EV 170 - Isso É Tão Romântico Os FILMES DE AMOR que marcaram a gente (Feat. Priscilliane e JulioMCG)
Filmes românticos fazem a gente acreditar no destino, sofrer por desencontros, torcer por amores improváveis e, às vezes, questionar se aquilo era romance mesmo ou só uma grande confusão emocional.
Neste episódio, cada participante trouxe suas indicações de filmes de amor. Entre escolhas previsíveis, lembranças afetivas, histórias de fazer chorar e algumas opiniões bastante encontroversas, tentamos descobrir quais romances do cinema realmente marcaram nossas vidas.
Será que o seu favorito entrou na lista?
Dê o play e descubra nossas indicações.
Dê o play e venha descobrir por que, no cinema, o amor quase nunca é simples.
Santiago
GG
Yara
JulioMCG
Priscilliane
- Filmes românticos trágicosUm Amor para Recordar · Como Eu Era Antes de Você · Cidade dos Anjos · Titanic · Doce Novembro · Paixão e suas loucuras · Para Sempre · Te Amarei Para Sempre
- Filmes românticos com temas de superaçãoComo Eu Era Antes de Você · Como Se Fosse a Primeira Vez · Lidando com a rejeição e o 'eu te amo'
- Cinema e Memória AfetivaPara Sempre · Se Eu Ficar · E Se Fosse Verdade · Paixão e suas loucuras
- Filmes românticos com elementos de fantasia/ficção científicaO Tempo como Lapidação · A Casa do Lago · Te Amarei Para Sempre · Se Eu Ficar · E Se Fosse Verdade
- Filmes românticos com viagem no tempoO Tempo como Lapidação · A Casa do Lago · Te Amarei Para Sempre · The Time Traveler's Wife
- Filmes dos anos 90Ghost · Titanic · Cidade dos Anjos · A Casa do Lago
- Representantes nacionais no cinema românticoLisbela e o Prisioneiro · Eduardo e Mônica · Lua de Cristal
- Spoiler e finais felizesUm Lugar Chamado Notting Hill · Como Se Fosse a Primeira Vez · Para Sempre · Eduardo e Mônica
Olá e bem-vindos ao Em Controversa, o podcast mais romântico da podosfera. Aqui discutimos tudo que pode causar controvérsia ou não. Então sente-se, relaxe e prepare-se para se juntar à nossa conversa. Quer nos ajudar a criar uma pauta? Escuta a dica aí da nossa assistente que daqui a alguns anos vai estar apaixonada por um boy lindo.
Vai te lascar, vai te ferrar, arrombar!
E aí, sogrão, beleza, mano?
E aí, velho? Vim trazer ela, vim buscar ela para ir farmar aura ali, ó, no cemitério.
Vim farmar aura aqui, ó. Você serve, sogrão.
Sick Seven é 3H, 3H no rabo dele.
Fala, galerinha do Encontro Over! Queria convidar vocês a escutarem o podcast do Encontro Over, o melhor podcast da podosfera. Quem quiser sugerir um tema é só mandar lá no nosso email ou então no site. E quem quiser apoiar Encontro Over é só entrar no site do iApoia.se, que é www.apoia.se/encontroover. Apoia.se/encontroaverso. Você pode apoiar o nosso podcast a partir de R$2. Um super beijo, um bom podcast para vocês. Boa noite, tchau!
Aqui eu vi hoje, hoje eu vi já pegando o gancho de fuga de pauta, né, falando assim: essa geração tá fodida, a hora que eles descobrirem que eles têm que trabalhar das 6 da manhã até 7 da noite.
Eu sou Santiago e eu descobri que eu assisti mais filmes românticos do que eu imaginava quando eu fui ver a lista.
Fala, pessoal, aqui quem fala é GG. E batatinha quando nasce espalha rama pelo chão.
O bicho esqueceu até do desajustado, mano, só porque eu falei que a Maria ia ter um boy daqui a alguns anos.
Você desajustou o GG.
Desajustei o GG mesmo.
Fala, meu povo, aqui é Tony Farias. Eu sou um cara nada romântico.
Ah, meu Deus, não acredito! Quem imaginaria?
Oi, pessoal, aqui é Yara e a gente vai ter que mudar esse pensamento do compadre Tony aí, que ele precisa ser mais romântico. Ai, uai, que que a minha comadre diz disso?
E hoje nós trouxemos de volta nossa fã número 1 para falar sobre filmes românticos. Como dito lá no episódio de reunião de pauta, ela estaria presente e cá está ela para fazermos uma lista dos melhores filmes românticos para você assistir ao lado do seu amor. Prisciliane, Pode se apresentar, Prisciliane.
Oi, pessoal, né? Sou a Prisciliane e o nosso amor é como o vento, não posso ver, mas posso sentir.
Olha aí, né?
Eu sou uma pessoa romântica, eu gosto muito de filmes românticos. De que filme será essa citação?
Deve ser no Piauí, com calor desse aí, meu irmão. Tá muito calor!
Você está no Em Controversa, o podcast onde todos os temas se Esse não vai ser top 15, a gente vai fazer uma lista. E aí, para facilitar o nosso trabalho, né, vamos fazer naquela, naquele velho molde de cada um traz o seu filme na sua vez e a gente debate aqui se a gente assistiu ou não, o que que a gente, o que que a gente achou, e se a gente Indica, claro que a gente indica, porque a gente tá indicando, né? Então se a gente indica, é claro que indica.
E aí, para respeitar a ordem dos convidados, Prisciliane vai trazer o primeiro filme aí para pauta.
Então no primeiro filme que eu vou trazer é justamente esse da citação, que é Um Amor para Recordar, né?
Assistir, eu choro igual criança com esse porra desse filme, velho. Eu tinha que trazer ele.
Não é isso, menina? Por isso que ele é o meu top, top.
E aí quando eu vi a cena de Esse Um Amor Pra Recordar, ele tava na lista, né, assim, dos melhores. Eu fui ver os trailers pra poder tentar lembrar um pouco dos filmes, algumas cenas. E aí, quando eu vi esse daí, eu comecei a chorar também.
Na época que eu assisti pela primeira vez, tava na faculdade, né. E na época, o meu pai assinava Sky. E aí eu assisti todas as vezes que esse filme passou nas 48 horas que eles ficavam, né, passando de canal em canal, mudando horário. Assisti dublado, legendado, de todo jeito. E eu chorei copiosamente todas as vezes que eu assisti.
E agora, mas por que é que vocês choravam?
Porque é um filme triste.
Tu sabe que filme é esse, Gegê?
Não, eu tô vendo aqui. Eu nunca nem vi esses cara.
Cara, traz, quer que eu traga a sinopse ou psilênio? Eu separei aqui, mas se você quiser trazer, ó. Landon é um adolescente popular e irresponsável que depois de se envolver numa confusão é obrigado a participar de atividades escolares E nesse período aproxima-se Jamie, uma jovem discreta, religiosa e pouco aceita pelos colegas. O relacionamento transforma Landon, mas uma revelação inesperada coloca à prova tudo que eles começaram a construir.
Ela é filha do pastor, né? E assim, ela é bem aquela criação bem rígida, bem rígida, bem rígida, Gegê. E quando eles se apaixonam, ele descobre que ela tem leucemia. E aí, cara, é uma pedrada, né?
Nunca aconteceu, né? Isso aí é novidade nesse filme romance.
Nossa, tira ele daqui!
Isso ia acontecer 100 vezes. A gente vai chorar 100 vezes, né não, Prisciliana?
Aí fui tirar prova, né?
Deixa eu fazer uma pergunta aqui que eu acho pertinente para o Santiago, né? Mas tu chorou mais com esse filme ou do cachorro, cara?
Como esse daí eu acho que eu assisti duas vezes, eu só chorei duas vezes. O do cachorro eu assisti duas vezes, o do Rastico lá, o Sempre ao Seu Lado.
Do cachorro é foda, pô.
Pelo que eu lembro, ele chorou quando assistiu e toda vez que ia falar do filme para alguém.
É que eu ia dizer, o Sempre ao Seu Lado, o Amor para Recordar, Eu assisti duas vezes e chorei duas vezes. Mas se bem que hoje eu chorei vendo o trailer, então conta três, né? Porque chorei no trailer. O do Sempre ao Seu Lado eu chorei quando eu assisti as duas vezes e quando eu contei o filme três vezes e quando eu li a sinopse dele duas vezes, assim, eu lia a história real por trás do filme. Então chorei mais no Sempre ao Seu Lado porque—
Peraí, agora a gente vai julgar se o filme é bom ou ruim se o Zé Maria teve um ataque de estrogênio, foi?
Não dá para fazer esse julgamento, Gegê, porque a Lilian, quando eu tava vendo os filmes, a Lilian até disse, pai, vamos fazer, por que que vocês não gravam um que é filmes para chorar? Aí o filho, porque a gente vai ter que pegar a lista, tipo assim, filmes lançados na humanidade de A a Z, e eu vou falar todos.
Tu, né?
Exato, tô falando de mim.
Ô Gegê, esse filme é, eu sei que você falou e deve ter mais um monte de filme que é, nossa, essa história, ah, um tem doença e morre.
É, não, porque se dá doença é foda, é muito repetitivo.
Então, mas é repetitivo agora, ele Esse filme, quer ver de que ano que foi aí? Alguém pesquisa aí que eu tô—
2002, eu olhei, não é tão velho não. 2002, é, não é tão velho não também.
2002, são 24 anos, GG.
Mas ele parecia, quando eu vi ele na capa, eu pensei que era filme de 90, entendeu? 80 e alguma coisa. Mas quando eu vi 2002, pera aí, não tem cara de 2002 não ele.
Ah, total, nossa percepção tá meio distorcida, pô.
Na verdade, se tu parar para pensar, cara, filmes de romance eles são meio que atemporais, eles não dependem muito da tecnologia então.
Não, mas é o estilo de capa assim, entendeu? O estilo da foto do filme, entendeu? Tem cara de filme de VHS e ele não é. 2002 acho que não tinha mais VHS não, tinha?
Por isso não, por isso não, que até hoje o Gigi faz filme VHS, né, bicho?
Não, pô, mas aí esse aí não foi filme.
Ei, eu acho que esse episódio a gente devia ter gravado escondido do Gegê, Yara.
Eu falei para arrancar ele, velho, eu falei.
Ó, esse filme da doença, eu me lembro, teve um que eu assisti dia desse que é a mesma coisa. Que é um cara, até que o cara é um cara que casa com a chefe de cozinha, que eles queriam ter o filho e tal, aí no final a mulher fica doida.
Esse é recente, é o cara que fez Homem-Aranha. Esse filme é bonito para caramba também, velho.
Mas o Andrew Garfield é esse mesmo, que no caso é ele que tem um problema, né, que ele tem, ele tem, é ela, é ela, não é ela, é a mesma coisa.
Você tá confundindo com ele, é porque eu tô confundindo que ele tem Ele cai e machucou a coluna.
É, ele tem, acho que ele fica com a esclerose lateral, não, que ele tem nesse outro, que ele fica, ela leva ele para passear.
