Os OVNIS que cruzaram a LUA | BUNKER X Podcast
Objetos misteriosos atravessando a Lua foram registrados por pesquisadores ucranianos e levantaram uma pergunta inevitável: estamos diante de um fenômeno comum ou de algo realmente extraordinário? Neste episódio, analisamos o estudo, as imagens divulgadas e discutimos as explicações mais aceitas para o caso.
Depois disso, recebemos novamente Guga Ferrari para mais uma edição de Casos Reais. Um homem pálido parado na cozinha durante a madrugada, uma sequência de experiências envolvendo luzes, vultos e uma estranha linguagem, além da estreia da Escala Bunker X: quantos "dedos do 3D" cada caso merece?
E você? Qual desses relatos mais te intrigou? Deixe sua opinião nos comentários e diga também quantos dedos do 3D você daria para cada caso.
#ObjetosNaLua #Lua #UAP #OVNI #UFO #CasosReais #Paranormal #Espiritismo #Mistério #Sobrenatural #VidaExtraterrestre
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Extra, extra, extra!
Objetos voadores espaciais não identificados foram detectados por astrônomos ucranianos sobrevoando a superfície da Lua. Seriam pedaços de queijo que se desprenderam do satélite nada natural que circula o nosso planetinha? Seriam os famigerados nazistas espaciais que fizeram sua base no lado escuro da Lua, ou serão os amigos do meu xará Afonso 3D querendo buscá-lo? Saiba tudo neste Bunker Chess. Sejam muito bem avistados, alienígenas que cansaram de se esconder no lado escuro da Lua.
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Como é que é, Rei? Yellow Submarine. Misturamos um monte de referência. Nubank X é isso, é muita mistura. Temos humor, temos ciência, temos astronomia, temos amigos, temos astrônomos, temos cientistas, temos padres, temos malabaristas, temos pompoaristas. Um abraço para os pompoaristas, amigos do programa. Excelente, meu querido Afonso. 3D. Nós hoje abriremos o programa com essa notícia aí que está pegando a internet de surpresa, né?
Os astrônomos que trouxeram, a gente vai mostrar a documentação, vamos debater esse assunto e também traremos casos.
Que é exatamente porque é um programa diferentão, a gente traz uma notícia e casos. A gente nunca fez isso.
Não, é um popurrí, é um popurrí, é pompoarismo e popurrí. Olha aí, aqui é popurrísmo aqui no banquete para vocês ficarem com a sua dose análise semanal de verdade muito bem aplicada.
E para essa salada mista que a gente tá fazendo hoje aqui de notícia com casos, quem que a gente trouxe, Afonso?
Ah, ele que está no seu tour do braço quebrado, né? Já participou do MRG, já participou do Inteligência Limitada, e agora mais uma vez ele nos agracia aqui no Banqueiro X, nosso querido amigo, o terapeuta espiritual Guga Ferrari. Muito bom, cara!
O seu tempo livre, né?
Aproveitando o INSS dele.
Exatamente, meu afastamento pelo INSS para, né, os amigos.
O Guguinha já esteve aqui comigo.
Estamos bem então, né? Estamos bem agora.
Já tá cada vez melhor. Essa mão tá boa?
Tá, tá boa, tá melhorando, tá melhorando, graças a Deus.
Vai ficar com todos os dedos ou vai se unir aqui ao 3D para categoria?
Os amigos, o Guguinha já esteve aqui. Mas estamos bem então, né? Estamos bem agora. Já tá cada vez melhor.
Essa mão tá boa?
Tá, tá boa, tá melhorando, tá melhorando, graças a Deus.
Vai ficar com todos os dedos ou vai se unir aqui ao 3D para categoria?
Vocês deveriam cortar dois de cada mão.
Eu acho que é maneiro. Team Less Fingers. Senhores, olha só, então é isso. O programa hoje tem essas— vamos abrir, né, com essa notícia, que ele é mais cozy.
Vamos juntar aqui. Eu prefiro essa visão aqui, que ela é mais cozy.
Você gosta dessa palavra em inglês, cozy? Eu gosto.
Eu que não tô aparecendo. O que aconteceu com essa imagem?
Tá mais claro, tá aparecendo ali você ali, ó. Claro, você tá do meu lado.
Tem que ficar assim você.
Para quem não fala inglês, a palavra cozy é aconchegante.
É aconchegante.
Cozy, cozy.
Agora eu tô feliz.
Eu lembro do filme dos X-Men, primeiro filme, Guga, dos X-Men, quando a vampira ela entra, vai de carona ali meio forçada com o Wolverine. Aí ela entra na caminhonete dele, caminhonete dele tem resto de hambúrguer, camisinha usada, né, um monte de coisa lá. Aí ela olha assim e fala assim: Cozy, aconchegante. Eu lembro dela falando isso no cinema. Por quê? Como é que a minha memória funciona dessa maneira?
Eu vi esse filme tem pouquíssimo tempo, deve ter umas 2 semanas.
Você reviu?
Eu tava lembrando, nos quadrinhos ela inicialmente era uma vilã, né? E ela, quem lê, quem fica muito amigo dela no início é o Wolverine.
É, o governo também é assim, né, nos quadrinhos também eles foram por esse, por esse caminho.
Só responder aqui o meu amigo DJ Marcos Van Nite rapidamente, que ele mandou um comentário aqui, que tá com a gente ao vivo hoje, tá com a gente ao vivo aqui. Ô Van Nite, eu já fui DJ!
Você foi DJ?
Já, já toquei em alguns lugares bacanas aqui no Rio, inclusive no meu bar, quando eu tinha bar. Eu era DJ do meu bar, DJ oficial do meu bar, e toquei Casa da Matriz, toquei Esqueci o nome das duas boates que eu toquei lá no centro.
Você tocou Information Society?
Toquei Think, Imagine, Toquei Information Society.
Outro dia eu lancei, eu lancei na academia, Guga, CD do Radaway.
Cara, muito maneiro!
A galera só lembra dessa música, mas ele tem um monte de música incrível, cara.
Várias músicas maneiras, cara.
Cara, tem uma que toca na JB FM que é maravilhosa, toca até hoje, cara, que é a Imício.
Porra, essa Imício ela é sofrência.
Nós tivemos, caraca, cara, isso aí é, isso aí é matinê dos anos 90.
A capa desse, eu escutava muito esse CD, pô. A gente fez, a gente fazia muita viagem com meu pai na caminhonete, né, para daqui para o Mato Grosso. A gente botava, meu irmão, tudo que a gente tinha. Aí o rádio ia filmando, meu irmão, no CD-ROM ali na caminhonete. Que beleza, hein? Alegria! Rádio Way, senhoras e senhores, aqui no Banca X. Década de 90, cara, 90, cara, mandou muito bem. Olha, vocês estão se perguntando aqui quem é esse DJ Van Knight.
Ele é uma das celebridades aqui que está conosco toda quarta-feira ao vivaço. Banca X, ele acontece, ele é transmitido toda quarta-feira, 8 horas da noite, dependendo do nosso humor. Às vezes o Trump solta uma maluquice, a gente fala também, olha o que o Trump falou e tal, e aí tem que ser um dia depois. Mas a priori é toda quarta-feira, 8 horas da noite. Mas você assiste a hora que você quiser, você escuta a hora que você quiser, né?
Tem gente que acompanha lá no Spotify, em outros aplicativos. Mas se você está com a gente ao vivo, você pode se tornar membro, que você tem diversas coisas bacanas aqui para nos ajudar a continuar a nossa busca pela verdade.
Exatamente.
Temos uma novidade chegando que essa, essa, galera, essa vai começar, vai aproximar você de um jeito que nem a coisa do John Carpenter era possível.
Entre vocês e vocês da gente, todos nos mesclaremos, Guga, num grande amálgama.
Guga está convidado, Guga vai também nessa parada. Você vai, vocês vão ver o que que vai acontecer. Então torne-se membro, isso ajuda para caramba a gente, tá? E você pode fazer evidentemente Super Chat aí para participar do papo hoje. Se você já é membro, você já vai comentar, a gente vai dar prioridade para você.
É isso, exatamente. E não esqueça de também, como é que é, fazer o hype também, hype nosso vídeo, é hype nosso vídeo para ele chegar a mais pessoas.
Exatamente. Aproveitem que o Google está aqui, ele é o terapeuta das estrelas, terapeuta espiritual, e a gente tem que, tem que usar todas as armas que a gente precisa atrás dele em busca da verdade.
Exatamente. Mas vamos agora ao que interessa, porque a gente veio falar de objetos estranhíssimos, esquisitíssimos, e diria eu, é estrogonofíssimos. Muito esquisito, Guga. Vamos que passaram, que foram observados orbitando ou passando ou viajando ou dando tchau na Lua. Isso não aconteceu esse ano, tá? Isso aconteceu em 2005, salvo engano, aí no setembro. Tem mais tempo?
Quase 25.
É 2025. Desculpa, 2025.
Pô, que notícia datada é essa?
É, não, não, mas foi divulgado agora porque a galera tá começando a querer estudar esse, esse esse evento, né, que a gente vai explicar aqui agora. Então, sim, os cientistas ligados ao Observatório Astronômico Principal da Academia Nacional de Ciências da Ucrânia— e sim, esse é o nome, é grande, né, é o nome do negócio— eles registraram diversos objetos cruzando a superfície da Lua. E não foi apenas um pontinho isolado, não. A gente já vai mostrar para vocês.
Os pesquisadores afirmaram ter registrado mais de 20 OVNIs com diferentes formatos, comportamentos e variações de brilho. Ok. Entre eles apareceram alguns objetos em formato de disco, estruturas que lembram anéis ou touros, né, que são as rosquinhas. Touro é que ele chama de toroide, né?
Não sabia disso não. Pois é, é um formato, é um formato toroide, o formato em rosca.
Ele é o nome dele na, sei lá, na aritmética, na matemática, no Heisenberg, é touro.
Que isso, Guga? Tá bom, para mim era rosca.
É silhuetas esféricas e outros contornos escuros que parecem se camuflar contra o brilho da própria estrela, da própria estrela, não, perdão, da própria Lua.
Lua não é estrela.
Segundo os autores desse estudo, queridos Afonso Solano e Guga Ferrari, alguns desses objetos apresentariam oscilações regulares de luminosidade como se tivessem girando sobre o próprio eixo, ok? Enquanto outros cruzaram rapidamente o campo de visão em trajetória aparentemente retilínea, tá? Os próprios caribas que pesquisaram, os próprios ucranianos lá, eles usaram a expressão objetos voadores não identificados, como a gente usa normalmente, tá? Não usaram UAP, não usaram nada, era OVNI.
Isso significa que são naves alienígenas, Afonso? Sim, não, claro que não.
Claro que não, mas também não significa, de acordo com eles mesmos, inclusive com os autores, que eles registraram objetos cuja natureza é determinada. Não, não é, é indeterminado. E eles estão agora num pré-papel que eles chamam lá, tem uns termos lá que eles vão entregar para os pares deles, para outros cientistas, para ser divulgado. Tá bom. Então, para a gente poder entender um pouco melhor Dessa, o que que tá acontecendo.
A gente vai compartilhar com vocês a tela aqui do documento que eles registraram o estudo, tá? Infelizmente a gente não tem o vídeo oficial, tá?
Ainda não foi disponibilizado, o que é extremamente perturbador.
Não, mas é comum, não tem nada de, não tem nada de incomum nisso.
Quando você tá no pré-estudo, não, mas demora, cara.
Isso demora de 3 meses a 3 anos, Afonso.
Muito esquisito.
Não é esquisito não, isso aí não é nessa não.
Olha que eu sou o trupe livre da parada, eu não sei qual, quem não teme não, como é que é, quem não deve não teme, quem não deve não teme. Mostra a porra do estudo aí, esses ucranianos. Deixa eu ver aqui, enquanto o treinamento tá preparando, eu fico feliz de certa maneira de ver essa notícia, de saber que a Ucrânia continua, outras áreas da Ucrânia continuam trabalhando frente à situação merda que eles estão passando com a guerra lá.
