Por que Silverstone pode marcar uma virada para Leclerc e Bortoleto | EM PONTO #944
Silverstone pode ter sido mais do que uma boa corrida: pode ter sido o começo de uma virada real para Charles Leclerc e Gabriel Bortoleto na Fórmula 1.
No vídeo de hoje, eu analiso por que o fim de semana em Silverstone pode representar uma redenção dupla: de um lado, Leclerc voltando a respirar em meio à pressão e às cobranças na Ferrari; do outro, Bortoleto dando uma resposta importante e mostrando por que tanta gente aposta no seu futuro na F1.
Será que foi só um bom resultado… ou estamos vendo uma mudança de cenário para os dois?
Comenta aí: para você, foi redenção mesmo ou ainda é cedo para falar em virada?
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Charles Leclerc
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Bortoletto e Hülkenberg, uma hora a redenção chega, né? E aparentemente foi isso que aconteceu tanto para o piloto brasileiro quanto para o piloto monegasco. É um pouco disso que a gente vai falar nessa edição de hoje aqui do nosso podcast F1 Marinho Ponto dessa terça-feira. Valeu demais pela sua presença, a gente tá sempre aqui, né, de segunda a sexta-feira, trazendo um pouco do que tá rolando aí no mundo da Fórmula 1, do esporte motociclístico como um todo.
Muito prazer, eu sou Carlos Garcia e o Gabriel Gavinelli, que tá sempre comigo aqui todos os dias também. Você que tá conhecendo a gente aí, né, sempre apresentado por mim, pelo Gavi, ele volta na próxima sexta-feira para a gente continuar falando de Fórmula 1 em dupla por aqui. Mas vamos que vamos, aproveita aí, já deixa seu like, se inscreve, faz aquela coisa toda aí para a gente seguir e para você ficar muito bem informado quando o assunto é Fórmula 1.
Hoje é isso, né, hoje a gente vai falar sobre Charles Leclerc e a sua redenção suas declarações, que ele pensa, rebatendo críticos também, porque o Leclerc veio recebendo muitas críticas nessa temporada 2026, até pela ascensão do Hamilton, né? E também o Gabriel Bortoletto já vinha ali cercado de críticas porque o resultado não vinha, os pontos não vinham. Enfim, esses vão ser alguns dos assuntos que a gente vai trazer aqui nessa edição de hoje do nosso F1 em Ponto, e também no terceiro bloco lá A gente vai fazer um bloco grande, maior de mensagens, e também vamos falar sobre Oriente Médio e sobre a corrida, o Grande Prêmio do Bahrein, que deve voltar a ser realizado ainda nessa temporada 2026.
Temos chances aí, a gente fala sobre isso durante essa edição de hoje. Beleza, valeu demais, vamos que vamos! Hoje, terça-feira, 7 de julho de 2026, podcast F1 Man in Ponto tá no ar. F1 Mania em Ponto. Então vamos lá, né? F1 Mania em Ponto por aqui para a gente falar sobre Charles Leclerc, né? Já dando bom dia para todo mundo que tá acompanhando a gente ao vivo aqui. O Commander, o Parrala também tá torcendo pelo Piastri na Red Bull.
Hoje ainda a gente não vai falar disso, ainda a gente não vai falar desse assunto. Rafa Castanho também tá junto, Diego Moreira. Falando que tá curtindo amanhecer de 5 graus em Lageado, no Rio Grande do Sul. 5 graus, que beleza, né? Ele falou, mas apesar do frio, estamos sempre aí. É isso, Diegão, obrigado, tamo junto, valeu pela presença de sempre. O Diego é carta marcada aqui no nosso F1 Mania em Ponto. Então é isso, gente. Bom, o que que aconteceu no domingo, né?
Enquanto a gente esperava um final de semana completamente dominado pelos carros da Mercedes aí, pelo Leclerc, ou pelo Antonelli, pelo até pelo George Russell, que também acabou não vindo, né. No fim das contas, a corrida se desenrolou de uma forma que o Antonelli, que ia sim— eu já disse isso ontem, já disse isso no domingo, o próprio Leclerc também falou— Leclerc que ia sim ser superado pelo Antonelli, no fim das contas a corrida se desenrolou de uma forma que ele não foi superado pelo Antonelli.
Né, se desenrolou de uma forma que ele no fim das contas acabou vencendo, porque o Antonelli teve seus problemas e tal. E acho que o mais significativo não seja exatamente ou só— claro que vencer é importante, claro que vencer é o ápice para qualquer piloto, sem dúvida alguma, né— mas acho que o mais significativo para ele e talvez para o andamento da sua temporada foi ter sido vitorioso com Hamilton na pista. Ele bateu Hamilton porque a gente precisa fazer uma análise recente da carreira deles dois, Leclerc e Hamilton, Hamilton e Leclerc, enfim, e lembrar que o Hamilton foi engolido pelo Leclerc na Fórmula 1.
E o que que acontece de interessante nessa história? Interessante no sentido de nos interessar enquanto enredo, tá? Não tô comemorando azares e desazares de ninguém. Mas o que que acontece de interessante nessa história? Um heptacampeão mundial, piloto que detém os maiores números da Fórmula 1, chega na Ferrari, a equipe que detém os maiores números da Fórmula 1. Isso vai ser um casamento incrível, vai ser uma história maravilhosa, vai ser uma história imbatível.
Ninguém segura Hamilton, ninguém segura Ferrari. Parênteses: o Hamilton chega nessa Ferrari de 2025 e a Ferrari em 2024 ela termina com o melhor carro, ela termina com o melhor piloto também, tá? Charles Leclerc, depois das férias da Fórmula 1. Sempre lembro disso daqui, né, porque isso é parte da construção dessa, dessa história. Depois das férias da Fórmula 1 em 2024, o Leclerc foi o piloto que mais pontuou, o Sainz foi o segundo piloto que mais pontuou.
Então a gente não tem como não afirmar que a Ferrari era a equipe que tava em melhor forma. Aí chega o Hamilton na Ferrari em 2025, não é que ele muda tudo, mas a Ferrari muda algumas coisas. A Ferrari inclusive muda seu carro, muda o caminho de desenvolvimento que ela seguia. O próprio Fred Vasseur assume essa, essa mudança. E as coisas não funcionam para o Hamilton na Ferrari, tudo dá errado. Ele não se acerta com carro, ele não se acerta com time, ele não se acerta com engenheiro, não se acerta com ninguém.
