Episódios de Encontroverso Podcast

EV 168 - A BURRICE humana não tem limites

06 de julho de 20261h6min
0:00 / 1:06:37

Tem gente que erra.

Tem gente que erra feio.

E tem gente que erra de um jeito tão absurdo que vira notícia, entra para a história e faz a humanidade inteira parar por alguns segundos e pensar:

“Não é possível que alguém achou que isso ia dar certo.”

No episódio de hoje, o Encontroverso mergulha em casos inacreditáveis de decisões ruins, planos desastrosos, ideias imprudentes e momentos em que a confiança passou muito longe do bom senso.

Sem spoiler: é um episódio sobre aquelas histórias que provam que, às vezes, o maior inimigo do ser humano é ele mesmo.

Como diria o Mundo Canibal, vamos falar hoje sobre As Pessoas Mais Inteligentemente Burras da Terrra!

Dê o play e venha passar raiva, rir e questionar o futuro da espécie com a gente.

Músicas utilizadas neste episódio sob licença Creative Commons:

Hidden Agenda, de Kevin MacLeod
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Hyperfun, de Kevin MacLeod
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Wallpaper, de Kevin MacLeod
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Participantes neste episódio4
S

Santiago

Host
G

GG

Co-host
T

Tony Farias

Co-host
Y

Yara

Co-host
Assuntos14
  • Negociações Diplomáticas FalhasGengis Khan · Império Corasmio · Decapitação de embaixadores
  • Entrada e saída intencional da internetCorte de cabo de fibra óptica · Idosa de 75 anos · Armênia
  • O Ladrão: A Perda InesperadaLadrão tenta roubar loja de armas · Ladrão tenta assaltar com suco de limão · Ladrão tenta assaltar com cheque
  • Contexto esportivoChute de Felipe Melo na Holanda · Mordida de Suárez em Gana · Mão de Deus de Maradona · Cabeçada de Zidane
  • Restauração de Obras de Arte e MonumentosRestauração de pintura de Jesus · Dona Cecília Gimenez · Pintura de 1930
  • Golpe do Valet FalsoCompra de dinheiro falso pela internet · Golpista não entrega dinheiro falso
  • Venda de oxigênio enlatadoOxigênio enlatado da China · Montanhas Rochosas Canadenses · Similaridade com o filme Lorax
  • Rotina e trabalho do apresentadorPergunta insensível a tetraplégica · Luciano Huck · Entrevista com atleta paralímpica
  • Uso de cannabis e experiênciasQueima de 3,3 toneladas de maconha · Indonésia · Moradores chapados
  • Navios e marinhaNavio Ever Given no Canal de Suez · Capitão de navio italiano · Cruzeiro italiano
  • Agências de organização de maratonasFaixa de chegada virada · Atleta desvia da linha de chegada
  • Interpretação e Gênero na BíbliaInterpretação de 'adúltera' · Pastor · Bíblia
  • Segunda Tentativa de HomicídioAtirar em rival e acertar cliente · Mulher atiradora
  • Armas e tiroTiro acidental no pé · Disparo automático de arma
Transcrição441 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

Olá e bem-vindos ao Em Controverso, o podcast que tá indo inteligentemente rumo ao Hexa. Aqui, eita, o pior é que esse episódio vai sair segunda, pode ser. É Mick Jagger, tomara que essa frase de entrada não dê azar, porque estamos gravando isso no dia que o Brasil eliminou o Japão, logo depois do jogo, e a alegria tá grande aqui. Bom, olá e bem-vindos ao Em Controverso, o podcast mais inteligentemente inteligente da podosfera.

Aqui discutimos tudo que pode causar controvérsia ou não. Então sente-se, relaxe e prepare-se para se juntar à nossa conversa. Quer nos ajudar a criar uma pauta? Escuta as dicas da nossa assistente mais inteligente do mundo.

?Voz B

Fala, galerinha do Encontro Verso! Queria convidar vocês a escutarem o podcast do Encontro Verso, o melhor podcast da podosfera.

?Voz C

Quem quiser sugerir um tema, é só mandar lá no nosso email ou então no site E quem quiser apoiar Encontro Avesso, é só entrar no site do iApoia.se, que é www.apoia.se/encontroaverso.

?Voz B

Você pode apoiar o nosso podcast a partir de R$2.

?Voz C

Um super beijo, um bom podcast para você. Beijo, boa noite, tchau!

?Voz A

Eu sou o Santiago e, cara, eu sabia que a burrice humana era antiga, mas quando eu fui pesquisar a pauta para esse episódio Vem de muito tempo.

?Voz C

Fala, seus desajustados. Aqui quem fala é GG. Vem, meteoro, vem. Acaba com esse sofrimento.

?Voz D

Fala, meu povo, aqui é Tony Farias. Eu não sou muito inteligente, mas tem gente que tá de parabéns aí.

?Voz B

Oi, pessoal, aqui é Yara. Sim, é Yara, eu não tenho frase e não garanto que eu vou terminar o episódio porque eu tô sem voz.

?Voz A

Sim, é Yara, eu não tenho frase e não garanto que eu vou terminar o episódio porque eu tô sem voz.

?Voz B

Cadê eu, porra?

?Voz A

Bom, galera, como vocês ouviram na nossa reunião de pauta, a gente vai gravar sobre as pessoas mais inteligentemente burras da Terra. Faz sentido. Você está no Em Controversa, o podcast onde todos os temas se convergem. Qual é o único estado do Brasil que começa com a letra C? Califórnia.

?Voz B

Hã? Califórnia.

?Voz C

Não, está—

?Voz A

Não, na Califórnia, não no Brasil. E aí, como ele foi quem trouxe o tema, ele quem sugeriu, GG, qual foi aí na sua extensa pesquisa que você fez a notícia que lhe marcou, né, que disse assim, cara, eu não acredito que o ser humano é capaz disso?

?Voz C

Cara, tem uma clássica que assim eu pelejei para achar que era mentira, que é a do cara que tava no clube de tiro, né, e aí ele pegou e foi dar um tiro no clube de tiro e falhou a arma, né? A arma falhou. Aí ele achou, por via das dúvidas, né, que a melhor atitude para checar uma arma que tinha falhado era dar o golpe na arma de novo, né, e atirar olhando para a arma.

?Voz A

Puta que pariu!

?Voz C

Aí assim, não dá para— ai, que burro!

?Voz A

Não deu certo. Quer dizer, a arma deu certo, mas a história não deu certo.

?Voz C

Não dá para não colocar ele no primeiro lugar, tá, parça? Juro que eu tentei assim, tem uns massa que eu eu conheço, que eu tentei botar aqui, mas esse aí pra mim, de todos, né, bicho?

?Voz A

É Darwin. Darwin não erra, né?

?Voz C

Não dá, esse aí não dá. Eu fiquei pensando, eu, cara, mas como é que o cara que trabalha com arma, o cara que tem arma, ele passa por um processo desse, cara?

?Voz A

A impressão que é até difícil acreditar que não foi de propósito, né?

?Voz C

Então, mas não foi, né? Não foi, tá filmado isso, entendeu? Ah, não, mas assim, tem outra também que eu achei muito burra, né? Mas assim, esse aí pelo menos tem um fundinho, um fundíbulo de inteligência na preparado, entendeu? Mas esse aí não, esse é burro total, esse é burro total, irmão.

?Voz B

Eu tenho um caso na família do policial que deu tiro no próprio pé.

?Voz A

Que foi?

?Voz D

Isso é até normal.

?Voz C

Não, aí, aí, calma aí, calma aí, aí eu vou defender. Não, pera aí, porque tinha aí, ele foi atirar e disparou antes? Não, mas tinha, mas tinha uma arma da Taurus, eu não me engano era PT-853, que ela disparava sozinha, até banida. Ela tinha até banida. E o cara mostrou isso aí, ele pegava a arma que ia pelo cabo sem estar nem com o dedo no gatilho, ele sacudia, a bicha disparava.

?Voz B

Vamos fingir que é essa então, só para—

?Voz A

eles depois até colocaram um mecanismo de trava da Taurus que eu achava horrível, cara, que era aquele que você, quando você pegava no cabo da arma com a parte aqui onde o polegar faz a curva É o Beaver, ele chama Beaver Tail. Ela, a trava era ali, cara, era horrível de atirar com ela porque você tinha que apertar assim, você tinha que apertar para fazer a pressão com a mão encaixada, né? Com a mão encaixada assim não dava para tu fazer, por exemplo, um policial, né, que numa ação ele vai atirar e tá sem apoio, ele podia ser que ele não conseguisse destravar a arma para atirar.

Foi por causa dessa, dessas paradas, eu acho, cara. Teve um aqui que eu tava pesquisando, né? E aí eu fui pesquisar, cara, E aí esse daqui é de 1218, antiga. Mas todo mundo aqui, né, já ouviu falar em Gengis Khan e imagina que ele era um cara não muito simpático para você contrariar, né?

?Voz D

Poucas ideias, né?

?Voz A

Imagina na época, né? Se até hoje, mil anos, quase 2000 anos depois, a fama dele ainda permanece, imagina na época.

?Voz C

Diz que foi o cara que mais comeu gente na face da terra, né?

?Voz A

Em que sentido?

?Voz C

No sentido que você tá pensando mesmo, não literal não. Sentido bíblico, bíblico mesmo. Diz que, se eu não me engano, alguém falou uma época que mais de 30% da população tinha os genes dele.

?Voz A

Aí olha a história.

?Voz C

E não, se juntar o que o Latino, o Rully Iglesias e o David Beckham comeu, não dá o dele.

?Voz A

E o Mr. Catra?

?Voz C

Mr. Catra não comeu muito dele, só fazia menina, né?

?Voz A

Ele era bom de mira, né?

?Voz C

É bom de mira, efetivo. Não confunda metralhadora com sniper.

?Voz A

Ó, Gigi, escuta aqui, ó. Inalchuk, governador da cidade de Otrar, Império Corasmio, mandou decapitar os embaixadores comerciais enviados por Gengis Khan e roubou as mercadorias. O Gengis Khan tentou ser diplomático e enviou mais 3 diplomatas, Ele raspou a barba de dois e decapitou o terceiro. Aí o Gengis Khan foi, invadiu a cidade dele com 200 mil homens, massacrou a população e matou ele derramando prata derretida nos olhos e na boca dele.