Exatamente, sabe que onde eu moro Eu moro no condomínio, tem muito estrangeiro, né? Guga já foi lá, 3D também. E eu tenho alguns vizinhos russos, um abraço para o Oleg que trabalha lá no coworking. De vez em quando eu tô lá escrevendo, ele chega, o Oleg. E temos ucranianos também, brother, no prédio. E eles convivem em paz, todos juntos, todos juntos, todos amigos, dividindo a família.
Amigo eu não sei, mas estão lá na fila de frente jogando Call of Duty um contra o outro, tipo Vou matar esse russo, talvez. Eu falei, mistura de português com russo. Imagina um russo falando português de Portugal.
Foi o que eu fiz, cara. E pior que, Gugu, eu vou te falar que outro dia eu virei para o Oleg, eu falei assim, porque ele fala inglês comigo, né? Eu não sei falar russo, ele fala muito pouco português. Aí eu falei para ele assim, ô Oleg, por que que tu não fala inglês com sotaque de russo de filme? Ele, ah, what do you mean? Ele fala meio assim, sabe? Eu falei, ué, You were supposed to talk like this. This is how you guys talk.
Eu não pensei nisso, cara.
Fez, pô.
Não pode deixar isso sozinho, cara.
Aí eles ficaram rindo para caralho. Tinha uma outra mina também lá, russa. Tem muito estrangeiro. Ela tava lá com a filha dela, tal. Aí eles ficaram rindo e falou: Ah, nos filmes realmente os russos falam assim. Aí eles opinaram. Não sei se tem alguém aqui no chat que tem parente russo ou se é russo, sei lá, né, descendente. Mas eles falam, cara, pode ser uma questão de região, determinada região da Rússia que o cara pode puxar mais o dia.
Interessante.
Ou eles falaram, ou nós é que temos uma preocupação de não tentar fazer sotaque. De repente o russo cru que só quer falar a palavra, he talks like this and fuck you, entendeu?
Não tem muito A gente tem também o sotaque, né? Você vê que quando Wagner Moura fala inglês lá nos Estados Unidos, ele põe o sotaque do brasileiro e tá tudo bem, cara.
Eu acho, tá tudo bem.
Eu acho maneiro para caralho a gente ter sotaque nosso. Foda-se, não sou obrigado a falar inglês.
Eu também acho. Eu só acho escrotérrimo o sotaque carioca em inglês. Por causa onde Dudu diz, eu quero, eu entendi. Eu tenho que, eu tenho, I have to think about it.
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Não, mas isso não é sotaque, isso é o cara que não sabe falar.
Mas aí não teve, não teve esse treinador de futebol que falava assim, que fez até uma propaganda?
Não, isso aí é o Joel Santana, to the medium. Joel Santana, mas não é só o Joel Santana, todos os lutadores de jiu-jitsu que vão para os Estados Unidos falam assim.
É mesmo, cara? Eu já vi algumas, todos, todos falam assim. Mas uma pergunta para vocês aqui, e porque, gente, estamos no tema, estamos falando de Ucrânia, estamos falando de, aí o Banca X é isso. Vocês quando falam inglês, vocês adotaram um sotaque daquilo que vocês aprenderam?
Não, eu falo, eu falo com meu próprio sotaque, eu falo português e inglês com o mesmo, com o mesmo tipo de É, tem muita gente que muda a voz inclusive, sabia? E é natural e não é proposital, é um movimento natural da body language, da linguagem corporal. Tem gente que muda o tom.
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Caralho, tô parecendo uma IA falando. Caralho, tô parecendo uma IA. Que bom que isso tá na nossa pauta, né? Isso tudo.
Sobre esses objetos aí na Lua, na parte clara ou na parte escura?
Eles especificaram. A gente vai mostrar agora, Guga. A gente vai dar uma, a gente vai mostrar agora. Então é na parte clara da Lua, tá? Aqui, esse aqui é o documento oficial, tá? Você pode ver aqui, foi o Boris Zilinaev, o Vladimir Petukhov e o Sergei Pokhavala.
Pouca vala, pouca vala, mano. E aqui a gente não vai ler o documento, obviamente, mas aqui ele tá, eles estão, mas seria legal se fosse assim: The 2022 Pentagon File has detected during the sky. Ah, muito maneiro esse ataque!
É, eu também gosto para caramba. E aqui estão algumas imagens, tá? E a gente vai explicar para vocês o que que são essas imagens agora.
Então não foi no lado escuro da Lua?
Não, não foi, foi o lado observável. Na verdade, o lado escuro da Lua, ele é inobservável da Terra, e o da rua, por isso que é o lado escuro a propósito.
Vale uma observação, fazendo aqui a brincadeirinha, né, Guguinha, que o lado escuro da Lua pode ser óbvio para gente que gosta desse tema, mas ele— tem gente que acha que a Lua fica rodando e que o lado escuro fica variando.
Mas não, não, a Lua, a Lua, a Lua é um objeto que ela, quando ela tá fazendo a rotação na Terra, ela tá sempre mostrando o mesmo lado para gente.
Essa é a treta, é.
Sempre mostrando o mesmo lado, ela não gira no próprio eixo.
Por isso que as teorias da conspiração de que tem treta do lado escuro, né, é justamente porque a gente falando que em algum momento a Lua girava também. Como assim?
É que em algum momento da história, nos bilhões de anos, a Lua girava e ela parou de girar.
Como é que nego sabe dessa porra? Então aí eu entendo.
Eu vi o Gal cantar e não fui atrás porque eu me distraio.
Tava um documentário lá na Netflix dos dinossauros, esse novo, a gente Então choveu durante 5 milhões de anos. Tipo, desculpa, desculpa, Sacane, não dá para saber que choveu 5 milhões de anos. Isso aí vocês estão inventando, estão inventando.
Estudo de solo, solo, é, você estuda de solo, estudo de rochas, uma caralhada de coisa que comprova por A mais B que só faz sentido a gente ter chegado nesse momento se choveu para caralho. Mas choveu para caralho quanto tempo? Ah, choveu X anos.
O ovo volta e meia faz bem, faz mal. O café não pode.
Isso aí é comercial, isso nesse sentido.
O ovo, café, está na Bíblia, é verdade. Dilúvio, né? 5 milhões.
Só queria falar da Lua.
É, a gente tá aqui tentando, você fica distraindo.
Agora eu tenho que ser o Trubilíver de ciência.
Vamos lá, fala pra gente o que que a gente tá vendo agora aí. Vamos embora.
Então essa imagem aqui, eu vou até dar um zoom.
Pode tirando as dúvidas aqui, pode ir jogando.
Beleza.
Essa imagem aqui, vocês também ao vivo aí com a gente, poxa, vamos opinando. Já tô vendo que a galera tá comentando aqui.
É uma imagem mais crua, né, de onde teriam sido avistados os objetos. Obviamente que ela não mostra, tá, mas são as posições, mas são as posições onde esses objetos estariam em relação à Lua.
Passaram eles reto, você falou, né?
Alguns passaram reto, outros fizeram uma forma elipsal e tal, deram uma volta. Nem todos passaram reto.
Podia ser um evento, né? A galera tava procurando vaga.
É, podia. Tem uma galera falando que foi quando o foguete do Elon Musk porrou a Lua e aí subiu tudo, subiu um monte de poeira.
Mas não, gente, mas não, não foi isso não. Tá, então tá aí a marcação.
Já essa imagem aqui é do Predador, é do Predador. Mostra o que eles chamam, e a gente já vai explicar, tá, o que que são os UFOs, os OVNIs continentais, tá. A gente já vai explicar, um OVNI continental, a gente já vai explicar o que que é, tá. Aí aqui são imagens dos formatos desses objetos, desses objetos, tá. Aqui alguns formatos. Formatos e também mostrando curso de velocidade para onde eles estavam indo e vindo.
Isso não é calor, galera, isso aí é como se fosse um volume.
É volume, exatamente.
Obrigado.
Vai entender mais ou menos o volume do objeto, tá?
E aqui é o toroidal, é a rosquinha mostrando a existência do formato da rosquinha, tá? Aí mais para baixo um pouquinho A gente tem um borrão, um borrão na verdade, mas é um outro tipo de espectro do telescópio mostrando mais um dos objetos. Aqui mais uma, mais um, mais um objeto, né, de um UFO continental. Isso aqui, whatever, também esse gráfico aqui, mega whatever. E é basicamente isso, tá? Isso aqui foi o que foi publicado, tá, galera?
Para eles poderem, para eles poderem, é, faltando a revisão de publicado. Não, na verdade não é que foi publicado, isso aí foi o que foi exposto para comunidade científica, para comunidade científica poder analisar, para depois seguir por um segundo passo que é ver o vídeo, fazer as próprias análises, fazer os próprios testes. Para depois sim, se tudo for confirmado, aí eles poderem publicar e confirmar.
Exatamente, publicar um paper.
Exatamente, querido Guga. Então é basicamente isso que a gente tem, tá, desse caso aí incrível, na verdade, tá. Perdão, é sobre, sobre os objetos. E aí, ainda sem explicação nenhuma, eu queria pedir para audiência para eles já irem dizendo o que que eles acham que é, tá? Aí nos comentários vai dizendo o que que você acha que é. Guga, queria saber agora de você, meu querido amigo, o que que você acha que é agora que você tem todas as informações.
Não sei as informações primeiramente, e depois a gente vai trazer aqui o que que a galera, o que que a galera diz, né? O que que tá sendo dito.
Qual era o tamanho desses objetos, cara?
Então, os tamanhos, é importante a gente dizer antes aqui, alguns objetos tinham 6 km e outros tinham até 36 km. Puta que pariu, é muito gigante! E a velocidade de 10 km por segundo, muito rápido, sabe? Tipo, é uma coisa bem, bem, bem diferente.
É, cara, sendo assim, eu não acredito que tenha sido feito no planeta Terra, né? Porque eu imagino que também pode ter, né, naves que estejam, né, voando aí no espaço que a gente não saiba, né? Governos fazendo missões, né, que a gente, que são clandestinas assim, não são anunciadas. Agora, de 36 km, é, pois é, né, cara?
36 km, até qual o tamanho de um Maracanã, de um estádio? Bota no Google aqui, ó.
É muito grande, cara.
Bota aqui, bota aqui, escreve aí, cara. Escreve vocês, vai, cara.
Praia de Copacabana, sempre que eu nado nela, né, eu nado no mar, foi por isso que aconteceu isso. Ela mede do leme até o posto 6 ali da praia inteira 4 km, cara. É muita coisa, cara.
É, um estádio tem— não sei se pegou do campo, mas um estádio deve ter uns 300 metros quadrados, mano. Não, metros quadrados não, deve ter uns 300 metros de eixo assim, de uma ponta a outra, raio, né, que chama.
Raio é do ponto até o beiral?
Raio é do centro para o—
como é que é o nome da extensão toda? Tem um nome disso, a linha. Cadê os matemáticos aí? Cadê as pessoas?
Agora que eu esqueci o nome.
Não precisa saber tudo, pô. Sabe tudo sobre a Lua, mas não sabe sobre o—
mas enfim, voltando aqui às vacas gordas aqui, né, cara, é só para deixar claro isso. Exatamente. Eles usaram, obviamente, gravações de alta velocidade, né, e os melhores equipamentos dispostos lá no, lá na Ucrânia, que não são equipamentos ruins, são equipamentos de alta, de alta tecnologia. E aí, falando, né, das categorias, né, que eu falei ali, é continental e tal, eles separaram em duas categorias, tá. A primeira é categoria atmosférica, que seriam objetos ou fenômenos que apresentam clarões ou alterações de brilho com duração muito curta, entre frações de segundo.
E a segunda categoria, que é a tal continental, que tá registrada no documento, essa classificação seria utilizada para objetos escuros que passam diante da Lua e parecem estar localizados na atmosfera ou em regiões mais próximas da superfície terrestre. Tá bom.
Aí, se você me permite, a gente entrar num campo de especulação com o nosso querido convidado. Acho que temos bastante informação, temos, né?
Caraca, tem mais pelo menos uns 7 parágrafos de informação maneira e você já quer pular?
