Episódios de Jogando Outro Jogo - Podcast

O Segredo da Saúde Empresarial e Preventiva Feat. PAULO PIRES I Jogando Outro Jogo Podcast #66

06 de maio de 20261h15min
0:00 / 1:15:22

Seja bem-vindo ao nosso Canal - Episódio #66GOSTOU DO VÍDEO? 👍 Curta 🤝 Compartilhe com os amigos 🙏 Siga-nos nosso perfil: 👉Acesse ​ ⁨@jogandooutrojogopodcast⁩ Redes Sociais:📍Instagram: https://www.instagram.com/jogandooutrojogopodcast/📍Facebook: https://www.facebook.com/jogandooutrojogo

Participantes neste episódio2
C

Carlos de Paula

Host
P

Paulo Pires

ConvidadoCEO da Sou Saúde e Bem-Estar, mentor de negócios e inovação, empreendedor
Assuntos5
  • Estratégias de controle de saúdeAlimentação saudável · Exercício físico · Qualidade do sono · Autocuidado
  • Mentalidade EmpreendedoraPropósito de vida · Missão, visão e valores · Diferença na vida das pessoas
  • Norma Regulamentadora 1 (NR1)Saúde mental dos colaboradores · Ambiente de trabalho saudável · Assédio moral · Má conduta do gestor
  • Desafios do EmpreendedorismoPejotização · Falta de capacitação · Educação empreendedora · Sebrae
  • Evolução corporativa e industrialProcessos (anos 90) · Tecnologia (anos 2000) · Pessoas (era atual) · Inteligência Artificial
Transcrição189 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala turma, bem-vindo a mais um episódio aqui do nosso podcast Jogando Outro Jogo. Pra quem não me conhece, eu sou o Carlos de Paula. Você acabou de chegar, faz o seguinte, tem os números que diz pra nós aqui do canal.

que você está assistindo, mas você não está se inscrevendo. Clica ali no se inscrever. Primeiro você assiste, dá um pausa, aí você se inscreve e depois você volta. Ou assiste completo, mas não deixe de se inscrever. E também deixa uma curtida também, que isso ajuda o nosso canal. Colabora muito com ele. Pode ser? Seja bem-vindo. E para você também, que acabou de chegar, faz o seguinte. Também tem na rede vizinha. Acompanha a gente por lá também, que lá tem uns cortes.

Lá tem muitas coisas interessantes que vai subir para vocês. Tá bom? Lembrando que esse podcast aqui, ele é feito para nós e por nós. Ele já passou pelo podcast. E aí, quando a gente chegou aqui nesse estúdio, eu falei assim, essa pessoa tem que vir aqui. Ele é CEO.

Da Sou Saúde e Bem-Estar. É mentor de negócios e inovação. É empreendedor com mais de 30 anos de experiência. E isso é verdade, hein? Já tive prova, já participei de muitos eventos junto com ele. Estudioso da saúde preventiva, bem-estar e qualidade de vida.

Para você que ainda não cuidou da saúde, presta atenção, é prevenção. Você tem que se prevenir antes de acontecer algum incidente com você. Tem que se preparar. E o nosso convidado de hoje vai explicar isso para a gente com mais profundidade. Tem um ponto muito importante aqui, que é... Sobre... Falei aqui, né? Que ele é CEO.

da Soul Saúde, Bem-Estar, que ele foi mentor. Mas antes disso, antes disso, ele trabalhou em grandes empresas, que era uma das empresas aqui, era o meu sonho de entrar lá. Eu passo...

Se não me engano, tem uma fábrica ali em Guarulhos. Se não me engano. Tem. E passava de carro. Sabe o que você passa? Cara, meu sonho é entrar aqui. Porque você tem que trabalhar em uma multinacional. E essa empresa era. Então, cara, tô com um cara aqui que passou lá por dentro. Que é na Pfizer. Pra quem não conhece, digita aí. Pfizer. É P-Pfizer que se escreve. Na Lili.

E na Xerox, outra empresa também, essa na Xerox eu não ia entrar, porque eu não sou da tecnologia, mas era uma das empresas também que eu gostaria de trabalhar. Então assim, só de listar essas três empresas aqui, então pensa na trajetória, mais de 30 anos sobre negócios, mas também vamos falar agora sobre saúde. Paulão, seja bem-vindo! Opa!

te cumprimentar aqui o Paulão aqui. Cara, que prazer estar contigo aqui. Cara, muito obrigado pelo seu tempo. Olha isso, depois de tudo que eu falei aqui, será que ele tem agenda? Consegui encaixar uma agenda pra vir falar com a gente, cara. Cara, não, sabe qual é o maior prazer que eu tenho aqui? O nome do teu podcast, cara. Jogando outro jogo pra mim já diz tudo. Ah, claro. Porque empreender é muito mais do que empreender. Quando a gente fala assim, ah, quero empreender. Legal.

empreende pra ganhar dinheiro? Não tem hipocrisia nisso. Um dos objetivos é ganhar dinheiro, mas tem que ter um propósito. Empreender com propósito é outra coisa. Você ter alguma coisa dentro de você que queira fazer diferença na vida das pessoas, isso é que é empreender. Porque senão você só tá trabalhando por conta. E aí quando você fala jogando outro jogo, é isso, cara. Jogando outro jogo é isso, é jogar o jogo de uma visão diferente.

né? Gostei. Eu esqueci de falar um ponto que eu sempre falo em todos os episódios. Papel e caneta, galera. Você acabou... Já peguei aqui, ó. Deixa eu anotar aqui a minha parte. Papel e caneta, galera. Anota, anota, anota. Porque, é... É que propósito ele acabou caindo muito naquela...

na falácia de tipo, qual é o seu propósito? Eu parecia meio distante. Mas assim, em poucas palavras você já descreveu. É porque na verdade, muitas vezes o propósito ele acabou confundindo com a questão da missão, visão, valores. Boa, sim. E aí eu vou falar com muita dor no coração. Infelizmente a questão da missão, visão, valores em pouquíssimas empresas, e aí eu estou falando desde o PME, tá? Estou falando do PME. Desde a MEI, do pequeno, do médio virou muito copy-com.

Não tem aquela história, o que vem de dentro? Qual é a minha missão? Qual é a minha visão? E quais são os meus valores reais? Não, de repente eu pego ali e falo deixa eu ver o que é bonito de eu colocar aqui porque eu vou vender. E isso não traz alma, porque aí você vai ter lá seus X colaboradores, não importa, você é o capitão do teu navio. Mas se está escrito ali missão, visão e valores, se aquilo é o teu GPS e as coordenadas estão erradas, vai te levar para onde?

Não é? E aí quando você tem essa clareza, porque quando eu falo de propósito, é o que vem de dentro. Então eu sei que mais pra frente a gente vai falar da Sol, mas eu vou exemplificar a Sol como propósito. A parte do estudo, em termos de saúde preventiva, bem-estar e qualidade de vida, ele veio muito da questão da minha propriedade. Quando eu cheguei nos 40, eu falei, pô, peraí, como é que eu quero envelhecer?

Como é que vai ser o meu envelhecimento? E aí eu comecei a perceber que você não tem muita informação sobre isso. Não é uma coisa que você olha em um lugar e fala, ah, não, vou por essa linha aqui. Não, não funciona assim. Você não tem esse tipo de situação. E aí eu falei, pô, aqui tem um gap muito grande. Você não tem a informação acessível.

Então eu falei, meu propósito é levar o conhecimento para que a pessoa possa escolher ter saúde. Porque se a pessoa nem conhece, como é que ela vai escolher? Se eu não sei qual é o caminho. Ah, eu não posso escolher, eu quero o caminho A, eu quero o caminho B. Não sei, porque eu não conheço. Só me ensinaram o C. Esse é que eu aprendi desde quando eu nasci. E aí eu falei, não, vamos ver o que a gente consegue fazer sobre isso daqui. E aí a Soa foi se formando.

E aí aquela questão também dos ODS, da ONU, dos objetivos da ONU de 2030, aquela questão de você fazer uma análise de como está a população, então melhorar a questão de saúde, melhorar a inclusão, melhorar a educação. Então a SOU hoje cumpre quatro dos objetivos da ONU de 2030, ela colabora com quatro desses objetivos.

Já comenta com a gente, quais seriam? Principalmente a questão da educação, a questão da inclusão, porque quando você dá conhecimento, você inclui. Muitas vezes você tem aquela questão da inclusão digital. Lembra que ficou muito famoso esse termo, inclusão digital. Mas, na verdade, quando você leva conhecimento, você está incluindo aquela pessoa, você está permitindo aquela escolha. E, além disso, obviamente, a questão da saúde.

Então, a gente atua nesses três mais diretamente. Nesses três objetivos mais diretamente. Mas o nosso grande propósito realmente é levar o conceito de saúde preventiva. Show. Conceitão. Conceito, gente.

Conceito. E hoje em dia dá pra saber o que é conceito, né? Na época que me falaram muito de propósito, por mais que eu digitava propósito, aparecia nada com nada. É. Nada com nada. Mas hoje em dia melhorou bastante, até com a questão da IAI, né? Mas conceito. Adoro essa palavra aqui. Eu notei aqui porque ela vai me levar pra um outro gancho. Ô Paulo, e além de tudo, tem essa questão de...

A Sol é uma empresa, ela é uma indústria, ela está dentro de qual categoria? A Sol é uma startup de impacto social. Show. Ela é uma startup de impacto social voltado para esses temas que eu te falei. Então, a nossa ideia é horizontalizar ao máximo.

conhecimento. Então, hoje, nós atuamos diretamente com empresas, levando esse conhecimento através de palestras, através de eventos, através de workshops, dentro de uma lógica aonde a empresa interaja com isso.

