Hungria Pode Mudar Tudo: Corrida, V8 e Decisões no Mercado | EM PONTO #954
O GP da Hungria pode mexer com muito mais do que o resultado da corrida. Neste vídeo, analisamos quem chega forte ao Hungaroring, quais equipes podem surpreender e os pontos decisivos para o fim de semana. Também vamos entender o debate sobre uma possível volta dos motores V8 à Fórmula 1: o que existe de concreto, quais seriam os obstáculos e o que ainda está no campo da especulação. Para completar, passamos pelas principais movimentações do mercado de pilotos e pelas decisões que podem alterar o grid das próximas temporadas.
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- Eleições na HungriaEvolução de Bortoletto · Hamilton na Ferrari · Ferrari · Carreira de Daniil Kvyat após a Red Bull · Desempenho da Aston Martin
- Inteligência Artificial e Machine LearningOpinião de Ben Sulayem · Controle do piloto vs. computador · Simuladores e IA · Peso dos carros e ML · Regulamento de 2026
- FIA e motores independentesProposta de Ben Sulayem · Som dos motores · Combustível sustentável · Opinião dos pilotos · Machine learning na F1
- Oliver Bearman· EsportesAprovação dos fãs de Verstappen · Carreira de Daniil Kvyat após a Red Bull · Contratação pela Ferrari · Futuro na Fórmula 1
- Max Verstappen· EsportesOpinião de Ted Kravitz · Ambição e Destino · Mercedes e pilotos atuais · Fidelidade dos pilotos
- Cadillac· NegociosCombate à Desinformação e Fake News · Declarações de Alckmin · Redes sociais e viralização · Desempenho na temporada
Está no ar, F1 Mania em ponto, informações diárias do mundo do esporte a motor. Apresentação: Carlos Garcia e Gabriel Davinelli. E vamos que vamos, porque estamos em Race Week, já Grande Prêmio da Hungria nessa semana, finalizando aí a primeira metade da temporada e a primeira parte da temporada também. Daqui a pouco eu explico a diferença entre a primeira metade da temporada e a primeira parte da temporada, são coisas diferentes, tá?
Esse é um dos assuntos, claro, que a gente vai trazer aqui nessa edição de hoje do nosso podcast F1 Marinho em Ponta. Então valeu demais pela sua presença, você que tá junto com a gente por aqui, muito prazer, eu sou Carlos Garcia. A gente tá sempre aqui de segunda a sexta-feira trazendo um pouco do que tá rolando no mundo da Fórmula 1, do esporte motor, e aqui comigo sempre ele, Gabriel Gavinelli Salve, Gavi!
Salve, Garcia! Fala, pessoal, tudo beleza? Começando então mais um Em Ponto hoje, Garcia. No primeiro bloco, o assunto é o GP da Hungria. Estamos em Race Week, 11ª etapa acontece nesse fim de semana lá no Hungaroring, baita de um circuito, diga-se de passagem. E no primeiro bloco, a gente vai fazer um esquenta então para esse GP que promete muito, tem muita coisa envolvida aí, Garcia. No segundo bloco, o assunto é o Sulayem e a volta dos motores V8.
Espa trouxe uma situação ali, né, explicitou eu acho que tudo de ruim que a Fórmula 1 passa em 2026. E agora esse tema, legal, que hoje veio para mostrar. É, então esse tema ele ganha, né, destaque, Garcia, justamente. E aí nas rapidinhas a gente tem aqui um Verstappen que deve permanecer na Red Bull, né, um Berman foi aprovado aí pelos fãs do Verstappen. E para fechar, o Bottas elogiando aí a Cadillac. Segundo o finlandês, agiu rápido a equipe norte-americana, Garcia.
Boa, perfeito! É sobre isso que a gente vai falar aqui então nessa edição de hoje, né? Hoje você sabe a diferença, Gavi, que eu quis dizer? Eu acho que você sabe, lógico, mas assim, eu acho pelo menos entre a primeira metade da temporada e primeira parte da temporada.
Eu acho que não, Garcia.
Então já explico. Vamos que vamos para o nosso podcast F1 Money. Tá no ar nessa quarta-feira, hoje, 22 de julho de 2026. Vamos nessa! F1 Mania em ponto. Então bora que bora para a gente começar então essa edição de hoje por aqui. Mas eu não vou fazer muito mistério não, tá, Gavi? É ficar jogando lá, podia segurar audiência, né? Falar qual que é a diferença entre a primeira metade, a primeira parte da temporada. Mas vamos lá, é bobeira, é bobeira.
É porque nos últimos anos a gente sempre falou, né, poxa, olha, tá chegando as férias da Fórmula 1, as férias de agosto, então termina a primeira parte da temporada. Só que a primeira parte da temporada nunca bate com a metade da temporada. Eu não lembro quando isso aconteceu. E dessa vez a gente vai ter, a gente tem 22 corridas esse ano porque as duas corridas lá não vão ser remarcadas, tá, gente? E a gente vai parar a temporada para as férias depois da 11ª corrida.
Por isso que eu fiz essa diferenciação aqui entre primeira metade da temporada e primeira parte da temporada, e que dessa vez as duas casam juntas. Mas é só bobeirinha, só para—
dessas vezes são metades iguais, né, Garcia?
São metades iguais dessa vez. Então eles vão parar porque às vezes, sei lá, em 2024, que a gente falava muito que a Ferrari dominou a segunda metade do campeonato, ela não dominou a segunda metade do campeonato, ela dominou a segunda parte do campeonato, que já tinha passado mais de metade das corridas.
Já, mesma coisa no ano passado também, sim, né? Eu lembro que a gente tem uma segunda metade menor que a primeira.
E aí esse ano ia acontecer isso também, era para a gente estar na 13ª etapa de 24, mas estamos na 11ª de 22, né? E é uma etapa que, bom, ela pode consolidar Evoluções. E eu vou pegar isso aqui porque o Gavi, ele até separou alguns materiais lá na f1mania.net que eu achei muito legais assim, achei muito bacanas. E eu achei que você fez dois destaques muito bons lá, Gavi, que eu queria trazer pro pessoal. Quem quiser ler em detalhes, claro, é só acessar aí a f1mania.net que tá tudo lá, tão todos lá os textos do Gavi e tal.
Mas duas coisas. Primeira, evolução do Bortoletto. Acho legal a gente falar também. Depois tem alguns outros detalhes, mas assim, A evolução do Bortoletto e a relação do Hamilton com um garo-ringue, que são dois temas que você trouxe lá. E eu queria começar com essa questão da evolução do Bortoletto, pra gente já trazer pro brasileiro, que a gente tá acompanhando muito de perto aqui. Ele vem de dois top 10 seguidos, né? Então ele conquistou pontos na Inglaterra, ele foi oitavo colocado na Bélgica.
A gente até fez uma introdução sobre isso ontem aqui, mas agora a gente vai pra um circuito que é carro, é chão. A gente tem, a gente falou no final de semana, a gente até usando uma expressão que a gente usa muito no kart, né? Quando o kart faz curva bem, ele tem um chão bom. Quando o kart tá forte de reta, ele tem motorzão, ele é uma tocha, né? E a Audi não é uma tocha, ele é um carro bom de chão. E na Hungria é o que a gente precisa, um carro que seja bom de chão, né, Gavi?
Sim, Garcia, o carro bom de chão faz muita diferença, mais do que motorzão, né? O que até já tira um pouco a Red Bull. Eu acho que vai tirando algumas rivais também da Audi desse cenário, né, Garcia? Porque hoje a gente tem uma Audi disputando direto com a Racing Bulls, disputa essa que o Bortoletto inclusive venceu agora aí, né? Uma baita corrida do Bortoletto realmente lá em Spa-Francorchamps, Garcia. E aí ele vai muito animado, né?
Porque De novo, você falou, são duas P8, Silverstone e depois, desculpa, Bélgica, o que dá um ânimo extra. Eu acho que tem a parte interna da Audi também, né? Para mim, o Bortoletto, nada de braçada lá dentro, ele é a referência. É para ele que os mecânicos, o Mattia Binotto, olha quando o bicho tá pegando. Isso é uma diferença grande. E aí ele tem a chance de consolidar um resultado fantástico, né, Garcia? Seria realmente aí terminar de novo no top 10.
Ano passado ele foi sexto colocado, Garcia, sexto colocado. Então eu acho que a gente sabe que para ser sexto colocado precisam acontecer algumas coisas, mas todo o cenário é muito favorável, muito favorável, desculpa, para o próprio Bortoletto, que tá muito focado Né, eu acho que o Bortoletto tá muito focado também. Então, poxa, o prognóstico é muito positivo para esse fim de semana, Garcia, não só para o Bortoletto, mas eu acho que vai, a gente vai ter também uma chance de de novo ver o Nico Hülkenberg, né, que tá tomando do Bortoletto.
Mas por ser uma pista que favorece o carro, talvez o Nico esteja nessa disputa também, Garcia.
É isso. E aí, inclusive que até joga uma pressão para o Huckenberg, porque o Huckenberg chega no momento que ele começa também a precisar apresentar alguns resultados. Caso contrário, a situação pode ficar um pouco pequena para ele, né?
Para a gente falar, eu acho que eu vou, para mim já azedou esse caldo aí, Garcia, do Huckenberg. Vou falar, eu acho que isso não é informação, é o que eu acho, mas para mim azedou para ele. Talvez o Saez é um bom nome, Né, não sei se tem rumores por aí falando sobre isso, mas a gente já tinha citado isso aqui. Não sei, talvez 2027, mas eu acho que para o Hulkenberg a Audi já botou ali um selo de quando der a gente tira. Garcia já vai ser descartado ali pela equipe.
