Episódios de Área de Trabalho

198: Estudar à Luz de Velas

06 de maio de 202657min
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Nesta semana, Bia Kunze e Marcus Mendes comentam os estudos que abordaram o desempenho de alunos com e sem a ajuda do ChatGPT.

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Marcus Mendes

Bia Kunze

Assuntos2
  • Smartwatches e BateriaExperiência com Galaxy Watch 7 · LTE em smartwatches · Autonomia da bateria · Google Keep no smartwatch · Asus Zen Watch · Galaxy Watch Ultra · Wireless Power Share
  • Carros elétricos e o futuro da mobilidadeMobilidade urbana multimodal · Rede elétrica e carregadores · Troca rápida de bateria · Carros híbridos · Carros chineses
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Olá, está começando o centésimo, nonagésimo, oitavo episódio do Área de Trabalho da Gigahertz, patrocinado essa semana pela ExpressVPN. Quem fala aqui é o Marcos Mendes e assim como toda semana, a Bia Kunze, Garota Sem Fio, também está por aqui. Olá, Bia Kunze. Olá, Marcos, tudo bem? Tudo bem, está preparada para o tsunami de follow-ups que a gente recebeu nessa semana?

Nossa, que bom. Vou adorar. Eu insisti tanto, né? Falei todas as pautas, falei o que a gente pretende falar nas próximas, então o pessoal já ia adiantando e mandando as opiniões, né? Pois é, e você falou sobre o seu Galaxy Watch 7 e o Eduardo Guimarães falou o seguinte. Ouvi os seus comentários no podcast e tenho um LTE de 44mm, o tamanho da caixa dele, né? LTE não vale a pena porque drena demais a bateria e os planos cobram caro por mês pra você manter.

Já desativei o meu, ele disse. E ainda assim ele segue. Meu ponto fraco e que me desanima é a bateria. Está durando por volta de umas 20 horas. E no mais, as métricas e funcionalidades são boas. Ele disse que descobriu que o WhatsApp, quando ele desinstala do relógio, melhora a autonomia da bateria. E por isso, vai ficar assim. A sua experiência de bateria, como é que tem sido? Refresce com a nossa melhoria? Olha, eu não instalei o WhatsApp direto nele. Eu sou inimiga do WhatsApp, como vocês...

Eu ia falar saudável, mas o Eduardo ia achar que eu tava atacando ele. Não é o caso, mas vamos seguir. Não, não, eu não quero. Não, fica de fora. Mas nem faz sentido. Eu acho que num dispositivo LTE até faz mais sentido se instalar direto nele. Mas eu não queria, né? Mas eu tenho as notificações. Se eu tô com o celular por perto, assim, e tem um daqueles meus contatos VIPs, né? Preocupada se eu tô no IML ou não. Então eu recebo a notificação direto daí na...

no relógio. Mas, mais importante pra mim, o Eduardo tocou nesse ponto aí, a bateria é fundamental. Há 20 horas, é complicado pra mim, e comigo, nas minhas configurações é que não chega a dois dias, mas tá durando um dia e meio, mais ou menos, tá? Tá dando pra levar, a hora que eu tomo banho eu já boto pra carregar todo dia, independente da...

de quanto tá a bateria, mas geralmente eu vou tomar banho e ele tá uns 30%, mais ou menos, tá? E realmente as métricas, funcionalidades são bem legais, eu tô gostando bastante, e ainda bem que eu não peguei o LTE, eu cheguei a ficar meio balançada assim, mas eu achei muito burocrático, né, você ativar o plano e tal, e eu fiquei naquela, mas se eu quero ouvir música, eu já deixo a música offline.

Ele já conecta com o meu fone, então monitora os meus exercícios e tal. O GPS não tem necessidade, eu faço na academia, né? Só os passos ali já é suficiente, então pra quê, né, que eu vou pro LT? Então pra mim, pelo menos, não teria utilidade. Então acho que eu fiz uma boa escolha. Ainda vou economizar um cascalho.

Eu nunca assinei o LTE pelo mesmo motivo, porque eu sou mão de vaca, então, que eu poder economizar pra gastar com o Dray Martini depois eu faço. Então o que eu faço? Eu já falei isso algumas vezes no ADT, não sei se a gente já falou sobre isso aqui, né? Eu não tenho problema de falar de marca, coisa assim, então eu assino o plano Vivo Easy e toda Black Friday que eles falam...

Bote 100 reais, a gente dá mais 100 reais. Eu faço isso e me dura o ano inteiro. Porque eu trabalho de casa basicamente todos os dias, o dia inteiro. Eu não uso muito os dados da operadora no telefone. Uso o Wi-Fi aqui de casa, estou com o lugar, o Wi-Fi do lugar. Com o ExpressVPN, a gente ia falar sobre isso. Então, o meu uso de dados mesmo em trânsito é muito pouco. Me dura tranquilamente um ano inteiro carregar 200 reais de crédito.

Então, primeiro que o Vivo Easy nem tem o plano do Apple Watch. Eu teria que trocar de plano.

Que aí seria uma mensalidade que eu não ia usar e que eu não ia querer pagar. Pra eu poder pagar mais ainda pra usar de tecla, eu também não vou usar. Então acabou que eu nunca coloquei no relógio. Eu sei que pra adicionar o relógio custa uns 50 reais, uma coisa assim. Depende do plano, etc.

Mas eu também nunca, pro meu uso, né? Quando eu vou, sei lá, correr e eu saio só com o relógio, eu antes sincronizo os podcasts que eu quero escutar, ou se não tiver nenhum podcast na fila, boto as musiquinhas aqui e beleza. Saio e volto. Claro que numa situação emergencial teria sido muito bom eu poder ter dados, mas isso ainda...

Não aconteceu, espero que não aconteça, mas se acontecer, alternativas. Então, também nunca resolvi pagar pra ver, não. Então, eu convoco a galera que tem o LTE e usa, conta pra gente no que o LTE faz diferença na vida de vocês, que nós estamos curiosos. Agora, tem uma coisa que eu instalei no relógio bem inusitada, Marcos. Eu instalei o Google Keep. Uia?

Como que você... Por que será, né? Então, é. Eu queria dar um jeito, sabe? Eu já tava... Pra ir pra academia, caminhar e tal, já tava suficiente. Mas eu ainda sentia falta de levar as minhas fichinhas, né? Que eu não gosto de ficar andando com a ficha na academia. E eu, a cada um mês e meio, dois meses, eu mudo o treino, né?

Fichinhas com a lista de exercícios, você disse. Isso, aquela fichinha de academia lá, que no começo você não sabe tudo de cor, depois você decora, né? Você decora quando já vai mudar de treino de novo, pelo menos no meu caso. Meu treino é bem específico, né? Então, eu acho um saco, aí deixa, aí cai, aí você esquece, fica pegando. Aí eu pensei, deve ter um jeito de eu colocar no watch isso, né? Eu coloquei primeiro no calendário, no compromisso, na hora que eu colocar o treino, mas ele corta.

Aí eu fui lá no Gemini, né, claro, do Google, Samsung Watch, Android e tal. Ele puxou a brasa pra estradinha dele, falei do meu problema e falou, olha, coloca suas fichas de treino no Google Keep e depois você instala o Google Keep também no Watch, ele tem uma versão pro Watch, e você consulta lá, você pode inclusive colocar o atalho, né, ali naqueles cards, né, que você faz um swipe pro lado ali, né, que você tem...

