Deuteronômio 6–8; 15; 18; 29–30; 34 | Estudo Vem e Segue-Me, Velho Testamento, 2026
Com David e Liduina Fernandes
Estudo do Velho Testamento com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras.
Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo! 🌟Nosso instagram: https://www.instagram.com/martamariapodcast
- Estudo de DeuteronômioRepetição da lei e preparação para a Terra Prometida · Contexto histórico da saída do Egito · O papel de Moisés e Josué · A importância do amor a Deus e obediência · Convênios com Deus · Idolatria e esquecimento de Deus · Os Dez Mandamentos · O amor a Deus de todo o coração, alma e forças · A preparação no deserto e o cuidado divino · A importância de lembrar e não esquecer · O significado de temer a Deus · A promessa da Terra Prometida e o Milênio · Ajudar os necessitados e a generosidade · O mandamento de amar o próximo · A parábola do Bom Samaritano · A lei da consagração · Destruir a iniquidade interior · A importância dos convênios e do arrependimento · O recomeço e o amor de Deus · O último capítulo de Moisés e sua translação
- Oração e compromisso com DeusA natureza dos convênios · A importância de guardar os convênios · O compromisso com o Senhor (inveja santa) · O processo de conversão e discipulado
- Confusão entre amor e obediênciaAmar a Deus de todo o coração, alma e forças · Obediência como demonstração de amor · O amor ao próximo como segundo mandamento · A importância de checar o coração e os desejos
- Caridade, amor ao próximo e éticaMãos generosas e coração disposto · Empatia e consideração pelo próximo · A inclusão e o cuidado com os marginalizados · O livre-arbítrio para escolher amar
- Misericórdia de DeusDeus como o Deus do retorno e do recomeço · Oportunidades diárias para recomeçar · A expiação e o perdão · A escolha entre a vida e a morte
- Memória e NarrativasLembrar das experiências passadas com Deus · O poder do testemunho pessoal · Compartilhar o que se aprende e sente · A gratidão como memória do coração
- Estudo Bíblico EfésiosHábito de estudo diário das escrituras · Registrar inspirações e insights · Conhecer Jesus Cristo através das escrituras · O Vem e Segue-Me como recurso de estudo
Olá, você está assistindo Marta Maria, a boa parte do dia podcast. Meu nome é Ana. Eu sou a Carol. Eu sou a Laís. E eu, a Letícia. Esse ano estamos estudando o Velho Testamento. Seguindo o cronograma do manual, vem e segue-me. A nossa discussão é apenas uma complementação do seu estudo. Venha conosco e sinta-se parte dessa conversa.
Olá, pessoal. Bem-vindos a mais um episódio de Marta Maria. Estamos aqui com um casal muito especial, o casal Fernandes. Sejam bem-vindos, o irmão Davi e a Liduína. Vou deixar vocês se apresentarem. Sei que vocês serviram missão, foram líderes de missão em João Pessoa. E tem uma grande experiência, um grande espírito aqui para conversar com a gente. Esse tema hoje tão especial que a gente entra daqui a pouquinho, depois de vocês se apresentarem. Então, vamos lá, Liduína. Conta um pouquinho de você.
da sua história, conversando o evangelho, para quem está assistindo conhecer um pouquinho mais. Eu sou Liduína, sou do interior do Ceará, sou mãe de cinco filhos, três meninas, dois meninos, não são tão meninos assim, meninas assim, já são adultos, casados, somos avós de cinco netinhos, tem mais um a caminho. Sou membro da igreja desde os meus 17 anos, já faz um bom tempo, comecei nas moças.
E nos conhecemos em 92, somos casados há 34 anos. E servimos como líderes de missão, como vocês falaram, né? Em 2007 a 2010, lá em João Pessoa. E todo esse tempo é isso, né? Dando aula no seminário, instituto e tendo essas experiências maravilhosas da igreja.
Bom, falando um pouquinho de mim aqui para vocês, o pessoal que está em casa aí, é que eu, na verdade, sou membro da igreja há 45 anos, me basei na minha juventude também, servi como missionário da Missão Brasil Campinas, de 87 a 89.
Quando voltei, dois anos depois aproximadamente, me casei. Nós casamos no Templo de São Paulo, que era só o templo que tinha no Brasil. E depois não fui chamado depois de um ano como bispo, serviço de três anos e meio. Depois disso fui desobrigado e fui servir como presidente de estaca por nove anos e meio. Daí fui desobrigado. Alguém pensou, você precisa descansar um pouco. Não, aí fui chamado para missão, servimos como missionário, fui desobrigado.
E fui chamado como 70, servi de 2011 a 2016, cuidava dos conselhos, dois conselhos de Recife e o de Belém. Eu sou funcionário do sistema educacional há 30 anos, fiz agora o primeiro dia abril, parece mentira, mas é verdade. Logicamente, eu trabalho para a igreja há 37 anos. Basicamente, é isso a meu respeito.
uma vida de serviço muito conhecedor das escrituras mas ela né mas que legal a gente tá muito feliz de ter você com a gente de ter vocês conosco aqui hoje para estudar algo tão especial né que nós estamos na semana de 11 a 17 de maio
com o tema Guarda-te, que não te esqueças do Senhor. E a gente está entrando, está vendo aqui Deuteronômio, o livro de Deuteronômio significa uma repetição da lei, uma segunda lei. E a gente viu que já tinham passado 40 anos que Moisés tinha deixado o Egito com o povo.
E ele estava preparando eles para entrar na terra prometida. O David tinha falado que ele tinha um contexto que ele queria compartilhar. É mais ou menos o que a Carol falou, né? Quarenta anos de deserto, né? A gente pode voltar um pouquinho lá. Quando José chegou e se estabeleceu, os israelitas foram para lá.
em consequência dos sonhos que ele havia tido. E aí eles vivenciaram. Só que chegou um momento que aquele faraó que conhecia José não conhecia mais. Então um novo faraó se levantou, como dizem as escrituras, que não conhecia José. E obviamente eles começaram a ter alguns desafios. E o Senhor então ouviu as preces deles ao ponto de chamar Moisés para ser aquele que livraria o povo de lá.
Então toda aquela história que começa lá em Gênesis, né, e vai passando e vai chegar ao ponto deles agora, e estão próximos a adentrar a terra de Canaã, a terra prometida. E obviamente, estando ali naquela situação, ele não seria a pessoa que iria entrar com, mas aquele seu sucessor, José, né, que ele consegue entrar.
Em algum momento, Josué recebe essa responsabilidade. Então, vamos dizer assim que Moisés sai de cena e nós sabemos que a igreja ensina que ele foi transladado. Então, eles adentraram a terra prometida, a terra onde muitas coisas, muitas promessas, muitas advertências foram feitas por Moisés. É mais ou menos o que a Carol falou.
Eu gosto muito do que a gente lê aqui no início do Vem Segue, ele fala que Moisés passara a vida preparando os filhos de Israel para entrar na terra prometida e o livro de Deuteronômio registra suas instruções, seus lembretes, suas exortações e súplicas finais aos israelitas. Ao ler suas palavras fica claro que o objetivo real do ministério de Moisés, a preparação de que o povo precisava, não era a sobrevivência no deserto, a conquista de inimigos ou a edificação de uma nação.
tratava-se de aprender a amar a Deus, obedecer a Ele, permanecer leal a Ele. Me senti bem tocada por esse início aqui, que está no Vem e Segue-me, porque assim como era o objetivo dele, também é o nosso objetivo. A gente falou aqui de chamados, de oportunidades que a gente tem, mas no final das contas é para a gente aprender a amar a Deus, colocá-lo como nossa prioridade, permanecermos leais a Ele.
