Episódios de Marta Maria

Números 11–14; 20–24; 27 | Estudo Vem e Segue-Me, Velho Testamento 2026

03 de maio de 202657min
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Com Sara Becegato e Rodrigo Felix

Estudo do Velho Testamento com o apoio do manual Vem, e Segue-Me (um recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias).

Nossos episódios trazem reflexões e insights sobre alguns dos tópicos designados para a semana, buscando tornar seu estudo mais claro, edificante e conectado às escrituras.

Junte-se a nós nesta jornada de aprendizado e inspiração enquanto exploramos o significado das revelações para os nossos dias.

Seja você um membro novo, experiente ou alguém curioso sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, este é um espaço para aprender, compartilhar e crescer espiritualmente.

Acompanhe-nos nesta jornada de aprendizado e fortalecimento da fé, enquanto buscamos viver mais plenamente os ensinamentos de Cristo!

🌟Nosso instagram: https://www.instagram.com/martamariapodcast

Participantes neste episódio2
A

Ana

Host
C

Carol

HostApresentadora
Assuntos7
  • A importância da revelação pessoalOuvir a primeira impressão espiritual · Confiar no Senhor em vez do braço da carne · A mansidão e humildade de coração · A busca constante pelo Senhor
  • Estudo de NúmerosA distância espiritual no deserto · Lições aprendidas pelos israelitas · Comparação com os dias atuais · A importância de fazer a parte de Deus · A cegueira da reclamação
  • Datação de Fósseis e RochasA desobediência de Moisés ao bater na rocha · A consequência da desobediência: não entrar em Canaã · A importância de confiar no Senhor
  • Números 13: Espionagem de CanaãO relatório dos dez espias pessimistas · O relatório de Josué e Calebe · A comparação com o pessimismo moderno · A importância da fé e do otimismo
  • A Serpente de BronzeA repreensão divina com cobras ardentes · A cura pela visão da serpente de bronze · Analogia com Jesus Cristo e a salvação · A importância de olhar para o Salvador
  • Relacoes EUA-IraA importância de servir com 100% de dedicação · A gratidão pelas bênçãos recebidas · Enfrentar as dificuldades com fé · O chamado como oportunidade de crescimento
  • Historia do FrevoA reputação de Balaão como adivinho · A jumenta que fala · A cegueira espiritual de Balaão · A traição de Israel por ganância
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Olá, você está assistindo Marta Maria, a boa parte do dia podcast. Meu nome é Ana. Eu sou a Carol. Eu sou a Laís. E eu, a Letícia. Esse ano estamos estudando o Velho Testamento. Seguindo o cronograma do manual, vem e segue-me. A nossa discussão é apenas uma complementação do seu estudo. Venha conosco e sinta-se parte dessa conversa.

Olá, bem-vindos a mais um episódio Marta Maria. Estamos aqui com dois convidados ilustres, a Sara B. C. Gato e o Rodrigo Félix, que agora é a família Félix. São meus primos, eu acho que eu tenho um objetivo na minha vida, que é trazer toda a minha família aqui para o podcast, para vocês conhecerem. E para a gente aprender com eles também. Vamos ter que repetir os quatro anos agora. É verdade, é verdade. Obrigada por estarem aqui conosco.

Sejam bem-vindos, a gente vai falar sobre números 11 a 14, 20 a 24 e 27 com o tema Não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais, de 4 a 10 de maio. Mas antes, conta um pouquinho pra gente sobre vocês, o Rodrigo que serviu em missão, onde que você serviu, filhos, de onde vocês são, de onde vocês moram e por aí. Vamos lá.

Então, nós somos de São Paulo. Temos um filho, Daniel, de dois anos e meio. Nós somos casados há cinco anos. A gente se conheceu num baile pós-Crejas. Nem é Crejas mais que chama acampamento do jazz, né? Eu ia falar, o que é Crejas? Mas nem sei, na verdade. Faz tão tempo que eu não sirvo no jazz, né? Mas mudou o nome. Mas era Crejas na época. A gente... Ele não foi nesse acampamento. Na verdade, eu fui arrastada pra ir nesse acampamento. Eu não queria ir.

Guarulhos, na região de Guarulhos e aí eu fui com a minha prima, Rebeca e aí ele foi de entrão no nosso no nosso baile pós é bem entrão foi na sede de instituto dele e aí ele foi pro instituto e teve um baile e ele ficou e aí a gente se viu pela primeira vez lá e aí ele me chamou e a gente começou a conversar são sete anos juntos cinco anos casados e temos um filhinhoretoreto

Bom, eu servi em Cabo Verde de 2015 a 2017 acho que já teve uma pessoa que serviu aqui que serviu em Cabo Verde que vem aqui foi o Jared e como a gente sabe, né? Nós somos fãs a gente assiste toda semana sou converso na igreja conheci a igreja e a minha família quando eu tinha 8 anos 8 pra 9 anos e desde então estamos aí, né? Qual região de São Paulo que você é?

Eu fui criado em Suzano, que é o interior ali, grande São Paulo, né? E quando eu tinha 12 pra 13 anos eu fui pra Penha, e aí antes de me casar fiquei o tempo todo na Penha, né? Então eu fui pra missão da Penha, voltei na região da Penha, estaca a Penha.

Casou eu trouxe ele pra São Paulo Sul E Rodrigo? É o Parque Bristo Rodrigo, você é converso na igreja? Sim, eu sou converso Conheci a igreja com oito anos E eu e minha família Inclusive é uma Experiência interessante Porque nós participávamos de uma outra Igreja, uma outra denominação

E nós estávamos num momento bem difícil, né? Minha mãe estava com alguns problemas de saúde. Estávamos bem tristes onde nós participávamos, né? Porque não tínhamos tantas amizades, né? Era um momento bem difícil pra gente. E os missionários bateram na nossa porta pedindo água.

E era um momento onde minha mãe estava procurando, né? Uma religião, procurando... Respostas, né? Exato, respostas. E aí, os missionários bateram na nossa porta, pediram água. Algumas semanas depois, nós fomos batizados. Então, foi uma experiência bem incrível.

E aí vocês beberam da água da vida da fonte da fonte da fonte. E a Sara eu já conheço a família, né? Ah, é. Não, é. Eu tive o privilégio de nascer numa família maravilhosa, né? Tivemos. Então, eu nasci dentro do evangelho, meus pais conheceram na missão, então eu nasci dentro do convênio.

e nunca nem pensei sair na verdade a Sara filha da já aqui e do marido já participaram aqui duas vezes muito bom então vamos seguir para começar

A gente está aqui em números, né? A gente pula, eu acho muito interessante que o Vem e Segue-me, ele tem pegado só alguns capítulos desses próximos livros que a gente vai estudar. Porque, assim, é muita coisa para cobrir em um ano só, porque o Velho Testamento é gigante. Imagina Isaías, então, quando a gente chegar lá, não dá para estudar todos os capítulos um por um. Mas eu acho interessante notar que a gente está.

que números, né, números já se refere à questão de eles contarem o povo, né, então no começo eles contam o povo de como eles estão, e aí passa números inteiros dos 40 anos ali no deserto, e aí no final eles contam de novo o povo. E aí eu quero só trazer um pouco desses dados antes que eu volte todos os meus recursos para onde eu estava antes, porque esse número estava bem no finalzinho do meu recurso.

que ele fala que depois de 40 anos no deserto, o número chegou a ser 601.730, comparado a 603.000 quando eles começaram, 603.550. E os levitas, eles cresceram de 22.000 para 23.000.

