#98 De Repente Respondendo Perguntas - Puerpério, casamento, castigar ou não os filhos?
No episódio 98 do De Repente Cringe, Luisa e Nana respondem perguntas sobre casamento, puerpério, maternidade e os dilemas da criação dos filhos. Em uma conversa sincera, divertida e sem filtros, elas compartilham experiências pessoais, opiniões e reflexões sobre relacionamentos, os desafios do pós-parto e a eterna dúvida: castigar ou não castigar os filhos? Um episódio acolhedor, cheio de identificação e troca real para quem vive as fases mais intensas da vida adulta.
Luisa e Nana vestem Insider.
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- PilatosAjuda de familiares e sogra · Cuidar da aparência pessoal · Passeios ao ar livre com o bebê · Evitar isolamento social · Fase passageira · Paciência consigo mesma · Comida e cólica do bebê
- Conciliação carreira e maternidadeHiato de carreira após ter filho · Visão imediatista sobre carreira · Retorno ao mercado de trabalho · Preconceito com idade no mercado de trabalho · Cobrança social sobre carreira e maternidade
- Imediatismo em RelacionamentosLidar com marido opinativo · Sensibilidade em lidar com opiniões · Decisões em casal · Convicção em opiniões
- Relacionamentos e CasamentoCasamento como sonho da Geração Z · Retorno ao conservadorismo · Anseio por estabilidade e laços · Carencia de laços sociais · Pêndulo cultural
- Moda e EstiloTroca de guarda-roupa com blogueira · Estética de Julia Benz-Holzmeyer · Estilo casual de Amy Song · Roupas coloridas e chiques · Feminilidade no estilo
- Transformação e MudançaMudança de apartamento para casa · Período caótico de mudança · Moradia temporária na casa da sogra · Retorno após pausa não programada
- Pegadas Misteriosas na NeveDallas, Pensilvânia como local mágico · Expectativa vs. Realidade em Nova York · Neve cinza em Nova York · Cidades pequenas no interior · Experiência autêntica de Natal
- Trabalho e envelhecimentoEsgotamento das 'girlboss' · Romantização do trabalho · Burnout e cansaço · Trabalhar com o que ama · Transform
Oi, eu sou a Luísa Corse. E eu sou a Mariana Corse. Somos irmãs milênios, sentindo meio perdidas depois que fizemos 30 anos. Na verdade, acabamos de nos dar conta que viramos cringe. Você também. Então sejam bem-vindos ao De Repente Cringe.
Voltamos, gente. Depois de uma pausa não programada. É que assim, a Nana se mudou, né, Nana? Conta um pouco disso, como é que foi. Eu me mudei, eu morava no apartamento, mudei pra uma casa. E foi assim, semanas um tanto quanto caóticas. Porque assim, a minha casa não estava nada pronta. Tipo, ela ainda não tá, mas tudo bem.
E daí eu morei, fiquei quase duas semanas na casa da minha sogra. Então foi tipo uma mudança pra casa da minha sogra, praticamente, né? Porque com duas crianças, não tem como você levar ali só o essencial. Você tem que tipo, levar tudo pra elas sobreviverem. Então tipo assim...
entendeu? Então você tem que meio que fazer uma mudança e depois eu fiz outra mudança pra casa, então assim, foi bem caótico mas agora já está tudo quase tudo certo é, e daí semana passada a gente não conseguiu gravar, né? o João que grava pra gente não podia mas estamos de volta, estão recapiando a rua na frente da minha casa, então assim, a gente tá com um barulho maravilhoso de obra, mas a gente sabe que você vai ficar muito triste fica mais uma semana sem, né gente? é, tipo, vocês estão desesperadas então assim, partiu não é hoje mesmo
Entendeu? E a gente decidiu fazer um episódio que é um dos episódios que vocês mais amam, né? Respondendo perguntas. Então, a gente vai responder perguntas, dar conselhos, enfim. Daí a gente vai falando sobre tudo que a gente... A gente fala sobre as coisas que a gente leu no meio dessas respostas. Não vão ser respostas básicas, tá, gente? Aqui não tem nada básico. A gente vai falar uma coisa legal. Mas primeiro a gente vai começar com moda.
