EV 174 - Viajando entre as décadas - Filmes que completam 10, 20, 30 e 40 anos em 2026 (Feat. Marcelo Rossy)
Quatro décadas. Quatro épocas. Quatro jeitos diferentes de fazer cinema.
Neste episódio, embarcamos em uma viagem pelo tempo para revisitar filmes que completam 10, 20, 30 e 40 anos em 2026.
De 2016 a 1986, passamos por grandes sucessos, clássicos cult, filmes que marcaram gerações e títulos que talvez tenham envelhecido melhor (ou pior) do que imaginávamos.
Para essa viagem entre as décadas, recebemos Marcelo Rossy (não o padre!) para lembrar quais filmes ainda funcionam, quais ganharam um novo significado com o tempo e quais despertam aquela pergunta inevitável: como assim já faz tudo isso de tempo?
Prepare a nostalgia, escolha sua década favorita e dê o play.
Santiago
GG
Tony Farias
Yara Halk
Marcelo Rossy
- Filmes de 1986· EntretenimentoAliens: O Resgate·Rocky IV·Top Gun: Ases Indomáveis·Highlander·Karate Kid 2·Curtindo a Vida Adoidado·Os Aventureiros do Bairro Proibido
- Filmes de 1996· EntretenimentoMissão Impossível·Pânico·O Preço do Resgate·A Gaiola das Loucas·Space Jam: O Jogo do Século
- Filmes de 2006· Entretenimento007 Cassino Royale·O Grande Truque·Os Infiltrados·Perfume: A História de um Assassino·300
- Filmes de 2016· EntretenimentoRogue One: Uma História de Star Wars·A Chegada·Moana·Até o Último Homem·Deadpool
- Filmes de 1976· EntretenimentoAssassinato por Morte·O Homem Que Calculava
Olá e bem-vindos ao Em Controverso, o podcast que tirou o DeLorean da garagem. Aqui discutimos tudo que pode causar controvérsia ou não. Então sente-se, relaxe e prepare-se para se juntar à nossa conversa. Quer nos ajudar a criar uma pauta? Escuta a dica da nossa assistente mais fofinha, que daqui a 10 anos, a 20 anos, a 30 anos vai estar divulgando a palavra do Em Controverso.
Encontro Obverso. Queria convidar vocês escutarem o podcast do Encontro Obverso, o melhor podcast da podosfera. Quem quiser sugerir um tema é só mandar lá no nosso email ou então no site. E quem quiser apoiar Encontro Obverso é só entrar no site do iApoia.se, que é www.apoia.se/encontroobverso. Você pode apoiar o nosso podcast a partir de R$2, um desejo um bom podcast para vocês. Boa noite, tchau!
Eu sou o Santiago e, cara, vai ser difícil selecionar filmes dessa lista, viu? Na primeira década já tá ruim, ruim de selecionar porque tem muito filme bom.
Fala, seus desajustados! Aqui quem fala é GG e eu sei, é muito filme bom.
Fala, meu povo! Aqui é Tony Farias e justificando o deslize aí, a falta de uma introdução que o GG deixou a desejar, é porque os bastidores do encontro essa conversa é muito polêmica.
Mamiemos, muito polêmico. Oi, pessoal, aqui é Yara e eu percebi que eu sou mais velha do que eu imaginava porque eu gosto de filme de antes de eu nascer.
Ah, velho, é não, é não. Conheço gente mais jovem que gosta de coisa mais velha.
Eu tenho dentro de casa. E hoje, para completar o time, para abençoar este episódio, trazemos ele que estava agora há pouco numa live comigo. Aí eu vi que o Tony andou dando o ar da graça por lá, o Júlio também apareceu por lá, direto daqui de Fortaleza.
Faça pausa dramática não, por favor.
Marcelo Rossi, o padre que não é padre, mas que já era padre antes do padre ser padre.
Ergue aí as mãos e os filmes que nós vamos falar hoje, eu estava lá.
Macho, eu desconfio, eu desconfio que a profissão de padre começou com ele, velho.
É verdade, ele era padre antes de Jesus nascer.
Então, ano passado A gente fez isso. E o bom desse tema é que dá para fazer uma vez por ano, né, Tony? Dá até para fazer mais de uma vez por ano se a gente tivesse o controle de salvar quais a gente citou.
Mas eu acho que, eu acho que o problema, problema maior fica quando vai chegando mais recente, né? Vai chegando mais recente, o cara escolher coisa boa fica meio limitada.
Eu digo assim, se a gente quisesse fazer duas vezes por ano, eu acho que daria para a gente fazer, porque o número de rodadas.
É por isso mesmo, pô. Mesmo que a gente lança, porque vamos lá, se a gente pegar 86, eu acho que a gente extrai muito mais filme do que 2016.
É de fato, mas não sei. Quando for daqui a 10 anos, a gente vai fazer só um de década, rapaz?
Não sei, vamos ver, né? Vamos ver.
É, eu sei que o desse ano eu já tenho um filme para citar daqui a 10 anos.
Visto o jeito que a IA tá, eu acho que daqui a 10 anos a gente vai estar no meio do Terminator, viu?
Bom, Então a gente vai fazer, quem já nos acompanha já deve ter ouvido esse episódio, nós vamos trazer aqui filmes que estão completando este ano 10 anos, 20 anos, 30 anos, 40 anos, 50 anos, 60 e até onde der, né, Tony?
Aí de 60, bicho, 60 para frente só se for Marcelo.
A gente vê, a gente vê. Bom, e aí para começar vamos partir para o ano de 2016, vamos ligar nosso DeLorean. Você está no Em Controversa, o podcast onde todos os temas se convergem. E aí eu queria trazer a palavra para o nosso convidado e saber qual filme de 2016 ele queria trazer para nossa audiência, né, que marcou a sua vida cinéfila. Marcelo, todo dia, cara, ele assiste acho que pelo menos 2 filmes. Então acho que é, o homem é uma máquina, uma besta enjaulada.
Mas não, mas ele já assistiu mais filme do que você?
Eu acredito que sim, até porque o tempo também já tem mais Tem mais estrada aí, tem mais quilometragem.
É, caralho, eu não sei não, velho. As coleguinhas lá da Hero dele, sei não se dá tempo para ele.
Bora lá, eu queria falar de um filme que foi— todo mundo esperava que esse filme fosse flopar, mas surpreendeu todo mundo porque ele não foi igual a série, ele foi muito original. Rogue One: Uma História de Star Wars.
Teve uma série Rogue One?
Não, não, a série Star Wars. A série Star Wars completa, porque assim, fizeram o 4, 5 e o 6, todo mundo gostava.
Você tá falando a série de filmes? Porque, ah tá, eu levei em conta a série de filmes, a hexalogia original, né?
Quando fizeram 1, 2 e 3, naquele tempo lá, as pessoas não gostaram. 1, 2 e o 3 hoje é muito mais e melhor celebrado do que da época que ele foi lançado, porque talvez as pessoas esperassem uma continuação e não prestaram atenção. Olha, não é uma continuação, é um prequel, é o que conta antes. Não dá para ver Luke Skywalker, que o pobre não tinha nem morrido.
Ele é o 3 e meio, né?
Pois é. E o curioso é que quando fizeram 7, 8 e 9, que muita gente considera até como o 4, 5, 6 refilmado, aí a galera não gostou. Ou seja, tá a cada dia que passa, tá mais difícil agradar as pessoas, né?
É verdade.
Mas também a negada não se esforça, né, mano?
Vocês podem prestar atenção que hoje 1 ou 2 e o 3 é muito mais e melhor celebrado do que na época que foi lançado. Mas vamos voltar a falar aqui do Rogue One.
Mas, mas essa é o motivo, Marcelo, é por causa do 7, 8 e 9. Eles fizeram um negócio tão ruim que o 1, 2 e o 3 se tornaram bons.
Não se tornaram bons, não ficaram menos.
Eles conseguiram se tornar bons porque o 9 é um negócio, é uma aberração.
É verdade, cara.
Eu vou dar uma de Glória Pires, eu só assisti os 6 originais.
Tu não assistiu Rogue One, Tony? Não.
Eu só assisti a hexalogia original, depois não assisti mais nada.
O Rogue One, Antônio, ele se passa exatamente, se você lembra do Uma Nova Esperança, né, que depois teve esse nome, né, que é o 4, ele começa com a Princesa Leia caindo em Tatooine, né, e aí ela é capturada, ela é capturada, os droides caem lá, o C-3PO e o R2-D2, com os planos, né, e com a gravação da Princesa Leia, né, e ela foi capturada. E você não entende como aquilo aconteceu. E o Rogue One é justamente explicando isso, né, como foi aquele ataque à nave lá onde estavam os planos.
E se vocês prestarem também atenção, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi também, eles têm o começo da história deles, é, você pega a coisa já correndo, você tem que fazer um esforço para imaginar o que é que aconteceu junto com aquele textão que aparece lá, né, no começo dos filmes. Você imagina, porque aquele textão nos situa a situação. E o textão do primeiro é mais ou menos o que acontece em Rogue One. Praticamente isso.
Mas uma curiosidade que um amigo chamou atenção, nosso querido Lisboa, Lisboa Júnior, é que ele disse assim— eu ainda não havia assistido o filme. Ele disse assim: desculpa até a tonte se vai ser um spoiler, mas é até lógica.
Bicho, eu não me preocupo não. Pode falar teu nome aí.
Ele disse assim: cara, você percebeu que De todos aqueles personagens de Rogue One, a gente não conhece nenhum. Eu digo, é, é, realmente percebi. É sinal que morre todo mundo. Realmente, pela lógica, porque no acompanhar do filme a gente percebe que cada personagem faz sentido, tem uma importância e poderiam ser até melhores aproveitados. Eu acho que daí é que surgiu a série Rogue One, sobre Rogue One, né?
Que a gente se apega a eles, mas eles papocam, né?
É, eles são meio kamikaze, né? Pois é, esse foi o meu filme.
Boa indicação, cara, gostei. Para mim é um dos melhores filmes de todo o universo de Star Wars, né, dos filmes.
Ele é maravilhoso porque tem seu começo, meio e fim.
Cara, eu vou trazer de 2016, acho que talvez um dos melhores filmes de ficção científica que eu já assisti na vida, né? E esse filme ele tem um fato curioso, né? Eu assisti a esse filme no cinema e aconteceu uma situação adversa na minha vida e algumas coisas da minha memória elas foram meio que bloqueadas e apagadas. E quando eu reassisti a esse filme no streaming, eu não lembrava que eu tinha assistido. E aí eu tive uma— lembra que a gente uma vez fez um episódio tipo assim, coisas que eu queria apagar da mente para poder— filmes que eu queria apagar para poder assistir de novo?