?Voz C

Porra, por que tanta violência, rapaz? Aí, aí, aí, isso aí, quando ele fez o primeiro, aí o cara falou: é contra quantos, Leônidas? Aí o cara: não, confia, fala 300, confia que eu vou resolver. Leônidas, tu tem que parar de arrumar essas confusão, Leônidas. Olha, você tem que parar de arrumar essas confusão, cara. Agora é uma cidade de— o nome da cidade é Cidade de Idiotas, né? Acho que esqueceram uma letra. Não, mas esqueceram uma sílaba aí. Idiotas.

?Voz A

Mas como é que tu vai pegar um exército, um cara que tem um exército de mais de 200 mil homens e é o cara que tá conquistando tudo, e tu vai decapitar os embaixadores dele duas vezes?

?Voz C

O exército dele não tem mais, não tem 200 só não. Ele levou 200, ele pegou só esses.

?Voz A

É verdade.

?Voz C

Como só vocês estão aqui para poder fazer uma baguncinha ali, só o pessoal que tá aqui no churrasco, né? É no churrasco, ele não chamou a galera. Ele no botão do YouTube: gente, vai ter uma confusão ali, vamos lá me ajudar. Não, ele disse assim: só vocês aqui que estão aqui ao redor, vamos fazer, resolver uma parada ali com pau no cu que tá ali frescando.

?Voz A

Foi só isso, mas para tu ver como a burrice humana ela antecede a internet.

?Voz D

Seguindo a história lá do GG, né, do cara que foi Observar, eu lembrei daquele caso lá da Strábica, que ela foi matar uma, foi atirar na rival e acertou e matou um cliente por engano num bar.

?Voz C

Aí não, que pariu, bicho.

?Voz D

E assim, cara, não é isso, não é piada não, velho, não é piada não.

?Voz C

É piada?

?Voz D

É não, é não, é não. Eu vou provar aqui, ó, g1globo.com.

?Voz C

Caralho, eu penso que quando eu penso assim Não é possível o ser humano ser tão absurdo desse jeito. Ela tá parada aí, ó, ó.

?Voz B

Que que foi, caralho? Tô lendo, fala aí, eu tô escutando.

?Voz C

Tu já viu alguém ler mais horrorosamente do que essa infeliz tá lendo? Ela parece que o tio Paulo tá lendo uma coisa lá na fila do banco.

?Voz A

Aí, essa é uma boa notícia, Gegê. Essa notícia é boa, Gegê.

?Voz C

O quê?

?Voz D

A do tio Paulo.

?Voz A

A do tio Paulo.

?Voz C

A mulher assim, ó. Porque o vesgo mais legal é o vesgo que vai para cada um, o Severo, né?

?Voz D

Cai cada um para esquina, une o prato, outro lugar.

?Voz C

O mesmo canto é paia.

?Voz A

É 8 ou 80, né? Esse aí é 40 e 40. Ela é um reto e um torto, mano.

?Voz C

Sem putaria, se existir uma coisa mais gasturenta, eu falei sem preconceito nenhum, do que conversar com vesgo, você não sabe para onde olhar, irmão.

?Voz D

É foda, velho, é foda. Já aconteceu comigo, pô.

?Voz C

É, você fica puta sem graça, irmão. Já aconteceu comigo, pô.

?Voz D

A pessoa falou comigo, eu não respondi, ela achou que eu era grosso.

?Voz A

Mas é ruim, cara, é ruim.

?Voz D

Isso foi no ensino médio, pô. Sabe o pior, cara? Anos, anos depois dessa situação, eu estudava na mesma época que eu no ensino médio. Bicho, a mulher não é minha vizinha, pô. Parede com parede.

?Voz C

Aí é foda. Mas ela te perdoou já? Ou tu disse não, porque não sabe como é que era comigo?

?Voz D

Passou, passou a grosseria, mas ninguém reclamou nada, entendeu? Ela não falou nada nem nada, só que eu percebi o que aconteceu, né?

?Voz A

O Neucursos era conflito, né?

?Voz C

Eu tinha um professor que era vesgo e ele até hoje pensa que eu sou pior do que eu sou de verdade, porque ele disse assim: você aí, sai de sala! E aí eu continuei conversando, ele tava olhando pra outra pessoa. Aí ele disse assim: você não tá me escutando não? Você é muito mal educado mesmo! E eu continuei conversando porque ele tava olhando pra outra pessoa. Aí ele: meu filho, como é seu nome? E eu continuei sem responder, bicho, porque ele tava olhando pra outra pessoa. Aí ele, você mesmo. Aí quando ele apontou, aí eu disse, aí é comigo?

?Voz D

Mas apontou certo.

?Voz C

Aí ele apontou certo, aí eu disse, aí é comigo? Foi mal então, tô indo. Eu não tenho que sair.

?Voz D

De jeito, tu devia ter dito assim, ó, macho, seguinte, quando for falar comigo, fecha um olho, que eu sei que você tá olhando pra mim.

?Voz C

Não, ele era, ele era pior do que vesgo, Tony. O Zé Maria vai saber. Zé Maria, tu sabe, cê lembra daquele sintoma chamado nistagmo? Nistagmo. Uma lesão cerebelar, que o olho fica assim, ó.

?Voz A

É porque o nistagmo, ele vai... exatamente, ele fica oscilando. Quem tem muito nistagmo é albino. No albinismo é muito comum o nistagmo.

?Voz C

Aí, o olho dele ficava assim, ó, pulando pra um lado, pulando pro outro, pulando pra um lado, pulando... E aí, você fala, pô, tá olhando pra onde, velho?

?Voz D

Pra mim não é.

?Voz C

Pode ser a sala inteira. É tipo um radar de aeroporto que fica só girando assim, ó.

?Voz D

A bonequinha lá do Round 6.

?Voz A

Corujita, né?

?Voz C

Isso foi na faculdade, viu? Não foi nem no colégio não, foi na faculdade. Na cadeira de antropologia.

?Voz A

Era uma antena, né? Era da Xirra que ficava com os olhos assim, que virava os olhos para o lado.

?Voz C

Eu não lembro, mas acho que era uma antena. Era um dos olhão mesmo. Era, foi isso, foi, bicho. Caralho, o bicho falou, ele, esse bicho deve estar pensando que eu sou muito mal educado, só pensando que ele tava falando com outra pessoa, pô.

?Voz D

Os cara faz muita zoeira, velho. Eu vi um vídeo do cara, bicho, ele era deficiente, pô, da perna, ele não conseguia andar direito, as pernas dele não, vamos dizer assim, não respondia tão bem assim encontrar a vontade dele. Aí o que é que o bicho fez? Foi atiçar uma abelha, macho. O bicho chegou lá, deu uma montada num poste, tá ligado? Ele foi, enfiou a mão na abelha e saiu correndo. As abelhas pegando ele, se ele conseguir correr direito.

Aí o bicho saiu aqui, ó, se batendo. Esse é o típico vídeo que o GG olha, olha, assiste, se acaba de rir, macho.

?Voz C

Por que só eu? Tu não ri não, filho da puta? Tu ri também, viu?

?Voz D

Não, bicho, mas tu tá de parabéns, GG.

?Voz A

Tô ainda manda, né? Tô ainda manda pra gente, né, GG?

?Voz D

Não, velho, mal jeito tá de parabéns, velho.

?Voz C

Madre Teresa de Calcutá.

?Voz A

E tu, Yara, separou alguma história dessa pra gente?

?Voz B

É pior que tragédia, né, velho? Não tem jeito, é recente.

?Voz A

O pior é que sempre essas burrias sempre termina em tragédia.

?Voz B

Eu tava assim, puta que pariu, né? Vou mandar pra vocês, mas aconteceu ontem lá no Rio. O homem, ele subiu num penhasco, foi pra se virar pra tirar uma foto. Foi fazer ponte, ele caiu, velho, ladeira abaixo.

?Voz C

Eu vi isso aí, bem feito, sem cordas, sem nada, tá?

?Voz B

Da menina que morreu ali, meia, pelo menos achou que tava com corda no pé. Mas esse aqui foi muito burrice, velho. Vou mandar o link para vocês. Não tem lógica, não tem lógica.

?Voz C

Será que é pecado rir de gente que morre burramente assim, tipo esse cara que deu tiro na cabeça?

?Voz B

Vai ser só mais um dos meus pecados hoje, para conta.

?Voz C

Não, só é só, é só para saber que eu vou continuar fazendo do mesmo jeito.

?Voz D

Não é para parar não, macho. A história da extrábica aqui é a notícia do UOL, é mais engraçado o título da notícia, pô. Tem aqui, né, esse do G1 tá assim, ó: jovem extrábica atira em rival, mas mata cliente por engano. Aí o do UOL tá assim, ó: mulher extrábica é presa após mirar em uma pessoa e matar outra.

?Voz C

Mas eu queria entender o seguinte, ela, ela, quando ela fala de rival, é por quê?

?Voz B

Porque o zóio da outra era normal?

?Voz C

O lado da eficiência era outra.

?Voz D

Não, pô, traição, traição, pô.

?Voz C

Ah tá, foi chifre. Rival é chifre.

?Voz D

Machucou o apelido da mulher, né, Vesga, velho? E no outro, no outro tem uma foto. Deixa eu mandar.

?Voz A

O apelido é Vesga?

?Voz C

Não me diga!

?Voz A

Que isso? Para surpresa de total, dizendo que o apelido dela é Vesga, né?

?Voz D

A notícia do UOL aí, bicho. Tem uma foto dela aqui que é foda, velho. Véio, vê o vídeo.

?Voz B

Que cabaçada desse cara, velho. Ô, mas muita gente morre tentando fazer essas coisas.

?Voz C

É, que eu diga, Deolane, né, ficou famosa graças a um trouxa desse.

?Voz B

Tivesse ficado quietinho em casa, nada disso tinha acontecido. É, escuta, mãe.

?Voz A

E tu, Gegê, qual é outra notícia que vai trazer?