Nana, se você tivesse que trocar de guarda-roupa com outra blogueira, com quem seria?
certeza que é aquelas nórdicas não pior que não, sabia? não não
Tá, quer pensar e eu falo primeiro? Tá. É que o senhor é bem mais fácil, eu acho. Eu consigo falar em várias. Com quem você acha? Quem você acha? Aquela Julia. É aquela que eu ia falar. Gente, eu amo. É sua cara. Eu amo ela. A gente vai colocar a foto aqui pra vocês. Julia Benz-Holzmeyer. Eu amo ela, mas não sei falar sobre o nome dela. Eu sou obcecada com ela, com a estética dela. Tipo, com a casa dela. Com tudo dela. É normal isso? Eu tô obcecada. Meu.
Pode ser que sim, porque ela é bem... A estética dela é incrível mesmo. Eu amo as roupas dela, mas eu não consigo fazer direito aqui. Porque parece que não acho as roupas. É porque ela usa umas roupas, tipo assim... A gente não tem ocasião pra usar aquelas roupas, não é? Porque você vai saindo dia a dia, assim, com uma roupa assim. É, é que ela usa várias roupas coloridas. Só que não é um colorido... É um colorido chique. Sim. E ela é super feminina. E eu acho que tem tudo a ver comigo, assim.
Meu, pra mim, tipo, de verdade, acho que muda, sabia? Deixa eu olhar aqui algumas que eu tô gostando. Mas por que você acha que eu não consigo usar as roupas dela aqui? Porque primeiro que não tem… Não, primeiro que não tem, e eu acho assim… É…
Você não tem ocasião pra usar, talvez? Porque o estudão não é muito casual, assim, não sei. Não, mas ela também não tem, né? Ela deve ficar andando lá pela casa dela também, vamos combinar. Ela mora em Charleston, o que tem tanto pra fazer lá? É, pode ser. Não é? Meu, sabe quem eu amo? Amo. É...
É que ela é alemã mesmo. Eu falei, tem que ser mais assim, sabe? Não muito divertido. Meu, vai se ferrar. Tá brincando. Não, não tá falando palavrão. Não é palavrão isso que eu falei.
Isso é considerado um palavrão ou não? Sabe por quê? Porque minha mãe fica falando. O quê? Vai se ferrar. E eu não gosto. E daí, adivinha quem tá falando isso? Quem? Os meus filhos. Ai, mas o Márcio às vezes fala ferrou. É, o Matheus fala ferrou por causa da vovó. Daí, tipo assim, a vovó da Dada ensinou. Não tá legal, sabe, gente? Gente, eu não tô achando ela, hein?
Meu, tem uma. Ela é alemã, eu acho. Mas eu esqueci o nome dela. É um nome meio diferente, assim. Eu esqueci. Mas eu gosto muito da... É, Amy Song, né? Da Song of Style. Eu amo o estilo dela. Porque eu acho que é bem...
Tipo, você é bem... Ela tem dois filhos. Então, eu acho que assim, eu me identifico. Sabe? Porque é mais assim, casual. Tipo, dia a dia, tênis, entendeu? Eu acho que esse estilo é muito glamour. Eu acho que a Julia, eu amo. Só que eu acho que é muito glamour, assim. Ela usa, sabe? Assim, não sei. Parece que não... Não dá pro dia a dia, realmente. Não dá muito pro dia a dia, entendeu? Eu acho ela mais assim... Entendeu? Mais casual mesmo, entendeu? Nesse momento, eu trocaria com ela.
E uma pausa pra gente falar do nosso look de hoje. O que vocês perceberam, gente, que eu e a Mariana a gente tá combinando. Não foi por querer. Não foi. É que as duas têm muito bom gosto. Né, Nana? A gente ama essa calça. A gente ama essa calça, que é a Future Form, da Insider. Que eu tô usando, gente, na gravidez. Eu não sei, a Nana usou muito na gravidez dela. Gente, eu não sei como ela cabe.
Ela tem uma, sei lá, é uma mágica. Esse tecido é maravilhoso. E nós duas estamos usando camadas da Insider, com peças Insider. Mas de maneira diferente. E agora, eu tô gripada, né? Tá na cara que o outono começou. Então, é aquele período, gente, que parece bonito, parece legal. Mas é super difícil pra gente se vestir, porque...
De manhã tá frio, de repente tá calor, daí de repente chove. São mil estações em um dia só. Então, a gente precisa se vestir com consciência. E eu acho que a melhor maneira pra fazer isso é usar camadas, né, Nana? Sim, porque daí, né, você sai de casa assim, daí tá calor, você consegue tirar essa possibilidade. Então, e eu acho que a Insider possibilita muito isso, né? As peças, assim, a gente fazer sobreposições e combinar elas entre si.