Aconteceu isso com esse filme. Comigo. E aí o mais curioso é que quando terminou, né, eu falei para a Hidra, disse, caramba, assisti um filme bom e tal, não sei o quê. Aí ela olhou, ela disse, mas a gente vê esse filme no cinema. E aí eu não lembrava de jeito nenhum. E o filme que eu estou falando é A Chegada, de Denis Villeneuve, né, que a— deixa eu lembrar aqui quem são, quem é o elenco aqui. O elenco principal é o Jeremy Renner, que é o Gavião Arqueiro, a Amy Adams, que é a Lois Lane, né, do PC é Uhuu. E o Forrest Whitaker, né, que é aquele lá do... Whitaker, pô.
Whitaker. Whitaker não.
É, Jeff... Forrest Whitaker. Cara, e esse filme, né, ele fala uma nave, parece um pires gigante, ela chega, várias delas começam a chegar no planeta e elas ficam paradas, não acontece nada. E aí eles chamam uma linguista e um militar, um cientista militar, pra tentar se comunicar com os alienígenas, né, que estão lá dentro. E aí o filme se desenrola todo nessa questão mesmo da comunicação que há entre eles, né, a linguagem, como eles vão desenvolver.
Cara, é uma obra-prima, né? Assim, o filme, como eu falei, tá entre os meus filmes favoritos de ficção científica e é o filme que eu quero trazer. Alguém quer comentar sobre ele?
Não assisti.
Não assistiu, Yara?
Eu não assisti também não. Eu tenho muita vontade de assistir, mas ainda não assisti.
Eu não vou dar o spoiler dele, mas eu até Enquanto eu tava trazendo a sinopse, eu pensei, mas isso não vale a pena, porque se os inscritos não tiverem assistido, diferente do Star Wars, que é um filme que tá dentro de uma franquia, né, então para você assistir meio que demanda que você assista ali outras coisas, e às vezes isso a gente não tá disposto. O A Chegada não, ele é um filme isolado, filme solo. Tu assistiu, Marcelo?
Assisti, concordo com o teu ponto de vista que não vale a pena falar sobre o spoiler, porque realmente é uma das grandes graças do filme.
GG, qual é o filme de 2016 que vai trazer para nós, GG?
Cara, tem muito filme bom. Inclusive, eu ia falar do filme que assim, o primeiro que me surgiu, não sei se muita gente assistiu, mas esse filme é sensacional. Espero que alguém fale, e falar vou ficar muito puto.
Mas fala então, vai que eu vou falar.
Não tem como que eu tenho que fazer uma homenagem à minha filha, cara.
Aí é prioridade.
Prefiro ficar com raiva de vocês que ela com raiva de vocês. Vocês que se fodam. Vai que um dia ela começa a escutar meus podcasts quando ela tiver mais velha.
Claro que ela vai ouvir.
Então, então eu não posso não falar de Boana, pô.
Não assisti.
É, não assisti não também.
Inclusive fui ver, foi o filme que eu fui assistir com ela agora nessas férias no cinema. E quem tiver falando mal daquele filme, ele só tem um filme aquele problema que eu pensei que seria a coisa mais legal do filme.
Como é que é? Ele só tem um filme aquele problema?
Errou.
Cerrou, né?
O filme é todo perfeito, só tem um problema que eu estou indignado, que a pior parte do filme é o The Rock.
Sério?
Sério.
Que o The Rock nasceu para fazer aquele papel, mas ele atua tão mal, bicho, tão mal que irrita.
É como se ele não tivesse com vontade, é.
Mas onde é? Qual é o filme que o The Rock atua bem?
O problema é porque colocaram cabelo nele?
Não, talvez ficou esquisito, mas o problema maior, ó, padre, É que é o seguinte, ele contando a história de quando ele falou para as filhas deles que ele era o Maui, ele tá no filme, ele, cara, é muito ridículo a atuação dele, é muito blasfêmico, é muito assim, o Maui é engraçadão, é, e ele fica metida durão, sabe? Como ele parece que ele tá no Veloz e Furioso, entendeu?
Mas ele sempre tá no modo Veloz e Furioso, mas, cara, é o jeito dele fazer todos os filmes, pô.
Pois é, mas era o Maui, é caricaturesco, cara, ele é, como é que posso dizer, ele é carismático. Maui, ele é um boçal, carismático, entendeu? Só que o The Rock só conseguiu ser o boçal que ele é, ele não conseguiu passar o carisma dele. E ele é carismático, cara, entendeu?
Quem dubla é o The Rock, é o The Rock, ele é o dublador, cara.
O papel é para ele, pô, é um cara gigante, é um cara gigante. Até ele cantando ficou ridículo, parece que ele tá dublando alguém que tá cantando, cara.
Então daí a gente pode Partir da premissa que atuar dublando é um trabalho e atuar atuando é outro, é outra coisa.
Nem é que eu ia falar, os bastidores, né, dele cantando é massa.
Então é isso que eu tô dizendo, cara, foi assim, o filme é lindo, a atriz que faz a Moana é muito boa, entendeu? Ela é muito boa. O galinho, o galo Rei Rei, de computação gráfica ficou irado. O porquinho ficou irado, a avó ficou irada, a Tefiti.
Pera aí, uma observação. O Gigi tu elogiou uma véia aqui, foi? É sério, é sério, produção? É sério, produção?
Isso aconteceu?
A véia morre, a véia morre.
Ah, então tá explicado, né, velho?
Filho da puta, Zé Maria.
Ah, velho, não consegue, né, velho?
Não consegue não. Falei bem da véia. Cara, todos tão bons, todos tão bons, menos o cara que era a maior expectativa de todos. É tipo assim, tu pegar o cara que tu sempre quis, tipo o Henry Cavill, sempre todo mundo quis ser o cachorro que ele nasceu pra ser o Super-Homem. Aí o filme é todo perfeito, só que o Henry Cavill ficou uma bosta de Super-Homem. Aí todo mundo, que merda, como que pode isso?
Eu acho que eu posso falar isso em nome de todo mundo aqui da bancada, que em nome da sua causa nobre, Gegê, que inclusive eu acho que ela só vai escutar esse podcast daqui a 10 anos quando a gente vai estar regravando isso aqui, É, eu acho que você pode trazer outro filme, viu? Qual era o que você queria trazer?
É, tá liberado, GG.
Mas esse filme era, era, é muito bom.
Mas, cara, engraçado, eu vendo a lista eu pensei exatamente isso. Eu disse, o GG tem que trazer Moana.
O filme é, ó, é o número 1 da lista. Eu acho que se não assistiram, vocês têm que assistir esse filme, que é Até o Último Homem, cara. Esse filme é muito bom, cara.
Eu assisti esse filme.
Ele, esse filme, eu não conhecia ele na época, não tive preparação para ele. É um filme do Mel Gibson, entendeu? Mas, cara, que filme pica, velho! Filme irado! Quem não assistiu, assista, que é a história de um cara que é objetor de consciência. O que quer dizer isso? Ele não pode matar nem encostar em arma de fogo, e o sonho dele é ir para guerra, pô, como médico.
A gente até comentou sobre isso naquele filmes de guerra, né? É, a gente comentou que era uma boa decisão o cabra ir para guerras e ter um propósito de não pegar em arma.
Na verdade, na verdade, o propósito dele maior é ser médico. Só que ele era fodido, liso, entendeu? Pobre. E é o único jeito que ele conseguiu de ser médico foi entrando no exército.
Era um, e é baseado numa história real, né?
É baseado na história real. Mel Gibson é complicado, né? Ele só faz filme história real agora de um tempo para cá, né?
Ah, é?
Ele tá querendo pegar. É, e aí as produções dele são boas, e essa dele, essa é impagável também. Então esse filme não era um filme de mainstream. Tem que assistir, porque ele não era um filme mainstream, ele não era um filme assim blockbuster, mas tinha tudo para ser. Acredito inclusive que um dos problemas dele foi o Mel Gibson, assim, não por ser o Mel Gibson, porque na época, pela despirocada dele, né, ele tava muito hateado em Hollywood.
Ele ainda tá, cara, ele, mas eu acho que nessa época aí, Zé, ele tava mais, era tipo assim, era o auge.
Polêmicas à parte, né, infelizmente a gente sabe, não é, não é teoria da conspiração, quando alguém em Hollywood se posiciona mais firmemente em relação à fé, ele ele acaba sendo meio que escanteado lá.
E aí, cara, falando bem de fé, né, porque falando mal pode. Isso, quem fala mal ganha Oscar, tipo aquele lá do Spotlight, né? Se eu falar mal pode ganhar Oscar, se eu falar bem aí não. Aí, aí você é um conservador ridículo.
Inclusive Spotlight é desse ano também, foi o filme, ganhou Oscar, né, aí 2016 também.
Pois é, que é um bom filme, não tô tirando o mérito não. Mas, pô, o filme, esse é um filme que merecia também Oscar, cara. Até O Último Homem é um filme de fé, né? Acima de tudo é um filme de fé. Sim, porque, cara, a cena do final, eu não vou dar spoiler porque o Zé não assistiu, que eu só vou te dizer isso, que a cena do pai dele defendendo ele.
Para mim, esse é um filme que é uma grande prova que o Oscar é uma panela enorme, porque esse filme merecia um Oscar. Ele tem um roteiro muito direitinho. Ele tem uma fotografia muito boa. Eu, tá aí, você me fez lembrar essa questão assim, eu não sei por que que esse filme não entrou para o Oscar.
E o, é porque eu disse, acho que é porque o Mel Gibson tava no auge do hateado dele lá.
É, mas eu, eu concordo, é um filme que vale a pena ser assistido. Agora assim, só lembrando, é drama, né?
É um drama. Agora inclusive, cara, até o cara que eu acho, achei ele horrível atuando, que aquele Vince Vaughn, Ele tá bem pra caralho nesse filme, bicho. Ele, eu acho ele horrível atuando. Ele só faz filme de comédia.
Siga em frente, Tony Farias.
Cara, é o filme que eu ia trazer, é justamente o que o GG trouxe, né? Então aí eu vou escolher outro, que é a minha segunda opção, que foi a apresentação do anti-herói, o Deadpool.
Ah, que da hora, velho!
Muito bom!
É muito bom aquele filme aí.
Ô, ele já tem 10 anos, velho! Porra, velho, 10 anos já, velho.
Eu acho que a maioria das pessoas que conseguisse uns poderes ia ser naquele naipe ali, velho.
Na verdade, ele não foi apresentado em 2016, né? Ele foi apresentado lá no X-Men Origins: Wolverine. Nossa Senhora!
É, mas ali, cara, vamos arriscar, né?
Até ele mesmo zoou, pelo amor de Deus.
Que filme ruim, cara!
Cara, aquele filme em si é bacana, agora o Deadpool não.
É, aquele Deadpool é muito ruim, né, cara?
Ele zoando o próprio filme é engraçado demais.