Já, já sei tudo que eu preciso saber sobre esse assunto, entendeu? A internet é isso, você vê a chamada e você vê— não, tô brincando, porque a gente não precisa nem ler a notícia, né?
Você vê a manchete, acabou.
Mas é porque então aí, aqui, ó, aqui eu acho que são coisas que a gente pode voltar.
Eu só quero jogar um pouquinho para o Google e para audiência para a gente poder só dar uma giradinha Porque assim, Guga, essa coisa do lado escuro da Lua, a gente que gosta de ficção científica para caramba, né, isso já foi explorado em algumas obras, né, cara, como um lugar onde os nossos visitantes estariam se escondendo. Você acha que isso, do ponto de vista inclusive psicológico, ele sugere uma— e o 3D, audiência podem opinar também— ele sugere uma uma coisa maligna de quem quer que esteja oculto lá, ou simplesmente como é que isso imprime em você?
Se o Trump virar e falar, olha, tem de fato bases no lado escuro da Lua, é de lá que vem esse monte de OVNI.
Cara, como eu sou fã, muito fã de Star Trek, eu imagino que o que acontece no espaço em volta da gente é que nós somos realmente muito primitivos para eles entrarem em contato. É o que eu tenho, né?
Isso, eu quero essa especulação.
E que eles, cara, eles monitoram a gente até para nos defender contra quem quiser nos fazer mal, mas eles não vão interferir enquanto a gente não chegar num nível de evolução tal que não dá para estabelecer nenhum tipo de comunicação com a gente se a gente ainda tá preocupado em matar o outro, cara. Entendeu? Eu acho que a coisa da matança, né, porque a gente, a gente tava falando de guerra da Ucrânia, mas tem vários conflitos armados ao longo, ao redor do mundo.
Então assim, enquanto a gente não entender que a humanidade precisa trabalhar no prol de um bem maior e único, né, a gente não vai ter contato com seres que conseguem fazer estruturas de 36 km e que viajam na velocidade da luz. Esses caras não têm o que conversar com a gente, os caras já venceram esses desafios que a gente tá aí lidando há muitos, sei lá, milhares de anos. Então, para a gente, a gente é, para eles, a gente é criança.
Eles estão, eu, é o que eu acho, sabe? Essa é a minha crença. Eu não tenho certeza de nada, porque obviamente tudo é especulação.
O Guga, você traz também uma, uma visão mais espiritualista, né? Não vou nem dizer espírita obrigatoriamente, que você uma vez falou com a gente aqui que não, não obrigatoriamente eu sou espírita, mas eu tenho essa Eu gosto pra caralho porque foi o primeiro livro, eu acho, que eu li na minha vida, foi Nosso Lar.
Eu sou muito fã de Chico Xavier, é pra caralho, eu sou muito fã, muito fã mesmo dele.
Ele vai na CCCSP esse ano, sabia?
Vai, é todo ano lá, na verdade.
Seria maneiro, né?
Então seria muito foda Chico Xavier na CCCSP.
Imagina que maneiro, psicografado lá, sei lá.
Pô, do caralho. Então eu sou muito fã, né, do Chico Xavier e do Espiritismo de uma forma geral. Li vários livros espíritas. Então é porque eu gosto de religião de uma forma geral e eu acho que é tudo a mesma coisa. Então eu gosto da Umbanda, eu gosto do Espiritismo, eu gosto da Igreja Católica, eu gosto de várias, cara. Eu gosto de um monte de coisa.
É, eu fico, eu fico nessa visão também do do Guga, tanto espiritual quanto, quanto do que a gente pega do Roddenberry lá do Star Trek, cara. A Lua seria, a pessoa fala muito no oceano, né? Tudo isso que a gente tá vendo o Pentágono agora liberar de documentação e tal, fala-se muito dos OVNIs do oceano, que eles vêm do oceano e tal. Mas a Lua, brother, ela tem um ponto, claro, do nosso ponto de vista humano, ela é um ponto estratégico muito óbvio, né? Você, se você tivesse uma base no lado escuro da Lua, tu vai e vem, meu irmão.
Mas era exatamente isso que eu ia falar quando você não deixou, você achou que eu interrompi o Guga, mas não. Aí eu falo assim, eu me esconderia lá. Eu falei assim, eu me esconderia lá.
Você, exato. Olha ele se entregando, Guga. Ele faz sempre esse joguinho com a gente aqui.
Mas não, porque assim, não necessariamente é uma coisa maligna, eu Eu acho, mas é um lugar ótimo para você, tipo, pô, quero, é tipo uma casa-mata perto de um, perto de um castelo que você quer invadir, sacou? Tipo, é um lugar perfeito, cara.
É essa coisa do que eu falei do maligno, é que assim, tem até um, tem uma expressão, galera do chat me ajuda, a gente já vai voltar para vocês, o pessoal tá fazendo superchat, várias perguntas aqui participando, mas eu tenho uma expressão que o pessoal usa que é tipo assim Ah, para uma, para um martelo tudo é prego, é uma expressão mais ou menos assim. E para o militar, tudo que tá se escondendo é um inimigo em potencial.
Exatamente.
Por que que você tá se escondendo de mim se você não tem nada?
Morrendo de medo de você, seu troglodita do caralho.
Então existe essa possibilidade dos caras.
Eu tô me escondendo de você porque eu não quero te matar, porque você vai me agredir e eu te aniquilar, seu merdinha.
Eu acho que é mais por aí, acho que é mais por aí, cara. É para a gente não se machucar.
É, pô, pode ser, né? Pode ser, cara. Os cara tão tipo assim, não, para o famoso para o seu próprio bem.
Para cadeira tudo é Marçal.
Marcos Moreira mandou aqui, para cadeira tudo é Marçal. Mas eu perdi o Marçal, tá vendendo cadeira agora? É real?
Uma cadeirada, não lembra? O Datena deu uma cadeirada no Marçal, cara.
Isso foi sensacional, agora eu lembrei.
Isso virou um meme eterno.
Não sou a favor de agressão, não sou assim de graça, mas aprecio uma boa cadeirada.
Agora, sobre o Chico Xavier, cara, ele tem um relato que ele viu Alienígenas pegando, acho que foi uma vaca. Eu não sei, eu nunca entendi essa porra de pegar vaca, cara.
Assim, eu não sei porque hambúrguer é bom para caralho, cara.
É simples, é uma comida universal.
E faz mais sentido ainda se na verdade eles serem nós de 50 mil anos para frente. Eles pegaram, acharam umas ruínas, uns livros de culinária sobre hambúrguer e fala, cara, Isso deve ser bom para caralho.
Como que é uma carreira?
São 50 mil aninhos, vamos voltar lá e roubar umas vacas, porra.
Eles estavam, eles estavam num carro numa cidade do interior. Daqui a pouco o carro para de funcionar e eles veem um OVNI vindo para pegar uma vaca, e um dos seres desce, né? E o Chico Xavier relata que o Emmanuel, que é o protetor espiritual dele, fala assim, ó, muito muito cuidado porque esses caras aí não são legais não, tá? Porque tem uns caras bons e tem uns caras sem ética, né?
Pois é, o espiritismo, falando especificamente de espiritismo que o Google tá puxando, ele admite que você tem diversas espécies, seja como a gente queira chamar. Algumas evoluiriam, teriam evoluído mais para um campo tecnológico, né, tipo os Grey, do que espiritual, né, moral, etc. Cara, e aí o Emmanuel fala assim, ó, começa a rezar, começa a rezar.
Ele começou a rezar, rezar, rezar, rezar, e disse que o ser olhou diretamente para o Chico Xavier porque viu que ali tinha algo diferenciado. E aí depois ele rezou, rezou, rezou, os caras pegaram o que eles queriam lá, que eu acho que era uma vaca que eles queriam pegar, e cantaram para subir.
Eu nunca achei, eu nunca achei Esse argumento que a galera fala, tipo, ah, mutilação de vaca é uma coisa ridícula, por que que os alienígenas iam fazer isso e tal? Cara, quando você tá numa expedição, entrando nesse campo da especulação, numa expedição a um lugar novo, você vai coletar espécimes daquele lugar, você vai fazer experimentações e tal. Então, ah, mas por que especificamente vaca? Acho que se rolou Rolou com vaca, mas rola quantos animais a gente não fica sabendo.
É, se é que é exatamente isso, pode também ter rolado esse misturado. Ou seja, rola algum tipo de interferência de outras, assim, mutilação de gado por, sei lá, alienígenas, seres interdimensionais, mas aí vem um maluquinho e fez também porque queria sair no jornal. Essa galera que, né, igual OVNI, tem um monte de OVNI que é fake para cacete porque a galera quer aparecer.
Levantar uma vaca no guindaste. Não, aí já é só para aparecer no jornal de Pirassununga do Norte, é fora.
Aí já é Earthworm Jim. Um abraço para quem jogou Earthworm Jim aí, um clássico de Super Nintendo, Mega Drive. Mas enfim, mas enfim, então essas especulações eu quero saber exatamente para a gente fechar esse bloco da Lua.
Exatamente. Então, mas a gente aprendeu, a gente tem aqui algumas, algumas como é que diz, umas desculpinhas moles, algumas, algumas sacaneadas.
Olha você, olha que maldade!
As pessoas dizem que pode ser explicações mais céticas, né? Tipo, ah, pode ser insetos próximos da lente, uma ave, um avião, um balão, é algo muito mais distante, pode atravessar a mesma região aparente da imagem. Aí, como tá focado 100% na Lua, que passa por ali vai captar.
Eu acho engraçado. Você acha que um astrônomo não vai saber a diferença?
É, eu acho meio zoado, né?
Mosquito da dengue e um objeto que tá aqui, que tem 30 km em cima da Lua.
Eles explicam aqui, eles explicam aqui tipo de forma mais ou menos cética, mas palpável, né? Que dependendo da velocidade da gravação, do foco e da exposição da câmera Asas de aves ou partes de insetos podem assumir formatos incomuns. Perdão. Satélites também cruzam frequentemente o campo de visão de telescópios. Porém, quando confirmar— desculpa— porém, para confirmar essa hipótese, tá escrito aqui, seria necessário comparar o horário e a posição das observações com os catálogos.
Então assim, é um monte de if, é um monte de se, se, se. É se era asa de pássaro, se era inseto, se era satélite.
Desculpa, então assim, para mim é igual você falar que você vai, cara, tipo, você não vai confundir, você trabalha com isso, cara. É verdade, o cara vai confundir um negócio desse com nós que somos nerds, a gente consegue identificar, porra. A gente fez um programa do MRG, vai sair no ar semana que vem, acho, que a gente tem um quadro lá chamado De Que Filme É Esse Frame, muito legal. Eu já participei, eu sou uma merda com isso.
Eu já vi, eu já vi, achei muito legal esse quadro.
Eu sou um lixo. E aí a gente fez um programa especificamente sobre Steven Spielberg. Didi, que é o host, fez um programa sobre Steven Spielberg. E o programa, ele dava zoom, a imagem era um frame e era um zoom. Cara, eu acertei todas, mas você não fazia nada na vida. Doente mental com Steven Spielberg, eu sei a porra toda. Mas e olha, eu sou um amador, eu sou um amante do trabalho do cara. Imagina uma pessoa que trabalha com essa porra, um astrônomo.
Você acha que o cara vai— para mim é ofensivo para o astrônomo você falar assim: será que você não confundiu com um inseto que passou na lâmpada? Tipo, cara, é igual você falar para um cirurgião: ah, mas tem certeza que você não confundiu o fígado com o coração?
É só, não, né? Tanto que a comunidade científica achou interessante o suficiente para querer estudar a parada, sabe? Então assim, e ninguém afirmou que era objeto extraterrestre, ninguém falou que era nada. Pode ser pedaço de alguma coisa no espaço, pode ser um resquício de algum meteorito que veio carregando uns troços, alguma parada. Mas o movimento é esquisito, pode ser um bando de coisa, mas é obviamente que é intrigante. É, não tem prova nenhuma de que é alienígena, enfim, mas sem essa realmente segura, né, sem essa revisão por pares.