Não só levar para o colaborador como um benefício de saúde, que é o que nós somos, um benefício de saúde, mas levar também esse conceito do ambiente de trabalho, de melhorar o ambiente de trabalho, de ter um engajamento maior, porque isso é um tabu muito grande. Isso é um tabu muito grande, porque a empresa entende isso como custo.

E na verdade ela tem muito benefício. Se ela realmente levar a sério esse processo, ela acaba tendo muito benefício. Porque um profissional engajado, ele vai produzir mais. Ele vai trabalhar melhor. Não é mais, é melhor. E não tem segredo nisso, né? Não, não, não tem segredo. Tem essa questão da... Tem a visão. Infelizmente tem a questão da visão. É uma quebra de paradigma isso. Eu ia falar exatamente isso. É uma quebra de paradigma. Jogar outro jogo. Muito, muito bom.

Cara, totalmente quebrando o paradigma de...

De saber que, cara, o profissional que tá ali dentro, é ele que tá trazendo a questão. E, putz, falando nisso, me lembrei que, assim, muitas empresas falam muito sobre, ah, de tratar bem o cliente, né? Porque ele que paga nas suas contas. Cara, mas e o interno não se trata como cliente, não? É, eu vou te falar uma coisa. Você falou que tá na casa dos 40, né? Isso. Então, você quase pegou. Você pegou bem no comecinho, nos anos 90. Tá. Tá? Foi quando começou a implantar as ISOs.

ISO 9000 e tal, porque as empresas não tinham processos. Então vieram as multinacionais, principalmente no setor automotivo, falaram, ó, a gente tem os nossos processos aqui, os processos que vinham de fora, né? Ah, e nós vamos implementar isso aqui. E quem não tiver ISO não vai poder fornecer pra nós.

Então isso foi trazendo as normas de qualidade. Foi quando começou a se implantar as normas de qualidade. Estou falando mais ou menos dos anos 90. Não estou aqui precisando de dados porque não é o objetivo. Então a década de 90 praticamente falou de processos. Que era uma coisa que nós não tínhamos. Então você tinha empresas grandes que não tinham processos. Tinham gerentes.

Não eram gestores? Eram gerentes. Você tinha gerentes, você tinha supervisores, mas você não tinha um processo. Saiu aquela pessoa, colocava outra, implantava outra coisa. Era outro processo, outro método. O processo não era da empresa. Isso nós estamos falando dos anos 90. Quando chegou nos anos 2000, entrou o quê? A tecnologia. Certo? Quem mandava prender e quem mandava soltar na empresa? O TI?

concorda? O TI chegava pro dono da empresa e falava, você tem que comprar esse sistema, esse sistema, esse sistema. Se você não comprar, você vai ficar pra trás.

o cara vendia casa para comprar aquele sistema. Certo? Então, a década de 2000, ela veio muito com a tecnologia. Então, os anos 90, processos. Os anos 2000, até meados de 2015, assim, mais ou menos. Tecnologia. As tecnologias foram avançando muito. Aí nem estou falando de ano. Estou falando mais da parte estrutural. E hoje, nós estamos falando de pessoas. Por quê? Você pode ter a melhor tecnologia do mundo. Quem usa essa tecnologia são pessoas.

E se eu não tratar bem das pessoas, como é que eu vou fazer? Não existe carro bom sem piloto. E a questão que a galera pode falar assim hoje? Ah, tem a IA, tem robô, mas não substitui. Quem usa IA vai saber que não é assim que funciona. Se você não educar a sua IA, ela vai fazer o que ela quiser.

De novo precisa de pessoas, não tem como. Por mais inteligente que a IA seja, hoje mesmo eu participei de um processo onde a IA me entregou uma... Eu ia falar o termo técnico, mas não é necessário. Entregou uma capa de um sistema para validar. Ela falou, eu chego aqui, daqui para frente é com você.

Tem o limite, não tem como. Por mais inteligente que seja, tem o limite. Hoje em dia, inclusive, tem até, sem querer polemizar, mas você tem empresas, hoje grandes empresas, que tem dentro dos conselhos, um conselheiro é a IA. É uma IA. É um caminho sem volta, realmente, a inclusão das IAs dentro dos processos. Mas a necessidade de pessoas não vai ter como. Então, hoje, nós estamos na era...

das pessoas. De tratar bem as pessoas. De entender como as pessoas funcionam. Porque existia acho que sempre existiu e ainda existe hoje, né? Aquela questão, ah, no trabalho você se guarda na gaveta e você vira outra pessoa. Ah, eu sou um indivíduo em casa e eu sou um indivíduo no trabalho. Isso é uma fantasia.

Isso é uma fantasia, não existe isso, cara. Você é um só. Exatamente. Você é um só, cara. Se você está mal aqui na tua casa, você não vai ficar bem no trabalho e vice-versa. E aí quando a gente fala de trabalho, nós estamos falando de 10 horas, 8 horas de trabalho, só que você sai para trabalhar e você volta. Então, muito mais de um terço do seu dia você está dedicado ao trabalho.

Então esse cuidado tem que existir, mas você não se decompõe. Eu estou aqui no trabalho, eu sou X. Eu estou em casa, eu sou Y. Não, não existe isso. Então a gente tem que ter esse cuidado, tem que ter essa questão. E esse caminho está começando a se abrir. Meu Deus do céu, não é possível. Espera aí, deixa eu fazer até uma... Não é possível, está começando agora.

Na verdade é assim, vamos colocar... Ou tá popularizando, digamos assim. É, vamos colocar o topo da pirâmide ali. Quando você fala corporações, bancos, empresas de grande porte, esses já estão trabalhando isso há muito tempo. Ok, beleza. Quando você fala, por exemplo, de mundo, essa questão de riscos psicossociais, essas coisas que nós estamos abordando agora... Agora! Já há 40 anos, na Alemanha, Itália, isso já está sendo abordado desde os anos 80.

Tanto que os modelos nós trazemos de lá. Muitos dos modelos de análise estão sendo trazidos de lá. Nas nossas ferramentas. Mas a questão não é nem a hora que nós estamos trazendo. É entender que não tem como não trazer. Hoje a gente está vivendo uma questão muito séria. Hoje nós temos um nível de afastamento de INSS absurdo. E ele só cresce.

E estatisticamente, hoje, os riscos psicossociais, quando você fala de questões mentais e emocionais hoje, já é top 3 entre afastamento do INSS. Então por isso que eu vi uma notícia sobre isso, que a parte de terapia vai ser obrigatória. Isso, a NR1 vai trazer isso. Mas depois nós vamos falar disso mais pra frente. Mas vai trazer tudo isso. Por isso que é obrigatório. Porque o INSS não aguenta mais, ele vai estourar. Porque existe uma questão de saúde pública mesmo.

Mas aí, Paulo, eu já escutei sobre que deu esse digamos, esse surto pós-pandemia mas na verdade eu trago pra mim assim, na verdade o mundo

O mundo trouxe que assim, cara, vocês não... Era aquela questão assim, antes pandemia era, pô, queria ficar em casa, tá, não sei o que. Aí beleza. Tinha essa questão de cuidar das pessoas que praticamente não eram todos que olhavam com esse olhar que você tá traduzindo.

E aí aconteceu o que? Pandemia. Infelizmente, muitas pessoas morreram, mas é isso. Tá, beleza. Você pediu pro universo, pra aquilo que você acredita que você queria ficar em casa com a sua família. Hoje está. Aí teve lá recorde de separação, brigas, cada uma quatro. E morte só aumentou porque acontece a todo momento acontecendo uma pessoa que tá indo embora.

Aí veio a pandemia mostrando que era pra trabalhar de home office. Aí a pessoa tá lá em home office, mas não entregava do jeito que tinha que entregar os trabalhos e tudo mais.

E aí, estartou essa questão do lado psicológico. Sim. Que aí as pessoas ficaram meio assim, tal, tal. Mas, na verdade, eu tenho pra mim assim, na verdade, isso sempre existiu. Exatamente. O universo só fez assim, vou mostrar pra vocês, vocês não estão tomando conta de vocês. Tá aqui, ó, toma. Perfeito. É mais ou menos essa analogia, é isso. É exatamente isso, sempre existiu. Só que a pandemia veio puxar o tapete. Levantou o tapete e falou, ó, é isso aqui.

Essa sujeira que você tá respondendo. Vocês vão mexer ou não? É algo que, ó, isso aqui é inevitável, só piora.

Como é que nós vamos resolver isso aqui? Isso aqui não vai melhorar. Por quê? Tudo está ficando cada vez mais veloz. Hoje em dia as pessoas se culpam por não fazer nada, por descansar.

Você descansa como? Sabe uma pergunta que nós fazemos nas palestras? Doa, manda aí. Sabe uma pergunta? Nós falamos assim, como você dorme? Aí a pessoa fala assim, ah, deito e durmo. Não, peraí. O que é dormir? Dormir é você deitar e se desconectar. Aí a segunda pergunta é, onde fica o seu celular quando você dorme? Olha o vilão. Aí o cara fala do lado da cama, então você não desconecta.

Porque se o teu celular está a centímetros de você, teu cérebro está falando, será que vai chegar alguma mensagem? Será que o celular vai tocar? O que está acontecendo aqui? Ah, eu dei uma insôniazinha, vou lá pegar, vou ver uma mídia social. Agora, se você deixa o teu celular longe, a partir de um determinado momento, você começa a se desconectar. Isso, por incrível que pareça hoje, é um processo. Não é mais natural. As pessoas hoje têm que trabalhar a questão da desconexão, mesmo para dormir.

Tem gente que dorme com o celular na cara. No travesseiro. A maioria, eu acredito, que dorme com o celular ao lado da cama, mas tem gente que dorme na cama. Então são coisas assim que não fazem o menor sentido. Não fazem o menor sentido. Só que isso entra num caminho de desconexão com você mesmo. E aí você vai andando com isso. Vai andando, vai andando. Até que chega um momento, você faz o quê?

