parry, tem sistema de esquiva.

É, o negócio é que ele vai acrescentando as coisas. Vai soltando camadas, né? Isso foi uma coisa que eu já tinha visto pessoas que não gostaram tanto assim do combate. E quando ele começa, eu pensei, nossa, será que eles não gostaram porque o combate é muito simples, né? E tipo, ele vai ser só dar o parry, contra-ataca, dar o parry, contra-ataca e tal. Mas ele vai com um ritmo até bom, né? Introduzindo novas coisas, né? Então você começa com essa possibilidade de tipo, aparece o aviso na cabeça do inimigo, você dá o parry e contra-ataca.

Mas logo ele vai acrescentando coisas tipo, ah, agora você consegue dar um tiro, né? Que funciona meio que como a finalização do Batman, né? Que à medida que você vai dando ataques e enchendo um medidor, você alcança um botão especial que você pode usar que meio que finaliza um inimigo ali, né? Só que aqui, no caso, você dá um tiro, o que é bom porque primeiro é um tiro. E um tiro é sempre bom, né? O tiro ele alcança de longe, né? Tanto que na história, o fato de seu personagem ter encontrado uma arma... É.

sem a biotrava, né, ou com uma biotrava que permite ele usar essa arma, é um todo um lance na história. Tipo, nossa, agora a gente tem um aliado que pode usar uma arma da polícia da cidade, né, e isso vai ser, pô, a revolução vai ser isso aí, tá ligado? É porque o pessoal, né, tem uma coisa meio assim, velozes e furiosos, né, que tipo, você é secretamente um cara da corporação, né? Ah, sim.

E aí você tá se infiltrando no pessoal que tá nos revolucionários aqui e tudo mais. E eles não sabem, né, que você é um cara da corporação. Será que em algum momento isso vai virar tona, tipo o Paul Walker e o Vin Diesel, assim? Será? Então, é tipo, por isso que ele consegue usar arma, né? Só que o pessoal, tipo, nossa, que coisa curiosa, né, e tal.

Mas ele vai colocando camadas, né? E eu acho que aí você pode rebater tiro. Você tem um golpe que você dá uma porrada no chão e derruba os inimigos que estão à sua volta. Eu acho que ele é bem legal, bem divertidinho. Os inimigos também vão vindo com mais camadas, né? Vão vindo os inimigos com armadura, que você tem que primeiro tirar a armadura com a sua picaretinha, assim. E aí você consegue atacar eles e tal.

A única coisa que eu falei que é um lance do gráfico, que às vezes ele é meio denso demais, meio excessivo, né? Eu não sei se você teve essa dificuldade, mas... De leitura? De leitura. Tanto no combate, quanto em algumas seções de plataforma, pra mim era difícil ver, tipo, tá, eu pulo pra onde agora? Até que eu me toquei, tipo, ah não, porra, nessa parede tem um rachado que eu seguro com a picareta. E eu fiquei uma cota.

pra ver, assim. Eu acho que o jogo tem alguns problemas de leitura por causa da densidade gráfica dele, assim. Cadê a tinta amarela? Ele usa. Ele até tem, ele até tem. Mas é que, por exemplo, essa rachadura, né, que quando você consegue essa picareta, uma das coisas que você pode fazer é meio que fazer um pulo intermediário, né? Você pula na parede e segura com a picareta. E aí, dessa picareta, você dá outro pulo. E o jeito que o jogo comunica isso é com um rachado na parede.

Só que não é uma iconografia padrão, né? Pra cada parede vai ter um tipo de rachado, o que é realista, mas muitas vezes, né, se você não tá acostumado com aquele tipo de parede, você, tipo, pera, demorei pra entender que isso aqui era o rachado que eu consigo me pendurar, né?

Mas será que não é o tipo de coisa que eles também conseguem com pets, assim? Esse jogo lançou... Essa é a passada, faz pouco tempo. É, eu acho que talvez... Ah, não, é possível. É possível, sim. É possível, sim. Sim, sim, sim. Mas acho que mais grave que isso é justamente momentos onde o caminho a ser seguido não fica muito claro, né? Porque às vezes... Mas ele é linear, não é? Ele é bem linear. Sim, mas... É, normalmente o cinemático é plataforma que eu trouxe a cena, que eu trouxe a cena de fase e tudo mais.

Mas, por exemplo, esses pedaços onde você tá num ambiente mais aberto da cidade e tal, às vezes tem um vai e volta ali e não fica claro, por exemplo, ah, eu podia pular pra cá pra continuar por aqui, assim, por exemplo. Então tem momentos onde o que é fase e o que não é, né, fica meio confuso por conta do quão denso visualmente o jogo é.

E também no combate, né? Porque no combate ele faz essa coisa que nem o Batman e outros filmes de artes marciais fazem, né? Que no fundo você tá lutando com tipo dois ou três bonecos, mas os outros ficam em volta, né? E o jeito que esse jogo, que é um jogo 2D, de jogabilidade 2D, faz pra isso funcionar é ficam os personagens num plano, no seu plano ali, né? Lutando com você e os outros no fundo. Só que esses que estão no fundo, nem sempre fica muito claro, né? Se eles estão no fundo ou se eles estão na frente, né?

Se você pode atacar eles ou não, se eles entraram na luta já ou não. Então, ao mesmo tempo de você, pera, eu vou atacar um inimigo e eu percebo que, na verdade, ele ainda tava no fundo, ou então eu tomo uma porrada porque eu achei que o inimigo tava no fundo, mas, na verdade, ele já veio. Porque tem isso, né? Os personagens, eles tão transitando do fundo pra frente.

E aí se o cenário é mais escuro, ou se o ângulo da câmera é mais abaixado, porque o jogo faz muita brincadeira cinematográfica de troca de ângulo da câmera, que você não consegue perceber tanto quem está no fundo e quem está mais na frente, isso acaba afetando um pouco o combate. É meio frustrante.

Sim, mas eu, fora isso, não tive muito problema com ele, não. Eu vi até algumas pessoas reclamando dos comandos serem meio... Não muito responsivos, né? E eu até senti isso um pouco, mas não foi um grande... Mas era não responsivo de lag, você acha? É, de... Por causa do visual pesado? Eles são meio lentos, meio lag, assim mesmo. Ah, mas será que não é, tipo... Porque normalmente o cinemático de plataforma, assim, você tem muito peso no personagem. Sim, sim. Você vai pular, né? O personagem agacha, depois ele pula, sabe?

É, mas no combate, a sensação no geral no combate é mais Batman mesmo. Que tipo, o que você vai fazer no combate tipo Batman não é atacar levando em consideração prioridade de animação ou posicionamento do inimigo. Não, é tipo, o que me foi apresentado na tela. O que o inimigo está me dando de prompt.

Ele tá me dando o prompt do parry A qualquer momento que eu apertar esse botão do parry No Batman especificamente tem algumas Habilidades extras que você vai usar Tipo, ah, colocar Bombinha de spray lá Que explode, que demora um tempo E você meio que, se você começa a fazer isso Você não consegue interromper com outras ações, né Mas no geral é, se um inimigo apareceu Com o símbolo do parry na cabeça Você pode estar fazendo o que você quiser Que você apertando aquele botão Do parry, o Batman ele vai O Batman, o Warren Não, não, tô falando

ao Batman. O Batman, ele vai sair da animação que ele tiver e fluidamente dar o parry, né? Essa que é a graça do combate do Batman, é o quão fluido as animações transitam entre si e tudo. E, por exemplo, se você tá num combate que tem um inimigo com arma de fogo, por exemplo,

Se ele, no caso, por exemplo, do Batman ou do Homem-Aranha, né? Se ele deu o prompt de que ele vai atirar, você vai apertar ou vai dar o comando que é o counter disso. E independente do que estiver acontecendo, você vai dar o comando que é o counter disso, porque esse é o combate. E esse jogo funciona dessa forma até um certo ponto, assim.

Porque eu sinto que eu tava... Pô, que legal. O combate tá ficando mais legal à medida que ele vai introduzindo novas camadas, né? Mas chega um ponto que eu sinto que o combate mesmo não consegue lidar com o caos que ele cria. E aí começa a ficar essa questão dele ser menos responsivo. De você, às vezes, apertar o botão do parry porque tem um inimigo vindo, mas porque você...

tava no meio de fazer uma outra coisa, você não consegue a tempo, né? E você tava no meio dessa outra coisa antes do personagem dar o prompt do parry, né? Então, assim, é meio frustrante, porque você fica pera, eu não consegui dar o parry, por quê? Porque o legal desse combate é você fluir entre uma coisa e outra, né? E não...

tem uma regra constante. Tipo, se fosse, por exemplo, ah, não deu porque você tá de costas. Ou não deu porque nesse ataque aqui você precisa tá livre de qualquer outra animação. O que eu já não gostaria. Mas não é consistente nem assim. É, não é. Porque às vezes você, quando ele tá funcionando certinho você consegue interromper qualquer coisa e dar um parry. Mas às vezes não. E aí é meio, pô, por que eu não consegui dar o parry? E eu acho que ele tem esse problema de consistência bem parecido nas partes de plataforma mesmo. Eu acho que esse jogo tem o que eu apelidei no conjunto seletivo. Aham.

Que é, o personagem, ele tem distâncias de pulo e alcance dependendo de como você pula com ele. Isso me irrita um pouco. Pulo Dark Souls 2? Dark Souls 2 era assim? É, mas Dark Souls 2 tem um problema que às vezes ele dá um mini pulo. Por um motivo misterioso. É mais Uncharted, né? É, Uncharted tem muito... É.