Então eu coloquei ali os atalhinhos, treino A, treino B, treino C, e não sei se teria outras soluções, mas como eu perguntei para o Gemini, claro, ele quis uma solução da casa dele, né, do Google. Mas está bonitinho, gente, eu vou postar foto lá no Telegram, vou fotografar aqui para vocês.

E eu achei uma foto do meu primeiro smartwatch. Gente, esse smartwatch era bonito, hein? O Asus Zen Watch. Alguns vão se lembrar, né? Eu fiquei fascinada porque ele é lindo, ele é bem feminino, mas é bem grande, assim, gostava muito dele. Que era redondinho?

isso, vou colocar a foto lá também, mas a bateria dele não durava nada, gente, eu acho que o Eduardo reclama das 20 horas dele, era menos que isso, pasme, não me adaptei, não deu certo, tá guardado em alguma gaveta minha por aí, e nunca mais usei, apesar de ser lindo, tá, pulseira de couro e tal, mas, aí eu percebi, puxa, o redógio redondinho é bem mais a minha cara mesmo.

mais no estilo, acho mais bonito, tenho vontade mais de usar, agora eu botei uma pulseira de couro no meu, no Galaxy Watch aqui também, né, então posso trocar, vou com a de silicone nos dias de treino, nos dias que eu tô mais social, assim, coloco a pulseira de couro, fica mais bonito, então...

Acho que em termos de estilo, achei alguma coisa que é uma solução que é mais a minha cara. Eu tava por conta desse nosso papo de relógio, eu tava lembrando essa semana, lembra quando o Motorola lançou o primeiro relógio dela, que tinha aquele, a tela que o pessoal brincava, eu brincava, acho, não sei se eu herdei isso de alguém, se alguém vim, não sei, que eu falava que era o pneu furado, porque era uma tela redonda, mas a parte de baixo da tela era preta, porque não tinha nada, não tinha display ali, né? Era pra fazer caber o display no resto. Bons tempos. Nossa!

É isso aí, gente. Então, como eu falei antes, né? Convoquei vocês. Quem usa LTE, vem contar pra gente no que que o LTE faz diferença. E quem instalou alguma coisa inusitada, como eu fiz, né? Instalando o Google Keep, conta pra gente aí. Dê dicas pra nós pra deixarmos os nossos relógios mais produtivos. E aí, não tô falando só do Galaxy Watch, você que usa...

Apple, o ecossistema da Apple, conta pra gente também, tá? Sim, sim. E também sobre isso, o Henrique mandou o follow-up dele, falou assim, adorei, Bia, seu relato sobre a experiência com o Galaxy Watch 7. Eu tô usando o Galaxy Watch Ultra há quase um ano e meio, que é meu primeiro smartwatch, e de fato libera parte do uso do smartphone. No meu caso, ele segue, né? Isso mais pelas notificações. Socialmente ainda é mais educado e aceitável olhar o relógio do que puxar o telefone.

E sobre consumo, dificilmente fico 24 horas sem carregar, porque uso o LTE, olha só, né? E também o display sempre ligado, isso devora a bateria. Ele falando sobre o carregamento por indução, ele continua sendo carregado por indução, né? E ele fala, o ouvinte pode entender que perdeu essa função, o que não é mais possível fazer é usar o Wireless Power Share, por conta do formato convexo do fundo do Galaxy Watch, que impede o contato com a superfície plano do smartphone, que é aquele carregamento reverso, né? Isso, comentou aqui, né? Isso...

sumiu, não tem? Não tem, mas mais ou menos. E aí ele segue. Baita decepção mesmo, e a Samsung teve que optar por esse formato mais eficiente para os LEDs fazerem a leitura em contato com a pele, abrindo-o no carregamento wireless pelo smartphone, e para resolver isso, ele conclui. Eu simplesmente levo comigo só o cabinho do smartwatch, sem levar o carregador. Perfeito. Exatamente. É essa a convexidade da traseira ali do relógio.

que realmente melhora a medição ali, os sensores, já que ele fica mais próximo da pele, mas é aquele negócio, você tem que abdicar de alguma coisa para você ganhar outra coisa, então agora que ele falou o nome, eu não lembro desse nome, o Wireless Power Share, exatamente, é você encostar ali.

aquela parte do carregador ali na traseira do seu smartphone, o smartphone passa ali uma energia, uma carguinha ali, para ele é ótimo para uma emergência, eu gostava dessa função aí, não sabia que tinha sido removido, mas eu fiz a mesma coisa que o Henrique, comprei um cabinho extra e está sempre na bolsa lá.

E sobre esse papo de relógio, veio junto com o papo da maratona. A maratona Subi 2 Horas, que a gente comentou na semana passada. E sobre maratonas, o Adolfo Neto falou como ex-maratonista, corri 5, inclusive 2 vezes, e a de Curitiba, uma vez também de Nova York, a mais recente foi em 2015.

Ele fala, ainda acompanha um canal especializado em corrida, que é o Corrida no Ar. Segundo o Sérgio Rocha, o tênis deve ter sido o principal diferencial, mas o principal foi o conjunto, teve dois principais. Foi o tênis que estreou nessa prova, e o primeiro e o segundo colocados, eles usaram esse tênis, e também a primeira mulher, que bateu um recorde mundial específico de maratona feminina sem Pacers Homens, e também teve uma estratégia de alimentação diferente, com muito carboidrato, mais até do que o normal.

Mas o Sérgio, ele segue aqui, não acha que esse foi o diferencial. E sobre o segundo colocado, foi a primeira maratona dele, olha só. Acho que ele deve estar otimista, que vai vencer outras maratonas em breve. E sobre o primeiro ter melhorado o tempo dele, em dois minutos ou mais, tem que levar em consideração o clima. Naquela maratona que ele fez duas horas e dois, o clima não estava perfeito. Essa de Londres estava. E parabéns por falar, Sebastian.

Teve muita gente falando, Sebastian, eu devo ter falado errado. Ele falou, inclusive, pessoal da mídia grande. E segundo o Sérgio Rocha, ele conclui, os tênis chineses são muito bons, mas ainda ficam devendo um pouquinho. O mesmo vale para os da Olímpicos, que tem a vantagem de ser bem mais baratos para os sênios brasileiros. E eu, como sou adepto de corrida minimalista, ele conclui, me recuso a usar tênis de placa. Para que eu vou correr 10% mais rápido? Corro pelo exercício e chegar mais rápido não faz diferença.

perfeito, quanto ao Sebastian agradeço a perplexity, né, porque pra nossa pauta aqui eu pedi pra ela fazer um apanhadão pra mim, eu tinha visto as duas grafias Sebastian e Sebastian, diversas eu falei, não é possível, tem alguma coisa errada aqui, né

perguntei pra perplexity esclarecer pra mim, falar a pronúncia correta, e ela trouxe, não, é sabá, é o mesmo, tá? Então, olha como a perplexity é legal pra esse tipo de coisa, né, super atualizada. E bacana, eu gostei dessa, desse aval do Sérgio Rocha aí sobre os tênis chineses, claro, é um processo, né, gente, eles vão melhorando com o tempo, mas muito corredor aí de hobby, já tá usando, gosta bastante, né,

então, tá aí, legal obrigado pelo feedback aí aos corredores né, professor Adolfo e valeu e sobre carros elétricos, que a gente falou de passagem na semana passada, o Thiago Bernardo disse meus dois centavos sobre o assunto de carro elétrico sim, a mobilidade urbana vai ser multimodal e elétricos vão fazer parte disso

Aí ele fala, eu nem sou super pró-China, acho engraçado como politiza rápido, né? Ele precisa se justificar aqui pra, né? Não ter nenhum tipo de problema das pessoas falarem, esse assunto é assunto complicado. Mas eu entendo, Tiago, a gente tem que às vezes... É, a gente entende. Mas ele segue aqui, precisamos pensar na nossa rede elétrica também. Esses carregadores de 10 minutos que a Bia citou são de 1,5 megawatt de potência, aí ele brinca, deveria ser 1,21 gigawatts, mas de vago.

