Episódios de Leigos Intelectuais

SETA #37

06 de maio de 20261h19min
0:00 / 1:19:50

SETA #37

Preconceito/ Ensino / São Paulo

Hosters: Bruno DC Ramalho: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodcramalho⁠⁠⁠

Filipe Vieira: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@filipevieira_⁠⁠⁠

VnusTv: ⁠⁠⁠@vnustv⁠⁠

⁠⁠Leigos Intelectuais Wiki | Fandom⁠

Assuntos3
  • Preconceito anticlericalAssassin's Creed Valhalla · The Witcher · Coringa 2 · Matrix 4 · Governo Lula · Boninho · BBB · A Fazenda · Record · Cadeira Gamer · Taylor Swift · Funk · Show do Justin Bieber · Léo Santana · DJ de favela · Vinteira · Zé Graça · Álcool · Skol · Cerveja de banana · Cerveja de chocolate · Cerveja · Piscina · Pneu · Pterodáctilo · Neurodivergência · Dislexia · Basquetebol · Matemática · Química · Física · Kumon · Japonês · Inglês · Método de ensino japonês · Escola Waldorf · Atividades manuais · Convivência em sociedade · Escola pública · Escola particular · Ensino
  • Importância da educaçãoBasquetebol · Matemática · Química · Física · Kumon · Japonês · Inglês · Método de ensino japonês · Escola Waldorf · Atividades manuais · Convivência em sociedade · Escola pública · Escola particular · Ensino · Geografia · Rosa dos ventos
  • Mudança em São PauloSão Paulo · Interior de São Paulo · Campinas · Americana · Novaes · Ribeirão Preto · Metrô · Ônibus · Helicóptero · Sonamento · Placa de carro · Custo de vida · Trabalho home office · Sonho paulistano · Oport
Transcrição201 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Quase iniciei uma live na Twitch TV, BarbarosTV. Quanto tempo vai durar essa tradição? Quando volta? Mano, não sei. Quando volta e se volta, né? Houve bastante... Houve uma discussão acalorada hoje sobre isso, né? Foi acalorada? Não, mas é só... Ah, tá. Porque vai que você foi pra caralho, pra mim não. Eu tava brigando, você nem sabia, né? Eu sei, mano. O cara brigando sozinho.

Cara, eu não sei, cara. Eu discuti com o Bruno isso hoje. Eu não sei. É uma... Eu não sei, porque eu não tenho tanto tempo quanto eu tinha antes. Você bateu nele? Você bateu nele igual bateu em mim? É, não. O que? O Bruno? Não, não bati no Bruno. Ah, então não foi uma discussão acalorada, esquece. Não foi. Nossa, a discussão não foi. Não foi acalorada porque o ar aconteceu estava quebrado. Estava 32 graus. Nossa, estava quente mesmo.

Toda discussão no verão é acalorada. E no frio? No frio não acontece nada? É guerra fria. É. O właśnie. Tchau.

Cara, aqui a gente vai cultura, entendeu, cara? Detenimento. É, mano. Aqui a gente é bom demais. É um pouco mais. Leigo ou intelectual, mas sai um pouco mais. Exato, exato.

Entendi. E o que é isso que tá acontecendo aqui agora, Vênus? Mano, é o famoso seta 37. Oh my God, e o aris? Você lembra que você ficava, what is this? O que é seta? What is this? É verdade, eu ficava mesmo. Seta... É absurdo, meu. É sem edição, tão quanto assunto. Então a gente tá aqui, nós três, Bruno disse, eu, Amário, Felipe Vieira e Vanessa Levine, é nóis.

A gente não faz ideia do que cada um vai falar. A gente só vai discutir pontos. Então a gente não combinou nada. Ninguém. Ah, esse episódio vai ser sobre Boom Girl. Não vai ser. Vai ser sobre não sabemos ainda. Sabe o que é legal do seto? Tem muita coisa que às vezes eu paro e penso. Nossa, eu quero muito falar isso no leigo. Só que não daria um episódio. Aí a gente tem o seto. Esse é muito legal do seto. Mano, dá 10 minutinhos de assunto.

Fala que não seto. Mano, rendeu. Tipo assim, 10 minutinhos cada um. 30 minutos de episódio. Já tá ótimo.

Falou os caras que 45 minutos cada assunto é um pouco. É verdade, mano. 4 horas e meia de episódio. Mano, mas a gente tá muito falante ultimamente. Eu vi os episódios só tipo 1 hora e 12, 1 hora e 10, 1 hora e 20. Mas não tem culpa que nós é bom?

Mas será que a gente tá só falando? Alguém tá ouvindo. É verdade. Você que tá aqui. Vou dar uma olhadinha lá no Spotify. É verdade, né? Zero ouvintes, zero reproduções. Menos uma reprodução. Esses dias minha esposa falou. Esses dias não, né? Melhor no dia que eu gravei o resumo barra retrospectiva de abril.

Ela falou, eu não ouvi esse episódio. O que ele fala? Nem minha esposa tá ouvindo. Esquece. Não, mas foi sem querer. Ela pulou, escapou. Foi sem querer, mano. Era uma quarta que ela tava culpada. Ah, não notificou. Verdade. É, não notificou porque não seguiu a gente no Spotify. Ah, uma estrela. Tem sininho, né, mano? Deu isso aí, né? Mano, eu não tenho ativado. Você já sabe que dia que sai, né? Então, é crime eu não escutar o meu próprio podcast? Cara, depende.

Por quê? É crime que, por exemplo, tem pessoas que você não tá, que eu sei que você não ouviu. Aí é Cusas. É verdade, eu não ouvi tudo. Eu ouvi, mas não ouvi tudo. Se você não tá, é obrigado a ouvir. Você leu todos os seus livros, Bruno? Oxi, eu escrevi. É, até que uma mentira deu. Eu tava no podcast, mas eu não ouvi. O dia que você não leu um livro que você escreveu, você tem que ler a inteira. Não, eu já li. Inclusive, eu leio pra fazer a... Não, mas vai que um dia você fez um livro e você não escreveu. Hã?

Tipo assim, tem episódio que eu não tô. Ah, sim. Se eu lançar um livro que eu não escrevi, eu tenho que ler. Exato, com certeza. Entendi. Entendeu? Inclusive, mano, é relido pelo menos umas três vezes, né? Mano, tão me ligando. Atende. Vê a voz agora. É seta, é seta, é seta. Vai. Se não der, você muta. Alô? Eu tô em casa, tô gravando.

Tô, e você tá ao vivo aqui. Tô, mano. Não, mas por que? É importante, eu posso montar aqui, eu te escuto. Mano, não vai dar pra você fazer agora. Porque... Nem queria, mano. Jogando aqui, eu apertei pra restaurar todas as configurações. Nó! Aí eu ia pegar a tua, porque era igual a tua, entendeu? Aí você ia fazer... Ah, você ia fazer do configo do PC. Do PC não, do Overwatch.

Nossa, não, depois da gravação então a gente liga e a gente configura. O Bruno mandou você tomar no cu, inclusive. Fechou, mano. Valeu. Caramba, ele atende o telefone. Nem sei o que é isso.

Não, e ele em desespero porque mudou a sensibilidade dele do Overwatch. Ele me ligando, tipo, caralho, mano, mudou minha sensibilidade, velho. Como é que é que ele lida? Um abraço, Léo. É, mano, caralho, mano, tá muito lento o meu mouse. Cara, tem que ter cinco metros de braço pra fazer o seu olhar, né? Tipo, você remando, assim. Um abraço pro Léo, mano. Enfim, o que que a gente tava falando? Mano, ele tava explicando que queria ser. É?

É isso. Cada um traz um assunto, ninguém combina nada previamente e é isso. Agora você vai saber só se você ouvi, hein? Pega o grande. Não ouvi, você não vai saber o que a gente tava falando. Assim, 50% de chance de ser uma bosta, 50% de chance da hora. Mas teve algum que foi uma bosta? Ah, com certeza. Não vou lembrar aqui agora. Ah, mas o set é novo, só 37, mano. É verdade. Eu não ouvi um set aqui. A origem do set era meio ruim.

Que era o... O Ale. O Ale. Eu não conseguia lembrar. O Ale da família Atório.

A lei da família. Episódios eram ruins. Esse episódio eram ruins. Mas porque, tipo, assim, era muito ruim porque, mano, não tinha o que fazer mesmo. Cara, 10 minutos a gente... É... E aí, então, né? Como é que... 10 minutos não, né? Era mais tempo ainda. Não, somando os intervalos, somando os... Ah, é... É, do que episódio? Vamos ver se fica um momento de episódio 137, seta 812, tipo um negócio assim. Acho que o set vai passar.

Será que o Seta vai passar o episódio? Ah, não. Não vai, não. A gente prefere fazer mais episódio padrão do que Seta. Até porque, se você for ver, tem uns 20 Ojoianai aí, tem uns 30 Guia de Livro, tem muita coisa. Ah, é verdade, tem razão. Que passe de 200 episódios fácil? Mano, mas eu acho que o Seta nunca vai ultrapassar o principal. Eu também acho que não.

Porque o principal é mó legal, mano. A gente conversa com convidados, geralmente é um tema só. O set é literalmente tipo, mano, não dá pra ter convidado, não dá pra ter só um tema só, não. Vamos ter que distribuir aqui, tá ligado? É bom, é um respiro, né? É, mano. É mó legal que essa semaninha de set eu já falo, ah, mano, tá tranquilo, eu já sei o que eu vou falar. Ah, só vai. Pega essa TV. Oxe, mata. Mano, você tá falante hoje? Eu tô?

Ah, eu começo, mano. Começo, começo. Eu pensei nesse tema. Ah, tem uma boa sacanagem. Que isso, velho. Caramba. Que isso, velho. Que que é isso? Cara, mano. Você tá expulso dos leis intelectuais. Eu vou comprar o teu 33%. Quando você me vem. 20 reais. Tá valorizado, cara. Tá. Tem alta agora, né? Enfim. O meu tema, eu queria falar sobre pré-conceito.

O cara vai confessar todos os preconceitos que tem? Mano, eu odeio pessoas que têm preconceitos. Esse negócio começa com um pre e termina com preconceito. É, mano, preconceito. Entendeu? Eu odeio essa... Mano, enfim. Caramba, isso eu não sabia. É bom. Mano, enfim, deixa eu continuar. Eu vou explicar como surgiu esse tema pra mim, que eu falei, putz, daria um bom seta.

Eu recentemente, desculpa Akira, estou jogando Assassin's Creed Valhalla. Devolve, eu vou comprar essa parte dos leigos. Devolve. E meu 25 reais. Tá bom. Eu tenho 66% agora, então é 40 reais. 67? É verdade. Enfim, estou jogando Assassin's Creed Valhalla, entendeu? Um jogo que eu mesmo, aqui no Leigos Intelectuais, julguei que era uma merda. Falei que era ridículo, que era ruim, que era do seu... Mas não foi, é, é, é, é.

Não, o Valhalla não. Ah, achei que era ele que tinha saído. Não, não. O que saiu o remake é o 4, vai sair agora. E saiu um remaster, né, do 3. Entendeu? O 4 agora é remake. É, enfim. Tava jogando o meu Assassin's Creed ali. Cara, o que aconteceu? Vou explicar certinho por que eu fui pro Assassin's Creed. Cara, parece que é um amigo que se perdeu nas drogas, sabe? Calma, cara. Você vai entender, mano. Tô triste, cara, que meu amigo se perdeu no mundo das drogas. Não, não. Calma, calma. O que aconteceu? Eu tava sem nada pra jogar.

