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ÉGUA DO PODCAST #191 DR. JAQUES NEVES ( MÉDICO, E PRÉ - CANDIDATO A DEP. ESTADUAL )

09 de maio de 20261h5min
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Produção e direção: Leonardo Rodrigues Apresentação: Leonardo e Fabricio Bezerra. O Égua do Podcast é um produto da MosaicoHD

Bio Site:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bio.site/eguadopodcast

Participantes neste episódio1
J

Jacques Neves

ConvidadoMédico cardiologista e pré-candidato a deputado estadual
Assuntos6
  • Aécio Neves· PoliticaOrigem e formação familiar · Formação em cardiologia · Superação de dificuldades e discriminação · Primeira experiência política
  • Carreira Politica JairinhoConvite para a vida pública · Mandatos como deputado estadual · Campanha eleitoral e desafios · Propostas e atuação na Assembleia · Pré-candidatura a deputado estadual
  • Projetos de ressignificação socialUnidade móvel de mamografia · Atendimento a crianças com fenda labiopalatina · Melhoria da radioterapia no Hospital Ophir Loyola
  • Atuação de Lucia na políticaAlianças e candidaturas · Polarização política e ideologias · Papel do PT e da esquerda · Candidatura de Hanna · Candidatura de Beto Faro · Candidatura de Helder
  • Fundo Arleen e Daniel VorcaroSituação atual da cidade · Potencial geográfico e populacional · Infraestrutura de saúde local
  • Visão política e socialCrítica à dicotomia esquerda-direita · Importância da sensibilidade feminina na política · Descredito da classe política · Lealdade ao grupo político
Transcrição176 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Direto! Dos estúdios. Mosaico HD. De Belém do Pará para todo o Brasil. Sejam todos bem-vindos a mais um... Égua! Do... Podcast! É, Leozinho, do tempo de chuva, mano. Mas tá tudo certo e a gente gosta. Eu gosto desse tempo de chuva, sabia, mano?

Eu gosto. Todo mundo mora em área aqui a Laga, pô. É, lá vem o Léo querido. Não é? Lá vem o Léo. Pessoal. Mas olha, deixa eu te falar uma coisa. Deixa eu te falar uma coisa. Dizem por aí que Belém não tá fácil, tá, mano? Nem a Nanideu, mano. A Nanideu já não tem mais... Já nem liga pra Nanideu. Eu acho que nem Marituba também, né? Toda a região metropolitana tá alagando. É porque, tipo assim, eu gostaria de ver uma Belém mais ajeitada, mas não...

consigo ver, cara. Cadê o prefeito de... Cadê o prefeito que tava aqui? Cadê o prefeito de Belém, gente? Mas enfim, seguimos, minha gente, quero convidar vocês pra assistirem esse bate-papo com o nosso convidado, doutor Jacques Neves, que já se encontra aqui no estúdio, vai comentar, falar um pouquinho mais da sua história, inclusive é pré-candidato a deputado estadual, e eu já quero saber por que pré-candidato a deputado estadual, por que que ele quer vir de novo.

Sim, de novo, porque ele já foi deputado estadual. Uma história muito bacana, que vocês vão conhecer daqui a pouquinho. Mas antes, quero convidar vocês para assistir o bate-papo, mas também seguir a gente nas principais redes sociais. Leozito, onde é que a gente está, mano? Fala para a galera. Pode atender se quiser.

a gente está ao vivo hoje, direto do Facebook também do Youtube e pra encontrar a gente nos cortes da rede social é só no oliberal.com na rede social também no Instagram, Whatsapp a gente também tem o nosso canal do Whatsapp

TikTok, Kawaii e também Spotify. Mas fala pra galera, não se esqueçam de se inscrever aqui no nosso canal no YouTube. Não se esqueça de se inscrever no canal e também mandar aquele superchat. Boa, boa. Fazer aquela pergunta que a gente vai dar prioridade. Boa. Né? É sobre isso. Bora começar?

Vamos lá, gente. Ele já foi, tá? Deputado estadual por dois mandatos. E quer ser de novo. Quer ser de novo, exatamente. É médico cardiologista e pré-candidato a deputado estadual. Com vocês, pra vocês, doutor Jaques Neves. Solta os aplausos aí, Leozito.

Tá rolando os aplausos, que esses aplausos parecem peixe frito cheio, mas já foi. Já ia falar deputado, deputado, boa tarde. Olha, a gente dá sorte, viu? Pré-deputado. Pré-deputado, é. Doutor, seja bem-vindo ao nosso égdo podcast, fique à vontade, boa tarde. Obrigado, Léo. Obrigado, parabéns pelo canal, muito feliz de receber o convite, estar aqui. E vocês estão de parabéns porque esse canal aqui virou, não só...

pra gente se informar mas pra gente conhecer muita gente boa que passa por aqui muitas informações, vocês estão de parabéns Obrigado, e você é um exemplo disso a gente quer conhecer hoje um pouco mais da sua história, esse nicho que segue a gente hoje, que é o nicho da política paraense, pessoas que, de formadores de opinião, então vamos lá quem é o doutor Jaques Neves de onde ele veio e o que ele faz agora

Eu sou médico, a minha família veio de Curuçá, mas eu já nasci aqui, eu vim na barriga, na verdade. Nasci aqui em Belém. E eu tenho a satisfação de dizer que eu conheço o que é PPP, preto, pobre, periférico. Boa! E fui criado na periferia, no Guamar, e com muito esforço, esmero da mãe, ela tinha que dar certo.

para formar e eu sou o primeiro médico da família, vários formados e muito feliz. E depois de algum tempo de formado, fui para Capanema, estou lá 25 anos fazendo cardiologia.

E 15 anos de Capanema, eu fui convidado a vir para a vida pública, aceitei, deu certo mesmo, mas com todas as dificuldades. E nós tivemos dois mandatos aí que, para mim, foram muito importantes, inspiradores. E o que te levou para essa área da cardiologia?

Cara, eu sou apaixonado por medicina e super apaixonado por cardiologia. Por coração também. Por coração. É, super apaixonado. E assim, eu já me fiz essa pergunta, porque eu gosto. Eu acho...

