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Os milhões do PTRR e o fecho da venda do Novo Banco

01 de maio de 202620min
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Neste episódio analisamos os milhões do PTRR. O financiamento do plano de recuperação nacional será público, europeu e privado para um investimento de 22,6 mil milhões de euros que se estende até 2034. O valor foi divulgado esta semana pelo primeiro-ministro e surge na sequência do comboio de tempestades do final de janeiro e primeira quinzena de fevereiro. Depois olhamos para o fim de um ciclo com o fecho da venda do Novo Banco ao BPCE. Para fechar o negócio, os franceses tiveram de desembolsar mais 300 milhões de euros do que inicialmente previsto. Com Celso Filipe e Hugo Neutel, numa edição de Cláudia Arsénio.
Participantes neste episódio3
C

Cláudia Arsénio

HostJornalista
C

Celso Filipe

ConvidadoDiretor Adjunto do Negócio
H

Hugo Neutel

ConvidadoCoordenador de Empresas
Assuntos2
  • Milhões do PTRRFinanciamento público, europeu e privado · Investimento de 22,6 mil milhões de euros até 2034 · Medidas de resposta a tempestades e catástrofes · Criação de fundo de catástrofe e seguros sísmicos obrigatórios · Falta de medidas concretas para o setor empresarial · Burocracia e lentidão na execução de apoios · Natureza política do programa e impacto nas sondagens
  • Venda de carteiras de créditoFecho da venda por 6,7 mil milhões de euros · Pagamento de 300 milhões de euros acima do previsto · Saída do Estado de acionista bancário · Encaixe de 1,7 mil milhões de euros para Estado e Fundo de Resolução · Mais-valia para o fundo norte-americano Lone Star · BPCE pretende fazer de Portugal o seu segundo mercado doméstico · Aumento da concorrência no sistema financeiro português · Manutenção da marca Novo Banco e da comissão executiva · Integração de elementos do BPCE na comissão executiva do Novo Banco
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Bem-vindos à Soma dos Dias, um podcast de negócios. Eu sou a Cláudia Arsénio. Neste episódio analisamos os milhões do PTRR. O financiamento do Plano de Recuperação Nacional será público, europeu e privado para um investimento de 22,6 mil milhões de euros e que se estende até 2034. O valor foi divulgado esta semana pelo Primeiro-Ministro e surge na sequência do comboio de tempestades do início do ano.

Depois olhamos para o fim de um ciclo, com o feixe da venda do novo banco ao BPCE. Para fechar o negócio, os franceses tiveram de desembolsar mais 300 milhões de euros do que estava inicialmente previsto. Comigo estão o Celso Filipe e o Gnotel. Esta é a soma dos dias.

Um pouco acima da bazuca europeia, Luís Montenegro revelou esta semana o valor do PTRR, 22,6 mil milhões de euros até 2034. Será um fundo com a participação do Estado, de fundos europeus e o Governo espera ainda conseguir cerca de um terço deste valor através de privados, incluindo parcerias público-privadas e concessões. Temos connosco o Diretor Adjunto do Negócio, Celso Filipe. Olá Celso. Olá Cláudia.

O que é que significa este programa? Este programa significa duas coisas. Uma delas é que o Governo juntou no único documento agregador uma série de medidas que já constavam do Orçamento do Estado para este ano e outras novas, ainda no rescaldo das tempestades de janeiro e fevereiro.

e relançou estas medidas num contexto de resposta a uma situação política menos boa e que é visível nas sondagens que pela primeira vez colocam o governo e a coligação PSD-CDS atrás do PS.

Portanto, eu diria que há aqui uma dupla vertente neste programa. Por um lado, uma vertente de tentar agilizar e dar um novo impulso às medidas que foram tomadas, algumas delas de resposta à tempestade, outras que cancelam algumas medidas de natureza estrutural, como, por exemplo, as relativas à água, outras novas e que resultam das próprias catástrofes que têm a ver com os seguros obrigatórios, por exemplo.

e essa componente de política de tentar ganhar uma nova vida tendo em consideração que as últimas sondagens não são positivas.