Mas o filme é legal, cara, o filme Origins é bom, pô, é bom.
O que o problema dele foi só o vilão principal, no caso o vilão principal não, vilão final, vamos dizer assim, mais ou menos.
Porque ele também tem outro problema que é o CGI, cara, é muito ruim o CGI dele. Eu assisti ontem ou foi anteontem com a Lilian, que ela tá querendo assistir a todos os X-Men. E aí eu fiz, comecei.
Ele tem quase 20 anos, né?
Eu acho que era 2011, né não, cara?
Eu acho que não.
Eu acho que é.
Acho que eu acho que é 2009.
Não, não, 9 não, não. Eu acho que é 2011. E cara, é muito ruim, ou seja, 2009, pô.
O Origins é 2009 mesmo.
É, pois é. O CGI dele, cara, é pior do que o do Van Helsing.
O Deadpool é um herói de quadrinhos que eu nunca li em quadrinho do Deadpool. Eu conheci pelos filmes, nunca, nunca me interessei de ler, eu já tinha parado de ler quadrinho e eu segui a evolução dele e acompanho até hoje só no cinema, nunca peguei meio quadrinho do Deadpool, é curioso isso.
Cara, e curioso também é que assim, de certa forma é um personagem que ele tem uma grande popularidade ao meu ver e eu ainda não sei por quê, mas também porque eu não procurei saber, né, não fui atrás da informação. É óbvio que é do jogo, pô, porque foi que os cara tiraram o jogo do ar?
Que jogo?
Tem um jogo Deadpool, pô. Ele saiu para o— eu acho que ele saiu para— eu acho que é um ou são dois títulos do jogo Deadpool. Ele saiu para o Xbox multiplataforma, né? Só que não tem mais nenhuma loja, ele foi retirado. Eu não sei se foi questão de direito.
É direito, geralmente, né? O contrato acaba e aí eles param.
E assim, considerando que o personagem tá— eu acredito que dá para dizer que o personagem tá em alta, né? Sim. E os cara podia sustentar. Inclusive, recentemente saiu aquele vídeo lá do Ryan Reynolds, na Comic-Con, não foi?
Sim, vestido de Deadpool.
Ele vestido Deadpool, tirando foto com todo mundo.
Ele foi feito pra esse papel, né, velho? Não tem base, mano.
Cara, aquela cena é muito engraçada. Ele chega, né? E vocês já começaram a filmar? Tem espaço ainda pra contratar alguém?
Mas ele imitando o Andrew Garfield, né? Que eu acho que a primeira pessoa que fez isso foi o Andrew Garfield.
Eu não lembro não, não tenho visto essa cena aí.
O Andrew Garfield já fez isso algumas vezes, né? É, só que o Andrew Garfield foi no meio da rua, ficar na rua tirando foto com as pessoas. Mas ele, cara, foi na Comic-Con. Então assim, era meio que um lugar onde tinha uma ruma de nerdola querendo tirar foto com os cosplayers, né?
Tem também o do Heisenberg, pô, do Breaking Bad, que ele, o Bryan Cranston, né, ele ficou lá a Comic-Con todinha rodando com a máscara dele mesmo. Ele botou a máscara e ficou lá passeando pra todo lado, aí o pessoal foi e chamou ele lá pras entrevistas, ele foi e tirou a máscara, era ele mesmo que tava lá no meio da galera tirando foto.
Cara, Deadpool merecia estar nessa lista, acho que era talvez assim o número 1 realmente. Se a gente pensar, acho que pro público geral foi o filme mais assistido, não tô dizendo que foi o melhor, nem que foi o que ganhou Oscar, mas eu acho que foi o mais assistido desse ano, né, de 2016.
E assim, entre outros filmes de heróis e de quadrinhos, eu acho que esse é o melhor mesmo.
Sim.
Do mesmo ano.
É, desse ano sim, desse ano sim. E a Arahal, qual filme que você vai trazer para nós?
Ai, meu Deus, muita pressão aqui.
A gente só trabalha sob pressão.
Pois é, é o seguinte, vou dar uma despertinha que eu vou citar 3 filmes, mas vou falar de um só. O Tony, o Tony falou que a minha cara é o Procurando Dory, né? E de fato esse filme é a minha cara, mas o Procurando Nemo ele teve mais, eu gostei mais do que o Procurando Dory. Então é do ano mais Jungle. Eu tava com dúvida entre o Fragmentado, que eu sou apaixonada com esse filme, e— mas em homenagem ao meu pai, o meu filme é Sete Homens e um Destino, que a gente assistiu na minha casa.
Mas é igual Jungle, Liv, a gente assistiu na minha casa, um, eu e meu pai, umas 10 vezes. E 10 vezes ele se empolga para caramba com o filme, apesar de que parece que esse filme, eu acho que ele é uma releitura bem antiga.
Ele é um remake.
Era isso que eu ia te perguntar. Se era o Sete Homens e o Destino, o antigo ou o novo?
O do Deisel Washington, o do Deisel Washington. O antigo eu não assisti, né? Tem muito ator famoso nesse filme, gente. Eu acho engraçado isso.
Rapaz, uma das melhores partes do filme é quando o Vincent D'Onofrio aparece em cena. A entrada do personagem é muito ímpar.
É muito bom.
Aproveitando que vocês citaram ele, eu acho que 3 personagens que esse bicho interpretou que eu olho assim pro cara de caralho, velho, que é o Rei do Crime.
É, foi feito pra ele, cara.
Demolidor, Demolidor, Demolidor. É o, esqueci o nome do personagem, que é aquele vilão lá da Cela, que é o filme da Jennifer Lopez.
Aquele aparece como demoniozão, né? É, os sonhos lá da Jennifer Lopez.
E o terceiro, bicho, é o Nascido para Matar, Nascido para Matar, do Stanley Kubrick, né? É, bicho, aquele bicho ali se garantiu, vai nesses, nessas três, nesses três filmes, bicho foi foda.
E tem muita gente que não sabe que ele trabalhou em Nascido para Matar. Aí a gente vai falar assim, cara, é aquele filme de guerra do Kubrick.
E se você olhar Edgar, cara, eu acho que foi o personagem mais marcante daquele filme, pô.
Exatamente, ele foi, eu acho que o primeiro papel, bom, pelo menos foi o que eu vi. Para mim é estreia. Se ele trabalhou antes em outro filme ou não, não sei. Depois dali eu fui ver em Homens de Preto, que ele era barato.
Ah, é?
Que ele era o vilão.
É o Edgar, né? O Edgar.
O Edgar, exato, cara. 2016, infelizmente vai ficar para trás. Vamos ter que entrar no DeLorean, mas teve muito filme bom. Mas vamos ligar o DeLorean, vamos viajar para 2006. Marcelo, você quem vai desembarcar primeiro e vai trazer para gente qual o primeiro filme de 2006 que você quer nos lembrar.
007 Casino Royale.
Opa, Júlio representado aí, cara.
Já tinham feito o filme do 007 Casino Royale e deram um reboot no 007 para, na minha visão, torná-lo mais humano. É verdade, porque desde que eu assisti um filme lá que eu não lembro qual foi do 007, que para ele escapar ele saiu correndo pulando em cima de cabeça de jacaré, eu digo não, beleza, é um filme de mentira, mas vamos mentir direito. Aí eu fiquei meio, poxa, tá indo para palhaçada. E o Cassino Royale de 2006, né, ele trouxe um 007 mais humano.
No filme o cara quase que morre envenenado, não morre por pouco, mas eu acho maravilhoso. E lamentei muito quando fecharam o ciclo desse ator e no último filme deram fim, né, mas foi ele que pediu, né. Bom, aí eu não sei. Para mim foi até uma surpresa.
É, foi meio que, acho que foi ele que entregou.
Por quê? Eu não entendi, não peguei a referência. O que aconteceu?
Não, ele entregou. Ele não quis, acho que ele não quis mais mesmo ser o 007, Daniel Craig. Se eu não me engano, eu acho que foi até o Júlio quem trouxe essa informação. Posso estar enganado, mas alguém comentou aqui gravando com a gente que era meio que uma decisão dele de não, que não queria mais fazer. E foi inclusive uma das críticas que o fandom tem desse filme, não desse filme, né, desse personagem, no caso do ator interpretando ele, que é a primeira vez que o 007 morre, né, no último filme dele.
Não no Casino Royale que o Marcelo trouxe, não, mas no último, que é Nunca, acho que é Nunca É Tarde para Morrer, né, um negócio assim. Pois é, sem tempo para morrer, sem tempo para morrer passa, negócio assim.
É como se a gente tivesse assistindo o filme do Demolidor e o Rei do Crime morresse, a gente ficaria com aquela sensação assim, poxa, mas ainda tem tanto para ser feito, porque o ator casa muito bem com o personagem e a gente quer mais e mais. Aí talvez, eu acho que vem a nossa exigência de quanto mais assistir filme e série, que os roteiros sejam legais.
Acho que é por isso que o Henrique Cavill tá estudando, que talvez pode ser que ele seja o próximo.
Como se ele precisasse.
Alguém disse assim, meu irmão, tu já é bonitão, estuda um pouquinho só para ajudar e tal. Mas eu lhe asseguro que ele tá melhor do que o The Rock, viu?
Também tá muito difícil não, pelo que o GG falou aí.
Não, de atuação, pelo amor de Deus, só ser o The Rock, só não tá melhor do que um A-Rock, cara.
Mas 007 top, boa indicação, cara. Eu vou falar aqui de um filme de Christopher Nolan que esse ano tá trazendo aí, A Odisseia, e eu ainda não assisti, mas é um filme que a gente tem Christian Bale e Wolverine, né, como dois rivais. Mágicos, que é O Grande Truque, era O Grande Truque de 2006, que são dois ilusionistas, né, no século 19, que ficam cada um mais pirado que o outro tentando fazer as ilusões mais complexas. E um deles cria uma mágica lá que o outro não descobre como é que ele consegue fazer, e ele entra, ele pira o cabeção para tentar descobrir e copiar.
Então O grande truque, né? Nolan sempre, sempre sendo genial. E vai ser a minha indicação de 2006. Alguém quer comentar algo sobre o filme?
Cara, esse filme é muito bom.
Cara, não assisti, vocês acreditam?
Eu queria só chamar atenção que o David Bowie trabalha nesse filme e faz uma participação como Tesla.
É verdade, eu não lembrava, mas é verdade. Lembrei agora dele, dele como Tesla.
Assistirei, Laila.
Vale a pena. GG. Qual filme você vai trazer, cara?
Eu vou trazer para mim a obra-prima do Martin Scorsese, que eu acho que esse filme é o melhor dele, que é Os Infiltrados.
Infiltrados, que filme!
O Scorsese é foda, mas nesse filme todos, todos, até o Mark Wahlberg, que eu tenho raiva dele, ele se garante. Que isso, meu filho, calma!