Assim, um negócio fora de sério, um cara que... Eu sou cardio clínico, né? O pessoal faz muita confusão em cardiologista. Cardiologista clínico, ele clinica, está ali na UTI, tudo. Quem faz cirurgia cardíaca é cirurgião cardíaco, né? Ele faz cirurgia. Então, assim, eu... Quando...

estava no segundo grau, que agora é ensino médio, eu gostava muito de química e física, né? E o coração nada mais é que uma bomba hidráulica. Literalmente. Literalmente. E eu passei com 10 em física, química, e eu acho que vendo isso me fez me aproximar mais ainda e me apaixonar.

da cardiologia. Acho que se eu tivesse que fazer medicina novamente, eu acho que eu viria novamente cardiologista. Muito bacana. Mas adoro, acho, assim, não é pra mim, mas quem faz cirurgia pra mim, cara, assim, é muito importante. Porque às vezes a pessoa parte de uma dor que teve lá atrás na família, né, e tal, aí parte pra área da...

É, eu já vi e conheço alguns casos, até gente que diz assim, não, meu pai morreu de Parkinson, aí eu vou fazer Neurologia, mas chegar lá não faz Neuro, faz outra coisa. Então, assim, isso é importante, mas comigo não. Na verdade, eu me aproximei da Cardiologia, né, por facilidade de estágio.

E depois tive convite até para fazer radiologia, fazer imagem, ultrassonografia, não. Mas eu disse, é cárdio que eu quero. A minha mãe falava assim, filho, estuda, estuda. Eu entendi, estúdio, estúdio.

Aí deu isso aqui. Eu digo isso quando eu vou jogar bola. Por quê? Pessoal, passa a bola, eu não sei nem onde a bola tá. É que a minha mãe mandou eu estudar e eu levei a sério. Ei, doutor, você falou agora há pouco uma coisa que me chamou a atenção, que foi PPP, preto, pobre e periférico. Você tinha tudo pra dar errado na vida. Por que que deu certo?

Cara, plano do papai do céu. A gente é de uma família com uma formação cristã. Eu sou aquele filho que o pai acordava cedo e fazia o que está escrito lá, né? Buscar a Deus em primeiro lugar. Então, a primeira coisa em casa era reunir a família para a gente fazer o que a gente chamava de culto, né? Que nada mais é uma meditação matinal.

Aí diante de tudo isso, se tornou médico, deputado estadual. Acho que a primeira coisa é isso, não é só isso, né? Meu pai saía... Então veio desde pequeno. Sim, sim. Formação, sim. Meu pai saía pra trabalhar e a mãe ficava em casa.

E ela, regime militar, disciplina, vieram para estudar, tem que estudar, tem que estudar. Era o foco, né? Era o foco, era o foco. E quando a gente saía um pouquinho para brincar na rua, que na época a gente brincava na rua. Coisa boa. Era, vem para casa e... Mas deu certo, né? Deu certo. Então, assim, eu acho que foi foco de...

Deus, propósito, família, tudo isso. E tem que ter aquilo que a gente sabe, o teu, colocar. Não é só bênção de Deus, aquela história do milagre.

precisa que você participe do milagre. Então, essa realmente é uma dádiva que a gente obteve com muita participação de todos. Família, a minha pessoa, Deus, tudo. A gente consegue sentir isso, tá? E qual foi o momento mais difícil nessa trajetória?

Porque contando assim, parece ser muito fácil, né? A gente sabe que não foi. Você resumiu bem, né? É, você resumiu bem, exatamente. Se me fizeste lembrar, assim, é... O momento mais difícil foi... Eu sempre fui muito estudioso, muito. Eu fui o 01 em todo o meu escolar, né? Na primeira série até o terceiro ano. Eu fui o 01.

E o momento mais difícil foi quando eu fiz medicina a primeira vez, vestibular de 1989, levei pau. Foi? É, levei pau. Então, eu ouvi assim, né? Ah, tem que fazer um curso... Mais fácil. É, um curso mais fácil, primeira. Ah, você quer passar em medicina, então tem que fazer um curso mais elitizado, que tinha naquela época os grandes cursinhos... Masticulares, né? Masticulares e tudo, né?

Mas eu não deixei abater. E achava que isso era... Acho não, né? Acho que isso era discriminação. Total. E isso, falando só dessa trajetória de formar. Mas, assim, em muitos momentos a gente sente discriminação por causa da cor.

Mas eu tive uma mãe que nunca deixou a gente... Abaixar a cabeça. Abaixar a cabeça. Nada disso. Vai pra cima, não tinha história de... Não, é assim mesmo, não tinha essa história de ser humilhado. Você vai conseguir, pronto, não interessa. Você é preto, pobre, vai estudar que vai dar certo. E deu certo. Caramba, que maravilhoso isso, cara.

Doutor, e aí, médico, conceituado, como foi que a política entrou na sua vida? De que forma? Por quê? Ou como que você entrou na política? Pois é. É assim, eu tive a opção, acho que até por formação, de fazer...

cardiologia fora do grande centro, né? Minha família, a gente recebeu um convite para fazer um hospital e hoje é um dos melhores hospitais da região dos Caetés, que é a região ali de Capanema, Bragança. Qual que é o hospital? É AGJ Hospital Saúde Center. Bacana. E... E...

eu me erradiquei para lá, formei, especializei e fui para lá. Mas sempre nesse trabalho eu vim aqui acompanhando, fazia UTI no Fisloiola e fazia urgência cardiológica no Hospital de Clínicas Gaspar Viana, nossa maior referência de cardiologia do norte.

E sempre era solicitado as pessoas. Poxa, preciso de um atendimento, preciso de um leito no Firloiola, preciso de minha ajuda. No interior principalmente. Principalmente. Como já tinha entrada, né? É. E aí a gente sempre tinha essa visão social, né?

Uma bela época, em 2014, eu recebi o convite para vir deputado estadual. E de quem foi esse convite? Cara, foi um negócio assim... Eu gosto de detalhes. Foi um negócio assim... Porque, assim, meu irmão já tinha sido prefeito em Curuçá, 2010. Mas a gente não tinha essa visão política. 2010...

Eu podia ter sido candidato, trampolim político, em 2012. Não, equívoco totalmente. O meu irmão foi prefeito em 2005 a 2006. Então, praticamente 10 anos depois que eu entrei na política.

Mas entrei numa coisa totalmente independente, porque lá não era o pensamento fazer, ah, irmão prefeito, deputado, não fui. Estava focado na medicina, fazer ali, acompanhar o hospital. Eu fui o primeiro diretor responsável técnico pelo hospital. Então, em 2012...

13 ou 14, recebi o convite do Zequinha Marinho para ser deputado. Na verdade, eu recebi através de um pastor, né? Vou mandar um abraço aqui para o pastor Francisco de Assis Alexandria, que é o pastor de referência tanto em Capanema quanto Cachoeira do Piriar. E ele me convidou, né? E alguns já tinham feito esse convite, mas assim, para mim era uma coisa...

fora, né? Não dava, não pensava nisso, porque não tinha sequer sido bom aluno, aí eu nunca concorri nem a chefe de turma. Então eu achei que isso não...