Mano, bate e baixadinha. Nossa, tá muito parecido com... Sei lá, caramba. O cara que vai pra droga, né? Eu tava entediado, mano. Aí eu usei... É, enfim. Eu tava sem nada pra jogar e eu não queria voltar sempre jogar jogos competitivos, que nem Overwatch, entendeu? Falei, pô, não quero mais. Tipo assim, domingo à noite, tem ninguém dos meus amigos online e eu tô jogando Overwatch. Não quero essa vida pra mim.

Certo? O cara escolhendo entre maconha e crack, né? Tipo, o cara não tem... Pô, eu escolhi pelo menos a maconha, que não é tão ruim, entendeu? Mas enfim, eu queria muito... Tá falando de jogo? Dutty, tá falando de jogo. Queria muito comprar jogo novo, só que, pô, não tá com aquela rentabilidade, com aquele, né? Com um valor ali legal pra comprar jogo novo. Aí eu falei, cara, eu só vou comprar um jogo novo quando eu, pelo menos, jogar pelo menos umas 5, 6 horinhas de cada jogo que eu tenho na Steam.

Vai que você tá perdendo o meu joio. Exato. Porque, tipo assim, às vezes eu comprei o Assassin's Creed Valhalla lá por 30 reais e joguei que era uma merda e não abri mais, entendeu? Eu falei, cara, vou baixar porque eu queria um jogo em terceira pessoa, queria um jogo mais desliga cérebro, tá ligado? Porque você só anda, bate e não quer aparecer. Eu falei, vou baixar. O jogo que eu tinha julgado que era horrível. Eu tinha jogado umas... Uma horinha e pouco. Cara, eu baixei. Não. Joguei. Não.

Passei do tutorial. Meça as palavras. Meça. E eu vou meçar minhas palavras tranquilamente. Mida. Meçar. Não é ruim. Mas também tá longe de ser bom. Entendeu? É um jogo, nota, sei lá, 7, nota 6. É um jogo medíocre. É, mano. É um jogo, tipo assim, que dava pra ser absurdamente bom, igual Hogwarts Legacy, que é legalzinho.

Entendeu? Como eu não quero algo pra mim, nossa, focar muito, foi o que restou. Não é que o Hogwarts Legacy é absurdamente bom, ele poderia ser, não é isso? Exato. Mano, o Valhalla é o Hogwarts Legacy da Assassin's Creed. É, literalmente a mesma coisa. É, da Ubisoft. É literalmente a mesma coisa. Personais secundárias que você não liga, missões secundárias que você não liga, mas o principal é legal e é legal ser viki. É, e é legal ser viki. Igual é legal ser bruxo.

É igual a Ligaça Bruxa. É exatamente isso, entendeu? Só que o tema que eu quero puxar é preconceito, porque eu tive um preconceito contra esse jogo, que todo mundo falava que era ruim, que era horrível. Joguei, jogando pouco, e depois que eu falei, vou realmente dar uma chance?

Tá sendo legal. Eu quero saber. Cara, eu tô com 15 horas agora. Tá. Figa. É, jogou legalzinho, hein? Não, joguei... Mano, o jogo é... Você passa muito rápido o tempo no jogo. Porque tem build, aí você vai explorando um pouquinho. Mas, tipo assim, zero... Pô, vou pesquisar tal coisa. Vou fazer... Não, é tipo, só tô jogando.

Entendeu? Tá tranquilo, tá legal. Aí eu queria perguntar pra vocês, vocês já tiveram um preconceito com alguma coisa? Que vocês falaram, nossa, isso aqui é uma merda, porque você foi e falou, puta, mano, e agora como eu vou falar que é bom? Óbvio, que já, acho que é... Até de pessoas, né, a gente tem preconceito, né? E eu não tô nem falando, tipo assim, de... Eu não tô nem falando de raça ou opção sexual, tô falando de pessoas mesmo, tipo... Às vezes você olha pra uma pessoa e fala, nossa...

o cara tem que ser mó cuzão, aí o cara é mó da hora, né? Cara, muita gente boa, né? Isso rola muito, mano. A gente tem que tentar fugir ao máximo. Mas, cara... Nessa mesma premissa, isso não mudando muito, mas, tipo, preconceito, mas eu tinha um preconceito positivo de uma coisa e depois eu descobri que não fosse algo, entendeu? É verdade, eu tive isso com The Witcher. E eu, mano, falei, caralho, The Witcher, eu comprei, mano, eu cheguei 16 horas, eu não consegui.

Passado o tutorial, basicamente, eu fiquei repetindo várias vezes, porque não complicou, entendeu?

Sim, acontece também, positivo. Você vai esperando... Tipo assim, porra, vou ter que trazer aqui. Vou ter que cometer um crime capital. Ah, mano. Mano, Coringa 2, Joker 2.

Eu nem sabia que saiu o 2. É, vamos lá. Mas nem precisa ver o fim. É, não. Não, ou vê, foda-se. Tipo assim, pode ser ter sua opinião. Não, não vê. Não vê. É, todo mundo tava falando muito mal. E eu fiquei assim. E eu por dentro. Vou ser honesto. Mano, esses caras, esses críticos, é tudo otário. Vai ser bom pra caralho. Não tem como ser ruim. Não tem como ser ruim. Bota minha mão no fogo. Só a turma. Aí o cara levanta a mão queimada. Mano.

Ó, vamos lá. As músicas são muito legais. Real. Muito legais. Muito, muito, muito legais. Real. Absurdamente legais. É musical? É musical. E só. Ah, legal. Ah, pro musical? Tá bem. A atuação do Joaquim Fênix é excelente. Mas, tipo assim, você já sabia que ia ser. Mas é comparável ao primeiro filme? A atuação, tipo assim, olhando o Joaquim Fênix, individualmente como ator, sim, é comparável. Atuação no primeiro filme, ele deita. Sim, não, ele deita também. A Lady Gaga também muda muito. Mas...

Não tem roteiro. Mano, tem. Eu acho que... Eu sou da teoria de que ele foi feito pra ser ruim de propósito. Porque o cara não queria fazer o filme. Nem o diretor... Nem o diretor, nem o Joaquim queria fazer. Eles não queriam, nem fudendo. Aí, mano, esses tiros, esses tiros, sei lá, contrato, não sei o que lá. Ele deve ter pensado, mano, vou fazer essa porra, uma bosta ainda, vou matar ele no final. Ah, spoiler, foda-se. Ele morre.

Esse filme é ruim, não assiste, mano. Eu acho que inclusive mataram ele no final. Mano, acabou. Não vai ter nem terceiro. Nem inventa. Morreu. O segundo nem precisa ter. Foi só cumprir tabela. O filme tem 10 minutos, né? É só ele morrendo. Rui de propósito. Igual o Matrix 4. Matrix. Sei lá. Também acho que foi feito ruim de propósito.

Eu não assisti, eu não assisti também falando nisso. Também não. As irmãs não queriam fazer. Uma pulou fora, a outra que tava sob contrato ia ter que pagar uma multa caríssima, teve que fazer. Então acho que ela fez uma bosta de propósito. Que loucura, imagina que da hora você conseguir fazer o seu trabalho uma bosta porque você quer. Nossa, você tem essa... Eu faço de propósito ruim. É? Faz os 22 anos.

Caramba. Cara, de preconceito positivo, que na realidade virou negativo, que era uma coisa boa, que depois virou uma coisa... Lula. Cara. Aí pegou no coração do Fih, hein? Coração até bateu um pouco mais forte. Cara, eu acho que assim...

não é um bom não foi um excelente governo, mas eu acho que também não foi um péssimo governo mas aí a gente tinha um preconceito um conceito de tipo, vai ser muito bom excelente, e foi medíocre, né, tipo, foi na média uma média quase 5 só pra tentar passar de ano é que não tinha como ser pior do que o anterior, né esse é o fato, né

Mas de qualquer forma a gente imaginou que ia ser um pouquinho melhor. Sim. Pô, ele foi meio... Ele pode estar sendo meio dico, só que o outro foi péssimo. É, tipo assim, você tira uma nota zero. De repente você tira um 4,9 e você fica, caralho, top. Você falou, oh my god, é medido. É, é. E é tudo uma mistura de um monte de coisa, né? É, toma.

É, também. Não é uma coisa só, não é só um presidente, não é só, pô, eu tô com idade diferente, tô com pensamentos diferentes, o mundo mudou no longo dos anos, então não tem como, né, colocar um encaixe perfeito. Não existe exatamente um presidente perfeito pra um momento perfeito, isso não existe, não tem como. Falou bem, falou bem, falou bem. Mas assim, cara, de preconceito positivo que me decepcionou, cara, eu acho que assim...

É bem, bem... Como que fala alguma coisa que é bem... Tipo, é... Fútil. Bem fútil. O Boninho. Sabe o Boninho? O filho do Boninho? Isso. O diretor do BBB.

Pô, eu tinha um... Fala, cara, o cara é bom, né? É da Globo, no geral? É, ele era, ele era, né? Ele era diretor de alguns programas lá, o principal era o BBB, mas lançou vários outros programas. E, pô, o cara é bom e tal, aí era o Big Boss do BBB, e depois ele virou o Boninho, e depois ele saiu da Globo, agora foi pra Record. Cara, eu tinha... Oi? O Red Show de igreja?

É quase isso. Quem é o mais crente? Seria bom se fosse assim. Ele fez A Casa do Patrão, que é um novo reality show aí. Cara, eu com relação ao Boninho, eu tinha um conceito, que era um pré-conceito, eu não conhecia ele tão bem, tipo, era uma coisa a mais, porque eu gostava do BBB.

E gosto ainda. E aí quando ele foi pra essa casa do patrão, cara, foi assim, tipo você vai pesquisar mais, ver exatamente. Cara, realmente pra mim foi bem negativo. E aí você percebe que ele chegou onde ele chegou pelo padrão Globo, entendeu? Mas é ruim? A Globo, em si, é péssima. Caralho, péssimo? É péssimo. É uma cópia descarada do BBB com baixo orçamento e ao mesmo tempo, sabe o que você é? Você entra de salto alto e fala, ah, eu vou ser melhor que o BBB.

Cara, mano, você entra só querendo ser, tipo, a Fazenda é a Fazenda, sabe? Ela não tenta ser um BBB melhor. É verdade, né? Tipo assim, ela não quer ser um BBB, ela quer ser a Fazenda. É a Fazenda. Aí tem aquele Reddit Show de internet, né? Que nem a casa, o Rancho do... Rancho do... É um Reddit Show, isso? É, isso tá indo muito longe pra mim. Pra mim é... Não, mano, aí é o lado obscuro da internet, mano. É, as webceleridades e as subceleridades.

Só que eles querem ser o que eles são. Eles não estão tipo, ah, eu vou querer ser um BBB online, sabe? E aí com o Boninho tinha um conceito, que eu achava que era um conceito, mas pelo que eu vi era um pré-conceito, agora que eu formei meu conceito. E eu falei, caramba, você trouxe esse tema do pré-conceito negativo, né? Que você tinha uma coisa que você não gostava e conheceu, ele gostou. Eu gostava, aí quando eu conheci eu falei, caramba, não gostei não. Mas aí até onde é culpa dele e não da galera, tipo assim, dos convidados?

