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Mercedes domina, Ferrari reage, Red Bull em casa e o calor no GP da Áustria | EM PONTO #934

23 de junho de 202645min
0:00 / 45:43

O GP da Áustria chega cercado de expectativa no Red Bull Ring, um dos circuitos mais curtos, rápidos e traiçoeiros da Fórmula 1. Com voltas próximas, pouco espaço para erro e uma pista em que cada detalhe pode mudar o fim de semana, a etapa austríaca promete ser um teste importante para pilotos e equipes.

Participantes neste episódio2
C

Carlos Garcia

Host
G

Gabriel Ravinelli

Co-host
Assuntos8
  • Seleção da ÁustriaRed Bull Ring · Mercedes · Ferrari · Red Bull · Max Verstappen · George Russell · Antonelli · Calor extremo
  • Ritmo de corrida da MercedesMercedes · George Russell · Antonelli · Sistema de bateria · McLaren · Williams
  • Gabriel Bortoleto· EsportesChassi da Audi · Motor da Audi · Mattia Binotto · Audi
  • Previsão para sábado e domingoFernando Alonso · Stefano Domenicali · Aston Martin
  • Erros da Red BullLiam Lawson · Red Bull · Christian Horner · Laurent Mekies
  • Fórmula 1 e motorsportMattia Binotto · FIA · Mercedes · Ferrari · Audi · Honda
  • Calibração de pneusPirelli · Compostos de pneus · Estratégias de corrida
  • Calendário e estrutura da temporada 2026Red Bull Ring · Treinos Livres · Classificação · Corrida
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?Voz A

Está no ar F1 Mania em ponto, informações diárias do mundo do esporte a motor. Apresentação: Carlos Garcia e Gabriel Ravinelli. E tem corrida nesse final de semana, estamos em Race Week, vai ter Grande Prêmio da Áustria, da Áustria, para a gente conferir. Austrália não, é Áustria. A gente sempre se confunde. Vamos lá, seguindo a etapa, a fase europeia da Fórmula 1. A gente vai ter corrida lá no Red Bull Ring, vai ser um dos assuntos, claro, aqui dessa nossa edição de hoje do F1 Mania em Ponto.

A gente que tá sempre por aqui, né, de segunda a sexta-feira, trazendo um pouco do que tá rolando no mundo da Fórmula 1, do esporte motor. Hoje não é diferente. Então valeu demais pela sua presença, muito prazer. Eu sou Carlos Garcia, aqui comigo sempre ele, Gabriel Gavinelli. Salve, Gabi!

?Voz B

Salve, Garcia! Fala, pessoal, tudo beleza? Começando então mais um dia aqui de Em Ponto Garcia, semana de corrida. Eu tô com a garganta pegando, então já tô avisando aqui, se dá uma falhada é a garganta, Garcia. No primeiro bloco a gente vai falar do Grande Prêmio da Áustria, porque é uma corrida muito importante, é calendário emblemática, casa da Red Bull, casa do Verstappen, então tem muita coisa envolvida aí, o domínio da Mercedes, o próprio Verstappen que chega com tudo, Garcia.

Mas no segundo bloco a gente fala aqui um pouco do Bortoletto, porque ele voltou a elogiar, né, o chassi da Audi, criticar o motor, inclusive, né, indo de encontro ali com o Mattia Binotto. Então a gente fala mais de Bortoletto no segundo bloco. No terceiro tem Domenicali querendo a permanência do Alonso por muito mais tempo na Fórmula 1, Garcia. O Lawson desmentindo a narrativa sobre uma possível saída da Red Bull. Para fechar, o Binotto sugeriu um novo modelo para ajudar os fabricantes de motor.

?Voz A

Garcia, perfeito! É sobre isso que a gente vai falar aqui então nessa edição de hoje. Hoje é terça-feira, hoje é 23 de junho de 2026, e o nosso podcast F1 Mania em Ponto está no ar. Bem-vindo! F1 Mania em Ponto. Então tem corrida essa semana, então Então tem Grande Prêmio da Áustria, expectativas altas, né, na Fórmula 1 depois de algumas boas corridas, né. Grande Prêmio de Mônaco à parte, que a gente acabou no fim das contas criticando bastante aqui, mas a gente vem de uma sequência que teve o Grande Prêmio do Canadá, o Grande Prêmio da Espanha foi legal também, a gente deu nota alta, teve aquela mistura ali entre estratégia, teve ação em pista também, a gente viu ultrapassagem, troca de posição, a gente viu disputa entre os dois carros da Mercedes.

E agora a gente vai para pista da Áustria que é rápida. A gente vai fazer o nosso guia do GP da Áustria essa semana ainda, né, mas assim, vale, claro, adiantar, não tem problema nenhum. A gente vai para uma pista que é rápida, que é curta, né, o traçado é bem curtinho, e que tem— ah, você bonzinho, vai— tem 2 pontos de ultrapassagem bem claros, né. Eu diria 3, mas vamos ficar com 2 pontos de ultrapassagem bem claros. Então a gente talvez abra uma corrida bem interessante na disputa entre as Mercedes, na movimentação de pista ali.

Só quero saber, que aí talvez seja um problema, embora talvez haja solução para isso também no próprio circuito ali, quero saber como é que as equipes vão lidar com bateria, clipping, porque a gente não vai deixar de falar sobre isso, a gente não vai esconder e varrer a sujeira para debaixo do tapete também. Mas querendo saber como as equipes vão lidar com isso, expectativas de uma corrida agitada no final de semana, né, Gabi?

?Voz B

Agitadíssima, Garcia. Você citou 2 pontos de ultrapassagem, 3. Fiquei pensando no terceiro, porque, porque na verdade eles têm, ele tem 2 pontos claros de ultrapassagem, né? Seria a curva 1 e a curva 3.

?Voz A

E a 4 também, né, costuma ter bastante movimentação ali. A 4, aquela que desce para direita ali.