E nisso ele é engolido pelo seu companheiro de equipe. Mas o seu companheiro de equipe não é qualquer companheiro de equipe, é um piloto que, como a gente sempre brinca aqui, a gente brinca com a Mercedes e com Russell, mas a Ferrari fez A mesma coisa com o Leclerc. A Ferrari trata o Leclerc aqui, ó, no colinho, dá leitininho para o Leclerc. Quem mais? Pô, troca fraldinha, passa talquinho no bumbum, bota para arrotar aqui depois de mamar.
A Ferrari faz isso com Leclerc. E nisso, ao vencer o Hamilton com tamanha consistência em 2025, Leclerc, ele assume uma postura de: ó, quem manda aqui sou eu, essa equipe ela é minha. Ok que você é o heptacampeão do mundo, é o piloto que tem os maiores— repetir tudo só para dar, só para dar imponência, né? Ok que você é heptacampeão do mundo, que você é o piloto que detém os maiores números da história da Fórmula 1, ok. Quem manda aqui sou eu, eu sou Charles Leclerc, o piloto da Ferrari, o piloto que a Ferrari cuidou, piloto que a Ferrari criou.
Eu sou Charles Leclerc. Corta. Hamilton abatido, até porque foi difícil, né, o final do ano para o Hamilton. Muitas pessoas inclusive falando na possibilidade, ah, o Hamilton vai se aposentar, isso vai vai ser terrível, né? Só que o Hamilton começa bem a temporada. Primeiro que os dois têm, têm alguns embates, né, entre eles na China e na Austrália, né? E nesses embates o Leclerc sai vitorioso, mas assim os dois próximos, né? Não é que o Leclerc botou o Hamilton no bolso nessas duas corridas.
O Leclerc só venceu e tá tudo bem, e acontece, né? O Hamilton mostrou que tava ali. Porém, a hora que a chave da equipe virou, quem foi para o pódio foi o Hamilton, numa corrida medíocre do Leclerc. Quem foi lá para cima em Mônaco foi o Hamilton. Em outra corrida medíocre do Leclerc. Em Barcelona, na hora de vencer a Ferrari, quem venceu foi o Hamilton, em outra corrida medíocre do Leclerc. E aí a gente começa, e a gente trouxe esses detalhes aqui.
Poxa, o Hamilton foi lá, o Hamilton mudou freio, o Hamilton que depois Leclerc seguiu, né? Então Hamilton provou que tava certo, e isso também dá uma certa moral a mais para o piloto lá dentro. O Hamilton se envolveu em processos internos dentro da Ferrari para tentar fazer as coisas melhorarem, para tentar fazer as coisas acontecerem. E nisso Leclerc foi perdendo espaço, até que o Garcia Posto tá falando que o Leclerc não ganhou do Hamilton na China.
Eu tava com essa dúvida mesmo. Hamilton chegou na frente, né, mas ok, foi no sentido de mesmo que tivesse ganho, no sentido para mostrar que os dois estavam ali né? Mas obrigado, Garcia, é isso aí. E na Inglaterra agora, Leclerc quis mostrar que tava dentro desse jogo. E aí ele foi o Leclerc que inclusive a gente conhece, um piloto extremamente rápido na classificação. Não foi pole, não, não foi pole, mas com base no que ele tinha na mão era o que ele tinha que fazer.
Foi segundo colocado no grid, bateu o Hamilton de novo, mostrando o piloto incrível de classificação que é o Leclerc, e venceu. E isso é uma história de redenção, porque ele se coloca no jogo de novo e mostra, numa temporada que promete ter histórias incríveis ainda pela frente, o Leclerc mostra que essa pode ser mais uma das boas histórias. Porque o que que vai acontecer lá dentro na Ferrari agora? Será que os dois vão disputar momentos interessantes?
E o Leclerc vai conseguir retomar o seu posto de Ferrari boy aqui dentro? Quem manda sou eu, eu fui criado aqui dentro desta casa. Ou será que ele vai sucumbir novamente ao Hamilton? Pois bem, o Leclerc, ele foi perguntado, claro, depois do que, de tudo aquilo que acontece na Inglaterra e de tudo aquilo que ele viveu nessa temporada 2026 com muita pressão. O piloto tava abatido, né? O Leclerc tava extremamente abatido, inclusive.
E ele falou assim, olha, significa muito para mim, né? Ele falou assim, principalmente essa vitória, né? Principalmente porque quando as coisas ficam difíceis, e foi assim que eu tava me sentindo nas últimas corridas, começou a nascer muita negatividade ao meu redor e narrativas começaram a ser criadas. E isso não é um ambiente agradável para a gente trabalhar. Disse Leclerc. Ele falou assim: hoje a gente conseguiu manter a cabeça baixa, continuar com muito trabalho, alcançar esse resultado.
Tô extremamente orgulhoso de toda a equipe que continua me incentivando e me ajudando a recuperar a confiança com o carro. Eu acho legal porque inclusive uma coisa que a gente sempre fala do Leclerc é que assim, ele às vezes ele até exagera e isso vira contra ele, mas é um piloto que prima pela sinceridade. É absurdo como Leclerc é um piloto muito sincero nas declarações dele. Às vezes até falando assim, ai, quando erra, eu sou burro, eu sou idiota, eu sou não sei o quê e tal.
O Leclerc é desse tipo, né? E quando ele tem que chamar a responsa para si, ele também faz. Mas ele falou que tá orgulhoso de tudo que foi feito como equipe para voltar ao lugar mais alto do pódio. Ele falou assim, a gente não esperava ser tão competitivo em Silverstone, a gente foi muito rápido, a gente teve mais próximo dos nossos concorrentes do que a gente imaginava. Né? E ele falou assim, assim como a gente analisa nossos dados em finais de semana difíceis, a gente também precisa analisar esses dados em um final de semana forte como esse para entender o que realmente faz a diferença, né?
E também o Hamilton fazendo o seu lado do box, né? Parabéns ao Charles, parabéns à equipe, fez um trabalho fantástico hoje. Foi assim que ele começa inclusive a entrevista logo após os boxes. E a Ferrari acredita agora que este pode ser um combustível de ânimo para o Leclerc. Ele encerra um jejum de vitórias. A última vitória tinha sido o GP dos Estados Unidos de 2024. Falei de 2024 aqui, né, da forma da Ferrari, do Leclerc e tal.
