Ep.140 - Planeta dos Macacos- A Origem (2011)
Planeta dos Macacos: A Origem (2011) — Inteligência, ética e revolução em um prequel que surpreendeu a todos nós! Planeta dos Macacos: A Origem reconta o início da ascensão dos macacos, trazendo emoção e peso dramático para um blockbuster que vai muito além da ação.
Planeta dos Macacos: A Origem (2011)Dirigido por Rupert Wyatt.Estrelado por James Franco, Andy Serkis e Freida Pinto.Trilha sonora de Patrick Doyle.
Notas de Filmes — o podcastHosts: @eduardobrand e @leomore77i
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- Planeta dos MacacosInteligência e ética na ascensão dos macacos · Comparação com o filme original de 1968 · Diferença entre remake e prequel · O papel de Caesar como protagonista · Personagens secundários: Maurice, Rocket e Koba · Visual marcante de Koba e a explicação para cicatrizes · Diferença entre macacos e símios · A torcida pelo antagonista (macacos) · Responsabilidade humana e o vírus · O vírus que eleva a inteligência dos símios e estupidece humanos · Comunicação como ferramenta de evolução · A dificuldade de adaptação humana à perda da fala · Aprender a se comunicar e a evolução da escrita online · A rapidez da comunicação dos símios após inalação do gás · A trilha sonora de Patrick Doyle · Referências ao filme original de 1968 · A cena da Estátua da Liberdade semi-enterrada · O papel de James Franco e sua motivação · O efeito colateral do vírus: olhos verdes · A falta de empatia do chefe do laboratório · A morte de Bright Eyes e a descoberta de sua gravidez · O roteiro original e as mudanças feitas · O papel de John Lithgow como pai com Alzheimer · A evolução da tecnologia de CGI na trilogia · A performance de Andy Serkis como Caesar · O simbolismo da janela e do desenho de Caesar · A relação de Caesar com o vizinho de John Lithgow · A introdução de Rocket como alfa da tribo na prisão · A estratégia de Caesar para escapar da prisão · A cena da ponte e a estratégia de batalha · A morte de Buck e o sacrifício · A cena da Estátua da Liberdade como referência · A fala de Caesar e a revolta contra o tratamento desumano · A relação de Caesar com James Franco e o sacrifício final · A introdução de Maurice, o orangotango · A vingança de Koba contra Jacobs · A falsa bandeira de Koba para iniciar a guerra · A cena do helicóptero e a morte de Jacobs · A morte de Malfoy e o arrependimento de Caesar · A compreensão da motivação de Koba · A trilha sonora e sua inspiração em Hans Zimmer · A trilha sonora de Michael Giacchino nas sequências · A experiência de assistir a trilogia em sequência · O final do filme e o pós-créditos · A comparação com o filme 'Doze Macacos' · A evolução da guerra entre humanos e símios · A cena do bondinho de São Francisco · A crueldade humana com animais · A cena do vizinho de John Lithgow e a agressividade · A cena de Caesar defendendo James Franco de Koba · A cena de Koba causando a guerra com falsa bandeira · A cena do gorila se sacrificando · A cena de Caesar matando Malfoy acidentalmente · A motivação de Koba como antagonista · A trilha sonora de Patrick Doyle · A trilha sonora de Michael Giacchino · A cena de Caesar voltando para a floresta · A cena de Caesar encontrando Koba no bosque · A cena de Caesar defendendo James Franco de Koba · A cena de Koba causando a guerra com falsa bandeira · A cena do gorila se sacrificando
Take your stinking bar off me, you damn 38! Não! Isso é o Notas de Filmes. Não esquece de seguir o nosso canal, dar uma curtida no episódio e deixar o seu comentário. Fala pessoal, aqui é Eduardo Brand. E aqui é Léo. E aí? Bem-vindo ao Clarita dos Macacos.
E vou te falar que eu acho que a tradução para português do nome do filme, nesse caso, funciona melhor do que o original. Rise of the Planet of the Apes. É muita of the... Planetas do Macaco, o início.
Muito mais clean. É, agora eu gosto da... do Rise. É porque ele vem da série, né, Planet dos Macacos, que tinha também esses nomes gigantescos, né? É, Planet of the Apes. Não, não, assim, mas esse foi só o primeiro, né? Depois teve uma porrada de continuação, que era a guerra pelo Planet dos Macacos, a volta do Planet dos Macacos, sei lá, e um caralho e tal. Então, eles pensaram muito nessa questão do Rise of the Planet of the Apes.
Que não é um remake, é um prequel. Do original. De 68. O 68 eu não assisti. Nunca vi. Eu só vi esses três. Eu vi o primeiro. Eu vi o de 68. Eu até ia rever. Mas essa semana foi uma loucura.
Ah, vou rever o original. Mas eu vi umas duas vezes. E é um filme legal. É um filme clássico, né? Eu vi quando era mais novo e depois eu vi em algum momento de adulto, eu revi. As continuações, eu devo ter visto uma coisa ou outra, mas de modo solta, vendo na TV, uma coisa mais assim. Eu nunca fui um grande fã de Planeta dos Macacos. Eu vi o do Tim Burton, que é considerado uma... Ah, eu vi no cinema, isso foi uma merda.
Mas que tem uma coisa de muito boa Nesse filme A trilha do Danny Elfman É bem foda É muito percussiva Não, não, é muito É É Aquele filme do Tim Burton Foi um fracasso Foi o Tim Burton Tentando parar Com a sua assinatura
e goste que tal, e queria fazer um filme com uma outra cara e coisa e tal mas ele podia ter feito um filme bom mas ele não fez, ele fez isso assim, eu eu gostei, eu tive a experiência nessa, porque a gente ia fazer esse filme, eu nunca tinha assistido a trilogia junta, sim eu tinha visto os filmes quando eles saíram
E é muito mais potente a história se você assiste a sequência dos três filmes. E esse acaba sendo o mais fraquinho dos três. Embora ele é necessário, ele monta tudo que vai ser foda no 2 e o 3. Eu não sei se você concorda comigo. Esse começa...
o enredo da história do Caesar, que é o chefe dos macacos. E acaba sendo um dos personagens mais icônicos e interessantes dos últimos tempos, dessa leva depois dos anos 2000, cara. Eu concordo com a ideia desse mais fraco, mas eu acho que talvez não seja tão bom quanto os outros. Na verdade, eu acho esse filme muito bom.
Eu sei que você não está falando dessa maneira, mas eu estou falando que é um filme que acaba que ele é um... Todo início, ainda mais quando você vai pensar em termos de uma história maior, o começo é um começo muito chato. A primeira parte, você tem que ficar introduzindo personagem, introduzindo aquele universo e gasta muito tempo, o que aconteceu com o Duna, né? O primeiro Duna é um filme chato, bonito visualmente, eu acho a trilha sonora foda, mas é um filme chato. O segundo já é um filme mais...
com mais potência e tal, eu gosto bastante do segundo. E eu acho que acontece mais ou menos a mesma coisa agora aqui no Planeta dos Macacos. Você tem o primeiro, que é um filme que funciona bem sozinho. Mas ele funciona muito mais como... Mas ele funciona melhor em grupo. Então, eu assistia... Mas eu acho que o grande problema desses filmes, em termos de raciocínio, que também foi a primeira vez que eu vi esses filmes como um atrás do outro, né? Eu tinha visto o primeiro...
no cinema, e eu acho que eu vi algum momento depois, eu revi algum outro momento depois, o segundo, eu acho que eu fui no cinema ver, mas não tenho certeza, pode ser que eu tenha visto em casa, o terceiro, com certeza, eu vi em casa. Mas eu fui vendo com o tempo todo, entre um e outro. É, então, é isso. Então você, cara, assim, eu não sou nerd do planeta de macacos, então pra mim, normalmente quando eu assisto qualquer coisa, quando eu assisto qualquer filme da Marvel, qualquer coisa assim, eu acho que é isso.
Cara, eu não tô realmente me importando, porque você vai ver um filme da Marvel hoje em dia, a pessoa, ah, mas você já viu isso, isso, isso, mas também tinha que ter visto Wanda, não sei o que, não sei o que lá, um episódio tal de um desenho tal, ter lido na revista tal, pra entender o filme. Olha, meu amigo, eu não vou fazer essa porra toda. Eu vou lá, vou assistir o filme, se o filme me entreter, vai ser isso, se não for. Ah, mas quem é o fulano?
Bicho, eu caguei quem é o fulano. Se o filme não vai me explicar isso, cara, isso não é problema meu. Então.
Mas assistir essa trilogia com esse sendo o primeiro capítulo, ele impacta muito mais, porque você vê quanto eles... Faz sentido tudo que eles fizeram no filme. Tem um arco de uns... Tem milhões de apes, de macacos no... No...
na história, mas eles focam no Caesar e o grupo mais perto, que continua o arco deles até o último filme, que seria o Maurício, que é o Urangotão, que é o melhor amigo dele. Tem o Rocket, que começa como o bully dele quando ele é encarcerado, mas vira tipo o segundo melhor amigo dele, que é um... acaba sendo...
um general dele no exército, e um confidante também. E o Koba, que tem um arco maneiro, que ele é meio que um anti-Cisa. Ele é o que odeia a humanidade. E parece que tem um enredo maior, tem um livro entre o...
o primeiro e o segundo filme que conta mais a história do Coba, como ele sofreu, sabe? Então, aparentemente, quem leu o livro... Não que precisasse, né? Não que precisasse, mas... E não estou diminuindo a vida do Coba, não, tá? Mas ele é todo... O Coba tem um visual muito marcante, porque ele é todo cicatriz na cara. Ele é meio que... Eu acho um pouco...
preguiçosa essa maneira de fazer, que existe desde Shakespeare, você vai pegar Ricardo III, o cara todo corcunda e não sei o que, aquele cara que era uma visão, que era a pessoa que era deficiente ou era corcunda, tinha cicatriz, e ela era a pessoa má.
Não, não, não, calma, calma. Isso aqui tem uma explicação. Não, todos têm explicação. Ele sofreu abusos. Mas isso é uma leitura que existe. Ah, eu quero fazer a pessoa se absomar. Ah, põe a pessoa com uma cicatriz, com uma... Não, mas a diferença do Shakespeare... Um defeito físico.
Aí você vai ver até no Rei Leão você tem isso, que também foi baseado em K3. Mas espera aqui, só um segundo. Não é que eu, não estou dizendo porque o cara é o mais feio de todos, ele é, eles dão uma razão. Não, mas por acaso não foi. Mas cara, nesse caso tem uma explicação. No que você está falando, o cara aparece, ele é o vilão, ele não te dá um motivo porque... Sim, mas você vê o filme, você sabe que o cara vai virar o vilão.
eu achei bem foda, eu gosto muito do visual. Eu estou dizendo que ele não tem motivo, e na verdade o que eu acho bom nesse filme, isso na trilogia, acho que todo mundo ali tem motivo. São personagens muito tridimensionais. Então você consegue entender que cada um está fazendo qual o motivo, desde dos generais nos filmes futuros, aos caras da resistência humana, até o pessoal do laboratório, você consegue entender o motivo de todo mundo.
Então não é uma coisa assim, eu vou fazer isso porque o filme precisa que eu faça isso.
Ah, eu preciso agora Precisa de alguém que seja Que seja Bully aqui, motivo nenhum Só pra poder acontecer aquilo Mas você consegue, mesmo dentro desses personagens Como o cara lá do Do O cara lá do Harry Potter Uhum O Draco O Draco
Ele é o único que ele diz necessariamente mal. Não, ele é mal, mas você consegue entender, pela própria maneira que ele faz o personagem, que ele é aquele personagem, aquele cara que provavelmente todo mundo esculachou a vida inteira, provavelmente o pai fala que é um inútil e no final ele tá num local com o pequeno poder, né? É. Eu posso botar minha autoridade em cima desses macacos, então eu vou fazer isso com os macacos.
Eu tiro as minhas frustrações em cima dele. É, exato. E só pra esclarecer, na verdade, não tem macaco no filme, né? Eles são símios. Símios, né? E a diferença entre macaco e símio, sabe o que é? Eu sei. Você pode falar pra explicar pras pessoas. É o rabo, né? É que o símio não tem rabo. É uma característica principal. Eles são os mais próximos. Eles são mais evoluídos intelectualmente, eles têm mais raciocínio.
E a característica fixa é o rabo e o fato dos símios serem maiores também, né? São maiores que os macacos. Então você dentro da escala de primatas, você tem os... Aqui no caso inglês é monkeys e naipes. E aqui é macacos e símios. Aqui no Brasil eles botaram um pleno de macacos.
acompanhando o clássico, né? E realmente fica muito mais sonoro para os macacos do que para o planeta. Sonoramente é mais agradável. Mais legal. Então, mas na verdade eles não são macacos, macacos. Aqui no Brasil é proibido, inclusive, você ter... Aqui é permitido, você consegue ter com autorização do Ibama e tal, você consegue ter macaco em casa.