É, quando der a gente tira é ótimo, né, que o pessoal tá falando assim. Inclusive diz o Diego Moreira aqui, inclusive o Bortoletto andou ganhando umas apostas do Binotto, disse que ia para o Q3, quando o Binotto duvidava botou na mesa e mandou medir. Eu não ia nem ler essa mensagem até o final, mas entendi.
A tela do celular, né, Garcia?
A tela do celular, é, tem celular que é grandão.
Qual modelo que era? Mas realmente teve essa aposta, ele venceu essa aposta, né? E assim, então uma relação de, é uma paixão na verdade, né? Quando sabe, quando você conhece, né? Eu lembro aqui, sou casado mais de 20 anos, mas lembro da quando conheci minha esposa. Então é o sentimento de paixão assim Garcia, você só fala de um do outro, né, Garcia? Você olha e ri. É claro, dadas as proporções, mas eu vejo muito isso acontecendo com Bortoletto lá na Audi, né? Principalmente uma tia Binotto, Garcia.
Aí o pessoal tá até brincando aqui, o Evanildo Rodrigues falou assim, ah, parece que nas férias o Alonso decide se aposentar, por isso que tá um zum zum zum de Bortoletto na Aston Martin. Mas a gente não leva a sério esse zum zum zum. Até achei legal, é isso, viu? É um zum zum zum só. Né? Mas, mas o DVSTOS aqui, DVD STOS, né? Ele até fala: vocês mudariam de equipe ou não? Você sabe que eu não sei, é que eu acho que em algum momento Aston Martin vai desabrochar, mas é uma aposta arriscada hoje, né, Gabi?
É uma aposta arriscada, Garcia. Difícil essa pergunta aí, difícil de responder, né? Eu vejo a Audi com propósito, mas, cara, Aston Martin é a equipe que mais investiu na última década, né? Uma equipe que tá com motor Honda. A gente viu aí que a Honda às vezes começa ruim, depois melhora. Eu acho que o prognóstico é o mesmo, né? Talvez demore um pouco para alcançar esse topo, mas é difícil. Eu não sei, Garcia. Eu, por todo cenário envolvido neste momento exato, eu ficaria na Audi.
Né, mas eu não sei, Garcia. Eu acho que isso requer mais perguntas. Eu ia chegar lá no Lauro e você falar: põe aí, que que tem aí na mesa aí para nós, né, Garcia? Me mostra aí qual é o cenário, né, quem são os funcionários, como que vai. Porque realmente é uma proposta tentadora e difícil de responder, Garcia.
É, não vou falar que é fácil não, porque ela realmente Para mim, muito difícil. Mas não tô contando com isso porque não se trata de nada mais do que zum zum zum, como a gente tava brincando aqui. Adoro esse termo, zum zum zum, né?
Foi boa, foi boa.
E outro piloto que a gente destaca para Hungaroring, que é uma pista de braço rapidinho, só porque o pessoal tá perguntando.
A gente falou da Aston Martin, talvez não falemos mais. A Aston Martin deve levar nesse fim de semana o Spec B deles. CPB, que é o carro novo lá, que a gente não sabe ainda se é motor, o que que— mas sim, Aston Martin deve levar uma nova especificação do carro para esse fim de semana.
É isso, perfeito. Outra coisa, vamos lá, cadê onde eu tava aqui? Ah tá, ia falar do Hamilton, né? Tá tudo certo, né? Eu até coloquei aqui a questão da Aston Martin para a gente falar também, mas assim Queria falar dessa relação do Hamilton com Budapeste, né? Ele tá vivendo o melhor momento dele na Ferrari, teve a primeira vitória, é vice-líder do campeonato. Acho que isso é algo que a gente tem que destacar mesmo. É o maior vencedor do Hungaroring e chega ao mesmo tempo que ele chega com moral na Hungria, que pode ajudar muito na evolução do Hamilton, a gente tem um Leclerc também que parecia morto, mas tá chegando, né?
Tá chegando. Leclerc tá vivo, né? Resiliência dele é uma coisa impressionante. A gente já falou aqui até antes dessa temporada como o Leclerc veste a camisa, né? Porque 2025 foi um ano horroroso da Ferrari em si, e o Leclerc tava ali lutando, né? Se dedicando 100%. Então acho que assim, poxa, o Leclerc é um baita de um piloto, um baita de um rival, um rival muito sério, né, para o Hamilton nessa temporada. Não tem nada perdido.
E a gente vai numa, para uma corrida, Garcia, que inclusive em 2025, ano passado, a pole foi do Leclerc, né, a pole foi do Leclerc. E é um lugar também que você falou aí das vitórias do Hamilton, Garcia. Deixa eu até colar aqui para mim não falar errado, são 8 vitórias, cara. Maior vencedor da história. Atrás dele o Schumacher tem 4 e o Senna tem 3. Então assim, é uma pista Hamilton, hegemonia Hamilton, né? E aí, ó, nos últimos anos, Garcia, das 5 pólis, o Leclerc foi 2025, o Norris 2024, 2023 Hamilton, 2021 Hamilton, 2022 o Russell aí né, anos de Mercedes.
Mas eu diria que é uma pista totalmente Hamilton. E você disse que ele tá no melhor momento da Ferrari, concordo sem dúvida nenhuma. E para mim é o melhor momento dele desde a disputa com o Verstappen lá em Abu Dhabi. Não sei se eu tô comendo uma bola aqui de algum ano, mas acho que depois de lá, né, ele entra numa baixa em 2022, 2023, com a própria Mercedes. Se não me engano, Garcia, se me falha a memória. Mas para mim é o melhor momento dele desde aquela derrota para o Verstappen dolorida que foi em Abu Dhabi 2021 também, Garcia.
É porque na Mercedes, no fim das contas, ele vive de lampejos, né? Teve bons lampejos na Mercedes, mas nada mais do que isso, né? E de novo, isso aqui regularmente, né? Ninguém tá sacaneando o Hamilton aqui, tá, gente? Pelo amor de Deus, quem sabe que inclusive é delicado Mas seria delicado da nossa parte fazer isso e não vamos fazer. Mas sim, ele teve lampejos regularmente. É isso, já começou o ano fazendo frente ao Leclerc, isso é legal.
E agora ele tá aí vencendo, tá? Essa vice-liderança somada a alguns azares do Leclerc é algo que soma bem demais.
Então, muito, muito bem, Garcia. E de novo, um território dele, né, território dele. Ano passado, a pole da Ferrari, eu acho que já coloca a Ferrari na disputa, porque de novo a gente vai para uma pista muito chão e talvez o melhor chassi seja a Ferrari. Sei, a Mercedes, para a gente aqui, a gente concorda que talvez a regeneração de energia seja o grande trunfo. Talvez o grande trunfo da Ferrari seja o chassi, já que o da Red Bull é o motor.
Da McLaren a gente não sabe muito bem ainda, né, Garcia? Não tem, na verdade é um motorzão que encaixou mais ou menos ali, tá tocando, né? A gente começa a conseguir identificar alguns pontos, né? Então uma pista que talvez a Ferrari seja a equipe né, a ser batida. E aí um Hamilton andando no seu território do lado de um Leclerc que fez a pole ano passado, que não desiste nunca, que vai para cima, que foi, venceu agora, venceu a última corrida.
Não, Garcia, venceu Antonelli, venceu a penúltima corrida, né. E então assim, que cenário dentro da Ferrari também, os dois se degladiando para saber quem é o piloto número 1 nesse momento, sem dúvida o Hamilton vai colocando o Leclerc ali, não diria nem que no bolso, mas, né, vai superando o Leclerc. Mas a qualquer deslize do Hamilton, o Leclerc toma essa, essa frente dentro da equipe de novo, Garcia.
É isso. E a Red Bull deve, ela prometeu aí corrigir os seus problemas com a sua Macarena, né, a sua asa 180. Eu não sei se se pode usar uma carena para outras equipes, né? Porque o Vasseur criou isso na Ferrari, né?
Pode, né, Garcia? Então a carena é Ferrari só.
Então asa 180 da Red Bull, essa asa deu problema na Áustria, não fechou 100% a tempo. Essa asa deu problema na Inglaterra, não fechou 100% a tempo. Nos dois casos Verstappen bateu e o Chefe da Red Bull, falou, foi algo mecânico e eram duas coisas diferentes, portanto dois problemas mecânicos distintos, mas a gente já tem a solução para Budapeste. E ele falou assim, bom, antiga asa traseira funcionou bem. O Verstappen tava falando que antiga asa traseira funcionou bem, ele falou, consegui manter meu carro na pista, tal.
Mas inclusive o Radja já falou essa semana, puxa, queria Macarena de volta porque ela dá mais velocidade de reta. Que é algo que vai compensar um pouco esse peso extra que a Red Bull carrega. Então essa compensação pode ser importante para Red Bull. E aí, no caso, a gente só espera realmente que não tenha nenhum acidente novamente na Hungria. A FIA inspecionou, liberou, mas a própria Red Bull foi responsável a ponto de, ó, encontramos problemas, então vamos segurar um pouquinho aqui, né?
Pois é, Garcia, pois é, um dispositivo que pode dar uma certa vantagem. Aí eu acho que no caso da Red Bull, até para minimizar os problemas, né, um Garo Ring, cara, é que tem o Verstappen, a gente nunca descarta o Verstappen. O Rajar também é um baita de um piloto, né. Red Bull também tá muito bem servida de pilotos. Pessoal comentou da Ferrari aqui, concordo, talvez seja a melhor dupla do grid. A gente falava sobre isso tempos atrás, né, Garcia, lá no começo da temporada.
