Episódios de Pontes para a Literatura

PA - Silent Hill f

27 de abril de 20261h37min
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Olá criaturas da noite, bem vindos ao mais um episódio de nosso spin-off Pontes Alternativas, um spin-off mais irregular e de episódios mais curtos onde podemos trazer outras mídias diferentes de livros.

E desta vez vamos visitar o mundo de horrores silenciosos com o debatido, incrível e polemico Silent Hill f, com o host ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Matheus Pontes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e os convidados ⁠⁠⁠Giovanni Filoni do canal (⁠⁠Mariposa Psíquica⁠⁠) Lucas Leite⁠⁠.

Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Pontes_Literatura⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

E-mail: pontesparaaliteratura@gmail.com

Podcast de games 3Continues: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠3Continues⁠⁠⁠⁠

Edição: ⁠⁠Lucas Leite⁠⁠

Episódio Trilogia Silent Hill pelo 3 Continues (episódio onde falamos com spoilers dos SHs 1, 2 e 3 e do background da franquia).

LIVROS DO HOST - MATHEUS PONTES (AJUDE O PONTES PARA A LITERATURA)

GIOVANNI FILONI

Participantes neste episódio3
M

Matheus Pontes

Host
G

Giovanni Filoni

Convidado
L

Lucas Leite

Convidado
Assuntos3
  • Silent Hill Fdesenvolvimento da franquia · personagens e suas relações · temas de masculinidade e feminilidade · ambientação e direção de arte · mecânicas de combate · finais do jogo
  • Personagens da históriacasamento arranjado · subconsciente e monstros · rituais e simbolismo
  • experiência de jogorepetição de runs · dificuldade e frustração
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Fala criaturas da noite, bem vindos a mais um episódio do Pontes Alternativas, nosso spin-off aqui né, de curtos episódios do... De curtos episódios, episódios curtos do Pontes para a Literatura E hoje vamos falar do mundo dos games aqui com Silent Hill F E pra me acompanhar nesse papo, eu estou aqui com ele, vocês amam ele, vocês alguém, não é o meu caso, mas estou aqui com Giovanni Filoni, fala Filoni

Alguém me ama? Alguém? Alguém? Ah, não, não, não, entendo tá bom. Mas tamo aqui, tamo aqui, tamo aqui. Que nem retornando pra Silent Hill, que nem o James retornou no ótimo filme que lançou esse ano. Caralho, tem que ver essa merda ainda. E também estou aqui com o Lucas Leite, o próprio editor do Ponto de Alternativas, que se uniu aqui pra gente nesse episódio.

Fala, pessoal. É um prazer. Finalmente entrando num podcast com o Matheus, que faz uns três anos desde o... Qual foi aquele? Foi de Cassevânia. É. De Cassevânia do Três Continues. A geladeira é malvada. A geladeira é ruim. Do Três Continues. É, então... Não, eu também fui pôr na geladeira, Lucas. Fique em paz. Mas relaxa. Eu? Eu? Eu? Eu? É, então...

E éramos para ter aqui também outro dos nossos amigos aqui que jogou, que era o Álvaro, mas ele não pôde participar. Está feliz lá para o Nordeste, curtindo praia, saindo da frente do computador de videogame, curtindo um sol agressivo. Está lá, felizão, né? Fica para a próxima, Álvaro.

Mas a perguntinha de abertura que eu quero fazer aqui pra vocês é, pra vocês dois, é qual a relação de vocês com a saga Silent Hill? Que eu sei que, por exemplo, eu acho que o Filone é mais novo, mas eu acho que o remake do Silent Hill 2 foi o primeiro que você jogou, não foi? Foi. Meu primeiro contato direto.

É, eu tive contato com Silent Hill desde o primeiro jogo, muito indiretamente, vendo amigos meus jogarem, mas eu, sim, zerei tudo. Tirando o cenário mobile, que eu nunca dei muita moral pra cena mobile de spin-off de franquia de videogame, e o Ascension, que é praticamente uma web novel que não dá nem pra você jogar, eu zerei de tudo. Eu zerei até o dos mais obscuros, tipo Play Novel, Game Boy Advance.

O arcade de Silent Hill, que era tipo um tiro on rails. O Book of Memories, que é tipo um diabo do PS Vita. Até a demo do PT e o short message do Play 5 eu zerei. Eu gosto demais. Silent Hill é minha franquia favorita do mundo dos games. Até pouco à frente das franquias Souls. Meu amor por Silent Hill só tá atrás do meu amor por Berserk.

Que bom que você deixou claro essa diferença do fã pro fanboy, mano. Você jogou todos, zerou todos. É bom você ter delimitado isso daí. Mano, meu primeiro contato direto com o Silent Hill foi o 2, o remake do 2. Eu comprei logo no lançamento que eu tava... Passei meses falando mal do jogo, porque os trailers estavam esquisitíssimos e eu tinha certeza que minha raiva da Konami era maior que qualquer outra coisa.

Aí lançou o jogo, eu fiquei interessado, porque eu já tinha interesse em Silent Hill desde muito tempo. Foi em 2024 que saiu, foi o ano que eu joguei os Alan Wake, li Casa de Folhas, assisti Twin Peaks, todas as obras que tem a mesma vibe do Silent Hill. No caso do Twin Peaks é uma influência direta, o Silent Hill se inspirou muito nessa vibe.

Então eu mergulhei de cabeça e, mano, é uma das franquias mais fantásticas, assim, é um Mindscape lindíssimo. Uma potência enorme, um cenário que abre espaço pra muita coisa. Que é justamente a minha maravilha com o jogo que a gente vai conversar hoje. Isso, e você, Lucas?

Bem, meu contato direto, eu ouvia falar da franquia, do GPS 1 e tudo, só que na época não tinha Playstation, então eu via muito vídeo no YouTube. O primeiro contato direto mesmo foi com o primeiro filme. Não sei se eu posso dizer hoje em dia se foi um bom contato ou não, mas na época eu gostei do primeiro filme. Ah, foi. Cara, até hoje o primeiro filme é muito bem avaliado. Demorou? Não, sim.

Esse é um dos 15 anos. Tem mais de 15 anos e eu tinha menos de 15 anos pra assistir o filme. Então, ambas as formas de desencarar essa frase funcionam. E depois disso, eu só joguei mesmo o Shattered Memories do Wii. É, foi esse ano, do Wii mesmo. E depois só voltei a jogar agora no remake do 2 e o Silent Hill F, no caso.

É uma franquia que eu queria jogar os outros, só que nunca teve um remaster para as coisas atuais e PC. Aí eu nunca procurei muito a fundo. Teve um remaster podre do 2 e do 3, mas a Konami é tão incompetente. Echei perdido parte do código-fonte também e outros detalhes. Deu tudo errado. É uma merda, né? Mas assim, né? Bora pro cast. Pontes alternativas. Conhecendo formas diferentes de se contar uma história. Música

Assim, sobre a obra, Silent Hill F é o 16º título da saga se eu não to enganado, aqui eu to excluindo o mobile e o HD Collection, mas to incluindo o PT, a demo do PT, me julguem, foda-se, mas ele foi lançado em 2025 ali pro Play 5, Xbox Series X, pra PC, e ele é parte de um revival recente da franquia ali que se iniciou com o Short Message e com o remake do Silent Hill 2, né.

Pra quem não conhece a saga, resumindo, eu vou deixar na descrição o link do episódio do 3 Continues, onde a gente fala do 1, 2 e 3, dos 3 primeiros jogos. Mas assim, a saga que pertence à Konami, ela teve início ali com o desenvolvimento, teve início do desenvolvimento dela ali em 96. A Konami tava começando a explorar o cenário de jogos 3D, tava começando a ter o 3D no mundo dos games. Ela havia lançado o International Trackfield, que é um jogo desses de Olimpíadas, se eu não me engano.

E ela começou a desenvolver outros dois títulos para explorar esse mercado potencial. Um deles era o Metal Gear Solid 1 e o outro foi o primeiro Silent Hill. A Konami basicamente reuniu uma equipe que hoje é conhecida como Team Silent, colocou um bendito homem chamado Keishiro Toyama para liderar eles, e entre exigências ali de um jogo com apelo para o mercado americano e de um jogo que se apoiasse no sucesso do Resident Evil 1, pediram para fazer algo similar, algo nessa linha.

O Kishiro Toyama, que é o idealizador, ele foi o diretor do primeiro jogo e foi ele que criou o cenário, criou essa ideia principal do medo do desconhecido e das criaturas que nasciam do subconsciente de uma personagem secundária, que é...

A criatura nascendo do subconsciente das pessoas é algo da franquia Silent Hill, embora eu acho que talvez hoje em dia seja uma ideia que possa ter em muitos outros lugares. Ele não tinha muita experiência antes no mundo dos games, foi o primeiro jogo que ele dirigiu, antes disso ele tinha sido o character design de uns três jogos.

Mas assim como muitos membros do Team Silent ali no desenvolvimento, ele era um negócio que era chamado no Japão de Filhos do Ocultismo. Basicamente na época que ele era adolescente, começou a ter um monte de tradução de livro de ocultismo pro japonês e muitos deles consumiram isso. Então o Japão, a juventude japonesa ficou muito focada em temas de ocultismo e não apenas isso, mas livros ocidentais, obras ocidentais.

de ficção mesmo começaram a ser traduzidas. Foi aí que Stephen King começou a chegar no Japão, HP Lovecraft, tanto que Silent Hill era para ser uma adaptação do nevoeiro de Stephen King. Eles começaram a trabalhar a ideia, começaram a trabalhar praticamente pegando esses elementos de névoa, de monstro e tudo mais.

mas não conseguiram os direitos da adaptação, e aí eles criaram algo próprio em cima disso e de outras referências que eles tinham, como as próprias obras do David Lynch, que muitos assistiam, e que ajudou a criar a atmosfera do jogo, principalmente ali do primeiro e do segundo jogo, a forma que os personagens falam meio pausadamente, a dinâmica Lynch para diálogos tinha principalmente nos dois primeiros Silent Hill.

É, na verdade, uma pequena correção, o Florento está falando antes de começar, que estilhou um pouquinho do roteiro, né? Não é bem espinho, afinal, cara. É um título principal. É uma pequena correção. A Konomi anunciou ele como o próximo título principal original de Santa Cruz depois de anos.

Não, os... Pega ele, Lucas, pega ele! No vídeo de três anos atrás, no anúncio oficial, foi tipo uma direct, um showcase, eles vão começar com o próximo of Sanctuco principal. Não, então. Já vi eles anunciarem como spin-off. Eu chamo de spin-off.

que aí qualquer um vai ser spin-off, aí o Homecoming vai ser spin-off. Não, mas eles estão... O negócio deles chamarem de spin-off é porque ele sai mais ou menos daquela linha em grau-ramo, mas spin-off é um caso de mutação de franquia.

Resident Evil 4, se não tivesse o 4, até pela mudança dinâmica dele, poderia até ser chamado de spin-off, mas você vê a natureza da franquia mudando para um lado. E Silent Hill, e Silent Hill, então, e Silent Hill, qual que é a visão dos desenvolvedores agora, que a Konami até estava falando, eles querem que cada jogo seja experimental, então ele está saindo como spin-off, mas o que a gente vai ver, prevejo, eu...

salvo pelos remakes da saga que vão ser algo na linha do Silent Hill 2, é a gente ver jogos mais únicos. Vai ser cada jogo que a gente vê agora vão ser ideias isoladas, bem experimentais.

É assim, mas tá bom. Enquanto eu acho, idade de implementação significa que é apenas spin-off. Spin-off pode ser um título principal. Tanto que, pegando o Resident Evil que você setou, o seu favorito, o 3, era, na verdade, um spin-off. Ele foi titulado como 3 apenas pra alavancar vendas. Porque o que ia ser o verdadeiro 3, que era o código de Veronica, ia atrasar a produção no segundo ano seguinte. Aí o 3 foi elevado. Mas o 3 era pra ser um spin-off, chamado Nemesis.

É complicado, mas na concepção, na minha opinião, é um sentido principal. Eles falam que eles querem sair da perspectiva original da franquia, que eles já usam bastante, da própria cidade original da Sonebina, e tentar pegar a essência da franquia e dar umas ideias originais. E esse foi o primeiro grande retorno da franquia, foi esse. O remake saiu um ano anterior.