Você pode ter um sagui, você pode ter... Sei lá. Agora, simi você não pode ter. Quer dizer, nos Estados Unidos você pode ter, em alguns estados, você pode possuir um chimpanzé. Ou naquele filme do Clint Eastwood você pode ter um moromitango. O Michael Jackson tinha o bubble. O Michael Jackson tinha o chimpanzé. Você pode ter nos Estados Unidos. Aqui no Brasil é proibido, você não pode ter.
O motivo é muito simples, porque a tendência é que eles são muito fortes, eles vão crescer e uma hora é muito fácil você ter o controle da situação, então você não pode ter. Você sabe que o Bubbles, ele mora, ele tá vivo ainda, ele mora numa num abrigo, assim, pra... No santuário? Ah, sei lá. Não mora mais no Neverland Ridge, né?
Agora ele deve ser um macaco muito louco, né? Porque ele era o macaco do Michael Jackson Ele sabia Moonwalk, sabia?
Então, ele deve ser um macaco mais louco lá do santuário. Ele deve ter passado pelo que o... Pelo bullying dos outros. É o Cisa falou, que ele chegou lá. Ele chegou com o chapéuzinho de moonwalk. Um chapéuzinho, com o coletinho, fazendo moonwalk, os outros macacos devem ter escolachado ele. Caramba. Mas assim... Agora, o filme, ele trabalha bem duro no enredo pra você torcer...
Para os macacos mesmo, né? Aliás, eu tendo a gostar de animais, eu sempre torço para os animais. Mas é engraçado, porque o filme, na verdade, você está acompanhando o antagonista, do nosso ponto de vista. Exatamente. Mas eu torço para o antagonista, porque não tem um personagem que se salva. Talvez o John Leith. Não, não, sim, mas só para explicar para as pessoas, esse raciocínio é que você, dentro do seu fato de ser ser humano,
E ali, na verdade, a vida humana vai se perder porque o César não foi abatido naquele dia. Exatamente. Se ele tivesse morrido naquele dia...
a vida humana teria seguido no normal. Como ele não foi, isso desencadeou uma série de coisas, de ações, que levaram ao extermínio da sociedade. E também por conta do James Franco. O James Franco levando aquele vírus não testado para tentar curar os Alzheimer's, tudo bem que ele tenha motivação.
Não estou falando que ele é certo. Mas é completamente irresponsável. É totalmente irresponsável. E isso era antes da era da Covid, né? Que a gente, hoje em dia, tem uma visão muito mais abrangente desse negócio. Mas continua acontecendo. Continua acontecendo. Você vê agora o que aconteceu aqui em São Paulo. Aconteceu que a pessoa levou um monte de vírus em laboratório.
Então, ela devia estar tentando testar uma coisa lá com a tia dela. Na verdade, parece que ela estava roubando para alguma coisa. Ah, tá. Ia vender para o mesmo cara que comprou do Newman no Jurassic Park. Mas eu acho que a história mais maravilhosa dessa, que não tem nada a ver com o Macacos, é a história da cobra. A cobra Naja que fugiu e depois disso pegaram toda uma rede de contrabandistas de cobras.
Foi isso recentemente? Até os três anos, sei lá. Foi uma cobra-naja que fugiu e por causa dela depois conseguiram... O que essa naja está fazendo aqui? No final acabou pegando uma rede de contrabandistas. Ela queria ser free. Na verdade foi meio que isso. Mas o filme tem esse lance. Você está torcendo por um personagem que ele vai ser responsável e você sabe disso, porque você conhece a história dos macacos, que vai ser responsável por todo o fim da sociedade.
não é só ele, tem outros, eu digo, tem bastante responsabilidade dos seres humanos, que só consegue porque os seres humanos começam a ficar doentes por conta do vírus que os caras começaram a testar e liberaram. E é um vírus bem conveniente, é um vírus que deixa um ser, ele eleva a intelectualidade, só se eles ficassem mais inteligentes e não matassem os seres humanos, eles só seriam mortos.
que eventualmente os seres humanos iam só matá-los resolver é porque o ser humano tem uma capacidade a gente é o apex criatura apex do que a gente é o maior predador do planeta obviamente que se tivesse uma situação dessa não dá tempo nem de andar acho que simplesmente ia morrer eu gosto que o arco ele é explicado e aí
Como também é o vírus, também mata os seres humanos? É. Aí acaba que... Começou, no primeiro, você entende que ele está meio que adoecendo as pessoas, enquanto está fazendo, o vírus faz os símios mais inteligentes, enquanto adoece os humanos, né? Sim.
É mais do que isso. Porque no fim da conclusão, no último filme, você entende que não só ele adoece, ele estupidece os humanos. Estupidece, eu acho uma excelente palavra. Então, ele estupidece. Estupidece. Desce para o mais estúpido. Então eleva um e diminui a capacidade cerebral do outro. Ah, um motherfucker vírus, como diria o Samuel Jackson.
WTF o virus na verdade ele consegue te fuder duas vezes ele não satisfeito de criar um ser mais evoluído pra te dar problema ele assim, ah não, ainda vou te deixar mais fudido justamente e reze pra daqui a pouco não evoluir pra um negócio que você vai perder todas as suas capacidades de andar
É, eu acho que fica só meio que eles ficam, empobrecem a inteligência humana, né? Eu acho que não chega a empobrecer, mas eu acho que é uma coisa muito interessante, porque, na verdade, eu acho que envolve muito mais comunicação.
Uma das grandes ferramentas humanas de evolução é a questão de você saber se comunicar. Tanto, até dentro da própria sociedade capitalista, quem consegue se comunicar, consegue dar mais expressão ao seu trabalho e consegue ter mais sucesso e tudo mais. O que ele fez? Ele fez os macacos conseguirem se comunicar entre si e criar raciocínio. Então, isso já é um grande avanço. Só que quando ele tira...
Primeiro ele tira o mundo como ele é, do ser humano. E o macaco, como ele precisa de menos coisa, a gente precisa de aquecimento, a gente precisa de não sei o que, a gente fica acostumado com muita coisa. Então ele te tira isso, então você já fica numa desvantagem. O macaco, na verdade, eu vou pra cima da árvore e foda-se. Sacou? Cai aí.
Ah, o ser humano podia fazer isso. Podia milênios atrás. Agora, a gente está muito acostumado com outras coisas. A gente não consegue viver assim. Agora, aí ele te dá isso e depois quando ele te tira a fala, ele te tira a capacidade de se comunicar. Ah, você pode se comunicar por sinais. Você pode... Sim, mas o ser humano está acostumado com isso.
você vai ter uma classe que vai ser capaz de se adaptar e vai conseguir continuar tocando, mas você como em grande número, o ser humano não está acostumado a não falar, a gente precisa falar, a gente se comunica dessa maneira. Então, hoje em dia, que a gente já está muito mais evoluído, até em questões de internet, de escrever, porque antigamente também, se for pegar, se pega mais ou menos o início dos anos 2000, as pessoas escreviam muito mal.
Porque tinha uma galera que escrevia bem, uma galera de comunicação, pessoal que normalmente costuma escrever bem. Agora, as outras pessoas estavam se escrevendo mal pra caralho. Tanto que você ia conversar com alguém fora, a pessoa se escrevia e ficou assim, cara, não tô entendendo, porque a pessoa não sabia botar vírgula direito, não sabia botar os pontos direito, a pessoa não sabia se expressar direito online, escrevendo. Hoje em dia não, hoje em dia a maior parte das pessoas consegue fazer isso muito bem.
É verdade. Mas você precisa de um tempo de adaptação. As pessoas tinham estudado, tinham lido até o colégio, depois disso meio que pararam. E aí você está lendo. Aí é um ponto que eu tenho um problema com. E mesmo assim, você tem questão de falta de interpretação de texto. Então. A pessoa escreveu uma coisa, mas eu achei que você estivesse brabo comigo. Mas em que momento eu escrevi uma coisa braba? Você está interpretando esse texto dessa maneira. Quando você está mais acostumado a pensar nisso,
Você vai escrevendo usando emojis e fazendo não sei o que, de maneira que você escreve dando à pessoa clara a intenção do que você está sentindo. E quando você acha que tem dúvida, você explica. É, mas aí o meu único problema com o filme é esse. Que uma vez que o Cesar, ele já é explicado que ele nasceu filho de uma chimpanzé que estava... Não chimpanzé, um símio que estava... Não chimpanzé.
sendo administrado esse vírus para curar os raízes e teve um aumento na capacidade intelectual muito notável. Ele nasce já com isso no sangue, então ele já é mais inteligente por natureza e depois quando ele faz a revolta que ele traz o gás para as outras pessoas, é como se só o fato de ele dar o gás para a galera...
eles acordam não só com a cognitividade, mas eles já sabem se comunicar. Eles não têm um tempo para passar o que você falou, que o cara tem que treinar. Eles já entendem tudo o que ele está falando.
O que na verdade aconteceria Eles iam aprender Mais rápido E ficar cientes mais rápido Mas teria um tempo antes dele poder fazer a revolta dele Ele tá dando instruções Táticas No fim do filme, no clímax Lá na ponte E se você liga o subtitle Você entende que ele tá comunicando via Sign language com todo mundo E eles estão entendendo tudo E isso eu achei um pouco Um pouco E esse é o
Corrido. Então, é. Você tinha muita coisa de muitos animais. Muitos macacos são treinados, né? Com linguagem de sinais. Assim, porque na verdade é impossível no macaco falar. Fisicamente é impossível. Macaco, no caso síbil, tá? Eles são... O chimpanzé, ele não pode falar porque as cordas vocais dele não tem esse nível de... Eles podem criar um outro tipo de comunicação. Agora, falar inglês que eles estão falando no filme, isso não vai acontecer.
Mas existe essa coisa de treinar o símio a se comunicar. Isso é uma coisa que tem. Tanto que o Maurice, aquele personagem, ele é um personagem que já sabia a linguagem de sinais. O orangotango. É, o orangotango. Ele já conhecia aquela linguagem de sinais. Por isso que ele conseguia se comunicar.
que, tava até vendo, né, que, na verdade, ele foi o primeiro a se comunicar, o primeiro sim, a se comunicar com o Caesar e o último a se comunicar com ele no final, quando ele morre, né, gente? É, spoilers. Spoilers. Mas agora, realmente, uma outra experiência, você assistir o filme,
um atrás do outro. É, porque tem todo esse herredo, essa evolução da amizade dos caras. Você não pega. Você não pega se você passar três anos entre cada filme, cara. É, eu não tenho esse tipo de... Porque o primeiro foi em 2011, o que a gente está fazendo hoje. O Dawn of the Planets of HIP, né, ele é... 14. 14. E o outro é 17.
É, três anos de diferença. Três anos de diferença. Sabe, três anos de diferença, você sabe que eu vou saber qual macaco fez o quê? É. Não sabe. Você conhece o Caesar de tudo. Você conhece o Caesar. O filme até começa com uma introduçãozinha, dando uma geral. Ah, aconteceu isso, aconteceu aquilo. Eu nem me lembrava, pra você ter uma ideia, não me lembrava que a mulher do Caesar...
ele conhece na jaula lá do... Era a Cordelia. Ele vai salvar a... E ela vira mãe dos filhos dele, depois, nos sequências. Que é o mesmo que é um nome, é uma homenagem ao do filme do Charlton Heston.
É, tem muitas referências, né? Tem muitas referências. Aliás, a cena que abre... É o que sobe, o foguete. O foguete é o Ícarus, que é o que vai pra Marte e volta depois no filme de 64. Confirma uma coisa pra mim, se você viu o original. Ah, mas eu não lembro. Parece que o... Mas parece que a cena de abertura é uma... É uma invertida.
da abertura do original, que são os macacos sendo caçados por poachers, para ser levados para o negócio, e no original, aparentemente, são uns humanos, o Charlton Heston está sendo caçado por macacos a cavalo. Na verdade, o filme trabalha muito com essa inversão. Você está vendo... Porque o filme mesmo, a série original do Pleno dos Macacos,
Ela não mostra exatamente como tudo começou. Depois, lá na frente, fizeram um filme que tinha uma viagem no tempo, eles voltavam. Aí eles vão ter o Cesar, aparece aí, no caso. Que é o filho deles, assim. Mas é uma coisa, assim, também meio... Eu nem lembro direito desse filme. É uma coisa meio confusa, assim. A gente voltou no tempo, teve o macaco que vai ser o macaco que vai evoluir.
E pra gente poder voltar no tempo e ter o macaco, o que torna tudo meio que um looping fechado, que não faz nem sentido em termos físicos. É, não, o cara é um astronauta no original, e o Icarus é a nave dele, né? Ah, não, não, tô falando do macaco Caesar mesmo. Ah, não, tô falando do Shalton Henson. Não, o personagem do Shalton Henson, ele é o personagem que vai pra Icarus, que tá viajando na Icarus.