Não, esse aí não é com o Edriel Gaffidi não, é o que tem a mina da meia de abelha, que ele já vai, ela já vai para casa dele, ele já é doente.
Não, isso aí é outro que eu vou trazer, calma. Você não queima pauta não, Gegê, você não queima pauta não.
Você tá falando da cozinheira, que ela é cozinheira. Calma, você tá misturando as coisas.
Isso, é isso mesmo.
Não é a Daenerys Targaryen não, atriz lá, esqueci o nome dela. Você tá misturando as duas, né?
Não, é uma lourinha bem que tinha também.
Então a diferença, Gegê, do Amor para Recordar para esse filme, como é que todo tempo que temos, Gegê, todo tempo que temos, tem doença e o final é trágico, ok, mas a construção da história é diferente. Então assim, ela já é uma mulher formada, eles têm uma filha, eu no caso desse outro, no Amor para Recordar é diferente, era rebelde, ele tem um problema com o pai que é médico, eles se dão bem. Aí quando ele descobre que ela tá, que ela tá, que ela tá doente, a primeira coisa que ele faz é correr para o pai.
É muito emocionante a hora que ele abraça o pai e chora porque não tem o que fazer. E ele tenta— ela é uma pessoa muito humilde, ele é um playboyzinho. Mas em outra época, o final pode ser o mesmo, mas a construção da história é completamente diferente. Não, mas é mais ou menos aquele da Anne Hathaway também, que é ele repletado de remédio e ela É, mas aí tá, mas também não é repetitiva a história dela, que ela tem Parkinson, é outro filme, é esse mesmo, também é outra, é outra, aborda outro tipo de problema também.
O outro que eu tô falando, que é com Andrew Garfield também, é Uma Razão para Viver.
Esse eu não assisti.
Pronto, Uma Razão para Viver é, ó, em 1958, Robin.
É o seu filme? É o seu filme?
Não, mas é para você, esse aqui é o que também vocês falaram. Que ele tem poliomielite e ele fica paralisado, e a mulher dele, que é a atriz, é a Clary Foy, vai cuidar dele. Não é esse não também que vocês viram, que é do Andrew Garfield?
E, gente, mas sabe o que que eu tô percebendo? Como tem filme de romance que o final é uma merda, né? Final triste. O objetivo era trazer, era apaixonar as pessoas, traumatizar as pessoas.
Eu percebi isso, que a maioria dos filmes que eu gosto são romances trágicos.
Mas a tragédia e o amor, a tragédia e o amor sempre andaram juntos, desde que o mundo é mundo.
Romeu e Julieta, né?
Se alguém não morreu, você amou errado.
É verdade, você só ama se a pessoa morre no final, né? Como diz o Matuto.
É, pô, liga aí.
Dica da nossa fã número 1: Um Amor para Recordar. Recomendo, quem não assistiu, assista. GG, assista com a Amanda.
É, vou assistir hoje.
Assista com a Amanda.
É, eu vi aqui que tem no Prime. A Amanda já deve ter assistido.
Vai ser na ordem de apresentação. Olha, Luiza é contratada para cuidar de Will, um homem rico e aventureiro que ficou tetraplégico após um acidente. Inicialmente distante e amargo, ele começa a se aproximar da cuidadora, cuja espontaneidade modifica sua rotina. A relação entre os dois os leva a refletir sobre amor, autonomia, sofrimento e o direito de decidir sobre a própria vida. O filme que eu estou falando é Como Eu Era Antes de Você, e a Rilha disse que eu não poderia gravar esse episódio se eu não falasse desse filme, então ele tinha que ser meu primeiro filme.
Isso diz muita coisa, viu?
Como sempre, a Rilê tá certa.
Eu não gostei desse filme não, porque o cara é muito egoísta.
Mas o amor acabou mudando o jeito dele.
Muda não, que ele se mata no final do mesmo jeito. Ele podia ter só se matado e ter desgraçado só a vida dele. Ele preferiu fazer a menina se apaixonar por ele, se matar e desgraçar a vida dele e dela. Ele foi muito escroto.
Faz sentido. Mas assim, tem uns que faz isso e não se mata, né, amigo? E faz mal do mesmo jeito, né? Tem uns que se matasse fazia um favor, não faz? E decepciona do mesmo jeito.
Mas esses aí estão mais errado ainda. Não quer, não vamos tirar a culpa do deficiente só porque eu não acho que ia ser chamar o cara de egoísta, sabia?
Porque eu também não acho não. É difícil a gente julgar sem estar no lugar dele.
Você imagina você, imagina você, Didi, que é uma maritaca destrambelhada Se você não pode falar, você morre de tristeza.
Tu trabalha com a tua mão, Xuxi. Tu trabalha com a tua mão. Tu imagina, tu de repente tá preso a uma cadeira fazendo só o que os outros querem, indo pra onde os outros querem. Se tu já é chato andando, mexendo os 4 membros, imagina como tu ia ficar insuportável sem poder se mexer, mano.
Eu ia ficar muito menos chato, que as pessoas eram só ir andando que elas iam deixar de escutar chatice.
Nossa, eu se eu cuidasse de você, ia dar cada sapecada na tua orelha, sabia? Falar assim, vai reclamar agora.
Agora eu sou chato e posso ir atrás da pessoa, entendeu?
A rainha, que eu fosse aquele cara, né?
Nossa Senhora, eu não tô escutando, eu tô aqui na sala, já já eu volto.
E aí, então lá, Como Eu Era Antes de Você, cara. Primeiro que assim, começa que ele é inspirado num livro que é uma trilogia, né, que é de 3 mesmo, ou de 5? É uma trilogia de 3, né, que foi, eu acho que só adaptaram o primeiro, né, os outros 2 É, o outro é Como Eu Era Depois de Você e o outro é não sei o quê depois de você. Não, o outro é Depois de Você e o último eu acho que é Ainda Estou Aqui, se eu não me engano.
Ainda Estou Aqui é o do Celso Tomé.
É, não, então é Ainda Sou Eu, Ainda Sou Eu, Ainda Sou Eu. É isso, é Depois de Você e Ainda Sou Eu, o último, que é contando justamente a vida dela depois dele, né? Por isso que o nome é Depois de Você. Então assim, é um filme de romance que poderia ter tido as suas continuações e faria mais sentido para o Gegê deixar de reclamar do fato do rapaz ter dado o carro. Ele não ia parar não, né?
Não, impossível.
É, não ia parar não. É, mas, mas, cara, excelente, excelente. A minha, engraçado, aqui em casa o Gegê vai até estranhar. Gegê, qual é das duas meninas que tu acha que é a mais chorona para assistir filme?
Com certeza Maria.
Tu acha?
Com certeza.
Por quê? Porque toda mulher que é muito calada, ela graça interior, mas fez a Maria mais chorona. E a Lilian assistiu e quase se acaba de chorar.
É porque ela é mais parecida contigo.
O pior que é mesmo.
Inclusive, eu acho que ela tem mais testosterona ainda do que tu. Se for botar, eu acho que ela mais—
você tem um ponto, Vivi.
E o engraçado é que esse filme a Lilian assistiu e quase se acaba de chorar. Ela é a rilha. Não, mas eu nesse dia eu fiquei— o Como Eu Era Antes de Você, cara, e eu fiquei preocupado porque elas choravam Tu não tem noção não. Acho que, se eu não me engano, a gente tava gravando no dia que elas estavam assistindo. Eu ficava, eu ouvia daqui os soluços delas.
Filme de doente, o que eu acho que eu fiquei assim mais triste, não cheguei a chorar não, mas eu achei mais bonitinho foi O Culpa é das Estrelas, que ele é bonitinho.
Pois já que é a sua vez, Gegê, qual é o filme que você vai trazer? A Culpa é das Estrelas é um filme romântico, Gegê.
Não, não é um filme romântico, pô, pelo amor de Deus.
Qual é o filme que você vai trazer para nós, Gegê? Vai começar pela sinopse ou vai começar pelo nome?
Não, eu vou começar. Eu pensei que o Fernando tava aqui, eu preparei minha piada de iniciação baseado nele. E aí eu disse assim, pronto, qual é o filme de romance que vocês acham que o Fernando entraria?
Ghost.
Ghost, tá aí o Tony, com certeza é o filme que mais passou na sessão da tarde. E no Fernando, no dia que a gente vamos falar, Fernando, vamos falar do filme de investigação, ele, O Chamado. Fernando, vamos falar de um filme de ação, ele falou Qual foi o filme de ação que a gente dizia?
Falou que tem um fantasma, mas deve ser Caça Fantasma, Piratas do Caribe.
Vamos falar de um filme infantil, Fernando, Gasparzinho.
Não, pô, foi um filme que ele falou que era um fantasma investigando o próprio assassinato, pô.
Tenho quase certeza que foi investigação, era O Chamado, que é O Chamado.
Mas agora vamos falar de um filme de romance, Fernando, Ghost. E cara, Ghost é um filme muito legal, pô, é um filme muito romântico e muito legal.
Mas qual que é seu filme?
É o Ghost ou é A Culpa Não, se eu puder falar mais na frente, ou ninguém falar, a comparação.
Claro, a gente vai ter várias rodadas, a gente já pode falar aí.
Mas eu tenho dois aqui que tá na minha agulha. O primeiro que eu quero falar é Ghost. Eu acho que foi o primeiro filme de romance que eu assisti, por sinal, por isso que eu tô dizendo Ghost.
Por que que tu acha que foi o primeiro?
Cara, porque passava demais, porra, pelo amor de Deus.
É, nem que fosse de orelha o cara assistia.
É, bicho, a gente não fez aqui uma escala aqui que diz que todo mundo achava que o filme mais passado na sessão da tarde era Lago Azul, aí a gente foi ver, era Ghost.
É Ghost, é.
Cara, filme Ghost é demais, tem demais. E é um filme que a Demi Moore tá no auge dela, o Patrick Swayze também. E a música é boa, tem ação, tem romance, tem comédia, tem Whoopi Goldberg, cara. Tem fantasma, tem fantasma do mal.
Tem traição.
Tem traição, tem espíritos zombeteiros, tem tudo.
Tem fazer vaso na argila.
Faz tempo que eu não assisto, deu vontade de assistir.
Ghost é bom.
E aquela cena da argila, acho que ficou pra história, né? Teve algum todo mundo em pânico que zoou, não teve, cara?
Ghost é um filme, quem, ó, eu acho que da nossa geração, se não foi o filme, o primeiro foi com certeza o filme romântico que mais foi assistido.
Não, eu acho que o primeiro filme romântico da nossa geração assistiu foi Lua de Cristal. Sérgio Malandro e Xuxa se apaixonando, ele pegando o cavalo branco para atravessar.
Pareia!
É um transporte mutável que era uma moto e virou um cavalo.
Era uma motoquinha, mas era motoquinha, não era uma bilhete. Cavalo. Aquela, eu tenho certeza que aquela mesma mobilete, aquela mesma atriz que interpretou aquela mobilete, ela foi a mesma que interpretou o Debilóide naquele filme da Motoquinha, que a Motoquinha é igual.