Não fazia parte. Mas, de repente, houve... Eu não acredito em coincidência, eu falo sempre de providência. Então, Deus providenciou o convite do pastor que estava buscando candidatos para o PSC, a pedido do Zequinha Marinho. O Zequinha Marinho me confirmou esse convite lá em Capanema, na minha clínica. E foi dando certo, né? Foi dando certo. Tão certo que...

aconteceram duas coisas naquela campanha 2014. 2014, no dia 27 de julho, 27 do 7, eu sofri um acidente e o carro capotou várias vezes e eu fraturei a sexta vértebra.

Que isso? E aí eu fiquei acamado 30 dias e só trabalhei 40 dias. Acho que foi depois disso que o TSE começou a vir com essa história de 45 dias de campanha. Porque na época deram 90 dias. E faz sentido mesmo. Você teve acidente fazendo pré-campanha. Campanha. Já era campanha, Júlio. Já era campanha. Fiquei acamado. E naquela época aconteceu um outro acidente, em 2014, que foi do Eduardo...

Campos. Do avião, não foi? Do avião, lá em Santos. Sim, sim. E ele não teve a mesma sorte. E obedecendo as palavras do nosso hino nacional, que diz assim, verás que o filho teu não foge da luta, eu não fugi da luta, e deu certo.

Então, assim, o meu pensamento sempre foi de ajudar muita gente. Um leito ali, uma consulta aqui. No interior, você atende muitas vezes com gratuidade. E alguém me disse que, através do mandato, a gente podia expandir muito mais esse atendimento social. E, para mim, isso foi realmente uma inspiração.

Doutor, vamos lá. Dois mandatos de deputado estadual. Como é que foi para você? Cara, eu costumo dizer que eu fiz... Mantar o ar aqui que está para congelar aqui. Eu fiz uma faculdade. Para mim, a história de ser deputado... Foi uma faculdade. Por quê? Eu fui para a política...

totalmente inocente, mas inocente da coisa eleitoral. Eu costumo dizer que eu fui o primeiro deputado, ou seja, o primeiro candidato que disputei uma eleição proporcional sem saber o que é coeficiente eleitoral. Não sabia o que era coeficiente eleitoral. Então foi tão em cima e aconteceu o acidente que alguém quis me explicar. Eu disse, meu irmão, deixa isso para lá, vamos trabalhar e vamos ganhar. E é uma coisa tão fácil, que eu estava focado.

E a gente veio para...

Para a eleição, me lembro que no dia da eleição, da apuração, 99% das urnas apuradas, só faltava 1%, eu era 81%. Quando deu 100%, eu subi e fiquei 41%. Subi para 41, assim, o negócio, e o pessoal disse... Deu certo! Deu certo e tal. E a família super feliz, a gente me diz, tu entraste, então é o último, mas tu entrou.

É quase uma Copa do Mundo. Com certeza. Mas foi válido? Muito. Muito, muito válido. Se foi válido, por que você deixou de ser político? Deixou de... Não quis mais seguir em diante? Não. Não é bem assim.

Na verdade, assim. É que ele tá falando da primeira ainda, né? Na verdade, assim, primeira eleição eu tive 12 mil votos, certo, né? Isso com acidente. Com acidente, né? Segundo mandato. No segundo mandato a gente trabalhou muito, então...

Era um mandato, eu costumo dizer que na política pouco voto, pouca força. Muito voto, muita força. Então eu tinha 12 mil, eu era que tinha menos voto. E aí teve na Assembleia ali uma discussão, quem é que vota? Quem é que vota? Aí aquilo, lembrei da minha mãe, não vai dar certo. Aí será que voto? Você pode apostar que eu volto. E aí eu peguei meu ônibuzinho, meu aparelho de elétron.

Em 60 municípios, a caça de votos e a gente conseguiu dobrar para 25 mil votos. Aquilo que eu falei, através do mandato a gente consegue expandir mais essa coisa social. O que me levou para a política foi o fato de ser médico e ter esse lado social. Sim, que é muito legal. Mas aí foram todos mandatos. Mas você não tinha vontade de ser político.

Não, não fiz planejamento para isso. Então, doutor, mas vamos lá. Foram dois mandatos como deputado de Jadual. E aí você não quis se reeleger novamente. Não se meteu à reeleição. Por quê? Não, eu quis. Eu perdi a eleição em 2023. Em 2022 eu perdi a eleição. Entendi. É porque, doutor, a eleição está cada dia mais acirrada, né? Na proporcional, né?

Muito. Assim, cara, meu primeiro mandato foi num partido que já tinha essa fama de buscar candidatos, de fazer candidatos com poucos votos. Fez dois na época. Certo.

E aí, em 2018, eu fui pré, eu fui o único deputado que fui reeleito. Então, partido na época era o PSC. Reeleito pelo mesmo partido. Pelo mesmo partido. E aí, em 2022, por uma questão de base política e tudo, eu não continuei no PSC.

E eu não consegui ir para um partido mais fácil. Eu fui para a União e a União só fez um deputado nessa época. Então, eu não consegui superar. A minha meta de voto era 50 mil votos.

Que na época a União era um partido novo, né? Era um partido novo, que era a União do 17 com o 25 na época. Então, assim, a gente não logrou o êxito, né? Mas eu fiz um trabalho no segundo mandato, assim, podia ser muito Paidegua. Foi, cara. Muito Paidegua. Porque, assim, no meu primeiro mandato, eu...

montei um ônibus, saí e o que era que a gente fazia? Era eletro e consulta, eletro e consulta e era tudo novo também pra você, né? é, no meu segundo mandato com o Helder, né, o slogan de todo o Pará, eu fiz prevenção por todo o Pará

Então, eu montei uma unidade móvel onde eu tinha mamografia, que era algo pioneiro, assim. Entendi. Principalmente para político, para deputado. Continuei com eletrocardiograma. Coloquei prevenção para próstata através da medida do PSA, que é um antígeno, a gente mede no sangue. E também PCCU, que é o exame de preventivo do câncer de colo uterino. Uhum.

E eu rodei muito o Estado para isso, muito. E é por isso que eu cresci de voto, só não cresci o suficiente para... O carro do partido. O carro do partido para conseguir a vitória, porque o corte era 50 mil. Mas eu tentei alguns partidos, mas os caras achavam que eu estava muito forte.

E não me quiseram lá. Então, não deu certo. Mas eu tive a satisfação de, por exemplo, ter seis mandatos de presidente da Comissão de Saúde. Eu fui presidente da Comissão de Saúde no meu primeiro mandato, porque...