Ele vai pra Marte e na volta eles voltam, acabam com a questão de dilatação de tempo, não sei o que, eles voltam no futuro e chegam e já tem um planeta cheio de macacos. Mas ele não sabe isso até o fim do filme. Ele não sabe, ele acha que tá em outro planeta. A grande lance do planeta dos macacos original, o grande que é uma cena que depois o grande twist
que depois foi uma coisa que foi... que é uma cena que ficou muito icônica, né? Então, todo mundo mesmo que não viu o filme Pleno dos Macacos já viu essa cena, a cena da Estátua da Liberdade semi-enterrada.
Que aí é o momento no final que o Charlton Heston tá... Ah, porra, consegui sair do planeta dos macacos. Consegui fugir dos macacos, não sei o que. E quando ele chega na praia ele vê o... Só que ele acha na cabeça dele que ele tá em outro planeta. Ah, eu tô viajando no espaço pra ir num planeta que é cheio de macacos. Aí ele percebe que tá na Terra.
Ah, meu Deus, eu tava na Terra esse tempo todo. Foi isso que aconteceu aqui no Planeta de Macacos. O que o Tim Burton tentou fazer naquela twist medonho de o Mark Wahlberg chegar depois num outro planeta e... No Lincoln Memorial é o macaco, né? O cara do macaco. Caralho, que merda. Mas... Não, o... O filme, esse filme eu tinha esquecido também, porque ele não é longo o filme, ele é 1 hora e 40.
Aí já evolui tudo, a gente vê a chimpanzé que é a mãe do Cisar ser capturada nessa sequência invertida, acaba num laboratório, você conhece logo o James Frankel que é esse cara que tá estudando a cura pra Alzheimer's O James Frankel tá bem nesse filme Oi? Ele tá bem nesse filme É
Sim, porque normalmente eu acho ele meio caricato, um monte de coisa. Ele é engraçado, ele funciona muito bem em filme e comédia, eu acho que ele está meio sério, mas eu acho que eles usaram ele para vender o filme, tem uma estrela, mas ele tem um papel bem secundário no filme, no fim das contas. O foco é no Caesar, mas você conhece ele, ele está desesperado, porque o pai dele está com muito Alzheimer, está degradando bastante.
É uma motivação É uma motivação muito clara E eles fazem Um ganho tremendo Eles veem a mãe Que a mãe do Cizer Ela está sendo administrada A droga que ele vem criando Há 5 anos E teve um ganho De inteligência absurdo Ah chama o Borg Chama logo A Borg Para poder já aprovar
Eu quero aprovar testes humanos logo, que ele tá numa pressa danada, que o pai dele tá numa bad. Mas aí tem toda uma sequência de ação que parece que é a mãe do Blue Eyes, não, Green Eyes, né? Que é o nome da... É Bright Eyes, é. Porque eles ficam com um círculo...
verde ao redor dos olhos quando eles têm a... É o único efeito colateral, segundo James Franco. Quer dizer, que ele saiba... O fato de ficar super inteligentes e... E que depois vai matar a humanidade. Tudo de bom. Mas aí tem uma sequência de violentíssima, né, que o macaco fica muito agressivo.
Eu vou falar macaco porque é mais fácil do que símil. É, vamos no macaco mesmo. O macaco é muito mais agressivo. Mas não é macaco, tá gente? São símil. É, a gente tá ciente disso. Não tem nem macaco no filme.
Aí ele sai, ela sai da quarentena, eles estavam preparando para apresentar ela para ser o grande prestige no fim da apresentação do James Franklin, para mostrar como ela é inteligente, e sendo administrada isso, eles podem salvar, vai ser uma revolução e salvar a cura de Alzheimer's, que realmente, se é verdade, é muito interessante, muito importante. Mas também puxando muito o fato, e vamos ficar muito ricos.
E vamos ficar muito ricos. O chefe dele só pensa na grana. É. É um ator que eu conheço. Ele fez outras coisas. Ele fez... É o chefe da... Eu não me lembro o nome dele.
É o David Oyelow? É. Acho que ele interpretou Martin Luther King, eu acho. David Oyelow. É, acho que ele interpretou Martin Luther King, sabia? Acho que ele foi nominado pra um Oscar por isso. É maneiro, eu acho que ele é um ator britânico e ele faz meio que um... ele não é um cara... ele seria o vilão do filme, né?
Sim, de certa maneira. Mas motivado por ganância. Motivado por grana. É sim, porque também...
Um laboratório desse vive de ar, de amor. Qualquer pesquisa dessa de remédios, de medicina, de procedimento cirúrgico, qualquer coisa dessas, biológica. O investimento é altíssimo. E para cada 20 projetos que estão fazendo, um ou dois vão dar alguma coisa. A parte de hoje não vão dar nada.
Mas ele não é vilanesco por conta das motivações corporativas dele. Não, sim, ele é um cara que é meio... A falta de empatia com os animais. Ele desabate tudo aí, isso aí é perca total. Cara, o que acontece? Pá, cacete. Eu sei que acontece, mas é difícil você... Não, eu vou achar um pouco. Eu vou achar o cara escroto vendo uma cena dessa. E enquanto tem um outro cara dizendo, por favor, esses caras têm personalidade. Eu não estou aqui com o Perenzu, cara.
Exato, exato. Ele é um personagem que é feito para ser um personagem babaca. É. E o cara que é todo... O cara mais... Engraçado, a ironia é que o cara mais... Mais empático... Empático aos animais...
É o cara que vai morrer primeiro da doença. É o que vai se infectar primeiro. Que é o handler dos... É o treinador, sei lá o que ele é. Ele é um cara que cuida dos animais, dos címios que estão sendo testados, né? Aí... O Franco fica... O Franco fica claramente uma bagunça de procedimento, aquele local, né? O Franco fica sem chão, né? Porque ele quase perde o emprego e diz, pô... Os caras não querem saber...
Porque eles dão dois tiros. Porque um tranquilizante não existe na porra. Não, o cara dá dois tiros. Ah, então. Mas é porque ele existe tranquilizante. É, não, isso é escroto, né? Muito escroto. Porque assim, tu fica imaginando... Porque assim, porque você pega uma... Uma criatura que tá sendo usada de teste, ela custa muito dinheiro. Não pelo ser em si, mas ela tem toda uma... Uma carga de testes e de procedimentos.
nela, que custa muito dinheiro. Você não vai... Que é que nem você pegar... Que nem um exército desse aí, americano, que vai treinar um SEAL daquele, um fuzileiro naval. O que os caras gastam de treinamento pra um cara daquele, eles não querem também que o cara leve um tiro e morra.
É. Porque, porra, aquele cara custou uma grana. Não é um cara que só foi pra lá e deu uma arma, que nem você vê naqueles filmes do Vietnã, né? Ah, tá aqui uma arma, vai lá atirar. Tá, mas é um cara que custou muito dinheiro. Treinamento é um treinamento muito caro. Da mesma maneira, um símil desse que é usado de teste, ele é usado, porra, toda a informação de data.
de informação dele é absurdo. Mas do ponto de vista de enredo, esse é o custo de ter um filme de uma hora e quarenta minutos. Você tem que fazer a história andar. Então você tem que ver quem é o irmão logo de cara, quem são as pessoas que você vai torcer, pra quem você vai torcer, quem você vai... O James Franco ele é um cara que ele não é inteiramente... Eu não gosto do personagem do James Franco nesse negócio. Eu entendo e talvez um ator...
Melhor de drama teria entregado umas notas melhores. Eu não acho que ele tá bem, cara. Eu não acho que ele tenha sido... Ele é meio que...
Primeiro que ele diz, ah, eu não vou levar esse macaco. Que o outro cara diz, ah, eu não posso levar o macaco pra casa, que o meu roommate é o segurança, ele ia me dedurar e eu ia perder meu emprego, sabe? Então você tem que levar ele pra casa. Ah, tá, só pra as pessoas entenderem uma coisa. Eles mataram aquela... aquela... a Bright Eyes, né? É. Aí depois descobriram que na verdade ela tava grávida. E por isso que ela tava grávida. Porque eles fazem o teste o dia inteiro nela, mas ninguém nunca notou isso.
E descobriu que ela tinha tido um filho, que era o César. Que era o César? Era o César. O César? Césinha? É. Césinha. Césinha. Aí teve um filhote num local, um laboratório totalmente vigiado com câmeras e o cacete. Mais bem, ninguém notou que ela teve um filhote. É. Ela pariu. E ela tava com esse filhote ali naquele espaçozinho dela. Que tiraram ela e também ninguém viu que tinha um...
E ela já tinha sofrido uma violenta captura, quando ela tá lá porque foi capturada pelos poachers no começo do filme, de forma meio violenta e desesperadora, então claro que ela teve uma... Inclusive mataram, né? Você não vê ela matada? Não, você não vê, mas teve a cena, foi filmada você tem o... A gente vê mais ou menos no olho dela, você vê alguma coisa... Mas é porque eles cortaram essa cena, porque cortaram essa cena, porque claramente ia deixar as pessoas já tristes e putas logo no primeiro minuto de filme, né?
Parecia a vontade. Não poupar o mundo disso, né? Eles preferem te torturar ao longo do filme. É, sim, mas eles pouparam. Eles tiveram alguns cuidados de cortes, de coisas, de cenas que deixavam muito... Eles cortaram isso, cortaram depois a cena que o Cícero ataca o vizinho e morde o dedo. É, ele leva o dedo fora, corta o dedo. É, porque na verdade ele comia o dedo do garoto, do cara, cuspia fora, cortava o dedo fora, mas aí no filme parece que ele só mordeu.
É, porque ia ficar meio... É violento demais? E o James Franco morrendo no final, que também eles refizeram.
Ah, é? Ele morria no final? Morria no final. No final ele... Os caras iam tentar pegar o Caesar e o... Com armas iam matar o Caesar e ele... Se joga na frente pra... Pra proteger o Caesar. Pô, ia ser foda, cara. Aí ia morrer. Nem deram isso pro James Franklin, né? Que merda. Aí no final as pessoas ficaram... Sei lá, incomodadas, não sei o que. Aí voltaram e filmaram a cena do jeito que é, né? De se despedir e tal.
Porra, cara, teria sido tão foda, cara. É essa maneira, é essa maneira. E que eles dão um filme tão... É um filme tão patético pro James Franco. É, mas aí no final original era isso. Ele meio que... Eu não sabia disso. Ele jogava o corpo na frente pra não... Pra segurar as balas que não precisa.
E aí seria o último vínculo dele com a humanidade do Cesar. Para mim teria sido uma coisa muito mais... Em vez dele dizer, ah tá bom, o Cesar tá em casa, valeu amigão. É, talvez a gente não ficar aqui lá, depois se a gente quiser fazer a continuação, a gente pode querer puxar o James Franco de novo, que acabou que ele nem fez, então meio que não...
Entendi. É, achei assim, eu também preferia que tivesse mantido o original e deixado ele morrer com as calificações. Eu não tava nem sabendo disso, que foda que teria sido. Você mesmo agora ficou emocionado, agora, de saber. Você já tá até achando que o James Franco tá mais bacana. Ia ser maneiro. Não, ia ter um... Ele teria um... Pô, o James Franco foi babaca até o fim, mas no fim ele se redimiu, porque ele salvou o Caesar, sabe? É que assim... Eu sei que ele tava... Ele tava...
É... Tipo...
Assim, toda a situação... Focado em curar o pai dele, mas ele cria um vínculo com o Caesar por o Caesar ser um macaco tão inteligente e especial. E aí a gente vê, tem todo um... Tem um movimento depois que ele leva para casa. O Caesar é nenenzinho, ele fica quase uma figura paterna. Aí ele vê, pô, o Caesar é tão maneiro, ele é muito inteligente, ele está ficando bom de jogar xadrez.
E que mais? E você tem toda uma sequência do Caesar se mexendo. E aí tem que falar um pouco do Andy Serkis, que é o grande estrela do filme, né? Que embute... Não ia nem ser ele, né? Oi? Não ia ser ele que ia fazer. Ia montar uma outra pessoa pra fazer. Mas aí foi pra Ueta, né? Que é a produtora de Fez Pessoa, acho que fez o O Desanéis, fez essa coisa toda, e eles...
reforçaram absurdamente a ideia de que, cara, põe o N-Circus pra fazer isso, que a gente acabou de fazer golo, né? Então, pô, e King Kong e tudo mais, esse é o cara. Você quer garantir, é um filme que tem, que assim, não aparecem animais no filme.
todos os símios do que aparecem no filme é só ser humano é uma coisa extremamente impressionante e você vê os making of todo o cuidado que eles tem com aprender movimentação, de complicar usar barras pra dificultar o jeito que eles se movem pra ficar mais realistas, sabe
e o que ele embute e é legal pra cacete que até nos seguintes que esse não é um filme que tem muitos simios eles fizeram tudo filme em locação toda trilogia foi feita em locação real não teve blue screen atrás que nem fazem os marcos põe todo mundo no estúdio e vamos fazer tudo e a gente põe tudo depois no computador
os caras iam realmente pra floresta você consegue ver essas imagens de DVDs, Blu-rays e tal que eles vão todos eles com aquela roupa de captura de imagem de movimento e eles vão meio que interpretando mesmo, os caras interpretando todo mundo junto
Então é uma coisa muito, muito, muito maneira. E assim, eu ainda vejo um minimamente... É incrível você ver a trilogia em sequência que você vê como melhora também a tecnologia de CGI. Porque o primeiro ele sofre ainda um minimamente alguns momentos...
eu vejo um pouco de vale de estranheza no não na performance mas só nos gráficos, sabe? sim mas no segundo e no terceiro isso aí já tá de 3 em 3 anos a porra evoluiu muito mas nesse aqui o olhar do Andy Serkis é o que faz
A vida desse impressionante. O que mais entrega acaba sendo o Andy Serkis, porque o personagem dele é um personagem que... Ele acaba que... Assim como quando ele entra naquela jaula, meio que não sei o quê, e ele começa a viver com outros macacos, ele é um macaco que foi feito para ser humano. Mas ele não é humano. Então ele tem que se comportar de uma certa maneira. Mas ele também não é um chimpanzé.