Gostei. E aí, agora eu já enxerguei mais a fundo. Aí eu vejo, agora eu enxerguei a Sol. Tá. Então, na verdade, assim, falando disso, a gente vai queimar um pouquinho a largada, mas eu vou falar o grande, o que é saúde preventiva? Nossa, ótimo. Ela tava aqui nas perguntas. Vamos queimar a largada. Muito bom, gostei. O que é saúde preventiva? Saúde preventiva é você tratar de você antes de você ficar doente. A saúde, não só no Brasil, mas no mundo.

ela é corretiva. O que é corretiva? Eu fico doente e aí eu me cuido. Porque sou obrigado. Não porque eu quero me cuidar. Mas porque eu sou obrigado a me cuidar. Então isso é a saúde corretiva. Ela custa mais. Não só financeiramente, mas ela custa a sua saúde. Porque cada coisa que você arruma, você está meio que desarrumando o outro. Então você arruma aqui, desarruma aqui, toma um remédio e tal. Imagina você poder evitar tomar remédio. Isso é a saúde preventiva.

E aí, o que é saúde preventiva? Tem quatro pilares. Vou falar pra você a mesma coisa que eu falo nas palestras, que nós falamos nas palestras. Quais são os quatro pilares da saúde preventiva? Porque, vamos pensar assim, só uma parte. Quando você cuida do seu corpo, diretamente, não é indiretamente, é diretamente, você tá cuidando do seu emocional e do seu mental. Porque o corpo é a base de tudo. Então, vamos lá. Quais são os quatro princípios da saúde preventiva?

pro corpo. É uma pegadinha isso aqui, gente. Pegadinha, pegadinha, vamos lá. É ao vivo. É ao vivo. Bom, eu vou chutar aqui. Não vou chutar, não. Não, tenho certeza que um você vai acertar. Do que eu penso, porque eu acabo me preocupando muito com isso. Não é nem pela idade, não. É mais por saber que cuidar da saúde de tudo, ela me influencia pra aquilo que eu estou executando, pra fora. Então, vamos lá.

Digamos, alimentação, então. Perfeito. Tá acertou, tá indo bem. Alimentação. Saber comer bem e tal, não sei o quê. A questão do exercício físico, porque o nosso corpo é uma máquina. Perfeito, dois. Então fazer... Olha isso, tá vendo? Tá gabaritando, pô. Ó, tá claro. Fazer as coisas funcionarem corretamente. Cara, tem a questão... Tem algo mental que agora me fugiu como que eu descrevo ele. É...

Vamos dizer assim, se eu estiver lendo, se eu estiver escrevendo, tudo isso remete a um exercício meio mental. Faz sentido? É, na verdade é assim, vou te ajudar um pouquinho nessa questão. Isso, me ajuda nas outras duas. É, vamos lá. O outro é sono. Porque sem sono você não vai fazer exercício, você não vai se alimentar bem, você não vai viver bem, você não vai trabalhar bem, você precisa dormir.

Tá, beleza. Fechou. Na verdade é desligar, porque eu aprendi. O cara fala assim, quando você deita, manda mensagem pra sua mente que é, agora é hora de se desligar, me ajude e tal. Eu fiz isso aí algumas vezes. Eu confesso que funcionou. Claro. Esses são os três principais pilares. E o quarto que nós acrescentamos é o autocuidado. Por que o autocuidado é importante?

O que é oito? Autocuidado, por exemplo, o que as pessoas fazem hoje? Você já acorda atrasado, passa pelo espelho, escova teu dente e vai embora. Você nem olha pra você. O autocuidado é você olhar pra você. Como eu tô hoje? Durmi bem, acordei bem. O autocuidado é você olhar pra você e entender o que te faz bem. Se questionar. Quantas vezes você já se questionou hoje? Eita, gostei dessa.

Hoje eu me questionei, porque eu ia vir gravar. É só porque eu ia vir gravar. Eu tinha o objetivo lá na frente, que é eu vir gravar, mas hoje eu me perguntei se eu estudei...

É o roteirinho e tal. É isso aí. Eu cheguei a me perguntar assim. E realmente hoje eu coloquei uma roupa onde eu me coloco grandão. É isso aí. Perfeito. Então, esse autocuidar, esse olhar, esse auto-olhar, se autocuidar, esse auto-olhar, é se questionar. É entender como é que está o teu dia, o que você está fazendo para você. Se o que você está fazendo te faz bem. Porque, por exemplo, às vezes nós aplicamos questionários de ambiente de trabalho.

vou dar um exemplo bem genético aí você tem lá um colaborador que ele responde tudo negativo a pergunta é é o ambiente que é ruim ou o cara que está no lugar errado? opa, muito bom aí eu tenho 95% de aprovação do ambiente de trabalho num questionário anônimo ninguém sabe quem está respondendo aí um cidadão ou dois cidadãos vão falar que ele tem lá tudo errado quem está errado?

Eu já lembro da analogia de, ó, tem uma laranja que pode estragar o saco inteiro. Opa, aí não estamos nem falando disso, mas estamos falando do autocuidado. Cara, essa pessoa está no lugar errado. Está no lugar errado, cara. Ela está no lugar errado. Ela não está questionando. Eu estou feliz. E ela não sabe disso? Ou ela sabe? Eu acho que... Eu acredito muito, cara, que falta o tempo. É isso que eu estou te falando. Falta o tempo.

O autocuidado é isso. Agora peguei. E aí eu vou te falar mais. E aí tem uma coisa que é bem gritante, assim.

O teu celular precisa de bateria? Precisa. Se você não carregar, o que acontece? Fica desligado. Ele para. Morre. Ele morre, ele para. Ele não para? É. Tem como ele funcionar sem carregar a bateria? Não. Por que você tem? Porque eu tenho? É, por que você tem? Por que você não morre se você não ficar recarregando a sua bateria? Ah, cara, entendi. Ah? Saquei.

Você entendeu? Por que a gente acha que a gente vive eternamente? Eternamente. Não funciona assim, caralho. Então, se eu tenho que botar meu celular pra carregar à noite, pra que no dia seguinte ele esteja correto, por que eu não? Por que eu não tenho que dormir bem? Tá no nosso dia a dia, tá na nossa visão que a gente tem que fazer. É isso. Isso é saúde preventiva. Saúde preventiva é você cuidar do seu dia a dia. E aí, se você me permite, eu queria desmistificar duas coisinhas. Eu gosto disso, por isso que a gente tá aqui.

Queria desmistificar duas coisas. Porque desses pilares todos, o que é dormir bem? Ah, dormir bem é dormir nove horas, não sei o que. Não. Isso, não tem nada a ver, né? Não tem nada a ver. Você desconectou bonitinho, você dormiu lá. Isso eu tô falando de uma pessoa saudável, tá? Porque senão a gente acaba misturando as coisas. Verdade. Não, vou fazer isso aqui e vou sarar. Não, não é isso que nós estamos falando.

Estou falando de prevenir. Então, uma pessoa saudável. Eu vou dormir seis horas, dormiu bem, cara. Te satisfez? Está legal. Então, academia. Ah, eu vou fazer exercício. Ah, mas eu não tenho acesso a uma academia. Então, eu não faço exercício. Não. Não é verdade, cara. Eu até troco essa questão do exercício pelo não sedentarismo. São coisas diferentes. Explica mais, então. Assim. Ah, eu não vou na academia, então eu não me exercito?

Isso é mito, cara. É mito. Eu posso não ir na academia, mas eu vou a pé pra cá, eu faço não sei o quê, eu subo uma escada, entendeu? Ah, não, vou subir a escada do metrô, não sei o quê. Virou essa brincadeirinha, sabe? Virou, é. Mas, na verdade, é real. É real. Ah, eu não tenho tempo pra ir na academia. Eu trabalho, eu estudo. Eu trabalho até às sete, às seis da tarde, eu estudo até às onze da noite. Não dá tempo de ir na academia.

Mas se eu fizer alguns roteiros a pé, se eu fizer algumas outras coisas, eu vou me manter ativo.

e alimentação é a mesma coisa alimentação saudável não é comer só salada, não tem nada a ver não tem nada a ver isso é mito comer saudável é chato, por quê? porque as pessoas ficam jogando para os extremos é o cara que come só ultraprocessada e o cara que come só salada

Não, tem um meio termo aqui, cara. Tem um meio termo, onde, por exemplo, tem uma Nutrinose que ela fala, que eu acho muito legal, ela fala, se você descascar mais do que desembala, já tá ótimo. Gostei dessa, vou até anotar. Não é? Se você descasca mais que desembala, você já tá num caminho bem legal. Descassa. E de novo, a gente tá falando de uma pessoa, de pessoas que estão saudáveis e que estão procurando se manter saudáveis.

A gente não está falando aqui de de, como é que eu vou dizer, de tendências de saúde, nada disso. Nós estamos falando de pilares, de conceitos, né? É, e para você aí que está achando que...

Olha, o lagamento é preguiçoso, né? Pega essa informação que o Paulo tá compartilhando com a gente aqui, dá uma pesquisada também, né? Você já vive com esse negócio que a gente acabou de falar, tá até dormindo com isso, então aproveita a hora de escutar e tal. Porque tem isso também, né? Tudo que é falado não tá escrito em pedra, né? Sim. Então aproveita que a gente tem essa tecnologia, já que eu e o Paulo aqui somos antes de 90, né? Que não existia isso. Opa!

já era difícil de procurar, mas hoje em dia, então, é algo... Hoje em dia não tem desculpa, cara. Não tem desculpa. Hoje em dia não tem desculpa. A gente até falou na outra oportunidade, no podcast, que a gente estava falando do empreendedor, né? Que quando eu comecei a empreender lá nos anos 90, o empreendedor ia muito na sorte, porque você não tinha informação. Então, na verdade, ela ia muito no teste AB, tentativa e erro. Deu certo aqui, eu vou, não deu, tem que arrumar. Hoje, não.