E há um fato interessante que eu aprendi, que é, nenhum israelita original permaneceu, a não ser por três pessoas, Josué, Caleb e Moisés. Nenhuma pessoa de 20 anos ou mais que tinha sido numerada no começo da peregrinação do deserto, 38 anos depois estava junto dos filhos de Israel.

Então, imagina, por isso que foi tão, eu acho, imagino, difícil para Moisés ensinar para esse povo, porque eram pessoas novas que os pais às vezes não ensinaram tão bem, e aí ele tinha que ensinar de novo as mesmas coisas. A idolatria, daí volta para um Deus só, daí volta para a idolatria, então é uma montanha-russa constante.

Então, para então, agora deixa eu voltar aqui para o outro livro que eu estava seguindo, eu queria ler para vocês.

Na verdade, eu vou começar aqui com o próprio Vem e Segue-me, que ele fala o seguinte, mesmo a pé, não demoraria 40 anos para viajar no deserto do Sinai, a terra prometida em Canaã. Mas foi o tempo que os filhos de Israel precisaram, não para percorrer a distância geográfica, mas a distância espiritual. A distância entre quem eles eram e quem poderiam se tornar como povo do convênio de Deus.

O livro de Números descreve parte do que aconteceu durante aqueles 40 anos, inclusive as lições que os filhos de Israel precisaram aprender antes de entrar na terra prometida. Eles aprenderam a ser fiéis aos servos do Senhor, aprenderam a confiar no poder do Senhor mesmo quando não há esperança no futuro e aprenderam que ser descrente traz prejuízo espiritual, mas eles podiam se arrepender e buscar a cura do Salvador.

De algumas maneiras, somos parecidos com os israelitas. Sabemos o que é estar em um deserto espiritual. E as lições que eles aprenderam podem nos ajudar a nos preparar para entrar em nossa terra prometida, a vida eterna com nosso Pai Celestial.

Esse começo, ele é fenomenal, porque é interessante, quando eu estava estudando a aula, né, foram 38 anos, e eles podiam entrar praticamente imediatamente, mas o Senhor permitiu que eles andassem por 38 anos para conseguirem entrar na Terra Prometida, né. E levando isso para os nossos dias, às vezes a gente ora o Pai Celestial pedindo uma bênção específica, e a gente não faz aquilo o simples.

E aí, a gente reclama, né? Como eles reclamaram muito, né? Nossa, mas por que eu não consigo essa bênção? Eu vou na igreja. Eu tomo meu sacramento. Por que eu não tô conseguindo essa bênção? Mas será que a gente tá fazendo tudo aquilo que o Senhor espera de nós? Então, a gente vai andar por 40 anos, no caso deles, né? Mas a gente vai demorar pra ter aquela bênção. Não porque o Senhor não quer dar. O Senhor queria que eles entrassem na terra prometida.

Mas demorou tudo isso porque eles precisavam aprender. Então, às vezes, é uma coisa pra gente refletir. Está demorando muito pra gente receber uma bênção específica? Será que a gente está fazendo tudo o que a gente precisa fazer? Que nem o Alder Godoy, né? Na conferência de 2014, ou 2013, ele falou, né? Se as bênçãos da sua bênção patriarcal não estão se cumprindo, né?

Será que a vida que você está vivendo agora... Não é isso? É alguma coisa assim. Você está vivendo a altura das suas bênçãos, né? Então, a gente tem que fazer um pouco mais, né? Avaliar o que está sendo feito, né? E, às vezes, perguntar para o Senhor também, né? Às vezes, pô, eu estou esperando, mas... Eu acho que eu estou fazendo tudo o que eu devia fazer, mas será que é isso que o Senhor espera de mim? E, às vezes, a gente precisa fazer essa pergunta, a gente precisa fazer essa introspecção, né?

E o que não estamos fazendo, né? Não estamos sendo pacificadores, como eles. Reclamar, né? Eu acho que isso, infelizmente, cega todos nós. Das bênçãos, da gratidão que a gente tem que ter pelo que a gente já tem. E que vai nos abrir caminho, às vezes, pra nossa mente, pra começar a ver outras coisas. E seguirmos na direção onde o Senhor quer que nós sigamos.

Então, essa cegueira que vem da reclamação é muito grande. Como você falou, eles reclamaram demais, né? Por muitas coisas. E o propósito do livro de números é pra contar essas experiências dos israelitas nessa peregrinação, né? E também mostrar essa preparação deles pra entrar na terra prometida, né? E eles precisavam servir de exemplo pra nós, né? Porque que história mais do que um povo que sofreu por tantos anos.

Que é registrado, né? Que nós conhecemos o tanto que eles sofreram. Primeiro pela escravidão lá no Egito, né? Foram libertados e ainda assim. E isso mostra como a gente tem que constantemente combater o nosso homem natural. Constantemente. Como é fácil se esquecer das bênçãos que nós... Os milagres que eles visualizaram, gente. Eram milagres assim. Como que você pode reclamar do Senhor sendo que Ele te abençoou?

Caiu maná do céu, sabe? É, se você parar pra pensar... Maná do vento guiou. Exato. Sabe? Olhar pra cobra e você tá curado, sabe? Então, assim, é... Eles visualizaram milagres muito grandes e mesmo assim, eles continuavam reclamando. Queriam voltar...

Para o Egito, voltar a ser escravo. Então, assim, é muito fácil a gente se esquecer. É fácil a gente julgar eles, né? Com certeza. Ai, mas eles reclamavam demais. Mas será que a gente não faz isso também? Poxa, será que o Senhor não está me abençoando? Estou fazendo tudo certo. Ou, nossa, eu sirvo no meu chamado e mesmo assim eu tenho dificuldade. Então, às vezes, a gente é um pouco como eles, né?

E às vezes a gente busca o Senhor, mas... E a gente quer uma resposta rápida, quer uma resposta de fato, né? O que nós precisamos fazer, mas às vezes a gente se encontra... Eu me encontrei já várias vezes assim, o Senhor me deu uma resposta, mas é só para dar um passo, né? Talvez eu com uma tocha numa caverna e eu consigo iluminar só um passo à frente, né?

Então, às vezes, é o primeiro passo que a gente precisa dar, né? Eu tive até uma experiência interessante na semana, acho que foi semana passada, que teve o que aconteceu com o Bruno, né? E nós estávamos no carro e na hora...