Ele não é um símil, ele é um ser híbrido, então ele na verdade não é nenhuma coisa, ele tem esse conflito interno que quando ele estava lá na casa do James Franco ele ficava praticamente preso então tem aquela coisa da janela do símbolo, a coisa toda
e ele meio que querendo ser humano ele querendo sair de parte da criança e ele se pode por causa disso com o vizinho em área de neve e o legal é o símbolo que ele tem da resistência dele que perdura os três filmes que fica mais foda novamente quando você vê como uma sequência de três filmes a ideia é que o
a janela dele pro mundo era o que ele adorava, ele tinha uma janelinha e me lembrou muito o Paddington esse momento, porque o Paddington também ficava morando no porão da da família lá britânica e o
E o Caesar mora no porão do James Franco. Aí ele vê o mundo e é uma janelinha que vira o símbolo dele. É. Ele desenha e vira o símbolo. Até nesse quarto que saiu depois que não faz parte da trilogia que a gente tá falando, eles ainda referem, ainda o símbolo, eles têm um negócio do cara. O que é foda que esse cuidado que eles têm que é...
ele tem essa... ele vê o mundo ali de fora, ele adora e você vê que ele fica muito empolgado vendo as crianças brincar e ele só sai pra ajudar o criança porque ele vê que a criança tá com a... acho que a... a roda quebrada, a bicicleta quebrada a chain da roda ele estava tentando ser um bom garoto ali mas toda vez que ele sai dali, ele cria uma situação ele cria uma situação e ele é rejeitado pela humanidade e obrigam ele a falar assim, não, você não é um humano não, não, não, não, não, não
você é um símio, você não é um de nós você é perigoso e tem e claro que a gente não falou do John Lithgow que é o pai com Alzheimer que ele é introduzido assim quando James Franco traz o Caesar pra casa pela primeira vez como nenenzinho escondido
E o pai está tendo uma coisa de... Não sei como se chama, não é um evento. As pessoas que sofrem de Alzheimer têm momento de clareza, mas às vezes elas entram num loop de demência aguda. Ele era um professor de piano e ele está tentando tocar Claire Delune.
Que já é a segunda vez que aparece aqui. É, eu lembro qual é o primeiro. É Ocean's Eleven. Ocean's Eleven, 11 homens segredos. É a música do final. É, só que ele tá tocando com muita dificuldade e você vê uma frustração nele que é claro uma coisa que ele deveria saber tocar muito bem.
em algum momento da vida, e agora é uma coisa que ele tá... Ele tá... Se... É porque o filme tem muito essa coisa, né? É uma coisa que é muito normal, né? Aí mostra pelos diplomas dele, pelas coisas que você vê, se a pessoa é um cara que ele fazia de tudo.
Era um cara muito inteligente. Mas agora ele perdeu essa capacidade. Então é pra aumentar um pouco o drama, né? Como se... Como se, na verdade, como se o cara... Mas o cara nunca fez porra nenhuma. Então... Ah, então que diferença faz o cara esquecer? É. Ele era o happy wanderer. Só subindo assim pelo mundo. É, o cara todo de bobeira. Então que diferença faz ele... Mas não, mas ele mostra essa coisa, né? O cara é um cara muito capaz, muito habilidoso.
e agora está uma prisão o cérebro dele é uma prisão o que é assim, o Alzheimer é uma doença cruel é muito triste, o cara não reconheceu o filho e você tem logo de cara e o cara diz, ah você teve um teste hoje de química hoje por James Franklin, que claramente o cara está tendo aquele negócio de memória de quando o cara era novo que ele era um estudante, era só uma criança aí ele diz, ah não, não pai ah não, isso é no Spider-Man né
É verdade Mas William Dafoe seria um bom pai William Dafoe seria foda né Eu não ia botar o William Dafoe em algum momento Embora eu não posso reclamar nada do elenco Eu acho que o elenco dos três filmes é um elenco extremamente bom Eu acho que o elenco do primeiro Humano ele é um pouco Não tem muito arco A namorada do cara É muito mal escrita Ele não give a shit E
Mas até agora eu estava lembrando de uma parada que no roteiro original não era o pai do James Frankel que ficava com Alzheimer, era a esposa do James Frankel. Então provavelmente... Então provavelmente... Aí com essa mudança, depois o cara pensava, tá, mas o James Frankel ainda precisa ter uma mulher, senão, sei lá, o que vai ser do James Frankel?
Mas não tiveram tempo de escrever um personalidade real. Mas aí você reescreve a história toda, você até que acha esquisito. Tipo assim, cinco anos depois, tá o cara explicando a história do chimpanzé, do experimento. E o cara ainda tem um quadro gigante na sala, com um monte de dados. Ela nunca viu aquela porra, o cara nunca comentou isso. Ela nunca pensou, pô, mas esse macaco é inteligente, né?
Mas eles não tem química nenhuma. Não, não, não, mas é uma coisa meio perdida, porque na verdade ela não... Me parece um personagem meio que jogado. E assim, isso é uma coisa, o filme, na verdade, esse filme, ele veio de um... Foi a criação de um roteiro.
do Rick Schaffer e da Amanda Sil, e eles fizeram um roteiro e venderam e depois correram atrás pra fazer um filme. Então não foi uma coisa tipo a Fox, pô, vamos fazer um planeta de macacos e contratar uns roteiristas pra fazer? Então os caras deixaram um carinho pelo roteiro. E pegaram muito pela onda das pessoas andando com um chimpanzá em casa.
E o chimpanzé volta e meia, o chimpanzé que causava confusão. E o cara pensou, imagina se o chimpanzé se revoltasse. E isso foi mais ou menos puxando a ideia do pacaco. Era o nome Timpski, né? Era o nome do chimpanzé. Não, sim, mas ele foi baseado. A ideia inicial, a fagulha...
Foi de, imagina um macaco desse revoltado, não sei o que, e começou a puxar, puxar, porra, e seria praticamente como se o planeta de macacos começasse a... Assim. Assim, então os caras começaram a puxar essa coisa toda, então eles têm essa... Então realmente fizeram um roteiro que era um pouco mais... É um pouco corrido, porque é um filme de uma hora e quarenta. Me admira que ainda terem feito, porque o primeiro foi um fracasso, né, o remake do Tim Burton, que tinha tudo pra dar certo. É.
Menos roteiro, menos coração, menos ser bom. Então, mas os caras fizeram. Então foi uma coisa... Pensaram agora, essa personagem dela, pra mim, foi um personagem que é totalmente largado. Parece que só alguém falou, ah, joga isso aí, e jogaram. É. Ah, ela é bonita, bota ela aí pra se namorar com o James Franco. Ah, ela é veterinária.
Ah, ele precisa ter alguém. Eu falei, mas o que ele precisa ter alguém? Não, assim, eu acho o enredo do John Lithgow pro tempo bem feito. Sim, até porque ele é um excelente ator. E o arco do... Não, mas todos os momentos que ele tem... Não, assim, mas ele tá... O personagem tem sentido na trama. No seu desespero, e aí começa o... o problema do James Franco, né? No seu desespero, porque eles... O problema do James Franco. Eles cancelaram... Eles cancelaram...
o projeto dele, por conta do acidente que aconteceu com a Bright Eyes. Ele está desesperado. Eles ainda estão com algumas... Ele ainda tem o vírus. Ele rouba do laboratório e leva pra casa e começa a administrar pro pai. Não tinha como dar a errada. Inicialmente, o pai...
Pode tomar melhor. Tipo, o dia seguinte o cara já tá tocando perfeitamente e até fazendo... Muito impressionante, assim. Pô, eu tô de volta, sabe? Yeah, que legal, sabe? É tudo muito rápido, né? Sim. Do dia seguinte o cara já tá... Zero to 100.
É quase aquele filme que o cara toma aquela droga que aumenta a capacidade do cérebro dele. O cara era todo largadão. Aí do nada o cara começa a ficar bonito de novo. Aí o cara vai lá e já fica todo no seu grão. Você arruma. Você estava todo largado. O teu corpo agora está bom? Porque você tomou remédio com a tua cabeça. Está melhor?
É com o Bradley Cooper, né? É um filme divertido. Eu achei aquele filme... Não, não faz o menor sentido. Não, mas esse aqui também não faz... Ele administrou uma dose pro cara, o cara já tá de boa. Não, sim. Ele tem que continuar tomando. Mas o que a gente vai entender, eventualmente, o corpo vai rejeitar o vírus.
Quando cura o vírus, o Alzheimer's volta. Ele tem que fazer um vírus mais forte. Até porque também era um vírus experimental. É um vírus experimental. Mas tudo bem. E nem estava sendo feito para humano ainda. Estava sendo feito para símios.
Mas aí a gente tem a cena que depois que o Cesar ele tenta ajudar o garoto, ele leva um bullying, ele se machuca, aí tem uma cena foda dele andando, que aí a gente começa a ver que ele viveu sempre com o James Franco, ele não entende que ele não é humano, alguma coisa assim. E aparentemente a vizinhança também não entende que ele tá lá. É, é verdade. A vizinhança ela lida como se o cara como se ele não existisse. Porque assim, se você tá numa vizinhança...
Aí mora o James Franco. O James Franco é o teu vizinho. E porra, aí tá lá com um filhotinho de chimpanzé. Aí volta e meia sai com ele, volta, tá lá no call, tá na varanda.
Você sabe que o chimpanzé é dele. Você vai ter uma relação. Ele tá dentro do seu contexto. Mas eu acho que ele mantinha o cara só em casa, assim. Só em casa, fechado. Aí, porra, ele também. As pessoas do nada, um chimpanzé, embora eu não consiga entender porque uma pessoa atacaria um animal dessa maneira. E ele veste, eu acho que o Caesar usa roupa de Baby Gap. Ele se veste como o Bubbles.
Do Michael Jackson. Ele anda com calça jeans, essas coisas assim. Vai ser muito louco aquele macaco. Toda vez que agora você falou isso, eu fiquei imaginando como aquele macaco deve ser louco. Insano, né? Eu me lembro muito do negócio, lembro daquela coisa quando o Tigre do Ziegfried and Roy lá, atacou eles na apresentação. Aí teve depois uma... Foi o Chris Rock falando, as pessoas ficavam todas ah, mas o Tigre ficou maluco, o Tigre ficou maluco.
e atacou, aí ele falou assim, não, o tigre tava maluco naquela hora, quando ele tava lá de bicicletinha andando com chapéuzinho, ele devia estar pensando cara, que eu sou um tigre muito louco naquele momento o tigre voltou a ser tigre é isso aí, é isso aí mas o mas aí a gente começa a ver que é, o cara é ferido ele, o vai pro zoológico, onde a Frida Pinto e aí
Mora, né? Que a gente trabalha, a veterinária mal escrita Lá Onde mora a veterinária mal escrita? E o Cesar ainda Ele serve de wingman, muito bom Pro James Franco Ele faz sign language, ele acha que você é bonita Sabe? Ele tá cheirando Os feromônios aqui A gente tá sentindo atração Ele te ajuda muito mais do que aquele teu amigo O pessoal do teu lado, assim Fazendo aquele porra aí, come ela aí E aí
Aí tu fica assim, cara, tô tentando fazer alguma coisa aqui, fica aquele cara assim, só fazendo a coisa assim, pode ela ir. Cara, não, porra, eu não sei, é muito mais. Você vai ver que é uma versão muito mais evoluída de muitos seres humanos que você tem por aí. É verdade. Ah, disse, a gente devia get dinner. E claro, isso é tudo que o enredo dá pra eles. Pronto, já vamos lá. Em algum momento eles pensaram, não, ele precisa ter uma parceira, senão vão achar o quê?
Que ele gosta do macaco? Sei lá. Não, cara. É um cara que é cientista. O pai tem... Cara, assim, na boa, eu sou um cientista. Tenho milhões de coisas pra fazer. Meu pai, eu tô com as raízes em casa. Eu ainda fui lá e adotei um chimpanzé. Tu acha que eu vou namorar quando?