Fala outra hora, né? Que achei muito bom, mas ainda era um remake, ainda era um original. Todo mundo já conhecia a história do James, que conhecia a franquia. E esse foi o primeiro de vocês. Vamos ver se eles conseguem mesmo mover a franquia. O F é o primeiro grande... É a clipe pro alto, assim. Eu...

Eu vou argumentar em favor de chamar de spin-off, mas vou deixar lá pra frente o porquê disso, né? Eu tenho que entrar em mais detalhes. Mas vamos lá. O Team Silent, né, que até o pessoal fala, que é o desenvolvedor do primeiro jogo, era um grupo ali de 15 pessoas, tiveram uma liberdade criativa do caralho.

E eles vieram a trabalhar ali até o Silent Hill 4, que é tanto considerada a quadrilogia do Team Silent isso daí. Silent Hill 4 foi um fracasso do caralho, né? Levou a dissolução do time. E depois a gente foi ter de anos pra cá toda uma leva de jogos de níveis variados de qualidade. Só lembrando pro pessoal, o 4 é o The Room, correto? É, isso, isso, isso.

É, o último do Play 2. Tem alguns desses jogos que eu pessoalmente gosto, acho muito bom, como o Origins e o Chaterade Memories. Alguns horríveis como o Homecoming Downpour. E outros que oscilam de qualidade entre mediano, medíocre ou curioso, como o Arcade, o Play Novel, o Book of Memories, né?

Grande parte da queda de qualidade atribuída, a fanbase gosta de falar que é essa dissolução do Team Silent aí depois do 4. Já que, tipo assim, deles ali, acho que só 5 trabalharam no 4 e somente o Akira Yamaoka ficou pro... Que é o músico da saga, né? Que é o meu compositor favorito.

ficou pra quase todos os outros jogos. Eu acho que ele só não trabalhou num uns spin-offs ali e no Downpour, mas o resto dos jogos ele ele foi trabalhando, fazendo música pra tudo, inclusive o Silent Hill F. Aqui eu tenho que bancar um pouco o advogado do Diabo, e antes o Diabo fosse Samael, Piramide Red ou Incubus, mas eu tô falando da própria Konami.

Porque ao meu ver, até olhando as opiniões de quem parece ter uma visão mais geral e analítica da coisa sendo menos fanboy, Silent Hill nunca conseguiu ser esse sucesso que é um Resident Evil por azar. Tipo assim, os três primeiros jogos da série, até o lançamento do remake do Silent Hill 2, os três primeiros jogos eram os mais vendidos.

O primeiro jogo era o mais vendido, ele tinha 1.6 milhões de unidades vendidas só no Play 1, e bateu uns 2 milhões ali com ports em outras plataformas. O 2 não bateu nem 1 milhão e meio, ele parou em 1,28 milhões, segundo os registros que eu conferi.

E o 3 não chegou nem a um milhão de unidades, e a gente tá falando de três dos jogos que são considerados três melhores da saga, né? Agora com o Remake do Sgt. 2 eu acho que dá pra entrar até mais nesse debate aí, né? Mas também três dos jogos mais assustadores de todos os tempos. O Remake do Sgt. 2 é atualmente o mais vendido, né? Em outubro de 2025 tava contabilizando 2,5 milhões de unidades, e o EF já passou de um milhão.

Pra ter uma ideia, Resident Evil 1 do Play 1 passou dos 5 milhões de unidades, somando os portos, updates e tudo, e ele nem entra no top 10 de Resident Evil mais vendido.

Além disso, tem um negócio que, assim, na moral, a... Eu prego um negócio do azar também, que, assim, o jogo teve azar mesmo, né? O primeiro jogo ele fez sucesso, Silent Hill 2 demorou pra fazer sucesso.

Porque onde ele deveria vender bem com os Estados Unidos, ele não vendeu no início. A fanbase que gostava do Silent Hill 1 não curtiu ele a princípio, porque eles não esperavam respostas e explicações dos eventos do Silent Hill 1. Eles não esperavam uma história separada, não esperavam isso. E quando o 3 saiu, o 2 já estava sendo apreciado, e a galera que gostou do 2 não gostou do 3 ter um tom mais similar ao primeiro. Então parte da fanbase foi galgando, deixando o jogo pra lá.

e outro que era dificuldade criativa de contar novas histórias, porque o cenário da saga é uma cidade pequena, né? É tipo o cenário de Stephen King mesmo, ou tipo o próprio Tim Wimpyx, né, do Lynch. É uma cidade pequena, e cidade pequena americana tu não tem muito local pra você explorar. Tanto que aí eles ficavam limitados criativamente ao que fazer dentro de uma cidade pequena.

Tanto que começaram ali, a partir do Silent Hill 3, introduzir elementos que a névoa podia se manifestar fora dela por conta de algum elemento externo. No 3, no caso, era Claudia Wolfe. No 4, Walter Sullivan, que é um assassino, faz coisa parecida. No Homecoming, inventaram um recurso que a história se passa numa cidade que foi fundada por dissidentes do culto do Silent Hill 1. Então, eles foram...

tentando pegar formas de continuar essa saga. Mudanças criativas, né? Nem sempre tão boas, nem sempre tão ruins. Mas após o Book of Memories de 2012 ali, que era uma merda, e o downpour do mesmo ano ali pro Play 3, a saga ficou morta por um tempo. Teve o anúncio do PT ali, que era o Silent Hill, que era aquela demo de 2014 que foi cancelada.

E aí o revival mesmo veio ali com o remake do Silent Hill 2 e com outros projetos paralelos. Teve a merda impagável do Silent Hill Ascension, que é uma novela que saiu ali em 2023. Teve o ótimo, porém menosprezado Short Message de 2023 também. E o remake do Silent Hill 2 e agora, né? Tanto o Silent Hill F quanto ainda não lançado Townfall. Sim.

Vale mencionar por um momento que tu falou, entre o cancelamento do PT e o outro 2023, realmente estava na pior fase da economia para jogos. Porque a economia estava desfocando do ramo de jogos, focando em mais ramos de pachinko e outras coisas.

e tinha toda a teta dela com o Kojima, até que o PT ia ser feito com o Kojima, né? E aí, o Nuri demitiu ele e descansou praticamente todos os princípios principais dele. Não teve nenhum projeto grande do Econome nesse espaço de tempo, tirando o PES, né? O futebol. Que agora mudou de nome, fugiu a cabeça agora com o nome atual. É o E-Football. E-Football, isso. Então, aquele momento ali foi um momento bem ruim, principalmente, viu?

porque não tinha nem previsão de termina coisa depois do PT, nem nada. Ah, a franquia tava morta. Parece que mudou a direção da Konami, não lembro se foi o CEO que mudou, ou bastante gente que mudou, que é que elas iam voltar a fazer jogos, e aí começou, né? Ela anunciou 23, o Silent Hill ia voltar, né? Foi quando anunciaram o remake do 2, o F e esses outros menores, a novela e o outro lá que tá na PCN.

E aí, depois voltou no certo Metal Gear. Então, agora tá uma fase da Konami retornando e tentando ver se consegue emplacar de volta, né? Podia ser melhor em alguns casos, mas ainda tá indo bem. Engano, a maioria dos casos.

Beleza, né? Mas vamos aqui começar a falar do assunto do Cash, que é o Silent Hill F, né? É, né? Ele é um derivado do jogo novo, que saiu agora, né? Ele se passa no Japão, se passa numa cidade rural ali de Ebizugaoka, ali no Japão dos anos 60. A gente acompanha a princípio a protagonista, que é a Hinako Shimuzu, que é uma estudante.

que tem problemas ali com o pai abusivo, com a mãe meio submissa. Ela teve que ver uma irmã que ela tanto adorava, que era praticamente a única família que ela gostava, que era a Junco saindo de casa após o casamento.

Ela tem a vida pacata dela ali, embora de início dá pra ver que tá tendo um papo de um casamento arranjado contra a vontade dela. E ela tem três amigos com quem ela tem proximidade. O Shu, que é o melhor amigo dela de infância, que aparentemente gosta dela e que vem de uma família de médicos. A Arinco, que é uma amiga invejosa que na verdade tem uma queda não correspondida pelo Shu.

e a Sakoku que é uma jovem de comportamento errático ali, vindo de uma família de sacerdotes chintoístas. Após receber umas cápsulas vermelhas ali do Shu ali no começo do jogo, pra dor de cabeça que ela tem, uma névoa se manifesta na cidade, a Sakoku morre, do nada vem uma névoa aí surgindo umas brotoejas, uns lírios vermelhos saindo do corpo dela.

E aí o jogo começa com ela e os amigos dela fugindo da nevoa, parece um monte de monstro, né? Eventualmente ela desmaia e vai despertar num mundo ali que parece um templo xintoísta, sombrio, onde ela acaba sendo guiada ali por um homem com máscara de raposa, que é o... que é chamado de máscara de raposa mesmo, o Fox Mask dentro do jogo, né? Enquanto vê avisos de uma boneca que ela tinha na infância, que até mostra ali numa cutscene, pra ela não confiar nesse máscara de raposa.

E aí a personagem segue essa jornada, alternando entre os dois planos, encarando monstros e tentando sobreviver e descobrir o que está acontecendo. A premissa básica do jogo é essa. Durante o jogo também a gente vai descobrir uns elementos chaves da trama, já adiantando uns leves spoilers para quem entra na discussão.

que é o fato do casamento arranjado pela família, de que ela é completamente contra, tem vários motivos ali, né, tem... Ela vê na família dela, pela vida da mãe dela, ela vê a posição de esposa como uma posição meio miserável, porque a mãe dela é totalmente submissa, a irmã dela, que era a heroína dela praticamente, se mudou após o casamento, então o casamento arruinou até a irmã dela pra ela.

A cidade tem um ponto importante pra trama, que ela tem uma história forte ligada a entidades shintoístas. No passado eles adoravam o Tsukumogami, que é uma entidade que nasce de objetos que são adorados pelas pessoas. E posteriormente, ali no presente, essa fé foi sobrepujada por uma crença nova numa divindade raposa que é a Inari. Mas basicamente o cenário do Silent Hill F que a gente tem é esse daí. É isso aí. É verdade.

Acho que a gente pode comentar a primeira coisa, que antes de começar a falar da história, gameplay, falar da ambientação, Gameplay foi fenomenal. No Japão, nos 50, visualmente, foi incrível. 60, certo. Foi incrível, toda a atmosfera, tanto na cidade normal quanto no mundo alternativo, que era mais marcável, né? Poxa, a mim foi uma mudança muito boa pra franquia.

Eu acho que a direção de arte, pra mim, é a melhor coisa do jogo. É a coisa onde eles mais acertaram. Pra monstro, pra personagem. Não vou falar que o gráfico é uma coisa de... Nossa, incrivelmente foda, não. Eu vi muita gente comentando que o gráfico não é gráfico Play 5. E olha, eu não tenho Play 5, eu joguei no PC.

Mas eu jogando aqui no meu Play 4 e hora ou outra parando pra jogar meus jogos pra jogar o Silent Hill F no computador, pra mim ele era quase um jogo de Play 4. Mas a direção de arte dele é maravilhosa, recriação muito assim fidedigna de Japão dos anos 60. Eu que já assisti alguns filmes de Japão dos anos 60, eu acho que o Ikiru do Akira Kurosawa se passa nos anos 60, cara, é...

É incrível, eu acho muito gostoso e prazeroso passear naquela cidade pequena, rural ali do Japão. Que aliás, é bem um reflexo das tramas de Silent Hill mais modernas, que também são cidades pequenas. Só você mudou a nação e a época.

Então, eu acho que a melhor parte dessa nova ambientação, eu só vou dar uma virgula aqui e discordar, assim, o gráfico do jogo. Eu acho que tem aquela cara de gráfico meio Unreal mesmo, mas padrão Unreal Engine. Eu concordo com o Giovanni, tá? Mas ele é um gráfico, pô, não tem comparação, não dizer que é algo mais PS4, afins, é um jogo... Cara, é que assim, ele não me impressionou em momento nenhum graficamente.

