Hamilton revela lesão mas 8ª título mundial entra no radar | EM PONTO #929
Lewis Hamilton revelou um bastidor de lesão que carregou por meses, mas a grande pergunta agora é outra: depois da vitória com a Ferrari, o sonho do 8º título mundial voltou mesmo ao radar? Neste vídeo, analisamos o momento de Hamilton na Fórmula 1 2026, a recuperação da Ferrari, a diferença para Kimi Antonelli no campeonato, o impacto da vitória em Barcelona e por que a disputa pelo título pode ter ganhado um novo personagem.
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Está no ar F1 Mania em ponto, informações diárias do mundo do esporte a motor. Apresentação: Carlos Garcia e Gabriel Ravinelli. E aí, pintou candidato ao título diferente em 2026 ou não? É isso que a gente quer saber, e é isso que a gente inclusive vai Quero perguntar para você nessa edição de hoje aqui do nosso podcast F1 Mania em Ponto. Vai ser um dos temas, claro, que a gente vai conversar por aqui. Valeu demais pela sua presença.
A gente tá sempre, todo dia, ao vivo aqui. Depois fica tudo disponível para você, mas todo dia a gente tá batendo um papo sobre Fórmula 1 aqui nas diversas redes que a gente faz parte, tá certo? Valeu demais e muito prazer. Eu sou Carlos Garcia, aqui comigo sempre ele, Gabriel Gavinelli, para abrir mais uma edição do nosso podcast F1 Mania em Ponto. Salve, Gabi!
Salve, Garcia! Fala, pessoal, tudo beleza? Começando então mais um Em Ponto. Hoje, Garcia, o assunto do primeiro bloco é esse: Hamilton é candidato ao título de 2026? Então esse o grande tema depois, né, da vitória do Hamilton ali. Impressionante vitória em Barcelona. Até agora ainda tô aqui impressionado realmente com que o Hamilton fez, botando mais de 20 segundos na toda favorita Mercedes. Mas enfim, Primeiro bloco a gente conversa sobre Hamilton, no segundo assunto é a Mercedes, porque a equipe francesa— eu tô com a França na cabeça, que a França vai estrear hoje, Garcia.
A equipe alemã, na verdade, ela apelou do resultado lá em Mônaco. E nas rapidinhas tem a Haas fazendo uma autocrítica, o Rafa Câmara que vai fazer um novo teste com a Ferrari em Barcelona. E para fechar, o Antonelli falou em vazio emocional. Profundo, hein, Garcia, depois do abandono na última corrida lá em Barcelona, Garcia.
Então é sobre isso que a gente vai falar nessa edição de hoje por aqui. Hoje é segunda-feira, né, dia— hoje é segunda, não, já é terça-feira, dia 15 de junho de 2026, né. Vou corrigir ao vivo para você por aqui. E o nosso podcast F1 Maninho em Ponto tá no ar para você curtir com a gente aqui essa terça-feira de muita Fórmula 1. Vamos nessa! Podcast F1 Mania em ponto. Então vamos nessa, porque a gente ainda tá nesse rescaldo aí do Grande Prêmio de Barcelona que aconteceu no final de semana.
Vitória de Lewis Hamilton, uma vitória assim, olha, vou te falar, uma vitória com muita autoridade do Hamilton. Não só foi além daquilo que a gente esperava, porque, sei lá, acredito que pouca gente apostou em vitória do Hamilton, mas uma vitória com muita autoridade, muita velocidade, boa estratégia, estratégia sobre se aproveitar. E antes da gente falar sobre essa possibilidade, né, do Hamilton disputar o título, né, porque agora a gente começa a falar no campeonato, ele é o vice-líder.
E quem tá sempre disputando o título contra o líder? Primeiro vice-líder, depois o restante essa turma aí. Então diria que hoje, matematicamente falando, ele tem mais chances até do que o próprio George Russell. Então claro que a gente vai, a gente precisa conversar sobre a possibilidade de título do Hamilton em 2025. Ele veio de uma temporada muito ruim, né? Então a gente tem uma reviravolta na carreira do Hamilton. Ele vem numa descendente da Mercedes por conta do carro.
A Mercedes não se acertou com aquele regulamento anterior. Depois ele parte para uma Ferrari onde ele Você citou ontem aqui, né, a gente tava até falando em nossa, tu não vai continuar na Fórmula 1, eu não sirvo mais para isso. A gente até chateado com a forma como Hamilton vinha conversando. E ele falou sobre uma lesão em 2025, que correu lesionado por meses, e teria sido esse um dos motivos pelo qual ele se apresentou tão mal, ele tomou um vareio do Leclerc, todas essas coisas.
Ele falou assim, no início do ano passado "Eu me machuquei aqui em Barcelona, na verdade, e carreguei essa lesão por meses." Ele falou: "Uma coisa que eu aprendi é a nunca duvidar de mim mesmo, nunca me subestimar." Ele falou assim: "Você precisa continuar acreditando em si mesmo no fundo, e essas são as coisas que consegui reimplantar na minha mentalidade." Ele falou assim, ele falou que reconstruiu a mente dele até o ponto em que ele pudesse voltar a fazer o melhor.
E ele falou assim: pô, é uma sensação maravilhosa tá no pódio. Ele falou assim: eu tava dizendo ali que até provavelmente vou dormir com essa blusa vermelha por um tempo. É bom ver o cavalinho ali no topo, tal. Claro que tem a questão do discurso Hamilton, discurso padrão Hamilton, que é uma coisa que a gente vai citar daqui a pouco, né? Mas uma lesão explicaria o fato do Hamilton ter andado mal também, porque a gente cobrou, tava andando bem abaixo do leque. Explicaria, podia ter falado antes talvez, mas explicaria, né, Gavi?
Tá, é assim, explicaria. O Garcia, meu teclado tá travado aqui, só tem que desmutar no botãozinho, Garcia. Mas enfim, eu acho que isso me explicaria bastante, né? O rumor que tinha, que também não é uma certeza, é de que o Hamilton não se adaptou às novas regras, né? É isso que tá aí no popular, é que o Hamilton não foi bem com as novas regras.
Então por isso que, com isso, com a, com o regulamento anterior, é, com regulamento anterior, né? Caso que já não são mais novas, né?
As novas velhas. Do efeito solo. Então ele não teria, né, se adaptado a isso. Então por isso, isso explicaria, até então, né, até então, isso explicaria essa fase terrível que ele teve. Agora é complicado porque ele mesmo, né, ele fala em não ser mais um bom piloto e não servir mais para fazer aquilo, né. Não sei se exatamente essas palavras, mas ele explicita isso mais de uma vez, inclusive. Né, teve uma vez que a gente até trouxe aqui que foi assim, ele falou isso mesmo, mas em várias outras ocasiões ele foi sugerindo que talvez o tempo dele na Fórmula 1 tivesse acabado.
E aí, Garcia, eu que sou aqui fã, torcedor do Hamilton, hoje vou, falo aqui, aliás, eu sempre falo, mas né, eu acho que o Hamilton tem também um que você falou sobre um discurso padrão assim Eu enxergo às vezes isso, sabe? Eu acho que até eu, para mim que sou fã, faz até parte do conjunto, faz parte da obra, né? Mas eu não sei, Garcia, porque de novo é difícil responder essa pergunta. Por que que ele não explicitou, não falou isso antes para todo mundo?
Então teria tirado um peso. Será que ele pensou que a Ferrari poderia mandar ele embora?
Substituir? É, eu tô machucado, então patrocinadores iam falar que o Hamilton tava acabado, que a lesão é por conta da idade, aquela coisa.
