Episódios de Encontroverso Podcast

EV especial dos Apoiadores 01 - Primeiros Cortes

15 de junho de 202640min
0:00 / 40:16

É isso aí, pessoal... essa semana não tivemos gravação porque o nosso host viajou e acumulou trabalho pra semana seguinte...

Mas pra vocês não ficarem sem o prazer da nossa voz, trouxemos uma amostra do que nossos apoiadores recebem todos os meses.

Se você quer ser nosso apoiador, vai lá no www.apoia.se/encontroverso e ajuda a gente a continuar trazendo episódios com essa qualidade de edição!

Participantes neste episódio5
G

Gerardo

Host
S

Speaker A

Host
S

Speaker B

HostJornalista
S

Speaker C

Host
S

Speaker D

Host
Assuntos8
  • Recomendações filmes ficção científicaBlade Runner 2049 e sua filosofia · Comparativo Blade Runner 1 vs. Blade Runner 2049 · Onde Está Segunda-Feira (What Happened to Monday?) · Extinção (Extinction) · Aniquilação (Annihilation) · Projeto Adam (The Adam Project) · Atlas · Oblivion
  • Filmes com temática de invasão alienígenaComparativo Alien vs. Tropas Estelares · Evolução e inteligência de criaturas alienígenas · Estratégias de combate em invasões alienígenas · Ameaça alienígena e a sobrevivência humana
  • Aceitação do diagnósticoDireito do paciente saber o diagnóstico · Capacidade de discernimento e autonomia · Informar representante legal em caso de incapacidade · Infração ética em ocultar diagnóstico · Diferença entre hipótese e diagnóstico confirmado · Risco de complacência ou alarme excessivo
  • O gênero literário apocalípticoConhecimento sobre um meteoro destruidor · Colapso social em face de catástrofe · Sobrevivência a eventos apocalípticos · Reação individual a conhecimento de morte iminente
  • Declínio do gênero super-heróisUniverso Marvel vs. DC · Velocidade do Flash vs. Mercúrio · Cena do Mercúrio salvando pessoas · Apocalipse (X-Men: Apocalipse) · Deadpool · Homem de Ferro 3 (Mandarin)
  • Análise crítica de cinema e séries11 Homens e um Segredo (Ocean's Eleven) · Italian Job · Truque de Mestre (Now You See Me) · Crossover de filmes de assalto · Roubo ao Vaticano · Roubo da Mona Lisa
  • Superpoderes e suas implicaçõesDesejo de ter poderes de Super-Homem · Uso de poderes para ganho pessoal vs. altruísmo · Relação entre Super-Homem e Batman · Criação de canal no YouTube com superpoderes
  • Anabolizantes e SaúdeParticipação em competições de fisiculturismo · Fabricação de anabolizantes (Durateston) · Comparação com Walter White
Transcrição357 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async
?Voz A

Eu já tô gravando, pô.

?Voz B

Falou: Oi, oi, som gravando.

?Voz C

Isso, tá gravando aqui já.

?Voz B

Deixa eu fazer uma pergunta para vocês: se vocês soubessem que tem um meteoro que vai destruir a Terra e ele vai se chocar com a Terra daqui a 3 meses, e o governo soubesse disso, vocês queriam saber?

?Voz D

Claro que eu queria.

?Voz C

Eu queria, pô.

?Voz D

Eu acho essa coisa, tem uma coisa no mundo da ciência, da medicina, que eu tenho meio que um pé atrás. O Santiago vai poder atuar, é porque dizem que, por exemplo, quando a pessoa tem um diagnóstico, ela vai morrer, diz que não é bom ela saber. Ah, eles não contam para pessoa, conta para os parentes. Como é que é isso? Porque se fosse comigo, eu acho que eu era obrigado a saber, cara.

?Voz B

Por lei, qualquer pessoa maior, né, assim, é o que define o Código de Ética Médica. Se você tem capacidade de discernimento, você tem autonomia para saber, você, eu sou obrigado a te informar. Se você não que não tem essa capacidade, por exemplo, uma criança, eu tenho que informar o representante legal. Então, por lei, você— eu não posso esconder o diagnóstico de um paciente por acreditar que aquele diagnóstico poderia causar um sofrimento para ele. Isso é uma infração ética.

?Voz D

Você sabe que na prática, na prática, tem muito médico que procede de maneira diversa dessa, ou não? Depende da tua interpretação, que os cara só lá, o cara vai, quando ele sabe a vida do cara, desanda, ele morre mais rápido, desanima da vida, sei lá.

?Voz B

É, mas Depende da interpretação. O que eu já vi algumas vezes acontecer é, supondo que eu não tenho certeza acerca de um diagnóstico, porém existe uma probabilidade grande. Por exemplo, tem um lá, um negócio que parece um tumor, é super agressivo, mas ainda não chegou a imuno-histoquímica, não chegou o histopatológico dele, né, que vai dizer se realmente é aquele tumor que eu estava pensando. Então eu não preciso avisar aquele paciente naquele momento a minha hipótese, né, a minha suspeita.

?Voz C

Entendi.

?Voz B

Agora, se confirmou, aí eu vou avisar, porque aquela pessoa precisa— você vai morrer. Então assim, eu particularmente, eu não trabalho com oncologia, mas se eu estivesse diante de um paciente como esse, eu iria chegar para ele e dizer: olha, nós estamos diante de uma possibilidade de uma doença grave, nós precisamos fazer esses exames. Porque se você também for muito complacente, corre o risco do paciente: ah, é besteira, não vou atrás de fazer esses exames não, né.

Então você não pode ser muito complacente, muito benevolente ali, e também você não pode criar um alarme, porque digamos que seja o contrário, tu diz, ó, cara, você quer um tumor X super agressivo, você tem 3 meses de vida, o cara vende tudo que ele tem, aí chega o resultado, aí, bicho, era não, ó, tava errado.

?Voz D

Então, que pariu, que filha da p— Eu acho que as pessoas viveriam diferente se tivesse certeza que elas vão morrer em determinada data.

?Voz C

Apesar de que a humanidade, ela não é meio cética com situação de término, né?

?Voz D

É, a gente nunca acha, a gente nunca acha que a gente vai morrer, a gente não vive pensando na morte.

?Voz C

Quantos fins do mundo a gente sobreviveu já, hein?

?Voz B

A gente sobreviveu ao bug do milênio, pô.

?Voz D

Nossa, Deus.

