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O plano que pode tirar Verstappen da Red Bull e os planos da FIA | EM PONTO #945

08 de julho de 202656min
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Max Verstappen vive um dos momentos mais delicados desde que se tornou o grande nome da Red Bull na Fórmula 1. A insatisfação com o desempenho do carro, os problemas recentes e os bastidores do mercado de pilotos colocaram uma pergunta pesada no ar: existe um plano capaz de tirar Verstappen da Red Bull?

Neste vídeo, analisamos o que existe de concreto, o que ainda é rumor e por que o futuro de Verstappen pode estar muito menos garantido do que parecia. Ele tem contrato, tem história na Red Bull, mas também pode ter um novo caminho se a crise continuar crescendo.

A Red Bull ainda consegue segurar seu maior campeão? Ou a Fórmula 1 está prestes a ver uma mudança que parecia impossível?

Comente: você acha que Verstappen realmente pode deixar a Red Bull?

#F1 #Formula1 #Verstappen #RedBull #F1Mania

Participantes neste episódio1
C

Carlos Garcia

Host
Assuntos5
  • Carreira de Daniil Kvyat após a Red BullMax Verstappen · Red Bull Racing · Cláusula de saída · Reunião em Silverstone · Problemas técnicos do carro
  • FIA e motores independentesFIA · Mohammed Ben Sulayem · Motores V8 aspirados · Fim de equipes clientes de motor · Conflito de interesses
  • Novo regulamento F1 2026Gabriel Bortoletto · Fernando Alonso · Importância do talento · Gestão de energia e bateria
  • Arvid Lindblad e Liam LawsonArvid Lindblad · Liam Lawson · Racing Bulls · Problema de gerenciamento de bateria
  • Tecnologia de Refrigeração em Carros de F1Reabastecimento · Combustível sustentável · Eletrificação
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Será que chegou o dia em que a gente vai ver finalmente Max Verstappen fora da Red Bull? Não que a gente esteja torcendo, claro, eu particularmente não torço para nada, mas enfim, é um risco que talvez pela primeira vez na história a gente vê com um pouquinho mais de força, um pouquinho mais de chances de acontecer. E é sobre isso que a gente vai falar também nessa edição de hoje aqui do nosso podcast F1 Mania em Ponto. A gente tá todo dia aqui de segunda a sexta-feira trazendo um pouco aí do que tá rolando no mundo da Fórmula 1, do esporte motor como um todo.

Valeu demais pela sua presença, você que tá junto com a gente por aqui. Então vamos que vamos! Muito prazer, eu sou Carlos Garcia. Gabriel Gavinelli vai estar comigo aqui de volta no final dessa semana e a gente volta a trocar ideia aí, nós dois. Mas hoje aqui a gente segue falando de Fórmula 1, sobre o Verstappen nesse primeiro bloco, como a gente falou. Falar um pouquinho sobre esses rumores que que estão rolando dessa troca do Verstappen, né.

E no segundo bloco a gente vai falar sobre a FIA, que tá estudando implantar um motor independente para as equipes clientes. Ela quer acabar com esse negócio de Mercedes fornece para McLaren, aquela coisa toda, né. E no terceiro bloco a gente vai falar sobre o Bortoletto, né, defendendo o atual regulamento, respondendo aos críticos também. Fernando Alonso criticando o atual, é o atual regulamento. E a gente vai falar também sobre o Arvid Lindblad esclarecendo aí um rádio polêmico envolvendo Liam Lawson em Silverstone.

É sobre isso que a gente vai falar nessa edição de hoje do nosso podcast F1 Mania em Ponto. Hoje quarta-feira com cara de sexta aqui em São Paulo, pelo menos, né? E a gente segue hoje, 8 de julho de 2026, nosso podcast F1 Mania em Ponto. Tá no ar. F1 Mania em ponto. Então vamos lá, né? Nossa, o pessoal perguntou tanto para gente, poxa, e aí, Garcia, esse negócio de Max Verstappen tá acontecendo, que o Verstappen vai sair, não vai sair?

Porque inclusive eu vou abrir com uma mensagem, não é sempre que a gente faz isso, mas eu vou me dar o direito aqui de abrir uma abrir com uma mensagem do Rogério. O Rogério falando aqui, ó, é: curiosamente, hoje me apareceu um vídeo do F1 Mania de 2 semanas atrás, e abertura do Garcia seria os motivos para o Max continuar tomando energético, né? No caso, continuar na Red Bull. E sim, e sim, as coisas vão mudando, né, Rogério?

Pega a gente de surpresa um pouquinho também. Mas não estou afirmando e não vou afirmar nessa edição de hoje aqui que o Verstappen sai da Red Bull. De novo, não estou afirmando e nem vou afirmar, ok? Isso é bem importante. O que a gente vai falar um pouquinho é sobre um pouco da polêmica que tá envolvendo a questão do Verstappen. O Commander com outra mensagem aqui que ele fala: finalmente uma fonte segura que vai esclarecer sobre essa notícia disseminada pelo YouTube de saída do Piastre da McLaren.

Também, como eu deixei bem claro ontem, não significa que quem trouxe esse rumor para o Brasil, por exemplo, não é só no Brasil, mas quem trouxe esse rumor mentiu, inventou. Também não quer dizer nada disso. Que eu disse é que quem trouxe para o Brasil tem um histórico que não é muito bom, né, mas que também já acertou muita coisa. Foi isso que eu disse ontem, tá? Então Enfim, é porque eu não trato isso, opa, vamos lá, eu não trato isso como um jogo de acertos e erros, pelo menos não para mim, né?

Eu não gosto de tratar como acertos e erros, eu gosto de tratar como assim, a informação, vamos trazer informação, não é informação, pronto também, entendeu? Mas isso eu, enfim, quem quer participar do jogo participe do jogo e tá tudo certo também, não tem problema. Bom, o que que acontece? Vamos trazer como informação aqui também, tá? O Max Verstappen é na Áustria. O Verstappen procurou a McLaren. Nosso Max Verstappen foi lá, mandou um WhatsApp para o Zak Brown, falou: me responde, me recebe aí.

Não, foi o staff do Max Verstappen. Foi o time do Max Verstappen, o time que trabalha com ele. E essa procura teve já uma movimentação da própria McLaren, de todos os envolvidos ali, para negar qualquer tipo de rumor. O Piastri, que é o Piastri, que é o alvo no caso, né, dos rumores aí, o Piastri, que é o Piastri, ele fez questão de desmentir, dizer que não culpa, nada disso. Mas foi o time do Verstappen que foi procurar a McLaren para uma conversa, né?