Conta o que aconteceu com o Bruno. Bruno, marido da Letícia. O que aconteceu foi que nós estávamos semana passada? Sexta-feira, o Bruno estava indo para o evento da Marta Maria e bateram, né? Na verdade, ele avançou o par e bateram no carro dele, né? Ele parou, ele só não encheu. Ele olhou para os dois lados, mas ele não sabe de onde veio aquele carro, porque ele foi e o carro bateu nele. Sim.

E na hora, quando a Priscila, a irmã da Letícia, recebeu a mensagem, ela parou na hora e falou, vamos fazer uma oração? Eu não sei ali na minha reação como homem natural, se eu teria essa reação, né? De fazer uma oração, talvez vamos lá, até vamos tentar resolver, mas ela falou, vamos fazer uma oração para que tudo dê certo. Eu não conseguia estar lá em dois, três minutos, né?

Então, às vezes, a gente esquece de recorrer a quem sabe o nosso presente, o nosso passado e o nosso futuro, né? Então, é interessante como nós temos um recurso único para nos guiar e às vezes a gente esquece, né?

E é tão fácil a gente reclamar, né? A gente estava se preparando ali para o evento e eu podia muito ter jogado tudo para o alto, falado, como assim, senhor? Estou aqui me doando por você, né? Mas o primeiro sentimento que eu tive...

Porque assim, ele me ligou primeiro, né? Ele falou, tá tudo bem, aconteceu isso. E eu vou ligar pra polícia agora só pra você saber que tá tudo ok. E aí em seguida eu recebi notificação do relógio dele no meu celular. Umas três notificações falando que ele tava em um acidente. E aquilo podia muito ter estragado a noite, né? Se eu tivesse visto aquela mensagem sem ele ter me ligado. Então eu acho que tudo assim foi muito a mão do senhor. Ele tava bem.

então assim, o Senhor me acalmou e a gente poder confiar no Senhor nesses momentos e assim ter uma retrospectiva de tudo que ele já nos fez até agora ele saiu ileso dali a outra pessoa também então assim, a gente sempre poder olhar pro nosso passado, porque a gente conhece o nosso passado

E saber que ele confia, saber em quem confiar, porque ele sabe do nosso futuro. Então, apesar das circunstâncias, ainda assim ser grato, ainda assim olhar pra frente e confiar no Senhor. E recorrer ao Senhor. Sim.

E no versículo 1 é o que o povo não estava fazendo. Que fala, e aconteceu que queixando-se o povo era mal aos ouvidos do Senhor. Porque o Senhor ouviu e a sua ira se acendeu. E o fogo do Senhor a deu entre eles. E consumiu os que estavam na última parte do acampamento.

Então o Senhor estava assim, né? Porque eles não estavam ouvindo, né? Moisés falando ali. Inclusive no 11 fala... 11 não, no 14. Moisés fala, eu sozinho não posso levar todo este povo porque é muito pesado para mim. Imagina, né? Você está tentando falar para as pessoas, orem para o Senhor, se humilhem, né? E ele não estava conseguindo, as pessoas não estavam ouvindo. Era tanta iniquidade, tanta idolatria, como eles se esqueciam do Senhor, né?

Não, e é interessante porque tem um momento dessa parte que você está comentando, que ele fala, né, queria que todos fossem profetas, né? E a gente pode tirar duas interpretações disso, né? Do peso que é ser um profeta, que imagina se todos aqueles que estavam reclamando de Moisés, né? Porque eles se queixaram muito de Moisés, né? Da liderança dele, enfim.

saber o quão pesado é, né, e quão difícil é, e trazer isso para os nossos dias, agora teve uma grande mudança, né, no programa da igreja, e é muito fácil a gente colocar no lugar de, nossa, por que 25 minutos? 25 minutos é muito pouco, a gente não vai conseguir estudar o Vensegme direito, então, assim, é, pode ser muito fácil a gente reclamar, né? A gente já começa a reclamar, né? Mas, assim, com certeza foi algo muito inspirado, né, que o presidente Oaks, ele realmente buscou inspiração para que essa mudança acontecesse, né?

E, então, voltando ao que o Moisés falou, que gostaria que todos fossem profetas, de que é difícil esse lugar dele, né? Mas também de que bênção que nós temos, de termos a revelação. Nós, ninguém aqui é profeta, né? Mas a gente pode guiar a nossa vida como os profetas nos guiam, né? E a gente pode ter revelação pessoal, seja ela pequena ou grande para a nossa vida. Pode transformar todo o rumo da nossa trajetória aqui, mas o Senhor nos deu esse presente, né?

Que é conseguir conversar com ele, ter intimidade o suficiente para ter a sensibilidade de ouvir o sussurro do Espírito Santo e entender o caminho que a gente precisa seguir, né? E é um presente. E na aula ele sugere um discurso do presidente Nelson, né? E foi assim que ele recebeu o chamado dele de profeta, né? E aí ele fala todas as experiências dele, né?

E aí tem uma parte que eu gosto bastante, que ele fala assim, imagine o milagre disso. Seja qual for o nosso chamado na igreja, podemos orar ao nosso Pai Celestial e receber orientação e direção. Ser alertado sobre o perigo e distrações e ser capaz de realizar coisas que simplesmente não poderíamos fazer por nós mesmos. Se verdadeiramente recebermos o Espírito Santo e aprendermos a discernir e a entender seus sussurros, seremos guiados em assuntos grandes e pequenos.

Então isso é nos nossos chamados e na nossa vida pessoal, né? E eu fico pensando assim que às vezes tem pessoas, eu sinto que eu sou uma pessoa que eu gosto de correção, eu gosto de saber onde eu tô falhando, pra eu melhorar e de redirecionar a minha vida, ou falar, olha Carol, você precisa fazer mais assim, né? Talvez esse... Eu gosto disso.

E ao longo da vida eu vi que tem muitas vezes pessoas que tem um pouco de resistência a isso, de quando você fala alguma coisa, a pessoa não quer mudar e tal. E eu fico pensando nisso, né? Quando o Moisés e os nossos profetas hoje, constantemente, é pra gente mudar a nossa direção.

Vocês têm alguma experiência, alguma coisa em relação a isso que vocês viram, não só talvez vocês, ou viram alguém fazendo que quando ouviu o profeta e seguiu essa experiência, a sua vida foi abençoada. Claro que eu sei que a gente tem, mas tem alguma específica que vocês gostariam de compartilhar?

Olha, essa semana passada também, eu estou em Utah, então estou aproveitando para ver pessoas da missão. E eu tive a oportunidade de ver um companheiro muito querido, né? Ele é do Arizona, ele veio para cá. E nós estávamos relembrando algumas experiências da missão. E tem uma experiência muito especial com um rapaz. Nós servimos juntos por uns quatro meses, esse missionário que veio do Arizona.