E se Itaipu fosse destinada a 100% a esses carregadores, não seriam nem 10 mil pontos no Brasil. Os chineses estão testando um modelo de assinatura de troca rápida da bateria em terminais automatizados. É tipo uma assinatura de powerbank para carro. E ele mandou um vídeo que a gente vai deixar aqui na descrição que mostra esse processo todo.

Pois é, tem que pensar nisso também, né? Quando você tem um carro elétrico, você tem que pensar na sua residência, né? Não só no consumo de energia, que aumenta, mas muita gente coloca a placa solar. O sonho de muita gente é fazer um sistema off-grid e tal, mas isso, pelo menos aqui no Brasil, ainda está muito complicado. O preço das baterias não ajuda, aliás, né? Está tudo absurdamente caro, então...

inviabiliza, mas quero mandar um abraço pro João Roberto Gander também, que agora tá com dois elétricos na garagem. Ele vendeu o Compass dele e falou, não quero mais saber. Beleza, né? Então, tá certo. Entusiasmado, né? Ele também não é pró-China, mas ele defende bastante os carrinhos aí da...

chineses elétricos, a gente tá naquela idade, né, João, que agora a gente quer sossego, quer encher a samba, então vai ficar brigando aí, falando, vai, você senta na mesa, um fala de torque, outro fala, não, porque o combustível, não, porque o desempenho, nossa, como se fossem todos pilotos, né, o cara vai e volta do trabalho todo dia e discute o desempenho do carro como se fosse um piloto de Fórmula 1, acho engraçado isso. Então, sempre opiniões entusiasmadas, apaixonadas e tal, mas...

O sucesso é inegável, né, Tiago? Então, obrigada pelo seu feedback. No fim, tudo volta pra super trunfo, né? Começa a discutir essas coisas, fala um bando de número, né? Pois é. Esse, o da Lari, ele é daqueles que recarrega sozinho a parte da bateria. Então, nas frenadas, coisas assim, vai mandando. Então, não tem, não precisa do ponto de carregamento. E tá entregando a promessa, Lari. Pegou estrada bastante e, mesmo assim, deu mil quilômetros por tanque.

Então, tá rolando. A gente rodou bastante, foi pro Rio, voltou. Mas é híbrido, né, o dela.

Então, a híbrida, o principal é a gasolina. E é curioso porque esses carros, aparentemente, não são mais flex. É gasolina e elétrico. Tem gasolina e álcool, né? Então, enche o tanque de gasolina e conforme o carro vai indo e voltando, etc. E frena, ele vai já recarregando a bateria e liga e desliga a bateria meio automaticamente. O único problema é que ele, aparentemente, faz menos na estrada do que na cidade. O que é contra-intuitivo, né?

A gente tá acostumado na vida, na estrada, a render mais. Esses carros é o contrário.

E aqui no Brasil, outro problema extra que os híbridos sofrem. Toda hora mudam a porcentagem de álcool que adiciona na gasolina. Não adianta falar que não interfere, porque interfere sim. Não sei como é que fica a média e o longo prazo, mas depende também do quanto é adicionado. Isso é outro assunto que dá briga. Não vou entrar nessa briga. Vamos pular esse assunto. Por favor.

Vamos trair outra briga. Vai, Bicouro. Vamos lá. Sobre o Lovable, o Sérgio Araújo falou o seguinte. Isso eu tenho usado quase diariamente o Lovable desde fevereiro, março desse ano e já consegui desenvolver várias ferramentas para resolver problemas meus. Mas que eu descobri depois que era um problema de outras pessoas também, de outros professores também. E por isso acabei monetizando. A facilidade de ter um sistema de pagamento, envio de e-mail, a autenticação faz o Lovable muito superior a outras plataformas. Isso sem falar que ele sempre acerta em design.

Hoje, meu companheiro de todos os dias, é um sistema que eu desenvolvi, ele mandou o link aqui, que é o healthcenter.posologia.ep, vai estar na descrição, onde eu analiso os dados exportados do Apple Saúde.

bacana o leque de APIs que integra, né? Tem até o PubMed ali. Nossa, muito legal. E a tendência é transformar tudo isso num canivete suíço, né? A gente começa falando de LLM, quando entra IA, agora, nossa, tem os agentes, tem as integrações, os APIs.

Puxa, legal, tá cada vez mais bacana a área da saúde com o IA, e já aproveito pra mandar um abraço pro professor Alexandre, que é a vegata, que sempre tá postando coisas bem legais sobre isso lá no Estadão, e acessem lá o site, ele tá dando um curso legal também de IA na saúde, quem quiser acompanhar, os links estão todos lá no perfil dele, tá?

Boa, a gente deixa aqui na descrição. E nessa última semana, semana passada, sei lá, esses dias aí, saiu no episódio recente do Hard Fork, que é aquele podcast do New York Times, que é o Casey Newton e o Kevin Ruse que apresentam. Eles entrevistaram o doutor Adam Rodman. Ele já tinha participado faz um tempo.

E ele tem conhecimento bacana, tanto da parte de medicina, óbvio, como médico, e da parte de IA também. E ele foi atualizando desde a participação dele até agora, o que mudou no mercado, como é que os médicos estão usando, expectativa dos pacientes, como os pacientes estão usando, expectativa dos médicos, né? Toda essa parte. E teve uma parte da conversa que eu achei interessante, que é assim, né?

Vamos fingir que não existe privacidade no mundo. Isso melhoraria os modelos de medicina? E eles dão um nó danado pra falar, gente, primeiro de tudo, tá? É óbvio que privacidade é importante, né? Não joguem pedras em mim, vamos com calma. Vamos com calma. Aí ele dá duas, três, quatro justificativas, mas a conclusão é que, putz, sim.

se você tivesse todos os dados de saúde de todo mundo, do mundo, pra treinar os modelos, os modelos acabaram ficando melhor pra isso, né? Claro que não dá pra fazer isso, porque as empresas não querem fazer isso pro bem do mundo, elas querem fazer pra ganhar dinheiro, e vão explorar as pessoas em meio a isso, entra a farmacêutica no meio, a gente sabe disso tudo. Mas eu achei interessante essa provocação de falar, putz, se a humanidade fosse outra...

