As prefigurações de Cristo no Antigo Testamento | Parte 18 | Luz para os meus passos | #68
Qual parte mais te marcou?
Dom José Francisco Falcão
Freigilson Barração do Monte
Frei Gilson
- Prefigurações de CristoOs doze filhos de Israel e os doze apóstolos · A mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e a coroa de 12 estrelas · Interpretação da lua como poder do mal e brilho que não é próprio · José e sua semelhança com Cristo · A antiga economia da lei como a lua · A Jerusalém Celeste e suas 12 portas e 12 fundamentos · O número 12 e sua simbologia de totalidade e perfeição · As 12 pedras preciosas dos alicerces da muralha da cidade · O julgamento dos justos e dos eleitos · A presença dos justos como censura aos maus
- O exemplo de Cristo e MoisésImportância de Moisés no Antigo Testamento · Moisés e Jesus nascem sob ameaça · A perseguição de Faraó e Herodes · A fuga para o Egito · A figura de Herodes Magno e Herodes Antipas · A figura de Arquelau · O mal que perpassa gerações
Estamos começando mais um programa Luz para os Meus Passos. É uma alegria estar aqui com você. Luz para os Meus Passos, Antigo Testamento. Hoje nós vamos fazer um estudo maravilhoso sobre o Antigo Testamento.
Estamos vendo as prefigurações de Cristo no Antigo Testamento. E no momento atual nós estamos meditando sobre os doze filhos de Israel. Estamos vendo que eles eram prefiguração da igreja com os doze apóstolos. Cristo que escolhe seus doze apóstolos para o início da sua igreja.
quão bonito foi o programa passado que meditamos sobre isso. Quero acolher você que nos acompanha pela TV Canção Nova, você que nos acompanha pelo meu canal do YouTube, Freigilson Barra São do Monte, você que acompanha este programa pelo canal do YouTube de Dom José Francisco Falcão. Seja bem-vindo, pegue a sua Bíblia, pegue o seu catecismo e vamos continuar este estudo maravilhoso da Palavra de Deus. Quero antes acolher Dom José Falcão, sua bênção, é uma alegria ter o Senhor conosco.
Deus salve, vossa reverendíssima, Deus abençoe sua vida, é uma alegria estar aqui. Dom José, nós terminamos o bloco anterior falando sobre...
Os 12 filhos de Israel, os 12 apóstolos, a prefiguração e o cumprimento da igreja com Cristo. O senhor nos trouxe textos do Catecismo da Igreja Católica, o senhor começou a ler o livro do Apocalipse, explicou também porque João tirou a tribo de Dan, então aprendemos muitas coisas. E foi então que eu também trouxe a realidade de...
talvez a semelhança ali de Judas também acabou indo para a idolatria. E o senhor acabou dizendo, perguntei depois de outros apóstolos, por que 12 apóstolos, se nós tivermos mais apóstolos, o senhor também deixou isso bem explicado no programa passado. E o senhor deixou a deixa para hoje.
que seria explicar sobre a Lua, porque nós lemos Apocalipse, aliás, já peço para você abrir em casa, Apocalipse capítulo 12, versículo de 1 a 2, apareceu em seguida um grande sinal no céu, uma mulher revestida do sol, a Lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de 12 estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar a luz.
E o senhor falou que ia nos explicar o que significa essa lua debaixo dos seus pés. As 12 estrelas já ficou claro para nós. E o que significaria esta lua debaixo dos pés? E eu já também digo para o senhor o que eu já li. Lendo um dia Bento XVI, ele falava que essa lua significava o poder do mal, as trevas, alguma coisa nesse sentido.
É sobre isso que o senhor vai falar? Também. Antes de tudo, é corretíssima essa interpretação do meu Papa Bento, por causa de um texto da segunda carta aos coríntios. A lua brilha? Brilha, brilha, brilha, brilha, brilha. Ela brilha. O brilho dela é próprio? Não. Não. Então é um brilho que não é dela. Segundo aos coríntios, capítulo 11.
Versículos de 13 a 14, de 13 a 15. Alguém que brilha, alguém que recebeu o poder de Deus de brilhar, vamos dizer, de se transfigurar em anjo de luz. Então, a lua tem algo, evoca algo que o diabo tem, o poder do diabo.
E veja, a lua debaixo dos pés, daqui a pouco a gente vai ver um texto do livro do Gênesis, ela esmagará a tua? Cabeça. E tu lhe ferirás o? Calcanhar. Muito bem. Segunda aos Coríntios, capítulo 11, versículos de 13 a 15. Esses tais são falsos apóstolos, operários desonestos, que se disfarçam em apóstolos de Cristo, o que não é de espantar.
Pois se o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz, parece bem normal que seus ministros se disfarçem ministros de justiça, cujo fim, no entanto, será segundo as suas obras. Então, lua, brilho que não é dela. O demônio se transfigura em anjo de luz. Um brilho que não é dele.