Eu não tenho Playstation 5, então Playstation 5 deveria ser um impacto pra mim, visualmente falando, eu que tô mais acostumado a rejogar meu Play 4 aqui, ele não...

Olhei assim, sabe? Só tipo, opa, cenário bonito e cenário legal, mas nada graficamente ele parecia incrível pra mim. A ambientação que os cabos de elogiar é a parte do gráfico. Isso aí, o resto eles são artísticos. Não, não, não. A direção artística é diferente de gráfico. A ambientação é a cidade. A cidade foi bonita pra caramba. A arte é diferente, sim. Quando eu falo da ambientação, o jogo podia ser em pixels que ele podia ter essa ambientação.

Agora, você fala do gráfico, o consenso, meu amigo, é que a animação do rosto de certos personagens é meio estranha. Alguns eu encarico como por isso e tal, outros nem tanto. O pai, tipo, após tendo os pais dela falando e tal, é meio estranho a animação ali. A cara do pai eu acho estranho, da mãe eu não acho não. Até colocando em comparação, eu acho que a personagem que tem melhor animação mesmo, em questão de facial, é de fato a Hínaco. Eu acho que é uma... e é uma atuação...

impressionante, mas até colocando em perspectiva com o anterior, o Silent Hill 2, as animações faciais são de outro nível. É uma comparação que dá pra ser feita por ser a mesma franquia, e eles fizeram muito melhor a outra equipe, o Bloober Team fizeram bem melhor. Mas é algo também pequeno. Indo no geral, porque gráfico é meio, pra mim, pelo menos é algo mais secundário, eu acho que o foco dessa é um...

dessa parte visual, é a ambientação, é como eles te colocam nesse universo do jogo. E, de fato, é uma transposição completa do clima de Silent Hill, que depende um pouco nos primeiros jogos dessa ideia da cidade interiorana dos Estados Unidos, o norte...

o norte dos Estados Unidos, a divisa com o Canadá, as florestas, e colocam nesse outro clima que é opressivo da mesma maneira, só que também por diferentes motivos.

porque a gente está num espaço que é mais opressivo por ser menor, ainda menor. As casas são mais simples, não tem prédios, as florestas são densas, tem uma presença religiosa muito forte ali dessas diferentes entidades lutando entre si. E, claro, a própria temática do jogo...

aí entrando na parte, eu acho que na parte do fato de que estamos jogando com uma personagem feminina, lidando com um masculinismo muito forte da própria sociedade japonesa, eu acho que o próprio cenário transpõe isso muito bem. O cenário e os monstros que vão sendo apresentados ao longo da história, que pra mim são uma variedade de monstros, não gigantesca em questão de conflitos, mas eu acho que visualmente...

é o meu favorito da franquia, de tudo que eu pesquisei, do que eu já vi. Eu acho que eles transpõem muito bem todas as temáticas do jogo. E acaba conversando também na parte da história, quando entra, eu ia acrescentar só o diário da Hínaco.

que é a principal maneira como a história vai sendo transposta pra gente, fora as anotações que a gente vai encontrando, e que eu acho que é, assim, é belíssima essa ferramenta.

Olha, eu só vou discordar que o jogo não tem muita criatura. Ele é um dos que tem mais monstros no jogo. Ele tem 17. Não, não, não. Eu quis dizer... Desculpa te cortar. Eu só quis dizer variedade de combate. Ah, sim, sim. Porque, assim, você tem uma grande variedade de monstros, de visuais, mas você tem... Você tem os monstros tipos. Então, tipo, você tem três monstros em Ebsugaoka, você tem três monstros no outro mundo e eles são meio que reflexos um do outro.

Você tem 17 monstros ao todo Eu tô querendo dizer na parte do combate mesmo A variedade do combate não é gigantesca Mas no visual eles são muito diferentes E eles explanam a história nessa diferença também

Na parte de gameplay, até que a gente já puxou essa cartada, ele se distancia bastante dos jogos antigos, e aí que muita gente chama ele mais de um spin-off. Da mesma forma que Silent Hill 4, que é do Team Silent, tem muita cara de spin-off. Ele aposta primeiramente mais em um combate corpo a corpo, nada de arma de fogo.

É válido até pra época, ainda que existisse armas de fogo no Japão já nos anos 60, que existiam umas pistolinhas muito veinhas, se não me engano. Mas ele quer se apoiar num cenário um tanto mais realista pra...

tanto mais realista pra personagem, não quer dar acesso à arma de fogo pra ela, então é apenas combate com arma branca, né? Com esquiva, com sistema de quebrar arma, evolução de atributos, que é, sabe, algumas das coisas que não tinha nos jogos anteriores. Inclusive, muita gente usa isso daí pra comparar com o Souls-like da vida, né?

É, eu quero saber onde a stamina... Isso. É, o... Tanto que o jogo possui ao todo 12 armas, incluindo as armas secretas ali, que basicamente a gameplay delas vai variar muito por três tamanhos diferentes, né?

É salvado por exemplo algumas armas como o Sábio de Luz, que ele é uma arma secreta que ele alterna entre os três tamanhos. E a Espada Amaldiçoada, que é uma outra arma ali, que ela é inquebrável por boa parte da run. Ela fica... No caso ela não quebra, mas aí ela precisa... Ela acha que ela passa a causar menos dano e você tem que reparar ela, um negócio assim.

Ele tem 17 criaturas ao todo, com 8 chefes entre essas, ainda que 2 dos chefes finais, né, e depois a gente vai explicar porque chefes finais são análogos, né, a eles. E exploração, resolução de puzzle, gerenciamento de recurso, essas coisas que tinha no Silent Hills Antigos, continua aqui, eu acho que no mesmo jeito. Eu acho que o que muda muito é a parte de combate mesmo, né, a parte de combate, ela que deu muito o que falar por envolver esquiva e tudo mais, caramba, 4.

O combate também é interessante falar, aproveitando, já vai chegar mais pra frente na questão de história, né? Mas quando a gente se alterna entre dois mundos, igual o resto da franquia, nesse caso, a gente viu, né? A Renato é um terno mundo, vamos chamar assim, templos antigos do Japão. E as armas dela acabam sendo automatizadas com aquela época. Ela usa punhal, usa o... Qual o nome é aquela... Não é a Labarda, eu esqueço o nome agora.

Só deixa eu te falar, é... Nagnata. E pra separar essas duas partes, vamos se referir, né? É Ibsugaoka e o Outro Mundo, né? Que são os termos... O Outro Mundo é o termo utilizado no geral na franquia e o... Esse mundo de...

Dos templos, né? Dessa santuária. É um outro mundo aqui. Ele ocupa esse lugar. É. Outro mundo é um elemento da saga, até. É um elemento... É um mundo alternativo, geralmente mais radical. Que... Nos jogos tradicionais, geralmente tem aquela aparência meio infernal. Naquele inferno urbano, né? Geralmente com ferrugem, com carne. Aqui ele toma uma aparência de um horror xintoísta. Eu acho que é só em um momento da história...

Que a gente vai pra uma versão do outro mundo que é mais referente a como ele é representado nos outros jogos. Mas a gente chega lá quando fomos falar dos spoilers mesmo. É, então. Até aqui com respeito ao comparativo da saga, né? A mudança de cidade, de época. Muita gente, muito fã, muito raiz, muito agressivo da saga comparar que não, que estão saindo da cidade. Um Silent Hill que não se passa Silent Hill.

Gente, infelizmente entra aqui a minha defesa na forma do argumento do azar, da saga ter uma premissa que limita ela. Dentro da premissa eu acho que é difícil você criar novas histórias e tudo mais. Então eu compro a ideia deles levar isso de alguma forma pra fora da cidade de Silent Hill, mesmo porque o jogo ainda tem algumas conexões de lore com a saga. No caso, duas delas que tem, uma delas é a White Cloud, que é uma flor que serve de base...

por uma droga chamada PTV, que é comercializada pelo culto do Silent Hill 1, que aí tinha propriedades alucinógenas que faziam ser usadas em cultos religiosos, né? No caso, a White Cloud existe dentro do Silent Hill F, através de uma flor que é apelidada de Kakura Macakura, e que é dito na lore ter sido levada ali pra aquela cidade por um imigrante ocidental, né?

Então, teoricamente, é a mesma planta, a mesma White Cloud, só que uma época diferente, foi levada do Ocidente para o Oriente, e que é a base do Remédio Vermelho que a família do Shu produz, que a protagonista toma, e o outro é a GlauPots.

Que ela é um tipo de erva com capacidade de expulsar e exorcizar espíritos malignos. Que ela é também da franquia principal. E que aqui no Silent Hill F tá na forma de um outro item que é o Agura no Rotei Sama. Que é um líquido vermelho que é utilizado na purificação de um certo item dentro do jogo. E que tem toda a cara de ser Aguilofotes. É os dois elementos. Até esse negócio aí do...

Como é que fala? Até esse negócio dos monstros ser coisa do subconsciente, da neva e tudo mais, isso tem uma conexão... Assim, por exemplo, a base da lore do Silent Hill envolve um culto e adoração de umas entidades e esse culto traz conexão com toda a desgraça que acontece na cidade.

Aqui é como se esses elementos fossem trazidos e se misturassem com o Shintoísmo local ali, com as duas religiões, a antiga e a nova, que eu citei, que fazem parte da lore da cidade de Mitsugaoka. Então não acho fora da curva esses elementos. Esses elementos na verdade casam muito bem com o que a gente via na saga, bem na lore base, na lore basilar da saga. Então eu acho que essas coisas se conectam bem.

Uma rotina de parceira? Você fala com ela como ela é um garoto de escola. Eu chamo ela parceira porque ela é meu parceira. Eu nunca me tratava como uma garota. Agora que você mencionou, sim, você não.

Agora sim, com respeito ao gameplay, vamos lá. O gameplay é onde muita gente torceu o nariz por motivos diferentes do que eu torci. Lá quando eu tava jogando o remake do Silent Hill 2, eu amei o combate. Amei, amei tudo que eles fizeram, tudo ficou divertido, tudo ficou gostoso. Eu até falei pra vocês na época que eu tava jogando. E quando eu fui jogar o Silent Hill F, eu amei no começo, nas primeiras horas. Porque eu falei assim, cara, é da hora e não é idêntico ao do 2, né?

Era algo próprio, só que também divertido. Só que no segundo ou terceiro dia de gameplay eu já tava cansado do combate e logo eu cansei do jogo. Logo eu já tava, na moral, eu já tava cansadão do jogo. Quando eu cheguei na parte, até falei pra vocês, quando eu cheguei na parte do meio do jogo ali, que é na escola, eu só queria que o jogo morresse, eu não aguentava mais o combate. Eu não aguentava. Essa é a parte mais polêmica, porque eu te acompanho quando eu tava jogando, né? Eu tinha jogado junto com o filme lá no lançamento, né, cara?

Eu lembro que a escola ganha nem metade do jogo. Na verdade, ela é bem humilha do jogo. Você teve uma tortura, você teve quase uma tortura jogando o jogo, e daí a gente tava de boa. Isso realmente foi... Gostou bem de fazer cada um. Pô, o combate tava bem tranquilo. Tipo assim, no sentido de... Eu não me enjoei do combate, eu tava gostando bastante dele, do sistema de esquiva de parry. E também tem um pegado só de like, mas isso aqui também... Mas aí eu acho que, sei lá, funcionou comigo mais do que funcionou com outros.

e tudo mais. Eu só achei que esse Sentryu ia sair uma crítica ao combate, não é o controle do combate, mas sim a dificuldade que, tipo, ele é o Sentryu mais difícil, em minha opinião. O que eu vi com o pessoal comentando também? Jogando no rádio, compaixando todos, né?

Meu problema é que, falando bem mecânica de combate mesmo agora, né, tipo, questão de iframes, né, frame de defensibilidade. Quando você toma dano, por exemplo, num jogo normal, você tem um certo intervalo de tempo pra não tomar outro dano. Nesse Silent Hill, não tem isso. Primeiro não é um lançamento. Então, quando você toma um dano de um inimigo, você fica preso na parede, quando você levantava pra poder controlar ela, ela tava no outro gol e ficava presa.