E Assim foi, né? E aí ele também começa a receber moral na imprensa, né? E a imprensa, parece que não, mas faz diferença. Aqui no, sei lá, aqui no Brasil a gente às vezes descredibiliza um pouco o papel importante da imprensa, mas a imprensa dita o tom de muitas coisas também. Sempre foi assim e isso sempre foi importante, inclusive E ele recebeu destaque, né, na Gazeta dello Sport, né, dizendo que Leclerc é o rei de Silverstone, venceu Russell, venceu Hamilton, né, falou que era a vitória que faltava desde 2024.
E faz no território, faz subir manchete ali do Gazeta dello Sport, e o faz no território do homem que o estava ofuscando em Maranello. Né? E aí, falando, claro, da Antonelli, Antonelli é sensacional, mas azarado. Ele bate enquanto estava em plena recuperação, termina lá atrás, né? Mas prova ser duas vezes mais rápido que Russell, né? Os jornais italianos sempre puxando a sardinha um pouquinho, faz parte também, a gente faria o mesmo, né?
E o AS, né, o jornal espanhol, falando que foi um final arruinado que o Leclerc celebrou, que ele saiu vitorioso de uma corrida que terminou com safety car depois do abandono do Verstappen. E assim a gente viu o Automotor Transporte também, né, que foi na linha do prejuízo para o Antonelli, mas também exaltou muito a corrida do Charles Leclerc, mostrando que o momento pode virar. E quando a gente fala em ânimo do Charles Leclerc, é isso, a gente começa a pensar: voltou o Charles Leclerc, o Charles Leclerc da Ferrari, né, o piloto que a Ferrari sempre faz questão de dar uma atenção a mais?
Mesmo com Hamilton em casa, a Ferrari não deixa de dar atenção para Charles Leclerc, e aí ele pode ter essa virada. Será que a gente vai ver um Leclerc voltando a bater no Hamilton como ele fez no ano passado praticamente inteiro? A ver nas próximas, nos próximos episódios dessa temporada 2026. Aí de Fórmula 1. Mas tá de volta, foi legal ver o Leclerc vencer mais uma vez. Eu acredito que sim. E se a gente puxar por uma lógica e também um pouquinho de coerência com aquilo que a gente faz por aqui, a gente começa o ano elogiando muito Leclerc.
Vou encerrar, vou passar para o segundo bloco, mas só para a gente, né, a gente começa essa temporada elogiando muito Charles Leclerc Principalmente depois dessa, dessa temporada incrível que ele fez ano passado. Não no sentido de resultados, mas também ao mesmo tempo que a gente sabe que o Hamilton não se acertou como ele gostaria. Poxa, Leclerc bateu esse heptacampeão aí, bateu esse monstro chamado Lewis Hamilton. Então é por isso que a gente elogia muito.
E aí não é tarismo, tá, gente, eu juro. Mas o atleta de alto desempenho, em determinado momento, ele vai sentir o peso da idade. Não tem como, não tem como. Em alguns esportes isso é contornável. No, sei lá, no futebol, um ponta que corre o jogo inteiro, que marca o jogo inteiro, já que a gente tá em período de Copa do Mundo, né? Corre, marca o jogo inteiro. Esse ponta, com o passar da idade, ele vai ter que se deslocar um pouquinho mais ali para o meio, onde ele vai mais receber a bola, tocar, fazer a bola correr e ele um pouco menos, né?
O sistema não aguenta. E outros esportes a gente vê os efeitos da idade também. Na Fórmula 1 não tem como você pegar e falar assim: ah, vou trocar o Hamilton de posição. Você vai fazer o quê? Os dois estão disputando, os dois estão praticando exatamente o mesmo esporte. A mesma função, a mesma posição, que é atrás do volante. Então não tem como você falar que, ah, vamos fazer de uma forma aqui com que o Hamilton— claro que ele é extremamente saudável, se cuida, mas cobra.
Por que que eu falo isso? Esporte de alto rendimento nem saudável direito é, tá? Porque é tanto esforço que você machuca sua musculatura. Musculatura, você cansa sua musculatura, seu corpo inflama, né? Então, claro que, de novo, ele é um cara que se cuida, se cuida absurdamente. Ele vai longe, o Hamilton, aí. Mas digo isso porque pode ser que na Fórmula 1, na Ferrari, o Charles Leclerc, ele tenha a vantagem do fator idade para quem sabe bater o seu companheiro de equipe.
Então vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos aí e a gente segue acompanhando essa temporada 2026 de Fórmula 1. Beleza? Bom, quem tiver curtindo o nosso trabalho aqui sempre, todo dia, assim, todo dia, agora é todo dia, a gente tá ao vivo aqui no nosso F1 Marinho Ponto trazendo um pouco do que tá rolando aí no mundo da Fórmula 1, do esporte a motor como um todo. Nós somos, ó, deixa Deixa até pegar o número de hoje aqui, ranking de hoje atualizado, 40º podcast de esportes mais ouvido do Brasil, né?
Então todo dia a gente tá aqui de segunda a sexta-feira, né, trazendo assunto de Fórmula 1. Quando tem as corridas, a gente transmite as corridas também de Fórmula 1. Então deixa seu like para gente, né? Seu like é muito importante para que o YouTube reconheça aqui um pouco da, da do peso do nosso conteúdo, né, e entenda relevância para indicar nosso conteúdo cada vez para mais pessoas, tá certo? Então vamos que vamos, partindo agora aqui para o nosso segundo bloco.
Vamos nessa! Podcast F1 Mania em Ponto. E nesse segundo bloco do nosso Filmar em Ponto, por aqui o assunto é Gabriel Bortoletto, esse menino aí que tá na tela. Menino é menino mesmo, né? Pela idade que eu tenho, tem que chamar de menino, não tem jeito. Daqui a pouco, lembrando que a gente vai responder, vai fazer um bloquinho aqui no final do programa respondendo mensagens, a sua mensagem também e as mensagens do YouTube de ontem, né?