Ia chegar e proibir ele de correr, Garcia?
Ia botar um médico para analisar a lesão dele, né?
Que já arrancaram os piercing dele. O Hamilton também foi, de certa forma, ele vai fazer aquele, falar que ele fez por merecer, é culpar a vítima, né? Então assim, ele não fez por merecer, mas ele foi perseguido muito tempo na Fórmula 1, né?
Eu acho que, exceto a questão dos piercings, que ali eu acho que a FIA tinha razão, tá?
É, a questão dos piercings ali, a FIA podia ter razão, porque é segurança.
Mas teve o lance da política mais recente agora, que uma vez da cueca do Hamilton, da cueca, eu não tinha esquecido da cueca, esse anti-chamas, tinha um negócio assim, né?
É isso que tinha que ser.
Tô tentando lembrar, mas eu não lembro.
Mas você lembrou muito bem, né? Então assim, a gente não sabe, cara. Eu não sou, não quero ficar fazendo falso. Aliás, eu acho que isso é uma causa muito séria, então a gente tem que sempre tomar muito cuidado quando a gente vai citar isso para não se tornar uma coisa banal. Mas o Hamilton é o único negro na Fórmula 1, cara. Vai ser durante muitos anos, né?
Vai ser, não vai?
Nem tão cedo assim, cara. Até quando ele tinha medo de acontecer alguma coisa também por causa da cor dele, de tudo que ele sofreu ali. A gente ligando o Mônaco agora, quando— porque o Hamilton, ele era odiado na Inglaterra, sejamos justos. O tempo, ele passou a ser tolerado, né?
Hoje ele, não sei, hoje o pessoal gosta dele, mas teve uma fase bem ruim mesmo.
Muito, teve uma fase bem ruim. Então não sei, Garcia, às vezes é um pouco de autodefesa também, o cara aprendeu na vida a ser assim, né? Mas é muito curioso porque bastava uma declaração dessa que ele teria, talvez para algumas pessoas não, ia falar que é mentira, que é conversa, tudo, mas uma boa parte do público, acho que inclusive boa parte da imprensa também, acho que teria aceitado, né? Teria sido um pouco mais leve esse período que o Hamilton viveu, onde não só os torcedores, os especialistas, etc., e tal, mas o próprio Hamilton chegou a duvidar de si mesmo e da capacidade que ele tem de fazer o que ele fez domingo de forma brilhante.
Garcia, é porque aí que tá, né? Eu acho tudo bem, tranquilo, a gente falar de Hamilton lesionado, só falou agora, tá tudo bem, Mas é que o tom do discurso do ano passado era: "Talvez eu não sirva mais pra isso." Palavras do Hamilton. Então, é só isso. Os discursos do Hamilton são muito bem desenhados, são muito bonitos, mas às vezes, se você pegar e falar assim: "Eu vou..." Gente, eu gosto do Hamilton, tá? Não é que eu tô... Mas às vezes, se você pegar e empilhar, Sabe aquelas cortiças que o pessoal faz de investigação e vai?
Se você pegar e colocar vários discursos do Hamilton ali, talvez eles se conflitem entre si, tá? Talvez exista um conflito aí. É só isso. Mas são muito bem elaborados. O problema é que— e ele destoa também porque, vamos falar a verdade, ele é um cara que pensa mais do que qualquer outro piloto de Fórmula 1. Transcende, ele vai mais longe, ele raciocina, ele é preocupado com causas sociais. Eu acho que o último que teve no padrão Hamilton aí talvez tenha sido o Vettel, né?
E só porque é muito difícil ver um piloto nesse padrão Hamilton, mas nenhum tem, é que ele tem de pensar a sociedade, refletir sobre a sociedade, refletir sobre as pessoas, causas. Recentemente teve um pouco Norris também falando sobre saúde mental, que foi legal. Foi legal. Então talvez a gente não precise mesmo ficar só no discurso. Eu acho, tem muita gente que pega no pé do Hamilton por pegar. A gente vê, vamos pro Twitter, o Twitter que é o lixo dos comentários, né?
No Twitter lá, quando alguém vai criticar o Hamilton, ah, mas o vegano se deu mal. Tô nem aí.
Pior que o Twitter só aquele feeds lá.
É, eu tô nem aí se o Hamilton é vegano, gente. Pouco me importa o que o cara come, velho. Pouco me importa. Eu gosto de carne e eu não tenho nada contra nenhum vegano. Inclusive, acho interessante a causa de muitos, né? Mas assim, ah, o vegano. Então as pessoas também pegam muito no pé do Hamilton e às vezes ele tem que ser reativo na construção dos discursos, porque como você mesmo falou, ele tem que tomar um pouquinho mais de cuidado, né?
Tem que tomar, tem que tomar, Garcia. Na verdade, toda pessoa pública tem que tomar um pouco mais de cuidado. Eu acho que para o Hamilton isso é, né, é o cubo. Eu ia dizer ao quadrado, mas é o cubo. Se a gente pegar toda a história do Hamilton, ele também demorou, né? Na verdade, ele nunca foi uma unanimidade, né, Garcia? Eu acho que aqui o Brasil ainda acolheu Hamilton muito diferente, né? Não, o Hamilton considerava aqui a segunda casa dele. Na verdade, não é, não é Não é só discurso.
Eu não sei nem se ele considera tanto. Eu acho que ele até se aproveita um pouquinho desse hype.
Mas assim, ele vê aqui, ele vê, ele, eu acho que ele se sente acolhido, né? Porque o Brasil foi muito diferente desde sempre, cara, desde sempre, né? O Hamilton teve muitas, eu lembro de 2008 que eu fui, inclusive muita torcida, e tinha um Massa disputando o título, hein? E já muita torcida do Hamilton também. 2008? Não foi 2008, foi outro ano.
Bora na retona, é 2008. 2008 é o ano louco.
Eu assisti em casa também esse ano, não foi? Pois a minha esposa que sabe que a gente foi junto, ficamos lá no Gesão. Então, e é isso, Garcia, eu senti uma paixão da galera pelo Hamilton, né, diferente, e aquela relação de amor e ódio, né, porque tem os que amam e os que odeiam, e isso é só de gente grande, Garcia. É só de gente grande, cara, porque ninguém ama e odeia um zero à esquerda. Justo. Ninguém.
Então respeito, que às vezes a pessoa, né, muita gente.
E hoje a gente tá vivendo no mundo, apesar de longe do ideal, muito diferente do que é de 10 anos atrás. Quantos anos faz que o Hamilton tá na Fórmula 1? 15 anos quase já.
O Hamilton, não, ele começou em 2007, 19 anos. 19 anos, essa é a vigésima temporada dele.
Peguem as piadas que tinham aí há 19 anos atrás, que as pessoas falavam, não só do Hamilton, a sociedade como ela era há 20 anos atrás, o que podia fazer, o que não podia, né? E o Hamilton passou por isso, passou aquilo, era comum em Interlagos piada racista do Hamilton, comum. 20 anos atrás lá no G, não, lá no G, há 20 anos atrás lá no G, a mulher chegava acompanhada dos caras, os cara gritava sócio, era uma palhaçada, uma palhaçada sem tamanho, cara.
Então ele teve que fazer tudo isso, né? E eu, dos pilotos que eu acompanhei, o cara que teve mais resistência mesmo sendo fera, para não falar outra coisa aqui, foi o Hamilton Garcia. Coincidência ou não?