?Voz A

O outro chega e fala assim: quantos eventos apocalípticos a gente sobreviveu? A gente não consegue, quase a gente morre por causa de uma chuvinha, macho, uma chuvinha assim de 300 milímetros, sei lá, 600 milímetros, tá ligado? Só falta morrer. Imagina um evento apocalíptico.

?Voz C

O que eu tô falando foi o seguinte: Pela pergunta que o Santiago fez, se o governo soubesse que tá tendo, tá vindo um meteoro, algo do tipo e tal, como se a gente queria saber.

?Voz B

Tu queria, GG?

?Voz D

Com certeza eu queria saber, cara.

?Voz B

Eu acho que eu não queria.

?Voz D

Não queria?

?Voz A

Acho, ó, vai tomar no teu cu.

?Voz B

Eu não queria.

?Voz A

Se eu pudesse saber que eu ia ter, eu ia viver minha vida normal. Ai, que merda. Aí o que eu tô dizendo, se eu tenho 3 meses para ficar full time com a minha família e fazer, tornar esses 3 meses os momentos mais incríveis que existe na face da terra, eu vou ficar tendo raiva na porra de uma prefeitura com ficar de paciente e ganhando. É, mandava tudo se fuder e ia falar igual menino. E de preferência eu queria saber e que os outros não soubessem, que aí eu ia poder torrar meu dinheiro todinho, comprar uma casa ou alugar um Airbnb de 3 meses.

?Voz B

O problema é que uma vez que o governo tem essa informação, ele vai ter que divulgar para todo mundo ou divulgar para ninguém. Não existe opção. Não, vamos falar para o Gerardo, mas não vamos falar para o chefe dele.

?Voz D

Não, Não, mas aí, por exemplo, você falou assim, você falou que você queria saber, todo mundo aqui sabe. Agora o governo fazer isso, divulgar para todo mundo, você já cria um colapso social, sociedade desmorona completa, acabou.

?Voz A

Vai, vai, os doido vão sair, vai virar um Walking Dead, Walking Dead sem zumbi, pô, Walking Dead de gente viva.

?Voz D

Se o meteoro vai chegar em 6 meses, a sociedade dura uma semana, já tá todo mundo morto.

?Voz B

Aquele filme, Uma Noite de Crime, uma noite de crime. Você está no Encontro Verso, o podcast onde todos os temas se convergem.

?Voz C

Bicho, tem um cara que estudou comigo quando eu fiz o curso de Química. Ele veio convidar a galera para ir assistir a apresentação, uma competição que ele ia participar aqui na cidade.

?Voz B

Aí você queria contato para tomar suco.

?Voz A

É o Raízes, ele é o Walter White dos anabolizantes, é. Em vez dele fabricar metanfetamina, ele fabrica Durateston, é.

?Voz C

Eu disse: bicho, eu não acredito não que tu tá— tu acha mesmo que eu vou sair da minha casa para ir ver um monte de homem de tanga mostrando músculo?

?Voz B

É demais, todo oleoso, né?

?Voz C

Ah, ligar, velho, cola não. Se fosse uma competição de um futsal, um vôlei, qualquer outra coisa, eu ainda ia, mas sair, meu irmão—

?Voz B

Campeonato de biriba, porrinha, né?

?Voz D

Rapaz, tem um cara que maneiro, bicho, no Instagram, que é o faxineiro, aquele faxineiro que faz as pegadinhas pegando os pesos maluco ali. É massa pra caramba.

?Voz B

Ah, cara, é massa.

?Voz D

Anatoly, ele é maneiro pra caramba.

?Voz A

Fake weights, como é que ele fala fake?

?Voz D

É fake, pesos falsos.

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?Voz B

Eu tinha vontade de ter um poder, como eu já falei aqui em algum episódio, tipo esse de ser tipo Super-Homem, e só para chegar numa competição dessa e ver esses caras se cagando para levantar um peso e o cara levantar só com uma mão assim, ó, para tirar onda, né?

?Voz A

Mas como tua mente é pequena, cara. Se tu tivesse os poderes do Super-Homem, o que que tu ia fazer?

?Voz B

Era, pô, tu acha que eu ia fazer o quê? Tu acha que eu ia ficar querendo salvar o mundo?

?Voz D

Era exatamente.

?Voz C

Ô, GG, é porque, pô, chega determinado momento que nada lhe desafia. E eu vou zoar agora, fazer zoeira.

?Voz B

Abre um canal no YouTube, vai fazer essas coisas, pô. Tu ganha mais dinheiro do que salvando o mundo.

?Voz A

Vou bater o recorde do Michael Phelps.

?Voz B

Não, aí não, tu vai indo lá para o Oriente Médio para trazer a paz mundial.

?Voz A

Não, eu fazer igual homem, eu fazer igual homem man, homem man, tá doido? Vocês perderam, eu sou o supremo, supremo, supremo, o senhor caiu.

?Voz C

Santiago, é ser igual o canal do Shazam, pô.

?Voz B

É fazer um canal do YouTube, pô, tu é doida? Acho que vai ficar querendo man mover, dando morro em coluna de pé, aí eu derrubo uma coluna, ficar arrumando briga com os outros, levando tiro. Colocando minha família em risco.

?Voz A

Eu não levando um tiro, Zé Maria. Tu é o Super-Homem, tu tá preocupado com tiro?

?Voz B

É sério? Sim, eu não ia, para mim não ia dar em nada, mas a família é verdade.

?Voz A

A única preocupação que tu tem que ser se tu for Super-Homem é com Batman, cara. Mas depois que eles descobriram, depois que eles descobriram que são charada de mãe, ficou tudo, tudo são primo.

?Voz B

É, mas o Super-Homem é muito burro, porque o bicho podia ficar mais rico que o Batman, né, se ele quisesse.

?Voz A

Ei, mas ali foi, ali foi, ali foi um crossover também que, que porra, os cara resolveram uma rinha arranha de galo.

?Voz B

Não, mas aí não é crossover não, pô, que isso era o mesmo, eles são no mesmo universo, bicho.

?Voz C

Essa carta na manga, bicho, não colou não. O Batman estudou o cara do começo ao fim, sabia quem ele era, sabia tudo. Aí quando chega na hora do vamos ver de finalizar, você não sabia o nome da mãe do cara. Puta que pariu, né, velho? Ali não existe não, pô.

?Voz A

Os caras resolveram uma rinha, uma rinha de galo com Marta, pô. Hein, de galo.