E algumas mensagens que estão chegando no meu Instagram, que inclusive já vi uma que acabou de chegar aqui que até falei Uau, né? Mas enfim, vamos lá. Gabriel Bortoletto foi outro que a gente pode considerar de alguma forma que ele passa por uma redenção, um processo de redenção também em Silverstone nesse final de semana. Ele voltou a conquistar pontos, não foi a primeira vez nessa temporada, já que ele foi 9º colocado no Grande Prêmio da Austrália lá, ali logo na abertura do Mundial.
Mas é difícil torcer pelo Bortoletto, gente. E eu não tô falando isso pelo Bortoletto, pelo menos porque, poxa, citei até no domingo aqui, ou no sábado, sei lá que dia que foi que eu citei. Poxa, é difícil porque assim, a gente ficou desde 2017 sem um brasileiro na Fórmula 1. Naquela ansiedade, né? Eu particularmente, eu não vou mentir, eu tinha essa ansiedade de ver um brasileiro voltando, porque eu acho legal para o todo, para o contexto, para tudo, né?
A gente tem um brasileiro aí. Aí ele volta, aí Brasil volta com Bortoletto, com piloto, pô, promissor para caramba, venceu Fórmula 3, Fórmula 2 no primeiro ano, e chega na Fórmula 1 com peso, chega com autoridade. Obviamente que ele chega com autoridade. Não tem como a gente negar isso, né? Mas chega naquela Sauber, dragão. A Sauber ano passado não andava em linha reta, gente, sério. Imagina o piloto brigando com o carro em linha reta, né?
Frenagem daquele carro balançava tudo, tava. E a gente falou assim, poxa, é difícil torcer pelo Bortoletto, porque o carro não vinha, simplesmente não vinha. Mas aí tudo aconteceu depois daquele 7º lugar no Grande Prêmio da Áustria, as coisas foram melhorando aqui e ali. Pontos. Depois teve baixos também do Bortoletto, normal temporada de estreia. Teve aquele Grande Prêmio do Brasil, teve o Grande Prêmio de Las Vegas, que acho que o de Vegas ainda foi pior, né?
O próprio Grande Prêmio da Inglaterra no passado para o Bortoletto não foi legal. E aí ele chega, a Audi chega, Audi que já tinha comprado a Sauber, Audi chega E primeiro, para algumas pessoas foi mais difícil. Por quê? Porque muita gente acreditava, e a gente tentou avisar aqui no começo da temporada, mas muita gente acreditava que a Audi ia chegar ganhando corridas, né? E a justificativa das pessoas não é que não tem fundamento, tem, ok, mas a justificativa de todo mundo era: não, mas por onde a Audi passou, a Audi ganhou.
Mas a gente sempre falava, Fórmula 1 é diferente, é outro universo. É por isso que é o pináculo, como gosta de dizer o Gavini, é o pináculo do esporte a motor, né? Mas não rolou bem assim. Claro que teve a primeira etapa ali na Austrália onde foi nono colocado, mas o que a gente viu foi uma Audi que quebra, uma Audi que não larga, uma Audi que não tem velocidade de reta. E aí, em determinado momento, a gente começou a pensar, poxa, tudo bem, eu sabia que a Audi não ia chegar ganhando, não tinha nem como, mas pô, esperava um pouquinho mais, pouquinho, pouquinho, né?
Não precisava chegar o Bortoletto no pódio, esperava um pouquinho mais, poxa. Afinal de contas, tá entrando a Audi, é um up daquilo que a Sauber apresentou no ano passado, a gente esperava um up em resultados para o Bortoletto também, mas o filme ele é muito parecido. Inclusive da abertura do Mundial, porque se você fizer contas, o Bortoletto ia pontuar no Grande Prêmio da Austrália do ano passado também, na estreia dele, já chegar pontuando na estreia, né?
Se você fizer contas, é isso. Mas tudo bem, aí ele chega, pontua, depois ele passa, né, em 2026 pontua na estreia, passa por uma situação ruim reclamando, aquele Bortoletto com cara de frustrada que a gente viu no passado. Voltou a aparecer, né, em Barcelona, que ele falou assim, ah, puxa, a gente achou que isso tava resolvido, esse problema das largadas, né, a gente achou que isso tava resolvido, mas pelo jeito não tava. Então Bortoletto vai lá e amassa uma farinha para conseguir chegar em 11º e não larga por culpa do Bortoletto, não, por culpa do carro, porque o carro não O carro não rende lá largado, o carro não tem potência para largar, porque o carro tem um turbo grande.
Aí em Barcelona, a equipe até já, já trouxe uma versão aprimorada do seu motor, já sendo contemplada pelo ADU, né? E as coisas começam aos poucos a melhorar, até que enfim chega o Grande Prêmio da Inglaterra. Porque o que a gente tava vendo era o seguinte: beleza, Bortoletto vai lá em Barcelona, bom ritmo, mas largou mal e perdeu várias posições, é difícil recuperar. Aí a gente parte para Áustria, tinha até alguma expectativa ali na Áustria, largou muito mal de novo, mas assim, com ritmo ele foi, conseguiu ser 11º colocado, legal.
Aí, como o próprio Bortoletto falou, a gente tá muito isolado. Como sexta equipe. Até o Rogério fala que Audi chegou melhor que Haas, Virgin, Spania, Marussia e HRT. Sim, com toda certeza. Audi hoje ela é isolada, sexta equipe do campeonato. Só que ela é isolada, sexta equipe do campeonato, e não consegue chegar nas 5 da frente porque falta velocidade reta. O Binotto admite que falta velocidade reta. O Bortoletto fala que a equipe tem um dos melhores chassis, talvez o terceiro ou quarto melhor chassi.
Mas falta velocidade reta, e sem velocidade reta você não vai longe, né? Não tem jeito, não tem milagre também, né? E com isso ela não consegue chegar na Racing Bulls. São 5 equipes na frente da Audi. As 4 primeiras, né, Ferrari, McLaren, Mercedes e Red Bull, bem isoladas. Mais para trás tem a Racing Bulls, e mais para trás tem a Audi. Que a Racing Bulls fica ali no meio, que não consegue atacar as 4 grandes e também não sofre pressão da Audi.
Para isso, Bortoletto precisa chegar sempre em 11º, porque o que a gente olha do Bortoletto é o quê? Vença seu companheiro de equipe, que é a primeira lei da Fórmula 1, né? Então isso ele tem feito, tá fazendo legal. Em alguns momentos não, mas também tá tudo bem. Você não vai vencer o seu companheiro de equipe por 24 corridas e 24 classificações, não acontece nem lá na Red Bull com Verstappen. Vencer companheiro de equipe, beleza.