O jogo tinha bastante estão-lok, pelo menos no lançamento, foi a última vez que eu joguei. Juntinhos por iniminhos de combate, assim, podia melhorar, mas o gameplay, o controle de combate eu adorei. Só achei que coisas de inimigo podiam melhorar.

Então, eu não achei difícil, assim, no começo tive um pouco de desafio também. O problema é que eu achei cansativo e chato. A longo prazo eu tava, sabe, cagando pro combate. Eu queria ir embora, não queria mais enfrentar os inimigos. Tanto que eu dou um exemplo aqui de coisas, assim, que eu não... Assim, eu vi que muita gente se frustrou com dificuldade, morrendo, empacando. Teve um cara que ele falou que ficou sete horas empacado no chefe. Eu achei exagero do caralho.

Tipo assim, acho que o máximo que a gente chegou a morrer num chefe aqui jogando aqui em casa foi três ou quatro vezes, assim, na primeira run. Depois a gente não coisou não. E me dá uma cansada nos combates e quase nunca era fácil fugir ou evitar eles. Tipo, tem muito recurso que eu acho pai, assim, que, poxa, é um recurso que eu acho covarde. Então o inimigo que aparece depois, por exemplo, é um tipo de monstro que claramente representa a gravidez, que é um monstro que fica produzindo um monte de novos monstros.

Esse bicho filha da puta pra mim é o pior monstro do jogo, porque ele não é tão difícil comparado a um chefe aqui e ali, mas ele é demorado pra matar. E aí o que o jogo faz? Ele começa a colocar várias vezes esse monstro com umas barreiras que só cai se você matar ele. É tipo Devil May Cry quando ele trancava você numa sala e depois apareceu uma barreira na porta e você tinha que matar os inimigos antes de sair.

Então, tipo, cara, o jogo, pra mim, ele é muito mais um hack and slash do que um jogo de terror. Tanto que, ó, eu tô sendo muito pessoal aqui, as pessoas podem, sem certeza, que tiveram experiências diferentes. Tirando no começo do jogo, assim, nas primeiras horas, que eu não sabia o que eu ia esperar, não sabia o que eu ia esperar, não sabia o que eu ia encontrar.

É, eu, a minha ansiedade e medo morreu rapidão. O jogo não me dava medo, o jogo, o jogo fazia pior. Ele tem susto na forma de jump scare, que é uma coisa muito covarde. Eu acho que o jump scare é a tática de terror mais covarde que tem pra qualquer mídia, a não ser que seja um jump scare muito criativo. E o Silent UF, ele tinha jump scare que eu achava bobo, sabe? Que, por exemplo, você via o monstro escondido numa parte.

E aí quando você fala, ah, eu tô vendo o monstro ali, eu não vou tomar o jump scare. O jogo ele fazia o monstro dar tipo um dash em alta velocidade, quase inescapável e te agarrava. Mesmo você vendo onde ele tava. Eu achava isso muito assim, de caso mal pensado, muito de má vontade. Então...

A parte... Esses são os pontos que fez muita gente desgostar do jogo e que pra mim faz ele se afastar muito, mas com muita força da minha experiência com a saga Silent Hill. Ele não combina nem em gameplay, nem em terror com a franquia Silent Hill. E é aí que faz eu olhar mais o jogo com uma cara de spin-off.

Mano, eu não tomei um susto no jogo de jump scare, eu não faço ideia do que vocês estão falando. Mas eu... O jogo é cheio de jump scare. Ah, mas tudo bem, você toma um sustinho, mas você esquiva, tem a câmera lenta. Ah, mas não é um susto, ai fiquei com medo, ai pulei, não, é um negócio pá, aparece.

Eu acho que é mais covardia, esses momentos são de uma covardia em questão do combate, mais do que de susto. Nunca me deu susto esses momentos, mas é pessoal pra cada um. Mas eu não enxergo como jumpscare. Não consigo enxergar como jumpscare, porque eu acho que faz parte mais do combate do que de qualquer outra coisa. A meta é pegar, para mim é claramente desenhado pra tentar pegar o jogador desprevenido.

Olha, como alguém que tomou susto, dessa vez eu ficava um pouco do lado do Mateus, que era o seu jogo esquerdo, mas eu também considerava isso como um combate, um jogo esquerdo de combate. Tipo assim, eu não achei injusto, eu vi o bicho, só que às vezes eu me distraía e tomava um susto. O combate do jogo, ele é realmente uma balança, eu acho que é o tipo de jogo que tem essa... É tipo quando você vai pegar e falar sobre o primeiro Alan Wake...

E aí ficar naquele clima. Pô, é um jogo bom, mas é um jogo de uma nota só. Se você não gosta do combate do primeiro Alan Wake, vai pra longe. Porque o jogo gira em torno de um loop. Não tem muito... Aqui eu acho que é mais ou menos isso. Com a única diferença de que você tem espaço pra aprendizado.

Você tem espaço pra testar builds, você tem espaço pra masterizar as mecânicas do combate, você tem... cada inimigo tem, sim, um ritmo. Então você tem um espaço de aprendizado que torna o combate mais engajante. Só que ele ainda assim, ele funciona de uma maneira, ele funciona com certas mecânicas em mente que não...

Giram em torno de você esquivar, você contra-atacar, você carregar o seu golpe, você utilizar o foco. Então se você não está em sintonia com essas mecânicas, se você entra no jogo só pelo... E putz, que combate chato, eu vou ficar só batendo, batendo, batendo até morrer todo mundo. Não vou esquivar, não vou pensar na hora do contra-ataque, não vou utilizar o foco, a sanidade, né? De maneira pensada pra enfrentar cada inimigo.

aí exausta, exaure. A minha principal experiência com isso foi porque eu tô concordando com o Matheus, eu senti o jogo sendo bem mais devagar. Ele é mais curto do que o Silent Hill 2, por exemplo, só que na minha primeira gameplay eu achei ele bem mais devagar.

Eu não consegui avançar muito, por dois motivos eu vou me atentar no combate primeiro. E a minha primeira run foi no normal. Foi no normal, foi... Eu morri bastante, eu não engajei nas mecânicas, e eu comecei a ficar meio frustrado porque eu pensei, pô, eu quero platinar esse jogo, eu fiquei com isso na cabeça, e uma das platinas é você jogar na dificuldade maior. E aí eu fiquei, putz, eu vou sofrer pra cacete, não vou engajar, não vai dar.

Tá bom, terminei o jogo, sofri muito no combate, no normal. Minha run seguinte foi no perdido na névoa, que é a maior dificuldade. Mano, foi uma brisa. Foi uma brisa, porque eu falei, putz, deixa eu brincar com esse jogo. Aprendi a usar o foco, a sanidade, aprendi a carregar o momento certo, os inimigos, prestar atenção no contra-ataque, montar a minha build de...

o Zomamori, o nome dos pingentes que você utiliza. Então se tornou uma experiência muito mais interessante, muito mais interessante, difícil, desafiante, mas também recompensadora. Então eu acho que é um combate que tem esse espaço. Concordo, se você tem, com certeza a pessoa entrar e não gostou logo de cara, não tem muito pra onde ir, mas eu acho que ele tem esse convite.

Eu concordo que esse jogo não deu medo. Se pegar o Sight Road 2 do ano passado, do 24, comparado com esse, é outro mundo de comparação. Esse é o mais atmosférico e dramático, dado a história, do que o foco de terror. Realmente, você não vai ter nenhum momento que você já sentiu medo.

quando aparece algum bicho ou um momento de escuridão, tu fica com medo de avançar porque tem uma criatura. Não, tu vai sempre avançar, vai combater e às vezes vai ter um bicho que vai te dar um susto, entre aspas, porque tu vai estar distraído e te dar um agarrão por trás e dar um grito pra tela. Sobre o combate, eu concordo com o Giovanni. Eu fui jogar logo no mundo do rádio, logo de cara.

eu e eu fui um nas pessoas que ficou duas horas de contra o chefe e três três chefes só que eu concordo que esse jogo permite que você brinque com a Bíblia ele tem muitos elementos de RPG para evoluir a reinar

Não é só arma. Enquanto o Silent Hill 2, por exemplo, tem uma ocupação direta, né? Você tem um merdaço de madeira, e depois um cano. Acho que tem que pegar outro depois, não estou lembrando agora. Mas o movimento é exatamente igual. Cada arma tem o seu próprio movimento. Eu doava usar a faquinha, inclusive, porque ela era rápida e o foco dela era instantâneo e era ótimo para conterar e matar o bicho rápido.

Mas, tipo assim, você pode fazer a build que você quer e você pode customizar ela à vontade, como o Giovanni falou. E o Mamori, quando você começa a pegar todos, alguns só pegam no gameplay, mas ainda assim, vale a pena procurar. Você pode mudar muito a Renako. Pode virar uma Renako full porradeira, só dando. É versátil. Tem builds versáteis.

Exato, eu focava muito no Arranaco de vigor. Eu batia, recuperava rápido, batia mais. Eu focava mais DPS no que dando forte ou usar o foco, porque eu ia arravar muitas vezes o timing pra assaltar o Perry. Mas, assim, digitalmente, o G-Gameplay dos que eu joguei e os que eu vi pra combate mili... Esse eu nunca ansei na primeira run. Na segunda run, que já esquece depois, né, que eu tenho que zerar quatro vezes pra ter o final verdadeiro, em teoria,

Você cansa, você cansa muito. A única coisa positiva ali é que no gameplay futuro você pode cortar parte do jogo. Na primeira run eu não tive cansado, na segunda eu já estava bem exausto. O meu não foi desafio, eu entendi que ele é versátil. Eu simplesmente não queria mais ficar atacando e coisando. Simplesmente eu achei... o combate começou a cansar. Eu queria avançar logo na história. Queria avançar logo isso.

Eu não tava tendo prazer em matar monstro no jogo, eu não tava tendo desafio também, tinha luta que eu fazia quase sem perder vida, mesmo sendo um jogo totalmente melee. Mas assim, outra coisa, e aqui entra um incômodo central meu, que é ligado à parte de terror, é que eu acho o otherworld do jogo, que é o Dark Shrine, que é o templo shintoísta sinistro.

Muito assim, primeiramente, na casa de terror, eu acho ele fraco no apelo sinistro, ele é muito mais um templo shintoísta escuro com um monstro andando do que um negócio que realmente mexa comigo.

Ele tematicamente casa muito bem com a trama, com época e tudo mais, mas eu acho que ele não me afeta em nada. Ele é muito fraquinho, é o Otherworld mais fraco que eu já vi nos jogos. Eu acho até o de gelo do Chatered Memories melhor que eles. E o... como é que fala o nome? Mas a parte de gameplay, cara...

Como cansa a porra do Otherworld. Nossa, o Otherworld, quando a gente chegava no Otherworld, dava frustração. Até desanimava, porque sabia que ia ficar preso um tempo ali. A cidade tinha muito mais apelo pra mim do que o Otherworld. Isso eu concordo. A parte do templo, esteticamente, é legal, dá uma diferenciada, mas ele é bem cansativo.

Eu vou concordar também. Eu gosto ali dos santuários, mas eles são bem menos interessantes do que Ebsugaoka, em questão de visual mesmo. E como eles são... Ebsugaoka tem mais espaço, tem a escola, a própria cidade, ela é muito viva. Eu acho que é o meu cenário favorito da franquia. Eu me apaixonei por aquela ambientação.

E o templo não tem o mesmo apelo. Porque acaba se repetindo mesmo. Uma vez que você entra, eu gostei mais. Mas o exterior, ele é bonito, ele tem a sua beleza, mas ele também se torna repetitivo rápido.

É que ele é muito mais estético do que funcional. Ele é místico. É bem isso. Seria legal se eles tivessem apelado um pouco mais pra ideia labiríntica. Porque ele é meio que isso. E depois o jogo utiliza essa ideia de um labirinto em um outro cenário. Pra mim é a melhor parte do jogo. Mas não é o No Templo.