Ele tem um pulo com magnetismo, né? O que me fez criar esse termo foi Uncharted, inclusive. Foi uma breve irritação minha com Uncharted. Porque, tipo, a carne do jogo, né, é você andar e ter desafios que nem sendo desafios assim, de plataforma, eu acho. E pra mim era um pouco frustrante, porque às vezes não ficava claro pra mim qual era o caminho certo a seguir, porque eu falava, ué, mas...

Não era pro personagem conseguir fazer esse pulo. Mas é esse pulo mesmo, será? Aí você vai e faz e é aquele pulo mesmo. Por causa do magnetismo. Por causa do magnetismo, né? É, e tem outros, assim, por exemplo, que... Por exemplo, tem a paradinha... A rachadura pra você fincar a sua picareta. E embaixo tem um cano pra você girar nele, né? Pra você fazer a acrobacia príncipe do pé, sei lá.

E aí você pensa, não, pera, do lugar que eu tô, eu consigo pular pra não precisar do cano e já ir pra rachadura e cravar a picareta nela. Só que não, o jogo ele quer que você primeiro caia, pegue o impulso no cano e aí vá pra rachadura. Então tem uma ordem, às vezes, que... Rígida. Rígida, né?

que o jogo não deixa você... Por exemplo, o Sushi falou recentemente no Rodízio de jogos muito expressivos na sua plataforma. Esse é um jogo muito pouco expressivo. Tudo que você vai fazer nele tem uma resposta correta. Você não tem muito espaço para experimentar com movimentos ou com otimização de como lidar com isso. Ele tem um trilho muito específico que ele quer que você percorra e qualquer coisa, geralmente fora disso, vai te dar um resultado de um estado de falha.

E também não tem, não é muito dado a exploração, né? Ele é bem, bem linearzão. No máximo você tem alguns caminhos paralelos pra você pegar colecionáveis e alguns power-ups, né? Você pode aumentar sua barra de vida, pode aumentar o número de curas de estos que você tem, né? Que ela recarrega a cada batalha. Mas ele é um jogo bem, bem linearzão mesmo. É, o que pra mim nem é um problema. Não, não acho que seja um problema também.

É, costuma ser. É, sim, sim. Não, não acho não. Ah, tipo, sei lá, todos que eu joguei assim, eles costumam ser de fase, sabe? Tipo, você vai do começo ao fim e acabou. E tem alguns segredinhos no meio, sabe? É essa estrutura aqui, é meio que uma fase. É, eu digo que costuma ser cinemático e plataforma, né, os que eu joguei. Sim, sim. Ah, entendi. Eu achei que você tinha falado que costuma ser um problema.

Não, não, não. Costuma ser assim o Cinematic Platform. Mas costumam ser lineares. É, exatamente. Eu acho que essa é a estrutura desse aqui também. O que pra mim, a estrutura em si não é um problema. Eu gosto de que, geralmente, se você tenta ir pro outro caminho, sempre vai ter alguma coisinha pra você encontrar, né? Eu gosto dos textinhos e das coisinhas de lore que você encontra, que vão preenchendo o mundo. O que, um problema dele pra mim, nesse sentido, é que vamos dizer assim, eu gosto quando esse tipo de level design, ele tá a serviço de alguma coisa.

Então, por exemplo, eu sei que o Tengu não curte muito essas partes do Uncharted, por exemplo, de ficar escalando e tudo mais, porque não é um desafiador, né? Você tá meio que seguindo um roteirinho ali. Você tá, tipo, ah, você viu o caminhozinho que você tem que seguir, você só vai seguir por esse caminhozinho e tudo mais. Eu gosto porque...

geralmente está servindo a algum propósito a mais, né? Ou está servindo para uma quebra de ritmo de algo que acabou de acontecer, ou está servindo para os personagens conversarem e fazerem algum desenvolvimento de personagem, ou está servindo para apresentar um cenário que você está vendo, né? Tipo, nos jogos do Anti-Arta, por exemplo, né? Que é um jogo muito bonito. Ele tem muito desses momentos que, tipo, nossa, agora a gente vai deixar você só absorver o cenário aqui.

Então eu acho que nesse jogo funciona isso muito também. Tipo, você tá passando por esse cenário mais devagar e lidando com esses momentos de plataforma e de encontrar o caminho pra você meio que absorver esse mundo, pra você ver as coisas, os detalhes que estão acontecendo. E é um jogo muito bonito, né? Não, é tipo, nesse jogo não me incomoda justamente por causa disso, assim. Uhum.

Eu não tenho problema nenhum com ele ter um ritmo mais lento, com ele ter partes... Até, que nem a gente falou, ele não tem muito desafio, né? Não. Mas, tipo, você absorver a vibe dele por si só. A música. Tudo, né? Encontrar, que nem você falou, ler os textinhos com o seu Game Boyzinho lá. Muitas vezes o personagem está pensando. Isso. O jogo não tem dublagem, né? Mas a caixa de texto aparece.

pra ele matutar sobre alguma coisa. Eu acho que ele serve muito esse propósito de fazer você absorver o ambiente que o jogo criou. Eu acho que funciona muito bem. Realmente é um bagulho que não me incomoda nada no replay. E ele tem alguns puzzles mais limbo, ou tipo inside, de você carregar isso daqui pra cá, empurrar uma caixa, levantar uma plataforma e tudo mais, que também serve pra dar essa quebrada no ritmo.

O meu problema com ele é que muitas vezes eu sinto que essas cenas, elas começam com esse propósito, mas elas se tornam cenas pra prolongar o jogo. Eu sinto que elas estão lá mais pra que esse pedaço do jogo dure mais e que o jogo, no fim das contas, ele tenha uma duração maior. Que nem o Sushi falou, é um jogo de 13 horas, né? Às vezes eu vi no How Long To Beat gente falando de 15 horas. Então você acha que o jogo não tá respeitando o seu tempo?

Exatamente, mas o negócio é esse, que assim, por exemplo já falei algumas vezes de level design como uma história que o jogo tá contando então eu sempre penso no Donkey Kong Country, quando eu tô pensando nisso que o jogo ele começa com uma ideia e aí ele vai desenvolver essa ideia quase como se fosse uma história que ele tá contando ao longo daquela fase, né, ele vai te apresentar essa ideia de várias formas, ele vai elaborar em cima dessa ideia, essa ideia vai crescer ela vai virar outra coisa às vezes e aí no final E aí

você sente que você passou por uma coisa ali, você passou por quase que uma narrativa em forma de game design que o jogo te deu ali. E eu gosto muito quando os jogos fazem isso, mas obviamente não precisa ser só em termos mecânicos, mas eu gosto quando o level design serve a um propósito maior.

Ou você poderia ver, por exemplo, o level design como um diálogo. Então, sei lá, o level design te pergunta uma coisa e você responde essa coisa usando as ferramentas que o jogo te dá, as mecânicas, os verbos que o jogo te dá ali, você usou para responder. A gente pode continuar nesse tema? A gente pode continuar nesse tema. Mas o ideal é que depois da minha resposta, a próxima coisa que o jogo disser seja diferente, seja evoluindo aquela ideia, né? Tipo, então, sei lá, por exemplo, e aí, Tengu, você gosta de pizza? Gosto.

Se a próxima coisa que eu disser for E aí, Tengu, você gosta de pizza? Não é uma conversa muito boa. Pô, já falei, caralho. Exato. E esse jogo eu sinto que ele faz isso muitas vezes. Tipo, caramba, a gente já conversou sobre isso aqui, jogo. Porque você tá trazendo exatamente esse assunto de novo, assim, sabe? Sem nenhuma...

Modificação. Modificação. Ou progressão. Ou progressão. Então, por exemplo, tem um momento que eu vi isso muito claro. Uma mecânica que quando eu vi pela primeira vez, eu achei até, pô, que espertinho, né? Que você começa a poder hackear uns dispositivos e tal. E tem uma hora que você consegue hackear uma parada. Você não consegue passar um lugar porque tem uma turret. E se você é visto pela turret, ela te dá um tiro e é um hit kill.

E pra passar, você tem que hackear uma paradinha que vai jogar poeira no chão, o que vai chamar o robozinho da limpeza pra ir lá limpar. E enquanto o robozinho tá passando, você usa ele de cover pra você passar junto. E aí você hackeia a próxima coisa lá na frente pra jogar mais poeira, aí o robozinho vai andando e você vai andando junto do robozinho. Eu pensei, pô, que legal. Só que, tipo, exatamente dessa forma, o jogo faz isso mais duas vezes, assim. E eu, tipo, não, a gente já fez isso. Essa é a hora de você introduzir alguma dificuldade a mais, alguma coisa, né, algum twist nessa premissa, né. E...

Isso eu acho que ele se repete em várias vezes, assim, tipo, eu acho que as áreas, elas se estendem mais do que elas deveriam, além do ponto que o jogo parou de introduzir novas ideias, novos conceitos, parou de introduzir até novos cenários ou novos elementos da história e tal. Então esse, pra mim, é o ponto que o jogo me pega, assim, de, pô, isso eu não gosto.

isso eu não gosto, eu acho que ele, e por quê? porque eu sinto que ele tá fazendo isso pra se prolongar, porque ele sente que talvez se ele não fizesse isso o jogo seria curto demais e isso pra mim é muito ruim, assim, eu acho quando eu sinto isso, que o jogo tá enchendo linguiça só pra ser mais longo, nossa, eu fico tão desapontado, assim, sabe o Anguilm não tá respeitando a visão do diretor não tô

Porque a visão do diretor era só me enrolar, né? Ele queria ficar perguntando pro André se ele queria pizza. Pizza, é. Eu quero, porra. Pelo amor de Deus, me dá pizza. Eu concordo, assim. Eu acho que... Engraçado porque eu acho que o jogo não faz isso justamente no combate, né? O combate evolui de um jeito mais interessante. O combate eu achei legal. O que me parece estranho pro gênero.