?Voz C

Aquilo ali foi ridículo, velho, não existe não aquilo ali.

?Voz D

É igual, é igual o choque, o choque de cultura, hein, choque de cultura definindo Marvel vs. Capcom. É um monte de playboy versus um monte de delinquente.

?Voz A

Bando de vagabundo!

?Voz B

Exato. Quem é que é os playboy?

?Voz D

Acho que é o pessoal da DC.

?Voz B

Não, da Marvel, pô.

?Voz D

Não, é da Marvel, é da Marvel.

?Voz B

É só o cara de onde está.

?Voz C

Mas o bicho, o Fagner não falou Marvel versus Capcom?

?Voz B

Pois é, e o Capcom, a galera são os delinquentes.

?Voz A

Não, ele falou não.

?Voz C

Ele falou isso. E a DC veio de onde?

?Voz D

Não, Marvel versus DC, quer dizer, falei errado.

?Voz B

Mas tem Marvel vs DC, eu lembro do Marvel.

?Voz D

Ah, sim, Marvel vs DC é do Choque de Cultura. Eles fizeram Marvel vs DC, quem é o melhor?

?Voz B

Entendi.

?Voz D

Aí tem até disputa, né? Quem é mais rápido, The Flash ou Mercúrio? Aí o Mauricinho: o Mercúrio é na velocidade do som e o The Flash é na velocidade da luz. Pronto, empate.

?Voz B

Empatou.

?Voz C

Eu lembro. Ei, Mau Gerardo gosta do Mercúrio, pô.

?Voz B

Eu gosto, ele adora o Mercúrio, mas o Mercúrio morre para bala, pô.

?Voz A

Acho legal um velocista que não desvia de uma bala. É igual como diz o super-herói do Tony, Pode voar, mas voa baixo, só voa até 1 metro.

?Voz D

Agora, aquela cena do Mercúrio salvando a galera na mansão, uma das melhores cenas.

?Voz B

Aquele Mercúrio, né?

?Voz D

É aquele lá, aquele é do First Class, né? Ou não?

?Voz B

É do Primeira Classe.

?Voz D

É muito irado, bicho, aquela cena é uma obra de arte.

?Voz C

Não, First Class é o do passado.

?Voz B

É Dias de um Futuro Esquecido.

?Voz C

Eu acho que é dele.

?Voz D

Eu não lembro.

?Voz A

É o do fragmentado sendo Professor Xavier, pô.

?Voz C

Aquela cena do Apocalipse, que foi quando o Apocalipse chegou lá no cérebro.

?Voz B

Ah, é verdade. Mas esse filme, a cara de sessão é Domingo, aquele filme do Domingo, como é o nome? Temperatura Máxima, né?

?Voz A

O Apocalipse, o Apocalipse depois que, depois, como é que chama? Depois do Ozempic, né? Aquele ali, porque puta que pariu, bicho, aquele Apocalipse ali.

?Voz D

O herói eu achei maneiro, agora a fantasia dele é muito ruim.

?Voz A

Não, brother, não. Aquele é o Apocalipse ali do Ozempic. Depois do Ozempic faltou dar uma bengalinha para o Apocalipse andar ali. Transformaram o Apocalipse no Munhá.

?Voz C

Os cara poderia ter feito tipo um Joga Esnalte daquele.

?Voz A

Não, é isso que eu tô dizendo. Transformaram o Apocalipse no Munhá. É o Munhá antes da transformação e depois. Apocalipse de verdade é o depois.

?Voz C

É a forma decadente.

?Voz A

É a forma decadente.

?Voz B

Não existe a possibilidade da humanidade existir se o Alien chegar no planeta Terra. Por isso que todos os filmes, todos os filmes do Alien tem que se passar no espaço.

?Voz D

Eles têm que evitar ele chegar aqui.

?Voz B

É, só quem quer que ele chegue aqui são os alienígenas, são os androides.

?Voz D

Então, mas eles podiam fazer tipo assim, ele chega numa nave, no ambiente que eles ainda conseguem meio que confinar, os cara tem como escapar, se ele escapar acabou a humanidade, ou numa ilha, alguma coisa nesse sentido, poder trabalhar uma coisa dessa. Eu acho que seria muito interessante ele chegar na Terra e tipo assim, a humanidade meio que escapar um pouco do alien se espalhar pelo planeta todo, ia ser muito massa. Pô, tinha pano pra manga pra caramba, bicho, tá doido.

?Voz B

Não, pano pra manga tinha, mas o problema é que eu acho que não tinha como, não tinha chance.

?Voz C

Não, pô, porque é o seguinte, pô, que você botou, que você colocou um enredo que é passível de ser só um alien.

?Voz D

Não, sim, mesclar.

?Voz C

É isso que eu tô falando, pô. Se você mesclar, a única coisa que você fez comparado com tropas estelares foi trocar a espécie. Sim, mas no fim das contas, ou é uma tropa estelar com uma espécie mais evoluída, ou então é uma guerra contra alien.

?Voz D

Isso para mim tá bom demais, tá doido.

?Voz B

Então tu só quer ver mais alien?

?Voz D

É claro, cara. É, vamos lá então, vamos voltar, porque parece que eu falo um negócio e diminui, né?

?Voz C

Não, pô, não tô diminuindo não, caralho. É o que eu tô falando, é o que eu falei, foi isso.

?Voz D

O Santiago traz o Velozes e Furiosos com Transformers, só mudou o piloto.

?Voz B

Não, pô, os carros mudam também.

?Voz D

Muda o carro, beleza, tem outro carro, mudou para caralho. Aí eu trago um negócio aqui, só mudou isso. Pô, bicho, você falar que o Alien para o inseto você mudou pouca coisa, tá de sacanagem, você conhece a franquia?

?Voz B

Não, mas o que a gente tá falando é que no caso não era nem a mudança, era que quem vai combater, os soldados, é que não tem chance.

?Voz D

Ah, mas ainda na quantidade "Mas você tem como botar muita coisa, tem como botar nave, tem como botar equipamento pesado, arma mais sofisticada, estratégia, dá para você fazer muita coisa, é muito amplo." Será?

?Voz C

Mas é onde tá, pô, ó, se você como conhecedor das duas franquias você reconhece que se colocar aquele volume de inseto do Tropas de Telares, você trocar tudo por Alien, o Alien que a gente conhece do filme não tem ver não, pô. "Não vim, entendeu?

