Episódios de Jogabilidade

Vértice #514: Pragmata, anúncios do Triple-i Initiative, filme de Bloodborne e mais!

16 de abril de 20262h44min
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Essa semana visitamos a lua e dividimos nossa atenção entre ação, puzzle e paternidade em Pragmata.
Nas notícias nós comentamos os vários anúncios do Triple-i Initiative, o anúncio do filme de Bloodborne, o hackeamento do Rockstar e mais.

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Participantes neste episódio3
A

André Campos

HostJornalista
S

Sushi Sushi

Co-hostJornalista
T

Tengu Sushi

Co-hostJornalista
Assuntos5
  • PragmataRelação entre Hill e Diana · Mecânica de hackeamento · Exploração na lua · Desenvolvimento de personagens · Estética e design visual
  • Triple-i InitiativeAnúncios de jogos indies · Tendências de jogos cooperativos · Eventos de jogos indies
  • Filme de BloodborneAnimação de Bloodborne · Envolvimento de Jacksepticeye
  • Hacking e IA em jogosImpacto da IA nos jogos · Desenvolvimento de jogos com IA
  • Desafios autoimpostos em jogosDesafios em Souls-like · Experiências pessoais com desafios
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O Mértice! Começando para a semana de 14 de abril de 26. Sim, esse aqui mesmo, que há 514 edições, é o Mega Man de Schrödinger. Ou seja, toda vez que esse podcast é ativado, você olha dentro da caixinha e pode ou não ser Mega Man.

Estamos em tons azulados aqui. É verdade. Nunca saberemos se é. Por exemplo, estou aqui com ele, Eduardo Sushi, que toda vez que é observado, está ou não está pulando com as duas mãos para cima e a boca aberta. E pele verde. Fica aí o M. Ah, é verdade. Esse é para os diante. Exato. Nada a ver com nada. Eu só queria compartilhar uma coisa da minha vida com vocês. Eu estou fazendo tratamento a laser para não ter pelos mais. Em todos os lugares? Quem dera. Mas na barba e na cabeça. Ah, é verdade.

Eu só queria dizer, gente, que dói muito, tá? Ah, sério? Eu aviso aí, se um dia vocês forem fazer, recomendo que é legal não ter pelos, né? Sabe o que eu tava pensando? Eu cheguei a olhar o orçamento e tudo, mas ainda a definir? É... Remover minhas tatuagens, né? Não é possível, André. Ah, eu... Você cogitou? Não, eu voou. Você vai remover? Eu voou.

Ah, não, por que isso? A meta era fazer. A meta era só fazer. Ah, pô. Mas eu tenho que fazer mais um ainda, né? Então eu vou deixar fazer essa uma, passar uns anos pra ter elas, né, e tal. E aí depois eu removo tudo. Pô, achei pá. E aí é bom porque é só a linhazinha preta, né? E parece que aí é fácil de remover. Mas diz que dói, né? Esse que é o lance. É, assim. Vai apagar a nossa história, André? Ó, eu tenho uma tatuagem no meio do peito, que dizem que é uma das áreas que mais dói.

Pra fazer ou pra tirar? Pra fazer a tatuagem. Pra fazer. Tá. Pra tirar eu não sei, mas eu sei que pra fazer no meio do peito é uma das que mais dói. Ah, eu ouvi dizer. O laser na cabeça, especialmente na nuca, na base da nuca, é tipo 3, 5 vezes a dor. Sério? Nossa, eu tava tremendo. Meu Deus. Que dó. É, de dor. Mas o importante é que eu não vou ter mais cabelo. Isso é importante. É. Isso que é importante. Em teoria durou uns 10, 15 anos. Já pensou que maneiro eu não ter que me preocupar em raspar o cabelo, barba, nada por uns 10 anos?

Mas tipo, quantas sessões são? Dez. Dez. É. E demora uma por mês. Ah, uma por mês. Ah, você ficou o ano inteiro então fazendo? Não, não. Eu só fiz a primeira. Mas eu digo, o processo dura o ano inteiro. Exato, exato. Praticamente. Supostamente por volta da sexta já não tem mais. Ah, é. É, mas... Mas que tipo de dor que é? Uma dor de queimar? Uma dor de raspar? É uma dor de... Parece uma beliscada, queimada, picada. Aquela... Uma dor bem localizada, aguda. Mas diferente da dor...

De fazer a tatuagem, por exemplo. É, porque parece que é uma área maior. Sei. E é tipo, papapapá, o aparelhinho vai passando e papapapá, e não para, né? Porque a dor da tatuagem, pra mim, que aparentemente eu descobri, né? Quando eu fui fazer a tatuagem, eu descobri que eu sou um bebê chorão pra dor, aparentemente. Porque eu senti muita dor.

É uma dor, ela é tipo Lovecraftiana, assim, ela é meio inominável. Ela é tão frequente, né, que você absorve ela como outra coisa depois de um tempo, assim. Ela deixa de ser uma coisa que, acho que o seu sistema nervoso fala assim, ah, eu acho que isso aí vai continuar, né? Então ela vira uma outra coisa que não é tipo dor, assim, é um negócio muito incômodo, mas que eu não consigo falar assim, ah, parece que tem alguém, no começo parece que tem alguém pegando uma faca e esfaqueando meu braço. Mas depois parece uma outra coisa, assim. É, tatuagem pra mim parece que tá me arranhando.

Não é prazer, não. Não é prazer. Pra mim parece que tá arranhando, sabe? É assim, fregando uma coisa. Exato. Mas é que depois de muito tempo, parece que o corpo... Ah, sei lá, o que é isso aí? Entendi, não. É tipo quando você repete uma palavra muitas vezes e ela perde o significado, assim? Exato, exato. É, pode crer. Falaram que cresce em dois anos? Talvez na cabeça o processo seja diferente, mas eu já vi relatos de gente que faz na axila, perna e tal, e leva uns dez anos pra voltar a crescer.

Entendi. Talvez na cabeça seja mais rápido, falaram que dois anos já voltam a crescer. Vamos torcer pra não ser o meu caso. Tomara que não. Mas a gente tá falando do Megaman Chorodger, mas uma coisa que eu tenho certeza é que o Tengu é um chefe de Megaman. É verdade, né? Pensando bem, tá aí o lore da pessoa, né? Hoje eu me senti um ciborgue, porque eu fui um dentista a fazer limpeza nos dentes. E eu senti as engrenagens raspando contra os meus ossos, né? É uma sensação... E eu...

peculiar. Você fez de tártaro a sua limpeza? Fiz de tártaro. É desagradável. É bem desagradável, bem desagradável. Mas eu me senti mais em contato com o futuro, assim, né? Realmente. É muitas máquinas, muito croma. E no dentista, às vezes, um lembrete de que você é, no fundo, um esqueleto, né? Ah, é verdade. E que é uma estrutura... Por exemplo, eu não... Muitas vezes, eu não imaginava que dava pra alguém fazer aquela quantidade de força com algo na minha boca sem eu morrer. Aham, aham, aham. E dá.

A pessoa pega a lixa e vai com tudo ali no seu dente e é isso aí. Eu já contei sobre quando eu tirei um siso meu, que eu levei marteladas no dente? É, então, pois é, esse tipo de coisa que eu tô falando. É bem legal, né? Quando isso acontece. Você pensa, pô, alguém vai chegar, você vai pagar pra alguém te dar martelada no dente. Não parece algo que eu faria. É, não, em sã consciência. Não.

Mas é que é engraçado? Eu não tenho muito problema com procedimento dentário, assim, de dor. É, eu também não tenho muito, não. Eu fui no médico... Graças ao poder da medicina, né? Eu fico pensando o pessoal no passado que não tinha, né? Anestesia. Aí é doideira. Aí é doideira. Igual o tio da Thalissa que fez circuncisão sem anestesia. Que delícia. Mas eu fui no médico, diferente do que eu estou acostumado a usar, que eu estou fazendo vários processos pelo SUS para fazer a plaquinha de bruxismo, né?

E eu fui refazer algumas restaurações. O Matt perguntou, você fez canal? Eu falei, não. Aí ele abriu o dente. Não, você fez canal sim. Dá pra ver o canal aqui. Olha, eu não lembro de ter feito canal. E o que é engraçado pra mim, porque eu conheço pessoas que o fazer canal é um procedimento traumático. De dor, de incômodo. E eu nem lembrava o que eu tinha feito.

Perfeito canal. Que bom. Eu já fiz canal duas vezes e foi tranquilo as duas. Não é menos mal. Mas perguntaram ali, Tengo, saiu lambendo os dentes achando tudo lisinho. Com certeza. Tô até agora lambendo os dentes. Tô até lambendo atrás aqui. Pô, até dá vontade de passar fio dental. Não, agora eu vou começar a passar fio dental. Agora começa. Agora vai. Agora começa.

Por fim, temos ele, que sempre absorve os poderes das pessoas que derrotam, André Campos. Sou eu. Hoje, por exemplo, derrotei um perre longo e saí. Essa é uma piada que o Rafa faria. Saiu chupando geral. O Rafa não está aqui hoje, então alguém tem que fazer as piadas por ele. Mas é isso.

aí. Esse daqui é o Vértice 514, o nosso podcast que sempre acontece às segundas-feiras, sete e meia da noite. Eu gostaria de falar que a gente tá começando às oito da noite hoje e numa terça-feira. Tudo por culpa minha, por causa de conversa. Mas segundo, porque o meu tempo eu sinto que ele é líquido. Ele é igual um gato.

Às vezes eu acordo, sei lá, 8 da manhã, eu penso, pô, vou fazer a pauta do vértice hoje, vai ser show terminar 3 horas da tarde, vou ter umas, o quê? 20 horas. 20 horas aí pra ficar fazendo nada até a hora do vértice. E aí eu demoro até a hora do vértice pra fazer a pauta. E aí tem dia que eu acordo, sei lá, 3 horas da tarde e faço a pauta do vértice em 2 horas.

Aí eu fico, porra, isso não é legal. E aí hoje, só terminei de arrumar tudo aqui. Já era... Deu sete e meia e eu pensei, hum, isso aqui não vai ser bom. Isso aqui não vai começar no horário. Mas aqui estamos, ao vivo, sempre ao vivo no nosso canal da Twitch e no nosso canal do YouTube. Você aí que está ouvindo a versão editada do podcast, pense em ter conosco na segunda que vem no youtube.com barra jogabilidade e na twitch.tv barra jogabilidade também.

E pra você que está aqui conosco no Alviu, primeiramente, muito obrigado pela sua preferência. E segundo, saiba que o Jogabilidade não faz só lives, né? Esse podcast, por exemplo, ele é editado e se torna um podcast de verdade que você pode escutar nas nossas plataformas de podcast, como o Spotify, né? Basta procurar por Jogabilidade onde quer que você escute seus podcasts aí.

Ou também, né, tem a turma do Vod, que prefere assistir aí a versão gravada no YouTube mesmo do podcast, né? Tem gente que baixa um arquivo MP3, como os Neandertais faziam. Eu fiz isso essa semana. Eu baixei o podcast de Alan Wake pra ouvir, e eu fiz isso. Fiquei no canal do Spotify, né? Pelo celular, eu entrei no site, ali, pá, MP3. Por que será que você fez isso, Tengu? Eu não sei, por motivo nenhum. Nenhum motivo nenhum?

Mas é, então pense Considere escutar As outras produções aí do Jogabilidade Procurando por elas No seu aplicativo favorito de podcast Lembrando que essa semana talvez, acredito eu Que nós tenhamos aí O tal do Dash desse mês Que já foi gravado Já está sendo editado E eu acho que o pessoal vai curtir aí, hein?

Foi bem legal. Foi bem, bem legal. Fica aí o mistério de qual tema vai ser. É um tema que eu gosto bastante de fazer e eu acho que o pessoal tem curtido bastante também. Então... E já sabem agora? Torceremos. Sabe nada. Sabe nada, ninguém sabe de nada. Lembrei-te também, você que gosta do que a gente faz por aqui e quer nos deixar ainda mais felizes, além da sua companhia, além da sua interação, do seu prestígio em nos assistir barra escutar...

Você pode também nos apoiar financeiramente Lá em orelo.cc barra jogabilidade Você pode, a partir de 15 reais por mês Nos dar o literal faz-me rir Toda vez que alguém dá um apoio novo, eu dou uma risadinha Então você pode Fazer isso por nós, quebrar Essa por nós, e em troca, você garante Que esse veículo De videogames independente No Brasil continue a operar E você ganha o acesso ao nosso grupo Do Discord e aos nossos podcasts Bônus também

Falando em podcast bônus, André, perguntaram. Vocês fizeram um podcast ranqueando Resident Evil? Eu queria escutar. Qual que é? A última DLC. É que ainda não saiu. Ah, não saiu. Saiu essa semana. Mas fica aí que vai sair um podcast bônus pros apoiadores que a gente ranqueia todos os jogos da série Resident Evil. Quase, né? Os patinco não tem, né? Ah, não. É, é. É.

sem entrar nessas minúcias, mas a grande maioria deles. Exatamente. E fica aí o spoiler que o Sushi colocou Resident Evil 6 como número 1.

Mudei de ideia, gente. Jogou, né? Foi review os erros do seu passado. É, as pessoas têm direito a mudar de opinião. Têm direito, é verdade. O Dash da Comunidade, como tá indo? Antes da gente ir pro Dash da Comunidade, um lembrete mais uma vez, que assim como o Dash da Comunidade é um evento que acontece com frequência, anual, aqui no nosso jogabilidade, no mundo jogabilidade, o que acontece com frequência também é a fome. Uou!

E como você vai matar a fome? Uma das formas para matar a fome é com um belíssimo sneakers. Que, mais uma vez, sempre bom lembrar, ele é, número um, maravilhoso. E, número dois, está com essa parceria com o tal do FreeFast. É, o FreeFast não tem jeito. Lembrando, mais uma vez, que se você comprar um sneakers, pode ser esse daqui. Ah, esse daqui não tá, né? Não, esse tem o sinalzinho do FreeFast. Ah, o do Tengu tem. Tem aqui, o amarelinho. O do Tengu tem o bonequinho do FreeFast. Isso.

Mas pode ser qualquer sabor. Pode ser qualquer sabor, pode ser qualquer produto sneakers. O que a pessoa faz com isso, Sushi? A pessoa vai pegar sua nota fiscal, vai escanear o QR Code e compartilhar no site. sneakersfreefire.com.br Ou, né, pra quem tá vendo a versão em vídeo aqui, basta escanear o QR Code. Exato. E cadastrar lá o código da sua nota fiscal pra ganhar uma skin exclusiva de sneakers pro FreeFuzz.

Exatamente, lá no Free Fire você vai ter acesso a essa skin de Páscoa, né? A temática de Páscoa do Coelhinho aí. E ó, temos vários relatos já de pessoas que compraram seus sneakers e compartilharam com a comunidade. Então se você fez isso, compartilhe, a gente gosta de ver. Ó, Shinigami Soul disse que os sneakers de maracujá e o pé de moleque são os mais top. Pé de moleque é o... Não, tem um que é pé de moleque.

Ah, eu acho que eu comi o de amendoim ou paçoca. É que tem um que é também, eu acho que é mais amendoim. Esse é absurdo. Eu quero muito de pé de moleque, que eu amo pé de moleque, mas eu nunca provei os sneakers de pé de moleque. Também não. O Bruno disse, pô, não é uma skin do jogabilidade no Free Fire? Ainda? Ainda? Ainda não é. A gente vai ser igual o Maximilian Dude, que tem uma skin dele no... Na cara? No naranjo.

A gente vai ter skin nossa no Free Fire. E a gente vai se tornar o embaixador de sneakers e de Free Fire no Brasil ainda. Estamos nessa jornada aí. Mas por enquanto, muito obrigado sneakers pela parceria. Obrigado. Obrigado.

Última coisa, Dash da Comunidade. Obviamente, não deixei 100% pronto aqui. Por quê? Porque eu esqueci. Mas eu acho que é algo que eu consigo pegar aqui do meu outro computer. Enquanto o André pesquisa os 10 jogos que irão para a segunda etapa da votação do Dash da Comunidade... Não pode ver a pasta que eu vou abrir, porque ela vai ter imagens com os nomes dos jogos. Não tô olhando.

Eu vou dizer pras pessoas, assistam o Rodízio do Sushi. Se você não viu ainda, não deixe de assistir. Se você já assistiu, compartilhe com conhecidos, familiares, que você acha que pode ter interesse. Em breve saindo um novo, né? Em breve saindo um novo, já sendo editado o terceiro episódio, o vídeo aí. Já está gravadíssimo, né? Pois é. Com a pesquisa do próximo já rolando também.

Que não para. É uma produção industrial aqui. É. Dash da comunidade. Temos aqui uma tela com 10 espaços. Um deles está obscurecido pela... Que câmera tá tampando? Pela câmera, mas a gente faz o troca-troca aqui. Aham. Fora de ordem pra não influenciar, tá? Claro, claro. Né? Claro.

E eu queria dizer também que a gente pode até depois conversar sobre isso, se a gente é atores 100% imparciais nesse processo, ou se, tipo, cada um pode dar um argumento para o seu favorito, por exemplo, sabe? A gente pode ver isso daí, o que o pessoal acha mais interessante, o que a gente acha mais interessante, mas, por enquanto...

A gente vai só revelar os 10 jogos. O que é isso aqui, né? Um resumo pra quem tá chegando agora de paraquedas. No Jogabilidade, uma das metas batidas foi, repetiu, que foi iniciado pelo Dr. Observer em 2024, que foi a gente fazer um dash...

de um tema escolhido pela comunidade. Em 2004 rolou, em 2025 a gente fez o do Baldus Gate 3. E aí em 2025 rolou, de novo, a meta batida, e agora em 2026 a gente vai fazer um que a votação ainda está rolando. Na primeira fase da votação, todo mundo podia enviar os seus temas ali, escrever qualquer coisa que quisesse, computamos todos os...

os temas mais que mais apareceram, né, e até comprimir coisas que eram ideias parecidas numa coisa só ali, pessoas sugerindo coisas que já tinham acontecido, por exemplo, uma coisa que me pega muito, me pega muito, tem gente sugerindo, mais de uma pessoa sugerindo, pô, Dash de Red Dead 2.

Por que vocês não fazem um Dash de Red Dead 2? E eu fico, pô. É porque eu acho que eles queriam que vocês participassem. Agora tem que ter um Dash de Red Dead 2 só com o Tengu, o Sushi e o Rafa. Vai ser muito triste. Vai ser, vai ser, vai ser. Tipo, tem que ser de 1º de abril, sabe? Soltar ele de 1º de abril. É isso. E é só a gente achando o que o jogo é. É isso. Falando por 5 horas. E esses jogos aqui são os 10 mais votados, mas fora de ordem, tá? Fora de ordem pra não influenciar aí pra, né, sei lá. Então, Tengu, qual cartinha você quer abrir primeiro aqui?

Eu quero abrir a segunda cartinha da fileira de baixo. Essa aqui? Isso. Crono Trigger! É um dos 10 jogos mais votados. Sushi, vamos pra quarta de cima. Essa daqui? É. Silent Hill 2. Tá a foto do remake aqui, mas é só Silent Hill 2, tá? Eu vou nessa primeira aqui mesmo.

Vagrant Story. Eu preciso falar uma coisa aqui, sobre a votação, André. Chat, chat, chat do meu coração. Esse jogo tava como meta do jogabilidade do ano passado. É, já tava. Tipo, já bateu a meta. Tipo, já vai rolar. Tá tudo bem. Mas aí, ó, se você não fala isso, a gente tem dois dashes no meta só. Não, não, não. Não pode, foi meta. Foi meta, não pode. Não pode, não pode. Então fica aí. A gente pega o décimo primeiro e substitui. Qual que é a sua próxima que tem gol?

A última de baixo. Essa aqui? Isso. Que tá tampada. Que tá tampada. Breath of the Wild. Mas não pode, que vai pular todos os outros Zelda. Se ganhar, infelizmente vai ter que pular. Qual que é o seu estilo? Vamos de primeira de baixo, então. Primeira de baixo. Blueprints. Muito entendo. Entendo bem o que tá acontecendo aqui. Vona do meio de baixo. Olha ele aí. Expedition 33. Esse aí, o Rafa já tá tipo, ah, gente, pra que votar? Já vai ganhar. Eu não...

Tem certeza. Eu também acho que não. Tem um movimento anti-Expedition Territory rolando no nosso Discord. Eu acredito. Qual que é o seu próximo aqui, Tengu? O meio de cima. Kingiano! Caralho! Se o Kingiano ganhar vai ser foda, tá? Vai ser muito foda. Não pode fazer isso. A gente falou que não é. Eu não tô falando qual que é o meu favorito.

Só tô falando que um podcast do Kenji Ano seria legal, pô. O pessoal fala, achei que era o André, mais conhecido como André é japonês. Assim, gente, eu olho pro Kenji Ano, me dá um negócio quase transcendental, assim. Porque eu penso, por que que ele sou eu?

Por que essa pessoa, nessa foto, nesses vídeos sou eu, assim? Eu fico meio assustado. Mas qual que é eu agora, né? Então eu vou do último de cima aqui. Silkas. É o Silkas. Tem camiseta porque não é um podcast. Exato. Tem o penúltimo? O segundo de cima. Pente. Mas sim, foda.

E pra fechar, então, o penúltimo de baixo, que é Metal Gear Solid 2. A gente fez do Solid 1 e parou? Foi. O último que a gente fez, lá na época do Corraine ainda. Antes do... Acho que antes de... Foi há tanto tempo assim. Foi. A gente fez um do Solid 1 aqui nessa casa. Não, não, não.

Não, pera. A gente até jogou o Twin Snakes. Ah, é verdade. A gente falou dos Metal Gear 1 e 2 há muito tempo atrás. Isso, de MSX com Corraine. E aí a gente fez um do Solid 1, é verdade. É, você tem razão. Mas ó, uma bela lista, uma belíssima lista. Vamos recapitular aqui a lista. Vamos fazer jogralzinho, ler pra gente sushi. Se quiser já tirar o Vagrant Story, eu sei qual que era o... O décimo primeiro.

Eu acho melhor. Vai que ele ganha acidentalmente ou eu vou me sentir mal. Tá bom. Então, finge que Vagant Story não está aqui e coloca no lugar dele The Witcher. Ah, The Witcher. No caso, foram muitos The Witcher 2, The Witcher 3 e eu agrupei tudo numa coisa só The Witcher. É, que vai ser o 2. É, que vai ser o 2 pra gente seguir a trilogia.

Então, André, entre os 10 jogos da segunda etapa da votação do Death to the Comunidade, nós temos The Witcher 2, Pantiment, Ken Gino, Silent Hill 2, Hollow Knight Silksong, Blue Prince, Chrono Trigger, Clare Obscure Expedition 33, Metal Gear Solid 2, Sons of Liberty, e The Legend of Zelda Breath of the Wild.

que vai fazer 10 anos o ano que vem vai fazer 10 anos o ano que vem Jesus Cristo, eu estou aqui então, com os 10 eu deveria se eu fosse mais preparado, eu já teria agora a enquete pronta pra vocês já começarem a votar, mas infelizmente só depois que esse podcast terminar eu solto ela lá no Discord e essa daqui, o que vocês acham? duas semanas, mais umas duas semanas acho que sim acho que é um período bom

É porque às vezes o pessoal tá atrasado, aí demora pra ouvir e tal. É legal dar um tempinho. Tá bom. Boa lista. Boa lista, parabéns. Parabéns a todo mundo que montou isso aí. Meio que dentro do esperado, né? Tinha muita coisa que a gente já esperava. Sim. Tipo, próprio Ken Geno, Versus The Wild, Chrono Trigger. Tinha o movimento Ken Geno desde o ano passado, né? Tinha, tinha, tinha. Só que eu confesso que eu fiquei surpreso de chegar no top 10. Ah, é? Feliz. Feliz, mas surpresa.