Porque aparentemente, eu vou falar aparentemente porque é uma relação, a relação entre Verstappen e Red Bull era familiar, né? Quem nunca em casa lá, putz, eu não tô muito legal lá esses dias aí, tomei estranho com a minha mãe, com meu pai, com meus irmãos? Quem nunca? Quem nunca, né? Mas no caso do Verstappen é mais ou menos isso, e a relação tá estranha. E a gente vai chegar lá inclusive nessa questão da relação estranha. Mas em Silverstone, logo depois da corrida inclusive, houve um encontro entre dirigentes da Red Bull e os representantes do Verstappen, esse staff do Verstappen que cuida da carreira dele, para discutir o momento da equipe.

Esse é o primeiro ponto, tá? Foi mais um problema causado, mais um abandono causado por um problema técnico em Silverstone. Para quem não ficou sabendo, asa do Verstappen não fechou totalmente, ele perdeu a traseira, acabou batendo, causou aquele safety car inclusive no final da corrida. E participaram dessa conversa Jos Verstappen, pai do Verstappen, o empresário dele que é Raymond Vermeulen, o chefe da Red Bull, Lothar Mäki, e o CEO da Red Bull, Oliver Mintzlaff.

Foi ali no Hospitality Center da Red Bull e não teve a participação do Max Verstappen. E aí o papo foi os contratempos que estão sendo enfrentados aí pela equipe nesse ano de 2026. Essa foi a conversa, esse foi o tom do final do Grande Prêmio de Silverstone por ali. Ele tem um contrato válido até 2028, né, mas a situação pode mudar esse ano porque até as férias de verão, que vão ser depois do Grande Prêmio da Hungria, o Verstappen precisaria, para se manter na Red Bull por contrato, precisaria ser líder ou vice-líder do Mundial.

Hoje ele é o 7º colocado no Mundial, tem 76 pontos contra 154 do Russell, que que é o vice-líder, que é o que ele precisaria para atingir essa vice-liderança. Ele não vai atingir essa liderança porque daqui até o Grande Prêmio da Hungria são 50 pontos em jogo. Ele não consegue, mesmo que ele some esses 50 pontos, todo mundo zere, ele não chega nos 154 pontos que tem o Russell hoje como vice-líder do Mundial. Então ele pode acionar essa cláusula de saída, tá?

A gente tem descanso essa semana, Verstappen vai descansar também. Ele disse que pretende continuar na Red Bull, já tem falado que pretende continuar na Red Bull se a equipe continuar evoluindo. Na Áustria ele foi segundo colocado, elogiou o trabalho da equipe e tudo mais, né? Mas as atualizações da Red Bull recentes, elas não dão indício de que elas vão colocar o Verstappen para disputar coisas. E o Verstappen já tá pensando no ano que vem.

E o Verstappen é o cara que assim como o tetracampeão que ele é, ele quer disputar, gente. Ele já não gosta do atual regulamento, aí vai ficar nesse regulamento que ele não gosta e sem disputar? Então existe essa possibilidade dele acionar essa cláusula de contrato. Mas aí que tá, as alternativas são muito limitadas para o Verstappen. Ferrari, Ferrari já tem vínculo com seus dois pilotos. O Hamilton deve ficar, Leclerc vai ficar.

A gente anunciou o contrato do Leclerc recentemente. Mercedes, que seria o caminho para o Verstappen, inclusive ano passado teve as conversas com Toto Wolff. A gente noticiou muita coisa aqui. Putz, vai fechar, não vai fechar, vai fechar, não vai fechar, não fechou. O Verstappen e o Toto Wolff com a Mercedes. E agora o Russell já andou falando que é 100% que ele vai continuar lá o ano que vem na Mercedes. O Antonelli também deve permanecer na Mercedes no ano que vem.

Então o Verstappen não tem lugar lá não, não cabe 3 pilotos na equipe, né? Então Verstappen não tem lugar. O que sobra para o Verstappen? Procurar um lugar onde tem alguém insatisfeito. Onde tem alguém insatisfeito? Na Haas tem, tem. Ocon lá, o Con tá insatisfeito, e a Haas tá insatisfeita com o Con. Mas o Verstappen não vai procurar a Haas, não vai sair da Red Bull para ir para Haas. Então ele foi procurar a McLaren. Por quê?

Porque lá é onde temos um piloto insatisfeito, Oscar Piastri, onde temos uma equipe que procura dar uma certa moral para o Oscar Piastri, mas não dá talvez atenção que ele gostaria de receber. Com isso, Piastri está insatisfeito e tem declarado isso, não à imprensa, mas em bastidores. Ele não tá contente, ele não tá feliz, né? E aí, com isso, e com essa cláusula de Max Verstappen, e com essa reunião que aconteceu na Áustria, na casa da Red Bull, olha loucura, né?

Então a gente teve esses início de contatos iniciados pelo staff do Verstappen lá na Áustria, né? O Zak Brown, por sua vez, já deixou claro que o Norris e o Piastri não vão deixar a equipe, né? Então, por sua vez, ele trata de arrefecer essa possibilidade do Verstappen na Red Bull. E olha que loucura a situação do Verstappen, se você for analisar. Aí você me diz que é onde eu quero chegar, né? Porque de repente virou uma realidade, o Max Verstappen vai para McLaren.

Calma, gente, o que eu tô fazendo junto com você aqui é ler uma situação. Verstappen tá insatisfeito, Verstappen pode acionar uma cláusula, Verstappen vai estudar opções. Pô, então a cláusula tem que estudar opções. Inclusive, entre as opções do Verstappen, inclusive deixar a categoria, tirar um ano sabático. Eu espero que não aconteça, mas enfim, essa acaba sendo uma das opções. O que a gente tá fazendo aqui não é um boato de uma informação que pintou.

Que a gente tem informação que pintou é o seguinte: o staff procurou a McLaren porque tá estudando opções. A McLaren tem um piloto insatisfeito, que é o Piastri. O que foi feito aqui não é: eu tenho uma informação. Não, o que foi feito aqui foi ligar os pontos para que a informação, para que o boato se transforme numa informação, então para que a leitura se transforme num boato, que não existe nada de concreto ainda sobre uma possibilidade do Verstappen ir para McLaren, até porque essas conversas Não são exatamente assim.

Pode acontecer, pode. Verstappen tá estudando opção. Como diz o Gavi aqui toda vez, Verstappen é o tipo de cara que ele tem uma espécie de assento VIP na Fórmula 1, porque corre onde quer. Embora, embora a própria Fórmula 1 esteja provando que não é bem assim, talvez. E que talvez o Verstappen não tem assento tão VIP assim, né? Se não der certo com McLaren, vai ter que ficar na Red Bull, amigão. Você não vai para Racing Bull, você não vai para Haas, você não vai para Alpine, não vai, né?

Se ele fizer assim, claro, Alpine, Haas vão querer contratar, Audi vai querer contratar. Alguém falou mais cedo aqui, acho que o próprio Rogério, é, falou Verstappen e Bortoletto na Audi não seria um negócio legal porque porque no fim das contas o Max demanda todos os recursos para ele. É verdade, não seria legal para o Bortolese também, né? Mas o que foi feito neste caso de Max Verstappen e McLaren foi ligar pontos para que se crie um elo de interpretação da possibilidade do Verstappen ir para lá.