Por que que você tem raiva dele, GG? Que ele é blasé sempre?
Porque ele atua muito mal, porra! Se fudeu, o cara ganhar milhões e milhões de dólares para fazer filme sendo ruim daquele jeito.
Um dos últimos filmes do Mark Wahlberg, ele raspou a cabeça pra fazer o personagem de um assassino careca. Ele se disfarça de um piloto de avião que o cara não é careca.
Pra quê?
Pra quê que raspou a cabeça? E ficou aquele... Imagine o Moicano ao contrário.
Alguém aqui não assistiu Infiltrados?
Eu.
Eu.
Eu.
Caraca, vocês não assistiram esse filme, velho?
Já pensou?
Infelizmente eu já peguei o spoiler dele, acho que foi por isso que eu deixei pra assistir depois e fui deixando pra depois.
Ah, cara, mas mesmo com spoiler, o spoiler é foda, mas mesmo com spoiler o filme é uma obra-prima.
Eu peguei o spoiler na época logo assim, aí sabe quando você broxa na época? Aí depois, depois eu vejo, depois eu vejo, porque a minha esperança era esquecer o spoiler para assistir, só que aí eu fiquei com tanta raiva que eu não esqueço o spoiler.
Esse filme é tão bom que só vale ser assistido uma vez, porque a grande surpresa é o spoiler. Mas aí quando você lembra do que acontece, aí você É aquela sensação, é a sensação que eu tenho. De 10 filmes que eu assisto, então 15, eu assisto um lá no meio muito bom, mas aí já me dá uma ressaca assim, poxa, outro tão bom como esse não vai vir. E realmente demora para vir. Aí vem uns meia-boca assim e tal, aí de repente vem umas surpresas. E realmente o Martin Scorsese se superou nesse filme.
Eu tive essa sensação com Devoradores de Estrelas, cara, esses dias. Filme fantástico.
Ah, eu assisti também, fantástico.
É esse, eu vou assistir, tô com vontade de assistir.
Eu ouso dizer que vocês não vendo esse filme no cinema, há uma perda grande, viu?
Ei, Gegê, eu pensei que tu ia falar 300. Fala 300, Gegê. Porque 300 também é de 2006.
Olha onde você tem que parar de armar essas confusão, cara.
Bom, seguindo em frente, Tony Farias.
Tem uns filmes aqui, bicho, que eu tenho certeza que já foram citados aqui no podcast. Deixa eu tentar, eu queria tentar não ser repetitivo, mas tá difícil. Então vou repetir, vai ser uma— pronto, eu vou pegar esse aqui porque ele foi citado no nosso primeiro episódio. Opa, que é Perfume. Perfume, A História de um Assassino, é de 2006.
É de 2006, exatamente. Eu tô vendo aqui a lista. Qual é a sinopse aí, Tony, para o povo que não assistiu o primeiro episódio do Encontro ao Verso? Por ele ser um filme menos conhecido, acho que esse aí merece uma sinopse.
É, na época que a gente gravou ele tava no streaming. Eu não lembro em qual, acho que era na Netflix que ele tava.
Eu acho que era.
Então, a sinopse é basicamente um cara que ele tem um olfato extremamente apurado e ele tá tentando, no caso, no desenrolar de metade para o fim, a partir da metade do filme ele tá tentando criar uma fragrância perfeita. Acho que dá para se dizer isso, né?
Isso. E inclusive esse filme já teve outras obras, eu não sei se ele é inspirado em algum livro, Mas já tem muitos filmes similares a ele, né? Inclusive teve um recente que é uma série também. Tu viu, Marcelo?
Não, não vi.
Mas tu assistiu o perfume, Marcelo?
Não.
O quê? Não acredito!
Olha aí, filme, um momento, um filme que o Marcelo não assistiu, merece ser eternizado.
Não, pô, mas não é um filme que seja assistível assim, que tenha no mainstream não, né?
Sim, caralho, mas o Marcelo, Marcelo, Marcelo, porra!
É, o Marcelo, ele assistiu tudo que tá no mainstream, no outstream, no downstream.
Eu acho, e eu acho que esse filme só saiu, só saiu no, no, como é que chama, no streaming, né?
Não, ele, ele na época que ele saiu aqui em VHS, ele era um filme considerado cult. E aí os filmes cults aqui em Fortaleza era a maior dificuldade para chegar, e quando às vezes chegava era numa locadora de VHS muito torta assim, sei lá, em bairros distantes e tal. Naquele tempo não havia toda essa facilidade de locomoção. E aí tinha gente que assistia e tinha gente que não assistia.
Eu assisti a primeira vez com a Rilha. Ó, ele é baseado no livro, viu? É O Perfume, do escritor alemão Patrick Süskind.
É, para mim é um filme bom, só cagaram no final, que foi justamente por isso que ele viu o primeiro episódio.
Mas eu gosto do final dele.
Ah, cara, eu acho muito— acho que tem um ponto que ele podia ter parado, que foi o que a gente debateu.
Uma produção francesa, O Perfume?
Eu não tenho certeza, mas ele, os atores não são tão conhecidos não.
Mas esse filme, apesar do drama envolto nele, né, a questão dos crimes e Mas bicho, o fato de toda vez que ele avança, quem tava tomando conta dele, vamos dizer assim, se fode. Mas eu acho que o melhor foi o do Dustin Hoffman, pô, que ele conseguiu lá a relação lá das fragrâncias, né? E aquela onde ele morava, que era aquele monte de prédio numa ponte, caiu, demoliu, caiu tudo ali. Foi foda, velho.
Mas foi meio que uma consequência das coisas que ele fazia, né? Que ele tinha umas explosões, negócio assim, não era não, cara?
Eu acho que era por conta da estrutura. A estrutura por si só já era fodida aquilo ali, né? E aquilo não existe não, velho. É uma ponte literalmente cheia de casa, prédio, gente, a porra toda.
Mas um dia desse eu tava indo para Itapajé, um dia desse que eu digo antes de ontem, domingo, ontem não, anteontem foi sábado. Aí em Itapajé eu vi um, tem uma ponte que era um ponto de trem que ela foi abandonada porque esse trilho não é o mais usado. A negada não construiu uma casa em cima da ponte? Quando eu tiver indo para Itapajé eu vou tirar uma foto para vocês verem.
Que a NASA realmente tem que estudar brasileiro.
Uma pergunta Sobre o perfume, o Dustin Hoffman era mestre perfumeiro?
Era, era, foi o primeiro que explicou para ele como extrair cheiros, é, como extrair os aromas, porque ele era meio que um, ele já tinha desde criança o dom, mas ele não tinha a técnica.
Então bora botar 50% aí, porque eu assisti esse filme, mas os outros 50% é que eu não estou lembrado.
Eu acho que se a gente falar do final dele, tu vai lembrar, cara, que é um, eles estão tipo numa arena bem grande. Ele vai ser executado porque descobre que ele tá matando as mulheres para extrair o aroma delas. E aí ele tá com o frasco que ele conseguiu fazer, e quando ele solta o frasco em cima dele, na verdade ele só pinga no—
ele só joga no final, ele joga no lenço, joga no lenço e espalha o aroma.
Isso. Aí as pessoas ficam, entram num estado de nirvana assim, todo mundo começa a frenesi, né? É um frenesi. Começa um surubão generalizado e aí ele foge.
E é literal, viu? O surubão não é viagem, não, é literal mesmo.
É, lembrei.
Exatamente. Mas se não fosse pela ajuda de vocês, eu não teria lembrado não, porque talvez eu tenha assistido, só lembrou por causa do surubão, padre.
Vai se confessar.
Não, porque meus amigos sempre falaram, cara, o filme é muito bom, filme é muito bom. Aí todo mundo fez com que eu criasse uma expectativa muito grande e quando eu assisti, eu só achei bom É, eu assisti a esse filme na época alugado, Marcelo, como tu disse.
Aluguei no alocador que tinha ali na Bezerra de Menezes, vizinho do Norte Shopping, e a gente assistiu no DVD, cara.
Porque, ó, para mim esse filme teria acabado depois que ele fugiu da execução. Pronto, parou ali, morreu, matou o filme. Aí ainda foi aquele finalzinho. Não, pô, o Surubão, beleza, é no caso posterior ao Surubão. E ali foi quando ele revelou que conseguiu de fato a fragrância, que conseguiu controlar todo mundo.
Sim.
Tinha um número X, né, de mulheres. Quantas mulheres ele tinha?
Não, pô, porque é porque ele tinha as notas de perfume aí, cada um tinha várias notas.
Aí para compor ele tinha a quantidade, é que tinha que ter um posterior fixação, aquela história do retrocheiro, o cheiro de entrada, o cheiro de fixação, o cheiro não sei o quê. E aí para cada mulher ele tinha um cheiro específico. Mas bora para Charlene, seguindo em frente.
Yara Halk tem que ser 300, velho, porque 300 é referência. 300 Esparta é muito bom, velho. Até os memes dele estão até hoje. 300 foi um filme atemporal.
Até hoje, por conta da fotografia, eu tenho a menor vontade de assistir esse filme.
Ah, não faça isso, cara. Vale a pena, é legal, Tony, legal.
É, eu achei muito por causa da fotografia.
É, não gostei não, velho.
Cara, eu acho que uma das melhores coisas dele é a fotografia.
Exatamente.
Tu leu o quadrinho?
Não.
Ah, então tá explicado.
É a cópia, né? Ele é, ele é adaptação perfeita do quadrinho.
Exatamente. Ele é, a gente pode citar assim que foi uma adaptação perfeita do quadrinho.
Tô procurando o quadrinho aqui inclusive, mas não tô achando.
Mas você também tem que se conectar com o quadrinho. Eu até entendo que tem pessoas que não se conectaram com o quadrinho Sandman, aí vão assistir, aí, ah, não gostei muito. Mas sabe, você leu o quadrinho, comecei, mas não gostei. Completamente compreensível. Tony, se você puder dar uma chance, não para o filme, mas para o quadrinho, é você dar uma lida. Aí se você gostar, já é uma porta aberta para o filme.
É Alan Moore, né, o quadrinho?
Alan Moore. É Frank Miller, né?
Não, Frank Miller. Foi mal.
É Frank Miller. Eu ia falar Alan Moore, eu disse não, não é Alan Moore não, é Frank Miller. Frank Miller.
Vou tentar, vou procurar.
Então pronto, 2006, Podemos Viajar. O que que a gente vai deixar para trás aqui de 2006? Labirinto Fauno.
Labirinto Fauno é bom. À Procura da Felicidade também.
Procura da Felicidade eu achei que alguém ia trazer, cara, porque a cara do Incontro Avesso, a gente fala todo episódio.
Eu ia falar ele, só que como ele saiu no episódio relativamente recente, que é do Dia dos Pais, no último inclusive, né, na semana passada, aí eu acho que não vale a pena não, velho.
