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08/07: Marine Le Pen confirma candidatura à presidência da França | Trump pressiona OTAN e mira novamente na Groenlândia | Colômbia: presidente eleito suspende transição e acusa Petro de tentar golpe

08 de julho de 20265min
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Após justiça manter condenação por desvio de recursos do Parlamento Europeu, líder da extrema direita francesa, Marine Le Pen, anuncia sua candidatura à eleição presidencial de 2027. Le Pen disputou o cargo três vezes e chegou ao segundo turno em 2017 e 2022, quando foi derrotada por Emmanuel Macron. E ainda:

- Durante cúpula da OTAN na Turquia, Trump afirma que a Dinamarca não investe o suficiente na Groenlândia e sugereque a recusa europeia em discutir a anexação prejudica sua relação com a aliança. Ele também critica países europeus por, segundo ele, dependerem excessivamente da proteção militar americana e investirem pouco em defesa

- Segundo autoridades marítimas americanas, três embarcações foram atingidas em 24 horas. Washington anunciou novos ataques contra alvos iranianos e restabeleceu sanções ao petróleo do país, alegando que Teerã foi responsável pelos ataques

- Presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anuncia a suspensão do processo de transição de governo e acusou o atual presidente, Gustavo Petro, de tentar permanecer no poder. Petro rejeita as acusações e afirma que nunca orientou militares a desrespeitarem a ordem constitucional

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Diogo Oliveira

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Karina Oliveira

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Assuntos4
  • Candidatura Marine Le Pen· PoliticaMarine Le Pen · eleição presidencial de 2027 · desvio de recursos do Parlamento Europeu
  • Lei RouanetDonald Trump · OTAN · Groenlândia · defesa europeia
  • Reunião da CELAC na ColômbiaAbelardo de la Espriella · Gustavo Petro · transição de governo · Colômbia
  • Conflito no Estreito de OrmuzEstados Unidos · Irã · Estreito de Ormuz · sanções ao petróleo
Transcrição4 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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?Voz B

Lima. How do you say, where's the restroom, in Spanish? ¿Dónde está el baño? Hey Meta, is a hot dog a sandwich? Technically no. Spiritually, yes. Hey Meta, what should I do with my life? That's one of life's biggest questions. Olá, bom dia! Quarta-feira, 8 de julho. Eu sou a Karina Oliveira e com o Diogo Oliveira, vem com a gente para mais um Mundo em 180 Segundos, o seu podcast só com notícias internacionais. A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, anunciou ontem sua candidatura à eleição presidencial de 2027.

Isso poucas horas após recuperar o direito de ocupar cargos públicos. A Justiça manteve sua condenação por desvio de recursos do Parlamento Europeu, mas reduziu a pena de inelegibilidade. Le Pen também teve a pena de prisão reduzida para 3 anos, sendo um deles em regime domiciliar com monitoramento eletrônico. Em entrevista à TV francesa, ela afirmou que iniciará imediatamente a campanha ao lado de Jordan Bardella e disse que recorrerá da decisão.

Le Pen foi condenada por um esquema de desvio de cerca de 1,4 milhão de euros em recursos do Parlamento Europeu, isso para financiar funcionários de seu partido, entre 2004 e 2016. Ela nega irregularidades e afirma ser alvo de perseguição política. Mesmo com a condenação mantida, a decisão abre caminho para que uma das principais figuras da extrema-direita francesa participe da eleição presidencial de 2027. A líder do Reagrupamento Nacional já disputou o cargo 3 vezes e chegou ao segundo turno em 2017 e 2022, quando foi derrotada por Emmanuel Macron.

Como Macron não poderá concorrer novamente, a próxima eleição é vista como a melhor chance da extrema-direita chegar ao poder na França. Com Le Pen de volta à disputa, Jordan Bardella, de 30 anos, deixa de ser o plano B do partido e retoma o papel de principal aliado da campanha. Do outro lado, nomes ligados ao campo de centro e centro-direita, como os ex-primeiros-ministros Édouard Philippe e Gabriel Attal, também se movimentam para a corrida eleitoral.

Indo agora para os Estados Unidos, o presidente Donald Trump voltou a causar tensão entre aliados da OTAN ao defender que a Groenlândia deveria ficar sob controle americano e ameaçar retirar tropas dos Estados Unidos da Europa. Durante a cúpula da OTAN na Turquia, Trump afirmou que a Dinamarca não investe o suficiente na ilha e sugeriu que a recusa europeia em discutir a anexação prejudicou sua relação com a aliança. Ele também criticou países europeus por, segundo ele, dependerem excessivamente da proteção militar americana.

E investirem pouco em defesa. As declarações ocorrem em meio a um momento delicado para a OTAN, que tenta reforçar sua capacidade militar após os conflitos recentes no Oriente Médio e na Ucrânia. Em resposta, autoridades europeias reiteraram que o futuro da Groenlândia cabe ao povo groenlandês e à Dinamarca. Enquanto isso, países como Reino Unido, França e Alemanha ampliam projetos conjuntos de defesa para reduzir a dependência dos Estados Unidos.

A trégua entre Estados Unidos e Irã voltou a ficar ameaçada. Ontem, Washington anunciou novos ataques contra alvos iranianos e restabeleceu sanções ao petróleo do país, alegando que Teerã foi responsável por ataques recentes a navios comerciais no Estreito de Ormuz. Segundo autoridades marítimas, 3 embarcações foram atingidas em 24 horas. Catar e Arábia Saudita atribuíram parte dos ataques ao Irã. Que nega as acusações e afirma que os Estados Unidos estão violando o acordo de cessar-fogo firmado em junho.

A escalada ocorre em uma região estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Com a crise, o preço do barril voltou a subir nos mercados internacionais. E enquanto Washington promete novas retaliações, Teerã afirma que adotará medidas para proteger seus interesses, reacendendo o temor de uma nova onda de confrontos no Oriente Médio. Agora na América do Sul. A crise política na Colômbia ganhou força nesta semana.

O presidente eleito, Abelardo de la Espriella, anunciou a suspensão do processo de transição de governo e acusou o atual presidente, Gustavo Petro, de tentar permanecer no poder. Em mensagem nas redes sociais, Espriella afirmou que Petro se recusa a reconhecer o resultado das eleições de junho e pediu que as Forças Armadas defendam a Constituição e a democracia. Petro, por sua vez, rejeitou as acusações e afirmou que nunca orientou militares a desrespeitarem a ordem constitucional.

O impasse começou após a vitória apertada de Espriella sobre o candidato governista Iván Cepeda, resultado que Petro contesta alegando fraude, apesar de observadores internacionais terem validado a eleição. Aliado político do presidente americano Donald Trump, Espriella foi eleito como promessa de endurecer o combate ao narcotráfico. A posse está marcada para o dia 7 de agosto. Essas foram as principais notícias do dia. E se você gostou do episódio, compartilhe com mais pessoas e não deixe de nos seguir nas redes sociais. Pra você, um bom dia, uma excelente semana e até mais!

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