Cara, existe a parcela do elenco, né? Dos participantes, mas aí entra a estrutura e as coisas básicas. Por exemplo, o maior... Como fala assim? O principal tema do início foi a qualidade das câmeras da Record. Ah, eu vi esse bagulho. Eu chego com um cara que ele fala sobre Color Grind, que eu tô nessa agora. Isso. O problema não é nem a câmera. É 100% Color Grind. Tá cru. Tipo assim, tá a imagem raw, crua.

Só pegou a câmera e filmou. Aí esse mesmo cara pegou um take, agora eu tô ligado. Ele pegou um take, ele arrumou e ficou, mano, bonito pra caralho, igual o Big Brother.

Só que aí entra toda a questão do padrão globo, da infraestrutura, por quê? Talvez a imagem esteja lavada do jeito que está porque eles não conseguem transmitir ao vivo, entendeu? A Disney Plus entrou como parceria, né? Para que seja... Um... Como que fala? Tipo um Globoplay, né? A Disney Plus, eu sou online e vocês conseguem vender aqui.

E ficou horrível. E assim, sabe quando você entra com uma pompa e fala, nossa, eu sou o melhor? E aí no final das contas você não assume que tá mais ou menos? E eu falei, é simplesmente pela... Sei lá, pelo ego. E aí fala, meu, a câmera é boa. É, já é usada, mas a câmera em si é boa. Você sabendo tratar, a gente aqui com o celular, com o microfone meia boca, alguma coisa, sai uma qualidade...

Boa. Tava feia mesmo. Tava feia um profissional. E aí estragou, cara. E aí teve o problema que a primeira prova de resistência, a máquina quebrou, entendeu? Nossa! A máquina não suportou a prova de resistência. É recorde? Tava girando. É recorde. Pô, tem que preconceito com a recorde, cara.

Tem? Tem, mano. Mano, não sei, tudo parece mais ou menos, tipo assim, mutantes, tá ligado? Cara, mutantes é muito bom, mano. É, claro, em 1942. É, mano, é tipo Coringa 2. É tão ruim que vai ficar bom, entendeu? Pode ser.

Ele é bom porque ele é ruim. Se ele fosse bom, ia ser horrível. Ia ser péssimo. Eu sinto que tudo é meio mutantes. E aí eu fiquei tipo, poxa... E aí você conhece a coisa, e quando você tem um conceito e... Mas é famoso? Vai? Ou é tipo, pessoas normais? Ah, só pessoa normal. Ele mudou, só pessoa normal. É o Leandro Hassum, que tá fazendo a apresentação do programa. Nossa! Mas é aleatório! É!

Aí teve o outro meme. Humorista. O BBB normal, ele às vezes aparece quando é uma eliminação, quando é um paredão bom, ele fala tipo, ah, 180 mil votos por minuto, sabe? Uma parada assim, pra pessoa falar, bastante. Aí os caras teve a pachorra de fazer 37 votos por minuto. Oh my God! Era só o estúdio que tava votando, só os produtores. E o estúdio ainda.

Mas é. Caramba, mano. 37 votos por minuto, mano. Mano, se nós fizermos um reality, a gente bate 37 votos por minuto. Bora fazer. Pra tentar, mano. Quem é o mais leigo do Brasil? Vou entrar todo mundo numa casa. Cara, preconceitos que eu tinha, né? Tem que falar um, né? Pra concluir o ciclo do assunto, né? Mano, eu posso falar um. É, então como você vai pensando, eu tinha um preconceito que...

É diferente. A gente falou sobre preconceito que era ruim e se tornou bom. Preconceito que era bom e se tornou ruim. E eu vou falar de um preconceito que eu achei que era ruim e é muito mais ruim do que eu achei. Cariocas? Brincadeira. O que que você falou? Cariocas. Não, você é louco? Não, que isso. É muito pior. É muito pior que cariocas. Cadeira gamer, mano. Nossa, cadeira gamer é uma bosta.

Mano, eu, tipo assim... Sinto muito. Mano, se você tem uma e tá sofrendo igual eu, um abraço, amigo. Sinta-se abraçado, né? Mas muita gente caiu nesse golpe. Eu, tipo assim... Também. Eu, tipo assim, eu tava ciente que não ia ser bom. Só que eu não sabia que ia ser tão ruim. Entendeu, mano? A minha experiência com cadeira gamer foi ridiculamente horrível. E eu dei o conselho pra um amigo meu, ele falou, ó, ah, mano, não é possível. Eu falei, compra, irmão. Eu falei, então compra.

Me veio mandar mensagem falando, mano, usei um ano e tá uma merda. Uma bosta. Filha da puta, que você não me escutou? Melhor a cadeira de madeira de antigamente que a gente pegava. É melhor. Mano, é bizarro que, tipo assim, a única diferença é que talvez a cadeira de madeira, você vai ficar um pouco menos de tempo na cadeira. A cadeira gamers fica 30 minutinhos a mais, porque o resto é igual.

Entendeu, mano? Não faz diferença. Só colocar um travesseiro, mano. Nas costas e no... No ano 60. Ela deixa você mais ergonômico do que a cadeira gamer. Muito mais, mano. Mano, cadeira gamer é um barulho muito ruim. Cadeira de bar amarela da Skoll. Essa é boa. Nos vemos aproveitando. Deixis Races que tá pronunciando aqui com a gente. Muito obrigado, Deixir Races. Com o cupom LEGOS, você faz a pior compra da sua vida.

Mas eu posso falar, eu acho que se for uma cadeira gamer de um alto padrão, que nem essa da Elements, que é tipo 7 mil reais, eu não duvido que seja boa. Irmão, 7 mil reais, eu tenho que jogar o jogo por mim. Exato. Mano, é que a nossa é tipo assim, a primeira linha das cadeiras gamers também, né, mano? Não é uma... Primeira linha? Nada. É tipo assim, o base, tipo assim, o mais simples possível. Ela trata. Por isso que ele falou que é... É, mano. Mas, mano, não compra cadeira gamer, velho.

É um bagulho... Mano, o Bruno tá numa cadeira top aí, que é quase o preço da minha cadeira gamer, e é absurdamente top. Que eu ajudei a escolher ainda. Muito obrigado. Eu agradeço. De nada, mano. De nada. Vou comprar uma dessas pra mim, só que a evolução dela é porque eu sou maior, né? Preciso de uma maior. É isso que eu queria falar, mano. Então foi um preconceito ruim, e ficou pior do que eu achei que era ainda. Cara, não sabe o preconceito. Cara, se sempre... Eu vou levantar uma pergunta aqui.

Eles já tiveram? Fih, eu imagino que não. Talvez, não sei. É difícil saber, né? Olha que preconceito. Um conceito com algum tipo de música, gênero. Assim, sei lá, precisamos um burro aleatório. Ah, Taylor Swift é uma bosta. Só que você nunca parou pra ouvir real Taylor Swift. Eu já fui esse adolescente rock and roll sister of town, que falava que funk era uma merda. Mas você nunca parou pra ouvir, na moral. Nunca parei pra ouvir.

Aí depois que meu irmão virou funkeiro, eu sei todo de 2017 pra frente, mano. Tamo junto, funk.

Mano, acho que todo adolescente tem esse negócio de falar que uma coisa é muito uma bosta e o que ele curte é muito foda. É, tipo, Justin Bieber é um lixo. Puta fuck, mano. Que nem o Igão falando pro Lão Santana que ele era avesgo. Coitado do Lão Santana. E ele foi lá no podpá.

Você tinha ele era mesmo? Algum gênero? Ele era bom. Eu tinha, com funk. Eu não tenho, cara. Talvez quando eu era mais jovem tinha algum, mas desde que eu me lembro assim, eu sempre fui o cara que levantava a bandeira que eu gosto de música, cara. Pode ser qualquer tipo de música, mas se a música for boa, eu gostei. Se ela não for boa, eu não gostei. Não tinha esse... Não dá uma de dor de vinheteiro. Não. Péssimo. Péssimo. Péssimo. Péssimo o conteúdo dele nesse sentido, porque, poxa...

Vai produzir uma música? Esses dias eu tava vendo do nada, assim, de verdade. Tava na TV passando, e aí parou naqueles canais de documentário, tava falando sobre o DJ de de favela, de comunidade, mas assim, bem baixo orçamento. O cara tinha uma caixinha e fazia no notebook da Acer os remixes.

E eu parei o documentário assim pra ver, porque eram aquelas músicas pancadão, né? Tem um nome, esqueci o nome. Paredão, essas paradas. E do nada o cara tava indo pra Suécia fazer uns shows, mano. Porque um dos shows dele viu um cara, um olheiro, viu a música legal dele no Soundcloud, no YouTube. E o cara tava fazendo turnê. E a música, assim, não é meu estilo, não é legal pra mim. Mas eu gostei do conteúdo e eu consegui. Falei, pô, legal, eu não tenho um preconceito. E quando eu, tipo, ouvi, agora eu tenho um conceito positivo pela história.

Não vai estar na minha playlist, nem nada. Mas quando eu escutar, eu vou lembrar dele. Acho, pô, legal isso. Fezes puríssima, meu. Fezes puríssima. Mas é personagem, né? Não sei, ou não? Não, se não for, saganagem. Cara, quantos anos ele tá nessa, né? Então, se for personagem, gênio. Gênio do humor. Mas se for sério, babaquinha. Se for sério, babaca. Se for sério, vai subir num fight music show.

O Monte Malaia é ele, né? O Zé Graça? O Zé Graça? Não, não é ele. Mas ele fazia com o Zé Graça. Fazia, fazia. O Zé Graça saiu. Mano, o Zé Graça acho que sumiu na internet. Sumiu mesmo. Porque eu lembro do Zé Graça e veio o Lorde Vinteira e só ficou o Vinteira. Aí eu imagino que sejam personagens, mas eu não... É, o Zé Graça é o guru do Malaia.

Mas eu acho que o V inteiro é personagem, não é possível. Ele nunca sai. Esse é o ponto. O cara é bom, o cara é bom. Mano, eu vi o vídeo antigo dele. Já saiu? Quando aquele maluco que imita todo mundo, imita ele, ele sai totalmente do personagem.

Qual o carinha lá? É Igor alguma coisa? Do Cariani lá? É, esse cara que viu do Cariani. É, que ficou famoso pelo Cariani. E ele mita o vinheteiro na frente do vinheteiro, o vinheteiro full sai do personagem. Tipo assim, ele fala um bagulho absurdo que o vinheteiro falaria e ele sai do personagem 100%. Ele racha o bico? Caramba! Ele tá, tipo, tentando manter a pose e não se aguenta, racha o bico.

Eu vi, eu vi esse cortezinho. Ele tava até de cartola. Ele tava falando das champolas em Santa Catarina. É verdade isso, mano. Ele perde totalmente o personagem ali. Ele vai embora. Muito massa, mano. O cara é bom de imitar todo mundo, né? O cara é... É muito bem o que você vê aqui. Na moral. Duvido, velho. Duvido, velho. Imagina, que coisa é. É absurdo. Quanto absurdo, meu. Primeira coisa, tem que errar as palavras. É difícil, já. Eu tinha preconceito com...

Hum, agora vem pesado, hein? Na verdade, eu tenho. Hum? É assim, a pessoa que bebe. O terceiro episódio vai ser cancelado. Será que 99% da população mundial bebe, mas eu te conheço. Mas entende, o que é beber? Não, beber, ponto. Insigerir quantidade de microlésimas de álcool. É, entama. Álcool.