E está muito bem servida de pilotos a Red Bull também, Garcia. Agora, se a gente juntar as características da pista com as características do carro, com o histórico dessa temporada, vai ter que contar muito com um ótimo, excelente desempenho dos pilotos. Não é um circuito que encaixa para Red Bull. Então talvez isso possa minimizar um pouco, né, os problemas que a Red Bull também, Garcia. Vamos ver, vamos ver. Eu acho que vai ser uma das corridas mais difíceis aí para Red Bull desse cenário recente.
E ainda levando em consideração que Verstappen, né, são 2 pódios seguidos, se não me engano. Tá muito bem. Espero que a Hungria não quebre essa sequência, mas tem tudo para quebrar, Garcia.
Boa! É isso. E mais uma aqui, você falou da Aston Martin, Gabi. E por que que eu tô rindo, né? Porque assim, beleza, Vem o tal pacote de atualizações que não é completo ainda. Aston Martin tá trazendo atualizações para o carro, motor só depois das férias, porque a Honda já disse que tem um motor completamente novo que vai resolver a maioria dos problemas, podendo inclusive jogar Aston Martin para o top 10. Isso acontecer vai ser um negócio muito legal, inclusive.
E mais para Hungria agora vem o AMR 26 2.0. Mas, mas, mas, mas, o Mike Krack, que é o chefe de operações de pista, né, da Audi, já foi até chefe de equipe, mas tá lá da Audi, ó, da Aston Martin, né, falou que a preocupação dele agora é produzir todos os componentes a tempo para equipar os dois carros, né. E ele reconheceu que essa situação tá em aberto ainda. Ele falou assim, olha, essa é a pergunta de um milhão de dólares, todo todo mundo tá trabalhando o máximo para conseguir as peças, deixar os carros prontos.
E é um grande desafio quando você decide seguir por esse caminho, porque você sempre tenta empurrar os prazos o máximo possível. Ele falou, eu sou otimista, então acredito que a gente vai ter 2 carros prontos para correr. Agora, honestamente, eu não acho que a gente tem 5 peças reservas de cada componente.
Então é assim, 1.5, hein, Garcia, não é a 2 ainda.
Corre, mas corre devagar, porque se bater não vai ter peça reserva.
É, e é isso. Talvez o 2.0 ainda chegue em outro momento, né, Garcia? Tá falando que seria uma segunda versão, mas talvez tem uma escadinha aí ainda, né, para poder apresentar uma segunda versão inteira do carro, completa, etc. e tal. Agora precisa apresentar alguma coisa, Garcia, precisa, né? Aston Martin Tá horrorosa, cara. A gente falou de 5 segundos aqui na pole, foram 5 segundos mesmo, inacreditável. 5.4, se não me engano, né?
O que até provoca o zum zum zum, já que a gente usou zum zum zum sobre ser mais lento que a Fórmula 2. Agora o pessoal falando aqui, o Wagner, um abraço para o Wagner, que falou que é mais lento que o F3.
Enfim, no canal, eu não vou nem citar o canal aqui para depreciar também.
E o canal é parceiro nosso, o canal Garcia.
É, então é só para não depreciar, porque assim, ele falou assim, ah, o cara disse que Aston Martin tava mais lenta que o F3, né? Eu não vi.
Também não.
Tomar cuidado às vezes, porque às vezes o cara falou de brincadeira, né? Porque às vezes a gente fala assim, pô, a gente às vezes a gente fala brincando, pô, se eu colocar meu carro lá em Spa, você é mais rápido que Aston Martin. Eu vou, obviamente.
Tem que ver o contexto, né, que envolveu essa frase, né, Garcia? Mas não é, tá bom?
Viu, Wagner? Depois qualquer coisa vai lá no meu Instagram, @carlosgarciafm, e manda lá para mim um trecho do vídeo lá. Até quero ver para poder ser justo aqui. Mas pode ter sido uma brincadeira também. Sim, as brincadeiras a gente faz, né?
É, pode também não ter sido uma brincadeira. Mas enfim, Garcia, Manda o vídeo para a gente ver se é brincadeira ou não.
Eu tentando passar o pano e o Gavião.
Não, mas é que pode não ser, Garcia.
É que sempre pode, é verdade.
Pode não ser, né? Mas é por isso que a gente fala para vocês ouvirem a gente aqui. Vamos puxar a sardinha para o nosso lado, né, Garcia?
É, boa.
Mas é isso, é isso. A gente tá ainda com os carros lá, a gente já tá voltando aqui muito lenta, 5,5 segundos. Um absurdo mesmo, cara. Então, que não seja uma, né, uma nova especificação completa que bote a Aston Martin na briga, mas ela precisa aí pelo menos ganhar. Olha, Garcia, pelo menos 2 segundinhos, e não é fácil ganhar 2 segundinhos assim não, hein. Mas olha, a gente tá falando de 2 segundos para estar no, né, 3 segundos.
E o Rafael falando aqui mais uma vez, acho que é como audiência rotativa, né, às vezes as pessoas que estão assistindo ontem não estão assistindo hoje, vice-versa. Ele falou, ah, mas Jafone também disse que Aston Martin fez voltas mais lentas que um F2 ontem. A gente abriu todas as voltas aqui, teve acho que umas 6 ou 7 voltas que Aston Martin em corrida foi mais lenta que a pole do Rafa Câmara na Fórmula 2. Não se compara pole com ritmo de corrida, e são voltas que claramente o Alonso teve mais algum tipo de problema ali, né? Então é isso.
Sim, é isso.
Boa.
Aí ontem a gente fez, aliás, quem quer ver um pouco sobre isso, ontem a gente fez um bloco aqui bem grande trazendo comparações entre as entradas, saídas, ficou bem legal sobre esse assunto aí. Já até brincou aqui que era um caça fake news, né? Aí você no fim acabou que foi, né? Desculpa. E então é isso. Confiram lá quem não assistiu também, que é um conteúdo bem bacana.
Garcia, é isso. Eu trouxe um, eu trouxe um negócio legal aqui para a gente, para a gente mostrar esse comparativo. Prometi ontem, né? Trouxe um comparativo legal da volta do Antonelli com a volta do Russell hoje. Vai até mudar algumas coisas, acredito. Mas enfim, sempre lembrando, você que tá curtindo essa edição, você que tá gostando dessa nossa edição de hoje aqui do F1 esse ponto. Muitíssimo obrigado em primeiro lugar por estar com a gente aqui.
Não esquece de deixar o seu like, né, se assim for da sua vontade, né. Deixe seu like, se inscreve no nosso canal aí, ativa as notificações, né, para você ficar sempre sabendo quando saem os nossos conteúdos. Mas a gente tá aqui todo dia, todo dia, 9:30 da manhã, ao vivo, e depois fica tudo disponível aí nos vários players de podcast, YouTube para você também. É só deixar like, fazer aquela coisa toda, né, Gabi?
É isso aí, Garcia, deixa o seu like. Então você que também acompanha a gente aí através do seu agregador favorito de podcast também deixa sua avaliação, né? A gente está na 7ª temporada no Spotify, nos agregadores aí de podcast. É a 2ª ao vivo no YouTube. Então, né, isso, o seu like, sua avaliação contribui muito para a gente aqui, Garcia. Porque essa semana tem mais podcast, tem react no fim de semana de novo. Então tem muita coisa aí.
E esse like que você tá, clica duas vezes na tela aí, isso favorece muito a gente também, Garcia.
É isso, perfeito. Então vamos que vamos para o nosso segundo bloco. Podcast F1 Mania em Ponto. Segundo bloco do nosso F1 em Ponto aqui nessa, nessa quarta-feira. Quase esqueci o dia da semana aqui, galera, com o papo aí, ó, tá na tela. Motores, vem 8, vem aí, vem aí, será que vem aí?
Enfim, será?
O Ben Sulaim, mais uma vez, ele falou o seguinte, talvez até para pegar um pouco abafar o incêndio que aconteceu na Bélgica, né, depois do comportamento desses motores. Mas ele falou o seguinte aqui, ó: pessoalmente acho que há necessidade de um conceito de motor totalmente novo, desenvolvido do zero, que atenda a todos os requisitos importantes. Até falou que um desses requisitos é o som, falou que é extremamente importante para os fãs.
Aí ele falou assim: além disso, simplicidade e eficiência de custos devem estar no centro. Solução ideal seria um V8 movido a combustível sustentável, que também tem aprovação dos fabricantes. Aí ele segue aqui: estamos trabalhando com as equipes no desenvolvimento desse conceito. Naturalmente consultamos não apenas as equipes e os fabricantes de motores, mas também os pilotos. Isso é essencial. Ele falou: no fim das contas, perdão, não se trata de mim ou das equipes, mas dos pilotos que são aqueles que precisam pilotar esses carros.
Aí ele falou assim sobre as declarações do Piastri, que sobre o machine learning, né, que é quando o computador descarrega ou economiza energia sozinho, a revelia do piloto ali. Ele falou assim, isso é muito ruim, eu não consigo descrever de outra forma. Quando os grids são definidos pelo comportamento de computadores, é uma forma muito ruim de competir. E aí, assim, eu nunca vou perdoar o Sulayem por me fazer concordar com o Sulayem.