O presidente de comissão é bienio, né? Então, eu fui no meu segundo bienio do primeiro mandato e eu fui presidente da comissão os dois anos no meu segundo mandato. Foi de 2019 a 2020, 2021 a 2022.

E assim, eu tenho a satisfação de dizer que a gente trabalhou muito como comissão e recebendo muitas demandas e levantando e fazendo políticas públicas que antes não tinham. Então, para mim, é assim.

Foi muito especial ser deputado estadual com essa visão social de levar medicina, levar saúde, levar assistência. E hoje, a sua pré-campanha, você está trabalhando da mesma forma de levar saúde?

É, a gente tem uma pegada maior nisso. Como maior agora? É. Cara, eu não sei dizer se é maior, porque quando do mandato, a gente fazia só isso. Então, eu deixei de ser aquele médico de trabalhar no hospital.

para fazer, sobretudo, campanha e pré-campanha, levando isso. Então, eu acompanhava. Hoje, não. Hoje, para dar conta das contas, eu preciso... Eu sou servidor público, por exemplo.

Então eu não podia abrir mão do meu concurso público. Claro que não, pô. E até o dia 3 de maio agora, eu estava lotado no Ofis Loyola, né? Eu era médico do ambulatório de cardiologia lá. Então agora eu estou de férias, dois meses, para depois me descompatibilizar.

Então, trava um pouquinho essa coisa da campanha, pré-campanha. Você não consegue ter o mesmo tempo disponível para rodar, para fazer. E também o dinheiro, porque gasta. E um custo alto, não é fácil. E aí, doutor, como é que vai ser a sua campanha, a sua pré-campanha?

Existe ainda muito esse corpo a corpo no interior? Vai focar nas redes sociais? Já começou a desenhar? Como é que vai ser? Marqueteiro tá aqui. Tem algumas coisas que é... O Jacques dá logo o sorrisão. É ele que manda na campanha? O Fabrício quer que fale tua estratégia de manhã.

É isso aí. Vamos copiar e colar. Não, é porque antigamente existia muito corpo a corpo, que era muito maior. A rede social até era pouco, estava no início. Só que hoje a rede social está muito forte. Mas aí, você vai continuar andando pelas ruas? Bom, eu tenho um corpo a corpo que eu não deixei, que é atender. Então, para quem atende uma média de 15 a 20 pacientes todos os dias, você faz um corpo a corpo... Importantíssimo. Importantíssimo.

E eu tenho a satisfação de dizer que eu tenho um nível de reclamação zero. É? É, graças a Deus. E os meus pacientes, eu não costumo chamar de clientes, eu costumo chamar de amigos. Os amigos. Então, para mim... Amigos do coração. Amigos do coração.

Então, assim, esse é um ativo importante para a gente... Seu slogan, seu amigo do coração. Bora cobrar aí. Bora cobrar. Meu slogan na segunda campanha era parecido, era o deputado do coração. Mas hoje eu digo assim, eu sou médico do coração, mas eu quero ser o seu deputado.

Boa, gostei também. Mas, doutor, a sua base maior é de onde? É de Capanema? É da região. Qual é a região ali? A região dos Caetés, ela envolve 16 municípios cujo polo é Capanema. Nessa região, na primeira vez que eu tive 12 mil votos, eu fiz praticamente quase 10 mil votos naquela região. Boa.

Mas eu tenho um nicho que é em Curuçá, que é a minha cidade natal, especial, de família. Então, eu também tenho um nicho de votos lá importante e a minha terra de coração é Curuçá. Já terminou? Só uma pergunta aqui em relação a... Na sua primeira campanha, você estava no partido PSC, né? Sim.

E você é evangélico. Agora você está no partido que é do PT. Como é que você consegue trabalhar isso dentro da sua religião? Porque a gente sabe que tem muita gente evangélica que não é da esquerda. Como é que você começa a trabalhar isso daí?

Cara, primeiro eu acho assim, eu sou um ativo especial para o PT. Eu nunca me considerei alguém de direita. Porque se eu era do PSC, Partido Social Cristão, quem cuida muito do social historicamente são os partidos de esquerda.

Para mim, esse conceito de esquerda-direita, ele se polarizou e só está nos trazendo como pátria, como nação, prejuízo. Essa dicotomia. O que eu acho é o seguinte, se cuidar de gente, cuidar de povo, cuidar de pessoas é ser de esquerda, eu devo ser de esquerda.

Eu não considero o PT um partido de esquerda. Eu considero o PT hoje um partido de centro-esquerda. E muito se confundiu com algumas pautas que, para mim, são pautas que a gente precisa considerar. A pluralidade de ideias, de comportamentos, a gente precisa entender. E levando isso para a vida de cristão...

Jesus fazia muito. Jesus veio aqui e acolheu quem? Pobres, prostitutas, os marginalizados.

Então, existe isso a ser considerado. Existe uma pauta da direita, quando fala de família, que para mim é totalmente antagônica, divergente. Alguém que é de direita e fala de princípios, de valores, de Deus, pátria, e fala de arma.

Totalmente errado. Acho uma incoerência absurda. Incoerência absurda. Absurda. Está provado. Os Estados Unidos tentam mudar a coisa que tem todo ano de massacre, crianças, alguns psicóticos, psicopatas, usando arma e trazendo destruição, acabando família, porque a arma nunca foi.

é incoerência, né? É incoerência historicamente. Ah, mas para quem... Para estar na mão de quem precisa proteger patrimônio. De quem entende mesmo, né? Quem entende e muito bem treinado para isso. Então, assim, não... É uma pauta que não converge. Ela é uma pauta antagônica e não dá. Então, assim, respondendo a tua pergunta, hoje, para mim, é um desafio dizer para os meus eleitores

que eu sou... A minha ideologia é cuidar de gente, é fazer política pública que, sobretudo, cuide da saúde pública. Então, para mim, isso é super partidário. E, assim, se eu for levar isso historicamente para o nosso país, quem mais fez isso, querendo ou não?

É quem está aí, o PT, tem feito políticas públicas que são excelentes para o nosso país. Eu mesmo, na minha especialidade, vou contar aqui rápido para você. Você tem propriedade para falar. Sim, na minha especialidade, por exemplo, se a gente considerar o tratamento de insuficiência cardíaca, que é algo que tem uma taxa de internação muito grande.