E não tá muito baixo no top 10 não, hein? Não é o décimo não. Olha só, olha aí. Acho legal, pô. Veio bem, veio bem, acho que foi muito resultado da campanha que o pessoal tava fazendo lá no Discord. Verdade, verdade. Então, pô, quem diria que você, né, fazer campanha pelo seu partido político aí? E só, você não conhece quem é engenheiro? Quem é esse desenvolvedor? Ah, verdade.

Eu sugiro assistir o playthrough, né? A gente fez um... Alguns saideiras pra Tengu, que eu lembro que o Tengu assistia, mas não era membro da Jogabilidade ainda. Eu e o André, a gente zerou o D, o D2 e o Enemy Zero. Que são três dos jogos do Kenji Ano, que não são todos, mas são três jogos do Kenji Ano. São os três principais. É, a gente zerou os três inteiro em live, tem arquivado no Jogabilidade TV.

Então se vocês procurarem lá, você vai achar esses gameplay. Se você só quer assistir um, assista D2. D2 é excelente. D2 é um jogo excepcional. É excelente. Perpétuo se lembrou ali que tem o documentário do Archipel, que é muito bom também, entrevistando. Ele morreu já tem bastante tempo, né? Ele morreu jovem. Foi no começo dos anos 2010, assim, coisa assim. 2013, obrigado. Esse canal Archipel fez um documentário entrevistando vários desenvolvedores japoneses, né? Que trabalharam com ele ou que conviveram com ele. É um baita vídeo.

Tem até o Kojima. Tem o Kojima, né? Quem já não foi influente pro Kojima, pô. Foi. Eu confesso que tava esperando um Kingdom Hearts nessa lista do Top 10. É, fazia sentido. Tava esperando pela piada, assim, sabe? Não, pô, sério? Seríssimo. Kingdom Hearts é... É coisa séria. É coisa séria. Não dá pra brincar com Kingdom Hearts, não.

Bora lá então para as notícias desse vértice. Semana passada a gente não cobriu e veio meio que de sopetão assim, foi o Triple Y Initiative, que é esse evento aí que já aconteceu há alguns anos. Inicialmente, eu achei engraçado, para cobrir os jogos Triple Y, né? Que são esses, essa ideia dos jogos indies com mais orçamento, né?

algo entre um indie e um AA ali, alguma coisa assim, né? Essa nova categoria que foi surgindo, e aí começou a se chamar informalmente de Triple Y, e aí surgiu esse evento, né? Triple Y Initiative, meio que pra dar visibilidade pra esses jogos, pra fazer um evento específico pra esse tipo de jogo. Só que eu achei engraçado porque, nesse ano, até no site, eles mudaram pra dizer assim, o que é Triple Y, né? E aí tem um FAQ lá explicando qual que é a do evento, e eles falam, ah, não se esquenta com isso não, é só um...

É só um nome, não significa nada. É só um sentimento. Tanto que, por exemplo, Castlevania, né? Apareceu esse ano. Eu diria que ele é um 3-boy. Ele não é indie. Eu não diria que ele é indie. É que o estúdio não é gigante. Mas eu entendo o que vocês querem dizer. É uma propriedade licenciada. Talvez eles estão até contratados pela própria Konami. Sim, sim. Que eles poderiam estar licenciando a propriedade.

mas é possivelmente a Konami contratando ele eu diria que sim mas por exemplo, apareceu o Neverway não é um Triple I, é um indie mais indie então apareceram jogos de escopos bem diferentes ao longo do evento, o que eu acho que é bom na verdade, melhor do que vários jogos com a mesma cara, e no geral eu achei um evento muito bom viu?

É muito jogo bom. É engraçado que também foi um evento bom pra ver tendências, assim, né? E, meu Deus, a gente realmente está vivendo a era do Friends Lop. A quantidade de jogos, né? Que a primeira cena do trailer é tipo, você e seus três amigos fazendo X. É assim, é jogo co-op de conversar com amigo nos mais diversos cenários, situações, perspectivas possíveis. E, nossa, muito jogo desse tipo, né?

Aquele jogo de caminhar com os amigos não saiu ainda, né? Big Walk. Big Walk. Ainda não. Que é da Panic, né? É. Esse eu tô... Da House House publicado pela Panic. Mas ainda não. Mas a gente vai comentar aqui alguns dos destaques pra gente do Triple Y. Não vai dar pra comentar tudo. Foram muitos jogos, afinal de contas.

Mas eu acho que eles começaram com o grande destaque do evento, que foi o jogo novo do pessoal do A Thousand Times Resist, né? Isso foi doideira. O Prove Your Human, né? Jogo novo da Sunset Visitor, sendo publicada pela Black Tab Games, que é o pessoal que fez o Slay the Princess. Isso é doideira também, né? Outra publisher que...

saiu, que nasceu de um estúdio indie de sucesso, que fez tipo um jogo que fez sucesso suficiente pra eles terem esse financiamento que foi o mesmo caso da Outer Sloth, né? E teve um outro também que aconteceu recentemente que fez algo do tipo, a Ponco mesmo tá publicando muitos jogos, hein? Sim, sim.

Muito maneiro esse movimento, né? Não, muito foda. A gente já relatou aqui algumas vezes que tá difícil de ter financiamento pra AAA e ainda mais pra Indies, né? Então é interessante e legal ver outros estúdios Indies que conseguiram sucesso ajudando outros a terem também. É bem maneiro isso.

Mas assim, esse jogo imediatamente se tornou uma das coisas que eu mais tô aguardando de videogames no geral. Pô, FMV? Não, FMV. E aí assim, qual que é a pegada? Você vai estar conversando com uma IA, que é claramente um robô, né? Que é uma cabeça meio glados, num braço robótico meio glados, uma cabeça humana, mas num braço robótico meio glados. E aparentemente você vai ter que convencer essa IA que...

acha que é humana e você tem que convencer ela do contrário. Exato. E aí como que isso vai se dar de fato, né? Como que vai ser o loop desse gameplay? Ainda tá meio em aberto. Mas uma coisa que eles mostram é essa mecânica do Captcha, né? Que é muito doido. Pô, o gesto que ela faz da mão pra aparecer o Captcha é muito maneiro. Que é tipo o diretor visualizando uma tela, né? Faz um quadradinho com a mão e aí dentro desse quadradinho aparece um Captcha daqueles do Google, assim, de tipo, marque todos os quadrados que tem uma árvore, né?

E assim, é engraçado porque eu sempre olhei esses captures e pensei assim, pô, tem uma coisa meio filosófica sobre isso, de tipo, marque todos os quadrantes que tem uma bicicleta, mas pera, esse quadrante só tem, sei lá, a corrente da bicicleta.

A corrente da bicicleta é parte da bicicleta? Né? Tipo, faz pensar assim, o que que... Pera, todos os quadrantes que aparecem, um carro. Mas esse quadrante só tem, sei lá, 2% do pneu do carro. Isso é o carro também? 2% do pneu de um carro é um carro? Eu não sei. Às vezes dá um nó na sua cabeça que você fica meio tipo, pô, talvez eu não seja humano, né? Eu não vou passar nesse teste.

E alguém pensou, com certeza, nisso e pensou, vamos levar isso para o seu extremo inevitável aí, que é fazer uma mecânica de filosofar em cima desses conceitos. Porque aí tem tipo, marque os quadrantes que são uma árvore. Aí a pessoa clica lá nos quadrantes que são uma árvore. Mas aí tem tipo, marque você depois da morte. E é uma foto de uma pessoa numa ponte, assim, uma foto de uma pessoa de trás numa ponte. E tipo, o que você marca nisso?

é você? O que isso quer dizer? Como é que você vai se expressar através do que você vai marcar ali? Será que o jogo vai interpretar isso de uma forma, dependendo do que você marcar? Eu fiquei muito fascinado. Tô muito interessado nesse jogo. Eu tô bem curioso. Quero ver como é que eles vão discutir IA, porque a proposta do jogo parece ser exatamente essa, né? Discutir a relação humano-inteligente artificial.

E parece estiloso pra caralho, né? É, tem uma estética que às vezes lembra uma coisa meio papel de parede do Windows XP, assim, aquelas colinas com céu azul, que tipo, é muito interessante porque remete, originalmente é uma imagem que remete à natureza, mas ela, aquele formato específico de colina, aquele tom específico de azul, ele tá tão marcado como um artefato de computador de uma época específica, que é uma mistura muito interessante, assim, eu tô encantado.

fascinado. André, você sabia que os captchas, na verdade, o que eles estão registrando pra saber se você é humano ou não, é o movimento do seu mouse? Não sabia. Assim, tem captchas que são mais explícitos sobre isso, né? Basta você mexer o mouse e clicar em um lugar que ele entende. É, tem uns que você nem precisa fazer nada. Tipo, você abre a janela, o captcha ele já tá meio que girando ali e depois confirma, ah, você é humano.

Mas o que manda você clicar em imagens é para treinar IA, na verdade. Exato, exato. Então, são dois usos, né? Ele está usando o seu mouse para provar que você é humano. E o negócio de você marcar os captchas é que você treinando IA. Que é você estar ensinando a IA o que é cada coisa. Exato.

Lembrando que o Thousand Times Resist Tem em português, né? Quando a gente falou sobre ele há o que? Dois anos atrás Não tinha, mas agora já tem Isso é verdade, em todas as plataformas Quer dizer, a tradução eu não tenho certeza, mas ele está em todas as plataformas Eu imagino que sim, eu imagino que sim Baita jogo, hein? É bom jogo

O que mais que teve? Nós tivemos, André. Na minha cabeça, o anúncio, porque eu não conheci o jogo, mas o retorno do jogo desde o anúncio dele há dois anos atrás, em 2024, a gente teve um novo trailer do Alcarest. Hum. Vocês já conheciam esse jogo? Eu não lembrava dele. Eu vi, eu acho que vi pela primeira vez nesse evento mesmo. É.

Eu também. Eu fui procurar sobre ele depois, aí eu vi que ele tem um anúncio de 2024, que o trailer de anúncio de 2024 é mais interessante do que esse, pra ser sincero. Que era um trailer mais longo, mostrava mais coisas. Mas o que é esse Alka-Hash? Ele vai ser um RPG em primeira pessoa de mundo aberto. Pensa aí talvez meio que um Skyrim. Só que a parada dele é que ele tá tentando ser mais Dark Messiah? O Matemática Dark Messiah? É, mais sistêmico e mais... É meio que... Regido a física, né? Elementos, química e tal.

Eu não vou dizer que ele é um imenso de sim, mas ele é muito sobre o mundo ser reativo, né? Então tem muito disso, você tá lutando, você arremessa a sua espada, a sua arma no inimigo, ela, sei lá, vai ficar no inimigo, ou às vezes ela vai perder, né? Ela vai cair num buraco, sei lá, você não vai ter mais acesso à sua arma. Aí o personagem, ele pega um barril e joga o barril, ou ele chuta o inimigo, o inimigo deixa cair a arma no chão, você pega a arma do inimigo e bate com ela. Ou tem uma estrutura de madeira segurando uma parede que tá pra cair, aí você chuta a madeira, aí a parede cai no inimigo.

Então ele tem muito desse foco Criativo de física Dos inimigos, do cenário Essa parte da química que o André tava falando Tem muito do personagem jogar coisas Tipo numa porta de metal pra ela derreter Ou passar um produto na espada Pra dar um efeito nos ataques E parece que ele tem um foco em você criar essas poções também Que mostra ele derramando líquidos Num potinho, aí sacudindo um potinho E aí tipo a lanterna dele é um Líquido especial que ele tem numa garrafinha dessa Que ele sacode, vira, né Emite luz e tal E aí

Parece muito interessante, me lembra justamente o que o Sushi falou, o Dark Messiah of Mighty Magic, que é um jogo que não é muito bom, mas ele era muito ambicioso, talvez. E muito influente, né? Tem muito jogo que sai até hoje influenciado por ele, né? É, e me lembra justamente Immersive Sim, né? Que não acho que vai ser um jogo, como o Sushi disse, que você vai, sei lá, ter o stealth, se infiltrar e ler e-mails.

Mas tem um gostinho aí, um gostinho sistêmico que me agrada bastante. Eu queria dizer que por três segundos eu leio na internet que AlkaRest é um produto alquímico, mítico, capaz de dissolver tudo, incluindo ouro. Eu acho que por isso que o jogo é muito focado nas produtinhas, bebendo. É, eu acho que vai ser muito foco nas poçõezinhas, em criar coisas, misturar elementos e tal. Parece interessante, parece interessante. Eu achei interessante. É, legal.

Um outro, já falando aí de Immersive Sim, eu queria já puxar aqui rapidinho. O Thick as Thieves, que é o novo jogo da... quer dizer, não foi anunciado agora também, já tem... esse jogo já tá rolando aí há algum tempo, inclusive ele mudou bastante a proposta dele, né? Mas é o novo jogo do Palmeirath e do Warren Spector. No estúdio... qual que é o nome do estúdio deles? É o... Eu não lembro. Não lembro também.

Mas é o estúdio que lançou o Underworld Ascendant há uns anos atrás, que estava trabalhando no System Shock 3, mas passou para outro estúdio, né? Não deu conta. É um estúdio que tem essa ambição de fazer novos jogos baseados no trabalho dessa dupla aí, né? O Poundereth, ele é o fundador do estúdio que veio se tornar Looking Glass, que é um estúdio primordial aí de Mercifici. O Poundereth é a pessoa principal por trás do último Underworld, do System Shock. O estúdio é Otherside. Otherside é o estúdio deles.

E o Warren Spector é um discípulo, vamos dizer assim, né? É uma pessoa também acreditada muito pelo trabalho em jogos como o Deus Ex original, como o Thief, eu acho, System Shock também. Epic Mickey. Epic Mickey, não podemos esquecer. Mas nesse estúdio que não tem conseguido entregar boas coisas, né?

É um estúdio que tem tido muita dificuldade em finalizar projetos. Eles tiveram um projeto recente cancelado aí, numa leva dessas de cancelamento dessas empresas. Eu não lembro se foi da NetEasy ou alguma coisa assim, mas eles tiveram um jogo que eles estavam fazendo. Ah, não, foi do pessoal do Dungeons & Dragons.

Wizards of the Coast, já Hasbro, né? Tava com um projeto com eles que foi cancelado recentemente. E os que eles conseguiram lançar não foram bem recebidos, né? Esse Underworld Ascendant, por exemplo, foi um jogo que foi muito criticado quando ele saiu por estar bem inacabado, bem bugado, bem incompleto mesmo. Não sei como que tá o estado do jogo hoje em dia, se eles conseguiram consertar. Mas!

Ainda assim, tenho certa esperança nesse Thick as Thieves, principalmente agora com as mudanças que o escopo do jogo, o foco do jogo tem tido, porque ele foi anunciado originalmente como um PvPVE, uma coisa meio Dead by Daylight, assim, né?

É que antes seria pessoas competindo entre si, iriam tentar roubar, sei lá, um museu. É, seria mais tipo um extraction, né? Exato. Não seria um multiplayer assíncrito. Exato. Era vários ladrões competindo pra ver quem roubava primeiro uma coisa, então você podia atrapalhar os outros jogadores e tal, mas ao mesmo tempo tinha, sei lá, os guardinhas e coisas do tipo. E agora é copy.

Exato, agora é ou solo ou co-op, né? Co-op é de até duas pessoas ou solo e eles disseram que a estrutura ela tá mais pra... uma coisa meio pequenas missões, assim, né? Não é uma aventura longa de immersive scene nem nada. Não é um immersive scene, né? Vão ser pequenas missões com objetivos, né? Diversos. Imagina-se que talvez tenha alguma coisa de procedural nessas missões, não sei. Mas que é pra ser jogado com uma ou duas pessoas.

vocês ali passando pelas armadilhas e se infiltrando no lugar com mecânicas que vão lembrar muito o Immersive Scene, de como que você vai abordar, como que você vai desativar as armadilhas, como que você vai passar pelas armadilhas como que você vai entrar no museu como que você vai chegar até o que você precisa roubar mas sem a estrutura do Immersive Scene de uma campanha e tudo mais

Eu não sei o que esperar, mas eu fico feliz que esse pessoal ainda esteja fazendo jogos. E jogos desse tipo, né? Eu torço pelo sucesso do Thick as Thieves. Sai esse ano ainda, né? Acho que sim. Teve data, inclusive. Acho que é maio? Maio. Alguma coisa assim. Cheira, payday, menos humor. Cheira, payday. Cheira, payday. Entendeu?

Nós tivemos um pouco mais do Castlevania's Belmont's Curse, né? Que é muito importante. Assim, não tem muitas novidades que eles mostraram sobre o jogo na própria AAA. Depois ele teve uma entrevista com os devs e tal, né? Depois que o evento terminou. Mas a coisa mais importante, a coisa mais ressaltada e mais frisada é... Dois pontos. Não vai ser roguelike.

E eles falaram agora com todas as palavras. Sim, falaram. Tá falado. Isso tá falado. Falou, tá falado. Falou, tá falado. Não é roguelag. Então podemos todos suspirar aliviados pelo novo Castlevania. Que parece, como sempre, muito bom. Parece. Não, tá muito lindo. Nossa, muito foda. Eles falaram, né? Já dava pra ver no anúncio, né? Mas vai se passar na França, né? Em 1499 na França. As forças do Drácula estão invadindo a França. E aí essa Belmonte aí. Não falaram ainda qual o nome.

Eu acho que não. Eu também acho que não. Eu acho que não. Mas mostraram, né, ela lutando contra figuras históricas corrompidas, tipo a Joanna Dark. É, e tipo, vários tipos de skills, né, golpe de chicote, golpe de espada, várias subweapons, né, a cruz, por aí vai. É interessante que eles têm uma visão diferente de level design do que a gente tá acostumado, pelo menos do que eu esperava pra um Castlevania.

Ele me parece mais um... O próprio... Prince of Persia? Metro Advani que saiu? Porque ele tem muito mais armadilha no cenário, momentinhos de plataforma, que no geral não era tanto a vibe de Castlevania assim, mas que tá parecendo bem legal pelo trailer. Não, parece. E pelos que eles falaram, vai ser meio que nem... Mais ou menos como o Order of Ecclesia, que você tem uma parte fora do castelo e uma parte dentro do castelo. Falou que eventualmente o castelo do Dracoa vai aparecer e você vai jogar uma parte lá dentro dele. Então...

É, o que o pessoal tava perguntando assim, porque eles falaram, ah, é uma... Eu não lembro quais foram os termos que eles usaram, mas uma aventura, né, pra dizer que não era roguelike. Mas também não disseram Metroidvania, né? E por mais que tenha mostrado já que vai ter mapinha e tudo mais... É que não pode falar, né?

É, mas eu acho que se eles quisessem mostrar assim, não, isso aqui é um Metroidvania puro também, eu acho que eles usariam outros termos ou deixariam isso mais claro nos trailers também. Porque oficialmente quase nenhum jogo, principalmente de estúdio grande, cita o termo Metroidvania. Não, não, não, é mais coisa de indie mesmo. É, e tipo, sei lá, Igavania é o termo que o Koji Garashi usa lá pro Bloodstained. Mas só porque tem o nome dele.

Exato, ele só usa porque tá o nome dele. Não, eu não esperava que a Kekonomi fosse usar esse termo, mas eu acho que teria outras formas de deixar isso mais claro. O negócio é, eu consigo ver, especialmente por causa dessa estrutura que eles falaram, né, de lugares antes de ir pro castelo, que seja um semi-Metroidvania, assim. Que você vai ter ainda, né, ambientes abertos, interconectados e tudo mais, mas não vai ser aquele Metroidvania puro, né.

Você acha que fora do castelo vai ser fases normais, clássicas, e aí dentro do castelo volta a ser metroidvania? Não sei. O Siuk Song, conhecido como Skong, ele tem essa estrutura de um mundo fora de um castelo, entre aspas, e depois o castelo. Sim.

É, o dediro disso, mas eles deixaram claro, André. Eles falaram que não é um roguelite. É que eu não assisti também o pedaço da entrevista. Talvez eles tenham deixado mais claro no bloco da entrevista. Mas pelo que eu tava vendo, assim, o que eles confirmaram é que tem mapinha e que tem, né, tipo, não é... É um jogo de aventura e tudo mais. O que eu quero dizer é, por exemplo, algumas pessoas olhariam pra Guacamelee e não chamariam ele de um Metroidvania. Essa pessoa do meu lado, por exemplo.

Por exemplo, é isso que eu quero dizer, que ele pode ser um jogo mais tipo Guacamele, ou até, né, um outro formato que a gente não conhece aí, e tudo mais, mas que não seja uma Tragivania purinho, né? Daquele que você cheira e você fica do jeito que o Dráculo ficou. Então...

Isso, pra mim, eu não sei se eles confirmaram. Mas talvez tenham confirmado. É, falaram que só não usaram o nome Metroidvania. Então tudo bem. Então tá falado. Tá falado. Dito isso, que nem o André tá falando, tem Metroidvanias e Metroidvanias, né? Ah, sim. A gente teve, André, o retorno... A gente teve, André, um jogo brasileiro. Uh! Que assim, as pessoas não moram mais no Brasil envolvidas no desenvolvimento desse jogo.

Mas é o jogo brasileiro. É porque teve essa questão entre a gente recente, né? É. Que o Sushi tava se perguntando se pro Rodízio, ele acreditava um jogo como chinês da Inglaterra, né? Porque o Dev é chinês, é um Dev solo, mas ele mora na Inglaterra. Exato. E aí, como é que...

O que é que vocês falaram? Porque normalmente você vai acreditar onde o jogo foi feito, né? Não a nacionalidade de quem fez. Mas por um estúdio, né? Mas por um estúdio. Se é um solo dev e ele é chinês, mas mora na Inglaterra, o que você faria? Por exemplo, esse jogo foi feito no Canadá, eu acho, né? Sim, eu acho que sim. Mas é de brasileiro. E ninguém vai tirar isso da gente. Não, não. Pois é. Quase todo mundo da equipe é brasileiro, pô.

O que é o Neverway? Eu nem lembro agora se eu falei o nome do jogo antes. Não, é Neverway. É o Neverway. Ele é o jogo aí do novo estúdio fundado pelo Santo, que foi um dos artistas do Towerfall e do Celeste. E tá fazendo agora... O André comentou que Friends Lop está na moda mesmo. Outra coisa que tá na moda, André, é jogo de fazendinha... Com um twist obscuro. Exato. A gente teve alguns nesse evento e tem outros pra sair também. Sim.

E o Neverway é meio que isso, né? Ele vai ser um jogo simulador do dia a dia, fazendinha, coletar coisas, recursos, plantar, pescar. Só que, aparentemente, bastante foco narrativo e tensões. Várias referências a Hatsune Miku, tá? Que fique claro, gosto muito.

Pô, tá parecendo muito legal. Eu não vou jogar o prólogo, já antes que alguém me pergunte no chat, eu não vou jogar o prólogo, que já saiu o demo no dia do Triple I, que eu vou esperar o jogo sair. É, a sua altura... Vai sair já em outubro desse ano, supostamente, então... Piscou duas vezes e já tá em outubro já. Pô, mas viu que tá parecendo muito maneiro. Um outro, Sushi, que eu acho que foi um dos meus favoritos do evento e que segue essa formuleta aí do jogo de fazendinha sinistro, é o Crop, que é um jogo que tá sendo publicado pela Eleven Beach, de um estúdio chamado...