É difícil concordar com o Sulayem, né, cara? Mas assim, ele pode até tá mentindo, ele pode até tá sendo hipócrita, ele pode, pode tá sendo falso, né, falsiane, como o pessoal gosta de falar por aí nessas declarações. Pode. Mas mesmo sendo elas protocolares, elas estão corretas. Você precisa ouvir os pilotos, você não pode deixar o computador tomar a frente. Fala de conversar com as equipes, né? Para mim tá meio sacramentado que inclusive essa própria temporada é que tá enterrando esse híbrido aí, abrindo caminho para os V8, né?
É, Garcia, fica mais difícil, né? O Ben Sulayem, ele tá Ele tá se articulando muito bem, tá articulando muito bem ali nos bastidores. E nem é uma coisa dele por ele. Eu também consigo, né, separar talvez um Ben Sulayem ali, que a gente coloca aqui muitas vezes como não democrático, para não ser tão pesado, né, Garcia? Vai, enfim, né? Eu acho que nesse quesito ele tem razão, cara. E aí ele vai fazendo o trabalho dele. Agora, como ele é feito, que você falou, como que é feita essa pressão, aí é um assunto longo.
A gente não sabe também como é que é, mas é um assunto que ganha, ganha cada vez mais destaque e que assim fica difícil de defender essas unidades de potência, né? Eu sou um defensor da evolução da Fórmula 1, dos motores, da gente, só que tá muito complicado. Até vou usar aqui um grande comentário aqui do do nosso, do Cé Brasil, né? Quando eu falei lá atrás ali sobre Aston Martin, aquele copinho, ó, vamos ser realista, ó, na FIA não existe um time melhorar 2 segundos, né?
O que Aston Martin terá é um carro novo e não motor, e mesmo assim não vai melhorar 2 segundos. É justamente isso que a gente tá falando. Eu concordo, viu, o Cé? Foi isso que eu quis dizer lá também, porque a gente não vai conseguir melhorar 2 segundos desses carros aí, Garcia. Assim rapidamente? Não sei, cara, né? Ah, mas em outras épocas a Fórmula 1 chegou. Agora essa época, nessa temporada, a gente tá enfrentando uma grande limitação mesmo, né?
Eu acho que Spa deixou muito óbvio ali que tá insustentável a situação. Eu não conseguia ver as onboards, cara, né? Assim, vontade de, parece, dá vontade de empurrar os carrinhos ali em todas as curvas de difíceis de Spa foi muito fácil fazer no último fim de semana, né? Foi muito fácil mesmo. E assim, olha, vou falar para você, Garcia, naquela pegada lá, se eu treinar, eu faço a corrida, velho. Você também faz, mano, porque a Fórmula 1 é estar no limite, cara.
É você fazer as curvas, vinha 350, frear 260 e fazer a curva, já sai. E a gente não tá atingindo isso mais, né? Ah, mas o Speed trap, mas sim, é um, né? Veja quanto tempo é que a gente não tem como fazer isso aqui, mas com os dados e inteligência artificial tem uma boa, hein, Garcia? A gente tentar ver em quanto, qual a porcentagem de velocidade que os carros permanecem, né? Sei lá, por exemplo, de 100 a 200, 200 a 300, 200 a 200, acima de 300 nas pistas de hoje, e como era no ano passado, por exemplo.
Tenho certeza que isso vai cair muito, né? Então os carros não estão no limite, algo precisa ser feito, Garcia. Então eu acho que o Ben Sulayem, ele vai ganhando protagonismo, ele vai trazendo a audiência para ele, ele vai sendo um cara importante, porque parece que talvez, parece que talvez é boa, né? Mas talvez a única, a única forma seja realmente trocar os motores. Agora rapidinho para passar para você, Tem que ser uma coisa séria, bem feita, entre as equipes conversado.
Porque a gente viu uma troca de motores aqui no Brasil que foi um escambo. Não quero, vou puxar sardinha, mas assim, escambou, escambou, né? Tô falando justamente da Stock Car mesmo. Então tem que tomar cuidado, Garcia. Pô, Gabriel, você tá comparando a Stock Car comparação com a Fórmula 1. Realmente não é comparação, mas só porque a gente vivenciou um pouco aqui. Então eu acho que tem que ter um cuidado, mas a Fórmula 1 precisa fazer alguma coisa urgente, Garcia, porque tá ficando feio demais.
A gente vai para Monza, não sei realmente como é que vai ser lá em Monza, Garcia.
Boa. Eu vou, eu vou até— você falou esse lance da porcentagem e tudo mais, essas coisas todas, Gavi, depois eu vou pedir para a gente se reunir porque para continuar desenvolvendo algo que eu já vinha desenvolvendo e que eu acelerei um pouquinho ontem só para a gente poder ter esse comparativo da volta do Antonelli com Leclerc.
Você fez isso já?
Ó, você vai gostar, hein?
Todo—
não, mas a porcentagem, o negócio que você falou, porcentagem de dados, a inteligência de extrair os dados são dados adicionais que a gente vai colocando aqui. Mas o que tem aqui já é muito legal. Boa, vocês vão gostar. Mas tudo aquilo que a gente precisar a mais, a gente vai anotar, porque a gente vai fazer desse sistema da Filmania algo cada vez mais legal. Mas antes de eu colocar isso no ar, é porque eu acho legal a gente falar do Toto Wolff para depois a gente ver se a gente rebate o Toto Wolff ou não, né? Vamos lá, vou colocar na tela já primeiro, acho que é melhor. Pera aí, cadê?
Aqui, ó.
Pronto, eu vou colocar já na tela isso aqui, que só de ver na tela você já vai entender do que se trata, tá? Que é um gráfico 3D com mapinha da coisa. Os carros ainda não estão muito bonitinhos, tá?
Mas eles vão ficar, estão meio Minecraft, tá legal, mas vai ficar.
Esse branquinho é o Russell e o azulzinho que vai aparecer aqui porque eles estão juntos agora é o Antonelli. Isso aqui que a gente vai mostrar é a volta de classificação dos dois, tá? Do Antonelli e do Russell. Mas eu vou mostrar isso com a declaração inclusive do— opa, cadê? Saiu aqui. Isso, de volta. Pronto. Também utilizando da declaração do Toto Wolff, né, que é algo que assim acaba nos chamando atenção. Vou até colocar em tela inteira aqui, Gavi, se você me permite, né?
Claro.
Mas é o seguinte, deixa eu tirar o nome aqui, deixa eu ver. Pronto, aqui tirei o nome. Pronto, aqui você tem velocidade dos dois. Então você vê que o Antonelli ele já abre a volta mais rápido do que o Russell, que esse aqui é o momento que eles estão cruzando a linha para abrir a volta. E o Toto Wolff, ele falou o seguinte: bom, com George no final de semana havia definitivamente alguma coisa no motor que identificamos. Então assim, já começa dando razão para o Russell, que disse que não tinha equipamentos iguais, né?
Não no que diz respeito ao desempenho, mas sim no que diz respeito ao funcionamento dos equipamentos, né? Foi bom, modificamos algo no motor que significava menos energia para ser utilizada até a curva 18. Foi bom termos percebido isso aqui, porque em Budapeste, que não existe, que não exige tanto da energia, teria sido mais difícil identificar. Ele falou assim: acredito que o déficit foi de cerca de 2 a 2 décimos e meio em modos de classificação e menor em formas de corrida.
Aqui é uma forma também do do Toto Wolff dizer rapidinho antes de eu soltar a volta, é que assim, Russell tomou meio segundo e não 2 décimos. Então a forma também dele falar, mas o Russell também tomou, foi 2 décimos nosso, 2 décimos do Russell, vamos dividir esta culpa, né?
E aí, nesse caso, metade, hein, Garcia?
É isso. E aí ele falou que foi uma falha que não afetou só Russell. Daqui a gente vai fazer uma outra comparação daqui a pouco. Ele falou assim: quando se trata da corrida, todos os motores Mercedes tiveram falta de energia na saída da curva 1. Então não foi apenas o George, isso afetou mais do que o Kimi, mas o Kimi também teve esse problema em algum grau. Isso significou que ele não saiu da reta em terceiro, mas em quinto. Enfim, ele falou: foi algo novo, a gente não identificou isso no simulador, tal.
Beleza. Então vamos ver a volta, comparação de volta do Russell e do Antonelli para a gente fazer essa leitura. O que que os dados deram ontem para gente? Rapidinho, os dados de live timing, que agora são esse aqui, são dados de telemetria da Fórmula 1, e tem coisas que ele não passa. Esterço de volante, a telemetria tem, tem, mas ela não passa. O uso da bateria, a telemetria tem, tem, DRS, ela não passa, obviamente. Overtake Mode tem, tem, mas ela não passa, né?
Inclusive, como tem dados de corridas antigas, esse sistema que eu tô puxando aqui ainda tem uma janelinha de DRS ali embaixo, porque até o ano passado tinha o DRS. Então ele é considerado aqui, mas não é para uso. Então vamos lá, o que que a gente tem aqui? Aqui abertura de reta, então aproximação até a curva 1 ali, que é a La Source, certo? Carrinho branco é o Russell. Você vê que ele, ele entra mais lento, ele entra mais rápido, então ele já se dispara um pouquinho à frente do Russell, ok?
Sim, até chegar na Source. O Russell freia antes, você vê que na freada ele freia uns 30 metros antes, pensando talvez exatamente em economizar bateria. Russell freia antes, de forma que a gente já tem o Antonelli mais aproximando da curva, mais de 20 km/h mais rápido, né? Até que os dois, ó, olha a diferença de velocidade aqui: 137, 123. Isso para aproximação de curva. No ponto mais baixo, a velocidade é até parecida, que é 81 para cada, mas com Antonelli na frente porque o Russell freou antes.