Meu ponto é o seguinte, se eu conheço uma pessoa e eu sei que ela bebe, óbvio que essa barreira do preconceito pode ser vencida. Mas eu já começo com um ponto negativo com a pessoa. Tipo assim, já começo... Ela bebe, meu. 99% da população mundial bebe, né? Enfim, mas eu tenho esse preconceitozinho, mano. Você tem muitos amigos que são beberroins? A grande maioria dos meus amigos não bebe nada. Bizarro, né?

Porque ele seleciona, né, Venus, antes de conhecer, você bebe? Não, eu não vou ser seu amigo. Óbvio. É a primeira pergunta eliminatória, ele aplica uma prova pra você. É verdade, mano. Nenhum amigo meu bebe. O que mais... O Fibébio? Não sei se o Fibébio. Aí, ó, você não sabe, então por isso que eu sou seu amigo. Ou quer dizer, se você... Pode acabar o podcast. Pode acabar agora, não lembro. Falendo! Eu bebo? É. Cara, eu acho que sim. Ih!

Não, aqueles, né? Eu gosto do Legos, né? Mas acho que hoje pode ser o nosso último episódio. Não, eu tenho preconceito, cara. Mas assim, é o que eu deixo vencer. Eu não sou o cara que fala vou beber no final de semana, preciso de uma cervejinha. Ai, meu Deus do céu, vamos no bar beber. Não, eu não bebo fora de casa. Muito pouco, assim, porque beber e dirigir não pode. E eu sempre gosto de que eu prefiro dirigir do que beber, então eu nunca bebo. Bem raro, assim. Eu prefiro beber.

Muito específico. E, cara, não vejo a graça no ficar alto, né? Que tem gente que fala, vou beber uma cervejinha porque é gostosa. Não é. Uma bosta. Não é bom assim, não. É ruim.

Mas assim, ela tem sabores diferentes. Eu gosto de experimentar. Do nada tem spa, tem na promoção. Aí tem uma Skol, aí tem uma Abrama, aí tem aquela Zembá. Aí do nada tem uma cerveja de banana, cerveja de chocolate. Eu gosto de experimentar. Com feijão? Mas fala assim, ah, o delícia, uma farinhazinha. Puta, merda. Tem preconceito com banana com feijão. Você vai tomar auto-tapa, filho. Tem preconceito porque eu nunca come.

Cara, mas a bebida, assim, de beber, porque eu conheço pessoas que bebem e falam assim, ah, cara, eu bebo só Skol e todo rolê que eu vou, vou beber. Churrasco com cerveja, se não tiver cerveja, não. Churrasco eu gosto. Mas eu não tenho, tipo, tem bebida em casa, sabe? Vamos fazer uma batida, vamos experimentar alguma coisa, vamos, sei lá, minha sogra gosta um pouco também, mas dessas coisas mais... Variadas. É, variadas. Mas, assim, beber de beberrão, assim, não.

Então, eu tenho esse preconceito, mas é algo que eu me deixo vencer. Por exemplo, conhecer uma pessoa que bebe. No primeiro princípio, eu tô ali um pé atrás. Só que depois eu vejo que a pessoa é da hora, safe, eu consigo ter amizade e tal. Mas o primeiro contato ali, o preconceito, eu fico...

Mano, aqui depende também, né? Tem pessoa que bebe e fica suave. Não muda. Fica, às vezes, só mais engraçado até. E tem pessoa que desmaia. Ah, não. Mas aí, a pessoa que desmaia... Não tem nem chance de evoluir pra amizade, entendeu? Exato. A pessoa que bebe e dirige, acabou, mano. Você acabou. Tipo assim, não existe mais nada entre nós. Você bebeu, velho. E dirigiu. Não dá. Você é louco. Mano, não dá. Vezes.

Fezes puríssima. É puríssima. É absurdo mesmo, é meio triste, né, mano? Mas assim, quem bebe no seu ciclo é o quê exatamente pra você? O que é o cara que bebe? O Fih é o quê pra você agora, mano? É, boa. Mano, você é o cara que bebe. Se eu tivesse te conhecendo hoje, ia ficar... Será que esse cara é da hora mesmo? Eu ia demorar mais pra virar uma amizade, entendeu?

Mas você não tem preconceito com a verdinha, né, seu safado? Cara, não tem, é bizarro, né? Ih, Filipinha! Não, não, eu não tenho, eu não tenho, falei.

paratidão. Você não tem. Mas, ó, não é nem uma questão de, ah, vou me explicar, vou me colocar num ponto onde eu seja melhor. Que foda isso, né? Não. Mas, assim, eu não sou o cara que vou almoçar bebendo cerveja, sabe? Tipo, tem gente que é desse porte. Não. Ah, eu vou beber uma cerveja no bar. Raramente, cara. Não. Não é isso. Mas eu também sou assim. O cara, tipo, ah, tô afim hoje beber uma aqui. Eu acho que eu vou recolocar, então. Eu acho que, na verdade, eu tenho um preconceito positivo com quem não bebe.

Tipo assim... Ah... Hum... Fala pra pensar. Conheci alguém que... Pô, conheci o Vênus. E aí, Vênus, você bebe? Não. Nunca? Nunca. Nenhuma gota, nenhuma gota. Mano, caralho. O cara já é tipo assim. Tá ligado? Olha lá, olha lá. Que diferente. É. Fá. Acho que rola um pouco disso também.

Faz sentido, mano. Faz sentido. Mas eu acho que... A grande maioria dos meus amizades não bebe nunca. Tipo assim... Mas, mano... O Penos não bebe. O Lelo não bebe. O... O Converse não bebe. Oi? Não. Não bebe nada? Nada, mano. Odeio qualquer coisa que deseja álcool. Mano, não gosto. É o problema? Não. Uma bosta. Não gosto. É uma merda. Tipo assim... É... Final de ano, geralmente... E a consequência também, né?

É, a Didy, ela não bebe também, só que ela curte vinho, por exemplo. Ela curte vinho e às vezes... Não, mas uma vez no ano, entendeu? Não, mas é isso que eu tô querendo dizer. A questão do nunca bebe e aí bebe vinho, às vezes, uma vez por ano, bebe.

Ah, então, enfim, então ela bebe. Na minha rigidez social, considerado uma pessoa que bebe. Exato, perfeito. Então, batemos o martelo, ela bebe e ela gosta daquelas batidinhas, igual o Fih falou, tipo assim, mistura morango com não sei o que lá. Nem isso eu consigo tomar. Pra mim, o gosto de álcool é horrível. Não gosto, mano. Tem algum problema na família? Não.

Não, eu conheço... É psicólogo, caralho! As pessoas que tiveram problemas na família, por isso que nunca experimentaram. Tipo assim, que nem pimenta. Teve um puta tempo que eu, nossa, eu não gosto muito de pimenta. Ai, pimenta é ruim. Aí eu parei e pensei, porra, eu não como pimenta. Como que eu sei que eu não gosto? Não. Aí eu digo que eu gosto ou não, sabe?

Eu já provei pra saber se eu gostava. Não, eu já provei pra saber se eu gostava. Tem pessoas na minha família que bebem, entendeu? Minha cunhada bebe, bebe tipo assim, todo final de semana, ela curte mesmo beber. Isso. Entendeu? Aí, tipo, direto, eu falo, mano, esse negócio é horrível, não sei o que. Eu falo, mano, você nunca experimentou, toma aí. Aí eu fiz... Foi exatamente isso que eu fiz. Entendeu? Logo em seguida. Aí eu falei, mano, horrível.

E tudo que tem álcool eu não gosto mesmo, mano. Nem se é algum doce feito com álcool, eu não gosto. Olha, não.

É, mano, eu bebi assim, esse aqui tem álcool, né? Aí, tipo assim, é instantâneo, minha papila faz, tem. Então, eu acho que o meu caso é mais social. Sabe quando você observa um certo tipo de grupo? Qualquer tipo de grupo. E aí você vê que a maioria...

é paia. Tipo assim, por exemplo, o Vênus observa o futebol e ele tem uma visão negativa sobre o futebol porque na visão dele, a maioria das pessoas que gostam de futebol é violenta, enfim. Oh, legal, legal. Pra mim, quem bebe, a grande esmagadora maioria das pessoas que bebe, dirige. A grande esmagadora das pessoas que bebe assediam, são violentas. Então pra mim é um bagulho assim, eu não quero estar envolvido com isso.

Entendeu? Não. Não, mano. Eu acho que você não tem amigo que bebe porque você não bebe. Ponto. Se querendo ou não, você vai atrair similares, né? Exato, mano. Mas eu acho que eu sou autista, né? Só tenho uma amiga autista. Pode ser. Quer ver? Às vezes você não é autista, mas você tem algum tipo de neurodivergência. Entra na fila aí, Fih. Talvez não tenha DH. Talvez não tenha dislexia. Talvez não tenha dislexia. Tô aqui faz um tempo, mano.

Entra aí, velho. Que a dislexia que canta em mim. A dislexia que habita em mim. Daria um livro, hein?

Pô, mano. Começa no meio. Você começa a ler ele no meio, depois... As frases tudo desconexam. Caralho. O Z invertido, né? O Z F. Eu... Mano, outro dia... Outro dia eu fui escrever vida e eu escrevi fida. Eu não consegui entender o que tava errado, mano. Eu fiquei uns 5 minutos falando, mano, com o que que eu errei? Você sabia que tava errado. Tipo, vermelhinho, vermelhinho do corretor. Eu falei, mano, não tá errado, mano. E eu escrevi fida. Ai, meu...

Eu tenho esse problema com piscina, eu sempre sofro pra escrever essa palavra, mano. Não, eu nem escrevo. Eu coloco bacia de água gigante, mano. O pé é mudo? Piscina. Piscina. Isso aqui é o sina. Piscina. E pneu. E pneu. Pneu é mudo. É, mano. Pterodáctil. Eu odeio quando tenho que escrever pterodáctil, mano. É que é muito recorrente, né? No dia a dia. Todo dia eu escrevo. Na rua de Paralelepípedo, tinha um pterodáctil. É, mano. Eu sou assim. Tá pegando um pneu para dentro da piscina.

Meu irmão trabalha limpando a piscina, mano. Eu nunca falo com ele sobre isso. Não, só vai ter piscina aí, na moral. Não consigo, mano. Você também tem esse problema, né? Tenho muito, muito. Eu falo áudio. P-S-I-N-A. Eu falo, mano... Piscina. P-C-I-N-A. P-C-I-N-A. P-C-I-N-A. Vambora. Entendi. Legal. Parabéns pelo seu tema. Rendeu a maior parte do episódio aqui. Obrigado, gente. Obrigado. Vi, eu ou tu? Tu ou eu?

É, mas tá no primeiro tema ainda. É, então. Jesus Cristo. Inclusive, fui escrever piscina pra colocar o corte, não consegui desistir. Escrevi p-cina. P-I-F-I-N-A. Cara, meu, o tema é rápido, eu se sinto bem matematicamente. É rápido, é difícil. A gente não deixa ser rápido. Não é rápido, não. Tu falou 60 minutos sobre a areia de gato, irmão. A gente não tem o que, mano, cagaram no gato do cara.