É não, pô, a do Sérgio Malandro é maior, pô. Aquela é do tamanho de nada, pô. É, pô, é maior.
Eu acho que é a mesma atriz, ela só cresceu.
Hoje o bicho era entregador, pô. Como é que o cara vai ser entregador com a moto daquela do Debilóide?
Mas tu não lembra não? Mas acho que o cavalo tava andando 20 vezes mais rápido que a moto aqui, mano.
Era.
Então ia do Debbie Lloyd, pô. Aquela moto ali, se bater 5 é muito, pô. E ela ainda dá uma derrapada.
Eu acho que Lua de Cristal foi o primeiro filme romântico que a nossa geração assistiu.
Eu acho.
Nesse filme, o Sérgio Malandro interpreta um motoboy 30 anos antes de inventarem o aplicativo.
Por isso que ele vai à falência e acaba namorando a Xuxa só por interesse.
Ninguém nunca vai superar a cena do Sérgio Malandro gritando Maria, correndo atrás da Xuxa.
A gente tá falando aqui de um clássico, cara, do romance. Sério, o cara me vê com Lua de Cristal, pô, vai se foder.
Não, tu disse que foi o primeiro, foi Ghost.
Foi Ghost, é mais antigo do que Lua de Cristal, viu?
Acho que Lua de Cristal é de 89, né?
Não, e o Ghost é de quando?
91, né?
Não é Lua de Cristal, é de 90.
Cristal é 90 e Ghost, e o Ghost 90 também.
Ghost 90 também.
Qual que ano incrível para filme de romance, né?
É Lua de Cristal e Ghost no mesmo ano, cara, realmente tudo a ver, né? Tu quer trazer a sinopse, porque tu só citou o nome, mas tu não falou a sinopse não. Nosso ouvinte que não nasceu, cara, ninguém precisa fazer assim.
Ninguém precisa fazer sinopse de Ghost, irmão. Citou muito. Se tu quiser fazer sinopse do próximo filme que eu vou trazer, eu vou me retirar do podcast.
Você tem duas opções aí. Primeira, deixar desse jeito e o GG não traz sinopse, ou deixar o GG falar sinopse do jeito que ele acha que tem que ser. Você sabe, né? Terminou o episódio, ele não conclui.
É melhor não, melhor não, melhor não, GG.
Não, eu não mudaria.
O homem morre, a mulher quer falar com ele do outro lado do mundo.
Pronto.
Pronto, acabou.
Senão a mulher não quer falar com ele não, mano.
Ele quer falar com ela, né?
Ele quer avisar para ela.
É, eu dei spoiler errado. Vamos seguindo em frente.
Tony Farias, cara, eu vou trazer um filme que para mim é a maior, é a minha, a maior viagem perdida que eu já vi em um filme de romance, que é Cidade dos Anjos.
Cara, Cidade dos Anjos, a música, a música Angel, Angel é puxa.
Nossa, mandou bem, Tony!
Aí sim, se for afinado e botar emoção Vamo ouvir.
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Você chegou aqui com muita certeza do que ia fazer. Sem palavras, timbre muito bonito. Traz a sinopse, Tony.
Não, trago você, vai. Eu vou deixar você ser o porta-voz da sinopse hoje.
Eu vou ser o sinóptico?
É, seja.
Deixa eu abrir aqui a sinopse.
Sinóptico?
É, eu inventei essa palavra agora, pô. O cara que traz a sinopse.
É pra ser o sinopista.
É um anjo responsável por acompanhar as pessoas em seus momentos finais. Durante uma das missões, ele conhece Maggie, uma médica abalada por não conseguir salvar um paciente, e se apaixona por ela. Ao desejar viver esse amor plenamente, Seth passa a considerar abandonar sua condição de anjo para experimentar a vida humana com todos os seus prazeres, riscos e perdas.
Vocês lembram como é que o anjo deixa de ser anjo?
Lembro.
É paia, viu, macho? Essa fuga de roteiro aí, essa fuga, esse deus ex machina que fizeram. Pobre do anjo, é só ele pular de um prédio, mano.
É verdade.
Imagina um anjo, o cara é um anjo, o cara é um anjo, aí ele Lógico que ele vai ficar em cima de prédio, em cima de antena, tudo. Se ele dá uma escorregadinha, uma vacilada, porra, deixei de ser anjo sem querer.
Mas ele tem asa, pô.
Você tem que interpretar é o fato dele pular e não querer fazer nada para impedir a queda.
Exatamente, ele não bate as asas, que anjo tem asa, só que ele não quer voar.
Mas ele, ele é imortal, pô. Ele podia muito bem dizer assim, ah, vou cair, foda-se.
É aquela, tu já viu aquele gif do pombo?
Se um anjo pula e cai em pé Igual um gato, ele perdeu, deixou de ser anjo também.
Não, ele vira um gato, ele tem que cair de cara.
Tu lembra daquele gif do pombo que pula assim do beiral e não abre as asas? É a mesma história.
Tu tá comparando anjo com pombo abestalhado?
É um pombo sem asa, é a mesma história, pô. Você pular e não fazer nada para impedir a queda.
Ei, eu acho que o Nicolas Cage tomou todos os beijos de dos Estados Unidos para fazer aquele filme, né?
Então pronto, vai estar eleito o Nicolas Cage. O maior é o, no caso, a rainha do Encontroverse, a Gambit, e o Nicolas Cage é o rei, né? Porque o bicho tá em todo canto.
Não, pô, mas porque todo filme dele ele é alterado, mano. Mas naquele filme ele tá, ele não tá no modo Nicolas Cage, né? Não tá não, ele passa o filme todo suavão. Até quando a mulher morre ele fica lazer.
Então vamos lá, Yara, qual o filme de Morrocks Out, o filme romântico que você vai trazer para nós?
Se ninguém morrer, tá errado, viu?
É, ninguém morrer não presta.
Quer um que não tem morte? Então já tinha outro primeiro, eu não quero que não.
Vou falar outro, eu tenho um, o meu não tem morte.
Eu vou trazer um também sem morte, vou trazer um que tem pouca morte.
É que assim, o Amor para Recordar é um comfort movie, né, que eles falam, que é um filme que eu assisto em looping quando eu quero chorar. E tem outro comfort movie, é um filme para chorar, não é comfort movie não, falei errado. Como é que chama?
Era para ser sofrimento, era para ser sofrimento.
Exatamente, é Cry Movie.
Inventa um nome aí, Santiago. E tem um outro, Cry Movie, que se chama—
aí quando eu quero relaxar no sofá, eu assisto um filme de desgraça.
Não comentou mais nada. Minha amiga fala, e você, olha, você está aqui hoje para trabalhar, né? Para acesso VIP não, viu? Se ligue.
Eu falei que a esposa do Santiago tava certíssima, que o Como Era Antes de Você é um filme muito bom. É realmente, eu comentei só os anos, né, de que foram lançados, O Ghost e Lua de Cristal. Mas O Ghost também é um filme que eu assisti na adolescência. Acho que, como o Gegê falou, todo mundo da nossa geração assistiu, né? Várias vezes. E Cidade dos Anjos também tem meu coração. É um filme triste, né, no final. Mas como eu falei no começo também, acabei descobrindo que são os meus filmes de romance favoritos, são esses que me fazem chorar. Então o Tony também acertou com Cidade dos Anjos.
Ei, Cidade dos Anjos também, ele segue a mesma ideia que o GG trouxe lá no Amor para Recordar, que é aquela capa de filme romântico daquela geração, né? Porque se você olhar a capa dele, a capa de Um Amor para Recordar, são muito parecidos, né?
Tem vários com essa capa aí, é verdade.
Mas Cidade dos Anjos de fato é dos anos 90, né?
A Meg Ryan, na época que a Meg Ryan era bonita, né? Não tava toda deformada de botox.
Inclusive, um que eu pensei em trazer aqui, o próximo também tem a mesma capa. Deixa eu ver outro aqui que eu trouxe também, tem a mesma. Mas todos eles que eu tô pensando tem a mesma capa. Eu tô pesquisando vários aqui, são todos a mesma capa. É um cheiro no cangote e alguma coisa ao redor.
Um halo, tem um halo.
É, tem um cheiro no cangote e alguma coisa ao redor. Sempre é o cheiro no cangote.
É, mas é mais um halo, tem tipo assim uma claridade, uma coisa, a floresta, um bosque.
Ai, é mesmo que eu vou falar agora? Tem, não sei se tá na lista de vocês.
Tem cheiro do cangote. Fala qual é o filme, Yara.
O filme é Doce Novembro, Keanu Reeves e a Charlize Theron.
Aí, cheiro no cangote.
Eu não sei se o novembro foi doce não, mas Keanu Reeves, que merda, hein!
Piada bosta da porra, velho.
É 2001, 2001 foi um ano meio horrível mesmo. Quer trazer a sinopse, Yara?
Nelson É um publicitário viciado em trabalho que não tem tempo para nada além de sua carreira. Sua vida vira de cabeça para baixo quando ele conhece Sarah Dever, sei lá como é que fala isso, uma mulher excêntrica e livre. Sarah propõe um trato: que Nelson viva com ela durante todo o mês de novembro, sob a promessa de que ela mudará sua vida para melhor. A única condição dela, que ela não podia, que ela tinha para ele, que ele não podia se apaixonar, né?
Ele aceita o desafio sem saber que por trás do jeito alegre e descompromissado de Sarah existe um motivo muito mais profundo e urgente para ela viver cada dia como se fosse último.
Ela tá doente também, morre no final, né?
Doença não mostra, não mostra, não mostra no final.
Assim, ela vai embora, fica implícito.
É, ela vai embora porque ela não quer. É que assim, normalmente nos outros filmes, igual O Amor para Recordar, tem a morte, tem ainda aquela parte triste da despedida. Esse daí ela vai embora.
Prisciliane, você assistiu Doce Novembro?
Assisti, mas não é assim um dos meus favoritos não, nem tava aqui na minha lista.
Apesar de ter a mesma premissa aí de morte, né, de doença, apesar de que não sabe porque não apareceu. Mas a mensagem que traz desse filme também é diferente do Amor para Recordar e do Como Eu Era Antes de Você.
A música dele também é muito bonita, né?
Por conta dele ser viciado em trabalho, ela mostra para ele que a vida não é só isso. É porque ela tava com os dias contados e ele vivia diferente.
Rolou uma identificação aí com esse negócio de viciado em trabalho?
Foi? Ah, não, velho, eu pensei a mesma coisa, mas eu Eu optei, eu optei por ficar calado.
Terapia ao vivo, velho. Gatilho, Zé Maria, gatilho!
Prisciliane, qual é o próximo filme que você vai trazer para nós?
Então vou trazer Diário de uma Paixão.
Top!
É um filme muito lindo assim.
Eu já ouvi falar, mas não me lembro.
É top esse filme, é daqueles dá para chorar assim até acabar, se acabar de ficar sem lágrima.
E assim, mostra um amor verdadeiro, né?
Que, cara, não pode falar assim, Caraca, a Prisciliane só tá trazendo os filmes que eu não assisti, mas eu vi uma, um tipo um trailer, um trecho desse filme essa semana.