Tem, tem, conversou, se o staff conversou com a McLaren, tem possibilidades, claro que tem. Mas para isso precisa Primeira coisa, primeira coisa de tudo, precisa a McLaren topar. Precisa o Zak Brown falar assim: beleza, vem para cá, eu quero. Caso contrário, meu amigo, não, não vai rolar. Eu até acho que seria bobinho o Zak Brown não aceitar o Verstappen lá. Aceita, deixa, deixa, aceita, né? Mas eu não tenho certeza que ele vai aceitar.

O Zak Brown parece muito fiel aos seus pilotos. E eu particularmente aceitaria o Verstappen lá, né? Já a informação de troca, que seria o Piastri indo para Red Bull, né, faz parte do Liga os Pontos. Se um Verstappen vai, você tem um assento grande que vai ficar vago aí para que de repente a Red Bull compartilhe as suas vagas entre Max Verstappen e Zak Radjar. Entre Oscar Piastri e Zak Radjać. Seria uma dupla legal, inclusive, tá?

É uma dupla bem legal, Piastri e Radjać. Eu acho que o Radjać, inclusive, não sei, de repente leva até a melhor, né? Martin Brundle, ele faz uma leitura parecida, né? Ele é exploto, ele é muito bem informado, ele é comentarista, enfim. Ele falou assim, olha, acho que se ele pudesse sair da Red Bull, ele sairia, seja em 2027 ou 2028, para fazer algo novo, né? E ele falou assim, a gente vê muitos pilotos fazendo isso. Hamilton, por exemplo, fez isso para dar um reset, para ter um desafio novo depois de muito tempo numa equipe, né?

E aí ele falou que só Ferrari, Mercedes e McLaren seriam as equipes que poderiam interessar o Verstappen. Isso é um fato. Para um cara do tamanho do Verstappen, você desconsidera qualquer outra equipe. E aí ele falou assim, mas o Verstappen depositou uma confiança interessante na unidade de potência da Red Bull, e isso se mostrou uma decisão muito boa. Ele falou assim, problema que Max tem é que só tem 3 equipes que ele pode considerar, que são essas 3 que a gente citou aqui, né, fora a própria Red Bull, né.

E então, por parte disso, a gente começa a fazer, você vê que todo mundo vai numa mesma linha de raciocínio. Quando alguém virar para você e fala assim, nossa, vai trocar Verstappen em Red Bull, Verstappen e Piastri, na verdade, é uma linha de raciocínio, é mais uma linha de raciocínio natural que se segue do que uma informação de algo que esteja acontecendo. Não vai acontecer de novo? Não é que não vá acontecer, mas trate essa informação com muito cuidado, com muito cuidado, tá?

O Verstappen anda tão descontente que ele deu uma entrevista nesse final de semana em Silverstone E ele falou que continua conversando com Christian Horner toda semana, né? Ele até falou assim, ah, eu vi o Christian Horner andando por aí e tal, mas não tive tempo para encontrar ninguém. Agenda tem sido corrida aqui em Silverstone, né? Mais ou menos a mesma coisa e tal. E ele falou, mas eu converso com Christian Horner todas as semanas, mais ou menos como a gente faz com amigos, com pessoas que você conhece há muito tempo.

Né? Também não significa que, ai meu Deus, ele tá descontente com o Lohammer aqui, então por isso ele conversa com o Verstappen toda semana, com o Christian Horner toda semana. Não é isso também, tá? Mas ele tem criticado a Red Bull. Por exemplo, em Silverstone, em Silverstone ele falou que ele tava para chegar, tinha uma chance de chegar no pódio, né? E ele falou assim, ah, eu tive sorte com tudo que aconteceu ao meu redor. Teve a punição do Haas, meu tom pneu do do Russell perdendo pressão, problema do Kimi, né.

Então, embora a gente certamente fosse terminar no pódio, a gente aceita o resultado, claro, mas não seria algo tão merecido não, não seria algo merecido de forma alguma. Ele falou assim, a gente era muito duro com pneus, é muito, muito lento com pneus duros. Ele falou assim, nem sei como é que eu consegui manter os dois atrás de mim por tanto tempo, mas é isso, durante todo final de semana o equilíbrio do carro tava péssimo. Eu não tinha velocidade de reta nem em comparação com outro carro da equipe, que no caso seria o Radjar, que inclusive se classificou à frente dele.

Ele foi na mesma corrida, foi a mesma, e na corrida foi a mesma coisa, né, o que eu já previa inclusive. Então o Verstappen extremamente descontente depois de Silverstone, né. Já o Loham aqui falou que a Red Bull continua trabalhando, continua estudando bastante, deve abandonar ou estudar um novo conceito de asa traseira aí que não assente 80 graus, aquela que é uma carena da Ferrari, né? E o Loham aqui falou assim, ó, a resposta é que a gente faz o que for necessário para agir com total segurança.

A gente utilizou esse conceito aí em várias corridas desde Miami. Ainda é cedo na análise para concluir se o problema tá relacionado ao conceito da asa e não só um mecanismo. Né, ele falou, mas a gente vai investigar tudo cuidadosamente, todas as opções continuam em aberto, dando a entender que ele pode sim abandonar o Macarena ali para um novo conceito de asa traseira, para evitar que problemas possam acontecer. Se ficar claro para Red Bull que o problema foi o conceito, por isso a asa não fechou, a Red Bull abandona.

Caso contrário, Red Bull mantém, tá, o conceito de Macarena que dá velocidade de reta. Para a equipe, né? Rafa Castanho tá por aqui com a gente. Fala, Rafa, tamo junto! Ele falou: Verstappen tá chato demais, tá reclamando de tudo, reclamou até dos carros de Lego que andaram no último GP. E se eu não me engano, parece que o Alonso ganhou. É, o Alonso ganhou a corrida lá. Ele reclamou antes, mas na hora tava se divertindo também, tava dando risada, tava tirando foto, enfim, né?

Ele falou que viu algumas imagens e pareceu que todos estavam se divertindo. Eu vi imagem inclusive do Max rindo para caramba durante a corrida, mas um dia antes ele reclamou, assim como outros pilotos reclamaram também, tá? Enfim, aí ele falou, por mim que saia logo da Fórmula 1, já que algo para ele que tá, que para ele tá tudo ruim. Commander tá falando aqui, curioso, não é mesmo? A velha geração criticando a FIA e a nova apoiando.