Nunca. Eu não vou namorar. Eu não vou ter tempo pra isso. Mas ele encontra o tempo. Porra, como é que você arranja tempo, cara? Você não acha tempo. Mas eu acho muito foda esse momento. A única coisa que serve é pra eles saírem num date com o Caesar. E Caesar, ele ainda anda numa coleirinha, né? É. E a primeira vez, tem vários momentos. A primeira vez, quando ele entra no zoológico, ele passa pela jaula dos macacos. Eu não sei porque ele levou ele no zoológico até agora.
Porque é lá onde tem a veterinária, cara. E ela não pode ir em casa. Sei lá, cara. Tem um destino. O enredo não deu tempo pra explicar porque ele precisou ir lá e ela não podia trabalhar na veterinária. É, não. Ela tem que ir lá. Tem que entrar junto com todo mundo. Mas o enredo precisa que o Caesar veja os amigos deles em jornada. Ele vai ter que liberar essa galera também no fim do filme.
então eles disseram, sabe o que? faz que ela trabalhe um negócio, ele passa a gente consegue cortar 3 minutos do filme aqui, sabe? eu entendo, do ponto de vista prático assim, do enredo
pra uma hora e quarenta, vamos fazer isso ela trabalha no zoológico aí ele já vê os amigos já vê os amigos encarcerados e depois ainda ela conhece a veterinária ali e a gente dá uma andada nisso, né aí tem aquela cena foda que é ele leva o Cesar num date faz um piquenique e ainda tem um negócio que o Cesar pede, ainda pede Benson do James Franco pra né
pra poder se liberar e pular nas árvores, escalar as árvores. Eu ficaria meio inseguro se eu fosse o James Franklin. Como é que esse cara se prender lá, cara?
tem um chimpanzé maneiro, mas ele mora em casa ele só sobe escada meu gato ainda afilhotinho para o sítio pela primeira vez, ele saiu subindo numa ave, foi lá para cima, eu fiquei assim, bom ele deve saber descer, né, ele tem que pegar uma escada e ir lá atrás dele e subir mas aí, depois ele soube descer então é isso também é mas enfim tem essa cena que aí o cara começa a ver a vida e
no mato, né? E aí é o primeiro momento dele, eu acho que ele se enxergar como como símio, né? E não como como o amigo do James Franco. Ou sei lá. O amigo normal do James Franco que fica ali na casa dele, curtindo.
Mas quando ele desce, tem aquela cena que o cachorro... Oi? Pega uma cerveja aí pra mim também, James Franco. Ele e James Franco fumando baseado. Fumando baseado, aí aparece o Seth Rogen. É. Seth Rogen, né? É, faltou o Seth Rogen nesse filme. Mas o... Aí tem uma cena bem foda, que passa um cara com um cachorro na... na corda, né?
E o cachorro late pro Cesar, o Cesar fica bolado porque ele vê que o cachorro tá usando uma coleira e o Cesar também tá usando uma coleira. Aí ele fica muito encabulado. Pô, eu sou um... Am I just a pet to you? É, eu sou um... E essa cena o Andy Serkis fez uma escolha interessante que o Cesar sempre andava no porta-malas ali do...
James Frankel, que era o porta-malas com janela então não é tão bad assim mas ele fez questão de entrar no é engraçado, o porta-malas normal de um Fiat ele entra que nem um um sequestrado do filme do Scorsese, assim, de máfia
Mas ele entra no... Ele entra no... No lado do passageiro ali. Ele senta ali atrás. Isso foi improvisado na hora. Uma coisa que eu... Eu não sou... Am I just a chimp to you?
vou andar junto com todo mundo mas essa coisa a dualidade dele e o grande sofrimento dele de não ser nenhuma espécie nem outra, ele é um ser humano mas ele também não é um símil normal, então ele está num num liminal space
Ignorance is bliss Quando você é ignorante Você tem um nível de despreocupo Muito melhor O Cesar não tem isso Ele não é o cara que só pode andar pelo mundo assobiando Não, ele não Ele pensa demais Aí ele está Começando a se sentir incomodado É uma situação muito escrota Se o James Frank tivesse grana Morasse numa fazenda Ele poderia ter vivido a vida dele de boa Entendeu?
O Neverland Ranch. É, com umas criancinhas e uns negócios de parque de diversões e o Michael Jackson. Sabe, mas... Não, ele tá numa casa de subúrbio. O pai dele tá com Alzheimer, porra. Tendo milhões de problemas. E cena foda, né, quando você começa a ver o pai desenrolando o cérebro, começando a derreter de novo. É. Que ele tá tentando comer espaguete e ele tá com a... o garfo invertido.
E aí a cena do Andy Serkis, que o Andy Serkis nota e você vê o olhar esperto do Cesar e sensível olhando para o James Franco e dizendo oh oh. E ele faz uma... ele toca gentilmente e acerta o garfo. Achei muito foda essa cena, cara. É muito foda. Você está vendo a devolução do homem e a evolução do símio. O diretor, que foi o Rupert Yates,
Ele mandou muito bem, acho que ele fez um filme bem... Bem sensível. Bem sensível, assim, sabe? Ele não foi... Ah, cara, tô fazendo um filme Hollywood, porra, e tal. Embora, acabou virando, de certa maneira, o estúdio pegou pesado com ele várias coisas, várias coisas que ele queria ter feito não conseguiu fazer. Mudaram, mudaram o final, mudaram mais coisas. É um filme de estúdio, é o final. Portanto que ele não volta depois pros filmes seguintes.
Porque eu acho que foi uma boa coisa, cara Porque o cara que tomou conta foi o cara que fez Batman É, que foi o cara que fez The Batman O Batman É o Matt Reeves Que por sinal, eu acho aquele O Batman Muito, muito, muito legal É um pouco longo, eu acho É um pouco longo, mas você revê Eu revi, tem ano passado, mais ou menos E realmente é um puta filme Cara, é um puta filme O desespero de James Franco Força ele a...
Aí falar com o CEO lá da empresa, dizendo, eu consegui, meu pai está sendo curado, está melhorando, mas o problema é que o vírus, ele começa a se... À medida que o ser humano vai se recuperando do vírus,
o efeito positivo da medicina no cérebro começa a desenrolar. Então a gente precisa fazer um mais forte. A gente precisa fazer um mais forte porque você está ilegalmente colocando isso no seu pai. Não estou entendendo. E eu digo, cara, o CEO não diz, cara, o que você está fazendo? Isso é ilegal. Eu deveria te chamar a polícia e te prender aqui, sabe? Fazer um estar de alhaço, assim.
Mas, aliás, acho que não precisa fazer. Mas demitir é o mínimo, né? É. Porque o cara não tá se comportando de forma completamente bizarra, né? E aí eles começam a... A gente precisa testar mais em alguns... Tem que fazer uma versão mais forte, testar nos símios. Vamos pegar mais símios do lugar e vamos começar a... A fazer esses testes da vírus mais agudo, né?
Mas, em paralelo, o Litzkall... E aí eu acho uma coisa meio bizarra, né? Porque todo mundo devia saber que o Litzkall tava com Alzheimer's, né? Sim, sim. Na vizinhança, você vê, ele devia ter tido algum momento que o cara tava... Agora sim, honestamente, eu não entendi. A enfermeira do cara, ela se demitiu lá no começo, lá no momento, logo no início. E ele não contratou ninguém. Ele só deixou o cara lá, ele e o macaco. Não, porque ele deu o remédio pro cara e o cara melhorou. Que porra, cara.
E depois que o Moncá tá piorando, o cara continua saindo? Então. É, verdade. Ok. Tá. Ah, o cara tá melhorando. O cara tá tocando o cléber no seu dia. Tá de boa. Ah, tá. Você vai. Você chega pra Febréalha. Dá um tempo em casa. Vamos arquivar isso na área de James. O personagem de James Franco é o imbecil nesse filme. É.
Mas assim, a vizinhança, cara, se tem um idoso com algum problema de Alzheimer, a vizinhança tá sabendo, cara. O cara pega, o cara se confunde, entra no carro do vizinho e vai ligar o carro. O vizinho sai de forma muito, muito agressiva com o cara. Muito agressivo. Ô, o que você tá fazendo com o meu carro? Você tá fodendo tudo? E o cara também...
Ele cagou o pau, assim, ele ligou o carro, ele acelerou, ele estragou o carro do cara, sabe? Ah, e às vezes também a pessoa tá irritada, por uns milhões de motivos e... Mas, cara, você vê que é um cara que tá... Não, eu entendo o cara... Eu entendo o cara, uma pessoa, você tá lá, sei lá, na tua casa, com mil problemas, que não... Nada a ver com aquilo, e, porra, do nada, você vê o teu carro bater, alguém pegar no teu carro e batendo, e você, naquele momento, tem aquele E aí
É claro que você não vai precisar te pegar ou segurar o cara com força, um idoso que claramente está de norteado e fazer. Agora, até dá um grito na janela, eu consigo entender. Mas aí o Cícer faz aquele... Ele fica revoltado, sai e dá uma surra no cara. É uma surra boa, né? É, dá uma boa surra.
O cara tem sorte que não ficou mais ferido, porque um marcapulho desse... Deu ter morrido. E claro que isso acaba com a encarceração do... Ele para de ser preso na casa do James Franco e agora ele vai para um santuário de ser preso em outro lugar. E tem também o nosso querido... Brian Cox. Brian Cox, que é a segunda vez dele aqui. A última vez que ele apareceu aqui foi no... Chamado.
E o filho dele apareceu no... Ele é um mestre de fazer personagens babacas, né? Então, eu acho que isso que é... Às vezes, tem algumas escolhas que a gente faz de typecast que você vai pensar, pô, mas que preguiça. Mas tu faz assim, cara, tu resume em toda uma... Você olha pra aquele cara...
você não precisa ficar explicando muito 40 minutos eu não preciso de 10 minutos pra explicar ele é um babaca no X-Men
Porque o Sucesso na época Acho que o Sucesso foi depois Foi bem depois Foi em 2018 Mas tinha X-Men Aquela coisa toda Tinha o chamado Mas o chamado ele não era tão Ele era um pai de uma Criança psicótica
Ele jogava, ele botava a criança pra morar com os cavalos. Porque ela era uma psicopata. All right, fair enough. Acho que naquele caso ali, eu acho que meio... Ali ele tem um pouco de defesa, né? É, mas ele é um cara meio bem babaca, no geral. Então você olha pra ele, você precisa explicar tanto.
você chega lá com o seu seu chimpanzé e tu ouve o Brian Cox assim na porta, ah, chega aí idem o cara que eles escolheram pra fazer o filho dele, que é o Draco Malfoy do Draco do Harry Potter e basicamente acho que a direção deve ter sido sabe o que você fez no Harry Potter?
Faz isso, só que você não tem mágica nesse. É, você não é uma vaca arrogante, você é um arrogante humano redneck. Em vez de uma vara mágica, você tem uma vara elétrica que você fica alfinetando os coitados dos chimpanzés. E o resto, imagina que o Cesar é o teu Harry Potter. É isso, é isso. Pronto. Ah, esse é o papel que eu nasci pra fazer.
Ele está arriscando um sotaque americano, mas volta e meia o sotaque britânico dele está perfurando a performance. Agora, quando eu falei, há um papel que eu nasci para fazer, eu me lembrei da excelente episódio dos Simpsons, que tem o Planeta dos Macacos, mas não um filme, um musical. Tem o Troy McLean, aquele ator. Aquele ator.
Aí ele tá namorando, acho que a irmã da Marge. Da Marge. Aí ele recebe aquela ligação. Ah, não. Tem um papel perfeito pra você. Já ouviu falar em Planeta dos Macacos? Ele fala meio sussurrando aí o cara. O planeta ou o filme? É. Musical. E você vai ser o humano. Aí ele, nossa, esse é o papel que eu nasci pra fazer.
Aí tem o enredo, né? Aí tem o enredo. Get your hand off me, you dirty ape. He can talk, he can talk, he can talk. I can sing. E tem umas melhores frases dos Simpsons. I hate every... A música cantando, né? I hate every ape I see from Chippan A to Chippan Z. Que é tão genial.
É tão genial. Um excelente episódio. Uma época inspiradora dos Simpsons. Muito inspirado. Mas... A gente até esquece que a gente estava falando. E aí a gente vê a vida do Cesar nesse lugar. É horrível. Dá uma pena que ele encontra um giz e ele desenha mais ou menos o símbolo que vai ser o símbolo dele. Que é uma representação da janela.
o formato da janela do do Paddington, que ele ficava é, ele fica meio que assim e o que me pegou mais agora, quando tava revendo é como, é o simbolismo dessa cena, né que na verdade ele pega ele tá vivendo, ele vivia num cárcere também, mas era um cárcere bonito ele vivia preso numa casa, mas uma casa bonita uma casa não sei o que, mas ele vivia preso ele podia ficar saindo, ele saia e tinha que botar uma coleira
Porque todo o lance dele ter feito aquele desenho dessa janela, aquele símbolo que é a janela, mostra e ele fica meio que quer comer ele se entendendo dentro daquela situação. Mas a verdade é aquilo, ele está num cárcere. Agora um cárcere ruim. Antes ele estava num cárcere bonito. Mas o que eu acho... Cáceres do James Franco. Mas eu acho, isso aí é outro ponto, menos para o James Franco nesse caso.