Poderia ter resolvido muita coisa, né? Que hoje em dia não dá. Mas a culpa não é da privacidade. Todos sabemos disso. Achei interessante a provocação. Legal. E falando em saúde e tecnologia, você mandou pra gente discutir aqui alguns links, né? Nessa semana que pintaram o cruzamento entre essas duas coisas. Começando por um, veio lá do pessoal da Google DeepMind, que o título é Habilitando um novo modelo pra o healthcare, né? Cuidado à saúde.

como um co-clínico de IA. O que é isso, Bia? Pois é. É como se você tivesse um especialista do seu lado. Nós comentamos aqui aquela situação de doenças mais raras, situações mais difíceis de diagnosticar, que você precisa pesquisar melhor, sabe? Agora imagina se você tem ali um co-clínico do seu lado, uma LLM, que é especialista naquilo. Então...

agiliza os diagnósticos, os diagnósticos são mais precisos, e com isso, claro, os tratamentos são mais eficazes. E claro, deep mind, né gente? O Google não podia ficar de fora aí com o seu modelo, né? Puxando o gancho, a gente falou da open evidence, de todas essas ferramentas, essas LLMs e IaaS que auxiliam os clínicos nas decisões, então agora nós temos a solução do Google também.

Vale a pena para quem se interessa por esse cruzamento entre saúde e tecnologia, como eles estão visualizando como que poderia ser uma estrutura de você ter profissionais de saúde junto com a tecnologia, junto com até agentes também que já lidam com um pedaço desses dados e os pacientes e o acesso aos prontuários e o tratamento de prontuários, tudo isso centralizando no profissional de saúde com essas assistências todas em volta.

Como isso pode ajudar a evoluir e acelerar, eles falam sobre... Eles têm o termo em inglês de augmentar, na realidade, augmentada, de complementar e otimizar, e eles falam com aquele cuidado que precisa ter de falar, vai...

otimizar e aumentar o potencial das pessoas que trabalham com clínica com a ajuda desse co-clínico de IA e fazem as medições, testes que eles fizeram de uma melhora de desempenho dentro dos critérios que eles estabeleceram ali. Testa com, testa sem, testa com e tira e vê como é que isso repercute. Claro que é um estudo do Google falando do Google, não vou falar que foi ruim, mas é interessante ver como é que uma das principais empresas que tem a maior quantidade de dados do mundo...

Tá pensando em botar isso na prática. Quando o assunto é cuidado com a saúde. Tem bastante slides. E os gráficos todos que apontam pra cima. Aquela coisa toda. Mas tirando essa parte mais cética. Eu achei bem interessante ver o caminho que eles estão pensando em apontar. Perfeito. E uma outra coisa que eu vi que você também. Viu dessa semana do Google. Que te chamou a atenção. Foi o Cosmo. Que é um jeito de rodar um modelo local. Ali do Google. Direto no Android. Você testou?

Não, eu estou passando essa bola para vocês, porque embora não esteja entusiasmada com IAs locais, mas pelo meu tipo de trabalho que eu tenho feito ultimamente, um pouco de falta de tempo e paciência também para botar uma IA local aqui no meu computador, as IAs mobile, vamos dizer assim, essas têm me chamado mais atenção, desde que sejam...

Tem uma integração, eu acho que se alocar em smartphone, eu acho útil se tiver uma integração bem ajeitadinha com o sistema operacional. Por quê? Para fazer os apps fazerem tarefas entre si, passar uma coisa para o outro, automatizar.

Tarefas que é isso que a gente faz o tempo todo nos nossos dispositivos móveis, né gente? Pega um documento, joga aqui, acolá, abre aqui, abre no outro lugar, escaneia, passa pra cá, passa pra lá, envia e-mail. É isso que serve o dispositivo móvel. Será que uma IA local, no caso com o Gemini Nano no Android, teria?

esse efeito. Tô com vontade de instalar aqui, mas tá faltando coragem, gente. Então, quem instalar, me convençam, tá? Por enquanto que tá na fila, meu jailbreak do Kindle, que eu ainda não fiz, mas vou fazer. Só tô esperando ter tempo.

O que eu achei bem interessante desse Google Cosmo é que ele não usa, porque o Google tem aqueles modelos Gema, que são os naniquinhos. Esse não é o Gema, é o Gemini Nano. E tem uma diferença importante aí. Ele é menos naniquinho que o naniquinho. Então ele acaba sendo um pouco mais potente. Ele ocupa, tem aqui na matéria que vai estar na descrição, um pouco mais de um giga de espaço, tá lá, localzão.

mesmo os GEMA não chegam a 1 GB, uma coisa assim. Então quer dizer que o pacote de dados, de como funciona, de neurônios do modelo, é um pouco maior. E aparentemente isso acabou pintando na Play Store meio... Não sem querer, porque ainda tá. Mas de uma forma antecipada que pode até dizer o que isso na matéria eles repercutem, né?

Que pode ser uma das coisas que vai ter um destaque legal na Google I.O. Que é a Conferência Norte de Desenvolvedores do Google. Que vai rolar na semana que vem, 18 a 19. Daqui a duas semanas, sei lá. E é claro que a gente pode esperar que vai ser um tsunami. Uma chuva, uma tempestade de projetos envolvendo I.A. E esse pode ser um deles. Mas o que eu gostei disso é o fato de ser esse Gemini Nano. Porque a gente já vinha vendo essa tendência dos modelos menores. Com anos de atraso. Não de atraso, né? Não de atraso, né?

O Gemini Nano hoje é melhor do que o GPT era há três anos, esse é o meu ponto. O GPT é grandão, o principal. Então, estamos entrando nessa realidade do modelo pequenininho poder caber no telefone e ser tão potente quanto que era há alguns anos. Aí eu sempre penso, projeto isso para que é dois, cinco, dez anos. Essa é a parte que eu estou achando bacana de ver esse movimento. E quem está usando a Yalocal, não só o Gemini Nano, qualquer uma aí no seu dispositivo móvel.

tá gostando, não tá gostando prós e contras mandem pra gente suas impressões e tentem me convencer a usar também ou não boa e você se deparou com um estudo nessa última semana que o título é será que a gente tem que desligar a música? música com letra de música interfere em tarefas cognitivas é um estudo brasileiro música com letra de música

Isso é voltando a um assunto que a gente já tratou aqui algumas vezes, sobre métodos de estudo, como otimizar. E até foi uma coisa que eu lembro de ter comentado, como desde criança me surpreendia o pessoal estudar escutando Legião Urbana. Não por ser Legião Urbana, mas por ter letra. Pois é. Porque sempre me distraiu, né? Eu só tenho um cano de atenção. Se eu tava tocando a música com a letra, eu vou prestar atenção nisso, né?

E música sem letra também, né? Mas principalmente com letra, sempre me bugou e tem um estudo que vai por aí, né?

Então, em vez de ouvir Legião Urbana, gente, eu sou um Arcona, que eu falei no outro episódio lá, que é uma banda russa, né? Então, aquele folk rock russo, bem legal. E o que eu tinha falado, né? Tempos atrás, né? A gente tá ressuscitando esse assunto aqui.

É que o problema é a música no idioma que você conhece, que você entende. Isso vai interferir, sim, na memória verbal. Mas na época eu tinha visto outros estudos falando que se você não entende nada da letra, é só um ruidinho lá, então não vai interferir na parte linguística, né? Quando você estiver lendo, trabalhando com textos e tal. Então tá aí, gente. Fica a dica. Eu ouço uma arcona.

E nesse estudo eles falaram que é o seguinte, né? Que música com letra de música, com lyrics, né? Quando ficar falando letra de música, fala lyrics e vai ser fresco mesmo. E vamos lá, né? Música com lyrics. Isso atrapalhou a memória verbal, memória visual e também a compreensão da leitura. Por outro lado, eles não verificaram que teve um efeito ruim para tarefas envolvendo aritmética.