A lua está debaixo dos pés, correto? Sim. Gênesis capítulo 3, ela esmagará a tua cabeça. E tu lhe ferirás o? Calcanhar. Calcanhar. Outra interpretação remonta ao capítulo 37 do livro do Gênesis. José, um dos doze filhos de Israel, que se chamava também Jacó, primeiro Jacó.
depois o seu nome foi mudado para Israel, ele tinha o dom dos sonhos. Era um menino muito bonito, mas ingênuo, e ele contava os sonhos para o seu pai, para os seus irmãos, sem nenhuma malícia, sem nenhuma maldade. E o sonho que Vossa Reverendíssima vai ver agora, ele descreve para o pai e para os irmãos.
O sonho vai deixar os irmãos furiosos, que já tinham raiva dele, já tinham inveja dele. Agora é que a raiva aumenta com isso que vossa reverendíssima vai ler. Gênesis, capítulo 37. Gênesis, capítulo 37. Versículos de 9.
A 11. José teve ainda outro sonho que contou a seus irmãos. Tive, disse ele, ainda um sonho. O sol, a lua e onze estrelas prostravam-se diante de mim. Ele contou isso a seu pai e a seus irmãos, mas foi repreendido por seu pai. O que significa? Disse-lhe ele, este sonho que tiveste, o que significa?
Viremos acaso eu, tua mãe e teus irmãos a nos prostar por terra diante de ti? Seus irmãos ficaram, pois, com inveja dele, mas seu pai guardou a lembrança desse acontecimento. São Gregório Magno interpreta com esse texto a lua como a antiga economia da lei, que brilhou antes do sol verdadeiro que é Cristo Jesus.
Então veja, o que é que nós temos? Nós temos José, que é a imagem de Cristo, que é a prefiguração de Cristo. Ele foi vendido pelos irmãos, como Jesus foi entregue nas mãos dos seus algozes. José acabou se tornando o salvador da sua família. José perdoou seus irmãos, como Jesus nos perdoou na cruz, perdoou os judeus. José...
o protetor, como Jesus, nosso protetor, etc. Então, José também é prefiguração de Jesus. E ele aqui diz uma coisa interessante. O sol, a lua e as onze estrelas prostravam-se diante de mim. Os apóstolos prostraram-se diante de nosso Senhor para adorá-lo em algumas ocasiões. Lua. A antiga aliança. O brilho...
Provisório que dá lugar ao brilho definitivo. Mistério da transfiguração do Senhor. Quem é que brilha mais? Quem é que tem o brilho originário? Quem é o que tem o brilho que fulgura, que irradia os seus raios nos outros no mistério da transfiguração? Não é Moisés, nem é Elias, é Jesus. Portanto, em comparação com o brilho de Jesus, que é dele...
O sol de justiça, a lua, tem o brilho que não é dela. Moisés brilha, mas com o brilho que recebe de Cristo. Como a lua brilha, mas com o brilho que vem do sol. Entendeu a associação? Sim, sim. Pronto, agora nós entendemos. Porque a lua está debaixo dos pés. A lua do sonho de José. José, o sol, a lua e vocês onze se dobram diante de mim.
Que lindo. O senhor ficou de ler para nós outra citação do Apocalipse. Ah, sim. É a cena final que o apóstolo João contempla, a Jerusalém Celeste. Ele é levado em espírito para um alto monte e vai ter a visão da igreja na glória, a cidade santa.
E a cidade santa, ela é descrita como uma realidade protegida por muralhas. As muralhas têm os alicerces e têm as portas, né? Quer dizer, os portões. Muito bem, vamos lá. E aqui vão aparecer os doze. De novo, é a última vez, na verdade, é a última vez que o número doze aparece na Bíblia. Apocalipse 21, de 10 a 14.
Levantou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a cidade santa Jerusalém que descia do céu de junto de Deus. Revestida da glória de Deus, assemelhava-se seu esplendor a uma pedra muito preciosa tal como o jaspe cristalino. Tinha grande e alta muralha com doze portas guardadas por doze anjos.
Nas portas estavam gravadas os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. Ao oriente havia três portas, ao setentrião três portas, ao sul três portas e ao ocidente três portas. A muralha da cidade tinha doze fundamentos com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. Veja aí a associação do versículo 12 com o versículo 14. No versículo 12 você tem doze.
No versículo 14 você tem 12 apóstolos. Pronto. Nossa, que lindo. Agora tem mais, tem mais porque... A partir do versículo 16, nós temos de novo o número 12 presente.
A cidade formava um quadrado, o comprimento igualava a largura, mediu a cidade com a vara 12 mil estádios. De novo, 12, 12 vezes mil. O comprimento, a largura e a altura eram iguais. E mediu a muralha 144 côvados, segundo a medida humana empregada pelo anjo. 144 é 12 vezes 12. Então, de novo...
O número 12 aparecendo aqui, só de que de outra forma. Mas ainda avante, por favor, porque as 12 pedras preciosas que ornam os alicerces da muralha da cidade, vamos ver as 12 pedras preciosas, a partir do versículo 19 até o versículo 21. Por favor.