Claro que eu acho que a opção já foi um ganho num abater e um animal, naquela situação que ele tinha atacado um humano. Mas ele fica falando, Cesar, eu volto para te pegar logo, logo. Mas ele não visita o cara uma vez, durante a estadia dele. Ele meio que continua vivendo a vida dele.
E o Cisa começa a se sentir rancoroso, porque o cara não volta, nem vem visitar, sabe? Até qualquer prisioneiro tem visita, sabe? Não, você falar que não teve nenhuma grande explicação para ele do que está acontecendo, né? Tudo bem que o Brian Cox mandou uma que é mais fácil. É, meio que colocaram ele lá e...
Bom, então tá, daqui a pouco a gente volta e fecha a porta e eu explico pra ele, você vai ficar aqui, mas eu volto, mas já enquanto ele tá... É, porque eles esquecem que o cara, ele tem já a sensibilidade de um ser humano, mas você trata ele quando é conveniente, você trata ele como um bicho, aí você joga o cara lá, você não dá um motivo. O Brian Cox dá uma sugestão pro James Parker de saber, acho que é mais difícil você você dar esperança pra criaturas, é melhor você só, ele esquecer de você.
E aí, claro que tem umas cenas foda, né? Que aí a gente é introduzido a um personagem importante na vida do... na trilogia, que é o Rocket. Que é o... Ele é o alfa da tribo ali da prisão. E logo tem aquela cena que o Cesar... Os caras ainda não se deram o trabalho de tirar a roupa do Cesar, né? O Cesar vai de camiseta pro negócio. E aí os caras... Eu acho muito foda a cena dos macacos zoando ele. Tipo... E aí
Sabe, no jeito simples ainda deles. Mas eles estão... Ele puxa assim e diz, que isso? Ele puxa na cabeça, dizendo, o que é essa bosta? Aí o Caio ainda arrebenta, né? É, mas é a mesma coisa que você pegar um cara desse... Prêmio Nobel de Física, o cara alimenta e o cara...
uma prisão numa coisa dessa e como é que os caras, pô, mas eu sou um dos maiores mentes do século do mundo e você assim, os caras ah, faz se fuder, olha tua gravatinha borboleta, aí dá um tapa nas costas do cara, quer dizer, tudo isso mas a coisa foda do Cesar o fato que o cara diz, ah, ele é bom de jogar xadrez e aí diz que ele tem uma mente estratégica então você vai vendo você vai vendo no olhar do e aí
Isso é uma atuação de olhar do Eddie Serkis. A criatura mudando, ele perdendo um pouco do brilho de juventude, de inocência, ele ficando uma pessoa meio... Não revoltada, mas meio desiludida com a realidade dele, dizendo, bom, eu tenho que bolar um jeito de sair daqui, porque eu estou abandonando o James Franklin, não vem me pegar, aí eu vou ter que dar o meu jeito.
E aí ele começa a estraperar E quando ele apaga Aquele momento que ele fica puto Começa a apagar o desenho Da janela Do símbolo na cela dele Que é o momento que ele fala assim Ah cara, foda-se, eu não quero mais viver essa ilusão Não quero ficar vivendo de Esperança, agora eu vou fazer Eu mesmo o próprio destino
O lance dele saber como as marchas funcionam nas gates, o filme tem esse cuidado, ele já entendia isso de observar as bicicletas do garoto, que ele tenta ajudar a corrigir. E ele também começa a fazer a estratégia, que ele vê que tem um gorilão que está encarcerado lá, que ele fica lá e não deixa lá, que ele é o mais bravo, é o Buck, nesse caso, que vira o...
viram o heavy dele primeiro, né? E ele diz, ah, bom, eu vou, eu quero humilhar, eu vou armar pra humilhar o Rocket em frente pra tomar a posição do Alpha. Mas mesmo assim ele não é, ele só faz, ele limita a humilhação.
tipo... É, ele só quer vencer, ele não quer... É, ele consegue abrir a jaula do gorila, o gorila sai lá. Eu não me lembro o que ele faz pra ficar amigo do gorila mesmo, ele faz alguma coisa. É, só liberta o gorila e meio que... Ah, é que o gorila tá sempre enjaulado, e aí o gorila fica, pô, maneiro você me deixar passear hoje, né? Aí ele diz, você vai lembrar isso, você tá me devendo um favor. Eu vou trazer o Rocket. Aí ele traz o Rocket...
Só ele em frente de todos os gorilas, ele causa uma humilhação. Porque ele traz... O gorila diz, não vem que não tem. E...
Mas ao mesmo tempo ele não é cruel, porque logo em seguida ele consegue... Ele rouba os biscoitos pra dar e ele já dá uma posição pro Rocket. Ele diz, Rocket, você me ajuda a dar esses biscoitos pra galera. Aí o Rocket começa a enxergar, pô, esse cara não é tão mal assim. É tudo muito foda, ele morde e assopra.
entendeu? não, não, mas é uma coisa ele tem uma coisa de grupo, né ele tem uma coisa muito boa eu nunca vi um filme de macaco sem banana em algum momento, esse filme tem uma banana no filme inteiro
isso é uma coisa que ninguém eu não vi ninguém reclamar disso eu não tô reclamando, só uma observação do Leo aqui no bananas ok, well tudo bem você imaginou que um planeta de macacos teriam muitas bananas e que eles comem o que o cara dá pra eles comer parecem uns grãos umas porra e claro que ele também tá já não seria um filme né
onde você quer odiar os seres humanos sem uma cena de um cara num date trazendo as namoradas pra humilhar os bichos. Mas por que alguém faria isso? Porque alguém faria um date? O cara é um frustrado, cara. É como você falou, ele não tem poder. E tem sempre um bully menos bully dos dois. Um que é meio que, pô, cara, não faz isso. Isso eu me lembro desde a época do Karate Kid.
Os bullies, tem sempre um bully meio consciente. Pô, eu tô consciente que eu tô fazendo bullying, eu não deveria estar fazendo isso? Tem isso nesse filme, né? E é um dos rapazes aí, mas certamente não é o Malfoy. O Malfoy é sempre um babarca. E pra isso que chamaram ele pro filme. E eles entregam muitas das frases originais.
Ele tem aquela cena que é uma das mais clássicas do filme, do original, do Charlton Heston, que também se tornou uma das grandes icônicas no cinema, que é, tira as suas patas de mim, suas patas sujas de mim, seu... seu macaco maldito. Seu macaco sujo, sei lá o que ele fala. You damn dirty ape. E ele fala, só que isso pelo Charlton Heston,
tem muito mais dignidade tem muito mais dentro do personagem é
que é um astronauta, que não sei o que, que é um pouco mais dobreza ali, né, do que com o Malfoy, que fica uma coisa claramente, que eu acho que esse momento, embora seja uma coisa icônica, eu acho que ela acaba sendo meio que colocada de uma maneira muito... Ah, vamos botar isso aqui no filme? Cara, mas no cinema... Não, todo mundo adora. Eu li várias resenhas pra esse episódio, todo mundo ressalta essa cena como uma cena impactante no cinema, porque e...
Eu acho o fato dele falar não depois. Não! Parece que o cinema todo ficou inquieto quando o bicho fala, sabe? Quando o César fala. Então, para mim, são os dois momentos maiores de frase nesse filme. Ele fala pela primeira vez, ele não vai aceitar ser tratado daquela maneira e nem que os seus irmãos sejam tratados daquela maneira.
E depois no final, quando ele vira pro James Franco e fala, não, não, vamos pra casa. Não, fuck you, James Franco. É, estou em casa, James Franco. Estou na floresta, James Franco. O James Franco, ele tinha uma relação muito beijo, muito idiota, assim. Muito escrota. Porque ele tinha uma coisa, ele trouxe pra lá e, porra, acabou que o Cisa foi, acabou preso.
Mas o James Franco não queria isso. Sim, mas de alguma maneira podia ter feito mais? Talvez, para resolver isso.
Podia ter colocado uma maneira de puxar com mais cuidado. Cara, mas você esquece que a cena do Caesar é uma cena muito violenta. Não, se muda. Muito violenta contra o ser humano que manda na parada. Se tivesse um tigre correndo pela cidade, você não deixaria ele correr solto só porque ele é amigo do James Franco? Não, mas ele falou assim, ele teria que se mudar dali, com certeza. Mas era aquela coisa, a vida é de sacrifício.
Aí você vê ele se movimentando de novo Depois que o pai dele morre Agora O John Lindo morre Mas qual é a outra família que eu tenho? Ah é? O Caesar? É Porra, tem que pegar aquele macaco de volta
É, ele lembra só depois que o pai roda, né? Que o pai diz, ó, chega de... Não vou mais me drogar. Mas só que, porra, cara... Ah, daqui a um mês... Aí o cara vem com aquela solução que, na verdade, era a solução que podia ter dado no primeiro dia. É. Escuta, se eu te molhar tua mão aqui, você não... Você não me devolve, meu macaco? Aí o Brian Cox... Ah, deixa o dinheiro aí, eu vou deixar o macaco aí, é isso aí.
Ah, mas cara, mas eu acho que aqui, por exemplo, o Ibama teria mais atenção. Você não poderia molhar o bico. O cara poderia... Pelo Ibama, você não poderia nem ter... Ele nem poderia ter o chimpanzé em casa. E não que não aconteça esse tipo de coisa. Provavelmente vai ter gente que vai ter. Mas é totalmente legal. Você vai ser preso se você fizer isso. Não é só, ah, vou perder meu macaco. Não, você vai ser preso. Ih, perdeu o macaco. Você não pode ter.
Sabe, isso é uma das raças que você não... Cara, eu assisto... Cara, o que eu assisto... Eu assisto bastante aquela série Área Restrita da Polícia Federal do Aeroporto. Não me lembro como é que se chama direito. Mas é sempre... O Galeão, o Garulhos. Tem sempre algum maluco tentando transportar algum animal silvestre, sabe? Alguma coisa escrota, assim. De forma muito... Muito cruel pro animal, sabe?
uma cobra naja, tipo, dentro de um... Sei lá, um pacote de raguendaz, sabe? Tem, sim, o pessoal é... A galera tem limite pra crueldade humana. Aí... E isso é muito bem mostrado. O filme trabalha duro pra gente não gostar dos humanos, pra gente não torcer pra humanidade, sabe? Eu fico...
Eu me sinto sujo só pra ser representado por esses caras no filme, sabe? Vendo os caras. Você diz, ah, eu quero mais que você foda, eu quero que o gorila arrebente esse cara. Sim, porque você tem que torcer pro Cesar. E o Cesar, na verdade, vai acabar com a humanidade. É. E talvez é isso que precisa o mundo, sabe? Estamos tão fodidos mesmo. É muito pessimista, não. Mas... Eu não vou...
Aí a gente começa a ver que eles estão testando nos animais, eles pegam mais, o Cisa começa a ver um sumiço de... Inclusive a peguete dele, que ele não pega até o segundo filme, mas ele gosta. A gente é introduzido ao Maurício.
Que é o Urango Tango, gente finíssima, que pra mim é o meu... Talvez eu goste até mais do Maurício do que do Cesar, ele é tão doce, né? É, o Maurício, na verdade, o nome dele é baseado no Maurice Evans, que é o ator que faz o Doctor Z no original. Ah, foda, foda. E interpretado por uma mulher, né, se eu não me engano. É, interpretado por uma mulher. Que eu acho que ela aparece no filme como ser humano, ela é a burocrata que o Franco tá tentando liberar o macaco.
Aí a atriz está ali Sendo a Ela não é simpática com o ser humano Ela é simpática com o Maurício E o Maurício Ele dá a entender que ele aprendeu A sign language Ele vê como o Cesar Está sendo bullied Aí diz, pô, te machucaram muito Ele manda umas coisas E diz, pô, esse cara é um doce
aí eu já sei que eu ficava com medo que ia matar o Maurício logo quando você vê num lugar onde os criaturas vão sofrer muito vê um carinha doce desse, sim você diz, porra, eu espero que esse cara não seja morto, cara, sabe mas eu acho muito bacana quando o James Franco resolve finalmente
tentar fazer rir pra poder rir também, como diz no jargão lá aí vai lá e vai buscar o Caio de Brian Cox e fala assim, ah tá bom, vai lá, pega lá e o Cisda na hora que ele tá saindo ele vê a coleira na mão do James Franco e fala assim, ah não cara, porra ah então foda-se você vou voltar a ser um animal de estimação agora teu E aí
Você vai ser o animalzinho do James Franco.