Música instrumental, eles falam hip hop e lo-fi, eles não viram uma piora, de uma forma não muito criativa, eles viram uma melhora no desempenho. Então não atrapalhou, mas não ajudou. E que música instrumental, às vezes, foi percebida, não que de fato isso tenha sido o resultado, mas que era percebido como de benefício à tarefa e à missão de estudar.

Perfeito. Total sentido, né? A parte lógica, numérica é processada num lugar, a parte linguística é processada em outro lugar, no seu cérebro, então não vai ter conflito ali de letra de música com a parte lógica e numérica, né? Vai ter conflito na parte linguística. Pois é. E também sobre estudos, aí é um assunto que eu sei que a Bia é apaixonada, que é escrever à mão.

Isso aparentemente, o mundo está escutando o área de trabalho e está discutindo isso fora dos nichos de entusiastas de canetas ou de estudos, é isso? Esturou a bolha? Mas é, saiu aí agora, fresquinha, uma matéria do G1 falando sobre isso, né? Especialistas aí alertando que essa perda do hábito de escrever à mão, que hoje todo mundo digita, né?

seja no teclado do computador ou no tecladinho do celular, né? Vai gerar uma crise de inteligência. Esse é o termo que o G1 usa lá na matéria, né? E eu trago essa discussão aqui porque eu já discuti com colegas.

que não usam o tablet e abandonaram o caderno e usam exclusivamente os laptops para digitar, fazer anotação de aula. E eles falam, escrevo, escrevo, escrevo, parece que o assunto não entra na minha cabeça. Se eu não me engano, no livro do professor Peer ou em algum vídeo do professor Peer, ele conta alguma história assim.

que uma outra pessoa estava estudando para um concurso, uma coisa assim, e ele começou a usar o computador, aí ele explicou, você está salvando tudo na sua memória do computador, não na sua cabeça. Você tem que pegar um caderno, pegar uma caneta, escrever, escrever, escrever à mão.

Todo mundo que faz essa transição aí, percebe sim que tem uma diferença. Só que aí vem outra reclamação, Marcos, dessa molecada que tá na faculdade, fala, eu não consigo mais escrever a mão, minha letra fica ilegível, parece que o dedo não corre. Falta de prática, né? Tem que praticar mais. Como é que você vai fazer uma prova? Você não faz prova? Ah, mas é tudo de marcar x. Meu Deus do céu. Que situação, hein, gente? Então...

Não importa se é no tablet, se é na... Inclusive, a gente vai falar, muita gente pergunta, o pessoal tá me cobrando, mas vamos comentar. Acho que hoje, né, Marcos? Se tem diferença pra um tablet normal e um tablet e-ink, então a gente já vai entrar nesse assunto aí em breve. Mas escreva a mão, pare de ficar digitando, que realmente você vai ter um declínio cognitivo com isso, tá?

Boa. E nessa pegada também, teve um estudo que eu vi que chamou a atenção. O nome do estudo é ChatGPT como uma muleta cognitiva. Evidências de um teste randomizado, controlado, sobre a retenção do conhecimento. Esse teste fez o seguinte. Pegou 120 pessoas e testou o impacto do ChatGPT na retenção do conhecimento de longo prazo durante o processo de aprendizado, isso para ensino fundamental.

Aí teve o pessoal que foi dividido ali randomicamente em grupos. Um usando o chat GPT como um assistente de estudo e o outro usando métodos tradicionais sem IA pra estudar. Todo mundo estudou, beleza. 45 dias depois eles tiveram que fazer uma prova e os alunos que usaram o chat GPT

ficaram com 57% de taxa de acerto comparado com quem usou o método tradicional de estudo, que chegou a 68% de taxa de acerto. Eles falam que isso sugere que o uso irrestrito do chat-PT pode atrapalhar na retenção de longo prazo de informações que poderia reduzir o esforço cognitivo que ajuda a estabelecer essas memórias mais de longo prazo.

Bom, começa que as duas taxas de acerto, pra mim, são baixas, tá? Se você fazer um concurso, um vestibular concorrido e tal, desculpa, menos de 70% de acerto, você não vai muito longe, tá? Começa por aí. Não vou entrar muito na parte metodológica, tem alguns problemas lá, mas tem um outro problema que foi usado nesse estudo, Marcos, o GPT, o 4.5, né? Se eu não me engano. Ou seja...

modelo antigo, e aí a gente vê o problema das publicações, né, gente, então o arquivo, o artigo é submetido, submetido, aqui é um anglicismo, é enviado, né, pra publicação, demora, demora, e atrasa, e dependendo da revista, às vezes é um ano pra publicar, e o modelo já é passado, né, você tá publicando isso tudo inédito.

com um modelo que já o pessoal não está mais usando. E aí, qual vai ser a utilidade desse estudo? Complicado, gente, complicado. Mas o link vai ficar lá para vocês darem uma conferida de qualquer forma, tá? Exatamente. Eu sempre penso, será que tivesse feito isso com a Barça ou com o Google?

Minha conclusão é que estudar a luz de vela é 100% de taxa de acerto numa prova. Pois é. E teve, por coincidência, talvez não, vai saber, né? Nessa última semana, a revista Nature retirou, retratou, como é que é em português isso aí? Quando você volta atrás. É retratou, né? É estranho, né, retratou? Não, acho que é retratou. Ela tinha publicado estudo, depois falou para o pessoal desconsiderar o estudo porque ela encontrou problemas nisso aí, tá? E era um estudo que fazia o contraponto.

A esse que a gente acabou de falar, que era sobre como, dependendo de como você usasse, ele poderia melhorar o desempenho para estudos. E eles disseram que eles encontraram detalhes preocupantes a respeito de como a conclusão

foi atingida e que tem discrepâncias na análise e a falta de confiabilidade nas conclusões e por causa disso tiraram esse estudo e falaram pro pessoal desconsiderar e aí o pessoal que já vem falando que não serve pra nada falou, aí, mano! Então teve isso também, né?

É, gente, esse negócio aí dá uma treta. Nós estamos aqui assistindo e acompanhando, tá? Mas ainda falando nesse pessoal aí que gosta, os luditas de Iá, né?

Esse pessoal costuma falar muito da perda de emprego, certas carreiras que ameaçam desaparecer. E uma delas, a mais ameaçada, pelo menos nos comentários de analistas, jornais, especialistas, são os médicos radiologistas. Só que, se eu não me engano, foi o professor Alexandre, novamente, que é a Vegato, que falou disso num artigo dele, algum post. Ele publicou... ...

comentário aqui, né, que na verdade, né, as estatísticas mostram...

que o número de radiologistas, na verdade, está aumentando. Mais pessoas estão buscando esta carreira. Então, a demanda está aumentando. Acredita-se que, claro, os processos vão ficando mais baratos, porque a IA massifica, agiliza, traz diagnósticos mais rápidos. Mas não estão substituindo radiologistas exatamente, como estão falando. E não é de hoje, já estão falando faz tempo.

Então tá aí, gente. Cuidado com esses prognósticos, esses gurus. Por isso que eu não gosto de assuntos.

catastrofistas que geram muitos cliques. Na verdade, os objetivos de você colocar alarme nas pessoas é muito gerar clique, né? Mas nem sempre as coisas se concretizam. Exato. E a seguir, tem um outro assunto que eu vi que chamou a atenção da Bia. Foi uma ferramenta, na verdade, que apareceu. Está disponível no GitHub e o pessoal já vai poder usar. Mas antes de falar sobre ela, eu vou agradecer a Experts VPN, que está mais uma vez patrocinando o área de trabalho e que segue oferecendo um mês de graça para você experimentar o serviço.