E nós estávamos ensinando, na verdade, nós morávamos do lado desse rapaz, e sempre quando nós passávamos na rua, víamos ele e falávamos assim, ah, mora do lado da casa dos missionários. Com certeza algum missionário já passou aqui, já, e bateu na porta, né?

E uma vez nós sentimos de bater na porta desse rapaz e ele deixou com que nós entrássemos. E os missionários nunca bateram lá, nunca falaram com ele. E nós começamos a ensinar a família e aí ensinamos algumas lições e aí fomos marcar a data batismal desse rapaz. E aí na hora a avó dele estava do lado e ela é de uma outra religião e ela falou assim, não, ele já é batizado.

E aí ele recusou o batismo. E aí no dia ali eu estava sentindo, na própria lição ali, eu senti em convidar ele para uma noite de integração que nós teríamos na capela naquela noite. E a noite de integração nós iríamos falar sobre a primeira visão sobre o filme de Joseph Smith.

E aí ele foi à noite. E no final dessa lição, dessa atividade, ele marcou a data batismal dele. Ele falou, e era dia 18 de março a data do batismo. E aí ele perguntou, dia 18 ainda está de pé? Eu posso ser batizado? E no filme de Joseph Smith mostra o quanto os pioneiros sofreram, o quanto foi importante ouvir o profeta.

Então, você comentando agora é o que me vem à mente, né? Uma experiência que... E esse rapaz, ele foi batizado, ele foi pra missão, a família toda foi batizada, a irmã dele foi pra missão, serviu no templo de São Paulo, né? E depois eu tive a oportunidade de vê-la. Então, quando nós seguimos, primeiro, as primeiras impressões, né? Como a gente estava falando de revelação, geralmente o Elder Rasband.

Ele fala sobre isso, que geralmente a primeira impressão é a orientação do Senhor. Então, quando nós seguimos a primeira orientação, que é a revelação, e nós ouvimos o profeta, o Senhor nos guia e a nossa vida muitas vezes toma um rumo bom com o Evangelho.

E esse é o legal da nossa igreja, né? Obrigada por compartilhar. É uma igreja viva, de revelação, o tempo inteiro. Mudamos o programa, né? Sentiram que devem mudar o programa agora. E estão sempre mudando, e é bom a gente mudar, né? A gente tem que encarar a mudança como algo para o nosso crescimento, né?

Daí no capítulo 11, Deus designa 70 anciãos para ajudarem Moisés. Então aqui a gente tem o primeiro quórum dos 70, que eu acho muito interessante a gente já ver toda a igreja, como ela realmente foi restaurada, porque Cristo já deu todas as diretrizes desde o começo. E aí temos no finalzinho do 11 ali as...

As codornizes. Quem gostaria de ensinar a gente sobre as codornizes? Elas são oves pequenas, né? Elas parecem umas mini galinhas. Tipo uma codorna. Uma codorna, é. Que ficam no solo.

E elas são conhecidas por serem fáceis de encontrar em algumas regiões, inclusive no deserto, e servirem como alimento, carne e ovos, e terem voo baixo e rápido. E aí ele fala aqui que o senhor enviou as cordonizas em grande quantidade para que eles tivessem carne.

Porque essa era a reclamação, né? Eles viam o maná e aí eu fiquei pensando, né? Realmente, pra quem nasceu ali naquela situação, não entende que o maná veio de Deus, né? E aí eu pensei, nossa, que falha dos pais não ensinarem isso, né? Que o maná, eles não tinham nada pra comer, eles estavam no deserto. E eles viam o maná caindo dos céus todas as manhãs, menos no shabat, né? Menos no sábado.

E pra eles era normal, sempre vai ter. E aí começaram a reclamar, né? Nossa, que saudade de carne. E isso que eles ensinaram pros filhos, né? Olha, tinha algo muito mais gostoso do que o maná. E aí, né? E aí eles, então, mas o senhor, ele é tão bondoso que ele manda as codornizes, essas aves. Inclusive aqui em números de 11, do 18 ao 20, pode ler pra nós, Sara? O que o senhor, como ele abençoou o povo ali?

Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias, mas um mês inteiro, até vos sair pelo nariz, até que vos enfastieis dela, porquanto rejeitaste ao Senhor, que está no meio de vós, e soraste diante dele, dizendo, Por que saímos do Egito? Então, assim, volta aquilo que a gente estava falando da reclamação, né? Eles não só estavam reclamando do Maná, que era só Maná e eles estavam, assim...

É fartos demais de maná, né? Mas eles estavam querendo voltar pro Egito. Então, assim, eles não tinham uma vida excelente no Egito. Eles eram escravos no Egito. Então, assim, eles reclamaram disso do Senhor. O Senhor os abençoou tirando da escravidão, levando pra uma terra prometida, e eles estavam reclamando disso. Então, quando ele deu a carne, né? Não foi só eu estou dando pra vocês porque vocês pediram, porque vocês estão reclamando que só tem maná.

Mas ele estava ensinando a eles, né? Olha, vocês vão comer tanto que vai sair pelo nariz. Vocês vão se cansar disso. Porque eles estavam reclamando. Que vocês estão reclamando de algo que ele o abençoou, né? Que foi tirar eles do Egito. E ele estava mostrando, de certa forma, o poder dele, né? Que ele pode dar o que ele quiser a qualquer momento em abundância.

Gosto muito de pensar, quando eu penso nessa história, eu gosto de pensar também naquelas, quando Cristo, que ele fala para os pescadores pescarem daquele outro lado, e ele vai, eles pegam aquele tanto de peixe. E isso mostra que é o poder de Deus, ele pode multiplicar, o que ele quiser nos dar, ele vai nos dar. E ele é um Deus de abundância, a gente precisa...

orar por isso, né, e reconhecer que ele é esse Deus. E eu confio muito porque eu tô pensando aqui se os nossos filhos já não reclamaram de uma coisa e falaram, nossa, mas na minha infância isso aqui era maravilhoso. É isso. A geração no telinho.

E eu acho que tem tempo pra tudo, né? Eles precisavam dessa lição pra que eles pudessem saber por eles mesmos. Talvez ali quem mais reclamava, sei lá, eram os filhos mesmo daquele pessoal, né? E eles, nossa, lá eu tinha aquela segurança de que eu era escravizada, mas pelo menos eu tinha comida, sabe? Então, a gente sempre volta, como a Lila falou, pro familiar. O que a gente sente mais familiar, mesmo que seja duro.

para criar um novo caminho, mesmo no nosso cérebro, os neurônios novos, dá mais trabalho do que voltar àquele caminho que a gente sempre tinha. Assemelha-se muito à Laman e Lemuel, né? A família de Leí, eles querendo voltar, né? Murmurando a todo momento.

Eu fiquei pensando também sobre como que isso a gente poderia ver em nossos dias, né? Como que seria a nossa reclamação, porque a gente não está no deserto, né? E aí depois a gente vê que o povo até pegou mais do que deveria e o senhor fica irado, né? E, enfim, ele transforma, acendeu a ira e feriu o senhor com uma praga muito grande depois que eles começam a pegar mais do que necessário. Eu fiquei pensando às vezes...