Já sofreu todo tipo de indignidade. Aí quando ele volta, o Brian Cox falou é, acho que ele prefere estar mais com os iguais a ele. O Brian Cox sempre se esforçando pra ser um babaca, né? Ele consegue ser babaca sem ser babaca, cara. É que o Brian Cox tem uma relação muito interessante. Quando o filme aparece pela primeira vez, é quando os caras estão brutalmente carregando o Caesar, né? Com aquelas cores, com varas e o tal.
extensoras, e o Brian Cox ele sai e já manda e manda assim, ah não, não precisa disso não solta ele deixa ele se despedir, ele já deixa uma coisa ele faz um meio tempo muito interessante ele não chega a ser exatamente ele é um cara que ele vê que tá acontecendo mas é um pouco de raciocínio, cara, quem trabalha com bicho assim, tem uma outra cabeça mas ele gosta de fazer rir também, ele gosta de fazer rir
Eu fico me achando se o James Franco depois ele tentou pegar o dinheiro de volta. Eu acho que... Pô, cara, acho que... Pô, então acho que aquela grana podia voltar então, né? Já que eu não tô... Se fosse no Brasil, o cara ia tentar fazer isso, né? Mas acabou, cara. E o Brian Cox ia mandar um... Que grana? Ia mandar ele tomando cor. É. Mas o Brian Cox tem isso, né? Mas se ele tivesse feito isso, meu amigo, semana passada, semana retrasada...
talvez o mundo teria se mantido sem uma revolução de animais. Mas eu acho foda que aí o Caesar planeja o grande escape, que ele se dá conta que eles estão testando nos animais, blá blá blá blá, né? E ele vai na... O James Franco já mostrou todos os lugares importantes pro Caesar saber pra ele conseguir fazer a história andar, né? Aí ele vai pra casa do James Franco, que ele lembra que ele tava dando o remédio pro pai.
Só que essa já é a versão evoluída do remédio. Ele pega dois, ainda fica confortavelmente olhando eles dormirem por um segundo, que é meio creepy. É meio creepy.
que é uma cena meio estranha, não parece uma coisa do personagem do Cesar acho que é mais pra dar um tchau pro é exato, é um tchau pra aquela vida é o jeito dele despedir sem notar, porque se ele eu sei que ele é esperto o suficiente pra saber que se ele acordasse o James Franco ali seria a whole thing aí ele teria que aí acabou, aí acabou o plano eu acho que ele se despediu acho que aquele que nem que a gente tava falando naquele filme evento néariasarias
o Event Horizon como é que é o nome agora do filme em português que é a Enigma do Horizonte o Event Horizon é aquele último é o último instante possível pra você sair de um buraco negro e você perder tudo e você ser arrastado, então acho que ali é o último momento que o Cisa poderia voltar até a vida dele
Aquele é o evento Horizon. O horizonte de eventos do Caesar. Na hora que ele tá lá sentado, olhando pros dois, naquele momento ele poderia acordar os dois e ter vida dele de volta. Um carceiro bonito, não sei o que, e, porra, talvez dali podia ir pra um outro lugar, não sei o que. Podia ter mais problemas, podia também ser que não ter. Ele ia voltar pro que ele tinha antes. Ou, ele voltava pra prisão.
Um outro detalhezinho. Para poder salvar os outros iguais a ele. Eu não me lembro se tem essa cena aí ou ali, mas tem uma cena, outro callback para o original, que tem um momento que o Caesar, ele é muito inteligente, ele está construindo um Lego, uma coisa assim, um brinquedinho, que é a estátua da liberdade, que é o fim do original. Mas enfim. O filme tem uma espécie de simbolismo, até aquela coisa dele que ele usa para o Maurice, pegando vários gravetos, mostrando que um varieta é fácil de quebrar, mas vários juntos.
É difícil. É, foda. O grupo de varetos, né? Aquela coisa toda, é o símbolo da antiga Roma. Uau, maneiro. Que era como a Roma era representada, que era justamente vocês juntos, era mais forte que a origem do nome de César, né? Mas assim, desculpe aqui pra galera que conhece o filme bem, que a gente tá indo um pouco fora de ordem, né? Ele...
Ele só fala ou não depois que ele administra o gás para os amigos símios. É, primeiro que ele saiba que aquilo funciona daquela maneira, né?
É. Eu acho que ele... Tudo bem. Não, tudo bem. Eu tô só... Agora, agora a minha pergunta é, eu acho que ele também inalou, então ele já era mais inteligente, então ele fica ainda o mais inteligente dos inteligentes, sabe? É, eu acho que na hora que ele começa a inalar de novo, é até o momento que ele começa a falar de novo, falar de verdade, né? É isso, que eu nunca tinha notado isso. Até então ele não falava, ele era inteligente, ele entendia a comunicação, é, mas ele não falava.
Eu acho que essa segunda dose que ele tomou, ele já tinha dose no corpo, mas ele ficou ainda mais cognitivo, né? É. É o outro passo. Ele não tinha notado isso original. Ele finalmente fala e você vê o despertar dos olhos. E você vê que ele está dando um cheque no olho do... Para ver se os olhos estão com um beijo. Ele estava ciente daquilo quando... Ah, pelo visto sim.
Em paralelo a isso... Eu ia ter feito uma cena dele lendo o laptop do James Franco. Ele tá fora, só estudando. O óculos do Grimlis. Que é inteligente, né? Que ele coloca um terninho, um óculos. Isso é muito bom. Em paralelo, porém, a gente também é apresentado ao Koba, que é o vilão que a gente mencionou antes. Ele tá sendo testado a versão mais aguda do...
do remédio, e ele tá bem inteligente que ele já tá escrevendo, né? Inclusive ele tá escrevendo Jacobs, que é o nome do presidente lá do CEO, e o cara... Engraçado que o cara... Você sabe que Cuba era o apelido de Stalin? Foda. Mas vamos lá. Novamente, ele tem uma cara que só uma mãe pode amar, né? É... Quando Cuba olha pra você...
Daquele jeito, escrevendo seu nome deveria te dar uns calafrios, né? Mas o Jacobs diz, caramba, tá funcionando, yeah! Ele fica só empolgado porque ele só vê dollar signs, o cara, né? É, exato, é um cara muito... Quando o Jacobs viu, eu falei Cobo ou Jacobs? Ah, cara, sei lá. Bom, como é o... O Jacobs é o CEO, ele vê o Cobo escrevendo o nome Jacobs. Na verdade, ele usava no roteiro era uma mão mecânica, a robótica.
Ele ia operar. Só que a pessoa que fazia isso, cuidava disso, não pôde no dia da gravação. Aí os caras botaram só pra escrever. Ah, é? Era uma coisa mais... Só que fizeram um negócio escrito que, na verdade, pra mim, funcionou tão bem quanto.
Eu não entendi isso, não. O Cobo era pra escrever... O Cobo era pra... Ele era pra operar uma mão robótica. Mostrar que ele tava ficando inteligente. Ah, não, não. O Cobo é muito mais legal isso aqui, velho. Ele escreveu o nome e disse... É, aí os caras botaram essa opção na hora. Esse é o nome da minha dor, basicamente, o que ele tá dizendo. E eu vou... E você vai pagar caro por isso. E paga, sim. É, no fim, né? Porque aí a gente tem a grande rebelião.
E aquela cena do Brian Cox sendo... Ô, vou pra casa, hein? Boa noite. Aí tá saindo assim. Uma vez que...
os macacos agora estão com a dose administrada pelo você vê, parece que está tendo uma reunião ali na na área ali, na árvore aí a olhadinha da porra do
do Cesar, é muito maneiro. Muito bom. Ele vai falando, ele vai falando de todos, vão todos em grupo, assim, falando. É, todo mundo ministrando, assim. Aí o cara olha e pensa, bom, tá acontecendo alguma coisa aqui, mas eu acho que eu vou... É, é o equivalente ao monolito chegar no 2001.
Eu fico imaginando depois o Brian Cox comendo pipoca, vendo notícias em casa. Vendo o negócio pegando fogo. Ups, not my problem. Não, já são seis, né? Tenho compromisso. É hora do chope. É... E eu tava me lembrando do extermínio. O filme extermínio não começa com um macaco infectado. Os caras liberam isso que causa e cora fixa.
Na verdade, a gente começou a falar, a gente foi fazer esse filme, ou esse episódio, porque eu tava querendo fazer do Doze Macacos. Só que aí você achou que Doze Macacos era um pouco depressing demais. Eu não curto tanto quanto o Planeta dos Macacos. Ah, então vamos fazer o Planeta dos Macacos. Aí deu isso, nesse episódio.
Ah, mas todos os macacos é um que eu quero fazer também. Eu só não tava no mood. Não, eu não tava no mood, mas... Mas aí se você... Depressing, muito deprimente dos macacos. Aí depois você continua assistindo o Planeta dos Macacos, aí no final você tava todo deprimido. Bem deprimido. Pô, a trilogia é de cortar o coração, cara. Eu até me comovi no fim.
é muito fofo você ficou muito numa play of macacos crazy e aí a gente vai pro último arco do filme é muito maneiro que aí é só caos puro, que aí os macacos se revoltam o Cesar lidera a rebelião primeiro ele ele vai pro laboratório e eles fazem aquela parada muito sinistra de E E E
só um detalhezinho que logo no começo do dia da revolução ainda havia um jornal só indicando que a nave foi perdida no espaço então foi um dia complicado é porque as coisas estavam tudo em paralelo na verdade foi aqueles dias de anomalia
Sim, sim. Que mostra que tava tudo mais ou menos interrompado, né? Então ele... A nave tinha sido perdida, que é essa nave que depois vai voltar, anos depois, e já pra um planeta de macacos. Eu não vi a nova trilogia, a que vem depois dessa, né? Que vai mostrando isso. Não, não. Mas não tem trilogia ainda. Só teve um filme. Mas não tem uma segunda? Ah, vai ser uma trilogia também, não? Sim, vai ser uma trilogia, mas até o que eu vi do filme...
Não tem nada de astronauta nesse aí. Se passa 300 anos no futuro, eles ainda referenciam o Caesar como o cara. Os macacos falam e eles não lembram de uma época onde os humanos conseguiam falar. E aí tem a surpresa que tem uma personagem que fala...
Consegue falar e diz, caramba, humanos falam. Porque também a... Que foi um filme que foi um sucesso. Que os macacos nunca aprenderam a escrever nesse negócio. Então eles não têm um arquivo histórico das coisas, entendeu? Mas o cara acabou de botar o nome do cara. Foi? O cara escreveu. É verdade, é um furo aí na história, né? Acho que só não estavam na pilha.
Eles nunca conseguem chegar ao nível tecnológico dos humanos, entendeu? Quando a humanidade funcionava, mandou um cara... É, mas no Planeiros Macacos também era isso, né? Os caras eram uma maneira... Era mais avançado, mas era uma maneira ainda muito primitiva, comparado a...
É onde a gente chegou. Veículos. Exatamente, eles andam de cavalo. Mas tem várias cenas fodas na ponte, né? Que aí o Cisa começa a mostrar uma estratégia. Podia ter todo mundo por baixo e poupado tudo, né? Já que o objetivo era não matar humanos. Não, mas os orangotangos conseguem fazer isso bem, eu acho. Os outros não.
Os outros tem... O Cesar falou pros orangotangos ir pro baixo e aí o outro cara, os gorilas eram a frente, a porrada de frente. Teve toda uma estratégia. E aquela cena dele andando no metrozinho, não o metrozinho, o bondinho de São Francisco. Ele, ele, Maurício, acho que é o Rocket, que virou o melhor amigo dele.
E o gorila que vai sacrificar o... O Buck. O Buck é que morre, né? Aquela cena. Tem uma cena de muito caos aí, né? É muita macacada. Não, assim, a cena... O filme é muito bem filmado. A sequência é uma sequência bem maneira. Muito maneira. A cena da ponte é uma coisa impressionante.
E é muito caos, né? Primeiro que é o ser humano enfrentando um animal que não está cozido nem exatamente, não é igual, né? Então é outro raciocínio completamente diferente. E a maneira que é filmada, a coisa da névoa na ponte, os macacos indo por cima e os outros indo por baixo. Ah, é claro que aparece uma tropa de... Agora, não sei, do ponto de vista dos humanos, você acha que é uma boa ideia você atacar?
macacos usando cavalos. Não, eu acho ridículo. Não é melhor passar um tanque e atropelar todo mundo? Não, o cara com um macaco um cacetete em cima de um gorila. Esse cara não sabe nem o que é um gorila. Porra, cara. O gorila te mata, porra. O bicho não vai nem piscar com você fazendo isso. Porra.