Hoje você tem muita informação. Então, pra você construir um negócio, é diferente. E informação até demais, né? Não, não. Então, hoje a gente já tá na fase de filtrar a informação. Você tem informação demais, você vai filtrar a informação, né? Essa aí merece um corte, hein, Caduzão? Filtrar a informação, hein? Filtrar a informação. Hoje a gente já tem que penerar. Hoje você tem muita coisa, muita coisa. E essa é uma das questões da inquietação também.

Você tem excesso de informação. Seu cérebro recebe informações em excesso o tempo todo. O tempo todo. E aí você fala, pô, peraí, mas o que realmente me interessa? Esse é um questionamento também. Muito bom. O que eu estou procurando? Isso. O que eu... O legal do propósito que eu achei, porque eu também fiquei buscando tanto essa palavra propósito, que ela nada mais é que...

Ela tem um fundamento, mas é só eu olhar qual é o objetivo que eu quero com aquilo que eu estou fazendo. Perfeito. Na verdade, o propósito do empreendedor, aí eu sou um pouquinho mais romântico, tá? Boa. O propósito, pra mim, na minha visão, o propósito do empreendedor é o que toca o coração dele. É o que toca o coração dele e o que deste tocar o coração vai mudar a vida das pessoas.

Mas as pessoas culturalmente estão amarradas assim, tá, beleza, eu achei aquilo que eu gosto, achei aquilo que eu quero. Como que eu monetizo? Que aí vem a grana. Mas aí a grana é natural, cara. Quando você faz o que você gosta, é natural. É que tem muito corte de vídeos por aí que tá confundindo a galera de novo. Tá, tá, porque nosso objetivo aqui é muito diferente.

Eu acho que o nosso objetivo aqui é a gente estar trocando ideias, conversando de forma leve. A gente não quer corte, a gente quer conversar. É aquela brincadeira, a gente não quer lacrar. Não é essa a ideia. A ideia é conversar. E, na verdade, nós estamos expressando as nossas opiniões. Ter milhares de opiniões e isso é extremamente saudável. Muito saudável. Isso é muito saudável. Uma outra coisa que eu comecei a colocar em prática é isso, cara. A outra pessoa discordar de você é muito bom. É muito bom. É muito bom.

O diálogo, ele é muito bom. A ignorância, cara, na verdade. E aquilo que eu falei, quando você leva conhecimento, você dá oportunidade de escolha. Então, a opinião contrária, ela está te dando a oportunidade de ver uma outra visão. Que você pode escolher ou não. A gente pode ficar quatro horas conversando aqui, cada um ter o seu ponto de vista e não chegar numa conclusão. Mas isso é saudável. Isso não está errado.

Eu tô levantando essa bandeira agora. É, isso aí. A discordância é saudável. Opa, muito saudável. Paulo, você comentou agora sobre... Vamos entrar aqui num ponto também, que tem uma galera que acompanha a gente que também tá nesse mundo nosso louco de empreendedorismo. Sim. Então, há mais de 30 anos, você tá num mundo de negócios, digamos assim. É, eu empreendo desde 95.

São 30 e 1 anos. Então, legal. Porque como eu comentei aqui das empresas que você trabalhou, talvez as pessoas podem falar, mas 30 anos não tem a ver. Não, não tem a ver. Deixa eu só fazer uma cronologia rapidinho. Isso, esse é o ponto. Eu comecei a trabalhar com 15 anos. Tá. Numa pizzaria. Eu trabalhava numa pizzaria que era de primos. Foi um dos lugares que eu mais aprendi, porque eu lidava com o público o tempo todo.

Como você falou que era romântico, você começou a trabalhar na pizzaria pra levar a namorada no cinema? Não, cara, não era muito novo, cara. Eu tava com 15 anos. A ideia era... A ideia era... Por incrível que pareça, a ideia já era aprender. Já era aprender. Eu já tinha isso na cabeça. Como é que é esse universo? Porque era tudo papel, né, cara? Era tudo assim, era muito no visual. Como você falou, não tinha informação, era tudo no visual, né?

Então eu comecei com 15 na pizzaria, fiquei até os 17 lá. Aí os 17 eu saí e fui para começar a entender o que eu queria fazer de faculdade, mas eu já sabia que eu ia fazer administração, já estava dentro da lógica. E aí depois eu já fui para o corporativo, mas eu fiquei muito pouco tempo CLT. Na verdade, em termos de CLT ao todo, deu mais ou menos uns 8 anos só.

Nossa, você não brincando. Muito pouco, muito pouco. Muito pouco, porque eu fui pra Pfizer como estagiário, saí da pizzaria, fiquei um tempinho sem trabalhar numa transição. Depois eu já fui pra Pfizer como estagiário. Fiquei um ano como estagiário, depois fui efetivado. E aí fui caminhando até chegar na Xerox. E da Xerox eu vi uma oportunidade de mercado. Caramba, que massa. E aí dali eu já migrei.

É aquela história de procure fazer aquilo que te toca, ou procurar uma outra alternativa, enquanto você está trabalhando. É, e eu sempre fui muito, sempre tive na veia, muito área comercial. Sempre gostei muito de lidar com cliente, não só atendimento ao cliente, mas da parte comercial e depois de implantação de projeto.

isso sempre teve em mim, né? Essa questão de estar na rua, nunca gostei muito de... Muito escritório, não. Não, nunca gostei. Até brinquei outro dia que a gente tava... Fazendo um trabalho numa faculdade, né? Às vezes eu faço palestra também em faculdade, então. Então, eu tava num trabalho e me convidaram pra fazer um processo lá. E era em Baias.

e eu falei, caramba, eu nunca trabalhei numa baia na vida, porque eu sempre estive na rua, ou na rua ou dentro do meu próprio negócio, então eu nunca tive essa questão de usar baia, e aquilo pra mim foi uma novidade que eu falei, pô, não sei se eu vou me adaptar com isso aqui não, mas tudo bem. Mas foi, valeu, valeu a experiência. Então, e depois aí dali, por que que aconteceu? Na Xerox, só pra entender a transição, até por conta do empreendedorismo, o que que aconteceu? Eu tava na Xerox e eu vendia equipamentos.

Vendi equipamentos, na época, eu fui contratado para vender equipamentos de grandes formatos. O que é o de grande formato? Para engenharia. Plotters, aquelas impressoras de grande porte, copiadoras, que na época ainda tinha copiadora, né? Vender esse tipo de trabalho.

só que o que eu percebi a maioria dos clientes que a gente vendia eles não queriam o equipamento, eles queriam o serviço eles não queriam comprar um equipamento e designar um funcionário para fazer aquilo, porque não é o negócio da empresa não é fazer cópia ele queria o resultado final ele queria o serviço pronto e eu falei, tem uma oportunidade aqui

né? E aí, dali, eu fui migrando até que... É porque, na verdade, desculpa, até só pra voltar um passinho pra trás. Em 95, eu comprei uma agência de turismo. Foi o meu primeiro negócio. Eita! Aí, foi na loucura. Nunca tinha visto mercado, nada. Foi uma coisa de louco, assim. Sabe? Foi de louco mesmo, porque na época do fax, entendeu? Firmar bilhete, confirmar reserva, tudo via fax, cara.

Aquilo é o dia que meus cabelos brancos começaram ali. Aquilo era uma loucura. Era uma loucura. Um negócio de doido. Aí eu fiquei um ano e falei, não dá. Não dá. Aí eu saí, vendi a minha parte. Eu tinha comprado com um sócio. Aí meu sócio ficou. Vendi a minha parte. E ele continuou. Pouco também. Depois ele também saiu.

Nesse interim todo Estava a Xerox Aí foi meio encavalado Aí depois Aí veio a empresa de gestão de documentos Que essa eu fiquei 15 anos com ela

que foi uma empresa de gestão de documentos que a gente trabalhava as informações das empresas, digitalizando, fazendo a parte de digitalização, segurança da informação. Então, de 98, que foi quando eu mergulhei mesmo na questão empreendedora, de 98 até quase 2014, eu fiquei com essa empresa de gestão de documentos. Que foi antes da mentoria.

foi antes de começar a mentoria. A mentoria já veio muito por consequência disso, porque nesses 15 anos a gente trabalhou muito com corporativo. Trabalhava com banco, com montadora, com autopeça, então os nossos clientes eles tinham esse perfil. E você não é nada sossegado, né? Tá sempre procurando fazer alguma coisinha e falando, não, inventou outra coisa. Não, e aí foi legal, porque isso daí é uma coisa que pra mim foi bem emblemático, porque eu comecei na garagem dos meus pais.

Isso é empreendedorismo a raiz. Eu comecei na garagem dos meus pais. Pra quem fica pensando só nos caras lá de fora, a Steve Jobs tá aqui, ó. A aula começou também na garagem. Comecei na garagem dos meus pais, montei, fechei um pedaço da garagem pra montar, compramos os equipamentos pra fazer as digitalizações, né? Que da hora! Dentro da garagem. Aí, nos primeiros dois anos, assim, foi bem... Bem achado, claro, natural, né? Mas aí a gente começou a expandir até nos outros anos a gente atendeu o Brasil todo.

praticamente todos os estados do Brasil. Atuamos em quase todos os estados do Brasil. Não tinha muito concorrente, né? Então, na verdade, assim, o que aconteceu? Nós fomos puxados para um determinado mercado. Que era... E foi... É que eu não gosto de usar essa palavra, tá? Mas foi meio que acidental, porque nos procuraram.