Bonara Games, que pelo que eu entendi a premissa é você acorda no porta-mala de um carro o motorista tá morto, e você caminhando chega nessa vila, né, que tem uma fazendinha e você tem que fazendar você tem que cuidar dessa fazenda pra garantir a sua sobrevivência, né a sua segurança, né, na verdade porque é um pessoal meio sinistro assim, tem um mistério, né, tem algo

de obscuros e sinistros acontecendo nessa comunidade, uma coisa meio culto assim, e você começa a desvendar o que está, às vezes literalmente debaixo da terra, né, e é essa mistura de fazendinha porque você vai cuidar de uma plantação e da colheita, né, você vai regar as plantas e colher e limpar o lugar e restaurar esse ambiente, né, uma coisa meio estarduvala e assim

Mas ao mesmo tempo, tem a pressão de você estar fazendo isso pra sobreviver, porque o pessoal é sinistro. E tem toda a parte do mistério, que eu não sei como é que vai ser. Se vai ser uma coisa mais narrativa, ou se vai ter um momento que você vai poder, sei lá, explorar a vila, e vai ser uma coisa meio stealth, não sei. Não pode trabalhar de noite que vai vir bicho. É, como é que vai ser isso, né? Não dá pra saber exatamente como vai ser.

vai ser, mas tô muito interessado e, pô, o que eles mostraram, né, do gameplay, tem uma coisa tátil, assim, no controle, que né, você muitas vezes tá, mostra o personagem carregando alguma coisa pesada, né, e deixa marcas no chão e a sensação do peso ali, me deu uma coisa meio tátil, assim, tipo Inside, que eu sinto que muitos jogos não acertam do jeito que Inside acertou, então tem uma combinação de coisas aí que me interessa muito no crop.

Seguindo a estética meio sinistrinha, mas transpondola para o mundo do Friendslop, nós temos Machine Party, que é o novo jogo do pessoal do Buckshot Roulette, que é um jogo que super viralizou no ano passado, muito streamer jogando e tudo mais.

E ele é um jogo, ele vai ser tipo um Mario Party mais sinistro. É, literalmente, né? Acho que até o nome é pra isso, né? Pra fazer essa referência. Machine Party. Mario Party, né? Só que Mario Party. Então você tem um minigame de fugir de holocompressor, tem um minigame de você fazer umas esculturas com um cubo mágico, tem um minigame meio overcooked, parece, né? De você estar todo mundo no mesmo ambiente carregando itens de um lado pro outro. E aí quem falha, né? Recebe um belo tio-tio, recebe um tiro na cachola e é eliminado.

Que é outra estética aí que tá ficando mais popular recentemente. Acho que nunca deixou de ser popular, vi de Jogos Mortais, que tá aí desde sempre também. Mas essa coisa do jogo sinistro, né? Das pessoas presas num jogo. Tem aquele que inclusive apareceu no evento, né? De digitar competitivo. Ah, é verdade, né? Tem uma pessoa apontando uma arma pra você. Quando você falha, você toma um tiro, né? É que é o Battle Royale da dilografia, né? É, esqueci o nome dele. Mas é...

acho engraçado, que é literalmente um Mario Party só que todo sinistro, meio Jogos Mortais assim, e que sai esse ano no nosso inverno de 2026, Final Sentence ainda no Dead Slop, no Dead Slop ainda no Friend Slop Dead Slop é esse gênero aí

Mas ainda no Friends Lope, pra mostrar o quanto o compresente estava esse exato tipo de jogo, teve o Too Deep to Quit. É um pique. Só que ao invés de você subir, você desce. Porque você tá entrando em catacumbas, em o quê? É... Templos estilo Indiana Jones, estilo Spelunky, né? Cavernas. Ele tem uma estética que lembra muito Spelunky se fosse 3D e Friends Lope, onde você vai juntar com alguns amigos pra explorar um templo abandonado na selva, né? Ou alguma coisa assim. Uma coisa Indiana Jones de Friends Lope. O personagem

me lembrou muito o Júlio Nagaita. É, então tem essa coisa bem fantoche de Vila César, essas coisas assim. Mas, nossa, ele é bem pique, né? Muito. Até a carinha dele é pique. Sim. O fato dele usar um sistema de barra de vida e estamina dividindo a mesma barra, né? É total. Nossa, é extremamente pique. Caralho, visualmente é idêntico. É. Muito pique. Então, ele é um pique que você desce, mas... Você diria que é um dip?

abisso. Mas teve também um outro que deu uma discussão aí em volta do que ele tá fazendo, que é o Shift at Midnight, que é outro... Esse não é Friends Log? Ele é, né? Porque tem co-op. É, você pode dizer que sim, mas...

O trailer não foca muito nisso. Não. Ele mostra no comecinho, mas depois ele mostra mais single player só. Que tá na moda também esses jogos de você gerenciar lojinhas, né? Tipo, loja de card game, mercadinho, essas porra. Tanto VR quanto não VR, né? Tem esse tipo de jogos que já faz alguns anos que estão viralizando aí.

Shift at Midnight traz a diferença que ele mistura com a parada meio Purpose Please ou pra comparar com o jogo mais recente que o Tengu falou até no ano passado, ou melhor dizendo, esse ano no Dash dos jogos do ano passado No, I'm not a human Exato, então quando você vai atender um cliente, você tem que desvendar ali se o cliente, ele é um doppelganger se passando por humano ou é um humano de verdade

O que ele acrescenta é que se você descobre que o cliente é um doppelganger, você tem que matar ele ali mesmo. E aí dá uma bagunça de sangue, tripas gigante. E aí você tem que limpar, né? Porque o próximo cliente humano tá vindo e, né? Se tiver sujo, imagino que o cliente humano não vai querer ter nada com a sua loja.

os que você deixa passar de noite ou depois de um tempo, sei lá, você tem que batalhar contra eles, né? Porque aí vira uma coisa que é engraçado porque esse tipo de jogo, tipo o Ripple, por exemplo, acho que o Ripple não tem combate, né? Você só foge dos bichos, se eu não me engano. Eu não joguei muito Ripple, mas...

Eu acho que nesses jogos você não costuma enfrentar muito as criaturas, assim, né? Então, ele tá trazendo isso. É muito, assim, um jogo misturando tudo que tá em alta, né? E é engraçado porque depois, como o Tengu disse, teve um bloco dos desenvolvedores falando sobre os jogos. Inclusive, o Caio Bosman fez um vídeo sobre isso. Que o vídeo do dev falando sobre esse jogo é muito engraçado. E é algo que já deveria ter acontecido antes, mas acho que agora que a gente tá começando a ver mais, que é o pessoal mais...

que cresceu com o gameplay de YouTube, o pessoal TikToker fazendo publicidade de jogos e vendendo seus jogos, vendendo a ideia de seus jogos com a linguagem TikToker barra YouTuber, assim. Porque é até engraçado, né, que ele fala da arte do jogo, que ele contratou alguém no Fiverr pra fazer e tal, essa imagem que aparece no final, e ele não chama de, por exemplo, que arte...

que seria o termo da indústria de videogames pra esse tipo de arte que aparece num post no final do vídeo ou que você usa pra divulgar e soltar pra imprensa pra descobrir no seu jogo. Ele chamou de Thumb, né? Porque é o termo de youtuber, né? E ele fala especificamente que ele quer com esse jogo ganhar dinheiro. E pra isso ele tem um objetivo que é alcançar os três grandes youtubers que cobrem esse tipo de jogo, né? Jogo de terror, jogo desse estilo no YouTube que é o Mark Player.

Aquele Kaysol e o... Acho que o outro não lembro quem que é. Mas, assim, é engraçado porque, ao mesmo tempo, é de uma sinceridade e de uma simplicidade que a gente não costuma ver na indústria. A lanzoca, né? Exato. De uma pureza, vamos dizer assim, que a gente não costuma ver a pessoa falando tão abertamente, assim, que, não, eu quero fazer o jogo com a maior chance dele viralizar e ficar uma coisa grande pra eu ganhar muito dinheiro. Normalmente é subentendido, né? Mas não é dito assim.

Mas, ao mesmo tempo A pessoa falar isso Não me dá muita vontade de jogar o jogo dela É, fica um negócio meio sujo Sei lá O Spy Family, o autor falou que ele fez Pensando em fórmula perfeita Pra vender

e deu certo e tem muito anime que eu sinto que é isso esses animes de Sekai me parece muito tipo, tá, o que que tá mais dando certo hoje em dia, vamos pegar todas as fórmulas e fazer a mistura perfeita delas e o ator de Spy Family falou que não gosta de Spy Family ele só faz porque tá dinheiro e tu falou sério

O foda é que, assim, dito tudo isso, parece legal o jogo. Não parece... Parece, parece legal. Não parece ruim, não. Inclusive, eu tava até olhando e já tem esses youtubers fazendo conteúdo sobre ele. Eu acho que talvez ele tenha tido uma demo, um early access, não sei. Mas o lançamento 1.0 é agora em maio, né?

Só pra citar um jogo que não tá na lista, mas o chat tá perguntando muito. Alabaster Down, o novo jogo do pessoal do CrossCode. Teve trailer também, tá com demo aí. Eu nunca joguei CrossCode, tenho muita vontade. Tenho vontade de jogar o Alabaster Down também, que parece que tá uma evolução bem impressionante do CrossCode. Mas como eu não joguei CrossCode, não tô com o hype tão absurdo assim, mas parece bem legal. A demo do Alabaster Down é legalzinha. Eu joguei um tempo atrás. Ela já tava disponível fazia um tempinho já, eu joguei ela e é bem legal, bem legal.

No CrossCode eu também não joguei, não. Também não consegui jogar. Outro jogo que apareceu aí, que é muito a minha geleia, né? É o Dead As Disco, que ele é meio que um sifu-like, por assim dizer, né? Um jogo de porradinha, assim, 3D, quase um character action, né? Só que proibido de fazer live. Não é mais proibido de fazer live? Então não, né?

Porque uma das coisas que aparece no trailer é trilhas seguras pra streamer, né? Que eu acho muito... Cara, é a época que a gente vive, né? É isso. Porque, primeiro, você pode pensar assim. Ah, é porque hoje em dia todo mundo faz live. Por isso que ele tá colocando isso, porque ele entende que tem tanta gente fazendo live hoje em dia que parte dessas pessoas talvez se interessem pelo jogo. Mas não é isso. Ele tá falando isso no trailer porque ele sabe que as primeiras pessoas que precisam se interessar pelo jogo dele são alguns streamers grandes. Sim.

que se alguns streamers grandes pegarem o jogo dele e fizerem live ou fizerem conteúdo sobre, ele pode aí sim chegar no público maior. Então, assim, muito inteligente. E assim, importante até mesmo no número de volume que você estava comentando, porque esse jogo viralizou muito no TikTok.

E se você quer fazer um videozinho do jogo Talvez você vai mostrar alguma parte Do combate com música Pra mostrar com sincronizado vai ser E tudo mais É porque qual é o lance do jogo É um jogo de ação em terceira pessoa O que você faz, os seus socos, os seus chutes, os seus movimentos Eles vão informar as batidas da música As batidas dos instrumentos da música E não o contrário Pelo que eu entendi É meio que o O que você faz

são as duas, tem duas vias aí. Entendi, entendi. Então, e eles usam músicas licenciadas, né? Então o exemplo que eles dão no trailer é o Final Countdown. Isso é...

Que tem uma versão meio mais disco, assim, de Final Countdown, né? É, mais vibe indescritível. Vibe indescritível, exato, né? Mas aí, que nem vocês falaram, tem esse modo que é modo seguro para streamer, que eles tiram as músicas licenciadas. Não sei quantas vai ter, se vai ser grande a seleção, a soundtrack do jogo. Vai ser só música clássica. Nona Sinfonia. Pô, imagina, ia ser foda. Pô, parece bem interessante, assim, parece que tem demo já, né? Eu não cheguei a jogar, não. Eu também não joguei o demo. Mas o pessoal do chat disse que jogou e gostou bastante.

Ele já tá pra sair. É. Eu vou esperar sair. Sai 5 de maio, né? Menos de um mês aí. É, assim, as pessoas que jogaram na demo já devem saber. Mas eu fico me perguntando, tá, e se eu não bater, a música para? É isso? Ah, e vai ter um modo que você pode incluir as suas próprias músicas no jogo, né? Sim. Ele pode ler arquivos de música do seu computador e transformar ele em fases pra você jogar. O que é interessante? Enquanto você tá fazendo o combo, a animação do combo, ele meio que deve ser magnetizar a batida da música. Será que é isso? Talvez. Eu não sei como é que é na prática. É.

Tô curioso. O que mais? Pra fechar, André, a gente teve o anúncio do mais novo jogo da Clay. Teve dois jogos da Clay, né, nesse evento. Um outro 3D que parecia de sobrevivência também. Eu não lembro do outro da Clay. Não sei se ela tava só publicando, mas teve um outro jogo da Clay.

Mas o jogo que eu tô falando é o Don't Starve Elsewhere, que é o novo Don't Starve. Dessa vez não é uma atualização, uma versão alternativa e tal. É um novo jogo que já vai estar seguindo uma estrutura do Don't Starve, a fórmula final dele, né? Já vai ter co-op desde o lançamento e tudo mais. O principal diferencial é que agora é 3D. O mundo. Ah, o mundo não era 3D antes.

Não, não, era fixo, câmera fixa Sem mexer e tal Mas os monstros e os personagens continuam a arte 2D Igual era no Don't Starve clássico Só que o mundo agora é 3D e a câmera pode girar E o trailer até eu acho meio insuportável Que a câmera não para de girar nunca Pra mostrar que é 3D

E eu confesso que me irrita um pouquinho. O trailer tá 100% das vezes girando. É, falaram ali, o outro é o Mind Over Magic, mas ela tá só publicando. Que é um que lembra realmente um Terraria meio misturado com Oxygen Not Included. Ah, saquei. Nossa, eu não lembro dele. Ih, mas Don't Starve. Para fãs de Don't Starve, mas Don't Starve. É legal pra quem gosta. Para os fãs do gênero. Algo me disse que você não gosta muito de assistir.

Eu joguei umas 10, 15 horas do primeiro. Eu tinha achado legal na época e foi isso. Entendi. Você não passou fome? E ele é um dos motivos que eu não gosto de Early Access. Ah, é? Porque o primeiro Don't Starve lançou em Early Access antes de existir esse termo no Steam. Ele lançou incompleto, entre aspas, e foi tendo atualização. Acho que na época era cada semana ou a cada duas semanas tinha uma mini atualização. E eu enjoei dele antes de ser 1.0. Então, tipo, eu joguei numa época que não tinha campanha. Era só mais... A mecânica mesmo. Protótipo, as mecânicas soltas.

ali pra você brincar. E eu fico... Ok, eu tive... Eu enjoei do jogo antes de ter a experiência dele de verdade. Que triste. E é por isso que hoje em dia eu quase não jogo Early Access. Faz sentido. Mas, ó, baita evento. Tô bem interessado no... Acho que assim, ó, se eu fosse fazer um top 3 aqui, seria em terceiro lugar o Thick as Thieves do Warren Spector e Pawnerath. O Crop, em segundo. Prove you're a human. Em primeiro, Prove you're a human. Ele, assim, disparou para o topo do meu...

hype, eu preciso jogar. Prove Your Human foda, bom, Castlevania já era foda, né? Ah, é verdade. Castlevania e o Alkaest também parece muito legal. Parece interessante. De fato. E o Neverway? Neverway, né? É que o Neverway eu já conhecia. São amigos aí. Isso é verdade. De longa data.

Próxima notícia, vamos falar de jogos que não apareceram no AAA Initiative, não apareceram no Summer Game Fest, não apareceram no The Game Awards, não apareceu em nenhum evento nos últimos cinco anos, que no caso é o tal do Star Wars Eclipse, que pra quem não se lembra é o Star Wars da Quantic Dream, o estúdio de Detroit Become Human, de Heavy Rain, de Omicron, The Nomad Soul, com David Bowie. Agora você lembra do estúdio, né?

Depois daquele dia fatídico. Vou esquecer. Aquele jogo de fazer filme também. Movies? Não, não. É do Peter Molina. É do Peter Molina. É que você pensou em careca, pilantra. Eu confundi, perdão. Mas é, ele foi anunciado originalmente em 2021. Teve um trailer CG super bonito, mostrando bastante coisa do mundo e tal. É doideira pensar que faz cinco anos isso já, André.

É, e nunca mais a gente viu nada dele. Ele até foi mencionado, né? Ele tá direto... Alguém da Quantic Dream comenta aqui, tipo, não, galera, tá, o jogo existe ainda, né? Eles falaram mais detalhes do jogo, né? Falaram que, ah, vai ser um jogo estilo Quantic Dream, né? Você imagina que vai ser uma coisa meio estilo Detroit, só que eles falam que vai ser um pouco mais puxado pra ação, mas que não vai ter tela de Game Over, por exemplo, então...

Meio que aquilo que o Detroit, o Heavy Rain tentam fazer, que mesmo que você vá super mal, talvez alguns dos seus personagens morram, mas a história dá um jeito de continuar, mesmo assim, até chegar em algum final definitivo ali. Mas sempre que eles falavam desse jogo, ele parecia muito distante, né? Então, a ideia, em 2023, comentaram que, ah, o jogo ainda tá em desenvolvimento, mas tá em desenvolvimento bem fogo baixo, a gente tá bem, né, levando de boa, assim, ou seja...

Há três anos atrás, ele não estava ainda no seu desenvolvimento, né? Pleno. Pleno e com todos os motores em alta ali. Então, dá para se imaginar que é um jogo que ainda ia demorar bastante nas situações ideais, né?

A última vez que confirmaram a existência dele foi em outubro do ano passado, mas muita coisa aconteceu de lá pra cá, né, desde o anúncio desse jogo. Por quê? Em 2022, a NetEase comprou a Quantic Dream. Como sabemos, né, tudo que a NetEase encostou seus dedos nos últimos anos aí, deu super certo. A gente tem falado sobre aqui no Vértice, vez após vez, como que muitos desses investimentos ou fecharam, né, ou foram cancelados os jogos.

A gente falou mais recentemente como o que aconteceu com o estúdio do Nagoshi, né? Gang of Dragon, né? Gang of Dragon, né? Como eles tinham ficado sem dinheiro, iam buscar financiamento em outro lugar e tal. Com riscos do jogo ser cancelado, né? Porque a NetEase mesmo não tá muito interessada em continuar financiando, não. Então, já começa a surgir uma preocupação aí com a Quantic Dream, né?

Ano passado, a Quantic Dream anunciou que ela estava desenvolvendo um outro jogo. Ela ia lançar um outro jogo de um estilo muito diferente dos jogos que o estúdio costuma fazer, que é o Spellcasters Chronicles, que é meio que um MOBA de deck builder...

3 contra 3 ali, aquela coisa de estratégia e tal, que eles anunciaram ano passado, eles disseram que tava em desenvolvimento já há 7 anos desde o final do Detroit Become Human em 2018 eles já estavam desenvolvendo o Spellcasters Chronicles aí então assim, a

Apesar disso, é difícil você comprar ele como, tipo, ah, é o próximo grande lançamento da Quanticore Dream, porque não é muito o estilo de jogo que o estúdio faz, né? Não dá pra ver muito como... A impressão inicial é que não é, tipo, ah, é o próximo grande projeto de paixão da equipe, apesar desse desenvolvimento longo. Porque fica muito claro que, assim, é o estúdio tentando criar uma fonte de renda.

alternativa, né, e constante pra aí sim financiar os grandes projetos do estúdio e ajudar no financiamento de um jogo como, por exemplo, é o caso do Star Wars Eclipse. Essa era a impressão, né, quando o jogo foi anunciado. E deu super certo, André. Fiz muito dinheiro. O negócio é esse, né, ele saiu já. Olha só que coisa impressionante. O jogo saiu, ele tá em AliExcess no Steam e como o Sushi disse, um grande sucesso, né. Assim, a bem da verdade, ele saiu em fevereiro e ainda não foi cancelado.

O que já tá, né? Porra, tá melhor que High Guard já. Já tá mais no lucro aí, já tá saindo muito melhor do que muito jogo free-to-play de serviço e tudo mais. Ele é free-to-play também? Ele é free-to-play, é. Mas o lance é, veja só, não foi um jogo recebido com muito calor, como você aí do chat talvez nunca tenha ouvido falar dele, né? O jogo, ele teve um pico histórico. Quanto vocês acham? Tegu.

Qual o número que você acha que é o número máximo de jogadores que esse jogo teve em seu auge? Vamos lembrar que o do High Guard foi tipo cento e tantos mil, né? Uma coisa assim? Foi mais até... Foi mais? 300 mil? Uma coisa assim, né? Uma coisa assim, é. E aí é free to play, né? Free to play, os dois free to play, é. Eu diria que foi um pico de 208 pessoas.

208? É. Não, foi um pouco mais do que isso. Ok. Foram 800 jogadores. Porra. Porra. Dá uma tristeza. Dá uma tristeza. Dá uma tristeza. Dá uma tristeza. O auge foram 800 pessoas. Eu olhei hoje de tarde, tinha 60 pessoas jogando. O que pra um jogo que depende, né, de equipes e tudo mais, ele tá meio que morto, né? Comentaram no chat, 97 mil High Guard. Pera, o pico histórico do High Guard foi 97 mil, né?

Impossível. Eu lembro que eu tinha visto sobre números maiores que isso. É, o meu reflexo instantâneo foi ir pra algo em torno de 100 mil também. Nossa, doideira. Não lembrava não exatamente dos números. Que triste. Ele tem atualmente 400 reviews do Steam, o que pode até ser ver como um número mais alto do que a gente costuma falar aqui pra jogos índios, mas pra jogo free to play esse número é sempre puxado um pouco mais pra cima, porque... É grátis. É grátis.

por mais que eles estejam resistindo bravamente desde fevereiro, o jogo ainda está no ar, não é um jogo que eu... a menos que tenha uma grande reviravolta nessa história, ele seja algum streamer apaixonado tome o jogo pra si e consiga popularizar alguma coisa milagrosa aconteça não consigo ver esse jogo durando muito mais tempo

E fora essa atualização toda que eu estou dando aqui sobre os vai e vens aí da Quantic Dream, a notícia que eu queria trazer aqui é um vazamento aí das fontes do Insider Gaming, né? Que é uma publicação que já acertou sobre coisas da Quantic Dream no passado, né? Parece que realmente tem algum contato interno que passa as atualizações ali de como andam as coisas.

confirmando algumas especulações que se tinham sobre como vai o desenvolvimento do Star Wars Eclipse, dizendo que o desenvolvimento está acontecendo, já tem uma boa parte do jogo feita, pronta, mas que ainda falta bastante, que o desenvolvimento está indo bem, bem devagar. Que eles precisariam ampliar a equipe, precisariam contratar mais gente, mas essa proposta aí de orçamento, essa proposta de ampliação do estúdio, não foi aprovada pelo NetEase.

Então tá uma situação que deve ser um pouco parecida com a do Gang of the Dragon, que é o estúdio precisa de mais recursos pra finalizar o jogo e a NetEase não está abrindo a mão. E que a continuidade do desenvolvimento do Star Wars Eclipse de fato depende do sucesso de Spellcasters. Então, fudeu. É, meio que, né? A menos que eles consigam um milagre aí da NetEase ou consigam um outro desenvolvedor. Não sei não, galera.

Net Not So Easy. Não tá tão easy assim de abrir o bolso, não. Então, eu não sei. Eu não sei se a gente um dia vê esse jogo. Eu consigo imaginar ele daqui a algum tempo. Encerramos o desenvolvimento de Star Wars Eclipse.

A Quantic Dream é um estúdio muito conturbado de desenvolvimento, né? É sempre demorado, é sempre difícil, né? Pelo menos assim, né? Quando era um estúdio que trabalhava mais com a Sony, eu acho que eles nunca chegaram a ser da Sony, né? Mas eles tinham algum contrato ali com a Sony e tal, os jogos eram financiados, publicados pela Sony.

parecia ser uma coisa assim de... Ah, vamos dar mais tempo pro jogo desenvolver melhor, né? Vamos dar mais tempo pro jogo ser concluído e ser polido e tal. Mas não sei, agora parece que falta gente, né? Parece que o estúdio não tá... Eu não sei se eles passaram por levas de demissões, eu não sei como que isso se junta a essa notícia de que agora eles precisam expandir o estúdio, talvez foram cortes de gastos, mas que agora eles precisam de gente pra terminar o jogo.

Eu não sei. Eu não sei se foi mal gerenciamento aí, ou se algo mudou internamente, porque essas emissões não tem tanto tempo assim, não. Tem tipo um ano, alguma coisa assim. Esse é o Tático? Não, esse é o Star Wars da Quantic Dream, que é o pessoal do Detroit, né? Seria o Star Wars meio Detroit Becoming Human. De quem que era o Tático mesmo? Quem que tava fazendo? Não é um pessoal tipo o Phyrex, ou um estúdio que nasceu da Phyrex. Puxa, eu não tô nem conseguindo lembrar agora. Star Wars é alguma coisa Zero, né? Squad Zero, alguma coisa assim, não sei. Eu não lembro.