É, né? O Diego Moreira, imagina só Orange Army no GP da Holanda, da Áustria, né? O Zeke Brown iria loucura. É, ou nossa, McLaren laranja, Holanda, eles de laranja, tudo laranja, né? Vixe Maria. Adriano Palmiro: eu acho que ele sai. Quando saiu do carro em Silverstone, me pareceu que ele ficou muito p da vida e logo já desencanou, do tipo, não dá mais, chega para mim. Saiu virando as costas. Acho que a chave virou. Eu tive uma sensação, claro que isso não é informação porque a gente não sabe o que tá dentro da cabeça do piloto, né, Adriano?

Mas eu tive uma sensação muito parecida com essa sua, hein? Muito parecida. Gerson Nogueira: acredito que o Max deveria esperar mais um ano porque esse regulamento mudou muita coisa. É esperar mais um pouquinho para ver se a Red Bull se acerta, porque hoje a McLaren não tá tão diferente. Isso é um ponto. A McLaren também tá lá, essa, mas a McLaren é o que sobrou. Se perdeu a paciência, sei lá, dentro já teve o racha de vez, né?

Aí é difícil continuar na Red Bull, viu? Aí é difícil. Commander, nisso eu admiro a resiliência do Alonso. Imagine Aston Martin voltando à elite da ponta no que vem. Alonso triunfará pela resistência. Quão admirável seria se isso acontecesse? Mas faz tempo que essa resiliência do Alonso tá punindo ali já, né? Garcia Posto: sempre quando vão renovar fazem esse barulho. Não, mas não tá para renovar, ele tem contrato até 2028. Contrato ele tem, tá?

Também o Rafa que falou assim: entendi, achei que o Max tinha reclamado depois da corrida de Lego, né? Então ele reclamou antes. Ah, o que que um dia antes? Que que você acha da corrida de Lego que vai ter amanhã? Ele foi lá e Soltou o dele lá, né? Aí no dia seguinte tava rindo, tava brincando igual todos os outros. Até porque deve ser divertido correr naquele negócio, hein? Eu queria, eu queria muito. Sérgio Adriano disse: ah, eu achei legal inclusive que dessa vez eles fizeram uma estrutura melhor para os carrinhos de Lego lá, porque na outra corrida de Lego que teve era peça espalhada por tudo quanto é canto.

Ficaram até com medo de ter algum problema, furo de pneu e tal. Esses carrinhos perdia algumas pecinhas, claro, mas os carrinhos estavam mais firmes, né? Tanto que eles se bateram um pouquinho mais. Sérgio Adriano de Souza: Verstappen merece um carro melhor, só não sei onde ele se encaixa. Então tá difícil inclusive ter um carro muito melhor, né? E o Parrala: é por esse motivo que uma equipe não deve se dedicar totalmente a um piloto, se tornou refém.

A chefia tá corretíssima ao pressioná-lo. Não, mas a chefia não tá pressionando Verstappen, foi o contrário, né? E assim Esse é para te colocar para pensar, tá, Parhala? E todo mundo, claro, que tá acompanhando. Equipe não deve se dedicar totalmente a um piloto, mas aí esse piloto é um gênio e aí ele te traz 4 títulos. E aí você se dedica ou não se dedica, né? Valeu a pena? Depois, quando ele sair, a gente vai fazer um saldo lá.

Valeu a pena a Red Bull se dedicar exclusivamente a Max Verstappen? Eu acho que até agora sim, valeu, porque foram 4 títulos. Títulos, né? E 4 títulos no braço, fora todo o desenvolvimento dele como piloto e como acertador desse carro que venceu 4 títulos. Então é algo para se pensar sempre, certo? Bom, quem tiver curtindo essa edição de hoje, sempre aí do nosso podcast F1 Mania em Ponto, pode aproveitar, claro, para deixar seu like com a gente aqui.

Você pode mandar sua mensagem, claro, sempre no chat. Mas assim, deixa seu like. Por que que a gente fala sempre deixa o like? A gente tá aqui todo dia, de segunda a sexta-feira, trazendo um pouco do que tá rolando aí no mundo da Fórmula 1, do esporte a motor como um todo. E a gente, esse like ajuda muito a gente para o YouTube entender um pouco da relevância do nosso conteúdo e poder mandar esse vídeo para mais pessoas, para que mais pessoas possam conhecer nosso podcast.

Então deixa o like aí, se inscreve no canal, ativa as notificações para você saber quando saem os vídeos. Mas ao vivo todo dia, 9:30 da manhã, depois fica tudo disponível para você acompanhar aí nos diversos aplicativos, inclusive, claro, aqui no YouTube. Hoje, quarta-feira, 8 de julho, somos o 40º. A gente estacionou ali no 40º. Legal isso, né? Somos o 40º podcast de esporte mais ouvido do Brasil. Então muito obrigado. Esse número não é só nosso, esse número é seu também que acompanha a gente, tá certo?

Valeu demais, vamos que vamos! Segundo bloco do FM Mania em Ponto. Podcast F1 Mania em Ponto. Segundo bloco do nosso F1 Mania em Ponto por aqui hoje, quarta-feira, dia 8 de julho de 2026, e a gente segue por aqui falando bastante de Fórmula 1. Dessa vez a gente comenta sobre a FIA, que tá querendo acabar com esse negócio de equipe cliente, tá? O que que é equipe cliente de motor? É a McLaren que tem a sua equipe, mas ela compra motores da Mercedes.

É a Haas que tem a sua equipe, mas ela compra motores da Ferrari. Então o Mohammed Ben Sulayem, além de querer adotar motores V8, que são mais baratos, mais leves e tal, mais barulhentos, né, ele quer também acabar com esse negócio de equipe cliente. E aí o plano provável por enquanto para 2031 seria um motor V8 aspirado. Sim, tem uma unidade elétrica, só que ela é menor, então vai reduzir custo, vai reduzir peso dos carros, possivelmente tamanho dos carros, né?

Motores menos complexos também, que ajudariam a resolver uma preocupação recente aí da FIA, que são as relações, que é a relação entre as equipes ligadas ao mesmo fabricante. Zack Brown enviou recentemente uma carta para FIA reforçando aí as críticas que ele tem à estrutura de Red Bull e Racing Bulls. Ele não gosta, já criticou, né? E o Ben Solheim falou o seguinte: não vai haver controle de uma equipe sobre a outra, equipe A sobre equipe B que é abastecida com seus motores.

É o caso de Ferrari e Haas. A Ferrari tem uma vaga lá dentro da Haas, por exemplo, né? Ele falou assim: se for acessível A gente vai ter um motor para o resto das equipes B, para que ninguém possa usar isso como alavanca, né? Tipo, ah, votem assim ou a gente não vai te dar um motor muito bom. O que que aconteceu recentemente também? E aí você vê o tamanho da retaliação, né? Recentemente a gente teve uma votação para mudança de regras já em 2027.

Audi e Ferrari eram contra. Né, para aumentar mais a potência do motor a combustão e diminuir a potência elétrica. Hoje a gente tem 6 votos, que são os votos dos fabricantes de motores. A gente tá falando então de Mercedes, Ferrari, Red Bull Powertrains, Ford, calma que tem uma Audi, né, e calma que tem mais, enfim. E a gente tem também a Cadillac, a General Motors, que é uma fornecedora de motores também, né? E o que que acontece?