?Voz C

Cara, eu também tenho uma aqui, eu achei essa muito boa. Eu vou, eu vou reduzindo, né. Essa daí é a primeira que eu falei, eu falei a nível mundial, né. Agora eu vou falar a nível Brasil, né, pois mais pessoas conhecem. A gente, eu não posso deixar de comentar na jumentice, né, de um cara que era para ser altamente preparado, né. É um apresentador de televisão, pô, o cara preparado. Apresentador inclusive era um dos programas mais de mais audiência, e agora continua sendo, né, com a Luciano Huck.

Quando ele pegou a Laís alguma coisa, paraplégica, ali foi foda, né? Puta que pariu, bicho! A pobre paraplégica, tetraplégica, paraplégica não, vou corrigir, tetraplégica. E aí ele pega, vê ela com a tatuagem na perna, e aí ele pega e fala assim: você fez essa tatuagem quando? Aí ela disse assim: não, eu Há um mês atrás, depois de eu ganhar uma medalha paralímpica, não sei o quê, para superação do meu acidente, tal, tal, tal. Ele pega e diz assim: e doeu? Cara, que clima merda, bicho.

?Voz A

Mas isso é o tipo de pergunta que você não precisa fazer, né?

?Voz C

Tipo assim, cara, uma paraplégica então, irmão, né?

?Voz A

Pois é, eu digo assim, você não precisa fazer nem para uma pessoa que não tem, tipo assim, uma pergunta que não iria acrescentar em nada a entrevista, e você ainda faz para uma paraplégica.

?Voz C

Tá de parabéns.

?Voz A

É, cara, Luciano Huck. Inclusive, esse troféu podia ser Troféu Luciano Huck, né?

?Voz C

É, devia. Se fosse homenagear uma personalidade nacional, né? Mas depois eu vou trazer uma personalidade regional e também tem uma história muito boa.

?Voz A

Mas a que eu vou trazer aqui, eu tava pesquisando, foi uma, uma velha. Esse aqui é homenagem ao GG. Uma velha de 75 anos que não tinha o que fazer, ela foi cavar buraco para achar cobre.

?Voz B

Eu vi essa.

?Voz A

E aí ela achou um cabo de fibra óptica e cortou, e ela deixou o país inteiro, que é a Armênia, sem internet. Ela derrubou a internet do país inteiro.

?Voz C

Caralho, é uma heroína, viu, bicho?

?Voz A

75 anos, ela não derrubou a internet do prédio, do bairro, ela derrubou a internet do país.

?Voz C

Tem que fazer, tem que bater palma para o profissional, viu, irmão? Bater uma salva de palma aqui para o profissional. Pera aí, pera aí, vamos lá, aplausos. Palma para ela aí, palma para ela, aplauso para ela.

?Voz D

Ei, continuando com véia, bicho, é aquela história lá da restauração da pintura, hein, daquele Esse Homo.

?Voz A

Mas essa aí merece entrar também ali, ali foi foda, velho.

?Voz C

É, merece esse daí, bicho.

?Voz D

Puta que pariu, aquilo ali não existe não, velho.

?Voz C

Essa aí merece, essa tem seu valor.

?Voz A

Quer trazer, Tony, logo?

?Voz D

Cara, eu vou procurar o texto completo para poder detalhar melhor. Deixa eu pegar aqui rapidinho.

?Voz A

Eu não sei o que foi o desfecho dessa, dessa véia, quanto tempo foi que ficou.

?Voz D

Macho, sabe o pior, pô?

?Voz A

Ela foi presa?

?Voz D

Não, pô, é, a véia reverteu, ela reverteu a situação para em favor dela, que ela disse que tava se sentindo atacada, algo do tipo, e conseguiu uma indenização por isso.

?Voz A

Ah não, cara, foi, pô. Ela, o que que tu acha, Jeito, que ela está sendo atacada por isso?

?Voz C

Eu acho que vale a pena, né? É justo, é justo, é justo, faz sentido, né? Faz sentido.

?Voz D

Tu tá ligado, Yara, que história é essa?

?Voz A

Coitado, ficaram 5 horas. Ah, tu tá falando do Edson Homo, né?

?Voz D

É, deixa eu pegar aqui.

?Voz A

Ah, eu pensei que era, tá falando daquela véia do, da internet. Da internet, a véia foi condenada a 3 anos de prisão, mas como deve ser velha, não deve ficar preso não.

?Voz D

Ó, Yara, essa aqui no chat da gravação, não sei se tu já viu essa história. Esse é o quadro, essa é a pintura original, certo? Ela tava precisando ser restaurada. Deixa eu pegar o resultado da restauração. Meu Deus, bicho, não tem condições não, velho. Puta que pariu!

?Voz A

A pintora é sua, mano. Como é a notícia, Tony, para o nosso ouvinte pesquisar a notícia?

?Voz C

Meu Deus, eu acho, eu vou dizer um negócio, eu não quero entregar não, mas eu acho que tem vários profissionais aí de harmonização facial que trabalha nesse molde aí, viu, irmão? Essa mesma linha dessa véia aí, vale até fazer uma aposta.

?Voz D

Faz tanto tempo da notícia que eu nem acho mais original, é?

?Voz A

Então eu, eu, é porque quando você pesquisa agora aparece uma que aconteceu aqui no Brasil esse ano, tu ficou sabendo Ah, é da, cara, foi mês passado.

?Voz D

É da Virgem?

?Voz A

Não, acho que foi em Minas, inclusive. Deixa eu ver aqui.

?Voz D

Ah, pintura, a pintura das estátuas, né? Eu vi aquela lá.

?Voz A

Essa daqui, ó: restauração de estátuas sacras desfigura imagens e vira piada em Minas. Pintaram onde Jesus torto, aqui, ó. Fizeram Jesus extrábico. E lá na terra da Aí, ó, karma do cajuru. Karma do cajuru.

?Voz B

Sei nem onde é isso.

?Voz A

Acho que quando você abre é muito estranho, pô.

?Voz D

Bicho, essa história aí do, da restauração lá que a senhorinha fez, esse, esse homo completou 10 anos em 2022, bicho.

?Voz C

Não só pintou Jesus em strapo não, como também botou Jesus de batom, né?

?Voz B

Ô, tem uma, tem uma história bem rapidinha aqui de um cara que não colocou senha no celular, aí a mãe dele pegou celular dele, apagou todas as conversas, saiu do grupo. Esse cara é burro demais, não é possível. Como é que ela conseguiu acessar e apagar tudo?

?Voz A

Como foi, Gegê? Como é que ela conseguiu desbloquear teu celular?

?Voz C

Porque eu tive que colocar a senha dos celulares do meu pai, da minha mãe, igual a minha, porque eles viviam esquecendo. É mais burro ainda. Eles ficavam assim: Júnior, qual é a senha do meu celular?

?Voz B

É mais burro ainda.

?Voz A

Mas tu devia ter criado uma senha para eles e uma senha para ti, tipo assim: minha, ó.

?Voz C

Eu sei, eu que não ia lembrar da senha deles, entendeu? Que eu não ia usar.

?Voz D

É de família mesmo, vai, esquecimento.

?Voz C

É, fica lembrando a senha do celular da minha mãe, do meu pai, porra. Aí eu botei uma senha igual a minha, que aí toda vida que eles me perguntam junto qual é a senha do meu celular, aí eu vou lá e faço igual.

?Voz B

Não são as notícias, mas tem umas, uns vídeos de burrice que tipo assim, no Show do Milhão, o que é Via Láctea?

?Voz C

Marca de manteiga.

?Voz B

É, Uhuu é galáxia. 4, o carro. 2, civilização. 1, marca de leite. O cara falou marca de leite.

?Voz A

Puta que pariu.

?Voz B

É igualzinho quando tem roda, roda, letra E, letra T de martelo.

?Voz A

A Carla Pérez tem uma famosa dessa. Bota aí, Adonias, o trecho, que é o I de escola.

?Voz C

Caralho, escola é foda.

?Voz A

Tem mais trecho nessa cita? Letra I.

?Voz C

Temos letra I, menina? E descola. É isso, Rita? Não, isso aí que você disse é tudo burrice.

?Voz A

Esses de televisão são muito boas.

?Voz C

Qual é a capital do Brasil? Brasil, a do Amaral, pô, do apartheid.

?Voz A

Mas é verdade, sabe?

?Voz C

Não, dessa daí é verdade, foi ele que falou que o cara, ele foi jogar na África do Sul pela seleção brasileira, aí a repórter chegou e falou falou assim, ó, Amaral, e aí, o que é que você acha aí, ó, que você vem jogar aqui na África do Sul, né? E a África do Sul é muito conhecida, tem toda aquela história do apartheid. O que é que você acha disso? Aí ele, eu não sei não quem é não, mas a gente vai marcar ele pesado, não vai deixar ele jogar de jeito nenhum.

Aí ele pegou, aí a negada pegou e falou assim, não, a repórter ficou toda sem graça, porque foi ao vivo. Disse, não, Amaral, apartheid foi um negócio aqui que teve aqui no, no na África do Sul, né, que segregava os negros, brancos e tal. Aí ele saiu chateado, né, cabisbaixa. Ele dividia quarto com o Rivaldo, né. Aí ele disse que chegou no quarto, né, aí chegou para o Rivaldo. Aí quando ele abriu a porta, ele falou: Amaral, eu tô morrendo de fome aí, pede alguma coisa aí para a gente comer.

Aí ele pegou e falou assim: ô Rivaldo, o que que você acha do apartheid? Ele: não sei não, mas pede duas aí para a gente, pede dois aí para a gente, um para cada um. Pô, Rivaldo, mas como você é burro, você não sabe o que é batalha. Sentou a ripa no Rivaldo, né? Aí o Rivaldo ficou todo sem graça. Pô, pô, não diz para ninguém não o que aconteceu e tal. Aí quando ele desceu no outro dia no café da manhã, viu todo mundo frescando com Amaral, ele: ah, seu filho da puta, você veio cagar de sabichão para cima de mim? Você que se fodeu, macho.

?Voz A

Mas tem uma também engraçada, acho que foi da Copa passada do Catar, que um, eu não sei qual foi o jogador, que no avião eles entregaram toalha morna, ele pensou que era tapioca, ele pensou que era tapioca, então fodido na toalha.