Cadê aqui? O Léo Senna tá falando. E eu acho que é isso, acho que essa expressão é boa, que ele falou: eu acho Hamilton teatral demais, dá conta, respeito muito como piloto. Concordo, mas talvez ele, talvez seja necessário para ele, talvez isso seja uma reação ao que ele enfrenta desde o início. É uma insegurança, é a própria questão da cor da pele, né? O que a gente já falou algumas vezes aqui, eu sei que já teve gente que mandou mensagem criticando, mas é a minha opinião, tá?
Depois que ele sair da Fórmula 1, a Fórmula 1 volta a ser exclusivamente um grupo de meninos brancos ricos. Primeiro, milionário, rico, eu tô sendo bonzinho, né? Porque você precisa ser bem milionário, só poucamente milionário já não funciona, né? Você tem que ter muito dinheiro, então isso por si só já torna muito restritivo. E gente, na fila aí não tem, cara, outro pra substituí-lo na questão racial. Não que tenha que ser, não que devesse ser, porque todo mundo é igual, todo mundo é Ocupa a mesma prateleira, não que devesse ser, mas se você pegar pelo recorte estatístico, né, é isso, é um grupo de meninos brancos ricos totalmente.
Então eu acho que muita boa parte do comportamento dele, eu, vem disso mesmo, Garcia, né? E desde lá da base, porque eu vou usar um exemplo meu aqui, o cartismo brasileiro Eu conheço os caras da molecadinha, meu, eu lembro, sei lá, talvez de um ou dois negros, Garcia.
Eu lembro que quando ele subiu, eu lembro que quando ele subiu para Fórmula 1 falava-se muito, né? Uau, primeiro piloto negro da Fórmula 1! E sabe por que que tem que falar? Tem que falar porque é um negócio tão diferente, não era para ser, mas é tão diferente que ganha destaque, e não era para ser assim. Então isso já o torna um piloto numa condição diferente dos outros, e aí ele tem que ser mais reativo mesmo nos discursos. Eu entendo e concordo com o Léo que ele é teatral, mas talvez isso seja necessário para ele.
Eu não tô na pele dele, eu não sei exatamente o que ele sente, mas talvez isso seja necessário.
E ele é profundo, né, mano? Eu acho que Sei, para um piloto de Fórmula 1 que se comparou com o Vettel, que é muito bom, o Vettel também era um cara assim. A gente vê, é difícil, né, cara? Quem foi o último piloto que era profundo assim, que falava mais? Eu me lembro agora do Senna, que aliás muita daquelas frases foram inventadas, mas algumas, né, você entra lá no Frases Senna, várias não foram dele. Você pedir pro chat hoje, hein, Garcia?
Ó, chat, ó, essas aqui são as frases do Senna. Blá, blá, blá. Crie frases parecidas. Vixe, ele cria umas 50, hein, pra você. Que dava pra vir do Senna. Mas é isso, né? Eu acho que ele é profundo, ele fala bastante sobre as coisas também. E isso acaba trazendo gente do lado e gente que também fica muito contra, Garcia.
Isso. Porque ele é reativo de um lado, as pessoas vão ser do outro. Daí é uma questão, né, enfim, comportamento das pessoas. Cadê aqui? Mas falando em— eu já vou ler algumas mensagens daqui a pouco também. Falando em disputa pelo título, Gavi, olha só. Primeiro perguntaram para o Vasseur, normal, chefe do Hamilton. Então ele falou assim: provavelmente há duas semanas eu diria que tava tudo um desastre por aqui, agora a gente tá falando sobre campeonato, né?
Essa é a pior abordagem que eu queria. Ele falou assim: a gente abordou a Austrália da mesma forma como a gente abordou Barcelona, ou seja, a gente não ficou pensando em campeonato. Ele foi: então eu não tenho certeza se eu quero responder esse tipo de pergunta. Mas perguntaram também para o Toto Wolff, e aí ele falou assim: ah, primeiro lugar, parabéns para ele, trabalhou muito duro, passou por momentos difíceis, principalmente no ano passado.
Ele falou: de todo meu coração, tô feliz por ele ter vencido. Eu sempre disse que se não fosse para nós dois vencermos, então que fosse o Lewis, né? E ele mereceu. E ele falou assim: "Tô feliz pelo Fred também, que é o Fred Vasseur, né, que passou por um momento difícil. Ele é meu amigo, mesmo que às vezes a gente se irrite um com o outro, mas a pressão de pilotar a Ferrari é enorme, por isso que eu tô feliz, tô aliviado por ele.
Ele é muito querido por mim." E ele falou sobre o título do Hamilton, falou: "Sim, absolutamente, ele tá na briga. A gente tá no começo da temporada, Diferença de 41 pontos, um abandono custa 25, deixa tudo em aberto. E é por isso que a gente não se pode dar ao luxo de terminar, de não terminar uma corrida. A gente precisa continuar aprimorando o desempenho dos carros, da unidade de potência, sem cometer erros. A gente precisa ser inteligente com estratégia, manter o foco. E botou o Hamilton na prateleira do título, Gavi.
Você sabe que, Garcia, ontem a gente falou aqui sobre isso no domingo, né, e ontem sobre o Hamilton ter chances ao título ou não. E eu categoricamente afirmei que não, porque eu tô fazendo uma análise macro, Garcia, tava fazendo uma análise macro. Eu sinceramente não vejo, né, no longo prazo a Ferrari conseguindo bater a Mercedes, apesar de que é uma temporada totalmente atípica, né, uma temporada diferente, uma temporada de puro desenvolvimento, que tem agora o Adu aí, que a gente nem sabe bem como como isso vai afetar o grid, quanto tempo vai demorar, né, Garcia?
Até porque a FIA tá quietinha sobre o ADU, tá quietinha, ela soltou a bomba e deixa nós ficar discutindo todo dia, Garcia.
Falei, sai correndo, né?
Postou, saiu correndo, foi isso. Então, se você pegar no cenário macro do que a gente viu até agora na temporada, eu continuo afirmando que acho difícil que o Hamilton chegue lá no fim da temporada brigando pelo título. Mas o que a gente faz aqui é diário, dia a dia. Hoje o Hamilton tem chances pelo título. Ah, mas se daqui 20 corridas ele vai ter— 20 corridas vai ter acabado, na verdade. Mas daqui 15 corridas ele vai estar lá na briga pelo título?
Eu já não sei. Mas hoje, hoje o Hamilton está na briga pelo título, Garcia, né? Ele é candidato ao título. Ele tá próximo do Antonelli. Qual a diferença, Garcia? 41 pontos, né? Mais um abandono bota ele na disputa, né? Esqueci a palavra, desculpa, frenética ali na disputa aberta com ele, né, com Antonelli. Então sim, hoje, analisando hoje o cenário da Fórmula 1, o que o Hamilton fez, esse avanço repentino da Ferrari, ele tá na briga pelo título, Garcia.
É assim, ok, né? Eu tendo a concordar, até falei isso agora pouco, foi assim, poxa, primeiro a estar na briga pelo título sempre é o vice, senão já entrega a taça para o líder, né? Esse é o raciocínio. Agora é que dá uma dificuldade também de imaginar a Ferrari tancando essa disputa até o final do ano, né?
Ah, é, eu acho difícil.
Por um lado, a gente vai cravar o título do Antonelli porque tem muita corrida. Por outro lado, a gente fala assim: nossa, mas a Ferrari vai aguentar esse monte de corrida que vem pela frente, né?