?Voz D

É, acabou, chegou, olha, o filme é guerra contra aliens, pronto, acabou, aí sobe os créditos." O Tropas Estelares acontece a mesma coisa, eles vão no planeta e são massacrados, mas aí você já pensa em adotar outra estratégia de abordagem no planeta, mais furtivo, ah, vou pegar a Wily mãe, vou tentar fazer outra coisa, e você bola outra coisa, entendeu? Dá pra fazer muita coisa aí com esse filme.

?Voz C

Marcelo, a minha opinião de que não vende É porque o que é vendido do Alien é que é o predador, a criatura perfeita, a arma perfeita, vamos dizer assim, arma de destruição em massa perfeita, que vai colocar uma horda.

?Voz D

Então, cara, mas aí, rapaz, você tá trazendo vários problemas e tem várias soluções. Por exemplo, tem um planeta dos Aliens, aí os Aliens estão tentando se espalhar para outros planetas, inclusive chegar aqui no planeta Terra. Aí os caras começam a interceptar, começa a nave, começa Mas dá para fazer muita coisa, eu acho que seria incrível.

?Voz B

Mas o alien, o Vago, ele não tem uma organização sociopolítica de exploração, tipo, eles são meio que um animal.

?Voz D

Sim, os insetos também têm, eles vão no instinto.

?Voz C

Isso aí tinha que ser uma evolução enorme.

?Voz B

Aí se o alien evoluir nesse ponto, aí fudeu de vez.

?Voz D

A gente tá fodido!

?Voz B

Porque sem evoluir ele já é indestrutível?

?Voz C

Mas nem tanto, pô, quando chegar na geração Z acaba, né?

?Voz B

Também tem isso.

?Voz A

Tudo errado, tudo errado!

?Voz B

O alien eu não vejo eu vejo ele como um ser senciente assim, ele não tem essa coisa do planejamento, por mais ele é um—

?Voz C

Mas apesar que no segundo, acho que foi no segundo ou no terceiro filme, teve uma cena que ele demonstrou certa inteligência. Não, no 4, eles estão presos, é que ele mata outro alien lá para ele—

?Voz D

mata o outro para poder o sangue dele corroer a cela e eles fugirem, e todos fazem isso ao mesmo tempo.

?Voz B

Mas é mais um planejamento do que uma organização, entende, ô Tony? É mais como se um, é tipo um rato, um rato que tá no labirinto e ele encontra uma solução para sair do labirinto.

?Voz C

Eu acho que assim, se fosse seguir essa ideia do alien evoluir ao ponto de criar uma inteligência suficiente para desenvolver uma nave para sair do planeta, meu amigo, isso são milênios até chegar nesse ponto.

?Voz D

Não, mas não precisa ser assim. Usar os insetos, por exemplo, a gente não tinha tecnologia nenhuma.

?Voz C

Eu pensei que tu ia fazer aquele Hadão lá de Pequeno Príncipe, pegar a Carol no cometa.

?Voz D

Mas os insetos, eles, por exemplo, eles empurravam e jogavam os esporos lá, empurravam meteoros no planeta Terra, um negócio de doido. Não precisava de tecnologia, entendeu? E eles se espalhavam pela galáxia meio que desse jeito também. Mas não precisa evoluir não, dá pra fazer várias coisas, entendeu? Dá pra fazer várias possibilidades, várias ideias que dá pra trabalhar.

?Voz B

Mas de alguma forma o que o Alien tenta fazer é mais ou menos isso, só que eu acho que sem um um planejamento estratégico, tipo assim, de causa e consequência, né?

?Voz D

É instintivo, é meio que reprodução, só o caos, não é perpetuação de espécie.

?Voz B

Exato, ele tenta se manter vivo até chegar no lugar onde deu certo. Tu, GG, que tá muito calado, acabou com a ocupada, né? É, pois desocupe essa boca e traga aí com a sua bosta agora.

?Voz A

Como é 11 Homens e um Segredo e o jogo Big Brother Brasil.

?Voz B

Diferes comigo.

?Voz D

Brad Pitt, George Clooney.

?Voz C

Aquele lá, pô, O Segredo da Montanha, pô. Como é o nome daquele filme?

?Voz B

Brokeback Mountain?

?Voz C

É. 11 Homens e um Segredo, e O Segredo é o da montanha.

?Voz A

Eu tô querendo pensar em outro filme de ladrão, mas eu só tô imaginando a política brasileira.

?Voz C

Aquele Italian Job, pô. Aquele Italian Job, que é com a Charlize Theron. Aquele dos Mini. Dos Minis.

?Voz A

Mini?

?Voz C

É, pô, dos Cooper. Aquele Mini Cooper. Que a galera sai, rouba um cofre. E fogem nos carros.

?Voz B

É uma saída de México. É porque o título original é aquele, é Italian Job, é The Italian Job, que é um golpe italiano. O nome do de 2003 é um remake de um da década de 50, que é o golpe italiano, década de 60, corrigindo.

?Voz C

Bom, tá, esse tem Matt Damon, tem o Jason Statham, tem Charlize Theron. Tu lembra não, Gerardo, desse filme?

?Voz A

Cara, eu acho que eu não assisti esse jogo não, esse filme não, mas ele é, ele é o mesmo estilo do 11 Homens e um Segredo.

?Voz B

Pois é, eu imaginei dois filmes de roubo grande, os dois tentando fazer um assalto no mesmo lugar na mesma hora.

?Voz A

É mais ou menos isso. Aí quando chega lá, chega no cofre no mesmo tempo.

?Voz B

Pronto, sabe qual é que dá, GG? 11 Homens de Segredo e Aquele Truque de Mestre. É Truque de Mestre, é aquele que é com os mágicos. Sim, que é com os mágicos. Tá aí, seria um assalto interessante.

?Voz D

Mas eu acho, não sei, eu acho que um ia perder, ia roubar muita cena do outro.

?Voz A

Um filme de dois ladrões, o Vagner dizer que um ia roubar muita cena do outro.

?Voz C

É chover no molhado.

?Voz B

Eu também, eu fiquei tentando entender se ele tava falando, ele tá fazendo uma piada de duplo sentido ou não.

?Voz A

Literalmente É isso, né?

?Voz B

E a ideia era essa, não queria roubar a cena do outro, mesmo. É, não só a cena, né, cara? Mas tá aí, ó, imagina os dois tentando roubar o Vaticano.

?Voz D

E tinha uma disputa que quem conseguisse roubar ia conseguir, ia conseguir um assalto ainda maior, maior assalto do mundo. Mas para isso ia precisar de um teste, roubar a Mona Lisa.