Ter esse foco num combate que evolui de uma forma tão legal e com vários sisteminhas que vão se acumulando em cima do outro, com várias situações de combate que são desafiadoras. Pô, tem lutas de chefe nesse jogo, sabe? Umas lutas de chefe que são legazinhas, são legais. Me parece esquisito o jogo ter esse foco tão grande, ele falar melhor a língua do combate do que a língua da exploração.

Nem da exploração, é da viagem. Da plataforma cinematográfica. Estranho. Para mim é meio esquisito. Para eu que não tenho esse contexto direito do gênero nem nada. E não que ele não tenha bons momentos da plataforma cinematográfica. Mas eu acho que ele peca pelo excesso. Eu acho que ele tem um jogo mais enxuto. E que flui muito melhor dentro desse Replace que foi entregado.

Mas eu acho que um dos aspectos de Cinematic Platformer que mais, talvez, entra em conflito com o esperado de um público padrão, é que todo Cinematic Platformer bom que eu joguei era muito curto. É tipo, uma hora, duas horas, três horas. O Inside tem quanto? Duas horas? Não, o Inside é umas cinco horas. É umas cinco horas. É, porque eu lembro, por exemplo, que eu joguei ele todo numa sentada só. Mas eu joguei e terminei. Mas ele é um jogo pra isso. E eu acharia Inside... Insider. Eu acharia Inside pior...

Se ele fosse o dobro da duração pra manter 10 horas ali, sabe? Tipo, se eles, dentro daquele jogo, enrolassem pra ele ter 10 horas, porque, tipo, pô, acho que 5 horas é muito pouco, hein? E ele é uma obra-prima porque ele não tem isso. A impressão que eu tenho é que essa enrolação serve pra duas coisas nesse jogo. Primeiro porque, porra, deu um trabalho do caralho fazer esse cenário. Então a gente vai fazer você olhar pra tudo, assim, pra todo efeito.

a partícula de poeira e o robozinho e a luzinha a luz do sol passando por entre as folhas das árvores tá ligado? você faz a pessoa chegar no final do jogo e voltar o pessoal não aprendeu nada com o Death of the Nightmare 4 o que é

Ok, eu acho que é válido, justo Não é o ideal, mas Sei lá, justo. E outra é pra fazer Você se importar mais Com aquele universo que o jogo tá criando Com aquela história, com aqueles personagens Eu acho que nem precisaria Se você fosse levar em consideração um jogo mais Mais padrão desse gênero, e aí se me Corrigir se eu estiver errado, fazer você voltar tantas Vezes pro mesmo lugar e ter tantas interações com NPCs num mesmo lugar assim Porque acho que ele volta bastante Você volta três vezes Pra aquele assentamento assim. Ele tem a

Tem HP? É que muitos jogos costumam ser One Hit K.O., né? Não. Tem HP e tem Estus, entre aspas, e você recupera HP e Estus entre batalhas. Você sempre tá cheio. E eu acho que ele tá tentando muito fazer você se importar com aquela história, com aqueles personagens, e eu acho que ele não faz um bom trabalho disso. Eu acho que ele não me fisgou, pelo menos. É mesmo? Pô, ele me fisgou. Eu não terminei ainda.

Mas eu tô gostando, né? Tipo, eu tô surpreso do quanto que eu me afeiçoei a esses personagens, a galerinha dos descartados lá, até ao próprio Warren barra Rich, né? Que tem muito dessa questão, a história tem muito dessa questão da tábula rasa, né? De você, assim, essa IA, ela foi uma IA criada pra fazer meio que uma seleção, uma coisa meio eugênica, assim, sendo usada pra fins nefastos por essa companhia claramente satânica, assim.

sabe? Só que... Literalmente? Bom, aí vai ter que jogar pra descobrir. Só que a IA em si, ela não escolheu nada disso, né? Ela é só, inicialmente, pelo menos, um programa de computador. Agora que ela tá colocada nesse corpo onde ela tem autonomia pra tomar as decisões dela pela primeira vez, e mais do que isso, né? Ter contato com o mundo que antes pra ela eram só dados, né? Ela só tava selecionando esses dados em tabelas e tal, e agora ela tá tendo contato com esse mundo. O que que ela vai achar desse mundo? O que que ela vai achar do que a corporação tava fazendo com essas pessoas, né?

E, pô, isso pra mim funcionou, assim. Eu achei legal o desenvolvimento dessa EA, o desenvolvimento da relação dela com os personagens, assim. Eu curti. Eu achei legal. Não sei como termina ainda, né? Eu gostei do final. O final é emocionante, assim. Eu achei bem legal. Pô, tem um momento bom de revelação, vamos dizer, quase na metade do jogo, né? Me pegou ali. Eu achei maneiro, pô. Não achei ruim, tá? Só não me pegou. Os personagens, assim, não me pegaram tanto, assim. Mas eu acho que o universo que ele cria é bem interessante, né?

Por enquanto, é só PC, né? PC e Xbox. Inclusive, ele tá no Game Pass. Ah, então. Pena que ninguém mais tem no Game Pass, né? Que ficou 120 reais. É, quem comprou vários anos acumulados, tem. Alguém, com certeza, tem Game Pass. Eu falei brincando, mas eu realmente não tenho mais.

Eu não sabia muito o que esperar do jogo, porque, que nem eu falei, não é um gênero que eu costumo me interessar muito, não é um gênero que eu costumo me pegar. Mas eu achei uma boa experiência, apesar dessas reclamaçõezinhas que eu tenho, que eu acho que a história não me pegou tanto, com esses probleminhas de plataforma e tal, que você falou, André, dele ser meio repetitivo e tal, eu achei uma experiência bem legal.

na verdade. Fora o jogo ser lindo, eu acho que muito do que me carregou pelo jogo é ele ser absolutamente lindo. Um deleite aos olhos. Eu acho que, mesmo que ele fosse muito pior mecanicamente do que ele é, que eu não acho que ele seja ruim, mas...

Ele poderia ser muito ruim mecanicamente e eu ainda insistiria em jogar ele por causa da parte artística apenas, assim. Porque eu acho que é tão impressionante que sustenta o jogo. E ainda assim, né, o jogo tem seus problemas e tudo mais, mas eu acho um jogo legal. Eu acho que muitas das coisas... Recomenda.

que nem o Rafa falou. São coisas que podem ser corrigidas, né? Em patches e tudo mais. Acho que ele tem questões de polimento, especificamente, mais pro final do jogo. De tipo, nossa, acho que ninguém testou a magnetização a essa plataforma aqui, não. Você tá tentando pular nessa plataforma e o personagem não tá agarrando nela. Ele esticou a mãozinha?

Toda a plataforma magnética é, se esticou a mãozinha porque vai pegar. Não, ele não estica a mãozinha, infelizmente. Então eu acho que tem coisas assim de polimento mesmo, mas é, o que mais me incomoda é essa questão que é mais central ao design do jogo e tudo. O John no chat falou que tá 60 conquistinho, vale mais a pena.

60 quanto no Steam? O mês do Game Pass é 120. É muito. Game Pass Ultimate. Desculpa, desculpa. Por favor. É que talvez ele não tá no mais barato, né? É que às vezes lançamento... Ah, é, né? Eu não sei se é o caso dele, mas tem alguns lançamentos que só saem no mais caro. O Isidro falou, quer dizer que o André gosta de IA agora, vai lá fazer amizade com o ChatGPT, então. ChatGPT, qual é a minha... Benção.

A minha benção. Que bom que a Diana também não é IA, né, Tengu? Ainda bem, ufa. É uma criança de verdade. Pô, você tá me dizendo que esse ano só tem jogo pra fazer você gostar de IA? Exato. Caralho, me parece um lobby. Caímos direitinho no lobby. Me parece um lobby. Tamo caindo direitinho, gente. Caralho. Qual a história do desenvolvimento do jogo? Não demorou pra caramba pra ser lançado? Ele demorou, por seis anos, o que, pra uma equipe pequena e um jogo com a ambição desse jogo... E aí

Me parece... Com a ambição gráfica? É, tipo, seis ou oito anos, né? É bastante. Oito é pra caralho. Mas assim... Eu não tenho isso. Eu não sei quais foram, se eles tiveram dificuldades de desenvolvimento. Mas se vocês me disserem assim... Não, foi só uma equipe pequena trabalhando durante oito anos nesse jogo. Eu acredito pela quantidade de arte, densidade desse mundo. E arte? E arte. Exato. Falaram a guerra da Ucrânia com a Rússia atrapalhou. É um jogo de estúdio coreano? De coreano.

Porra! Ucraniano? Ucraniano? Eu não sei, eu não vi. Os nomes dos devs são do last europeu, mas eu não sei se eles são de que país exatamente. Muitos jogos a gente não dá Ucrânia, né, recentemente. Pois é, pois é. Mas agora, Tengu... Eu não entendi nada, você entendeu alguma coisa, Sujit? Nada, eu preciso que o André e o Tengu resumam pra mim toda essa opinião e embasamento que eles têm sobre esse jogo numa coordenada, num eixo cartesiano, juntando dois eixos no qual...

Um vai de 1 a 10, que representa o quão interessante o jogo é. E o outro eixo que vai de J a A, que representa o quão bom... Representa a qualidade do jogo pra vocês. Vocês conseguem resumir tudo isso numa nota naval? Uma nota naval pra mim? Não consigo. Próximo jogo. Não, nota naval, Tingu. Você sabe a sua nota naval para Replace?