?Voz B

A 4 tem, mas o contorno ali da 5, 6, assim, eu ia colocar que são 2 pontos aí, 3 talvez, óbvio. Mas a pista inteira ela permite aproximações aí e quem sabe ataque, né, Garcia? Até na última curva ali, na penúltima, né, se eu não me engano, ano passado a gente teve ultrapassagens também. É mais difícil porque o piloto acaba indo para fora e tudo mais. Mas eu vejo uma pista assim com bastante chance de ultrapassagem e que a estratégia vai fazer de novo diferença, né, Garcia?

A gente tem tentado medir até que ponto os pilotos conseguem ficar próximos uns dos outros por causa da bateria também. Isso tem movimentado as corridas. A gente cita o Canadá, porque ali foi claramente uma Mercedes, um Russell e o Antonelli, né, se aproveitando ali quem tava atrás andava mais rápido. Lembra, Garcia? Quem tava atrás andava sempre mais rápido. Então não sei, vislumbro alguma coisa parecida aí para a Áustria, que seria muito interessante, uma corrida movimentadíssima para gente. Mas é isso, a gente vai falar mais da Áustria também, Garcia.

?Voz A

Essa é a nossa torcida. Não citei tanto ali a sequência das curvas 5, 6, porque ali pode ser um trecho de lift and coast, né, de você segurar um pouquinho para carregar a bateria. E é, agora sim, às vezes um piloto tá segurando demais, outro vai lá, usa o overtake mode, faz ultrapassagem, depois fica sem bateria, é repassado. Pode ser que tenhamos momentos mais ou menos como esses aí, porque tem sempre um— fica parecendo que eu tô falando de um jeito pejorativo, mas eu juro que não é.

Mas assim, tem sempre um espertinho querendo ganhar a posição no momento diferente, aí pode acontecer, né? Então, mas um dos alertas para esse Grande Prêmio da Áustria nesse final de semana são as altas temperaturas. Inclusive, para quem acompanha jornal sabe que a Europa tá passando por uma onda de calor assim extrema lá na Inglaterra. Hoje de manhã tava vendo uma, uma temperatura, uma reportagem sobre o calor na Inglaterra, coisa tá feia por lá, né.

E na Áustria deve acontecer alguma coisa parecida. Foi emitido um alerta para o final de semana por conta das altas temperaturas por toda a Europa. A gente tem visto países aí com expectativa de passarem dos 40 graus e eles não estão acostumados, é pouco se diga isso, né? Esse ponto de 40 graus não deve chegar na Áustria, né? Mas o calor sim. O Serviço Nacional do Clima da Áustria indicou que as temperaturas podem chegar aos 35 graus.

Isso seria a corrida mais quente do ano até agora, né? Por isso que foi emitido esse alerta meteorológico. E isso para Fórmula 1 é muita coisa, né, Gavi?

?Voz B

É muita coisa, Garcia, para pessoalmente também, mas para Fórmula 1, pessoal às vezes acha que temperatura alta é bom, né, para os pneus que grudem. É totalmente o oposto, né. Eu já discuti com piloto de kart por causa disso. Pista quente é a melhor pista que existe, e não é verdade. Então a gente tem problema de pneu, desgaste de pneu, É, eu lembro, é que agora a gente não tá tendo mais, mas lembra que a Mercedes tinha muito problema de temperatura, motor?

?Voz A

Sim, sim.

?Voz B

Na própria Áustria evidenciava isso também, né? Então eu acho que são condições aí que diferentes inclusive da temporada. A gente não teve nenhuma corrida com tanto calor assim até agora. Então a Áustria vai exigir, eu acho que um pouco mais dos pilotos e dos carros também, talvez de uma forma que a gente ainda não viu da temporada. Essa é minha expectativa depois da gente vir de Barcelona, onde a gente meio que responde ou tenta responder um pouco sobre a hierarquia do grid, Garcia.

A gente vai para uma Áustria com calor, com várias condições diferentes também, o que pode trazer, né, um jogo diferente. Mas assim, a gente vê, quem sabe, a Fórmula 1 atuando, né, a Fórmula 1 dessa de 2026 no seu ápice, Garcia.

?Voz A

É, pode ser. E aí pode ser até que a gente veja a Mercedes sofrendo de alguma forma também. Sempre há essa possibilidade, né?

?Voz B

Esse calor vai prejudicar todo mundo, né? Se fizer muito calor, que vai fazer.

?Voz A

Aí você citou os pneus, é uma pista que carrega bastante velocidade lateral ali para os carros, né? Isso dá a velocidade de curva, é algo que costuma comprometer bastante os pneus. Vamos ver se nesse final de semana a gente vê desgaste, porque a gente quer ver um pouco de desgaste também, né?

?Voz B

É, queremos. Eu tava até verificando aqui se Pirelli já mandou a— vamos verificar de novo até as estratégias, é, as estratégias e as escolhas dos pneus também.

?Voz A

Eles costumam divulgar um pouquinho mais em cima mesmo.

?Voz B

É, então eles costumam às vezes no começo da semana, Garcia, mas realmente não chegou, porque semana da outra vez em Barcelona Eles foram com compostos mais macios, né?

?Voz A

Ah, você tá falando a escolha que você dizia, a gama dos pneus. A gama já está, a gama já tá, já tá, já tá, já tá, já tá, a gama já tá.

?Voz B

C3, C4, C5 mesmo, que é igual ano passado.

?Voz A

Não, a gama de pneus, mas assim, isso já foi divulgado, que se eles estão divulgando com Áustria aqui, cadê? Vamos lá, você achou?

?Voz B

C3, C4, C5, Garcia. Achei. É, eles divulgaram 10 de junho, foi aqui, ó. E aí eles mandaram a gama só de pneus para Spielberg e Silverstone.

?Voz A

Agora ele já tem até uma gama mais.

?Voz B

Eles divulgaram juntos aqui C3, C4, C5. Aí Silverstone C1, C2, C3.