Nossa, eu não lembro quem tá fazendo o tático. Caramba, me fugiu completamente. Tá aí, então. Vamos aguardar para ver as próximas atualizações dessa história aí. Do jogo talvez a gente não veja. Ah, sim. Talvez a próxima atualização seja que não teremos jogo, né? Pois é. Ou talvez só deixem o jogo sumir, né? Se a gente não falar nada, talvez eles esqueçam que o jogo existiu. Eu acho também que Star Wars, nos últimos 10 anos aí, ele teve um baque na percepção da cultura pop, eu acho, né?

Eu acho que mais ou menos, né? Porque o Mandalorian não fez bastante sucesso. É, mas já tem bastante tempo também, né? Tem bastante tempo, mas ainda vai sair o filme, né? Então, mas ninguém tá afim desse filme. Ah, não. Eu achei que tivesse. Eu não sei. Talvez o chat contraria a minha percepção. A minha percepção é que esse filme e nada, a mesma coisa. Ninguém tá nem aí pra esse filme do Grogo aí. Ó, Star Wars Zero Company. Zero Company. Não Squad Zero.

publicado pela EA, mas desenvolvido pela Beach Reactor. Que eu acho que é um estúdio que veio, surgiu da Firaxis aí. Sei. Se eu não me engano. Teve o Under, que galera, achou bom. É, o Under sim. Mas também faz um tempo já, faz o que, uns dois anos, por aí? Talvez, é, por aí. E ninguém mais liga pro Grogo? É, o filme tá flopado mesmo. Eu amava Star Wars, mas depois da Disney pra mim virou qualquer coisa. Saturou, só se fala em outra coisa. Ninguém liga pro filme.

Entendi. Assim, ainda estou empolgado pelo burnout de Star Wars. Pô, esse jogo vai ser foda. Mas muito mais por ser burnout do que por ser Star Wars. Ah, na verdade, está tendo a série do Darth Maul agora, né? Ah, é. Estreou faz pouco tempo. O Darth Maul não tinha virado uma aranha? Tinha. É, tem isso, é. Eu acho que sim. O Darth Maul ainda. Eu estou maluco. Ele ainda está vivo, é impressionante. Então, eu acho que ele foi cortado no meio e transformado ele numa aranha. É o que acontece. É o que acontece, né? É, costuma acontecer, sim, sim. Ah, eu tinha, viu? Virou aranha. É.

Todo mundo sabe que todo Lord Sith quando morre vira aranha. Quando fala que o Sith morreu, vira aranha. Foi de aranha. Perna de aranha, mas trocou. Ah, trocou. Pegou outra build. É que nem a Birdcore. Agora ele tá de tanquisteira. É, porra.

Outro estúdio que está passando por um inferno astral aí, aparentemente, é quem? É a Rockstar, né? Que está aí à espreita, às vésperas, de um lançamento do GTA VI, né? E aí nós tivemos a notícia recentemente de que um grupo hacker, os piratas do computador... Os piratas do Vale do Silício? Os piratas do Vale do Silício conseguiram acesso a arquivos sigilosos, né? Da Rockstar. Segundo o hackeamento em dois anos, né? É, pois é.

já tinha tido um hackeamento em que vazaram informações do GTA 6, né, coisas assim. É uns vídeos bem cedo no desenvolvimento, né. Sim, sim. Mas aí teve esse grupo hacker chamado Shiny Hunters. Fã de Pokémon ainda. Caralho, né, fã de Pokémon, né, tinha que ser essa desgraça fã de Pokémon. Os Shiny Hunters, então, informaram no dia 11 de abril, que a Rockstar tinha sido hackeada, né, que eles tinham encontrado arquivos...

da Rockstar, e aí é uma coisa meio que de dois passos, né? Porque os Chain Hunters encontraram fraquezas no serviço Snowflake, que o que é esse Snowflake? É um serviço de gerenciamento de conteúdo na nuvem, né? Que a Rockstar tinha contratado, né? Esse Snowflake cuida não só da Rockstar, mas de várias empresas grandes. Então, um serviço de computação na nuvem.

E aí, a Snowflake tinha tido uma vulnerabilidade num outro serviço chamado Anodot. Que esse Anodot é uma outra empresa que serve para detectar anomalias em tempo real de dados em nuvem. Então, ela monitora mudanças anormais em receita, transações de dinheiro e performance de sistema.

É uma empresa que estava auditando, por assim dizer, essa outra empresa que prestava serviços na Nod. Ou seja, a Snowflake guarda as finanças e os analytics da Rockstar. E essa Anodot, ela meio que interpreta isso para ver como é que as coisas estão indo. Se teve mudanças, o que está acontecendo com esses números e tudo mais. Então eles aproveitaram, os Shine Hunters, aproveitaram uma fragilidade de segurança dessa Anodot para conseguir as informações sigilosas da Rockstar.

E aí eles falaram, ó, se vocês não soltarem o dinheiro, a gente vai soltar as informações, né? Não queiram fazer parte das chamadas, das manchetes dos jornais, né? E aí a Rockstar falou, não, não. Tô nem aí, não. Não tinha muita informação muito decente, não. Fica à vontade. Então fica de boa, né? Fica de boa. E aí o que aconteceu foi que...

Chain Hunters, de fato, né? O prazo que eles tinham dado pra soltar as informações era 14 de abril. Hoje. Hoje, né? No dia da gravação desse podcast. Como a Rockstar falou que não, não ia pagar, foda-se vocês. No dia 13, então, eles soltaram as informações através do seu site na Dark Web. Uou! Né? Uou! Ai, como eles são hackers. E aí, assim, realmente, ao contrário do hack de 2022, que vazaram coisas, né? Sigilosas ali, informações do desenvolvimento do GTA 6. Até agora, essa parece que não foi muita coisa mesmo, né?

Não, porque o que vazou, como essas informações que vazaram, esses serviços, são muito ligados em computação na nuvem e monitoramento de transações na nuvem, de finanças na nuvem, as informações que vazaram, que foram sequestradas, por assim dizer, eram muito sobre o GTA Online e o Red Dead Online. Meio que analíticos desses jogos, números, finanças desses jogos.

Que, assim, são interessantes por si só, mas não são nada muito comprometedor. É, não era tipo, né, dados dos clientes, dados de cartão de crédito, esse tipo de coisa que realmente é o que dá mais treta quando vaga, né, e tal. Mas vieram algumas informações interessantes, né, sobre esses serviços, né. Acho que uma das mais interessantes, mais impressionantes, né, eu diria mais impressionantes do que interessantes, é que o GTA Online, ele, entre setembro...

de 2025 e abril de 2026, ele estava faturando semanalmente 10 milhões de dólares. É, uma média de 1.3 milhões por dia. Puta que pariu. Assim, depois você tem um número, né, que acho que é de 2014 a 2024, e é tipo 5 bilhões só de pessoas comprando o dinheirinho virtual do mundo do GTA. Gente, é 5 bilhões só comprando o dinheirinho do jogo.

Sim, é doideira E é assim, segundo essas informações Eram só de 4% Da base instalada de jogadores Que gastaram tudo isso, né Então assim, baleiaças pra caralho Com certeza Eu tava conversando com a Thalissa, lendo essa notícia Eu em choque com os números Tipo, de como que GTA faz tanto dinheiro passivamente Sabe? E em choque, assim, caramba, falando dos números Eu terminei de ler a notícia, eu virei pra Thalissa Pô, isso aqui foi bom pra eles E aí

Tipo, eles devem ter ficado feliz que isso aqui vazou E conversando, né Provavelmente as ações até subiram E não foi conferir, mas o chat comentou As ações subiram, e eu entendo de por que subiram Se eu vejo isso aqui E eu sou um acionista, eu penso Por que eu não investi na Rockstar ainda? Shiny Hunters na verdade é a Rockstar mesmo, né Infiltrada ali Pô, saber que GTA faz 1.3 milhões Por dia

Vale dizer também que é um rendimento passivo, porém, né, é bom lembrar que a Rockstar, ela continua ainda atualizando, né, ao contrário do Red Dead, que ela já parou de atualizar, o Red Dead Online, né, e um dos motivos pra isso também estavam nesses números, né, porque a receita anual do GTA, eu não sei pra qual ano aqui eles passaram, mas acho que deve ser pra um ano passado, talvez. Mas...

Vamos dizer aí, receita anual de GTA Online, 498 milhões de dólares. E receita anual de Red Dead Online, 26,4 milhões de dólares. Assim, o que não é pouco, mas dá para entender a prioridade ali no GTA, né? Sim. Outra coisa que vazou, né? Outras dessas informações era a base de usuários, né? A distribuição por plataformas.

Dos usuários, e assim, a maioria esmagadora de usuários está no Play 5, né? Você tem quase 3 milhões e meio de jogadores semanalmente, aí no caso, no GTA e no Red Dead Online, né? Isso me surpreendeu. Sim. Eu achei que ou estaria pau a pau entre PS5 e PS4, ou que PS5 tivesse só um pouco, ou até que PS4 tivesse a mais, né? Porque...

A sensação que a gente tem é que essa geração ela não transicionou, mas acho que essa é uma métrica pra entender que não, na verdade, na verdade transicionou sim, né? Talvez aqui, né? Obviamente aqui no Brasil a história é completamente outra mas em se falando aí de Estados Unidos e outros países, né? A geração virou sim. E eu também imaginava que o PC estaria mais alto, né?

Nossa, e ele tá, né, porque PS5, 3 milhões e meio, PS4, quase 2 milhões, aí Xbox Series X, um pouco mais de 1 milhão, quase a mesma coisa que Xbox One, também perto de 1 milhão, e PC, quase 900 mil, né, menos de 1 milhão, então é a plataforma que tá por último nesse ranking. É, a plataforma que, no caso, é a plataforma que menos rende esse... Dinheiro do online. É o dinheiro do online, especificamente, a receita do online é a plataforma que menos rende. Número de jogadores também.

E aí assim, você pode pensar Será que é porque Quem se importa com o GTA pra valer mesmo Pra ainda estar no online e tantos anos depois Será que é um pessoal que já migrou Pro PS5 porque sabe Que o GTA 6 não vai sair pro PC Assim, deve ter uma parcela disso Mas eu acho que o que eu consegui pensar Que mais justifica isso É que muita gente que joga GTA no PC Não tá nos servidores oficiais Não tá

É servidor de roleplay. Ou de roleplay, ou servidor com mod, ou servidores privados personalizados e tal. Então, eu acho que é por isso. Eu acho que é o que mais faz sentido, porque eu acho que se for pegar, assim, número de jogador cru do PC versus PlayStation, o PC tem que estar mais alto, né? Ou pelo menos pau a pau. De tudo que a gente vê, eu acho que o PC é uma das plataformas principais de GTA, sim. Porque eu estava vendo, assim, o número mais baixo é no PC, então por isso que eles só lançam, ou vão lançar inicialmente, para console.

Mas é um ciclo que ele se retroalimenta também. Acho que se eles lançassem o jogo originalmente no PC, teria números muito melhores ali. Com certeza. É o que a gente viu quando a gente estava falando sobre os lançamentos da Sony no PC, que tem uma diferença de valores, de números de venda, que o PC sempre fica para trás, mas é também porque não sai ao mesmo tempo. Se saísse ao mesmo tempo, provavelmente o número seria maior. Mas é. Acho que esses dados foram interessantes para dar uma perspectiva.

do quão gigante GTA V é e do quão gigante GTA VI vai ser, gente. Vai ser um absurdo. Dado, assim, algum revés muito inesperado aí do jogo lançar completamente quebrado, ou foi extremamente ruim, ou sei lá, sabe, o GTA Online ser muito inferior ou muito o que a comunidade não quer, sei lá. Nossa, esse jogo vai ser um absurdo.

Continuando então, próxima notícia aqui, vamos falar sobre um serviço que eu, você e todos nós, todos que estão nos escutando agora, com certeza usam muito e faz parte de nossas vidas todos os dias, que é o Amazon Luna. Yay! Você talvez nem saiba o que é o Amazon Luna. Não, André, todo mundo reconhece o nome, você não precisa explicar o que é isso.

O Amazon Luna foi lançado em 2020 e é o serviço de jogos em nuvem da Amazon, né? O serviço de jogos por streaming, né? Aquele tipo de serviço que você não precisa ter o hardware, né? Você consegue jogar direto da sua TV, celular e tudo mais. Algo tipo o que a Microsoft faz com o Xcloud, né? No Game Pass e tudo.

É um serviço que ele sempre foi deixado um pouco de lado, assim, né? Parece que nunca foi divulgado e promovido com todo aquele orgulho, né? Ou com toda aquela veemência que você esperaria, talvez. Sempre ficou meio que tipo, ah, é um dos benefícios do Prime, ah...

Tem essa coisinha aqui também que a gente tá fazendo e tal. Aqui no Brasil, inclusive, nem tem ele oficialmente. Então, né, realmente pra gente ter ouvido falar de Amazon Luna fica ainda mais difícil. Mas ao longo dos anos, né, desde que ele foi anunciado em 2020, eles até tentaram algumas coisas interessantes ali no serviço. Uma delas foi que em 2022 eles anunciaram, ou talvez em 2023, mas anunciaram...

o sistema do Traga a Sua Biblioteca, que era assinando o Amazon Prime. Você tem acesso à biblioteca base do Luna, mas se você tivesse ali jogos que você já tinha, por exemplo, no GOG, ou no EA Play, ou no Ubisoft Connect, você podia trazer essas bibliotecas pra jogar esses jogos que você já tinha, mesmo que a biblioteca do Luna não oferecesse esses jogos. Algo tipo o que GeForceNal faz, né? Só que GeForceNal faz muito melhor, porque tem Steam também e tal. Apesar de que também é uma quantidade seleta de jogos. Você não pode jogar qualquer coisa da sua biblioteca.

Nunca foi grande coisa também, justamente porque eu acho que pra começar a funcionar, começar a ser algo mais atrativo, tinha que ter uma biblioteca muito vasta ali, e pelo menos do Steam, né? Que é onde as pessoas realmente têm suas bibliotecas. Por mais que o GOG seja um serviço legal e tal, é pouca gente que compra coisa no GOG, é pouca gente que constrói suas bibliotecas de jogos no EA Play, no, sei lá, Ubisoft Connect e tal, né? Principalmente hoje em dia que muitos desses jogos voltaram pro Steam.

E aí, com o tempo, quem diria? Como tantas coisas da Amazon, eles foram se afastando um pouquinho, tirando o pezinho do acelerador ali, quando não viram muito crescimento. E aí, ano passado, eles fizeram a maior mudança no Luna até agora, que eles mudaram o foco do serviço de jogos premium. Eles ainda têm jogos premium, tipo jogos AAA, tipo, sei lá, Fortnite, Borderlands, Rainbow Six e tudo mais, pra você jogar no Luna.

Mas eles mudaram o foco pra jogos sociais, né? Jogos mais casuais, que você muitas vezes pode controlar com seu celular. Joga o estilo Jackbox, né? E aí eles lançaram até uns jogos exclusivos, assim. Tem o jogo de tribunal do Snoop Dogg, que é todo de IA. Que é uma coisa, realmente. Você jogou ele, André? Eu não joguei. Eu teria curiosidade se não fosse ele ser cheio de IA, assim. Porque parece engraçado, pelo menos. Parece, parece. Sei lá.

Então o foco ficou mais nesses jogos, né? Nessa experiência, eu acho que muito porque eles viram que eles não estavam alcançando, né? O jogador desses jogos mais AAA, mais premium e tudo mais. Só que, vejam só vocês, vem mais uma mudança agora em 2026 pra lembrar a todos nós de como as coisas são voláteis e de como ninguém é dono de nada, né? Você acha que você comprou um joguinho ali digital? Você acha que você é dono dele? Talvez você não seja. Por quê?

eles estão removendo agora toda essa parte do traga sua biblioteca, dessa integração com as bibliotecas do EA Play, do GOG e do... Ubisoft Connect. Ubisoft Connect, né? Eu acho que são esses os serviços. Talvez tenha mais algum, mas os principais são esses. Então, assim, se você já tinha sua biblioteca no GOG, por exemplo, e só usava, né? Se eu tinha conectado ela com o Luna pra jogar esses jogos nessa biblioteca, é ok, porque você já tinha a biblioteca anteriormente.

O problema é que, assim como é atualmente no Prime Video, né, que você consegue assinar outros serviços, consegue comprar filmes, alugar filmes de outras plataformas pra assistir dentro do Prime Video, no Luna você conseguia fazer isso com jogos também. Então se tinha, por exemplo, ah, eu quero jogar o...

Secret Shadow, ou quero jogar, ouvi falar que esse Split Fiction aí é muito legal. Aí você ia lá, e ele não tá no catálogo do Luna, então você ia lá e via Ah, Split Fiction aqui, sei lá, 30 dólares. Vou comprar. E aí você comprava pra sua biblioteca do EA Play, mesmo que você não tivesse uma biblioteca do EA Play ainda. Você comprava dentro do EA Play, para o EA Play, dentro da plataforma do Luna. E aí você tinha acesso ao jogo através do Luna.

isso você também vai perder acesso. Yay! Então, ou seja, você comprou... A pessoa, né, em potencial aqui, ela comprou um jogo das plataformas da EA ou da Ubisoft ou do GOG pra jogar na nuvem e vai perder o acesso desses jogos e não vai receber reembolso.

Então o Luna tá removendo esses jogos da plataforma, eles vão sumir, você não vai ter acesso a eles mais, você ainda vai ter acesso nas plataformas da EA, do Ubisoft e do GOG. Mas pra pessoa que comprou esse jogo pra jogar no Luna, muito provavelmente é porque ela não joga no PC, não tem console, não tem outra forma de jogar que não seja através de um serviço de streaming. Talvez ela consiga ligar a plataforma da EA com o GeForce Now e agora ter acesso, mas né...

A pessoa comprou o jogo na plataforma da Luna e agora não tem mais o acesso ao jogo. Então, assim, é por isso que o modelo de negócios introduzidos pelo Google Stage lá atrás nunca teria como dar certo. E que bom que não deu certo, né? E que bom que não se tornou algo comum na indústria de você pagar por um jogo que você vai ter acesso a um vídeo dele, né? Basicamente. Eles deram alguma justificativa pra fazer essa mudança?

queriam melhorar o serviço, André. Você não pode esquecer essa parte. Deixar mais ágil o serviço. Eles falaram, não, essa aqui é uma mudança que a gente está trazendo para melhorar o nosso serviço e como ele vai servir vocês com o tipo de conteúdo que vocês mais querem. Ah, legal. Tirando tudo. Tirando tudo. Ah, legal. Então é...

Se você tira escolha, menos coisa pra escolher, fica mais fácil. Fica mais fácil de escolher. Fica mais fácil de escolher. Não, faz sentido. Faz sentido. Obrigado, Amaz. Obrigado, Jeff Bezos. Obrigado por mais essa, né? Pô, até o Stadia deu reembolso, né? Porque quando eles desistiram do projeto um ano depois, olha lá quanto tempo foi, pelo menos eles falaram, não, galera, realmente, vocês compraram o joguinho na nossa plataforma e a gente tá fechando ela? Toma um reembolso. Porra, não dar reembolso é muita sacanagem, né? É. É muita sacanagem.

Perdeu. Você comprou isso aqui, foda-se. Sei lá. Ainda bem que não tem no Brasil, porque o Procon ia atrás disso aí. Será que eles não têm como dar reembolso porque a transação não passou por eles? Assim, foi direto pra... Tipo, a transação pula o Luna, vai direto pra quem opera a transação na plataforma no EA Play da vida. E aí você tem lá. Então a Amazon não tem como te dar um reembolso porque ela não processou seu pagamento, não tava com eles o dinheiro, teoricamente. Mas aí vem aquela imagem do rei do crime, né? Pra cobrar, ele salvou.

Tipo, pra cobrar a gente tem o sistema todo aqui perfeito. Não, pô, pode vir que você passa o seu cartão aqui com a gente a gente vai comprar tranquilo. O reembolso ah não, que isso galera. Não sei o que aconteceu aí não, a gente nem entende exatamente, nem sei o que é EA Play. Nem existe esse serviço. Nem sei o que é dinheiro. Nem sei o que é dinheiro. Ó, Leandro no chat falou que recebeu o reembolso do Stadia. Ah, legal. É, então, pois é. Pelo menos isso. Menos mal, né? Menos mal.

Mas é, eu ia falar que esse é o nosso futuro, mas é o nosso presente, né? É verdade. E aí? E aí? Pegaram um serviço também.

André, Luna faz referência à Lua. Uou! O satélite natural aqui do planeta Terra. Você tá sentindo uma presença vindo dessa Luna? Pois é, André. Eu estou sentindo no ar que vem aí um remaster de Bloodborne. Mentira! Mentira! Não, mas vem aí um novo lançamento de Bloodborne.

Olha, é verdade. Vem aí. Vamos torcer que venha mesmo, porque às vezes esses anúncios acabam não vindo, né? Mas supostamente vem aí uma animação, filme animado, melhor dizendo, de Bloodborne, André. Olha só que coisa bonita. Você tá me dizendo então, como eu vi alguém comentando, vamos ter um filme de Bloodborne antes de um patch de 60 frames. É, pois é. Falaram que o jogo nunca foi atualizado pra 60 frames, porque 30 é mais próximo do frame rate da TV. A ambição era sempre cinematográfica, desde o começo. Os caras têm visão demais, né?

E o Bloodborne de PC é esse agora, galera. É, ué. Você vai baixar o filme e assistir, porra. Vai poder alugar ele no YouTube, né? É PC. É. Mas a Sony anunciou durante a CinemaCon, que tá rolando esses dias, com eventos, né, de filmes, principalmente grandes filmes coladianos e tudo mais. Eles, na leva de anúncios de próximos filmes da Sony, eles anunciaram essa animação do Bloodborne. E aí veio à tona o Jacksepticeye.

um dos maiores YouTubes aí do mundo, falando que ele está envolvido na produção do filme desde 2024. Uau. Ele não fala a função dele, imagina que é produtor? É, é produtor, eles disseram que é produtor. O filme vai ser uma coprodução da Sony Pictures, dessa Lyrical Animation, que é uma empresa de animação aí, que inclusive é a que está fazendo aquela animação do Death Stranding. Isso.

que é 3D, mas com uma carinha de anime, assim. É o Death Stranding Mosquito. Isso, o cara ia usar máscara meio mosquito. Isso. E Jackseptky, o Sean. Não sei se foi o principal sobrenome dele. Mas é o Jackseptky, o youtuber. Então, uma coprodução entre essas três partes aí, né? E vem aí. E vem aí. A gente não tem muitas informações. A gente não sabe o quanto a From vai estar envolvida ou não. A gente não sabe de data. A gente não sabe de absolutamente nada. Fora que está em produção.

É, eu acho que a From não deve estar envolvida, porque eu acho que se a From tivesse envolvida, esse seria um dos destaques do anúncio, assim. Porque eles gostam muito de destacar isso, né? Você tem, tipo, The Last of Us, ah, Neil Druckmann está envolvido. Filme do Mario, Miyamoto, vem aqui, né? Tipo, mostrar não, pô. Você está nas melhores mãos possíveis, nas mãos de quem mais entende da parada.

E pra mim, primeiro, isso é muito curioso, porque, pô, a coisa que a gente sabia, e a gente demorou pra saber, né? Mas, pô, finalmente uma coisa que dá pra tirar um pouco de sentido. Ah, a From, ela não quer um remaster, a From, ela não quer um remake, porque ela não quer que outras pessoas mexam com Bloodborne. Mas agora veio o filme aí e tá tudo de boa. Talvez ela tenha batido o pé, especificamente com jogos, né? Talvez.