E a gente precisa cuidar do coração das pessoas para isso. As medicações, as principais, mais caras, eram inacessíveis ao povo. Hoje, existe uma medicação que não chega a ter nem 10 anos no mercado e ela está de graça na farmácia popular.

modificando a vida das pessoas. Isso já no governo Lula. No governo Lula. O governo passado trouxe para a farmácia popular, mas o governo Lula disse assim, agora a farmácia popular deixou de ser 90% de desconto para ser 100% de desconto.

Então, isso é um avanço muito grande. Isso é um avanço muito grande, porque a gente precisa cuidar do nosso povo para que o nosso povo tenha qualidade de vida, para que o nosso povo tenha condições de produzir, condições de estudar. Claro, crescer e tudo mais. E dentro do partido PT, quem é que vai caminhar junto com você ali na sua pré-campanha e campanha? Seu apoio assim, mas... Pois é. Eu...

Eu quando entrei pra política... Pode tomar uma água, fica à vontade. Eu não sabia o tamanho do que é...

uma corrida eleitoral. Isso envolve gastos. E eu ganhei uma campanha, assim, por ser médico, rodando ali na minha área. E rodei pouco por causa do acidente, 30 dias.

Depois que eu disse, não, eu vou me reeleger. Porque a reeleição é mais difícil. A primeira eleição não é difícil, porque você... Aquela história, você é virgem, você não tem culpa de nada. Depois que eu sou deputado, tem um monte de gente te apontando o dedo. Então, eu fui para a campanha e em 2022, na minha última campanha,

eu vi o quanto é difícil. Quando eu perdi a eleição, eu acho que isso ainda tem registrado. Eu falei que eu estava fora da vida pública, porque eu sabia que médico, era difícil a gente colocar nosso patrimônio para uma campanha. Eu não tinha mais essa intenção.

Bom, mas eu tive a felicidade de receber um convite do senador Beto Faro. Dizem, não, Jacques, gostei de ti, quero ser teu parceiro. E hoje o Beto Faro e a Dilvan da Faro têm me acolhido.

E me acolhido assim de forma... com muita propriedade, né? Eu acho muito bonito porque hoje tem uma política que está muito em voga no nosso Estado, que é a política do pão e circo. Isso para mim é triste, é difícil isso para mim. Eu acho que o povo precisa de uma... mas só isso é muito difícil. E eles...

não fazem ou fazem muito pouco disso, deixam muito, sobretudo para uma classe que eles representam muito, que é a população ribeirinha, eles são ribeirinhos. Então, quando o Beto e a Djuvanda me acolhem e cuidam e fazem avanços, hoje a gente tem um hospital que também é filantrópico em Capanema, e a gente consegue acessar...

políticas públicas ou caminha para isso, é muito importante. Hoje nós temos uma política pública que ainda está precisando de um gás maior no nosso Estado. Acho que nós somos um dos Estados da nação com uma população grande que acessamos muito a política pública do mais especialista, que é muito importante para a gente.

Então, isso tudo nos proporcionou a gente dizer assim, não, vamos andar junto com o Beto Faro e com a Dilvanda, e hoje a gente vai fazer essa dobradinha, sobretudo, com a Dilvanda Faro. Então, assim, o seu pódio, vamos lá, já desenhou? O seu pódio, como é que vai ser? Para governo.

Para governo, eu vou estar onde o partido vai estar. E o partido vai estar com quem? Eu acho que deve estar com a Hanna. A Hanna. Você acha que a Hanna, sendo eleita governadora, você acha que ela vai ser uma boa governadora para o Estado? Quer dizer, ela já é governadora, né? Cara, eu tive... Como você avalia isso? Eu acredito em pessoas. Certo.

Eu tenho uma frase que ela me marcou muito, e aí eu quero mandar um abraço. Eu falei ainda há pouco, vou mandar um abraço aqui. Hoje é aniversário da Divanda Faro. É ali que eu falo? É aqui. Divanda, parabéns pelo aniversário. Deus te abençoe e continue te dando sabedoria e garra para que você continue na luta de cuidar do nosso povo. Conte com a gente. Parabéns.

Recebi uma frase, Ayrton Faleiro ganhou a primeira eleição e quando ele se despediu, que ele foi ser federal, ele me falou uma frase que me marcou muito. Isso é assim para mim.

A gente leva para a política aquilo que a gente é fora dela. Eu não entendi muito, né? Você é um bom caráter, fora da política e dentro da política. Cara, isso aí mexe com o nosso ego, né? Total. Então, assim, eu acredito em pessoas. Estava falando de PT ainda agora, aí parece que o PT, como caso, é um prostíbulo.

Se fosse, nem todo mundo que está no prostíbulo é. Não é porque você é periférico, você é traficante, você é do crime. Bandido. Bandido. Não é. Então, assim, a gente conhece, eu tive a satisfação de conhecer a Rana como secretária.

E aquela pessoa conhecer do poder de gestão dela. A Hannah não é alguém que caiu de paraquedas na administração pública. Ela não foi QI, quem indique. Ela é servidora pública, capacitada, de um concurso que muita gente quer, que é CEFA.

Então ela conhece muito. Ela conhece muito. E quando eu precisei como deputado para levar minhas políticas públicas, ela se mostrou diferenciada para mim. Eu tenho certeza da capacidade de gestão da HANA.

E todo mundo que conhece no meio ou quem se interessa vê a capacidade da Randall. A gente está muito bem preparado, ela está muito preparada para isso. E eu tenho certeza que tem capacidade de gestão muito grande.

Eu acho que o PT vai estar com a Rana, está com a Rana e nós vamos seguir. Eu sempre fui partidário, eu sempre fui fiel ao meu partido. Ao teu grupo. Ao meu grupo, sem dúvida. Aliás, isso demonstra isso porque... Você acha que o PT pode ser vice da Rana?

Eu espero que seja. Tem essa possibilidade, né? Tem essa possibilidade. O comando dele, o Eladio Marabá? É, o Dirceu tem cara. É uma opção aí, que a gente ouve falar bastante. Eu acho que é uma boa. O Dirceu cresceu muito politicamente. Hoje tem um know-how muito grande. E a gente precisa de...

Olha, a gente tem uma chapa ideal aí. A gente tem a rana com mulher, para a gente ter uma nova chance de governadora no Estado, mulher. Para mostrar aqui, para fazer essa diferença, que na vez passada não foi muito boa. E a gente tem um cara que tem essa experiência de política eleitoral, que é o Diceu, e com uma pegada mais jovem.

Ele é um cara jovem, então eu acho que isso é muito importante, sobretudo por representar o apoio de uma bancada, um partido que hoje é de primeira mão, aliado de primeira mão.

do MDB do Helder, do MDB como partido, que é o PT. Então, acho que faz justo o PT requerer isso. E, internamente, o PT já decidiu que o companheiro de seu Tenkatem está na preferência de ser, foi dada essa possibilidade de fechar como vice. Eu espero que seja.