?Voz A

É que eu tenho aqui até mais. Eles divulgaram Áustria, Inglaterra, Bélgica e Hungria já. Dia 23 de junho que sai. Então, Áustria, C3, C4, C5. Inglaterra vai ficar um pouquinho mais duro, né? C2, C3, C4. Depois da Bélgica, mais na Hungria, a gente volta para os mesmos da Áustria, daquela gama intermediária que pode ser que sofra um pouquinho nesse calor.

?Voz B

Sim, sim. E é mais a mesma, a mesma do ano passado, né? A gente vai que eles vão tentar pregar uma peça que nem fizeram em Barcelona. Lá parece que deu bom, gosto das estratégias e e tudo mais. Enfim, gostei, gostei, gostei da corrida. A gente até voltou bem aqui e tudo mais. E acho que a Pirelli acertou aí nessa, usar uma gama mais macia. Garcia de repente forçou estratégias diferentes também.

?Voz A

Bom, horários do Grande Prêmio da Áustria, que a gente vai repetir, claro, o nosso guia, mas assim, esses horários eles têm se repetido nessas etapas europeias. Sexta-feira tem treino livre 8:30 da manhã. Terminou o treino livre, a gente já começa aqui o nosso F1 Mania em Ponto. Isso na sexta. Depois tem treino livre 2, meio-dia. No sábado, treino livre 3, 7:30. Classificação às 11 e corrida às 10 do domingo, que são os horários que a gente viu em Barcelona e também Mônaco.

Esses são os horários padrão por enquanto da temporada europeia. Nesse 2026, a Mercedes acredita, eu ia falar garante, mas na verdade ela acredita ter identificado a origem dos problemas de confiabilidade que tiraram o Russell do GP do Canadá e o Antonelli do GP da Espanha na semana retrasada, né? Segundo James Ellison, foram falhas elétricas que estão ligados à mesma área do sistema de bateria E a Mercedes está introduzindo novos módulos que podem melhorar a confiabilidade aí dos carros nas próximas corridas, né.

Então ele deu uma entrevista para o New Silver Arrows, né, radio show, e falou assim: olha, eu acho que qualquer um que acompanha o esporte com atenção já viu que isso tem prejudicado alguns carros com motor Mercedes até agora na temporada. Eles não são todos idênticos, mas se originam em grande parte da mesma área da bateria. Eu acredito que a maioria dos fatores de risco já foi compreendida. Inclusive falou que com um pouco de sorte, quando a Mercedes começar a introduzir os novos módulos ao longo da temporada, ele falou assim, chamamos a bateria de módulo, né?

Ele falou assim, nossa sorte como grupo deve melhorar. Obviamente para a gente é muito importante porque esses abandonos são muito, muito dolorosos, não só para eles como ele admite que talvez os problemas que o Norris enfrentou ali na McLaren, por exemplo, problemas que aconteceram inclusive na Williams, tem origem sim na unidade de potência da Mercedes, nesses módulos que envolvem a bateria e causando problemas elétricos.

?Voz B

É, Garcia, Mercedes de olho aí nos problemas de confiabilidade, claramente enfrentando isso na temporada. Então mais uma, mais um pro Mercedes aí, né, Garcia. Você falou sobre a bateria. Qual foi o outro componente?

?Voz A

É o módulo que envolve ali a bateria mesmo, né? É o conjunto todo chamado de módulo, né?

?Voz B

Sim. Então você vê aí, a gente nem imaginava esses problemas também dessa natureza. Sei lá, será que isso explica? Tô enrolando aqui porque eu tô pensando. A gente teve Russell abandonando por problemas misteriosos no Canadá, depois o Antonelli, agora em Barcelona, né, Garcia? Não sei, talvez a Mercedes tenha encontrado aí esse problema que tem tirado os carros da corrida. Tomara que sim, Garcia, ou tomara que não, para quem torce contra a Mercedes, né?

Mas tomara que sim. Eu acho que é isso, a Mercedes tem claramente algum problema. Então talvez no modo— eu imaginava ali que era alguma coisa de energia da potência do ICE mesmo, alguma coisa nesse sentido. Mas então não, talvez indícios aí de que o problema era na bateria, no conjunto da bateria, Garcia.

?Voz A

Aí, se ela já leva isso para o Grande Prêmio da Áustria, então pode ser que a gente já veja alguma coisa diferente aí na Mercedes. E até porque a gente tá acostumado a ver coisas do tipo, se a confiabilidade aumenta, o ritmo costuma aumentar também, porque aí a a equipe começa a puxar mais do equipamento, né, cara? A gente pode gastar mais equipamento, vamos dizer assim, para que as coisas sejam mais— dá para forçar mais também, dá para forçar mais um pouquinho.

Enfim, vou ler algumas mensagens rápidas aqui. O Hélio Venâncio: Salve, Gavi! Salve, Garcia! Tamo junto hoje ao vivo, direto dos 9 graus de Londrina. Paz. Londrina é muito frio hoje, né? Tem calor em Londrina, mas é uma cidade que no frio é gelada, gelado.

?Voz B

Nossa, Paraná é muito frio também. Paraná é frio, cara.

?Voz A

Diego Moreira: Bom dia, gurizada! Muito frio aí aqui no Rio hoje, faz 3 graus na minha cidade. Pessoal tá com frio hoje.

?Voz B

3 graus é boa.

?Voz A

Lucas Rébolo: Bom dia, galera!

?Voz B

Que cidade que é no Rio?

?Voz A

Não, Rio Grande do Sul.

?Voz B

Ah, é verdade então, pensei que ele tava zoando, tava no Rio de Janeiro, tava fazendo 3 graus, porque tá frio também no Rio de Janeiro, 3 graus, é verdade, pô.

?Voz A

Lucas Rebolo: Bom dia, Garcia e Gavi, aproveitando o home office para assistir o Em Ponto. Áustria vai dar o que falar, certeza que teremos Russell e Antonelli de novo e risco de batidas entre as mecas. Ah, o risco sempre tem quando os caras andam no limite, né? Eu tô achando que vai ter disputa entre os dois, sim. Na Áustria. Mas esses dois, eles estão de olho porque é bom eles tomarem cuidado para não tomar aquele puxão do Toto Wolff também. É verdade, verdade.