E quais é que são as principais novidades? É que muitas destas medidas soaram familiares. Sim, como eu estava a dizer, as principais novidades ou as novidades têm a ver com a criação de um fundo de catástrofe e o facto dos seguros sísmicos passarem a ser obrigatórios. Depois há medidas como aquelas que são relativas à proteção civil, até às questões da energia e às questões da água, como eu referia anteriormente.

que já constavam no Orçamento do Estado para o ano em curso. Depois há naturalmente a componente deste programa, que é de onde é que vem o dinheiro, de onde é que vêm os 22,6 mil milhões de euros que terão que ser aplicados até 2034.

segundo o documento que foi distribuído, 37% deste dinheiro virado de fundos públicos nacionais, 34% de financiamento privado e 19% de fundos europeus.

E aqui temos aquilo que este programa também não tem. Se este programa tem muitas coisas que têm a ver com a questão da resiliência do território e até convocar as autarquias para este programa, há aqui uma área que me parece ter ficado...

perdoa-me a expressão deserta, que é a área empresarial, não há nenhuma medida em concreto que tenha a ver com o setor empresarial, a não ser a criação de polos de desenvolvimento. E isto parece-me absolutamente pouco, tendo em consideração que as empresas e o papel que as empresas desempenham é fundamental para a coesão territorial e para um desenvolvimento mais equilibrado do país.

Há pouco referiste aí agilizar, justamente as tempestades ocorreram no final de janeiro, início de fevereiro, mas há muitas queixas quanto aos apoios e à execução das medidas no terreno. É, se isto fosse um gerador de futebol, a burocracia estava a ganhar por goleada a capacidade de fazer no terreno. Isto é um problema estrutural do país, confiámos, não é um problema deste governo, nem era do anterior, nem do anterior, é de todos eles.

e todos eles têm revelado até agora pouca capacidade transformadora, ou seja, pouca capacidade de alterar este estado de coisas, a inércia tem levado-se sempre a melhor. Na parte deste governo, e é importante realçá-lo, e é justo realçá-lo, existe a ideia com a criação do Ministério da Reforma do Estado

de finalmente eliminar, por um lado, as gorduras do Estado e por outro de agilizar os comportamentos administrativos da administração pública, seja ela central ou local, mas isso até agora não tem acontecido.

E a forma como tem sido ou não tem sido disponibilizada a ajuda anunciada na sequência destes tempestades é prova disso mesmo, é prova de que entre as palavras e os atos vai uma grande distância. Às vezes não é por mal vontade e muitas vezes nem sequer é por falta de dinheiro, é mesmo porque a burocracia leva à melhor.

E por isso mesmo também este PTRR vai ser decisivo nesse sentido, porque sabemos que há um conteúdo, e não vem mal nenhum ao mundo em relação a isso, há uma natureza política neste documento.

de tentar valorizar a ação do governo. E isso é normal, todas as medidas têm uma natureza política e com elas este governo, como todos os outros, tentam agradar a opinião pública. Agora, com este programa, este governo compromete-se e, portanto, vai ser examinado à luz dele.

Portanto, se não o concretizar, se não tiver capacidade concretizadora, vai rouber aqui um grande risco, porque quanto maior é a ambição, também maior pode ser a falha. Nas bancadas do Parlamento já conseguiu um feito, que foi críticas da direita à esquerda? Sim, também...

Também é normal, há quem diga que este programa recicla medidas antigas, há quem critica o facto de misturar investimento público com investimento privado. Faz parte da natureza do jogo. Nunca vi nenhum partido na oposição levantar-se de pé e aplaudir as medidas anunciadas por um governo. Isso é...