E é isso que a gente vai aprender, né? Como o amor aqui, né? O amor e a obediência. Então, estão ligados para poder obedecer e fazer os convênios. A gente vai ver como que Deus é um Deus de amor e por isso ele deixa esses convênios, né? E muitas coisas que a gente vai ver também aqui, a linguagem que as escrituras trazem para nós em relação a convênios, né? Onde a gente vai ver o amor, o ódio, o medo.
a inveja, mas como isso é colocado num contexto de convênio. Então, a gente obedece porque a gente ama a Deus e porque a gente tem esse amor. E a gente vai ver que naquela época as pessoas, mesmo os vizinhos, eles tinham convênios um com o outro. Era o modo deles se relacionarem um com o outro. Então, um vizinho com o outro, eles tinham um relacionamento de convênio. E é assim que eles se relacionavam.
eles quebravam esses convênios, é porque eles não queriam mais fazer parte do convívio com aquela pessoa, tinham tido algum desentendimento, coisas assim, e aí por isso era o ódio, era o ódio porque quebrava o convênio. Achei interessante isso, da gente pensar que, se a gente pensa dessa forma com o Senhor, como isso muda a nossa visão. A gente não vai querer quebrar um convênio, porque a gente não odeia Deus, a gente não tem esse sentimento.
Mas por que mesmo assim as pessoas se esquecem de amá-lo, de adorá-lo e de fazer esses convênios com ele e guardá-los? Então a gente vai ver que os 10 mandamentos foram dados aqui novamente de um jeito diferente. E para você, né, irmão Fernandes, que ensinou muito no sistema educacional, às vezes você ensina várias coisas e é impressionante assim como o Senhor dá várias maneiras de ensinar o mesmo contexto.
dependendo das pessoas que você está ensinando ou a maneira. E isso como pais também, como mãe, a gente vê que às vezes a gente quer ensinar para os filhos e como a gente tem que ensinar esses mandamentos em uma linguagem que as pessoas possam entender. E Moisés é que ele conhecia o povo, ele sabia que o povo não estava obedecendo, que eles precisavam ouvir aquilo.
É uma montanha-russa constante, né? É verdade, é notório, né? A gente pode pensar que esse povo era um povo muito idólatra, né? Eles arranjavam todas as formas para usar de idolatria. Talvez isso era um dos pecados, né? Era Moisés se ausentar, eles faziam pegar tudo que era joia.
e faziam bezerro de ouro, idolatria. Até o éforo de sacerdotal, a roupa, eles adoravam. Então, alguém fica pensando assim, por que Moisés não conseguiu colocar o povo lá? O trabalho de Moisés, tanto é que José ficou muito preocupado.
E o senhor disse, não se desvia, vai por essa linha, que é você que vai colocar lá. Mas não podemos nunca pensar da importância que Moisés foi para aquele povo. É o objetivo, é como eu estava servindo, aí de repente eu queria fazer isso, mas agora eu vou deixar para outra pessoa fazer, né? E ele vai fazer melhor porque eu comecei a fazer. Então a contribuição desse povo, e você foi muito feliz quando você falou de convênios, né? Convênios porque nós...
vivenciemos isso na igreja. Desde quando nós entramos, nós fizemos o primeiro convênio, né? Está lá em Moisés 18, né? Carregar, consolar, servir de testemunho, guardar os mandamentos, como o Alba fez. Então, nós vamos viver de convênio. Nós temos alguns acordos, nós temos convênios dentro do templo, no casamento. E os convênios são repletos de promessa. Qual era a promessa? Adentrar.
Aí nós podemos comparar qual foi os pioneiros trazendo para o nosso povo mais próximo. Eles chegaram a essa terra onde nós estamos hoje aqui. E nós, nós estamos num processo, nós estamos num êxodo que vai nos levar ao milênio. A presença de Deus, viver por mil anos, sendo governado pelo Salvador do mundo. Num mundo totalmente justo. Então, essa é a nossa terra prometida. E ela vem por meio dos convênios.
E eu fiquei pensando, enquanto você falava sobre isso, né, que você falou que era um povo idólatra, né? E eu pensei, nossa, eu acho que nunca foi tão forte pra mim a impressão de que nós todos somos um povo, de certa forma, idólatra. Porque a gente vai pra conferência geral, tem o ápice da espiritualidade, tá tudo muito bem, e aí a gente volta pra casa e vai pras mídias sociais e fica naquilo, e fica naquilo, e fica naquilo.
Eu digo, todos nós acabamos idolatrando alguma coisa que não é voltado para o Senhor. Ou até os domingos, a gente vai na igreja, toma o sacramento, sente aquele espírito, você pensa assim, nossa, que reunião. E aí você precisa...
trabalhar constantemente para manter aquele nível espiritual. É que foi falado na conferência, remember, remember. Tem uns que lembrar, lembrar sempre. Tem um trechinho também que eu estudei do Telho e do Talho, quando eles falam do mesmo que você trouxe agora, eles dizem que as alianças que fazemos com Deus sempre dizem respeito ao nosso coração, aos nossos desejos e aos nossos pensamentos, como você acabou de falar, onde está o nosso coração está o nosso tesouro.
E eu lembrei de que o Eudert Stofferson disse na conferência passada, ele disse, Creio que seja o fruto natural dos pensamentos, desejos e intenções de seu coração. O caráter de Cristo nasce de um coração semelhante ao de Cristo. Portanto, se quisermos ter sucesso no desenvolvimento de um caráter semelhante ao de Cristo, devemos possuir as suas motivações, os seus pensamentos, desejos e intenções do coração.
E aí ele enfatiza ali três desejos, na verdade foi dessa conferência agora, três desejos do nosso coração. Ele fala que o primeiro é por amor de Cristo, o segundo é de ficar e servir as outras pessoas e o terceiro, a terceira força motivadora.
ser essencial ao caráter de Cristo é a devoção à vontade de Deus. Então, a gente tem que pensar muito, ponderar muito onde está o nosso coração. É muito fácil a gente dizer que eles eram idólatras, que eles não seguiam a Cristo, mas facilmente a gente também deixa de ter Cristo como centro da nossa vida.
É interessante que no capítulo 5 de Deuteronômio, ele tinha acabado de falar os 10 mandamentos, lembrando o povo, esses são os 10 mandamentos, e o povo ainda pede para receber a lei do Senhor, como se eles já não tivessem recebido. E aí, eu gosto muito dos 6, no 4 e 5, que ele fala, Ouve Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. Então, é interessante essa escritura, né? Porque da mesma maneira que ele estava ensinando, ele estava se despedindo.
Talvez ele dê outras advertências, mas isso sobressai sobre as outras. Porque ele está falando sobre amor a Deus. Olha, vocês vão entrar num lugar. Eu fico pensando eu, o senhor dizendo para mim, o presidente Ox, hoje dizendo para mim o que ele falou para nós, e o que os profetas têm falado a respeito do amor.
E aí eu fico pensando, ele falou, para mim isso, e isso vai depender da minha entrada na presença de Deus, de eu estar no milênio, de eu viver o milênio, ver a experiência de estar lá. Então nós estamos vivendo a mesma situação. E como você bem falou, algumas vezes nós desfocamos, nós alimentamos da conferência, mas logo tudo fica...
atrás. Essa linguagem é a primeira vez que fala de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu o teu poder. É uma súplica aqui de Moisés. Ama Deus de todo o teu coração, como você leu na citação. Mude os desejos do seu coração.
E os convênios que o Senhor nos dá é exatamente para isso. E o objetivo final é para a gente ser como o Senhor é, ter essa perfeição, olhar as pessoas com amor, viver uma vida mais reta. E é por isso que os convênios servem também. Ele só nos vai dar os convênios.
E falar, olha, ama aqui, vai lá passar no templo, faz tudo, mas e o depois? Será que eu estou lembrando de lembrar, lembrar, de fazer o que eu preciso fazer para poder cumprir, continuar a minha promessa, né? Para poder me tornar, né? A gente tem uma lista de coisas para fazer, mas que no final das contas é para nos tornar, né? Nós temos que nos tornar como salvador.