?Voz B

Pronto, os dois tentando roubar o cofre do ditador da Coreia do Norte.

?Voz A

Aquela porra lá deve ter nada, macho.

?Voz C

Quem não tem é a população. É verdade. Olha, ei, se liga que esse bicho aí, pela proposta do Gerardo, é o mandarim do Homem de Ferro 3.

?Voz A

Um corte de cabelo decente, ele vai ter algum tesouro, mano.

?Voz D

Mas é que ali é tipo uma marca do Hitler, né? Ele faz aquilo só para ninguém ter igual, por isso que é tão feio. Ninguém vai ter coragem de fazer uma porcaria daquela igual.

?Voz B

Cara, mas ia ser legal ver os dois tentando fazer, os dois grupos tentando fazer um assalto no mesmo lugar.

?Voz A

Quem rouba primeiro, né?

?Voz B

É, tipo assim, depois eles iam descobrir que o mesmo cara tinha contratado os dois.

?Voz D

E um ia ter que atrapalhar o outro, porque eles iam se encontrando mesmo.

?Voz B

Não, mas eles não sabiam, Vago, que eles estavam fazendo assalto.

?Voz D

Tipo assim, eles iam chegar lá e já ia se esbarrar com outro grupo. É, só que as, as, e eles iam ter que um impedir o outro sem armar, sem desarmar o alarme, sem ninguém detectar. Além de ter que burlar o alarme, eles iam ter que burlar um ou outro, uma equipe ia ter que burlar o outro, entendeu?

?Voz B

É porque o que aconteceu na hora que o primeiro Primeiro chega lá, tem a tecnologia de proteção, que é a tecnologia do cofre. O primeiro grupo modificou a tecnologia para colocar a tecnologia deles para tentar burlar. Quando o segundo grupo chega, eles estão programados para primeira tecnologia e eles se deparam com a segunda. Então eles têm que refazer o planejamento deles.

?Voz D

É, esse aqui improvisar, porque já tem uns cara roubando já, cara.

?Voz C

Eu acho que eu já vi um filme que tem essa pegada, que é, eu acho que é até esse, o Truco de Mestre, é, não, pô, A Saída de Mestre, que tem uma galera que arromba o cofre um da maneira tradicional e o outro usa recurso tecnológico. Eu tenho quase certeza que tem essa pegada na série de Mestre.

?Voz B

É, mas aí a gente, a ideia do crossover, assim, já teve vários filmes que teve dois brucutus se batendo, mas a ideia é usar os personagens que a gente já conhece, entendeu? Pode até ser um semelhante ao Italian Job lá, mas a ideia que a gente vai ver os grupos que a gente já conhece usando quelas mesmas artimanhas que a gente já conhece. E outra coisa, nesses filmes a gente tem uma tendência a torcer pro bandido, né? Então tu não ia ter necessariamente pra quem tu torcer no início do filme.

Obviamente no final do filme eles iam ficar um tentando passar a perna no outro, meio que unidos e desunidos, como todo filme é, né?

?Voz C

Ei, macho, agora já pensou no final do filme o cara dizer, chegar lá, surpresa, era só para descobrir que era o melhor?

?Voz D

É, não tinha prêmio nenhum.

?Voz C

Muita piada!

?Voz B

Então ele chega lá e não tem nada dentro do cofre, É, você venceu, cara.

?Voz C

De certa forma, até que vende essa ideia, porque o que ia ser um— fala, cara, esqueci a expressão que usa, que é tipo a distração, entendeu? Eles iam estar fazendo, agindo em um ambiente que tava com, vamos dizer assim, que é o momento que a segurança circula. Aí esse pessoal ia estar burlando essa segurança enquanto uma terceira equipe vai com caminho todo livre para cometer o crime.

?Voz B

Sim, entendi. Entendi, entendi. É, seria massa. Recomeça nossa lista, Bruno Vago.

?Voz D

Eu vou trazer Onde Está Segunda-Feira. Eu gosto desse filme.

?Voz B

Onde Está Segunda?

?Voz C

Não, Terça-Feira.

?Voz D

É, Onde Está Segunda, mas tem, tem uns alguns lugares acho que tem.

?Voz B

Eu acho que não.

?Voz D

É What Happening to Monday, Monday to Monday.

?Voz B

Poliglota, fala vários idiomas.

?Voz D

É com a Naomi Rapace. E tem o William Dafoe também. O William Dafoe acho que é o avô das meninas, né? É um futuro distópico onde é proibido você ter mais de um filho. E proibido, meio que proibido mesmo. Eles têm um controle rigoroso ali.

?Voz A

Aí eu já assisti esse, é irado, que aí ele tem gêmeas, né?

?Voz B

É, exato.

?Voz D

É, na verdade elas são—

?Voz C

caralho, eu falei, eu falei, eu falei para esse desgraçado falar esse filme na rodada anterior e ele não quis falar.

?Voz A

Aí agora quando vai tá falando, demônio, eu não lembrava que era esse aí, cara.

?Voz D

Nunca vi uma pessoa burra desse jeito, cara. Esse filme, na verdade, a filha desse avô, esse cara que é avô das meninas, ele tem seto, seto 7 plus, sei lá, e tem 7 filhos gêmeos só.

?Voz C

Então é ninhada, né?

?Voz D

É, e você só pode ter um. Então ele oculta essas meninas em casa e cada uma recebe um nome e elas vão fazer sempre o papel de uma única pessoa. Então a segunda-feira ela vai sair de casa segunda-feira e vai trabalhar, a terça-feira vai sair terça-feira, quarta-feira vai sair quarta-feira. Cada uma tem um nome de dia da semana e elas fazem o papel de uma única pessoa chamada Deixa eu ver aqui, o nome da menina é The Set— não, cadê, gente?

Eu esqueci agora o nome. Alguma coisa Settman, o nome da mulher. É até meio que coincidência o nome ser meio que Settman assim.

?Voz B

Eu acho que não é coincidência não.

?Voz D

Eu também acho que não. Ou então é proposital.

?Voz C

É intencional, é muito intencional.