Que que sobra? Um bom ritmo de corrida, beleza, tem bom ritmo de corrida. Você tem que chegar em 11º, não tem outro lugar, porque você tem 5 isolados lá na frente. 5 vezes 2, né, cada equipe tem 2 carros. Você tem que chegar pelo menos em 11º nas corridas e vinha fazendo, que é uma obrigação. E aí ele até termina o Grande Prêmio da Áustria falando assim, poxa, É, para a gente pontuar, a gente precisa contar com abandonos de outros pilotos.
Não tem como, e não tem como mesmo pelo ritmo que a Audi apresenta até corrigir esses problemas de motor. E o Fabrício Marini, ele até lembra bem aqui que a Racing Bulls, em teoria, além de tudo, ainda tem o melhor motor do grid. Exato, bem observado. Então não vai chegar. Então você precisa contar com abandonos. Ah, mas para que ficar contando com abandono? Porque é legal fazer ponto, é importante fazer ponto, é o que dá dinheiro para as equipes fazer ponto.
Então é importante fazer ponto, né? O José Júnior falou, Alonso conseguiu, conseguiu numa situação, né? Mas ok, conseguiu. E o Bortoletto também tinha conseguido na Austrália, porque é isso. Só que é isso, te traz uma obrigação também. Que é onde eu quero chegar. A obrigação é: quando os pilotos saírem na sua frente, você tem que pontuar. Aí passa a ser uma obrigação praticamente você conquistar ponto, porque você já bateu seu companheiro de equipe, você tá com ritmo de corrida legal.
Que que te falta? Conquistar ponto. E foi isso que o Bortoletto aproveitou em Silverstone. O ritmo foi legal, ele quase passa para o Q3 no sábado, foram 32 milésimos E ele mesmo admitiu que cometeu um erro na curva 6, por isso não passou. Então assim, o Bortoletto fez a dele. Aí na largada a gente perdeu o Piastri. Então de 11º a gente já começa a cobrar que o Bortoletto tem que ser o 10º. Aí o Verstappen, não, aí o Antonelli teve problemas.
Com um pedaço da asa lá que ficou preso na suspensão, caiu para trás, caiu. Então a gente já começa a pensar que o Bortoletto, em vez de décimo, tem que ser nono. E depois a gente teve o acidente do Verstappen, a batida. Verstappen abandonou, causando lá o safety car, inclusive. Aí a gente já começa a pensar que na obrigação aqui o Bortoletto, em vez de nono, tem que ser oitavo, certo? Que posição que o Bortoletto chegou? Oitavo lugar.
Então Cumpriu a sua obrigação, Bortoletto, com bom ritmo em Silverstone, fez uma boa corrida e entra num processo de redenção também, porque o brasileiro tem paciência desse tamanhozinho aqui, ó, desse tamanhozinho. Se brasileiro tivesse com Neymar a mesma cobrança que ele tem com Bortoletto, né, porque eu vou te falar, o pessoal passa de pano aí para, né, deixa, não vou misturar assunto não, mas o Bortoletto, ele, ele vinha sendo já cobrado pelo fã de Fórmula 1 brasileiro que achava que, pô, esse Bortoletto não anda nada, não faz nada, não passa ninguém.
O Bortoletto não passa ninguém porque, como é que você— ó, duas coisas que dificultam muito para você fazer uma ultrapassagem: um carro desequilibrado, um carro que vai desequilibrar na freada, era o carro da Sauber ano passado, e um carro que não tem velocidade. Gente, você vai— é a matemática da Fórmula 1. Você vai botar seu carro atrás do outro, você vai botar de lado E para que você faça este movimento aqui de chegar lado a lado e de pôr seu carro à frente com freado ou sem freado, você precisa de velocidade final.
E um carro que não tem, você vai ter dificuldade. Não tem matemática, gente, né? Em Silverstone ele cai para 14º na primeira volta ali, ele se enrosca um pouquinho. Final da segunda ele já é o 11º de novo. Já indo para cima do Gasly, que era uma posição que a gente já sabia que ele ia conquistar, conquistou o 10º lugar e foi. Quando precisou ultrapassar, ele ultrapassou. Então em Silverstone, o Bortoletto foi o Bortoletto que a gente quer ver e que as pessoas que cobram bastante também querem.
Então por isso acho que uma das coisas que a gente tem que pedir aqui é calma. Calma que ele vai, né? É que ele precisa de carro para ir junto. Semana passada ele até confirmou que o contrato dele com a Audi é de muitos anos, e a gente vai ter que torcer para que a Audi cresça em rendimento. Caso contrário, a gente vai ver um Bortoletto preso numa equipe que não entrega. Mas tá aí. E perder vaga ele não vai perder também, não.
Ele falou que foi uma corrida muito positiva, que ficou muito feliz com o final de semana. Falou que a largada foi um pouquinho melhor do que inclusive a sprint, né, do sábado também. Ele falou, mas ainda não foi ideal, a gente perdeu algumas posições, tá um pouquinho sofrido ali para a gente se manter, mas eu consegui me virar, consegui impor um bom ritmo. Inclusive falou que ele deu o melhor para pegar as Racing Bulls, mas eles são realmente muito rápidos de reta e no momento a gente ainda não consegue alcançá-los, pelo menos não numa equipe como essa.
Falou que a Audi fez um grande trabalho no final de semana. E que a equipe tá começando a colocar as coisas no lugar ali, com menos problemas de procedimentos também durante o final de semana, e que as coisas estão começando a aparecer. Falou que o 10º lugar era muito realista, falou que tava na 10ª posição nas primeiras voltas, depois fui 9º pelo Antonelli que teve um problema, foi 8º quando o Verstappen cometeu um erro, e assim foi, assim as coisas foram acontecendo.
E é isso, aproveitou as situações que foram caindo no colo para conseguir os seus pontos também. O Gabriel Bortoletto, que também passa por um processo de redenção nesse final de semana, já que vinha sendo muito cobrado. E ele, numa cobrança interna, parecia muito frustrado, muito, muito, muito frustrado. E a gente vem para uma corrida agora, Grande Prêmio da Bélgica, que deve novamente ser sofrido, né, deve ser sofrido. Grande Prêmio da Bélgica, aquele monte de reta, vai ser sofrido.