Red Bull e Mercedes, elas eram a favor de se manter, de se mudar as regras para o ano que vem, né? Eu também tô com saudade do Gavi, viu? Commander, elas eram a favor de manter as regras para o ano que vem. Ferrari e Audi eram contra. Quem desempatou isso? A Cadillac. A Cadillac desempatou isso com seu voto porque ela já tem voto de fornecedor de motor. Como que ela fez isso? Com pressão da Ferrari, que fornece hoje motores para Cadillac.

Então é como o Ben Solanha falou assim, a gente não quer que as equipes B usem, as equipes A usem as equipes B como alavanca para votar, tipo, votem assim ou não lhes daremos um motor bom. Então ela quer acabar com esse negócio de equipe cliente. Então é mais ou menos isso. Hoje a Renault não tá mais na Fórmula 1, certo, certo. Então teria a Renault fornecendo motores para Fórmula 1 E assim, se você é a Cadillac e você não, não tem motor ainda, você não vai comprar um motor da Ferrari, você não vai comprar um motor da Mercedes, você vai comprar esse motor Renault, que é o motor da categoria.

Essa é a ideia da FIA hoje, tá? É acabar com as equipes clientes de motores e criar um motor independente para as equipes, claro, não ficarem a pé. Quem seria não sabemos, mas é um motor que vai ser selecionado pela FIA, né? Mais ou menos quando a Cosworth, por exemplo, ela tinha 3 equipes ali na Fórmula 1, tinha HRT, tinha Caterham, tinha Virgin, e eles usavam motor Cosworth, né? Então pode ser que apareça uma Renault que não tá mais, pode ser que apareça uma Cosworth, pode ser que apareça, sei lá, a Mecachrome, né?

Enfim. Criando um motor para que essas equipes clientes usam, né? O Ben Sulayan não quer mais essa relação de equipe com equipe cliente. Hoje a gente tem a Mercedes fornecendo para Mercedes, claro, né, para McLaren, para Alpine, para Williams. Tem a Ferrari fornecendo para Ferrari Cadillac e Haas. Red Bull fornecendo para Red Bull e Racing Bulls, que é outro ponto de atenção, que são equipes do mesmo proprietário. A Audi Aí a gente tem a Honda, que eu tava esquecendo, né, que é quem fornece motor para Aston Martin, né.

Então a ideia mais ou menos essa. Outra coisa que a FIA estuda, ainda não, não tem nada certo, mas que a FIA estuda é reabastecimento, né. O Ben Sulayem, numa entrevista recente, ele falou assim: olha, a gente tá estudando reabastecimento nesse momento, não é uma preocupação para a gente se isso for feito de maneira correta, não tem nada decidido ainda. A gente tá analisando reabastecimento com o nosso combustível sustentável, eletrificação, né?

Então pode ser que a gente possa trabalhar com mais de 10% de eletrificação, sim, né? Estamos abertos a possibilidades, né? Então eu particularmente não gosto do reabastecimento porque eu acredito que as equipes, as corridas muitas vezes ficam extremamente dependentes do do reabastecimento. Isso inibe ultrapassagens, inibe disputas hoje que estão mais concentradas aí no desgaste de pneus, né? E aí teria o componente peso, componente tempo do box, aquelas coisas todas são coisas que mudam, ficaria muito mais estratégico, né?

E eu particularmente não gosto muito, mas as mudanças de equipe cliente Não é que eu não gosto, eu gosto porque eu acredito que muitas vezes realmente tem uma relação de conflito de interesses na Fórmula 1 por conta de uma montadora que, ou de uma equipe que fornece motores para outra. Eu acho que isso pode gerar um conflito de interesses, como a gente falou aqui no voto da Cadillac contra a mudança das regras do ano que vem, porque a Ferrari hoje fornece motores para Cadillac.

A própria Ferrari Ela, ela tem, ela é dona de uma vaga na Haas. Isso para mim gera um certo conflito de interesses. Ah, mas, ô Garcia, por que que você tá reclamando? Essa vaga vai parar no colo de um brasileiro ano que vem. Que legal, também tô torcendo para o Rafa Câmara ir para fora, Câmara ir para Fórmula 1, mas eu não gosto dessa, desse desse peso que a Ferrari tem ali na vaga da Haas, né? Então eu acharia interessante. A preocupação aqui é que assim, aí beleza, você vai colocar lá a Renault, a Mecacrom, a Cosworth para ceder motores para outras equipes, né?

E a qualidade desse motor, já que Mercedes hoje investe muito na qualidade do seu motor porque Ela também compete, ela também precisa utilizar um motor que seja bom, ela precisa desenvolver aquele motor para que ela própria conquiste resultados, né? Mas e uma equipe, uma montadora que não tá concorrendo? Claro que tem o mercado. Se for Renault, por exemplo, não vai querer fazer um motor ruim porque isso não é interessante para ela.

Agora, se for a Cosworth, a Cosworth não vende carro. Para a Cosworth, tanto faz, ela pode só vender esses motores e pronto, né? Então eu tenho dúvidas apenas com relação a isso, né, com relação à qualidade desses motores que seriam cedidos para essas equipes que seriam as ex-clientes, no caso futuras ex-clientes, né? Então essa é só minha restrição. Gosto da ideia de acabar com essa relação de dependência, mas tenho minhas restrições, tenho meu pé atrás com relação à qualidade.

Desses motores, né? Enfim, é isso. Nael tá perguntando para gente aqui: bom dia, o outro apresentador tá de férias, o Gavi? Sim, infelizmente o Gavi tá de férias. Faz falta aqui, né, Nael? Faz falta demais. Mas na sexta-feira ele tá de volta, tá bom? Aí o programa volta a ficar incrível novamente. Beleza, tamo junto aqui. O Rogério falando que no fim tudo se resume a faturamento, mais fabricantes de motores, mais dinheiro circulando.

É isso também. Commander, eu adoraria que a FIA desse algum tipo de relevância às sprints. Um grid invertido não, pelo amor de Deus, eu tenho horror a grid invertido, né? Seria uma chance para as equipes retardatárias. Algo precisa ser feito. Elas estão lá atrás, Commander, porque simplesmente não fizeram. É exagero falar que não fizeram a lição de casa, né? Mas não fizeram o trabalho que as da frente fizeram. Aí você vai punir as da frente, você ainda vai misturar o grid, até dá um agito, mas é um agito extremamente artificial e até perigoso você colocar os lentos na frente, os rápidos atrás, principalmente numa largada, né?