?Voz B

Ficar esperto, Garcia, nessas disputas aí. Até agora deu bom, né? Então não teria motivo, motivo para não ter as disputas, para Mercedes impedir. Apesar de que a gente já viu a Mercedes Para mim, Barcelona já é um indício ali, um indício, não, claro, claro, indício de que a Mercedes já tá, eles não estão mais tão livres quanto eles estavam no começo da temporada.

?Voz A

Gilney Pérez: Bom dia, amigo, salve, bora para mais um programa. Corrida da Áustria talvez terá algumas surpresas devido a novas atualizações. A gente vem com a Ferrari, inclusive é uma das equipes que promete trazer, levar atualizações para o Red Bull Ring ali, talvez pesadas. E a Red Bull sempre leva também, até por se tratar da sua corrida de casa. Red Bull segue também tentando diminuir o peso do seu carro para ver se consegue alguma coisa melhor aí.

Élder Oliveira: Zeltweg, nossa, ele foi longe. Zeltweg: seria uma pista pró-Mercedes ou a Red Bull, sendo dela, vai tentar alguma coisa lá? Os carros andam em ritmo fortíssimo e por isso os motores serão afetados por trabalhar a pino. Já andei em Zeltweg no game, no jogo GP4 2001. Nossa, era uma pista muito violenta, era um ritmo alucinante. 3 paradas era estratégia, que o carro era vencedor. O GP4, que na época era o grande simulador à disposição da turma aí.

E é isso, é uma pista curta, é uma pista rápida, ela é agressiva mesmo com as suas 3 curvas ali que a gente citou até como sendo ponto de ultrapassagem. Curva 1 é muito difícil de acertar. Quando eu falo não é difícil de fazer, aquela curva que é difícil de você acertar para virar tempo.

?Voz B

Né?

?Voz A

Então a curva 1 é muito complicadinha ali. A Red Bull costuma investir forte nessa corrida e costuma se dar bem, mas esse ano é Mercedes, né?

?Voz B

Mercedes vai tentar e tudo mais, mas tem cara de Mercedes, uma pista muito Mercedes. Vamos ver a Ferrari também, a gente tem algumas coisas aí na equação, mas o domínio até aqui é da Mercedes, Garcia. Ok, e o nome da cidade, né?

?Voz A

E criticou o motor, né? E faltou, a gente vai falar do Bortoletto já. A gente lê sua mensagem, Comandante. E o Iverson dos Santos: Bom dia, meu povo, aqui de Barca Arena no Pará. Tá um calor, rapaz! Deve estar mesmo. Depois você conta para a gente quanto tá aí. Sempre lembrando E pedindo pro Gavi checar só a questão do microfone, se tá tudo certinho aí, né? Mas enfim, tá modulando direitinho, né? Só pra gente falar comigo aí, Gavi. Enquanto isso a gente segue.

?Voz B

Você tá me ouvindo?

?Voz A

Então, tão comigo, mas eu já resolvo. É aquelas coisinhas nossas. Enquanto isso, vou lembrando pro pessoal aqui que você pode, como sempre, deixar seu like aqui pra gente. Você deve deixar o seu like aqui pra gente pra que a gente possa mostrar para o YouTube que o nosso produto é relevante, né? É assim que ele entende que o produto é interessante, vai mostrar essa live, os nossos conteúdos, ela gravada também vai mostrar para mais pessoas, para que a gente consiga, né, fazer valer o fato da gente tá aqui todos os dias de segunda a sexta-feira.

Somos hoje, Gavi, vão dar uma checada aqui, mesmo em Copa do Mundo, somos hoje 39 o nono podcast de esporte mais ouvido do Brasil. Esse número é muito legal. Então só falta like, né, Gavi?

?Voz B

Solta o like, vai aí, solta o like, compartilha também, inscreve no canal, seja inscrito se você não é inscrito ainda. E aí não esquece também de ir lá no Spotify. A gente tá aqui, sétima temporada nossa no Spotify, 7 anos no ar no Spotify, a segunda no YouTube. Então vai lá no Spotify também e deixa suas avaliações, suas 5 estrelinhas, que isso ajuda muito a gente aqui também, viu, Garcia?

?Voz A

Beleza, show de bola! Aproveita, vamos falar das notificações. Ativa as notificações aí também, porque é todo dia que tem live, mas a lembrancinha que vem meia hora antes ali sempre ajuda muito. Ativa as notificações, ativa o sininho e tudo mais. Vamos que vamos para o nosso segundo bloco aqui para falar de Gabriel Bortoletto. Podcast F1 Mania em ponto. Segundo bloco do F1 em Ponto aqui nessa terça-feira. Gabriel Bortoletto é o assunto de hoje desse segundo bloco, né, porque seguindo uma linha que a Audi já vem seguindo, ele talvez esteja liberado agora para falar sobre isso, mas ele deu uma entrevista falando sobre o primeiro ano dele na Audi, né, o primeiro ano da Audi na Fórmula 1.

Falando que a Audi fez um bom primeiro chassi, elogiou bastante, explicou o que precisa ser feito ainda para que como equipe a Audi melhore. O Audi que tem 2 pontos na temporada até agora, foram os 2 pontos do Bortoletto no GP da Austrália, na abertura da temporada inclusive, né. E ele falou assim: olha, tá claro que a gente tem um chassi muito forte, Ainda não é um chassi campeão. Ele falou assim: a gente não tem aquele carro que, ah, meu Deus, se a gente tivesse um motor ótimo, a gente ia vencer corridas.

Mas a gente tem um chassi muito competitivo hoje. Mas fica claro também, pelo como a Du mostrou, que a gente tem uma deficiência no motor. É evidente que a gente tá perdendo bastante por volta. Ele falou assim: acho que o Mattia Binotto já mencionou antes que a diferença é de mais de 1 segundo por volta. Dependendo da pista. Ele falou assim, isso não é exagero não, ele falou, essa é a realidade sobre a nossa situação atual, e é normal, já que essa primeira temporada com nosso motor.