De novo, analisando no macro, eu acho muito difícil o Hamilton chegar na última corrida com chance de ser campeão. Agora, é uma temporada, vou bater nessa tecla, porque se fosse ano passado, a gente cravaria que não vai, que não vai ser. Foi uma fora da curva, foi vencer uma. Agora, esse ano ele traz contornos dramáticos, né, Garcia? Porque a gente vive uma, um período, até repetiu o que eu falei, mas com outras palavras, mas a gente vive um, talvez o maior período de desenvolvimento da história da Fórmula 1.
Então tá todo mundo redescobrindo, né, os novos regulamentos É uma época muito diferentona também, não é uma temporada trivial que a gente vê. Então por isso que talvez essas, né, como que a Ferrari vai reagir? Ontem a gente tava falando aqui sobre o motor da Mercedes, né, sobre a taxa de compressão do motor da Mercedes. A gente não conseguiu analisar ainda porque teve Mônaco, aí teve Barcelona, deixou no ar, que pode ser que tenha Então assim, eu acho que tem tantas coisas nessa temporada que diferenciam de temporadas anteriores, que hoje, da mesma forma que dizer que a Ferrari tá no título e o Hamilton vai brigar para ser campeão é difícil, é difícil também dizer que vamos entregar o caneco para o Antonelli, que acabou a temporada, né?
Como que, como que as equipes vão reagir até o fim do ano? Barcelona foi a sétima etapa, Garcia. Cara, a gente tem tempo hábil ainda, não é fácil, mas a gente tem tempo hábil. De repente essa vitória tivesse vindo na 15ª etapa, seria diferente. Mas o que o Hamilton faz no momento crucial, em uma Ferrari que mostra força, ele coloca a gente em xeque e faz a gente ter que acreditar que pelo menos hoje, Garcia, a Ferrari teria condições de disputar esse título.
Vai manter a disputa? Acho difícil. Mas hoje ela tá na briga, hoje tá na briga, é isso.
E aí a gente tem o que já, que a parte mais divertida, né? Antes de eu falar uma aqui, ó, o Russell evitou falar já em dupla com Antonelli para na briga pelo título. O que que significa isso? Ah, deixar de se atacar, um carrega o outro no vácuo, no overtake, né, alguma coisa assim, eles se ajudam para derrotar o Hamilton. Acho cedo também, tá? Mas assim, só pergunta já mostra que as pessoas estão colocando isso em pauta, está incomodando.
E ele falou assim, Russell, bom, no momento o Hamilton tá na minha frente no campeonato e a gente precisa avaliar como a gente vai se comportar ao longo de algumas corridas, né? Eles trouxeram uma grande atualização para cá e eu acho que a curva de desenvolvimento tá muito íngreme para todas as equipes. Neste momento, falou que a mudança vai ser entre aqueles que levarem mais atualizações, levarem atualizações primeiro, no momento certo, alguma coisa assim. Mas você vê que já levaram o assunto pro Wrestle, né?
Já levaram, Garcia. Ah, os jornalistas tão doidos pra levar as coisas pro Wrestle também nesse momento, hein, Garcia? Sim. Quanto mais problema, quanto mais melhor a reação do Wrestle. Mas é isso, é isso. Eu acho que a gente pode separar mesmo em duas análises, né? E o Russell, ele é muito— ele fala exatamente isso que a gente falou, né? Será que vai conseguir manter? É uma força momentânea. Agora, só de ter a pergunta, Garcia, já é um incômodo, né?
É, então é isso, porque ninguém perguntaria isso se tivesse lá. E aí, aí, o Hamilton tá aí, hein?
Porque ele tá nessa. Ele tivesse morto lá falando que quer se aposentar ainda, Garcia, ninguém ia falar nada. Então ele vai, ele vai, ele vai criando as oportunidades, né? É uma temporada muito difícil que tá, pelo menos por enquanto, ali na mão da Mercedes, é na mão da Mercedes. Mas ele precisa fazer o trabalho dele, aí ele vai fazendo isso brilhantemente, se coloca na disputa. E o Hamilton é tipo um O Verstappen é tipo um Hamilton, porque fala que o Hamilton é tipo um Verstappen, é sacanagem, mas enfim, eu acho que os dois são muito parecidos.
Se eles tiverem chance de vitória, se apegarem a isso, é difícil segurar também se tiver equipamento, Garcia. Eu acho que o Hamilton é muito mais piloto que o Antonelli, que o— lá na frente, não sei, não sei, mas hoje ele é muito mais piloto que o Antonelli e que o próprio Russell também.
Cara, obrigado aqui, porque eu já ia começar a ler as mensagens mesmo, juro. Mas essa mensagem da Jordana é de cinema, né? Que ela falou assim: "O George Russell tá tomando apavoro da criança e do idoso, né?" De todo mundo. Que fase, Russell, que fase, cara.
É um pesadelo, ele deve acordar e falar: "Quero acordar, mas acabou de acordar, Garcia, tá acordado, mano, não tem que acordar." É difícil a vida do Russell, é isso, mano.
Deixa eu ler algumas mensagens mais aqui. Ó, Sérgio Luiz: as Mercedes ainda estão com rendimento bem melhor. Também o DVST, enfim, Mercedes vacilou com Russell, acho que a Mercedes também tem culpa da terceira posição do Russell na tabela. Quem mais?
Vacilada, sim.
É, o quem mais tá junto com a gente aqui? Gerson Nogueira: é bem isso que eu tô dizendo, hoje ele é candidato sim, P2, P2, P1 de agora para frente, vamos ver. No passado o Max começou devagar e depois colou. O problema é que ninguém acredita na Ferrari. Essa mensagem é isso. Ele tá certo quando ele fala que o problema é que ninguém acredita na Ferrari. Ele tá certo. Essa fase do ano aqui, ano passado ninguém dava nada pro Verstappen, ele foi lá, terminou o ano colado no Norris.
Ótimo comentário, Garcia. O Leo Senna coloca aqui, ó: eu acho impressionante o quanto o Brasil ovaciona o Hamilton. As redes sociais após a vitória explodiram em relação à torcida pelo 8º título dele. Impressionante o brasileiro. Impressionante mesmo. Brasileiro, ele torce muito para o Hamilton. Interlagos, isso é muito evidente, mesmo com Verstappen ali. E agora eu vou usar um exemplo, cara, já que ele citou isso. A gente tá vivendo a Copa do Mundo, maior evento, né, esportivo que tem aí.
E vocês viram ontem, ah, esqueci o nome, o Vozinha. Vocês viram a história do Vozinha ontem?
Acho que todo brasileiro adota, né, cara?
E eu tava no carro vendo o jogo, onde vi, mas tava no carro vendo o jogo. Aí os cara começou a campanha e tal, fui lá e segui, fui o 350 mil. Aí cheguei em casa, quando eu abri o Instagram, cara, tem 4 milhões de seguidores. Acho que a campanha do Kazé ali trouxe 1 milhão e pouco para ele. Então assim, brasileiro, ele é impressionante quando ele adota, quando ele gosta, ele tenta demonstrar de todas as maneiras, e é uma força grande, grande, notório.
O mundo todo reconhece, né? Até essa força do Instagram também já é conhecida no mundo inteiro, né?
Então o brasileiro adotou vozinha, como adotou o Hamilton em algum momento. O Hamilton continua em evidência, vozinha não vai continuar, a gente sabe disso, vamos ser honestos, vamos ser honestos aqui, ele não vai continuar em evidência. O Hamilton continua, então o amor e o carinho da torcida por ele continua também. Maribé, bom dia! Sem falar que o carro da Ferrari é mais confiável que o da Mercedes. Então pode ser a Ferrari que não é confiável. Ferrari em si é que é um negócio.