Então eu não, não gosto da ideia de grid invertido, não tenho meio que aversão. Alisson de Souza: fala, Garcia, passando só para parabenizar pelo ótimo trabalho de vocês. Primeira vez no ao vivo, sempre acompanhando pelo Spotify. Alisson, valeu demais, meu querido, tamo junto, né? Obrigado, a gente fica muito feliz com carinho aí pelo trabalho que a gente faz todos os dias aí. E muito obrigado, tá? Também o Kumatora Brasil me lembrou os motores Jude Hart que eram montados de forma independente.

Equipes nanicas compravam para ter motor. É porque eram competidores, eram garagistas, né, que fabricavam esses motores para competir. Então, poxa, era muito legal, né, o motor Hart e o Judd. E aí a gente tinha também o caso de algumas equipes que montavam motores de outra montadora, a Mugen. A Mugen montava motor Honda. Honda saiu da Fórmula 1, mas motor dela continuou por alguns anos na Fórmula 1 preparados pela Mugen. Então tinha algumas, algumas coisas legais assim que a gente conseguia ver.

A própria Cosworth, a Renault, quando sai da Fórmula 1, motor dela continua sendo preparado pela Meccachrome, que eu citei aqui hoje inclusive. Então eram coisas bem legais que aconteciam nos anos 90, nos anos 80. Né? Enfim, Edinho Gomes Garcia, bom dia. Pouco se falou da estratégia da Hannah Schmidt, que é estrategista do Verstappen. Ela o recolocou na briga pelo pódio antes do acidente. Gosto muito dessa menina. A Hannah Schmidt é incrível, né?

Ela é maravilhosa, ela é espetacular, inteligentíssima, rápida de raciocínio, né? Neste caso de Silverstone, o Verstappen ia chegar no pódio muito contando com punições e problemas, né? O problema do Russell, as duas Mercedes tiveram problema, o Antonelli e tal, ia ser muito por isso. Mas sim, ela é incrível para manter o piloto ali também competitivo e com chances de chegar lá mesmo com os problemas que ele próprio tem, né? Mas é isso, gente, vamos partir aqui então para o nosso terceiro bloco.

Terceiro bloco do F1 em Ponto aqui nessa nossa quarta-feira para falar sobre Gabriel Bortoletto. Alguém brincou aqui, né, mais cedo, puxa vida, que, que eu acho que foi o Comando que falou assim, ah, então os novatos defenderam o regulamento, né? Pois é, Bortoletto foi um dos que defendeu o atual regulamento da Fórmula 1, pedindo para os pilotos deixarem críticas de lado. Falou que tá na hora de aceitar as novas regras. Né? A gente tem essa divisão de potência aí que é quase 50%, 50% entre combustão e eletricidade, né?

E em Silverstone isso foi um problema que passou meio despercebido, mas foi sim um grande problema. E ele partiu em defesa, ele falou assim: eu não acho que a Fórmula 1 perdeu sua magia. Ele falou assim, a gente ainda tá passeando pela Copse a cerca de 280 km/h e eu ainda preciso aliviar o pé para fazer aquela curva. E ele falou assim, olha, eu acho que a gente precisa virar essa página. Essas são as regras com as quais a gente tá convivendo agora, e você ainda tem gente reclamando disso?

É só virar a página. Ele fala assim, esse é o regulamento que a gente vai ter até 2030 e pronto, né? Aí ele falou, quando a gente chegar a 2030, tiver um novo regulamento, a gente volta a discutir isso, mas a gente não pode passar 3 anos falando da mesma coisa. Os carros continuam divertidos de pilotar, são só diferentes, a gente precisa se adaptar. É assim que a vida é, diz Bortoletto. Bortoletto chegou agora, né, e ele pilotou um ano, né, os carros do ano passado, uma Sauber bem ruim, por sinal, e agora tem uma Audi um pouco mais promissora.

E não é que eu acho Viu, Bortoletto? Não é que eu acho que você não tenha que aceitar ou que você não tenha que elogiar ou qualquer coisa, né? Eu só acho assim, eu fiquei com uma dúvida na declaração do Bortoletto. Bortoletto gosta desse regulamento? Ele aprova este regulamento e acha que tem que ficar assim? Ou ele acha só que tem que aceitar e tudo bem. Porque eu acho que uma das coisas mais maravilhosas do ser humano, e que a gente não pode perder nunca, porque é o que nos move, tá, Bortoletto?

Que faz com que a gente ande para frente é a insatisfação, tá? Por que que o ser humano inventou a roda? Ou porque ele não aguentava mais carregar peso, não aguentava mais arrastar as coisas. Coisas, que o ser humano precisa mudar as coisas de lugar o tempo inteiro, ir para outros lugares. Aí inventou a roda. A gente não sabe nem quem foi. Essa é a invenção talvez mais misteriosa da história da humanidade. A roda foi inventada por uma insatisfação.

Por que que se inventaram, sei lá, o elevador? Porque alguém tava insatisfeito. Subir escada toda hora, quero ir lá em cima e não dá. Vamos fazer um negócio aqui que puxa uma caixa com gente dentro, elevador. A insatisfação faz com que a gente melhore, Bortoletto. Se você gosta deste regulamento, tá tudo bem, e tá tudo bem mesmo, porque se o cara gosta, ele tem que curtir ao máximo isso daí. Agora, se você não gosta Não aceite tão passivamente assim, né?

Afirme, diga para as pessoas que você não gosta, critique se preciso. Não precisa ficar— eu entendo talvez o ponto de que você não precisa ficar metendo pau toda hora, mas critique, exerça seu poder de opinião, exerça sua liberdade de insatisfação e coloque sua insatisfação na mesa para que você também e todos se movam. Se movimentem. A gente se movimenta na insatisfação, que a gente tá incomodado. Sabe o sair da zona de conforto, Bortoleto?

Então, quando a gente sai da zona de conforto, a gente se movimenta. Então a gente não pode aceitar tudo. Ah, deixa assim, tô sem dinheiro, tia quieta, vou ficar aqui em casa do mesmo jeito. Então, se os pilotos estão insatisfeitos, deixa eles, Bortoleto, deixa eles praticarem satisfação deles, assim como a gente Obviamente deixa vocês, se você gosta desse regulamento, tá tudo certo, mas deixa eles também, tá bom? Não sei se eu gostei dessa declaração do Gabriel Bortoletto não, tá?

Posso ler sim, o Commander falando aqui: Bortoletto é filho de dirigente de categoria, então atitude esperada e politicamente correta. Polêmico sim, mas é inteligente. Pode ser, pode ser, pode ser. Diego Moreira: Gabriel tá defendendo as diretrizes da casa dele, bem na real, e não tá errado. Daniel Souza: Alonso, Max Hamilton gostam de mídia física, Bortoletta é mídia digital. Com Motora Brasil: o inventor do espelho não gostou da própria criação, pois viu que era feio.