Até agora é a gente aqui querendo muito que seja alienígena. Então, Guga, chegamos a um momento agora que você aí de casa vai fazer nos comentários, seja agora na live, durante a live, ou no comentário frio depois. E o Google vai fazer agora aqui com a gente. Nós vamos dar aqui agora quantas escalas Bunker X, de 0 a 3, de 0 a 3 dedos Quantas escalas Banquer X de 0 a 3 dedos do Afonso 3D essa história merece? Sendo que 0 é puta, é inseto, 1 é pode ser, 2 é, ó, interessante, e 3 tem coisa aí, tem coisa aí, né?
Olha aí, Guguinha, isso é um documento oficial lá do governo da Ucrânia, né?
É do laboratório, na verdade, desse laboratório.
O governo da Ucrânia está ocupado com outra coisa, olhando para o céu, para outras paradas.
Eu daria 2.
2 também. Tem uma margem de erro aí, não de inseto, mas de ser um pedaço de alguma coisa, apesar do movimento ser esquisito, a velocidade ser esquisita pelo que eu olhei no documento. E é muito, muita coisa, essa rosca esquisita.
Que tem a rosca esquisita.
Eu acho rosca não, como é que é o nome do toroide? Eu acho esquisito porque você não tem, você não tem fragmento.
O Rui é o nosso, é o nosso, é o nosso fã membro mais cético que tem. Ele é mais cético que o Sacane.
Ele botou aqui, ó, pode ser qualquer coisa. Belo argumento, Rui. Não é que tá Eu não, até onde eu sei, e essa frase também não diz porra nenhuma, é, você não tem fragmento, por exemplo, de lixo espacial? Tô falando de coisa mecânica, tá? Mas então não é lixo espacial, de meteorito e tal, em forma de rosca.
Tem, você tem registro de, ah não, ouro? Não, não, não, de meteorito não.
Donut? Não tem meteorito com formato donut.
Tem de OVNI, entendeu?
Então assim, não é uma coisa natural com a rosca no meio no espaço.
É o que rosca no meio é outro tipo de ser, é toroide, né? Você vai me dar o seu toroide, gato?
Eu estou sempre disposto a aprender coisas novas. E eu gostaria de aprender coisas novas com o nosso chat. Guguinha, vamos, vamos dar uma olhada no que que a galera tá escrevendo.
Ah, eu dei o que não dei a minha, né?
Eu sei que não deu.
Usa a prerrogativa de que a mão é minha e eu vou, eu vou dar 2,5.
Pode 2,5?
Não, não pode, mas a mão é minha.
Faz aí então, como é que é? 2 e 2,5. 2,5, tá bom. 2,5 dedinhos.
Excelente.
Vamos começar com a galera então aqui, 3D. Vamos puxar uns comentários bacanas. Tem uns superchats legais aí, tem uns membros perguntando coisas, opinando. A galera, Aerolito, esteroide, já falaram aqui.
Ó, vamos ver aqui, ó, o Márcio aqui, ó.
Nosso queridíssimo Márcio Dorna, que é o nosso hipnólogo clínico, já esteve aqui no Bunker X mais uma vez, hein? Pô, já hipnotizou o 3D, hipnotizou a Atena, fez aquele— abre a tela aí— fez o ET ali, ó, né? Dá para mostrar o ETzinho ali? Cadê?
Deixa eu remover o Google rapidinho aqui.
Ih, rapaz, compliquei o negócio ali, ó. Tem um ET aqui, ó. Cadê? Que o Márcio imprimiu, que ele é artista também. Muito maneiro esse ET, cara, ele é demais. E o Márcio falou o seguinte, obrigado pelo Super Chat, meu queridão, você, você tá sempre com a gente. Coincidência apenas o Elon Musk ter um foguete colidindo com a Lua nesse momento? É, o 3D puxou, bizarro.
Mas é porque isso é esse foguete aí do Elon Musk, que é de agora, e é de 2025.
E também tem o seguinte, o foguete do Elon Musk não é tão grande, né? Não, bagulho tem 30 km, vocês falaram. É só se o foguete do Elon Musk arrancou um pedaço da Lua, mas não um pedaço desse tamanho. Ó, não foi isso, né?
Notux 727, membro há 20 anos. Boa noite, obrigado, querido. Luiz Petri aqui, são naves de mineração chinesas esperando a liberação da funding.
Eu gosto dessa, a China tá correndo atrás daquele.
Eu gosto bastante.
Gente dessa, daquele minério lá doidão que o Sacane tá sempre falando, desse minério doidão, é o H3, né?
Sei lá, a China já deve estar minerando há anos, disse CB Cortese, queridíssimo aí que já participou com a gente aqui. Esses OVNIs vistos toda hora por aqui são as cargas vindo de lá. Adoro essa teoria.
Guga, você acha que o futuro ele A gente tá com, né, a IA tá tirando alguns empregos já, que tá começando, né, muita gente com medo. Você acha que o minerador espacial é um futuro possível? Não é?
Olha, tipo Armagedom lá, o, exatamente, ele vai estar aí o Petri falando aí. Eu lembro do Steve Buscemi, né? É, exatamente. Não, nukes! Não, nukes!
Sensacional. Eu vi uma entrevista do Elon Musk recente, aquela que viralizou lá no The Economist, e ele tava fazendo as previsões dele e tal, não sei o quê. E a treta é que assim, a gente ainda não dá corpo para IA. As tarefas— não, calma— as tarefas que a IA ela já está facilitando, entre aspas, roubando, que a gente vai ter que se adaptar, são tarefas digitais por enquanto. Certo, a galera tá testando. A China tá lá com robô dando chute nas crianças nos festivais.
Cara, eu amo esse vídeo, cara, eu amo esse vídeo, principalmente os comentários. O cara assim: quando o robô percebe os benefícios do CLT, ele vai meter uma porrada.
A gente dá um roundhouse aqui que eu não vou nem querer, meu irmão. Que o moleque, cadê esse kung fu aí, chinês? Não apareceu não.
Tem outro comentário que eu acho, cara, eu chorei de rir, que é: esse já veio com burnout, configuração burnout de fábrica.
Puta merda, esse chute do Karateka foi foda. Eu fui depois catar, né, para ver se a criança tava mal. O nego falou: não, não, ele ficou, ele ficou de boa. Primeira agressão da história da robótica. Mas os cara tão aí tentando botar, meu irmão. O Elon Musk falou, cara, por enquanto o lance digital. Mas então assim, a galera vai, a gente vai ter que, todos nós teremos que virar mineradores espaciais trabalhando para China.
Eu jamais.
Eu acho que a gente daria uma boa equipe, eu, você, Guguinha, chama o Andrés também, o Rex. Rex vai na frente, Rex vai, pega o pedregulho ali, ó. Eu fico só aqui com o 3D no computador. Não, não, vamos lá então para ler aí do Petri aí, querido Petri. Michael Bay finalmente teve orçamento para gravar Armageddon 2 na Lua.
Pois é, isso aí é sempre o Guga aí, ó.
O querido Cortez, nada no mar e aconteceu isso na mão? Tubarão, Guga? Você explicou para a galera do Banquete X? Foi no backstage?
Não, não é, não foi no Backstage, eu acho. Pois é, não, é porque eu uso uma boia de sinalização que também é uma bolsa que eu guardo camiseta, short, chinelo, e ela tem uma alça rígida de plástico. E aí eu tava entrando no mar com essa alça aqui nos meus dedos assim, só que tava meio de mau jeito, a onda bateu e virou o dedo. Então, caramba, foi um negócio bem sinistro.
Ainda bem que tem sobrando, ainda bem que tem sobrando. Eu tenho muitas perguntas sobre essa boia, se você puder me permitir. Cara, lá vem, porque assim, você é uma cápsula que você bota ali suas coisas, ela, elas ficam fechadas ali, remete flutuando, não entra nada.
E ela tem aquela cor laranja forte, que é para se alguém passar ali de jet ski ou de stand-up ver que eu tô ali naquela, naquele local nadando.
Tem um cara com microfone: qual o lance com os tubarões, cara? O cara tá lá, uma piadola aí para vocês. Nem todas são de primeira qualidade.
As caras de prancha, surfista, né?
É como se fosse uma bolsa, uma bolsa flutuante.
Uma bolsa flutuante.
Mas tu nada de dia, né? Tu nada de noite que nem um louco não, né?
Não, durante o dia, cara.
Nadar de noite no mar, não, é gente, tu tem que ter muito culhão, cara, vou te falar.
Vamos lá aqui, ó, o Petri aqui, ó: humanos constroem transatlânticos, se humanos, e continuam pescando com linha e anzol. Por que um alienígena não poderia abduzir uma vaca?
Adorei esse argumento, óbvio.
Mas é caro, e eu já falei, o argumento do hambúrguer é muito mal.
Gosto do argumento do hambúrguer e gosto do argumento do Petri também. Falando em pesca, outro animal aqui, homem-sapo. Obrigado pelo Super Chat. Sobre a gente ser criança para eles, recomendo O Fim da Infância do Philip K. Dick. Eles se revelariam lentamente por conta dos nossos preconceitos. Guguinha, O Fim da Infância, cara, eu tô para ler esse livro.
É porque, cara, é foda, cara. Cada hora eu quero ler um livro diferente. Gente, eu tô, eu tô para ler um livro que o James Cameron falou que vai se transformar em filme. É o meu próximo livro que eu vou pegar e vou ler. Os Demônios. Os Demônios se passa numa, é um livro de fantasia que meio que a igreja tem um tipo um esquadrão black ops de seres sobrenaturais e Eu não sei exatamente sobre o que que é a história, até para não receber spoiler, mas é algo que mistura um monte de coisa, uma misturada danada. James Cameron falou que tá a fim de fazer esse maneiro, hein?
Não soube dessa não.
E lançou no Brasil agora pouco tempo, do tal do Joe Abercrombie, o nome do—
eu gosto do Joe Abercrombie.
O que mais ele fez?
Não me lembro agora, mas eu gosto de anos atrás. Ele escreve bem para caramba, esse cara.
Esse cara já, esse nome, esse nome é conhecido.
Obrigado, Homem-Sapo, gostei. Boa dica aí sempre. O Márcio resolveu esclarecer aqui a pergunta que ele fez. Será que o módulo, ele falou sobre, ah, será que o foguete do Elon, a gente meio que já respondeu, mas vamos ler só para não ficar. Será que o módulo do SpaceX teria colidido de forma não acidental, ou seja, com alguma intenção oculta para nós mortais? O que ele tá sugerindo seria que o Elon Musk mandou um míssil para acertar uma base na Lua.
Mas eu adoro essa história, ela é assíncrona.
Como assim?
Ela é assíncrona, cara, porque o negócio, esses asteroides aí, ou naves, coisa, é outra data do foguetão dele.
Mas ele poderia ter mandado um outro foguete que a gente não avisou. Não avisei, mandei, mandei outro para destruir aquela base lá, irmão.
Ah, eu sempre gosto de teorias da conspiração.
Então melhor a gente botou Elon, tem conspiração. Mateus Cardoso 3631, gostou? Meu, R$5 aqui, muito obrigado pelo seu Super Chat. Isso aí é tudo Sprite, Fanta, Coca e raio bola. Quando vai ter mais causos dos ouvintes? Hoje, hoje, assim que terminarmos os comentários de vocês, a gente vai emendar nos casos reais aqui que vocês inventaram, que estão muito Bacana.
Ele não deve estar assistindo desde o início.
Ninguém é obrigado a saber, não deve estar assistindo os nossos planos. Ora, bola!
Ó, Cortez, obrigado aí, obrigado pelo Pix.
Tô me sentindo uma stripper aqui com o Cortez, só distribuindo notinha de 5.
Também sofreu um dano na água.
Pera aí, o que que ele falou? Nossa, eu também sofri um dano na água. Tá falando em simpatia? Ah, perdão, que eu achei que você tava meio perdidão.
Não, não tava lendo.
Tá falando por causa do Guga, né?
Eu tô segurando a Agora consegui tossir rindo.