Se o Russell freou antes, teoricamente ele tem mais energia para soltar na reta, certo?
Sim, teria, né?
Então vamos lá subir até o Rouge. Vou até mudar a direção até o Rouge aqui, ó. O Rouge tá aqui em cima, certo? Então vamos lá. E ele até passa o Antonelli nessa reta, mas coisa de 2, 4 metros, não muita coisa. Você vê que as velocidades são parecidas, ó, né? As velocidades ali embaixo, 3, 3, 3, 3. Ambos em 8ª marcha na volta de classificação. O sistema segue, tá pequenininho aqui, depois a gente vai melhorar isso. Mas assim, em volta de classificação, os dois seguem 8ª marcha.
As Mercedes não diminuíram, não diminuíram marcha para fazer a Eau Rouge, tá? E o Antonelli um pouquinho pouquinho mais rápido, porque aqui, ó, no meio da alugem eles já estão clipando. Ó como a velocidade já vai caindo. 300, fica ali na casa dos 300, mas não baixa, nenhum dos dois baixa dos 300, né?
Mas é o clipe aí já, né?
Já clipou, já clipou. E depois ela aumenta, por quê? Porque eles, depois da rádio 1, eles abrem as asas de novo para fazer a reta quêmel toda. Com velocidades parecidas entre Russell e Antonelli, até chegar na Lescombis, onde novamente, muito possivelmente para ter administração de bateria legal, o Russell ele freia antes outra vez. O gráfico aqui embaixo, vocês estão vendo o vermelhinho aqui, ó? Sim, ó, aqui os dois estão acelerados e aqui o Russell já tá metendo o pé no freio.
E diminuindo a aceleração gradualmente, enquanto que o Antonelli ele freia um pouco depois e tira totalmente o pé do acelerador. Quando você vê inclusive uma diferença na pilotagem, né, ao tirar totalmente o pé do acelerador, a bateria também já se comporta de forma diferente. Ambos, ambos freados na frenagem. Como você vê que o Antonelli ele freou depois, a velocidade de contorno de curva é muito mais rápido, ele vem mais carregado, né?
Ele vem carregadão com velocidade, que é um pouco daquilo que a gente falava do Russell também. Se dá o pé, se carrega mais velocidade, ele pode inclusive no domingo tentar evitar um choque com o Hamilton. Sim, mas enfim, segue a reta. Vou tirar um pouco do zoom aqui, ó, para a gente. E agora aqui é o trecho 2, que é o trecho que a gente falou tanto. Lembrando de novo, carro azul é o Antonelli, tá, gente? Les Kombis, Les Kombis, Les Kombis.
E aqui eles chegam para freada. Você vê que nesse trecho aqui, por ter freado antes, o Russell equipara o tempo de volta.
Eles vão se compensando, né, Garcia? Eles vão se compensando, que é normal você ter um cara que freia um pouco para dentro, um pouco para trás, e acelera um pouco antes. Isso é comum. Comum no automobilismo, né, Garcia? Então é isso, né, eles vão se compensando até então, mas vamos seguir.
O que muda nesse caso é que a bateria vai responder de uma forma diferente para esses dois tipos de pilotagem, né?
Sim, sim.
Mas seguindo na frenada, na frenagem de novo, a gente tem um Russell freando antes e o Antonelli contornando uma curva mais de 10 km/h mais rápido. Rápido, sempre o contorno de curva acaba sendo— os dois estão no limite? Nenhum dos dois tá no limite, porque aqueles já estão administrando equipamentos. Aqui esse pontinho vermelho, abertura do setor 2. Então os dois estão administrando equipamento. Você vê que até no contorno de curva, mesmo um pouco mais rápido, Russell tem um pouquinho mais de saída sempre.
E aqui vem a coisa curiosa, Gavi. Vou tirar um pouco do zoom novamente. Esse trecho todo aqui É o setor 2 que a gente fala, que é onde os pilotos estavam utilizando para economizar bateria. Então, teoricamente, eles estavam indo mais lentos, eles não estavam indo no limite. E aqui vai acontecer uma coisa curiosa, né? Você vê que o Russell já tá mais rápido, mais rápido, mais rápido. E depois os dois, isso no comecinho, depois a velocidade dos dois equiparada sempre.
Durante todo o setor, durante todo o setor 2, Antonelli agora mais rápido, ou seja, teoricamente gastando mais bateria, certo? Se ele tá mais rápido, ele tá gastando mais bateria. E mais uma velocidade parecida, não tão significativa, só que nas aproximações aqui já tem um pouquinho mais, 5 km. E o Antonelli abrindo do Russell no setor 2, né? Não era para acontecer se os dois estivessem economizando bateria, como todo mundo tava.
Então, o que que você pensa se o piloto tá economizando bateria lá no terceiro setor? O Russell vai levar vantagem, certo? Aqui a gente tá num delta. Cadê o delta? Tem o delta aqui na outra tela. Ele tá num delta de— tá, depois eu— mas enfim, ele tá num delta de 10 metros à frente, vai. Vamos a metros, ok?
Em tempo de volta, aqui embaixo, esse delta é isso, mais 10 metros, é isso.
É que eu tô querendo achar a diferença de volta, mas a gente tá falando de, é que eu acho que a número da volta, gap meio segundo, meio segundo, achei aqui em cima. Ah não, meio segundo é tempo total de volta. Eu vou, eu vou melhorar isso, tá? É, eu vou melhorar isso porque está na outra tela. E aqui, Antaneli, abre, abre, abre. Terminou o setor 2. Setor 3 é correria, é susto e correria, é acelerar, é só pau, pé embaixo o tempo todo, Garcia.
É esse trecho todo aqui até fechar a reta, tá? Vamos lá, vou voltar o zoom aqui. Se o Antonelli no setor onde é para economizar e carregar a bateria ele foi mais rápido, era para ele perder no terceiro. Certo, é o lógico, não é que eu tô falando que era para ser, né? Mas olha o que acontece, velocidades sempre mais rápidas de novo do Antonelli durante o trecho de aceleração.
É pouquinho, e aí já abriu os meio segundo.
E aqui foi, não tá nessa tela, mas ele chega na freada da bus stop, olha a diferença, gente, 335 331 e 45 km/h durante todo o trecho de aceleração, né, que é onde ele chega por aqui a meio segundo e sobe, sobe sempre mais rápido, sempre mais rápido, até o ponto de frenagem que o Russell de novo aqui ele já tá ficando sem potência.
E aí o clipping total de Spa foi, né, clipping total.
Olha que coisa, é bem lembrado, olha que coisa horrorosa. Ele está pegando o trecho mais rápido da pista. Russell tá 278 por hora depois de ter economizado bateria no setor 2, tava mais lento que Antonelli. 290, 290, a gente vai até a bus stop de novo.
Aqui o Antonelli freia primeiro, será que para recuperar mais bateria, Garcia? Recarregar inteira para abrir a volta, provavelmente.
E aqui eles chegam no ponto máximo de novo. Eu vou trazer na outra tela rapidinho só para você acompanhar, que é aqui, ó. Aqui eles chegam a 9 décimos de diferença entre o— esse tempo tá aqui, ó, no canto esquerdo aqui, ó. Até coloquei aqui, ó, que é o máximo do delta, que é exatamente essa freada da bus stop. Eles estão a 918 de diferença. Nossa, bastante, hein, entre um piloto e outro. Aí a gente volta para essa reta. Como Antonelli freia um pouco antes, aqui, aqui esse pontinho vermelho já é o overtake.
Eles contornam parecido. Antonelli sai muito mais forte porque tem muito mais bateria para carregar, mas o Russell vai bem também, diminuindo essa diferença para meio segundo.
Mas assim, Não eram equipamentos iguais, né, Garcia?
Não eram equipamentos se comportando de forma igual, porque se no setor 2, na hora de carregar a bateria, o Antonelli já está mais rápido e gastando mais, como é que eles chegam tão diferentes assim na reta depois para gastar essa bateria? Não eram equipamentos iguais. Ah, não, não era desempenho de novo, não, mas assim, no funcionamento, né?
Sim, eu só colocaria uma vírgula, Garcia, porque é um novo regulamento, cara.
Então, isso, perfeito.
Como é o comportamento da bateria, né? Porque se tivesse aí, o que que falta aqui? Não é culpa nossa, culpa deles, que eles não querem fornecer. Tivesse um gráfico de carregamento de bateria, aí matava a charada, aí nós acertava, aí ficava fácil para todo mundo, né? É, a gente saberia exatamente qual a condição de bateria dos dois, né? Mas eu acho que vou concordar com o Ralf Garcia, parece que é um déficit de equipamento, que aí pode entrar até o machine learning.
Porque vamos, vamos colocar aqui, se o machine learning aprende com o piloto e talvez o piloto não esteja no melhor da sua pilotagem com esse equipamento, ele esteja aprendendo errado ou aprendendo menos do que aprende o Antonelli? Não sei, Garcia, né? É complicado. Mas assim, eu acho que, que por isso que eu acho que o Wolf é o correto. O equipamento não responde igual, aparentemente, né? Aí não sei se culpa do equipamento, culpa do Russell que não sabe.
É porque, Garcia, recarregar a bateria tirou tira o pé do acelerador, tá recarregando. Não tem milagre também.
É o lift and coast que a gente tanto fala aqui, né?
Mas que tem que fazer uma super técnica de carregamento de bateria, né?