Se você pegar historicamente, tem razão, Garcia. Quebra do Antonelli, quebra do Russell, pronto. Teve alguma quebra assim da Ferrari esse ano? Não me lembro. Acho que não. Mas enfim. É, pode ser que isso seja um diferencial mesmo. É que ainda, aparentemente, pelo menos com que a Mercedes criou até agora, a gente tem— pode ser que nem seja mais esse cenário, mas a gente tem a sensação de que a Mercedes tá muito grande, né? Tá soprando o mundo desde o ano passado.
A gente vem falando dessa Mercedes, de— então eu não sei o quanto também a gente tá meio viciado em pensar Mercedes favorita. Se tem algumas algumas coisas aqui que podem virar esse jogo, né? Tem o lance da taxa de compressão, tem o lance do adulto, tem o próprio lance do desenvolvimento, que o Russell disse que é um desenvolvimento absurdo, porque de fato é. Então tem algumas coisas aí para a gente avaliando também que podem alterar esse jogo, Garcia.
É isso. Vou ler mais uma rapidinho aqui só porque ele mandou várias, e a gente, coitado, nosso amigo aqui ainda tá sempre junto muito com a gente, a gente não leu nenhuma hoje, mas a gente já tá de olho no tempo também. O Commander falando: "Hamilton, o rebelde e suas tatuagens, quando Antonelli fará sua primeira tatuagem?" Eu acho que a tatuagem mudou essa história, essa ideia do rebelde tem tatuagem, vocês não têm nem regra para isso, né?
Eu, por exemplo, acho lindo, acho incrível tatuagem, sério, acho lindo, acho maravilhoso. Ai, pergunta quantas eu tenho.
Nenhuma. Nos outros, quando começa com esse discurso assim, ah, eu acho lindo, é o mesmo discurso que o meu.
É sério, eu acho muito bonito, cara, e não é zoeira não, acho lindo, mas não tem.
Domingo ali eu fui num aniversário, meu primo mostrou uma que ele tá fazendo, mano, fechou o braço assim com gavião, com símbolo do Corinthians, mano.
Essa é feia, eu odeio essa, mas assim, cara, que desenho absurdo.
Eu falei, meu, uma dessa talvez eu fizesse, né? Mas aí passou pela minha cabeça e já saiu rapidamente. Boa! Acho que o Silvana dele tá bonito nele, tá ótimo assim.
É isso. Então só aqui, ó, Isabel Sara Chico: a luta da mudança dos freios tá fazendo diferença, deu mais confiança no Hamilton. Pelo jeito que ele escreveu aqui, inclusive é português, hein? E a Rodrigo Miranda: acho que Ferrari e o Hamilton podem dar um suador na Mercedes, mas ainda coloco a Mercedes como favorita. Então é isso, gente, ó, Quem tiver acompanhando a gente aí, tiver gostando dessa edição de hoje do nosso F1 Money em Ponto, não esquece de dar aquela ajudinha pra gente.
Só dá um like, coisa rápida. Você sabe que, Gavi, eu achava que na TV podia ser difícil você dar um like ali quando você tá acompanhando. Acho que você tinha que ser, porque o sistema na TV era um pouquinho mais complicado do YouTube, né, principalmente, né. Aí, sei lá, ontem, é, ontem eu tava lá na minha mãe tava assistindo, qual que era o jogo da tarde? Já esqueci o jogo da tarde, passou ontem. Espanha, Espanha, Cabo Verde, né?
Aí minha mãe apavorou, minha mãe tava gostando do jogo, ela falou assim: ah, já vou dar um like aqui. Eu falei: não, mãe, pelo amor de Deus, você vai sair do jogo, né? Ela: não, é rapidinho. E deu like. Ah, não precisa mais sair nem na TV. Então, gente, deixa aquele like para a gente, não precisa sair do vídeo. Tá, é só deixar o like, fazer a sua inscrição no canal, porque inclusive ela fez a inscrição, não tinha inscrição na Kazé ainda, ela fez inscrição lá na Kazé TV, tudo isso sem sair do jogo.
Então precisa sair, então já faz inscrição aqui no nosso canal também, ativa a notificação, que é tudo muito fácil e ajuda a gente demais, né, Gabi?
Ajuda muito a gente, Garcia. Então não deixa aí disso, se você não é inscrito, inscreva-se no canal também, né? Eu fico impressionado, você O pessoal da Caseta TV, Garcia, eu fico impressionado que eles colocam um número de seguidor lá. Eu comecei a acompanhar, eu não sou muito assíduo da Caseta, comecei a acompanhar agora por causa da Copa. Quando eu comecei, tava 28 milhões. Ontem eu fui ver, tá em 32, cara.
É isso que eu falo, ajuda a gente a subir um pouco nosso reloginho também aí.
10%. Bora, minha gente! Mas é isso, dê esse curtir aí, compartilhe, inscreva-se no canal, né? A gente pede aqui, eles pedem lá também, porque é isso que mede, né? Isso que mede. Então você que gosta da gente aí, acha que a gente merece, dê aí sua avaliação aqui no YouTube e vai lá no Spotify, faça a mesma coisa também, porque os dois se conversam, né? Para gente aqui eles são o nosso pack de mídia, então é muito importante estar bem nas duas posições.
É isso, perfeito. Vamos para o segundo bloco. Podcast F1 Mania em ponto. E, Gavi do céu, o GP de Mônaco não acaba, cara. Que negócio de maluco, né? A Mercedes agora resolveu apelar do GP de Mônaco. GP de Mônaco esse que, se a gente for fazer uma brincadeira, ele acabou na última Sexta-feira, né? Não acabou no domingo, acabou na sexta-feira quando a gente teve aí uma mudança no resultado depois que o pênalti do Gasly foi retirado.
Então o que acontece? A Alpine conseguiu, ela foi lá, mediu, a gente até brincou aqui que ela foi lá, mediu o box com aquela trena de carrinho que precisa de duas pessoas para esperar, negócio gigante. Mas ela conseguiu provar que a FIA tava errada na medição, tirou a punição do Gasly, devolveu o pódio para o Gasly, os pontos, claro, que no fim das contas acaba sendo mais importante e tal. E aí um monte de gente ficou incomodada.
Então agora a Mercedes admitiu, via Toto Wolff, que vai entrar, que entrou na verdade, pedido de revisão sobre o resultado do GP de Mônaco. Então, Toto Wolff falou assim: olha, a gente pediu direito de revisão porque simplesmente a gente quer se sentar na mesa com todo mundo quando as decisões são tomadas. Ele falou assim que não se arrepende de não ter agido imediatamente depois da corrida, né, e falou que não é improvável que o resultado mude.
Então, basicamente, que foi isso que aconteceu. Todos os, ele até falou assim, eu acho que não vai dar certo, mas a gente tem que tentar revisar o pedido. Só recapitulando, o que que aconteceu? Cadê? Eu tenho aqui, pronto, bloquinho tá sempre do lado aqui, gente. Bloquinho é negócio aqui. Hamilton, Gasly duas vezes, Piastri, Colapinto e Russell foram punidos por excesso de velocidade nos boxes, 60.1. A medição de velocidade não é um radar fixo, é ponto a ponto, e Alpine conseguiu provar que a medição da FIA tava errada.