Sério que tu não assistiu esse filme, Gegê?
Não assisti, mas eu vi, tipo, eu vi, não tem aqueles negócios de Instagram que é 2 minutinhos, né? Eu vi, eu vi um, eu vi um desse filme essa semana, tipo uma propaganda dele, cara.
Pois vale a pena e tem no HBO Max, viu? É o menino do Blade Runner e aquela é o Ryan Gosling e a Rachel McAdams.
É, tô ligado.
Quer trazer a sinopse, Prisciliane?
Diário de uma Paixão é um romance sobre o amor que resiste ao tempo. A história alterna entre o passado, nos anos 40, acompanhado, acompanhando o intenso amor de verão entre o operário Noah e a rica Ellie, e o presente, onde um idoso lê esses relatos para sua esposa internada com Alzheimer, buscando reacender suas memórias.
Esse filme eu assisti, eu acho que eu já tinha assistido na época, Ele é de quando? Ele é de 2004. Eu tinha assistido, mas na época, mas a Rilha botou esses dias para a gente assistir. Acho que deve ser, ou foi esse ano ou foi 2025, não foi, não foi antes de 2025 não. Então eu já tinha assistido a esse filme e por conta disso que o Gegê falou, né? E às vezes você tá zapeando ali no Instagram, no YouTube, e aí apareceu uma cena e ela disse, amor, vamos assistir esse filme.
E aí eu procurei Gente, né, caro ouvinte, se você quiser assistir, tem lá no HBO Max. E aí a gente assistiu e, cara, é emocionante.
Caralho, que merda! Fizeram ou fizeram uma imitação ou fizeram agora em 2002 Um Amor para Recordar igualzinho. Te juro, tem outra aqui, outra. O nome do filme é Um Amor para Recordar. Sério? Ah não, não, para recordar, eu acho que sim.
2002 é o primeiro. Aí é o primeiro, é. Mas esse nós estamos falando agora, Diário de uma Paixão, Gegê.
Ah tá, troquei, troquei. É porque eu vi uma, eu tinha visto uma capa e agora é outra capa.
É a história do gol do Portugal de novo, bicho. O gol da Croácia de novo, para variar um pouco.
E esse aqui não, não tem cheiro no cangote, aqui é cheiro no nariz, é nariz cheirando nariz.
E um fundo claro de novo, aquela cor, um halo.
É, mas é sem cheiro no cangote, aqui o cheiro é cheiro no cheiro.
Esse aqui eu vou assistir também, certeza, porque eu já tinha visto a sinopse dele esses dias, cara.
Pois vale a pena, tenho certeza que se a Mandinha não tiver assistido, ela vai gostar bastante.
Eu já que é muito bom.
Recomenda.
O Cilhado nunca erra.
Podemos ir para o próximo. Eu vou trazer um que tem— esse também tem morte, também tem morte. Vamos lá. Durante a viagem inaugural do Titanic, Rose, uma jovem da alta sociedade presa ao noivado que não deseja, conhece Jack, um artista pobre que conquistou sua passagem numa aposta. Os dois se apaixonam apesar das diferenças sociais enquanto o navio segue em direção a uma das maiores tragédias marítimas da história. E estou falando de Titanic. É um filme que também tem morte, viu, GGs?
Tu tirou o hate da véia, né, que o GG com certeza ia querer afogar a véia junto.
Pois é, ladrão, tirou meu filme, ladrão!
E o que que você ia falar dele?
Na verdade era o meu primeiro filme, eu só fui fazer Ghost para frescar com o Fernando. Mas, cara, Titanic eu acho que para mim foi o filme de romance mais hypado de todos os tempos. Eu conheço uma menina que na época estudava comigo que ela assistiu Titanic 13 vezes no cinema, irmão. Ela foi 13 vezes Eu até perguntei, meu filho, você é sequelada? Porque como é que a pessoa vai para um cinema 13 vezes, bicho? 13 vezes, cara.
Eu acho que lá no colégio da polícia tinha uma menina também que foi mais ou menos nessa, nesse nível aí.
Tu sabe quantas vezes eu tentei assistir Titanic? Eu acho que eu tentei assistir Titanic umas 8 vezes e não conseguiu. Não, que eu chegava assim, eu vou assistir Titanic. Quando eu chegar no cinema que tava uma fila, macho, a fila ficava para a sessão depois. Era tipo assim, eu chegar, ó, tem uma sessão do Titanic 3 horas da tarde, eu chegar lá no Iguatemi 2 horas, a fila estava para a sessão de 7 horas da noite. Eu, que porra é essa, irmão?
Aí eu fui, voltei, fui, voltei. Aí quando eu tava desistindo, eu disse, ah, eu vou assistir essa porra no, no, no, no, como é que chama, na fita cassete. Eu só, eu não assisti Titanic no cinema.
Algum de vocês, algum de vocês assistiu? Algum de nós assistiu no cinema?
Eu assisti no cinema.
Olha aí, Prisciliana assistiu no cinema.
A escola fez uma exportão lá que não tinha cinema, era pirata. Não tinha cinema em Arapiraca, né, na época. E aí se fez uma discussão, crianças de 12 anos para assistir o Titanic no cinema.
É isso aí, foi antes de eu conhecer ela, viu?
Confesso, você tava na discussão, Tony?
Conhecia não ainda.
Esse careca safado tava lá com a faixinha na cabeça, na época que ele tinha cabelo ainda, dizendo assim: I love you, Jack.
Que demais!
Mas eu, eu tenho raiva desse filme porque na época, bicho, eu nunca fiquei tão sem assunto na vida. Só porque eu não queria passar 5 horas numa fila esperando para assistir um filme. Porque todo mundo assistiu o filme, todo mundo só falava dessa merda desse filme, e eu tive que esperar sair no VHS para poder entender. E o pessoal, ai, Titanic, Titanic!
Você tava desmotivado, na verdade. O ponto é esse. Eu tenho certeza que tu quer dizer que na sua percepção Senhor dos Anéis não chegou nesse ponto?
Nem fodendo.
Então Titanic foi mais sucesso que O Senhor dos Anéis no cinema?
Com certeza, eu não tenho a menor dúvida disso. Eu acho que Titanic foi o filme que eu acho que mais estourado de todos os tempos, bicho. Então um ponto aqui, cara. É porque eu não sei, eu não sei, porque aqui em Fortaleza eu não tenho a menor dúvida, eu não tenho a menor dúvida que assim Titanic passou, macho, as filas era quilométrica, as filas era absurda.
Cara, vocês acham que ele teve esse fenômeno todo por causa da tecnologia da época que o James Cameron usou, por causa do hype, ou realmente foi por causa da história que foi envolvente a ponto de fazer isso que o Gegê falou, né, de tentar ir 8 vezes. Tem pessoas que foram 10 vezes, excursões. Como você acha que foi o conjunto, Prisciliane?
Um conjunto.
Mas tu acha que a história dele é algo que muda tanto?
É a mesma coisa da que a gente falou desde o começo, né, que é uma tragédia, chama atenção, né, mesmo tendo, né, sido, e tem a história de amor também, né, durante o desenrolar do filme. Eu acredito que Tragédia Chama Atenção teve a questão da tecnologia, tem a história de amor também contada, e teve essa questão dos comentários, né, que era o maior burburinho, todo mundo comentando. Eu acredito que foi o conjunto, sim.
Eu acho que o hype ajudou muito.
E outra coisa, se eu não me lembro, eu acho que foi um dos primeiros quase dá 3 horas assim, longo. Se eu não me lembro, ele tinha até intervalo, não tinha o filme.
Eu acho que ele tinha pausa.
Pera aí, pera aí, não foi, não foi uma reexibição não? Uma versão estendida que saiu depois? Não, cara, eu acho, eu acho que foi. Eu tenho quase certeza que até quando a gente debateu aqui a respeito dos filmes que fizeram bilhão, o Titanic tava no meio e tinha uma história da reexibição dele. Então eu acredito que pode ter sido isso, cara.
Eu me lembro que assim, eu tô, não sei se o Zé, eu acho que o Zé tinha saído na hora que o Tony perguntou. Então assim, ah, tu vai, tu acha que que Titanic foi, fez mais sucesso que Senhor dos Anéis. Eu acho que sim, na época eu tenho quase certeza, porque, cara, foi um fenômeno assim tão absurdo. Eu nunca vi em nenhum outro filme tanta fila, tanta fila como eu vi no Titanic, não.
Não, mas com certeza ele fez, tanto é que a bilheteria dele ultrapassou mesmo.
Eu acho que é recente, Tony, a reedição dele, eu acho que é recente.
Eu tenho quase certeza que a reexibição dele foi no início dos anos 2000, que foi até quando a gente tava falando: que isso, mano, filme não é tão velho assim não, mano. O filme é de 97, porra.
É, o Titanic lá de 97 vai completar 30 anos. Isso, anos 2000, eles iam reexibir 3 horas, 3 anos depois.
O Senhor dos Anéis, o filme, a edição, a versão estendida saiu quanto tempo depois do primeiro filme? Filme?
20 anos.
Uma porra, foi no ano seguinte, porra.
Ah, tu tá dizendo a versão estendida, né? A versão estendida foi no ano seguinte.
Mas a versão estendida não passou no cinema não, pô.
Passou, que eu assisti, só que 20 anos depois.
Não, eu tô dizendo assim, não, Os Senhores Anéis saiu, aí depois saiu no DVD, aí depois de 1 ano saiu a versão estendida no DVD, e depois de 25 anos, quando ele completou 25 anos, é que eles passaram de novo. 20 ou foi 25 anos?
Eu acho que foi com 20 anos.
É, com 20, então pronto.
E eu, 2023, eu assisti O Retorno do Rei. Em 2023 eu assisti O Retorno do Rei no cinema.
O Titanic, depois que a gente, depois que eu fiquei velho, que eu assisti ele já mais velho agora, eu fiquei muito puto, muito puto com aquela véia miserável. Os cara gastaram milhões para poder fazer uma expedição para achar o diabo da joia, mano. A véia tá com a joia guardada embaixo da cama e ela não contente com isso, ela, a joia debaixo da cama, a Guardava a joia. Os cara manda um helicóptero buscar a miserável da véia, mas leva a véia lá para o Titanic. Quando chega lá, a véia conta aí.
Titanic não, né, bicho?
Não, leva lá para onde ele tava afundado lá embaixo. Aí eles levaram ela onde dava, né, pô? Tu queria que fizesse que nem aqueles imbecis que fizeram o submarino para afundar a véia? Era melhor que ela tivesse sido afundada lá.
Não, Aí tu vai me dizer que tu não tem essa vontade? Eu duvido, pô, que tu não queria botar essa véia naquele submarino.
Exatamente, ele empurrava ela naquele submarino com dois pés.
Não, eu amarrava ela do lado de fora para o submarino ir puxando. A véia pega, solta, solta a joia, macho, sem precisão dela soltar aquela joia, mano. Os cara é muita falta de amor pelo dinheiro dos outros, né, mano? Mano, que porra, negada, foi mal, ó, eu não sabia que era por causa disso, tá aqui a joia. Os cara ia ficar muito puto, caralho, não acredito que a gente teve que desenvolver um submarino para chegar lá embaixo, mano.