E são peças, assim, inteligentes, que você consegue usar de várias maneiras. Então, por exemplo, esse coletinho que eu tô usando, gente, acho que vocês já me viram usar de mil formas diferentes aqui. Eu, assim, uso muito e usei de mil formas diferentes. No verão, dá pra gente usar sem nada por baixo. Eu vou até pra academia com ele, uso em looks mais chiquezinhos, assim. E gosto muito de usar com sobreposição, então com uma blusa por baixo.
Essa blusa da Insider também, gente, pra colocar por baixo, ela é assim. Nossa, maravilhosa. Olha isso. Eu sei, eu tenho uma...
vermelha, tem um vermelho queimado, é maravilhoso. Ela é um vício, ela é super gostosa, fica super justinha, super bonita, tem uma golinha também. Então, é a peça perfeita. E daí, você pode tirar, né, esquentou, tira a blusa de baixo ou tira a blusa de cima. Enfim, gente, você também, né, Nana, tira a camisa, tira o wingsuit, o wingsuit que chama.
Insider é maravilhoso. E a gente tem um cupom, CRINGE, que vocês têm um desconto especial que é cumulativo com os descontos que já estão no site. Então, aproveitem. Aproveitem.
Nana, essa aqui eu acho que tem a ver com você também. Como lidar com o marido que tem opinião sobre tudo? Porque o Lip tem muita opinião sobre as coisas. Tipo, o Beto, ele não tem tanta opinião, assim. Nossa, o Lip tem muita, tá demais. Então... Meu, lide. Tipo, ai, tá bom. Mas daí, tipo, mas chega a te irritar, assim? Ou não? Como você lida, assim? Que acho que às vezes deve irritar ela, né? Com certeza. Às vezes irrita, mas eu acho assim, gente...
Tem coisas piores. Tem coisas piores no mundo, tipo, entendeu? Não é um defeito enorme a pessoa ter opinião, entendeu? Acho, às vezes, é até uma vantagem. Às vezes, é legal. Sim, às vezes, eu me irrito o contrário com o Beto. Porque daí ele fala tudo pra eu decidir. Ai, decide. Daí, tipo, eu falo, eu não quero decidir. Eu já decidi muita coisa hoje no meu dia. Eu não quero decidir mais uma coisa. Entendeu? Mas ele fala assim, ai, decide. Tipo, a mesma coisa. Onde você quer ir jantar?
Sei. Assim, eu acho que se é uma coisa que eu tenho muita convicção que eu sei mais, entendeu? Então, assim, eu tenho muita convicção naquilo que eu estou dando minha opinião sobre, entendeu? Então, assim, ó, vamos... Eu acho que eu entendo mais disso, então eu prefiro que a gente vá pro meu lado, entendeu? Agora, se é uma coisa, eu acho que você também tem que parar e pensar, tipo, às vezes, realmente a opinião dele, entendeu? É, se você casou com a pessoa, às vezes...
A opinião vale. É que eu acho que as pessoas estão muito… Estão um pouco sensíveis pra lidar com a opinião do outro. É, eu também acho. Então, assim… Sabe, ninguém tem que concordar com tudo, entendeu? Se a pessoa tem opinião e não é a mesma que você, ok. Vocês podem continuar casados, felizes. Você pode ouvir a opinião e não concordar. Falar, ah, legal a sua opinião. Que bom que você deu a sua opinião. Mas não de um jeito. Ai, nossa.
Sabe, mas assim, olha. Mas eu vejo por outro lado. É. E nesse assunto, eu acho que eu…
eu sei mais, amor. É, então, eu acho sim, entendeu? Se é uma coisa que eu tenho plena convicção que eu sei mais, tipo, sei lá, o sono das crianças, entendeu? Às vezes o Lipe, tipo, ai, mas tadinho, deixa ele dormir na nossa cama. Entendeu? E eu, assim, ai, mas não vai dar problema, porque agora ele já sabe, tipo assim, sabe? Ele tenta dar um... Uma opinião. Uma opinião, entendeu?
que eu falo, olha, desculpa, eu que treinei ele, eu que fiz treinamento de sono, eu que leio tudo sobre isso, tipo, você já leu alguma coisa sobre treinamento de sono? Não, então confie em mim, entendeu? Então é isso, eu acho assim, daí apresente aí seus argumentos, entendeu? Boa. E que conselho vocês dariam para uma mulher que teve filho e quer dar um hiato de carreira?