Pequena Miss Sunshine, A Veste Prada, V de Vingança, que quase vinha para o episódio se o Gegê não tivesse dado uma de baitola. Na área, aquele de filmes alegóricos que o Gegê peidou para dentro. Bom, mas vamos entrar no nosso DeLorean, vamos para 1996. E ao aterrissarmos, Marcelo, qual filme você vai trazer pra gente? Missão Impossível, o primeiro, né, cara?
Exatamente.
Quando a gente é apresentado aí ao Antônio Cruz neste papel, me deu uma grande impressão que esperaram um bom tempo para fazer esse filme.
E aí a galera não queria, e ele disse assim, meu irmão, bora fazer que dá para fazer. Aí a galera assim, não, rapaz, bora fazer que dá para fazer.
E tá manda no peito do pai, né?
Pois é, o padre roubou o primeiro filme da melhor franquia todas que eu acho da vida.
É a melhor franquia que tu acha, Gê?
Eu acho.
Pensava que era O Senhor dos Anéis.
Eu também.
Não, é porque aí eu tô falando do livro, né, cara?
E assim, esse foi um filme que eu vi no cinema. Eu lembro muito da sensação de ver aquela cena, por exemplo, que ficou, acho que a mais famosa, né, que é ele caindo naquele rapel e pousando a poucos centímetros do chão. Acho que milímetros ali, não sei se dá nenhum centímetro da distância dele para o chão. E cara, A música é marcante, a trilha é marcante.
Aquela parada das máscaras, né, pô? Aquela parada das máscaras também é irada.
A coisa das máscaras, do modulador de voz.
Cara, eu acho que da voz é maior, viu? Eu acho que da voz tem mais impacto do que o da—
E o último filme da série que passou nos cinemas, mas não que a série tenha acabado, até disseram que ia acabar, mas o Tom Cruise, não, eu aguento mais um 10 aí. Mas ele se conecta a esse primeiro.
Pois é, cara, eu não assisti. E uma das coisas que eu percebi é que eu não assisti a todos.
Então eu não vou dizer.
Eu não assisti a todos e eu tenho esse plano de fazer maratonar. É uma coisa que aqui é, eu pego uma franquia, até a Yara comentou sobre Jogos Mortais, eu disse que eu fiz essa maratona de assistir a todos, ela também fez. E eu tenho vontade de fazer isso com Missão Impossível, né, porque aí acaba pegando aqueles que você já viu, os que você não viu, mas você bota tudo em dia e vai assistir a último.
Jogos Mortais, tu pinça os que presta, aí Aí no Missão Impossível, ao contrário, tem nenhum que não presta.
O mais fraco é o 2, na minha opinião, por causa da direção, que é do John Woo, que ele tinha umas manias de fazer o filme. Se um diretor pegasse um filme, ah, vou, sei lá, Steven Spielberg, vou dirigir aqui o Missão Impossível, ele filmava em 45 minutos. O John Woo, de 3 em 3 minutos, ele fazia, não sei se ele parou com isso, ele fazia câmera lenta. Aí o filme que é para ter 45 minutos dura 2 horas. É o pai do Snyder, mas mais ainda, mas muito mais, muito mais.
É porque o Missão Impossível 1 tem a direção do Brian De Palma, né, que é espetáculo, cara. Gostei. Bom, tô na dúvida aqui, mas eu acho que eu vou fazer a mesma coisa que o Marcelo fez. Vou trazer um filme que também abriu uma franquia e vou citar uma franquia que eu estou marafazendo. Isso que eu citei agora há pouco, eu disse que eu maratonei Jogos Mortais, eu estou fazendo isso com uma franquia que é Pânico, né? E em 1996 nós conhecemos Ghostface, né, no primeiro Pânico, em que a gente conhece a Sidney, que a gente conhece a Weather, né, que é a jornalista lá, que é a Courteney Cox, que a gente conhece o Dewey, que é o policial, né, que vão acompanhar o pessoal.
E até praticamente até o último. E eu gosto muito do Pânico, cara, porque primeiro eu gosto muito de filme de terror, eu gosto muito de filme de slasher, e ele, ele é uma homenagem a todos os filmes anteriores, mas ele cria coisa, ele cria coisas novas nesse filme, né? Por exemplo, ele permite que o assassino use outras armas, ele usa revólver, ele usa um portão para matar o pessoal. Então isso torna o slasher ali, o assassino, mais assassino mesmo, não é aquela coisa só pegar uma faca e sair matando as pessoas.
Então acho muito legal a forma como ele homenageia os slashers dos anos 70 e 80, e ao mesmo tempo ele cria um novo, um novo modo de fazer o gênero. E aí vai ser a minha homenagem aqui para 1996, Pânico. Quem assistiu a Silviara?
Não, lógico que não. Todo mundo em Pânico, sim, mas Pânico não.
Mas tu não maratonou o— tu disse que maratonou o Jogos Mortais.
Jogos Mortais foi Então eu expliquei isso aqui, o problema do senhor.
Deixa eu olhar para sua cara contextualizando.
Eu não vou saber explicar tecnicamente, mas assim, meu problema é com susto, um susto. E como é que chama? Tem uns, tem um termo, eu tenho problema com isso.
É, o pânico não tem tanto jump scare.
Ah, tem, Zé Maria, tem.
E isso aí para mim, tipo assim, hoje que eu tô velha, né, mais fácil. Mas assim, eu não dormia, ficava sem dormir, velho. Perde medo.
Então, esperando o bicho aparecer na tua cara. Ó, o bicho vindo! Ó, o bicho vindo!
É tipo isso, é tipo isso.
Mas ele, Yara, é um terror que—
mas aí não me atraiu. Hoje em dia eu acho que eu conseguiria assistir, mas não.
Pois é, ele é um— vamos usar assim, já que existe o termo comédia pastelão, ele é um terror pastelão, porque ele não é aquele terror que tem um espírito que vai—
se tiver espírito, eu não assisto também não.
Mas ele não tem nada sobrenatural, é só realmente um cara com capuz e uma máscara.
Os Jogos Mortais eu assisti E assim, e ficava, suava assim junto com meu marido, né? Não assisti sozinha não, mas assim, é outro tipo de, não sei se é horror, terror, horror, se tem alguma diferença.
Mas a Yara não assiste Jogos Mortais e tem medo disso?
A Yara é Yara, ela tem problema.
O Pânico, ele não, se tu assistiu Jogos Mortais e não teve medo, não, medo não, tu consegue assistir o Pânico sem ter medo?
Porque dá uns nervoso, né?
Mas o Pânico não tem isso, porque ele não tem nada de aterrorizante de fato. Ele cria aquele suspense de você. Ele é muito mais você tentar adivinhar quem é o assassino.
Ah, mas sei lá, sabe, tipo assim, eu não tô na vibe coisas felizes, não tô querendo ver nada de que me deixe preocupada e nervosa, não. Bobagem.
Então, e assim, o Tonho Pânico, cara, eu acho que eu devo ter assistido, mas faz muito tempo. Tempo, porque eu não acompanho aqui. Eu acho que assisti o primeiro filme só.
Se eu assisti o Pânico, sim, pô.
E tu, Marcelo?
Assisti, assisti. E acho que, como você falou aí, ele deu um novo rumo aos filmes de suspense, porque alguém, eu acho que da produção, do roteirista, sei lá, disse, ah, vamos fazer nessa linha aqui, que o— vamos pegar, por exemplo, o assassino não usa somente uma arma, usa várias. Aí, não vai dar certo não, nunca ninguém fez isso. Aí o cara disse assim, exatamente.
Mas eu acho que é isso mesmo. O Wes Craven, quando ele dirigiu, ele teve essa ideia, né, de tipo assim, vamos dar uma cara nova aí para os filmes. E aí ele revolucionou a forma de fazer esse gênero. E ele, cara, para mim esse filme, ele é a cara daquele filme de você, cara, ele é filme de terror de sábado à noite para assistir com os amigos comendo pipoca. Exatamente, era o que eu ia dizer, reunir com os amigos na sexta à noite ou sábado à noite comendo pipoca e assistir, cara.
É esse filme. Inclusive, o diretor dele é o mesmo diretor da Hora do Pesadelo, viu? Só para constar nos áudios, para constar nos áudios. Siga em frente, GG.
Cara, eu vou falar do— também não é muito, mas trazer de novo meu Gibson aqui, que ele tá no elenco. Acho que é o que eu tô pensando, que é O Preço de um Resgate.
Muito bom, obrigado. Tava na dúvida entre esse e outro.
Esse filme é muito bom, cara.
Qual é esse, GG?
Cara, esse é um filme que ele é um empresário de sucesso e sequestram o filho dele. Aí o cara pede um resgate, aí ele dobra o resgate.
Ele tá lindo na capa desse filme, velho.
Nossa Senhora! E o cara, ele simplesmente, o cara diz assim, ele pede 1 milhão, ele pediu, ele pede, o cara, os cara pede 1 milhão e eles, eu dou 2 para quem me entregar esse filho da puta. Aí botou o preço na cabeça do cara, do cara foi quem me entregar ele. Vai ganhar 2 milhões, entendeu? O cara pediu, aí ele disse, eu vou matar você. Aí ele disse assim, se você matar meu filho, eu ofereço 4 na sua cabeça. Inclusive ele diz assim, se você— tô mandando 2 para você, para me entregar e você vivo, mas se você matar meu filho, eu vou oferecer 4 para me entregar e você morto, entendeu?
Eu não lembrava dele, mas eu vi um desses perfis que mostra só o pedacinho do filme e a pessoa escreve, escreve, escreve e não diz o nome do filme para justamente gerar aquela pergunta, né? Exatamente. Isso, exatamente. E eu vi uma cena lá, rapaz, tem esse filme aí e tal que ele trata de trauma. Como é o nome do?
E o diretor dele, a gente falou sobre ele essa semana, Marcelo.
Quem é o diretor?
O Ron Howard, né?
Ah, sim, sim, sim, sim.
GG, quer falar mais alguma coisa aí, continuar o preço de um resgate? Cara, não dá para continuar muito porque eu acho que a torcida já deu vontade de assistir, GG.
Então é porque não dá, não dá para falar muito, entendeu? Porque senão dá spoiler. Sim, é um filme que não merece spoiler.
É, seguindo em frente, Tony Farias.
Eu vou trazer, bicho, eu tava procurando, vendo se eu achava algum outro mais bacana, mas não achei. Então vai ser esse, é A Gaiola das Loucas. Bicho, esse filme é muito divertido, vai assistir.
É com o Gene Hackman?
Não, pô, com o Robin Williams. Robin Williams, ele é gay, ele é casado com outro cara e ele gerencia uma boate gay, pô. Aí o enredo é que o filho dele vai casar, ou é o filho ou é a filha, não lembro se ele tem uma filha ou um filho.