É absolutamente natural, faz parte das regras do jogo, sobretudo quando se trata de debates parlamentares. E mais uma vez aqui o conto é a execução e a capacidade de execução deste programa vai determinar o êxito político ou o fracasso político deste governo, porque os governos são políticos.

E a sua ação é política. E isso é que vai determinar depois o futuro resultado da coligação PSD-CDS em eleições futuras. E o resultado também da oposição. Quanto maior for o êxito deste programa, maior será a probabilidade do...

do governo se manter em função. Portanto, este é um documento que, neste sentido, é determinante porque vai definir o grau de sucesso, a probabilidade de sucesso futuro deste governo.

Dez anos depois, encerrou-se esta quinta-feira um ciclo. A venda do novo banco ao BPCE ficou fechada e os franceses prometem um novo banco mais digital, fazer crescer PME e apoiar grandes empresas. No total, o BPCE investiu 6,7 mil milhões de euros, mais 300 milhões do que estava inicialmente previsto. Comigo está o Hugo Notel, coordenador de empresas que acompanha o setor da banca no negócios. Olá, Hugo. Olá, Cláudia. O que é que significa para o país?

Bom, por um lado, significa que voltamos a estar numa situação de alguma normalidade, digamos assim, o que é que eu quero dizer com isto? Que o Estado deixa de estar em dois bancos, que era o que acontecia até agora, nos últimos 12 anos, por força das circunstâncias, o Estado teve que entrar, quando foi a resolução do BES, no capital do novo banco e, portanto, para além da Caixa passou a estar num segundo banco e agora regressa a uma situação de normalidade. Para além disso, vai encaixar...

Qualquer coisa como perto de 1.700 milhões de euros, 1,7 mil milhões de euros, isto entre o Estado e o Fundo de Resolução, as duas entidades juntas é isto que vão receber, da tal venda dos 6,7 mil milhões de euros que o Banco Francês BPCE vai pagar por novo banco.

É um valor que é ligeiramente acima dos 6,4 mil milhões que foram anunciados há quase um ano, em junho de 2025, e isso tem a ver com mecanismos que estavam previstos no acordo de venda e que faziam o valor final a pagar variar em função do desempenho do banco. O banco tem tido um desempenho muito positivo nos últimos anos, é hoje um dos mais rentáveis do sistema.

e por isso chegou ao final de 2025 já com esse valor inflacionado, entre aspas, para 6,5 mil milhões de euros, e nestes primeiros quatro meses deste ano de 2026 já evoluiu de tal forma que fez subir o valor ainda mais um pouco. 6,7 mil milhões de euros é quanto o BPC vai pagar no fim, e portanto o fundo norte-americano Lone Stark em 2017 comprou 75% do banco.

é o maior ganhador nesta história, porque entrou e ao fim de 8 anos, quase 9 anos, sai com uma mais-valia muito grande e recebe quase 5 mil milhões de euros de mais-valia no banco, portanto dos 6.700 foi a receber quase 5 mil milhões de euros.

O Estado vai receber os tais 1.700 e ao mesmo tempo vê-se-se livre daquilo que ao longo destes anos todos foi uma enorme dor de cabeça para os vários governos que tiveram que lidar com o assunto. Por um lado por causa das polémicas injeções que ao longo do ano foram feitas no Novo Banco, esse era um mecanismo que estava previsto também desde a venda ao Lone Star.

e que estimava que de cada vez que o banco baixasse os seus rácios de capital abaixo de determinado valor, por via de perdas originadas com ativos tóxicos, ainda do Banco Espírito Santo, o Fundo de Resolução seria obrigado a repor esses níveis de capital, foi o que foi acontecendo. Havia um valor máximo de 3.900 milhões de euros.