E aí, se você assinar o plano anual por meio do linkexpressgpn.com.br A de trabalho, eles te dão 3 meses de acesso extra quando acabar esse ano, depois de ter testado por um mês de graça, para você proteger os seus dados, proteger a sua conexão. Se você usa Wi-Fi que você não conhece, você não sabe para onde vão parar seus dados.

Por onde eles passam entre sair do seu computador e bater lá no servidor, que é o que você quer acessar. Então, os sites que você acessa, os arquivos que você trafega, os dados que você trafega, qual banco que você usa, de onde você veio para onde você vai, quem é você, no fim das contas. E você protege tudo isso, roteando a sua conexão pela ExpressVPN, pelos canos impenetráveis, criptografados, nem ela sabe nada do que tem a ver com os seus dados.

E para streaming, dependendo do país que você rotear a conexão pela ExpressVPN, eles têm servidores em coisa de 100 países,

Você vê o catálogo de cada um desses países, que é um catálogo diferente do que tem no Brasil. E você pode fazer isso no seu telefone, no tablet, no computador, na TV, dependendo do modelo, na Apple TV, que é como eu uso aqui em casa todo dia. E se você for em expressvpn.com.br adtrabalho, você testa por um mês de graça. E aí, se você assinar o plano anual, eles dão três meses de bônus no fim desse ano. Muito obrigado, ExpressVPN, pelo patrocínio de mais esse episódio do Área de Trabalho e pelo apoio a toda a Gigahertz.

Muito obrigada, pessoal da ExpressVPN, por patrocinar o nosso episódio e tornar os nossos ouvintes aqui mais seguros e mais informados. Obrigado. E vamos lá, eu vi que chamou a sua atenção nesta semana, um post do Daniel Terra, que ele publicou lá no LinkedIn. Ele tem uma startup chamada Ingressi e ele fez um projeto que ele diz aqui que foi como o Vibe Coding e é o Foundation.

que é um aplicativo desktop, tem para Mac, tem para Windows, para Linux também, e fica tudo local. Eu vou ler o que ele falou aqui para não ficar tentando resumir ao vivo e ficar pior, né? Fica tudo local na sua máquina, não tem servidor na nuvem, os dados são seus, e você conecta o seu provedor de IA e o seu e-mail, onde uma quantidade grande de informação vai chegando sobre a sua vida, e ele vai guardar automaticamente esses dados no banco de dados dele, semântico.

Ele resolveu fazer esse post porque ele conseguiu uma coisa que ele falou, faz tempo que eu queria ver acontecer. Entro no app do Nubank, pego o meu extrato, ele chega no e-mail, aí ele lê, classifica, mostra o orçamento do mês, calcula por software, que ele falou que IA não é boa de fazer matemática, isso é verdade, tudo estruturado, ainda tem uma interface para você navegar o seu banco de dados, alterar os dados que você quer quando você quiser, etc.

E ele colocou esse projeto do Foundation no LinkedIn, quem quiser dar uma espiadinha, dê uma espiadinha, e eu vou fazer um alerta.

Ele é dentro daquela categoria de aplicativos que a gente está vendo aparecer aos montes, agênticos em cima de uma máquina configurada com os seus dados. E isso pode trazer problemas dependendo do quanto acesso você der a tudo. O que as pessoas estão fazendo com esse tipo de programa...

É o OpenClaw que ficou famoso, depois a Perplexit lançou um agora que eles falaram, a gente fez para você comprar, coisa americana, né? Comprar um Mac Mini, instalar no seu Mac Mini e rodar. Aí você cria um e-mail para ele, você manda um e-mail para ele, você conversa pelo WhatsApp ou pela Perplexit mesmo. Então tem vários apps fazendo isso. O que eu recomendo para quem quiser testar isso não é você instalar isso no seu computador e deixar ele operar livremente, porque pode acontecer qualquer coisa. Esse é o problema.

teve o caso famoso da líder de alinhamento de IA do Facebook que falou, não foi isso, mas foi tipo isso, tá? Ô, Pencló, faz uma limpa no meu e-mail, vê o que é importante, falou, tá bom, deletou tudo, né? Então, se não tem e-mail, não tem nada importante, né? Então,

vai com calma. O que eu vejo as pessoas fazendo é, cria um e-mail pro assistente, aí o que você quiser que ele lide, você encaminha do seu e-mail pra esse e-mail do assistente. E ele vai recebendo isso com uma fila de tarefas, e você conversa com eles pelo WhatsApp, pelo Telegram, é meio chato de configurar, mas dá pra fazer isso, e aí funciona um pouco melhor. Eu trouxe isso pra cá porque é uma categoria que eu acho que é super promissora.

de assistentes autônomos agênticos de IA, é inevitável que o Windows tenha um desse, que o Mac tenha um desse. Não vai ser amanhã, não vai ser ano que vem, mas vai ter. E as principais empresas de IA, elas vão lançar antes. Todas elas já estão lançando. OpenAI, Antropic.

A perplexity, o OpenClock independente, que o PNA contratou o Peter Steinberger, que criou o OpenClock. Então está todo mundo correndo atrás. A nova corrida do ouro está aí. Mas ainda é em cima de uma tecnologia que não é 100% confiável para você delegar a sua vida, as suas conto-senhas do banco e falar, faz aí, meu filho. Pedi para você tomar um golpe, porque a injeção de prompt ainda é um problema.

Mas essa é uma categoria que todo mundo mais cedo ou mais tarde, algumas pessoas muito mais tarde do que outras, mas todo mundo vai ter como parte da vida profissional, pessoal, produtividade, administrar as coisas. Isso vai rolar. Então, para quem quiser começar a ver, entender o que é, mesmo que você olhe e fale, putz, está louco, isso aqui não é para mim não. Vê, se informa. Em primeira pessoa, ao invés de ler impressões a respeito disso, que eu acho que é o melhor jeito de você ficar mais à prova de futuro. Porque isso vai chegar.

Então o Open Clown não acabou ainda com o mundo? Ainda não. Poxa, mas o que aconteceu? Não estamos falando aí do fim do mundo como nós conhecemos? Deve ter outro vilão que vai ser o fim do mundo da semana. Tá vendo, gente? Cuidado, né? A gente tá sempre pondo panos quentes aqui nessas notícias.

apocalípticas, né? E vocês lembram como é que foi esse negócio de open crawl? Vocês lembram do Deep Seek, gente? Como abalou as estruturas e só se falava naquilo que agora ia ser a China, a China ia enterrar a Open AI. Lembram disso? Pois é. Quem tá usando o Deep Seek? Que fim levou o Deep Seek, aliás?

Eles acabaram de lançar um modelo novo, o V4, uma coisa assim. E o que eles, quando eles foram lançados, o grande, grande, grande, grande impacto que eles causaram foi que, teoricamente, vai saber se tinha lá umas H100 contrabandeadas para a China, mas, teoricamente, eles conseguiram treinar um modelo que era tão potente quanto os fechados, pulando uma etapa do processo de treinamento que tornou ele muito mais barato de você fazer, de você desenvolver, de você treinar, pós-treinar e rodar.