?Voz C

Os cara passaram com pegadorzinho entregando uma aguinha morna ou a toalhinha morna. Ele olhou e falou assim, ó, eu nunca tava, nunca tinha ido nesse negócio de primeira classe, né, de classe 1, classe número 1. Ele fala assim, classe número 1. Aí me entregaram, aí eu olhei assim para todo mundo, não vi ninguém fazer nada. Aí eu peguei, dei uma dentada, tava morrendo de fome. Aí quando eu vi que era uma toalha, o Cebola ficou, o Cebola, que era o Cebolinha, né, ficou assim, é muito burro, isso é uma toalha para limpar O rosto, Senhor!

?Voz B

E aí ela entregou, você tava entregando para todo mundo, e ela me entregou.

?Voz C

Eu peguei, tava quente, eu pensei que era uma tapioca.

?Voz D

Só retornando a história aqui da pintura, da restauração da pintura. A Dona Cecília Gimenez, em 2012, resolveu restaurar uma pintura de Jesus Cristo que foi feita em 1930. Só que o resultado não ficou tão bonito assim. Eu acho que, inclusive, eu acho que essa foto aqui, bicho, Deveria ser a capa do episódio.

?Voz A

Meu Deus, boa ideia, tá aí, ó, já quando fazer a capa já sabe a capa. Eu te amo.

?Voz B

Tem uma notícia aqui, até não sei se é verdade, mas eu não duvido. Eu vi um videozinho, uma senhora diabética chegou lá na médica com a diabetes explodindo, né? E a médica falou assim, mas a senhora não tá aplicando a insulina? Tô, tô aplicando do jeitinho que a ACS me ensinou. É? E como é que é que a senhora tá aplicando? Então eu pego uma laranja, aplico insulina na laranja e chupo ela.

?Voz D

Caralho, velho, levou o exemplo ao pé da letra, né?

?Voz B

Pois é, pois é. É que demonstrou na laranja, falou assim, você vai aplicar assim. Aí ela vai lá aplicar.

?Voz D

É que eu tenho uma, eu tenho uma aqui agora rapidinho. Tem um cabra que a filha, inclusive é um gancho aqui por causa da Yara tá doente, né? A filha dele tava gripada e o cabra deu enxaguante para minha bebê. Eu culpo. E o pior, miserável é dentista. Ai, meu Deus do céu, velho!

?Voz A

Esses dias eu tava conversando com— eu tinha visto essa, uma médica falando sobre essas histórias no Instagram. E a gente tava conversando e ela é endócrino e ela aluga a sala com a gente. E ela tava comentando que na época que ela trabalhava no PSF tinha uma moça que engravidou tomando anticoncepcional. E aí Aí ela foi entender o que que, porque, como é que tinha sido. E o que que ela explicou? Não, doutor, é porque assim, ó, a gente tá tomando anticoncepcional, mas aí eu acho que ele esqueceu de tomar no dia dele.

Aí, como assim ele esqueceu no dia dele? Aí ela entendeu que era para tomar um dia, tipo assim, era 15. Por algum motivo na cabeça dela ela entendeu que era 15 dias ela e outros 15 dias era ele quem tomava.

?Voz C

E o cara cheio de estrogênio no corpo, igual aquela, só faltava menstruar, né? Não sei como esse cara conseguiu comer ela ainda.

?Voz D

Gostei. Deve ter feito um dojo da porra.

?Voz B

Só Jesus mesmo.

?Voz C

Eu vou falar de um prefeito aqui do Ceará que ele falou a conhecida frase, né? Tava no comício, ele era conhecido por falar burrice, né? Aí era, ele tava no comício, né, para reeleição. Ele era o prefeito e ele queria ser reeleito, né? Aí o pessoal fazia com ele que nem fazia com a Dilma, dava o textinho, dizia assim: lê só isso aqui, irmão, não fala nada que venha da sua cabeça não.

?Voz D

O anjo do irmão teu.

?Voz C

É, aí ele pegou a Yara. Quando ele disse assim, agora vamos falar com o nosso prefeito. Eu não vou dizer o nome do prefeito nem a cidade, né, mas a galera que é do Ceará, que conhece lendas urbanas, né, vai saber quem é. Aí quando ele subiu, ele, gente, já soltou a pesca, né, por desespero dos assessores, né. Olha, eu tô aqui para falar com vocês que vocês têm que pensar, vocês têm que pensar para votar direito, vocês têm que votar certo.

A gente tem que acabar com essa esculhambação que tá na nossa cidade, Nossa cidade tá entregas baratas, a gente não pode. E ele era candidato à reeleição, ué, metendo o pau na gestão como se ele não fosse o prefeito. Nossa cidade tá entregas baratas, a gente não pode deixar essa esculhambação continuar não.

?Voz A

Tem uma cidade aqui também no interior que a Patrícia conhece, que a mesma história assim, o prefeito também tinha fama. E aí ele subiu, ele falando não sei o quê, não sei o quê, e aí A gente vamos não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. E a gente vamos, aí o assessor dele disse: prefeito, né, a gente vamos não, prefeito, é a gente vai. Aí ele olhou: eu e meu assessor aqui, a gente vamos não sei o quê.

?Voz C

Aí esse prefeito, e o pior que esse quem contou foi o cara que estava lá do lado, esse prefeito aí, o meio que falou assim: é povo da cidade, né, na festa da padroeira da cidade. Nossa cidade é uma cidade de fé, então vamos juntar minha fé com as fezes de vocês e vamos fazer da nossa cidade uma cidade abençoada. A minha fé com as fezes de vocês.

?Voz D

Tinha da mulher no começo, porque ela disse que ela tinha— a gente já elegeu, parece que foi, a gente já elegeu o prefeito e agora a gente vai eleger o padre fulano na cabeça.

?Voz C

Melhor não, né?

?Voz A

Falando dessa, dessa daí, teve uma que eu vi, que foi pesquisando também, foi de 2016. Então tá fazendo aí 10 anos, fez agora dia 11 de junho. Aqui a notícia, um jovem, tinha que ser jovem, né? Porque jovem também, o jovem tem que acabar. Ó, deixa eu ver se diz a idade dele. 23 anos.

?Voz D

Ah, eu tinha visto isso aí, bicho, negócio da porra, velho.

?Voz A

Eram simples passeios de um dos parques mais famosos dos Estados Unidos. E aí o animal foi tirar uma foto Era um passeio nas águas termais, só que são águas com ácido, pô, águas ácidas. E aí o celular dele caiu e o cara tentou entrar na água para tirar o celular, e aí ele foi, ele derreteu, ele morreu, e o corpo dele foi tirado no dia já e morreu. Como diria Didi, como diria Doutor Renato, era um iPhone 18, né? Pois é, 2016, nem sei qual era o iPhone da época.

?Voz D

Acho que é novo desde o dia vai sair ainda, pô.

?Voz C

Tô frescando, pô.

?Voz A

Mas, tio, e a água pode chegar a mais de 90 graus. Não, aí eu fui falar que foram tirados do corpo dia seguinte, na verdade não foram, porque a notícia diz assim, ó: infelizmente não havia mais restos mortais para recuperar, somente alguns objetos pessoais.

?Voz D

Foda, hein?

?Voz C

Entre eles o celular.

?Voz D

Pelo menos o celular recuperaram, já é um lado.

?Voz A

E o celular funcionando, né? Mas como é que o cara vai entrar num lago de água ácida e fervente para recuperar um celular.

?Voz C

Vamos lá, aí eu vou dizer assim, ó, a gente pensa assim que o pobre é mal instruído, tem uma tendência a ser mais ignorante, né, mais burro, porque não teve acesso à educação nem nada. Mas a gente bota 6 bilionários dentro de um tanque com controle de PlayStation e joga esses infelizes lá para passear no Titanic. Que hora que esses cara acharam que isso ia dar bomba, cara?

?Voz A

Eles acreditaram no cara que desenvolveu, que era burro também para caralho, né?

?Voz C

Porque se eu sou bilionário e eu tô andando, entrando na porra de um negócio que vai descer 3.000 metros dentro do mar e eu olho, vejo um controle de PlayStation 2 controlando o negócio, eu saio fora, irmão. Sinto muito. Eu gosto, se fosse do 5, eu ficava calado, mas do 2, pô, entendeu? E aquele controle que nem vibra do Paraguai não tem, não me passa segurança, né, Zé Maria?

?Voz A

É, não passa. E aí, Tony, separou mais alguma específica?

?Voz D

Não, mas é uma coisa meio que comum de acontecer, é o, é mais Não chega a ser como esse daí, mas tá mais próximo da primeira que a Chiara falou, do cara lá do que caiu do penhasco. E aquele pessoal que vai tirar foto lá de trem, aí bota a cabeça assim perto do trem e leva macho a chupinhada na cabeça para ficar esperto.

?Voz A

De vez em quando tem um desse, né?

?Voz D

Pois é, bicho. E eu sei não, velho, o que é que passa na cabeça do indivíduo desse. Não é nem novidade.

?Voz B

E não é nem só com trem, viu, Tony? Eu vi uns cara que, sei lá, uns coach da vida que quer tirar foto assim com animal selvagem.

?Voz A

É que o cara vai no, tipo assim, vai no safári, vai O cara vai no safári, aí vê um leão, aí ele chega bem pertinho pra fazer uma selfie com o leão.

?Voz C

Isso é tudo burrice. Eu tava me lembrando também do caso desse parecido com o dos bilionários, né, Kéter? Só que no caso os bilionários também tinham culpa porque estavam vendo que o negócio era imbecil, mas estavam indo com o dono, né? Aí você, pô, se o cara é o dono, a gente subentende, né, que ele deve, ele não vai arriscar a vida dele. Se fosse um funcionário, mas o piloto lá que era o dono da empresa da Chapecoense, pô, o cara tá vendo a porra do avião ficando na reserva, a gasolina acabando, E o filho da puta, em vez de dizer sai da frente que eu vou descer essa chibata porque eu tô sem gasolina, ele não. Acho que eu vou dar uma banguela aqui, dar umas 3 voltinhas.

?Voz A

Macho, falar em aperreio de avião, matou uma galera, matou uma galera, pô. Mas fiquei nervoso ontem, viu? Eu já sou acostumado a pousar no aeroporto aqui de Fortaleza, né? Então você olha para o lado, você já sabe mais ou menos o que que você espera ver quando você olha para o lado assim, quais são os Beds e tal. E aí fui para o congresso, aí inclusive encontrei com o Cristiano por lá. A Yara fugiu para poder não me ver e foi, foi para o Corgo, que não queria encontrar com a gente.