A minha nota naval para o Replace, eu acho que ele é um jogo razoavelmente interessante e razoavelmente bem executado. Eu acho que muito da interessância... Aí eu não sei, né? Eu acho que o aspecto visual, pra mim, cai mais na interessância. Eu acho que pela técnica HD 2D e pelo jeito que ele faz a cinematografia dele, né? Acho que cai muito na interessância pra mim o que ele faz com isso. Então eu diria que ele é um jogo... D7. D7. Eu vou dizer, Tengu, que pra mim ele é um jogo...

É oito. É oito? É oito, então. Mas não, André, não pode dar uma nota só, tem que ser duas. Ah, desculpa. É oito. Falando de uma forma rápida. Ou e... E oito. Não, ou e oito. Entendeu? Uma parte de pausa. Falaram que o estúdio é bielo-russo. Ah, bielo-russo. Nem existe esse país. Fica ali no leste, né? Esse fica. De verdade. Todos os outros também. Assim, se a gente usar o Brasil como base... Todo mundo...

ficar pro leste. Exatamente. Dá a volta, né? O planeta é redondo, porra. Então, se eu for pro leste, uma hora eu chego na Argentina. Exato. No Chile. Chile tá no leste. É. Dez terraplanistas infartadas. Acho que não tem mais, né? Acabou. A gente passou dessa fase, né? Acho que sim. Planistas infartadas? Isso. Não, eu acho que existe. Só tão quietinho. Terraplanistas? Existem. Não, não existe não. Os antivaxers acham que são o quê? Os antivaxers estão morrendo.

Estão tomando vacina A VV é isso, né? Todo antivax era na Terra Planície E todos morreram Mas você sabia Por que que toda missão que vai pro Espaço, entre aspas Cai na água e não na Terra? Você já parou pra pensar nisso? Será que é porque o planeta é 90% água? Ou porque o chão é duro e a água é mole? Tanto bate até que fura

investiguem isso aí. É, pois é. Eles não querem que você saiba da verdade. Hoje a Ana Paula teve que ensinar pra Milena que Ratanabá era fake news. Foi muito interessante. Próximo jogo aqui, Sushi, é um jogo do leste europeu, né? Que se você ficar seguindo a Europa no leste, eventualmente você chega no Brasil. Exatamente. Você vai falar um pouco do Neve, André?

Eu vi que você jogou um pouquinho dele. Eu joguei só o comecinho. É mesmo? É, felizmente eu não consegui. Ou você falou que ele era curto, né? Eu ia tentar terminar ele hoje, antes da gravação, mas não consegui. Gente, é Neva o nome do jogo. Não, pois é. Assim, o cachorro. Inclusive, muito difícil. O SEO desse jogo, muito difícil. Porque o nome do jogo é Neve, né? E se você procura assim, Neve Indie Game ou Neve Game, você encontra tipo vídeo de cachorro descendo na neve. Gente, jogando bola de neve.

Vídeo de aventuras na neve. Ou você quis dizer neva? Ou isso, né? Exato. Mas não, o nome do jogo é Neve. N-E-V-E. Neve, então. É um jogo brasileiro que lançou semana passada. Semana passada, acho que quinta-feira passada. É um jogo de uma desenvolvedora de Goiás. Que basicamente é um jogo... Assim, é um jogo narrativo. É uma ficção interativa. Minha vontade é dizer visual novel, mas o Sushi não deixa. O Sushi, especificamente. O Sushi, que é o novo admin.

Ele é lá do fórum de Visual Novel, tá? Foi isso? Eu herdei agora É tipo um título de Não é de nobreza, é tipo um Título místico, assim, a pessoa morre Uma maldição Tipo o mago supremo da terra Da Marvel Isso, título herdado Então assim, eu diria que ele é quase um Visual Novel Mas não é, porque não pode Falar que é

É, do pouco que eu joguei dele, que foi realmente bem pouco, era só texto, basicamente. É, ele é, então, esse jogo narrativo interativo de sobrevivência, terror suspense, numa temática de ficção científica, né? Ele é tipo o Enigma do Outro Mundo, é isso? Enigma do Outro Mundo? A coisa, defende, né? Ele tem inspirações em Enigma do Outro Mundo, ele tem muita inspiração em Alien. Porque o Enigma do Outro Mundo é isso, né? Tipo, eles estão... um pessoal que tá na neve...

E aí tem um alienígena que é o Among Us, né? Ele imita as pessoas, entra no corpo do cachorro, não é? Faz isso, é verdade. Não sei se tem coisas aqui assim. Não? É sobre o quê, então? É sobre o quê? O jogo abre com você, que é a capitã dessa nave chamada Argo. Você é a Jasmina, né? Jasmina? É isso. E você acorda do seu sono criogênico.

antes da hora, né? Porque alguma coisa aconteceu, a nave fez um pouso forçado num planeta, você e a sua tripulação estavam nessa viagem, numa vibe bem nostromo do Alien, o Alien original, né? Que é basicamente um caminhão de entrega pelo espaço, né? Vocês estão transportando ali uma carga de chips, de de...

De enxagante bucal. Enxagante bucal. É de chip de semicondutor, uma coisa assim. E aí vocês caem nesse planeta porque teve algum problema. As duas outras tripulantes, elas já saíram, né? Assim, elas estão acordadas, elas estão despertas. Só tinha mais duas outras, então, em sono criogênico. É, e você acorda, só que por alguma pane técnica, eletrônica, etc., você não consegue sair da caixa do seu sono criogênico.

Que é um caixão de metal, assim. Onde você tem, basicamente, acesso a um computador que tem uma IA. Que é, de novo, IA. Muita coisa de IA, né? Que é a Calais. A IA Calais. Que você nem sabia que existia, né? Você nem sabia que estava instalada na sua nave. E ela é instalada. O Baidu, ela veio junto.

Exato, e ativa justamente porque é uma IA pra lidar com situações de emergência e tudo mais e obviamente fica muito claro desde o começo que o interesse da IA é em proteger os bens da corporação ali, né muito clássico também Uma das primeiras perguntas que a IA faz pra você é, como capitã da nave, você se responsabiliza por tudo que acontece na nave e todos os danos causados aos bens da empresa, aí você fala não Ah, então você vai ficar preso aí dentro E aí

Você tem que falar sim. E o que acontece é que você não consegue sair dessa cápsula onde você está. E para tentar arranjar algum jeito de sair desse planeta, de resolver a situação, você vai precisar, as outras duas tripulantes, para conseguir uma nova célula de energia, né? Para você conseguir consertar a nave Argo. Porque vocês descobrem que nesse planeta tem uma outra nave caída, misteriosamente, né? O que isso quer dizer? Fica em um mistério. E nessa nave, através do escaneamento que a IA faz,

talvez tenha uma célula de energia que possa ser adaptável ali, possa ser compatível com a sua nave. Então se torna uma missão de você vai ficar nessa cápsula vendo a missão das outras duas tripulantes através de câmeras, né? Que a IA vai conseguir rastrear ali e te mostrar o que está acontecendo. Ou não, né? Vai ter momentos onde você não vai conseguir ver o que está acontecendo com as outras tripulantes. E você vai tentar tomar decisões para que essa missão seja bem sucedida, né?

Mas ele é tipo um Five Nights at Freddy's, assim? Que você tá em primeira pessoa e você consegue mexer em interfaces virando a câmera, assim? Você só toma decisões de diálogo mesmo, assim. Ah, então ele é bem... Por que que não é uma Visual 9, então? Porque você toma decisões. Pergunta pro Sushi, não pro André. Visual 9, você pode tomar decisões. Só uma vez a cada 10 horas, assim, mais demais. Não é um negócio assim? Visual 9 é o que tem que ter o estilo narrativo de um livro. Esse jogo não tem um estilo narrativo semelhante ao de um livro. Tem sim.

O livro pode ter um tipo de narrativa diverso. Por que vocês estão falando com o Silvio? É você que é sempre contra. A gente vivia num mundo muito mais simples. A gente falava, esse é a Tânia e é visual novel. Nove, nove, nove é visual novel. Neve é visual novel. Aí o senhor chegou e falou, não. Não, não, não, não, não. O moço da Wikipedia falou que não é. Eu quero aqui.

comendo o meu bolinho comendo seus sneakers enfim, e é interessante porque as duas tripulantes, que é a Ailas e a Atalanta elas tem perfis muito diferentes, né a Ailas, acho que a primeira missão dela desse tipo, ela não trabalhava com isso então ela tá muito...

tensa, muito ansiosa, muito com medo daquilo, né, e tal. E a Atalanta é o contrário. Ela é uma mulher mais experiente, mais velha, já fez isso a vida inteira, só que ao mesmo tempo é uma pessoa muito difícil de lidar, não trabalha bem em equipe, é muito rápida pra julgar as pessoas, muito desconfiada de todo mundo, assim. Você vai ter que

tentar ser meio que o ponto de lógica e de paz ali entre todo mundo, porque muito do jogo vai ser você também quase que sendo o psicólogo de todo mundo, assim, né? Porque você vai ter como ver o perfil delas e vai ter tanto a condição física quanto a condição...

psicológica, né, como que elas estão, e isso vai afetar o tipo de decisões que elas podem tomar, o tipo de decisões que elas não vão conseguir tomar, né, se elas estiverem muito abaladas fisicamente ou psicologicamente, vai limitar, né, o que elas vão conseguir fazer. E a outra coisa é que tem a questão do tempo, né, porque o fator desesperador, né, que você poderia, sei lá, ah, vamos ligar pra corporação e, sei lá, daqui a um tempo eles mandam uma nave, sei lá, algum socorro, algum...

conserto pra cá ou qualquer coisa do tipo. Só que você tá preso dentro dessa cápsula criogênica e você tem uma hora de oxigênio. E esse tempo, ele vai ditar a progressão do jogo, né? Ele não passa em tempo real. Quando você tá lendo diálogos e tudo mais, o tempo fica parado e tudo. Quando você tá tomando decisões, né? Em telas de tomar decisão e tudo.