Eu acho que cada um faz o que... Sabe, cada um é livre pra escolher o que acha que é melhor, entendeu? Pra família. É, porque às vezes, assim, se você tem essa possibilidade...
E se você tem essa possibilidade, ótimo. E esse desejo… Sim. Você tem possibilidade e você tem desejo, eu acho que vai ser ótimo pra família. Com certeza. Né? E eu acho que tudo bem. Eu acho que a gente tem uma visão muito imediatista das coisas. Do tipo assim, nossa, se eu der um hiato agora… E depois, mais pra frente, eu não vou conseguir voltar.
E, gente, a gente tá vivendo muito tempo. As pessoas estão trabalhando muito tempo. É porque antigamente, sei lá, a pessoa com... 50 anos já era idosa. É, 50 anos já era idosa. 40 e pouco já tava aposentado. Hoje em dia, a gente trabalha muito. Então, eu tava até vendo uma matéria...
que várias mulheres que conquistam seu ápice na carreira com 40 e tantos anos quase 50 anos depois que os filhos já saíram de casa muitas vezes e que você quer voltar com essa gana, com essa vontade então eu acho que a vida mudou em relação a isso às vezes a gente tem essa visão muito imediatista se eu parar agora depois quando eles saírem de casa ou sei lá, mais pra frente eu não vou conseguir voltar ou eu já vou estar fora eu já vou estar fora
Eu acho que hoje não, eu acho que hoje em dia as pessoas não têm mais tanto preconceito com pessoas mais velhas no mercado de trabalho. Porque eles estão falando muito mal de pessoas mais jovens no mercado de trabalho, que não são, não querem trabalhar tanto, enfim. Então, eu acho que esse pessoal mais velho vai até ser mais valorizado do que era antes. Eu acho que não tem muito esse preconceito, sabe?
E eu acho que a vida continua muito tempo, assim. A gente tá vivendo muito, se Deus quiser, né? Se não acontecer nada muito grave, as pessoas vão viver cada vez mais tempo. Então, acho que não tem problema nenhum. Você dá uma parada e depois voltar. E pode voltar melhor, entendeu? Sim.
E eu acho que se tem desejo, se tem vontade, não se deixa… Porque acho que tem cobrança dos dois lados. Tipo, quem trabalha, ai, nossa, eu ia ficar em casa. E daí quem fica em casa com os filhos, nossa, mas só fica em casa, você já tá trabalhando. Então é isso, não ouça muito a opinião alheia. Porque você nunca vai conseguir agradar todo mundo. É, pense o que é melhor pra você.
pra sua família, entendeu? Nesse momento o que você tem vontade, sabe? Eu acho que… E não acredita nessa história tipo, ai, depois vai ser muito difícil voltar depois você vai ter, ai você vai olhar pra trás e eles vão crescer e daí você não vai ter feito nada acho que dá muito bem pra voltar assim, entendeu? Pode ser um pouco mais difícil no começo, obviamente é, né, de você parar e voltar, você pode voltar num cargo pior, mas eu acho que a vida é longa e tem muito tempo pra trabalhar também acho, gente, também acho C'est ótimo
Eu tô achando isso ultimamente. Sem tanto imediatismo. Nana, você que passou por isso, não faz tanto tempo e eu vou passar agora. Dicas para lidar com o puerpério. Tá. Dicas para lidar com o puerpério. Número um. Tenha pessoas pra te ajudar.
Isso é muito importante. Então, assim... Sabe, eu tinha ajuda em casa. Mas, assim, eu acho que muito... Sabe, às vezes eu precisava da minha mãe. Eu acho que se você tiver essa possibilidade, eu acho muito legal. A mamãe falou que vai viajar depois de três meses. Ainda bem. Que prepare é quanto tempo.
Ah, é tipo... Na verdade, falou que é dois anos, né? Não, mas... Ou seja, eu ainda estou. Vou proibir minha mãe de viajar por dois anos. Dois anos. Não, a mãe viajou quando o máximo tinha, tipo, nem três meses. Ela viajou com você. Não, mas ela vai agora, daqui a hora, quando ela fizer três meses. Ela falou... Tá. Ela tá contando os dias. É...