Os alicerces da muralha da cidade eram ornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro era de jaspe, o segundo de safira, o terceiro de calcedônia, o quarto de esmeralda, o quinto de sardônica, o sexto de cornalina.
o sétimo de Crisólito, o oitavo de Bérilo, o nono de Topázio, o décimo de Crisóparo, um décimo de Jacinto e o duodécimo de Ametista.
Cada uma das doze portas era feita de uma só pérola e a avenida da cidade era de ouro, transparente como cristal. Olha aqui, que coisa bonita. Vamos voltar primeiro no versículo 16, porque aqui tem uma coisa que é muito importante. O comprimento, a largura e a altura eram iguais. Essa imagem tirada de Ezequiel, capítulo 40, evoca o quê? Quando você tem uma figura geométrica.
com todos os lados iguais, você tem uma ideia de igualdade e perfeição. Correto? O céu é a morada perfeita. Avancemos. 144 côvados, segundo a medida humana empregada pelo anjo. Claro que estamos aqui diante de uma simbologia.
se achar que um côvado é cerca de 44 centímetros. Se você fala de 144 côvados...
Você multiplica isso por 44 centímetros, dá uma medida bem pequena. É claro que aqui nós estamos diante de uma simbologia. Os números não podem ser interpretados ao pé da letra quando utilizados na literatura apocalíptica. Mas se você tem 12, 12, 12, 12, você tem a ideia de uma figura geométrica perfeita, exata, igual, onde não há diferença.
Portanto, na casa do meu pai há muitas moradas, não é? Para que onde eu estou, vós estejais também, a ideia da alegria perfeita, a ideia da convivência sem nenhuma imperfeição, sem nenhum vestígio de sofrimento. O próprio Apocalipse diz, nesse capítulo, não haverá choro, enxugará toda a lágrima de seus olhos, versículo 4, não haverá morte, não haverá luto, não haverá grito, não haverá dor, porque passou a primeira condição. Então, em números, em números...
A ideia de perfeição, a ideia de exatidão. E depois, uma coisa curiosa, o alicerce. Quando você fala de pedra preciosa, a primeira coisa que você lembra é preciosidade. Sim. Significa valor. E valor também é importância. O céu é uma realidade nobre.
O céu é uma preciosidade, o céu é uma riqueza, o céu é um tesouro. Todas essas palavras que evocam, que estão associadas a pedras preciosas, portanto pedras que os homens estipulam a elas valores, tem umas que são mais valiosas do que outras, etc. A ideia da preciosidade, isto é, o preço do nosso resgate, exatamente o sangue de Cristo que nos possibilitará.
Essa realidade preciosa. Depois, a estabilidade. Por quê? Se elas estão, veja, alicerces. O alicerce é uma parte da construção muito importante, correto? Casa edificada sobre a rocha, para usarmos a expressão de nosso senhor. Essa casa que não cai diante das tempestades e assim por diante. Casa do meu pai. Casa, casa, casa.
do meu pai, há muitas moradas. Quando você associa pedra preciosa ao alicerce, veja, os alicerces, versículo 19, o que é que você tem? Você tem um alicerce precioso, você tem um alicerce seguro, você tem um alicerce sólido e ao mesmo tempo precioso. A solidez do céu que jamais acabará. A preciosidade do céu que jamais terá fim. Todas essas ideias,
estão aqui embutidas, não é? É como se Deus Todo-Poderoso dissesse com essa visão, o céu é uma realidade duradoura, alicerce, é uma realidade preciosa, as próprias pedras.
É uma realidade que será apreciada por toda a eternidade. É uma realidade rica, é um tesouro, enfim, é a realidade sem fim. E aqui são pedras raras, né? Pois é. São pedras raras, você não encontra em qualquer lugar, né? Exato. Lembra da parábola da pérola preciosa, o homem que procura uma, vai e compra, etc? Sim. Pois bem. Então temos isso. Me permita agora?
Aqui em off, caríssimos telespectadores, eu e o Frei Gilson.
Decidimos o seguinte, que agora nós vamos ler as 12 pedras, uma por uma, e a competência da nossa diretora, a Unicea, vai colocar as 12 pedras, vão aparecer as 12 fotografias, para vocês perceberem essas 12 pedras que simbolizam o alicerce das muralhas da Jerusalém Celeste. Então, com a palavra, o Frei Gilson, a partir do versículo 19.
Os alicerces da muralha da cidade eram ornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro era de jaspe. O segundo de safira. O terceiro de calcedônia. Vejam que pedra bonita. O quarto de esmeralda. Acho que essa é mais conhecida de nós aqui no Brasil.
O quinto de Sardônica. Belíssima pedra. O sexto de Cornalina. Confesso que essa daqui é muito rara no Brasil. O sétimo de Crisólito. É mais conhecida, vejam que coisa linda. O oitavo de Berilo. Outra pedra muito bonita. O nono de Topazio. Talvez a pedra mais conhecida entre nós brasileiros.