Então, tudo bem, igual, eu não tô dizendo que a Mercedes está favorecendo Antonelli não, que é o que o Gaston falou, é o novo regulamento. Então eles estão meio que entendendo ainda, né?
O que eu falei, será que não pode ser culpa do machine learning, que aprendeu menos com Russell, sei lá, ou aprendeu diferente, Garcia? Eu não sei, né? Um pouco. E aí estaria isso incluído no equipamento, certo? Isso, eu tenho dois equipamentos que reagem de forma diferente, acaba privilegiando um outro piloto, a culpa é do equipamento, mesmo que eu tenha a mesma potência, mesma asa, mesmo tudo, né? Um sistema um pouco diferenciado.
E aí, agora, esse fato de frear mais dentro da curva costuma também dar uma certa vantagem, né, Garcia? Por isso que eu acho que talvez 0-2 aí é da conta do Antonelli, né? O Antonelli é que é relativo também, porque se você freia lá dentro e aí acelera muito depois, você perde todo o tempo no trecho 1.
E será que o Russell não tá freando antes exatamente para ter mais tempo de carregar a bateria, que aí é o que a gente já falava, porque a gente vai ter que começar a frear em locais diferentes para que a gente possa ter recarga.
Pode ser a bateria dele tem mais dificuldade de carregar, sei lá, precisa de mais tempo para carregar, de repente, Garcia. Então não sei, o que o Antonelli faz privilegia mais o carregamento. São hipóteses que podem ser.
Né? E eu queria fazer uma comparação aqui, pegar.
Mas isso, esse sistema você que criou, Garcia? Foi, puta, ficou sensacional!
Queria pegar uma comparação aqui só para o Toto Wolf. Deixa eu ver se vai sair aqui Antonelli. Esse não, eu tenho que carregar aqui. Pera aí, vamos lá, vamos lá. Antonelli e Hamilton, só para a gente fazer uma comparação.
Tem mais aí. Boa, porque eu gosto quando tem um Hamilton como exemplo, Garcia.
Não, é porque o Totof fala que o Kimi perde muito na saída da La Source, né? Você vê que aqui também, de novo, Hamilton freia antes na La Source. Gente, quem tiver no Spotify pode habilitar o vídeo para acompanhar, porque às vezes fica um pouquinho antes, mas a gente tá tentando explicar em detalhes aqui também. Então Hamilton freia antes do Antonelli. Antonelli está mais rápido que o Hamilton, só que na saída você já vê que sim, ó, o Hamilton sai 20 km mais rápido do que o Antonelli.
Olha a diferença deles chegando lá na Eau Rouge, ó, acelerada aqui. Só que quando chega na Eau Rouge, que aí entra a gestão de energia, já estão iguais de novo, já estão iguais de novo. Então aqui, ó, na metade da reta Cadê? Não, um pouquinho antes, vai, na aproximação da Eau Rouge aqui, eles já estão iguais de novo, o Hamilton e o—
e, ó, Garcia, se eles estão iguais, por isso que, né, lógico que a bateria seria o que resolve o nosso problema, porque se eles estão iguais de novo significa que nada do que um fez até então valeu a pena. Só o que, qual a vantagem? Quem tiver mais bateria nesse momento.
Quem tiver mais bateria, no caso, sair da curva 1 ali.
Exato. Ah, freiei antes, freiei depois, não importa, eles já estão iguais. E quem tiver mais bateria, quem conseguiu sair com menos prejuízo de bateria, é o cara que tem a vantagem, Garcia.
No caso aqui, você vê um Hamilton, o Hamilton sai 20 segundos.
Será que não dá para nós começar a presumir, velho, criar uma bateria virtual igual nós, tipo, sei lá, vai ser sempre presumido, óbvio, mas a gente bota em 100. Eu vou pensar nisso também, Garcia, para o seu sistema aí, quem sabe, entendeu? Uma bateria, uma, né, uma possível carga de bateria.
Porque, ó, de novo, por que que tem um carrinho só aqui na tela? Porque tá um em cima do outro. Esse é o exato momento, você vê a Alruj aqui, essa entrada da Alruj, ó, na visão deles, essa entrada da Alruj. Então o Hamilton sai 20 km/h mais rápido da La Source, que é a curva 1, e eles chegando no pezinho da Eau Rouge ali juntos. Como que eu vou chamar o Antonelli de fenômeno?
Será que o Antonelli tem que queimar, usou mais bateria?
Ele manjou da bateria, cara.
É, ele pegou o jeito do carregador.
Méritos para ele, porque o regulamento desta temporada é este. Então se ele for campeão, ele vai ser um campeão justo porque ele se adequou melhor ao equipamento. Mas eu é que não vou falar que ele é fenômeno.
Ah, eu tenho dúvidas ainda, Garcia. Eu acho que ele tem boas características de ser um grande fenômeno, cara. Ainda é cedo, claro. A gente não falaria isso de ninguém, Garcia. Quem é que foi que fez isso? Piastri fez isso, ninguém falou que ele era fenômeno, né, de certa forma. Enfim, eu acho que há um caminho longo, mas ele é um postulante a fenômeno.
E ó, de novo você vê que o Hamilton ele chega na La Source na frente, mas aqui ele freia antes de novo. As saídas do Hamilton, até porque o Hamilton é um piloto que sai muito bem de curva, Né? Ó, saída do Hamilton sempre na frente e o Hamilton ficou lá para trás, né? Mas quando que momento, vamos ver, Garcia, é o setor 3 de novo.
Ele chega carregadão lá no 3 e é isso, mano, só pode ser isso.
Aqui começa a descida do setor 2, que é setor para você economizar a bateria. Ali que o Hamilton bateu, ó, não tem 3 e segue, ó, o Antonelli já chegando. Então assim, de novo, vou dar uma pausa, não, te dar uma pausa rapidinho. Se esse é o setor de carregar a bateria, então de pegar mais leve, e mesmo assim o Antonelli chega na frente do Hamilton, é gestão, cara, é gestão. Aí chega setor 3, aí meu amigo, aí o negócio vai ficar sério demais aqui. Aqui não é o setor ainda, né?
Ainda não. 3 já.
Ah, é o 3 já, é isso. E ó, o Hamilton abre na frente, Hamilton abre na frente, cara, e depois o Antonelli dispara no fim da reta, ó, e vai embora, vai embora.
Ele tem mais energia, né, para chegar tranquilinho na bus stop.
E lá vai o Marco Velho lá descendo a ladeira, como diz o Javi, né.
Muito bom esse meme, né, do Marco.
A diferença dos dois foi de um gap de meio segundo também, mais ou menos parecido com, com o do Russell.
É, o menino, o menino pegou as manhas da energia. E é isso, Garcia, nesse começo de temporada é isso. Agora, de fato, eu entendo muito você falar, desconsiderar, não colocar ele como um fenômeno, porque talvez assim pode haver uma confusão, isso entre as pessoas também, porque assim, existe o fenômeno momentâneo, né? Eu até recebi uma mensagem aqui de um, eu não lembro de quem, acho que foi um Daniel, não, Mauro, ah, sei lá, Garcia, mas a pessoa vai saber que é porque a história falou que ele começou a acompanhar a gente por causa da Fórmula 1, aí começou a me acompanhar a gente, e aí a filhinha dele 12 anos, começou a acompanhar esse ano a Fórmula 1, chegou para ele e falou: pai, eu quero uma blusa do Kimi. Aqui em casa todo mundo é Kimi, tudo é Kimi.
Fenômeno midiático ele se tornou.
Exatamente, é isso que eu ia diferenciar, né? Tu tem esse fenômeno momentâneo midiático que é, e é isso, ele é, certo, Garcia? Agora, quando a gente fala de fenômeno da Fórmula 1, aí a gente tá colocando ele no hall dos melhores pilotos da história, né? Porque aí se compara com Ayrton Senna, com Michael Schumacher, fatalmente se compara com esses dois, acaba comparando com Max Verstappen, né? Porque são esses, Alain Prost. Então eu acho que essa é, esse hall aí ele tem que comer arroz e feijão ainda para entrar, né?
Concordo com isso. E ainda tem o agravante A gente tá vivendo essa era, né, nebulosa aí com esses motores travados, né. Vou usar essa expressão aqui também, Garcia.
É isso, perfeito. Bom, mas é isso, comparativo de voltas que eu acelerei o desenvolvimento dele ontem só para a gente poder trazer para vocês essa comparação.
E aí, e aí, o Vitor colocou aqui, ó, Garcia, o Vitor rapidinho, ó, vou passar para você. É Vitor Moreira, não nosso Vitor Alberto.
É que o Vitor Alberto tá assistindo também, ele mandou mensagem.
Ah, ele tá assistindo aqui, boa. Abraço pro Vitão então. Mas o Vitor Moreno coloca aqui, ó: Garcia, como você fez essa ferramenta? Se ele contar pra você, ele tem que te matar, Vitor. Então não vai poder contar.
É tecnologia.
Ai, ai, ai. Tamo junto, Vitor. Valeu, viu, Vitor? Tamo junto.
É isso, Garcia. É uma ferramenta de análise de base de dados de telemetria. Aí o lance é que teve que, foi a parte mais chatinha aqui, ter que também trabalhar com dados de 3D, né, o famoso XYZ, para poder fazer o mapa das pistas, né.
Então top demais, ficou muito bom, mano. É isso.
E é que você vê que teve elevação, tem tudo aqui, né. Então sim, sim, o mapinha de Spa, tudo.