Então, ah, eu... Mas hoje em dia é normal. As pessoas entendem que... Porque nessa época aí não tinha muito não. Ah, foi acidental. Não, não. Não, para, tá contando historinha. É, não. Foi no telefone. Achou no telefone e ligou. Totalmente acidental. E pra você ter uma ideia, meu sócio tava trabalhando era tipo, eu lembro disso porque foi muito emblemático. Meu sócio trabalhando sete horas da noite um dia. Ele falou, cara, tão ligando pra gente de Manaus.

São Paulo, eu já não tava mais na garagem dos meus pais, já tava num outro local. Mas, tipo, tão ligando pra gente de Manaus, cara. É trote. Não, é sério, o primeiro passo foi assim, é trote. A diretoria do banco de Manaus, não, isso aí é verdadeiro, a diretoria do banco tá precisando de digitalização lá e tal, e... precisa haver um orçamento. Falei, cara, alguém tá de sacanagem com a gente, não é possível.

E aí foi, era verdade, a gente tava concorrendo com a própria Xerox, na época. Nós ganhamos e foi o nosso primeiro projeto fora. E aí, é como você falou, a época radical já foi logo em Manaus, né? Nunca tinha ido... Eu só conhecia o Manaus só no mapa, né? Tá doido, eu não conhecia, ainda tinha a Zona Franca, tinha que levar equipamento, cara, que loucura que foi aquilo. É outro tipo de coisa, você tem que dar saída no equipamento, entrada, cara, não dá nem detalhe. Tinha muitos funcionários? Então, a gente chegou a ter mais de 50.

Nós chegamos a ter mais de 50 colaboradores. Caraca. No auge assim, a gente chegou a ter mais de 50 colaboradores. Muita gente. É, não, foi bem legal, foi bem legal. A gente atuava, tipo, chegou a atuar em quatro estados ao mesmo tempo, sabe? Com projetos em quatro estados diferentes. Foi uma aventura boa. Os cabelos brancos, tá explicado os cabelos brancos. É, pô. Foi uma aventura legal. Mas aí depois a coisa andou, tá o normal, né? A gente ficou com 15 anos, eu fiquei com o mesmo sócio 12 anos.

Que legal. Que também isso é uma coisa bem diferente. Casamento muito... Bem legal, bem diferente, né? Aí depois eu achei por bem sair da sociedade, porque o mercado, na verdade, quando você fala de digitalização de documentos, ele acaba, naturalmente. Ele acabou, porque os documentos já eram eletrônicos.

E aí eu comecei a trabalhar na TOTS, trabalhei um ano na parte comercial, mas mais voltado para projeto da TOTS, porque eu já tinha um pouco de... um pouco não, né? Trabalhava bastante com a questão da gestão administrativa, né? Dentro dos clientes, por conta de gestão de projeto, né? E aí fui, fiquei um ano lá, mas aí não era muito a minha praia, aí eu comecei a mentoria. Foi quando eu comecei a fazer a mentoria empresarial.

Não é à toa que é mentoria, deixa até só para não falar certo, que é mentoria de negócios e inovação. Negócio e inovação. Aí eu fiquei de 2014 mais ou menos até a pandemia.

Até a pandemia, bastante tem. É, porque eu acredito que foi nesse meio que a gente se conheceu. Foi, foi, foi. As embaixadas e tudo mais. Isso, exatamente. 2018, mais ou menos. 17, 18. Eu entrei em 17, porque se não me engano a gente se conheceu foi na Paulista mesmo. Eu ia falar em Santana. Não foi com o Fred?

Ah, é verdade. Na galeria do rock. Esqueci, é a do Centrum. É isso aí. De lá pra cá, é verdade. Cara, nós estamos falando de oito anos. Olha que loucura. Oito anos. Não faz sentido. É muito tempo, cara. Eu tô... Agora que o podcast tá...

Vocês viram, né, galera? Aqui, pra quem tá achando o novo logo. Isso aqui eu improvisei. Isso aqui tá chique demais, galera. Isso aqui tá sensacional. Chique demais. Mas assim, me veio porque eu tô rebuscando algumas coisas do que eu escrevia nessa época de machado dos encontros, tá, galera?

Uma das ideias, realmente, o podcast, ele veio porque eu falei, cara, eu conheci tanta aquela galera, uma pessoa melhor que a outra, assim, da bolha que eu saí, ali, aquelas pessoas ali da Embaixada, eu falei, que isso, cara. Muito rico. E aí eu falei, e ali foi se perdendo, então, aproveitando aqui, né, só, tipo, saindo um pouquinho, mas aproveitando porque que gravo o podcast, né, um dos motivos foi isso, porque eu falei, cara, cadê aquela galera? Onde foi parar?

e falei, não, não, não, vou procurar de alguma forma juntar essa galera aí e trocar esse espaço e era uma convivência rica, né? uma convivência muito rica, muita informação muita troca e eu te falo, Paulão, que até hoje tem gente que me manda mensagem perguntando se ainda tem esse encontro eu falo, cara, existe esse encontro eu faço parte do grupo, mas assim hoje em dia é online

Ah, tá bom. Porque tem um cara que é dos Estados Unidos, Demetrius, alguma coisa assim o nome dele.

Que ele que é o coordenador, tal, tal, e ele mobiliza. A Lilian, nossa amiga Lilian, ela faz parte desse grupo. Falei, cara, tem aí, não, mas presencialmente não tem mais, cara. Falei, cara, eu não participo mais. Mas deve ter, cara. Mas, ó, tá aqui o contato, eu passo o contato da Lilian. Sim. Posso contar da Lilian, a gente tem contato com ela, porque é interessante, é gostoso. Eu falei, ó, na época que tinha, vocês falaram que não, não, pra quê?

Não existia tempo hoje, vocês estão procurando aí uma segunda renda, ou tá querendo abrir o próprio negócio.

Mas tem muito no mercado, não é à toa que o Eu falo pra eles, não é à toa que o Sebrae tá aí De pé até hoje, então procura Mas eu falei, mas também aproveita E se inscreve no canal do podcast que eu vou trazer essa galera É isso aí, com certeza Então eu falo isso A intenção aqui desse podcast Eu acho ela maravilhosa Porque o empreendedor Eu participo de um conselho

e lá você fala muito do empregado do funcionário mas eu sinto que muitas vezes o empreendedor acaba ficando meio que num limbo numa questão de não só de conhecimento, quanto de cuidado mesmo, sabe, aí eu tô falando de cuidado não de saúde, tô falando de cuidado como um todo sabe, de orientação de informação de, você tem nós estamos passando por um processo muito grande B B B

junto às empresas e os seus funcionários. Isso é o que está agora muito na questão. Mas e o empreendedor? Como é que ele fica nessa história? Verdade. E isso ele fica num limbo. Porque se você pegar... Hoje, por exemplo, você tem vários programas que falam vamos fazer educação para isso, educação para aquilo. E funciona muito. Mas você não tem exatamente uma educação empreendedora.

Nós passamos também, pós-pandemia, por um processo muito sério de pejotização. Pejotização, não sei se a galera sabe, pejotização é você deixar de ser CLT para você ter que abrir uma MEI ou abrir uma empresa X para você continuar trabalhando, muitas vezes, na mesma situação que você fazia. Só que ao invés de ser CLT, você abre uma empresa para você poder continuar trabalhando e prestando serviço. Então você deixa de ser CLT para ser um prestador de serviço.

Então, esse processo de pesquisarização foi absurdamente uma avalanche. Só que o que acontece? Uma coisa, vamos pensar assim, eu sou um contador. Eu sei fazer o quê? Contabilidade. Se eu abrir uma contabilidade, eu tenho que saber administrar, eu tenho que saber vender, eu tenho que saber falar com meus colaboradores. Você percebe que é diferente? Quem que me ensina isso?

aonde eu vou aprender isso aqui? Cara, não tenho. Entendeu? Então, esse é o grande X da questão. A ideia é, ah, beleza, vamos pejotizar? Vamos, é legal, é legal. Dentro de determinados princípios e processos, é legal? É. Tá bom, mas quem vai capacitar esse cara? Quem vai colocar esse cara para ele entender que ele vai fazer muito mais funções?

para ele poder ter o teu processo. Você, por exemplo, o teu podcast. Se você é apresentador, beleza. Se você tiver uma produção. Se você não tem, você é o apresentador. Você é o arrumador. Você é o iluminador. E assim por diante. E quem que vai ensinar isso aí? Aí entra o propósito que eu achei. Entendeu? Essa é a questão. A lógica, eu acho que essa questão do empreendedor, eu penso que nós ainda estamos gatinhando.

Nossa, cara. Nós ainda estamos gatinhando pra tornar o processo de empreender um pouco mais agradável. Acho que agradável nunca será, talvez. Mas é tornar pelo menos minimamente agradável. Minimamente sólido. Acho que essa palavra é até melhor do que agradável, sabe? Minimamente sólido. Onde eu sei onde eu tô pisando.

Porque segundo as estatísticas, é mais de 80%, 80% aí é MEI, né? Ah, 80% é MEI. Pequenas, médias empresas. Que eu escutei, eu achei muito legal. 80% que é o que sustenta o Brasil. Aí eu parei e falei assim, eu faço parte desse MEI aí. Claro. Mas cadê esse cuidado do que você está falando? É isso aí. Você não tem a contrapartida. Você não tem... É por isso que falar empreender é uma coisa de louco. Na verdade, não é questão que é de louco.

Mas é um pouco insano mesmo, porque você meio que mergulha de olhos fechados. Você mergulha de olhos fechados. Por mais que tenha informação, por mais que você tenha esse lastro hoje, falta aquela informação de base. Ah, você tem uma faculdade de empreendedorismo? Você tem matérias de empreendedorismo? E hoje é maravilhoso. Hoje você tem até... Isso é até uma coisa boa de falar. Na minha época eu fiz administração, você fazia administração para ser um bom gerente.

para ser um bom supervisor, não para montar teu negócio. Não tinha nenhuma matéria que te ensinasse a montar um negócio. Hoje não. Hoje você tem nas faculdades, você tem matérias voltadas para o empreendedorismo, você tem faculdades que levam empreendedores para explicar a jornada, inclusive eu faço isso algumas vezes. Então é diferente. Você leva um conhecimento. Já. Mas não tem essa base. Você não tem um negócio, por exemplo, lá na escola que te ensinam, fala assim, o que você quer fazer?