E deputado, e na verdade... Está com frio ainda? Não. Ah, tu coloca mais... Deputado, doutor... Receba, receba. Doutor, e tem uma mulher ali à frente do governo do Estado...

Faz uma diferença, né? Eu digo assim no sentido de, obviamente, por ser uma mulher capacitada, como você acabou de falar, mas o olhar feminino, né? É, eu costumo dizer o seguinte, a política é muito marginalizada. Ela é aquela coisa assim, a política, quando você vira político, parece que você vira bandido. Parece, é verdade.

E se a gente levou esse descrédito à política e aos políticos, é culpa de quem está lá. E, infelizmente ou felizmente para as mulheres, tem mais homens.

Então foram os homens que provocaram isso. Há uma vantagem de mulher, cara, assim, isso não é dado por nós, isso é dado por Deus, que escolheu elas para ser mãe, e elas têm uma sensibilidade muito grande. Então acho que a sensibilidade feminina é algo que a gente precisa experimentar, sobretudo de...

uma mulher capacitada, competente. Eu acho que a gente converge isso no nome da Rana. Acho que a doutora Rana tem isso para nos dar como paraense. Bacana.

Eu tô morrendo de frio, mano. Eu tô batendo o queijo. É, eu tô, mano. Aumenta aí, mano. Só o ventilador. Ei, doutor, a gente tá uma decisão acirrada aí. A questão do Senado, né, mano? Tá uma doideira. Eu tô adorando ver isso de camarote. O que você acha disso? Você já tem os seus dois senadores?

Ou tá cedo ainda? Eu acho que não, né? Deixa eu te falar. Eu sou extremamente leal ao grupo. Ao grupo. Extremamente leal ao grupo, tá? Ou tá no grupo ou não tá, né? É. Sou extremamente leal ao grupo, né? E acho que... Já vi que ele não vai entrar nunca no grupo do Daniel, né, mano?

Se ele é leal ao grupo. Sim, você está. Então, assim, eu vejo hoje uma possibilidade de uma eleição muito acirrada, o que é muito bom para a democracia. E aqueles que tiverem melhor proposta e se identificarem melhor com o povo vão ser os vencedores.

Eu vejo ressalva em algumas coisas disso de continuismo. Eu acho que a gente precisa ter pessoas lá que estejam além de ideologias e sim de projetos, projetos voltados para o povo.

A gente vê hoje políticas, a política econômica, a política de infraestrutura. Acho que isso é muito importante. Mas a gente tem aí uns quatro, cinco candidatos fortes de nome, mas só duas vagas serão ocupadas. E aí, quem você gostaria que tivesse essas duas vagas?

Eu vou responder o grupo, pô. Eu vou torcer e trabalhar pelo grupo, mas, sobretudo, o meu grupo chamado de Beto Faro, que indicar a gente vai estar lá. Eu acho que o nosso governador licenciado, ex-governador... A primeira cadeira dele? Eu acho que ele tem propriedade, legitimidade para buscar...

As pesquisas apontam isso e eu acho que ele fez por merecer e vai fazer, sobretudo, na campanha. Eu acho que vai ser imbatível porque uma das propriedades que o Helder mais mostrou na política é a vontade dele fazer campanha, dele mostrar trabalho. E o trabalho do político, sobretudo o executivo, não é só na gestão.

E a campanha já está na porta, né? Já está na porta. Então, acho que o Helder faz isso aí muito bem. Acho que uma cadeira deve ser dele. E a segunda? Eu acho que vai depender do desenrolar da campanha. Acho que a direita, se conseguir fazer um trabalho aí...

que fique... Porque a direita tá forte, né, mano? É, mas a direita não é a maioria no nosso estado. Por quê? Porque eles não têm. A gente deu banho aqui com o Lula, né? Deu banho com o Lula. Vai dar o banho de novo? Vai dar o banho de novo? Vai dar o banho de novo.

Olha o saizão do leão aí. Não tenho dúvida. Não tenho dúvida. Porque assim, a gente precisa ter políticas que cuidem do nosso povo. Então vamos lá. Você disse aí que vai dar um banho novamente. Lula e Flávio Bolsonaro. Você acha que não tem nada para o Flávio? Cara... Mesmo sendo um cara jovem e tudo mais. No Pará, não. Vou falar pelo Pará. E no geral? No Pará, não.

Eu acho que o governo Lula tem mostrado e tem intensificado as suas políticas públicas para mostrar que cuida melhor do nosso povo. E eu acho que o sobrenome do Flávio, Bolsonaro...

Ele já causa, porque o Bolsonaro ganhou a eleição, um voto de repúdio. Repúdio ao que foi colocado na mídia. Foi vendido, né? Foi vendido na mídia. Só que quando o Bolsonaro chegou, eu mesmo como deputado, tinha uma decepção muito grande, sobretudo como médico.

Presidente da Comissão de Saúde, quando eu vi a postura de um presidente falar o que falava na época da pandemia. Sim. Eu repudiei. Isso em pronunciamento.

E eu acho que isso é marcante, isso é marcante. Então, a gente precisa mostrar que o que a gente tem para cuidar do povo não é a minha ideologia, mas é o conjunto de ideias, da ciência e tudo. Esse foi o grande problema. Então, assim, o povo está além de economia. O povo está além de economia. Mas a gente sabe que o PT também, ele...

Tem um erro no PT na esquerda, né? Que ele só aposta no Lula. A gente não tem uma segunda opção dentro do PT, né? Uma segunda via, né, mano? Coisa que a direita, né? Só foi o Bolsonaro fazer assim que já... O nome do filho dele já foi lá pra cima, né? A direita comprou, né? É. É, eu acho que isso a gente tem até uma vantagem. E o Lula já tá com uma idade, né? Eu acho que... Se não fosse o Flávio, seria...

Um cara lá, governador de São Paulo. É o Tarcísio. Talvez isso... Talvez não. Isso é um erro que o PT ou a esquerda precisa corrigir.

Mas eu acho, outro dia conversando com o Beto, o Beto me disse assim, a gente precisa fazer política além do partido. Além do partido. Então, acho que precisa dar chance para que novos nomes surjam e a gente possa ter representantes que realmente tenham a ideologia de cuidar do povo.

o ideal. Então a gente vê hoje, por exemplo, o Alckmin se aproximando, trazendo isso. O Haddad parece que é alguém que está sendo já preparado, aliás, já disputou uma eleição para isso. Então eu acho que realmente o tempo do Lula vai passar pela própria idade, mas sem dúvida, outro dia eu ouvi alguém falando

O Lula é uma referência, é um líder político, um dos maiores que nós temos. Agora, é importante que o líder prepare outros. Historicamente, sempre os verdadeiros líderes deixaram outros. Então, acho que isso vai ser natural.