Sabe dessa, Guga? E eu tô tossindo e rindo, tá segurando a tocinha dele, que ele tava com a voz estranha. Que que o Cortez falou em homenagem aí, ô Guga?
É, nossa, eu também sofri um dano na água tomando banho esses dias. Dei um mau jeito nas costas ao juntar o sabonete do chão, que tá louco, tá até agora doendo.
Juntar o sabonete, tipo, ele abaixou para pegar o sabonete e desconjuntou. Cortese, tá na hora de começar a se exercitar, fazer uns agachamentos, uns exercícios para costas na academia, hein, Guguinha? Hein, Guguinha?
Com certeza. Mas, cara, ainda assim, cara, nosso corpo prega essas peças assim na gente. Uma vez levantei do sofá, dei um jeito nas nas costas e eu tive que fazer fisioterapia para passar a dor. Continuei malhando, fazendo tudo igual, mas porra, tava com uma dor aqui nas costas danada.
Não, ninguém é livre de contorcer alguma coisa esquisita, não.
Levantando do sofá, cara, essa sacanagem.
O Gui Amante tá agradecendo o Guga pela indicação desse livro aí, Os Demônios, que o James Cameron—
você sabe que ele tá sendo irônico, né?
Obrigado, Guga. Agora sou obrigado.
Obrigado, Guga.
Agora sou obrigado a comprar esse livro por causa do—
porque ele gostou, agora ele ficou curioso, ele é provavelmente uma pessoa compulsiva.
Vocês fez toda essa análise? Quem é terapeuta é o Guga, tá?
Mas eu sou bom em analisar. Responde aí, Guilherme, se não foi— se foi a forma como ele empolgado ou foi uma forma tipo sarcástica, mas mesmo assim você vai comprar. Responde aí como é que foi.
Guga, como é que a terapia vê o caps lock? É a pessoa que é descontrolada?
Depende, depende, depende. Se for um email, a pessoa tá gritando, né? Mas nesse caso, nesse caso, ele tá querendo dar ênfase.
É misto de agradecimento e obrigação.
Isso é assim que eu entendi também.
Não sei, cara, mas eu passo por isso toda hora. Toda hora um amigo meu fala aqui, cara, tu já viu não sei o quê, você já leu não sei o quê? Eu falo, ah, meu Deus, porra, mais uma coisa.
Lá vou eu gastar mais dinheiro, lá vou eu, lá vou eu. Exatamente.
E tempo, cara, que o que mais a gente— porque o dinheiro às vezes você espera uma promoção e tal, pá. Mas e o tempo, cara? O tempo você não tem como, cara.
Tempo não tem como. A nossa moeda mais valiosa mesmo. Negócio tá— quanto mais velho você fica, mais responsabilidade você tem, menos tempo você tem. Eu caí na besteira de 3 meses, eu acho.
Eu caí na besteira de seguir um, eu caí na besteira agora essa semana de, como eu tô nessa situação, né, que eu tô com mais tempo livre, amigo meu falou assim, cara, reassiste o filme do John Carpenter, entendeu? Christine, O Carro Assassino, que é um livro do Stephen King.
Porra, para quê assistir o filme, cara?
Eu reassisti, o filme é muito maneiro, cara.
É maneirinho, é maneirinho, é muito maneiro.
Não tá não, cara, tá bem legal. E aí, cara, para quê? Agora eu vou ter que ler a porra do livro que tem 600 páginas.
O livro do Christine, cara.
Aí você tá maluco.
Um momento para Christine aqui. Se vocês querem começar a ler Stephen King, eu sugiro ou Cemitério Maldito, mas Cemitério Maldito é muito bad vibes.
É bad vibes.
É horrível. Ainda mais se você tem filho, você vai ficar mal. Ele não tem filho não, cara. Não, ainda mais se você tem filho e vai ler Você achou que o Google?
Eu tava achando que o Google.
Não, não, tô dizendo, se você tem filho, vai ler.
Agora que você é pai, você virou cagão agora.
Virei, cara. Fiquei sensível para certas paradas que tem criança assim. Você fica, né? Você já sabia disso.
Eu não, eu já me peguei pensando em matar pessoas que agridem criança.
É um negócio que você fica muito mais sensível. Que bom, né? Senão tinha algum problema. Mas o Cristine Cara, o final do Christine, eu fiquei literalmente na beira do meu sofá lendo, meu irmão. Como é que os cara iam resolver a parada? E o carro vivo, você acredita que o carro tá vivo? É muito bem escrito, é muito legal.
Cheguei uma aventura de RPG no Brutal RPG, que é um RPG novo. Inclusive tem lá na RPGpad uma ficha dedicada, quem gosta de RPG e tá a fim de jogar.
Que que explica o que que é o RPGpad?
RPGpad é uma plataforma de—
pode tossir, pode tossir que pode.
É uma plataforma de RPG que tá com acesso antecipado aberto. Aberto não, né? Você tem que apoiar para, mas é para apoiadores. E você pode jogar Ordem Paranormal com ficha dedicada, você pode jogar Brutal RPG com ficha dedicada, tem o Oblívio com ficha dedicada também. São RPGs de alto garbo e elegância. E você tem a ficha universal, que é incrível. Você pode montar você aí, tem um sisteminha de RPG que você montou tipo agora aí na sua casa com seus amigos, vai lá na RPGpedia que você consegue montar a ficha do seu RPG lá para poder jogar seu RPG bonitinho com uma ficha lindinha.
E enfim, eu joguei brutal RPG com a temática, não era Christine em si, mas era inspirado em Christine com carro assassino. Foi muito legal, o carro tava vivo também.
Acessa aí RPGpedia.
.rpgpedia.com.
Muito bacana.
E agora, para a gente finalizar, para a gente poder voltar para o nosso assunto aqui, na verdade finalizar o nosso assunto, né? É o Matheus, que eu brinquei com ele aqui, não falei, pô, você não tá desde o início da live? Ele falou, cheguei agora.
Nossa, tá aqui com a poeira da lua na garganta, rapaz.
Cheguei agora na live, acompanho desde o Frequência X, mas essa é a primeira vez que consigo ver Programa ao vivo. Excelente, Matheus, obrigado, seja bem-vindo, querido.
A vantagem do programa ao vivo é que você fica nessa, nessa zoeira aqui com a gente.
Para a gente finalizar o assunto da Lua, da Lua, o Márcio, o Márcio mandou aqui complementando: o SpaceX Falcon 9 foi lançado em janeiro de 2025 justamente para enviar 2 módulos em direção à Lua. Se observações também são, essas observações também são de 2025, correto? Então acho que são Mas salvo engano é mais para o final. Mas ainda assim eu entendi a sua teoria, eu gosto da sua teoria da conspiração de que o SpaceX foi, bum, soltou-lhe um megaton lá, subiu um monte de debris, né, de megaton, gostei, subiu um monte de escombros, e esse aí seriam os escombros da suposta mineração.
Bom saber que o Elon tá Defendendo aí a Terra?
Não tá defendendo, ele tá na verdade destruindo a Lua.
Se tem alienígena do mal lá, tu não quer que— bom, bora voltar aqui. Você não acredita na defesa da Terra? Então, porque olha só, cara, assim, eu acho que a tua galera, né, desculpa, eu posso estar te ofendendo aqui.
Eu acho que, cara, eu acho que se esses objetos estavam realmente tão próximos da Lua assim, eu não sei se é realmente algo tipo de uma explosão, de coisas que saíram da— acho muito difícil pelo tamanho deles.
A gente teria ouvido também alguma coisa, né?
O barulho da explosão e tal, teria ouvido, é claro.
Eu gosto que o 3D demora às vezes.
Eu tava vendo o resto da pauta aqui que eu tô querendo seguir a pauta, que já são 9 horas.
Você tá cheio de 9 horas, cara.
A gente falou que esse programa ia durar 1 hora, ele já tá com quase 1 hora e 10.
É que tu quer falar tudo da porra da telemetria.
Você ficou falando de Destine, cara. Você ficou 10 minutos falando de—
não, mas é, a culpa foi minha, a culpa foi minha.
Você é convidado, você pode fazer o que você quiser. Vamos lá, enfim, cara, caos. Eu já ia fazer um gancho aqui, esqueci já que eu ia fazer.
Gosto do seu gancho.
Não, já esqueci que eu ia fazer.
Então vamos embora, vamos lá, Guguinho. Eu quero que você tenha o prazer de ler.
Ele não vai conseguir ler porque a gente não mandou a pauta para ele. Vamos ler nós aqui.
Ah, eu quero que ele leia também, poxa. O Guga tem uma voz tão bacana.
Então lê o primeiro enquanto eu mando o negócio para ele.
Eu vou te mandar aqui, eu mando ler, que eu mando aqui. Vamos lá então, senhoras e senhores. Se você é novo, se é nova aqui no Bunker X, nós temos esse quadro de leitura de casos reais enviados por vocês. Exatamente, você manda para bunkerx.contato@gmail.com a sua história. A sua experiência, seja ela com seres de outro planeta, outra dimensão, de outro plano de existência. Vamos falar de assombrações, fantasmas, espíritos, reencarnações.
Já teve história de bruxa, de lobisomem, de abdução. Tem de tudo aqui no Banca X. E a primeira história, ela vem de um anônimo, pediu para a gente não revelar o nome desse rapaz que nos mandou a história, que começa o seguinte: bom dia, boa tarde, boa noite. Tanto eu quanto a minha mamãe sempre fomos entusiastas do espiritismo. Já falamos aqui do espiritismo hoje. Gostamos de tarô, gostamos de estudar sobre esses temas. Contudo, nunca fomos praticantes, não são espíritas de ir a centro e tal.
Eu sempre tive uma intuição muito forte, algo que beirava muitas vezes a adivinhação. Déjà-vus, sonhos que pareciam acontecer algum tempo depois e percepções sobre as pessoas. Nada muito impressionante, coisas aleatórias. Contudo, eu sempre consegui sentir com muita precisão a energia das pessoas e até identificar a intenção ou vibração, entre aspas, delas. Não sei se isso é normal. Como diria meu amigo Vilela, normal, normal não é.
Quando eu tinha— pegou, né? Quando eu tinha 18 anos, comecei a me aprofundar mais nos estudos sobre o Espiritismo. Porém, junto disso, comecei a ter a forte impressão de que estava começando a ver espíritos, Guguinha. Até que uma madrugada em que não conseguia dormir Enquanto meu pai e minha mãe transavam no outro quarto— brincadeira— enquanto meu pai dormiam, estavam dormindo, eu fui para sala e fiquei lendo um livro espírita.
Aí tá sem dormir, vai ler um livro com mensagens bacanas. De repente, todos os pelos do lado direito do meu corpo se arrepiaram. Parece um derrame. Olha aí, você ilustrou, você A inteligência artificial botou os pelinhos do cara. Maravilhoso, 3D, parabéns! E olha, gostei do ângulo, hein, que você descreveu no prompt. Pô, ficou bem legal essa foto, falando sério. Todos os pelos direito do meu corpo se arrepiaram, só que ele só confundiu o lado porque ele é o lado esquerdo.
É, deu uma flipada, virou metade lobisomem, metade lobisomem, mas apenas do lado direito.
Foi da cabeça, do braço, do meu peito até as pernas, um fluxo assim arrupeando os meus pelinhos do lado direito do corpo. E parecia que havia algo grudado no meu trapézio, na minha lombar, na escápula e parte de trás do ombro, como se fosse um membro novo, um braço, mas sem uma mão. Começou a sentir essa, né, um membro extra esquisito. Eu conseguia mexer esse membro E sentia tudo perfeitamente. Loucura! Cheguei a esfregá-lo na parede e realmente senti, apesar de não ver nada.
Do nada arrepiou o lado direito do corpo dele e ele sentiu como se tivesse um membro extra saindo ali do meio que do trapézio, das costas dele aqui, né? Pois bem, olhei para cozinha enquanto eu tava passando a mão na parede, descobrindo essa parada que tava sentindo. E tomei um susto absurdo. Havia um homem muito alto, tão alto que quase batia a cabeça no teto. Ele era extremamente magro. O pessoal tá olhando agora a imagem aqui que o 3D fez.