É requerido de nós muito esforço, às vezes apoiar um marido como bispo, né? A Carol e a Laís passaram por isso, a Carol antes o Daniel era bispo, a Laís hoje com o Arthur como bispo. Imaginem que para vocês requer muito esforço, né? Muito sacrifício da família.

em deixar o marido não participar de muitas atividades, porque ele está ocupado, às vezes, com um membro, ou participando da mudança de alguém, né? Sempre se devotando muito à igreja, né? Ou então, às vezes, alguém que vai servir missão, vai o casal, e às vezes um deles está com, assim, não está com o coração completamente lá, mas o senhor chamou a gente, sério?

Nossa, e começa a reclamar às vezes, né? Às vezes você é chamado como líder, não sei, líder, até líder de música da primária, pode ser o menor cargo que seja, não estou... Você é líder na língua de música, então você sabe o que está falando. É, eu sei, eu estou falando por experiência própria, porque às vezes, assim, eu me sinto muito pequena.

o senhor me colocou aqui, mas será que eu sou boa para ensinar essas crianças a conseguirem, nesses 30 minutos, entesourar essa música e levar para casa uma música aprendida, né? E às vezes a gente começa a reclamar das pouquinhas coisas que o senhor nos dá, né? Assim, o pouco, ele só pede um pouquinho de mim, ele só pede que eu vá lá no domingo, todos os domingos, e sirva as crianças, às vezes a gente está reclamando do maná.

A gente está reclamando daquilo que a gente está acostumado. Às vezes a gente está reclamando de, ai, meu marido está servindo lá como bispado, ele não está com tempo para a minha família. E isso se torna o nosso normal, e a gente vai cada vez mais se afastando, desconectando com o Senhor.

Você falou dos chamados, né? E eu fiquei pensando que Benson quer ter um marido servindo como bispo agora, que meu marido não é mais, mas tem outros chamados, enfim. Mas eu olho para trás e vejo a vida de tantas pessoas que ele pôde servir, de ajudar. E quanto aquilo trouxe de bênçãos para a minha família. E foi maravilhoso, quanto a gente se uniu como ala, como a gente conheceu melhores os membros, né? E que foi logo depois que a gente se mudou para cá. Então, foi...

Foi tão bom, é tão gostoso servir ao Senhor. Mas é muito fácil realmente a gente se reclamar, né? Eu lembro que eu estava num discurso no meu devocional e a pessoa que falou no discurso, ele falou assim, a gente reclama todo momento. Se está muito calor, a gente reclama que está muito calor. Se está muito frio, a gente reclama que está muito frio. E ele falou, vamos fazer uma meta de um dia não reclamar?

E é difícil, né? Às vezes a gente fala, nossa, bati meu pé. Ai, que dor. Sabe assim? Tipo, a comida tá fria. Ai, que bom que eu bati meu pé. Agora eu estou me sentindo mais forte. Muda a perspectiva. As redes sociais. Eu sei, eu estou brincando. Mas é verdade. Mas é o que você falou, que nem você falou. Nossa, que privilégio. Que coisa maravilhosa. Que coisa maravilhosa foi que você vi. É óbvio que vai vir dificuldades com aquilo.

Mas assim, é isso, tipo, as dificuldades são óbvias. Vamos ver o que não é tão óbvio, então, né? Que é o que tem de positivo naquilo, né? E de bater o pé, às vezes, tem gente que já solta o linguajar que não deveria. E aí já vai pra outro caminho. E aí já vai pra outro caminho, então a gente tem que refrear nesses momentos, sabe? Então é um controle constante. É mesmo.

Eu tô fazendo um exercício, nas redes sociais tem um vídeo que tá viralizado, né? Que é quando acontece algo de ruim, você fala três coisas boas, né? E eu tenho feito esse exercício, não sei se vocês viram, mas eu tenho feito isso e realmente... Eu não vi você fazer isso. É, peraí, bate o dedinho do pé aí.

Mas realmente sempre tem coisas boas, né? Por mais que a gente, às vezes, acontece alguma coisa, se a gente parar para pensar, poxa, eu bati o carro, está tudo bem, eu tenho um carro, né? Então são coisas que a gente precisa olhar ali para agradecer. Mesmo nesses momentos de dificuldade, a gente tem coisas para agradecer.

Desculpa, fala isso. Não, é só sobre o que a Carol falou sobre o chamado, né? Às vezes, muitas das vezes, o chamado, ele requer muito do nosso tempo. E o tempo, eu acho que é o que é mais valioso pra gente hoje em dia, né? E agora, onde estamos nesse momento em nossa família, né? Meu marido é conselheiro e eu sou presidente das moças. São dois chamados que requer muito, né? Sou conselheiro do bispado, não das moças.

do bispado, desculpa do bispado, é doido e eu sou o presidente das moças e são dois chamados que requer muito de nós e eu lembro muito de que nessa época adolescência pra parte adulta minha mãe escolhendo uma pessoa pra conhecer e namorar e casar, né

antes do Rodrigo, e aí a minha mãe sempre falava assim, pra mim, né, queira 10% de um homem 100% do que 100% de um homem 10% para o Senhor. Então, levando isso, né, que às vezes o marido ou até a esposa, dependendo do chamado, né, ela vai estar muito na igreja.

No caso dos jovens, a gente está fazendo atividade semanal e ainda tem administração e tudo mais. Requer muito da gente, né? Mas eu vou dar 100% para o Senhor. Porque o meu objetivo final é estar de volta com Ele, né? E eu quero que o meu marido também esteja. Então, não dá para eu servir sozinha e meu marido...

Isso é 10%. Então eu vou ter 100% do tempo dele, mas para o senhor ele só é 10%. Então eu prefiro ser só 10% do Rodrigo porque eu sei que para o senhor ele tá dando 100% dele. Que lindo. Sabe a Jack. Muito bem. Que outros desafios aqui que eles passaram, então, nesses 40 anos? Eu sempre fico querendo falar dias. 40 anos.

É muita coisa, né? É, é muito mais do que diz. Qual que mais chamou a atenção de vocês aí, que vocês gostariam de mencionar? Eu gostei muito da cobra, da serpente, na verdade, né? Que, na verdade, é interessante a gente pegar a parte da história, né? Dos versículos, eles estavam reclamando.

Como sempre. De vez em quando eles tinham um período de reclamação, eles murmuravam. E aí o Senhor mandou cobras. Então elas não surgiram do nada. Foi o Senhor repreendendo eles. E aí ele enviou as cobras, as serpentes. E aí Moisés, como uma pessoa mansa, porque eu fico imaginando.

Moisés, ele foi o profeta perfeito pra aquela dispensação, porque ele, nas escrituras fala, né, ele era um profeta manso, e precisava, porque era um povo duro, era um povo que reclamava muito, então imagina se fosse um profeta que tinha uma personalidade um pouco diferente, uma personalidade mais dura, uma personalidade que não tem muita paciência, eu penso muito em Brigham Young, porque ele era um profeta muito, né, o certo é isso, enfim. Então, o Senhor escolheu Moisés não por acaso, porque precisava ser ele, né.