Mas toda vez, tudo que você faz, conta um pouquinho pro tempo passar. E isso mesmo enquanto você tá... Por exemplo, eu tô conversando com a Atalanta aqui sobre o que ela tá passando aqui. A gente tá tentando abrir uma porta, tananã, tananã, tananã. Se eu ficar aqui muito tempo com ela, vai ter passado muito tempo com a Ilas também.

Então, talvez já tenha acontecido alguma outra coisa com ela, ou talvez ela não tenha mais tanto tempo pra resolver o que tá acontecendo. E muitas das situações vão ser assim, tipo, ela vai encontrar uma porta trancada, e aí tem tipo um duto de ventilação que pode ser perigoso, a gente não sabe o que tem lá dentro. Ou a gente pode fazer um minigame, que vai levar algum tempo também, talvez você empaque no minigame, pra conseguir hackear a porta, né?

E tomar essas decisões, tipo, ajudar elas a tomar, tipo, pesquisar o ambiente, assim, tipo, ver mais à frente, tem uma bifurcação, tem dois caminhos, pra qual ela vai. Ah, tem esse aqui que é mais curto, mas ele tá alagado. Tem esse aqui que é mais longo, que ele tá vazio, mas é muito mais longo e tem marcas de sangue. Hum... Hum...

Então, tipo, qual será que é melhor? O que eu escolho? Como é que as personagens me revelaram coisas sobre elas aqui? Eu conto isso pra outra pessoa? Será que isso vai ser importante pra missão? Uma coisa que eu gosto bastante é que não é tipo Mass Effect, que outros jogos, vários jogos fazem isso, né? Te dá uma...

seleção de quatro opções de diálogo e você vai conseguir ir em todas as quatro e ver a informação que todas as quatro vão dar. Então, geralmente, você vai conseguir escolher só uma. Então, muitas vezes, você tem três opções e, tipo, qual que é a mais relevante pra eu escolher agora? Qual que vai me dar a maior quantidade de informações ou de resultado prático pro que eu tô precisando agora? É tipo reviver um cadáver no Baldus Gate 3.

Pra conversar com ele. É tipo reviver um cadáver no World's Gate 3. Você tem que escolher o que eu preciso mais saber aqui. O resto fica de fora e você nunca vai saber quando você jogar de novo. O jogo é curtinho, ele tem umas três horas de duração, assim você já termina. Mas tem rejogabilidade.

É, tem rejogabilidade. Você, eu acho que fica muito te instigando, né? Pra você tentar de novo. Tem vários finais diferentes, vários caminhos diferentes que você pode tomar ali com as suas decisões. E assim, gostei bastante. Bastante mesmo. Tipo, a história, ela é bem tensa, né? Tipo, os eventos, quando as coisas estão indo pro caralho, assim, você começa a ficar realmente nervoso, roendo as unhas ali, pensando o que que poderia ter sido feito, onde que você errou, o que que, né? Numa próxima run eu vou fazer isso e tal.

Essa questão da próxima run eu ainda quero jogar mais uma vez, mas dá uma certa preguicinha, porque ao contrário de visual novels aí, né, que tem a rejogabilidade como algo já embutido na experiência e vão te deixar muitas vezes pular pra pontos específicos da história ou passar rápido diálogos que você já viu até chegar em algum que você não viu ainda. Esse jogo não tem nada disso. Talvez seja algo até que seja acrescentado depois, né? Ele não é visual novel, André, não vai ter. É, pois é.

Mas é que parece ser algo muito importante pra ele, a rejogabilidade. Eu fiquei com muita vontade de rejogar. Só que eu pensei, nossa, até chegar nas partes realmente, assim, muito diálogo, né, e não tem como pular muito rápido, assim. Deu uma preguicinha. Você sabe quantos finais o jogo tem? Acho que são seis ou sete, assim. Ah, nossa, é bastante. São nove.

Entendeu, entendeu? Mas são bastante, bastante. É. Mas, pô, muito legal, muito bem escrito. Eu tive alguns problemas de bugs com ele, que acabaram afetando um pouco o meu final, assim, que eu não... Como assim? Eu não quero entrar em muitos detalhes. Mas, tipo, você escolheu uma coisa e aconteceu outra? É. Tipo isso? Tipo isso. Do jogo não levar em consideração o que eu tinha feito. Por exemplo, vamos dizer aqui. Sushi. Eu mesmo. Ele tem três botões na frente dele. Um vermelho, um amarelo e um azul. E fudeu, o dotonismo já é.

Um triângulo, um bolinha e um X Ih, fodeu, não passou nesse Playstation, fodeu E aí, por exemplo, eu sei que Eu acho que ele não deve apertar o triângulo Porque o triângulo vai tacar fogo nele Eu acho que ele deve apertar Eu tô em dúvida entre o bolinha e o X Eu acho que ele deve apertar o bolinha Sushi, aperta o botão bolinha aí

E aí ele aperta o botão bolinha e eu não sei o que aconteceu com ele, né? Depois, assim, eu descubro que, putz, ele foi congelado. Porque ele apertou o botão bolinha. E aí tem todo um momento, assim, de... Ai, meu Deus, o sushi foi congelado. Que medo. E aí, putz, sushi foi congelado. Que droga, não devia ter apertado o botão. Aí eu chego pro Rafa e falo... Pô, Rafa, você não vai acreditar. O sushi...

Apertou bolinha? Apertou bolinha. Não, apertou triângulo e se queimou todo. Você falou isso? É, tipo, eu tô te contando uma outra versão do que na verdade aconteceu, entendeu? Entendi, ok. E aí depois lá na frente eu encontro com você, aí você fala, e o sushi, hein? Eu, putz, não sei o que aconteceu com o sushi. Eu mandei ele apertar um botão e eu não sei o que aconteceu com ele. Vamos descobrir? Putz, o sushi se congelou.

E aí conta a mesma versão várias vezes Às vezes sua personagem está com Probleminha de memória É, às vezes é isso, todo mundo ali O espaço, o tempo é convoluto Então assim, teve bugs desse tipo do jogo Não considerar a decisão que eu fiz E não lembrar que eu já tinha Descoberto o que tinha acontecido Já tinha passado a cena da gente descobrindo E conversando sobre o que tinha acontecido E aí depois acontecer de novo Parece um inferno de ramificações Você jogou o jogo de uma vez só?

Foi. Porque eu pensei, será que alguma coisa de download deu algum problema? Às vezes o problema é jogar numa vez só. É, mas assim, bugs, né? Eu joguei antes do lançamento até, então talvez seja algo que já esteja sendo trabalhado aí pra consertar. Mas, apesar disso, gostei muito da experiência, gostei muito da história que é contada, gostei muito da escrita. É engraçado, tem uma coisa na escrita desse jogo, e na verdade é uma coisa na escrita de jogos brasileiros, no geral, que eu reparo, que mesmo eles sendo escritos em português, eles às vezes soam como uma tradução, assim, eles...

Ah, mas tem muitos que são escritos em inglês, hein? É, mas assim, né, vamos dizer, tá sendo traduzido por uma pessoa brasileira, né? Então, é, talvez seja isso, né? Talvez o script seja originalmente em inglês, e aí tá sendo uma tradução, e aí pega os vícios da linguagem, porque tem coisas que, por exemplo, eu anotei aqui, por exemplo...

Mexa a droga do seu rabo para fora daí. Ou, merda, quase sete meses em criogenia. Que eu só consigo ouvir, tipo, o fucker and sucker do canal que eu tô falando assim, sabe? Que eu acho que é uma consequência da gente jogar muita coisa traduzida, né? E a gente acaba pegando esse ritmo do inglês falando assim e tal.

de ler muita coisa em inglês, né? Também, é. Também. Mas, assim, muito bem escrito, ótima história, ótima narrativa de fazer escolinhas. Curtinho, baratinho, fica aí. É tipo um filme. É um visual cinema. É um filme muito longo, né? Que é umas três, quase quatro horas ali. Ah, não. É um Duna parte dois, então. Que fique claro que o Rafa falou visual cinema. Se o cinema não fosse visual.

Depende, se às vezes a sala tá muito escura, você não enxerga nada. É verdade. Mas fica aí o neve. Será que eu... Dá uma nota naval? Dá uma notinha pra ele? Dá uma nota naval para o neve. Eu dou um C7. C7. Ok, ok. Boa nota. Boa nota. C7 para neve. Recomendo.

Coisa a coisa também é o bloco de perguntinhas. Vamos lá para ele, para você aí que mandou as suas perguntinhas lá para o nosso usuário do telegram.jogabilidade no telegram ou para o e-mail vert.jogabilidade.de e mandou para a gente as suas perguntinhas, né? Temos para a gente discutir, coisas para a gente conversar sobre e cair na porrada aqui durante a leitura das perguntinhas no Vert.

Daí, quando você mandar pra gente, vai lá e manda. Manda uma perguntinha pra gente lá. Quando você mandar, a gente vai poder ler ela aqui num próximo episódio do Vértice, transformar alquimicamente em sabedoria e você vai poder soar mais ou menos assim. Bom dia, Jogabelha, amigos. Como vocês estão? Sou Leonardo Molina, 32 anos, de Arasatuba, São Paulo. Minha dúvida, sem entrar em mérito de purismo gamer ou só dosismo, apenas curiosidade pura. Levando em conta principalmente falas de vocês sobre remakes quando opinam sobre eles substituir ou não o original.