Cara, é então, inclusive depois que eu terminei o F, eu dei continuidade a um gameplay que eu tava fazendo porque eu tava terminando o primeiro Siren do Playstation 2, Siren é uma outra franquia de terror, inclusive o Keishiro Toyama, que é o pai do Silent Hill 1, é o criador do Siren, eu já tinha zerado o Duplay 3 e eu tava zerando o Duplay 2, que é difícil, zão pra caralho.

bem trabalhoso de jogar e cara ele acertou no no xintoísmo sinistro muito mais do que o F para mim nesse nesse tom tipo eu sentia mais tensão com com os tons com a música de um jogo do dois do que do jogando com F pouco tempo antes

Mas assim, acho que do templo aqui a gente vai ter que dar um spoiler agressivo. Ele vai construindo uma subtrama ali de um ritual que a gente tá vendo acontecendo com a Rinako, que tá nesse templo xintoísta. E aí entra o elemento do braço da raposa. Que puta que pariu, é uma vergonha alheia. Inacreditável pra mim essa parte. Pra quem não jogou e vai tomar spoiler agora, a personagem in All The World. Ih, agora vai ter que ser a raposa.

A personagem ali no The World, ela ganha um braço de raposa através do ritual, né?

E aí ela passa a atacar inimigo gritando o nome dela. Calma, calma, calma, calma. Calma, calma, calma. Não, não, não vou cortar, não, não, não. Ele se aproxima muito mais de um animuxa, de um Devil May Cry, um hack slash com inimigos, com modo de fúria, com tudo do que, com um Silent Hill aí. A única coisa boa é que, como esse negócio era exclusivo dessa parte do templo, e o braço de raposa era poderoso, o combate passava mais rápido, o templo passava mais rápido.

Não, ele se torna, de fato, ele aposta mais no Wrecking Slash a partir desse momento. O que eu ia te cortar era simplesmente, pô, ganhar é uma palavra muito forte. A menina passa para um ritual em que o braço dela é arrancado por ela própria e é substituído por um braço de uma raposa. É análogo, esse sentido, ganhar é análogo. Tá bom, tá bom, você tava criando uma imagem muito menor do que eu mentir.

Nossa, cara, eu juro pra você, quando eu vi, que eu tive spoiler dessa parte, porque, tipo assim, Facebook do nada mostrou um vídeo dela com braço de raposa provocando os inimigos e falando isso, eu achei que era um mod, tipo, que eu já tinha, eu tinha acabado de ver um mod que colocaram CJ no lugar dela. E eu achei que era um outro mod zoando o jogo. Eu não sabia que até, quando no jogo eu e meu amigo tava jogando e aconteceu isso de verdade, eu fiquei, que?

E ca... Ah, eu fui pego muito desprevenido. A única coisa realmente boa disso era... Beleza, tá matando os inimigos mais rápido, o templo vai mais rápido aqui. É a única coisa, mas é uma disto... É um negócio distoante.

de forma inacreditável. Ah, tem o tema, porque ela tá dando a mão dela em casamento, né? E aí está recebendo um braço de raposa, porque ela tá dando a mão dela em casamento por máscara de raposa, e tem todo um simbolismo assim. Beleza, o simbolismo funciona, mas que fica... Que fica... Caralho, fica a ver muito vergonhoso, fica, cara.

É o elemento do cringe. É uma imagem perturbadora, mano. Dessa eu vou discordar de você completamente. Eu dei risada. Fantástico, assim. Essa metamorfose. Que a pessoa falava, até botei aqui no chat. Nossa, aqui privado. Do F do Silent Hill. F de Furry. Eu vi isso, né? O Gagalente Hill.

Cara, é... Aliás, o F do título, até fui pesquisar e ele é... É, então, tem um F sonoro, tem gente que fala que é de female, mas acho que o female é nada a ver. Tipo, Silent Hill 3 poderia ser Silent Hill female também. Não é o primeiro Silent Hill que foca em mulher e que foca no feminino, né? O Silent Hill F. Eu acho que o F musical é o mais acertado mesmo, porque foi o que saiu da boca dos produtores. É uma nota musical, acho que é mais baixa, mais forte. Não entendo muito bem.

Hinako, o tempo está saindo. Quanto tempo você ficará aqui? Ao longo das play-throughs, né? Tem...

A gente vê duas ginecas diferentes, ou versões, momentos diferentes dela. Vou deixar depois que vocês ficarão dando a sua opinião dessa parte muito mais interpretativa, né? Mas que no primeiro final, quando tu joga, você está alocado a um final específico, a primeira run. Essa é a Renato, que está sendo forçada a se casar com o que é, inventou essa metáfora, que o cara pertenceu ao clã da Raposa, e tinha todo esse ritual.

Que no caso não é literal como o mundo real dela, algo mais simbólico, mas pode ser. Isso aqui você vê depois, no longo do jogo tem duas renais, uma que não quer se casar e a outra que está aceitando esse caminho. Isso, assim, aqui a gente entra, a parte que você falou dos finais aí é bom aqui já dar um spoiler, porque qual que é esse elemento do jogo? O jogo tem cinco finais ao todo, acho que conta no Kufo, não é?

Ele tem cinco finais, quatro finais, são finais de stories. Cinco finais é o final locado, que é o da primeira run. A segunda run, você pode fazer tanto esse primeiro final se você toma as cápsulas, ou dois finais. E aí a terceira run, ela te possibilita o final verdadeiro, independente, desde que você tenha pego dois finais. E tem o quinto final, claro, que é o final dos alienígenas.

É, pra fazer o final verdadeiro você tem que fazer o primeiro final e um dos outros dois finais que libera depois. Se você fizer o final UFO na segunda run igual a gente, não libera pra você fazer o final verdadeiro. É, o final original, o primeiro final, o primeiro run, né, porque a Hinaku tem que tomar o remédio, e é isso que começa a causar toda a decadência mental dela, porque é precisamente o Shu, né, o Shu. É, o Shu. Ele dá o remédio pra ela, família de iria de médicos, e aí tá estudando também pra ser médico.

dar um remédio para ela, em teoria, para ela se acalmar com a pressão que ela estava tendo, por trás, depois, ele descobre que esse remédio é meio que para ela afetar o consciente da pessoa, meio que é para se, entre aspas, lutar contra os próprios demônios, né? Vamos lutar entre aspas, gilandres, que isso aí é uma forma de dizer. Esse remédio é a...

Uma outra versão da White Cloud, do caso. Exato. Não, ele é feito com ela. Ele é feito com ela. O quintal deles tá feito com a White Cloud. O Matheus, ele até comentou uma coisa que é uma informação que, assim, você pode ir perdendo se você não... Porque, enfim, são detalhes que vão sendo aparecendo só pelos diários que você vai encontrando, pelas anotações e ao longo de várias runs. Então o Shu, ele fazia remédios, de fato, pra...

Pra Rinako, pra dor de cabeça dela, pra ansiedade, pra ela lidar com toda a pressão familiar. E ela retorna pra cidade, aparentemente, nesse dia do casamento dela, ou pelo menos nesse período. E o Shu, ele já tinha experiências com a White Cloud.

eles não chamam por esse nome, mas vamos tratar assim, porque é mais fácil, o Matheus deu o nome certo, que é como eles chamam no jogo, depois ele pode repetir. Ele já utilizava, ele fez experimentos com essa planta, que é...

Dentro do jogo, ele comenta sobre como é a partir dela você consegue conversar com o seu eu interior. Você consegue encontrar seu eu interior. Então, ele faz... Diga, diga. É, ele basicamente, ele gosta dela. E ele esperava que se desse esse remédio pra ela, ela confrontaria o seu interior, debateria, veria que não quer esse casamento forçado, e ele teria a chance de se casar com ela, porque ele gosta dela.

E daí, os finais do jogo, eu acho que se a gente colocar em perspectiva os finais do jogo, vai dar uma maneira melhor da gente discutir sobre o jogo como um todo. Sim, e uma coisa, antes de falar o que acontece com cada final, é bom dizer que o jogo é feito de uma forma, tipo assim, você é colocado a um final na primeira run, e depois na segunda tem dois...

duas opções, depois tem a última verdadeira. Isso, exatamente. Cada final um constrói sobre o outro. Por isso que eu quero colocar em perspectiva os finais, então eu vou abrir espaço rapidinho e falar sobre eles pra gente poder discutir a história como um todo. No primeiro final, então, a Hina, que ela atravessa a Ibsugaoka e o outro mundo, essas duas diferentes versões, elas se confrontam

E não existe uma resolução, não existe uma vitória. A Hina, então, ela consegue subjugar aquela versão que ela quer se casar, só que ela entra em colapso. Ela entra em um colapso mental por causa desses remédios e é revelado que ela, em tese, causou, assassinou pessoas ali no dia do casamento, está sendo procurada pela polícia e teve uma overdose. Então fica...

Em aberto, o que de fato aconteceu, só se estamos certos que a Hinako não conseguiu tomar uma escolha, e nessa ela colapsou e causou uma série de mortes. O jogo termina, a ventidão começa a se auto-destruir, quando termina a cena, você escuta a polícia chegando e falando que houve a noiva...

uma só esfaquear pessoas de casamento e havia dois corpos masculinos no altar. Eu acho que a realização mais importante desse final, fora o fato dos remédios serem de fato um dos grandes catalisadores do que a gente está acompanhando, é o fato de que nós não estamos jogando com uma colegial.

Nós não estamos jogando em momento nenhum do jogo. A Hina Koeira acredita que ela tem os seus 15, 16 anos. Ela acredita que toda a sua família ali está nesse passado. Mas não, ela é uma mulher de 20 e poucos anos prestes a se casar.

Então, tudo isso pra mim que você tá falando é informação nova, porque eu li teoria na internet e não saquei nada disso. Então vamos, a gente continua discutindo. Os dois seguintes finais. Todo mundo na história, os amigos dela, todo mundo é adulto. Isso, isso. Todo mundo, o Shum, todo mundo.

Os dois seguintes sinais eles constroem em cima disso. Então, o New Game Plus muda algumas coisas. Já está claro que se trata de um casamento, que é isso que está acontecendo. Ela voltou para a cidade, ou pelo menos ela está... Então, deixa eu só reinterviar aqui. Não está claro, porque para mim ficou claro essa parte agora. Algumas coisas estão claras, eu quero dizer. Tipo, coisas mais diretas. Tipo, casamento...

O negócio que é importante falar a partir da segunda run é que o jogo, ele troca as cutscenes, ele coloca novas cutscenes, às vezes a cutscene é parecida, mas o diálogo muda. E o jogo, felizmente, ele ajuda você com isso, porque se você tenta cortar, ele avisa que a cutscene é diferente. Ele avisa que algo tá diferente. É.

Às vezes é uma coisinha pequena, mas tem cutscenes que são completamente diferentes. Tem detalhes. O mais importante dessas cutscenes novas e antigas, que você vê, e também acho que o Filoni vai falar melhor essa parte, é a relação dela com a irmã dela, porque a irmã dela aparece em visões que ela tem no jogo, e na primeira run é de uma maneira mais ríspida, e na segunda a irmã é de uma maneira mais carinhosa, ou que mais se empadece com a situação dela.

Tu vê que a Hinako quer ajudar ela e não o contrário. Mas as versões se contradizem e dependendo do final que você pega é mais uma versão, mais a outra versão. Então aí a partir da segunda run você tem dois finais agora que você pode desbloquear. E cada final é sobre uma escolha da Hinako.

Então, um final é sobre ela escolhendo se casar com o Máscara de Raposa, e o outro final é sobre ela escolhendo deixar a cidade com o Shu, e não seguir com o casamento. É assim, na verdade, tem até um pouco mais dessas escolhas. Um é ela negando o casamento, ela falando a iniciativa de, olha, eu não quero me casar, só que aí ela...

rompe com o casamento, nisso daí você descobre que o noivo dela que a família do noivo dela está sendo manipulada por uma das entidades, no caso da Inari, que é a entidade raposa que é a religião mais nova e aí nesse final ela escapa do casamento e vai embora da cidade com o Shu só que aí um plot twist leve no final mostra que não é um final feliz porque com essa divindade abalada lá um

um evento lá envolvendo uma água venenosa, uma lenda de um dragão lá, tornou a cidade inabitável. E no outro final que você pode fazer aí, ou pode fazer depois também, como foi minha gameplay, é um final onde ela encontra motivos para casar, ela percebe que o noivo dela é um cara legal e quer se casar com ele. E aí, nesse final, a entidade antiga, a que foi substituída por Inari, que é o Tsukumugami, ele acaba controlando o Shu, né?