Ele era extremamente magro, quase esquelético. Muito boa imagem. De pele branca e pálida, olhos azuis e cabelos brancos até os ombros. Ele vestiu uma longa, uma roupa cinza larga Estava olhando para a parede completamente imóvel. Muito boa imagem, hein, cara? Muito legal. Fiquei obviamente apavorado. Você é o rei do prompt, muito bem, muito bom, muito bom. Iluminação, o ângulo aqui tá legal. Fiquei apavorado. Se ele virasse o rosto para mim, certamente eu gritaria.
Contudo, ele permaneceu ali estático. Por aproximadamente 40 minutos. Eu desviava o olhar para ver se ele sumia, mas olhava de volta, ele ainda estava lá. Foi um dos maiores sustos da minha vida, relata aqui o nosso queridíssimo anônimo. Olha aí, Guguinha, por favor, suas impressões aí sobre o relato do nosso querido cara.
Membro extra, sem mão, cara.
Tanta coisa, né, nessa história.
Aí você vê, você vê uma aparição durante 40 minutos, não fazer nada. Caraca, isso é assim, é um teste de resistência filha da puta, né? Pô, imagina, 40 minutos, cara. Eu ia sair de casa, eu falei, eu não vou.
Acho que ele ficou congelado ali. Ficou com medo, gente.
Eu não entendo essas pessoas não.
Eu assim, 40 minutos, meu irmão, eu ia jogar coisa em cima dele, acender luz, tacar fogo, jogar porra água sanitária, dar porrada. Eu fazia qualquer merda, cara. 40 minutos, desculpa, anônimo.
Um beijo para você, senhor anônimo. Desculpa eu falar isso sobre você, mas esse tipo de atitude que me faz crer que no apocalipse zumbi mais de um quinto da população, mais de 4 quintos da população vai embora logo no início, tá ligado?
Tipo, vai sobrar muito pouca gente, porque, meu irmão, mas eu acho que é uma, justamente é uma reação natural. Não é não, claro que não, cara. São poucas as pessoas que frente a um, o nosso queridíssimo amigo do programa aqui, o Roni Vernet, ele puxa muito esse tema. Ele fala, a galera acha que quando aparece algum fantasma, aparição, disco voador, meu irmão Sasquatch, que seja na sua frente, a galera acha que você vai puxar o celular, que você vai falar uma frase engraçada, que você vai filmar.
Cara, a maioria das pessoas trava ou sai correndo. Você vê isso em eventos que não são paranormais, acidentes, assaltos. Porra, vazou essa semana aí uma treta, não foi na China, cara? Não sei onde é que foi. Foi na Rússia, brother.
Que na Rússia eu não duvido de nada.
Então aí se preparem, porque vem, cara, de uma apresentação de circo, Guga, e audiência 3D com 3 tigres, a porra da grade caiu. E os tigres saíram correndo pelo, pelo, pela, pela plateia. Felizmente não mataram ninguém, mas, cara, você vê a filmagem, as pessoas paradas, sentadas, algumas segurando as crianças, quietas assim, ó, tipo, mas então em pânico, entendeu?
Sabe o que fazem? Se você sai correndo, você vira presa.
Olha, eu falei mais cedo, eu tô trabalhando com russo aí. Meu amigo, um abraço.
Os russos sabem o que fazem. Se você sai correndo, você é o primeiro a ser caçado.
Ninguém pensa nisso, 3D. Na hora que a parada acontece, 90% dos russos—
olha só, quando tiver o apocalipse zumbi, a Rússia vai ser o país que mais gente vai sobreviver.
Mas também tem um inverno, né? O inverno lá é contra zumbi.
Não, não, não é só por isso, é porque eles sabem o que fazem. O russo, eu concordo, eles são criados a ferro e fogo, é um povo que passou por muita muita treta, sem dúvida e tal.
Mas eu continuo defendendo. Meu vovô era policial, convivi muito com isso, tem um pouquinho de experiência hoje ainda com amigos lá da polícia. E o que eu vejo é a galera, todo mundo acha que vai ser o Mr. Fodão. Na hora que o tiro começa, todo mundo sai correndo fora, todo mundo fora. Ô Guga, você que é terapeuta, A reação normal de uma pessoa é, não é, é ficar travada assim. O que que você acha?
Normal é assim, porque na natureza, o que que você faz? Ou você para, né, ou você foge, né, ou ataca, né, se não tiver outra opção, né. Mas aí depende realmente da pessoa. Eu tenho, eu tenho um amigo meu que ele tava fazendo prova para Polícia Rodoviária Polícia. E o professor dele, que era policial rodoviário, chegou e falou que no curso de formação deles tinha um cara bombadão, forte para caceta, estilo, né, Schwarzenegger. Tinha ele, que era um cara normal, e tinha um japonês, cara, baixinho, magrinho, que você olha o cara assim, você fala, pô, esse cara aí, né, numa porradaria, né, Cara, aí no primeiro tiroteio que eles tiveram, né, assim que terminou o curso de formação, eles foram para missão.
Essa história que o professor tava contando em sala de aula, tá gostando? O bombadão, no meio do tiro comendo, se agachou atrás do carro, não fez nada. Ele que era o professor ficou atrás do carro só atirando assim, sabe, quando você atira assim sem olhar. Só para mostrar, cara, o japonês pegou a metralhadora, cara, e virou o Exterminador do Futuro, meu irmão. O cara chegou, ah, filha da puta! Foi o único dos três que enfrentou os cara e não tinha medo de morrer não.
Então assim, cara, depende muito da pessoa, cara. Você nunca sabe como você vai reagir.
É uma surpresa. É claro que quem é treinado é treinado para reagir e tal. A gente, né, busca essa, é porque era Primeira missão dos três, né?
Eles passaram, eles fizeram curso de formação e ali foi a primeira missão.
É, mas na hora que a treta acontece, você talvez, presidente, você tem essa coisa de responder rápido, mas a maioria das pessoas acho que é normal, é um instinto de sobrevivência, a pessoa trava, fica quietinha ali e tal.
Tivemos uma situação, não sei se vocês lembram, do lado daquele tiroteio lá na França no tal do, era Bataclan o nome da, era no Bataclan, cara. O André estava do lado, não bate com a mulher dele. Sim, e o tiro começou a comer, cara. Ele pegou a mulher dele, eles tava no meio da confusão, ele pegou uma bicicleta que tava solta ali perto, foi de bicicleta para casa com mulher. A bicicleta que não era dele, mas foi no meio da confusão, foi no momento do desespero, ele, todo mundo vira ladrão, todo mundo vira ladrão.
Essa é a missão, mano. Só ler o comentário do Thor.
E aí ele chegou em casa, ele disse que na hora que ele fez tudo ele não pensou, ele simplesmente, ele tinha uma coisa em mente: eu preciso tirar minha mulher daqui. Que sim, ele teve, chegou em casa, aí ele se cagou, se tremeu, ficou nervoso. Aí a emoção só chegou para ele quando ele chegou em casa.
Pô, rapidinho, tem um episódio do 24 Horas, eu adorava essa série, cara. Eu amo, eu acho que eu vi cada episódio duas vezes, era muito bom, né?
Tipo, adorava, cara.
Tinha um episódio do 24 Horas que os DVDs, né, cara, eu via muito. Tem um que ao final do episódio da série, né, da temporada, terceira temporada, que ele para e chora. Ele, o corpo dele reage depois que ele não para, né? 24 Horas como uma que ele pede, ele agindo, reagindo. E olha que era um cara treinar, mas quando ele termina, aí o corpo dele se permite descarregar aquela energia. Mas enquanto acontecia, ele tava lá, brother, fazendo e tal. É um assunto legal, né, Guga, para sua área, para caramba assim.
É muito legal. Final da terceira temporada, ele entra no carro sozinho e ele começa a chorar. É a última cena da terceira temporada, é muito maneiro, cara. Eu sou fã para caralho de Jack Bauer.
Que bom, cara, saudade aqui, 24 horas. Muito bom. Que foi, Sutherland?
Isso aí. Só, só para o Márcio. O Márcio tá falando aqui, pode ser sobre o relato, falou que pode ser paralisia do sono. Ele dormiu lendo livro, viu a entidade ali, ficou por 40 minutos porque não conseguia se mexer. Ótima explicação, ótima explicação. Relato de paralisia, esse ser alto e magro aparece. Eu vi outras pessoas comentando que também viram também Slenderman, não sei o quê. Então é isso, tá explicado aí. Desculpa aí a crítica aí. Para você aí, anônimo, te chamando de cagão.
Falou que o cara ficou paralisado e achou que é. Mas é isso mesmo, a gente julga aqui, né?
É, mas a gente julga, mas depois eu não julguei não. Mas depois que a gente virou pai, eu julgo mesmo. Depois que a gente virou pai, a gente começa a entender certas atitudes. E por falar em pai, nós aqui, eu e você, Guga ainda não teve essa graça. Guga, você vai sumir rapidinho aqui porque agora é hora do merchan. Cadê o Merchan aqui? Cadê, cadê, cadê, cadê?
Gostou da minha vinheta?
Adorei!
Mas eu, improvisada do Merchan, eu gostei.
Posso continuar, por favor?
Senhoras e senhores, como papais a gente pode confirmar uma coisa, é verdade, adoramos ganhar presente.
Isso é uma grande verdade.
Papai gosta de ganhar um presentão.
Só que vamos lá, depois que os nossos filhos nasceram, a gente meio que entrou no modo clássico de pai que falava assim, não precisa me dar nada não, não precisa me dar nada não, de boa, só presença. Exatamente, exatamente.
Precisa sim, tem que ter.
A verdade é que precisa sim, o presentinho para o papai é importante, com certeza. Até porque a gente atura muita coisa, é verdade. Mas mamãe também, tá? Ninguém tá falando que pai atura mais que mãe.
Agora é a vez do papai, agora é a vez do papai, tá? A gente tem que ter também.
E eu vou te dizer mais, mais a força lá.
Se for Insider, é melhor ainda, com certeza, meu queridíssimo, porque a Insider montou kits de presente para vários tipos de papai. Então olha só, fica muito mais fácil acertar, tá? E hoje, hoje, nesse momento aqui que estamos falando, neste momento, nesta live agora, tá, tá, que é payday, tem payday, dia do pagamento. Exatamente, tá bom?
Dia 5.
Exato, tem 10% de desconto no Pix e frete free, free frete grátis nas compras acima de R$399.
Então você tem que correr agora, já, now, now, get to the chopper, now, durante essa live, para garantir esse mando de desconto acumulado com o nosso cupom, hein?
Tá muito lindo.
Lembra que acumula com o nosso cupom, não pode deixar para amanhã. Mas se por um acaso você deu mole não tá assistindo a live, ou se tá assistindo a live mas tá com preguiça aí, não sei o quê, dá para fazer bonito, não bonito igual agora, não, get to the chopper, não, mas dá para você amanhã ou até dia 8 de agosto, 8/08, que a Insider gosta dessa brincadeira, 77, 8/08, de 6 a 8/08 continua o frete grátis e ainda tem brindes cumulativos, bem legal.
Tá? E aí os brindes estão lá escritos no site, lá dá uma passada no site, e aí você garante o presente do seu papai a tempo de chegar para o dia 11, pô.
Excelente! Como é que faz para entrar então, para fazer agora?
Ó, você pode clicar no link na descrição do episódio, pode também ler o QR code aí na tela ou digitar insiderstore.com.br/bankersx. Lembrando que o nosso cupom é BANKERSX. Tá? E ele soma com as ofertas do site.
Perfeito, beleza, perfeitíssimo. Estou trajando uma bela de uma cueca Insider.
Eu também tô de cueca e shorts e camisa, eu tô full Insider hoje, full Insider, eu tô full on.
Vamos lá, galera, mete bronca aí no presente do papai.
Traz o Guga, traz o Guga de volta. Guga Ferrari está de volta conosco.
Guguinha, que tal você ler O próximo caso, ele tem, ele tem 3 histórias.