Mas tá aí o Bortoletti falando de muito prejuízo com esse motor da Audi, esse primeiro motor, Gabi.

?Voz B

Motor terrível, né, Garcia? Motor terrível, estratégia ruim, né, tô falando de engenharia de motor, porque eles optam pelo turbão que a gente brinca aqui, e se provou ser uma estratégia ruim, né? Antes a gente até pensava, ah, talvez com tempo, mas não, não tem tempo nenhum, não. Foi o caminho errado, né? Nem muito lá, nem muito cá. Talvez a Ferrari também, né, ainda vai sentir, ou sinta, mais problemas por ter um turbo muito pequeno e a Audi por ter um turbo muito grande.

Mas eu acho que não é só isso. A gente ficou— porque o turbão foi o que a gente ficou aqui focado, né, foi falado, etc. e tal. Mas são problemas mais graves, cara. Seu carro, ele não tem velocidade de reta, né? Ele não, na verdade, não tem nada. E aí a gente já tava até pensando aqui um pouco sobre isso. E assim, será que eles tinham um carro aerodinamicamente muito ruim? Então, na época, né, um pouco motor ruim, um pouco aerodinâmica ruim, aí melhora um pouco ali, melhora um pouco aqui, o conjunto vai melhorando.

Mas aí quando o Binotto vem e fala do chassi, eu não sei se é melhor ou se é pior, Garcia, porque então assim, eles têm um bom chassi, sim, quarto, quinto do grid, ou seja, o motor tá muito, muito longe dos rivais, muito longe. Será que a Audi, entrando pela primeira vez na Fórmula 1, se fosse a Mercedes, ia falar: não, Mercedes vai ter o ADU, ela vai recuperar, esquece. Ah, vai demorar um ano, um ano e meio, não sei. Agora, a Audi, será que ela tem condições técnicas, know-how, experiência para poder, mesmo com ADU, botar esse motor numa janela Mercedes, numa janela Ferrari?

Eu começo a ter dúvidas aqui agora. Né, começa a ter dúvidas, não sei. A gente sempre falou aqui que é muito difícil você entrar na Fórmula 1 e realmente assim, quando a Audi chega e já fatura os pontos nas primeiras corridas, ela vai bem, a gente diz que é muito surpreso. Mas agora eu acho que a gente tá caindo na real, Garcia. A verdade é essa, né? Conforme vai passando o tempo, vão surgindo as declarações, a gente vai caindo na realidade.

E a realidade é que é um carro fraquíssimo e que não tá numa janela de operação assim que um aduzinho vai resolver, não. Parece que o problema é maior, o que reforça ainda mais aquela nossa teoria aqui de que o Bortoletto tem que vazar da Audi assim que puder, Garcia.

?Voz A

É, a Audi foi enquadrada ali nos 4 a 6% no adu, então ela vai ter um tempo bem mais melhor que a Honda. Não, a Honda não, a Honda ela foi a pior, considerado o pior motor.

?Voz B

Sim, ela foi melhor que a Honda.

?Voz A

Ah tá, ela foi assim, perfeito, não é mais tempo, é ok. Então ela foi, mas ela vai ter um trabalho mais, mais tempo de trabalho, por exemplo, que a própria Ferrari, para poder trabalhar no seu motor significativamente, com mais verba e com mais tempo, né. Eu No que diz respeito a duvidar do corpo de engenheiros ali da Audi, eu não sei se eu duvido. Não, acho que o tempo na Fórmula 1 ele é escasso e acho que esse tempo deve e pode ajudar e a gente espera também, né?

O que eu tenho contigo é que também acho que se o Bortoletto quiser ser grande na Fórmula 1, quiser ser pesado na Fórmula 1, a ideia é talvez não ser o novo Lando Norris, né? Não sei porque o Norris acabou sendo campeão pela McLaren, mas cozinhou muito feijão lá dentro antes de conseguir esse título do ano passado, né? Ele, o Bortoletti, falou que tudo que é feito lá na Audi inclusive é desenvolvido internamente com pessoas que estão na Audi há muitos anos.

Ele falou assim: então sim, eu acho que o ponto que a gente tem mais margem para melhorar é o motor, e é nisso que a gente vai ver, por exemplo, mismo, a Audi trabalhando. O Alan McNish também foi nessa linha, tá? Ele falou assim, olha, a gente sabia já que a primeira temporada da unidade de potência seria sempre difícil, né? Porque a gente teve que construir tudo do zero, teve áreas que a gente trabalhou muito, a gente também melhorou bastante a confiabilidade, colocou uma situação muito complexa e que não ia ser fácil surgir com uma baita unidade de potência.

Ele falou assim, mas eu não acredito que isso tenha sido um fator para os problemas que a gente teve em Barcelona, não. A gente tá analisando como é que a gente pode melhorar isso. Falando aqui também da confiabilidade, que é outro drama, porque se você tem um carro bom que não é confiável, você vai conseguir algum resultado pelo menos. No caso da Audi, é um carro que não tá funcionando, falta potência aí no motor, e a confiabilidade também não tá ajudando. Então é o pior dos mundos para Audi hoje, né?

?Voz B

Pior dos mundos para Audi hoje, Garcia. Pior dos mundos. Enfim, eu não sei, cara, esse lance do motor para mim me deixou— a gente sabia que tava muito para trás, né? Sabia que tava muito, muito ruim, motor que não tava entregando a potência, não tava nada. Mas sei lá, eu fiquei meio cabreiro, Garcia. Eu quero, quero crer que nem você, que tem os engenheiros bons, que eles vão entregar isso num curto espaço tempo. Mas de novo, a gente junta isso com a falta de performance do Gabriel, é uma situação muito complicada, a situação mais difícil que o Bortoletto enfrenta na Fórmula 1, sem dúvida.

?Voz A

Ah, sim, mas quando eu falo isso, eu não acredito que seja em curto, não, até pegando curto espaço de tempo, né?