O Russell tem um agravante, ele foi um dos punidos, a Mercedes errou depois ao não cumprir a punição e ele tomou um drive-thru, ficando fora dos pontos. Vinha numa corrida ruim, não estamos passando pano por Russell aqui não, vinha numa corrida ruim, mas ficou fora dos pontos por causa disso, porque ele ia pontuar pelo menos. E então a Mercedes resolveu entrar com esse pedido de revisão, Gabi.
Ah, Garcia, esse negócio, essa medição errada que a FIA proporcionou no GP de Mônaco, a gente bateu bastante nisso aqui porque é inaceitável, cara. Então quanto buraco buraco que apareceu no fim da pista, no fim não, no fim não, menos de metade da corrida já tinha aquele buraco ali, né. Então eu vou reforçar a crítica que eu fiz a Mônaco, porque para mim foi assim, de novo, inaceitável você ir para uma corrida que o desafio é piloto-pista com a pista sem condições, sem 20% de receber, né, pilotos.
E eu acho que a linha dos box, ela corrobora com isso também. Você, cara, não é possível. Alpine foi lá depois, mediu com uma trena dela, Garcia, e acertou o negócio. Se tivesse alguma coisa mais diferente, mas não, faltou profissionalismo, hein, da parte de Mônaco, da FIA ali, porque Cuidado, né? Cuidado. É isso, isso, a palavra para isso é incompetência, Garcia. Tem outra coisa, né? Quando você pede para alguém fazer alguma coisa, o cara faz de qualquer jeito, te entrega lá qualquer—
lá na minha terra chamam isso de incompetência.
Aqui na terra dos batateiros, aqui em São Bernardo, chama-se incompetência, Garcia. Não sei se aí chama também. Incompetência também, né? Então acho que é meio mundial isso, viu, Garcia? Foi incompetência, né? E aí vai levantar esse tipo de discussão, vai levantar esse tipo de discussão. Eu nem posso dizer que a Mercedes tá errada aqui, porque ela tá errada, né? Ah, é chato para o campeonato. A gente até acha que talvez essa apelação não vai dar em nada, mas ela vai mostrando, talvez é a forma que ela tem de mostrar essa indignação, né, Garcia?
Se a gente tem um podcast aqui, a gente vem falar que é inaceitável, é um absurdo. A Mercedes não pode, sabe como permeiam as regras internas da Fórmula 1? Então o fato dela apelar e de jogar isso para gente aqui, para mim explicitamente é isso, né? Ela joga para galera, apelou porque realmente foi ridículo o que aconteceu em Mônaco. E de novo, né, a gente sabe que ano que vem vai ter lá corrida, mas eu sou a Fórmula 1, eu fico bem de olho eu cobro, porque mais uma corrida dessa para mim, Garcia, arranca do calendário.
É contigo. E só vou fazer de novo, eu já fiz esse comentário aqui, mas espero que a Mercedes não vença esse recurso. Que que eu tô falando isso? Eu já falei isso, mas vou repetir. Existe um prazo pós-corrida para entrar com recurso. Alpine entrou com esse recurso e deu certo para ela porque ela provou que tava errado. Os outros punidos não foram absolvidos porque não entraram com recurso no prazo. E a Mercedes não entrando com recurso no prazo, ela mostrou a desunião entre as equipes de Fórmula 1.
Custava nada algumas equipes terem ido lá apoiar a Alpine. Pô, vamos medir junto, vamos assinar o negócio junto aqui. Talvez Alpine nem tenha pedido porque eles já estão acostumados a cada um, a ser cada um por si. Então talvez Alpine nem tenha pedido já pensando nisso. Mas isso mostra a desunião lá na Fórmula 1, porque Alpine entrou sozinha muito provavelmente porque alguém ia levar vantagem com isso. Ver se alguém levou vantagem com isso.
Red Bull levou vantagem, McLaren levou vantagem, todo mundo tava atrás do Gasly, levou vantagem com isso. Logo, é, logo essa desunião fez com que só Alpine conseguisse rever o resultado. Parabéns para Alpine aí. O resto que corre atrás de alguma forma, vai ter que correr atrás, Garcia.
E é isso, e por isso que não deve dar em nada, né? Tomara mesmo. Mas fica esse protesto da Mercedes, né, Garcia? Agora, isso que você fala é muito bom, é muito bom, porque, poxa, tivesse entrado, Garcia, tivesse se juntado ao PIN, agora tava todo mundo aí, né, também podendo reivindicar. Passou o prazo, passou o prazo para o regulamento da Fórmula 1, já era. Então, para mim, é isso, é a Mercedes tentando jogar para galera também, porque de novo ela tem razão.
Tem razão, cara. Isso que aconteceu foi ridículo. Se você pegar aqui, se você for um cara duro, pegar tudo que aconteceu na corrida, o quanto de punição que teve, o Russell, era para cancelar essa corrida, Garcia.
É, e sei lá, tá vendo que tá tendo punição? A Mercedes meio que largou o Russell ali também, tá vendo que tá tendo punição o tempo inteiro, protesta ali na hora e deixa o resultado depois para ser revisado depois da corrida, qualquer coisa assim, sabe? Dá para fazer muita coisa. Protesta na hora, tá acontecendo alguma coisa estranha, segura, protesta. E aí deixa. Muito provavelmente o que a Fórmula 1 ia fazer era segurar a punição para depois da corrida.
Perfeito, Garcia, era isso.
E aí ele não ia ter o drive-thru, ia ter chegado nos pontos. Então a Mercedes meio que largou o Russell lá.
É, ficou Concordo com isso, Garcia. Concordo. Abandonou o Russell mesmo. E aí agora ficou tarde, né? Agora o que resta é isso, é ficar, é meio que chorar o leite derramado, que a gente fala, Garcia.
Exato. Enfim, vamos lá para o nosso terceiro bloco. É isso, para falar ainda sobre a corrida GP de Barcelona. E a Haas, vou deixar imagens do GP de Barcelona aqui ainda para a gente ilustrar. A Haas fez uma autocrítica aqui depois da corrida. A equipe terminou em 13º só com Esteban Ocon, que foi o melhor carro. Reconheceu problemas de desempenho, de operação. O Berman ficou mais para trás também, falou que foi um momento difícil, mas que eles já estavam a gente tava esperando que isso fosse acontecer, né?
E ele falou assim: olha, o Berman até falou, com os dois carros da frente abandonando, ia terminar em P11, mas a gente teve um problema no carro, tive que abandonar. A gente tem muito trabalho a fazer, foi um final de semana difícil, a gente precisa se unir aqui para entender o que aconteceu, melhorar para a próxima corrida. O Ocon também falou em corrida difícil. Ayo Komatsu, que é o chefe da equipe, falou: olha, final de semana o carro não foi rápido o suficiente, operacionalmente mentalmente a gente também não foi bem, comunicação durante a corrida não foi adequada, o carro precisa melhorar, precisa ser mais rápido e a gente precisa evoluir rapidamente.
Ou seja, segundo o Ayoko Matsuda, tá tudo errado ali na Haas. E a Haas tá vivendo um momento estranho mesmo, né?
Estranho, estranho, né? Porque primeiro que vou falar dos pilotos, tem dois caras completamente diferentes nos box, né? Sim, é o Chico Buarque, hein, Garcia? Um, você olha, ele tá assim. O outro, você olha, ele tá assim. É o Ocon e o Bergman. Você olha lá, eles são esse meme aí do Chico Buarque, porque... Nossa, o Ocon, ele entrou numa maré tão negativa, cara. E eu sou do time... Eu sou a raça que teria mandado ele embora já. Porque eu, Gabriel, aquariano, sensitivo, trabalho com criatividade, eu não consigo integrar uma equipe que tem um cara que puxa o negócio pra baixo, Garcia.