O décimo de Crisóparo. Vejam que beleza. O um décimo de Jacinto. E o duodécimo de Ametista. Pronto, aqui estão as doze pedras. A visão que São João teve...
no que toca às doze, no que toca às pedras e no que toca à preciosidade delas, quer evocar isso. Estabilidade, morada eterna, morada feliz, morada preciosa, morada de alegria, felicidade, júbilo, que jamais acabarão. E tudo isso é uma preciosidade. Dom José.
Na verdade, a pergunta que eu ia fazer vem, eu não sabia do versículo que viria, que o senhor preparou aqui para nós, mas era justamente a pergunta que eu ia fazer. As doze tribos de Israel tem um texto bíblico que diz que virão para julgar a terra. E aí era justamente a pergunta que eu ia lhe fazer agora, mas me parece que é o que o senhor já tinha programado também. Então queira, vossa reverendíssima, ler Mateus 19, de 27 a 31.
É muito significativo que essas palavras escatológicas de nosso Senhor venham no contexto de duas passagens famosas. Quais as passagens famosas? O capítulo 19 é o capítulo do jovem rico, é o capítulo a respeito do matrimônio.
E é o capítulo também em que nosso Senhor Jesus Cristo, depois do episódio do matrimônio, ele fala de eunucos por amor do reino dos céus. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. E é nesse contexto que Pedro, depois da passagem do jovem rico, então quem é que pode se salvar aí? Eis que nós deixamos tudo e te seguimos, etc. São Pedro.
aborda nosso Senhor a respeito da recompensa. Então, é nesse contexto que ele fala do número 12, que vossa reverendíssima vai ler agora. Mateus 19, de 27 a 31. Pedro, então, tomando a palavra, disse-lhe, Eis que deixamos tudo para te seguir, que haverá então para nós? Respondeu Jesus, em verdade vos declaro, no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, Vós que me haveis seguido,
Estarei sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que por minha causa deixar irmãos, irmãs, pai, mãe, mulher, filhos, terras ou casa, receberá o cêntuplo e possuirá a vida eterna. Muitos dos primeiros serão os últimos e muitos dos últimos serão os primeiros. Doze tronos, doze tribos, doze evoca a ideia de totalidade.
Quando Jesus fala dos doze, ele está se referindo aqui aos doze apóstolos. Certo. Mas não esqueça que o julgamento não será exclusivamente deles, porque todos os eleitos vão julgar os anjos e os condenados. Primeiro aos Coríntios, capítulo 6. Primeiro aos Coríntios, capítulo 6. Primeiro aos Coríntios, capítulo 6.
Versículo 2. Primeiro aos Coríntios, capítulo 6, versículo 2. Não sabeis que os santos julgarão o mundo? Perfeito. Versículo 3. Não sabeis que julgaremos os anjos? Muito bem. Então, no dia do juízo final, quem vai julgar os vivos e os mortos? Jesus. Os eleitos.
também julgarão enquanto ratificadores do único julgamento de Jesus. Entendi. Jesus vai dizer, apartai-vos de mim, malditos. Os eleitos vão dizer, amém. Nesse sentido, eles julgam. E o julgamento dos justos, o julgamento dos eleitos, o julgamento dos que estiverem à direita de Cristo.
Não é um julgamento que concorre com Cristo, que substitui o julgamento de Cristo, não. Quem emitirá a sentença será o Senhor Jesus. Mas os eleitos julgarão ratificando, endossando, se você quiser, concordando ou repetindo o justo, são os teus juízos, Senhor. Pronto, então, os apóstolos sentados nos tronos vão julgar as doze tribos de Israel.
Mas a expressão doze tribos de Israel não deve ser entendida apenas como os integrantes do povo judeu. Porque lembre-se, são doze tribos de Israel...
Mas também temos os 12 apóstolos, 12 vezes 12, vezes mil, 144 mil. 144 mil, todos os eleitos. Mas não serão julgados no dia do juízo somente todos os eleitos, mas em Mateus 25, de 31 a 46, os que estiverem à direita e os que estiverem à esquerda. Portanto, um texto não pode ser isolado de todos os outros. Quem vai julgar? Jesus.
E quem vai endossar esse julgamento? Os que vão estar sentados nos doze tronos, os apóstolos. Eles vão julgar quem? As doze tribos de Israel, mas não apenas elas, porque toda a humanidade vai se reunir diante do Senhor, dividida em dois momentos. E quem vai julgar somente os doze apóstolos ratificando? Não. Primeiro aos Coríntios 6, 2, primeiro aos Coríntios 6, 3.
Julgaremos os anjos, julgaremos nós todos, tomara que estivermos à direita, amém, Senhor. A tua sentença é justa, amém. E o teu julgamento, nós dizemos, julgamos também. Mas julgamos o que tu já julgaste. Por Cristo julgamos, com Cristo julgamos, em Cristo julgamos.