Olha aí quem chegou!
Aqui estou, uma pessoa subjetivamente qualificada, uma pessoa mediocrática, uma pessoa retombante.
Ô Júlio, nós estamos aqui falando de filmes de amor e nós já citamos alguns, já demos algumas dicas aqui para os nossos ouvintes. Nós já falamos, por exemplo, de Um Amor para Recordar, Como Eu Era Antes de Você, Ghost, Diário de Uma Paixão, Titanic, Novembro, Doce Novembro, Cidade dos Anjos.
Doce Novembro, o Júlio conhece. O Júlio é o cara.
Eu tenho, eu tenho, eu tenho DVD Doce Novembro.
Não, mas pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Júlio, me diga aí, na face da terra, qual o DVD que você não tem?
Júlio, se tu tivesse aqui que a gente falar, falar agora, se tu tiver o DVD ou um VHS, tu vai estourar, irmão. Tu tem um DVD ou fita cassete ou qualquer coisa da Lua de Cristal da Xuxa?
Olha, o Lua de Cristal eu não sei, mas eu tenho alguns Xuxas. Eu vou falar para você que eu acho que eu tenho, viu, Gegê?
Se tu tiver Lua de Cristal, bicho, tu zerou a vida.
Eu acho que eu tenho, eu vou procurar. Mas eu vou falar para você, recentemente eu fiz um desmonte no meu, na minha coleção, e eu peguei tudo que era filme infantil que eu tinha um monte com a minha filha, era pequena, tal, não tinha streaming, né, então eu comprava. Eu peguei tudo que era infantil, inclusive os Xuxas, e coloquei numa caixa e pus no fundo da minha casa. Amanhã eu vou procurar o Lua de Cristal no fundo da minha casa. Eu, eu acho que eu tenho.
E já que você está chegando agora, então, Júlio, qual é o filme que você quer indicar para o nosso ouvinte para ele se apaixonar?
Olha, eu tenho um filme do coração, eu tenho dois filmes. Um é mais conhecido, eu falo no outro momento, mas eu vou falar nesse, que é um filme que pouca gente viu, é um filme que não é muito conhecido, embora tenham atores bons. Até o rapaz que é protagonista, ele ficou mais famoso depois. A moça é mais, já era mais conhecida, que é um filme chamado Questão de Tempo. Sim, Questão de Tempo é top, que é com a Rachel McAdams, né, Rachel McAdams, e o rapaz que é filho de não quem, irmão de não sei quem. Ele fez o, ele fez o general no Star Wars na fase nova.
Isso aqui eu tô vendo, é Dom, Domhnall Gleeson.
É o do armário esse?
Então é o pai dele, é o amigo do Coração Valente. O pai dele é o amigo do Coração Valente, o gordinho.
É o Brendan Gleeson. E qual é a sinopse desse filme?
Esse filme é bom, esse filme é bom.
Olha, a sinopse desse filme é É que é um, quando trata de, tratamos de filme de viagem no tempo, são filmes que me pegam. E nem sempre eles são ficção científica. Esse é um caso, esse é um romance que tem ficção científica. Então o rapaz, ele descobre, acho que com 22, 20 ou 25 anos, 22 anos, ele descobre através do pai dele que todos os homens da família têm a possibilidade de viajar no tempo. Somente entrando num lugar escuro, serrando os pulsos e lembrando de um momento da vida passado, obviamente, né, que ele já viveu, onde ele pode voltar.
Ele pode tanto voltar como pode ir para o futuro, até o futuro de onde ele veio a primeira vez, né, bicho.
Esse aí, esse filme tem uma cena que me quebrou, velho, me quebrou pesadamente, que é o Júlio vai lembrar, que é a cena do que ele volta, eu acho, uma dessas voltas que ele faz ele troca a filha, era o filho que ele tinha, depois quando ele volta era uma filha, alguma coisa assim, né?
Isso é, ele faz uma mudança no passado que ele precisava fazer, aí ele volta para o futuro onde ele tava, ele descobre que o segundo filho que ele teve na verdade não era uma menina, era um menino. Aí ele teve que voltar para trás para descorrigir o erro, para deixar acontecer uma coisa ruim que ele não queria que acontecesse, mas aquilo precisava acontecer para que quando ele voltasse ele tivesse o filho que ele tinha. Tinha quando ele saiu do futuro e veio para o passado, né?
Que loucura!
É louco isso aí.
Esse filme é excelente, esse filme é um primor assim, cara.
Eu vivo colocando esse filme na minha lista para assistir e ainda não assisti.
Ele é muito bom, esse filme.
Nossa, é maravilhoso, é maravilhoso.
GG, cara. Eu vou falar de um que eu gostava muito também. São dois atores, aliás, um ator e uma atriz que eu tenho, sou fã. E cara, eu achei esse filme muito romantiquinho, eu gostei muito de assistir. Ele chama Casa do Lago, A Casa do Lago, com Keanu Reeves.
E aí, você tava na minha lista, Keanu Reeves de novo, Sandra Bullock.
Também tenho em DVD, em Blu-ray, não, acho que é só DVD.
Esse filme é muito bom. E aí fica, e aí, e aí a notícia boa é que não tem morte no final, né? Porque, porque, porra, eu vou trazer um filme que ninguém morre, porque ninguém trouxe até agora. Bora, Titanic foi os amaretas.
Até na questão de tempo tem morte no final, né?
Eu trouxe Titanic, pô, eu trouxe Titanic, GG.
Ai não, Titanic tem morte não no final, tem pouca morte. É inclusive uma morte desnecessária, porque já foi feito milhares de estudos dizendo que aquela porta cabia os dois, né?
Exatamente, cara. Uma coisa que eu não lembrava da Casa do Lago é que a distância de tempo entre eles é de 2 anos só. Eu achava que era mais distante, eu achava que era tipo assim em outra, como se fosse outra geração que eles estavam. Não, não, mas não, era só 2 anos.
Isso eu sabia que era, eu sabia que não era outra geração não, mas eu sabia que eles eram tipo assim, eu pensei que era 10 anos.
Eu achava que era tipo, sei lá, 30 anos, 40 anos, coisa assim, entendeu, cara?
É aquele filme, o que eu gosto desse filme é que assim ele tem um negócio que é impossível de acontecer, que é aquele retardo de comunicações simultâneas né? É como se fosse um, como se a caixa de correio fosse uma máquina do tempo, né?
É como se ela fosse o Discord com a conexão guiada, é discada, né, com delay de 2 anos, mas que não faz a menor diferença, né?
Porque que não explicaram isso? Não faz a menor diferença não explicar. Mas, cara, o filme é bom, cara. Eu acho romantiquinho, eu acho fofinho. No final, quando ela corre desesperada, né, para botar a carta e tal, final ele aparece, né? É muito fofinho o filme, é bonito.
Esse filme é bom para caramba.
Eu vi no cinema, cara, esse filme. Foi uma época em que eu— foi um ano antes de eu reencontrar a Rilha. E aí era uma época que eu tava solteiro e eu ia para o cinema para ver todos os filmes que estavam em cartaz, assim, independente de ser filme romântico ou não, eu ia sozinho.
Lembrando que A Casa do Lago é o repeteco da parceria do Velocidade e máximo.
Exatamente.
Tem uma reportagem falando, acho que os dois eram apaixonados e os dois tinham vergonha de falar um para o outro. Então é uma parada assim, né, que eles foram apaixonados um pelo outro, mas os dois tinham— acho que ninguém falou na época, foram descobrir depois de velho.
Tony Farias, vou falar de um filme de persistência, e uma persistência tem que ser muito firme, viu, para esse cara se garantir, que é Como Se Fosse a Primeira Vez.
Ou esse Queima, amigo, cara, esse filme é top.
O cara tem que batalhar, amigo, o cara todo dia, todo dia tem que conseguir chegar lá, se garantir. Porque, meu amigo, aquele bicho lutou para conseguir casar com a mulher e fazer menino nela.
Olha, hoje em dia, com 2 dias, o cara já larga a mão, já acaba. Mas não, dá muito difícil.
A vantagem ali é que no dia que ele não tá a fim, ele só não vai atrás, né?
Ele só desconsidera, né?
Aí ela fez a cara de eu não acredito não, meu Irmão, eu não acredito que eu escutei isso não.
É, não, Santiago, tu não, velho.
Ele pode até tentar não fazer, tentar fazer isso, mas quando ele se tranca na porra de um barco no meio do oceano, e aí ele reduz muito as opções.
Nossa, não, gente, ele tá no Ártico, ele tá no Polo Norte com ela, mas ele tá com o pai e o irmão dela, que é para garantir, né? Ele também não é burro.
Ele pode chegar lá e dizer assim, ó, segura a bronca aí que eu vou atracar aqui, vou comprar um cigarro.
Vai descer no Polo, vai descer no Polo Norte, eu vou ali comprar uma geladeira e já venho.
Mas sério mesmo, volta, tira a zoeira do filme, bicho.
Uma máquina de lavar, uma máquina de lavar louça também, porque agora nosso amigo Júlio está com podcast próprio. Finalmente, depois de duas décadas na podosfera, Júlio resolveu criar seu próprio podcast.
Eu tava editando ele agora há pouco. Terminei a edição, renderizei, chequei, mandei para patroa revisar também, né? Revisei, mandei para patroa revisar, e provavelmente amanhã ele estará no ar. É o podcast Histórias de Lava-Louça, e tem histórias de casais.
Exatamente, tem tudo a ver com o tema, porque é romance em cima de romance, é romance em cima de romance.
Queremos ouvir histórias de romance, mas histórias engraçadas. De relacionamento, de foda, de mal-sucedido. Manda lá, Gegê, manda lá que eu vou lá. Eu não falo que é sua, eu falo, eu adoro.
Não é minha não, ei, não é minha não.
Não bota muita fé não, viu, Júnior? Vindo do Gegê, bota muita fé não.
Não é minha não, é de um animal que foi assistir um filme com a esposa e aí botou o filme errado, só descobriu que era o filme errado no final do filme.
É verdade, faltou, hein?
Ah, foi você?
Foi eu, mas eu sou isento de culpa nesse ponto aí, porque você pôs. E porque, vamos lá, ela queria assistir um filme por conta de uma cena específica, e ela procurou o filme lá, achou que era um musical, era o mesmo ator, e botou para assistir. Ela queria assistir Grease, e a gente assistiu completo, embalo de sábado à noite, sábado à noite.
Boa. Eu vou contar essa história no podcast.
Voltando para pauta, Tony, qual é o filme que você vai indicar para o nosso ouvinte?
Eu já falei, pô.
Foi qual? Ah, o Consultoria. Ó, eu é que tô com amnésia agora. Minha Namorada Tem Amnésia em Portugal, né? Sabia, Júlio, que o nome desse filme em Portugal é Minha Namorada Tem Amnésia?