O Guga lê uma, eu leio outra e você lê a última. Tá bom, beleza, tá bom. Guga, pode ler a introdução e ler a primeira história, e aí depois eu emendo na segunda.
Beleza, caso 2, as 3 experiências do meu amigo. Bom dia, boa noite, né, meus queridos Afonsos. Me chamo José e sou sou morador de Brasília, inclusive sou vizinho de bairro do Didi Braguinha. Já cruzei com ele na rua várias vezes durante minhas caminhadas, mas nunca tive coragem de falar com ele.
Ah, fala, dá um alô. Olha, só a galera fala, fica com receio. Às vezes a gente vê o pessoal olhando assim, não fala nada e tal. Galera, pode chegar, chega no high five, dá um alô e tal, não tem problema algum.
Exatamente. Exatamente, tá?
Vamos lá, Guguinha.
Tenho 3 histórias curtas para contar relacionadas a um amigo meu de infância. Em 2 delas estou envolvido. História número 1: nessa história eu não estava presente, não acreditaria nela se não fosse pelo fato de o irmão dele também ter presenciado. Ambos me contaram juntos em um tom muito sério e preocupado fazendo com que eu me lembre dela até hoje em detalhes, mesmo depois de quase 30 anos. Meu amigo, com 15 anos na época, e o irmão dele de 11 anos dormiam no mesmo quarto certa noite, e ele foi acordado pelo irmão, que estava nitidamente transtornado e apontava em direção à porta do quarto.
Ambos viram uma esfera de luz, uma orbe de cor amarelada flutuando pelo corredor do apartamento, como se estivesse fazendo uma ronda pela casa. Meu amigo se levantou da cama e foi até a porta do quarto para tentar olhar mais de perto o que era aquela luz. Mas no exato momento em que ele se aproximava da porta, a orbe entrou no quarto e um clarão iluminou tudo. Ambos acordaram assustados na manhã seguinte, exatamente ao mesmo tempo.
Eles se entreolharam e conversaram. Eles tiveram exatamente o mesmo sonho ao mesmo tempo. Ou será que não foi um sonho? Perguntei se não poderia ser alguém andando pela casa com uma lanterna, mas eles disseram que conversaram com os pais e a irmã sobre isso e ninguém tinha feito nada desse tipo. Muito menos saído dos seus respectivos quartos durante a madrugada. Além disso, meu amigo e o irmão dele disseram que a orbe era muito nítida e que seria impossível ser outra coisa.
Essa história ficou famosa entre o grupo de amigos e meu amigo jura de pé junto que foi real.
Temos aqui uma, uma ilustração gerada por inteligência artificial, evidentemente.
Exatamente.
Mas que ficou muito, muito legal. Só me incomoda um pouco a criança do lado direito, parece que ela não tem a parte de baixo do corpo, né? Eu acho que ele é daquele—
parece, né?
Nossa, é verdade, ficou engraçado. Mas quando você— como o foco da arte tá na bola, é, isso passa direto. Ficou bem legal, cara. O clima ficou maneiro, cara.
Olha, não, não vamos comentar não, vamos comentar tudo, porque você vai ver que uma história emenda na outra. São duas, é uma história. O cara conta, é um storytelling, tá bom? É um storytelling.
Agora tô lembrando que eu li previamente a história, tá bom?
Então, querido 3D, história 2, né? Esse caso já aconteceu com o nosso narrador, tá?
Tá, foi direto com ele.
É um ou dois anos depois desse primeiro, dessa primeira história que o Google contou, na casa desse mesmo amigo, tá? Em uma das noites em que ele dormiu lá em um colchão jogado no chão entre as duas camas. Irmãos.
Clássico de amigo dele, do irmão, clássico.
Ele diz aqui: acordei de madrugada com uma luz forte no meu rosto vinda pela janela do quarto. Olhei para o meu amigo e para o irmão dele e ambos dormiam tranquilamente. Levantei do colchão e fui até a janela imaginando que a luz viesse de uma possível lua cheia ou coisa do tipo, mas para o meu espanto, claramente a luz não vinha da lua e sim de algo muito mais forte vindo do céu, que eu não consegui identificar. Por puro reflexo, olhei para baixo no descampado do lado de fora do bloco e vi por volta de 5 ou 6 vultos espalhados em diversos pontos e diferentes distâncias, todos olhando claramente em minha direção.
Ah, papai!
Fiquei paralisado observando aqueles vultos andando em direção ao bloco em que eu estava. Todos ainda me encarando até desaparecerem no meu campo de visão, entrando embaixo do bloco. Ou seja, né, essa imagem aí não tá tão legal, ele tava um pouco mais acima. Então era como se ele estivesse entrando no bloco do prédio. Bloco é o prédio, tá?
É o prédio, o bloco é como se chama em condomínio, né?
Nisso, a luz forte que iluminava o quarto simplesmente se apagou. No lugar de onde vinha a luz, não consegui identificar nada de diferente que pudesse ser responsável por sua emissão. Voltei para o colchão no chão e fiquei acordado pelo resto da noite, absorvendo tudo aquilo, com medo de que algum daqueles vultos simplesmente aparecesse pela porta do quarto. Mas nada aconteceu. Já de manhã, contei toda a história para o meu amigo e, para minha surpresa, ele me disse que já isso já tinha acontecido com ele algumas vezes.
Se era realmente verdade ou se ele falou só para me acalmar ou coisa do tipo, eu não sei. Mas a situação pela qual passei tá bem clara na minha mente até hoje.
E aí a terceira parte dessa história, é, a terceira parte acontece quando ele já tava na fase adulta, né? Então temos aqui um gradiente, né, nessa cronologia aqui aí da idade do nosso querido amigo. Aquele dia seguinte, ó, Esse meu amigo, na época dessa história aqui agora, já morava sozinho e tinha uma produtora de cinema da qual eu era sócio. Bom saber que a vida deles evoluiu, tá todo mundo trabalhando.
Não sei se eu ficaria sócio desse tipo de amigo não.
O cara tá acompanhado aí de outros sócios, talvez. Sempre nos encontrávamos parávamos na casa dele para conversarmos sobre os planejamentos da produtora. E nessa noite resolvi dormir na casa dele por conta do horário. Eu estava dormindo em um colchão jogado no chão. Ele tem mania de falar que o colchão está jogado no chão. Acho que tem uma coisa com autoestima que eu não gostei, Guga. Depois a gente pode conversar. Ao lado da cama desse meu amigo tava lá o colchão E fui acordado por vozes de pessoas conversando bem ao meu lado.
Consegui abrir os olhos, mas não pude me mexer ou falar nada. A conversa que ouvi me assombra até hoje quando me lembro. Escutei uma conversa entre meu amigo e outra pessoa.
Bizarro isso, tá?
O amigo que tava dormindo do lado dele e uma suposta outra pessoa. Mas a conversa não era em português, e sim em uma língua que em hipótese alguma era humana.
Bizarro.
Tratava-se de uma mistura de estalos de língua e vocalizações impossíveis de se descrever.
De verdade.
O que me apavorou— eu adorei que você fez o background com a barada, né, assim. O que me apavorou ainda mais foi que em certo momento da conversa senti que o segundo interlocutor passou por cima de mim.
Olha a imagem aí, exatamente como se estivesse deslocando pelo quarto, né.
Senti o colchão afundar próximo aos meus pés, como se alguém tivesse pisado nele ao passar por cima de mim.
Até derrubei aqui o meu bonequinho que eu apavorado com essa história.
Pelo movimento, essa segunda pessoa estaria visível para mim alguns segundos. Eu vi um vulto entrando no meu campo de visão, de fato, e por reflexo, com medo de que ele visse que eu estava acordado, fechei os olhos e não abri mais. Continuei escutando a conversa por algum tempo, com a voz do meu amigo sempre vindo da cama ao meu lado, enquanto a outra voz vinha de várias partes do quarto, como se a outra pessoa estivesse andando pelo ambiente, inclusive passando por cima de mim diversas vezes.
Como eu não estava entendendo absolutamente bolhufas do que eles estavam conversando, acabei entrando meio que em transe com aquele ASMRzinho e voltei a dormir. No dia seguinte, contei o ocorrido para este meu amigo e ele dizia, disse não se lembrar de nada. Alegou que havia dormido a noite inteira. Imagino que ele não tenha motivo para me sacanear gratuitamente, sei lá. E a conversa que ouvi claramente não era uma linguagem humana.
Como 3D aqui representou. Eu não uso nenhum tipo de droga, não bebo nada disso, e também não tenho explicações para o ocorrido. Ou os meus sonhos são muito criativos e realistas, ou algo muito bizarro realmente aconteceu. Hoje em dia, meu amigo se mudou para Alemanha, já tem mais de 10 anos que ele se mudou. Nós nos falamos bem menos, e nunca mais aconteceu nada diferente comigo. Então imagino que os acontecimentos tenham ligação com ele e não com a minha pessoa.
É isso. Caso aconteça mais alguma coisa, eu vou entrar em contato com o Bunker X. Muito obrigado, diretamente Brasília. Por favor, Guga Ferrari.
Aqui, ó, temos aqui primeiro comentário da Ioná, que eu achei muito injusto.
Ioná perguntando: sei não, hein, esse amigo dele tem 3 dedos.
Achei bastante injusto.
Todo grupo tem um extraterrestre, eu acho que todo grupo tem uma galerinha. Vamos lá, Guguinha, temos aí um amigo que tá carregado aí, talvez, hein? O que que você acha?
O primeiro relato que tem uma esfera de luz, cara, é comum a quem tem clarividência clarividência vê esfera de luz assim, ou escura também, né, se for o caso, né, uma esfera assim escura. Então isso já é um relato assim comum de pessoas que têm clarividência de enxergar espíritos nessa forma de círculo. Agora os outros são relatos assim que lembra muito ET, né, porque, né, Tanto uma pessoa, né, do lado de fora da janela, do lado de fora da janela, vindo em direção.
É bizarro, é meio bizarro, tá?
Esse aqui é meio bizarro porque, Guga, então trazendo aqui a sua perspectiva espírita da coisa, já tivemos espíritas que vieram aqui, e espíritos provavelmente, que explicaram que as pessoas que não costumam ver Nada, né? Se a gente, se a gente acreditar, né, que a perspectiva espírita tá acertando ali alguma coisa, vê se eu tô correto. O Espiritismo, ele diz que uma pessoa que não tem mediunidade, ela pode, ela pode enxergar graças a— aí eu não sei qual é, como é que a gente descreve isso, digamos, a energia do médium a esse ectoplasma que cerca o médium, da mesma forma que uma entidade pode usar dessa energia para manipular a matéria, para se manifestar, etc., né, quando tem uma pessoa médium, que nós poderíamos ver também.
Nós que eu digo que não somos médiuns de visão, digamos, né. Eu mesmo já passei por situações de, acho que eu contei algumas aqui no Banca X, de enxergar, de ouvir, de ver de relance E essas situações eu estava sempre próximo a alguém que é médium, que eu considero que tem mediunidade muito forte. Mas eu sozinho nunca vi, nunca vi nada, né? Então será que esse amigo dele tem uma mediunidade muito forte? O cara tava ali do lado, que também deve ter uma mediunidade.
Imagina dormir na casa do Patrick.
Exatamente, o médium mais forte do mundo, que já veio aqui algumas vezes.
Tu acha que não ia acontecer uns bagulhos esquisitos desse também?
Certamente você vai ver alguma coisa.
Dizem, né, que esses fenômenos tipo poltergeist, né, de porta batendo, coisa sendo jogada no chão, acontece porque o espírito usa energia do médium.
Isso.
Então, por você estar lá na casa junto com o cara, ele tem muita energia, porque ele, o médium, ele tem uma quantidade de energia muito grande, né, para ele usar isso de alguma forma nessa encarnação. E o que pode acontecer é esses espíritos usarem a energia desse cara para se materializar, para ficar mais aparente. E aí, não que a gente vá ter a capacidade de ter clarividência sem ter, por causa de estar do lado médium, mas o espírito se manifesta manifesta, consegue se manifestar melhor porque ele tem energia desse médium que tá do nosso lado.