E aí ele vai e fala com o Pai Celestial, olha, perdoa eles, eles precisam, e aí ele vai e ele fala pra ele construir, né, colocar a serpente de bronze. E se vocês veem a imagem da serpente nas fotografias da igreja mesmo, ela parece uma cruz, né? Então tem a cruz e tem a serpente em volta dela, né?

E se a gente analisar a serpente como Jesus Cristo, né? A crucificação de Jesus Cristo. Então, eles eram picados pela cobra e era só olhar para a serpente de bronze e eles seriam curados. Então, levando isso para os nossos dias, às vezes a gente tem um pecado.

E é só recorrer ao Salvador, porque ele já pagou por nossos pecados. Mais do que qualquer outra pessoa, ele sabe o que nós estamos passando, as dificuldades que nós temos, né? E a gente não olha, né? E é exatamente como as pessoas, né?

da história, tinha pessoas que não olhavam pra serpente, nossa, mas é tão fácil é só olhar pra serpente e ela vai ser curada então, levando pros nossos dias será que a gente tá olhando pro Salvador como nós deveríamos? às vezes a gente quer ser curado de alguma doença física ou alguma doença emocional que estamos vivendo, ou a gente quer uma benção específica, mas a gente não tá olhando pro Salvador, a gente não tá fazendo a nossa parte

Então, eu gosto de fazer essa analogia que você falou, qual parte da história que eu gosto muito, e eu gosto muito dessa, porque me faz refletir de que eu preciso mudar, eu preciso colocar Jesus Cristo como meu centro, e é só olhar pra ele. Lógico que é uma analogia, né? O olhar pra ele é fazer a minha parte, guardar os mandamentos, servir o meu chamado.

Colocar Jesus Cristo como centro da minha família. Jesus Cristo, Pai Celestial, né? Como centro da minha família. E sim, eu vou ser curada. Eu acho que todos nós precisamos de cura aqui, diariamente, né? Sacramento é pra isso, né? De renovar nossos convênios com o Senhor. E eu fiquei pensando que a serpente ardente que o Senhor mandou, no versículo 6, fala que morderam o povo e morreu muita gente. Então, as pessoas estavam com medo de olhar praquela serpente e duvidavam se ela tinha aquele poder mesmo, né?

E a mesma coisa, como você colocou tão lindamente, é hoje. A gente precisa, tem tantos anticristos, falsos cristos. A gente precisa procurar o caminho correto, né? Só através de Cristo, ele falou, né? Não tem outro caminho, vocês não vão ao Pai senão por mim. A gente precisa ir a Ele e saber o que a gente precisa fazer pra continuar, né? No caminho.

E o Adair Bednar, ele no discurso ser manso e humilde de coração, ele fala, né? Que discurso maravilhoso. Eu convido todos a lerem esse discurso na íntegra, porque ele é muito bom. E ele fala, né, da mansidão. Ele fala, anote a característica que o Senhor usou.

para descrever a si mesmo na seguinte escritura. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrarei descanso para a vossa alma. Ou seja, a mansidão, a humildade de coração, vai dar descanso para a nossa alma. E aí ele fala de forma instrutiva, entre todos os atributos e todas as virtudes que o Salvador possivelmente poderia ter solucionado, ele decidiu enfatizar a mansidão.

E aí ele fala que um padrão semelhante a esse se mostra evidente em uma revelação de Joseph Smith em 1829, que o Senhor declarou, aprende de mim e ouve minhas palavras, anda na mansidão do meu espírito e terás paz em mim. Então a mansidão é um atributo essencial do Redentor e é caracterizada pela prontidão em fazer o certo.

pela submissão voluntária e por um sólido autodomínio. Mas é isso, eu gostei muito dessa parte, que é a prontidão em fazer o certo, pela submissão voluntária e por um sólido autodomínio. Se me permite só ler um pedacinho desse discurso, que ele fala exatamente o que é a mansidão. A qualidade cristã da mansidão é frequentemente mal compreendida em nosso mundo contemporâneo. Mansidão significa força, não fraqueza.

É ativa, não passiva. Significa coragem, não timidez. É moderada, não excessiva. Significa modéstia, não exibição pessoal. É graciosa, não arrogante. Uma pessoa mansa não se irrita facilmente, não é pretenciosa ou prepotente e rapidamente reconhece as conquistas dos outros.

Então, assim, aqui tá um guia do que a gente tem que ser. É isso ou aquilo, né? E eu gostei muito do final. E rapidamente reconhece as conquistas dos outros. Então, ser manso não é aceitar tudo. E ser uma pessoa que acaba sendo maltratada ou jogada pra escanteio porque ela é mansa demais. Não é isso que o Senhor quer que a gente seja, né? E aqui ele fala um manualzinho exatamente como a gente tem que ser, né?

E reconhecer as conquistas dos outros. Eu gostei dessa parte. De que a gente tem que gostar da felicidade alheia. Sabe? Nossa, você conseguiu conquistar aquilo que você queria muito. Que legal pra você. Que bom eu fico feliz por você. É isso que ele quer que seja. Nós somos irmãos, né? Então, quando a gente tem alguém na nossa ala. Ou, enfim. A gente tem que torcer pelo outro. Então, se o bispo tá tendo alguma dificuldade. Eu quero que ele melhore. Eu quero que ele consiga.

conseguir aquela benção que ele tanto almeja, né? Isso é ser manso. É uma qualidade que o Senhor quer que a gente... E se você já tá num patamar alto, por que não querer abençoar os outros, né? Fazer outras coisas pra que os outros cheguem também. Eu acho muito legal quando membros ou pessoas que a gente conhece doam recursos pra que outras pessoas possam estudar projetos e tudo mais e abençoar tantas vidas. Isso é maravilhoso. E você, Rodrigo, tem uma história aqui.

Esses capítulos que nós estamos estudando tem várias histórias super conhecidas, como da serpente, que nós acabamos de falar, e eu nunca tinha parado para aprender tanto sobre a história de Moisés ali na parte que o senhor pede para ele falar para a rocha jorrar água.

E ele querendo se vangloriar ali naquele momento, ele bate duas vezes com o cajado e mostra que foi ele que fez aquilo, né? Isso mostra que precisamos primeiro confiar no Senhor e não confiar no braço da carne, né? Por mais que nós temos um testemunho, por mais que nós somos...

firmes no evangelho, precisamos continuar sempre fazendo o certo, porque senão em algum momento podemos cair, e mostra também claramente que o Senhor castiga, o Senhor castigou Moisés, Moisés não viu a terra prometida, na verdade ele viu de longe a terra prometida, ele não entrou na terra prometida.

Então mostra claramente que o Senhor, quando precisa, Ele também nos castiga, embora nós tenhamos ali uma jornada cheia de exemplos como a de Moisés.