Muito bom esse filme.
Aí ele vai conhecer a família do do presidente, né? O pessoal é muito conservador, pô.
O Dini Heckmann é o sogro dele.
Eita, é verdade, cara! Eu disse que é mesmo, é o sogro dele, pô, é o sogro do filho, né? Aí ele tem que fazer de conta que é hétero, passa o filme fazendo de conta que é hétero. Aí até, se eu não me engano, até a boate ele tem que transformar para não ser aquela, para não ser uma boate gay. Bicho, é muito engraçado esse filme, pô.
Ele é uma refilmagem gay. É, e no original tem eles dois, ele, o casal gay, tem um mordomo que rouba a cena, que é o Jacó. Eu não lembro se nessa nova versão eles têm um mordomo.
Mas alguém assistiu esse filme?
Eu assisti, pô, é muito bom, cara.
Faz muito tempo que eu devo ter assistido na época e eu não lembro muito.
Eu assisti esse filme, eu acho que tem menos de um ano que eu assisti esse filme.
Eu não lembro, não lembrava, por exemplo, do Gene Hackman, não lembrava, não lembrava.
Engraçado que no começo do filme É o Robin Williams, ele é o gerente da boate, né, o cabeça lá da boate, e o companheiro dele é atração principal, pô. Só que não mostra isso no começo, né. Chega um cara lá e diz, ó, ela não quer se apresentar, ela tá difícil, não sei o quê. Aí ele sai lá da boate, vai lá no camarim para conversar com o cara, pô. Aí quando abre, outro cara. Aí começa o diálogo dos dois. Ali se desenrola o andamento da história.
Inclusive tem uma cena, pô, que eles vão que aparentemente o Robin Williams, aparentemente não, de fato Robin Williams é o, vamos dizer assim, o homem da relação. E determinado momento, para sustentar a mentira, né, de dizer que eles não são gays, a esposa, vamos dizer assim, do casal tem que fazer, tem que ter um jeitinho, pô. Aí ele começa a tentar fazer uma interação, pega, faz um aperto de mão e tal, não sei o quê, o bicho todo afrescalhado.
Que demais!
Quem é o Deixa eu ver se eu agora— o elenco, bicho, é o Nathan Lane, o parceiro.
Cara, deu vontade de assistir. Não lembro, não lembrava, não lembro os detalhes do filme, mas deu vontade de ver.
Bicho, é muito engraçado esse filme, pô.
Faz tempo que eu não vejo filmes do Robin Williams, cara, não revejo. Gostava muito dos filmes dele.
Vale a pena.
E Arahalke, para encerrar o ano de 96, qual filme que você vai trazer para gente?
O ano de 1996 tem uma memória muito especial com esse filme filme. Inclusive foi a primeira vez que eu fui ao cinema. Minha madrinha levou, fomos visitar minha madrinha em Santo André e ela levou a gente no cinema, Jacu da Roça, né? 96, eu tinha 6 anos. E a gente, vocês imaginam o que que foi a pessoa no shopping, né? Mas eu não lembro assim de muita coisa, mas lembro da porta do cinema e lembro do filme que foi Space Jam, é o jogo do século, com Michael Jordan.
Muito bom.
Então assim, eu tenho um amor muito grande por esse filme, uma memória afetiva muito grande. A nota dele é péssima no IMDb, mas para uma criança de 6 anos, com primeira lembrança assim de infância de cinema, esse tipo de coisa marcou muito. Era muito bonitinho. Eu sei que fizeram outro depois, mas esse daqui para mim, a música até hoje, Space Jam. É paia, mas é memória.
Cara, eu gosto, eu acho legal, velho, eu acho legal.
Eu também gosto, não precisa gostar, tá? Não precisa gostar. Eu tinha 6 anos, Gegê, então tem memória.
Mas eu gosto dele até hoje também.
É muito legal ver o Pernalonga. Imagina na minha cabeça Pernalonga junto com uma pessoa. Mas o Pernalonga existe, não sei o quê. Foi muito legal, muito bonitinho esse filme.
Eu não gostei do remake lá, da continuação na verdade, né? Remake não é continuação. Que teve.
Eu não assisti justamente porque eu imaginei que era ruim, e para não estragar minha memória de infância.
Mas 96 teve muito filme bom, viu? 96 a gente vai ter que embarcar no DeLorean, vai deixar para trás muita coisa, mas teve muito filme bom. Ó, a gente tá deixando Fargo, Twister, Jerry Maguire.
Ó, teve O Corvo, cara, O Corvo, aquele, O Corvo de verdade.
Um Drink no Inferno, Maluco no Golfe. Já nem trouxe aí Adam Sandler, cara.
Mas pera aí, esse aí, esse aí não é continuação, não é o segundo filme não.
Do Corvo, mas na 94, o primeiro 94, é verdade, mas esse aqui é bom também.
É herói de brinquedo, é legal.
Herói de brinquedo.
Tem The Wonders, né, que é aquele que lançou One Hit Wonder, o código, né, para entrar.
É muito legal aquilo ali, bate o sino na cabeça do povo.
96 já tá começando a aumentar a lista de filmes que você olha assim, pai, vou escolher o quê? E 86 é que tá imoral mesmo.
Pois vamos para lá, já que nós estamos falando deste ano, vamos entrar no DeLorean e vamos agora para 1986. E aí, Padre Marcelo Rossi, qual filme, você vai nos abençoar em primeiro lugar. Vamos fazer o seguinte, ó, como a gente tá com tempo tranquilo, 86 dá para a gente fazer duas rodadas dele.
Ó, eu acho que cabe também a gente dar um espaçozinho maior para o Marcelo para ele trazer de 76.
A gente pode ver, a gente pode fazer o seguinte, a gente vai 76 e deixa aberto se alguém quiser trazer, deixar a meta aberta, né? É, deixar a meta aberta. Mas vamos fazer duas de 86. Marcelo, qual o primeiro que você vai trazer de 86?
A maioria desses filmes eu assisti no cinema e seria muita injustiça se eu não falasse de pelo menos 3 aqui, mas eu vou ter que escolher só um.
Aí tá foda, padre, que eu tinha 2 anos, padre.
Eu tinha 3.
Eu não tinha nascido. Eu dou a minha vez, pô.
Cara, tá difícil, cara. Se eu falar um aqui, aí vocês vão: pô, tu não escolheu aquele outro ali e tal.
Fica à vontade aí. Fica à vontade aí, Marcelo, faz teu nome.
Vai lá, qual é o primeiro que você vai trazer?
Bom, eu vou escolher então Aliens: O Resgate.
Muito bom.
Eu ainda não tinha assistido nenhum filme dessa, desse diretor, né?
Até hoje nunca assisti, acredita?
Mas ele não tem, esse é o segundo, né? Não tem spoiler não, ele não tem, ele é muito bem dirigido. Pronto, é a mesma coisa do Retorno do Futuro 2.
A gente pode contar toda a história, mas o interessante é, inclusive, é o mesmo diretor, né?
É, você tem que ver a direção. Eu ainda não tinha assistido o primeiro filme, o Alien, né, Oitavo Passageiro.
Por isso que esse, que inclusive é de 79, né, o primeiro é 78.
Eu acho que é de 79, porque demorou, né, cara, para lançarem o segundo.
Primeiro Alien que eu assisti foi Alien vs Predador.
Puta que pariu, começou com o pior, Gigi.
Eu gostava do Predador. Alien nunca tinha Obrigado por assistir.
O bom é que daí só tem melhor a partir daí.
É, ó, o primeiro é de 79, Marcelo.
Me dá, me dá a impressão que todos os que vieram depois, eles tentaram ser uma continuação no mesmo patamar, mas nenhum conseguiu. O melhor mesmo é o 2. Só que assim, o 2 é muito ficção científica com ação, e o primeiro, Yara, eu considero como terror e suspense. Então se você quiser ficção, é, se você tiver tiver que começar, se ainda você ainda não assistiu e tal, começa pelo 2, pelo resgate mesmo, que você vai até se divertir com ação lá.
Mas você vai saber o que é que é para resgatar?
Vai, a história não é tão complicada não. A história começa a complicar justamente no 2, ele é meio que autoexplicativo.
Ou se você quiser, você começa pelo, você começa pela cronologia, se preferir, né?
Só não comece por Aliens e Predador, que aí você vai se perder um um pouco, não por ser ruim, mas é porque tem muita história para entender, que para você já se jogar assim por Alien vs Predador 2, porque você não vai enxergar nada na tela.
Não, é porque você tá dizendo que Alien vs Predador é ruim, mas o Prometheus é pior que Alien vs Predador, viu, cara?
O Alien vs Predador, acho que ele vai acabar sendo um filme que vai ficar fora da— ele vai ser não canônico, considerando o rumo que o filme tá, o filme que tomou, a história tomou. O Alien vs Predador não faz sentido. A história do Alien, a história do Predador do, a história do Alien vs Predador. No caso desse filme em questão, é porque, pô, vamos lá, o Alien ele se passa muito no futuro e ele mostra que no futuro foi que aquela raça foi criada.
Então se o Alien vs Predador ele fala que na Terra, em pirâmides antigas, já existiam o escrito lá, hieróglifos, pinturas, coisas que remetiam àquele confronto, não faz sentido, não se encontra mais.
Onde que fala que é no futuro?
Faz, se você falar que é viagem no tempo.
Onde que fala que é no futuro, Tony?
Os filmes de Alien não se passa no futuro assim? O Prometheus, ele não passa no futuro?
Não, mas ele sim, mas os arquitetos, eles eram antigos.
Sim, cara, mas só que aquela, no caso, o que eu tô falando, pô, inclusive os arquitetos não criaram os humanos também? É, caralho, mas só que quem foi que criou os aliens?
Os arquitetos?
Não foi o Não foi o sintético, pô? Não foi, pô. Sintético foi não, pô. O arquiteto, ele criou aquelas vidas, aquelas formas de vida, e o sintético que ficou lá, ele que ficou no planeta, ele começou a fazer experimentos para criar a criatura perfeita.
Ele modificou os aliens, mas quem criou o alien foi o arquiteto.
Não tinha não, pô, aquela forma de vida.
Eles criaram os aliens como arma de destruição em massa.
Foi, mas não tinha não, pô. Tinha, é, eu, eu, baseado no Prometheus, acho que não tinha não.
É no Prometheus que tinha, pô. Pode assistir de novo, tu vai ver que o que é. Mas vamos seguir em frente. Aliens: O Resgate, né? A Ripley, né, ela tava adormecida depois de escapar lá da Nostromo, né? E aí ela, ela é trazida à vida para lutar contra os aliens porque uma colônia foi atacada e ela seria teoricamente a única pessoa que sabia como lutar contra aquela criatura. Cara, é top, é ação, é ficção, é drama.