O Fundo de Resolução acabou por injetar 3.400. É claro que não há soluções perfeitas e pode-se sempre questionar, bom, enquanto o Novo Banco deu despesa, o Estado era acionista e, portanto, teve que emprestar dinheiro ao Fundo de Resolução para, de sua vez, injetar no Novo Banco. Agora que o Novo Banco é bom...

e começa a dar lucros significativos e dividendos significativos, agora é que o Estado sai. Bom, não há soluções perfeitas, teria que acontecer em algum momento, o Estado sai agora com a solução possível, e que francamente surpreendeu na altura, há um ano quando foi anunciada a compra, surpreendeu pelo valor, muito acima do que se estimava na altura, e também acabou com o tal receio que havia da célebre espanholização da banca portuguesa, vem para cá agora.

este grupo francês que é um dos maiores grupos, é o quarto maior grupo bancário em França e que está a comprar o quarto maior banco português também e que quer fazer de Portugal o seu segundo mercado doméstico, digamos assim, tem outras operações internacionais, incluindo já em Portugal, com o ANE e o Banco Primos, para além de um centro tecnológico no Porto, mas que quer fazer de...

Portugal a sua segunda casa, digamos assim. E, portanto, respondendo à tua pergunta, o que é que muda para o país? Bom, o país passa a estar numa situação de, vamos dizer, normalidade bancária em que o Estado só tem um banco público, é a Caixa Geral de Depósitos. E qual é que é o significado para o sistema financeiro e também para o futuro do próprio banco?

Bom, para o sistema financeiro, para os outros bancos, que não o novo banco, passam a ter um concorrente muito mais forte, porque o novo banco, agora parte do grupo BPCE, vai ter sempre que encontrar, e não se prevê que isso aconteça num futuro próximo, mas se tiver problemas de capital, vai ter uma almofada gigante por trás e um gigante financeiro por trás.

que vão colocar capital no banco sempre que for necessário. Aliás, deixa-me já deixar aqui a nota e o convite aos nossos ouvintes e leitores que eu estou a afirmar isto porque tivemos esta semana a oportunidade de entrevistar o CEO do grupo EPCN, Nicolás Namias.

que garantiu isso mesmo. Ou seja, por exemplo, havia aqui uma questão que estava em dúvida, que era o que é que o BPCE vai fazer em relação a um conjunto de dividendos que estavam congelados desde o ano passado, 500 milhões de euros, que não foram distribuídos exatamente porque o processo de compra estava em curso. Haveria aqui várias hipóteses, ou ficam no banco, ou podem ser distribuídos, agora ao acionista único, que é o BPCE.

Bom, ele não responde diretamente a isso, mas o que diz é que o novo banco vai ter capital sempre que for preciso para crescer. E portanto isto é uma espécie de aviso à navegação, aos outros bancos, o novo banco até por a herança que ainda traz do...

O BES é muito mais forte junto das empresas do que nos particulares. Nos particulares tem uma cota muito inferior. Ele tem, no geral, 9% da cota do sistema bancário em Portugal, mas com uma presença muito mais forte nas empresas.

o BPCE também é uma espécie de banco das empresas em França, e portanto aí vai haver uma sinergia, uma partilha de conhecimentos. Aliás, o que Nicolas Namias aponta é áreas específicas de atuação em que o novo banco vai poder beneficiar do facto de estar integrado no grupo BPCE, casos do leasing, do factoring, portanto vai haver pessoas do BPCE que vão poder ajudar, entre aspas, o novo banco a desenvolver-se em certas áreas em que possa estar menos avançado em...

Portugal. Mas portanto sim, para o sistema financeiro o que vem aí é um concorrente mais forte, com o entusiasmo próprio de quem está a ter um recomeço neste novo capítulo da vida daquele banco, que também é uma parte da vida do país. E com isto já adiantei um pouco também aquilo que será o futuro do próprio novo banco. Na altura, quando há um ano reabredo, reabredo reabredo reabredo reabredo reabredo reabredo reabredo