Muito bom, minha gente. É apenas o primeiro bloco. Fique aí. O programa tem muita coisa especial para você. Aliás, daqui a pouquinho nós já vamos começar a entrar no Grande Moisés. Esse programa é sobre o Antigo Testamento, prefigurações de Cristo no Antigo Testamento e chegou a hora de meditar sobre o Grande Moisés. E nós vamos ver que Moisés prefigurou em tantas realidades Cristo. Um breve intervalo e a gente já retorna.
Estamos de volta, programa Luz para os Meus Passos, Antigo Testamento. Estamos terminando a prefiguração de Cristo no Antigo Testamento, que diz das doze tribos de Israel, os doze apóstolos. Estamos vendo aquela passagem onde os doze sentarão em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E o Dom José estava nos ensinando que...
Sim, os apóstolos vão ratificar o único julgamento de Cristo. Cristo é aquele que julga, virá para julgar os vivos e os mortos, mas todos os eleitos julgarão nesse sentido de ratificar. E aqui, Dom José, o senhor me fez lembrar uma citação da Sagrada Escritura, que diz que, me parece que diz mais ou menos isso, os justos que acabam...
julgando os maus. Eu gostaria até de ler o livro da sabedoria, capítulo 2, versículo 12 em diante. Sabedoria 2, de 12 em diante. Cerquemos o justo porque ele nos incomoda, é contrário às nossas ações, ele nos censura por violar a lei e nos acusa de contrariar a nossa educação.
Ele se gaba de conhecer a Deus e se chama a si mesmo filho do Senhor. Sua existência é uma censura às nossas ideias. Basta sua vista para nos importunar. Sua vida com efeito não se parece com as outras e seus caminhos são muito diferentes. Eles nos têm por uma moeda de mau aquilate, afasta-se de nossos caminhos como de manchas, julga feliz a morte do justo e gloria-se de ter Deus por pai. Ou seja, parece que a vida do justo...
querendo ou não, já é um julgamento para os maus. Exatamente. Quando Jesus diz em Mateus capítulo 5, versículo 16, brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras glorifiquem o Pai que está nos céus, a presença dos justos, ela é capaz de levar a quem está nas trevas a aderir à luz, a vir à luz.
Isso no que toca a relação dos justos com os maus que vão se converter, ou que podem se converter. Veja a frase de Jesus. Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que, vendo vossas boas obras, vendo, glorifiquem. Agora, tem o oposto, isto é, a presença dos justos. Frege isso no prólogo do Evangelho segundo João.
Nós temos alguns versículos onde Nosso Senhor mostra exatamente isso. A simples presença de quem está na luz, provoca, por causa da má vontade dos que estão nas trevas, uma reação que não era aquela querida por Jesus. Mas isso se deve à dureza do coração, de quem vendo o justo, de quem vendo a luz, de quem vendo a graça diante de si, rechaça, rejeita, se afasta.
ou às vezes até enfrenta combate, critica e assim por diante. Se não, vejamos, Evangelho segundo João, capítulo 1, versículos de 4 a 5. Leia. Nele havia vida e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam. Pronto, então já temos aqui um elemento intelectivo negativo, não compreenderam.
Então, a presença de Cristo, luz no meio das trevas, da parte deles, provocou essa reação negativa. Versículo 10, por favor. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele e o mundo não o reconheceu.
Veja, Jesus se deu a conhecer. Jesus se revelou com uma verdade clara, límpida, transparente, mas alguns não o reconheceram. Versículo 11 talvez seja mais explícito ainda. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Aí você coloca Anais, Caifás, vários judeus, Herodes, Pôncio, Pilatos, os escribas, os fariseus, os doutores e assim por diante.
Sim, bem colocado. O texto de sabedoria foi bem oportuno para isso. A simples presença de alguém que é de Deus no meio de quem está nas trevas é uma censura. No sentido, eles não participam daquilo que nós participamos, eles não chamam os palavrões que nós chamamos, eles não se vestem como nós nos vestimos, eles não têm os vícios que nós temos. E isso incomoda profundamente aqueles que estão nas trevas. Lembra dessa expressão? É o santinho.
é o metido da besta, é o pregador que só tem nome, mas na verdade se você fuçar na vida dele é cheio de podridão, etc. Sempre os comentários que se faz a respeito do Freigilson, de Dom José Francisco, de Papa Leão, de qualquer pessoa, até de Padre Pio, ninguém escapa, Carlo Acuntes, São Carlo Acuntes, sempre tem aquela agressividade, aquela maldade, é tão baixo.
É tão repulsivo, é tão nojento, que nem vale a pena você dizer as palavras. Pronto, é exatamente isso de que trata o texto do livro da sabedoria. E isso é isso mesmo, e não vai ser diferente não, até o fim da existência. Sim, sim. Dom José, o senhor gostaria de fazer mais alguma ponderação final sobre essas 12 tribos de Israel, os 12 apóstolos?