E eu fico puto com isso. Eu vou falar uma polêmica agora. Eu não deveria falar, mas eu vou falar. É muito polêmico isso que eu vou falar. O podcast foi feito pra isso. Mas uma coisa que eu não me conformo. Você estudar 12, 13 anos. Isso aí você não vai fazer nada. Meu Deus do céu. Não tem alguma coisa errada? Tem. Você estuda 12 anos e você não sabe fazer nada.

Entramos num momento, vou fazer um corte aqui, um momento polêmico, né? Aquele plantão que passa lá na TV. E aí...

Tem os grandes empreendedores, vamos chamar assim, porque esses caras literalmente criaram as empresas deles lá atrás, na década de 90, outros... Vou falar o nome, não tem problema nenhum. Tem o Flávio Augusto, do Geração de Valor, que é empreendedor de 95, criou a empresa dele. Aí tem o Tales e o Nardoni e os meninos lá, que eram do G4.

A empresa desses caras, que é, hoje o Flávio tem a tal da mentoria lá, tal, tal, e só fala com, digamos, tá começando a mostrar que parece que fala com a elite. Não, na verdade estão empreendedores e empresários, que ele criou a mentoria pra essa galera. Aí bateram agora, recentemente, um bi, o clube, o clube bateu um bi. Aí tem lá o G4, que também trabalha com...

empreendedores e empresários. Então, a mentoria dos caras lá é 10 mil reais, 20 mil, alguma coisa nesse sentido. Aí, pra mais, sim. Beleza? Então, como a gente tá falando de cuidados do empreendedor, que tá faltando, beleza. E parece que, quando eu olho pra esses dois tipos de negócios, eles são educacionais. E eles falam sobre isso. E eles falaram, cara, por que a gente criou isso? Porque o mercado não oferece. As escolas não oferecem, a faculdade não oferece. Perfeito.

E aí tem gente criticando eles porque a mentoria deles custa tudo isso. Mas, cara, eu conheço pessoas que foram fazer, tanto com um cara quanto com outro, que realmente eles começaram a implantar esse cuidado que o cara como empreendedor ou empresário ele não tinha. Não sabia. Não sabia. E ele teve que pagar. Então comprou o que é? Comprou o acesso. Comprou o acesso pra poder... Sim. A imersão, né? Faz a imersão. Isso. E tem lá todos os cuidados.

Mas mesmo assim, falei desses caras, mas mesmo assim eu tenho pra mim, que tem ainda um mar azul pra navegar. Ainda mais a gente que se conheceu e participou daquele grupo, tem uma galera ali que eu vejo aí pela rede social, que tá sentindo falta desse cuidado.

E eu vou além, até. Vou além. Que não tem, só aproveitando o gancho, que não tem a condição financeira, porque um deles eu chamei pra perguntar, não tem a condição financeira, pô, eu tenho que pagar mentoria, ou como uma outra empresa lá, a Conquer.

que abriu lá um curso sobre empatia e tal. Eu olhei aquilo e falei, o que está acontecendo, gente? Não tenho nada a condenar, mas empatia, está vendendo isso? Estava ensinando a outra pessoa a aprender a sorrir. Falei, o que está acontecendo? Ou eu estou muito fora do mercado, porque falei, não, pera aí. Cara, assiste um podcast, pô. Eu indico um podcast. É o cúmulo do... Não pensar assim do...

De você contornar o que está errado. Exato. O cara não tem a base. Aí ele vai aprender uma determinada coisa. Para quê? Para melhorar a máscara. Não para arrumar o conteúdo. Vai voltar no que você acabou de falar. 12 anos na escola sem você sair. Cara, não tem como você não saber finança pessoal.

Não tem como você não aprender a cuidar da sua saúde. Não tem como você não entender qual é a sua vocação. O que te toca? Você não precisa escolher teu curso, mas saber o que te toca? Pô, você ficou 12 anos lá dentro, cara. Você ficou 12 anos mais do mesmo. Sabe? E aí, na hora de você saber, você não pode ir no banco. Eu tô falando aí no banco, isso aí é bem antigo, né? Mas, tipo assim, você não sabe o que você faz no banco, cara.

Você não sabe. Você não sabe o que é bom pra você. Não sabe. Você não sabe olhar pra você. Pelo amor de Deus. Então, tem coisa errada, cara. Tem coisa errada. E foi polêmico. Então, eu vou te contar um negócio aqui dos bastidores depois. Que é algo que, enquanto eu estiver aqui, que eu já conversei com o papai do céu, ele vai deixar eu colocar isso em prática. E chegará lá.

Eu vou te contar, então, nos bastidores. Por enquanto é segredo, gente. Mas depois eu conto pra vocês. Por enquanto é conversa de bastidores. É, porque é mais ou menos esse assunto e tem a ver com, de alguma forma, de contribuir com vocês, tá? Mais ou menos por isso. Gosto. Porque, cara, eu fico muito indignado até por isso. Porque eu também não... Eu não... Eu não...

Não tinha a condição financeira de realmente pagar um acesso, pagar uma mentoria. Mas eu conheci os caras. Conheci o Flávio, conheci o Joel, conheci o Primo Rico, conheci pessoalmente. Por quê? Porque eu tive que sair da minha bolha e ir atrás. Que foi através da embaixada que eu conheci esses caras. Sim, perfeito. Porque eu estava envolvido lá. Você deu os passos. Cara, muito. E aí aquela... Ah, você tem que pagar o preço. Eu também falei, cara, para com esse negócio de pagar o preço.

Aí entra no que você falou lá no início. Você falou do propósito e eu falei do objetivo.

Aqui aparentemente é a mesma coisa. Cara, o meu objetivo sempre foi como que eu faço pra sair daqui? De onde eu estou? Como que eu faço pra sair daqui? Cara, você precisa fazer isso. Aí foi através dos livros. Hoje em dia que eu falo, cara, eu sou consumidor assíduo de podcast. Isso, livro, podcast. Por isso que eu te falei. A informação de qualidade, hoje ela existe.

Onde ela existe? É a questão do filtro que nós estávamos conversando. Saber filtrar. Mas a informação de qualidade existe. Ela está lá. Ela está disponível. Ela não vai estar em determinadas mídias sociais. Não, não vai. Até porque não é o objetivo. Mas ela está lá. Mas ainda tem uma questão, sabe? Que eu ainda vejo. Livros de qualidade ainda são caros.

Livros de qualidade eu acho que ainda são caros. Ainda existe esse processo de você dar um acesso mais fácil a determinadas situações. O podcast não. O podcast já é mais horizontalizado. Então você tem ali muita coisa boa que você pode extrair. Então nós estamos num momento muito privilegiado.

eu até falo muitas vezes que nós somos da geração que passamos pelas duas situações, nós somos analógicos e digitais, nossos pais foram analógicos, nossos filhos são digitais nós não, fizemos as duas nós fizemos a transição então a gente tem um pouquinho da visão dos dois lados e hoje até curiosamente falando de empreendedorismo lembra que eu falei pra você que eu tava vendo aquele projeto da IA? lembra?

quem estava me apresentando, a visão é aquela ali. Então, se você não tem alguém com a visão estratégica para olhar, aquilo morre ali. Por quê? Porque é só uma ferramenta. Mas o que eu faço com aquela ferramenta? Aí tem outra situação. Então, a experiência, o conhecimento, ele nunca vai cair em desuso. Nunca vai cair em desuso. Porque é dali que vai sair a ideia toda. O todo sai dali.

É como fala, como nós somos filhos, tem gente que já fala assim pra mim, cara, eu não sou criativo. Não, pera, mas eu vou compartilhar com você o que eu aprendi. Eu também tinha essa mesma fala sua. Mas você é filho de quem? Aí eu sou do meu pai. Falei, tá vendo outra coisa que eu vou te ensinar, que eu também aprendi. Sim, você é filho do seu pai, mas você é filho do criador. É isso aí.

É como eu falo, não entre em religião. Porque como eu falo é problema. Você é filho do criador. Ou seja, tirando ateu, todo mundo confia em um ser deus. Ou um ser do universo. E você é filho, se você não fala de Deus, você fala de universo. Então, você é filho do universo. Então, você é criativo. Perfeito. E aí, quando eu vejo esses negocinhos meio que... Tá ensinando a pessoa a poder falar...

Tudo bem, tem a fala como o convidado anterior. Ele é jornalista. A comunicação dele é muito mais fluida. Como eu comentei com você no bastidor, a sua comunicação no podcast que a gente gravou, eu fiquei olhando lá todos que gravaram e falei, nossa, do Paulo foi muito fluido a forma de falar. Mas tem o quê? Todo esse tempo que você tem de mentoria, palestra e tal, então a sua fala vai ser diferente.

Existe aquilo, se aprofundar na comunicação. Isso é uma coisa. Agora, algumas coisas mais... Que aí eu falo, cara, estão vendendo algo que talvez não precise, mas... Pode ajudar alguns, mas vai ficar muita gente de fora. Mas eu acredito assim, cara. Eu hoje ainda estou me descobrindo. Então, por exemplo, eu estou me descobrindo. Então, eu ainda não sei exatamente as minhas valências. É o que eu falo. Por exemplo, eu estou aqui no podcast. Ok? Se você me der um roteiro, provavelmente eu vou me atrapalhar.