Não, depois eu vou pensar num jeito de bateria virtual, Garcia.
Eu só quero deixar os carrinhos mais bonitinho, né? Eu também.
Minecraft, eu gostei, velho, eu gostei. Roblox, deixaria assim, mano. Roblox, Minecraft tá super na moda.
Mas é isso, gente, eu tava doido para trazer esse aqui depois que eu falei ontem. Ela contesta até alguns dos dados que eu falei ontem aqui, tá? Que fique bem claro.
Teste até o que aí juntou tudo de uma maneira aí, né, Garcia? É porque a gente falou que a gente vai fazendo a ligação aqui, acaba dando uma errada ou outra, né?
Isso. Conforme eu tava falando aqui, eu tava pegando live timing ali, real time. Eu falei assim, é melhor trazer os dados mais, mais honestos aqui, que a telemetria da Fórmula 1 mesmo, né? Ah, eu achei o de tempo aqui, ó. Deixa eu ver se— ah, eu achei o de tempo, ó, Gavi. Agora achei, achei. Eu que fiz o negócio e não achava, mas tudo bem.
Tá evoluindo o software, Garcia.
É, mas é isso, quer ver aquilo que eu falei? Bom, agora também tá meio— se não colocava aqui só para a gente, mas ali eles chegaram a 9 décimos. Eu mostrei no outro ponto, né? Chegaram 9 décimos, cara, é muita coisa.
Muita, muita.
É que o Russell ainda recupera um pouquinho no final. Então, mas é isso, gente, bora então para o nosso terceiro bloco para a gente falar um pouquinho com as nossas rapidinhas aí, porque a gente, a gente tem tempo para cumprir aí também, né? Vamos lá, bora lá, terceiro bloco! Terceiro bloco do nosso F1 Mania em Ponto por aqui. No nosso, nessa nossa quarta-feira. Vamos que vamos, né? Porque a gente tem mais coisa para mostrar. Então, para a gente ter mais coisa para contar, na verdade.
E vamos lá, né, Gavi? Porque o Verstappen deve seguir na Red Bull, no fim das contas. Esses dias a gente tava falando aqui, né, que vem, vem boato para lá, vem boato para cá, e no fim das contas a gente mesmo falou que acho que o Verstappen fica, né? E o Ted Kravitz da Sky Sports E a gente é, esse é um tipo de cara que a gente faz questão sempre de dar o crédito, porque esse daí é brabo, né? Ele falou assim, acho, e é bem isso, mas ele fala o que a gente falou inclusive, né?
Acho que o único destino para ele no momento é a McLaren, mas eles têm uma situação difícil e tão felizes até certo ponto com seus dois pilotos, né? Até certo ponto foi por minha resposta aqui. Aí falou, Lando foi de acordo com algumas avaliações piloto mais rápido no circuito de Spa, se não tivesse largado em 13º com uma penalidade de motor no grid, poderia ter desafiado Leclerc e Antonelli pela vitória. Falou que o Piastri tem seus pequenos problemas, mas ainda tá muito feliz com a equipe, é ambiente harmonioso, não há espaço na McLaren.
Então é por isso que acho que o Max vai ficar. E acho que a leitura hoje é essa, né? Perdeu o bonde da Mercedes, inclusive ponto para o Toto Wolff, que mesmo na baixa do Russell tá dando uma moral para ele ainda. E aí o Max fica sem caminho para ir, né? Vai ter que se contentar com a Red Bull. Não vai adiantar ficar bravinho, é bom tratar bem a equipe, né?
Tratar bem equipe, né? Trata bem o Laurent, que é o chefe dele agora, o novo. É uma nova Red Bull. Eu vou dizer que eu acho um ótimo lugar para estar, hein, Garcia? A Red Bull vai dar a volta por cima, não vai demorar. Os problemas deles não são graves, cara, muito pelo contrário. Eles têm o melhor motor, precisa perder um pouquinho de peso. Né? Nada que um monjaro— mentira, mas uma dieta não resolva, Garcia, né? Uma nutricionista ali, um exercíciozinho.
Brincadeiras à parte, eu acho que quando tiver oportunidade, principalmente no ano que vem, já tá aí, né? Red Bull vem muito forte também, então é um ótimo lugar para estar. O lugar melhor seria a Mercedes, né? Agora é isso, a Mercedes bancou seus dois pilotos. Que eu duvido que não tenha tido uma aproximação. Já muitos se faldam do ano passado, né? A não ser também que o ano passado a aproximação ali já fechou uma porta de vez.
Isso pode acontecer. E aí nem tenha aberto negociação esse ano, nem tenha se falado nada. Porque, né, como ele é o melhor piloto da Fórmula 1, o melhor carro hoje é a Mercedes. Antigamente a gente tinha muito essa relação, né? O melhor piloto chega e fala: não, agora eu vou correr pela Mercedes. E corre no ano que vem, corre pela McLaren, como a gente já viu muito acontecer aqui. Eu acho que a Fórmula 1 tem mudado um pouco isso também, né, Garcia?
A gente tem tido pilotos mais fiéis às suas escuderias, eu colocaria assim, começando inclusive pelo Max Verstappen, cara, que já teve outras oportunidades e se manteve ali, né? Já usou esse argumento também ali de fidelidade para estar na Red Bull. Eu acho que a Red Bull é excelente lugar, cara, de verdade, né? Ele já tá na briga porque, de novo, ele tá no pódio. Eu falei sobre o pódio desse fim de semana na Hungria. Ele é postulante, sem dúvida nenhuma.
O Verstappen sempre é, mesmo com as dificuldades que a Red Bull enfrenta. Então, assim que a Red Bull voltar, ele— a gente tem um Verstappen de volta. É um bom lugar para estar, Garcia.
Boa, perfeito, é isso. Mais uma rapidinha pra gente aqui, dessa vez a gente vai falar sobre o Oliver Bearman, porque esses dias a gente falou sobre ele aqui, a gente falou que ele poderia ser um dos postulantes a essa vaga do Verstappen se sobrasse na Red Bull, e ele foi aprovado por fãs de Verstappen, por parte dos fãs pelo menos, né, pra vaga dele. E ainda na Sky Sports, dessa vez o Proft falou que a Red Bull tá no olho do, tá de olho no Berman, tá ali, né, caso eles percam o Ferrari.
Inclusive, o Laurent Mekies foi o homem que contratou o Ollie Berman para academia da Ferrari. E aí foi feita uma, um levantamento no Racing News 365: uma boa parcela dos fãs do Verstappen considera que ele já mostrou potencial suficiente para ocupar um lugar numa equipe de ponta conta, poderia sim, claro, ser essa Red Bull, caso fosse necessário substituir o Verstappen.
Sem dúvida, né, Garcia? Eu acho, Oliver Bearman é um baita de um piloto, tá começando ainda, lógico, tem que, né, tem que evoluir, tem que ter a experiência de estar numa equipe grande, experiência de brigar pelas vitórias, brigar pelo pódio. Tudo isso tem que ser construído ainda, então não é um piloto completaço, Mas tem todos, né, todas as características. Eu acho que ele se encaixaria muito bem e é um cara muito tranquilo, né, um cara muito, muito focado também.
Eu vejo isso no Berman, nas corridas dele. Acho que combina muito bem com esse assento na Red Bull. Aliás, qualquer equipe se daria muito bem tendo um Berman, né, que para mim é um dos futuros futuro da Fórmula 1, presente já, né, mas futuro, porque ele deve sim assumir uma equipe de ponta nos próximos anos, Garcia.
É isso, boa, perfeito.
Mais uma rapidinho, eu sei que é mais rápido, mas assim, a Ferrari que se cuide, né, porque se ela, você vê, os cara já estão de olho porque eles estão vendo que ela tá perdendo o time do Berman, né, com o Hamilton ficando, ficando mais um ano. Então a Ferrari pode perder um grande talento aí Seria complicado, mas essa, essa situação mesmo, Garcia.
Boa, perfeito. Mais uma para a gente seguir aqui. Desta vez, o Bottas elogiando a rapidez da Cadillac. Você fala, uau, mas quem disse que a Cadillac tá rápida, né? Mas ele elogiou a rapidez da Cadillac para negar rumores sobre o seu futuro. Nisso, a Cadillac foi rápida mesmo. Essa foi boa. A gente, a gente A gente falou aqui algumas semanas que o Bottas poderia ser substituído e a Cadillac negou rapidinho. E aí o Bottas falou assim, é, isso tudo faz parte do esporte, às vezes aparecem algumas manchetes que não são verdadeiras.
Ele falou assim, assim que as coisas funcionam, né, especialmente agora com as redes sociais, as pessoas pegam isso bem rápido e as coisas podem valorizar, viralizar com bastante rapidez. É um pouco do que a gente fala sempre aqui, tem que tomar cuidado com alguns comentários que saem por aí. Até a gente explicou que o Giafone não estava errado na transmissão da Globo no sábado, no domingo, mas aí teve um comentário aqui falando assim, ah, mas tem que tomar cuidado com o jeito que fala porque isso pode confundir o público.
Não sei se foi o caso porque eu não ouvi, mas, e nem acho que tenha sido o caso, mas sim, alguns comentários que rodam por aí às vezes podem confundir sim. Mas o Bottas falou que a Cadillac tá apoiando ele bastante, trabalhando muito junto com ele.