Não, Frejilson, eu não, é vossa reverendíssima que é o que me empareda e faz as vezes do povo, quem vai dizer se o assunto já foi, quer dizer, os textos apresentados aqui foram suficientemente expostos e explicados, se paira ainda alguma dúvida, vamos permanecer. Se não paira, vamos passar para a Muitéria. Muito claro, o senhor trouxe realidades do Antigo Testamento, realidades do Novo e de...
Da Jerusalém Celeste, né? Então, acho que ficou muito bem amarradinho. Ah, sim. Sim, sim. Então, meus queridos, nós ainda nesse bloco, nós vamos adentrar um tema novo. E eu queria convidar você a degustar este tema novo, as prefigurações de Cristo no Antigo Testamento. E agora nós vamos falar de Moisés. E eu queria perguntar para Dom Falcão, Moisés?
talvez um dos grandes nomes, ou o maior até para os judeus, o maior nome do Antigo Testamento. E se há semelhanças entre Moisés e Cristo. Ah, sem dúvida nenhuma. A importância das personagens do Antigo Testamento, a gente descobre com facilidade no episódio da Transfiguras.
Para nós cristãos, o limite entre o Antigo e o Novo Testamento é a pessoa de João, de quem Jesus disse, dentre todos os nascidos de mulher, ninguém maior que João. Portanto, João Batista maior que Moisés. João Batista maior que Elias. Não, mas eles são no Antigo Testamento, são grandes figuras. Jesus, o que Jesus disse, rapaz.
Jesus disse, Jesus colocou São João Batista, dentre todos os nascidos de mulher, ninguém maior do que ele. Mateus 11, de 11 a 12. Agora, se ficarmos no Antigo Testamento, quais as figuras mais importantes? Segundo você, segundo o Rabino, segundo o fulano, segundo o Beltrano, pode ser até... Para Jesus, Moisés e Elias. Os privilegiados para testemunhar...
a transfiguração de nosso Senhor no monte que a tradição chama de tabu. Portanto, nesse sentido, no Antigo Testamento, em par de igualdade, em igualdade absoluta, não dá para dizer que Moisés é mais importante que Elias, e Elias é mais importante que Moisés. Os dois foram considerados igualmente importantes por Jesus na transfiguração. Agora, dentre todos os legisladores...iamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiamiam
dentre todos os patriarcas Moisés. E, por outro lado, no âmbito dos profetas Elias. Ficou claro, Fred Wilson? Sim, sim. Pronto. Então, Jesus é quem diz quais as figuras mais importantes do Antigo Testamento. Se você disser que Jesus considera tal, tal, tal, sim, mas ele não, essa figura não estava no monte. Jesus não escolheu tal figura para se transfigurar no meio dessas figuras.
Mas escolheu Moisés e Elias. A prova cabal de que as figuras mais importantes do Antigo Testamento. Para Jesus, Moisés e Elias, episódio da transfiguração. Então, estamos diante de um patriarca que Jesus colocou em nível de igualdade com Elias, como o mais importante do Antigo Testamento. Portanto, é uma figura que no âmbito da pré-figuração é importantíssima.
Aquele que foi salvo das águas. Sim. E aí, o que foi que eu fiz? Tamanha a importância de Moisés, que eu coloquei dez semelhanças entre Moisés e Jesus. Eu acho que é interessante, vai ser muito interessante, viu? Moisés se parece com Jesus nisso, nisso, nisso, nisso, nisso e nisso.
Vamos lá? Vamos. A primeira semelhança de Moisés com Jesus é que ambos nascem sob ameaça. Isto é, quando Moisés nasce, já estava ameaçado de morte. E quando Jesus nasce...
É a vontade que Herodes manifesta aos magos do Oriente, vão e encontrem o menino... Porque eu quero adorá-lo. Porque eu quero adorá-lo. Bom, o desgraçado, eu não queria adorar coisa nenhuma, queria matar o menino. Então, veja, o menino já está ameaçado com a visita dos magos. Então, vamos ver as duas coisas aqui. Êxodo.
Capítulo 1, versículo 22. Êxodo, capítulo 1, versículo 22. Então o faraó deu esta ordem a todo o seu povo. Todo menino que nascer, vós o atirareis ao nilo, deixareis, porém, viver todas as meninas. O contexto nós sabemos, subiu um faraó que não conhecera José, assim começa o livro do Êxodo. E ele constata que os hebreus se multiplicaram tremendamente na terra do Egito.
E ele enxerga isso como uma ameaça ao próprio império. Eles cresceram demais, podem se tornar nossos adversários, nossos opositores, podem querer nos dominar, etc. Então, vamos tomar essa medida. Interessante, porque o senhor falou que...