Porque não é a minha forma de falar. Acorda aqui, Cadu, rapidão. É, eu quase me atrapalhei aqui. Não é a minha forma de falar. Então eu tenho que me conhecer para entender como é que eu vou caminhar. Boa. Aí talvez seja muito mais produtivo do que de repente fazer um curso de empatia. Eu me conhecer e saber que eu não funciono me obrigando a falar determinada frase, mas eu posso falar aquele conceito de uma forma diferente.

Eu posso estar preparado para falar aquele conceito de uma forma diferente sem me ater a uma frase. Então isso é uma valência. E vai ter gente que não, que é exatamente o contrário. Vai ter gente que precisa do roteiro, porque senão ela vai se perder. Então, por exemplo, muitas vezes eu vou fazer uma palestra, eu vou usar uma apresentação, mas em muitos casos, eu nem olho para a apresentação. Eu vou passando e vou falando e a coisa flui.

Que isso você adquiriu com o tempo, não é isso? Totalmente, totalmente. E até é legal de falar isso, porque às vezes você fala assim, ah, mas o que ele tá falando não tem nada a ver, o cara aprende... Não, cara, tem uma coisa, é aprendizado. Não tem como. Quando tava na pandemia, que nós começamos a fazer as lives, era um terror, cara.

Era um terror. Quando eu tava no estúdio, que aparecia lá o reloginho 10, porque o reloginho começava com 30. No 30 ele tava azulzinho. No 10 ele ficava vermelho. Pra ficar 10, 9, 8 chamar atenção. Pô, quando eu ficava vermelho, a perna já temia. E agora? O que vai acontecer? E aí você começa, pô, não posso errar, não posso falar isso, não posso escorregar. E aí esse não posso, ele arrebenta com a gente.

arrebenta. Então, e isso é um processo. De repente, aquele 10 já começou a incomodar tanto. De repente, a noite anterior já começou a ficar melhor. Então, é uma coisa que é gradativo, vai andando. E hoje, porra, eu não sei, tem dia que vai fluir, tem dia que não vai, cara. Tem isso também, velho. Tem dia que vai fluir, tem dia que não vai. Tem dia que eu vou tentar falar uma coisa e falar, puta, não gostei. Falei um negócio que não devia, não encaixou.

Eu nem vou falar o que eu passei outro dia. Eu vou tentar falar sem falar. Certo, beleza. Não posso falar porque hoje é politicamente incorreto. Mas a gente foi... Nós finalizamos o evento e nós fomos tirar uma foto. E eu fiz uma brincadeira. Todo mundo brincou. Não fui só eu. Todo mundo brincou e eu fiz uma brincadeira. De repente eu olhei e falei cara, que besteira que eu falei.

Nem foi uma coisa grave, nada disso, mas eu falei... Então, naquele momento, você entra numa autocrítica. Você fala assim, pô, peraí, não precisava ter feito isso. E a mesma coisa, que nós estamos conversando. De repente, você vai falar uma coisa que você fala, puta, não casou. E empreender, cara, é isso. Empreender é exatamente isso, cara. É você fazer e fazer o seu melhor. É aquilo. Faz. Depois você olha e vai procurando ajustar. Cara, eu acho que o maior combustível é você ter certeza que você fez o melhor.

cara, obrigado. Obrigado. Não é por nada não, mas cada vez mais eu me sinto que eu tô ficando cada vez melhor. E ó, aproveitando, né, já tô me chegando aqui pro finalzinho, só pegando esse gancho aqui que é.

tem a questão do roteiro, obrigado por isso que eu falo, cada convidado que vem aqui eu aprendo cada vez mais eu tenho roteiro e eu mandei pra ele vamos seguir o roteiro, mas aí ele já me conhece e eu fugi do roteiro, fugi muito do roteiro mas assim, eu tava dando uma visualizada aqui e eu falo isso, Paulo tô gravando aqui e mostrando pra galera um pouco como que funcionam os bastidores então eu fiz o roteiro e fui guiando mas assim, muitos assuntos do que a gente falou que você também já tinha me falado ali atrás

Eu tô riscando aqui, realmente a gente entrou nos pontos, cara. Perfeito. Entramos nos pontos. É isso. E aquilo, não me prendi, mas chegou uma hora que eu... Caramba, será que eu tô fugindo? Porque tem uma questão do tempo e tudo mais. Mas, cara, não me prendi a ele e tamo aqui, ó, caminhando e eu tô gostando, cara. Tô gostando dessa parte. Porque, assim, me mostraram que, cara, é legal você ter o roteiro, porque como você é palestrante, por isso que eu tô puxando esse gancho, tá?

Então você pode falar, ah, o legal do roteiro é porque aí você segue uma linha mestra, né, que eles falam. Você segue uma linha e tal. E tô me sentindo bem, cara. Perfeito. O roteiro, na verdade, na minha lógica, né, na minha lógica de ser, essa é a questão, como eu funciono. O roteiro, pra mim, ele funciona muito pra coisas que eu não posso esquecer de falar. Então, tipo, tem coisa que você vai virar pra mim e falar, Paulo, não posso esquecer disso aqui. Isso aqui é importante.

Então, aí o roteiro funciona ali, então isso aqui eu pego um gancho aqui, um gancho ali, para não esquecer aquele ponto. Mas fluir no restante. Tá, então, enquanto você vai falando, deixa eu ver se algum ponto que eu falei e tal, diz, não, falamos aqui, tá. É, não, mas eu quero que você fale, por favor. Tá no último.

Que é a questão da... Porque tudo bem que você me contou um pouco nos bastidores, né? Então, digamos que estava aqui dentro do roteiro. Que é, além da Sol, você tem uma outra empresa. Porque isso é novidade. Para mim é novidade. É, na verdade foi assim. Até para explicar um pouquinho. O que aconteceu? A Sol, ela nasceu do propósito de levar saúde, bem-estar e qualidade de vida. Através do conhecimento. Pronto. Virou uma empresa de impacto social.

que tem uma plataforma de divulgação de profissionais, de terapeutas, de psicólogos, de uma série de situações que levam conhecimento para os funcionários das empresas, ou para quem quiser acessar, tem muito conhecimento aberto também. Eu ia te perguntar se a população no geral consegue acessar. Mais ou menos. A gente está nesse processo ainda, está na parte construtiva disso, principalmente na questão de conteúdo, para a gente levar cada vez mais conteúdo.

Então, conteúdos abertos. Porque a gente hoje leva muito palestra, evento, para dentro de empresa. Mas a gente quer deixar isso gravado e aberto para que as pessoas vejam. Então, os profissionais fazendo vídeos, falando, trazendo muito conhecimento ali. Então, esse é o caminho que nós estamos trilhando para 26 agora, para acontecer agora em 26.

Quebra de paradigma poderia fazer parte do seu nome. Muita coisa que você cria é muito quebra. E aí o que aconteceu? Com a questão da NR1, que para quem não sabe, a NR1 existe há muitos e muitos anos. É uma instrução normativa que existe há muitos anos. Só que a partir agora...

dos últimos anos, foi colocado a questão mental e emocional dos colaboradores. Então, assim como eu tenho que medir a questão ergonômica, se eu tenho que usar bota, se eu tenho que usar proteção, que é o que ela regia antes, agora eu também tenho que entender se o meu ambiente de trabalho é saudável ou não. Então, isso é o que a NR1 faz hoje, ela controla a questão do ambiente de trabalho.

No que diz respeito à questão mental, emocional, assédios, metas abusivas e uma série de coisas ali. Que aqui a gente pode ficar até amanhã falando sobre isso. Você tem metas abusivas nos lugares mais diferentes. Você tem assédios, uma série de coisas, cara, é bem complexo.

É um tema muito complexo. Isso é uma coisa que é muito grave que está acontecendo. E aí com a NR1, até para falar da outra startup, com a NR1 nós percebemos que ficava em aberto a questão consultiva. Então, por exemplo, como é o ambiente de trabalho do teu podcast? Dando um exemplo, tá? Como é o ambiente de trabalho? Então vamos conversar com teus colaboradores, vamos ver o que eles sentem no ambiente de trabalho.

Vamos medir qual é essa interação, esse engajamento.

Só que isso pra Sol fazer tava puxado. É uma coisa que tava confundindo com o propósito principal que seria levar conhecimento. Então criou-se uma segunda startup e essa segunda startup ela faz os questionários de riscos psicossociais que são obrigatórios pras empresas hoje. Faz a questão de treinamentos dentro das empresas, faz a questão dos workshops, toda a parte de palestras, tudo voltado e agora a gente tem que fazer

para a melhoria do ambiente de trabalho. Ok. Então, uma ficou, criou-se uma startup voltada para a parte consultiva, que chama-se Sanus Working, porque Sanus em latim é saudável. Então, é trabalho saudável, né? É uma coisa trabalhando saudável, é uma jogadinha, né? Então, criou-se a Sanus Working, que o objetivo dela é esse, é medir o ambiente de trabalho e levar estrategicamente soluções para melhorar esse ambiente.

para aumentar o engajamento, até para aumentar a produtividade e com certeza para melhorar a vida dos funcionários. Muito bom que isso vai ajudar a galerinha que está vindo. Digamos, os mais... Vamos pegar 25 para baixo. Eles nunca, provavelmente...

Na verdade, a ideia é pegar todos. É pegar dos 8 aos 80, porque dentro da empresa... Dentro da empresa tem todas as idades ali. E é obrigatório para todos. Você não pega uma faixa. Por exemplo, não pega só o líder. Todo o teu colaborador. E isso é uma coisa também que é um paradigma. A empresa tem funcionário, tem que fazer.

Não tem como, ela tem que fazer análise do ambiente de trabalho dela. Porque tem aqueles mais 50 a mais, tipo, não, eu já sei disso e tal. Isso sim é um paradigma bem complexo. Esse é, né? Bem complexo, porque, pô, eu vivi até agora assim, como é que eu vou mudar? Isso. Principalmente na liderança. Tanto que nós temos um curso de liderança na Sanus, que ele chama o líder moderno e as novas exigências legais. Por quê? O que ele pode fazer ou o que ele não pode fazer? Hoje. Muito bom, gostei.