Sensacional! Vamos lá, tem muita coisa aí que invenção é isso, movimento é isso. Para categoria melhorar, ela vai precisar dos insatisfeitos Se todo mundo ficasse quieto, a Fórmula 1 não teria nem se mexido. A gente estaria com aquelas corridas ruins da Austrália até agora, e mudou pouquinho para 2027. Então tem que criticar. Quem acha que tem que criticar, deixa criticar, Bortoletto, pelo amor de Deus, né? E o Daniel Souza tá falando que o Bortoletto é brasileiro e tá acostumado com a política no Brasil.

Eu teria até um comentário que me veio na ponta da língua aqui quando você falou isso, mas deixa quieto, não vou nem fazer. Não vou nem fazer, né? Mais uma rapidinha aqui, porque tem a contrapartida, né? Já que a gente falou do Bortoletto, vamos falar do professor do Bortoletto, vamos falar do empresário do Bortoletto, porque eu, do mentor do Bortoletto, que é o Fernando Alonso, né, que ainda é empresário do Bortoletto, o Alonso tá dizendo que as atuais regras reduzem a importância do talento.

E nossa, como eu Concordo com Fernando Alonso. Desculpa, Alberto Leto, mas nossa, eu concordo demais com Fernando Alonso. Ele falou assim, bom, depende do que os fãs e a categoria querem hoje. Ele falou assim, vocês viram na corrida sprint pessoas ultrapassando no meio da reta com mais bateria, então não existe mais a participação do piloto ou talento necessário para ultrapassar o carro à frente. Vou falar um negócio polêmico aqui que as pessoas vão ficar bravas.

Eu já falei, mas as pessoas vão ficar bravas mesmo assim porque sempre ficam. Mas enfim, continuando a declaração do Fernando Alonso, ele falou assim: hoje a gente não precisa frear mais tarde, ultrapassar por fora ou assumir nenhum tipo de risco. É só apertar um botão e ultrapassar se você tiver uma unidade de potência melhor que a do carro da frente. Mais bateria, mais carga de bateria, melhor gestão de energia. Foi isso que ele quis dizer, né?

Quem concordou com Fernando Alonso? Damon Hill, né? Essa é a minha preocupação: estamos à beira de uma tomada de controle da humanidade pela inteligência artificial. Precisamos entender o que a gente quer para nós mesmos, reivindicar isso mais rápido possível. A Fórmula 1 é um prenúncio do que está por vir. E então vamos lá. E o Comandante fala: é, o pai do Alonso não é dirigente de nenhuma categoria. Muito bom, isso foi muito bom, ô Comandante.

Mas enfim, que que acontece que as pessoas ficam bravas? Vou dar um exemplo. Nunca um companheiro de equipe do Verstappen andou tão perto dele. Radjar largou na frente, inclusive na Inglaterra. O que é o talento de um piloto? Frear mais forte, fazer um traçado melhor, assumir este traçado melhor com maior carga de velocidade. Isso é ser um grande piloto. Então, quando o talento se sobressai, os pilotos fazem tudo isso: freia certo, contorna certo, contorna rápido.

Hoje a gente tem um problema na Fórmula 1. As curvas mais desafiadoras, elas são feitas de forma mais lenta. Por quê? Trecho mais legal de Silverstone, pilotos tirando o pé para carregar a bateria. Freiam tão em cima? Não, é um pouquinho menos para carregar a bateria. Com isso, vamos supor, eu acho que o Rajar não tem talento para andar na frente do Verstappen, mas largou na frente do Verstappen na Inglaterra. Por que será? Será que porque eventualmente ele não precisava ser tão rápido nas curvas mais desafiadoras do circuito?

E aqui é o que incomoda todo mundo. Todo mundo tinha certeza que o Russell ia ser campeão esse ano e o Antonelli tá na frente. Será que é porque ele não precisa ser tão rápido assim, mais inteligente, mais esperto, pensar mais rápido? Coisa que as gerações mais novas já, mais novas já fazem. Ou se amanhã eu tô com operação de equipamento aqui Se amanhã chegar um garoto mais novo que eu focado em resolver isso aqui, ele vai resolver mais rápido que eu, porque é isso mesmo, as coisas se renovam.

Será que não é esse o caso da Antonelli? E é o motivo pelo qual— ai, Garcia é um fenômeno, é um fenômeno! Calma, não sei. Eu tô— é um candidato a fenômeno, mas eu prefiro— eu escolhi esperar. Não tinha aquele negócio do escolhi esperar? Eu escolhi esperar porque eu não sei, eu não sei, gente, se ele é esse fenômeno tudo que falam. E até acho que não, mas aí já são outras coisas, né? Então eu concordo total com Alonso. Ele reduz esse regulamento atual, quando você pode ser mais lento numa curva para você ganhar mais velocidade de reta lá na frente, né?

Ele reduz a dependência do talento. Não é que reduz o talento, mas reduz a dependência do talento, e com isso nivela, e nivela por baixo os pilotos. E aí acontecem coisas como um Radial andando na frente do Verstappen e um Russell andando muito, um Antonelli andando muito na frente do Russell. Não tô dizendo que é por isso, mas me faz pensar que talvez, quem sabe, possa hipoteticamente ser por isso. Tá, então não gosto. E aí até o Comando tá falando nos programas pré-temporada desse ano: você gabaritou o Russell campeão?

Sim, né? E por que será que tá tão atrás, né? Mas enfim, mas é fato, o Russell, o Antonelli não fez corrida ruim esse ano e tal, e tem todas as outras coisas. Claro que ele tá muito bem, né? Floripa está insatisfeito, pede para sair. Quem paga a conta coloca suas condições. Então é o que tá acontecendo, cara. Que bom se fosse assim, que fácil se seria assim, né? E a Fica uma porcaria, cheia de piloto que aceita correr de graça, cheia de piloto que aceita fazer qualquer coisa.

Cara, não perca a sua capacidade de reclamar e de questionar as coisas não, senão é o mundo que vai controlar você, tá, Floripa? Aí sei não, cara. Ai, tá insatisfeito, pede sair. Não, quando eu tô insatisfeito eu brigo por coisas melhores para todos, de preferência, não para mim. Se for algo só para mim Aí assim, pede para sair. Mas se for algo coletivo, não, você tem que brigar, cara, tem que brigar, né? Acho que o Alonso tá tendo dificuldade de apertar aquele monte de botões.

Alonso nunca teve dificuldade de apertar os botões, não. Até outro dia aí, até 2023, enquanto a Aston Martin entregou um carro bom para ele, tava lá conquistando pódio e tudo mais. É um dos grandes pilotos da história recente da Fórmula 1 aí, né? Mas é isso, né? E o Gerson Nogueira: acredito que os pilotos mais novos se adaptaram melhor por não ter ainda os vícios dos carros antigos. Perfeito isso também, é isso. Só que aí não é o talento prevalecendo, né, Gerson?