Eu saio, saio eu. Se eu não conseguir tirar o cara, eu saio eu, porque não dá, né? Passa a ser uma tortura para mim. Para mim passa a ser uma tortura mesmo. Até tem psicologia, explica isso. Mas enfim, Garcia, eu acho que o Ocon tá fazendo um peso danado contra, cara, né? Então tá todo mundo com remozinho de 20cm remando, e o Ocon pegou uma tábua de 2 metros, Garcia, que todo lado é errado e tá virando o barco para o outro lado.
Acho que primeiro é isso, né? Internamente a equipe tá meio que esfarelando, né, por causa da presença do Ocon, que quebra o time, enquanto do outro lado um Berman é só sorrisos, né? Eu acho que essa é a primeira coisa. Segunda, não é fácil um novo regulamento, Garcia, né, para você enfrentar a Haas, que era uma equipe que há pouco tempo atrás quase deixou Fórmula 1, tava para ser. Aliás, assim, só não deixou porque ninguém comprou.
Sim, explicitamente a venda e tudo mais, né? Então acho que essas coisas vão pesando negativamente. O ambiente da Haas é muito ruim nesse momento, né? Acho que isso é ruim principalmente para o Berman, mas, mas para equipe também, Garcia. Então acho que se tiver que fazer uma autocrítica, a primeira seria essa, né? A gente tá no caminho correto? O que a gente tem que fazer aqui, né? E talvez seja, para mim, é como você já falou aqui, eu acho também, essa corrida foi horrorosa do Ocon, né? Ele faz uma hora extra já, e isso tá prejudicando o time também, Garcia.
Boa, é isso.
Ah, mas acho que o Ocon já melhorou 50% já da raça.
Eu só espero que ele não saia agora porque tem um Rafa Câmara aí Fala mais aí. Mais uma rapidinha aqui nesse nosso terceiro bloco do F1 Mania em Ponto dessa terça-feira. Antonelli abandonou o Grande Prêmio de Barcelona. A gente falou como é que ele ia talvez administrar o primeiro revés dele, né? E ele deu uma declaração que ele falou assim: olha, Primeiro explicou tecnicamente, falou que tava lá na curva 5, o carro morreu, ele falou assim: "É o que é, faz parte do automobilismo e tal." Ele falou assim: "É preocupante, a gente já teve vários problemas esse ano, mas nosso pacote é muito forte." Aí ele falou assim: "Mas eu me sinto muito vazio emocionalmente agora, ainda estou tentando entender o que aconteceu." Que frase pesada disse o garoto, né?
Primeira decepção da vida dele? Será, Garcia?
Sei, cara.
Pode ser, né?
Será que ele não passou ainda pela primeira namoradinha, né?
Talvez não. Talvez não tenha tomado um fora ainda, né, Garcia?
É, porque o primeiro fora é pesado, né?
A hora que ele tomar o fora, ele vai ver como que foi tranquilo abandonar lá o GP de Barcelona. De Barcelona. Fala: "Ah, pô, aquilo foi fichinha." É o menino, é o menino, né? A gente até brincou aqui, a criança. Eu falei isso brincando, mas de fato, cara, é por essa decepção. Talvez até passado por outras na vida, porque mais rico, alguém morre.
Não tem nada a ver com isso, não tem como.
Eu tô brincando aqui, né? Então, mas acho que na Fórmula 1 dessa forma, liderando o campeonato, aí fez mais esforço, foi ai, passou e abandonou. Cara, é dolorido demais, é dolorido demais, né? Então muita gente falou isso lá na hora, muita gente falou isso, né, nosso chat aqui, que agora a gente vai ver. Se a gente tava cobrando Russell, reação do Russell, como que o mental ia ficar, agora é a vez do Antonelli, né? Até acho que ele, menino de tudo, vai superar isso, vai passar por um momento lá de que todo mundo passa, 5 dias, uma semana pensando no que aconteceu, e aí bola para frente.
Agora vamos ver se ele vai ter, né, porque o poder de tocar a bola para frente, de ir levando as coisas adiante, né, eu vou para frente, seja para onde for, né, Garcia. Isso tem que ser um lema. Então eu acho que se isso fizer valer para o Antonelli, ele volta à forma. Agora, se não, Era o que a gente falava, Barcelona pode marcar a volta do Russell também aí, quem sabe, pelo menos para estar na boca do povo como um possível campeão de 2026, Garcia.
É isso. E na terceira rapidinha de hoje aqui, Rafael Câmara, né, brasileiro da Ferrari, né, é sempre bom a gente ressaltar. Ele vai pilotar a Ferrari de novo, tá, em Barcelona. E essa semana vai ser uma sessão privada, quinta-feira, ele vai usar o SF-25, que foi o carro do ano passado da Ferrari, tá? Vai ser um teste que vai acontecer depois dos testes da Pirelli, que já tá desenvolvendo ali os pneus de 2027 também. Os testes da Pirelli vão acontecer entre amanhã e— entre hoje e amanhã, né?
Então vai ter Cadillac e Aston Martin, além da própria Ferrari, O Leclerc vai correr pela Ferrari nesses 2 dias, o Jack Crawford pela Aston Martin hoje, o Guanyu Zhou vai participar das 2 sessões pela Cadillac, e aí na quinta a equipe vai fazer esse TPC aí, né, que é o teste com carro antigo que tá liberado cedo ano passado por se tratar de outro regulamento, e é o mesmo carro que recentemente o próprio Rafael Câmara Câmara pilotou em Hungaroring e ele vai ganhando espaço cada vez mais.
Venceu em Barcelona na Fórmula 2 nesse final de semana, volta à briga pelo título, né? A gente sabe que ele tem capacidade para conquistar esse título. O título da Fórmula 2 vai credenciá-lo ainda mais a disputar uma vaga no ano que vem na Fórmula 1, vaga essa que deve rolar. E mais que isso, a gente deve ver o Rafa Câmara logo logo disputando TL1, seja com a Haas, seja com a Ferrari. Ainda mantenho aquele meu palpite de sempre: acho que teremos Rafa Câmara no TL1 aqui em Interlagos.
Tomara, Garcia! Também já começo a achar isso, desde que você falou começo a achar também. Eu fiquei meio p da vida deles ter botado Beganovic no carro, cara, esses últimos final de semana. Eu achei mais sem sentido. Mas que bosta, Garcia! Para não falar a palavra inteira aqui, cara, bosta foi ótimo, bosta, velho. Porque, meu, como é que pode? O cara é o próximo piloto, tá na fila, e põe o Beganovic. Vamos ser sincero, o cronograma para cumprir com o Beganovic também é uma coisa, uma coisa que o Beganovic, com todo respeito aqui, que inclusive ele, menino, também já participou aqui dos eventos da Itália, tem até a gente com muito carinho na época.
Mas assim, eu acho que ele tá muito longe da Fórmula 1, Garcia, muito longe. Então é isso, né, um programa da Ferrari. Mas eu fiquei p da vida mesmo, achei que, poxa, vamos dar, né, vamos dar mais tempo para o Câmara. Quanto mais tempo ele tiver, seja em carro TPC, seja no carro atual, melhor para ele. A gente fala sobre a dificuldade que o Bortoletto falou muito tempo Agora não estamos falando mais, mas a dificuldade que o Bortoletto teve de chegar num grid com vários novatos que tinham, sei lá, 1000 horas de pista contra 20 horas dele, Garcia.