Quando a operação foi anunciada, o CEO do BPC tinha dito que não haveria despedimentos no novo banco, que ia manter a comissão executiva, mas entretanto passou um ano e temos uma guerra pelo meio que muda tudo. Tivemos a oportunidade de perguntar isso mesmo a Nicolás Namiás. Bom, aquilo que garantiu, aquilo que anunciou, ainda é válido, dada esta mudança de...

conjuntura, e ele respondeu com uma frase, o mundo mudou mas a nossa estratégia não, e portanto sim garante que não vai haver despedimentos que vai manter o CEO Mark Bork, que tem mandato até 2028

e a quem Nicolás Namiás não se cansa de fazer elogios, agora Marco Porco não está sozinho na Comissão Executiva, e portanto o que vai acontecer, e que Nicolás Namiás nos confirma nesta entrevista, é aquilo que se adivinhava. O BPC vai colocar elementos seus na Comissão Executiva do Novo Banco, como seria de resto...

esperar para conduzirem também de alguma forma ou terem um papel ativo na condução do negócio em Portugal. Ele próprio, Nicolás de Amias, dá sinais de não querer interferir nessa execução, ele garante que a gestão do banco continuará a ser local, portanto...

no sentido em que será dirigido bem Portugal, não por um português, evidentemente, Marco Porca é irlandês, mas dá essa garantia de que o banco continuará a ser gerido localmente e com independência. Ele aponta também que, obviamente, haverá sinergias, no mínimo ao nível do conhecimento. Resta aqui também uma outra questão que é, é habitual, é de esperar quando...

uma marca muito grande, compra uma mais pequena, e nós já assistimos isso em Portugal e noutras partes do mundo várias vezes, é natural que as marcas mudem. E, portanto, questionámos isso mesmo, até porque não nos podemos esquecer que a marca Novo Banco foi criada como sendo temporária. Foi criada por...

antigo governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. Inicialmente era para ser o novo BES, depois era para ser o Banco Novo, e depois não podia ser esse, e de repente, em questão de meia hora, resolveu-se o nome do banco e passou a ser o novo banco. Mas nunca foi a intenção que esta marca fosse definitiva, era apenas temporário, o banco era um banco de transição e a marca necessariamente seria também de transição. Para já, o BPCE diz que não tem...

planos para mudar essa marca mas abre a porta que isso possa acontecer no futuro Life is life foi a expressão que Nicolás Namia usou nesta entrevista quando o questionei sobre este tema sobre a sobrevivência da marca Novo Banco mas para já isto está

fora de questão. É possível que num futuro mais ou menos próximo comecemos a ver a sigla BPCE no verso dos cartões de débito e de crédito do Novo Banco, mas para já nada mais do que isso. Parece-me que o Novo Banco

esteve estes 12 anos de travessia e que chega agora ao final de um capítulo importante, não apenas da sua história, mas que marca um capítulo importante da história financeira do país. Teve, e os números mostram isso mesmo, uma evolução muito significativa nos últimos anos, é hoje um dos bancos mais rentáveis do sistema, com lucros que, apesar de ser o quarto maior banco do país,

sistema financeiro português que ombreiam praticamente com os lucros do BCP e da Caixa, que são os maiores bancos também do Santander está quase lá, teve mais de 800 milhões no ano passado e com níveis de rentabilidade também muito altos e isso é algo que interessa ao BPC embora em 2000, no primeiro trimestre deste ano curiosamente o nível de rendibilidade tenha caído um pouco

Mas, portanto, parece-me que o Novo Banco, enquanto instituição, tem motivos para olhar para o futuro com algum otimismo, até por causa do suporte que vem agora, não apenas financeiro, mas também em termos de sinergias e de partilha de conhecimentos, que vem deste gigante financeiro que é o BPCE.

E a entrevista pode ser lida na edição de segunda-feira, 4 de maio. Segunda-feira, 4 de maio, no Negócios e também naturalmente em negocios.pt. Obrigada a ambos e assim terminamos mais um episódio da Soma dos Dias. Até para a semana, porque há sempre histórias para contar.