Ou seja, dois reis, né? A comparação... Interessante, sim. O faraó e Herodes. O faraó e Herodes. E Herodes Magno. Os dois perseguem, né? Bem, sim, perfeito. Duas autoridades. Agora vamos a Jesus. Mateus capítulo 2, versículo 16, o episódio dos magos do Oriente só aparece no primeiro evangelho. O diálogo de Herodes com os sacerdotes perguntando os doutores da lei.
onde haveria de nascer o menino, eles dizem, citando a profecia de Miquéias, e tu, Belém de Éfrata, de modo algum és a menor, entre a cidade de Judá, de Tisairau, é o Messias do Salvador. E aí ele faz, chama-os a parte e faz essa proposta indecente. Por favor. Vendo então Herodes que tinha sido enganado pelos magos.
ficou muito irritado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos. Então, nós temos duas personagens, Moisés e Jesus, que se parecem também nisso.
Já nascem ameaçadas, já nascem caçadas, já nascem sob risco de morte. Moisés precisa ser salvo uma cesta untada com betume, ele é colocado e a filha de faraó que vai se banhar e a mãe da criança está ali do lado. É ela a quem a filha do faraó vai entregar, a própria mãe de Moisés.
que vai criá-lo amamentando, etc. Mas ele vai ser criado na corte, vai ser um príncipe. Até o dia em que ele vai matar um egípcio e o faraó vai procurar matá-lo e ele foge para as montanhas, onde vai conhecer Getro, Séfora, filha de Getro, que vai se tornar sua esposa e assim por diante. Nosso Senhor Jesus Cristo é o episódio que nós já sabemos. José, em sonhos, recebe a visita do anjo.
Levanta-te, toma um menino e sua mãe e foge para o Egito, porque Herodes quer matá-lo. Então, primeira semelhança. Moisés e Jesus nascem sob ameaça. E nos dois casos, as crianças de fato morrem, né? As crianças e, no caso de Jesus, uma atrocidade de crianças inocentes mortas. Foi. E no faraó também, provavelmente, os homens...
Muitos morreram, muitas crianças morreram naquela época. Bem, o texto diz o seguinte, que a ordem dada pelo faraó não foi obedecida pelas parteiras. Elas mentiram para ele, dizendo o seguinte, vocês não estão matando as crianças e tal? Não, as hebreias, elas têm muita saúde. Quando a gente chega, as crianças já têm nascido.
Então, vamos ao texto mesmo do capítulo 1º. Não, o texto não diz que o faraó mandou matar as crianças. A ordem foi de matar os homens. Os homens. Os homens. Mas o texto não diz que depois que Moisés, que ele mandou matar, não. Ele deu a ordem, mas a ordem não foi cumprida.
Vamos ver. Êxodo capítulo 1º, por favor, vamos ver a ordem exata, qual foi. Todo menino que nascer, vós o atirareis ao nilo. Certo, ok. Mas, atenção, versículo 17. Versículo 17.
Mas as parteiras temiam a Deus e não executaram as ordens do rei do Egito, deixando viver os meninos. Elas não mataram um, graças a Deus. Tinha um senso de vida, né? Sim. De guardar a vida. Mas, continue, elas vão ser chamadas. E olha a resposta que elas vão dar para o faraó. A resposta está...
No versículo 22. Mas o rei mandou chamá-las, por favor. O rei mandou-as chamar então e disse-lhes, por que agistes assim e deixastes viver os meninos? Porque, responderam elas ao faraó, as mulheres dos hebreus não são como as dos egípcios. Elas são vigorosas e já dão a luz antes que chegue a parteira. Elas já mataram um. Ou seja, a ordem do faraó não foi seguida não, mas a ordem de Herodes foi.
Exato. Mas aí já temos uma diferença, veja, de postura da autoridade. O faraó, como é que ele pode matar uma pessoa na hora do parto? Bom, parto é coisa de parteira, quer dizer, de quem é chamado parteira, homem ou mulher, para estar presente nessa hora tão delicada e poucas pessoas, tem que estar ali, etc.
Ele não determinou, o texto não diz que ele determinou a soldados do Egito para matar os meninos. Não, não. Parece que depois que Moisés é tirado das águas, parece que cerceou esse propósito. O texto também não diz. E aí já vamos encontrar Moisés adulto. Ele foi criado no ambiente da corte.
Ô Dom José, só uma pergunta. O senhor falou, no que diz respeito a Jesus, de Herodes. E às vezes fica confuso saber que Herodes é esse, porque são vários Herodes. Eu sei que há uma confusão na nossa cabeça. E aí, qual é este Herodes? O Herodes do tempo de Jesus criança, quando Jesus nasceu. O Herodes que determinou a matança dos inocentes.
É o chamado Herodes Magno, o Herodes Grande. Herodes Magno. O Grande. E o Herodes que, juntamente com Pôncio Pilatos, contribuiu para a morte de nosso Senhor Jesus Cristo, portanto, quando ele tinha 33 anos de idade, é o filho de Herodes Magno. A Uniceia, com sua competência, vai mostrar aí na tela.
E eu vou mostrando aqui, está aqui o texto, eu vou mostrando para o Frei Gilson, acredito que vai ficar clara essa explicação. Então, o Herodes que decretou a matança dos inocentes, Herodes Magnum. Certo. Ele governou a Terra Santa de 37 a.C. até o ano 4 da Era Cristã.