Foi, encontrei o Júlio. Abraço, Júlio! Abraço, Miau! Abraço, Tati! E aí na volta, quando a gente foi pousar em Fortaleza, aí tava muitas pessoas conhecidas, né? Porque era, como era um congresso de psiquiatria, tinham vários psiquiatras. E tinha um cara assim do meu lado e eu te conversando e tal. Aí eu achei, eu disse, cara, que estranho. Eu olhava aqui no mapa da da tela que tem na frente, ia dizendo a altitude do avião. Aí, tipo assim, mil e tantos metros, eu olhava para o lado, nuvem. 800 metros, nuvem. 700 metros, nuvem.

E eu olhava, eu disse, cara, estranho, você não, hora nenhuma tá dando visibilidade, tá muito ruim de ver. E aí, cara, ele começou a pousar. Quando eu olhei, faltava menos de 100 metros para ele encostar no chão e nada de visibilidade. Quando eu vi, eu vi, eu consigo ver o meu prédio prédio lá do aeroporto. Só que quando eu vi meu prédio, ele não tava na altitude que eu costumo ver, tipo assim, na distância que eu costumo ver.

Mas nessa hora ele deu uma acelerada, como diz aqui no Ceará, ele deu uma sungada, ele arremeteu, né? Ele dá uma acelerada e sobe de novo. Mas não tem noção do frio da barriga que dá não dessa porra do avião quando ele vai pousando e arremete. Mas parece que os órgãos tudo de volta.

?Voz C

Eu tenho noção.

?Voz A

Tu já passou por arremetida?

?Voz C

Já.

?Voz A

Mas os órgãos tudo indo, a gente sobe, né?

?Voz C

Tem duas coisas de avião que eu pensei assim, que eu tive sensação de, eu vou morrer, vai morrer, eu vou morrer. E assim, teve uma dessas que eu falei, que eu vou falar, que eu pensei, a mulher do meu lado, ela tinha certeza que ia morrer. Ela ia rasgando minha perna, ela deu uma mãozada assim, sabe quando você crava a mão, as unhas na perna da pessoa, que você diz assim, parece um gato. Eu digo, eita, Paulo Pereira, se eu não morrer da, se eu não morrer do avião, essa mulher vai rasgar minha perna, vai matar com raiva, né?

?Voz B

Vai pegar raiva.

?Voz C

Foi uma uma, cara, não sabia que assim, lógico, a turbulência ela é tipo como se fosse uma várias bolhas, né? Isso, na mudança de ar, na densidade do ar na atmosfera. Só que tem uma, além dessas mudanças, tem uns vácuos, vácuo mesmo, forma um vácuo e o avião perde sustentação total. Tipo, você tá aqui, aí de hora você sente o avião caindo, como o avião tá. Inclusive, depois que aconteceu comigo Pouco tempo depois caiu aquele avião da Air France por uma situação dessa.

E assim, se eu tivesse visto a notícia, eu tinha ficado mais desesperado ainda. Porque o que que acontece quando o avião tá aqui e ele pega um vácuo desse? O que que é o certo? O piloto, para poder ele ganhar sustentação, ele tem que acelerar tudo e embicar para o chão. Ele não pode— vou até abrir a câmera aqui para dizer o que que acontece. Ele tem que fazer isso aqui, ó, ele tem que inclinar.

?Voz A

E descreve para poder o ouvinte ouvir.

?Voz C

Ele tem que embicar para o Entendeu? Como se fosse para cair. E aí ele pega velocidade e ganha. Quando ele recuperar sustentação e ele sentir uma percazinha de velocidade, que é justamente saindo do vácuo e pegando o ar de novo, né, o arrasto do ar, aí ele puxa o manche, o avião volta a subir, mas já com sustentação. E até onde eu sei, o que foi que o cara, o avião da Air France fez? Quando ele caiu nesse vácuo, em vez dele fazer isso aqui, ele não sabia que ele tava num vácuo, porque os tubos de Pitot, né, que dão a velocidade do bicho lá, tava com problema, um negócio lá.

E aí o piloto, o piloto tava acelerando e bicando assim, ó, inclinado para cima, e bicando como se fosse tentando subir. Só que assim o avião não, não ganha arrasto. O avião caiu assim, ó, ele cai chapado, entendeu? E aí o cara fez certo, esse aqui no avião que eu tava, ele fez certo. Só que na hora que ele fez aqui, mas que ele dá aquela, o supapo, né, para voltar, meu amigo, as asas deram uns medo daquela sensação de queda, que se todo mundo tivesse, se eu não tivesse de tinha tacado a cabeça no teto, né?

Dá a sensação de queda. Aí da hora para outra o avião embica, você disse essa porra tá caindo. E aí pouco tempo depois você escuta o barulho do motor como se tivesse decolando.

?Voz A

Exatamente, foi isso que eu ouvi ontem, no talo. Foi isso que eu ouvi ontem.

?Voz C

E aí do nada tu sente a puxada do piloto e dá tipo um supapo assim.

?Voz A

Porque assim, ó, você, no meu caso, não, e no meu caso, pô, eu tava a 50 metros do chão, então Então assim, se ele não arremetesse naquele momento, esse supapo ia ser no chão.

?Voz C

Eu me caguei.

?Voz A

E aí, cara, quando você espera o contato do pneu com a pista, do nada eu escuto ele acelerando e o negócio subindo e o estômago subindo junto. E aí ele manobrou, voltou para posição, mas quando ele pousou na segunda tentativa, ele deu uma rabiada, né, deu uma derrapada esquerda. E aqui em Fortaleza, para quem já voou para cá, quando o avião pousa, o terminal fica à direita. Então ele manobra para direita, cara. Ele, como ele já tava chegando perto do final da pista, ele teve que manobrar para esquerda, que era em direção ao aeroporto antigo, aquela pista do aeroporto antigo, do aeroporto de jatinho lá, do privativo.

?Voz C

Tô ligado.

?Voz A

Ele foi naquela direção, mas eu passei o sufoco.

?Voz C

E aí eu sei que sim, aí nessa hora que deu esses as asas fizeram tac tac tac tac tac, tipo como se fosse uns estalos da pressão, e algumas máscaras daquelas máscaras caíram. E aí eu digo, aí não, aí, aí foi na hora que aí tu botou? Não, que não caiu na minha não, foi, não foi todos não, foi algumas, como se tivesse dado algum erro, alguma coisa assim.

?Voz A

Sim.

?Voz C

E aí bagagem caindo, aquela confusão, a mulher gritando do meu lado, deu uma mãozada na minha perna gritando. E aí depois essa mulher morreu de me pedir desculpa, uma Eu era bem mais novo e ela devia ter a minha idade que eu tenho hoje. E aí eu sei, eu sei, cara. Agora, e aí depois a gente teve que pular.

?Voz A

Já que estamos falando de pessoas burras, eu vinha do lado da saída de emergência. Será que eu fico pensando, será que alguém já teve a burrice de tentar abrir a porta de avião com ele no ar?

?Voz C

Já, pô, já, já. Não tem um, teve uma mulher que foi presa que ela fez isso.

?Voz A

Fiquei sabendo não, ela fez isso.

?Voz C

Isso no meio do voo, no meio do voo. Parece que depois que, parece que depois que ela fizeram isso, botaram tipo uma trava que só pode, só é liberado a porta de emergência, abertura, depois que tipo assim que tem um alarme de emergência, entendeu? Sim, tem que soar um alarme para liberar essa trava, justamente para não ir nenhum imbecil desse e tentar abrir no meio do voo, sabia?

?Voz A

Pois é, é isso que eu sempre perguntei, se não tinha esse tipo de trava.

?Voz D

Mas essa trava ela não vai contra o objetivo que é uma saída de emergência Então, mas só que, mas só que que emergência maior do que ele tá no ar e você se joga lá de cima?

?Voz C

Não, mas é tipo assim, tem que ter um alarme de emergência para soltar, entendeu? Seu avião tá todo tranquilo voando, sua avião, você não consegue abrir ela.

?Voz A

Outra coisa que eu nunca entendi, cara, por que que assento de avião flutua? Acho que a porra desses aviões que vai conseguir pousar no mar, vai falar isso para o Sully, pô.

?Voz D

É, era o que eu ia dizer. Estadista português que era um homem cruel e vingativo. Ele morreu no exílio e os seus restos foram atirados aos cães. Esse homem é o Marquês de Pombal, é o Homem-Aranha, é o Tio Patinhas ou é o Dom Quixote? Quero ver quem sabe.

?Voz C

Homem-Aranha, cara.

?Voz A

Então eu vou trazer um aqui que também foi, que tem a ver com guerra. Eu tava e falei do Gengis Khan, eu tava porque eu tava pesquisando, eu encontrei as histórias, as burrices cometidas nas guerras. E essa aqui também foi engraçada, foi uma batalha que o nome é Batalha de Karansebis. E aí era o exército austríaco contra o exército otomano. E aí, cara, as tropas austríacas estavam comprando e tomando umas e não queria compartilhar com a outra outra tropa lá que tava envolvida.

E quando começou a briga, deram um tiro. Um dos soldados gritou que eram os turcos, né, os turcos otomanos. E nisso começou uma batalha. E aí a batalha, quando começou, era o exército austríaco contra o exército austríaco, e virou uma batalha, tipo assim, uma briga virou uma batalha de dois pilotão, sendo que os dois pilotões eram pilotões austríacos, começado por causa de cachaça.

?Voz C

O bêbado gosta de fazer merda, né, bicho? Ô gente, será que é só eu que Parabéns aos envolvidos, né? O Bebel tá aí para fazer merda, né?

?Voz A

Salva de palmas profissional, né?

?Voz B

É um povo que gosta de apimentar a relação também, inventa umas coisas doidas de enfiar coisa onde não deve.

?Voz C

Tem um colega nosso de Arapiraca lá que foi lavar o banheiro, né, e sem querer escorregou e caiu no cabo de vassoura, né?

?Voz A

Quando você trabalha em emergência, você de vez em quando vê essas aí, viu, Yara?