Então a gente torce e vamos, entre aspas, cobrar aqui pelo menos também para que o Rafa chegue com uma preparação assim impecável, porque ele merece, né? A Ferrari também merece, mas o Rafa Câmara, que é nosso querido brasileiro, muito esforçado, então merece chegar 100% na Fórmula 1, Garcia.
É o próximo, hein, gente, é o próximo. Vamos que vamos, é isso.
Com sonhos diferentes também.
Quem quiser entrar em contato com a gente aqui sempre pode através das nossas redes sociais pessoais, pode mandar mensagem para gente, para mim, né, e também para o Gavi. Como é que faz falar contigo, Gavi?
Comigo, Garcia, meu Instagram é @gabrielgavinelli. Com dois Ls. Eu quero trazer uma mensagem aqui do Justo Daniel. Primeiro mandar um abraço para ele. É, ele coloca: bom dia.
Desculpa, por que ser justo é importante?
A vida toda. E o Justo Daniel não tem como fugir disso. Então desculpa a brincadeira, hein, Justão. Tamo junto, mano. Mas ele manda uma mensagem bacana aqui, Garcia, que é o seguinte, ó: bom dia, Gavi, tudo bem? Tudo ótimo, graças a Deus. Todo mundo espera a diferença que o Adú vai trazer no campeonato. Mas às vezes ele me parece muito aquele tempo extra que a professora dava pra galera que não tinha terminado a prova no tempo estipulado, sabe?
Sei bem. Não era comigo, era com meus amigos, mas eu sempre terminava. Ou seja, pode fazer diferença? Pode. Mas se você não tá conseguindo resolver às vezes, né, esse bônus não vai fazer diferença nenhuma. Eu entendi aqui. Tem uma prova pra fazer, galera. "Uma hora, matéria é divisão, multiplicação, porcentagem." Aí chega lá, 50 minutos, são 10 exercícios, falta 8 exercícios pra mim. O professor chega e fala: "Gabriel, você tem mais meia hora." Mas o que vai acontecer nessa meia hora, Garcia?
Se eu não sei a matéria, bicho, eu vou só ter tempo mais pra chutar. Então eu entendi o que você quis dizer, o Justo, e acho que é justo. O que você disse é muito justo, porque De fato, se você— a gente fala aqui que as equipes têm os seus programas, e isso depende muito, acho que, do programa da equipe. Se a equipe tiver um programa certinho, condições de crescer, ela vai. Agora, se não, não adianta dar tempo, não adianta dar dinheiro, porque é dar murro em ponta de faca.
Entendo bem o que você quis dizer, concordo. Acho que é isso, né? Vamos ver, o Adú, ele ainda é um grande ponto de interrogação na nossa cabeça, Garcia.
É isso, boa. Quem quiser também pode entrar em contato comigo aqui através do meu Instagram, @carlosgarciafm. Tem mensagem aqui do Vinícius Madri, que tá sempre junto com a gente aqui, né, nas nossas lives, principalmente nos reacts ele aparece e tal. E ele falou: olha, Garcia, assisti todas as corridas esse ano na Globo Esporte TV. E é de ontem, né, ele mandou essa mensagem ontem, então tá se dizia Corrida de Domingo, foi disparada a melhor transmissão.
Eu gosto do EV, mas o Bruno dominou ontem, calmo, preciso e atento. A dupla Burt e Jafone casou muito bem também. Tomara que continuem com esse time. Abraços. Citando a transmissão da Globo aí, daqui a pouco o pessoal começa a vir para dar uma detonada, mas a gente tem lido as críticas também, tá, gente, a Globo, e os elogios, e assim vai. Então Tá aí o comentário do Vinícius Madri. Mesma coisa que eu vou falar para as críticas, eu vou falar pelo Gil.
Não tô assistindo Fórmula 1 pela Globo esse ano, então, que estamos aqui fazendo a nossa transmissão, então não tem como. Mas pô, o Jafone, eu só vou elogiar que o Jafone manda bem mesmo. Enfim, manda. O Wagner, ó, comentários do YouTube de ontem, tá, Gavi? Wagner, vou ler rapidinho aqui porque a gente tá nos 56, tá no laço aqui. O Wagner: tem mais uma coincidência, primeira vitória do Schumacher na Ferrari foi nessa pista, 30 anos atrás.
Bem lembrado, uma corrida absurda de Schumacher. Garcia Posto, bom dia. Se a Mercedes tivesse com ritmo, a equipe ordenava parar a briga e ir atrás da vitória, mas a Ferrari já tava dando show com Lewis Hamilton. Racer 01, em Mônaco Hamilton acompanhou Antonelli umas 10 voltas no princípio da corrida, daí percebeu que seria inútil, deixou Antonelli abrir. Ali já saquei que as coisas seriam diferentes. Tá aqui também Tony B1E, o Robson Wayne.
Eles estavam se provocando aqui com relação à disputa Hamilton versus Verstappen. João Fall, de, ah, tá assim, tá, gente, 1884. Talvez a melhor expressão para o Hamilton hoje seja o piloto mais vitorioso da história. Pode ser. Eduardo Ferreira: foi uma vitória emocionante, ele se propôs a ser o que realmente ele é, não tem como perder. A piada, mas bastou o "O que é que faz mal a namorada para se animar?" É o amor, cara, faz o coração do cara bater mais forte.
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André Alves: "O melhor foi ver a Ferrari ganhando. Nem quando o Hamilton ganhava título eu torcia para ele. Eu que acompanho Fórmula 1 mais de 50 anos entendo que a vitória dele não significa que ele voltou à forma de campeão. De pior mesmo está sendo a dupla Audi-Bortoletto que tá sofrível. Quando não é Audi que erra, é o Bortoletto que faz besteira. Excluindo a Audi, de ruim foi a falta de vontade de correr do Leclerc.
Uau!
O Amir: Russell tá rindo à toa. Zé Damasceno: Audi tá sentindo demais a falta do Whitley. Binotto quis uma fatia maior de protagonismo, provocou a saída e a Audi parou no tempo. Todo mundo evoluiu, a Audi nada. Hulkenberg ou não termina a corrida por problemas ou a equipe arruína a corrida dele.
Você sabe rapidinho, isso uma coisa que a gente falou que íamos analisar, né, Garcia?
Sim, sim, sim. Italo DDD: Desculpa, mas eu discordo da crítica do Bortoletto. 90% dos problemas foram causados pela Audi. A gente não tá conseguindo ver a total técnica nem do Nico nem do Bortoletto. Nico também perdeu posição, mas largou com pneu macio. Poxa, a gente tá achando que a culpa é do piloto, mas a equipe tá super desorganizada. É isso, acabaram.
É, tem a culpa da Audi, mas Eu mantenho aqui o meu, acho que ele tá indo mal, foi muito mal na última corrida.
Vai ser, gente, com 59 minutos. Muitíssimo obrigado todo mundo que acompanha essa edição de hoje do nosso F1 Money em Ponto. Amanhã o Gavi vai atualizar aqui os comentários do Spotify também, né? E continue comentando no YouTube, continue comentando no chat, continue participando com a gente. Não esquece seu like, não esquece sua inscrição e ativar as notificações Obrigado todo mundo que acompanha a gente hoje. Valeu você também, Gavi.
Valeu, Garcia. Obrigado todo mundo. Amanhã a gente tá de volta.
É isso, valeu, Gavi. Eu fiz você olhar ali, mas é só para a gente encerrar antes de uma hora. E tamo junto, valeu demais. É isso, tchau! Informações diárias do mundo do esporte a motor, podcast F1 Mania em ponto.