Contra a vontade dele mesmo, e aí você tem que... Você está lutando pela sua decisão deliberada de casar, mas enfrentando essa entidade mais antiga. É que vamos pedir que você pegou dois de rádio uma vez só, acho que é bom dar um detalhe de cada um, que é importante nesse caso. É muito importante, não queria atropelar.

É por isso que eu tava falando de maneira geral, mas vamos, à medida que a gente vai conversando, vamos aprofundando. Vamos pegar primeiro o final, então, que ela foge com o Shun no final. Não quer se casar e acaba fazendo com o Shun. Tanto com o Shun até eu falo no final aqui, tipo assim, é muito diferente esse vestido de noiva, a gente não vê ela vestir de noiva. A gente só vê que na cabeça dela a gente vê a versão deles jovens ainda. Porque ela ainda tá lidando bastante com as memórias delas no passado.

Nessa versão, como falou, o nevoeiro tinha passado com a entidade antiga, porque como a raposa perde, a entidade antiga domina a cidade, e como a cidade tinha meio que abrido mão dela pra raposa, meio que se envinga, por isso que veio esse nevoeiro aí, deixa tudo inhabitável.

É... Nessa parte aí, mas a intriga nessa parte mesmo, você vê assim o Koshu, você vê... Na verdade, você vê nos dois finais, mas você vê que o Koto Yuki, que é o noivo dela... Ele também ia forçar a se casar, ele não queria estar ali.

Ele também é uma vítima, só que a gente não sabe esse ângulo até vir o final. E ele também, você mostra que ele conhece a Renata com criança. Tem um momento no parque infantil, você vê um flashback com uma criança que ajuda ela, que tinha uma raposa que ia morder.

e atacar ela, ou atacar ele, não lembro agora, ele ia atacar ele e a Reynac protege. E desde então ele nunca esqueceu dela. Na verdade ele chega a ser mordido, tanto que você acha nos documentos falando que ele mudou desde que tomou o ataque da Raposa e tudo mais. Foi a gente que começou uma maldição, exato. Mas ele lembra que a Reynac salvou ele, que a Raposa ia atacar ele mais.

É, porque a família dela, a família dele, na verdade, tem uma ligação com essa religião mais nova. Tem até uns documentos falando que a família dele usa da religião pra manipular, pra eliminar adoradores da religião antiga, pra controlar a cidade, tem tudo isso. Tinha um negócio aí, acho que não é o primeiro filho, tínhamos tradição de passar esse cargo sempre com um filho específico da língua. Isso até dando uma palinha, ligando um pouco mais com a saga, até casa com a ideia do culto de Silent Hill.

Porque pode muito bem que esse ritual de raposa pode ser um culto, uma ramificação do culto de Silent Hill, só que ali nos anos 60, antes da cidade, porque até na lore de Silent Hill o culto não é americano, o culto chega na América na época de colonização.

Então pode ser uma ramificação desse culto nos anos 60 ali que teve um efeito de sincretismo e se misturou com essa nova religião aí de raposa. Mas o caminho do final verdadeiro é um caminho que, na parte do aspecto místico, você vai ter que fazer um processo que você vai renegar ambas as divindades. Existe a espada amaldiçoada que é ligada à religião antiga, que você vai ter que fazer um processo de purificar ela para renegar essa entidade mais antiga aí, o Tsukumogami.

E tem um ícone que você ganha do Kotoyuki de Raposa e você tem que se livrar desse ícone também pra renegar também a nova religião. Você tem que renegar ambas as religiões no caminho pro final verdadeiro. Exato. Tá aí, Filoni? Tô, tô. É isso aí. Por isso que eu ouço o que é dívida.

E aí a gente vai pro outro final, né, o terceiro final, dependendo da hora que você pega, que é quando ela aceita se casar. A gente, como o Matheus falou, né, apareceu essa entidade do passado, mas vestida mais de samurai, no começo a gente vai falando besteira. É um Ashura. Exato, um Ashura. Ele possui o Shun, porque ele vê que, às vezes, o Shun se alinhava com o dele, e a Likera também descobre que o Shun tava manipulando ela, e ela fica bem envolada com o Shun, com razão.

E aí eles se enfrentam, só que aí no final, quando ela vem essa luta e quer se casar, você vê que tem uma parte dela que aí foi ser bolizada, né? Porque o chefe que representava ela que quer se casar no final é uma versão da Renata sem rosto.

Quando ela se casa aqui, você vê que quando ela vai se casar, ela se transforma, quando ela tá se afixando da tela, nessa entidade, e o rosto dela fica no chão e tem uma visão dela, tipo, tem um zoom no rosto dela chorando, falando que ela não queria fazer isso. Tipo, ela ainda estava dividida, mas a parte dela não estava dividida, não estaria feliz. E termina de uma forma bem abrupta até.

Esse negócio de perder o rosto é o simbolismo de você estar perdendo sua identidade se casando, estar perdendo a identidade dela, deixando de ser ela, se tornando apenas uma esposa, uma noiva. Assim como a irmã dela, que costumava praticamente uma mágica. Sim, pelo exato mesmo motivo. É aqui que entra a discussão, a principal diferença temática, porque o Silent Web em momento nenhum é um jogo anti-casamento.

É só pra deixar claro isso. Não é esse o mote do jogo. Mas ele é um jogo que deixa... Que coloca à mostra, de fato, o que... Principalmente na época, né? O Japão como um todo, mas ele expõe essa situação da época de que esses casamentos, eles não eram uniões amorosas. A Hinako e a irmã dela anteriormente estão basicamente sendo vendidas.

para uma outra família, elas estão sendo entregues e elas perdem a possibilidade de visitar a família antiga, perdem o nome, perdem toda essa existência dela enquanto figuras pês-próprias dentro dessa sociedade. E é isso que essa estrutura dentro do Japão desses anos 60 acabava causando.

E que é algo que ao redor do mundo muitas outras situações similares aconteciam. E até acontecem até hoje. É meio que isso que está sendo exposto a todo momento. E é contra isso que a Rinako tanto luta. É isso que ela tanto teme. E é a origem desse horror. Dessa divisão entre ela querer se casar. E ao mesmo tempo não querer perder a si própria.

Isso, o final, praticamente os dois finais falsos que você faz aí no meio, são finais onde um ela percebe que quer se casar porque o noivo prometido dela não é um cara ruim, é um cara legal, e o outro é onde ela não quer se casar. Só que, basicamente, o que ela quer...

O confronto dela consigo mesmo lá no final verdadeiro É que ela quer se casar, mas na hora certa com quem ela quiser Ela quer ser dona do tempo dela e do direito de decisão dela Ela não quer ser controlada e usada igual tá essa rixa de família e tudo mais Inclusive o final verdadeiro, antes de chegar no final verdadeiro Uma das coisas que eu mais gosto da run final É de como dar uma desconstruída principalmente no negócio da família dela Porque em todas as runs você acompanha o negócio da mãe dela como uma mãe submissa Então, o pessoal fala assim

O pai dela é um babaca filha da puta que quer vender ela de casamento pra uma família rica pra pagar uma dívida. É sempre isso. Quando você chega nessa run final, você tem que ter cenas extras que dão uma desconstruída nesses... Até nessas figuras arquétipas de pai babaca e mãe submissa. Porque mostra que a mãe dela ainda tem uma certa fibra moral como esposa. Ainda consegue em alguns momentos colocar o marido dela no lugar.

O pai dela, na verdade, é um cara sofrido, é um cara que perdeu tudo e se sente um fracasso como homem. Embora, sim, ele seja babaca e faça merda. Mas dá uma desconstruída. Tanto que o momento de casamento é o momento que ele olha chorando, tipo... Aqui não é mais celular, filha, mas ele chorando, tipo...

parte você pode interpretar que ele tá chorando por ter forçado ela no casamento parte dele tá dando a filhinha dele, mas eu gosto que dá uma humanizada nessa parte e humaniza a decisão dela mesmo, não tá vilanizando mais o casamento e nem vilanizando o não vou casar tá dando o controle pra ela dessa decisão, que tem que ser dela mesmo, né então, isso que é interessante quando a gente é o que é

Uma coisa que eu acho que a gente vai eventualmente chegar é falar o fato de que, de fato, as runs sucessivas, elas se tornam cansativas, especialmente a terceira. Porque se a segunda adiciona bastante ao jogo, a terceira adiciona pouco. Essa é a verdade. Ela adiciona o final verdadeiro, que é bem mais completo. Mas o restante... Perguntinha, vocês fizeram o final verdadeiro na terceira run ou vocês fizeram na última? Eu fiz na terceira.

A gente fez na última, na quinta run eu fiz o final verdadeiro. Então eu joguei muito até ver a prova do final verdadeiro. Eu fiz, pra conseguir um dos finais eu saio o save scan mesmo. Eu fiquei, pô, uma quarta run vai ser demais. É, mas... Porra, Matheus, você me cortou e esqueceu o que eu ia falar. Peraí, peraí, peraí. É, porra...

Tudo bem, o Lucas é titano aqui, mas o corte certo. Vou deixar isso aí assim. É, você vai pôr o barulhinho do rádio do Silent Hill e eu aqui. Exato. Sussurrando, você vai diminuir um pouquinho o som. Filha da puta. Porra, continuei falando, eu vou lembrar o que eu vou falar. Puta, que... Acontece. Pode falar aí, Lucas, fala alguma outra coisa aí, que depois... O meu ponto é ele ter que entrar pra fechar um outro coisa.

Tá, mas peraí, pode continuar falando do final verdadeiro ou ainda não? Pode, pode, podemos ir pro final verdadeiro, né? Não, é a parte legal do final verdadeiro, na minha opinião, né? Justamente, né? Como já foi citado, a Renato que quer se conciliar e quer tudo no tempo dela. Ela não quer se casar à força, ela também não quer ficar solteira à força ou ir pro Shun, o Shun gosta dela, ela quer fazer o que ela quer.

É, até a parte dos sentimentos dela, porque você vê nos sentimentos dela que o Shu não tá na friendzone totalmente. Uma parte dela gosta do Shu e, tipo, até fala assim, eu quero ser notado, os dois são amigos desde criança, é da hora que até tem uns textos que levantam aquele ponto de quando eles começaram a crescer e o corpo foi mudando, eles começaram a reparar e foi ficando um pouco estranho os dois brincar, mas ainda os dois querem ficar próximo. E uma parte dela quer ser notada não como amiga, mas como garota pelo Shu.

Então ela tem sentimentos mistos com respeito a tudo isso, só que ela quer tempo pra poder descobrir isso e tomar decisão. Ou mesmo com o Contour Looker, tá aí eu falo, eu acho que você é legal, eu preciso de um tempo pra repensar o que eu penso de você de fato. Isso eu acho legal.

E justamente no final do jogo, você enfrenta os dois chefes anteriores juntos. Você alterna entre a Reinarco, que queria estar livre, e a Reinarco que queria se casar. Você interna entre uma e a outra. Durante o gameplay, ele é o combate mais difícil do jogo, mas também é o mais legal, na minha opinião. Você vai ter duas estados ao mesmo tempo.

Não, não, não, não tem uma terceira não. É, só duas, só duas. É, só duas. O que muda de leve é que assim, a Rinako que você joga no mundo real é como se fosse a Rinato de não quero casar, tô querendo fugir um pouco da minha realidade. A Rinako do subconsciente que você joga no outro mundo...

É a Hinako que quer casar. E aí, basicamente, as duas se confrontam. E o que você descobre nesse final verdadeiro é que não apenas elas estão se confrontando, mas elas estão sendo manipuladas pelas duas entidades que estão em guerra. As duas entidades mostram lá. A raposa e o Tsukumogami. Era isso que eu ia falar. Eu lembrei, lembrei.

E eu consigo engatar. Porque o que eu ia falar era justamente seguindo essa linha. De que a gente vai se... Vai conhecendo essa personagem ao ponto de que na primeira run...