?Voz B

Tô até indo pela própria cabeça ali, pô.

?Voz A

O Bortoletto, o Binotto já disse 2028.

?Voz B

Então, então aí vai ficando difícil para o Bortoletto, né, Garcia? Fica difícil para a Audi, beleza. Audi pode, né, às vezes ela vai ficar 50 anos na Fórmula 1, tipo, sabe, né? Então começa assim, vai se desenvolvendo. Agora, para o nosso Bortoletto é muito complicado. Sim, o Norris ficou, fez isso lá na McLaren, né, conseguiu até depois ser campeão. Enfim, é isso. Ele teria que ter um contrato lá dizendo: olha, eu não vou ser mandado embora de jeito nenhum também aqui, né?

Porque meu medo é esse: vai desempenho ruim ali, uma coisa ali, você acaba perdendo uma vaga. O Bortoletto, que não tem uma vaga cativa nem na Audi nem em outro lugar da Fórmula 1 por enquanto, vai ser—

?Voz A

é isso. Comandante, agora sim a mensagem do Comandante aqui. Bortoletto elogiou o chassi, criticou o motor. Faltou Bortoletto informar que os engenheiros do chassi do Trabalha em prédios diferentes, senão se fala desde carnaval. Brincadeira do Comander aqui. Iveson dos Santos. Ah, eu li a mensagem aqui. Dani, David, Mercedes ou Ferrari? Opa, mais um vizinho aqui da fria Londrina na live. Olha aí, vai ter encontrinho do encontro lá em Londrina.

?Voz B

Olha, você é bom, hein? Eu tenho família em Londrina lá, pô.

?Voz A

Então, todo pessoal de perto ali. Mas é isso, a gente vai ver também nesse Grande Prêmio da Áustria nesse final de semana. É uma pista que pede motor. O ano passado foi a melhor corrida do Bortoletto na Fórmula 1 até aquele momento, né? Ele chegou em sétimo, marcou bons pontos, chegou à frente do Hülkenberg, que também pontuou. Mas inclusive foi a primeira vez que a Sauber pontuou com os dois carros na temporada, ou talvez até a única, se eu não me engano.

Mas mas com calma na hora de a gente, da gente acreditar que isso pode se repetir. Claro que o Bortoletto casou muito bem com a pista no ano passado, na Fórmula 2 já tinha casado muito bem com aquela pista, gosta. Mas sem motor nessa pista pode ser um problema.

?Voz B

Ah, com certeza, Garcia, ela exige motorzão, né?

?Voz A

Mas enfim, vamos lá para o nosso terceiro bloco. Terceiro bloco do F1 Mania em ponto nessa terça-feira. Fernando Alonso, o Stefano Domenicali, que é o CEO da Fórmula 1, disse que tem o desejo de ver o Alonso ainda por muito tempo na Fórmula 1. Ah, muito tempo, né? O Alonso falou que provavelmente seria a última parte participação dele em Barcelona na semana retrasada. Tudo também porque a gente não vai ter o Grande Prêmio de Barcelona no ano que vem.

E aí o Domenicali foi perguntado sobre Fernando Alonso e tudo mais, ele falou assim: eu sofro pelo Alonso, eu tenho muito respeito por ele, sei que ele é fantástico, mas também sei que ele é uma pessoa resiliente, vai ter oportunidade, espero, se receber um carro, de demonstrar o talento que ele possui. Falou que tem uma questão, uma mentalidade de comprometimento sem medo em todos os níveis e que precisa do projeto certo. Ele falou: espero que seja aqui na Fórmula 1 e não apenas por um ano, mas por muito mais tempo. Até quando será que o Domenicali quer ver o Alonso na Fórmula 1, né?

?Voz B

Pois é, até os 50, Garcia. Então eu não entendi muito bem. Então a gente também gosta do Alonso, tem, vai bem, tem ressalvas para fazer, mas como piloto pilotaço. Agora, eu, para mim, ele já não tem mais essa, nem mais essa vibe que ele tinha antes, nem mais ser resiliência. Já é um Alonso com a idade. A gente com a idade vai vindo mesmo, não tem jeito, Garcia, não tem jeito, cara. Eu gosto muito do Alonso, mas eu acho que até para o bem da Aston Martin e tudo, eles precisam renovar, né?

Acho que a Fórmula 1, não sei por que que o Domenicali puxou, será porque ele é fã do Alonso? Porque ultimamente, de fato, Alonso não tem contribuído nada, né, para o entretenimento. Ninguém vai assistir uma corrida por causa do Fernando Alonso. Então eu lembro que quando o Schumacher volta para Mercedes, né, que foi ruim, mas no começo muitas pessoas vão assistir, eu mesmo. Voltei a assistir numa época que eu assistia médio, assisti bastante por causa do Schumacher na Mercedes.

Então acho que tem umas coisas que atraem o público. Eu não vejo mais o Alonso atraindo público assim também não, Garcia. Para mim ele só tá fazendo uma hora extra aí. E não vou dizer que tá prejudicando a Aston Martin, porque, né, olha a situação da Aston Martin com a Honda. Mas se tivesse com um carrão, eu acho que até poderia prejudicar. Não vejo mais o Alonso andando em alto nível lado lá na frente, Garcia.

?Voz A

Enfim, boa. Mais uma rapidinha por aqui. Liam Lawson, ele citando que a narrativa de saída da Red Bull que foi feita sobre ele quando ele saiu é falsa, tá? Ele teve dois finais de semana muito ruins e ele falou que a narrativa que surgiu no paddock não é real. Ele falou assim: olha, tudo foi retratado como se eu tivesse com dificuldades mentais e todo esse papo, e como se eles estivessem fazendo isso para me proteger, mas sinceramente isso não poderia estar mais longe do que aconteceu.

Aí deu uma entrevista para o High Performance, ele falou assim: olha, eu tentei ao máximo não deixar isso me afetar, cheguei até fingir que isso nunca aconteceu, fiquei duas corridas lá, e a forma como tudo aconteceu foi tão louca que sinceramente eu pensei: vou simplesmente fingir que nunca estive lá na Red Bull. Falou que a falta de testes e preparação foi um dos principais fatores para as dificuldades que ele teve na Red Bull.