E lá em Deuteronômio, no capítulo 8, eu queria pegar esse gancho que a Liduína falou, de tornar-nos e lembrarmos, 8 do 2 ao 5, e te lembrarás de todo o teu caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes 40 anos.
para te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não, e te humilhou e te deixou ter fome e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheceram.
para te dar o entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem. Nunca se envelheceu a tua veste sobre ti, nem se enxou o teu pé nestes quarenta anos. Sabe, pois, no teu coração, que como um homem castiga seu filho, assim te castiga o Senhor teu Deus.
Isso aqui não é o castigo que ele fala, é a preparação, o amor que ele tem. Eu achei, o versículo 4... As consequências também, né? Sim. Mas assim, se ele fala que humilhou e deixou ter fome, né? Na verdade, foi uma preparação para o povo. O Senhor permitiu algumas coisas, mas... Aí no 4, nunca se envelheceu a tua veste sobre ti. Eles ficaram 40 anos no deserto. Como que eles não ter roupas novas?
Eles ficaram 40 anos usando as mesmas roupas. Assim, pensa comigo, o Senhor cuidou deles. Nem se inchou o teu pé nesses 40 anos. Então, por mais que a gente tenha a nossa jornada aqui mortal, que a gente vai passar por muitas coisas, o Senhor nunca vai nos deixar passar sozinhos. Vai ser misericordioso sempre.
Eu gostei demais do que você falou, porque você fez uma colocação aí, né, que ele estava falando para as pessoas que já não estavam, por exemplo, na ocasião quando o mar foi aberto, quando o maná desceu, ele estava falando para todo o grupo agora, né, e aí alguém poderia pensar assim, mas por que eu tenho que amar a Deus?
E lá em 1 João, nas cartas dele, no capítulo 4, versículo 19, quando ele diz, nós amamos porque ele nos amou primeiro.
E ele estava... A Lidna usou há pouco tempo a palavra lembrar, que o presidente, salvo engano, o presidente Kimber dizia que a palavra mais importante no dicionário é lembrar. E intimamente, no discurso do Helder Holland, quando ele fala fazer isso em memória de mim, ele está falando de lembrar. Então, lembra meu filho. No livro de Mamãe a gente vê, quando o homem ensina os filhos, ele está dizendo, lembra disso. E o Helder Elton Perra falou uma coisa interessante. Ele disse, as pessoas...
Não, não, é, não... Ele falou a palavra mais, assim, mais formal, mas as pessoas não aprendem com a história.
Por isso que o livro, como a Carol começou falando, a definição de Deuteronômio significa repetição da lei. Então o Senhor vai sempre repetir quantas e quantas vezes eu tenho ouvido os profetas falar sobre amor.
Como Moisés falou nesse momento, precisa amar a Deus sobre todas as coisas e tal. Então, sempre nós vamos estar ouvindo as mesmas coisas. Por quê? Porque precisamos. Às vezes a gente está falando, quantas vezes a gente vai ter que relembrar a história, que está nas escrituras, mas me fez lembrar uma citação também do Eudutdorf, ainda nessa conferência ele falou, falando da Páscoa, ele disse...
Há quase dois mil anos, um pequeno grupo de mulheres chegou ao sepulcro aberto e vazio, onde o corpo de Cristo havia sido depositado após a sua crucificação, com dois mensageiros celestiais anunciando que ele havia ressuscitado. Esse encontro no sepulcro vazio as transformou para sempre. Mudou o mundo.
Por causa do que aconteceu naquela manhã de domingo, podemos falar de Jesus Cristo no presente. Ele vive hoje, nesse exato momento. As primeiras testemunhas do maior evento do mundo, Maria e suas amigas, conheceram por si mesmas a gloriosa verdade da ressurreição de Cristo. Devemos fazer o mesmo, devemos encontrar o sepulcro vazio, vivenciar a realidade do que ele significa e, por sua vez, compartilhar esse testemunho com outras pessoas.
Não vimos o que ela e as outras mulheres viram, mas podemos nos perguntar, o que vimos, o que sentimos, o que experimentamos? Não nos tornaremos, portanto, testemunhas de Jesus Cristo? Não compartilharemos nosso amor por Ele? Então, nós também vimos muitas coisas, né? Nós ouvimos, nós experimentamos muitas coisas, né?
E a gente precisa lembrar sempre também do que a gente viveu, das coisas que o Senhor, de até onde Ele nos conduziu, né? Qual era o nosso foco no início, qual era o nosso objetivo, qual é ainda o nosso objetivo, né? Então é fácil olhar para esse povo e dizer, eles se perderam.
no objetivo deles, eles se perderam, não ficaram lembrando das coisas que já ouviam, né? E a gente também precisa fazer a mesma coisa, né? Nós sabemos muito. E eu acho que hoje a gente tá tão... o cérebro de todo mundo tá um pouco danificado, assim, acho que com tanta informação.
o celular a todo momento, recebendo notificação, mensagem. É tão difícil a gente ter esse objetivo claro todos os dias, né? A gente precisa focar de lembrar todos os dias, né? A gente precisa lutar contra essas... Que aquele povo, eles estavam lá no deserto, tinham aquelas dificuldades físicas palpáveis, né?
Hoje as nossas dificuldades são muito, eu vejo assim, por conta dos nossos dias, às vezes é coisa mental, aceleração social muito grande. Exato, e tantas informações que são boas, mas que a gente precisa filtrar e pegar aquilo que é simples e de melhor valor para nossas vidas. Até ouvir o que o Senhor tem dito para cada um individualmente, a voz do Senhor ainda pode ser escutada, ainda bem.
Todo dia, quando a gente estuda as escrituras, né? Então, essas experiências pessoais, a gente tem que viver todos os dias, tem que escolher viver.
E uma das palavras que, em hebraico, que eles usam para lembrança é zakar. E eles usavam de formas, e eu achei muito legal aprender sobre isso, que eles faziam de tudo para lembrar. Eu acho que a gente até aprendeu em uma conferência sobre ponderização, que era ponderar, comemorizar, nesse mesmo conceito de fazer de tudo para você lembrar.
Mais do que você lembrar o que você comeu no café da manhã. É muito mais forte, é muito mais significativo. É você realmente ter um sentimento atrelado àquilo. Você reconhecer as coisas e ter essa memória constante.
Eu acho que uma coisa que traz tudo isso junto é a gratidão. Eu já falei isso outras vezes, mas eu amo a frase que fala gratidão é a memória do coração. O coração, memória. O coração onde está, lembrar. Lembrar como? Sendo grato. Porque quando a gente olha para trás, quando a gente olha para frente, onde a gente está...
a gente começa a se lembrar das coisas que o Senhor nos deu, às vezes até as pessoas, mas como assim ser parte da tribo de Israel? Você não tem linhagem direta lá com o pessoal do Oriente Médio e tal, mas nós somos adotados, então quando a gente é adotado, a gente lembra que a gente faz parte daquele povo, e é uma herança espiritual que a gente pode trazer para o nosso coração, aí está o coração, a memória, vem através da gratidão. Então, acho que com essas escrituras que eu tinha lido também é muito disso.
Lembra daquele povo, daquilo que eles nem passaram, mas são seus antepassados, né? Ali, duas gerações atrás, tudo que eles passaram. Lembra agora o que o Senhor está abençoando vocês agora, né? Então, acho que Moisés também traz muito isso pra gente. Que a gente pode aplicar hoje no nosso dia, né? Nos nossos dias, quer dizer, nossa vida. Sim, porque muita gente tinha nascido ali no deserto e não sabia, não tinha visto as pragas, não tinha vivido. E ele queria, né?
que eles se lembrassem. E aí ele, no 9 até o 12, ele fala um pouco disso. Ele fala, E escreverás nos umbrais da tua casa e nas tuas portas, havendo, pois, o Senhor teu Deus te introduzido na terra que jurou a teus pais, Abraão, Isaac e Jacó, que te daria grandes e boas cidades que tu não edificaste.