Muito provavelmente é um cara que não trabalha espiritualmente, que tá ali, né, sem nenhuma proteção, né? Porque quando você tem um trabalho espiritual, você tem equipe que protege você, né?
Segundo o espiritismo, é isso aí. O cara tava ali vulnerável de certa maneira a a essas manifestações. E o cara, o fato do amigo dele não lembrar, por exemplo, ficou trocando ideia com espírito ali, fala também sobre a visão espírita da coisa kardecista, né, de que você não necessariamente lembra das incursões que você faz quando você se desliga do corpo material e tal. Você vai lá, faz alguma coisa, volta e não lembra de porra nenhuma.
Que fiquei clicando, clicando lá com o cara, muito Cara, muito, muito maneiro. Dei uma arrepiada enquanto eu lia aqui, hein, cara.
Bela seleção, maneiro assim, uns causos aí bacanas. Então trouxemos a história do— vamos lá, vamos lá, o primeiro caso lá, só para a gente finalizar o programa com chave de ouro. É, vamos lá, o primeiro caso foi o caso dos Lenderman lá, do cara comprido lá.
Sim, demos as nossas.
Quantas, quantas Quantos dedos na escala Banquer você dá para o primeiro caos?
Viramos proctologistas do espaço agora. Proctologistas do espaço é um bom filme, inclusive. Porra, talvez, talvez para o X que fica atrás.
Não X, que a gente não—
X do Elon Musk fica atrás da cortininha. Proctologistas do espaço, cara, para a história do cara que não conseguiu dormir, pegou o livro espírita e viu o homem alto na sala. Eu dou 3, eu acho que ela é bem incrível. O Márcio Dorna deu uma boa explicação, né? Boa explicação. Eu acho que tem, só me estranha um pouquinho, hein, Guga? Ele tá lendo o Livro dos Espíritos, ou seja, ele tava numa frequência boa e viu uma entidade que me pareceu ser um pouco negativa ali, né?
Quem sabe o Livro dos Espíritos impediu que a parada piorasse, talvez. Né, que segundo a doutrina espírita você tá mantendo as coisas ruins à beirada ali, né, e tal.
3 dedinhos, 3 dedinhos, tá?
3 dedinhos.
Guga, você?
2 dedos, 2 dedinhos.
Eu tô com o Guga, dou 2 dedinhos também, porque eu acho que o cara podia estar impressionado pela leitura. E aí tem uma coisa da sugestibilidade, sugestibilidade faz sentido?
Talvez faça, talvez faça.
E para a história do nosso amigo aí, as 3 experiências do amigo do amigo. Aí, Guga, quantos, quantos dedinhos você dá?
Olha, Guguinha, 2 dedos também.
2 dedinhos.
E você?
Eu gostei, eu gostei como ele descreveu as histórias.
Me pareceu, me pareceu.
A gente faça aqui um, até um apelo barra crítica. A gente tem recebido algumas, alguns casos reais que dá para ver que a pessoa ela deu uma incrementada no ChatGPT.
Não, foi o ChatGPT que eu pedi para—
aqui não, não, aqui não, aqui tava, eu achei natural. Tem um acerto ou outro tal que eu sei que você ajustou por causa de português, uma coisa ou outra, mas às vezes a gente recebe umas histórias.
Ah não, tem umas histórias que a gente recebe que claramente a pessoa deu uma floreada no ChatGPT e tal.
Eu peço a vocês, não façam isso.
Façam como os nossos amigos fizeram, manda a história do seu jeito, seu jeito, e a gente corrige aqui concordância, as coisas.
Não se preocupa, tá? Porque a gente quer a coisa verdadeira. E chega umas histórias que são muito bacanas, e essa é uma delas. Essa eu gostei para caramba.
Eu também gostei bastante.
Ó, as duas histórias, quer dizer, os dois casos são ótimos.
É, os dois casos, quando eu dou dois dedos assim só para esclarecer Eu não tô chamando ninguém de mentiroso, não, tá sendo conservador e tá tudo bem, não tem problema nenhum, cara, tá de boa.
Só porque pode, pode ser uma situação da pessoa ter sonhado mesmo, que tem sonho que parece realidade, ou pode ser um evento mesmo.
Total, total, tô contigo, Guga, tô contigo. Perfeito. Mas é, mas nesse, essas 3 histórias aí, o Dorna veio mais uma vez aqui a brilhantar o nosso programa, sim, dizendo que remete a relatos de abdução, sonda no quarto, irmãos apagando e acordando juntos, seres do lado de fora. Então eu fui exatamente o que o Eduardo escreveu, foi exatamente o que eu pensei quando eu escolhi esse caso. Eu falei assim, cara, isso são casos clássicos de abdução, de abdução.
Então acho que eles, ele foi levado, ele não lembra.
Não, eu acho que os irmãos eram pessoas que eram levadas e ele acabou, tava ali no meio e de repente foi junto, tá ligado?
Tipo, que inconveniente, né? Tu vai dormir na casa do teu amigo e tu acaba sendo enrabado, ele é abduzido e você tá ali, brother. No colchão, tu fala, galera, não se incomodem comigo.
Enfim, eu achei uma históriaça mesmo que o cara tenha criado da própria, da própria cachola, né?
E você acha, pera aí, mas você aí nesse ponto de vista seu e do Dorna, você acha que determinadas lembranças ali são construções da cabeça dele para substituir algo que talvez fosse muito assustador ou muito, entendeu?
Eu acho que ele tem, eu acho que ele tem tesouradas na memória dele ali, que ele não consegue, ele não consegue contar porque ele não lembra. Mas ele fala, pô, a galera sumiu, depois veio a luz. Quanto tempo passou entre a galera sumir no tal bloco e a luz vir? Sim, sacou? Tipo, ele não tem, ele pode ter lapso de tempo, ele tá contando o que ele lembra, cara. Não quero imbuir nada na história do cara, só tô falando assim que eu acho que faz muito sentido porque lembra muitos outros fatos.
Então para mim é um 3A, 3 dedaço, porque eu gostei bastante dessa história aí, cara.
O Rui tá falando aqui online que a primeira foi raio-bola, sem dúvida, cara. Um raio-bola que entrou. Eu vou te falar uma coisa sobre o raio-bola. Posso falar uma coisa sobre o raio-bola?
Pode, por favor.
O raio-bola para mim, meu irmão, é só um nome, uma explicação mequetrefe que os cara deram para um efeito claramente paranormal. É, exatamente, meu irmão.
Raio bola, meu, o que que é aquilo lá? É raio bola. Então ele forma a partir do pum do gafanhoto, quando mistura, quando encontra com, quando encontra com arroto do mamute, e aí gera um raio bola. Tipo, ah, vai tomar ali na Tu já viu um raio-bola 3D? Eu já vi minhas bolas.
Já viu assim com raios então? Raio numa cesta. O Guga, tu já viu videozinho de raio-bola? Como é que é?
Não vi não, não vi não. Essa coisa de esfera me lembra muita gente que tem evidência que vê espírito, vem em forma de esfera, esferas luminosas ou esferas escuras, dependendo do tipo de espírito.
O 3D vai botar aqui um raio-bola para vocês, caso vocês nunca tenham visto um raio-bola capturado.
Ah não, sacane, não, sacane não, tá?
Vou botar, mas é bom, é bom, é bom.
Vamos botar, vamos botar aqui.
Pera aí, olha só, bota o nosso querido Sacane. Meu Deus, se tem alguém que entende de raio-bola é o querido Sacane. Opa, para ele todo evento extraterrestre é a Tô com saudade dessa caneta, tem que voltar aqui. Ó, sabe onde é que tá o Sacane? Nem sei se eu posso falar isso. Tá na Espanha, acho que ele já avisou. Ele já avisou, tá com Vilela.
Ah é?
Vamos fazer lá uma dobradinha lá para ver o negócio do eclipse.
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Total Eclipse of the Heart. Dá um play aí então, ó. Se liga, Guga, aparece raio-bola, tipo aquilo, é uma bola de energia elétrica.
É, eu tava estudando dentro do IAG e o raio-bola entrou do corredor assim. Ele entra nos lugares, cara, o raio-bola tem isso. Mas assim, quais são exatamente as condições necessárias para formar? Porque eu não formo em qualquer lugar, nunca vi um processo em qualquer lugar, cara. As condições mais ideais é plantação, porque o raio-bola, principalmente aqui no interior de São Paulo, nas plantações de cana, depois que o cara colhe a cana e normalmente está com fogo, aquilo ali cria uma condição de estática e tal.
Que é propícia para formar o raio-bola. Tem que ter uma tempestade mais ou menos perto, mas não em cima. Se tiver úmido, não costuma ter raio-bola. É o raio-bola que o pessoal vê. Então quando você conversa, não, não, aqui tem muito boitatá e não sei o quê.
Ah, como que é?
Ah, é assim, velho, raio-bola.
Se acertar alguém, se tiver alguém, vai correndo.
Mas não chega a matar não, acho que chega para mim, chega.
Você viu, Guga?
É isso aí, é a mula sem cabeça, né? Não é mula sem cabeça que o pessoal fala, que é uma bola de fogo no mato, né?
Na moral, explicar o raio, aí entrou dentro da Faculdade de Campinas porque tem realmente uma grande plantação de cana do lado da Faculdade de Campinas.
Mas aí ele não deu a explicação, porque, pô, tudo bem, colheu a cana, queimou, aí as condições são propícias. Que condições são essas? É, que isso?
Como é que forma uma bola? Não quero parecer que eu sou um fazendeiro do do século, do século 16 aqui, que não entende de física básica. Tenho, tô zoando parcialmente, tô zoando, mas é que para mim é um negócio assim muito, meu irmão, visualmente impressionante, sabe? Que tipo, pô, pera aí, cara, sei lá, eu não sei. O que eu sei, Guga, é que você é sempre um excelente convidado, onde quer que você esteja. Sempre você com o seu sorriso, sua simpatia, a sua expertise.
O cara fala de tudo e ele fala principalmente da sua saúde mental, galera. Aproveitando vocês que estão aí se sentindo solitários, muita questão na sua cabeça, pô, não tem com quem conversar, tô perdido, não consigo sair dos problemas. Consegue sim! Hoje nós tivemos a presença de dois profissionais aqui da que podem te ajudar. Um é o querido Márcio Dorna, que comentou aqui, que trabalha com hipnose clínica. Vocês podem seguir ele também, tá?
Querido Márcio Dorna, procurem ele no Instagram. E o outro é o querido Guga, tá aí o arroba do Guga, Guga Sour, tá bom? Tem que mudar esse arroba, Guga.
Eu te falar que você agora que tá ficando muito participativo aqui, eu não sei, porque tem um carinho por esse nick, porque era o meu personagem lá de RPG quando eu jogava. Sim, a espada de vermelho, Bugassauro.
Pois é, mas o Guga vai saber te ajudar aí, galera, tá? Ele é terapeuta e ele vai conseguir direcionar vocês para um caminho de mais luz do que o raio-bola aí do Sacane, tá bom? Não comprei tua explicação não, Sacane.
É, ninguém comprou, ninguém comprou.
Esse treco aí, ó, é um alienígena, é uma bola alienígena, não sei não, tá bom? Não deixa o meu chapéu de alumínio te enganar. Não deixe que eles escondam a verdade de você, meu querido 3D. Quando é que a gente retorna aqui?
Será que quarta que vem a gente consegue?
Acho que toda semana aqui no Bunker X, a sua dose de verdade estará aguardando vocês. Não esqueça de compartilhar esse vídeo, dá like, pô.
Se não deu like ainda, tá com pouco like para galera. Estamos com 340 e blau pessoas assistindo a gente agora, saíram 10 só porque a gente tá terminando o programa. Mas dá o like aí, pô.
Sim, o Tadinho, quando você pedir coisa para os outros, não reclama não.
Impossível.
Psicologia, você tá pedindo uma coisa, você só pede. Pô, valeu aí, galera, calma, porra, você que não tá fazendo nada, faz aí um negócio para mim.
Ó, agora essa porra.
Tchau, gente, tchau, tchau, tchau, tchau.