Aí o que acabou acontecendo? Esse jeito de fazer treinamento, a parte do treinamento por reforço, na verdade, todo mundo viu que funcionava e passou a fazer também, né? Porque o Deep Seek era modelo aberto. Então as empresas adotaram um pouco dessa arquitetura do Deep Seek. Mas, sim, não foi como nunca é o apocalipse que foi... Ele fez barulho, que bom que ele fez barulho, muita gente passou a prestar atenção mais nisso depois disso, mas é, as grandes continuam grandes, continuam aí, essa parte não mudou mesmo.

E vamos lá, você há algum tempo tinha prometido pra gente falar a respeito de tablet, de ink, semelhanças, diferenças, prós, contras, o que vale, o que não vale, deixa eu aprender com você, minha vez de calar a boca agora. Então, na verdade vocês vão aprender com o Cláudio.

Porque eu tô fazendo uma autoavaliação da qualidade das minhas anotações, né? O Opus 4.7, assim... Vocês lembram que eu falava no começo que tinha dificuldade pra entender algumas coisas que eu escrevia? No geral, sempre você saía bem, mas tinha alguns problemas. Isso acabou, aparentemente, tá?

Eu não sei se ele aprendeu a interpretar a minha letra, porque no começo eu corrigia, às vezes algumas coisas eu explicava. Eu uso muito esquema de cores e eu tive a sensação que ele aprendeu, me aprendeu. Porque eu tenho uma estrutura muito fixa, vocês já sabem que eu já falei isso aqui. Eu uso aquele esquema de cores, o que é o amarelo, o que é o rosa, o que é a seta, o que é a observação do professor e tal. Então ele aprendeu, eu passei as instruções para ele. Hoje ele sabe o que é cada coisa.

Então eu pego as minhas anotações, pego os slides do professor junto, ele conecta coisas, chama a minha atenção para coisas que estão no slide, o que eu devo dar importância, o que eu não devo dar importância. A gente se engajou num papo aqui bem longo, aí eu cheguei para ele e falei assim...

tá, tô usando o tablet ou tal, vem cá, será que a minha eficiência, o meu desempenho vai melhorar se eu passar a usar um books ou um remarkable? Quero saber se escrever a caneta numa tela LCD e numa tela e-ink vai gerar diferenças no meu poder de processamento, no meu poder de absorção do conteúdo e na minha memória executiva. E aí, faz um apanhadão pra mim. Então, ele foi atrás de artigos, tal, tal, tal.

E as boas notícias? Pelo amor ou uma má notícia, pessoal? Vamos lá. Começando pela boa notícia.

é que para a escrita cursiva, para a cognição, para a memória, aprendizado, não tem diferença entre o e-ink e o tablet. Porém, se você trabalha o dia inteiro na frente de telas, sim, você pode ter um declínio no seu desempenho, na sua produtividade, na sua memória, mas por causa do cansaço crônico que o excesso de telas...

LCD causa. E não é nem por causa da tal da luz azul, tal, que todo mundo fala, que é meio pseudocientífico isso aí, tá? É mais pela luz mesmo. A luz estimula, vai na retina, tal, enquanto o EIC é como se fosse um papel, tá? Então, vocês podem ficar tranquilos, podem usar os seus tablets, mas se vocês ficam tempo demais no seu tablet ou no PC,

E muita gente estuda, né? Tá lá escrevendo no tablet, depois vai trabalhar, fica na frente do computador novamente. Se você percebeu uma perda de desempenho, é pelo cansaço, pelo excesso de telas. E ele sugeriu a mim não trocar o meu tablet por um tablet e ink, e sim usar os dois. Ok. Eu falei, pô, Cláudia, aí você me mata, né? Como diz minha mãe, tá pensando que eu tenho fábrica de dinheiro.

Mas ele riu aqui e montou uma lógica, né? Claro. E ele sugeriu para mim o Books ao invés do Remarkable. E aqui eu vou passar a dica para vocês, né? Todo mundo fica na dúvida qual e qual. O sistema do Remarkable é mais minimalista. E o próprio Claude sugeriu isso. Olha, quem tem problema de foco, concentração, TDAH... É melhor você abrir mão da flexibilidade do Android e dos apps News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News News

para fazer um resgate da produtividade que você acha que vinha perdendo nos últimos tempos. Então, faça uma escolha mais radical e fique no sistema do Remarkable. Agora, se você é mais disciplinado no uso de dispositivos móveis, com notificações, e eu realmente sou.

não tem problema, você pode usar o seu tablet normalmente e pode usar o books, você vai ter os mesmos aplicativos, você vai poder, claro, acessar as coisas entre um dispositivo e outro com muito mais facilidade, você tem os mesmos apps, você tem o Google Drive, você vai ter um app de notas, são sempre os mesmos apps nos dois dispositivos e tudo fica na nuvem. Então, gente, não tem melhor ou pior, tá, para a gente concluir a discussão aqui.

Tem o mais adequado para cada perfil. E seja tablet LCD, use sempre a caneta. Notas à mão são sempre neurologicamente mais ricas para qualquer processo criativo de aprendizagem.

Então, a escrita manual vai promover uma integração mais eficaz dessa informação sensorial, motora, cognitiva, ao passo que o teclado físico é bem limitante nesse ponto. Quando você escreve à mão, você não está copiando, você não está...

Você está processando informações, ao passo que no teclado você é um copista, né? Você está lá, não é copista, como é que chama? Estenógrafo, né? Tem gente que gosta de digitando, você tem aquela agilidade, pega até os espirros do professor. Você só está perdendo tempo, gastando espaço no seu laptop ali, porque você não vai aprender.

Nada, tá? Bom, falei das minhas neurodivergências, dos meus pontos fortes, fracos, mostrei como é que é o meu fluxo de estudo, e ele sugeriu algumas mudanças que eu tô começando a aplicar, e se vai dar certo ou não, eu vou contar mais pra frente pra vocês, tá? Mas tô fazendo algumas mudanças no meu sistema, e em breve vocês...

terão mais notícias. Mas ele elogiou muito o meu sistema, disse que, aí ele deu aquela puxada de saco típica, né? Falou que o meu sistema que eu criei é neurocientificamente sólido e pedagogicamente sofisticado, muito bem adaptado ao seu perfil cognitivo. Ou seja, né, gente, são décadas aí de vida que eu fui aprendendo o que funciona bem e o que não funciona bem.

pro meu perfil cognitivo, tá? Então, em breve retomaremos esse assunto e espero que eu tenha esclarecido a dúvida de vocês ali, esse tablet, o caderno, o e-ink, então, o importante é caneta e escrita cursiva, tá? E o LCD só vai dar uma atrapalhada aí pra quem fica muito tempo diante de telas.

De resto, você vai ter só vantagens, tá? Agora, quando qualquer tarefa envolve a análise do nosso workflow, a gente sabe mais ou menos o que funciona, o que a gente tinha que mudar, mas não mudou por preguiça, porque tá ok, né? Quando você mandou para fazer essa análise, quando veio a resposta, foi dentro do que você achava que ia ser, teve coisa que te surpreendeu de verdade, teve coisa que você falou, cara, não! E depois você pensa e fala, quer saber, talvez tenha razão. Como é que foi essa expectativa e realidade?