Minha Namorada Tem Amnésia. Você sabe que eu gravava com os meninos do Bondcast lá, e todo filme que a gente ia fazer que não era de James Bond, porque tinha Bondcast Off, a gente falava de todos os filmes, tinha um dos participantes, o meu amigo Thiago Baldo. Ele, a função dele no podcast era achar o nome do filme em português de Portugal.
A gente tem um episódio inteiro dedicado a isso.
É maravilhoso isso, hein? Maravilhoso, cara.
Ouvinte do podcast, se você quiser, inclusive a gente pode fazer uma parte 2, porque, cara, esse episódio foi muito engraçado. Porque se tu assistir, se tu for ouvir, tu vai ver que ele tem uma duração de mais ou menos uns 37 minutos, mas a gravação dele foi 1 hora e ficou quase 2 horas. Metade do tempo era a gente rindo do nome.
Ei, Engraçado é que quem fez o, quem fez o nome, título desse filme, foi o cara que faz o mesmo título do Dragon Ball, né? Porque o filme dá logo, o cara dá logo um spoiler do filme na, o português dá logo spoiler do filme assim no título, né?
É, exatamente.
Mas aí na sinopse já tem, né?
E a negada fresca que Dragon Ball é desse jeito, né?
Você vai assistir os episódios, ele fala Goku vira Super Saiyajin, Frieza morre, Frieza morre, Goku ressuscita, fulano morre.
Pera aí, pera aí, mas na sinopse do filme não tem esse ponto, não falo disso.
Mas eu acho que Como Se Fosse a Primeira Vez é o título mais bonito comparando o título de Portugal, o título americano original e o título em português brasileiro. Como Se Fosse a Primeira Vez é o mais bonito, porque em inglês, né, o original dele é 51st Dates, que é 51 primeiros encontros. Ou seja, no 51º, na 51, ele vai atrás de uma 51.
Caralho, piada bosta da porra mesmo, sem patrocínio, que é pior.
Hoje o Santiago tá se a gente tivesse mesmo patrocinado.
Não, parece que 50, depois dos 50, ela recobrou a memória e ficou tudo certo, né?
Ela disse assim, tá bom, tá bom, para de passar essa porra desse vídeo, eu tava fingindo, eu só queria que tu desistisse, né?
Você não percebeu que eu não quero?
O Adançando é o mesmo cara que fez a maniçoba, foi? Ele tentou 50 vezes.
Exatamente. E, Arhal, qual o filme que você vai trazer para nós?
O filme é com onde eu me apaixonei pelo Brad Pitt, Encontro Marcado.
Eu vou jogar, vou jogar um sol nesse café aí, Yara. Ele é romance, mas não é, o filme não é só o romance, né?
Não, exatamente por isso que ele é bom, porque ele é muito mais que isso, entendeu?
Traga sinopse, Yara.
É bom, e o romance é bonito, eu não estou, eu não estou, eu estou apenas questionando a intensidade do romance no filme. A gente veio com Titanic, veio com questão, veio com isso aqui.
No IMDb esse filme ele tá como romance.
Obrigada, viu?
Então está bem defendida.
É isso aí, então tá bom, argumento aceito.
Então vamos lá para sinopse sinóptica. Vamos lá. Quando o anjo da morte chega à Terra para buscar o magnata da mídia, suas experiências como mortal o levam a se apaixonar pela filha do milionário. A morte então decide fazer um acordo com o empresário para que ambos possam permanecer mais tempo na Terra. E aí, se você quiser saber mais sobre o filme, você vai ter que assistir, ou a Yara vai dar o spoiler agora.
Não sei, não vou dar spoiler não, não vou não.
Não vai dar?
Dá o spoiler, eu vou dar o spoiler então do filme. O velho morre.
Não me diga!
O velho, tudo bem, né?
O velho morre. E o Gegê fica feliz porque esse velho morre, Gegê tá feliz.
O problema do Gegê com velho ou com véia?
É, não, eu sou, eu sou atarista também, mano, não tenho conceito da sexualidade do velho, não sendo velho pode ser velho, velha.
Vamos para nossa última rodada, e nessa rodada Júlio vai ter o direito de trazer, já que ele chegou atrasado, ele vai ter o direito de trazer 2 filmes. Mas vamos começar pela nossa convidada Prisciliane. Qual é o último filme? Quer trazer 2, Prisciliane? Você também pode, porque você é convidada, você tem direito de trazer 2 filmes se você quiser.
Vou trazer Para Sempre, é um filme baseado em fatos reais também, com aquela Raquel.
Qual é?
Para Sempre.
Não conheço esse filme.
Com a Raquel McAdams.
É, tô vendo, apareceu. É outro filme de cheiro. Esse aqui também é cheiro com cheiro. É porque a gente concluiu, Júlio, que todos os filmes românticos, a capa é cheiro no cangote. E aí a gente descobriu que tem outro padrão: quando não é cheiro no cangote, é cheiro cheirando no nariz do outro.
Esse filme é muito Muito bom, maravilhoso, maravilhoso.
Eles são recém-casados, né, a Paige e o Léo, e eles sofrem um acidente de carro e ela perde a memória. E eles, ela sobrevive, mas perde a memória dos últimos 5 anos. Então ela esquece que conheceu o atual esposo, esquece dele, não lembra nada, e esquece até uns conflitos familiares que ela teve antes de se relacionar com o E aí ele enfrenta o desafio de tentar reconquistá-la. Ele consegue, né, reconquistá-la. E o spoiler, né, ela nunca lembra desses 5 anos.
Esses 5 anos ficam um hiato, né, na vida dela, mas que ele consegue reconquistá-la.
É tipo como se fosse a primeira vez em outra versão.
Não, acho que não.
Acho que é porque é como se fosse a primeira vez, é a memória recente, né? E esse é Desde 5 anos, foi um tempo específico, na época de tempo específico. Ele no início ele tenta fazer ela lembrar, mas como, né, não surte efeito, ele decide tentar reconquistá-la e acaba conseguindo.
Então ela consegue formar novas memórias, ela se apaixona de novo. Isso é outra oportunidade que o cara teve também de desistir sem ser escroto e foi atrás, né?
Porque ele não amava, né?
Olha aí, tá vendo as mulheres sempre românticas.
Exatamente.
A Yara com a cara, o olhar fulminante querendo me matar.
É claro, é que você fala de um jeito, como que se a Hilary não mandasse desligar tudo você não saía daí agora, né?
Não, o pensamento dela é assim: será que se eu perdesse a memória o Pablo ia me abandonar?
Era isso que eu ia perguntar, eu queria saber o seguinte. Yara, você queria que ele esquecesse os acontecimentos das últimas 2 horas?
É, eu queria, velho.
Ai, tá vendo?
Sabe o que que eu tô pensando aqui? Será possível que o único filme romântico que tem um final feliz foi que trouxe bem.
Outra DH do outro, ninguém tá falando com você sobre isso não, fica quieto aí, eu tô falando de outra.
Mas por quê? Não, porque todo mundo morreu, ou teve gente que morreu, ou agora tem gente que tem problema.
Perdeu a memória, amém, porque o teclado que eu derrubei água dele é caro.
Mas teve um final feliz, é caro, ele conseguiu reconquistá-la ali.
É, GG, é, não morreu o filme dela, ninguém morreu.
No filme da Prisciliane também ninguém morreu.
É o da Prisciliane Tadinho, como se fosse a primeira vez também, não tem final triste não, né?
Não, esse foi do Tony.
Pois é, também. Então são os únicos três, né? O resto tudo tem desgraça.
Qual é o próximo?
E qual é o próximo, Ciliane? Você disse que ia trazer dois.
Pronto, o próximo é Um Homem de Sorte.
Nicolas Cage também, né? Não, é O Homem de Família, que é o Nicolas Cage. Qual é O Homem de Sorte?
Ele é com o Zac Efron. Ele é um soldado que tá na guerra do Iraque.
Olha, a capa é cheiro com cheiro também, ó.
Pera aí, deixa eu ver qual é essa aí, nome dele.
Um Homem de Sorte.
Um Homem de Sorte.
Ele, né, tá, vê uma, algo reduzindo, né, quando ele vai olhar uma foto, na hora que ele se abaixa para pegar uma foto, o local onde ele estava anteriormente tem uma explosão e vários soldados morrem. Então essa foto salvou a vida dele. E aí quando ele acaba o tempo dele de serviço, ele vai procurar quem é a moça que tá naquela foto, e aí acaba encontrando. Ela era o irmão dela que tinha ido servir também na guerra do Iraque e Eles acabam se apaixonando e, né, ele volta, né, na intenção de agradecer e viver feliz para sempre.
Esse daí, o, eu não tinha visto, eu nunca vi esse filme, né, que a Priscila trouxe, que é Um Homem de Só. E quando eu via, tava pesquisando, né, que eu vi os vários trailers para tentar lembrar, que eu vi esse daí. A Hilda também assistiu e ela disse que é muito bom.
Então esse só passou no streaming, né, não tem filme dele assim, filme normal.
HBO Max, está aprovado aí no selo Rília, selo Prisciliane, selo Yara, tá aprovado.
Yara, é muito bom esse filme também.
Então pronto. Júlio, assistiu?
Não, esse não.
E ainda bem que o Zac Efron fez ele em 2012, né? Porque fosse fazer com a cara que ele tá hoje, não tinha como se apaixonar por ele não. Júlio Macoggi, quais são os 2 filmes que você vai trazer para nós, Júlio?
Olha, eu tava fazendo uma pesquisa aqui, cheguei atrasado, mas estou fazendo uma pesquisa aqui. Tivemos Diário de uma Paixão, sim, tivemos tivemos Questão de Tempo e tivemos o— qual foi o que a Prisciliane mandou primeiro aí? O primeiro filme dela, Um Amor— não, é Um Amor para Recordar. Esses dois que você falou agora, primeiro de agora, que ela falou, Rachel McAdams, Para Sempre. Para Sempre, 3 filmes com Rachel McAdams. Eu vou trazer um quarto que é com a mesma atriz, Te Amarei Para Sempre. Vou Te Amarei Para Sempre.
Cheiro no cadote.
O título em inglês, o título em inglês, ele vai mostrar o meu, a minha predileção por esse tipo de filme. O título em inglês é The Time Traveler's Wife, A Mulher do Viajante do Tempo. Eu tenho o livro, inclusive tem na HBO, que é baseado nesse filme. É uma série, tem acho que 5 ou 6 episódios, que é na verdade o filme, mas é com outros atores. É uma, foi feito entre aspas recentemente, deve ter uns 2 anos, mais ou menos. E a sinopse desse Simpla, desse filme, é a seguinte: o cara tem uma anomalia, que é o— como é o nome do ator?
O Eric Bana.
Eric Bana.
Eric Bana. O Eric Bana, ele tem uma disfunção genética, sabe-se lá, né, que ele viaja no tempo sem ele— indiscriminadamente, assim, em qualquer momento ele pode viajar no tempo. Tempo, ele simplesmente some, ele não tem controle, ele some e ele aparece num outro ano, num outro tempo, obviamente dentro da vida dele, né? Ele não, ele não foge daquilo que ele, que ele vive.