A Hinako, tanto que eles fazem uma divisão bem clara, né? Lá no diário dela, Shimizu Hinako, que é a personagem que a gente controla em Ebizugaoka, e somente Hinako, porque ela perdeu o sobrenome, que é a que explora o outro mundo, a que deseja se casar, a que se torna raposa. E ela, a Hinako... Abandonar a identidade e o sobrenome. Isso, a Hinako...

É sempre quem você encontra na casa, quem você confronta na casa, na sua própria casa, em todos os finais. Ela é o doppelganger, o duplo. E ela é o boss final da primeira run, Shiromuko. Isso que é legal, porque em todas as runs é o Shiromuko, essa noiva sem rosto, com a mão de raposa, que leva o horror pra Ibsugaoka, que leva a névoa, ela é o moço da névoa.

E ela é o boss final da primeira run? E em todas as runs eu acho que você chega a enfrentar ela antes de você enfrentar a verdade. Não, só na primeira. Não, acho que na segunda também. Ela aparece em todas, mas você não enfrenta ela em todas. Ela aparece nas cutscenes, mas você não chega a enfrentar ela na segunda. Portanto que eu acho ela... Spoiler de opinião de monstro. Eu acho ela o melhor dos três chefes finais e eu fiquei muito triste de não reenfrentar ela.

Não, mas eu acho que você enfrentar ela no final e enfrentar a raposa antes. Ela vem antes. Tem um dia que você enfrenta ela também de novo. Você enfrenta ela antes de você enfrentar o boss verdadeiro daquela run.

Enfrenta ela de novo, tentando lembrar. Porque eu não tô lembrado de enfrentar ela de novo. Mas eu lembro, pelo menos em um dele. Pode ser, o ouvinte, se ele tiver jogado, ele vai saber da verdade. Eu puxo aqui no Google rapidinho. Senão ele vê no YouTube, mas pode prosseguir, o tempo tá contando. E aí no final, de fato, elas se tornam uma só, elas se assimilam de volta, né? E isso é muito bonito de ver.

Porque esse monstro, que é também uma vítima, você vai conhecendo mais e mais a respeito dela. Assim, uma coisa pra mim, aqui eu tenho que entrar um pouco nas críticas negativas do jogo. Eu não gostei nada do storytelling do jogo. Eu tenho que falar isso. Aqui entra muita coisa visual. É muito convoluto.

Tipo assim, eu comparei com o Álvaro que não tá aqui, que tá lá curtindo a praia dele lá no lugar, fazendo o que ele gosta de verdade, que não é coisa nerd. Mas o Álvaro, ele fala pra mim que ele não entende trama geralmente de Jogos Souls e só entende se ele vê vídeo na internet e tudo mais. E eu gosto de Jogos Souls, eu sempre entendo só de ler os itens.

Eu lendo arquivo, lendo tudo, eu fiquei perdidaço. Eu só tive uma noção do que estava acontecendo no final verdadeiro, só na quinta run, eu tive uma noção. Porque, cara, é muito convoluto, é muito... tem muita cena que...

Promete mistérios, NPCs com diálogos estranhos, com informação que parece relevante e que não tem tanto. Que tem uma cutscene que eu e o meu amigo que a gente tava zerando junto, a gente viu acho que três vezes, que a amiga dela lá, aquela que tem atar pelo chú, fala que a Rinako já morreu, você tem que esquecer dela. E tipo assim, dá pra você entender isso vendo a parte do casamento, né, que ela já teve a mão plantada, que já era. Mas cara, durante...

Boa parte, o que a gente tava achando é que ela, na verdade, tava morta e era uma espécie de viagem de, sabe, do submundo que ela tava encarando, tipo, da alma dela ficando em paz com as coisas. A gente tava achando isso. E eu falo que é tão convoluto e confuso que eu fui começar a ler teoria na internet aqui enquanto montava a pauta e tudo mais. Tirei, assim, um dia pra ficar lendo teoria na internet. Tem gente que acredita que toda trama tem um prode que a Rina... Que...

Ela está com uma gra... Como é que fala? Que a Rinako, na verdade, está grávida do Shuk. Os dois foram... Zero sexo sendo adolescente. Eu vi um cara que comentou assim, só eu que entendi que a história é sobre uma gravidez, que na verdade ela tem um filho. E aí teve gente concordando que havia enxergado isso. Mas, tipo, não é?

Eu acho que é tão convoluto que levou as pessoas para umas ideias que não fazem sentido. Tipo, os dois, eles são aqueles amigos que se gostam, mas que são tão tímidos que eles têm receio de se tocar, quanto mais de se ver pelado e fazer alguma coisa na idade deles. Então, tipo, a trama convoluta fez com que, cara, às vezes a gente perdesse tempo revendo cutscene antiga para ver se tirava uma nova conclusão.

Até essa parte que vocês falaram aí do... Não, que na verdade ela tem vinte e poucos anos e ela tá casando. Eu, em nenhum momento do jogo, eu entendi isso. Mesmo lendo todos os arquivos e fazendo todos os finais. Mas eu tô falando casamento... Até o terceiro final que você falou que viu, ele fala casamento. Ele fala as palavras. Não, fala que ela vai casar. Não que está correndo um casamento. Mas fala que ela vai casar, tipo assim, na hora que for... Mas no final mostra o casamento.

Eu concordo, eu vou concordar uma coisa, de fato é bastante, é convoluto e entrega a trama de uma maneira vaga, é meio astral, é místico, é lúdico, então tem esse clima que não é uma cena que quer dizer isso exatamente. Só que, ao mesmo tempo, eu acho que abre esse espaço para o mistério, abre esse espaço para as teorizações, mas eu não acho que também...

entra nesse espaço de ser uma história incompreensível. Eu vou trazer alguns momentos que deixam isso... que me deixaram sentindo assim, por exemplo. O primeiro.

Essa cena é exata, eu ia trazer ela, da morte, que a menina fala sobre a morte da Hínaco. Que numa primeira run, você tem todo esse espaço de imagética. Eu pensei por boa parte da história, que a Hínaco era uma personagem que... Que... É...

Ou cometeu suicídio, ou fugiu de um suicídio coletivo das suas amigas. Essa era a minha principal teoria. A história não é sobre isso, é sobre um casamento. Então na segunda run, essa frase na verdade passa a fazer todo sentido. Porque a morte é como...

essas pessoas, essas jovens enxergam a situação. A Hinako vai se casar com máscara de raposa, logo a Shimizu Hinako morreu, ela nunca vai voltar pra Ibizugaoka, ela nunca vai ver os pais, ela não vai poder ter contato com o Shu, ela está morta, ela está morta. E pra toda aquela sociedade, ela só vai existir dentro do ambiente do clã da raposa, dentro do ambiente do marido.

Então, isso é um momento. Um outro momento que eu... Esse foi o momento que eu achei mais interessante, que é na terceira run. Você consegue a última... O último diário, a última página do diário da Rinco, né? Que é a amiga invejosa. E... E quando ela diz... É uma página... Todas as páginas que você encontra nessa terceira run são sobre...

As conclusões. Dessas relações. Que você não teve. Nas outras runs. Então você descobre. Que a. A Rinco. E a. Rinako. Se encontraram. Momentos antes do casamento. É isso. O diário está descrevendo. Momentos antes do casamento. E a Rinco. Confrontou a Rinako. Diretamente. E. Elas duas. Se resolveram. E a cena é descrita. Ali no diário. A anotação. Exatamente. Como. A boss fight. Que mais tarde. Você tem. Com a Rinco. Com a Rinco.

Então eu acho que a história é vaga, mas ela ao mesmo tempo encontra muitas maneiras de propor um quebra-cabeça que se constrói. Ele nunca vai se fechar absolutamente, porque é uma história que não está sendo contada linearmente, não está sendo contada de maneira literal.

Não dá para saber se exatamente a Hinako voltou para Ibuzugaoka ou se é a mente dela. Eu entendo a história como de fato a Hinako, a gente está acompanhando dois momentos do tempo. Um em que ela voltou para a cidade, já adulta, e o outro durante os preparativos para o casamento. Mas não necessariamente é isso, pode ser sim uma viagem astral dela.

causada pelos remédios, e a gente está muito mais num espaço purgatório do que material. Mas, enfim, eu acho que os fatos estão lá, e os fatos são incontráveis e incompreensíveis, num quebra-cabeças, o que, de fato, cria um mistério constante que não se soluciona de maneira concreta.

É que assim, eu tenho múltiplos contras tudo isso. Primeiramente, eu acho que esse quebra-cabeça induz muito a erro, induz muito a interpretação errada, que nem o pessoal da teoria da gravidez, induz muito a pessoa aqui e ali não notar o negócio, como foi o caso, não notar essa parte dele. Você chega num outro ponto que, tipo...

É como se a história fosse Clara e não abstrata Aí tudo bem, existe interpretação errada Quando a história é Propositalmente em volta de abstração Alegar a interpretação errada é meio É meio bobo, assim Ah, pode falar, Lucas Agora a gente vai Não, mas chamou o outro de bobo Continua aí, depois eu volto

Agora que eu tô aqui, peraí. Não, não, mas tipo... Mas cara, assim... Mas é algo que é muito maior, não é só no Science Show F, é algo que é em geral histórias mais abstratas. Histórias que são propositalmente abertas pra interpretação.

A ideia é que, assim, eu sinto que precisa ter... Eu sinto que esse tipo de narrativa, ela precisa ter um equilíbrio. Eu sinto que, assim, o abstraísmo e simbolismo, eles caminham nessa primeira camada de história, de você estar andando na cidade combatendo monstros, tentando entender o que está acontecendo, mas tem que... Parece que o abstraísmo, ele engole a trama. Então, eu sinto... Eu fiquei perdido por boa parte do jogo. E eu sou um cara que eu já joguei tudo quanto é excelente real e compreendi a história. E aí eu... E aí

Então, justamente sobre isso, é esse que eu tô aqui pra gente chegar. O que acontece? Primeira coisa, só dando um adendo, a Flamengo tava certa. Você enfrentar a Shuromuko de novo no final Chama da Raposa. É logo antes da luta contra ela. Agora, falando sobre isso aí. É que justamente quando o Silent Hill foi anunciado, esse Silent Hill, eles chamaram um autor famoso de mangá. Eu vou pronunciar o nome dele todo errado aqui, lamento, não sei pronunciar o nome dele. Esse é chamado da internet de rilkish07.

Qualquer pronúncia melhor, procure na internet, que eu não vou tentar arriscar. Ele é o famoso por escrever uma série chamada Rigorashi. Tanto latinóvel e virou anime. Então, até um remake, acho que alguns anos atrás. O original tem, tipo, 20 anos. O que que acontece? Quando eu soube disso, eu já me preparei pro jogo, porque eu conheci um pouquinho do Rigorashi original. E é justamente...

É isso, é um autor que, quando foi anunciado, deu uma falação, e não acho que a galera do Japão que gosta muito dele, mas as histórias deles são justamente histórias extremamente complexas de entender e todas de loop, seja loop ou temporal ou emocional.

que é justamente o que acontece no Night City. Eles chamaram o cara que faz todo esse tipo de história, você tem que jogar vários loops para entender, e ainda assim vai ter coisas difíceis, você tem que interpretar, porque é bem abstrato de propósito, e chamaram o cara especializado nisso fazer esse jogo. Isso! Ai! E isso dividiu a comunidade. No Japão, a galera gostou mais. A galera já conhece mais um autor, a galera gostou mais. No ocidente deu uma divisão bem dentro da galera que gostou ou não.

Esse entra o meu segundo ponto, porque como eu falei, eu já enjoei, eu tinha enjoado do jogo já na escola, na primeira run, e quando eu zerei o jogo a primeira vez, eu já tava de saco cheio. E aí você imagina, por exemplo, pra mim e pra quem teve experiência parecida, você ser obrigado a repetir aquela experiência, aquela história, pra entender os pontos dela, não apenas uma segunda vez, mas uma segunda e uma terceira. No meu caso, o que que isso faz a experiência completa primeiro, né, o Mac...

uma terceira, uma terceira, quarta, quinta. Então, tipo assim, foi uma experiência que não me agradou e que eu tive que repetir essa experiência diversas vezes. Então, assim, eu acho que assim, se o jogo funciona pra você nas primeiras vezes...

as runs tendem a ser menos nocivas, ou você pode se beneficiar mais das novas revelações. Mas pra mim, o jogo foi cansando e piorando cada vez mais que eu jogava. É que o final verdadeiro, eu acho ele tão bom que ele deu uma melhorada, deu uma salvada no jogo. Tipo assim, se eu fosse dar notas em números, o jogo tava preso em nota 7 e ele foi pra um 7.7 com o final verdadeiro.