Ele ainda ganha o reino, né? Então, pelo menos, ele não viu a Terra Prometida, mas ele teve outra promessa. Ele apareceu pra Dios. Exato. Então, assim, ele é um ser reto reto, né? Mas ele teve... Mas o senhor castigou. Mas ele castigou. O que a gente pode aprender com isso? De que, às vezes, a gente fala, ah, mas só um errinho, tá tudo bem. E a gente pode ser transladado. E tudo tem consequência, né? Todas as nossas ações.

Muito bem, daí eu acho que uma história que para mim me chamou a atenção foi a dos 12 homens que Moisés mandou para poder espiar Canaã. Foram um por tribo. E aí, num curto período de tempo, eles chegaram até a borda da terra de Canaã.

E ali o Senhor... A fronteira? A fronteira, isso, a fronteira de Canaã. E aí o Senhor fala para Moisés, então, enviar os homens para que eles pudessem olhar a terra de Canaã e poder trazer, então, um relatório. E nesse relatório...

Dois, né, durou 40 dias, tá, essa volta aí por Canaã, e dois trouxeram um bom relatório e os outros dez murmuraram, né, trouxeram um relatório ruim, né, então aqueles que trouxeram um bom relatório, eles falaram que a terra tinha muito mel, né, muito leite, era muito frutífera, né, era muito boa.

Eles até levaram os cachos de uva, né? Pra mostrar que era muito frutífera. Isso, enquanto isso, os outros dez, eles se preocuparam com o que que tava esperando eles ali, né? Homens gigantes. Não gigantes de estatura, mas talvez tiranos, né? Pessoas que estavam prontos pra guerrear, talvez.

Ele fala que, até o estudo aqui, ele reconta, ele fala, lembra que esses gigantes não eram grandes e monstros medonhos, mas eles eram extremamente ruins, pessoas violentas, pessoas amaldiçoadas.

Então, a palavra traduzida de gigantes vem do hebraico da palavra nefilim, que significa aqueles que causam outros a cair, a falir, ou tiranos. E o presidente Gordon B. Hinckley lhe disse, dez dos espias foram vítimas de suas próprias dúvidas e medos. Eles deram um relatório negativo sobre o número e a estatura dos cananeus. Compararam-se a gafanhotos diante dos gigantes que haviam visto na terra.

Vemos ao nosso redor alguns que são indiferentes quanto ao futuro desta obra, que são apáticos, que falam de limitações, que expressam temores, que passam o tempo procurando e escrevendo sobre aquilo que consideram fraquezas, que na realidade não tem importância alguma. Com dúvidas quanto ao seu passado, não tem visão quanto ao seu futuro. Não há lugar nesta obra para aqueles que acreditam apenas em um evangelho de desgraça e pessimismo.

O Evangelho é boas novas. É uma mensagem de triunfo, é uma causa a ser abraçada com entusiasmo. O Senhor nunca disse que não haveria dificuldades. Nosso povo conheceu aflições de toda espécie, à medida que aqueles que se opunham a esta obra se levantavam contra eles. Mas a fé brilhou em meio a todas as suas tristezas.

Esta obra tem avançado continuamente e nunca deu um passo para trás desde o seu início. Esta é uma era de pessimismo. A nossa é uma missão de fé. A meus irmãos e irmãs, em todos os lugares, façam convite para que reafirmem sua fé, para que façam esta obra avançar por todo o mundo. Vocês podem torná-la mais forte pela maneira como vivem.

Então, que não sejamos pessimistas diante das dificuldades, das guerras que estão acontecendo por aí. Que sejamos otimistas, porque essa é a nossa missão, é uma missão de fé, de esperança, de coisas boas. E aí, vamos falar só mais uma das histórias aqui, para a gente poder, talvez, fechar com chave de ouro. Tem mais alguma história que vocês gostariam de lembrar?

dentro desses capítulos. Gente, é uma parte do Vem Seguro muito rica, né? São bastantes versículos, capítulos. Tem muita história. Eu acho que tem a parte de balão. Se a Carol quiser ler aquela parte só pra contextualizar e aí...

Aqui no guia de estudos fala quem era Balaão. Balaão não era israelita e tinha a reputação de pronunciar bênçãos e maldições. Embora ele nunca tenha sido chamado de um profeta, há muitos exemplos nesse capítulo de Balaão agindo como profeta para o Senhor. Por exemplo, apesar dos repetidos pedidos de Balaque para que Balaão amaldiçoasse os israelitas, o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão e Balaão pronunciou as bênçãos sobre eles.

Embora o Senhor tenha usado Balaão para servir a seus propósitos, há indicações de que as intenções de Balaão nem sempre foram boas. Por exemplo, a ira de Deus acendeu-se contra Balaão quando ele concordou em falar com Balaque e Deus enviou um anjo para bloquear o caminho de Balaão. O Senhor então abriu a boca da jumenta de Balaão para que ele percebesse a presença do anjo.

o que parece demonstrar a cegueira espiritual de Balaão. O homem que foi procurado por causa de sua reputação de adivinho não conseguia ver o que até mesmo sua jumenta conseguia. As escrituras indicam que Balaão acabou sucumbindo à pressão de Balaque e traiu Israel. O livro de Apocalipse afirma que Balaão ensinou Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel.

para que comessem dos sacrifícios da idolatria e fornicassem. Em outras passagens das escrituras, o exemplo de balão é usado para divertir contra a ganância e a busca pelas coisas do mundo. Sim. Então, a Carol contextualizou tudo o que aconteceu com o balão, né? Mas eu acho que uma parte dessa história dele que me chama mais atenção...

no trajeto que ele estava fazendo, né, em cima da sua jumenta, e ele queria ir por um caminho, e aí a jumenta pressionava ele no muro, né, e aí ele açoitava a jumenta. E aí ele continuava o caminho, e a jumenta...

assim, não queria que ele prosseguisse, né? E ele açoitava a jumenta. E ele fez isso três vezes, até que o Senhor permitiu que a jumenta falasse. Então, a gente tava conversando aqui, né? Nossa, que outro momento das escrituras um animal falou, né? E, assim, é um milagre muito grande. E ela falou, por que você está me açoitando? Se eu sei, eu estou aqui com você há tantos anos, eu sei qual que é o melhor caminho pra seguir. O que a gente pode aprender com essa história, né? Depois o Senhor permitiu que...

o anjo aparecesse para ele, para ele conseguir entender, mas trazendo para os nossos dias, o Salvador sabe melhor para a gente, e às vezes a gente quer ir num caminho que não vai ser bom para nós, e ele nos alerta, não vá por esse caminho, e aí a gente...

permanece no caminho. E aí, o que a gente pode aprender com isso é que o Salvador, mais do que qualquer um, conhece a nós, né? O Pai Celestial, como o Rodrigo falou, ele conhece o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro. Ele sabe qual é o melhor caminho que a gente tem que seguir. E às vezes a gente...