Uma pergunta, vocês, o que vocês utilizam? O que vocês acham se você fosse voltar pra escola? Essa ideia de boaça, assim, cara, vocês tinham uma aula lá de geografia do segundo ano. Nossa! Que a professora aplicar uma prova pra mim agora. Mano, eu sei exatamente a matéria, o ano e o bimestre. Calma, calma, calma aí. Qual que é a pergunta? Que eu não absorvi direito aqui.

Cara, é assim, o que você utiliza hoje e o quão você seria razoavelmente bom se voltasse hoje e falasse um exercício de quarta série de geografia. Ah, beleza, eu sei que são X continentes e eu uso isso não diariamente, mas na minha vida como um todo. E se eu voltasse no quarto ano lá para uma prova de geografia, gritava na rosa dos ventos lá. Sei fazer uma agora.

Cara, é... Eu tenho a minha pronta, que você quer que responda primeiro aqui. Você tá afim? Mano, pronto. Vai. Mano, educação física, primeiro bimestre do primeiro colegial, basquetebol. Ah, entendi. Mano, o que vim, velho? O que vim, mano? Eu lembro do primeiro dia de aula, eu cheguei lá, e o professor falou assim, então, a gente vai introduzir um esporte novo pra vocês e tal. Basquete. Eu falei, o quê?

Muito bom. Professor, você quer se sentar ali, por favor? É, professora, deixa que eu dou aula. Eu deito. Eu deitei, mano. Eu só tirei nove e meio, porque eu não lembrava o nome do cara que inventou o basquete. Até hoje eu não lembro. Não lembro, até hoje. Piscina, basquetebol. Mas é essa matéria, mano, que eu deitaria. Tranquilo. É isso que eu ia falar. Depende o quanto a gente se interessa, né? Não interessa muito por geografia, filosofia. Então acho que é essa de deitar.

Agora matemática ferrou? Não, pra mim matemática, química e física, azedou. Você vê que eu sou bem de exatas, né? Azedou muito. Quando você fala azedou ou alguma coisa, as operações básicas, você acha que você sabe fazer? Depende, o que é básico? As básicas é mais, menos, divisão e multiplicação. Safe, safe. Safe, safe, safe. Mas se você meter uma multiplicação, se você meter uma divisão com vírgula, fodeu!

Eu já não sei. Uma divisão com dois dígitos. Não, não. Bora, vamos. Dez dígitos. Vamos. Mas colocou uma vírgula, eu não consigo mais. É, é. Mano, pra mim pega muito fórmula. Onde você corta, onde você sobe, quanto você divide e vai. Sim, não, tranquilo. Cara, eu fui fazer uma... Vou fazer um Enem, nós três, pra ver quem vai melhor.

Não, não vou. Eu não tenho que fazer nem. Foi mal. Nem como piada eu vou sustentar isso, mano. Não tem como. Eu fui fazer uma avaliação no Kumon, cara. Porque eu quero voltar a fazer aula de... Qual é o nome de Digimon? Kumon? Kumon, evolui, para. Adomão.

Como que chama? Eu não sei como que eu posso explicar. É como se fosse um cursinho, né? Vamos pensar assim, de uma forma. É um cursinho voltado pra português, matemática, japonês e inglês. É o método de repetição. Japonês? É o método de repetição. Kumon é uma palavra japonesa, tá? Agora eu entendi o Kumon. Com K. Digimon também.

É verdade. E é sobrenome de um cara lá. E ele tem um método muito famoso, pelo menos pra mim, né? Pelo jeito não é tão famoso. Eu fiz Kumon quando eu era jovem. Quando eu era criança. E eu lembro até hoje de algumas coisas, né? E assim, eu fui fazer a avaliação. Cara, eu tô muito mal na soma rápida, entendeu? Ah, mas precisa ser rápido? Não, você tem que ter um tempo. Ah, aí ferrou.

É como se fosse uma avaliação mesmo. Você tem 15 minutos para fazer XYZ, né? Tipo, várias coisas assim. Mas as operações básicas é para que você saiba onde você... Mas você tem um papelzinho para você? Vou lá, vou lá, vou lá, vou lá.

É, não tem opção, é só a conta. Você pode escrever. Ah, não, mas você consegue? Sim. Ah, então sei. Então acho que é legal. Acho que foram dez questões de multiplicação, de só uma... Adição, subtração, divisão, multiplicação. É assim, cara, no dia a dia a gente tem a tal da calculadora, a gente consegue entender mais ou menos a média, só que assim, a gente não, pelo menos eu, não tava tão bom mentalmente.

E eu falei, cara, isso daí eu fazia quando eu era criança, adição, superação, coisa básica de escola, porra, eu tô fazendo faculdade, caralho. Você acha que eu... Mano, deve, mano, eu sou deve, não. Oxi! Mano, eu pesquisei com o Mon perto de mim, literalmente na rua de onde minha mãe mora. É, cara. E você nunca fez? Nunca fiz isso aqui na minha vida. Cara, é bem legal porque é tabelado o preço, então, tipo, você vai iniciar agora o valor X.

E os módulos são iguais pra todo mundo. Tipo, é um método. É legal. E assim, eu fui muito ruim. Tipo, péssimo. Tipo assim, 0 a 10. Recém-nascido deu. Recém-nascido? Na idade mental. Mas eu tive que voltar com esse exercício de ver dois aviãozinhos. Quantos aviãozinhos você está vendo? Ah, tá. Então eu vou reme de mim, então. Não estou tão fodido que nem o Fih, então. E, mano, na matemática, eu vou usar a regra de três aonde puder.

Ah, sim, mas não é o foco deles. O foco é que você tenha uma multiplicação de dois dígitos. Não, o foco deles é que você tenha dois dígitos e você faça mental. Você nem escreve, nem corta, entendeu? Você chega, tipo... Sabe? Não, o foco final. Pra você iniciar, não tem problema nenhum você cortar, fazer...

3x3 isso e vai isso sobe isso e vai aquilo, não tem o problema só que a intenção deles é que você faça mentalmente os exercícios até chegar no cálculo faculdade, né, cálculo 2 e assim vai. Mas qual que é o intuito? Você faz só pra saber se é ah, bom. Não, você faz o curso pra que você fique bom em matemática, porque matemática usa pra tudo.

Também, mas tem gente que faz simplesmente pro agregar da questão da matemática. Por quê? Por exemplo, se você não vai fazer uma faculdade, você não vai ter um cálculo 2. Se você tiver um cálculo 2 ou cálculo 1, ele vai te dar e ele não vai estar ali junto com você pra te ensinar. É realmente como se fosse um cursinho, como se fosse de inglês, só que o tema é matemática. Então você pega a parada do raciocínio.

E aí a gente chega num ponto que eu falei assim, cara, é engraçado, porque eu passei por tanta coisa na época de escola, que hoje eu falo, ah, é super simples, super tranquilo. Mas se alguém falar, quantos continentes tem? Qual que é a capital? Não sei de onde, não sei de onde. Sabe, você vai, tipo, pegando umas coisas. É, e eu falei, a gente meio que tá voltado a umas outras paradas, e o básico, quando não é da nossa profissão, a gente acaba fugindo, né?

Mas isso é historicamente humano, né? A gente é feito, moldado para ser especialista em um bagulho só. Você vê um médico, o cara é médico, mas ele é médico só dos olhos, das córneas. Ele é especialista do especialista do especialista do especialista.

Geralmente quando o cara é clínico geral, você fala, ah, não, clínico geral. É, esse cara... Eu achei legal isso, porque às vezes eu tava em busca, né, de porra, eu quero isso aqui do tal, de ir mais... Você tava em busca de porra? Ai, Jess. Isso é certo. Para, mano. Perdão, perdão, mano. Perdão, foi mal. Esse episódio normal é de corto nessa parte, né? É, esse episódio normal é de...

Eu tava em busca mesmo, e assim, quando você olha um pouco pra trás, você vê que, pô, tem algumas coisas ali, né? Tipo, o básico do básico, quando você aprende mesmo, facilita no futuro. Por que eu digo isso? Não que eu não saiba fazer a conta XYZ, ou ver o valor do combustível do carro, não, beleza, a gente faz, mas mentalmente a gente meio que, ah, pega o celular, sabe? Faz um negócio assim. Ah, é, com certeza, mano.

sabe? E aí eu vi que eu tava meio que ficando atrofiado, e eu falei, caramba, quanto vocês se sentem assim também com um assunto de escola, não quero saber quantos ossos tem, sei lá, no corpo humano, mas assim, cara, do eu sou a tíbia, você sabe onde fica? Ah, é o joguinho, sabe? Umas paradas assim.

É coisa de basquete, você sabe, né, filho da mãe? Ah, tíbia, eu sei exatamente onde fica, mano. Dói, inclusive, né? Dói pra cacete, dependendo do dia. Mano, é legal isso aí, Fih, porque nas minhas últimas lives tinha um castigo que era fazer uma prova do quarto ano. É. Aí, ó, que da hora. E tinha pergunta que eu deitava. Tuf, tuf. Tinha uma música que falava, mano, eu não sei nem fazer. Não sei nem o que que é isso. Tá legal?

É, mano, eu falei, o que que é isso? Tinha uma lá de fazer divisão com vírgula. Eu falei, galera, aqui é chute, mano. Que não dá pra fazer divisão com vírgula, mano. E é difícil real mesmo, eu não sei. Não lembro. Eu aprendi, mas eu não lembro. Pra mim, me pega muito fórmula. Tipo assim, a Bhaskara é suave porque é tanto... Você fica cinco anos aprendendo Bhaskara, você acaba decorando. Mas eu não sei a fórmula de Bhaskara. É passão do segundo grau. Mano, puta, fodeu. Tipo, não sei. Mano, eu sempre... Eu nunca fui o aluno...

ruim, de tirar nota abaixo, mas nunca fui o gênio. Sempre tava no meio e tinha facilidade. Você era um aluno de 6, 7, mais ou menos. É, 6, 7. Não, era até mais, era 8, 9. Um aluno, bem bom. Um bom aluno. Era um bom aluno, só que tipo, não grudava na minha cabeça as coisas. Eu sabia no dia da prova, no outro dia eu não sabia mais nada.

O bagado falava, mano, esqueci tudo, velho, pergunta. É, então, mas eu não pegava pra estudar. Eu acho que meu cérebro, ele ficava, mano, tem a prova, tem a prova, passou a prova, ele, mano, foda-se, joga fora. Peguei isso aqui, joga fora e já era, entendeu? Mas eu acho que eu tô mais ou menos, se eu for fazer esse negócio aí. Não tô... Eu acho que eu vou estar ruim em matemática. Principalmente porque tem tempo, né, e eu não sou bom em fazer rápido as coisas.

Cara, é isso que eu gostaria de tentar aplicar no teste de vocês. Não pelo fato de fazer o teste, eu ser melhor ou pior que eu. Mas é engraçado o quanto é uma coisa simples. Tipo o Masterchef, que é cozinhar, só que você tem uma hora pra fazer um puta de um braço. É, os caras falam faz um pudim, você tem cinco segundos. Caralho, como é que eu vou fazer um pudim? Faz um arroz aí com... É, mano. Mas aí eu vou ser obrigado a puxar o preconceito. Eu tenho preconceito com o método de ensino japonês.