E casas cheias de tudo que é bom, que não te encheste, poços cavados que não te encavaste, vinhas e olivais, que tu não plantaste com eles e te fartares. Guarda-te para que não te esqueças o Senhor que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.
No 13 também ele já fala de temer, né? E temerás, e ao Senhor teu Deus temerás, e a ele servirás pelo seu nome e jurarás. Tem alguma coisa que queiram falar sobre essa palavra temor, que não é um medo? Ele não está falando para vocês terem medo, mas...
o que significa temer a Deus. O que diz que as escrituras falam que temor pode ter dois significados. Temer a Deus é ter reverência e admiração por Ele e guardar os seus mandamentos. E também temer o homem, os perigos mortais, a dor e o mal, é sentir medo dessas coisas e ter pavor deles.
Acho que a gente não tem que ter medo do Pai Celestial, né? Talvez eu pensaria ter medo de desapontá-lo, ter medo de esquecê-lo, né? Como a gente está falando aqui de lembrar e esquecer, né? Eu penso mais nesse sentido, ter medo de falhar na minha responsabilidade de servir o meu próximo, né? De amar as pessoas, de obedecer os mandamentos.
Eu acho que... eu penso assim. Apesar de que nós podemos também ver, claro que esse temor aí é um bom temor, né? Mas eles também tinham uma certa preocupação, que eles iam habitar num determinado lugar que teria que tirar as pessoas de lá.
os cananeus, todos os zeus estavam lá e precisavam para que eles pudessem fazer uso da terra que o Senhor havia prometido a Abraão, Isaac e Jacó. E eles então tiveram esse receio, não esse temor que você falou, mas esse receio porque eles precisavam ficar de certa forma nervoso, mas o Senhor havia prometido. Eu gosto muito da frase de Deus, não se deixe escarnecer. Se Ele prometeu, Ele vai cumprir.
E a gente precisa tirar isso como lição na história dos israelitas. Você já pensou 40 anos, talvez a idade de vocês aqui, que eles andaram no deserto, que eles sofreram, que eles por muitas vezes murmuraram e tudo mais. Mas agora Moisés sobe.
no monte, olha, vê aquele belo lugar onde eles iriam habitar. E lá no capítulo 31, no versículo 26, ele ordenou a Josué, filho de Nú, e disse, sei forte e corajoso, porque tu introduzirás os filhos de Israel na terra que ele jurei dar e eu serei contigo.
Que coisa confortante. Talvez quando eu recebi um chamado que eu achei que não estava pronto, mas o Senhor disse, eu serei contigo. Tantas promessas são dadas no Velho Testamento, nas Escrituras como um todo. O Senhor, quando Ele nos dá algo para a gente fazer, Ele até convida, anda comigo, né? Como falou o Pai Enoque, anda comigo.
Quando Moisés recebeu a responsabilidade de chegar até esse ponto, que agora outro assumiria, o Senhor fez promessa, mostrou. E ele começou a dar desculpas e desculpas. Eu não sou bom no falar e tudo mais. O Senhor está ao nosso lado quando ele nos chama para fazer alguma coisa no reino dele. Inclusive, entrar na presença de Deus na nossa Canaã, que é o milênio.
ele começou no monte e terminou no monte e o legal disso é que é exatamente isso as pessoas podem pensar ele levou 40 anos com esse povo e ele não chegou na terra final ele não não teve o mesmo desfecho que muitas pessoas ali que estavam fazendo errado o tempo todo voltando a fazer o certo tiveram e ele não teve desculpa desculpa
Mas é interessante que o final não era só Canaã, é o reino celestial. Então ele já estava garantido. Exato. O dia de paz está bom, eu aqui fico feliz. Exato. Eu já estou garantido. Eu fico lembrando a missão, que às vezes a gente conhece alguém, um pesquisador, e aí a gente ajuda a ensinar e vê o progresso e é transferido.
se não acompanha o resto e aí você fica sabendo pelos missionários depois ou às vezes você pode até aquela área e assistir o batismo depende do presidente é verdade mas é isso mas eu acho que a satisfação e a gratidão que a gente tem de ter vivido aquilo e saber e ter a certeza de que a gente fez a nossa parte que o senhor nos acompanhou que o senhor nos deu aquela força com certeza Moisés sentiu isso
Você falou sobre gratidão e eu fiquei pensando como o Senhor é tão bondoso que nos ensinou a orar, né? Começar a nossa oração de manhã pra gente já lembrar do dia, agradecendo e trazer tudo isso que nós estamos falando aqui, né? De amor, de trazer o tom pro dia, né? Como as pessoas falam hoje, de trazer o espírito pra nossa vida, né? Que é tão importante.
E você falando de missão e ajudar as pessoas, tem aqui o próximo tópico do Venstegme, que está lá no Deuteronômio 15. E esse tópico eu achei bem legal, que fala ajudar as pessoas necessitadas envolve mãos generosas e coração dispostos. E ainda não chegamos o dia em que não há pobre entre nós.
Então, os princípios sobre ajudar os pobres, que está em Doutorando 15, ainda são valiosos, mesmo que as práticas específicas tenham mudado. Então, vamos observar aqui e discutir o que significa abrir de toda a tua mão as pessoas necessitadas. Vamos lá ler o versículo 8 e 11 do 15.
Antes lhe abrirás de toda a tua mão e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade, pois nunca deixará de haver pobres na terra, pelo que te ordeno dizendo, livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado e para o teu pobre na tua terra.
Com muito amor, né? Acho que é interessante que tudo está muito interligado, né? Todas as sessões, todos os capítulos. Então, ele está ensinando o mesmo princípio de formas diferentes, como a gente estava falando no começo, né? Uma das coisas que eu lembrei também que eu tinha estudado, tem uma palavra chamada meod, no hebraico, que é...
Amar a Deus de todo o coração. E quando a gente ama a Deus de todo o coração, a gente faz tudo isso, né? A gente dá livremente para as pessoas que precisam. Porque a gente quer ser mais como ele, né? E é... E, assim, tentando traduzir um pouco, é você realmente amar com toda a sua força.
de todo o coração, de toda a tua alma. E uma das coisas que também atrela a isso, que os judeus usam muito, é o Shema. Que, na verdade, Shema, para eles, no hebraico, significa obedecer e ouvir. Ouvir e obedecer. É a mesma coisa para eles, obedecer e ouvir. Está ali, está entrelaçado. Mas é um ouvir diferente. É um ouvir diferente, exato. É um ouvir com ação. Você quer fazer, você quer...
E aí eu penso assim, eu gosto muito de ver essas coisas da palavra do hebraico, porque a religião deles era, assim, a vida deles era nesses idiomas, né? E eu gosto muito que...
que todas as palavras, muitas vezes a mesma palavra significa mais de uma coisa, né? E hoje em dia eles fazem oração... Os judeus hoje, eles fazem o Shema, eles recitam duas vezes por dia, de manhã e à noite, né? E eles fazem exatamente isso. E aqui no Guia de Estudos fala que o Salvador se referiu ao Shema quando declarou o primeiro grande mandamento da lei. Amarás, pois, o Senhor Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.
Então, para honrar a instrução do Senhor de sempre se lembrar dessas palavras, muitos judeus colocam um pequeno pedaço de pergaminho com passagens do Shemá em uma mezuzah, que é um pequeno recipiente preso ao lado direito do batente da porta de sua casa. E, da mesma forma, tefilim, que também são chamados os filactérios, são pequenas caixas de couros quadradas que contêm pedaços de pergaminho com passagens do Shemá. Muitos judeus usam uma caixa na testa e prendem outra caixa no braço, não dominante.
E aí fala que não está claro quando os israelitas adotaram esse costume pela primeira vez, mas os judeus os observaram durante o ministério de Jesus Cristo. O Salvador condenou o orgulho associado a esses costumes em sua época, selentando que muitos judeus traziam largos filactérios em suas tentativas de serem vistos pelos homens.