Prematuro, né? Apesar de que o Bottas, antes de assumir a Cadillac, a gente falava aqui que ele já vinha num marasmo, né? Não era um bom nome por causa disso, dependeria muito dele vestir a camisa ou não. Também, para ser sincero, tem ficado tanto para escanteio a Cadillac, o Bottas e o próprio do Pérez, né, que se fala do Pérez também, que eu não conseguiria avaliar isso. A gente não tá conseguindo avaliar, né. A Cadillac tá devendo muito também na temporada.
Tudo bem, temporada de estreia, a gente dá um desconto aí, tudo mais. Mas de fato não é o melhor caminho, né, Garcia. A não ser que a Cadillac tenha identificado um grande problema, mantém os caras lá 2, 3 anos enquanto tá, né, já que colocou, agora mantém um pouco, faz mais sentido para você dar sequência num projeto que tá iniciando, Garcia, né? E de novo, eu não acho que tá iniciando legal não. Eu já achei mais, hoje em dia eu já acho que tem me decepcionado, né?
Primeiro porque entrou com motor Ferrari, e para mim vai ficar com esse motor Ferrari aí por anos na Fórmula 1. Enfim, só se mudar para o V8, aí eles vão botar o V8 deles lá. E uma equipe do seguindo o grid com pouca, né, pouca evolução aí ao longo da temporada também. Mas é isso, não é fácil entrar na Fórmula 1, ainda mais com novos regulamentos tão complicados, né, como tá sendo 2026, Garcia.
É isso, perfeito. Bom, quem quiser entrar em contato com a gente através das nossas redes sociais pessoais aí sempre pode, pode mandar mensagem para mim no meu Instagram aí, pode mandar mensagem para o Gavi também. Como é que faz falar contigo, Gavi?
Comigo, Garcia, aqui embaixo, aqui nessa mão. Gabriel Gavinelli, segue eu, segue eu, depois segue o Garcia também, né, no Carlos Garcia FM. Tamo junto, legal demais receber vocês lá no meu Instagram. Então não deixem de seguir aí também, Garcia.
É isso, perfeito. Meu Instagram, @carlosgarciafm, tá aqui também. Você pode seguir, pode mandar mensagem. Adoro não só que o pessoal segue, que tem gente que às vezes não tá nem seguindo, tá mandando mensagem, tá tudo tudo certo, porque eu gosto de trocar ideia. Então chega aí, vamos que vamos falar de Fórmula 1 bastante e perguntas para o dia seguinte e tudo mais, né? Eu queria mandar um abraço aqui, ó, YouTube de ontem. Vou falar rapidinho, vai, já que já passou de uma hora, né?
Passou, então tudo bem. Então vou falar bem rapidinho aqui, né, sobre— ah, voltou. Vou falar bem rapidinho aqui das mensagens de ontem. O Anderson Ramos— ah não, vou deixar o Anderson Ramos por último. O Matias, por último mas não menos importante, claro. O Matias Nose Garcia, ele falou que ele, ele, ele, ele— não vou ler inteira, tá, Nose? Mas ele basicamente ficou testando isso no simulador com bateria e tal. Ele falou sobre chegar na reta Kemmel sem bateria nenhuma, tem que administrar, né?
Chegar no pedal rouge ali com 50%, 60% máximo de bateria e tal. Aí ele falou que se isso tem a ver com machine learning, ou ele próprio administrando, ou o Bono pedindo, a gente não sabe. Ele falou, mas acho que tem a ver com a questão de bateria. Ele falou, só não quero aceitar que o carro faça isso sozinho, né? No sistema do simulador, aí no caso o videogame, ele não é menosprezando videogame, porque videogame é um simulador também, né?
Não tem o machine learning. O machine learning tá restrito aos carros, então você não vai conseguir simular exatamente isso. Mas os pilotos estão falando, o Berman falou, Piastri falou, o Russell já falou, Toto Wolff fala, André Stella falou ontem muito forte. Então o carro aprende sozinho, né? E é ruim mesmo, né? Mas a gente vê pelo caso do Russell aqui que no setor onde era para economizar ele gastou mais que o Russell e mesmo assim ele chegou com mais potência lá no final.
Então, né, Raul Pereira, ouvi o vídeo agora pela manhã, me ocorreu, será que o sistema de machine learning da Mercedes avalia o peso dos carros? Porque o Russell é certamente mais pesado que Antonelli, mas aí com lastro eles compensam o peso, né?
Então esse não seria peso mínimo, eles ficam no peso mínimo ali, não tem essa de peso. Isso.
Nath Romã: esse lance das unidades de potência é interessante com as declarações da McLaren, essa diferença nas unidades de pilotos da mesma equipe. Vamos ver os próximos capítulos. Pois é, é interessante e ruim, né, os equipamentos não serem iguais. Flávio NF: machine learning e IA em geral não faz o que o piloto tem que fazer. O objetivo da IA é extrair o máximo de eficiência do equipamento e o piloto pilota. Hoje em dia dá para regular gasto de energia e eficiência, dá para regular até nas generativas aqui, a gente consegue fazer isso, né?
E assim, alguém falou sobre uma coisa aqui, foi o Diego, cara, foi uma mensagem legal que ele falou. Olha, vou tentar traduzir aqui que eu não lembro exatamente, né? Mas ele colocou assim, ó, aí ela vai vai aprendendo, né? Aqui, ó, faz sentido, Gavi. Aí, ah, funciona assim mesmo, depende do prompt ela faz coisas maravilhosas ou não faz nada. Então, uma coisa, às vezes você não pode, né? A gente não, de novo, a gente tá, estamos descobrindo juntos essa nova era que o machine learning atua e tem uma importância.
Isso é fato já. Agora a gente vai descobrir o quanto é que isso né, tem feito a diferença nessa temporada. Parece que tem feito sim. Todo mundo tá saindo falando nesse, todo mundo, os envolvidos, né, pilotos, chefes, estão falando nesse sentido também.
Felipe Soares, nosso grande amigo lusitano: Russell não tem razão nenhuma. Todos os pilotos com motores Mercedes antes da reta Kemmel reduziam uma velocidade para poderem chegar ao final da mesma com velocidade e potência. Russell era o único que não estava a fazer isso. Só foi feita uma análise, foi falado sobre isso na segunda-feira, e tudo mimimi do Russell. Daí o comentário do Toto de ser 50% do Russell, 50% do piloto. As queixas do Russell são meio caminho para no final da época ir de froscas.
A gente mostrou aqui que os dois foram de marcha igual basicamente a reta inteira, né? A gente comparou Antonelli e Russell, né, através da telemetria Os dois estavam de marcha igual a reta inteira, a volta inteira. E o Anderson Ramos, Gavi, é porque o Gavi ontem mesmo ele já explicou que não era isso, mas eu só para não ficar mesmo mal entendido vou dar a oportunidade de uma nova explicação, porque às vezes o pessoal parece que não vê a explicação e aí fica no ar uma coisa estranha.
Que o Anderson Ramos falou assim, pô, se a Juliane Serasoli falou que foi o sentimento dela. Como é que você fala que foi tentativa de lascar, de lacrar, Gavi? Você disse que tem muito respeito com ela, mas essa foi uma crítica injusta, ele falou.
Pareceu uma super crítica assim? Eu disse que ela tentou lacrar no sentido de dar uma notícia que todo mundo queria saber, né? Aí não é uma notícia. Foi isso, né? E eu não retiro não, até porque ele elogiou muito a Juliane ontem. É, eu sempre elogio, elogio hoje de novo, mas é que da forma como saiu ali do título, e aí é um pouco de culpa das pessoas também, até porque depois a gente foi muito justo aqui dizendo que no texto ela coloca que é opinião dela, tudo bem, né?
Mas é isso, para mim foi uma dessas tentativas ali, olha, não é mais piloto e tal. Então eu não retiro, apesar de todo o meu respeito, continuo lendo, admirando. Inclusive eu fui um dos poucos compradores daquele almanaque que ela faz todo ano. Eu tô na lista dela lá sempre, todo ano eu tenho aqui. Realmente admiro muito. Mas eu acho que essa foi uma tentativa assim, não de lacrar, que eu falei, Garcia?
Acho que foi lacrar. Se ele falou aqui, eu não lembro, mas se ele falou aqui, deve ter dito isso.
Estourou a bomba. E aí, a minha opinião, tá tudo bem também, né? Ela foi— o problema seria não ter no texto lá dizendo, ó, isso não é a minha opinião. Aí fica complicado, né, você transformar uma opinião em notícia, algo que a Ju nunca faz, de fato nunca faz, Garcia.
É isso, perfeito, tá super esclarecido aqui, gente, tá tudo certíssimo. Gente, obrigado todo mundo que acompanha a gente. Lembrando Quem puder, deixa o like para gente, faz inscrição, ativa as notificações. Todo dia a gente tá aqui ao vivo trazendo bastante assunto de Fórmula 1 para você ficar extremamente bem informado. Então valeu demais todo mundo que acompanhou. Valeu você também, Gavi.
Valeu, Garcia, tamo junto. Parabéns pelo sistema, vamos aprimorá-lo. Sensacional, cara. Agradecer todo mundo aí, né, pela participação de sempre. Estamos em semana de corrida, então amanhã é Eita, sexta já tem atividade de pista. Amanhã vai rolar aquele super guia Garcia?
Amanhã, amanhã é quinta, né? Tá na hora. Então amanhã tem guia.
Então amanhã já eu aqui já divulgando o guia Garcia. Mas é isso, bastante coisa aí na semana. Obrigado todo mundo, tamo junto.
É isso, tamo sempre junto. Valeu demais, mas a gente se fala. Tchau! Informações diárias do mundo do esporte a motor, podcast F1 Mania em ponto.