Ele não tem controle, ele some e ele aparece num outro ano, num outro tempo, obviamente dentro da vida dele, né? Ele não, ele não foge daquilo que ele, que ele vive. E o tesão que o Fernando tem com o Fantasma, o Júlio tem com De Volta para o Futuro, né, Marco?
Ele já trouxe tudo que é filme do tempo de viagem no tempo, eu adoro, cara. E aí ele conhece uma pessoa, uma moça, né? Só que ele conhece essa moça criança e depois ele conhece ela adulta, que é com a Erika Banna.
Agora que eu me lembrei, igual esse que eu falei da Prisciliane.
E aí eles têm um relacionamento que é uma história, e a história é muito bem roteirizada, muito bem engenhada. E tal. E é ótimo, esse filme é ótimo, ótimo, é muito bom.
Teve um que foi dito aqui que eu disse, eu vi o trailer, o Hills, e fiquei doido para assistir. E esse é outro agora também que eu lembrei, que ele olha para a minazinha, ele até tem um encontro que tu tinha falado antes, era o Diário de uma Paixão, eu acho. Pronto, e agora esse aí, chamarei. Eu vi o Hills e achei muito legal.
Esse filme é uma delícia de assistir, é uma delícia de assistir. Mas como a maioria dos filmes que nós trouxemos aqui aqui, ele tem morte no final.
Cara, é uma sequela do filme romântico, de romance, cara.
Se não morreu, o filme tá errado.
E na minha segunda dica eu vou trazer um filme que não morre ninguém, que é filme batido, filme que eu tenho certeza que todo mundo aqui assistiu, que é Um Lugar Chamado Nothing Hill.
Esse aí tava na lista, que bom que você trouxe, porque eu tava preocupado de não vir para para esse episódio, ele precisava estar aqui.
Não, esse filme é bom demais.
Tu acredita que quando eu fui para Londres eu quis conhecer a feirinha lá de Notting Hill? Que eu achei aquela, aquele ambiente ali, o caralho, eu queria muito morar ali naquele bairro. Parece ser um bairro bem caseiro, aconchegante, é lindo.
Mas você foi na Porta Azul?
Não fui na Porta Azul, na feirinha, né? É muito fofinha, aquele filme é bom para caralho. Não tava lembrando dele, mas e a Julia Roberts, cara? Ela tá nesse filme assim uma deusa, uma deusa, um primor, né? Tá uma deusa, cara, ali assim não tem nenhum outro filme que ela esteja assim. Para mim, se você for perguntar padrão de beleza hollywoodiano, a Julia Roberts ela tá assim sublime, ela tá, ela, você não vê nada de que não seja natural, você não vê maquiagem em excesso, você não vê dente mexido, você não vê ela forçando para atuar, né, forçando atuação, Isso, nossa, aquele filme, esse filme é o auge, é uma ode para mim, aquilo ali é um filme, é uma ode à beleza feminina, é aquele filme.
É um lugar chamado Notting Hill. Ele tava na minha lista aqui, só que eu tava preocupado, Júlio, porque eu disse, meu Deus, o tempo está acabando e ninguém vai trazer esse filme.
Eu queria, e olha que nós nem combinamos, hein?
Eu queria fazer raiva ao Gegê dizendo qual foi o outro filme que eu fui ao cinema sozinho, e aí não era esse, e eu já estava preocupado.
Não, e muita coisa. E como toda mulher linda, perfeita, né, ela dá ilusão para a gente, seres humanos normais, porque ela se apaixona por um cara horroroso, né? Porque o Rio Grande, pelo amor de Deus.
Não, naquela época não, naquela época bonitão.
Vai. Ah, não, não, não, Júlio, ele era um cara comum. Ele era, e ela não, né, irmão?
É um cara comum, mas não feio.
Ela não, né, parceiro?
Feio somos nós, pô. Ele não.
Mas a gente, a gente se esforçando um pouquinho, a gente chega nele. Agora, chegar nela, chegar nela também ruim, irmão. Chegar nela não dá não.
Assistiu, Prisciliane?
Os dois que o Júlio falou são muito bons.
Assistiu?
Pois é, esse do, da mulher do viajante do tempo, eu tenho o livro, mas não lembrava. E é engraçado, eu achava que o filme que era inspirado nesse livro era O Enigma de Andrômeda. E eu disse assim, mas esse filme não tem nada a ver com o filme.
É a história do Grease.
Exatamente, a minha cabeça misturou aqui. E aí quando o Júlio falou A Mulher do Viajante, aí eu disse, caramba, esse filme então que é, que é o da Wife Traveler, né, negocinho, né, The Time Traveler's Wife. Pois é, eu não lembrava qual era, eu sabia que havia um filme inspirado nele, não sabia da série que tu falou, mas sabia que havia um filme e fiquei na vontade. Ele tá em algum streaming, tá?
Eu acho que sim, eu acho que eu sei que a série tá na HBO Max.
Te Amarei para Mas ele está na Netflix, cara, na Netflix. GG, o outro filme que eu fui sozinho, GG, ao cinema para assistir, para tu ter o teu deleite, foi um filme com um quase sósia, sósia não, um xará seu, GG, que é o Gerard Butler e Hilary Swank, que é PS, Eu Te Amo. Não conheço Tu não conhece esse filme?
Não, cara.
Cara, esse filme é muito massa. Ó, GG, a história é o seguinte, ó, GG. Holly Kennedy é uma jovem bonita, feliz e realizada. Casou-se com o homem da sua vida, o apaixonado Jerry, que infelizmente fica doente e morre, deixando Holly em estado de choque. Antes de falecer, Jerry deixa para a esposa uma série de cartas, mensagens sempre assinadas da mesma forma: eu te amo. A mãe e as amigas de Holly estão preocupadas porque as cartas mantêm a jovem presa ao passado.
Entretanto, o fato é que as cartas estão ajudando a aliviar sua dor e guiá-la a uma nova vida.
Então esse filme é um que ela, ele manda ela comprar um cachorrinho, alguma coisa assim, né? Tem uma hora, ou ele dá um cachorrinho para ela, né, cara?
Eu não lembro porque eu só vi no ano que foi lançado, que foi em 2007, 2008, por aí. Eu não lembro agora porque aqui diz 2007, mas disse que no Brasil foi 2008. Mas eu não lembro, que eu lembro de ter visto no cinema.
Eu acho que ele manda ali para tomar um drink, né? Pois é, eu, cara, eu sou um cara tão romântico, eu aparecendo reels de filmes românticos para mim, cara.
Olha aí, viu?
O algoritmo me conhece, tá vendo, ô cara de chibata? Tu disse que eu, ah, tu achou que eu não ia gostar do teu tema? Eu tô só vendo que o meu algoritmo me conhece, ele me sugere vários temas assim, sabe? Que eu sou, cara dela ali, olha, sabe que por dentro eu sou um cara soft.
Soft é bom.
Você sabe que por dentro do Shrek tem uma aí. Que demais, seu cu! Bom, então, PS, eu te amo é a minha última dica para o nosso ouvinte. GG, qual a sua última dica?
Cara, eu juro que eu não queria trazer esse filme porque infelizmente tem morte no final. E assim, é um filme, é um filme, bicho, que eu não tenho coragem de reassistir porque eu acho que agora que eu sou pai, se eu assistisse, eu ia chorar muito. É um filme lindo, também é um filme de uma das mulheres, mulheres que não é mulher, a menina mais linda que eu já vi na minha vida, cara. É o filme que também é o filme nostálgico, que é meu primeiro amor, pô.
Sabia que ela veio morar no Brasil, aquela atriz? Nem ferrando, ela morou no Brasil, cara.
Esse filme é muito lindo, cara, e é triste, né, cara? É triste no final, mas ele é triste e muito fofinho. Tanto que a continuação é até legalzinha, mas não—
mas ele só sofre do fato da tradução ter muito mal planejada, né?
É o primeiro amor de novo, né? Alguma coisa assim.
É meu segundo amor.
Não, é meu primeiro amor parte 2.
É parte 2, é.
Pois é, ou seja, não faz sentido, teria que ser meu segundo, meu novo amor, né?
Podia até ser. Mas, cara, é aquela meninazinha, ela tá muito fofinha ali naquele filme. Uma Colin Culkin tá muito fofinha.
Hoje ela é, o nome da atriz é Anna Chlumsky. Ela morou em Salvador, na Bahia, no início dos anos 2000. Ela namorou com um na faculdade de relações internacionais. E graças a isso ela aprendeu a falar português. E aí ela veio morar no Brasil.
Bicho, é que ele é um filme muito fofinho, cara. São duas crianças, ele fala daquele amor inocente, daquele amor assim que ela nem sabia, né, que era amor. Que assim, então, cara, muito fofinho. E assim, não podia ficar de fora dessa lista, impossível, cara.
Agora, o filme é triste assim daquele nível de desidratar, né?
Não, o final, o final, né, pô. Durante o filme ele não é triste não, pelo ao contrário.
É, mas a cena, a cena do velório, cara, é assim, é de ela pedindo para ele acordar, para estar o óculos dele, né?
Ele não enxerga, né?
Que ele não enxerga sem os óculos.
Mas por isso que eu tô dizendo, esse filme eu não teria coragem de reassistir, não teria.
Será que eu teria coragem? Tu acha que eu choraria se eu assistisse?
Tu tá com cara de chorão agora, mas só de lembrar do filme, ô Zé Tabaco.
Olha, minha filha assistiu esse filme recentemente e ela ela, sei lá, acho que faz um ano e meio, dois, ela tinha 15, ela se acabou de chorar, ela se acabou de chorar. E ela não sabia, alguém deu essa dica, não fui nem eu que dei essa dica para ela, alguém deu essa dica para ela e não disse do que se tratava. E ela se acabou de chorar. Não, não, não, nada, era um filme, ela mesmo aos 15 anos ela já assiste coisas até com uma certa picância, uma certa libidinosidade, e tal.
E aí acho que alguém deu essa dica para ela, ela foi assistir, ela viu duas crianças, ela falou, é um amor de criança, né, infantil, tal, né. Foi aquela dica, né, pula na piscina gelada que tá quentinho. Tem um filme que eu não assisti, mas foi a mesma, aconteceu a mesma coisa com ela, né. E eu não acho que seja romance, mas é uma história meio parecida com o meu primeiro de amor, que é Pontes para Terabithia.
Cara, esse filme é triste.
Eu nunca vi esse filme, eu nunca vi esse filme. Ela viu também, ela teve a mesma reação, chorou largado.
Ele é perverso esse filme também.
Esse é pesado, cara. É como eu tinha dito, filme romântico não é minha praia, né? Então eu vou trazer também mais uma comédia romântica. Ela já foi citada aqui no podcast, mas eu tenho que trazer de novo porque a minha lista é muito curta. E vai ser Lisbela e o Prisioneiro.
Ah não, mas eu sei, eu acho que ele deveria estar Ele é um filme romântico.
Adoro esse filme, cara. Esse filme eu também tenho em mídia.
Pois é, velho.
E tinha que ter um representante nacional, tinha que ter um representante nacional aqui.
Eu acho que o Tony já falou desse filme umas 8 vezes.