Então a gente vê como que o Salvador, né, ele ainda, ele usou o Shemá, mas pra gente ainda não precisar ficar adorando, assim, né, de modo...
todo mundo vê e tudo mais. Achei interessante isso no guia de estudos. E tudo se envolve, né? Tudo se entrelaça, né? E aí, voltando para o 15, então, né? Ajudar as pessoas necessitadas envolve mãos generosas e corações dispostos. É realmente amar de todo o coração, é fazer mais do que o básico. É você considerar as pessoas em todos os seus momentos, né?
você tem empatia pelo outro, né, e não fazer as coisas porque, ah, é que eu tenho sentido muito assim, que hoje em dia você tem que pensar em você mesmo e acabou.
que se lasque o resto. Você tem que cuidar de você, você tem que cuidar do seu corpo, você tem que cuidar de você. Mas não, a gente ainda tem que ter empatia pelos outros, a gente ainda tem que pensar bastante no próximo, porque é só assim que a gente cresce. Só assim que a gente aprende mais com o Senhor.
A gente estava numa roda de conversas agora, esses dias, e estávamos debatendo um pouquinho sobre inclusão, né? As crianças, ter autismo, essas coisas, né? E aí acabou quase que sendo uma reuniãozinha de conselho, né? Eram algumas irmãs conversando.
E aí chegamos à conclusão de que, por exemplo, o tema de inclusão, a gente lembra da mulher do fluxo de sangue, e era uma pessoa que era excluída da sociedade, era uma pessoa que estava ali à margem da sociedade, além de sofrer fisicamente, sofria emocionalmente também. E na realidade, são lições antigas.
mais atuais, que nos lembra que a gente, eu gostei da palavra que você leu livremente, está lá na escritura, que nos lembra que a gente tem que não só fazer, mas sentir, desejar, usar o nosso livre-arbítrio para realmente amar as pessoas, tem que ser uma coisa que flui.
Eu acho que o livre-arbítrio é mais do que você escolher o doce e o salgado, né? É você realmente usar esse dom que o Senhor nos deu, a gente tem que usar o dom que o Senhor nos deu para aprender a amar, para escolher amar as pessoas, para escolher ter empatia, olhar para elas como Salvador, olha como Ele olha para nós, né?
Ficando aí o gancho da Letícia, nós podemos ver algo muito interessante. Ele ensinou que deveríamos amar a Deus. Cristo, quando começa lá no livro de Mateus, no capítulo 22, começando lá no 36, quando ele diz o doutor da lei, naturalmente, queria experimentar o Salvador ou fazer o Salvador se confundir. Qual o grande mandamento, o mandamento da lei? Então, o Salvador responde, amar a Deus de todo o teu coração e o próximo com a ti mesmo.
Mais adiante, lá no livro de Lucas, interessante a gente pensar, no capítulo 10, um doutor da lei interroga para ele, ou uma pergunta um pouco diferente, diz para ele, mestre, o que fareis para herdar a vida eterna? Aí Jesus sabe como era, ele diz, o que é que diz a lei? Então ele repete, amar o Deus e o próximo a ti mesmo.
E aí, então, ele diz, faz isso, e isso é bom para você. Então, ele olha para ele e diz, ele querendo testar mais o Salvador, mas, mestre, quem é o meu próximo? Jesus, com aquela famosa parábola, a parábola do bom samaritano, perguntou depois para ele, quem desses três era? Era o sacerdote?
Quem dos três era o próximo dele? Falou, o samaritano. Ele disse, então vai e faz o mesmo. Eu gosto muito dessa colocação do Salvador, porque quando da ocasião do jovem rico, e aí nós entramos no contexto que nós estamos falando aqui sobre...
ajudar as pessoas. Ele, bom mestre, que farei isso para dar a vida eterna, ele falou, guarda os mandamentos, ele disse, quais são os mandamentos? Ele é, pega a lei de Moisés, os quatro primeiros representam o Deus, os seis últimos, o próximo. Ele falou, tenho vivido isso desde a minha mocidade, o que me falta ainda? Ele disse, então vai e vive a lei da consagração, que mais adiante vai precisar viver.
Ele não estava disposto nem a ver a lei do jejum, obviamente, para ajudar os pobres. Então ele se entristece. É aí que nós podemos dizer que a vida eterna é o maior dom de Deus. O que é que eu preciso fazer para ganhar a vida eterna? Dar o que eu tenho, beleza? As leis que estão incluídas dentro de nossas investiduras no templo. Então eu vou viver essa lei, a lei da consagração.
Agora, existe algo muito mais interessante, só para finalizar essa questão de ajudar as pessoas, que a gente está falando de pobre, mas aqui não está falando de necessitados. Mas como disse o Eude Barlad, ele disse, precisamos ajudar as pessoas, os pobres e os necessitados. Os pobres talvez estejam ligados a dinheiro. Um necessitado é alguém que está com problema emocional e espiritual que precisamos ajudar.
Tanto é que quando Jesus aparece no mar, quando Pedro perde a visão de pescador de homem, ele encontra ele ressurreto, eles, na verdade, eles pescam, ele manda jogar rede, eles comem. Então ele vai para Pedro, Pedro, homem mais do que esse. E Pedro diz, sim, sim, tu sabe que eu te amo. Então ele diz, apacenta as minhas ovelhas. Apacenta as minhas ovelhas é uma abreviação, né? Amo, apacenta as minhas ovelhas.
E ele repete três vezes. Então está muito ligado a essa questão desse amor que eles precisariam. Em Canaã, eles precisariam talvez viver coisas que eles não viveram no deserto. Porque o lugar era diferente. Mas era onde ele queria chegar.
Eu acho que a gente volta para aquela história de checar o nosso coração. Eu lembrei de um discurso também do Eudê Barcelos, da última conferência, quando ele falou que ele chegou de missão com a esposa e eles foram fazer alguns exames cardiológicos. E ele pensou, ele trouxe essa reflexão de que a gente precisa checar o nosso coração de vez em quando. O nosso coração, quando ele é puro, bom, quando ele é transformado.
Então, esse amor pelo próximo, esse diminuir a marcha para trazer alguém no nível que a gente já conseguiu chegar, como o Salvador fez, a condescendência nos lembra disso. É como se ele tivesse diminuído um pouco a marcha dele para nos ajudar a nos elevar até onde ele está. Então, acho que isso tem que fluir de um coração transformado. É mais do que uma listinha, vou fazer isso, vou fazer aquilo.
Eu gostei muito que você falou sobre necessitados, porque todos somos necessitados de algo. Todos os dias a gente precisa lembrar dessa nossa dependência do Senhor. E aqui no Guia dos Estudos eu gostei que tem essa pergunta. Por que o Senhor não quis Israel destruir-se os cananeus? E aqui fala que Moisés explicou que eles deveriam ser expulsos da terra por causa da sua iniquidade. Tal iniquidade incluiria adorar ídolos e sacrificar seus filhos a eles.
E eu fiquei pensando, né? Hoje o Senhor também manda a gente destruir toda a nossa iniquidade, todas as coisas que estão nos impedindo de chegar na Terra Prometida ou em direção à Terra Prometida. Por isso é tão importante a gente... Destruir o cananeu que está em nós. Destruir o cananeu que está em nós, né? E aí tem aquele lá no 29, 9...
Guardai, pois, as palavras desta aliança e cumprias para que prosperei em tudo o que fizeres. Então o Senhor está ensinando algo muito importante, que se a gente guardar todos os mandamentos, eles têm uma bênção. E aí a gente até aprende aquela escritura em Doutrina e Convênios, que tudo tem uma lei.
E todas as bênçãos são baseadas nas leis cumpridas. E é exatamente isso. Deus age dessa forma, como o Senhor age. Muitas vezes a gente se questiona por não estar recebendo tal bênção, ou se eu estou fazendo tudo certo. O que você falaria para essas pessoas que têm, por exemplo, uma dúvida assim?