Mas né, enfim. E depois o Grande Prêmio da Hungria. Um Grande Prêmio da Hungria deve ser interessante, deve ser muito interessante, porque é uma pista que cobra o equilíbrio do carro, equilíbrio do chassi, né? E o chassi da Audi é um chassi que reconhecidamente é um chassi bem interessante. Então pode ser que lá na Hungria— na Bélgica não, Bélgica dia 19 agora. Dia da final da Copa, que não vai ser dia de jogo do Brasil inclusive.
Mas então assim, agora na Bélgica não, mas na Hungria pode ser que a Audi venha ter um grande final de semana aí com esse chassi equilibradinho, bom para curvas de baixa velocidade também, certo? O Ellison Lopes tá dizendo aqui que ele acredita que a Audi poderia ter parado pelo menos uma volta antes. Então na nossa transmissão aqui A gente tava transmitindo o react do react, não, a gente tava transmitindo o Grande Prêmio da Inglaterra aqui no YouTube.
A gente faz as nossas lives, a gente faz de todas as corridas e classificações. A gente tava cobrando já, Gabriel, tem que parar, tem que parar, tem que parar, Audi tem que parar. Até que a gente trouxe a informação do rádio aqui com uma volta de atraso por parte não nossa, mas sim da Audi, né, que a Audi pediu para ele usar tudo que ele tinha disponível daqueles pneus. A gente até falou, bom, deve estar para parar. E na volta seguinte ele realmente foi para os boxes.
Mas eu concordo com você, viu, Wellison? A Audi podia ter segurado, segurado não, podia ter soltado uma volta antes para ele parar nos boxes. E foi o que aconteceu. O Evaneudo tá aqui também falando que no final de semana a gente teve outras boas notícias com brasileiros no automobilismo, né, que o Lucas di Grassi ganhou na Fórmula E também. É verdade. E aí o Ivanildo perguntando se a gente não vai falar da bomba do Piastre falando.
Amanhã a gente vai falar sobre Piastre. A gente não vai falar disso hoje porque estou aguardando. Primeiro, estou aguardando uma operação. A fonte que trouxe isso aqui para o Brasil não é uma fonte tão de águas claras assim. Então amanhã a gente fala sobre isso, vai. Não sei nem se era para ter falado o que eu falei aqui, mas vamos que vamos. Não tô falando que não vai acontecer, porque eles acertam também, tá? Eles acertam também.
Só não é uma fonte tão de águas claras assim, tá? Mas vamos que vamos. Já que eu falei demais Vamos para o nosso terceiro bloco para falar sobre Oriente Médio. F1 Mania em Controle. Porque, ó, Bahrein pode voltar para o calendário da temporada 2026 ainda de Fórmula 1, tá? A gente acreditava já que essa temporada, a gente veio tratando essa temporada como uma temporada de 22 corridas. Mas avançaram negociações aí entre a Fórmula 1 e o Bahrein para que a corrida seja realizada novamente ainda nessa temporada de 2026.
E isso é uma coisa muito curiosa, né, porque às vezes a gente fala assim, nossa, vai cair para 20, pode ser que Abu Dhabi, Catar não aconteçam, de repente volta o Bahrein. E aí daqui a pouco vai mudar isso de novo. Mas enfim, segundo o Racing News 365, o Salman bin Hamad Al Khalifa, que é o príncipe herdeiro do Bahrein, esteve em Silverstone, no GP da Inglaterra, participou de reuniões com o Domenicali, que é o CEO da Fórmula 1, com o presidente da FIA também, que é o Mohammed Ben Sulayem, e eles discutiram possível retorno da corrida do Bahrein já para esse ano, né.
E um acordo estaria próximo. Não tem anúncio oficial ainda, vamos com calma, mas o anúncio estaria próximo. Tudo isso, como eu falei, em meio a incertezas ainda sobre a realização das etapas do Bahrein, ou do Bahrein não, do Catar e de Abu Dhabi, né? E o Domenicali falou que essas decisões devem ser tomadas até meados de setembro, que a Fórmula 1 tem dever de garantir que vai conseguir cumprir o calendário como planejado. Ele falou assim, principalmente para a última corrida do ano, né?
E a Fórmula 1 definiu esse setembro como limite para organizar essas últimas corridas da temporada, que todas elas passam pelo momento ruim, momento triste ali, até de crise no Oriente Médio. O Domenicali mostrou otimismo que as corridas, pelo menos de Bahrein, de Catar e Abu Dhabi, possa acontecer. Ele falou assim, eu realmente espero que a gente possa ter todas as condições, segurança em primeiro lugar para todos nós profissionais, para que a gente possa ir até lá.
Ele falou assim, se alguma coisa é que a gente puder anunciar relacionada à possibilidade de encaixar o que não foi disputado ainda, a gente vai fazer no momento certo, nas condições certas. E ele falou que tá reservado pelo menos o final do ano aí para Catar e Abu Dhabi, mas que a Fórmula 1 tem plano B. Especula-se Barcelona e Portimão, corridas mais próximas aqui, mais ocidentais, vamos dizer assim. Quando a gente pensa no mapa, geograficamente elas são mais ocidentais, então a chance de ter muito frio é menor.
Porque lá na Europa, lá para o leste europeu, por exemplo, nessa época já tem o frio também, que passa a ser um problema, né? Então, no fim das contas, esse é o risco da gente, essa dificuldade também de se montar um calendário para esse final de temporada, tá certo? Bom, quem quiser pode sempre entrar em contato com a gente aqui através das nossas redes sociais pessoais. O Gavi tá de volta na sexta-feira aqui para falar o dele, mas o dele tá aqui também.
E o meu, ó, @carlogarciafm, esse é meu Instagram. Vou ler mensagem agora do Instagram, vou ler mensagem do YouTube de ontem. Você que tá acompanhando hoje aqui, que não consegue acompanhar ao vivo, a gente tá sempre de manhã ao vivo aqui, né? Mas você que não consegue acompanhar ao vivo, vem no gravado mesmo, que tá tudo bem. E aí você pode deixar seu comentário também, que aí a gente lê no dia seguinte, tá bom? No meu Instagram, vamos lá, eu falei que tinha mensagem e tem.