Continua querendo seguir naquele caminho que não é o melhor para nós. E a gente vai se machucar fazendo isso. E o Senhor, Ele pagou por nossos pecados. Ele conhece todas as nossas dificuldades, as nossas dores. E por mais que às vezes o caminho estreito e apertado é difícil, Ele vai estar conosco a todo momento. Tem uma história que eu gosto muito.

Que fala que se chama pegadas nas areias, né? Então é o Jesus Cristo e nós, né? Caminhando na areia. E aí, pedaços da história, nossa história está passando, né? Ele vendo pedaços da história dele e o Senhor sempre caminhando com ele. As pegadas nas areias. E em certo momento, no momento mais difícil da nossa vida, a gente viu que só tinha duas pegadas na areia.

E aí ele questionou ao Salvador, né? Por que que no momento mais difícil da minha vida você me desamparou? E ele fala, né? Nesse momento eu estava segurando você em meus braços.

Então, por mais que a gente tenha muitas dificuldades, que seja difícil, às vezes a gente está cansado, nosso fardo está muito pesado, mas ele não nos abandona nunca. É nesse momento que ele está nos segurando nos braços. Então, como aconteceu com Moisés, com tantos outros profetas nas escrituras, ele não desamparou eles e não vai nos desamparar. Por mais difícil que está sendo nesse momento, ele está ao nosso lado e a gente tem que confiar nele.

Perfeito. E eu queria só acrescentar a esse testemunho que você deu de que o Senhor não nos abandona. Eu fiquei pensando nessa história, como a gente tem tentações que nos fazem, às vezes, desejar e contra a vontade do Senhor. E como a gente tem que ser forte.

E confiar nele, confiar nas promessas dele. E a mensagem principal dessa aula de hoje, né? Da gente não se rebelar contra o Senhor, não temer. Não temer porque ele carrega a gente no braço. Ele tá sempre conosco.

E tem uma expressão em inglês que é Believe Christ, not just in Him. Acredite Cristo, não apenas nele. Acredite que Ele vai fazer tudo por você. Que Ele...

está ao seu lado, que Ele tem o poder de te curar, que Ele vai poder te segurar pela mão, né? E não apenas nele, não acreditar nele, que Ele é aquela pessoa que morreu por nós, que espiou pelos meus pecados, aquela pessoa distante. Ele é muito mais, Ele está próximo, Ele está conosco o tempo todo, né?

Então, eu gostaria de fechar essa aula, agradecer vocês por estarem aqui. Obrigada, Sara, obrigada, Rodrigo, obrigada, meninas. Vocês gostariam de acrescentar mais alguma coisa ao estudo, alguma coisa que talvez a gente não tenha passado, mas que é de grande valia para a semana?

Bom, primeiro agradecer, foi um prazer participar desse podcast. Sou fã número um ali, né? Eu gosto bastante, acompanho vocês todas assim. Comento sempre em casa, né? E a gente tá sempre discutindo sobre o podcast de vocês.

Eu sinto, na verdade eu fiz um comentário sobre o discurso do Elder Rasband, e eu sinto que eu deveria compartilhar qual discurso é e um pequeno trecho. Acho que se for se resumir no meu estudo essa semana...

Eu aprendi muito sobre revelação, né? Sobre como nós devemos buscar mais o Senhor. E foi até um puxão de orelha, né? Que eu, às vezes, busco menos o Senhor. Eu posso buscar na minha profissão, eu posso... O presidente Nelson foi fazer uma cirurgia, não sabia o que fazer, e ele buscou o Senhor pra saber, né? Tem um discurso que ele fala sobre isso. Então, acho que fica o aprendizado de que nós precisamos buscar sempre o Senhor.

E o discurso do Elder Asband, o nome é Santo Espírito de Deus. É o meu discurso favorito sobre revelação, né? De abril de 2017. E ele fala assim, um trecho do discurso, ele...

E ele fala assim no discurso, devemos confiar na primeira impressão que recebemos. Às vezes, racionalizamos, questionamos se é uma impressão espiritual ou se não apenas nossos pensamentos. Quando começamos a questionar o que sentimos, coisa que todos já fizemos, rejeitamos o espírito, pois questionamos o conselho divino. O profeta Joseph Smith ensinou...

Se derem ouvidos a primeira inspiração, as coisas darão certo 90% das vezes. Então, eu gostaria de prestar meu testemunho, que eu sei que o Senhor está sempre presente em nossas vidas, Ele está sempre à disposição para poder nos ajudar. Então, quando nós recorremos a Ele, em todos os momentos da nossa vida, Ele pode nos ajudar.

Mesmo que às vezes nós estamos com uma tocha ali e precisamos dar o primeiro passo, né? Ele pode nos abençoar, Ele pode nos mostrar o que nós devemos fazer, porque Ele sabe do nosso presente, do nosso passado e do nosso futuro. E é esse testemunho que eu gostaria de prestar juntamente com essas palavras, em nome de Jesus Cristo, amém.

Acho que pra encerrar é só prestar meu testemunho de que como eu sou grata por o Senhor ter permitido as escrituras, né? Isso aconteceu há tanto tempo atrás e como a gente consegue trazer pros dias de hoje e aprender com elas, né? Então ele nunca nos... Ele permitiu que a gente estivesse aqui sofrendo e a gente, né?

aprendi muito isso no templo, no mundo solitário e triste, mas ele não nos desamparou em nenhum momento, né? A gente tem o Espírito Santo nos guiando, a gente tem as escrituras como guia também, temos os profetas, e a gente só precisa, como a serpente de bronze,

olhar pra ela, seguir o Salvador e a gente vai conseguir a nossa maior recompensa que é voltar à presença dele, né? Eu acho que todos nós aqui, vocês lindamente com esse podcast, fazendo a parte de vocês, porque vocês querem que o Salvador esteja à sua frente e fala olha, eu tenho orgulho de você.

Você fez o seu 100%. E esse eu sempre falo, esse é o meu maior sonho. Estar de joelhos entre os santos. De quando ele retornar, eu estar sendo merecedora de estar ao lado dele, servindo com ele e ele ter orgulho de mim. De que eu fiz o meu possível, mais do que possível, por mais difícil que seja, para voltar à presença dele. E eu sei que estar no evangelho não vai fazer com que você não tenha aprovações. A gente vai ter.

Mas o Senhor nos abençoa, Ele nos pega no colo e Ele vai passar por essa junto conosco. E eu sei que a segreda é verdadeira. E eu amo estar nela, não consigo imaginar eu longe dela. Eu amo a minha família e eu amo o meu Salvador. E eu estarei aqui sempre dando o meu melhor pra voltar a presença dEle. Em nome de Deus Cristo também. Amém. Obrigada.

Obrigada a você que está assistindo. Junte-se a nós, compartilhe o seu testemunho, deixe seu comentário, compartilhe com aqueles que precisam ouvir também. E tenha uma boa semana. Obrigada.

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