Acho que o Dutidoff foi muito inspirado quando falou que duvide da sua dúvida, que duvide da fé, não é isso que ele falou? Obviamente, você falou algo interessante, porque as escrituras, na verdade, e os mandamentos e o plano de Deus é, eu preciso fazer algo, eu vou receber recompensa. Eles iriam receber uma recompensa.
O cansaço, o andar, era uma terra fértil. Eles iam receber toda uma recompensa em cima de todo um processo. Alguns que saíram já não chegaram lá, ficaram pelo meio do caminho. Nós podemos fazer uma analogia a nós. Alguns que entraram conosco no reino de Deus e até no templo não estão mais conosco.
Mas nós temos promessas, nós temos as promessas de vida eterna. Doutrina Convênia diz que a vida eterna é o maior dom de Deus. Então, é isso que nós estamos buscando. Nós sabemos que paguem a vida eterna, tem que agarrar as escrituras, porque chega na árvore que é o amor de Deus e come, que o fruto é a vida eterna. Mas nós precisamos ministrar, nós precisamos, como você iniciou muito bem, viver os convênios que nós fizemos.
O Elder Holland disse algo muito interessante, se você não fez, faça, se fez e quebrou, se arrependa, mas vivam os convênios. Precisamos então lembrar que os convênios são parte importante, adentramos na presença de Deus.
E o Senhor sempre vai estar lá para aquele que quebrou e retorna. A gente às vezes pensa que o Senhor se afasta de nós e a gente ouve muito isso, nós que nos afastamos do Senhor. Isso é muito verdade até em relação a convênios. Como que vocês já viram, tem alguma experiência em relação a isso, de retornar e ver o amor do Senhor para essas pessoas?
Já passaram por alguma... Acho que na minha própria vida, todas as vezes que eu preciso me arrepender, né? A expiação é para quem não é tão bom ser bom, e para quem é bom ser um pouco melhor, né? Então, acho que diariamente a gente experimenta esse retorno. A gente perdeu o Kodequira, né? Que Jesus Cristo é um dos títulos que ele disse para ele, é que ele é o Deus do retorno, né? Do recomeço. Do recomeço, isso, do recomeço, né?
E que bom que a gente pode recomeçar todos os dias, todas as horas. Eu entrei no templo essa semana.
E aí me chamou a atenção quando o Senhor expulsa Adão e Eva, né? E eles vêm para o mundo, né? E ali me tocou porque todos os dias nós estamos nesse mundo, né? Então todos os dias o Senhor nos oferece uma oportunidade de viver nesse mundo solitário e triste, né? O mesmo mundo, né? Fazendo nossas escolhas, né? Fazendo escolhas melhores do que as que fizemos ontem. Então acho que esse recomeço é para todos nós.
Eu queria até, se me permite colocar algo ainda do amor, que Cristo nos amou primeiro, né? Tem um vídeo na igreja, o que Cristo fez por nós, que mostra que ele amou. Também o objetivo de Moisés era mostrar para os israelitas que tudo que aconteceu, o mar, o maná.
Tudo que aconteceu em consequência também dos desafios que eles haviam vivido, foi o Senhor que tinha mandado. Ele queria que eles pudessem lembrar disso, desse amor. Eu fico pensando no vídeo que tem da igreja, o que Cristo fez por nós. Cristo foi traído, foi negado, acusado, rejeitado, amarrado, açoitado, escarnecido, blasfemado, cuspido, crucificado e desamparado.
O que Cristo fez pelas pessoas? Fez a vontade do Pai, espiou, curou, calou, perdoou, deu a sua vida e finalmente o domingo veio quando ele ressuscitou. O que mais eu posso duvidar do amor que ele tem para mim?
E ele quer que todos entrem no convênio, como fala no 29, 12 e 13. Pode ler para a gente, Lali, por favor. Para entrar na aliança do Senhor teu Deus e no teu juramento que o Senhor teu Deus hoje faz convosco, para que hoje te confirme por seu povo, e ele te seja por Deus como te tem dito, e como jurou a teus pais Abraão, Isaac e Jacó.
E aqui o povo está totalmente sendo chamado aqui como o povo de Deus, para que eles entrem no convênio. Então, o Senhor fica falando muito sobre convênio. E qual que é o papel? A gente falou, você falou que todo mundo vai passar por momentos difíceis e tudo mais. E eu fico pensando, é para isso que servem os convênios, para que quando esses momentos difíceis vierem, a gente não se rebele contra o Senhor.
A gente consiga enxergar aquilo como uma lapidação, como você disse, estou sendo melhor, como um recomeço. E, às vezes, realmente, vão ter coisas que a gente vai sofrer nessa vida por não nossas escolhas. Por escolha de outras pessoas. Por escolha de outras pessoas. Um assaltante chegou e fez. Exato. Vamos pegar o exemplo de Alma e a Moleque. Os membros estavam sendo mortos. E a Moleque, a Alma, não podemos deixar que isso aconteça.
Então, a alma explicou a razão por que eles estavam passando por aquilo. Então, faz parte de um processo. Você vai ter uma alegria, uma realização, mas adiante você vai ter um desafio. Joseph Smith, antes de ver Deus e Jesus Cristo, o inimigo tentou. E assim, Cristo no Getsemane, é comum que ele estava sofrendo e o inimigo estava dizendo, valeu a pena, está aí, está sofrendo.
Como foi para vocês, como conversos, aceitarem os convênios que Deus tem para vocês na sua vida? Ao começar pelo batismo e aí foram apresentando outros convênios, que a gente vai crescendo no discipulado, digamos assim, pelo nosso entendimento e pelo nosso comprometimento de fazer com o Senhor.
que é até uma das palavras também que a gente vai ver aqui, né? Isso que é o comprometimento, a inveja, né? Mas é que é uma inveja no sentido de ter um comprometimento com o Senhor.
É uma inveja santa. É uma inveja santa. Quando eu batizei na igreja, na primeira aula da OM, me deram aquela escritura que fala e fui conduzido pelo Espírito sem saber de antemão o que deveria fazer. Aquela escritura define como foi para mim esse caminho do convênio. Realmente eu entrei sem entender muito bem, sem saber muito bem. Na verdade eu entrei porque minha irmã e duas amigas entraram e eu não queria ficar sozinha.
Mas aos poucos, como diz o Adescott, ele falava que às vezes o Senhor vai nos ajudar a entender antes de tomar a decisão e às vezes Ele vai nos confirmar depois que tomamos. Para mim tem sido assim, porque a gente está no caminho do convênio, a gente está sempre aprendendo, a gente está sempre descobrindo.
Cada vez que eu vou para o templo, eu peço ao Senhor, me ajuda a entender melhor esses convênios. Eu preciso entender para poder cumprir. Então, cada vez que a gente vai para o templo e alguma coisa se descortina para nós, o véu vai sendo... a gente vai adentrando um pouco mais nesses conhecimentos, então a gente vai compreendendo melhor esse caminho do convênio.
Então, para mim, tem sido assim, não é que foi, porque ainda estou nesse processo. Descobrir a cada dia, receber do Senhor a cada dia uma confirmação, aprender nas Escrituras, aprender nas conferências gerais, aprender nas minhas experiências como mãe, nos chamados que eu tenho, enfim.
É interessante que, para mim, na verdade, minha conversão na igreja foi um processo que iniciou com o batismo. Na verdade, eu não era alguém muito convertido. Eu cheguei na igreja depois, quando eu era jovem, eram sete palestras, não era nem lição, que vocês usaram.
E aí então, um missionário chegaram um dia com um amigo que morava na minha rua. Eu tinha ouvido três palestras, porque as outras que ele tentou dar, eu pulava o muro. E aí eles me encontraram, pegaram eu, meu irmão e um rapaz que nunca tinha ido na igreja. Nunca tinha ido na igreja. E levá-lo na igreja, deu as outras palestras. Nós fomos batizados naquele dia.