?Voz B

Então, mas é que eu tô vendo aqui, na realidade tem Na revista, dá super interessante. O Santiago, vocês gravaram, não sei se é do jornalista lá que vocês gravaram, não, Perspectivas, mas tem um monte de notícias assim. Aí tem uma que é assim, ó: sexo guru no carro é sexo com motor desligado. Tentando apimentar a relação, o casal alemão resolveu dar uns amassos mais do reno com motor ligado para não passar frio. No entusiasmo, os pombinhos chutaram o câmbio automático E mandaram para dirigir. O carro não só andou como também mergulhou.

?Voz C

Ué, teve uma mulher aqui no Iguatemi que ela engatou a marcha errada e o carro caía, caindo.

?Voz A

Aí ficou pendurado, né? Ou ele caiu? Ele caiu, pô.

?Voz C

Ele ficou, caiu, ele caiu, né? Não ficou pendurado não, né?

?Voz A

Caiu, caiu, ele caiu do estacionamento do Iguatemi.

?Voz C

No segundo andar lá.

?Voz B

Tem uma aqui que fala que o cara tinha tentado tudo para tirar uma verruga da mão, tudo. Nada que ele passava resolvia. Não, ele deu um tiro. Perdeu o dedo.

?Voz A

Acho que resolveu, né?

?Voz C

O caso do cara que cortou a perna para poder ganhar o dinheiro do seguro lá.

?Voz D

Aí foi foda, velho.

?Voz A

Pois é, teve esse cara aí. E o pior, o cara fez, fez um milhão e meio, não foi? Foi 6 seguros, negócio assim, não foi?

?Voz C

Alguma coisa assim. O cara foi um seguro, cortou a perna, e agora ele tá preso, aleijado e pobre.

?Voz D

Foda, né, velho? Liga aí, bicho.

?Voz A

Teve um que eu vi na China que a mulher é, ela fez um vídeo, uma blogueirinha dessas fez um vídeo de que ela tava sendo atropelada, ela tava sendo atropelada na faixa de pedestre. Eu vi esse vídeo e o cara não parou. E ela era deficiente física, né?

?Voz D

Era visual, era cega, era cega.

?Voz A

Eu lembro que ela tinha alguma deficiência, é cega na verdade, é cega. Eu não lembrava qual era.

?Voz D

Ela tava na no passeio, né? É, no passeio lá na calçada, no passeio com o que tinha o relevo lá, né, para ela conseguir identificar onde ela tava. E o cara passou na bicicleta elétrica e derrubou ela e não fez nada. Então assim, ela arrumou um monte, terminei a história.

?Voz A

Pois é, aí ela fez o vídeo e colocou para tentar viralizar, só que a galera virou tipo assim levou para o pessoal. E aí decidiram caçar o cara. E aí ela disse que não, não queria denunciar e tal. Aí o pessoal achou estranho, a polícia foi investigar. Quando foi investigar, era tudo armado com ela.

?Voz C

Ela não era cega?

?Voz A

Não, era tudo armado. O cara que atropelou era amigo dela.

?Voz C

Inclusive ela não era cega?

?Voz A

Não, eu acho que ela era.

?Voz C

Era não, era não, era não. Descobriu que ela não era cega e que o cara era conhecido dela, foi armado.

?Voz A

Eu achava que pelo menos essa parte da cegueira—

?Voz C

Ela foi presa por fraude, pode botar aí eu procurei, ela não era cega.

?Voz D

Pai, velho, que brisa, hein, bicho!

?Voz C

Ela não era cega, bicho.

?Voz D

O que as pessoas hoje são capazes de fazer só para agradar, para atrair visualização de uma pessoa que nem lhe conhece. Eu já vi, eu já vi alguns vídeos, cara, pessoal praticando parkour no topo de edifício, pô. Volta e meia um cai lá de cima.

?Voz A

Acho que é seleção natural, né?

?Voz D

Não, acho que aquele vídeo lá eu gosto assim.

?Voz B

Eu não sei se pode expor, mas vocês avaliam aí. Esse, eu não sei como é que chama, esse, esse jovem que se identificam como animais, velho, é sério, isso não existe, velho. Isso não existe, velho. Esse é burrice, né?

?Voz C

Ou não?

?Voz D

É normalizado, né? Vamos dizer assim, é normalizado.

?Voz A

É um misto de loucura com burrice. Eu achei que vocês iam queria aparecer.

?Voz B

Legal, até a mãe falar assim, ah, você se identifica como Tamanduá? Então tu só vai comer formiga viva a partir de hoje.

?Voz D

Eu vi um vídeo, eu acho que é de uma série, que a menina disse que se identificava como um gato.

?Voz C

Aí o pai dela, policial, né?

?Voz D

Aí o pai dela foi e disse que a partir de hoje ela é. Aí ele pegou na geladeira lá um pote de fígado cru e botou lá na varanda e disse que era para ela comer lá. E gato come isso, e que ela ia ficar na rua. É, aí ela disse tava com fome, ele disse, é, tem um monte de rato aí, outros bichos, vai caçar, vai caçar para comer. Aqui tem comida para gente, não para gato. Aí foi que a menina desistiu.

?Voz B

Mas se fosse para falar que eu sou gata, tem que ser igual a minha, que não faz nada, dorme o dia inteiro. A ração dela de batata-doce com frango é cara para caramba. É, aí teria que ser, mas caso contrário, só Jesus. Eu vou ler uma aqui, ó. Sei lá, eu acho burrice, né? Não sei o que vocês acham. Uma empresa no Canadá, cofundador da Vital Vitality Air estava vendendo oxigênio enlatado para países, tipo a China.

?Voz C

Oxigênio enlatado?

?Voz B

Enlatado contra poluição nas metrópoles, como souvenirs ou para emprego em hospitais e empresas, em garrafa oxigênio, transformando no lucrativo negócio internacional, principalmente na China, onde eles compraram, foi onde eles compraram mais. O ar vem das montanhas de diferentes países, como Canadá, não sei falar isso aqui, lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá A lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá cada lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá 2 lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá semanas, lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá 20 lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá funcionários lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá coletam lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá centenas lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá de lá lá lá lá lá milhares de litros de ar nas Montanhas Rochosas canadenses. Agora eu queria saber como é que eles consomem. Abre a latinha, acabou.

?Voz D

Igual aquele filme do Lorax, misturou, né? Igual o filme do Lorax.

?Voz A

Ei, mas agora eu fiquei na dúvida: a burrice é quem vende ou quem compra?

?Voz B

É claro que é quem compra.

?Voz D

Mas tu quer— eu tenho pior do que isso aí.

?Voz C

A mulher que disse que vende peido enlatado, o peido dela enlatado, tem um que vende Que isso aí eu falei de primeiro episódio.

?Voz A

Tu sabia que a pólvora foi descoberta com a burrice?

?Voz B

Não.

?Voz A

Tinha um alquimista lá chinês que ele tentou criar o elixir da longa vida, aí ele misturou enxofre, carvão e salitre, explodiu a casa dele e ele criou a pólvora. A casa dele explodiu e ele criou a pólvora.

?Voz C

Eu acho que outra coisa que era para entrar na burrice era a maniçoba derrubar, mas é só por causa de 5 vezes, 7 dias.

?Voz D

7 dias, a insistência da porra em produzir um negócio, hein?

?Voz A

É, se não é burrice, é insistência. Mas tem uma famosa também recente, é aquele capitão do navio cargueiro lá do, do, como é o nome do estreito, pô, que ele, Canal de Suez, que ele, que o bicho tentou passar no banco de areia e encalhou o navio. Passou bem uma semana, lembra? Foi 2021, pô, foi agora já depois da pandemia. Era o navio, deixa eu ver aqui, pesquisar o que o nome dele.

?Voz D

É o que ela até ficou de lado.

?Voz A

É Ever Given, tá aqui.

?Voz D

Eu lembro dessa parada aí.

?Voz A

Mas como é que um capitão— teve outro famoso também que foi aquele capitão do navio italiano lá, do cruzeiro italiano, que tentou—

?Voz C

é, isso eu lembro, fazer a manobra lá, chegar perto, né?

?Voz A

É, ele tentou passar bem pertinho, dá para impressionar um gato-rei.

?Voz C

E ele, pois é, uma rapariga ré, e ele fugiu. Fugiu, o bichinho caiu, ele fugiu, deixou todo mundo lá.

?Voz A

Foi.

?Voz B

Mas só para complementar aqui, porque por conta do tema de Copa Europa. Aqui fala que nessa mesma notícia fala uma tentativa, falando de vender ar, tá? Uma tentativa semelhante já houve por ocasião da Copa do Mundo 2006 na Alemanha. Na época havia o ar de Berlim original. A presunçosa piada ocupou até os burocratas da União Europeia em Bruxelas. A acusação da União Europeia era que mais de 30% das latas apresentavam níveis de partículas elevados, níveis de partículas finas.

Mesmo assim, a União Europeia não proibiu a venda. Aí, para ter um tonto para comprar, tem que ter um inteligente, né? Fazer o quê?

?Voz A

Para ter um besta, basta ser esperto. Ei, mas falando, já que tá falando de Copa, vamos lá, notícias de Copa do Mundo. A cabeçada do Zidane, aquilo foi burrice ou não?

?Voz B

Ah não, foi não, foi da hora. Falou da mãe, foi da mãe que falou.

?Voz A

Tony, foi da irmã. Tony, foi burrice ou não foi?

?Voz D

Não achei não, velho. Depende do sangue nos olhos do cara.

?Voz C

Mas burro foi o filho da puta do Felipe Melo, né?

?Voz A

Calma, calma, que a gente ainda vai chegar lá. Tem Felipe Melo. Pronto, Felipe Melo foi burrice.

?Voz D

Felipe Melo, essa eu não lembro não.

?Voz A

Foi 2010, deixa eu responder, né, irmão? Na Copa de 2010, que ele deu um chute lá no holandês e foi expulso, deixou a gente com a menos, a gente perdeu.

?Voz B

Não lembro, mas se vocês falam, eu acredito.

?Voz A

E a de 2014, aquela mordida do Suárez?

?Voz C

Foi engraçada aquela ali, mas É muito boa, cara.