É adaptabilidade a algo ali. Então não sei se é esse o caminho que a Fórmula 1 quer seguir, mas enfim. Mais uma aqui, mais uma rapidinha. Para a gente seguir. Liam Lawson falando, não, Lindblad falando sobre Lawson em Silverstone e resolveu esclarecer depois o rádio dele, né, uma troca de mensagens que aconteceu entre o Lindblad e a Racing Bulls. Que que aconteceu, né? Deram a entender que o Lindblad tava incomodado quando perdeu a posição para o Lawson na Brooklands, né?

E segundo o Lindblad, não é que ele tava insatisfeito com o Lawson. A ideia não era bater de frente com Lawson, não. Ele tava insatisfeito com uma falha que aconteceu no sistema de gerenciamento da bateria, e isso comprometeu o desempenho dele durante a prova. Tanto é que a gente citou várias vezes aqui que o Bortoletti teve sempre ali, né, próximo de repente da Racing Bulls, podendo conseguir alguma coisa, né? Racing Bulls voltou a somar pontos em Silverstone.

E o Lindblad, o rádio que pegaram do Lindblad, foi ele falando assim: que droga, sinceramente, né? Aí o engenheiro fala assim: a gente vai recuperar o que a gente merece, mantém o foco. Deu a entender, né, que era algo com Lawson, né? Tanto que ele, ele, o Lindblad, no final da corrida falou assim: parabéns, mais um grande resultado. E o Hamlin respondeu: ah, desculpa pela primeira volta, culpa foi nossa. E aí o Lindblad falou assim, ah, vou ser sincero, isso realmente me incomoda, né?

E aí o engenheiro falou assim, ah, foi um bom dia para equipe, mas não foi bom o suficiente. Precisamos dar a vocês todas as ferramentas e faremos o melhor. Aí depois o Lindblad falou assim que foi um dia muito bom para equipe. Ele falou assim, do meu lado do box eu não tô totalmente satisfeito porque a gente teve novamente um problema de gerenciamento de energia na primeira volta. Então se isso não tivesse acontecido, eu teria conseguido permanecer na frente do Lawson.

Mas independente disso, foi um ótimo resultado para equipe. Então ele quis esclarecer que não foi uma reclamação direcionada ao Lawson e sim ao que aconteceu ali no carro, gerenciamento de energia no caso, certo? É isso, gente. Bom, quem quiser entrar em contato com a gente sempre pode através das nossas redes sociais pessoais, pode mandar mensagem para mim, pode mandar mensagem para o Gavi também. Gavi que volta na sexta-feira aqui.

Meu Instagram é esse, @carlosgarciafm. Então muitíssimo, muitíssimo, muitíssimo obrigado pelas mensagens que a gente recebe aqui de sempre, que eu vou inclusive ler uma aqui do Justo Daniel, né? Fala, Garcia, eu nunca mandei mensagem aqui, mas como vocês sempre dão liberdade no podcast, eu vou mandar. Isso mandou no meu Instagram pessoal, gente. Pode mandar mensagem para mim sim, @carlogarciafm, beleza? Ele falou: parabéns pelo programa, escuto sempre F1 Maninho em Ponto, comecei a acompanhar com mais afinco a Fórmula 1 2025.

Vocês têm me ajudado muito a entender a Fórmula 1 2026, tá complicadinha, né, Justo? Ele falou, nunca pego vocês ao vivo, mas sempre que eu saio para treinar eu fico escutando o programa. O F1 Mania deixa a Fórmula 1 mais legal. Que bacana a mensagem! Gosto, gosto, gosto, gosto, gosto! É isso. E o obrigado, viu, Justo? Pode mandar mensagem sempre que você achar que deve aí. Adriano Palmiro, que tá aqui no nosso chat inclusive, ele falou, coisas novas sempre tem essa resistência, regulamento novo, mais detalhes.

Lembro que Beatles já foi considerado junk music. Verdade, verdade, verdade. Na arte tem muito disso também, né? Doug Doido, fala, Doug, tamo junto! Ele falou assim: parabéns, Garcia, que frase bem colocada. Esporte de alto rendimento nem saudável é. Isso é uma verdade brutal. Atleta pode até conseguir ser longevo, mas tudo tem seu preço. Uma hora a conta chega. É verdade. Cara, é verdade, o esporte de alto nível nem saudável é, porque você pega aí os ex-atletas depois de anos praticando o seu esporte, ele sofre, sofre muito, muito, engordam muito, depois começa a ter problemas das inflamações e das lesões e recorrências de dor.

Não é saudável esporte de alto rendimento. O esporte é saudável, gente. O esporte de alto rendimento muitas vezes não o é, tá? Então a gente tá falando, sei lá, não é que o Cristiano Ronaldo não seja saudável, ele é, mas tem um preço a pagar, né? Você pega, sei lá, Simone Biles, né? Às vezes o preço é psicológico, né? Ronaldo Fenômeno, o preço foi físico. Encerrou a carreira cedo, dores no joelho. Haaland abdica de coisas da vida também que fazem bem para gente.

O cara não sai, o cara não é que ele não se diverte, exagero falar isso, mas a vida social do cara é restrita. Pode ser uma opção, mas assim, o esporte de alto rendimento sempre vai tirar alguma coisa do esportista de alto rendimento. Tá, então pilotos, enfim, isso vale para todo mundo, mas pratiquem esporte assim porque é bom demais, né? RTG também tá com a gente por aqui. Obrigado, RTG, tamo junto, valeu pela presença aqui também.

Mais uma mensagem do YouTube de ontem. Você que tá assistindo aqui, você pode deixar seu comentário que a gente lê amanhã, tá bom? O Amir: o Gabi tá fazendo a parte dele, a Audi é quem tem que melhorar. É mais ou menos por aí. Ele tá fazendo a parte dele, com direito a seus vacilos que ele andou cometendo, sim, né? E a gente falou aqui, mas a parte dele ele tá fazendo, certo? Vamos nessa, né? Tá na hora, tá na hora, tá na hora, tá?

É hora, é hora, é hora, é hora, né? Como que vamos? Obrigado todo mundo que acompanha a gente aqui no chat, fora dele, no áudio, no vídeo, no ao vivo, no gravado, todo mundo que acompanhou a gente. Não esquece de deixar seu like, ele é muito importante para gente. Faz a sua inscrição no nosso canal aí, ativa as notificações. Você que tá conhecendo agora, a gente tá ao vivo aqui de segunda a sexta, 9:30 da manhã, com o nosso F1 Mania em Ponto, sempre falando de Fórmula 1.

Então tem Fórmula 1 todo dia para você. Vem com a gente nesse formato de bate-papo que a gente gosta mesmo, e depois fica tudo disponível, claro, para você acompanhar, tá certo? Muitíssimo obrigado, a gente se fala amanhã. Tamo junto e tchau! Informações diárias do mundo do esporte a motor, podcast F1 Mania em Ponto.

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