Tanto é, eu começo, às vezes brinco dizendo que se alguém perguntasse quem foi Joseph Smith, eu diria aquele lourinho que me ensinou. Porque eu não sabia, né? Obviamente eu não sabia. Então, é um processo, cheguei na missão, né? Apesar de já ter um tempo na igreja, com pouca bagagem espiritual ou conhecimento, apesar de ter feito seminário e tudo, mas eu me converti no campo missionário.
Eu sei que o Aldepey disse que a missão não é lugar para se converter, nem para se arrepender. Mas comigo foi diferente. Eu me converti no campo missionário. Eu sempre estou pensando que eu deveria estar à altura do meu testemunho, porque se eu tivesse eu estava muito bem. Mas infelizmente é difícil estar à altura do testemunho. E aí foi o que aconteceu comigo no processo e até hoje eu estou me convertendo de muitas coisas. Falta tanta coisa.
eu achei muito interessante o que vocês falaram porque a gente estava conversando aqui antes de começar a gravar e a Liduína estava compartilhando sobre o hábito que ela adquiriu depois de 2008 onde vocês serviram como líderes de missão e aí você conta aqui daqui a pouco mas só quer dizer que vocês lêem as escrituras e estudam então para vocês sentirem isso de ainda estou me convertendo estou no caminho discipulado isso faz um convite para todos nós mas
De que o Senhor quer o nosso coração. De que, como o irmão falou, às vezes a gente não está à altura do nosso testemunho. Nenhum de nós está. A gente tem aquele testemunho, a gente tem aquela certeza. Mas é um dia após o outro, né? Então, conta pra gente, Liduína, esse hábito que você adquiriu. Então, né? Eu sempre ouvia os missionários retornados falarem de um monte de coisa que eles aprendiam, né?
E eu queria voltar com uma bagagem espiritual. Eu fui para a missão com cinco filhos. O mais novo tinha dois anos, hoje ele está na missão. E a mais velha tinha treze. Então eu sabia que eu ia ter um desafio muito grande para cuidar dos missionários e também de uma família grande.
E aí, aos poucos, eu fui entendendo como é que funcionava a missão e aí eu fui entendendo que eu podia separar um tempo para mim. Então, eu sempre quis um horário onde estivesse todo mundo dormindo, tudo em silêncio.
E aí eu comecei a estudar todos os dias às três horas da manhã. Naquela época não tinha muito o que me preocupar com os afazeres da casa. E aí aquilo ali foi, eu comecei a registrar. E uma experiência que eu comecei a perceber é que quando você estuda e você registra, mais coisas vão, mais inspiração vai chegando, mais insights você vai tendo.
E eu comecei a gostar daquilo, entender, porque eu via os profetas, eu ouvia os profetas falarem e eu pensava, eu quero ter as mesmas experiências, eu quero saber por mim mesma. E na missão isso foi se desabrochando para mim, não que eu não estudasse antes, mas daquela maneira, todo estruturado, com hora para começar, hora para terminar, hora para ponderar, com tempo de sobra na missão a gente está servindo de tempo integral.
aquilo virou realmente um hábito e hoje eu não consigo passar um dia sem estudar escrituras. Se eu passo um dia sem estudar escrituras, então eu sinto que falta algo, sabe? Falta direcionamento, falta inspiração, falta alguma coisa, né? Então eu sou muito grata por ter chegado nesse ponto em que as escrituras me preenchem de uma forma que eu me sinto segura. Eu sou psicóloga.
Então, eu vejo a psicologia junto com a teologia, com o evangelho, isso tudo me faz me sentir realmente alicerçada, sabe? Me sentir com força para lutar, com força para viver cada um daqueles dias que eu falei, que eu pensei lá no templo.
Cada dia é um dia, cada dia é uma batalha, né? E a gente precisa ter Cristo do nosso lado para batalhar junto com a gente, sabe? Então as Escrituras trazem isso para mim. Eu tenho realmente um amor muito grande pelas Escrituras, muito grande. Eu acho que na missão, os missionários falam que conhecem Jesus Cristo na missão, né? Eu acho que a gente conhece também e muito através do estudo das Escrituras.
E vendo vocês compartilhando os testemunhos de vocês e o processo de conversão, que realmente é um processo, né? A gente tá aqui todos os dias nessa terra, passando por dificuldades, experiências únicas. E eu pude ver o amor de Deus, né? Querendo trazer vocês pra perto, pra perto do convênio, pra perto, né? Chamando vocês pra arrependimento, assim como ele chama todos nós.
E talvez quem está ouvindo aqui é a gente agora, né? Que tem o testemunho e às vezes está precisando um pouquinho mais para fazer a meta de entrar no templo, ou se não entrou ainda, para continuar indo, né? Porque esses convênios vão nos aproximar do Senhor, que é isso que Ele quer. Mas Ele não pode obrigar a gente a falar, olha, você precisa ir para o templo, né? E o que Ele pode fazer é nos chamar os líderes para nos advertir, né? E mandar as escrituras para que a gente possa ler e converter o nosso coração.
E quando a gente lê lá em Deuteronômio 30, 20, pode ler para nós? Eu queria que a gente entrasse um pouco antes, que mostra tudo o que Moisés ensinou ali desde o 9, tudo bem? Claro, no 30. Ali no 30 mesmo. Que ele está ensinando essa parte de vocês já fizeram, vocês já têm todos esses mandamentos.
Então o Senhor agora está deixando bem claro para vocês, o Senhor teu Deus te fará prosperar em toda a obra das tuas mãos, no fruto do teu ventre e no fruto dos teus animais e no fruto da tua terra para o teu bem, porquanto o Senhor tornará a alegrar-se em ti para te fazer bem como se alegrou em teus pais.
Quando deres ouvidos a voz do Senhor teu Deus, guardando os seus mandamentos e os seus estatutos escritos neste livro da lei, quando te converteres ao Senhor teu Deus com todo teu coração e com toda tua alma. Mas aí ele adverte nos versículos seguintes, falando, Porque este mandamento que hoje te ordeno não te é encoberto e tampouco está longe de ti. Não está nos céus para dizeres quem subirá por nós aos céus que no alutraga.
Que não o faça ouvir para que o compramos. Quem é o profeta então que vai nos falar? Nem tão pouco está além do mar para dizer isso. Quem passará por nós além do mar para que não o traga? Que não o faça ouvir para que o compramos? Porque essas palavras estão muito perto de ti.
na tua boca e no teu coração, para cumprir-lhes. Vês aqui, hoje te tenho prosposto a vida e o bem e a morte e o mal, porquanto te ordeno hoje que ames ao Senhor teu Deus, que andes nos teus caminhos e que guardes os seus mandamentos, os seus estatutos e os seus juízos, para que vivas e te multipliques e o Senhor teu Deus te abençoe na terra a qual entras e possuir. Porém,
Se o teu coração se desviar e não quiseres dar ouvidos e fores seduzido para te inclinares a outros deuses e os servires, então eu vos declaro hoje que certamente perecereis. Não prolongareis os dias na terra a que vais, passando o Jordão para que entrando nela a possuas.
E aí então, 19 e 20, os céus e a terra tomam hoje por testemunho contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas tu e a tua descendência.
amando o Senhor teu Deus, dando ouvidos à sua voz e achegando-te a Ele, pois Ele é a tua vida e o prolongamento dos teus dias, para que fiques na terra que o Senhor jurou a teus pais, a Abraão, a Isaac e a Jacó, que lhes havia de dar.
Lindo, né? E a gente vai ver lá no 34, que é o último capítulo, são as últimas palavras de Moisés. No 7, fala que era Moisés da idade de 120 anos quando ele morreu, e os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu seu vigor. E fala que os filhos de Israel se prantearam, e Josué foi cheio de espírito e sabedoria, porquanto Moisés tinha posto sobre ele as suas mãos, passado, conferido as chaves para ele.