Então, eu acabei as sugestões que ele me passou, que eu vou explicar no futuro para vocês, agora se vai dar certo ou não. Tem um período de adaptação aí. Essa questão de fragmentação, de informação, às vezes perder tempo com coisas desnecessárias, e depois que eu descubro que eu perdi tempo, então ele me sugeriu algumas maneiras de contornar isso. Falei para ele, olha... E... E...

Não sou estudante full time, né? Não tenho mais 18 anos, então eu preciso de menos tempo e mais eficiência, tá? Então, o que demora menos aí? Não é impaciência, é falta de tempo mesmo. Então, ele quer que eu mantenha a minha tática de um pouquinho só, mas todos os dias, tá?

mas vou mudar um pouco a forma de revisar as aulas diárias para encurtar as minhas sessões. Boa. É isso. Você considerou usar outras e aspas para pedir a mesma análise? Ver se vem coisa diferente, coisa parecida? Não. Pode ser uma boa, hein? Eu entrei nesse papo justamente porque eu tinha acabado de sair o Opus 4.7 e eu queria... Porque, como eu te expliquei, anos atrás eu fiz essa avaliação do meu workflow.

No próprio Cloud mesmo, eu queria ver a evolução dos modelos dentro do Cloud. E como eu disse, agora ele entende melhor as minhas anotações, aprendeu, então eu tive que fazer tudo isso aqui no sistema da Antropic mesmo, para ter uma coerência, avaliar o próprio modelo e como ele estruturou a resposta e os aconselhamentos para mim.

Beleza. Se você um dia fizer portabilidade de dados de IA, estão começando a aparecer essas ferramentas. As próprias IAs mesmo já estão começando a dar suporte a isso. Isso é interessante ver como é que seria a análise de outra ferramenta, de plataforma, para ver o que sugere de igual, de diferente. Exato. Mas ele me elogiou o tempo todo. Diz que eu sou maravilhosa, que o meu sistema é sofisticado.

que eu resolvi intuitivamente o problema de fluency illusion, invertendo a lógica, o valor tá bom, aí eu lembrei que eu não fiz um prompt, como eu costumo fazer assim

das minhas aulas, dos meus projetos, das minhas apresentações, eu sempre faço um prompt, assim, você é um avaliador carrasco, ranzinza, pra ele pegar no meu pé e não ficar puxando tanto o meu saco, né? Então a gente adequa o prompt aí com o papel que a gente quer que a IA assuma, né? Eu esqueci de fazer isso aqui, então ele me elogiou horrores, né? Mas deu sugestões, assim, que eu gostei.

Beleza. Vai ser interessantíssimo ver como é que vai ser a sua reação a esses ajustes e adaptações tendo passado a sua vida inteira trabalhando do jeito que você desenvolveu. Aí por mais que ele conheça os seus conteúdos, os fluxos, etc. É um sugestão de fora, né? Vai ser interessante ver como é que isso a gente... Eu sou bem resistente a isso, assim, de adaptar.

de externo, sabe? Então acho que tá respondido aí, né, essa dúvida, essa questão começou lá nos nossos grupos, né, no mundo sem fio, produtividade móvel, então, a dica final, a conclusão que eu deixo pra galera dos grupos lá, peguem seu caderninho de papel, sua caneta, seu tablet, sua caneta digital, sua caneta tinteira, sua caneta esferográfica, o importante é usar caneta.

E não só para estudo, tá, gente? Se você está desenvolvendo um projeto, um trabalho criativo mesmo, assim como o Marcos, né? Trabalha com textos, elabora pautas, é um trabalho criativo. De repente, Marcos, você pode começar ali fazendo um...

Não precisa ficar aquela letra bonita. Faz um esqueminha ali, puxa a seta. Tenta construir ali um storytelling mais intuitivo, mas no formato de esquema mesmo, antes de você partir para construir o seu texto mesmo. Então, faça isso primeiro, longe do digital. Faça um papel e caneta e tenta ver se tem alguma diferença para quando você começa a construir o seu texto.

depois. E pra isso é importante você ter sempre um caderninho, leva com você pra lá e pra cá, vem aquela ideia, às vezes no meio do trânsito, na hora que você tá tomando aquele café no intervalo, vem um insight e tal, então você não pode perder essas ideias que surgem a qualquer momento. Então leva sempre um bloquinho pequenininho, uma caneta qualquer ali, mas leve sempre com você.

Porque todo mundo que trabalha com criatividade precisa capturar. Não deixa as boas ideias se perderem no tempo. Quando eu chegar lá no escritório eu anoto essa ideia que eu tive. Não vai. Quando você chegar no escritório, já tem alguém buzinando no teu ouvido, já tem teu chefe falando outra coisa. Já era. Tem que ser na hora.

Bom, vocês podem mandar para a gente os feedbacks a respeito disso e também dessa parte de como é que vocês lidam com a divisão de tarefas de estudo ou de consumo de conteúdo em geral entre e-ink, entre tablet com tela que não é e-ink. Como é que vocês dividem isso? Será que vocês dividem isso? Quem testou um, testou outro. gigahertz.fm barra feedback. Os links do que a gente comentou, as notícias, as ferramentas, etc. Você encontra em gigahertz.fm barra adtrabalho barra 198.

ou também nas notas do episódio. Obrigado, ExpressVPN, pelo patrocínio do episódio de hoje. A vocês que deixam reviews, avaliações, que recomendam a área de trabalho, que mandam perguntas, follow-ups, feedbacks. E a você, Bia, por semana após semana, a ajudar todo mundo, inclusive eu, a ter uma vida cada vez mais produtiva.

Eu que agradeço você, Marcos, pelo convite para fazer o área de trabalho, nossos patrocinadores que viabilizam ele, e vocês, ouvintes, que sempre mandam dicas, sugestões, comentários, mandam para mim, lá no meu Telegram, arroba beacunza, ou então nos grupos que surgem discussões e ideias bem legais, como essa de estratégia...

pessoal aí para você fazer anotações, estudar, se caneta é melhor que teclado, se caneta no tablet e ink ou no tablet normal faz diferença, se também é diferente do papel.

Enfim, a gente trouxe essa pauta aqui muito por sugestão de vocês. E semana que vem a gente vai falar dos EDCs, os EDCs, o Everyday Carry. A gente deixou para semana que vem para poder passar na frente esse assunto aí de escrita em tablets e cadernos.

E semana que vem a gente vai falar, se vocês quiserem já se antecipar e comentar o que não pode faltar aí no seu Everyday Carry, que são as coisas que você leva todo dia para se manter produtivo. E aí eu não estou falando de computador, tablet, tragam os itens mais inusitados. Eu já falei que até o Watch pode ser produtivo, né? Eu tenho o Google Keep.

no meu, fone de ouvido pode ser um item de produtividade, pode ainda mais se tiver cancelamento de ruído que já vai te fazer uma diferença no dia a dia, então mandem pra nós seus everyday carries tanto digitais

quanto analógicos no Telegram, arroba Biacunzi ou pro Marcos. Sim, em MVCMandias, lá no Threads, e também em gigahertz.fm barra feedback. Lembrando que eu apresento por aqui o área de transferência também, uma fonte, apresento pra Luria sobre o controle, e meus textos vocês encontram na D5Mac. E pra você falar com o pessoal nos grupos, trocar ideia com outros ouvintes aqui também, manda uma mensagem pra mim no meu Telegram, arroba Biacunzi, e peça o sacolão de links.

Belê. E a gente volta na quarta que vem. Beijoca sem fio a todos e até semana que vem.

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