Então, assim, sabe? E assim, pensa, gente, essas pessoas têm mais experiência que eu. Escute essas pessoas. Eu acho que é importante, sabe? A minha sogra também me ajudou muito. Minha sogra é maravilhosa. Então, assim, se você tiver essas pessoas, sabe? Que já tiveram experiência, eu acho que é legal, entendeu? E não tenha, sabe, escuta. Eu sempre penso. Gente, elas entendem mais que eu. Tipo, minha sogra teve três filhos e minha mãe dois, entendeu? Então, assim, abaixa a cabeça e, sabe? Aceita ajuda.
Outro conselho, você já não vai tá das mais bonitas. Desculpa, mas acho que não é uma fase de muita beleza da mulher. A gente não tá com autoestima boa, entendeu? No geral. Então, assim, o mínimo tenta, sabe? Pelo menos, tipo assim, tomar um banho. Sabe, você deixar a criança com alguém, pelo menos isso. Você tomar um banho, você secar seu cabelo.
Colocar um brinco, sabe? Tipo, fazer uma mini maquiagem só pra, assim, você manter a sua dignidade, sabe? Porque eu acho que isso é bom. A gente ter esse momento de se cuidar, entendeu? Nem que seja, sei lá, tipo, 20 minutos. Meu Deus. Gente, tá tendo, tipo, um terremoto aqui no podcast. Um terremoto aqui, eu acho que tá meio tempo. Mas vai dar tudo certo.
Outro conselho é passeie, saia pra passear. Ar livre é importante, faz a gente, sabe, ficar mais feliz. Sol, luz do sol, isso ajuda. Essa coisa de ficar só em casa, enclausurado com o bebê, não faz bem. O bebê, tipo assim, agora você já pode sair pra passear com ele ao ar livre. Não tem esse negócio, tem que manter o bebê em casa. Tipo, não existe mais isso, entendeu? Então, eu acho, tipo, pega o bebê, coloca no carrinho, sabe, vai.
Entendeu? Isso faz bem. Vai pra um café. Tanto pra mãe, quanto pro bebê. Entendeu? Esse tempo, tipo, ar livre. Essa coisa de ficar em casa, não dá. Entendeu? É, eu acho que o principal conselho é esse, não fique enclausurado em casa. Porque eu acho que isso criou um medo. Tipo, ai, os primeiros três meses não pode ter contato com ninguém. Não pode sair de casa e tudo mais. Mas eu acho que isso é receita pra depressão pós-parto, gente.
Você ficou bebê ou não? Você fica três meses enclausurada na sua casa, você fica com depressão, entendeu? Então, assim...
Ainda mais é ter um bebê, você não dorme direito. É óbvio, não é o bebê que é o problema, entendeu? O problema é toda a estrutura que se criou. Eu acho péssimo essa dica. Tem médico que fala até hoje isso. Eu acho péssimo. Não, aí tá, é porque ele é homem e nunca teve filho, né? Porque deixa ele ficar três meses em casa. Não, que coloca muito medo na mãe de pegar uma doença, sei lá. Mas, gente, ar livre.
ar livre, você não vai pegar uma doença ao ar livre. É muito mais probabilidade de você pegar uma doença na sua casa, se tiver outras pessoas ali, do que no ar livre. Entendeu? Então, assim... Quem é esse médico? Meu Deus!
E eu acho assim, um mega conselho é entender que é uma fase que passa. É isso que eu falei, a gente tá muito imediatista. Levar as coisas com mais leveza, entendeu? Do tipo assim, tá, é difícil, não é fácil, os hormônios. Tenha paciência com você. Como a Nana falou, não é o momento que você vai se sentir mais linda. Você vai ter muitas dúvidas. Se for o primeiro puro pério, você tá fazendo as coisas pela primeira vez. Então, seja legal com você. Não se cobre também tanto essa felicidade.
Eu recebi uma mensagem, uma pergunta no Instagram esses dias Que era tipo, como se sentir bonita no Pure Perry? Meu, não tem como, desculpa Assim, o que eu tô falando dá uma... Não, tipo assim, você pelo menos, sabe? Se cuidar um pouquinho é mais pra ter um conforto ali, entendeu? Porque assim, muito bonita...
A gente tá tendo muitas demandas, assim. Você não precisa se sentir bonita no porco. E tá tudo bem com isso. Você não quer dizer que você tá em depressão pós-parto. Você vai entrar em depressão se você não se sentir a mulher mais linda do mundo.