Vinícius Madri, vamos lá. Garcia, no último podcast você falou várias vezes que concorda com a decisão que foi tomada no GP de Abu Dhabi de 2021, mas como pode concordar com algo que a própria FIA admitiu que foi errado? Vinícius, vou pedir para você ouvir de novo. Eu não falei que concordo, eu falei que o regulamento permite, são coisas diferentes. Para mim tinha que ter sido dada a bandeira vermelha, então não concordo com as decisões.
Eu concordaria com a bandeira vermelha e eu falei isso aqui ontem, tá? Então é assim, É importante a gente prestar atenção no que se fala e deixar as paixões de lado, que eu sei que tem muita gente fica brava com Abu Dhabi 2021, mas eu não falei que concordo. Falei que o regulamento permitia, falei que não foi fora do regulamento, foi isso que eu falei. E não foi fora do regulamento mesmo que aconteceu em Abu Dhabi 2021. Quando a Fórmula 1 fala em admitir erro, não existe um comunicado da Fórmula 1 falando que admitiu o erro.
Ela afasta o Michael Masi e fala-se que poderia, a gente entende, a Fórmula 1 dá a entender que outro tipo de decisão poderia ter sido tomada, tá? Mas não foi. Mas ao mesmo tempo, a decisão que foi tomada era amparada pelo regulamento. É diferente de eu ter falado que eu concordo, tá, Vinícius? Mas tamo junto, abração. O Thiago, essa história de novo, né? Ele tá até falando aqui, é que não tem jeito, né? As histórias vêm, as histórias vêm, não tem jeito, e elas retomam.
E 2021 vai ser citado sempre como exemplo de muita coisa, cara, por muito tempo. Deixa eu ver, tem mais mensagem aqui? Sim, tem mais mensagens. Vamos ver, o Henrique Miranda junto com a gente, Diego Moreira também tá aqui. Nossa, tem bastante gente. Diego Merlo também falando que, poxa, sua camisa da sorte não deu certo dessa vez, mas pelo menos o Bortoletto representou o Brasil hoje. Ele falou verdade, né? Wellington Andrade, valeu também, Wellington, grande abraço para você, tamo junto.
Jonathan Guimarães, valeu, abraço. Poxa, bastante gente aí. Eduardo Crellin tá sempre mandando coisas legais para gente. Bora para o YouTube de ontem. Que tem mensagem lá no YouTube de ontem. O Ivanildo tá falando: até hoje o Toto Wolff não para de chorar sobre Abu Dhabi de 2021. Acabou, Hamilton perdeu o campeonato. O Thiago, to excess aqui, falou assim: essa história de novo, essa história de novo. Essas pessoas trazem, a gente traz também, não tem problema.
Mas é porque ontem, o que aconteceu no domingo, normal, tá, gente, é a gente lembrar de 2021, né? Normal, bem normal, tá? São situações parecidas. YouTube de ontem, Evelyn Letícia: e o Antonelli lembrou cena Interlagos 91, se eu não me engano. Foram situações diferentes, foram, mas são duas situações de um piloto que tá com problema no carro e tenta seguir até o fim para não abandonar, para não entregar os pontos, né? Então, ok, ok, tá, faz sentido a sua comparação, guardadas as devidas proporções, claro.
Para mim, ainda acho que o feito do Antonelli foi mais guerreiro, assim como do Senna, né, mais do que o do Hamilton em 2020, né, com a Mercedes, ou 2021, eu nem lembro mais. Enfim, mas 2021. André Alves: duas coisas se destacaram nessa corrida. Depois algumas coisas, né, mas, né, a vitória do Leclerc por uma aba de asa, a teimosia do Leclerc em permanecer na pista em busca de um ponto para que todos possam ver quanto realmente vale um ponto no campeonato verdade.
E 3 coisas, ah tá, vale muito esse ponto no campeonato. O Antonelli foi muito teimoso, mas é aquela teimosia boa que ele poderia, poderia e merecia ter sido recompensado inclusive, tá. Aí ele falou assim, e 3 coisas foram traumáticas: a mesmice do Russell, que permanece uma luz apagada e não faz frente ao Antonelli. 2, o acidente do Max por uma nova quebra da Red Bull. 3, ruim. Pera aí. Ah, tá, a direção de prova, né, cometendo absurdos aí.
É o Rui Marques, né, no comando da prova. Ele falou das demais equipes: McLaren com Piastri fazendo o mesmo, pleno declínio, Lando correndo para não chegar, Race Bus permanecendo quinta força, e por aí vai, né. É isso mesmo, eu gosto da sua leitura, viu, André. Tamo junto. O Geraldo Clésio: concordo, Garcia, até agora Antonelli não fez corrida ruim. Já o Russell, Leclerc, Hamilton, Piastri, Max e Norris fizeram e não foram poucas.
Pior ainda para o Russell, que tem o mesmo carro de Antonelli. É isso, o diferencial dessa temporada, e agora os azares estão equilibrados para os dois lados do box, para o Russell e para Antonelli, o diferencial é que Antonelli não fez corrida ruim esse ano nenhuma. Nenhuma. Fábio Ribeiro: deveriam rever esse regulamento em que não deveria acabar uma corrida atrás do safety car, pois fica um total anticlímax. Concordo, né? Aí ele falou assim: se vê que uma corrida vai acabar com safety car, criar um extra lap ou golden lap.
O combustível não aguenta, então você teria que parar bandeira vermelha e permitir nem que fosse um reabastecimento ali, porque o combustível não aguenta, tá, Fábio? Eduardo Ferreira: caiu não, levaram na mão grande. Aí, ó, que eu falo, 2021 o pessoal traz de volta. Ele falou, ó, levaram na mão o erro grande do Hamilton. Era certo que ele seria ultrapassado por não ter parado no safety car. Decisões da vida, Eduardo, decisões da vida, tá?
Renato Francisco, imagina o seguinte: eu tô atrás de um carro e ele se afastou porque o safety car permitiu. O justo é agrupar, porque senão fica injusto. Se um cara que tava poucos segundos dos outros e acelerou já tá longe, como a regra tem que ser justa e os líderes agruparam, isso tem que valer para todos. Ainda sobre o que aconteceu no domingo, da corrida que aconteceu, que terminou com safety car. Ednar Lima: Hamilton campeão esse ano, se Deus quiser, declarando torcida por aqui.