Não, é sério Se os caras tiram 8, os caras Literalmente desvive Isso não é normal? É O cara literalmente tira 8 e se desvive, mano Alguma coisa tá errada Assim, é realmente muito bom, é efetivo Os que sobrevivem, né? A taxa é boa Os três que se informam É absurdamente alta a taxa de desvivência lá

Bizarro, né, mano? Obrigado essas porra aí, mano. E tem uma... Decepciona em meu pai. Pá. Uma terça-feira decepciona no meu pai. Decepciona em meu pai sem chibatadas. É mais ou menos isso, né?

Falando em método de ensino, você falou, tem o Adorf. Vocês já ouviram falar? O Adorf. O Adobe, né? Que edita foto. Eu achei que você ia pra um caminho muito pior. Tinha o Adobe. Eu já tava assim, esperando. O que ele vai falar, mano? Eu já tava assim, ó. Interromper gravação. Não, não conheço.

Cara, pesquisem, é legal o método. Como que é que escreve? Escola Wadolf. Ah, Wadolf. Wadolf. Com W? Com W. Com H. Wadolf, né? Se for falar assim. Wadolf. Wadolf. É como se ele estivesse prezando atividades manuais de convivência em sociedade no ensino. Por exemplo, a...

vamos começar o ano letivo os pais vão junto com os filhos na escola eles vão fazer a bolsa de couro, todo mundo junto em comunidade, tem os eventos a escola da família cara

Não acho que é, mas parece. Não vou falar que não. Mas assim, uma coisa mais... Seu pai sabe o que você tá fazendo na escola? Você tem essa conectividade com a família? Ah, mas aí é mundo perfeito, né? O pai não trabalha. Entendi, entendi. Cara, eu entendo, mas assim... Eu estudei alguns anos na minha vida em escola particular.

Nesses anos, meus pais Podiam ou não podiam Depende muito Não vou falar que é um método super tranquilo A mãe precisa trabalhar, o pai também Mas assim, é de final de semana Quem eu conheço que estuda Nessas escolas, os pais trabalham junto comigo

Tem a questão do aquisitivo, com certeza, mas tem aquilo lá também da intenção. Você conhece todos os professores que dão aula para o seu filho? Tipo, ah, o meu filho tem aula com X de química. Cara, você não precisa ser o método de ensino da escola Waldorf, mas você precisa ter pelo menos essa conectividade, essa interação. Eu acho legal a escola prover isso, entendeu? Não só simplesmente vou abrir um monte de vaga.

E torta direito aqui, XYZ. Tem o lado positivo e o negativo. Não vou falar que é o método perfeito. Mas eu achei legal que existe essa situação. E trago também, tanto quanto a questão do Kumon, que eu achei que vocês conheciam. E o método de ensino da escola Wadolff. Massa, mano. Massa. Minha mãe sabia, todos os meus professores, porque minha mãe trabalhava na escola. É, roubada.

Então, tipo assim, ela sabia todos os professores, todas as inspetoras, todas as tias da cozinha, entendeu? Então ela sabia. Mas depois que eu fui pro colegial, ela não tava mais na escola, ficou na creche. Mano, escola pública é muito difícil saber. Troca muito, professor. Mas você sabe, não sabe? O meu professor? É. Sei. Então, como que seu pai não sabe? Tipo, não que eu tô colocando isso na sua... Ah, sim. Na sua vivência, sabe? Tipo, a interação, meu pai chega em casa, ah, vou dormir. Pô, caramba.

Sabe, eu tive uma experiência na igreja esses dias E assim O pai e a mãe estavam lá E tipo, foda-se as crianças Os irmãos estavam cuidando dos irmãos Sabe, uma parada meio que assim É muito comum

Tem um pouquinho não só da questão de trabalhar, de querer dar o melhor, mas você está conectado com o seu... Eu acho que tem que ter uma preocupação, né, mano? E principalmente, acho que em escola particular tem mais, né, isso. Dos pais saberem quem são os professores, inspetores e tudo mais. Aqui, pelo menos em Novais, eu sempre fui um aluno muito...

Muito bom, igual eu falei pra vocês. Eu era muito quieto, sempre fazia tudo. E, mano, nunca arranjei problema. Então minha mãe, eu acho que, tipo, largou. Tipo, mano, ele não vai fazer nada. Entendeu? Então, tipo, reunião de pais. Minha mãe ia toda reunião. Ninguém nunca falava nada. Aí minha mãe perguntava, perguntava como meu filho tá. Tranquilo, teu filho fica quieto, faz tudo, tira nota boa e já era. Entendeu? Então eu acho que ela falou, mano, segue a vida aí.

Entendeu? Abraço. Qualquer coisa me chama. Qualquer coisa me chama. E nunca precisou, entendeu? Porque eu sempre...

Fui normalzão. Fiz tudo e já era. Mas eu acho que deveria ter mais acompanhamento, sim. Porque é muito importante. Tipo assim, quando eu for pai, eu quero muito saber quem é o professor do meu filho. Cara, mas... Você é o professor, você é professor, você é a inspetora das colégios que ele tá, entendeu? A grande realidade do brasileiro médio, usando minha irmã, não vou falar brasileiro, vou falar paulista, né? Estado de São Paulo, dá pra ter mais certeza. É que, mano...

As crianças, principalmente na escola pública, que é onde minha irmã trabalha, é criada solta, mano. A mãe tá presa, o pai tá não sei aonde, foi viajando, deixou a criança sozinha. Mano, tipo, já aconteceu, minha irmã tá passando no bairro, o aluno dela 10 horas da noite só de cueca na rua, sozinho. Cadê seu pai? Ah, tá no bar. A grande realidade do brasileiro médio é essa, infelizmente, mano.

Sim. Triste, né? Da maioria, né? Mano, e minha irmã como professora, o que ela pode fazer? Nada. Mano, o que pode ela fazer? Sei lá, mano. A mãe da criança bater nela. Tá ligado? Entendeu? Agressão ao professor existe muito, mano. Esse é isso. Tem um aluno que pede pra ela o professor me adota. Que triste, né, mano? Aí minha irmã fala assim, não posso te adotar.

Não pode adotar um filho. Quer adotar seu filho. É bizarro, né? Acho que a única coisa que a gente pode é tentar quebrar o ciclo, né? Porque hoje eu já tenho 30. O Bruno também tem 30. Não. Velho. Velho. E assim, o que quer ou não quer, mas assim, já tá se tornando, sei lá, os anos 2000, nosso, é os 80 dos nossos pais, né? Assim, uma parada assim, a gente já tá...

criando algumas outras raízes, né? A gente tá dando frutos e aí tem de ou a melhorar ou a piorar, mas mudar vai mudar, entendeu? Mesmo que a gente não tenha filho ainda, a gente pode fazer coisas, né? A gente tem sobrinhos, tem dois, né, filho? Três? Não.

Sim, sim. Cara, acho que o mais simples dos negócios, na rua uma criança, quando você via um adulto quando você era criança, como que agia? Você vai agir da mesma forma? Qualquer criança, sabe? Tipo, você tinha uma proximidade? Não, não é questão de proximidade tinha um medo, como que era? Então você já se tornou esse adulto, né? Quando vê uma criança tipo, olha, você é um adulto, como que você vai estar representando quem é um adulto? A ideia de adulto é meio inalcançável pra uma criança, né?

É... Mano, é triste porque falar de idade adulta, geralmente eu via crianças e tipo assim, tá, crianças, eu não sou adulto. Aí outro dia a criança falou assim, ô tio, me ajuda a tal coisa? Eu falei, tio? É, adulto?

João? Me? Como você tem idade pra ser seu tio, mano? Sou uma jovem, mano. Sabe que você tem 9 anos e eu tenho 20 e porra? É, mas sabe que eu tenho barba na cara, mano? É bizarro isso mesmo, do que o Fih falou, de como reagir a um adulto, né? Porque a criança vê um adulto, a criança me viu como um adulto. Eu falei, caramba, a criança me viu como um adulto. Aí eu nunca pensei que eu sou um adulto no meio das crianças ali passando na hora de ir embora, que passam na frente do colégio. Tipo assim, se você for jogar basquete, um exemplo.

Você chegou lá, tem cinco crianças jogando bola. Dá uma briga. Você, como adulto, você tem responsabilidade de ir lá em termos. É, mano! Entendeu? Do mesmo jeito que, tipo assim, quando eu tô lá jogando basquete, as crianças tão brincando de bola no canto, a bola fica pra lá, eles entram com tudo no meio da quadra, e podem ser atropelados. Eu tenho que falar, por favor, mano, fica no cantinho, criança.

Não, aí, entendeu? É bizarro, mano. Ou quando eu vou jogar basquete com os moleques que são menores de idade, eu tenho responsabilidade pela chave. Se eles quebrarem alguma coisa, eu sou o responsável. Se eles se machucarem, eu sou o responsável. Se eles se machucarem, você tem que levar ele no postinho. Exato, mano. Eu não quero ser responsa, velho. Onde que eu não assino esse contrato? Então, o mec que você já assinou, já foi. É foda, mano. Esse contrato é vitalício.

É da hora, né? Era isso. Enfim, da hora. Ensino. Tá vendo? Rendeu, Fih. Você falou que não ia render nada, rendeu. Me deixou triste o seu tema, mano. Não quero mais. Ficou triste? Não. Ah tá, porque eu acho que o meu não é triste exatamente pra gente, mas é um pouco triste. Ah, quer que eu fico triste? Não, você não vai ficar. Não? Cara, eu quero falar de trânsito. Que susto. Nossa, eu escutei, eu escutei, eu escutei. Eu achei que você ia falar algo maior de 18 anos. Trânsito?

Que é tran. Transexualidade? Que você já ia falar. Não, porra, mano. Depois eu te falo, então. Caralho, mosquei. Enfim. Mano, é... Recentemente, minha irmã foi pra praia e... Pô, ela ficou com um puta trans pra voltar. Ela ficou pro Rio de Janeiro. Mano, tipo assim, muito. Ela chegou tipo duas horas da manhã pra ir trabalhar às cinco no outro dia. Nossa!

Eu parei pra pensar sobre trânsito, sobre São Paulo especificamente, a cidade de São Paulo. Sabemos que tem gente que escuta o Leigos aí que não é de... Do estado, né? De São Paulo. Estou falando da cidade mesmo, da capital. Cara, a pessoa média em São Paulo... Eu pesquisei isso pra trazer aqui. A pessoa média em São Paulo passa de duas a três horas de trânsito por dia. Que nojo. Cara, é um quarto da sua vida no trânsito. Nossa, eu vi recentemente uma matéria sobre isso.

Levando em consideração que você passa um terço da vida dormindo, mais um quarto no trânsito. Nossa, quantos cômodos essa casa? É muito cômodo. Mano, você vai perder a vida. 40 anos da sua vida dormindo ou no trânsito, se você mora em São Paulo. É muito triste, mano. 40 anos! Eu começo a viver com 40 anos, então... Da expectativa de vida, que é 73. Jesus. Você vai viver 30 a mais, só. Loucura, né, cara?

Que isso, mano. Eu gosto tanto de morar no interior, às vezes, mano. Não tem trânsito. Tem nada aqui. Tem carro. Então, mas o que que faz... Por exemplo, meu pai, assim, em São Paulo, eu morei lá com ele e tal, ele foi criado lá, trabalhou lá e tudo mais. Chegou um momento que ele falou, tá, não tem como mais, é insalubre morar nessa cidade, vamos para o interior. Beleza, vamos para o americano. O que acontece, será, com uma pessoa que nasceu lá e foi criada lá, não querer sair de lá?