É. Mas aí é uma coisa muito de... Fora de noção, sabe? Não tem como. Você já viu um vídeo do Flea tocando baixo com a Gorila Coco?
que ele levou baixo, é muito bonitinho ele leva o baixo, a Coco é uma gorila famosa, que é inteligente e doce, né, acho que ela gostava de gatinho, gente ela tinha um récord dela, né, de quantidade de palavras que ela conseguia então, mas aí ele foi lá tocar baixo pra ela, ela ficou muito legal, né
É um cara muito legal, né? É muito maneiro o cara. Mas aí ela se amarrou no som das cordas, aí ela ficava com o dedão nela, bom, bom, bom. Depois ela matou o Flea. Não, tô brincando. Ela quebrou o baixo do Flico na cabeça dele.
e aí tem todo esse negócio e aí eu não entendo, o Jacobs ele acompanha o helicóptero pra bater os caras, não sei qual era a função dele ele é CEO o cara disse jamais iria de helicóptero e jamais deixariam esse cara entrar no helicóptero
É, seria que nem o Elon Musk ia acompanhando. É, embora o Elon Musk até faria isso. É, embora o Kid Rock agora anda nos helicópteros do governo Trump. Assim, na época era tudo muito absurdo. Hoje em dia você olha e acho que é tudo muito possível. É, parece... O que ser humano faria isso? Não, acho que até aconteceria assim. Ah, mas o que é que levaria e saia injetando coisa? Hoje em dia acho que acontece. Acho que acontece. Acho que roubam mesmo. Acho que...
acho que tudo é possível menos o macaco falar inglês de resto a gente tá num timeline bizarro então hoje em dia eu já acho agora é claro que botaram também o CEO pra fazer isso pra poder ter a cena do vilão final do Cobas poder matar ele
Porque primeiro vai o Gorila pra dentro do helicóptero. O Gorila vai e se sacrifica, porque os caras estão com uma metralhadora fuzilando os macacos e o Gorila que tem uma... Você vê que ele tem uma versão muito respeitosa do do Caesar, ele se sacrifica. E é uma cena bem triste, né? E aí é o ponto final na relacionamento do E aí
Do Cesar com a humanidade, né? Ele já chega lá, você vê que ele mata o... Não, não, do Cesar não. Tem uma cena que ele mata o... O Malfoy morre. Ele quer sair, mas ele é bem ok com a humanidade, inclusive no segundo filme. É, mas a gente esqueceu de falar que ele mata o Malfoy, mas sem querer, né? Que o Malfoy vai soltar aquela eletricidade, ele joga água e ele morre. Você vê um arrependimento no olhar do Cesar. É, mas aí matar o Malfoy não é exatamente um...
Não, não há grande perca, eu sei. Mas ele não é, ele não tinha essa coisa de... Que ele depois outros querem partir pra cima do outro cara, ele diz não de novo, ele diz, ó, não, esse aqui, deixa ele tranquilo, bota ele na jaula como a gente ficava, deixa ele em paz. Mas ele não tem essa... o vibe sanguinar que o Koba tem pela humanidade.
E o Coburn já tá também Coburn tá se divertindo, né? Coburn tá aloprando já. Se fizer uma sequência e ele sobreviver, esse cara vai ser um problema. E não é que é? É, então, é... Eu teria optado por uma coisa, ele nunca ser um problema. Ele só ser um... mais violento, mais explosivo, né? Aquele personagem mais explosivo, mas não, sinceramente, um personagem que vai pra um lado do...
Embora, assim, falar por um lado mal é uma coisa um pouco... Mas então, se tirassem as cicatrizes da cara dele, poderia ter um erro? Não, não, eu acho que... Só falando isso, porque a questão dele é por um lado mal, na verdade, ele só tem uma maneira de interpretar. Ele estava interpretando como se o ser humano estava sempre pronto para machucar o...
Ele não teve uma relação... Porque o Cícero teve uma relação... Ele viu o bom da humanidade. O outro só viu a coisa ruim. Então ele tem essa coisa de... Eu acho foda, cara. Eu tenho zero... É totalmente compreensível por que ele faz aquilo daquela maneira. Inclusive os homens que aparecem tanto no 2 quanto no 3.
a humanidade também é vista como uma humanidade com medo, uma humanidade que é naturalmente violenta, mas são vários tipos de pessoas diferentes tentando fazer o que acham que é certo. É, exatamente. Não existe aquela coisa, eu sou mal porque eu sou mal. Tipo o Zorg do Quinto Elemento.
Cara, eu sou mal. Saca? Não, você não tem isso. Por sinal, o Zorch está na sequência do... Está na sequência, inclusive. Mas não é um cara ruim. Ele acaba sendo antagonista aos macacos. Mas não é um antagonista. O Cobo é um antagonista do filme. Não, acaba sendo porque é ele que causa tudo. Mas é até a conclusão. No final do Cícero é muito foda. No final do 2, né? Que parece assim, ah não, agora a gente vai ter que sair. Ah, mas, cara, o macaco começou a guerra. Agora a guerra. Sacou?
eu esqueci de falar da trilha um pouco aqui essa trilha dos três filmes pra mim é a menos interessante, não é ruim não, mas não é uma memorável foi composta pelo Patrick Doyle que coincidentemente também fez a trilha do Harry Potter Goblet, acho que o quarto filme do Harry Potter é o Cálice de o Cálice de
Eu acho que algumas trilhas Eu sei que era feita pelo John Williams O negócio principal, mas acho que Depois o John Williams Usaram os temas O John Williams criava o tema E os caras faziam, acho, não sei bem O William se lembra de mim, porra, tem mais o que fazer Do que ficar fazendo oito, nove filmes Sonoras de Harry Potter Fiz a primeira, ficou muito boa Fiz mais algumas, depois falou Bom, gente, toca aí, né E aí
Agora, tem um momento dessa trilha que ela não é bombástica de percussão. Ela parece estar bem inspirada no trabalho do Hans Zimmer, que na época estava bombando por conta do Inception, lembra? Que tinha saído do Inception um ano antes. Mas tem um momento lá no fim...
Quando o Cesar vai para a floresta e consegue meio que atravessar a ponte Rio Niterói lá, e chegar no... Rio Niterói não, é Golden Gate. E chegar onde ele foi ver as árvores, pular nas árvores pela primeira vez, que ele foi lá no piquenique com o James Franco.
e agora ele trouxe todos os macacos que vão morar naquela selva e aí a gente tem a trilha que é uma trilha muito emocional dele subindo, ela acompanha ele e os amigos vendo tem pitadas de Blade Runner misturado
Se Blade Runner e Prometheus tivessem um filho Manomalia? Fizessem um sexo gostoso e tivessem um filho daria nessa trilha final que conclui o filme, sabe? E... Isso é diferente.
É, depois quem tomou foi o Michael Janquino, acho que fez as sequências, e o Michael Janquino eu gosto muito desse cara porque ele fez a trilha, acho que uma das melhores trilhas para séries de televisão que eu lembro, que era a de Lost, que era muito cinematográfica a trilha do cara, tinha momentos belíssimos, sabe? E certamente ele traz isso para as sequências do...
Planeta do Macaco, Dawn of the Planet of the Apes e War do Planet of the Apes, sabe? E para o cinema também ele fez muita, muita coisa boa. Você até me mandou, você até comentou que eu estava vendo o terceiro. A trilha do 3 foi uma trilha que me chamou a atenção, porque as outras na verdade não me chamaram tanta atenção não. As não me chamaram, não achava ruim, mas também não achava particularmente bonito. Acho que o 3 também, por ser um filme mais...
mais melancólico, muito mais que é chamado de character driven, muito mais movido por personagem, porque o primeiro é um filme de introdução, muita coisa acontecendo o segundo é um filme de ação praticamente
Mas o terceiro é muito filme de personagem Você tem, porra, caminhadas Você tem diálogos Você tem todo tipo de coisa Acontecendo, né Então ele é um filme muito mais melancólico Uma coisa muito mais não sei o que Então é o momento que eu acho que a trilha Ela funciona muito bem
ele também tinha feito a do segundo filme, acho que você comentou mas a do terceiro foi o segundo também é mesmo do Batman também ele fez aquela do Star Trek, do remake ele fez também, fez muito ele faz muita trilha fez várias coisas pra Marvel a gente tá falando mais do cara que não fez essa trilha do filme, o Patrick eu tô falando do outro eu acho também que o ritmo e depois
da trilha desse aqui, ele é... Ele tem momentos de leveza, de tristeza. Ele trabalha muito bem. Não tem nenhum momento de dizer, pô, o cara escolheu uma trilha escrota aqui. É sempre muito bem feito, com bastante classe. Ela não é tão destacada assim pra mim. Mas enfim, mas é isso. E eu ainda recomendo que...
Quem esteja escutando e que ficou intrigado ou com saudade de ver esses filmes de novo, eu sugiro que assista em sequência os três, como se você fosse... Diz que é uma minissérie. Estou vendo uma minissérie, não um filme. Aí você pega um...
uns dias, não precisa ver um dia só você pega um pouco o tempo de diferença de um pro outro eu fiz dentro de uma semana onde os personagens estavam bem fresquinhos no meu cérebro, na minha memória que já tá ficando pior e pior você tá que nem o John Linton John Linton não, ainda não é talvez a gente precise arranjar uma cura pra Alzheimer e
É. Não pode dar errado. O...
vale a pena a experiência eu acho que eu apreciei mais todos os filmes como um conjunto do que individualmente, sabe que você vê o arco o arco é muito bem traçado nos três filmes eu sei que a primeira equipe é diferente a segunda equipe os dois segundos filmes foram outra equipe que fez mas eles conseguiram ficar bem coesos com a
que foi começado no primeiro, que termina com o cara de volta na selva, na selva não, na floresta. Na floresta lá, naquele bosque, sei lá. Ele chega para lá para o James Franco, ele salva o James... Tem uma cena marcante que você diz, pô, e aí que eu digo, esse arco vai ser elaborado. Porque o Koba é o primeiro cara a encontrar o James Franco. E o James Franco...
James Franco rouba uma viatura da polícia que está detonada ali pelos apes.
E tenta seguir os macacos, né? Logo depois que o Coba empurra o helicóptero danificado com o Jacobs dentro. Que é a vingança de Coba. Que o Jace sobreviveu só pra poder morrer aí, né? É. É nem sentido ele ter sobrevivido, mas só pra... Pô, vamos botar ali só pra... Não, e inicialmente parece que vai ser o Cisa que vai fazer, mas o Cisa diz não, ó. Coba, tá contigo, garoto. Manda ver. E o cara joga o helicóptero lá embaixo e o vilão morre, né? É, o vilão morre.
de forma bem patética, lá embaixo. Batendo na água ali do... É, aqui, né? Final de vilão, né? Vilão, é. É, final de vilão. Botaram ali claramente pra... Aí no Bosque, o James Franco encontra o... Tá procurando o Cisa, Cisa? E quem ele encontra é o Koba. E o Koba já tá partindo pra cima dele. E logo ali, cara, é muito deep essa coisa, porque o...
o Cesar, claro, que chega pra defender o James Franco, dá um chega pra lá pro Koba, fica uma pulga atrás da orelha do Koba pro próximo que o cara gosta dos humanos mais do que os apes que é todo o enredo do Koba é aquela revolta com ele e diz, ah, você parece encostar dos humanos e aí ele arma, e é muito foda a sequência que ele arma uma... o Koba também é bem malandro, né? ele causa uma guerra com uma false flag operation
Ele tenta matar, ele acha que matou Botando a culpa nos humanos De maneira que os macacos se revoltem com os humanos E começa a guerra E aí aquela cena gloriosa Aquela cena deles aprendendo a usar Metralhadoras, cara É foda, cara Que filme foda Cara, te digo, quando você vê do primeiro até o terceiro Não posso falar isso Enough times Façam isso Não, tô brincando Vai no teu tempo
e o filme termina com um pós-crédito que a gente vê aquele o vizinho do John Lithgow, na verdade ele era um piloto e ele foi, em algum momento ele é exposto ao paciente zero que é o nosso amigo lá do laboratório que numa desses experimentos
Ninguém nunca se preocupou em curar o cara. Segundo o vírus. Não mandaram ele pra casa, o cara. O cara foi contaminado claramente com uma roupinha vagabunda, com roupinha de Covid no metrô. Muito menos. Ah, meu Deus, você foi contaminado, né? Bom, melhor você ir pra casa, então. A gente só vê o fim dos pós-créditos, o cara no aeroporto, o nariz do piloto começa a sangrar.
E mesmo assim ele embarca no... É todo mundo muito despreocupado no planeta Terra, né? É, mas é basicamente o final do Doze Macacos, né? Doze Macacos, acaba assim. Só que no Doze Macacos é uma coisa que faz mais sentido, né? Que o cara, como era terrorista, ele tinha comprado passagem pra várias partes do mundo e ia levar o vírus. Exatamente.
Mas é isso, né, cara? Acho que esse é o ganho de filme. Fiquei feliz. Vou rever esse filme de novo em breve. Agora eu estou com um macaco no cérebro.
muito obrigado a todo mundo que teve essa paciência eu sei que a gente anda fazendo muitos episódios com macacos a gente fez King Kong pouco tempo atrás a gente já passou tempos tentando lembrar todos os macacos do filme agora esse é o quarto, quinto que apareceu o macaco porque teve esse King Kong teve o John Malkovich John Malkovich
Ou a mosca. A mosca é do macaco. Ah, porra, agora eu tô esquecendo. Sempre esqueço. Ah, claro, extermínio. Extermínio. Mas com o macaco. Certamente eu vou lembrar de mais um ou três. Mas acho que é isso. Mas eu não acho que ninguém importa. É, acho que isso importa. Bom, mas é isso. Muito obrigado, hein? Até a próxima.