Nesse momento, se você não se sentir capaz, se você não tiver dúvidas, entendeu? Mas entenda que é uma fase que passa. As pessoas passam por isso, vai melhorando cada dia mais. Vão vindo novos desafios, mas acho que você também vai se fortalecendo. Sentindo mais confiante.
Confiante, acho que o segredo é esse, entendeu? Você vai se sentindo mais confiante. E é isso, peça ajuda. Não tenha essa… Acho que a gente parece um porco espinho, né? Vem as pessoas querendo dar esses pitacos. Daí você tem ajuda, você também tem pitacos. E saiba entender que, às vezes, eles não são por mal, entendeu? Na maioria das vezes. É, meio tipo assim, gente… Por exemplo, nossas mães e tal, era outra época, entendeu? Então tenta entender um pouco também, sabe?
É, seja mais leve, eu acho. Coma um monte de comida gostosa, entendeu? Sim. E depois vê se vai realmente dar cólica ou não. Porque eu acho que às vezes a gente fica restringindo um monte de coisa também. Por exemplo, na Serena não restringe absolutamente nada. Ela não teve cólica. Então depende muito do bebê. Da Benedetta também. É, porque às vezes você vai, tipo… Daí você não sai de casa, você não pode comer nada que você gosta. Não, daí pelo amor de Deus, gente.
E outro, esse negócio não é cientificamente comprovado, tá? Que tal comida da cólica no bebê? A não ser que o bebê tenha alergia à proteína do leite. Agora, o resto das coisas, tipo, não tem nenhuma comprovação científica, entendeu? Às vezes é mais psicológico. Vai testando, né? Vai testando. E acho que encara isso como leveza e como uma fase que vai passar, entendeu? E passa, a gente nem lembra. Eu tô aqui no terceiro, nem lembrei.
Nem lembro, gente, dos outros dois. Ah, eu lembro. Ah, eu não lembro. Não, gente, bom não é, entendeu? Mas passa.
Olha, essa Alessandra deu uma ideia de episódio. Mas acho que a gente pode comentar sobre isso aqui. Adoraria um episódio sobre casamento ser o novo sonho da Gen Z. Daria um episódio interessante. Eu acho que não é o novo sonho da Gen Z. Então, eu vi… Eu até… Eu me deparei com uma matéria sobre isso, porque tá tendo uns filmes com o tema casamento. Mas daí eu não entendi. Eu não li a matéria, porque eu acho que eu tava fazendo outra coisa e eu não consegui. Eu até quero entender, porque pra mim também não é.
É porque tá tendo uma questão de uma volta a um conservadorismo. Da geração Z. Eu não acho que é nem geração Z. É mais nova ainda. É a outra geração, depois é a geração Z. É uma geração Z mais nova. Que tá tendo um pouco...
Nesse retorno, a gente vê que os números de pessoas frequentando igrejas estão aumentando muito. E principalmente dessa geração mais jovem e tudo mais. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que isso ressoa. Se daí a pessoa quer casar e tudo mais, valores que às vezes…
Nas outras gerações, eram consideradas um pouco fora de moda. Até na nossa geração, tem um monte de gente que não quer casar. Sim. Ou que quer só morar junto. E uma genezinha um pouco mais velha também, eu acho que tá isso, né? Mas eu acho que isso é um pouco também de um marketing.
Não sei se em números oficiais, tipo, tem muita gente que realmente tá… Os casamentos estão aumentando entre os mais jovens. Eu acho que pode até ser que virá acontecer isso. Mas não acho que é uma coisa que já tá acontecendo. Mas eu acho, gente, que o mundo sempre foi assim, não é coisa nova. Sempre que vai muito pra um lado, é um pêndulo. Sempre que vai muito pra um lado, de repente…
Vai pro outro lado. Então, acho que a gente viveu uma época dessa coisa. Ninguém não precisa casar, só morar junto. Pra quê? O casamento é uma instituição falida. E tudo mais. E pra quê isso? E enfim. E... Como tudo tem... Né? Tem...
As pessoas veem também uma... Por exemplo, a família. Acho que as pessoas estão sentindo falta de ter laços. Eu acho também. Eu acho que as pessoas, no geral... As pessoas estão carentes. Carentes de laço. Por laço e uma estabilidade. Eu acho que essa volta à religião e agora ao casamento é um anseio por estabilidade. Algum tipo de estabilidade. Porque querendo ou não, gente, quando você está num casamento, eu acho que é...