?Voz A

E o Suárez, ele tem duas, só que uma eu acho que foi burrice, que foi aquela que ele tirou a bola em cima da linha com a mão.

?Voz D

Ali o filho da peste já salvou o jogo, né, velho?

?Voz C

Mas ele, ele tem feitiço com mordida, né?

?Voz A

Foi contra Gana, né?

?Voz C

Não, ele tem, ele tem feitiço com mordida, pô, Suárez. Basta saber, né?

?Voz A

Não, mas eu digo assim, o bicho já é, já é vida louca, né? Porque ele morde anegado em campo. Aquela, aquela defesa dele ali em cima da linha, mas ele espalmou a bola para fora. Foda-se, ele já foi, saiu, tipo assim, ele defendeu, já foi saindo, né? Que ele já sabia que ia ser expulso.

?Voz D

Mas ele já ficou para ver o lance, ele saiu e olhando.

?Voz A

Pois é, mas diga assim, mas já foi saindo no sentido, tipo assim, ele já sabia que ia ser expulso, nem tô nem aí.

?Voz C

É, mas tá certo, certo ele. Não tem um massagista do Ferroviário que entrou no meio do campo e tirou a bola do gol?

?Voz A

E a mão de Deus foi do Maradona ali, é burrice ou foi esperteza?

?Voz C

Ah não, Picaretagem pura, picaretagem pura, picaretagem, né, bicho? Argentina, né, filha? Esperar o quê de uma Argentina?

?Voz D

É, eu vi, fala nisso, eu vi um bocado de lance do Messi. É fácil demais o cabra ser o melhor do mundo assim, viu? Porque o bicho não bate uma falta no lugar que o juiz deixou não, viu?

?Voz A

Mas vocês viram aquele lance que o cara, que ele não foi expulso, cara?

?Voz C

Ah, velho, pesada que ele deu no cara, né, bicho?

?Voz A

Foi, nenhum amarelo, pô.

?Voz D

Dá não, dá não, dá não, dá não.

?Voz A

E outra, outro negócio que eu acho massa de ver fazer é aquelas burrice da negada que vai para o ENEM e chega em cima da hora.

?Voz D

Nossa Senhora! Ei, tu visse aquela que foi fumar o cigarrinho lá de fora, né?

?Voz C

Saiu para fumar e não pode deixar.

?Voz A

É muito divertido ficar vendo a negada se foder na prova do ENEM porque saiu atrasado.

?Voz C

Um ser humano, macho, um ser humano, um ser humano que passa por uma situação daquela, bicho, o que que ele tá fazendo? O que que ele espera de uma prova, de uma prova do ENEM? Eu lembrei de que ele espera tirar de uma prova do ENEM, pô.

?Voz B

Por favor, eu cheguei!

?Voz C

Olha a hora, eu tô aqui!

?Voz B

Eu estudei o ano inteiro, pelo amor de Deus!

?Voz A

Eu lembrei de outra agora. É porque eu falei de eu lembrar, né, cara, correndo. Eu lembrei, eu vi um no Instagram esses dias, era, não sei se era maratona, era uma corrida de longa distância, e o cara vinha correndo, e as mulheres que tava segurando a faixa de chegada Chegada, elas seguraram virada para o outro lado, e onde era para estar escrito chegada tava tudo preto. Aí o cara, quando viu aquela faixa, ele desviou para o lado assim.

Aí quando elas viram que elas tinham, elas voltaram, só que o cara que vinha segundo passou.

?Voz C

O cara perdeu, né?

?Voz D

É foda, velho.

?Voz A

O cara chegou na linha e andou de lado, ele não cruzou a linha de chegada.

?Voz D

Puta merda.

?Voz A

Ei, mas no caso como esse, vocês acham que a organização deveria considerar a vitória dele?

?Voz C

Bicho, eu acho que não, porque o Vanderlei não perdeu também, porque vamos falar da da falta de um padre.

?Voz A

Não, mas o Vanderlei foi assim, o Vanderlei foi diferente porque ele não chegou na linha de chegada, entendeu? Em primeiro. Esse cara, ele chegou na linha de chegada em primeiro e por uma desorganização da organização ele não viu a linha de chegada e não cruzou, porque elas colocaram uma faixa preta, elas ficaram segurando a faixa preta que deu a entender para ele que era para ele desviar daquilo ali.

?Voz D

Bicho, é igual, é igual, cara. É, pronto, você falou agora há pouco de um ponto que foi a história do Soares. Era para ter tido penalti ou era para ter dado o gol logo de cara, já que a bola tava dentro?

?Voz A

Ele tirou com a mão, cara. Eu entendo a comparação, mas eu acho que é diferente porque o cara perdeu o pênalti, viu? E era contra Gana, né?

?Voz D

Eu acho que era. E teve outro caso, é esse que você falou do Ferroviário, e teve o do Gandula, que a bola tava na linha para entrar, o cara foi, tirou.

?Voz A

Mas o que eu quero dizer, nesse caso aí do Soares, por exemplo, já existe na na regra a punição para esse tipo de lance. Tipo assim, se o cara tirar, pegar com a bola dentro da área, é pênalti. Então já está escrito na regra o que que vai acontecer.

?Voz C

No caso desse, só que esse do massagista nem pênalti foi, foi bola ao chão. Isso, pior ainda.

?Voz A

Exato. Mas nesse caso da maratona não tem na regra dizendo o que que acontece se você chegar, tipo assim, não está escrito na regra. Se você chegar na linha de chegada e andar para o lado, Entendeu?

?Voz D

Enfim, cara, eu acho que é porque é igual, é igual, cara, o lance do futebol, né, cruzar a linha.

?Voz A

É, mas é diferente, cara, porque não foi o— é coisa assim, vamos supor, se o cara colocou lá uma trave e ele colocou uma rede na parte da frente, esqueceram de tirar a rede, digamos que existe uma rede, esqueceram de tirar, eu acho que deveria considerar gol. Se o cara chutou e bateu naquela rede que não deveria estar lá, sabe por que não é Tá ligado?

?Voz D

Porque é o seguinte, imagine um, aí só Arnaldo César Coelho, qualquer corrida, qualquer competição desse tipo. Se o cara chegar, meteu o louco com a Fórmula 1, por exemplo, para chegar ali, pô, parou na linha de chegada, não vou cruzar, ele ganhou.

?Voz A

Não, mas aí ele não parou porque ele quis, pô, ele parou porque a organização colocou uma barreira.

?Voz D

É, pô, então, né, ou foi alguma, algum fator que impediu o cruzamento da linha de prejudicada.

?Voz C

Não foi por culpa dele, mas ele foi prejudicado. E foda-se. E a vida é assim. É igual o imbecil que numa apresentação de Oscar, por causa de uma piada, vai lá e dá um tapa no cara que tá apresentando. Isso não é burro não.

?Voz D

O pior, pô, que pelo que eu vi nas cenas, o que aconteceu ali, porque a piada aconteceu, ele achou graça, só que olhou para a mulher do lado, a mulher com a cara de jumento, cara de cu. Pois é. Aí o cara foi, tomou as dores dela e foi daquele jeito.

?Voz C

Uma mulher que já tinha passado um chifre nele, e depois que ele fez essa merda, a primeira declaração dela foi dizer assim: não tenho nada a ver com isso não, ele fez o que quis. Pois é, tipo assim. E aí, o cara deixa o cara na merda mesmo. É um corno, além de corno ainda é burro.

?Voz B

GG falou, eu lembrei, teve um ser de Deus aí, um padre que quis dar a volta aí no balão.

?Voz A

No balão, é o Padre do Balão, é merecidíssimo estar nesse episódio. Episódio.

?Voz B

Que Deus o tenha.

?Voz A

Ele também tem que estar na capa, o Padre do Balão tem que estar na capa desse episódio também, viu, Adonias?

?Voz C

Tem, tem o Padre do Balão e o cara lá que era o pastor que dizia que o sêmen dele curava as doenças das mulheres da igreja lá. E aí as mulheres tinham que fazer as coisas com ele para poder se curar. Este elemento cara de pau vagabundo está aqui, ó.

?Voz A

Ei, mas tu viu aquele outro pastor que também dá até para colocar o trecho dele falando isso, que ele falou pastor, toma a mulher adutera. E aí o repórter olhou e disse, não, não é adutera, é adúltera, tem um acento aqui, ó, no U. Aí o pastor tava dizendo que na Bíblia tinha dizendo que as mulheres tinham que trair os maridos com ele.

?Voz D

E ele pegou a mulher. Na verdade, o repórter foi atrás por conta disso, que ele pegou a mulher.

?Voz A

Foi. E ele mantinha a defesa dele dizendo que estava na Bíblia, que ele estava fazendo isso baseado na Bíblia.

?Voz B

Mas quem que é burro aí? Qual que é a burrice? Ele foi muito inteligente, sim.

?Voz A

Você tá falando adulterar ou é a palavra adúltera? Receba essa mulher que foi adúltera. Não é assim?

?Voz C

Não, aqui tá dizendo aqui que vai outra vez, ama uma mulher amada de seu amigo e adultera.

?Voz A

Posso dar uma olhada?

?Voz C

À vontade.

?Voz A

Qualquer aqui, vai outra vez, ama uma mulher amada de seu amigo e adúltera.

?Voz B

Não é adúltera?

?Voz A

Tem um acento Houve uma interpretação equivocada? Não, a burrice dele foi não saber ler, né?

?Voz C

Segundo a gente acha que ele acredita, né, no que ele tá lendo.

?Voz B

É burrice nada.

?Voz A

Uma famosa que eu gosto de ler sobre o assunto, eu gosto muito de ler sobre serial killers. Você já ouviu falar no BTK, que é o BTK? Não, BTS é outra coisa. O BTK é um serial killer famoso que ele atuou nos Estados Unidos, cara, na década de 70, 80. Ele só foi preso em 2005, se eu não me engano. E aí olha como é que o cara foi preso. Ele perguntou para imprensa se um disquete poderia ser rastreado. Aí a polícia foi, mandou a imprensa responder dizendo que não, não tinha como rastrear.

Aí ele mandou usar alguma carta lá por um disquete. A polícia rastreou o IP de onde tinha, foi lá na casa dele, prendeu ele. Tipo assim, o cara passou 40 anos sem ser preso, ele foi preso por causa disso.