E que lindo de pensar. E logo no comecinho, no Vem e Segue-me aqui na introdução, fala que o ministério terreno de Moisés começou em uma montanha quando Deus falou com ele, de uma sacerdente, e terminou em uma montanha mais de 40 anos depois, quando Deus deu a ele uma eslubre da terra prometida no cume do Monte Nebo. E por tradução de Joseph Smith, que está lá no Guia de Estudo das Escrituras, a gente sabe que ele foi transladado.
Não se encontrou mais o corpo dele. Não se encontrou mais o corpo dele. E o presidente Boyk-Perk fala, assim como Elias, Moisés foi transladado, tirado da terra sem sofrer a morte. Havia coisas que Elias e Moisés deveriam passar para outros na carne nas gerações que ainda viriam. E eles voltariam à terra para fazer isso antes de experimentar a mudança da mortalidade para a ressurreição.
Então, que promessa que ele foi, imagina que responsabilidade que esse líder teve. E como ele passou aqui, que finaliza o Torá, que é o livro que algumas religiões estudam somente o Torá, mas que a gente acredita que não acabou aqui, que Moisés foi só...
E foi mais um grande profeta e ele teve essa grande responsabilidade de tirar o povo dele da terra do Egito. E hoje os nossos profetas também fazem essa súplica para nós, para nos tirar da terra prometida e nos trazer para perto do Senhor.
Eu gostaria só de finalizar em cima do que muito ficou para mim. Claro que tudo que nós falamos aqui é muito relevante, mas eu queria focar aqui no início, no capítulo 6, no versículo 5, quando ele fala desse amor. E aí eu lembro de Cristo. Eu lembro tudo que está no Velho Testamento representa Cristo.
Mas os ensinamentos de Cristo estão ali contidos, tanto no livro de Momo, ele como pessoa, ele como ser ressurreto aqui nas Américas. Quando ele chega aos apóstolos, nem quero falar de ordenança aqui, mas eu quero falar da atitude do Salvador, sem falar, se abaixa, vai aos pés dos apóstolos. Pedro questiona que não faria, mas ele teria que fazer para fazer parte do convênio que nós falamos hoje aqui.
E aí alguém diz, amar a Deus e amar ao próximo é fácil? Eu acho difícil. Se alguém acha fácil, parabéns para quem acha fácil. Existe algo mais difícil do que amar a Deus e amar ao próximo? É isso que eu vos digo, sim. Quando ele faz isso, ele então diz, um novo mandamento vos dou, porque era amar o próximo a ti mesmo. Ele diz que ameis uns aos outros como eu vos amei. O sarrafo subiu.
O sarrafo aumentou. Aí ele diz, né? Nisso conhecerão os que são meus discípulos, se amarem uns aos outros. Nós temos que amar o próximo como a nós mesmos. Só que Cristo quando fez isso, ele disse, agora eu dou um novo mandamento. Vamos amar como eu amei.
E essa é a coisa que eu gostaria de finalizar aqui com algumas palavras e depois meus agradecimentos pelo grande privilégio de estar aqui na escola dos profetas aqui, logicamente. Algumas vezes a gente aparece alguma coisa boa na internet. Paulo disse examinar todas as coisas e naturalmente retende o bem. E eu sempre gosto de acrescentar alguma.
Vou colocar um pouquinho de sal no negócio. Tem um, não sei se vocês conhecem, se o pessoal de casa conhece, algo que diz quem é bom e quem ama. A diferença é quem é bom e quem ama. Só que eu sou meio negativo, eu coloquei quem não é bom. Eu gostaria de finalizar com as minhas palavras, dizendo o seguinte, quem é bom, estou falando de amor, tá? Quem é bom se ofende facilmente.
Quem não é bom, né? Quem é bom, suporta ofência. Quem ama, esquece. Quem não é bom, ignora o próximo. Quem é bom, compadece do próximo. Quem ama, ajuda. Quem não é bom, nem começa.
Quem é bom começa e acaba. Quem ama começa para nunca mais acabar. Quem é bom faz chorar. Quem não é bom faz chorar, desculpa. Quem é bom faz sorrir. Quem é bom sorrir e quem ama faz sorrir. Quem não é bom se afasta para não ajudar. Quem é bom ajuda quando está perto. Quem ama sempre está perto para ajudar.
Quem não é bom busca oportunidade para condenar. Quem é bom não condena. Quem ama recebe o condenado. Quem não é bom procura fazer o mal. Quem é bom não faz mal a ninguém. Quem ama faz o bem que ele faz o mal. Quem não é bom impede que os outros cresçam. Quem é bom desce até os outros. Quem ama faz os outros subirem. Quem não é bom grita, crucifica-o.
Quem é bom, sobe conosco ao Calvário. Mas quem ama, fica por nós na cruz. Eu quero dizer para vocês que nós servimos um Deus que vive.
Sou muito feliz, estou emocionado de estar aqui com vocês e quero parabenizar o que vocês fazem. Porque as pessoas têm incentivado algumas pessoas a estudar as escrituras. E como nós somos pobres de estudantes das escrituras.
O Vem e Segue me veio para que a gente pudesse alimentar na nossa casa e levar para a igreja para compartilhar. Nós não temos professores, nós temos um facilitador ali, porque nós, e agora mais do que nunca nos 25 minutos, vai precisar que todo mundo fale um pouquinho do que aprendeu estando em casa. E vocês são, sinceramente, vocês são parte disso.
Vocês realmente fazem um trabalho maravilhoso, maravilhoso. Eu me sinto o Espírito de Deus aqui conosco nesse dia e sou grato por isso. Muito obrigado. Eu sei que a gente está gravando aqui um pouquinho mais na frente, mas a gente acabou de sair da conferência. Foi falado ali muito sobre nós compartilharmos o que nós sentimos. E essa é a primeira vez que eu estou fazendo isso de uma forma tão pública.
Mas, assim, eu fiz uma meta na conferência, né? De que onde eu pudesse, eu falaria. Então, eu queria também agradecer. Vocês me deram essa oportunidade de dizer, né? Para as pessoas em casa, né? Do meu amor pelo Salvador, do meu amor pelas Escrituras. O Marta Maria faz parte, né? Desse meu estudo, desse complemento desse meu estudo, como vocês falam, né?
As minhas netinhas falam o que vocês falam na abertura. Então, todo mundo conhece Marta e Maria, que é o trabalho que vocês oferecem. E realmente eu gostaria muito de declarar do meu amor pelo Salvador, do meu amor pelas Escrituras, de que nós precisamos, sim, todos os dias fazer essa escolha, de nos banquetear para que nós possamos mudar o nosso coração. Realmente a gente precisa checar o nosso coração todos os dias.
para ver o quão mais próximos das pessoas nos reconhecerem o Salvador em nós, nós estamos. Esse é o nosso objetivo, isso é a nossa meta, deve ser a nossa meta. Eu quero chegar lá, poder um dia beijar os pés dele e reconhecê-lo como alguém que teve paciência comigo, que me amou, que me ajudou a recomeçar cada dia. Então, também deixo aqui meus agradecimentos a vocês, meninas, foi muito bom. Obrigada.
Muito obrigada pelo testemunho maravilhoso, pelo espírito que habita aqui. E eu fico pensando, ouvindo as palavras de vocês, como o Senhor é grato por ter pessoas tão maravilhosas nessa terra, que trazem a luz dele e abençoam a vida e honram seus convênios.
Obrigada, meninas. Sentimos a falta da Ana, que não pôde estar aqui conosco hoje. Obrigada a você aí de casa por ter estado com a gente, num livro tão poderoso, que é um dos livros mais mencionados pelos profetas do Velho Testamento, que é Deuteronômio. E que você possa ter sentido um pouquinho o desejo de ser melhor, de recomeçar, que Cristo está de braços abertos para todos nós, todos os dias. Uma boa semana. Comente aqui, compartilhe e deixe o seu like. Até mais. Tchau, tchau.
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