Minha dúvida é, jogar um remake que altere consideravelmente o modo de jogo, como foi o exemplo de Final Fantasy VII, pode se considerar como tendo jogado de fato o jogo? Falo no sentido de que existem pessoas que gostam de jogar que, se você não jogou o jogo original, você não jogou o jogo de fato. Eu, por exemplo, só tive experiência com o Silent Hill 2 jogando o remake, e não tenho vontade de ver o original. Eu posso dizer que joguei o Silent Hill 2? Ou devo salientar que não consumi ele por completo, por não ter visto a versão de PS2?

Qual a opinião de vocês sobre o consumo de obras refeitas quanto à validação de ter experienciado a obra de fato ou não? Não é algo sobre ter vergonha ou não de não ter jogado algo de fato, mas uma curiosidade prática mesmo. Um abraço pra vocês e continuem um excelente trabalho. Acho que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. É, coisa a falar. Ah, eu joguei o Sight Hill 2. Qual? O original? O remake? Ah, o remake. Beleza. A conversa segue daí. Sim, sim. Alguém fica, então você não jogou o Sight Hill 2. Não, eu joguei o original, eu joguei o remake. Eu senti que tem um medo do julgamento alheio.

Porque ele fala que não é por vergonha, mas ele fala assim, não, é porque tem pessoas que gostam de julgar. Mas aí as pessoas... As pessoas que julgam. Mas assim, ele fala de dois casos, que são bem diferentes também. Porque primeiro ele fala assim, um jogo que altere consideravelmente o modo de jogo, como foi o Final Fantasy VII. Pode se considerar como tendo jogado, e aí depois ele esquece Silent Hill 2. Silent Hill 2, eu acho que se você jogou o remake...

Ele é próximo o suficiente. É, eu acho que você teve a experiência do Silent Hill 2 ali, né? Próximo, como você disse, próximo o suficiente. O Final Fantasy VII, não. O Final Fantasy VII é outra proposta mesmo. Tipo, até, por exemplo, Resident Evil 2 Remake, 4 Remake. Eu até acho que é...

É, eu acho que... É que, no fundo, se você disser... Cada jogo é um jogo. Eu acho que no fundo, cada jogo é um jogo. Mas se você disser assim, joguei o 1, qual? O remake? Pô, vocês podem ter uma conversa sobre isso. É, eu acho que cada um é um jogo diferente. Sim. Mas alguns jogos se propõem, alguns remakes se propõem a ser mais, tentar passar exatamente a mesma experiência do original, e alguns remakes, eles querem ser outra coisa, né? Tanto em jogabilidade quanto em história. Tem remakes que, na verdade, são continuações.

E etc e tal. Mas eu acho que independente do quão próximo é ou não, se você vai conversar sobre um jogo com alguém, primeira coisa é colocar essa distinção. Porque tipo, que nem falou Final Fantasy VII, é outro jogo completamente. Outra história. Eu acho que se for falar pra alguém, ah, eu zerei Final Fantasy VII e você jogou o remake, tem que especificar que é o remake. Porque são jogos bem...

diferente. É, no caso do Final Fantasy. E nem cobre mesmo o pedaço da história, se você só jogou primeira parte, por exemplo. Exato. Você vai conseguir conversar sobre a história até um certo ponto, né? Mas a partir de um certo ponto, nem isso vai dar. Porque, por exemplo, depende também do tipo de conversa. Por que que você tá falando que você jogou? É pra conversar sobre a história do jogo? Porque se for pra conversar sobre a história do jogo, o 2 Remake, você vai conseguir conversar sobre a história de 7.2.

O Silent Hill 2 Remake, você vai conseguir conversar sobre a história do jogo. Mas se a conversa for sobre como o Team Silent original aproveitou as limitações do Playstation e tudo mais, você não vai ter muito o que dizer sobre essa conversa, porque a versão que você jogou não tinha isso. Ou então, por exemplo, alguém comentou ali...

Eu joguei o Black Mesa, eu joguei Half-Life 1. Eu joguei o Black Mesa, eu joguei o Half-Life 1. Depende do que você quer falar sobre Half-Life 1. Se você quer falar sobre a história de Half-Life 1, eu acho que sim. Se você quer falar sobre como ele é um dos jogos de tiro mais influentes e o que ele fez em narrativa cinematográfica para jogos em primeira pessoa, eu acho que não. Eu acho que, né, tipo, você... Não é que, tipo, você não pode participar dessa conversa. Você vai poder participar com as suas experiências ali do que você sentiu sobre o Black Mesa. Mas vocês não estão falando...

mesmo jogo. Senão estão falando a mesma coisa. E eu não estou falando que está certo ou errado um ou outro. É só uma distinção para saber onde cada pessoa se encontra. Esse julgamento que a pessoa talvez tenha medo ele nem faz sentido. Julgamentos, via de regra, julgamento é uma coisa que não faz sentido de modo geral. Falou a pessoa que é contra o judiciário brasileiro. Isso contra Mortal Kombat também.

Mas eu acho que são experiências fundamentalmente diferentes que você vai ter com outras coisas. Mas e por exemplo, tem remakes que são tipo um pra um com o original. Tem por exemplo o caso do Demon's Souls remake, que muda só a arte, né? E tem o caso do mesmo, que também é da Bluepoint, que é o Shadow of the Colossus. E aí? Se eu falar, ah, eu joguei o Shadow of the Colossus remake. Eu acho que cai no que o André falou de assuntos específicos.

Porque se você for falar, ah, a arte do Demon's Souls A arte do Demon's Souls original É diferente da arte do Demon's Souls remake Então eu acho que, tipo, nesse assunto Talvez você não tenha tido aquela Tipo de experiência, mas de modo geral Eu acho que é ok Duas pessoas que jogaram Shadow of the Colossus de PS2 Se elas fossem conversar sobre Shadow of the Colossus de PS2 Por uma hora, em algum momento elas provavelmente Comentariam que o jogo roda 20 FPS A pessoa que jogou o remake não vai falar sobre isso

ou por exemplo, a pessoa vai comentar sobre um estilo de arte mais estilizado e diferente pra época do PS2 enquanto que o remake tem um estilo de arte mais comum ele é mais realístico a mesma coisa, o pessoal comentou no chat, Metal Gear Delta é a mesma coisa a discussão sobre Metal Gear Solid 3 original e Metal Gear Delta em grande parte vai cair nessa coisa da direção de arte no aspecto gráfico

assim, porque eu não joguei Metal Gear Sola de Delta mas assim, pelo que as pessoas comentaram pelo que se disse sobre o jogo online eles são essencialmente o mesmo jogo, né? E se alguém falar, então você não jogou ou você só teve uma experiência incompleta Mas aí você manda tomar no cu, né? Exato, primeiro, por que você está conversando com essa pessoa? Uma pessoa que falaria isso É, você vai vir e falar, então você não jogou o jogo? Aí você fala, não, realmente eu joguei o remake

E é isso, cara. E você vai se fuder, essa fala, inclusive. Sempre termina qualquer conversa. Qualquer conversa apontou com isso. Mas é, beleza. Próximo e-mail é pra gente, Rafa. Fala, pessoal do Jogabilidade. Me chamo Lucas e, primeiramente, gostaria de elogiar demais o trabalho de vocês. Acompanho e adoro o canal Dentário. Vocês são incríveis. Estou vindo aqui para pedir uma opinião sincera de quem eu confio, pois nos canais do YouTube que pesquisei, não senti confiança.

pra confiar mesmo nesses youtubers aí. Youtube não tem nada a ver. Aí fudeu. Eu espero que o André tenha escolhido uma pergunta que a gente possa responder com confiança. Imagina. Crusader Kings. Isso. E que vocês? Sou o dono de um Playstation 5 e de um Switch, mas minha vida mudou recentemente, virei pai. Ih, todo mundo aqui pode responder. É verdade. A futura gamerzinha Laurinha completa três meses agora no dia 11 de maio. Parabéns, Laurinha. Parabéns.

Com isso, descobri que meus momentos livres se resumem a dois. Quando vou ao banheiro e olho lá. E o meu horário de almoço. Calma, quanto mais ela ficar mais velha, mais você vai ter meus momentos livres. O começo é o mais complicado mesmo, o primeiro ano. Queria saber como consigo aproveitar meu hobby no horário de almoço. Sou um jogador principalmente de títulos mais mainstream, tipo A. Por isso, no Switch, acabo ficando só nos jogos da própria Nintendo. O que vocês me recomendam? Vale a pena investir em um PC portátil como Steam Deck ou Rogue Alliance?

Tenho a impressão de que o Switch 2 já não está valendo tanto investimento para o que busco. E o PlayStation Porton funciona bem usando a internet móvel do celular. Eu não consegui fazer nem funcionar nem em casa. Por fim, um notebook gamer até uns 10 mil. Seria uma opção viável ou trambolho demais? Trambolho. Minha biblioteca de jogos está majoritariamente no PlayStation e Xbox. Não tenho jogos em nenhuma biblioteca de PC. Vocês acham que vale a pena um daqueles consoles de emuladores chineses? Muito obrigado pela ajuda e parabéns novamente pelo trabalho fantástico de vocês. Um abraço.

Rapidinho, o que você precisa fazer é comprar um daqueles bonés que tem latinha do lado, que tem um canudo, aí você bate o seu almoço num copo, vira ele lá, põe os dois canudos na boca e aí você joga. Isso. Aí vai economizar bastante tempo. Mas ó, o fato do cara não ter biblioteca no PC é um grande fator aí, né?