Tem muito que saber como lutar não, é só matar, né? O difícil é que é mais bicho, é difícil de matar. Cortou a cabeça, ele morre, pô.
É a única que sobrevive. Tem drama, tem ação, é top, é top. Quer falar mais alguma coisa, Marcelo, dele?
Não, porque senão eu vou falar demais.
Eu vou trazer, cara, Ai, meu Deus do céu, tô na dúvida aqui, cara. Eu tô, eu tô na dúvida. Tem 3 aqui também, do jeito que o Marcelo falou. Na verdade tem mais, né, mas tem 3 que estão foda aqui.
Só um adendo aí, cara, eu vou trazer só um adendo, não do filme. Eu acho que a escolha mais difícil da década, do ano de 86, né, ainda bem que a gente não pegou 85, mas é por causa da memória afetiva, porque mistura o um monte de coisa aí, cara, que a gente não sabe nem. Tem filme melhor? Tem, mas é porque a gente gosta desses filmes de uma maneira particular.
É, inclusive é por isso que eu vou trazer este, porque foi quando eu conheci esse personagem que, cara, sou alucinado por ele até hoje, né? Eu não conheci ele no primeiro, nem no segundo, nem no terceiro filme. Eu conheci ele por causa do quarto filme, e aí obviamente depois assistir a todos, que é Rocky 4, que é quando ele luta com o do Van Gogh, cara, que é aquele russo lá, né, gigante. Ivan Drago. Exatamente, Ivan Drago.
É 96 esse filme?
86.
86, caralho, esse filme é antigo. Eu pensei que ele era tão antigo assim.
Não, mano, Draco não, Drago.
Drago é Ivan Drago. Draco é o Malfoy do Harry Potter. Ivan Drago, cara. E assim, eu sei que o primeiro é melhor, é melhor, mas não acho não. Todos, todos, eu acho. Eu acho o primeiro, porque o primeiro, cara, ele, você não conhecia o personagem, entendeu? Mas é isso que eu ia dizer, se você começa a assistir por esse, você não fica, não fica para trás.
Mas o primeiro é o melhor o quê?
É isso que eu quero saber.
Eu acho o primeiro melhor drama.
Exato, o drama, o drama é melhor.
Eu acho melhor ação também.
Tem isso, né? É o que mais, apesar de ter drama, lógico, Lógico, mas macho, o filme do Drago é um filme de vingança.
O melhor filme que tem é o filme de vingança.
Inclusive, a gente podia fazer um episódio só de filmes de vingança, viu?
Eu vou te quebrar na porrada, fela da puta! Tu matou meu amigo, vou te moer na porrada!
A gente pode fazer um top 15 filmes de vingança aí, Gegê. O que que tu acha?
Ele olha assim, eu tô dentro. Eu vou te quebrar na porrada, demônio! Demônio anabolizado! Tu cagou com meu melhor amigo, homem bomba.
É, viado, já pode estar na reunião de pauta aí, top 15 filmes de vingança.
Louro de farmácia do caralho, cara. Louro de farmácia do caralho, cara.
E não tem como, né? Não tem como você não se identificar. Você, como você já disse, você fica puto, você quer se vingar, você quer destruir. É, cara, então Rocky IV é a minha citação, a minha primeira citação de 6. GG, qual a sua primeira?
Eu tô numa dúvida da porra entre filme emocional para mim. Na verdade são dois filmes emocionais, mas cara, eu não posso não falar desse filme porque, cara, volta a dizer, eu sou fã dele apesar dele ser um pai muito merda.
Antônio Cruz.
É que Antônio Cruz, mas cara, esse cara é foda, é tá pegando, né, bicho? Todo mundo quis ser motoqueiro, todo mundo quis ser piloto de caça, todo mundo quis pegar a loura.
Esse bendito óculos é famoso até hoje por causa dele, óculos de aviador.
Exato.
Então esse óculos, cara, nem motoqueiro, nem pegar a loura e nem nada nesse da aeronáutica, fui jogar vôlei.
É, só sobrou o filme para a gente, jogar vôlei de calça, né, Gegê? Calça jeans, né? Jogar vôlei de casa na praia. Aí que é loucura, né não, meu irmão?
Cara, todas as músicas desse filme são boas. Tem uma música no começo dele que é Anthem, que eu acho foda, que é quando ele tava sobrevoando o MiG, que aí ela é só na guitarra. Eu até pedi para Maria aprender. E aí até pediu isso, mamãe, aprende a tocar essa daqui.
É o tema de quando ele tá voando. Então, né, macho, aí eu fiz esse filme, é pica. Tô arrepiado só de falar porque é uma cena atrás da outra, é testosterona pura, pô. O que tá faltando da humanidade hoje, esses mongoloide farmando aura em vez de assistir. Vou assistir Top Gun, seus porra.
Eu botei as meninas para assistir já, as meninas já assistiram o 1, aí falta agora elas assistirem o Maverick, mas já assistiram o primeiro já.
Que erro errado, né, ter demorado tanto para fazer um filme doido daquele cara.
Pelo menos não ficou ruim, né.
Não, é perfeito. O 2 é perfeito.
Ele ficou tão perfeito que a gente ficou, por que que esperaram esses anos todos? Porque o filme é de 86, porra, vai se fuder.
Inclusive, quando a sala tiver pronta, Gegê, o Maverick é outro que dá para a gente assistir também, viu? Eu tô querendo botar um sistema de som aqui 7.1 na sala e um Dyson de 85.
Por que, safado?
E aí, Tony, qual que você vai trazer?
Cara, tem um, tem um, realmente tem um, tem muito filme bacana. Eu vou trazer esse, né, que eu não assisti os outros, por recomendação do de outras pessoas que não vale a pena, que é Highlander.
Cara, bom, bom, muito bom.
É, pessoal, pessoal disse só vale a pena o primeiro filme e depois é piração demais.
E aí, vai ter mesmo remake com o Henry Cavill?
Está sofrendo refilmagens de detalhes lá, mas já tá, já tá saindo já já.
E é o Henry Cavill mesmo?
É.
Agora, se não botarem música do Queen, aí não vai prestar não. Eu senti falta da música do Top Gang em 1, no 2 o Cheiro Magro.
Cara, Highlander, realmente eu acho que quando você pega, vai para os outros, cara, você vê como um é bom. E eu acho que ele também, Tony, tem essa coisa da memória afetiva, né, que a gente viu muitas vezes ali na sessão da tarde ou cinema em casa alternando. É, eu acho que isso também, assim, além do filme ser bom de fato, a memória que a gente tem, nada dos outros filmes, eu realmente não lembro se passou alguma coisa dos outros filmes na televisão. É, deve ter passado, cara, deve ter passado.
O que eu tenho recordação de ter assistido foi animação. Esse eu lembro de ter assistido. Posso não lembrar de muitos detalhes, mas eu lembro de ter assistido. Eu acho que passou na TV Globinho, animação do Highlander.
Sim, o Highlander teve o 2 e teve o 3, e foi a mesma coisa lá do Alien. Eles foram tentar fazer algo, você sabe, vamos na mesma vibe, Vamos tentar fazer uma coisa legal aqui, perderam a mão. Eu assisti o 2 no cinema e foi uma decepção grande. O 3 então eu nem me aventurei a assistir no cinema, assisti em vídeo e foi uma desgraça também.
E você, Yara, qual o filme que você vai trazer de 86?
Karate Kid, né? O 2 foi um sucesso.
Qual é o 2? Qual é? É o que ele vai para Okinawa, é o que ele vai para o Japão, que luta contra um japonês lá, né? Que inclusive, que inclusive no, no, na série Eles viram amigos, eles viram amigos.
Exatamente, ele vai para uma, ele cai no meio de uma rixa do Miyagi com outro cara.
O rapto do Menino Dourado, meu Deus do céu!
Ai, esse é engraçado, esse filme.
Eu lembro de assistir na TV.
E o que, o Menino Dourado era uma menina? Não, mas na vida real, né, quer dizer, o menino que era o raptado era interpretado por uma menina, só que a menina rasparam o cabelo dela lá e ele passou por Tira o brilho, raspa o cabelo, vira um menino.
Eu falei do filme aqui, mas acho que eu não lembro da história como do primeiro não, gente. Na moral, falei dos dois, mas eu acho que eu não lembro da história como do primeiro não. Agora, o filmão que tinha em casa, que eu assisti depois de velha, né, tinha a Fita, Fita, Fita, VHS, é o nome da rosa.
Marcelo, qual o segundo filme você vai trazer de 86?
Curtindo a Vida Adoidado.
Curtindo a Vida Adoidado. É, se não trouxesse, o editor ia rasgar as É, ele ia acabar com esse episódio, ele entrar no episódio aqui.
Foi, tu acredita, tu acredita que eu ia, não ia trazer só de mal, mano?
Bicho é ruim, viu?
Tá rezando aqui para ninguém ter dito, mas que fala desse filme.
Esse filme eu não assisti no cinema, mas eu assisti em casa na tela quente, né? Eu acho que foi um dos primeiros filmes da tela quente. E cara, no outro dia era aquele, aquele aquele burburinho, né? Assim, rapaz, tu viu ontem e tal? Porque assim, como poucas pessoas tinham videocassete, viu na televisão, vê só agora daqui a um tempão quando reprisa na sessão da tarde. A dificuldade da gente ver os filmes era maior. Eu acho que daí a gente dava mais valor aos filmes, prestava mais atenção e tudo, cara.
Eu fiz questão de assistir a esse filme em DVD com a Maria e ela adorou, cara. Foi uma experiência muito muito boa. Tanto foi o primeiro DVD que ela assistiu sabendo que tava assistindo DVD. Na época, quando elas eram crianças, elas assistiam ali aqueles que tinha lá, Patati Patatá, da Mônica, da Barbie, não sei o quê. Mas enfim, elas nem tinha ideia de que aquilo ali era um DVD. Mas tendo essa consciência, foi o primeiro filme que ela assistiu em DVD, foi Curtindo a Vida do Doidado.
Cara, assiste com ela depois. E eu deixo a dica também aqui para todo mundo, é um filme que é na mesma linha Não é tão engraçado quanto Curtir da Vida Doidado, né? Mas a história dele é curiosa, é admiradora secreta.
É de 85, mas eu não tenho ele em DVD. Eu vou assistir depois, né? Pois é, procurar. Mas DVD eu tinha o Curtir da Vida Doidado. Bom, cara, o segundo filme que eu vou trazer não vai ser O Nome da Rosa, porque foi citado e vale a pena. E aí eu vou aproveitar que a Yara já citou. Eu vou trazer Os Aventureiros do Bairro Proibido.
Caralho, é muito louco esse filme, cara, é bom demais.
Bom demais, bom demais.
Esse filme é uma lombra, né, bicho?