?Voz D

Aqui elas vão fazer o papel da Karen Settman. Então, todo mundo que vê elas acha que é a mesma pessoa, só que cada dia é uma diferente. E o filme começa com o desaparecimento da Segunda-Feira, ela não volta para casa e fica um desespero. As outras meninas, elas como as outras irmãs gêmeas dela, né, cada uma saindo um dia da semana e tentando investigar o que aconteceu com elas. E o que eu lembro desse, tem muito tempo que eu assisti esse filme, ele é de 2017, é É que a trama dele é muito interessante e meio que a menina que desapareceu, a filha, acho que ela trabalhava no governo, tinha um cargo importante, uma coisa assim, e ela começou a encontrar alguma coisa relacionada a essa questão do controle de natalidade e tudo mais, que tava muito errado.

E é um filme assim muito impressionante porque é um futuro distópico e tudo mais, e tem essa coisa dessas meninas ter 7 irmãs diferentes, iguais, né?

?Voz B

E é legal quando eles criam uma regra meio que absurda, né, mas que naqueles mundos distópicos elas têm um porquê delas existirem, né.

?Voz D

Cara, tem uma coisa que me chama atenção, e uma das coisas que eu mais gosto de ficção científica são as realidades alternativas, aqueles futuros dispostos.

?Voz B

As regras, né, os motivos.

?Voz D

São realidades bem diferentes, mas que naquele mundo ali é o que os Mas tem que lidar com aquilo, né? Eu acho muito maneiro. E esse filme é muito legal. Quando eu assisti ele, eu fiquei bolado assim. Recomendei para todo mundo: assiste, que é maneiro. E eu gosto muito da atriz, da Naomi Rapace. É muito massa.

?Voz C

Eu vou trazer um filme que eu achei legalzinho. É A Extinção.

?Voz B

Mas eu detesto esse filme. Filme chato do caralho, do final ruim.

?Voz C

A Extinção, cara, eu achei legal o filme, não vou mentir.

?Voz B

Tu assistiu, era o quê? Era umas 4:20 quando tu assistiu? Viu?

?Voz C

Não, não, não costumo fazer nada esse horário não, porque é reservado.

?Voz D

Como é que é esse Extinção, cara?

?Voz C

Tem um personagem principal, ele fica tendo visões de um conflito. É, ele mora numa região, bairro, acho que é tipo bairro mesmo, bairro bem desenvolvido, e ele fica tendo visões de um conflito, tipo uma guerra mesmo.

?Voz B

Não, Tony, tu tá certo, esse filme é legal.

?Voz C

Eu confundi, eu confundi Confundi com outro que é Aniquilação, que é da Natalie Portman, né?

?Voz D

É com ator mexicano assim, é porque eu confundi com Aniquilação.

?Voz B

Aniquilação é que é ruim.

?Voz A

Alzheimer é hoje um problema que se instala em geral em pessoas mais velhas.

?Voz C

Aí, pô, ele fica tendo visões de um conflito e onde ele mora, onde ele vive, tem uma empresa que ela resolve problemas de de visões, essas coisas, você fica vendo algo que não existe. Aí o pessoal faz um tratamento, não, isso é aldol, pô.

?Voz B

A gente dá para o paciente que tá vendo coisa que não existe, a gente faz um aldol, olanzapina, risperidona.

?Voz C

Aí, pô, em determinado momento, a região dele tá lá, começa a ser invadida, uma invasão alienígena a princípio, né? E rola toda uma perseguição, uma fuga e tal.

?Voz A

Ainda bem, eu pensei que era o bolo.

?Voz C

Aí o pessoal começa a a fugir. E tem um plot duplo no decorrer desse filme, que felizmente eu não vou falar. Vamos assistir, porque eu recomendo muito esse filme.

?Voz B

Esse é legal. É porque eu tava confundindo com esse outro que o Tony lembrou o nome, que é Aniquilação. Mas que filme brisado!

?Voz C

Olha, ele não é de— esse Aniquilação, ele não é de todo ruim. Eu não achei ele de todo ruim não.

?Voz B

É porque pelo menos a trilha sonora é bonita, né?

?Voz D

Pronto, trocou a sugestão. Então a sugestão Aniquilação.

?Voz B

É porque pelo menos a Natalie Portman é bonita, é a única coisa que não tem ruim no filme.

?Voz D

Tô brincando, né?

?Voz C

Não, mas tu assistiu esse, Vaga?

?Voz D

Aniquilação, cara, deixa eu ver aqui. É porque título assim, cara, tem muitos filmes escrito Aniquilação.

?Voz B

Deixa eu ver aqui, cara, tem umas viagens de umas plantas que fica se mexendo e tentando.

?Voz D

Ah, assistir esse negócio, acho que não é bom não.

?Voz C

Mas tu assistiu o filme todo, Santiago?

?Voz B

Se eu assistir todo, eu assisti esse negócio. Nossa, é meio viagem mesmo assistir, é muita viagem.

?Voz D

Um portal, não é um negócio assim?

?Voz C

Isso, exatamente, tem uma membrana, membrana da cor do arco-íris, porque ali, pô, ali tem uma entidade extraterrestre que tá manipulando o ambiente, pô. É mais ruim, ele tá fazendo experimentos ali.

?Voz B

Enfim, eu não gostei não.

?Voz C

Como se livrar daquele cara chato?

?Voz B

Mas o Exição é legal.

?Voz C

A minha recomendação é É só extinção.

?Voz D

Volta a extinção então. Aniquila, aniquilação.

?Voz B

É só extinção, Tony, não tem o artigo não.

?Voz C

É, tô ligado.

?Voz B

GG, conseguiu pensar no filme, GG? MIB 3, GG. MIB 3.

?Voz A

A MIB 3 é um dos mais pais de todos, né, bicho?

?Voz D

The Old Guard. Eu não atrasei MIB 3 pra cá não.

?Voz A

Old Guard não é ficção, é Old Guard é o do kung fu, da luta.

?Voz D

Ah, existe gente imortal, existe imortal, tá certo.

?Voz B

Old Guard é o da Charlize Theron, pô, que ela é tipo um Highlander. O Projeto Adam, tu assistiu, Gegê?

?Voz A

É o do—

?Voz B

é o do filho do Han Solo? Não, é o do cara, Projeto Adam, é com o Ryan Reynolds. Tu não gosta dele?

?Voz A

Puta que pariu, não.

?Voz C

E esse I Am Mother, tu assistiu, Gerardo?

?Voz A

A mãe de quem?

?Voz C

Esse que a mãe ensina no filme, é um robô.

?Voz A

Também não, também não assisti, não assisti, não. Tem Lucy, Gegê, mas a Lucy tá saindo.

?Voz B

Não, tá lá, não vai sair agora não, GG. Tá lá, pode trazer luz.