?Voz B

Ah não, velho.

?Voz A

Aí o que aconteceu? Nesse momento ele já estava velho tentando da tecnologia.

?Voz D

É esse daí, o das máscaras de COVID, bicho. É, eu lembro de um vídeo, esse era americano, aquelas máscaras que ela tem um filtrozinho na frente, que ela é de fibra, ela é bem grossa e tem um filtrozinho na frente. A mulher arrancou o filtro, aí o cara perguntou por que foi que ela tirou aquilo ali. Disse: não, porque aqui é para respirar melhor.

?Voz C

Macho, caralho, velho! De gente que botava máscara embaixo do nariz, pô.

?Voz A

Pois é, vocês falando de máscara, eu lembrei de um aqui que eu tava vendo também, foi nos anos 90 lá na Inglaterra. Um ladrão, ele achou que se ele passasse suco de limão no rosto, ele ia ficar invisível às câmeras, porque por causa daquela história da tinta invisível lá quando usa suco de limão. Aí ele foi fazer um assalto a banco com a cara toda suja de suco de limão, achando que ele ia ficar invisível. Aí ele foi filmado e foi preso.

?Voz C

Não, não, não.

?Voz D

Aconteceu, aconteceu aqui em Arapiraca. Caraca, foi, eu acho que foi semana passada, cara, tem uns 15 dias. É, tem um na Praça Central aqui, tem um totem da Secretaria de Segurança Pública, é um totem enorme, deve ter uns seus 8 metros de altura talvez, e ele tem um, tem uma camerazinha lá e um atendimento eletrônico para você fazer alguma denúncia. Aí o cara foi olhar para dizer que roubaram a bicicleta dele, fazer a denúncia.

A polícia catou ele que ele tinha um mandado de prisão em Meu, olha essa daqui, ó.

?Voz C

Então eu vou falar, eu vou falar do que eu falei, do dinheiro errado que eu fui fazer. Eu tive um celular que foi furtado e eu tinha seguro, né? E aí, para receber o seguro, eu tinha que fazer um boletim de ocorrência na delegacia. Aí eu tava lá na delegacia esperando aqui minha vez chegar para poder fazer o BO do celular que foi roubado e tal. E aí eu tava eu, escrivão lá na frente, né? Era um escrivão, era um inspetor, o cara tava tipo na recepção, né?

Aí do nada aparece um cara na delegacia. Eu queria fazer um boletim de ocorrência para o cara, cara. Aí ele pegou e disse assim: é sobre o quê, cidadão? Esse não é porque eu comprei, eu comprei um dinheiro na internet e lá no anúncio dizia que era, eu pagava, tinha que pagar R$4.000 e ia receber R$50.000 de dinheiro em nota de R$100. E aí eu paguei R$2.000, né, para poder o dinheiro vir. O cara disse que tinha que deixar metade e o cara nunca mandou esse dinheiro.

Eu queria fazer um boletim de ocorrência desse Aí o cara, o inspetor, falou assim: não tô entendendo não, o que é que o senhor tá dizendo? Aí disse: não, é porque eu comprei um dinheiro, eu ia comprar R$50 mil e tinha que dar R$2 de entrada, e eu nunca recebi esse dinheiro. Se o senhor tá dizendo que o senhor tava comprando um dinheiro falso e não recebeu o dinheiro falso, e o senhor quer fazer um boletim de ocorrência porque o senhor foi enganado, porque comprou um dinheiro falso.

Aí o cara olhou para o escrivão assim: eu vou pegar uns papel ali no carro e volto já. Aí foi simbólico. O crime dele era maior do que do cara. Aí o cara, o policial olhou para mim e falou assim: macho, é sério isso que eu acabei de escutar? Eu, ah, cidadão, eu tô só aqui olhando, mas eu acho que era sério. Sem nada não, mas o cara foi fazer tipo assim: eu acabei de, acabaram de roubar a bicicleta que eu roubei.

?Voz A

Só faltou ele dizer assim: nossa, Olha essa daí que eu mandei para vocês, é que o ladrão foi assaltar o banco e o bilhete, que tipo assim o bilhete do assalto, ele escreveu no canhoto do cheque dele onde estava o nome dele, o endereço dele.

?Voz D

Ah, porra, velho, caralho, é possível, velho. Aí lá em Chicago, em Chicago todinho agora.

?Voz C

Aí tem um cara que ele trabalhava cortando planta né? Ele cortava a planta e depois ele tinha que botar numa máquina, né? Essas plantas que ele cortou, ela tipo picava, né, as plantas e colocava dentro de um saco. E aí ele tinha que primeiro podar e depois ele ia jogando para baixo. Depois ele—

?Voz D

eu tenho um de planta também.

?Voz C

E depois ele pegava e botava nesse picador, sei lá. E aí ele teve uma ideia inteligente igual a da Yara. Ele disse, eu vou botar logo o picador aqui embaixo e aí conforme eu vou cortando as plantas né? As plantas já vão caindo e entrando nesse triturador, né? E diminui meu trabalho.

?Voz A

Só que ele não contou que ele poderia cair também, né?

?Voz C

Justamente. Aí quando for achar o cara, o cara tava lá só metade dele para fora do picador.

?Voz A

Puta que pariu!

?Voz D

Eu lembrei já do caso, pô. Agora eu não lembro onde foi, velho, que a polícia teve a brilhante ideia de queimar uma carga de maconha, deixou a cidade toda loucona.

?Voz A

Caralho!

?Voz D

Não lembro onde foi, bicho. Eu acho que foi ou foi nos Estados Unidos ou foi no México, bicho.

?Voz A

Mas eu lembro dessa história, foi uma plantação, pô, não foi uma carga não, acho que foi uma plantação.

?Voz D

Uma plantação foi?

?Voz B

Não, tem, eu tenho, essa é mais antiga, a da plantação acho que foi no Brasil.

?Voz A

Eu acho que foi, porque eu sei que eles foram queimar.

?Voz D

Eu acho que foi, eu acho que foi uma carga, cara, é isso aí.

?Voz C

Deixa eu olhar aqui, eu sei que aqui no Brasil teve a cidade dos maconheiros, né, que era uma cidade que consumia maconha achando que era uma planta medicinal, e era né?

?Voz A

E era na praça, não era que tava plantado?

?Voz C

Era em todo canto, tinha na praça, tinha na casa do pessoal. Aí chegou um delegado novo, o delegado viu dando uma volta na cidade, aí olhou aquela planta esquisita na praça, isso, ué, que planta é essa aqui? Aí quando ele foi analisar, o cara, não, a planta que todo mundo tem em casa, quando a gente tá com dor de cabeça, você quer fazer chá, faz não sei o quê. Aí descobriram que a cidade inteira tinha não sei quantos mil pés de maconha.

?Voz D

Esse caso foi na Indonésia, foi em 2015. Polícia da Indonésia queima 3,3 toneladas de maconha e deixa moradores chapados. Maconha!

?Voz A

Mas tem um famoso também que a gente já comentou aqui, que foi do marinheiro lá que foi fazer corrida com relógio ligado, né?

?Voz D

Esse aí é desse pessoal que tem que mostrar a vida para todo mundo.

?Voz A

Entregou a posição do navio, pô.

?Voz D

Navio em missão secreta, ninguém sabia onde o navio tava.

?Voz A

Nossa! E o bom é que no coisa aparece exatamente o formato do navio, bem direitinho, bem bonitinho. Aí, né, ele correndo, fazendo o perímetro no avião todinho, cara. Outras que eu adoro ver é aqueles de ladrão se dando mal, tipo assim, o cara pula, aí quando pula tem 3 pitbull do lado de dentro. É, mas eu acho que eu até já te mandei, Gegê, um, eu acho que eu já te mandei uns vídeos que é com a voz daquele narrador do UFC e ele narrando vídeos desses aí.

Acho que é o pessoal pegou, botou a voz dele no IA e aí bota para ele narrar esses esses vídeos.

?Voz C

O menino lá que foi assaltar a menina na frente de uma academia de jiu-jitsu no meio da aula.

?Voz B

Isso é da hora.

?Voz A

E teve um cara que o cara lá nos Estados Unidos, acho que era no Texas, ele foi assaltar uma loja de arma.

?Voz D

Aí não, velho, é bicho.

?Voz A

Mas saiu tiro de todo lado, mano, saiu tiro de todo lado nele. E no Instagram mostra as câmeras de segurança, aí fica distorcido, né, na hora onde vai aí acontecer a cena violenta. Mas o cara entra na maior, assim, como se tipo assim, vai dar certo, assim, já deu certo. Aí o cara levanta a arma, que ele levanta, mas dá nem tempo ele sacar a arma dele. No que ele vai sacar a arma dele, 3 caras de diferentes posições já levanta, já saca atirando nele.

?Voz C

É muita droga, né, não, bicho? O cara faz um negócio assim.

?Voz A

Em Controversa, o podcast onde todos os temas se convergem. E aí, pessoal, vocês ainda querem falar mais alguma história? Já deu? Deu? Esgotou, Gegê?

?Voz C

Esgotou, esgotou.

?Voz A

Satisfeito?

?Voz C

Satisfeito.

?Voz A

Bom, e você, caro ouvinte, qual a história aí que você viveu, que você lembrou, que você ouviu falar, que você quer compartilhar conosco? Conta. E aí, quem sabe a gente pode até fazer uma parte 2 desse aqui, colocando os ouvintes contando as histórias deles. E aí você pode mandar lá o áudio para gente no Instagram, pode mandar, quem tem o nosso contato no WhatsApp pode mandar lá pelo WhatsApp a sua história. Ou se você não quer gravar, mas quer mandar escrito, manda escrito ou no comentário do Spotify ou no comentário do Instagram, que a gente conta aqui a sua história para quem sabe a gente fazer uma uma parte 2 aqui de causos reais de pessoas próximas que não foram tão sábias naquele momento.

E muito obrigado para você que nos ouviu até agora. Ouve aí agora os nomes dos nossos apoiadores na voz da assistente mais fofa da Podósfera. Valeu, foi bom, adeus!

?Voz D

Valeu, meu povo!

?Voz C

Valeu, pessoal, boa noite! Valeu! Esse episódio foi editado por Audionias Edições, a sua melhor opção em edições de podcast.

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