Muito bem, ele teve filhos com Mariana I, Mariana II, Maltace e Cleópatra. Teve várias mulheres e com essas mulheres teve vários filhos, ok? Com Maltace, a terceira mulher, ele teve Arquelau e teve Herodes Antipas.
Esses dois nos interessam, porque Arquelau, lembra quando São José voltou do Egito, sabendo que Arquelau governava a Judéia, avisado em sonhos, foi morar na Galiléia. Afinal de contas, o pai tinha morrido há pouco tempo, e agora Arquelau governava a parte sul de Israel, da Terra Santa. Está claro aqui o Arquelau?
E aí nós temos quem? O outro irmão, filho de Maltássia, Herodes Antipas, que governou do ano 4 até o ano 39. Herodes, esse Antipas, é aquele que com Pôncio Pilatos vai sentenciar Jesus à morte.
Então, Herodes Antipas é o da morte de Cristo e o Herodes Magno... O pai dele. O pai dele é o que ordenou a matança das crianças. Exatamente. Entendi. A propósito, vamos agora falar de Arquelau. Mateus capítulo 2, por favor. Mateus capítulo 2. Arquelau, vamos ver aqui Arquelau.
Vamos a partir do versículo 19, versículos de 19 a 23. Mateus 2, de 19 a 23. São importantes essas informações, por quê? Porque essas figuras horrorosas, não é?
No caso do recenseamento, temos o imperador que decretou o recenseamento, etc. E temos também essas autoridades romanas na Terra Santa, que às vezes confundem realmente o nome. Qual é o Herodes? Da matança dos inocentes até a morte de Jesus, são 33 anos. Então, que Herodes é esse? Que Herodes é aquele outro? E essa figura Arquelau, quem é? E Herodíades, com quem Herodes?
Antipas fazia sexo, etc. Que era irmão de Filipe, irmão dele, que governava outra parte da Terra Santa. Vamos lá, então, essa figura chamada Arquelal. Levanta-te, toma o menino e sua mãe retorna à terra de Israel, porque morreram os que atentavam contra a vida do menino. Muito bem, José aqui ainda está no Egito. José levantou-se, tomou o menino e sua mãe foi para a terra de Israel. Muito bem, chegando lá...
Ele tem a notícia. Quem é que está governando aqui? Já que o monstro tinha morrido. Ao ouvir, porém, que Arquelal reinava na Judéia. Sim. Em lugar de seu pai Herodes. Não ousou ir para lá, avisado divinamente em sonhos, retirou-se para a província da Galileia. No norte. Aqui eu não vou ficar. E depois ele entregou para o irmão.
Não, é o seguinte, Felipe, ele governava outra parte da Terra Santa. Digamos assim que o pai morreu e aí o reino, a província da Palestina foi dividida entre os irmãos. Um irmão governava uma parte da Terra Santa, Arquelau no sul, depois nós temos Herodes Antipas e temos também Felipe.
Na Itália, tudo de boa na gente, aqui não tem nada de boa gente, tudo péssimos, tudo horrorosos. Ô, Dom José, nós temos apenas 2 minutos e 20 para o término, foi uma benção esse programa.
Em pouquíssimas palavras, há pouco tempo nós fizemos aqui o programa da árvore genealógica ou da cura gestacional, que mostra que o mal vai passando de geração em geração. Mas aqui me parece que é os maus exemplos, como a gente falou tantas vezes. Ou seja, não é que o pecado de um passa para o outro, mas de fato parece que os maus exemplos vão perpassando as gerações aqui.
Infelizmente, é. Jesus diz, uma árvore boa não pode dar bons frutos, uma árvore má não pode dar bons frutos, e uma árvore boa não pode dar maus frutos. Pelos frutos os conhecereis. É verdade que o mau exemplo dos pais podem repercutir, sim, na conduta dos filhos.
Mas vejam, veja Frei Gilson, Felipe Herodes Antipas, filho de Herodes Magno, foi tão perverso quanto o pai, mas foi perverso por culpa dele. Ele podia não imitar o pai. Se ele praticou o mal, foi responsabilidade dele. Que o pai pode contribuir positivamente para o bom exemplo dos filhos, é São José.
Nosso Senhor Jesus Cristo. Tem um contrário aqui. Perfeito, aqui é o oposto. Então, nós temos aqui uma família de gente perigosa, de gente assassina, de gente criminosa, de gente ambiciosa, de gente adúltera, de gente inescrupulosa e assim por diante. Mas por pecados cometidos por cada um deles. Jesus vai chamar um desses de raposa, né?
É o Herodes Antipas. O Herodes vai dizer para aquela raposa. Para aquela raposa, exatamente. Gente, é isto. Nós vamos terminar o programa. O programa é muito bom. Semana que vem tem mais e a gente espera por você. Vamos pedir agora a benção de Deus. Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso. Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.