?Voz A

Deus Ex Machina tem?

?Voz B

Não, não tem.

?Voz C

O Titã também, já assistiu?

?Voz B

O GG não gosta de Honda não, ele gosta só da Yamaha.

?Voz C

Ô, Tony, que merda!

?Voz A

Essa piada aqui é muito ruim.

?Voz C

Não, pô, sério, tu assistiu esse?

?Voz A

Qual é esse Titã?

?Voz C

É que o cara vai, ele passa por um, não, ele passa por um experimento para o organismo dele ser adaptado para ele ir viver em outro planeta.

?Voz B

É com aquele ator sem expressão do do Avatar?

?Voz A

Não, com certeza não.

?Voz B

Mas se juntar o Mark Wahlberg e o, como é o nome desse ator, Sam Worthington, mas acho que se juntar, exatamente, e o Legolas, mas imagina que filme!

?Voz A

O Ryan Gosling também, ridículo.

?Voz B

Ah, é, tu gosta do, tu não gosta do Gosling, o Reynolds tu gosta, né?

?Voz A

É, o Ryan Reynolds é top, pô, Deadpool.

?Voz B

Mas tu imagina juntar então, tu imagina juntar o Ryan Jocelyn, Sam Worthington, o Legolas e o cigano Igor.

?Voz C

Pronto, cara, eu ainda não tinha assistido aquele vídeo do Deadpool com Beckham, pô. Eu vim assistir um dia desses, é muita viagem, pô, aquele vídeo. Que você não viu não esse vídeo? Não, que é da época do Deadpool 2, pô.

?Voz B

Não vi não.

?Voz C

Eu vou ver se eu acho o link, depois vou mandar para você assistir, cara.

?Voz A

O pós, o pós-crédito do Deadpool 2 é o melhor jogo mais eclético que eu já vi na minha vida.

?Voz B

O Atlas, tu assistiu, GG?

?Voz A

Não sei nem qual é esse.

?Voz B

Atlas, cara, é da Jennifer Lopes. Aquele mapa, o mapa é da Jennifer Lopes, porque ela, ela não gosta de inteligência artificial, né? Exato, ela não confia em inteligência artificial e ela é obrigada.

?Voz A

É o Eu Robô da Jennifer Lopes, né?

?Voz B

É tipo isso.

?Voz A

Caralho, que ridículo.

?Voz D

A inteligência artificial, ela entra guerra com os humanos e ela foge do planeta, né? Entendi.

?Voz A

Assisti do Tom Cruise, esse é bom.

?Voz B

Pronto, ele tá—

?Voz D

é, mas é melhor, é melhor o outro que a gente falou.

?Voz A

Inclusive, ele descobre o plot, aquele descobre que são vários casais, né?

?Voz B

Ó, tem o Sem Limites, que o Vago já trouxe aqui no filme misterioso, que é do Bradley Cooper e o De Niro.

?Voz A

E o meu conselho, o meu conselho que eu vou dar para Netflix é Netflix melhor Story, tá?

?Voz D

Para, rapaz.

?Voz B

Ah, cara, tem o Oblivion, tem o Lucy, o Livro de Eli.

?Voz A

Livro de Eli, cara, é bom, é, mas não é beatbox. O da Sandra Bullock é bom, não assistiu o outro não?

?Voz B

Eu só assisti o da Sandra Bullock também, cara. Já que o Gegê está muito na dúvida ainda de que filme ele vai trazer, eu vou trazer um filme que já foi citado agora há pouco, que para mim é nota 9.9. Ele só não 10, porque o antecessor é melhor, que é Blade Runner 2049.

?Voz D

Pera aí, aí desfez tudo que você falou. Você vai falar que o primeiro filme é bom?

?Voz B

Cara, o Blade Runner 1 é nota 10 e o Blade Runner 2049 é nota 9.9.

?Voz D

Cara, eu só assisti porque você tem que ver, porque é uma sequência.

?Voz C

Ei, tá ligado, né? Tá ligado, né, que o Adonis vai botar aquele mesmo: é mais ou menos, mais ou menos.

?Voz B

Nossa, que bosta, cara!

?Voz C

Que filme É ruim, velho.

?Voz D

Eu preferia não ter assistido aquela porcaria. O 2 achei incrível, agora o primeiro é muito ruim.

?Voz B

Não, cara, o 1 eu acho fabuloso, fabuloso, fabuloso. É o melhor filme de ficção científica da história, cara.

?Voz D

O quê?

?Voz B

Blade Runner: O Caçador de Androides é o melhor filme de ficção científica da história, cara.

?Voz D

O filme não tem pena em cabeça, bicho. Os cara A mulher fica lá no prédio lá dançando, fazendo negócio sem noção, nada a ver, bicho.

?Voz B

Que quem que a gente fica dançando sem nada a ver, mancho?

?Voz D

A menina loira lá, não tem nada a ver.

?Voz B

Não, pô, na hora que ela tá lutando, ela, eles explicam no começo que ela é um androide que foi criada para satisfazer os homens lá do planeta onde ela foi criada. Um androide não, né, um replicante.

?Voz D

Ah, agora eu entendi, cara. Não gostei.

?Voz B

Que tu não entendeu, mas vamos lá. Blade Runner 2049, ele continua, né, a história do primeiro, e ele vai trazer aí o Ryan Gosling, que é perfeito para o papel porque ele é um androide na vida real, que ele não tem expressão, né. E o personagem dele é um replicante, que é um Blade Runner, que é um caçador de androides. E ele descobre, cara, que uma replicante, que é um dos critérios dos replicantes, né, um das programações é que eles não são capazes de se reproduzir, eles não têm a capacidade, são inférteis.

E aí numa investigação lá ele descobre que uma replicante deu à luz, ou seja, uma replicante foi capaz de gerar uma vida. E aí, cara, essa, essa, esse questionamento filosófico que eu acho massa, que é tipo assim, então o que que define uma vida? Se um ser ele foi produzido artificialmente, mas ele é capaz capaz de gerar outro ser, aquilo é uma vida? Então o que seria a alma daquele ser, né? Então qual seria a definição da alma, cara?

?Voz D

Essa filosofia, ele traz a coisa muito mais profunda, porque meio que você já sabe que ele é um replicante e você vê pela rotina dele que tem nuances, questionamentos, rotinas, coisas muito parecidas com um humano, né?