Tem dados que comprovam isso. Que é mais difícil do homem, tipo, ir embora. Porque a gente vê o que mais acontece hoje é homens abandonando os seus lares, né? Isso acontece demais. E acontece casar, tudo bem. Vão falar, não, acontece casar. Acontece. Mas, querendo ou não, quando tá num casamento, é mais difícil.
do que você abandonar tão rápido quando você tá simplesmente morando junto entendeu? existem dados é comprovado isso daí, então acho que as pessoas tão buscando por essa maior estabilidade e tanto a religião quanto o casamento, eu acho que são assim, existiram há séculos, né? são coisas que estão aí pode a cultura mudar e tudo mais sobreviveram ao tempo
sobreviveram ao tempo, são instituições que sobreviveram ao tempo e tem esse aura de estabilidade eu acho que as pessoas estão buscando estabilidade e laços eu acho que tanto na religião também, quanto no casamento, as pessoas estão muito sozinhas a gente vê que a taxa de pessoas que se dizem solitárias cresceu demais então eu acho que as pessoas estão buscando laços e laços não superficiais superficiais
Então, eu acho que o casamento, ele chama a coisas mais profundas. Então, mesmo uma pessoa que não entende direito isso, é um jovem e tal, volta a sonhar com a ideia de criar laços mais profundos, de ter uma coisa mais estável. Eu acho que é muito isso. A gente pode fazer um episódio sobre isso? Gostei desse tema. É, mas eu acho que é basicamente isso.
Uma dica, Nana, quero passar um Natal tradicional com neve nos Estados Unidos com a família. Qual cidade indica? Não, gente, é que não tem como ir pra aquela cidade que a gente foi. Porque a gente tem conhecido lá. É que a gente, tipo, o melhor Natal da minha vida, da minha vida, foi Dallas, Pensilvânia.
Que eu passei com a família que a Luísa morou lá. Gente, eu nunca ganhei tanto presente na minha vida. Você lembra tanto de presente que a gente ganhou? É, e era presente tipo assim, não era nada demais. Era presente tipo velhinha, enfeitinho. Não era nada demais, mas eu não sei. Foi assim, mágico. Mas eu nem lembro tanto dos presentes. O que eu lembro, na verdade, era assim, a mágica do Natal mesmo. Tipo, a neve, o Papai Noel.
Tudo decorado. Não, gente, o Matheus... E eu que tô lendo um livro com o Matheus das estações.
E ele tá arrasado que no Brasil não neva. Gente, porque todos os livros da distação... Mas é que, deixa eu te falar, ano passado o Máximo chorava. Eu? Ele chorava. É que agora, tipo, agora acho que ele amadureceu um pouco, ele entendeu melhor. Mas assim, ele chorava no Natal, porque ele... Mamãe, vai ver neve, né? Agora no Natal. Deu, não, Máximo, não neva no Natal. Daí ele, neva sim! E ele, tipo, chorava. É a realidade. Chorava.
Deu, não, porque no Brasil não neva. Tipo, eu tava explicando. Mas é verdade, culpa dos livros.
Porque todos os livros no inverno, neva e no Natal. Tipo, não. Então, gente… Tem que ter um livro brasileiro explicando isso, sabe? É, porque tá difícil pras crianças. Tá muito difícil pras crianças. Mas eu acho que assim, uma cidade mais… Eu acho que Natal e Nova York parece legal, mas não é tanto. A gente passou… Expectativa e realidade.
não foi legal. Ai, gente, é suja aquela cidade no inverno, assim, em Nova York não fica muito legal com neve, porque é muito carro, não fica uma neve branca, fica uma neve cinza, o legal é neve branca, entendeu? É. Nossa, eu não sei onde você pode ir. Então, eu não sei, mas eu acho que tem que pesquisar uma cidade mais no interior. Você pode até, tipo, passar uns dias em Nova York e depois ir pro interior, entendeu? Acho que até Boston, às vezes, deve ser mais legal. Não sei se deve ser, tipo, chulo em Nova York.
Eu acho que tem que ser uma cidade mais interior, assim. Deve ter, gente. Coloca no Google, assim. Filadélfia. Authentic Experience. É, Authentic Christmas Experience in the USA. Deve aparecer. É, tem que ser um lugar ali no Nordeste dos Estados Unidos. Também acho. Porque, tipo, é lá onde mais neva no Natal. Mais frio no Natal. Ou se no Centro-Norte, mas acho que é frio demais, entendeu?