Mano, eu acho que você acostuma, mano. Então, beleza. Acostume. Acostumar com a bosta. Beleza. Eu entendo. É, mano. Mas aí, por exemplo, você tá acostumado com a dor no joelho? Você tá acostumado? Tô. Você sabe viver com ela? Sei. Se pintar uma oportunidade de não ter dor, você não vai abraçar? Depende, mano. Do quê? Entendeu? Depende. Quanto vai custar essa oportunidade? Que graça.

vai doer. Vai, cara. Vai doer pra você doer. Então eu não quero. A possibilidade é 100%, não é 99,9%. Porque, tipo assim, o que eu acho, a pessoa que mora em São Paulo, mano, ela tá acostumada a fazer tudo em São Paulo. Tem tudo em São Paulo. Perfeito. Tipo, eu que não moro em São Paulo, moro no interior. Eu tô acostumado a qualquer coisa que eu tenho que fazer, eu tenho que ir pra outra cidade.

Mas você vai gastar menos tempo que você gastaria dentro de São Paulo. Não, sim, mas eu acho que é a mesma coisa. Tipo assim, eu posso mudar do interior, eu vou só mudar pro interior mini, maiorzinho. Sim. Mas eu vou continuar no interior, porque eu acostumei com o interior. Então eu acho que é mais ou menos isso. O cara que mora em São Paulo, ele olha pro interior e fala, ah, mano, você é louco, não tem como, não tem shopping, não tem cinema, não tem tal coisa, não tem tal coisa. Não tem, cara. Depende, mano. Aí onde? Que interior você tá falando?

Vai, interior, normal, não interior Novaes. Novaes não tem. Não, Novaes é interior normal, o nosso que é premium, cara. É, mano, o teor de vocês é premium, viado. É, mano. Campinas, que ela mora em Campinas. Campinas é. A Americana também. Ah, mas a Americana é, mano, agora que ela tem shopping. Não, nem tem. Chove dentro. Não, mas eu vou gastar, mano, ainda não abri o shopping, ainda não abri o cinema. Se eu vou pro cinema, eu vou gastar 5 minutos de carro. Não 40 horas.

Então, interior prêmio. Ó, eu vou do pressuposto que nem você trouxe no outro tema, isso é da realidade humana, né? Que foi feito pra cada um, pra uma função apenas, né? Pra ter uma especificidade e tudo. Cara, a gente nasce com conformismo. Se tá confortável, não vai me machucar. Pô, faz uma mudança. Eu passei por seis mudanças na minha infância e é a pior coisa que existe, porque você vai acabar perdendo um monte de coisa. Eu tenho raiz.

Aí, tipo, você quantas vezes mudou de país ou mudou de casa? Olha que complicado. O cara tá em São Paulo. Aí fala, mano, tô confortável que eu vou pensar em mudar. Ih, será? Pô, achar outro trampo, mano. Raízes é foda. Cara, gente, vem pro interior. Não falta trabalho, juro pra vocês. Os caras têm pedido, pelo amor de Deus, pra trabalhar, mano. Mas aí eu tenho interior premium, mano.

Então vem pra cá. Foda-se. Sim, mas aí não é que todo mundo consegue parar, né? É, mano. É, ser prefeito de americano, irmão? Não precisa ir pra Novaes. Mas eu acho que é esse o problema. Quem não é do estado de São Paulo, principalmente de estados mais pobres, acho que não consegue entender o quão São Paulo é filha da puta, mano. É horrível São Paulo, mano. Cara, ele procura um ódio, né? O cara falou assim, mano, paguei 50 conto no café e eu mesmo tenho que comer o café. Você viu essa porra?

Não vi. Você vai no café, você pede café e os caras dá pra você coar. Mano, é um conceito. Faz 50 a ponto, mano. Conceito, Friviro? Que conceito, mano? É um conceito ruim, mas é um conceito. Não, não aceito. Você vai no mecânico e você tem que cruzar o carro. É. Existe. Não é, mano. Você não vai lá e fica bonitinho e tal, fica no ar-condicionado vendo o cara mexendo no seu carro. Você vai cortar a cabeça, você tem que cortar o próprio cabelo. É. E é 10 vezes mais caro que o normal. Conceito.

Mas uma coisa que eu posso e coloco na mesa é o quanto você ganha e o quanto a cidade te prende, entendeu? Porque querendo ou não, ela vai te vender muitas coisas e você vai ganhar muitas coisas. Vou falar, vou sair de São Paulo e vou para americano, citando nomes assim. Vou trocar o meu salário e minha vivência aqui para vivência e salário de americana. O que, tipo a famosa balança que minha esposa sempre fala. Coloca na balança, o que vai ser positivo e o que vai ser negativo.

Cara, muitas vezes o cara já tá ali, tá pronto, mas nossa, eu vou ter que fazer isso aqui. Eu conheço muita gente que fala, ah, eu viria, iria aí pro interior, porra, Campinas. É o interior prêmio, tem tudo que São Paulo tem, um pouquinho melhorada, americana também. Mas o cara, pra fazer toda essa transição, machuca demais. É o joelho do Vênus. Eu entendo nesse ponto, concordo com você de ser uma cidade...

Bem filha da puta, mas... Cara, ela oferece ainda alguma coisa, assim... Não é totalmente horrível, sabe? Então, mas assim, pensando na balança... Pra mim não fecha conta. Pra mim é tipo assim, 99,1%. E outra... Você tá morando em Campinas? Quantas horas de carro pra São Paulo? Você quer ir na balada em São Paulo? Você vai gastar uma hora de Campinas até a porra da balada. Aqui não tem carro.

Mas se você mora em São Paulo, você vai gastar cinco horas. Você mora em Campinas. Uma coisa interessante que eu também não achava e não sabia. São Paulo, a maioria do pessoal não tem carro. Não vem pro interior. Não, filho. É, mano. A galera vai de carro pro metrô. Paga o seu sonamento. 50 reais o dia. Pegar o metrô, vai pro trabalho, volta de metrô, pega o carro do metrô pra poder ir pra casa.

Tá, então, é isso que eu tô querendo colocar no jogo, porque eu trabalho em São Paulo. Minha carteira é assinada em São Paulo. Eu trabalho home office em Campinas. E, assim, eu tô ganhando como se eu estivesse em São Paulo. Por isso que eu vivo em Campinas um pouco melhor do que se fosse um trabalho em Campinas. Mas é muito disso, sabe? Ah...

O cara que trabalha comigo, ele vai de metrô pro trabalho, volta, e às vezes ele vai de carro e ele tem que ver o dia da placa do carro pra ir como que ele vai. Só que ele não vai falar assim, cara, eu vou pro interior, é muito mais rápido, é mais barato. Ele não conhece, sabe? Tipo, é como se São Paulo oferecesse tudo, é tipo Estados Unidos, o cara não sabe o que tem na cidade ali do lado, nem sabe o continente que tá. Eu acho que isso ela oferece um pouco de tampos olhos.

Mas é muito de raiz, cara. Eu vejo nesse sentido. Não sei se alguém não tem raiz, escolhe São Paulo, porque eu, durante alguns anos, eu falava pro mozão, vamos pra São Paulo, quero ir pra São Paulo. Pô, legal. É uma cidade legal pra você passear. Agora, pra você viver diariamente, eu não concordo. Não, mas a maioria da galera tem carro, é...

E não fecha a conta, porque assim, ah, tem coisas lá, tá, tem Campinas. Se não tem Campinas, pega o carro e vai pra São Paulo. Pega o ônibus e vai pra São Paulo, que vai ser mais rápido. Tipo assim, se você sair de Campinas pra São Paulo de ônibus, você vai gastar menos tempo do que você vai deslocar lá dentro da cidade.

Mas e o pessoal de baixo orçamento? Ah, baixo orçamento? É baixa renda. Baixa renda. Ah, sim. Mas não tem muito o que fazer. Perfeito. É isso que eu digo. Eu acho que a maioria do pessoal que tá em São Paulo não tá porque realmente quer também. O cara nasceu em São Paulo, tem que trampar a vida inteira pra conseguir sobreviver, tá ligado? Já era. Aí azar, não tem muito o que fazer.

Pegando um exemplo bem ruim, você nasce em Sampa e vai tipo, Sampa, ninguém em São Paulo fala Sampa. Ninguém fala Sampa. São Paulo, mora...

Numa das comunidades, ele trabalha no MEC, tá tentando fazer uma faculdade, mas não tem a projeção. O cara não vai falar assim, vou pro interior pra viver melhor, sabe? Ele vai tentar pagar o copão dele do final de semana e seguir. É, mano, eu acho, tipo assim, estando em São Paulo, mesmo que é uma hora de carro, uma hora de não sei o que, você tá no centro de tudo ali. Tipo assim, tudo acontece em São Paulo.

entendeu? Então, mesmo que o cara vai pegar 40 minutos pra chegar num evento que ele curte, é 40 minutos que ele vai pegar. 4 horas, né? 40 minutos ele sai de Campinas, esse é o meu ponto. Não, mas saindo de Campinas ele vai ter que pegar o trânsito de São Paulo da mesma forma.

Mas pra voltar não. Mas vai ter que... Mas não é assim. Pra voltar, o cara volta pra casa sem trânsito. Exato. Entendeu? De qualquer... Tipo, o cara que vai de ônibus, ele vai ter que descer no terminal lá de São Paulo e vai ter que se virar pra ir pra onde ele quer também. E até quem, por exemplo... Ah, São Paulo realmente paga mais. Os salários são realmente maiores. É... O custo de vida é maior, né? Beleza.

Só que também não fecha conta. Aqui você vai ganhar menos, se você vai gastar menos. E não só isso. Pô, meu pai trabalhava... Ele saía de casa de manhã às quatro. Ligava nove horas da noite. O que adianta ganhar bem? Você não tem tempo de gastar seu dinheiro.

Ah não, hoje eu trabalho de home office, por isso que eu falo de São Paulo. Agora se não fosse, se fosse bate-volta, ia ser muito complicado. Mano, eu acho que, tipo assim, independente se você mora em São Paulo ou perto, você vai pegar o trânsito da mesma forma, eu acho, mano. Não tem muito o que fazer. Se você entrar em São Paulo, você vai pegar o trânsito e já era.

Campinas, que é o interior prêmio da vida, eu não saio de casa depois das seis. Porque é insalubre também. E é o mesmo nível de São Paulo. E aí você fala, tem tudo. Tem bastante coisa e às vezes tem coisas que em São Paulo não tem. Então aí, beleza. Agora a americana, cara, eu fui pra americana esses dias e não tem nada. Mas ao mesmo tempo tudo, só que pra quem vive naquele tudo, entendeu? Eu acho muito engraçado. Porque, pô, fui comer pizza com a minha mãe no final de semana. Tem uma pizzaria a, sei lá, cinco minutos de carro.

E aqui, as pizzarias são mais longe, só que depende muito de o que é essa comodidade, a comodidade, o que que melhora, o que que piora, sabe? O cara ficou verde. Você ficou verde por um segundinho, foi muito foda. Agora tá fazendo biquinho. É, agora você tá muito slow, mal. Não, não tem. A conta não fecha, tipo assim, falando em balança, se você tem dinheiro, sai de São Paulo, pelo amor de Deus, faça esse favor pra sua vida, depois agradece. Ah, mano.