E talvez ela esteja envolvida meio que em supervisão. Porque, tipo, o anime do Sekiro, quando anunciaram, falaram que ela estava envolvida? No anúncio? Não lembro, teria que ver. Porque agora que saiu o trailer com data e tudo, falaram que a From estava envolvida na parte mais de consultoria pra ver se a história estava de acordo com a visão deles. Sei. Mas não é que estava envolvida no dia a dia, pelo que eu entendi, sabe? Aham. Então talvez seja algo mais assim. Porque eu acho que eles não vão adaptar a história um pra um.

Ah, não? Tô chutando aqui, tá? É, eu acho que até seria o melhor caminho. Eu acho que eles vão contar alguma história nesse universo. E tipo, sabe, o filme do Elden Ring, que eu acho que também não vai ser uma réplica recontando a história do jogo. Não, acho muito difícil. Que nem a gente falou, né? A gente comentou sobre isso quando a gente gravou o Dash do Elden Ring, mas cinematográfico seria contar... A história da guerra. É, o pré, né? A noite das adagas... Esqueci, Matias. Sombrias, esqueci da minha nome.

E uma coisa que a gente não falou, vazou coisas da produção Do Other Ring, né? Ah, é verdade, da 24, né? Isso, o pessoal tirou foto lá de alguns cenários E tudo mais E de alguns soldados, uns carinhas vestidos de soldados também Eu nem lembrava que tinha o anúncio desse filme de Other Ring Pra ser bem sincero Eu tinha esquecido também, até vazar essas informações aí Que o pessoal tirou foto escondido

Mas eu vi também muita gente, né, quando isso foi anunciado, né, o próprio Jackseptky foi no Reddit falar, olha, gente, agora finalmente posso falar que eu estou trabalhando como produtor no filme do Elden Ring, vou dar o meu melhor pra fazer, né, o melhor possível e tudo mais. E o pessoal respondendo cagando, assim, que porra é essa? Primeiro de abril, que desgraça e tal. Isso eu já acho um pouco paia. Eu acho paia também.

Até porque, assim, o que é o papel de um produtor, né, no filme? Assim, filmes costumam ter, às vezes, dez produtores, uma dezena de produtores. Ele não vai ser o diretor, ele não vai ser o roteirista, né? Ele vai ser o produtor, que, tipo, muitas vezes, o papel costuma ser muito desse de consultoria, né? Muitas vezes, de guiar a história pra um lado, assim, tipo, ah, isso aqui é Bloodborne, né? Isso aqui já não é tão Bloodborne mais. De fazer ponte entre partes da produção, né? Ou até de financiamento, né, às vezes. Sim, sim, sim. Sim, sim.

Mas eu acho que é ok, assim, porque eu não acompanho ele, mas ele parece ser um cara da hora e muito fã de Bloodborne. Muito fã de Bloodborne. Eu acho que é o jogo favorito da vida dele. Segundo o que ele diz, ele tem três tatuagens, eu acho, de Bloodborne. Fala que joga o jogo todo ano e tudo mais. Então, assim, melhor do que, como a gente vai ver na próxima notícia aqui, o tal do Aviarad, sabe? Como produtor do seu filme, assim.

Eu acho que é interessante ter alguém, e eu acho que isso é muito mais do que qualquer coisa, do ponto de vista da Sony Pictures, por exemplo, um aspecto de promoção do filme, né? De marketing quase, né? Sim. Porque recentemente teve o filme do Mark Plyer, né? Que é o Iron Lange, né? Que é uma adaptação que ele fez de um jogo, né? De um jogo indie, de terror. E que aparentemente deu muito certo, né? Tipo, financeiramente deu muito retorno. Teve aí também o filme do...

que é cheio de youtuber, o próprio dispatch acho que envolver youtuber na sua produção cinematográfica ou videogame mística recentemente tem muitos cases onde isso tem dado certo a Pit no Mortal Kombat Pit no Mortal Kombat o Roger o Roger no Battlefield Hardline é pô, esse daí como esquecer a gente tem que jogar Battlefield Hardline dublado vamos pô não

Enfim, eu acho que é muito isso, acho que tem um aspecto muito de marketing. Aliás, desculpa, as pessoas acharam, você não tava aqui na sexta-feira no Saideira, né? Mas as pessoas ficaram cobrando da gente ter feito uma live na quarta-feira, porque você fez a piada do Shinigami Tentei, e as pessoas acharam que era verdade. Pô, desculpa, gente, eu queria...

Vamos fazer? Vamos, vamos, vamos. Eu venho. Amanhã. Depende do horário, mas vamos. Amanhã eu preciso fazer uma live com sorteio da rifa. No começo da live a gente faz. Tá. É só isso. Amanhã. Amanhã? Vamos, vamos. Então vamos. Mas pode ser de tarde? Pode. De tarde eu posso. Não, não. Eu preciso, na verdade, a rifa depois que acabar o horário de trabalho da Thalissa. Tá bom. Então depois...

de começar a live, pausar, fazer sorteio. E aí a gente joga o remake do Megami Tensei de Super Nintendo. Isso, o Novo Testamento. Vê se tem a ROM traduzida pra português, de repente. Quem sabe? Pega a ROM traduzida. Toma a manhã, hein? Tá fechada. Vou fazer um logo. Agora eu não acredito.

A gente vai abrir a live e ninguém, né? Não, ninguém acreditou. Não, porque, ó, gente, semana passada foi só um sonho. Agora o sonho... Virou realidade, pô. Virou realidade. É que vocês têm que embarcar com a gente. A gente não sabia se o pessoal ia querer. E aí ia ser a única live também, porque a gente tentou e não conseguia. Pois é.

de falar disso, gente, eu tentei. O nome era Shimagami, tentei. O importante é tentar. Não foi Shimagami conseguir. Quando a gente terminar, vira Shimagami conseguir. Mas é, fica aí. Bloodborne Animado. Empolga vocês alguma coisa nesse universo? Sim, uma coisa, tava pensando aqui, o que me empolgaria? Porque assim, Old Hunters, uma animação sobre a história da Lady Maria. Pô, aí eu empolgo. Entendeu?

Tipo, histórias do passado, assim, sabe? Eu chutaria que é tipo isso. Porque, por exemplo, até o... Eu não sei muitos detalhes, não sei se eles até soltaram detalhes. Mas a do Death Stranding Mosquito parece que é por aí, né? É, né? Que é tipo, ah, uma outra história nesse mundo aqui. Vamos contar uma outra história.

Eu acho que tem como ser legal, porque o universo de Bloodborne é muito legal. Eu acho que seria mais legal algo do passado, de falar, sei lá, da primeira caçada, passado do Germa, passado do Ludwig, sei lá, o ponto de vista da Aileen, não sei, sabe? Mas eu acho que recontar o jogo, acho que não funciona. Eu também acho que não. Eu também acho que não. Espero que não vão por esse rumo aí.

Mas, Tengu, não é o único filme de videogame que tivemos notícias um pouco assustadoras essa semana. Puta que pariu, né? As notícias não param. Mas falem outra coisa. E a Hollywood é muito interessante porque você pode anunciar a ver... Ah, vamos...

adaptar isso aqui pra filme? Várias vezes. Várias vezes. A cada cinco anos. Ah, é tipo isso. Porra, vai anunciando aí. Vai fazer, ah, não sei. Mas o importante é anunciar. Um dia faz. Um dia faz, né? Ou não. Que foi o caso, agora no último dia 9 de abril, em que foi anunciado que a Sony assinou com Zak Lipovsky e Adam B. Stein do sucesso Premonição 6 Laços de Sangue. Que dizem que é um dos melhores Premonição e o que deu mais dinheiro recentemente.

aliás, foi o que deu mais dinheiro da série e dizem que é um dos melhores, eu não vi minha filha viu, eu só vi um o que acontece é que o caso é que através da produtora Wonderlab que é a produtora desses dois cineastas que tem gol, eu não sei se vocês sabiam disso fica aqui a trivia, a curiosidade

Esses dois caras, eles se conheceram participando de um reality show de cineastas que o Steven Spielberg produziu no começo dos anos 2000. Acho que chamava Underlot, que era tipo a... É, formato reality show. Junta um monte de gente que quer ser diretor, e aí todo episódio faz um filme, aí todo mundo assiste os filmes, volta em qual foi o filme melhor. Tipo, essa semana vamos fazer uma comédia romântica. Aí todo mundo tem que fazer. E eles eram dois participantes desse reality show. Foram os primeiros eliminados.

Acho que o Adam B. Smith chegou bem longe B. Stein Adam B. Smith O Adam B. Stein chegou bem longe, mas não ganharam não Doideira, né? Eu fiquei com vontade de ver esse reality, deve ser legal Sabe o reality que eu tava pensando esses dias, André? Aquele de artista da Panercade E é bom, hein? O Strip Search Porra, nunca mais fizeram outro Mas muito bom aquele Onde será que estão as pessoas envolvidas?

De vez em quando eu procuro a ganhadora, como é que ela chama? Ah, não lembro de nome. Eu esqueci, era uma... Eu ia falar, era uma quadrinista. Mas pô, aquele rétio é muito bom. Mas enfim. Não temos nenhuma informação concreta, né? Só aquela coisa de, ah, estamos muito empolgados, vamos transformar a visão do Kojima, transportar a visão do Kojima pras telas, vai ser muito foda. Quem vai lançar o filme vai ser a Sony Pictures, mas fora isso não tem nada de concreto. Não tem o roteiro, não tem atores, não tem absolutamente nada.

É justamente aquilo que você falou, tipo, vamos colocar, assim, esses dois diretores. Mas e roteiro, ator... Não, isso aí, calma. Calma, gente. Não é pra tanto também. Calma lá, vamos lá. Anunciaram também que vai ser The Sony Pictures com a Columbia, né? E aí vai ser produzido pelo Aviarad e o filho dele. Que nos trouxeram aí grandes clássicos como o filme do Uncharted, filme do Borderlands.

E outras coisas aí fantásticas. Pô, não errou uma vez. Nunca errou. A Viarad tem um bom... Uma boa capivara, né? Um bom track record, assim. É, não, é. De coisas. Exato. É, o pessoal tá falando muito do... Jordan Vot Roberts e do Oscar Isaac e tal. Então, porque já tinham anunciado anteriormente, né? Antes desse anúncio. Tinha tido pelo menos dois anúncios de filme de Metal Gear, né? É.

Um em 2014, do Jordan Voight Roberts, né? Que fez o grande Conguilha da Caveira, né? Grande filme. Você está sendo irônico na sua colocação? Não, não sou sinurônico. Estou sendo sincero. É um bom filme. É um bom filme. Em 2020, teve outro anúncio de filme de Metal Gear, que esse teria ligação com o Oscar Isaac.

É, então, o do Oscar Isaac ainda era na esperança da direção do Jordan Vought Roberts. E até chegaram a ter um roteiro e tal. Só que assim, a impressão vendo de fora, né, e sem saber exatamente o que acontece, é que o Jordan, por exemplo, ele tava muito interessado em encogimar bastante o filme.

Tipo, ele parece realmente ser fã e tal. E até ele, na época do Konguilha da Caveira, ele falou assim, pô, agora que eu fiz esse filme, foi um baita sucesso e tudo mais, eu ganhei mais cacife em Hollywood, eu consigo colocar mais minha opinião aqui. Falar, não, o filme do Metal Gear tem que ser assim, assim e assado. Porque parece que o grande conflito é que eles não querem Kojima demais. Eles querem fazer um filme de espionagem, uma coisa meio bonde, assim, mas sem puxar demais para as loucuras Kojima. O que seria, eu acho, um...

desperdício. Seria triste. Seria tristíssimo. E tanto desde a primeira vez que, tipo, teve um anúncio que esse foi feito pelo próprio Kojima, na época que ele tava promovendo o Metal Gear Solid 4, em 2007, alguma coisa assim, que ele falou que ele tinha fechado já com a Sony, na época, um projeto de filme aí, que eles iam levar pra frente e tal. Nunca deu em nada. Na época, inclusive, tentaram colocar o David Hayter o David Hayter.

pra ser o escritor do filme, né? Porque fica aí o conhecimento também, não sei se vocês sabem disso, mas o David Hayter, dublador do Solid Snake, ele é... Original, quer dizer, o único, né? Do Solid é o único. É, até hoje, pelo menos. Ele é escritor, né? Ele é roteirista, inclusive foi o roteirista do primeiro filme dos X-Men.

Do Watchmen também, né? É verdade, né? Então já tem uns filmes aí. Ele chegou a escrever um roteiro pro que seria o filme do Metal Gear nessa época, mas não foi aprovado e tal. E aí depois teve, né, isso do Jordan, Watch Roberts aí, lá em 2014. E ficou, né, nessa novela. Sim.

Tipo, ah, roteirista, ah, não foi aprovado, ah, um ator atrelado à produção. Lembro que até perguntaram numa entrevista, uma época, pro Oscar Isaac. Ele falou, é, vamos ver o que sai daí, mas tipo, não tem diretor, não tem roteirista, não tem rumo pra produção, não sei se vai...

pra frente. E é foda, né? Porque eu acho o Oscar Isaac uma escolha inspirada pro Snake. Vocês não acham, não? Eu acho inspirado. Concordo, concordo. Eu acho que ele deveria fazer um filme do By Jeff Isaac. Só isso. Ah, entendi. Ele andando pelado e chorando. Ah, porque é o Oscar Isaac. E aí ele ganharia o Oscar. Ia ser muito foda. De fato, ia ser muito foda. O Oscar Isaac tinha que ganhar o Oscar, né? Ele já ganhou algum Oscar? Acho que não. Acho que não, porra.

Estão devendo, hein? Qual que é o papel mais celebrado do Oscar Isaac? Que é maluco do robô no filme do... Ele disse que eu ia falar, ele dançando no X-Machina. Não, mentira. Ele deve ter algum papel mais importante na carreira dele. Mas é o que eu sempre lembrarei dele dançando no X-Machina. Só isso. Vamos ver o Oscar Isaac. O que o Oscar Isaac fez? O que ele fez? Duna, é verdade. Vezes Duna recente. É bom no Duna. Nossa, ele fez o Apocalipse no X-Men Apocalipse? É verdade, né? Aquele filme ruim. Ah, nossa. Ele fez Sucker Punch. Uau. Ele fez o quê?

do Zucarpante? Blue Jones. Ah, Blue Jones. Star Wars, né, ele fez aquele piloto que tem um envolvimento romântico com o outro menino lá, o Finn. O Moon Knight é ele? É, o Cavaleiro da Lua. É o Cavaleiro da Lua, é verdade. Verdade, verdade. Drive, Oscar Isaac? Tem ele no Drive. Ah, ele é o marido? O marido da moça?

É, é o marido da moça. É verdade, André. É verdade. Ele faz a voz do Miguel Ohara no Spider-Man e do Spider-Verse. É verdade, é verdade. Lembrava disso. É uma pessoa com muito talento, muita versatilidade. E eu acho que ele faria um bom Solid Snake aí. Também acho.

Mas acho que a essa altura também, ele vai falar Foda-se vocês aí, eu até queria, mas agora Não quero mais não, então é isso Em resumo então, fazem 20 anos Desde a primeira vez que a gente ouviu falar Do filme de Metal Gear pela primeira vez Que é um aniversário impressionante, sem dúvida Mas um aniversário que não é dos melhores De se comemorar, né Ao contrário de quem? Dela mesma, a Insider Uou

Pois é, Insider comemorando aniversário, nove aninhos, como a gente falou do último episódio. E a gente poderia ficar aqui falando do que aconteceu nesses nove anos, de todas as peças, de todos os avanços tecnológicos alcançados pelos produtos da Insider nesse período. Mas a verdade é que se a marca existe hoje...

É principalmente porque as pessoas foram incorporando a Insider em suas rotinas, né? Nos mais diversos lugares, nos mais diversos contextos. Então, quer seja pra trabalhar, pra viajar, pra treinar, pra passar o quê? Dezenas de horas mexendo no After Effects. Sushi, ele foi platinar Resident Evil Requiem? Foi prazeroso? Foi legal? Foi. Mas foi muito mais porque ele tava com a cuequinha dele da Insider. A cueca e a camiseta. Olha só. Duplo prazer. Exatamente. Como que você usa a Insider no seu dia a dia, tem que... Exatamente.

A gente falou já sobre vários usos, né? Tipos de usos de roupas da Insider, né? Especialmente, sei lá, ir na academia, por exemplo. Mas eu acho que o verdadeiro trunfo dela é você ter uma peça que é boa pra qualquer situação. Coringa, né? Coringa. E que ela é muito gostosa, assim, de modo geral. Tipo, até pra ficar em casa, sabe? Eu não preciso exibir para o mundo que eu sou de Insider. É bom exibir para o mundo. Só de eu ficar em casa com ela... Às vezes é um mimo só pra...

pra você mesmo. Exato, pra ele me sentir bem, eu me sinto muito bem com a peça da Insider. Aquela coisa, cai bem, é confortável no corpo, te refresca. Pô, meu cachorro, eu ponho a calça da Insider, o Iggy ele agora inventou de credo e tá em cima de mim. Alô, Insider, peças para animais que tá bom. É, pô, o Iggy, meu cachorro, ele não deitava tanto assim em cima de mim, não. Agora que eu tô usando mais calça da Insider, agora ele fica lá deitadão. O mundo animal você tá se interessando, Insider. Quem sabe pros próximos 10 anos aí mirar nesse objetivo, hein? É, eu acho. E mais!

A campanha de aniversário da Insider continua, né? Com os brindes progressivos de acordo com o valor que você comprar lá no site. E se vocês estiveram ouvindo isso antes do fim de semana, do dia 18 e 19 de abril, né? Do ano do Nosso Senhor 2026, com desconto no Pix. Dá uma olhada, né? No fim de semana vai ter desconto especial no Pix. Usa o nosso cupom jogabilidade ou clique no link que tá na descrição, que já vai te levar pro site com o nosso cupom aplicado no carrinho. Que dá 15% desconto pra primeiras compras e 10% pra compras recorrentes, né?

E mais uma vez lembrando, usando o nosso cupom, clicando no nosso link, você também está apoiando jogabilidade. Muito obrigado, Insider! Obrigado! Vamos lá então para o nosso bloco de joguinhos, para finalmente falar sobre ele, que foi anunciado há aproximadamente 46 anos atrás. Vim aí como promessa de ser o novo Mega Man. E a gente fica a dica, né? Fica o aviso que a gente não vai dizer se é Mega Man ou não, né? É.

As pessoas têm que jogar para descobrir. Mas eu acrescento que, no caso, a gente vai falar sobre Pragmata agora. Eu, assim que a gente recebeu o jogo, a gente recebeu da Capcom, né? Obrigado. Aí, pelo código. Costuma vir junto um guia de review, né? Que te dá, assim, coisas que você não pode falar. Sim. Te dá todos os spoilers do jogo. Eu fui imediatamente para os spoilers. Porque eu precisava saber se era Mega Man. E a gente não pode falar nem sim, nem não, porque seria spoiler. Seria spoiler, sim.

E a gente não pode entrar em detalhes da história a partir de certo ponto. E é importante já dizer algumas coisas que, como o jogo não saiu ainda, ele vai sair essa semana. Sai na sexta-feira, né, eu acho. Dia 17. Eu não lembro o número. É, isso, dia 17, porque era 24, eles adiantaram 7 dias. É, isso, isso, isso. Tem algumas coisas que a gente não pode entrar em detalhes aqui. Então a gente não pode falar de número no geral, número de coisas, número de arma, número de área.

A gente não pode entrar em muito detalhe da história a partir de certo ponto, depois do começo. A gente não pode falar muito sobre o que se libera depois que zera, em muitos detalhes e tal. Então a gente vai ficar devendo alguns detalhes. O André ainda tá jogando, né? Eu e o Tengu, a gente já zerou o jogo. Joguei bem pouquinho, na verdade. Talvez a gente revisite o jogo e entre mais detalhes depois. Assim, ele tem espaço, né? Pra revisitações. Tem, sem dúvida. Sem dúvida alguma. Sem dúvida.

Mas enfim, gente, enfim, Pragmata está chegando. Eu e o Tengu, a gente teve o prazer de já jogar o jogo. Eu terminei ele com umas 14 horas, fazendo 100% em tudo. Eu, sem fazer 100%, terminei umas 15, fazendo uma boa parte das coisas. Eu fui ver uns reviews de jornalistas gringos e tal, só de curiosidade, pra ver a recepção do jogo.

Tinha gente que falou que o jogo era tipo 8, 10 horas Eu, gente, pelo amor de Deus Acho que é 8, 10 horas sem fazer nada de extra, né Só focando, ruxando Sem nem conversar com a criança Tempo de How Long to Beach, isso aí Isso é muito pouco, cara, muito pouco O importante, o jogo é curto, mas é o jogo da Capcom Então tem motivo pra você rejogar ele A gente fala disso daqui a pouco, né Posso conversar uma coisa muito rápida, sim? Por favor

Esse negócio de ser advogado de empresa é paia, certo? Mas eu confesso, às vezes eu temo pela Capcom, assim, sabe? Porque, tipo, a Capcom tá vivendo a década de ouro dela, tá ligado? E aí eu fico, tipo, com medo dela lançar o jogo e ser ruim. Tipo, que dó de quebrar esse recorde, assim, sabe? Já fez, foi o do dinossauro.

Não, que isso, André. Você tá maluco. Pior que o Exo Prime agrada. Você tá maluco. Agrada até que não gosta, que nem eu. É, então, cara. Então, tipo, ele ficou assim. O Resident Evil, menos. Porque Resident Evil é um bagulho que é mais seguro. Pô, Resident Evil, sabe? Eles não vão arriscar demais. Pô, vai ser um jogo bom. Por mais que a gente teve as nossas diferenças com o jogo, né? Que a gente comentou no outro vértice. O pessoal pegou no nosso pé, como sempre. Mas, pô, o jogo é bom. O jogo é Resident Evil Hacking. Ótimo jogo. Ótimo jogo. Ótimo jogo. Assistam o vídeo. Assistam o vídeo, né? Mas eu tava com medo com o Pragmata. Tipo, pô.

Falei, caralho, agora vai enfiar o pé na jaca. Sabe o que é o foda, Tengu? Eu acho que não importa o que aconteça, esse jogo não vai ser um sucesso financeiro. Você acha? Porque esse jogo foi anunciado em 2020, seis anos atrás. Não é verdade. Então já estava em desenvolvimento aí, sei lá, um, dois anos, vai saber.

esse jogo acho que não vai se pagar. Oito anos de desenvolvimento, eu acho difícil. Mas, eu acho que a proposta do jogo, fora a financeira, eu acho que talvez foi um resultado positivo, porque, segundo dizem, o jogo, ele foi desenvolvido por um novo time dentro da Capcom.

É, inclusive, eu tava olhando, né, que eu não... Quando eu vi o nome do diretor nos créditos, né, eu não reconheci o nome, né. E fui dar uma olhada. Ele é um cara que trabalhou basicamente como artista, né. Ele trabalhou como artista no Resident Evil 3, o remake agora que saiu recentemente. Ele trabalhou como artista conceitual em Nier Automata. Trabalhou como artista no Metal Gear Revengeance, no Wonderful 101, né. Então ele tem um...

Primeiro, um currículo que não é muito longo. E segundo, que é mais focado em arte. Ele não tinha pegado nenhum trabalho pra ser produtor, né? Nem nada, designer, nem nada do tipo, né? É, liderança de um projeto. Liderança, né? Então ele pegou pra ser agora diretor, o primeiro projeto dele como diretor, que é o Pragmata. Porra, muito foda. Muito foda. Aparentemente, um desenvolvimento difícil, que parece que demoraram pra encontrar o jogo. Tanto que se a gente assistir os primeiros trailers, a gente vai ver algumas diferenças já do jogo final. De alguns conceitos, algumas coisas e tal. Sim.

E eu acho que foi um sucesso, porque o jogo, ele era, como ele era DC, ah, o jogo vai ser meio que pra gente pegar novatos da Capcom, não necessariamente que é o primeiro jogo dessa equipe, mas de pessoas novas dentro da Capcom, e deixar eles cozinharem o que eles quiserem ali, pra dar esse, realmente, um frescor dentro da Capcom, né?