Por mim, ele tem o Switch. A gente tem tanto... É, o jogo bom no Switch, você jogar no Switch 1. Não, o Switch parece cumprir o que ele precisa, sinceramente. É, se ele vai jogar só no almoço, é que ele falou que gosta mais de AAA, mainstream. É, então é o lance, né? Então, o Switch 2, talvez valha a pena, porque vai sair bastante jogo AAA pra ele, né? É, mas tem que ver a brutaca dele, né? O que eu ia falar é, talvez agora está na hora de você jogar uns jogos diferentes, pelo menos por um tempo. Exato, é, verdade. É que assim... Às vezes você descobre uma nova paixão aí em Picross. Duas coisas que eu não recomendo pelo perfil dele que a gente conseguiu perceber aqui, né? É, é.

Não recomendo o Passportal, porque ele não vai funcionar com internet móvel, ou vai funcionar mal, assim. Tipo, internet móvel, eu imagino que ele esteja falando até de, tipo, 4G, 5G. Ele fala do celular. É, porque não dá pra conectar no celular, né? Dá, ué, você faz o celular virar um ponto de Wi-Fi.

Não, isso, é isso que eu tô pensando. Eu acho que não vai ser bom se fizer. Eu acho que não vai ser bom, exato. Não, ele falou especificamente com a internet do celular. Exato, exato. Então, se ele foi do celular, ele falou. É o que eu tinha pensado. Não vai ser bom. Eu acho que não vai ser bom. Dependendo do jogo, mas eu acho que não vai ser bom. Eu não consegui funcionar no Wi-Fi da minha casa. A outra coisa que eu não recomendo é os portáteis chineses que ele comentou, porque isso vai ser mais emulação. Se você não gosta de jogar jogo retrô, se você quer jogar jogos mais, que nem ele falou, tipo o A e tudo mais. Você vai jogar os tipo o A e mainstream.

stream de Playstation 2 até, né? Antigamente, não sei se é isso que você quer. E talvez seja, né? Talvez dá uma chance pra uns jogos mais antigos e tal. Mas aí um Steam Deck emula tudo isso daí também e você ainda faz uma biblioteca na Steam. É, o problema é que esses consoles portátiles chineses estão ficando muito mais caros por causa da alta dos componentes. Exato. Então o preço deles tá disparando faz um tempo já. Mas ainda você é mais barato do que comprar um Steam Deck, né? Ah, não sim, porque...

O Steam Deck vai 3 mil reais, 4 mil reais. O Steam Deck também o preço está subindo, né? É, isso é verdade. Eu diria para ele aproveitar que ele tem o Switch e focar no próprio Switch mesmo. Talvez valha até a pena, se ele tem... Eu imagino que ele já tem um Switch 1. Talvez pensar em fazer um upgrade para o Switch 2, que vai poder rodar mais jogos AAA, né? De fato. Porque o Switch 1 tem uma performance bem ruinzinha.

Mata, saiu pra Switch 2? Não, o Resident Evil 9 saiu pra Switch 2. O Switch 2 tem essa vantagem que ele tá recebendo, a gente não sabe a longo prazo, mas pelo menos agora ele tá recebendo muito porte de touch party, né? De lançamentos, assim, e estão saindo quase tudo pro Switch 2 também. E ele tem a biblioteca toda do Switch 1 ainda pra você jogar dentro dele, então é bem legal. Agora, PC portátil, gente, o PC portátil, o notebook de jogos, ele não é portátil.

De verdade, porque você precisa de uma tomada pra jogar ele. E você provavelmente vai levar um controle, alguma coisa. É um trambolhaço, gente. Eu uso muito pra quando eu fui viajar. Todas as vezes que eu fui viajar eu levei ele e super me ajudou. Mas você tem que instalar a base ali, entendeu? Aqui vai ser o meu espaço de trabalho.

De hoje até os cinco dias, entendeu? Não é pra você ficar montando todo o almoço, botando ele na tomada, pegando um controle. Colocar no colo, no banheiro, né? Exato, é, não. É, eu diria, ó, opção 1, que parece ser a mais viável, é Switch 2, e aí aproveitar o que tá saindo bastante AAA, tá saindo bastante, né, jogos grandes aí, e tem um catálogo do Switch 1 ainda, né?

Mas o lance é, se não quiser, se tipo, por exemplo, ele falar, Switch 1 eu fico só nos jogos da Nintendo e já não tá me servindo muito mais, não quero mais esse tipo de jogo. Tem uma biblioteca grande no PlayStation 5. Talvez, e não deve demorar muito, esperar o PlayStation 6 portátil. Que a gente tá falando de coisa de... 2027, 2028. 2027, 2028, é.

Talvez aí a sua filha também já vai estar indo pra faculdade, né? Sabe uma coisa também? É o que ele quer agora. E a melhor opção que ele quer agora é não gastar dinheiro e continuar jogando no City 1, gente. É, sim. Mas, que nem falaram, ele tá disposto a comprar um computador de 10K, ele falou. Então daria pra comprar um Steam Deck, por exemplo, que ficaria abaixo de 10K.

Se você for comprar alguma coisa, a primeira opção, eu acho que eu iria de Switch 2 mesmo. Ou ficar, né? Se for comprar. Se você não for gastar Switch 1, acho que funciona muito bem. A outra é o Steam Deck, porque o Steam Deck ele vai fazer, literalmente, todas as opções que ele escolheu. É, porque ele é um PC também. Porque o Steam Deck vai ter os jogos de PC, ele vai poder começar uma nova coleção de jogos aí no Steam, que tem uma gama gigantesca de jogos. E é mais barato. E é mais barato.

você vai ter algo portátil pra você levar, que nem o Rafa falou instalar emulação no Steam Deck é ridiculamente simples você instalar tudo até PS2 é tipo, clicar em dois botões é super simples de fazer isso acontecer no Steam Deck então você teria a experiência do console chinês e emulação e tudo mais já no Steam Deck por causa disso até melhor na verdade eu diria porque é bem configurável os botões

Algo que vai dar um trabalhinho, mas dá pra fazer e funciona bem, se você se der o trabalho de configurar, dá pra transformar o Steam Deck no Steam Portal. Num PS Portal. Ah, sim, sim, sim. Vai ter que ter um trabalhinho, você vai ter que configurar algumas coisas nele, mas dá pra você ter a experiência do PS Portal no Steam Deck também. E aí você vai ver que não funciona.

E o negócio é, o Steam Deck ele meio que vai ser tudo. É, a única coisa é que o Steam Deck já não tá aguentando tanta coisa mais em termos de lançamento, né? É, então, por exemplo, o lançamento que a gente citou que tem no Switch 2, que é o Pragmato Resident Evil 9, não vai rodar bem no Steam Deck. Se rodar. Exato, se rodar. O Bernardo falou, mas filha de 3 meses, vamos guardar dinheiro. Fica no Switch 1 mesmo. Eu também acho, né? A opção se eu tivesse é não gastar dinheiro. O Switch 1, até desbloqueável ele. O Switch 1 é fácilmente desbloqueável. Desbloqueia ele, aproveita jogo pra caramba que você vai ter.

Tem muito jogo bom de almoço, gente. Se a gente apoiasse pirataria. Não, mas a gente não faz isso. A gente protege os IPs aqui. Isso, exato. Principalmente o detergente. Mas... Pô, tenta uns jogos desses mais de experiência rapidinho. O Rafa falou, tipo, o Picross. O Ski Cross, né? O jogo de ratinho lá. Ele tem pro 1, não tem? Tem pro 1. Ele é do 1, na verdade, né? A gente joga a versão do 1 e 2, na verdade. Ok, ok. Pô, vai ter muito jogo no Switch que é bom pra isso de jornadas rápidas, assim.

Ah, e fora que tem um milhão de jogos relançados, né? De outras coleções, sabe? Do Switch 1, que também tem push-in deck, mas sabe? Ah, Mega Man, Mega Man X, Mega Man Zero, Contra, sabe? Mega Man Pragmata. Mega Man Pragmata. O pessoal falou que no Pragmata ele é deck verified. Ele só... Não vai falar muito bem. Só vai ser meio tristinho, né? Tá aí, então, né? Esperamos ter ajudado de alguma forma. Não sei se a gente tava embasado aqui. Não, estamos embasados. É confiança, né? Será que somos mais confiáveis do que um youtuber da quinta série? É.

O youtuber da quinta série é o que tá falando pra você investir. Ou pior que, infelizmente, vai ser investir e academia, sei lá, alguma coisa do tipo. É, não, porque a pessoa falou que eu tinha que estudar matemática. Pra quê se eu tenho co-pilot no meu celular aqui? Ó, relatos díspares aqui, ó. O Daniel disse que Pragmato tá rodando aqui no Steam Deck e Resident Evil 9 não. Mas o João Busato disse que Resident Evil 9 tá muito bom no Deck.

Mas ele falou no deck. Às vezes ele mora numa praia. Se ele tiver feito isso, verdade, compra o Neo Geo AES, mil dólares com todos os jogos, com dois controles, vai poder colocar sua filha pra batucar no controle do Neo Geo. E no Switch dá pra você botar um joguinho pra sua filha também, pra ela jogar um WarioWare. Não dê esse dinheiro para a atual SNK. Isso é verdade.

Um finalmente, eu queria fazer um finalmente rapidinho aqui. Finalmente. Saiu semana passada o Geku Gods, que é um jogo que foi anunciado há uns dois anos atrás, eu acho que num awesome direct ou algo do tipo. Um desses eventos, é. Eu queria falar rapidinho que eu achei um jogo muito legal, e eu sinto que ele vai passar batido como a maioria dos jogos hoje em dia.

Que ele é um jogo de exploração, aventura de ser um lagarto. Mas ele é desse ano. Ele é desse mês. É. Talvez ele apareça no rodízio do mês que vem, não é? Talvez, talvez. É, eu queria fazer a denúncia aqui, o Sushi não colocou na pauta. Não coloquei, porque achei que não ia dar tempo.