Eu acho que quem tem dinheiro e já mora em São Paulo, acostumou com São Paulo e não consegue viver no interior, mano. Mano, consegue. Pô, meu pai saiu de lá com 35, mano. Morou em São Paulo e em Bogotá. Meu pai é um velho, mano. Vamos chamar um paulista, mano, no próximo episódio? Um paulista, meu. Mano, minha família inteira mora lá. Minha família inteira mora lá. Eu pergunto isso pra minha prima. Não vamos pra americana, vamos lá, vamos discutir isso. Então, eu vivo no automático, né? Não para pra pensar.

Mas, mano, você vai ganhar anos de vida, você vai ganhar um psicológico muito mais tranquilo. Ah, não, com certeza, mas eu acho que... Você nunca vê aquele posto assim? Não era ansiedade, era São Paulo. Sim, com certeza, mas... E o cara do verdão, assim, no campo. Quem tá em São Paulo, eu acho que não sai, não, mano. Eu não vendo o interior como solução disso aí. É um dementador, São Paulo. Vai te sugando, você não consegue sair, né?

Mas eu também não vou no interior. Mas não muda pro interior, interior não, viu, mano? Vocês já pegaram dirigindo 4 horas de trânsito dentro de São Paulo? Cara, eu não tenho nem carro pra dirigir. Já vi. Não leio 4 horas, assim, de lembrança, não. Acho que umas 2, assim, eu já peguei. Por isso que vocês estão muito mole com São Paulo. Não, mano, não é questão de estar mole. É que eu acho que o cara que mora no interior, se ele for pra São Paulo, ele vai pegar mesmo umas 4 horas de trânsito.

Mas não vai pra São Paulo, então. Vai, porque ele quer no evento que ele curte da Gamescom. Eu também vou, mas uma vez no ano. Eu tô pegando o trânsito uma vez no ano. Ah tá, mas aí, foda. Não, pô. Se ir na padaria durar 4 horas, eu quero entender agora o 4 horas que você colocou. É, então.

Na padrinha do bairro? É perto. Não, não. O que é os quatro horas de trânsito? Eu tô tentando dar uma... Literalmente quatro horas parado, porque a porra de um helicóptero tá... Não, louco. Ele tá falando, tipo assim, eu vou pegar quatro horas de trânsito pra cortar o cabelo. Ele tá querendo dizer isso. O que eu vou fazer que eu vou pegar quatro horas de trânsito? É, mano. Não... Sai do trabalho pra ir pra casa.

Aí é foda. Aí fodeu. Todos os dias. Duas horas de trânsito de manhã, mas duas da tarde. E tipo assim, você vai entrar você vai sair do trampo às seis você vai chegar em casa às oito, nove, dez horas da noite, mano. Tá, vamos lá. Mas isso é só no centro de São Paulo? São Paulo inteira. Ó, minha sogra, ela sai dez pra cinco.

10 para 5, Campinas, interior premium, vamos estabelecer. 10 para 5, 10 para 5, 10 para 6 seria uma hora. 10 para 7, duas. Ela chega em casa às 6h30. Safe. Não, safe. São Paulo não acontece isso nunca, em nenhuma hipótese. Uma hora e meia? São Paulo não acontece isso nunca, em nenhuma hipótese. Até porque você não vai sair do seu trabalho às 5h, porque não tem condição.

Vai entrar duas horas mais tarde. Não, mas eu tô falando o tempo de uma hora e meia, entendeu? Tô falando o tempo de uma hora e meia, porque se ela sai às seis, ela chega aqui às oito, dependendo do trânsito, mas tipo, não é às oito, às sete, sete e pouco. Tô colocando uma hora, igual eu falei, eu não saio de casa depois das seis, porque senão eu pego horário de pico, eu saio tipo, sete horas de casa, eu chego muito mais rápido se eu sair dez pra seis, entendeu?

Sim, sim. Rola muito isso, mas não, São Paulo não tem essa hora e meia. A não ser que você trabalhe absurdamente perto, porque é absurdamente raro.

Se você trabalha absurdamente perto, você mora perto da Paulista. Mas tem isso também, né, mano? Tem isso de São Paulo ser tão grande que o cara não consegue trabalhar perto de casa. Ele trabalha muito longe. É, você aqui for rico e tem um prédio na Paulista. É, não. É, em pouco desse. Ô, Pedro, a Day, a Day, a Day trabalha na outra cidade, né? Outra cidade. Ela mora em Novaes ainda ou não? Moro em Novaes. Quanto tempo de viagem? Em Busão, no máximo uns 30 minutinhos.

Entendi. E outra cidade, né? É, outra cidade. 30 minutinhos e uma caminhada de 2 km, mais ou menos. É isso. Dá um, sei lá, 45 minutos. 45 minutos, é, pra chegar no trampo, né? E 45 minutos pra vir e 45 minutos pra voltar. Não rala em São Paulo, cara. Entendeu? Tipo assim, se ela sai do trabalho às 7, ela tá aqui às 8. Esse 4 horas de trânsito que eu tô te falando, mano, é todo santo dia, cara. Não tem como isso não correr, é a alma da pessoa. Mas será que não é porque é muito grande? É, sim.

Entendeu? Imagina se tivesse vários trabalhos perto nos bairros. Eu acho que seria muito mais distribuído. Maravilhoso. Pô, a pessoa mora na Zona Leste. Você está exemplo de parente meu. Mora na Zona Leste. Um abraço na Zona Leste. Pô, e trabalha na Paulista. Mano, é quatro horas de trânsito.

Seja metrô, seja carro, seja avião, mentira, seja metrô, trollibus. Se tiver trânsito na aeronave, tá de sacanagem, mano. São Paulo tem a maior frota de helicópteros do mundo. Ganha tranquilo de Nova York. Pra quê? Eu tô falando com o trânsito dessa porra.

Mano, você tem que esperar o helicóptero desaziar pra pousar o helicóptero. Nem de helicóptero. Mano, você que mora em São Paulo fica aí, não vem pro interior não, que a gente não quer você aqui, mano. Não queremos você aqui. Não queremos você aqui no interior, mano. Mano, vai pro interior de Mato Grosso, vai pra qualquer outro lugar, não precisa ser aqui. Não, vai pro Mato Grosso não, lá tem onça, mano.

10, 11 km². Eu posso ter cagado muita coisa, cagado muita regra, mas eu gostaria de entender um paulista, por que ele não é mais paulista? Por quê? Eu tenho a mesma visão do Bruno, em modo macro, mas eu conheço pessoas que namoraram, casaram, comprou um apartamento, tiveram filhos e tá criando um filho em São Paulo. A gente falou, caramba, é muita loucura. Mas eu queria entender mesmo, de real. Se tiver alguém ouvindo, legal, top, vou perguntar pra alguém se alguém...

responde essas perguntas pequenin. Mas cara, eu também acho estranho, mas acho engraçado porque eu conheço pessoas já há algum tempo e é nessa mesma... Tipo, cara, mano, vou comprar um apê lá na Barra Funda, sabe? Ah, mas é galera com dinheiro, então? Não, cara. É por isso que eu tô falando, não é. Então, o que é o bairro bom?

O que é os 400 mil? O que é 300 mil AP? Tipo, talvez lá onde o Vênus... O cara faz em milhares de parcelas, tá ligado? E paga o jeito que dá também, né? É meio que entender um pouco porque um AP aqui perto de onde eu moro, 290 mil tava na planta. Eu falo, caramba, que caro pra cacete. Os caras, nossa, baratinho. Bom preço, bom preço. Então, bom preço depende de onde, porque a gente conhece uma galera que é um pouco mais melhor. Imagina 290 mil aqui, não vai. Tá barato!

290 mil, eu compro um bairro em Novaes, quase. Ou também não é assim não, tá? É, você compra cidade, porque só tem centro. Então, eu acho que é nesse ponto de entender um pouco mais a visão, porque eu vendo de fora São Paulo e eu vendo de dentro Campinas, não é como algumas pessoas acham, sabe?

Mano, eu acho que é uma questão de ficar preso. Tipo, mano, já tô no automático, já tô fazendo isso aqui, mudar pro interior, frete pra caramba, mano. Esse cara não tem tempo nem de trabalhar direito, porque ele pega quatro horas de trânsito, ele não tá pensando em se mudar. E pegar, tipo... Ele tá ouvindo podcast. É, mano, tipo assim, pegar toda mudança dele, enfiar num caminhão, às vezes o cara nem tem carro, por isso que ele pega quatro horas de trânsito, metrô. Então o cara fala, mano...

Vou ficar aqui mesmo, já era. Mas então vamos lá. Você que tem oportunidade, você tem parente pro interior, você tem oportunidade, saia daí, mano. Confia. Depois me agradece. Vem com o pai. Mas vai pra Campinas, interior premium americana. Ó, pirata de carro, deixa eu mostrar de... Não, a gente já ia. Não vem pra cá não, hein.

Não, eu acho que... É... É, mas o interior premium. O interior legal... O interior é meio bosta. Tá meio bosta ultimamente. É, é mais tranquilo, mas é mais metropolitana. Ribeirão Preto é o interior melhor que São Paulo. O cara sair de São Paulo e vai pra Americana? O que o cara vai fazer? Vai ficar andando nas três pistas? A Jamaica... Mano, mas... Mas em São Paulo ele não anda? Ele vai ser assaltado? Americana é muito interior premium, mano.

Dá pra morar tranquilo. Tipo assim, o que que São Paulo pode proporcionar que não tem aqui? Eventos. Só. Mano, evento é duas vezes no ano. Vai, pega que o ônibus vai pro seu evento, caralho. Ah, tá. Ah, eu quero muito ir no The Town ver Bruno Mars. Mano, é uma hora de ônibus. Vai ver o Bruno Mars.

Acá você não vê que não tem emprego? Se você quiser emprego, você tem que ser da roça. Sabe capinar um lote? Tem. Se você saber, aí tem emprego. Sabe construir um muro? Se você saber, também tem emprego. Quem trabalha... Se não... O quê? Quem trabalha no engenho é engenheiro? É. A questão aí. Engenhoso. Nice.

Entendeu? Então não vem pra cá, mano. Aqui não tem emprego pra ninguém, mano. Chega. Não entra mais. Cara, eu sinto que São Paulo fez um pouco com os Estados Unidos. O Fih falou isso, né? É um pouco do que os Estados Unidos é. Tenta vender o sonho americano. Eu acho que existe o sonho paulistano. O cara que mora no interior do Amazonas, São Paulo deve ser muito foda na cabeça dele. Deve falar, uau, São Paulo, mundo de oportunidades, vários empregos. Oportunidades. É quase o de 12 metros quadrados, 12 mil reais.

Pode vir pro interior aqui. Pode vir pro estado, a gente vai te receber bem. 60 mil você compra um terreno, mais 3 mil você levanta uns 3 comodinhos, acabou. 3 vacas, 3 galinhas. Isso, mano, acabou. 3 mais nada. São Paulo você vendeu muito bem pro resto do Brasil. Galera, vem tanto pra cá. Pra cá não, né, Paulo? São de cidade. Enfim. Isso aqui, Paulo, estando comenta aí. E é isso, né?

Que é? Mas acabou? Não cabe aqui ainda. Tô aqui. Quer fazer alguma... É que a gente tá em trânsito ainda. Tô demorando. Tá acabado. Pô, você mora. Mano, hashtag paz. Em São Paulo, o cara conseguiu 24 episódios do Ligo seguido. Dentro do carro. Então, é só vontade. É verdade. Mora em São Paulo. Mora em São Paulo. Cabelo.