É, eu acho que a gente podia trazer um episódio só com filmes, personagens igual o Kurt Russell aí, caiu no meio de uma guerra e virou herói, o herói improvável.
Agora, improvável não, ele que é um cara, era um caminhoneiro, macho.
Entendi, é por isso mesmo, pô.
Não fale sobre Jack Burton, tem nada a ver. Os cara, macho, é aquele Esse filme parece uma viagem LSD, mano.
Bem louco, cara.
É muito bom.
Não, dá claramente para você fazer inúmeras teorias sobre esse filme. Tipo, o Kurt Russell se drogou muito, e aí, cara, pode ser até a mistura das drogas dele com a sífilis secundária, até ciária, né? Ele acha que se meteu com japoneses com poderes mágicos Únicos e claramente que saíram do Mortal Kombat, né? Os 3 japoneses lá, eu tenho de raio, o de não sei o que, o que for.
Inclusive foi uma das inspirações, viu, para Mortal Kombat. E a direção, cara, é sensacional, de John Carpenter, né? Que teve um filme que o Tony indicou para tu assistir, que tu ficou teimando, que é o Eles Vivem, que é dele também, que também é uma viagem muito massa.
Não, mas esse filme é engraçado.
Esse também, eles vivem também.
Eles vivem, tem uns teorzinho cômico.
Exato.
E na época não tinha CGI, os raios que tinham no filme era desenhado à mão, frame a frame, a galera desenhava lá e saía bonitinho, sabe?
Eu gosto desse filme, eu gosto pra caralho desse filme, e talvez se eu fosse assistir hoje eu ia rindo quilos, mas é ruim pra caralho, bicho.
É não, GG.
Deixa de falar mal do filme ruim, que é tão ruim que até vira bom.
Isso que eu disse, cara, ele é tão ruim que você só consegue rir e achar legal, cara.
Bom, e GG, qual que você vai trazer para gente?
Ah, ladrão, tu roubou ele! Eu ia falar ele, mas eu vou, eu vou, ó, eu queria falar os que eu queria falar, cara, que era o Top Gun, o Curtindo a Vida, o Rápido e o Menino Dourado e os Aventureiros do Bairro Já foram citados, então aproveite a oportunidade para citar outro. Eu vou citar outro que o filme também é uma merda, mas o filme é conhecido mundialmente pela dublagem.
Você é um cocô. É, você é a doença, eu sou a cura.
É, você é ridículo, você é cocô. Caralho, e aquele macho, ele criou o estereótipo do cara com palito dentro da boca, né, bicho?
Ele passa o filme inteiro com ele, mas para mim ele é o, ele é, ele é a personificação do Fifi.
Então, mas, e ele, e o cara, o vilão dele, pelo amor de Deus, né, bicho, é um cara de, é o Cobra, Stallone Cobra, é, cara, o vilão dele é um cara de camiseta de metal, mano, de malha de metal, velho.
Não, e o bom é que o nome aqui no Brasil ficou Stallone Cobra, né? Não é só Cobra, o nome original é Cobra, mas aqui no Brasil é Stallone Cobra.
É porque é o Stallone sendo cobra, né?
Mas aí vamos lá, esse é daqueles filmes que só presta para assistir dublado?
É, é claro que é, bicho.
Filme do Stallone eu acho que só vai dublado.
É esse filme.
Não, mas esse aqui é mais ainda, cara.
Não, esse filme se você não assistir dublado você não fez nada. É tipo, é tipo As Branquelas, irmão, não dá.
Eu acho que o nome desse filme ia ser só Cobra, e aí quando mandaram o cartaz que tinha lá Stallone, o nome do ator em cima e embaixo Cobra, alguém pensou que era o nome do filme.
É, e aí por assim, e aí ficou.
Porque você vê que eles estão na fonte diferente, né? Mas aí o cara, o cara só pegou o nome Stallone lá de cima e botou embaixo, entendeu?
Stallone Cobra, pronto.
GG, eu acho que tu tá confundindo o vilão do Comando para Matar.
É verdade, eu confundi.
É o Fred Mercury.
É o Fred Mercury. Ele usa uma camisa de aço lá e tal, que é essa camisa de malha que eu botei no chat.
Verdade, verdade.
Esse vilão do Stallone, Cobra, é um ator que fez até um filme de vampiro também com o Roddy McDowall dos anos 80.
Caralho, essa camisetinha aí foi muito ridícula na época. Puta que pariu, era ridículo na época, ridículo agora.
E particularmente, versão dublada desse filme foi dublada, dublou Stallone, né, pelo André Filho. Acho que um dos melhores dubladores que a gente já teve assim. Para mim, os melhores, melhores dubladores era ele e o cara lá do Bruce Willis, que eu sempre esqueço o nome dele.
O do Bruce Willis foi o que o Miau gravou, entrevistou lá no Perspectivas.
O Leonardo, o Eleandro, alguma coisa, né?
É o Eleandro, é Leonardo.
É justamente porque eu errei, eu não sei não.
Ah, Yara, mas aí sabe que errar nome é comum, né? Perdoável.
Milton da Mata.
Ah não, então é outro. É porque depois foi esse outro. Tony Farias, qual filme você vai, segundo filme que você vai trazer para nós, Tony?
Deixa eu ver da lista aqui, ver se eu penso. Eu acho que ninguém vai trazer esse filme, que eu acho que essa é a última rodada 1986, né? Então eu vou pegar o primeiro que apareceu aqui na lista do IMDb, que é Conta Comigo.
Muito bom, muito bom. Baseado no conto do Stephen King, que é O Corpo. Sabia, Tony?
Sabia, eu tinha lido uma vez quando eu tava pesquisando justamente a respeito do filme, né, alguns detalhes dele. Aí vi essa informação.
Dá para fazer um episódio também só de filmes inspirados em livros do Stephen King, viu?
Tem muitos, tem muito.
Mas o homem, acho que ele escrevia um livro por dia. Se fosse na época do ChatGPT, dava até dá até para duvidar, fazer que ele fazer no ChatGPT. Cara, quer trazer um pouquinho da sinopse do Conta Comigo, Tony, só para o pessoal entender que filme é?
O plot central, né, um grupo de amigos se reúne para ir para tentar localizar uma menina, parece, se eu não tiver enganado, desaparecida, né?
E eles encontram o corpo, né?
Não, eu acho que eles já vão atrás do corpo. E se eu não me engano, na época que foi passar na Globo, por causa do elenco, esse filme que foi o trailer, foi meio que assim, que ele é um drama, mas ele foi apresentado, ele foi vendido como sendo comédia. Eu tenho essa impressão, não tenho certeza.
Eu também tinha essa impressão, que ele era, ele foi apresentado como filme infanto-juvenil, não só comédia assim, um filme para crianças e adolescentes.
É como se fosse um Goonies da vida.
Exato, ele é como se fosse um Goonies na na ideia, né? Mas não é, ele não é, ele é um drama.
É, ele é mais sério do que Goonies, pô.
Exato. Mas quando ele foi vendido, ele foi vendido como se fosse um outro Goonies, entendeu, Gegê?
Ele não é filme para sessão da tarde, ele é filme para sessão de gala.
Exato. Então, para o Telecinco, Telecinco é naquele, passa Super Sim. Para você que nos ouviu até agora, eu queria que você ouvisse na voz da assistente mais mais fofo, da estagiária mais fofa da Podósfera, o nome dos nossos apoiadores. E se você puder também apoiar, por favor, faça, tá?
Fala, galerinha do Encontro Verso! Aqui quem fala é a estagiária mais linda do Encontro Verso e de toda a Podósfera. Queriam dar um super beijo para todos os apoiadores: Caio Damiani, Michel Pereira, Camila de Holanda, Cristiano, Yara Halk, Ezequiel Noronha, Fernanda Neco, Júlio Marcoghi, Lena Yusko, Evan Faria, Elton Alves, Alifilmedo, José Antônio, Leandro Tovar e Prisciliane. Um super beijo e vamos apoiar o Encontro Eu falava todos os nomes aqui.
Em Controversa, o podcast onde todos os temas se convergem. E você, Yara, qual o último filme que você vai trazer nessa rodada?
Eu já trouxe todos, já pode passar minha vez, meu padre, eu deixo.
O Marcelo, a gente vai dar uma chance para ele trazer, se ele quiser, ou um filme de 86 ou um de 76. E aí, Marcelo, deixa eu ver a lista aqui. 76 tem Taxi Driver, Carrie, O Estranho Nuninho, Rocky, o primeiro, cara.
Então eu vou falar um de 76 que é um filme pouco conhecido para caramba, mas é um filme que vale a pena. É uma comédia chamado Assassinato por Morte. É a história de vários detetives famosos que seguem muito a linha Agatha Christie, que eles são chamados para uma, para uma noitada num casarão para resolver um mistério. Só que chega lá, o dono do casarão é muito rico, ele convoca todos os detetives famosos da época. E aí chega lá, acontece, é para eles resolverem um assassinato, mas chega lá, acontece um outro assassinato.
E dentro desse outro assassinato acontece terceiro assassinato. E depois todo mundo fica assim sem saber o que é que tá acontecendo.
Vou procurar.
Aí o dono, rapaz, eu não posso nem falar muito porque quanto mais eu falar, mais curioso fica.
Gostei.
Mas assim, quando o dono da casa aparece, ele também é assassinado.
Acabaste!
E de repente o mordomo é cego, a cozinheira é surda-muda. Quando vê, quando vão ver, o mordomo tá morto. Rapaz, é muito curioso e é uma comédia.
E eu vi aqui que tem outro filme sensacional que é Os Trapalhões no Planalto dos Macacos. Esse eu vi no cinema, 76 também. Bom, é isso aí, galera. Infelizmente o DeLorean vai ter que partir agora e voltar para 2026, porque nós precisamos encerrar. Mas antes de encerrarmos, eu queria só ouvir aí o recado final do Marcelo.
Gente, obrigado pela participação. Vocês sabem que eu adoro filmes antigos e eu gosto muito de cascavear as curiosidades procurar incitar, porque são filmes de uma época que não volta mais, ainda cercado de uma certa inocência. Mas eu ainda tenho a impressão que os roteiros são melhores do que muitos filmes que são feitos hoje. Deixar um abraço para todo mundo aí e valeu, até a próxima!
Alguém mais quer deixar o recado final ou podemos?
Valeu pela sua bênção, Padre, venha sempre!
Amém!
Bom, eu queria também agradecer aí Marcelo pela parceria. Hoje a gente fez uma live aí mais cedo e sempre bom conversar com você e ouvir você trazendo aí as dicas de filmes. Faz a gente querer ver, né? Muito obrigado. E para você que nos viu até agora, muito obrigado. Valeu, foi bom.
Adeus, valeu, povo!
E o galera, obrigado, falou, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Esse episódio foi editado por Audionias Edições, a sua melhor opção em edições de podcast.