E eu queria falar bem rapidinho mesmo Eu fiz uma live dele, se vocês quiserem assistir Tá no Jogabilidade TV, eu joguei tipo uma horinha e pouca dele Porque o jogo não é muito longo, então eu não queria mostrar tanto assim do jogo Mas é um jogo super, super charmoso Que você joga com uma larga tixinha, um lagartinho Explorando ruínas e resolvendo mistérios Tentando ressuscitar deuses lagartos antigos E a premissa básica dele é que você é um lagardinho Você vai andar na parede, você vai andar em tudo É um cinemático de plataforma de lagarto É meio que... É um snake pass de lagarto E aí

Eu pensei no Snake Pass também. O chat tava até brincando que era Windy Waker com lagarto. Ah. Porque você pilota um spoiler. Um barquinho. Eu não sabia disso, mas você pilota um barco e você tem um arquipélago de ilhas pra você se aventurar. E vai ter uma parada bem, bem leve, assim, de Zelda, de... Você vai chegar numa ilha, vai ter um templo tal, aí você tem que entrar no templo, fazer puzzlezinhos, liberar mais camadas. Você jogou no PC esse daí? Não, eu joguei no Playstation.

Sushi, vou reiterar a pergunta do Kaiusto aqui, que é... Com que frequência esse lagarto faz piada com celebridades de Hollywood? Zero. Mas, muito importante, muito importante. Quando você aperta quadrado, ele faz... Ele faz um barulhinho, e é isso. Faz um barulhinho de lagarto. É só barulhinho. É o botão de barulhinho. É o botão de interagir com coisas, mas se você não estiver perto de nada, ele só faz um gritinho, e eu acho muito fofo. Me vendeu. Tem no PlayStation? Tá no PlayStation.

E é muito interessante um jogo que você pode escalar qualquer superfície... Breath of the Wild. Sem uma barra de stamina. Breath of the Wild. Então você fica, qual que vai ser o desafio? Qual que vai ser o level design daqui? Porque o Breath of the Wild, ele teve uma dificuldade de ter, tipo, uma dungeon, por exemplo. De fato. É, então, uma das coisas que eu acho interessante do jogo é, tipo... Tá, como é que você vai pôr um desafio no sentido de exploração? Como é que você vai barrar meu progresso no jogo e me fazer fazer um puzzlezinho, alguma coisa?

sendo que o personagem tem tanta liberdade de movimentação, acho ele bem divertidinho de explorar, de descobrir os segredos, os coletáveis do jogo. Ele é um jogo que é curtinho, acho que umas três horas no máximo. Ah, é? É. Pô, vou jogar. Eu fiz 100% dele, platinei e tudo. Ah, tem que jogar pra ficar ali. É. Assim, ele vai ser o melhor jogo do mundo no sentido de a variedade de puzzles e de cenários e tudo? Sim. Vai, vai. Não.

Mas eu gostei muito da experiência que eu tive com ele. Um jogo de três horas tá ótimo, não precisa ter muita validade. Eu acho que o charme dele carrega muito pra mim, assim. Eu acho ele um jogo charmoso visualmente, eu acho o lagartinho muito expressivo e bonitinho. A ideia de que você é meio que um lagartinho que naufraga e vai parar nesse lugar e você tá tentando só sobreviver e sair daí. E tipo, é um jogo

muito legalzinho, muito charmoso me diverti muito, mas ninguém vai jogar não, todo mundo vai jogar, pô, eu vou jogar todo mundo aqui vai jogar sushi, ele tem mecânica de sobrevivência de alimentação, esse tipo de coisa? Não você come mosca? Um dos coletáveis do jogo é comer os insetinhos que você encontra mas se eu largar a tua mão e quando você toma dano, você perde o rabo, que é o sinal você não tem uma barra de vida, seu rabo vai diminuindo igual na vida real

É fantástico E é só isso Dei uma olhadinha no Gekko God Eu achei ele muito legal Eu perdi um último coletável Isso foi uma coisa que me deu muita tristeza na vida E eu fiquei tipo só 30 minutos andando Numa ilha procurando esse último coletável que faltava Caralho, não tô achando, não tô achando, não tô achando Tava num lugar que eu tinha passado, não tinha prestado atenção E eu fui procurar na internet Tipo, ah, onde fica os coletáveis dessa ilha? Não existe Ah, não tem, não existe Ainda mais que acabou de lançar, né? É, tipo, não tinha guia de jogo na internet Podia ter feito um, X O que é um mau sinal, né? É um mau sinal É um mau sinal, né?

Mas é porque lançou faz muito pouco tempo. Ele ainda será descoberto. Hoje em dia é tanto jogo que o pessoal não consegue fazer. Não, não consegue. E o jovem não sabe mais usar PC. Então como ele vai fazer um guia? Hoje em dia a pessoa quer saber onde está um coletável procura no TikTok. Se você tivesse procurado no TikTok, você tinha encontrado. Isso pra mim é a maior... Prova que você está velho. Não, é isso.

Mas assim, a pior, tipo, degradação do jeito de fazer uma coisa. Tipo, o fato de que as pessoas estão procurando vídeos curtos, resposta de coisa em vez de em texto. Pô, mas tem muita coisa, André, que eu só encontro vídeo. Eu quero saber uma coisa simples. Mas esse que é o problema. E eu só encontro vídeo pra responder. E é muito triste. É muito triste. Às vezes, até no YouTube, assim, às vezes eu quero saber de alguma coisa e eu preciso assistir alguém falando em vez da... Uma criança de 12 anos. É, em vez de estar escrito. Isso pra mim...

Mas assim, você já tentou montar um móvel, por exemplo? É a mesma coisa? Não, tudo bem. Você não encontra texto. Você só encontra vídeos. Tem coisa que eu vou montar um móvel, eu tenho que ler o manual. Às vezes eu não tenho manual. Isso é da pior maneira. Nossa, você comprou um móvel e veio sem manual. Ah, eu já comprei móvel que tinha só um papel com QR Code que eu levava para um vídeo de alguém montando.

Caralho, paia. Dito isso, todos os móveis que eu montei foram experiências desagradáveis, porque os manuais não eram bons. Tem que aprender com o Gampla. Tem que aprender com o vídeo no YouTube. As empresas tem que aprender a fazer manuais melhores. O Rafa é muito jovem, ele apoia esse YouTube que tá aí.

Não apoio, mas é o que tem, né? A gente tem que se acostumar com o que tem, André. Senão a gente fica pra trás. É, isso é verdade. Igual Iá? Tem que saber usar Iá, senão vai ficar pra trás. Exatamente. Inclusive, a gente vai falar que agora, esse podcast todo foi feito por Iá. Nenhum de nós tá aqui de verdade. Cada um deu o seu prompt, né? Pra sua Iá. Isso, isso é verdade. Favorita e aí eles nos reproduziu aqui. Por isso que só falou merda. Exato. No programa inteiro.

E o Yoshitakamaru foi ver o jogo do Flamengo A gente falou quando você tava no banheiro Ah droga Teve isso, ele tava empolgado com ele na praia Ele lá no Maracanã Com a camisa do Flamengo tomando cerveja Será que ele vai morar pra cá? Será que ele vai falar Essa é a vida que eu queria pra mim? Flamengo Você sabe porque ele tava no Rio Rafa? Algum evento? A exposição dele que tinha em São Paulo Ah foi pro Rio E ele foi lá pra estreia E aí

Quando ele veio pra São Paulo, não teve memezinho. Não tem o que fazer em São Paulo. Não tem. O meme é Yostakamano observou a opressividade...

cinza de São Paulo. Yoshi Takamano abre Grindr em Parque da Augusta, por exemplo. É experiência em São Paulo. Espero que Yoshi Takamano esteja amando o Rio de Janeiro. Se você for do Rio ou região, eu recomendo ir. É bem legal a exposição. É verdade. É muito bonito. A gente falando fora da caixa. Falamos, falamos.

Falando em evento, alguém vai no Gamescom? Eu vou. Então, talvez vocês encontrem aí o Rafa e o Tengu. O Yoshi tá camando. Ah. Na Gamescom. Será que ele não vai na Gamescom o Yoshi tá camando? Só de Zoas, assim? Só pela resenha? É. Acho que vai sim. Acho que vocês vão encontrar ele lá. Na fila do banheiro.

Tengu, que cosplay que a gente vai fazer, Tengu, pra Gamescom? Eu vou de Eduardo Sushi. E eu vou de... Caralho, se o Tengu raspa o cabelo. Margin e Torrinco. O que você acha? Eu acho isso. As pessoas vão ficar procurando. Ué, falaram que o Rafa e o Tengu ia vir. Só encontraram o André e o Sushi. Eu de... Quer camisa de xadrez? Aham.

Cabelinho. Sabe o que eu sonhei? Eu sonhei que a gente tinha combinado que essa Gamescom a gente ia filmar e gravar um vídeo. E aí por isso eu teria que ir com vocês. Só que minha perna tava quebrada. Tava com um gesso na perna. E eu tinha que me locomover pela Gamescom filmando vocês com a perna quebrada. Caralho. Eu não vou fazer isso acontecer dessa perna aqui. Dá tempo ainda. Tá aí. Ainda bem que nada disso vai acontecer. Gente.

Enquanto eu não quebro minha perna, eu sou o André Campos. Eu sou o Yoshitaka Mamano. Eu tô com a minha perna inteirinha. Eu sou o Flamengo. Valeu, gente. Flamengo. Até mais. Tchau, tchau. Beijo, galera. Esse podcast foi editado por Belux.