Porque agora eles estão numa posição disso, né? Eles estão numa posição muito tranquila, muito segura, pra brincar, pra ter projetos mais seguros, como o próprio Resident Evil Hacking, e outros um pouco mais experimentais, né? Como o Pragmata. Isso. Eu não sei como é que vai ser agora, com o filho do dono sendo o chefe de desenvolvimento, né? Porque o Pragmata foi aprovado meio que numa era de ouro, assim, da Capcom, na minha opinião, de aprovar projetos que você fica, tipo...

Eu não sei se isso dá dinheiro, mas eu fico feliz que vocês estão fazendo. Tipo um novo Ghost in Goblins. Tipo, pô, foda. Foda. Fico muito feliz que vocês estão fazendo. Provavelmente não foi um sucesso financeiro. Vai saber, né? Talvez o investimento foi baixinho e foi suficiente, né? Ele lucrou suficiente. E eu acho que nesse quesito da parte experimental...

Eu acho que eles fizeram muito bem porque é um jogo que tem gosto de Capcom. Sim. Ele tem esse gostinho de... É um jogo videogame. Tipo, é um jogo quase arcade. Ele tem um gosto, sushi, de Capcom. Mas ele tem um gosto de Platinum Games. Também. Ele tem um cheiro vanquish. Tem, tem.

Num outro sentido, mas ele tem um cheirinho meio Vanquish, na minha opinião também, desse tiro em terceira pessoa com experimentos, né? Ele me lembra, particularmente, dois jogos, Vanquish e Astral Chain. Ele tem uma vibe Astral Chain também. Consigo ver. Pra quem nunca viu o jogo, a gente tá falando que ele é um jogo diferente, experimental, tem esse frescor e tudo mais. A premissa dele é a seguinte, você vai jogar com o Hill. Você lembra o sobrenome dele? Eu não lembro o sobrenome dele. Hill. Hill. Hill Video Games. Jackman. Isso, Hill Jackman. Você chega numa estação espacial. Espacial.

É, mineiro. É um jogo... Passa em Minas Gerais. A lua é feita do quê? Queijo, né? A lua é o satélite mais mineiro que lua. E lá na lua eles viajam do quê? De trem. Viaja de trem. Pior que viaja de trem.

Mas o Hill, ele chega nessa estação lunar, que não está respondendo comunicação da Terra há um tempo. Então chega ele e mais três pessoas pra investigar o que está acontecendo. Que é uma premissa bem próxima do Dead Space 1, né? Esse comecinho. Termina aqui, tá? Mas essa premissa inicial, esse contexto inicial, lembra um pouco o Dead Space 1.

Chegando na estação lunar, coisas vão acontecer e você vai encontrar uma androide que tem uma aparência de uma criança de 6 anos de idade, que você vai vir a chamar ela de Diana. Diana. Porque o nome dela é tipo letras e números, né? Um código. Começa com DI e aí é uma sequência de números. E ele fala, tá bom. E ela fica repetindo a sequência de números pra ela se identificar. E o Rui fala, tá bom. E se eu chamar você só de Diana? Ela, Diana, Diana, legal, Diana. Aí fica sendo Diana.

Exato. O jogo vai ser centrado nesses dois personagens tentando escapar dessa estação lunar depois de ter dado o ruim que está dando. E narrativamente o jogo vai ser muito focado na relação desses dois personagens. Ah!

Ele é um jogo de pai triste? Não, ele é um jogo de pai compreensível. É um jogo de bom pai. É um jogo de pai que gosta do filho. Porque, tipo, tem essa coisa, né, que a gente tava falando, ah, pô, mais um jogo de pai triste e tal, né, que a gente...

vem tendo aí há muito tempo, né? É engraçado que acompanha muito a idade dos desenvolvedores, né? Então, tipo, quando os desenvolvedores começaram a entrar ali nos seus 30, 40 anos, né? Começaram a querer falar sobre paternidade. Veja só que coisa fantástica. Só que muitos desses jogos, como o Xixi disse, são jogos que, pelo menos, tem um...

pedaço inicial que o pai não se dá bem com o filho, né? Que, tipo, ou não ou, no caso, sei lá, do The Last of Us não é pai de verdade, né? Então, tipo, não quero nem saber dessa criança aqui, foda-se. Ou, no caso, por exemplo, do God of War, tem uma relação difícil ali, né? Uma relação fria e tal. E aí o jogo é a jornada pra, né, resolver isso. E esse não, né? Tipo, desde o começo, assim, tem, sei lá, uma, duas cenas onde ele tá, tipo, o que é isso, menino? Para com essa porra aqui, menino.

É muito engraçado. Eu acho engraçado, mas no final não estragou a minha experiência. É que uma das primeiras falas do Hill no jogo é... Ele vira pro amigo dele e fala... Nossa, você é pai? Puts, que merda, hein? E depois... Ah, eu não gosto de criança, não. No segundo que ele vê a Diana... Ele já... Não, não sou pai dessa criança. Ele derrete, né? Na hora.

Ah, também não é tanto, assim, tipo, tem algumas cenas que ele fica, tipo, ah, que que é você aí e tal, e tal, quando ela tenta ajudar ele pela primeira vez, ele não quer e tal, assim, só que assim, é muito rápido, não tem um, não tem realmente um momento da história onde eles se dão mal, assim. Tipo, você tem uma base de operações no jogo que você fica voltando pra ela, tipo um Nexus do Demon's Souls ou Fire Em Chirine aí de Dark Souls.

A primeira vez que você chega nesse hub, você encontra um robozinho lá, que eu acho super fofinho o design dele, né? Que é tipo um tablet que fica girando a tela. Cabin. Com um bonezinho amarelo. Isso. Que, como muito bem apontado, eu gostaria de ter sido eu que fiz esse apontamento, mas não fui. Foi alguém do Kinda Funny. Que, pô, um pai e uma filha. Quem mais precisa? Um tablet.

Eu gostaria que fosse mais presente, na verdade, né? O robozinho, ele é pouco presente geral, assim, no jogo. Mas quando ele aparece, a Diana chega meio correndo e diz assim, que que é isso? Aí ela chega perto do cabin e ele levanta e ela toma um susto. E o Hugh, ele conhece essa menina há, tipo, três minutos. Ele já chega correndo com as duas mãos pra segurar o ombro dela, pra ela não cair com um susto. Tipo...

Pai protetor. Sim. E ele imediatamente é conquistado pela menina. Spoiler, eu também. Eu também. Eu não quero ser pai. Não tenho pretensão de ser pai. Fez uma cirurgia pra não ser pai. Fiz uma cirurgia pra não ser pai. Eu... Imagina se Pragmata fizer o sushi. Reverter a cirurgia. Reconstrói essa porra aí.

A criança, a Diana, ela é tão fofinha. A relação dos dois é tão fofinha que eu ficava... É difícil você não ficar de coração derretido. Sim. Quando ela só tá sendo uma criança feliz. E o Hill tá só sendo um pai positivo e apoiando ela. É, tipo, adiantando um pouco sobre história, assim...

O jogo não tem uma trama super complexa, super interessante até. Ela é uma trama bem básica, não tem grandes reviravoltas nem nada. Ela é bem previsível, bem basiquinha mesmo. Ela serve como um papel de parede, papel de fundo, para a relação entre o Ryu e a Diana. O principal, a narrativa principal é a relação entre essas duas pessoas. Como eles vão se conhecendo, como eles vão se ajudando durante o jogo todo. Todo o resto do jogo foi meio que criado...

Pra gerar os momentos de interação desses dois personagens. Sim, sim, sim. Os conflitos também conectam com a relação dos dois, os conflitos narrativos e tudo mais. Eu vi algumas pessoas dizendo que o Hill quase não é um personagem, que ele não tem passado, não sei lá o quê. E eu discordo que ele no jogo, ele não é um personagem que se desenvolve. Ele não tem um desenvolvimento, um arco narrativo. Isso eu concordo. A Diana tem. Tem. Através da relação dos dois.

Mas eu diria que ele é um personagem com bastante passado. Ele fala bastante do passado dele e de como o passado dele influencia a maneira que ele tá sendo um pai aqui pra ela, né? De coisas que ele viveu e de por que ele trata ela dessa forma, né? Um reflexo do passado dele, da infância dele e tudo mais. Então eu acho que ele é um personagem que você consegue ver o passado dele e ver de onde ele tá vindo e por que ele age como ele age. Mas de fato ele é um personagem profundo e com desenvolvimento.

É, eu acho que, por exemplo, ajuda ou atrapalha, né, o fato de que você mal vê o rosto dele durante o jogo, né? É. A maior parte do tempo ele tá com a capacete fechada e você não vê o rosto dele. Então acho que isso desumaniza um pouco, né? Sim. Tipo, você tem dificuldade de se conectar com ele porque você não tá vendo o rosto dele. Mas eu concordo que ele tem algum desenvolvimento, sim. O desenvolvimento maior é por parte da Diana, mas ele também tem algum background, alguma coisinha assim, sim. Sobre isso da relação deles, inclusive eu acho que eles evitam, né, do ponto que eu tô, joguei pouco, joguei duas áreas, né?

Mas eles já evitam muito do que eu achava que poderiam ser uns clichês, assim. Que uma história, tipo, quando você testa essa premissa, eu pensei, nossa, vai cair muito nisso, né? De, tipo, dela ser essa criança que não entende nada do mundo. E especialmente da vida na Terra, né? Porque tem muito isso. As coisas que você encontra na Lua, em alguns lugares, estão tentando recriar como era a vida na Terra, né? Então, tem muitas cenas, assim, onde ela vê as coisas como eram na Terra. E eu pensei, nossa, vai ser muito isso de, tipo, Ah!

O que são isso? Ah, são manequins. Eles servem para mostrar as roupas. E ela, nossa, que esquisito. Bonecos com roupas e tudo mais. Mas não é isso que acontece. Tipo, a conversa que eles têm sobre manequins é outra conversa. Eles evitam esse tipo de clichê, assim, do personagem que não entende nada. E aí tudo que vai ser uma procissão de coisas que pra gente são normais. Mas, ah, como ela é esquisitinha, ela não entende essas coisas. E não, a escrita é melhor do que isso.

Eles conseguem, por mais simples que seja, ela não tá nesse denominador mais baixo possível, o que já me impressionou. Perguntaram ali se eu odeio a criança igual eu odeio a Anya, e aí eu tive que procurar quem é Anya, e é a menina do Spy Family, né? E assim, de fato, tem semelhanças, assim, porque são duas obras que muito do momento zero, ou...

do momento muito inicial, elas estão muito claramente falando, ame essa criança, tipo, você vai adorar essa criança, você vai se conectar, você vai querer proteger, você vai, né, se encantar por essa criança. O jogo quer mais do que tudo que você se encante com essa criança o mais rápido possível. E quando eu vejo isso, me dá uma resistência, assim, sabe? Me dá uma, tipo, não vou cair nos seus truques baratos, né? Ou pelo menos uma sensação de, tipo, tô vendo o que você quer fazer. Eu te desafio a conseguir fazer isso.

Não vai ser fácil pra você fazer isso. Então tipo, que nem por exemplo, quando eu vi o que o The Last of Us 2 tava tentando fazer com a narrativa dele, não vou entrar aqui em spoilers, né, mas é o que acontece na metade do jogo, que é muito desafiador, eu pensei, você não vai conseguir fazer isso não. Duvido que você consiga fazer isso. E o jogo vai lá e consegue. E aí eu, caraca, ok, foda. Ainda não joguei o bastante, né, do Pragmata, mas eu acho que eles estão fazendo um bom trabalho com a construção do personagem da Diana. É Diana? Diana?

pra não ser essa coisa como eu senti que era com a Anya, que é tipo, ela é só um personagem que é uma procissão de cenas fofas pra você adorar ela, assim, sabe? Então eu acho que pra mim tá funcionando melhor. Pô, tem um dos coletáveis do jogo, né? São, que nem o André estava falando, porque o jogo tem todo um lance da história do Luna Filamento, né? Que nessa base da lua tem uma impressora 3D gigante que basicamente usa esse Luna Filamento pra imprimir qualquer coisa. As Androids são feitas disso, é tudo feito disso. Então...

você coleta nas fases, né? Que nem o André tava falando. Réplicas de objetos que tem na Terra. Então, sei lá, uma casinha de brinquedo, um balanço numa tronco de árvore, uma fogueira, um escorregador e tal. Um kit de giz. Kit de giz, né? Importantíssimo. E aí...

Aí, quando você traz de volta ele pro seu abrigo, né? Que é o seu hub principal. Ele fica exibido ali no espacinho. E a Ania. A Diana vai interagir com ele, né? E pra cada coisinha que você traz, ela tem um tipo de animação, um tipo de interação diferente. E um vídeo de conversa, né? De conversa diferente, né?

E vai ficar espalhado, ela vai meio que bagunçando. Então, tipo, uma das primeiras coisas que você acha é tipo uns blocos de brinquedo, tipo uns dados, só que grande, né? Tipo, sei lá, metade do tamanho dela. Você sai uma vez do abrigo e volta, tá tudo espalhado pelo negócio. É, e já começa a colar desenho nas coisas. É, tipo, tem os balões de festa. Quando você volta, os balões tudo voando no teto do negócio. Ela fuma vape? Fuma, pior que fuma.

Ah, ela morde, né? Ela e o olho ficam... Ela coloca um cartuchinho na boca. Era isso que as pessoas estavam falando de vape, entendi. Perguntaram ali também, eu acho que, não sei se vocês querem falar já da mecânica agora, mas perguntaram, é um RPG? Tem números aparecendo nos hits. E de fato assim, não é um RPG, mas que jogo hoje em dia não tem mecânicas de RPG, né? Então você dá upgrades para suas armas darem mais dano, para suas habilidades darem mais dano, por exemplo. Exato.

Tem esse aspecto que é meio de RPG, mas não, o jogo não é um RPG. É um jogo de ação normal, assim, com alguns upgrades e tal. Então isso pra dizer que eles realmente querem muito que você se afeiçoe à Diana, que você goste dela. Eu acho que eles faziam um trabalho muito, muito bom de tornar ela mais palpável, assim, né, mais crível, né. Que ela não só seja fofa por ser fofa, tem mais elementos ali pra você se apegar a ela.

Eu vou dizer que a principal coisa desse jogo, pra você saber se você vai gostar ou não, é a parte da mecânica. Sim. A história, ela está presente. Até pode ser importante, mas o negócio é, o foco é a mecânica. Dito isso, eu gosto que eles fizeram com a história. Eu terminei muito satisfeito que eles fizeram com a história. É uma história muito melhor que o Resident Evil Hacking, na minha opinião. Eu acho que ela é mais simples, ela é menos... Ambiciosa. Eu ia falar pretensiosa, mas pretensiosa é uma palavra feia. Ambiciosa, mas eu acho que ela é muito bem executada, na simplicidade dela.

Eu acho ela uma história mais divertida de acompanhar e quando ela terminou eu tava mais satisfeito com os rumos dela do que eu tava com o Resident Evil. Mas como a gente falou, onde esse jogo vai brilhar mesmo, e eu acho que é o foco do jogo, não que o foco narrativo não seja importante, porque eu acho que o jogo deve ter nascido já com essa premissa de dois personagens até talvez com a relação de pai e filha e tal.

Eles dizem que na verdade nasceu da mecânica, né? Tipo, eles pensaram primeiro nessa mecânica de duas coisas ao mesmo tempo. E aí pra justificar isso veio a história dos dois personagens. Faz sentido, né? Eu consigo ver a Capcom sendo um estúdio bem mais mecânica primeiro na história e depois. Tipo, a From, né? A história vem pra justificar as mecânicas depois.

E como é que é a mecânica desse jogo? Então o jogo vai se passar nessa estação lunar, que a gente tava falando. É um jogo futurista, com esses androids criados com esse luna filamento. Então são uns robôs impressos, né? Então às vezes você vai chegar numa área, você vai ver meio que uns painéis de impressão assim. Ok, vai ter luta. E os painéis ficam criando o bicho pra você ficar enfrentando. Só que esses androids que você enfrenta são todos armadurados. E as suas armas quase não causam dano neles. Porém, a Diana, ela por ser um androide também, talvez...

ela consegue hackear esses androides pelo sistema. Quando eles são hackeados, eles ficam expostos, né? O exoesqueleto deles abrem e as entranhas ficam expostas. E aí você vai causar dano de verdade. E além disso, todo inimigo tem pelo menos um ponto fraco. Que você vai dar dano extra e às vezes vai ter bônus diferentes por acertar o inimigo no ponto fraco e tudo mais. E a maneira que funciona esse hackeamento dela...

que é o gimmick principal do jogo, o chan dele, e pra mim funciona muito bem, que é você vai ter um minigame de hackear em tempo real, enquanto você controla o personagem, mira, atira, anda, esquiva. O jogo não para, é tudo ao mesmo tempo. Aí a maneira que o jogo vai fazer isso acontecer no controle é...

O L1 e o L2 são os botões referentes à Diana. E o R1 e o R2 são botões referentes a ações do Rio, basicamente. Se você aperta o R2, você atira. Você não precisa mirar. O R2 é o tiro e é isso. O L2, que seria a mira, é uma mira mesmo. Só que a função da mira nesse jogo, além de mirar o tiro...

é travar ela no inimigo pra aparecer a telinha de hackeamento, né? E essa telinha vai ser um grid, né? Uma tabelinha, vai ser uma matriz, um tabuleiro, como você quiser chamar, formada de vários quadradinhos. E você, nesse quadradinho, você vai meio que criar um caminho, tipo uma cobrinha, um minigame da cobrinha, conectando vários nodos até chegar meio que na saída, digamos. Quando você chega na saída, você hackeia o inimigo e você vai deixar ele exposto.

Só que conforme você vai preenchendo esse caminho, vai ter bônus e obstáculos, né? Você vai querer passar por uns quadrados azuis que aumentam o tempo de exposição dos inimigos. E o dano que você dá quando hackeia também, né? Exato. E você vai ter alguns inimigos que vai ter quadradinhos bloqueados, quadradinhos vermelhos que cancelam o hackeamento se você encostar. Você vai poder também equipar na Diana alguns nodos.

especiais de hackeamento. Então, por exemplo, se eu passar nesse quadradinho que tem um escudinho amarelo, eu vou dar um debuff no inimigo e ele vai tomar mais dano. Se eu passar nesse que tem um termômetro, eu vou superaquecer o inimigo. Se eu passar nesse que tem um desenho de ramificação, quando eu hackear esse inimigo, eu hackeio os vizinhos também.

Então você vai ter esses equipamentos, digamos assim, pra Diana, que vão aparecer nessa tabela, que vão te dar motivo pra você, em vez de fazer o caminho mais curto possível, passe mais tempo andando por esse puzzle. Só que o negócio é, o jogo não para. Aí enquanto você tá fazendo isso, você tá...

desviando, né, usando o R1 pra dar dash e desviar dos ataques dos inimigos. Pulando, né, tem inimigo que ataca o chão e faz um dano em área que você tem que pular. Você tá se posicionando, né, se afastando dos inimigos, se aproximando, né, trocando de arma, né, porque tem armas diferentes que vão ser úteis pra momentos diferentes. Então, realmente, você tá jogando dois jogos de uma vez ali, né.

Eu lembro na época que foi mostrado isso, o pessoal falou Ah, lembra o World's End With You, né? Que é um pouco dessa ideia de que na tela de cima você tá jogando uma coisa, na tela de baixo você tá jogando outra. E as duas ao mesmo tempo tudo misturado ali. O que parece muito difícil, mas eu acho que o jogo tem uma curva de dificuldade muito boa também, né? Porque ele vai introduzindo cada coisinha bem aos pouquinhos, né? Tipo... Tá bom.

Ah, primeiro você vai ter só os nodozinhos azuis. Ele demora um pouco pra você começar a ter os itens pra poder usar. Ah, ele demora um pouco pra aparecer o primeiro inimigo que vai ter barreiras ali, né? Bloqueios que você não pode passar. Então, ele demora um pouco até pra começar a misturar esses inimigos, te colocar em situações mais tensas, onde você realmente vai ter que fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Até as arenas refletem um pouco isso, né? Porque no começo, o seu pensamento básico pro combate, né? Você, ok, eu vou desviando dos inimigos enquanto eu miro e hackeio. Aí depois que eu hackeio, eu vou lá e atiro, né? E aí você, no começo do jogo, você tem arenas maiores, né? Você tem bastante espaço pra manobrar e escapar dos ataques dos inimigos. E quanto mais o jogo passa, mais as arenas vão ficando cada vez menores, né? Não só as arenas menores, mas como vai ter mais inimigos que vão jogar bomba no chão.

Vai ter pisão que dá dano em área, que nem o André falou. Então você vai dificultar o seu manejamento ali, o seu gerenciamento da multidão que você tem, né? Muito do jogo é você, enquanto você hackeia, você ir navegando pelas arenas e escapando dos ataques dos inimigos. Isso. É um jogo muito sobre posicionamento e prioridade. Tipo, qual eu vou hackear primeiro? Qual que eu vou usar?

Eu não entrei em detalhes nisso, mas esses bônus de hackamento da Diana, que eu falei de debuff, de hackear mais de um e tal, gasta. É. Então, sei lá, o de debuff, de defesa, se não me engano, quando você pega vem dois. Você pode usar duas vezes. Usou duas vezes, acabou. Você tem que achar agora um outro nodo especial pra equipar no inventário dela. É porque você encontra desses espalhados pela fase, né?

Exato. E o jogo, ele é bem amigável, pode gastar à vontade, você tá sempre achando mais coisinhas constantemente. A gente não falou das armas do Hill, ele vai ter várias armas também, que eu falo daqui a pouquinho, que também são usos limitados, que acaba ele joga fora, que me lembra até um pouco a dinâmica das armas do Venkwish, de certa forma. Mas pode usar sem medo, porque o jogo vai estar constantemente

te dá no ar. A fase vai ter essas armas escondidas em caixa, os inimigos vão dropar essas armas. Tem umas caixas de balanceamento dinâmico, tipo de Resident Evil. Então, tipo, ela vai te dar o que você precisar no momento. Ah, você tá machucado? Vai te dar um negocinho de cura. Ah, eu tô sem arma? Ela vai te dar uma arma e por aí vai.

Dito isso, o jogo tem uma mecânica também que é pra tentar fazer você estar sempre voltando pra base, né? Ou voltando na base com frequência. Principalmente nessa parte que eu tô, né? Eu tô vendo ali no gameplay, o cara tem cinco itens de cura. Mas eu não tenho muito itens de cura, e o item de cura não cura tanto assim. Então, se eu tô num pedaço de exploração muito longo, e eu tomei dano...

É o jogo falando assim, olha, volta pra base, né? Volta pra base, porque ele tem um sistema curioso até, né? Porque você tem essa base e dessa base você pega um trem. E aqui, como mineiro, eu preciso ser mais específico e falar que é um veículo, um motor num trilho, que vai te levar pras outras áreas do jogo e te soltar, por exemplo, no último checkpoint que você fez ali, né? No último lugar, na última entrada pra base que você encontrou.

Então ele quer que você encontre esses lugares, volte pra base, e aí quando você volta pra base, você dá upgrade no seu equipamento, você vê os novos brinquedos da Diana, você conversa com ela sobre as últimas coisas que aconteceram e tudo mais. E quando você morre também, né? Quando você morre eu fiquei surpreso, porque é um sistema diferente do que eu esperava. Eu esperava dar load e reaparecer na batalha que eu perdi, ou no checkpoint mais próximo. Mas não, quando você morre você volta pra base também.

E aí você tem que... Você não perde nada. É. Não perde nada. Você só volta pra base. Não tem corpse run, não tem nada. Não, é só um jeito, porque ele vê que o desenvolvimento dessa relação dos dois é muito importante e ele vai acontecer principalmente na base. Então ele quer que você esteja voltando pra base o tempo todo, né? E é interessante porque se você morre num chefe, por exemplo, e volta depois, a Diana vai comentar sobre as dificuldades que você teve no chefe, o Hill vai comentar com ela coisas sobre o chefe, e é como se fosse... Até a introdução do chefe é outra, né?