Ele não chegou assim, nossa, num jogo que eu gostei, tanto que eu falei assim, cara, o meu amigo ele pagou, ele comprou no lançamento, a gente jogou desde o lançamento. Acho que foi uns 300 reais que ele pagou, que pegou a versão deluxe. Nem teve por que pegar a versão deluxe, mas ele pegou. E eu falei assim, cara, ele não... Ele pagou mais 100 reais ou mais 50, acho que ia dar 400 a versão deluxe, pela roupinha de coelho. É, foi pra isso. Só isso que teve. Ele esperava que ia ter mais coisas, não teve nada. Mas...

Essa roupinha deu treta na internet, hein? Que teve um bug na Steam que todo mundo comprou o jogo, até a versão base tinha que ganhar essa roupa de graça.

E aí... Foi um bug, não. Isso é exclusivo da versão Deluxe. E aí a Konami, tipo, duas semanas depois, uma semana depois, não lembro agora, ela retornamente tirou os todos que já tinham roupa. Então, tipo assim, galera que tá com um selo pra roupa, vai voltar com a roupa normal. Só que isso de uma certa dama na comunidade que a galera tá falando. É mais fácil criar uma roupa nova pra galera da versão Deluxe do que tirar a roupa que a galera tá usando. Eu vou concordar.

Não, eu vou concordar. Só que assim, ainda pegando essa parte de trama, assim, no final ele é um jogo que eu não... Ele me cansou na experiência de gameplay, ele não me satisfez em nada na parte de terror, não me satisfei muito como fã de Silent Hill. Eu não sou hater do jogo, eu encorajo o experimento, porque, como eu falei, é uma franquia conceitualmente limitada ao conceito de cidade pequena, então você prejudica disso, eu acho que eles têm mesmo.

que fazem novos experimentos. Pra quem é como eu que gosta dos clássicos, a gente tem remake do 1 e possivelmente do 3 e do 4 vindo nos próximos anos, então minha sede por Silent Hill tradicional vai ser saciada com remakes e eu tô disposto a jogar experiências novas. Só que essa pra mim foi muito mais erros do que acerto. Não funcionou pra mim em vários aspectos, inclusive a própria trama, mesmo entendendo ela, eu não achei ela tão...

Interessante, eu acho o discurso dela, o trabalho interessante, legal, a personagem principal cativa, tudo mais. Mas, cara, nem... Pra mim, a trama do jogo, entendendo ela, entendendo os detalhes dela, não chega nem perto das tramas mais classiconas de ocultismo e do Silent Hill 2 lá envolvendo...

né, das coisas dele, não chega. Então eu acho, se a gente o F, assim, poxa, um experimento válido, mas ele ficou bem fraquinho. Tanto que quando eu tentei montar uma lista de top 10 pra pensar onde ele se encaixaria, ele ficaria, comparado a todos que eu joguei, ele ficaria no oitavo lugar. Dentre os jogos da saga. Isso aí coloca muito jogo na frente dele. Justo, eu vou...

Acho que a gente tá encaminhando pro final. Então, pra dar uma geral do que você falou, eu entendo tudo que você falou e eu acho que é um jogo que pede bastante, que pede demais. Quando se trata, por exemplo, da história, de como ele conta a história, querer que alguém jogue três vezes a história, repetidas vezes, é pedir bastante. É um jogo que pede bastante, mas eu acho que ele também entrega muito. Então...

É meio covarde, tipo, isso. Não, eu não vou dizer que é covarde. A não ser que seja uma experiência breve, curta, tipo, acha que eles estão imperable. É um jogo justamente disso, de loop, só que a experiência dele é pouquinho, né? Eu não vou dizer que é covarde, porque eu não acho que é covarde, não acho. Eu acho que é... Eu acho que é narrativo, é diferente. Geralmente tem parte de humanitação.

Eu vou dizer que é covarde, porque... Eu vou dizer que é covarde, acho que covarde é a palavra mais acertada pra mim, porque pra você ter uma experiência, teoricamente, que se equivaleria a uma run do jogo, ele vai te obrigar a passar várias vezes, mais de uma vez, é obrigatório pra você ter uma imagem do cenário total. Ou pelo menos do que você tem que...

Tem que lembrar, essa linguagem do autor é mais de visual novel. Visual novel tem muito loop. Então, era isso que eu ia falar. Isso eu tava me segurando pra deixar pro final mesmo, porque eu acho que é uma problemática do modelo de jogos triple A. Eu sei que não é necessariamente um triple A, mas eu quero dizer o modelo, um jogo é um...

É um survival horror em terceira pessoa. Então ele tem que ter tantos finais. Ele tem que ter esse combate dessa maneira. Ele tem que ter tantas horas de duração da campanha. Porque senão ele não se justifica o preço. Então eu acho que existe uma prisão no jogo. E do formato que impossibilita essa ideia fantástica de você repetir esse horror. Esse ciclo, esse purgatório.

acaba transformando em um marasmo. Eu acho que é uma proposta cujo formato não consegue entregar toda a potência, mas o que ele entrega eu acho que já é muito satisfatório. Pode continuar.

É, só um corte rápido, quando eu falo que eu não gostei, eu não tô batendo o martelo que o jogo é ruim, não. Eu tô sendo totalmente pessoal. Porque se eu tivesse gostado do gameplay e fosse prazeroso rejogar, eu tava me animando pra caralho com terceira, quarta run. Eu seria um hipócrita do caralho. Eu acho que o jogo seria menos criticado nisso se você pudesse escolher ou ter opção de final diferente logo na primeira run.

por ele te forçar a um caminho específico, mas depois, se você quiser mais, você é obrigado a jogar de novo, é o que é o problema. Se colocar outro excelente Hulk tem final alternativo, você pode pegar a primeira One, dependendo de como você joga.

Acho que esse foi o problema. Você é forçado a jogar um caminho pré-definido nas primeiras 10 horas do jogo, 15 horas, dependendo do que você joga. Aí depois você pode pegar o final que você acha muito interessante. E ainda assim tem que fazer isso duas vezes pra poder definir o final que realmente fecha a história, sabe? Esse que é o problema.

Ou obrigar a jogar o Rana, para poder ali habilitar o prisão de São de Taufim ao verdadeiro que mata o jogo, na minha opinião. Nesse sentido de crítica de uma história contada narrativamente.

É por isso que eu digo, que eu deixei claro, porque eu sei que você está falando, Matheus, uma parte sua e eu também estou trazendo a... Quando eu alego tudo isso, eu não estou dizendo que o jogo é uma maravilha para qualquer pessoa. E é essa a diferença que eu quero colocar. É um jogo que pede muito, mas eu acho que se a pessoa estiver disposta, como eu estive disposto,

a realmente mergulhar, e eu me apaixonei por esses personagens, por esse cenário, pelo combate, não é tanto. E ele entrega muito. Mas, como toda história que se envolve de abstrações, ele pede demais.

E você tem que estar disposto a explorar essa toca de coelho. Se não tá, tudo bem. E se não for a vibe da pessoa que for jogar, tudo bem. Quando o jogo pede mais, não se pode ter esse luxo de... Ah, é da história, é disso, é daquilo. Não.

É, aí entra a balança, como a história está sendo contada e como a pessoa que vai jogar, que vai ler, que vai assistir um filme, aprecia as obras que ela consome, que ela explora. Se não tem essa conexão, paciência.

Tá certo. Lucas, quer falar mais alguma coisa antes da gente fechar o cast? É, sim, sim. Vou dar meus encerrames aqui. Acho que eu cheguei a vocês falando na maior parte final, que vocês têm uma opinião mais forte, um contra o outro nessa hora. Acho que é interessante. Eu quero que eu tomei o mesmo tempo, porque eu joguei pela experiência, porque Silent Hill, né? Comecei pra valer mesmo. Considero Silent Hill 2GMA, que o do Wii eu joguei muito tempo atrás, não lembro de nada.

e eu quis jogar esse porque achei interessante, esquecendo o Japão e tudo porém, eu já estava preparado porque a história ia ser convoluta então eu não fiquei desapontado porque já era convoluta, eu só lidei com esse fato por isso eu acho que eu encarei melhor que o InteriK se eu tivesse pegado o jogo sem saber de nada antes dito isso, eu gostei da experiência que eu tive com as revelações da história e eu acho que

Eu também tava bem paciente pra pegar os três finais. Teve final que eu parei no YouTube. É, o meu ponto alto foi o seu. Foi a revelação da história ali no final. Foi isso, foi uma boa experiência. É, uma pena que o Álvaro... É, uma pena que o Álvaro...

É, ele falou que não entendeu nada com o final verdadeiro também. Perguntinha aqui rápida pra fechar o cast. Eu ia perguntar pra vocês qual que é o monstro favorito de vocês do jogo. O meu, pelo menos, já vou falar que é a Shiro Muko. Adorei, adorei totalmente ela. Ela é... É...

É a coisa que mais casa, acho que na minha opinião, o tema do jogo com uma cara de Silent Hill. Inclusive eu acho ela bem mais da hora, bem mais icônica do que os outros dois chefes lá. Eu acho que a Raposa e o... Acho que a Raposa e o... Tissu Nogami. A Raposa e o Tissu Nogami, eles ainda tem muito cara de um bicho mais tradicionalzão do que um monstro de Silent Hill. Tinha que mexer um pouco mais no visual pra ter cara de bicho de Silent Hill.

Eu... Não, eu tô fechado com você. É a Shiro Muko. Ela carrega todas as temáticas do jogo. Ela é um monstro que você desconstrói ao longo da narrativa. É um monstro com o qual você joga de certas maneiras. E é...

É simplesmente a imagética mais forte do jogo. O rosto que não está lá é o jogo. É Silent Web. É o monstro mais fantástico. Em um jogo, que eu acho que nós três concordamos, todos os monstros, a gente poderia passar um programa inteiro falando monstro por monstro, como eles discutem.

A posição dos homens na sociedade, das mulheres, como a Rinako enxerga essas posições, essas figuras. Então eu acho que é fantástico. É fantástico, Shuromuko. Eu bato bastante bem, Shuromuko. Eu tinha inimigo normal que podia dar um destaque aqui e ali, mas Shuromuko realmente é... Ela é a menor capa do jogo, mas ela que é o foco do jogo de fato. E o maior desenho do jogo também.

Eu falo assim, o vestido dela, o manga é a forma mais bestial dela na segunda luta, né? Ela tá com os dois braços... Não, não tem como, é ela, não tem o que falar. Isso, Shiromuko é o nome do vestido tradicional de casamento shintoísta, né? Que é a mesma forma do monstro. E, né, acho que legal que a gente chegou a uma conclusão aqui. A gente podia brincar e falar que a pior inimiga é a Rinko, mas... Porque, nossa, aqui é a Niga 7.1, caralho, mas...

Ah, não, puta que pariu. Não, é engraçado. É que, tipo, tanto a atriz que fez a Rinko como a que fez a Hinnakon fizeram live jogando Silent Hill. Live separadas. Quando a Hinnakon... Quando apareceu a Rinko no gameplay, a Hinnakon fez uma card de nojo. É maravilhoso. Ah, não, essa aí.

mas é isso né a gente conclui aqui que a raposa é um bicho folgado você dá a mão ele quer seu braço mas gente ó posso fechar o verso? pode pode que eu tenho limite pra editar é então a gente ó ficamos hora de programa

caralho, é um garoto de programa mas gente, ficamos por aqui link de jabá do Filone meu do Ponto Antônio da Literatura vai estar aqui na descrição dê 5 estrelas pra gente no Spotify e jogue no status que a gente tá ouvindo a gente, que você ajuda a gente assim facinho e sugiram aí outros jogos quadrinhos afins que vocês queiram ver aqui, porque aqui é o espaço pra não falar só de livro, pra falar brevemente mais de outras mídias, ficamos por aqui falows

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