Eu acho que eu só falei desse filme uma vez, que foi quando a gente gravou sobre comédia romântica.
Eu quero falar mais um depois.
Qual a sinopse do filme, cara?
Você é o porta-voz da sinopse.
Lisbela e o Prisioneiro. Vamos lá. A jovem Lisbela adora ir ao cinema e vive sonhando com galãs de Hollywood dos filmes que assiste. Leléu, vulgo Leléu das Candongas, é um malandro conquistador que em meio a uma das suas muitas aventuras chega à cidade da moça. Após se conhecerem, eles logo se apaixonam, mas Lisbélia está de casamento marcado. Em meio às dúvidas e aos problemas familiares que a nova paixão desperta, há ainda a presença de um matador que está atrás de Leléu devido a ele ter se envolvido com sua esposa no passado.
O nome é Lisbélia e o Prisioneiro. O Leléu é preso?
Numa parte do filme, sim.
É porque ele falou agora, eu fiquei, caralho, ele foi preso?
Foi.
Eu não me lembrava dele ser preso não.
Ele foi preso assim, ele foi preso no meio do filme, né?
Durante o filme ele é preso ali, ele consegue dar um jeito de voar, né?
E aí, Yara, qual o último filme que você vai trazer para nós?
Já me xingou aqui no direct que eu tô impaciente já, esse filho de puta aí. Enfim, eu vou tentar fazer um negócio diferente porque eu não vou deixar de falar que um filme que me fez chorar muito é que é o da Lady Gaga lá, o Nasce Uma Estrela, mas não é esse que eu vou falar porque o final é a mesma coisa. Nasce Uma Estrela é morte, é trágico. É um filmezinho adolescente muito bonitinho que chama Se Eu Ficar, que é o contrário.
Não conheço.
Se Eu Ficar é—
pera aí, pera aí, Se Eu Ficar é o contrário, então quer dizer que eles vão, é?
Não, não, é com a Chloë Grace Moretz.
Adoro essa Ela sofre um acidente no início. É uma, é romance adolescente, tá? Ela sofre um acidente no início do filme e ela passa o filme todo praticamente em coma lutando pela vida. E então é o contrário, tá? Ela não morre não, mas é muito bonito de ver. Tem a ver com, fala de música, fala de, lê a sinopse aí, patrão.
Olha, está no MGM Plus, se você tiver esse complemento dentro do Prime Video, você pode Esse. Então vamos lá. A jovem musicista Mia tem uma brilhante carreira pela frente, o que lhe gera dúvida entre dedicar-se integralmente à carreira na famosa escola Juilliard ou a Adam, seu amor. Porém, a vida lhe traz uma surpresa. Mia sofre um grave acidente de carro, perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e o futuro que pode ter caso sobreviva.
É que como ela perdeu todo mundo e ela vê a perda, ela quer desistir. Assistir, entendeu? É muito triste, é muito triste.
Mas pera aí, deixa eu entender. Ela filme ela em coma pensando na vida?
É que assim, ela sofre o acidente de carro e ela tá em coma, e a família dela morre, e ela tipo assim, o espírito dela tá vendo as coisas, entendeu?
Mas se a família dela morre, ela tá em coma, como é que ela sabe?
Gostei, gostei. E já que eu sou o dono do podcast e eu mando nessa porra, gostei. Lembrei, lembrei da de um filme, já que a Yara citou isso daí, eu lembrei de um muito parecido que eu gosto, que tem Mark Ruffalo, que tem Reese Witherspoon, que é E Se Fosse Verdade. Adoro esse filme também, legal, bom também, bonitinho, que ela é médica, ela é médica workaholic, e aí ela sofre um acidente.
Ela é um fantasma, né?
Exato, ela sofre um acidente, e aí não, não, ela tá em coma, né? Exatamente.
É, mas ela fica apagando, né?
Mas ela, o fantasma dela, o espírito dela, na verdade, porque ela ainda está viva, então o espírito dela que está desconectado do corpo, ele vai para o apartamento. E aí o Mark Ruffalo consegue vê-la e eles acabam se apaixonando. E o final é muito bonito, porque assistam.
Já que o tema foi meu, eu vou soltar o outro também, porque o tema eu que escolhi, que é Querido John. É muito bonitinho esse filme também, Querido John.
Muito bom também, tava na minha lista.
É tudo Nicholas Sparks, isso aí.
Ó, o rapaz lá que escreve os livros também é cheiro no cangote, cheiro no cangote a capa desse.
Se você me permite, eu vou trazer o último filme da minha parte aqui. Você falou que estavam faltando representantes nacionais.
Sim.
Então eu vou, eu vou trazer um filme aqui que eu assisti a semana passada pela enésima vez. Eu já nem sei mais quantas vezes eu assisti o filme, mas o filme é Eduardo e Mônica.
Nunca Eu ainda não assisti, tu acredita?
Também não.
Baseado na música do Legião Urbana.
Eu já ouvi a música algumas milhares de vezes.
Esse filme é maravilhoso. Ele, a Alice Braga, ela está incrível de Mônica. Ela é a personificação da Mônica que eu tinha na minha cabeça escutando a música. Ela até melhor, eu acho. Ela é até melhor, ela é, ela é até mais desenvolvida do que a música sempre me passou no filme.
E ela está no Globoplay, né?
Está no Globoplay, era uma, foi uma produção da Globoplay e tal. E não precisa nem ter assinatura de Telecine nem nada, só ter Globoplay, dá o play e assiste. O filme é incrível, filme é incrível, ele é maravilhoso. Eu assisti esse filme no cinema sozinho, eu, eu chorei no final porque eu falei Pô, que filme maravilhoso, né? Olha, maravilhoso, o filme é maravilhoso. Olha, eu chorei em poucos filmes na minha vida e esse foi um deles.
Em Controversa, o podcast onde todos os temas se convergem.
Fala, galerinha do Em Controversa! Aqui quem fala é a estagiária mais linda do Em Controversa e de toda a Queria mandar um super beijo para todos os apoiadores: Caio Damiani, Michel Pereira, Camila de Holanda, Cristiana, Yara Halk, Ezequiel Noronha, Fernando Neco, Júlio Marcoghi, Lena Yusko, Evan Faria, Elton Alves, Alifilmedo, José Antônio Leandro Tovar e Prisciliane. Um super beijo e vamos apoiar o Encontro Verso para eu falar todos os nomes aqui.
Bom, infelizmente nós temos que chegar ao o fim, né? Gostaria muito que, como um amor eterno, esse episódio também fosse eterno, mas a gente precisa encerrar porque amanhã a gente precisa trabalhar, né? Não dá para ficar aqui a noite toda. E aí, já que temos dois convidados de honra, eu queria que eles dessem as suas palavras finais antes da gente encerrar. E aí, a Yara, se ela quiser falar alguma coisa, já que ela sugeriu o tema, ela vai poder falar também. Prisciliane, qual o seu recado final aqui para o nosso ouvintes.
Quero agradecer novamente, né, por participar do podcast. Eu fico muito nervosa. Da outra vez gaguejei demais, hoje gaguejei demais, mas assim, me sinto muito honrada em participar. Fiquei feliz, eu ouvi, né, o episódio de vocês já, discussão de pauta. Fiquei muito feliz de ser citada lá. E é isso, agradecer, pedir desculpa aí qualquer coisa. E se aparecer novamente alguma pauta que eu possa participar, estou disponível, já está convidada.
Claro que você tem que ficar nervosa. Olha esse caos, menina, você é a melhor de nós, pelo amor.
E o Júlio, qual a palavra final, Júlio, que você quer trazer para nós?
Olha, eu queria agradecer ainda a permissão que eu tenho no grupo do Discord, que me fez permitir entrar aqui de meio caminho andado. Entrei de gaiato no navio. Exato. Exatamente.
Já te beijo, Thaís.
Mas você vê que eu gosto, eu gosto muito desse podcast aqui. Eu venho mesmo sem ser convidado, eu venho, eu bato na porta.
O Santiago te chamou?
Faço xixi, faço xixi de porta aberta nesse podcast.
Inclusive, a porta já tava aberta, era só entrar.
Faça isso não, que o Zé Maria fica de boca cheia d'água, viu?
Caralho, olha quem tá escutando, imbecil!
A mina tá com fone no ouvido. Múmia obesa.
E os meus amigos de bancada, alguém quer dar sua palavra final?
Não, pera aí, velho, que eu queria que o Jabá, o que o Júlio desse o Jabá dos podcasts dele, que a gente, eu acho que a gente tem uns 20 minutos bom ainda aqui para ele falar.
E agora temos podcast novo na área, então olha, Júlio, faça seu Jabá.
Então estou lá no Radiofobia quinzenalmente, estou no NovelaCast quando eles gravam no horário que dá para mim, que normalmente tá sendo domingo, 3 da tarde, aí não dá para mim. É, tô também no Bondcast lá, que são os episódios antigos falando de James Bond. De vez em quando tô no Perspectivas, de vez em quando tô aqui. E estou lançando um novo projeto, eu e minha querida namorada Carla Alessandra Lopes, que é Histórias de Lava-Louça.
São histórias de casais. A gente intitulou como 45+, mas pode ser 25+, 20+, 30+, a mais, 35, mas sendo engraçado. É isso que a gente tá buscando. Então segue lá, @historiasdelavalouça no Instagram. E o primeiro episódio vai sair, se ela deixar, amanhã. Só se ela deixar.
Se ela não deixar, você explica o porquê do nome do podcast.
Claro, sem dúvida nenhuma.
Então pronto, aí tu vai entender, Gegê, porque dá para entender por que que vocês têm 4 máquinas de lavar louça.
Aí não é putaria.
4 máquinas junto, nós temos 3.
Não, tá de putaria.
A quarta foi para o cemitério, foi para o cemitério. A quarta não teve conserto.
Aí a hora disse que foi a maior conquista dela, uma das maiores conquistas, lavar louça.
A gente fala isso no primeiro episódio, duas coisas que salvam, duas coisas que salva casamento é uma máquina de lavar louça e uma faxineira uma vez por semana. Duas coisas que salva, só reclama, é igual iPhone, só reclama quem nunca teve.
Cara, eu tive, eu tive uma, mas não gostei Deixa eu agradecer, Prisciliane.
Muito obrigado você ter vindo, tá? Foi um prazer conhecer você, porque eu não tinha gravado com ela ainda.
É verdade.
Muito obrigado, viu, por ouvir, pelos feedbacks, por estar aqui. Você precisava vir mais vezes, tá, para me ajudar. Você vai perder essa vergonha que não precisa para a gente pôr esses meninos na linha. E o Júlio tava com saudades. Obrigado por ter, pela grata surpresa da segunda, viu?
Obrigado, Viara. Você sabe que você foi a primeira seguidora. Você sabe que você foi a primeira seguidora do nosso podcast, né, do Stories da Valor. Você foi a primeira seguidora.
Para você que nos ouviu, muito obrigado, valeu, foi bom, adeus, valeu, meu povo, falou, falou, tchau!
Esse episódio foi editado apresentado por Audionias Edições, a sua melhor opção em edições de podcast.
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