Isso é complexo, cara. Isso é complexo pra caramba, porque hoje você tem uma série de situações, inclusive trabalhistas, de demandas trabalhistas, porque não é só afastamento do INSS, né? Você tem uma série de questões, de processos trabalhistas, uma série de coisas, por quê? Por má conduta do gestor. A principal causa, na verdade, de questões trabalhistas por risco psicossocial é má conduta do gestor.

É inabilidade do gestor, é ele saber o que ele tem que fazer ali. Isso eu posso até te dar um exemplo. Vou te dar um exemplo prático, que parece bobo. E eu gosto desse exemplo porque ele é bobo. A tua empresa tem uniforme. Você começou a trabalhar lá hoje. Mas ela só dá camiseta, ela não dá calça. Tá? Tô dando um exemplo. Você é obrigado a usar camiseta. Então eu tô aqui com a camiseta da Sol. Mas a calça, não. Eu não te dou a calça.

Toquei no microfone aqui. Não te dou a calça. Mas eu quero que você vá de calça escura. Tá? Eu te obrigo a ir de calça escura, mas eu não dou a calça. Aí você não vai de calça escura porque você não tem. E aí? Como fica? Como fica? Como que o líder cuida disso? Muito boa. Entendeu? É uma bobeira? Certo? Mas como que ele lida? Ele expõe o cara? Ele chega na frente de todo mundo e fala assim você não pode entrar nessa calça.

E aí o cara é obrigado a falar, eu não tenho? De 10, um só que não vem. Ele fala, todos vieram, por que você não veio? É isso. Só que você fala na frente de todo mundo. Aí o cara é obrigado a se expor e falar, eu não tenho. E aí? Nossa. Isso é considerado o quê? Entre aspas, isso é assédio. Isso é assédio moral. Eu te perguntei porque eu pensei nisso. É, você tá humilhando a pessoa. Primeiro, né? Tem aquela máxima, lógico.

perguntas e críticas no particular, elogios no... elogios em aberto, pelo amor de Deus. Isso é básico. Se perdeu um pouco isso. Pouca gente usa, mas é básico. Mas nessa questão da NR1 particularmente, essa leitura que o gestor tem que ter, essa nova leitura que o gestor tem que ter, é muito diferente do que era antes. Antes o cara falou, ah não, se eu não der porrada, as pessoas não trabalham. Cara, se ele der porrada hoje, ele quebra a empresa.

E eu não estou falando de andar errado. Não é nada disso que eu estou dizendo. Estou falando no sentido de saber se comunicar para atingir o objetivo. São coisas completamente diferentes. Cara, e para isso está virando lei e tudo mais, é que o negócio está grave por aí, né? Claro, mas é claro. Cara, se eu te fizer uma pergunta, você vai achar bem... Quem é o top 1 de risco psicossocial? O 1 é fácil.

querer se matar? Não, não. Do risco das empresas, do risco psicossocial. Qual é o top 1 de segmento de mercado? Abuso? Não, não, do segmento do mercado. O top 1, vou dar o top 1 para você, setor de saúde, que lida com vida. Então é o que é mais pegado ali, porque você lida com vida ou morte, é uma coisa que você está o tempo todo ali num nível de tensão muito alto. Mas se você pegar, por exemplo, varejo,

que lida com o público, loja, loja de shopping. Cara, isso é top 5. Você vai falar, porra, mas é top 5? É, cara. Por quê? Porque você tem meta abusiva, você tem uma série de... Eu não tô falando todas, obviamente, mas eu tô dando um exemplo. Então, é muito sério isso. É muito sério. E é uma coisa que tem que ser tratada. Não tem como. Não tem espaço pra isso mais.

Você deve lembrar de um monte de história aí. De bancos e tal. Por que os bancos começaram com isso lá atrás? Por conta disso. Eles começaram por um caminho inevitável. Inevitável. Muita gente ficou ruim. Exato. Muitas demandas, trabalhistas, uma série de coisas. Então começaram a ter que se mexer. Só que isso agora desceu a pirâmide e está todo mundo tendo que fazer.

É que serve pra um, serve pra todos. Isso. Só que cada um pega o calo onde aperta e vai arrumando ali, né? Então agora não. Agora é genérico. Então agora todos têm que trabalhar isso de certa forma. Cada um no seu ramo de atividade, né? Muito bom. Gostei. Ah, que pena. Ah, que pena.

Pô, a gente tem muito assunto pra falar aqui. Muito assunto pra falar. Acho que a gente vai precisar fazer um terceiro, hein? Pô, cara, vai ser um prazer gigantesco. Porque tem alguns assuntos aí. Tem um que eu vou te falar no particular. Só pra deixar vocês curiosos. Eu me sinto muito bem aqui. Eu me sinto em casa porque eu acho que a gente tem um alinhamento de visão, assim, que me encanta muito, cara. É algo que me deixa muito à vontade de estar aqui. Ah, que massa, pô. Sabe? E eu gosto demais. Gosto demais. Foi um prazer.

obrigado, eu que agradeço uma outra coisa que eu gosto de compartilhar aprender a receber os elogios muito obrigado faz a diferença gente, eu também achava que era bobo não, merecido mexe muito é um merecimento Paulão, e aí realmente a gente caminhando aqui pro final porque realmente eu olhei ali o relógio e meu amigo Cadu aqui eu sempre falo do Cadu, porque se não fosse ele nada disso estaria acontecendo B B B

E um abraço também pro Rogério, que é meu parceiraço. E as meninas também, só pra elas não ficarem com ciúmes. Eu mando um beijo pra elas também. Pra gente, redes sociais. Tem que falar sobre redes sociais. Redes sociais. Então, agora isso aqui tá escrito. Redes sociais do Paulo, redes sociais da Soul, redes sociais da nova startup.

E também pode mandar um beijo ali, né? Pra patroa que tá aqui. E já vou aproveitar também. Já vou aproveitar também. Parabéns pra vocês, do filho de vocês que se formou. Isso, exatamente. Parabéns. Parabéns, Felipe. Cara, é uma... Cara, eu vou falar isso aqui. Cadê o som em um instantinho, peraí. Que agora é conversa de paz.

É uma vitória maravilhosa, cara. Já me falaram muito sobre ser avô, mas, cara, eu não... Filha, ainda não, tá? Mas a formação, cara, quando minha filha se formou... Nossa, maravilhoso. O que é isso? E por isso que eu puxei esse assunto, porque eu ia falar pra vocês, e eu gostaria que você deixasse um recado pro seu filho. Nossa, muito orgulho, parabéns demais, ele se esforçou muito pra chegar ali, se esforçou, trabalha na área.

Trabalha na área. Trabalha na área, não só na área, mas na área que ele gosta, porque ele gosta da parte de esporte, né?

Sempre trabalhou com esportes, trabalhando em relações públicas na área de esportes. Então está feliz demais. Então parabéns. Parabéns para você, filho. A gente deseja sucesso infinito para você. E eu tenho um outro filho, o Vitor, que faz psicologia. Que se forma daqui a dois anos também. E também está num caminho maravilhoso. E já está colhendo frutos. Que massa. E também um recadinho para os pais. Qual é a sensação do pai de ver um filho formado?

Ah, cara, é sensacional. Não vou falar a questão do dever cumprido, porque não é isso. Porque eu acho que o grande X é a gente dar o exemplo. É isso. Nós não podemos trabalhar pelos filhos. A gente tem que dar o exemplo e eles fazendo deles. Então, o esforço é deles. Não tem como ser diferente. Porque senão você não vai viver pro seu filho nunca. Você não vai viver por ele.

E só pegando o gancho, mas sem a base eles não teriam chego aí. Não, sem o exemplo jamais. Isso não tem como. A gente não tem que mandar, a gente tem que dar o exemplo. Eles só seguem. Que pô. É isso. É assim que eu quero terminar. Cadu, você pode me cobrar, eu tenho que terminar todos os episódios dessa forma. Beleza? Tá combinado? Porque, cara, é gostoso demais essa...

essa oportunidade que eu tô tendo, eu falo que é uma oportunidade que eu tô tendo, então, realmente eu, é aquela história, cara, eu busquei pra que isso acontecesse, e por mim é isso, você estava lá comigo lá atrás, e com certeza você ia ter que tá aqui, cara. Não, eu quero te dar os parabéns, porque é muito legal você evoluir dentro do que você acredita, e é isso que você tá fazendo. Você tá evoluindo dentro do passo a passo, mas sem perder a síntese do que você acredita.

Isso pra mim é o mais fantástico, cara. Então, parabéns mesmo. Muito obrigado. Obrigado por ter contribuído, né? Porque é ajudado a construir isso aqui. Não, é só uma pecinha, mas você tá aí na luta. Muito bom. Tamo junto.

Galera, espero que vocês também tenham curtido. Como sempre, o recadinho que eu tô aprendendo com os caras que estão lá em cima, né? Se inscreva aí no nosso canal, contribui aí pro nosso episódio, nosso canal. Curte, comenta. Compartilha também, né? Porque já que tem esses botões aí, quer dizer que eles servem pra alguma coisa. E aí eu vou aprender a puxar os dados aqui e compartilhar pra você que tá do outro lado que quiser.

gravar seu podcast, gravar seu conteúdo. Manda uma mensagem aí que o conhecimento que eu tenho ou se eu não conheço, eu chamo quem conhece e repasso aí pra vocês, tá bom? Um beijo grande, fique com Deus, nos vemos no próximo episódio. Abraço. Obrigado, gente. Valeu. Valeu, um abração. Prazerzão estar aqui. Valeu.