O Carlos Eduardo Vitória: ou seja, a regra permite a FIA manipular a situação do jeito que a convém. É isso que mata o esporte. Em 2021 manipulou a situação para gerar briga no final, em 2026 manipulou da forma que convém para ter briga no campeonato. Até pelo fato do Russell ter sido engolido por todos. Desculpa, é feio demais isso. Tanto que a FIA resolveu deixar para lá uma infração do Hamilton em bandeira amarela, que o próprio disse à Sky que não escaparia da punição.
É muito feio. Desculpa, achar isso normal é chamar quem assiste de palhaço. Enfim, observação: o Russell perderia para o Hamilton e o Norris nem pode, ele pegaria. Tenho dúvida para o Norris por se tratar de uma volta só. Para o Hamilton ele perderia sim. Se é normal, Carlos, se é normal, precisaria de um programa inteiro novamente para debater isso aqui, tá? Mas eu também não lembro de ter afirmado que isso é exatamente normal.
Porém, porém, porém, primeiro princípio que precisa ser seguido Não é o da normalidade, é o regulamento. E o regulamento permite que você faça as duas coisas. Já falei isso aqui, seguir o regulamento, tá tudo certo. Não dá para sair do regulamento, essa primeira coisa, né? Aí depois a gente debate se é legal, se é normal, se é bonito, se é cheiroso, se é— depois a gente debate. Mas o que eu me foquei ontem falando aqui Né, jamais chamaria quem assiste de palhaço, jamais que trataria quem assiste aqui o podcast de palhaço, né.
Mas o que eu citei ontem, tentei ser o mais frio possível, é regulamento. Ele precisa ser seguido em primeiro lugar para não virar farsa, porque quando não é seguido regulamento, aí vira farsa. Ah, na Copa do Mundo cancelaram o cartão vermelho do cara lá porque o presidente do país não gostou. Isso é farsa. Isso é farsa, isso é roubo, tá? Como disse a UEFA, é cruzar a linha vermelha. Agora, seguiu o regulamento? Vamos supor que tivesse lá no regulamento da FIFA: o presidente do país sede da Copa do Mundo pode interferir nos cartões, nos cartões vermelhos.
É legal? Não, não é legal. Mas tá em regulamento, não é mais farsa. Está em regulamento, a gente tem que aceitar. Esse é o princípio básico que rege para mim, primeiro, para ter moralidade. Tá? Copa do Mundo perdeu uma, ela continua sendo um espetáculo maravilhoso, eu sou apaixonado, acho lindo, incrível, mas ela perdeu um pouco da sua moral ontem. A Fórmula 1, ela perdeu em 2021, em domingo, perdeu em alegria talvez para muita gente, porque muitos gostaram e muitos não gostaram da decisão tomada, mas moralidade ela não perde.
Porque tá no regulamento. O regulamento é horrível, é, e é mesmo, mas ele foi seguido, isso é mais importante. E é isso. E aí, ah, tá escrito aqui, Evan e Letícia falando que o Eduardo Krellin também, eu uso YouTube da minha esposa. Boa, boa, boa. Lembrando que, e ele até falou, lembrando que em 2021 a Mercedes não quis trocar os pneus do Hamilton e quase ninguém fala disso. Eu lembro que em 2021 ficava p da vida, quase ninguém fala: troca o pneu do cara, problema é pneu, troca o pneu.
Ah, mas o Verstappen ia me passar. E aí o Hamilton ia repassar o Verstappen na pista, assim como Verstappen passou o Hamilton. Troca pneu, ninguém fala dessa parte. Ah, mas o líder ele fica mais rendido para esse tipo de decisão, é mais difícil tomar esse tipo de decisão. É decisões difíceis da vida, tá? É isso. Floripa 329, pessoas reclamam de ultrapassagens artificiais, mas o importante é isso, não importando a forma, né? E o Isaac Lucena mandando bom dia, meu caro Garcia.
Bom dia, Isaac, tamo junto, valeu, obrigado, gente. Todo mundo que acompanhou a gente, você viu que a gente, a gente pega os comentários do YouTube sempre aqui. Deixa eu até ver se tem Spotify, vou ver pelo celular aqui mesmo, tá, gente? Às vezes é mais fácil. Vamos ver se tem comentários no Spotify. A gente pega sempre todos os comentários do dia anterior. E por que que eu tô falando isso? Porque quando você não tiver assistindo ao vivo, você pode deixar o seu comentário aqui para gente.
Nossa, eu preciso aprender a ver seus comentários aqui porque não— ah, que achei! Boa! Parecendo um velhinho, alguma coisa. Eu achei! É que eu nunca tinha visto os comentários pelo celular, sempre pelo PC. Você que não assiste ao vivo, você pode deixar seu comentário também que eu vou trazer no dia seguinte. Às vezes não dá tempo de ler, a gente pula um dia, mas sempre será lido seu comentário, beleza? Então deixa aí seu comentário também, você que tá assistindo no gravado, beleza?
Marcelo, fala, galera! Parabéns pela transmissão boa, obrigado! E aí, a Elo: nem sou torcedora do Antonelli, mas depois dessa corrida acho que ele merece demais ser campeão. Pois é, eu tô contigo, tô muito contigo. É isso, gente. Obrigado todo mundo que acompanha a gente aqui. Mais essa edição do nosso podcast F1 Maninho em Ponto. Valeu você que participou aqui, você que não conseguiu participar, você que não ao vivo, você no gravado.
Gente, obrigado todo mundo. Amanhã a gente se fala mais uma vez. Deixa eu antes ler a mensagem do Dani David aqui, porque tá dentro do assunto. Aí, não gosto muito da afirmação sobre o espírito do regulamento. Por mais que a gente não goste, regulamento não tem espírito, tem texto, e é para ser seguido. É isso. É que às vezes o regulamento é ruim, né, como é o da Fórmula 1. Mas é isso, não é o que a gente gosta, não é o que a gente quer.
Mas se o regulamento inclusive permite que o diretor de prova possa botar emoção na corrida, então que se ponha também. Enfim. É isso, gente. Obrigado todo mundo. Amanhã a gente se fala. É isso, tamo junto. Tchau! Informações diárias do mundo do esporte a motor, podcast F1 Mania em ponto.