?Voz B

E ele ele tem um, inclusive assim, ele é um replicante que tem uma inteligência artificial, né? Ele comprou aquela que até a Ana de Armas, né, que seria como se fosse a, eu não vou falar o nome dela, Alexa, por sinal ela vai acender aqui em casa, ou a Siri, né, essa assistente, aquela assistente virtual que é a Ana de Armas, que cara, assim, a forma como ele, exato, a forma como ele interagem com ela.

?Voz D

É muito, você vê que ele carrega ela, o dispositivo para falar com ela, porque ele conseguiu, né?

?Voz B

Acho que é justamente quando ele, quando ele mata o primeiro replicante, aí ele foge e deixa ela portátil. Exato, ele encontra aquele dispositivo e ele disse assim: olha, consegui aqui um dispositivo que você vai poder ir comigo e tal. E aí é massa, por exemplo, que ela fala para ele: tá, mas e se eu morrer? Eu vou deixar de existir. Então, né, até isso é esse questionamento filosófico, tipo assim, o que seria então a existência dela?

A existência da gente é a nossa memória. Então uma pessoa que perdeu completamente a memória, né, para ela, ela deixou de existir? Tudo bem que para os outros ela continua existindo ali, tanto na memória das pessoas como fisicamente, mas para ela, para a própria pessoa, o fato dela não lembrar de nada do passado dela, ela deixou de existir para ela mesma, né? A existência dela acabou? Real, porque ela não tem memórias, é aquela mesma coisa que a gente já trouxe aqui em outros episódios.

Se eu for capaz de inserir uma memória em alguém, aquilo automaticamente é real, porque eu tenho lembranças daquilo. Então eu acho esses questionamentos filosóficos que o Blade Runner 2049 traz sensacionais. Eu acho que assim, vale a pena, inclusive quando a gente for fazer um Opinião em Controversa, a gente pode trazer esse filme como sugestão minha, porque eu acho que tem pano para manga.

?Voz A

Não, não, não, pode não, pode não.

?Voz B

Eu acho que pode. Alguém quer trazer um comentário positivo sobre o filme? Que se trouxer negativo, eu mando logo a Doninha se cortar.

?Voz C

Estressada, nervosa, nervosíssima, estressada, estrupiada, que louca!

?Voz D

Você assistiu, Tony?

?Voz C

Não, nenhum dos dois.

?Voz A

Perdeu nada.

?Voz D

O legal dele é que ele tem tipo meio que duas partes, que é uma parte antes de aparecer o Harrison Ford, depois que ele aparece, e uma parte depois que ele aparece, que você fala: caraca, o Harrison Ford tá lá, cara!

?Voz B

Ele toma outro rumo, né?

?Voz D

Ele vai para um outro cenário, ele muda de cor meio que o filme.

?Voz B

O filme começa meio azul, meio dark, ele tem uma paleta azul e ele vai para uma paleta laranja.

?Voz D

É muito doido isso. Se meio que faz essa transição, tem a segunda fase do filme, é muito maneiro. Ele é um filme assim que, pô, você tá achando que tá acabando e daqui a pouco, caraca, só tá nem na metade, cara.

?Voz B

E outra coisa, tu falou bem da questão da paleta, ele tem aquela paleta azul, naquele filtro frio, depois ele tem a paleta quente, que é aquele filtro vermelho, depois ele tem um cenário escuro, que é a hora do combate ali, que tem aquela, parece uma barragem lá, uma hidrelétrica, sei lá o que é aquilo, e o final O pessoal, ele é como se ele não tivesse filtro assim de cor, ele é o normal, né? É muito legal você ver a mudança do filme.

Cara, é um filme com muitas, muitas camadas, muitas nuances. Eu fiquei apaixonado por esse filme, cara.

?Voz C

Eu assistiria se você não tivesse uma fama de só recomendar filme ruim.

?Voz B

Mas o Vago tá dando aval, pô.

?Voz A

E outra coisa, eu tô, eu tô, levantou a bola lá em cima agora, jogou o sarrafo lá para casa do cara.

?Voz D

Especialista em ficção científica.

?Voz B

Eu tô te trazendo a sinopse e os motivos pelos quais esse filme é fantástico. Então não foi só assim, aí vai assistir o filme da preguiça assassina.

?Voz C

Ali foi foda.

?Voz D

Mas olha só, eu acredito o seguinte para todos os nossos espectadores, ouvintes: eu acho, eu já deixei de ter pretensão de convencer alguém de qualquer coisa, sabe por quê? Se Se você não assiste, quem tá perdendo é você, entendeu? Então não quer assistir, não assiste. Quem tá perdendo é você. Eu não vou ganhar nada se você não assistir.

?Voz B

Se você assistir, eu não assistir, tá muito valente mesmo.

?Voz D

Então, cara, só vai, porque quem vai tá perdendo é a pessoa. Porque tem muita coisa boa que tem, tá nos catálogos aí dos streams, e às vezes passa em branco. Ah, não sei se é bom, fica escolhendo lá.

?Voz B

Agora a gente precisa convencer as pessoas Porque nós agora somos produtores de conteúdo, então a gente precisa convencer para que elas voltem. Então a gente tem que dizer assim: você vai assistir e vai gostar, seu filho de rapariga.

?Voz D

Porque tem muita coisa que tá no destaque dos streams, cara, que é muita coisa ruim. Você perde o tempo. Ah, o top 1, aí você vai assistir a porcaria. Acho que ele fez mais assistido, é mais os filmes mais assistidos, e é uma porcaria. E tem muita coisa boa que nem tá meio que escondida ali, ou já saiu do hype, já saiu do hype ali, e você não assiste.

?Voz B

Mas você ficou com vontade de assistir, Tonho?

?Voz C

Cara, das recomendações aqui, eu tenho vontade de todos, cara.

?Voz B

Eu recomendo muito. E para finalizar, GG, qual filme que você vai trazer?

?Voz A

GG, eu vou trazer uma dica para Netflix.

?Voz B

Eu tenho uma ideia, traz Sem Limites, GG.

?Voz D

Livian, Lucy, você vai falar que Predador é ruim agora?

?Voz B

Nem fala, cara, não.

?Voz D

Pronto, vai falar mal de livro de hoje.

?Voz B

Tem um filme espanhol chamado Durante a Tormenta.

?Voz D

Lucy, você vai falar mal de Lucy?

?Voz B

Pode assistir, ó, sem medo.

?Voz A

E olha meus ovos. This episode foi editado por Audionias Edições, a sua melhor opção em edições de podcast.

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