Mas isso não é fácil, não é uma tarefa fácil, sobretudo para a esquerda e como o PT inicia, e também para essa dicotomia, essa polarização muito grande que a gente está. Então nessa eleição você acha que não vai ser acirrada, vai ser Lula na cabeça? Não, a eleição vai ser muito acirrada, a nível de Brasil, muito acirrada. Mas no final das contas vai dar o quê?

Fabrício já quer pegar um coxo. Para, Carl. Olha, eu confio para o que está aí, o que o outro lado apresenta, eu confio mais no cuidado. É que o outro lado não apresentou nada ainda. Não apresentou? Não tem. O que eles apresentaram...

Não serviu. Ainda não é satisfeito? Não, nunca foi. Na política, na condução da saúde, desde o Ministério, não foi. Então, nós precisamos fazer isso. O que a gente tem, vamos falar de educação. Se for falar de educação, as políticas de gênero que oportunizou a classe menos favorecida financeiramente chegar e alcançar cargos.

oportunidade de trabalho foi o Lula que trouxe foi o PT que trouxe isso é inquestionável então as políticas como FIES, ProUni foram coisas que eles trouxeram na educação e tantos outros, eu acho que sobretudo agora e é preciso que a gente

fale disso. Hoje nós temos uma tabela SUS chamada de SIGTAP, que tem valores de exames que são diminutos, mas o governo está alcançando com o mais especialista dar...

esse cuidado com uma tabela diferenciada. Aliás, hoje nós temos um hospital hoje em Belém que atua muito no Mais Especialista, que é o nosso hospital mais que centenário, que é o Hospital Beneficiente Portuguesa.

Isso é muito importante, a gente trazer esse cuidado com o povo. Então, por tudo que a gente tem aí, a gente precisa dizer que eu confio mais em deixar o governo nas mãos do PT e da base aliada.

por confiar nisso. Agora a gente vai pegar e dizer assim, está tudo perfeito? Claro que não está tudo perfeito. É bom reconhecer isso, claro. Nem dá para dizer que tudo foi corrigido. E não houveram distorções. Houve distorções, mas nós precisamos entender que o tempo, ele dá capacidade humana.

A gente não consegue fazer tudo, mas se fizer alguma coisa de muito bem feito, você fez. Eu mesmo, tem gente que diz, você passou quatro anos lá, o que você fez? Olha, eu passei quatro anos de muito aprendizado, mas tem políticas que eu disse, olha, se eu não tivesse feito nada, nada. Uma política, para mim, que...

Me enche de orgulho falar, eu fui o primeiro deputado que colocou uma unidade móvel de mamografia, colocar um mamógrafo e rodar o Estado a 80 municípios para fazer mais de 5 mil mamografias.

Aí depois um monte veio copiando. Eu já vi. Então, eu talvez tenha reinaugurado isso na Assembleia, que não tinha. Como presidente da Comissão de Saúde, coisa que eu carrego e falo para todo mundo, era ano de 2017, eu tinha...

recém eleito presidente da Comissão de Saúde. Recebi uma comissão representando a associação Sorrisos Largos, a quem eu quero dar um abraço no pessoal. A gente vem há muito tempo buscando conversar com o presidente da comissão, mas a gente não consegue. O senhor é médico, o senhor precisa ir para o nosso desafio. O que é que eles queriam? Eles queriam um local aqui no Pará.

onde a gente pudesse operar as crianças com fenda lábio palatal, antigo lábio leporino. Cara, quando eu fui tomar conhecimento, nós não tínhamos até 2018, é século XXI.

No Pará, uma população de praticamente 9 milhões, 10 milhões de habitantes, um local para operar as nossas crianças. Essas crianças que passaram operadas aqui eram judicializadas e elas operavam, sobretudo, no Ofis Loyola, no hospital de câncer. Certo?

Naquele ano, a gente promoveu audiências públicas para que a gente pudesse alcançar o que a gente tem hoje. Lógico, a gente só fez o governo sensibilizar. Quem fez foi o governo na época. E hoje nós temos um serviço que começou desde 2018. O nosso serviço hoje aqui é um dos melhores do país. É mesmo? Que bacana.

Aí na Santa Casa, o hospital de referência materno-infantil maior do norte, Santa Casa hoje operando as nossas crianças. Isso foi uma luta que a gente conquistou junto com quem precisava, que é a associação que representa essas crianças. Isso ajudou por você ser da área, né?

Com certeza, com certeza. E se você não é da área, você não tinha noção do que podia fazer dentro da área. Com certeza. O conhecimento, a sensibilidade, a vontade de fazer parte dessa assistência, a gente alcançou. E eu acho que hoje, sobretudo no Pará, a gente precisa. A gente continua muito atrasado. Muito atrasado.

O Ministério da Saúde tem um programa que é a UBS 24 horas ou a UBS até 12 horas. E nós temos grandes cidades que precisam disso, de Capanema a Belém, de Capanema a Tucuruí. E poucas nossas unidades estão ficando 24 horas de acesso. Uma UBS hoje no Pará conta...

Só com medicação quando tem um aerossolzinho. Basicão, né? É, o basicão. Você vai para o sul do país... E a proposta não era essa.

Não, a proposta é uma UBS, você tenha raio-x, você tenha ultrassom. Algo mais completo, né? É, algo mais completo, laboratório. Você precisa ter isso. Por que nós não temos? Quando eu cheguei na comissão de saúde, eu me deparei com uma coisa. O Pará era o penúltimo em renda per capita da saúde, ou seja, por pessoa, para onde o ministério manda menos. E aí eu fui no ministério saber. Ora.

Mandar menos porque vocês acessam menos. Caramba, cara. Quem acessa menos? Prefeitura. Então, se você ver aqui...

Em Belém, quem acessou o Mais Especialista foi o Beneficiente, portuguesa. Cobre toda Belém? Não, podia ter mais. Em Capanema, nosso hospital... Acessar é acessar um sistema para ele? Acessar o programa. O Mais Especialista é um programa que está disponível para levar...

para o povo mais especialidades. É mais procurado, é isso? É um programa que está disponível para o nosso povo, porque um hospital que tenha tantas especialidades como tem o nosso beneficente...

ele acessa o programa, ele fecha esse convênio e disponibiliza isso para a nossa população e a nossa população acaba sendo atendida num beneficiente, que é um hospital privado, mas com um tratamento e uma visão SUS igual, como se fosse um convênio de saúde. Então é o mesmo tratamento. Nós tivemos isso aqui em Belém.