Não é a introdução do chefe como se ele tivesse chegado da primeira vez. É uma outra animação até, né? Então, o jogo leva em consideração narrativamente que ele tá passando aquilo pela segunda vez, né? E a tela de load da morte também é uma dica. Tipo, ó, tem de fazer isso. Ela pensando assim, né? Tipo, analisando

da situação. Achei engraçado que uma das expectativas, uma das suposições que eu tinha sobre esse jogo é que eles podiam errar muito a mão no diálogo da Diana. Tipo, eles erraram a mão com o Atreus, por exemplo, no God of Hoganarok, que é um personagem que ele tá sempre falando e falando pra te ajudar, né? Então você fica num puzzle...

Um minuto? Menos, na verdade. Fica dez segundos e ele já tá, hum, que tal se você tentar isso daqui? Que tal se você tentar essa outra coisa? E no fim das contas, pelo menos até onde eu tô, eu não acho que eles fazem isso. Ela te ajuda, mas ela não atrapalha nesse sentido. Ela não enche o saco, né? Ela avisa de ataques e coisas do tipo.

Mas o que me lembra, tipo, as vozes do Hellblade, por exemplo, sabe? Que falavam assim, um ataque da esquerda, um ataque da direita. Tipo, pula, rio. Quando o inimigo vai dar o ataque no chão. E como é um jogo que você tá com a sua atenção muito dividida, né? Eu acho útil. Porque muitas vezes eu tô focado no puzzle e dependo das dicas sonoras dela. Eu acho legal.

E os inimigos, no geral, têm bons sons também. Que os inimigos, todas as ações dele têm um som atrelado. Também, às vezes, é uma pista, tipo... Ai, caralho, o bicho tá chegando aqui e vai fazer esse ataque. Mas isso que o Tango falou acontece. Da primeira vez que eu morri, e eu morri, sei lá, pra um inimigo... Um inimigo daquele que bate no chão, assim. Foi meio desmoralizante, assim, quando eu voltei. E ela, tipo... Nossa, esse inimigo, ele bate forte, né? Que tal se você pular em seu inútil?

Eu sei. Desculpa. Só pra encerrar esse trecho da Daiana um pouquinho, que já tava falando de hackear, perguntaram se tem minigames diferentes pro inimigo? Não. Um minigame diferente. Vai ser... O minigame de hackear vai ser sempre esse meio que é a cobrinha entre aspas.

O que acontece é, cada inimigo é um grid diferente. É um estilo, né? É um tamanho diferente, você tem elementos diferentes, obstáculos diferentes. Mas você meio que fica assim, ah, esse inimigo aqui, ele vai ter um grid desse tamanho, que vai ter, vai acostumar a ter esse tipo de obstáculo, né? E com o passar do jogo, você consegue manipular o tamanho do grid.

Isso, isso é uma coisa que tem. É, você tem uma arma que diminui o tamanho do grid, que é muito bom, porque tem uns inimigos que é o grid gigantesco, você vai ficar um tempão andando. Aí você usa essa arma pra diminuir e navegar rápido. Tem uns inimigos que em vez de ser contínuo, é tipo um S, né? Tem uns inimigos que é quadrado, tem uns que é making cruz. Então vai ter formatos diferentes, vai ter inimigo que vai impedir você de navegar naquele lugar, tipo, ele vai bloquear com um quadrado vermelho, então você não pode andar mais lá, naquela área. Aí você tem que atirar num ponto dele específico pra desbloquear.

É isso, Steve. Cada tipo de inimigo. Não todos os robôs que você encontrava vão ter um... Cada classe de inimigo. Isso. E os inimigos em si, esses puzzles, os minigames, não são procedurais. Com o tempo você percebe que tem uns 5, 6 padrões aqui. Então sempre que eu for enfrentar o robô padrão, eu sei que ele vai vir um desses 6 padrões aqui.

Então você, com o tempo, você vai pegando prática e fazendo até mais rápido. É, chega uma hora que você nem olha direito pro grid, aí você já vê meio que o seu dedo sabe o movimento que tem que fazer. Exato, tipo, tem um dos primeiros bichos que você enfrenta, que é um, tipo, um drone voador, que o grid dele é minúsculo, tipo, um 3x3. Tipo, você meio que faz um contorno pela lateral e é isso. Porque você descobre rápido a variedade que ele tem.

E é sempre bem direta a dele, né? E com o tempo vai ajudando isso. Pra falar um pouco do Heal, a gente tava falando de movimentação, André falou do pulo e tudo mais. O jogo tem meio que uma barra de stamina que você só usa pra esquiva e pulo, basicamente. E planar no ar também. Mas no combate você quase não tem motivo pra planar, quase. O mais importante mesmo vai ser pra esquiva. Mas você gasta quando pula e plana também durante o combate. A esquiva não me parece ter iframe se tem, tem pouco. Porém...

Se você esquiva no finalzinho, na hora certa, aí o jogo é tipo um witch time do Bayonetta, né? Você vai ganhar o iframe, vai ter uma animação um pouquinho diferente, e se você mirar durante essa animação, o tempo dá um slowdown breve, assim. Então ele tem um pouquinho disso de esquivar na última hora, o que eu acho legal é que o pulo também conta. Se Resident Evil é Dark Souls, pra guimar até Sekiro.

Sim. Entendeu? Se fosse. Se fosse. Se fosse. Porque o pulo, ele é mais... Primeiro você pensaria que ele é muito só pra exploração, mas ele é usado muito no combate também. Muito. Surpreendentemente bastante. E o jogo, ele é mais plataforma do que eu esperava, né? É, sim. Ele não é um jogo de plataforma, mas ele tem bastante exploração de você subindo em coisas, descendo coisas, usando os propulsores, né, e tal. Escalando coisas.

Esse esquema do hackeamento, né, no meio do combate é muito interessante, torna a dinâmica de combate de modo geral muito interessante, porque você tá sempre fazendo alguma coisa diferente, né? Porque pelo menos pra mim, assim, o meu fluxo de combate era, tá, inimigo novo, beleza. Quantos inimigos novos tem? Qual a arena que eu tô? Qual movimentação que eu vou fazer? Tá, eu escolho um inimigo pra realidade mais perigoso. Tá, eu vou hackear o inimigo, depois eu vou...

esvaziar o meu pente no inimigo, porque as armas, elas recuperam, ou elas recarregam, ou elas recuperam a bala sozinhas, né? Você não tem um botão de recarregar arma nesse jogo. Todas as armas sobrecarregam, superaquecem, melhor dizendo. Então você vai dar X tiros, e ela vai ficar lá, tipo, resfriando. Ela não vai ter nenhum tiro nesse tempo. É um incentivo do jogo pra você ficar trocando. Pra mim foi um sentimento próximo do control.

Que é tipo, eu vou dar os tiros da pistola aqui Ops, a pistola tá recarregando Ah, vou usar umas magia Ops, eu tô recuperando o recurso da magia, vou dar uns tiros Esse jogo meio que tem isso Então, por exemplo, você começa com a pistola, né? A pistola tem, acho que cinco tiros no começo Você dá os cinco tiros

E nossa, demora pra voltar os tiros. Então você vai pra outra arma. Aí o que eu fazia, tipo, eu gostava muito da escopeta do jogo. Só que a escopeta é um tiro. Isso lá. Espera. 10 segundos pra ela dar outro tiro. Então era um tiro de escopeta, volto a pistola, dá uns tirinhos com a pistola, volto pra escopeta, dá um tiro com a escopeta, hackeia, né? Rackeia, é.

Então o jogo tem muito esse incentivo de você ficar alternando o que você tá fazendo. Tipo, atira um pouco uma arma, hackeia esse inimigo, troca pra outra arma, hackeia o outro inimigo, se reposiciona, pula. Então ele tem várias dessas brechas pra te dar oportunidades de você ficar intercalando, né? Dar essa variedade, incentivar você a jogar de formas diferentes. Uma crítica que eu vi ao jogo, e aí eu nem sei se é de pessoas que jogaram de fato ou só jogaram a demo... Ih, falou que...

jogou a demo, não jogou de fato. É, pois é. É que a sistema de hackeamento não é só um passo a mais pra te, entre aspas, atrapalhar o combate. Sabe? Entende? E eu acho que não, assim. Eu acho que ele complementa o combate muito porque o minigamezinho por si só, ele é divertido, ele influencia direto o combate e ele também, é que nem o Sushi falou, você pode desenvolver builds diferentes, dependendo do seu estilo de jogo, né?

Você pode criar builds diferentes usando os buffs e debuffs. É que você tem uns acessórios que você pode equipar na base. Que você coloca no rack, né? Então você tá me dizendo que é RPG. Será que é RPG? Que, por exemplo, uma das coisas que você pode fazer é... O Hyug, ele pode equipar um número X de chips. Que dão Doritos, Ruffles. Que mexem em atributos do gameplay dele, né?

Sei lá, mais dano pra tiro, menos dano pra hack. Mais dano pra hack, menos dano pra tiro. Aumenta o dano quando você tá esquivando. Você toma menos dano quando tá mirando. Então você pode meio que personalizar a sua experiência, dependendo dos chips que você tá usando. E aí você tem, em paralelo a isso, os power-ups do hack e da Diana. Então, aumenta a temperatura, faz o inimigo lutar com outros inimigos, né? Vai meio que dar um confuse nele, né? Diminuir a defesa. Então você pode, por exemplo, sei lá, uma coisa que eu tava fazendo muito mais pro fim do jogo, era meio que focar em superaquecer inimigos.

Bota o chip de você superaquecer, bota o power-up de superaquecer no hack, porque quando você superaquece o inimigo, você meio que tonteia ele, e ele fica pronto pra tomar um crítico. Exato, né? Você fez a mesma build que eu, e a mesma build que o Ricardo, que no review do Nautilus, ele fala que ele fez essa build de... Que é uma coisa que a gente não falou, você vai liberando ao longo do jogo, modos de hackeamento da Diana.

Que é, assim que o inimigo tá exposto, tá com o exoesqueleto aberto, se você for hackear ele de novo, os nodos que seriam pra aumentar o tempo de exposição viram de outra coisa. Um desses modos de hackeamento é o que eu e o Tengui, aparentemente o Ricardo, também usamos, que é esse de, cada vez que você passa nesse nodo azul, você vai aumentar a barra de aquecimento do inimigo. Então quando o inimigo tá com essa barra cheia, que nem o Tengui falou, você dá um crítico. Tem um acessório que você equipa que quando você dá um dano crítico no inimigo, o dano dá em área, acerta os inimigos em volta.

E eu fiz a build focada nisso. Eu fiz uma build 100% focada em ficar superaquecendo o inimigo e dando um dano em crítico em todo mundo. Eu acho que é uma build bem forte. Pelo menos pro primeiro playthrough, eu acho que ela é bem forte. E eu achei bem divertida de usar ela também. Sim, porque você tem que criar essas situações, né? Porque não é super fácil, né? Tem inimigos que superaquecem mais fácil do que outros.

Mas mesmo assim tem uma tática, né? Tipo, ah, vai dar dano em área? Pô, mas se os inimigos em volta estão com o exoesqueleto fechado, eles quase não vão tomar dano. Então tem uma mentalidade de, ok, o inimigo caiu de olho no chão super aquecido, vou hackear rapidinho esses aqui que estão em volta pra aí dar o crítico nele. Aí os outros bichos perdem, sei lá, metade, um terço da vida por causa disso.

E tem outras coisas, né? Tipo, você libera uma metralhadora, a metralhadora dá pouco dano, mas ela super aquece rápido, né? Tem uns estilos de build que dá pra fazer que é bem interessante. Uma coisa que eu vou deixar de recomendação pra quem for jogar é... Experimenta. Experimenta todas as armas, todos os nodos diferentes que você pode liberar pra Diana.

Porque tem coisa no jogo que parece que não é tão bom assim e é muito bom. Conforme você vai avançando no jogo, o jogo vai supondo o que você está aprendendo e experimentando. Então ele vai criando situações mais complicadas, com inimigos mais perigosos e tudo mais. Então, uma situação hipotética aqui. Você vai chegar numa arena, que o jogo vai te fechar lá dentro, e você vai ter, tipo, oito inimigos ao mesmo tempo. Quatro drones voadores atirando em você e quatro soldadinhos no chão ali pra te bater.

E é meio assustador, sobrecarrega um pouco. Eu tenho que lidar com oito inimigos e hackear e atirar e pular e trocar de arma. Só que sempre tem uma situação pra você atropelar esses inimigos. Essa situação que eu tô falando, eu morri a primeira vez que eu fiz. Aí eu pensei, não, pera, tem uma maneira melhor de fazer isso do que eu ficar hackeando e atirando. Hackeando e atirando, hackeando e atirando. Uma das coisas que você consegue é que o jogo separa as armas do Hill em três classes, né? Que é ofensiva, técnica e defensiva. Fora a...

arma que você carrega por padrão, né? Que é ou a pistola ou a metralhadora. As armas técnicas e defensivas, por elas não darem muito ou nenhum dano, é fácil você meio que ignorar elas, mas é super importante o uso delas pra manipular os inimigos. Então tem uma sub-weapon que eu só fui aprender o brilho dela nessa luta. É um negócio que você cria meio que uma mina de hackear. Quando eu li a descrição, não parecia muito legal.

Mas aí como é que funciona? Você deixa meio que um dronezinho, uma paradinha flutuando no ar. E você hackeia aquilo. E aquilo vai ter uma área, uma esfera de ação. Aí como é que funciona? Quando você hackear aquilo, a sua mina, digamos assim, ela vai hackear tudo em volta dela. Uma vez? Não. Algumas vezes ela vai ficar soltando pulsos.

Cada pulso, ela vai hackear os inimigos com todos os nodos que você colocou. Então, tipo, se eu hackeei essa parada com controle mental e paralisia, todo pulso que ela encostar no inimigo vai dar paralisia e controle mental. Só de eu fazer isso nos inimigos do chão, eles começaram a se matar, eu matei os aéreos e a luta acabou.

E foi super fácil. Pode crer. Então é um jogo que ele... Ele parece que ele vai ser muito difícil. Quando a gente fala isoladamente das mecânicas e coisas. Comportamento, variedade de inimigos. Mas ele tem tanta ferramenta. Que se você for brincando. Não precisa nem dominar pra caralho. Mas se você for brincando pra saber o que cada um faz. E você percebe que o jogo sempre vai te dar na porta do encontro. A ferramenta ideal pra aquele encontro. Você vai meio que tá pronto pra lidar com as situações que o jogo te brotar pra lidar. E eu achei super divertido aprender e dominar isso.

Sobre isso que o Tengu falou, do hacking ser só pra atrapalhar ou não, assim, né, tipo, eu acho que, que nem a gente falou num, sei lá, mini-gameros, deve ser cedido há algum tempo atrás, esse é um jogo de ação, então ele é um jogo de...

bolinha no buraco, né? Então quando você tá dando um tiro, nada mais é do que você tá mirando a bolinha para o buraco da cabeça ou do peito do robô, né? Correto. O que vai fazer um jogo de tiro ser interessante é justamente como ele vai atrapalhar esse processo, né?

E aí pode ser com a movimentação do inimigo, o inimigo tomando cover, o inimigo se atirando de volta, ou então, né, sei lá, alguns poderiam dizer que o Active Reload do Gears, né, que é aquele timer que você tem que acertar pra dar um super reload super foda, é só uma coisa pra dificultar o seu combate ali. Mas é algo que te faz prestar atenção numa coisa extra, né.

E te engajar com uma coisa extra ali. E essas coisas é que tornam o combate interessante. Então, tipo, aqui, em parte, é isso, né? Mas não só isso. Como o Sushi tava falando, você tem que estar pensando em muitas outras coisas, né? Então, é um combate de ação, né? Tipo, em sua base. Ele é um jogo de tiro em terceira pessoa, mas justamente as camadas que ele põe em cima disso é o que torna ele tão único. E ele não é só único e interessante. Eu acho que eles executaram essa ideia muito bem. Tipo, o jogo, quando você vai jogar ele a primeira vez, ele só tem duas dificuldades, que é o fácil e o normal. No normal, eu acho ele...

Super tranquilinho. Nossa, ele é bem tranquilo. É, eu devo ter morrido, sei lá, três, quatro vezes, eu acho. E a Neto Final, se joga bem pro caralho. É que o jogo, ele realmente é bem gradual na dificuldade dele. Ele quer muito que você aprenda. É, e os picos nem são tão altos assim, eu acho. E são em coisas opcionais, normalmente, os picos. Então... São aquelas salas de porta vermelha e tal. É, sim, sim, sim. Eu acho que a dificuldade do jogo tá mais nas missões extras, que você desbloqueia no abrigo. Os treinos, né? Os treinos do que na campanha em si, né? Sim.

Aí que entra, e aqui eu queria puxar, esse aspecto Capcom, né? Que, como a gente comentou, o jogo não é muito longo, foi umas 14, 15 horas que a gente levou pra terminar. Eu coletei tudo de todos os cenários e fiz todos os treinos, exceto o último treino, que é bem difícil, eu fiz tudo de todos os treinos. O último ainda não voltei pra fazer ele com a coroinha dourada e tal.

E o jogo tem muito incentivo pra você voltar a jogar. Tipo o Resident Evil tem desculpinhas, incentivos e tal pra você ficar rejogando ele. Aqui você não vai ter, sei lá, ranking, coisa do tipo no final do jogo. Mas ele libera coisas quando você termina. Ele libera dificuldade, ele libera desafios extras. E eu acho que o jogo, o jogo base, ele meio que tá preparando você pra essas coisas.

Porque eu joguei... Eu não joguei tudo ainda que libera, depois que você zera. Eu ainda não fui brincar na dificuldade nova. O pouco que eu joguei de conteúdo extra, já esse sentimento... Ah, ok. Agora o jogo vai começar a exigir de mim um domínio, de fato, dessas mecânicas. Infelizmente, eu não consegui jogar muito, mas eu estou ansioso para ser desafiado de verdade pelo jogo. E eu já até consigo ver que esse jogo, se ele quiser ser difícil, ele vai ser difícil pra caralho. Eu joguei um pouco no Lunático, que é a dificuldade que abre quando você termina ele. Ah, entendeu o Lunático?

E assim, logo de cara ele já é bem mais difícil. Os inimigos são muito mais agressivos, o tempo em que ele fica hackeado é bem menor, e algumas arenas mudam também, algumas arenas ficam menorzinhas. É uma parada meio que eles fizeram até, mais ou menos, com Resident Evil Hacking, que o mais difícil rebalanceia o jogo, né? Posicionamento de inimigos, quantidade de inimigos. No caso aqui você falou até cenários, né? As arenas são diferentes.

Respondendo algumas perguntas aqui do chat O que acharam da direção de arte Está bonito ou genérico o level design? Assim, é porque o que eu joguei Ele tem partes que você está nessa estação lunar Que é uma estação espacial Um visual bem estéreo Bem...

high-tech, futurista e clean e tudo mais, que eu acho que é bem executado, assim, né? Mas também não é nada muito fora de série, assim, que você nunca viu antes. Eu gosto do aspecto que, tipo, ele, por mais que ele seja ficção científica, né? Principalmente a roupa inicial do... Eu ia falar do Isaac, olha só. Do Hugh tem um quê de roupa de astronauta de verdade, assim, né? A tecnologia tenta ter...

uma base em tecnologia real a estação lunar eles tentam dar um aspecto de um lugar que era habitado então você tem uma sensação de que aquilo lá era usado, uma coisa mais prática assim. E o X-ray se ajuda também. É verdade. Mas uma coisa que ele faz também é que a história dele toda é sobre essa tecnologia de e

impressão com filamento lunar, né? Então ele vai ter lugares, como foi mostrado no trailer, ele tá aparecendo no vídeo aqui agora, por exemplo, um lugar que tá tentando recriar a Times Square de Nova York nessa lua, né? Com objetos impressos, né? Em 3D. E você vê... Você passa até por um bastidor, assim, né? Você vê uma máquina imprimindo um táxi e depois você vê essa aplicação no mundo real. E é interessante, né? Porque eu não sei o quanto que esse jogo conseguiu se adaptar pra reagir ao que tá acontecendo no mundo em relação à IA, mas...

Mas ele faz umas coisas interessantes em relação a isso que eu senti visualmente. Que é essa sensação de que quando você olha de longe... Caramba, Times Square. Quanto mais você começa a reparar... Nossa, mas isso aqui é meio esquisito, né? Isso aqui tá tentando recriar a coisa do mundo real, mas tá esquisito, né? Você começa a reparar assim, ah, nos cantinhos assim, pô... Começou a fazer uns táxi na parede. Começou a não imprimir essa parte aqui que as pessoas não vão olhar. Então tem umas texturas distorcidas assim e tal. Então ele...

Ele brinca com isso, né? Da tentativa de recriar a realidade através dessa tecnologia dentro do jogo. E pelo que eu vi, um pouquinho do que eu vi, isso, eu não sei o quanto que vai ser abordado na história, mas parece uma parte importante da história também. Então eu acho que casa bem essa parte visual. Eu gosto. Falaram ali que a Capcom estraga a experiência escondendo o modo difícil. É que o modo difícil desse jogo não é pra você jogar a primeira vez. Ao contrário do Requiem, por exemplo, que eu acho que eles poderiam deixar liberado no começo. O mais difícil.

Ou pelo menos uma entre elas, né? É porque o Insano, se você for a primeira vez pra jogar o jogo, fodeu, né? É que ele não tem outra, ele só tem as três. É, então eu acho que precisava ter uma entre essas duas. É, esse jogo é a mesma coisa. Ele não tem uma entre o normal e o Insano, que é o lunático aqui. Não tem um meio termo. Poderia ter. O 2 Remake ele tem, né? Ele tem uma Hardcore e depois ele libera uma outra, que é super difícil.

É, ele poderia ter um meio termo. Dito isso, eu gosto disso de fazer uma dificuldade extra pra quem já sabe, sabe? Tipo, ó, a gente não vai deixar liberado de cara, porque a gente já vai supor que você já sabe o que você tá fazendo, e o jogo vai ser rebalanceado completamente, não vai ser só números, vai ser quantidade de inimigos, a arena em si e tudo mais.

Eu acho legal isso. É, mas assim, vocês dois disseram que acharam o jogo bem fácil, né? Então seria legal ter uma dificuldade intermediária. Nesse ponto eu concordo. Nesse ponto eu concordo. A dificuldade vai mais pro conteúdo extra mesmo, né? Sim, sim. Mas é isso. É isso. Porra, adorei o jogo. Também gostei muito. Que nem eu falei, eu tava com um pouco de medo, mas eu acabei gostando bastante dele. Mecanicamente muito fino, assim, muito refinado, muito acertadinho, muito redondinho. Que nem a gente tava falando. Diana, fofa demais, socorro.

Felipe Oliveira perguntou se você gostou mais da Diana ou do molequinho do Nine Souls. É que eu não terminei o Pragmata, né? Mas o molequinho do Nine Souls é brabo, né? Mas também, assim, não é... O jogo não é focado nele, né? Então talvez seja uma comparação injusta. Pragmata ou Binary Domain, hein, Dengu? Pô, Pragmata. Porra. Ah!

O Binary Domain eu gosto do estilo e de algumas ideias dele, mas de jogar... Pera, o Binary Domain. O Binary Domain eu gosto do estilo dele e de algumas decisões, tipo, da party, de conversar, né, e a relação dos personagens e tal. Mecanicamente, como jogar, o Binary Domain é melhor. O Binary Domain é melhor.