Ele falou assim: foi sem teste algum, tive meio dia antes da temporada, e nosso teste no Bahrein também foi muito comprometido. Entrei no primeiro final de semana muito despreparado, e Melbourne perdi o TL3 por problema no motor. Fui para classificação sem rodar com pneus macios, cometi meus erros também. Aí ele falou, na China ele explicou que ele teve uma decisão de mudar o acerto radicalmente. Ele falou assim, a gente tentou algo bem ousado no carro, largou do pit lane, mudou o carro radicalmente, foi uma mudança enorme, só que aí o carro ficou muito difícil de guiar, destruiu os pneus e arruinou nossa prova.

E este desempenho foi usado contra mim. Ele falou assim, eu não posso ser julgado por isso. Foram duas corridas em circuitos onde eu nunca tinha estado. Nossa, jogou no ventilador aí o Liam Lawson, que ainda é parte do ambiente Red Bull ali, né?

?Voz B

Ainda, né? Ainda é do time. E escancarou a situação, Garcia. O Lawson, ele é um cara, depois que ele só foi só aquele dia lá com Igor Fraga lá mesmo, depois ele se mostrou que assim, ele banca as coisas que ele faz, né, Garcia? Gosto dessa atitude dele. No começo, talvez um pouco muito agressivo, né? Lembra que a gente criticou aqui o dedo do meio que ele deu para o Pérez? Mas eu concordo com ele, cara. Ele foi jogado numa fogueiraça.

A gente falou aqui na época, era uma fogueiraça ali, sem nenhuma preparação, do lado do Verstappen, num carro que ninguém conseguia guiar, né? Eu acho que concordo com ele, sim. Jogar nessa fogueira aí na época que a Red Bull não tava nem aí para piloto, né, Garcia? Hoje eu sei isso. Agora, com a saída do Marco, do próprio Horner, né, espero que seja um caminho diferente. A gente nem sabe ainda, mas parece que sim. Agora, sob o comando dos dois lá, é, o piloto era só um número, né, era só um instrumento ali na mão dos dois.

?Voz A

É isso. Acho que a liberdade que ele tem de falar um pouquinho mais é exatamente pelo fato do Christian Horner não tá mais lá na Red Bull, que hoje é gerenciada pelo Laurent Mekie.

?Voz B

Tá falando mal do Mekie, né? Não tá falando mais mal do Horner, Garcia.

?Voz A

É, então, ao contrário, quer dizer, não do Mekie. É, e já que a gente falou sobre Mattia Binotto, quando a gente falou de áudio principalmente, ele sugeriu um novo mecanismo de ajuda para fabricantes de motores, algo um pouquinho diferente do ADU, porque o ADU foi introduzido para 2026 para tentar dar aquela equalizada, e que analisa o desempenho dos motores a combustão dos 5 fabricantes que hoje estão envolvidos diretamente na Fórmula 1.

Ele acredita, o Binotto, que existe uma alternativa mais eficiente. Ele acha que essa avaliação, acredita que essa avaliação deve ser inspirada no modelo já utilizado pro chassi, que distribui túnel de vento e ferramentas de CFD de acordo com as posições das equipes nos campeonatos, né? Então ele falou assim, a campeã de construtores recebe menos tempo e tudo mais, então ele acredita que isso possa ser usado para os motores também.

Ele falou, a gente tem sensores adequados no carro para medir a diferença de potência, então princípio do A/D baseado na diferença de quilowatts é o caminho certo? Ele questiona. Agora a gente pode discutir isso, Talvez a gente devesse fazer algo muito parecido com o que existe para os chassis, baseado na classificação das temporadas anteriores. Se o propósito, segundo ele, é ter um grid mais equilibrado, talvez essa seja a solução mais direta e criaria um sistema único para chassis e unidades de potência.

Ele falou: é assim que o regulamento está escrito hoje e acredito que a gente precisa confiar totalmente na FIA. Eu tenho certeza que a entidade faz avaliação correta, né? Eu só queria saber como é que faz no caso razão para Mercedes não ser beneficiada. Porque, por exemplo, motor Mercedes, ele equipa 4 equipes, ele equipa a campeã, beleza, teoricamente ela não seria auxiliada por ter o melhor motor, melhor carro, tal, tá aqui.

Mas ele também equipa McLaren, Alpine, Williams. A Williams, que inclusive é uma equipe que tem conquistado péssimos resultados. Aí você vai tirar uma média lá no final do ano entre essas 4 equipes Todo ano a Mercedes ia acabar tendo ajuda do mecanismo de defesa, do mecanismo de desempenho. E mais que isso, ia ter fabricante aí que ia querer fornecer motor para equipe ruim só para poder ter essa ajuda no fim do ano.

?Voz B

Exatamente, Garcia. O Harry Potter não mandou muito bem nessa não, eu achei, né? Foi mágica não. Cara, é que a gente tem discutido por causa do lance do ICI, né? Mas assim, cara, não, tem que ser a ver com— a gente pode discutir se vai ser no ICI, se vai ser no conjunto todo, eu acho que a discussão tem que ser essa, mas não, né, você sair da premissa de que equipes estão melhores que outras e tudo mais. Esse primeiro problema das fabricantes, das clientes, já é um, Garcia.

Mas eu acho que se a gente começar a pensar aqui, a gente levanta vários problemas com relação a essa proposta do Binotto, Garcia.

?Voz A

Acredito nisso também, né? Mas é isso. Enfim, quem quiser entrar em contato com a gente aqui sempre pode, através das nossas redes sociais pessoais. Pode mandar mensagem para mim, pode mandar mensagem para o Gavi também. Como é que faz falar contigo aí, Gavi?

?Voz B

Comigo, Garcia? Comigo tá aqui, tá aberto, tava abrindo os comentários aqui do Spotify. Comigo, Garcia, tem o Garcia, então segue eu, já segue o Garcia também. Tamo junto, Garcia!