Mas se você for procurar, Bragança, acessou pouco, um hospital lá ofereceu, a prefeitura conseguiu. Em Capanema, o nosso hospital está preparado, mas ainda há uns entraves políticos que não deixam isso acontecer.

É preciso que haja esse, quando falaste assim, na questão lá do serviço dos cuidados com as crianças de fenda palatina. Eu fui...

O elo. É preciso que a gente tenha elos para que a gente faça as políticas públicas de saúde no Pará, que a nível, sobretudo municipal, estão muito atrasadas, sobretudo na atenção básica. Até Belém mesmo precisa desse elo para que a gente possa fazer. Hoje o paciente, alguém se bateu, precisa fazer um raio-x?

Não tem uma UBS que tenha raio-x. Que doideira, cara. Você tem que ir para um pronto-socorro, onde tem paciente muito mais grave. Não, a gente só quer saber se quebrou ou não quebrou. Se o dedo... Ele jogou uma bola, caiu, né? Você tem que ir para um pronto-socorro, onde tem paciente muito mais grave, numa emergência muito grande, uma UBS que representasse, que acolhesse, isso poderia resolver. Nós não temos. Eu tive o cuidado contra o presidente de saúde, da comissão de saúde.

E aí, em São Paulo, Rio de Janeiro, vê que várias UBSs em bairros conseguem fazer isso. É, está na hora de mudar isso, cara. E acessado pelo SUS, pago pelo SUS, sobretudo o Ministério da Saúde. Esse mês mesmo eu fui lá no Ministério da Saúde e recebi a seguinte frase.

O Ministério da Saúde tem dinheiro para pagar, mas todo mundo precisa se habilitar para receber. Então precisa mostrar o serviço, a qualificação e tudo, a disponibilidade. E que tem alguém que lute por isso também, né? Exatamente. A eleição está chegando, o doutor Jacques está por aí, fala é dada, gente. Doutor, são 25 anos em Capanema, é isso? São 25 anos em Capanema. E como é que está a Capanema?

A gente ouve falar tão pouco de Capanema. A gente recebe aqui políticos de todo o estado do Pará. Capanema é um nome forte, mas a gente ouve falar pouco. Por quê? Como é que está a cidade? Dá um recado para Capanema. Por favor. O slogan de quem venceu a...

a eleição lá era avança capa nema eu acho que não avançou ainda eu acho que não avançou mas é eu como médico e essa relação política eu estou é disponível querendo ajudar

o povo com um serviço no município que está à disposição não só de Capanema, mas à disposição do nosso povo da região. Por quê? Porque Capanema ela, além de polo geográfico, Capanema está a...

40 a 70 quilômetros de nada mais, nada menos que 16 municípios. Se a gente pegar um raio de 100, a gente acessa 100 quilômetros, a gente acessa aí praticamente 21 municípios, totalizando quase um milhão de pessoas. Capanema tem uma UPA hoje.

E uma UPA nível 3, que significa que não é uma UPA apenas para a cidade, sim para a região. E isso a gente precisa ter uma UPA mais qualificada, que dê mais resolutividade, que seja uma UPA que, pelo que parece em Capanema, está havendo parto normal em UPA.

Parto normal e UPA não é uma coisa para UPA. UPA é uma unidade de pronto atendimento. Parto é local para ocorrer numa maternidade. Mas não tem maternidade lá?

Era pra ter, né? Era pra ter. Cadê esse prefeito? Pois é. Então, precisa buscar isso pra que a gente tenha a nossa população melhor assistida. Capanema hoje tem ressonância.

mas não está à disposição da maioria nem do usuário SUS. Então a gente precisa entender que isso é um trabalho de todos e que o deputado pode ser elo para isso. Um deputado, um deputado federal, um senador, junto com o governador, para a gente...

acabar com intrigas políticas e a gente levar o que o povo precisa. O nosso povo precisa de cuidado. O nosso povo precisa de saúde pública de primeiro mundo. Que bacana. É isso mesmo. Doutor, vou te falar uma coisa. Foi muito legal te receber hoje aqui no nosso programa do podcast. Conhecer um pouco mais da sua história. Que história bonita. História de vitória mesmo.

suas pretensões na política, muito legal saber que você tem um posicionamento muito forte e necessário para os dias de hoje. Eu quero dizer que foi muito legal, que as portas do nosso Ego do Podcast vão estar sempre abertas aí, se você quiser voltar. E que, ó, agora é a sua hora, é o seu momento, né? Eu quero que você olhe para essa câmera aqui, tem muita gente assistindo a gente agora, que vai assistir a gente depois. O que é que esse povo pode esperar do Dr. Jaques para a 2026?

A mesma dedicação que eu tenho como médico, sou apaixonado pelo que eu faço, apaixonado por quem eu atendo, né? Eu sou um abnegado para isso, entusiasmo de que a gente precisa ter saúde pública acessível a todos, de maneira igualitária, e a gente precisa levar isso para o nosso povo. Quem conhece, conheceu o meu trabalho, viu o meu pioneirismo, pode esperar a mesma coisa.

Tenho a satisfação de dizer que eu passei sete meses no Ofiloiola, por exemplo, e levei nesse pouquinho tempo uma proporção muito grande de serviços para aquele hospital. Sair do Ofiloiola, por exemplo, deixando a nossa radioterapia funcionando, coisa que já vinha de muito tempo que eu fui para cima e a gente...

conseguiu deixar a radioterapia funcionando. Então, a gente precisa ter políticos que cuidem, sim, de economia, cuidem da infraestrutura, mas a gente precisa também alguém que lute pela saúde pública. Saúde pública, saúde pública. A gente precisa colocar as OS para trabalharem mais.

Produzirem mais, acolherem mais o nosso povo Principalmente E eu estou colocando o meu nome à disposição para isso Para que a gente possa ter na Assembleia Junto ao novo governo que vem Essa cobrança, essa fiscalização E sobretudo ser colaborativo Para que a gente tenha uma saúde pública para todos

Esse é o doutor Jacques Neves, pré-candidato a deputado de Redual. Obrigado, doutor. Obrigado. Volte sempre. Valeu, sucesso. E a vocês, até o próximo Ego Podia. Tchau, gente. Tchau.

ÉGUA DO PODCAST #191 DR. JAQUES NEVES ( MÉDICO, E PRÉ - CANDIDATO A DEP. ESTADUAL ) | Castnews Index — Castnews Index