Por mais que me doa. Mas, olha só, não entendi nada do que vocês disseram, desculpa. Eu não tava prestando atenção. Pô, André. Eu tava lá no chat o tempo todo, então, pra eu saber o que vocês acharam de Pragmata, eu vou precisar que vocês me digam isso em forma de nota naval, que é a nossa nota desnecessariamente complexa aqui no Jogabilidade, onde ao invés de dar uma nota de 1 a 5 estrelas ou de 1 a 10, a gente dispõe o nosso pensamento, a nossa conclusão sobre o jogo, num plano cartesiano, onde o eixo X vai de desinteressante a interessante, ou de 1 a 10,

e o eixo Y vai de J a A, ou de ruim a bom. Levando isso em consideração, Tengu, qual é a nota naval de Pragmata? Pô, assim, é um jogo que, o que ele faz, ele executa com muita qualidade, eu acho, e ele é um jogo que a mecânica de hacking dele torna ele muito interessante. Apesar de ele ser a base de jogo de ação, de tiro, não ser super, ah, meu Deus, que coisa nova, ainda assim, o twist que o hacking dá torna ele muito interessante.

Então, que difícil, né? Porque eu acho que na média, eu gostei dele mais do que eu gostei do Resident Evil 9. Mas eu não lembro que nota eu dei pro Resident Evil 9. Eu também gostei mais do Pragmata. Então seria injusto. Mas aí, ó, você tem que julgar que você foi consistente com a sua nota. Pois é. Então, eu vou dar para Pragmata um A8. A8. Que eu acho que foi maior do que o seu nota de Resident Evil. Não, talvez. Eu acho que foi bem alguma coisa o Resident Evil, eu acho.

E você, sushi, qual nota naval você dá para pragmata? Sabe o que é o foda? Eu não consigo pensar em um defeito nesse jogo pra mim. Ele é perfeito em tudo que ele faz? Não, talvez a história poderia ter sido um pouco melhor, talvez uma coisa ali poderia ser melhor, mas eu não acho nada que ele fez ruim. E é um jogo muito bom. E eu sinto que, assim, notas são apenas um fragmento do tempo. Sim. Né? Isso é verdade. Se você me perguntar qualquer nota no dia seguinte, talvez seja diferente.

Se você me perguntar, nós de qualquer jogo, uma vez por dia, durante o mês, é capaz de ter 30 notas diferentes. E a nota que eu quero dar agora, André, dia 14 do 4 de 2026, é um a 10. Um a 10 para Pragmata. Que coisa, não é mesmo? Quem diria? Pragmata, então, um a 8 para o Degu e um a 10 para o Sushi. O pessoal estava perguntando aqui no chat, comparações aqui, ó.

E o menino do Plague Tale. Pô, aí é realmente, né? Você tá comparando uma boa criança dos videogames com a pior criança dos videogames. Não o macaco fumante do Metal Gear Solid 4. Pô, o macaco fumante é realmente muito forte. A Diana não tomou nenhuma Coca-Cola. Mas ela morde um cartuchinho de memória. Isso é verdade.

Menino do Life 7.2. Tô complicado, viu? Dash melhores crianças do videogame. É difícil fazer uma criança, né? A criança, ela é... Fazer criança, alguém diria que é fácil. A parte mais fácil é fazer a criança, né? É, alguns diriam. É a parte mais fácil. Só pra falar duas críticas bestas que eu vi por aí, e me irritaram, porque eu sei que elas foram feitas de formas sinceras da pessoa que falaram.

Que a voz da Diana irrita, que não parece uma criança de verdade. Bom, não é uma criança de verdade, né? É alguém dublando. É um adulto dublando, no caso, né? Porque é muito difícil colocar uma criança pra dublar. É só ver como ficou o Tails no Sonic... Pois é. No Sonic Adventure, né? No Sonic Heroes.

Aí, essa mesma pessoa elogiou o Untied Times Resist, que tem uma boa voz de criança. Tem uma boa voz de criança, porque é uma criança. E que a voz muda ao longo do jogo, porque a criança cresceu. Isso é muito foda, hein? Untied Times Resist mesmo. Então, tipo, eu acho uma crítica meio besta criticar a dublagem da Diana porque não é uma criança.

E a outra... Ah, assim, se pudesse ser uma criança, eu acho que seria melhor. A Capcom já não contrata mais ator sindicalizado mesmo. Eu acho que tem um aspecto meio jogo antigo a dublagem do Pragmata, eu sinto. Que realmente hoje em dia, especialmente em grandes produções, você tenta não fazer isso mais hoje em dia. Que nem uma coisa que me incomoda muito no Red Dead 2 é a voz do Jack, do filho do John Marston.

Que tipo, eu não consigo, assim. É uma criança, um menino. E eu só consigo ouvir ele e imaginar uma mulher adulta dublando ali, assim. Porque eu acho que é algo que pode tirar a pessoa da experiência. Não, pra mim, a voz da Diana só tem esse aspecto anime antigo, assim. Meio desenho antigo. Você jogou em português ou em inglês? Em inglês. Em inglês. É, eu joguei com texto em português. Isso. Que ficou bom. E dublagem em inglês. Eu também. Eu joguei com áudio japonês.

Gostou da dublagem japonês? Gostei, muito bom E a outra coisa é, isso aqui eu acho surreal Que a pessoa falou isso, ela desenha alguns Desenhinhos, né, de giz Que é desenho de criança Mas ela é um androide, então ela teria que ter Exatamente, a pessoa falou, mas por que ela fez desenho assim? Ela é um androide, por que ela não desenha Uma obra de arte foda, incrível, maravilhosa Se não é criança? Eu confesso que eu fiquei um pouco puto Sushi

A pessoa fala isso com sinceridade, André? Não, assim, o negócio é, quando isso aconteceu, eu pensei exatamente a mesma coisa. O negócio é, eu não traria isso como uma crítica. Mas assim, agora que você trouxe, por que ela faz um desenho de uma criança?

Eu não posso falar. Então, foi o que eu pensei na hora. Eu acho que ela faz um desenho por causa de alguma coisa que acontece no jogo. Mas naquele momento, né, não fica claro. De qualquer forma. E por que o jogo quer vender uma história, gente? De qualquer forma, mesmo que não se explicasse no jogo, eu não acho que é um problema, né? Não me incomodaria. Mas eu pensei nisso também. Admito. É, pragmato. Pragmato. Bom jogo, bom videogame. Eu ainda não sei por que o A e o M brilham azul. Meia noite de conto.

Você vai pegar a platina, assistir? Vou tentar, né? Vamos ver se a dificuldade mais alta me deixa. Não é, né? Porque eu tô com medo. Confesso que eu estou com medo. Ah, e ver, né? Porque é o... As duas pontinhas do... Acho que a gente pode pular o jogo. Pode ser. A gente joga mais e fala depois. A gente ia falar aqui do mouse, PI for hire, mas acabou que a gente jogou cinco horas do jogo, que é um jogo de umas 15 horas, então a gente ia falar meio que impressões iniciais, mas já tá bem longo, então vamos fazer o bloco de perguntinhas. Eu falei muito, desculpa.

Vamos lá para as perguntinhas da semana que mandaram lá no nosso e-mail, que é o vertes.jogabilizar.de ou no nosso usuário do Telegram. Então se você quiser mandar para a gente aí, fica aqui o chamado, né? O convite, talvez, para você nos enviar as suas perguntas sobre videogame, os seus tópicos para discussão.

declarações sobre hábitos de jogos de um dos participantes aqui que vai render uma discussão de 20 minutos. Ai meu Deus do céu. Então você pode mandar isso tudo pra gente e a gente vai transformar tudo alquimicamente em conhecimento e você poderá até mesmo soar mais ou menos assim.

Olá jogabilideiros, tudo bem? Me chamo Ingrid, tenho 23 anos e moro no interior de São Paulo. Minha questão é que sinto que não joguei muitos jogos considerados essenciais. Mas isso porque nunca tive videogame nem PC quando criança. Nunca joguei Half-Life, Final Fantasy, Dark Souls. Eu adorava jogar jogos antigos por emulador no meu celular e zerei muitos deles assim mesmo. Agora mais velha, depois de trabalhar, consegui comprar um Switch e agora um Switch 2.

O que me incomoda hoje é que não consigo sair da minha zona de conforto. Estou muito preso em jogo indie e logo cozy, roguelike. Meus jogos favoritos são Shikori, Colorful Tale, A Short Hike e Night in the Woods. Por exemplo. Bom trio. Gosto também desses jogos gigantes, tipo Fallout 4 e Zelda Tears of the Kingdom. Acabei baixando o tema do Trails in the Sky, por causa de vocês, e não gostei muito do jogo. Ele joga um milhão de coisas em mim por 10 minutos, e achei esquisito esse combate em que bater não faz nada, mas no modo de turno sim. Cheguei a jogar também a demo de uma hora de Final Fantasy e achei divertido o que joguei. Qual Final Fantasy que tem demo de uma hora? 16, será? Será que é o 16?

16 tem um demo longuinho. Tem 16 no Switch 2? Não, no Switch 2 não. Enfim. Só que eu quero gostar de maiores jogos como vocês. Poxa, eu adoro todo o aspecto histórico dos jogos. Inclusive o podcast do Museu dos Jogos é meu favorito. Minha pergunta é, com todo esse contexto, o que vocês recomendam para alguém que quer sair do feijão com arroz?

De algo novo e velho. Quais são suas sugestões? Enfim, obrigado por lerem minha mensagem e desculpem qualquer coisa. Falando provavelmente o 7 Remake, que faz sentido, né? Que tem no Switch 2, é verdade. Uma coisa que eu pensei, lendo esse e-mail, é que o que é, né? Por exemplo, ela fala aqui da importância histórica dos jogos e tudo mais. É que isso também vareia muito, né?

Porque, por exemplo, eu acho que a gente, que é véio aqui, né? A gente cresceu com um tipo de jogo e consumindo uma cobertura sobre um tipo de jogo. Que entre nós três varia também, né? Mas no fundo a gente tem como pináculos do nosso gosto de videogame, né? Jogos dos anos...

80, né, jogos em muitos casos, ou japoneses ou americanos dos anos 80, e né, e essa história dos videogames que foi moldada por aí, e os jogos que são importantes pra essa história, e a gente fala, né, exaustivamente sobre eles aqui e tudo mais, mas os videogames, eles estão cada vez mais fragmentados, né, e eles estão cada vez menos monolíticos nesse sentido de ter uma só base, né, ou um só ponto de origem. Então uma coisa que eu vejo muito hoje em dia é tipo, sei lá, meu sobrinho e aí

cobre um jogo que, assim, é a vida dele e dos amiguinhos dele e tudo, assim. E eu nunca ouvi falar, sabe? Nunca ouvi falar. E aquele jogo, tipo, do jeito que eles estão jogando, talvez seja algo dentro do Roblox, não sei, mas do jeito que eles estão jogando vai ser uma memória formativa pra eles da infância. Vai ser um dos jogos da infância dessas pessoas. E eu nunca ouvi falar e nunca vou jogar, provavelmente.

e tem bilhões desses por aí e tudo mais, então eu não me preocuparia tanto assim também, especialmente se você é jovem, com uma história monolítica dos videogames da qual você deve partir para compreender os videogames como um todo eu acho que talvez em algum

momento isso existiu, mas eu acho que cada vez menos isso tem existido. Eu acho que ainda assim tem um aspecto que é interessante de você revisitar jogos muito antigos, mas eu acho que se a sua intenção principal é sair da sua zona de conforto e tudo mais, eu não diria necessariamente pra você ir pra esses jogos, nem mesmo dessas franquias necessariamente. Não sei...

o que vocês acham, mas eu iria recomendar ela ir pra jogos parecidos com os que ela já gosta, mas que trazem alguma coisinha ou outra diferente, assim. Sim, tipo um Harvest Moon uma coisa assim Ela não falou Star Do Valley, né? Não, Star Do Valley, de repente, né? Ela falou Coz, então talvez, né? Vai saber

O que parece com Night in the Woods? Não, não joga Night in the Woods. Paintment. Joga Paintment. Pô, Paintment tem pra Switch. É uma boa, é verdade. Disco Elision tem pra Switch. Elden Ring vai sair pra Switch. Ela gosta de mundos gigantes. E queria jogar Dark Souls, né? Elden Ring pra Switch pode ser uma boa. Pode ser. É Switch 2? Eu esqueci agora. Vai sair pra Switch 2. Não, não, o que ela falou que tem. Tem Switch e Switch 2.

Ah, ok, ok. É, que ela falou que tem interesse em... Ela citou Dark Souls, né? E falou que gosta de Zelda. Então, acho que Elden Ring seria um bom caminho. Principalmente os rumores que, supostamente, agora vai ter um modo mais acessível em Northern Ring, pelo que vazou da versão física. Blue Prince tá no Switch. Blue Prince. Blue Prince é roguelike diferente. É um roguelike diferente. É.

A gente pensou, na verdade eu sugeri, eu não sei o que vocês acham, da gente fazer um dash que era pra gente escolher em grupo, né, não é cada um com a lista, mas escolher 20 jogos pra uma pessoa que nunca jogou videogame na vida jogar, e aí ela nunca mais vai jogar nenhum jogo depois desse também. Porque aí tem que considerar isso, né, tipo, é um...

Os 20 que a pessoa vai jogar e nunca mais Vai precisar jogar nada Tá melhor do que muita gente que jogou O Wii Sport lá E nunca mais jogou nada Inclusive o Wii Sport é um desses 20 Space for the Unbound lembra O Night of the Woods O outro também tem pra Switch Until Then Que também é mais ou menos isso

Tava pensando aqui, o que que lembra o Short Hike? Little Gator Game Tiny Terras, Turbo Trip Esse aqui vai ser mais deep cut O Tiny Ocean Big Jacket Tem pra Switch, será? É verdade, acho que é só PC É um puta jogo curtinho De uma hora, uma hora e meia só, mas muito bom Pô, foda

É, tem pra Switch, é uma boa. É, ué. É uma boa. Foda, foda. É isso. Espero que algum desses sirva. É. Ela tava interessada em Final Fantasy. O que a gente sugeriria de um primeiro Final Fantasy? O 7 Remake? É que falaram ali, o 7 Remake tem demo no Switch. Então talvez foi isso que ela já deu. Mas a gente tava gostando mesmo, né? A Joguademi gostou? É, pode ser. Ele é bem amigável, assim. Tipo, não requer nenhum conhecimento prévio, né? Sabe que é foda? Hum.

Eu diria 6 mesmo. Tem no Switch. Tá acessível hoje em dia. Tá mais barato, provavelmente. Pô, se ela gosta de uns jogos um pouquinho mais expansivos, assim, pô. Joga o Final Fantasy XII. Pô, vai ser uma experiência bem diferente, assim, sabe? Bem diferente. Será que não é demais, assim? Jogar a pessoa no deserto do Final Fantasy XII. Talvez seja, mas, pô. Literalmente, às vezes. Mas, de repente, é isso que ela precisa, entendeu? É, às vezes é. Um choque, assim. Um toém é bom.

É sem Brawler. Big Hops. Big Hops. Ô, puta que não vai ter pra Switch, né? Mas o Wondersong. Wondersong. Não tem pra Switch? Ah, Wondersong. Acho que não tem pra Switch. Tô triste que o estúdio fechou ainda. Qual que é aquele... Eu pensei em Wondersong, mas é um outro jogo de Wondersong. Que é de cantar... Ah, o... Wondersong? Wondersong. Wondersong. Eu não zerei ele, mas é bem legal que eu tava... Putz, se ela gosta de Chikri... É, então. Vai gostar. É do M.Dev, né? Não. Não. Não?

É? Eu acho que é, não é não? É, eu não sei. Mas é legal. O Undersong é legal. World of Final Fantasy, foda. Bota pra jogar Dishonored. Caralho, ó. Eu amo o World of Final Fantasy. Pra mim, ainda é meu jogo favorito de colecionar bichinho. Tá aí. É o Undersong do mesmo, a galera do Ticor, sim. Perguntaram mais cedo quem foi que colocou no Fantasy Critical o Pragmata? Foi o Tengu. Olha aí. Mais uma vitória para o time Tengu. Sushi, dê pra gente o próximo e-mail. Salve, Jogabili Lindos. Aqui é o Marcos Antônio de Guarulhos. Estou próximo de zerar o Silk Song E...

e me deparei com alguns vídeos de uma galera fazendo a montanha do jogo sem a habilidade principal, que é a necessária barra recomendada. É comum encontrar na internet vídeos de desafios autoimpostos pelos jogadores ou pela comunidade. Eu queria saber de vocês, de momentos marcantes em que se autopropuseram desafios que não estavam no jogo. Aquele boss de nível altíssimo que você encasquetou com ele, aquela montanha que você pensou, eu não tenho o que é preciso, mas eu vou atrás.

Aquela área que você claramente estava level baixo demais pra daí. Pessoal, você tá me escrevendo aqui? Isso. Mas colocou na sua cabeça que você era capaz e fez. Ou quem sabem, até algum caso onde insistiram, perderam tempo e não conseguiram. Tem jogos que reagem quando você descobre uma maneira de chegar até lá roubando e até são desenvolvidos já pensando nessa possibilidade de você quebrá-lo. Eu acho isso muito fascinante. São adultos olhando para um jogo como uma criança. Olha para...

Pra calçada de duas cores e pensa, o chão é lava. Uau. Amo vocês, o ótimo 2026 pra nós. Tudo nosso, nada deles. Show. É nóis. Eu me lembro que eu tava jogando Fallout 3. E aí, aproveitando o tema de pós-apocalipse, eu quis fazer uma build de Kenshiro. Que tipo, ir até os inimigos pra socar eles. O rismo de eles. Perfeito. E não deu bom. Não!

Era engraçado. Porque eu ia tomando tiro assim, papapapapá, até chegar o inimigo. Aí chegava, dava um soco e explodia o inimigo. Mas era divertido. Eu achava legal, foi divertido. Fora a minha teimosia geral com jogos. Por exemplo, a gente vai colocar esse chefe que é difícil aqui no começo. Que na verdade a proposta é você botar depois. Eu vou bater a cabeça nele? Vou bater a cabeça nele. Às vezes eu consigo, às vezes eu não consigo. Mas eu não vou chegar ao ponto, sei lá, o Heitor do Overload é um caso pra mim.

assustador, pra quem joga The Ring, você começa ele numa dungeon, né? Que você só tá de passagem. Que se você compra de presente inicial as chaves, você já pode entrar nela. O Heitor, vocês tem noção que a primeira vez que ele jogou The Ring, ele falou, ah, eu vou vir aqui antes de sair. Ele desceu aquele inferno, que no lançamento era um inferno.

Não, eu tentei também, mas... Não, eu também. E eu cheguei no chefe, André. Eu morri uma vez e eu pensei, ah, é pra vir depois. Eu achei que a história é que ele tinha chegado no chefe. Entendi pra onde você tá indo. Eu cheguei no chefe e eu que sou teimoso, falei, ok, é demais pra mim. Descer aqui é muito chato agora, volto depois. O Heitor ficou lá até matar o chefe. Isso daí não tem condição. Socorro. Isso aí é doideira. Isso realmente... Isso não tem condição.

Lembrando do Elden Ring, né? Primeiro que eu joguei Eu encasquetei de enfrentar O Guardião da Árvore, né? E não deu certo, como eu disse, né? Nem foi o Guardião da Árvore, foi o da entrada do castelo Ah, é, não Ele é alguma coisa da árvore, não é? Aquele cavaleiro? O Crisol, você diz? Não, o Sentinela da Árvore Que é perto da primeira graça Eu falei Guardião da Árvore, mas é o Sentinela da Árvore É que você encasquetou com o Margit também Ah, também, né? Foram muitos encasquetados Pois é, e ambas eu falhei Sim, né?

Mas eu sempre tento, assim. Sempre quando eles colocam esse chefe mais difícil, assim, no começo, eu sempre tento um pouquinho. Não vou ficar também pra caralho. Se eu sentir que tá indo, eu até tento. Se você vislumbra a vitória... É, mas agora, se eu, tipo, morro com hit, não ranquei nem 10%, tipo, depois eu volto.

Ó, mas uma que eu, quando eu li esse e-mail, eu lembrei dali imediatamente, que eu contei aqui, foi no Paper Mario Thousand Year Door, né? Que tem uma... Agora já me fogem os detalhes, mas é uma dungeon especial, que eu acho que é uma torre que você vai descendo os andares, né? E a ideia é que você faça alguns andares e volte, né? E no começo do jogo, quando você tem acesso a essa torre, eu fui até o final e enfrentei o dragão de osso que tem lá embaixo.

E assim, parecia impossível eu assistir gameplay de gente fazendo speedrun do jogo pra eu ver o que as pessoas que fazem speedrun do jogo usam pra derrotar os inimigos em level baixo e tudo mais, pra ver algumas técnicas, porque sozinho eu provavelmente não teria conseguido. Mas eu fiquei umas boas horas ali dando debuff, usando tudo que eu tinha. Eu nem lembro mais agora com os detalhes. Mas assim, derrotar esse dragão foi muito foda, muito foda. E...

Como consequência, quebrei o jogo. Porque eu saí daquela dungeon muito level up pra qualquer outra coisa, assim, né? Com level muito mais alto. Ou pelo menos quebrei por um pedaço, né? Talvez quando eu chegasse mais longe eu voltasse a estar nivelado. Mas foi muito legal. Muito, muito legal.

Mas isso de desafio alto imposto, acho que os únicos que eu consigo pensar é Souls. Tipo, jogar level 1, jogar só com tal arma, e esse desafio de você se limitar a estilos de comportamento ou builds específicas, que eu uso meio como desculpa pra ficar rejogando, né? Mas acho que fora Souls de desafio alto imposto, além de teimosia, eu acho que não.

É, tem algumas coisas de tipo, eu acho que é uma experiência que nós três já falamos que a gente teve, quando a gente era novo, de ficar zerando isso Resident Evil rápido. Sim. No meu caso era Dino Crisis. Eu fazia isso com Dino Crisis. Fazia auto-speed run. Um bagulho do Resident Evil 2 original que você, pra você pegar uma chave pra abrir o armário da delegacia, você precisava chegar sem dar tiro na delegacia. Era isso, tinha um tempo limito.

meite, e acho que eu não podia ou não matar, ou não dar nenhum tiro, né? Que apareceu o Brad zumbi. Isso, isso, isso. É, era legal de fazer isso. Tinha isso, fazer speedrun. Falaram do Baby Steps, mas é que o Baby Steps são os desafios do jogo, né? Não era um desafio alto imposto. Eu só tava sendo teimoso e tentando passar dos desafios, né? E assim, eu não fiz, gente, nada de difícil no Baby Steps, assim. Tipo, tem umas paradas secretas que o pessoal foi descobrindo depois que é absurdo, assim, de difícil. Eu nem... A...

Até a montanha final lá. Eu tô achando... Rapaz, hein? Sabe quando você sai da casinha e pra começar a subir a montanha final... Nossa, eu fui de primeira. Tem uma subidinha ali que eu não consigo fazer. A primeira subida, eu não consigo fazer ela. Assim, tem o vídeo de eu caindo lá do topo. Não sei se você chegou a ver na época. Quando eu tava nos últimos passos pra chegar no topo dessa montanha, que tem depois que você zera o jogo, eu caí. E eu caí de volta na casinha. E não contou que você subiu? Não, eu tive que subir de novo. Entendi.

Mas essa subida, eu fui de primeira até chegar lá. Eu não... Eu tentei, eu vi vídeo. Eu não sei como faz a primeira escalada, assim. É uma... Parei muito íngreme. Mas, é. Muito obrigado pelo seu e-mail, Marco Antônio. Muito obrigado também, Ingrid, pelos e-mails de hoje. Continuem a mandar, gente. Mandem lá pra gente no Telegram, que é arroba jogabilidade. Ou no e-mail, que é o verti, arroba jogabilidade.de.

Que jogo era esse que o André falou, que ele tava numa torre e tinha um dragão? Era o Mario... Paper Mario Thousand Year Door. Remake. Remake, isso. E se ninguém tiver nenhum, finalmente, este é mais um episódio do Vértice. É isso. É, gente, muito obrigado pela companhia de vocês, muito obrigado por mais um episódio deste podcast que vos fala. Enquanto o Sushi não vê o que ele tá vendo aqui agora no celular, eu sou o André Campos. Eu sou um bebezão. Eu sou uma criança fofa. E é isso, gente. Valeu. Tchau, tchau.

Esse podcast foi editado por Belux.

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