?Voz A

É isso, perfeito. Ah, os comentários que você abriu foi do Spotify, é isso? Spotify, é. Ah, então tá bom. Então deixa eu mandar um abraço aqui também para quem tá acompanhando a gente lá no Instagram, como o próprio Comander, que tá sempre na área por aqui, fica fazendo Comander, que é o rei da inteligência artificial, tá sempre fazendo uma gracinha legal. Quando eu falo gracinha não é no mau sentido, não, no bom sentido. Continua, viu, Comander, não para não, que eu tô risado aqui com os negócios que ele faz. É, muito bom, né?

?Voz B

A nova do Comander, ó, a nova do Comander, tá lá.

?Voz A

Boa, Comander, continua, continua, continua. E quem quiser entrar em contato comigo então, @carlosgarci Garcia FM. Vou ler duas mensagenzinhas rápidas aqui, da duas, deixa eu ver, vamos lá, vamos ler mais alguma coisa aqui do YouTube de ontem, tá? Então sempre, como a gente faz questão de lembrar, está aqui todo dia. Não conseguiu acompanhar ao vivo, deixa seu comentário aqui no YouTube mesmo assim que a gente vai ler, tá bom?

O Eduardo Ferreira: aconteceu conversa Verstappen, falando de ontem, né, aconteceu com Verstappen o mesmo que aconteceu com Hamilton. Deram um carro para brigar pelo título no último ano de regulamento, apostaram até o final do campeonato, mudaram as regras, ele não se adaptou e agora tá pelejando para conseguir pilotar o carro. Rodrigo Emboava: ou seja, o Max não quer ajudar a equipe, quer apenas que a equipe o faça vencer, mesmo que a Red Bull tenha feito tudo para ele ser campeão, até mesmo mudaram as regras em 2021 para ele poder vencer o Hamilton e contratar pilotos incapazes de vencê-lo, sem falar no desenvolvimento dos carros totalmente voltados para o jeito que ele pilota. Eu não sabia que tinha sido a Red Bull que tinha mudado as regras de 2021, não.

?Voz B

Verdade.

?Voz A

Vitor, quem acredita que o Sainz escolheu a Williams porque acreditou no projeto é um iludido. Ninguém melhor que o pai do Sainz Sabe do que a Audi é capaz no desporto do automóvel. Ele ficou extremamente irritado pela escolha do filho e afirmou publicamente. Na realidade, Sainz não quis voltar a enfrentar o Hulkenberg, que tinha feito um ano incrível na Haas com mais de 10 Q3 e corridas dos pontos. Agora que ele já percebeu que o Hulk tem errado demais na qualificação, ele já perdeu o medinho.

Cadê o Jozek falando que a Mercedes que deu um pé na bunda do Verstappen depois do Antonelli. Para que esse VB chorão e o pai racha equipe, tá bom. E o Vitor Silva falando que é o Vitor Silva e o Rodrigo seguem falando aqui que o Sainz teve medo de enfrentar o Hulkenberg na temporada. Vai lá, Gavi, Spotify, tá?

?Voz B

Saiu aqui agora. Ave Maria, tem uns cara que eu vou te falar, viu, velho. Eu vou bloquear esse maluco aqui. Fixe, bloquear conta. Bloqueei ao vivo, hein, gente, para vocês verem. Não xingou aqui o Garcia aqui? Não, não vai, não vai. Depois eu te conto. Mas não, gente, obrigado, agradeço. Vocês gostam do programa, adianta vocês vir falar, olha, não sei quem é isso, isso, isso, mas eu gosta do programa, porque não é isso. Programa é feito por nós, né?

Então o mínimo de respeito tem que ter. Aliás, assim, eu tenho que dizer que a galera é muito bacana demais, a galera respeita muito.

?Voz A

É normal.

?Voz B

E era só esse outro aí, o Garcia, que tinha aqui de comentário, cara.

?Voz A

Você acredita?

?Voz B

Boa! Então eu excluí o comentário dele. E assim, é isso. Obrigado por gostar do programa, mas a gente, ninguém é mala aqui não, que a gente é bonzinho, Garcia. Vou para você agora.

?Voz A

Boa, então fechado, gente. Ó, obrigado todo mundo que tá sempre acompanhando a gente por aqui no nosso F1 Manin Conta. A gente sempre segue por aqui de segunda a sexta-feira trazendo aí um pouco do que tá rolando no mundo da Fórmula 1, do esporte a motor como um todo. E você pode comentar, você pode deixar sua mensagem. Não esquece de deixar seu like, fazer inscrição no canal, ativar notificações. E vamos que vamos, Gavi! Muito obrigado, você também.

?Voz B

Obrigado, Garcia. Só te traz uma mensagem aqui do fim, do Matias, o Nozi. Tempo que eu não vejo o Nozi. Um abraço para ele. Ele me mandou umas cenas do Schumacher aqui, Garcia, absurda, né? Absurda. E ele colocou assim: tio Gavi, por que que o Schumacher era tão bom? Aí ele responde: olha a aula prática que ele teve sentado na primeira fileira assistindo com os próprios olhos. Enfim, é um vídeo aqui do Schumacher e de outros pilotos, e ele observando ali os Show sensacional, Matias. Tamo junto, viu, gente. Obrigado. Amanhã nós tá de volta, né, Garcia?

?Voz A

É isso, total. E observar faz parte do processo também. É isso aí, pô, sensacional. Então valeu, Gavi, Gavi, todo mundo que acompanha a gente aqui. Amanhã a gente tá de volta com mais uma edição do nosso F1 Mania em Ponto. Amanhã ou na quinta a gente já faz aquele guia para a gente ficar espertão aqui com que tá rolando. Beleza, valeu demais, tamo junto, tchau! Informações diárias do mundo do esporte a motor, podcast F1 Mania em

Mercedes domina, Ferrari reage, Red Bull em casa e o calor no GP da Áustria | EM PONTO #934 | Castnews Index — Castnews Index