Mas o estado da Pensilvânia é legal. Só que eu não sei qual cidade daí. É, então, porque eu pensei em Fila Défrica. Mas Fila Défrica é uma cidade grande. É uma cidade pequena perto de uma cidade de esqui, sabe? Tem umas estações de esqui. Eu passaria numa cidade pequena, perto de uma estação de esqui, no Nordeste dos Estados Unidos. Isso. Entendeu? Pra ter aquela coisa autêntica. Boa. A nossa produção já mandou, gente. A nossa produção é demais. Nossa, a nossa produção é incrível. É no estado de Washington.
E chama Live and Worth. Gente, manda pra mim, eu quero. Eu quero. Como fica o protagonismo do trabalho na vida depois dos 30? Sinto que desanimei com a idade. Acho que a gente tá cansado.
Mas sabia que eu tô sentindo um esgotamento das girlboss? Tão todas um pouco desanimadas? É, mas tá mesmo, né? Tipo assim, não foi aquilo que a gente imaginou, né? Que ia ser, entendeu? A gente ia virar CEO, assim...
Da noite pro dia, quente ia ser incrível. Que a vida ia ser um glamour só, eu andando por Nova York. Ai, mas gente, eu acho também, tipo assim, meu, é a vida, entendeu? Você não vai estar feliz com algo o tempo todo. Eu acho que, na verdade, chegou a maturidade. A maturidade chegou. Eu acho que, assim, sabe? Você não tem que estar animada com o trabalho o tempo todo, entendeu? É normal você dar uma desanimada, e daí você dá uma animada, e daí você dá uma desanimada de novo, sabe? Eu acho que é a vida, entendeu? É a vida real.
E eu acho que a gente cresceu com essa ideia muito do Diabo Veste Prada. Eu sonhava em ser aquela vida. Lembra que eu choro… Eu toda vez, eu queria morar em Nova York. Lembro, nossa. Gente, a minha vida inteira sonhei em morar em Nova York.
Assim, até esses tempos aqui. Brincadeira, já faz uns 10 anos que eu desisti. Mas enfim, a vida inteira, desde adolescente, eu sonhei morar em Nova York. Porque eu queria ter esse sonho igual o da Andy lá. Era exatamente isso. Eu e milhões. Aquela. Eu só ficava... É, mas assim, sabe? Não é um glamour, entendeu? Então, mas a gente via só esse glamour. É. E acho que a gente romantizou muito o trabalho. Uhum.
É... E daí a gente viu que... É culpa desses filmes aí. As pessoas moravam num apartamento, tipo, super bom, assim. Tipo, vai lá pagar um apartamento em Nova York com aluguel. Com o trabalho da Andy, sabe? Então assim, era meio irreal mesmo. É, mas acho que a gente cresceu com essa glamorização do trabalho. Sim.
E eu acho que uma hora a mágica cai, acaba, entendeu? Uma hora é vida real. Então, nem o trabalho mais glamouroso do mundo vai ser assim. E vai se sentar assim por anos. Então, acho que tem aquela coisa própria da idade. Então, assim, teve essa glamourização da cultura, né? A gente viveu essa era do girl boss e tudo mais. Tipo, vai, trabalha e tal. E, de repente, a gente tava todo mundo com burnout.
Sim. Acabadas e cansadas. E vendo que trabalho, mesmo que é um trabalho super legal, que você ama. Tipo, tinha muito aquela frase, ai, trabalho com o que você ama e você não vai trabalhar nenhum dia da sua vida. É a maior mentira da vida, gente. Não caiu nessa. Você vai trabalhar assim. E mesmo que você ama, é pior, porque daí você vai pegar o seu hobby e vai transformar em trabalho. Todos os seus hobbies. Você não vai ter mais hobby.
Todo hobby virou trabalho péssimo. Todo hobby meu vira trabalho. Não aguento mais, juro por Deus. Nossa, é verdade. Você...
entendeu? Mas assim, é trabalho então, é a vida eu acho que é um pouco dessa assim, dessa quebra de feitiço que a gente teve assim, acho que não existe isso, né? Porque a nova geração agora não romantiza mais tanto trabalho, então talvez eles não tenham isso, eles já estão desanimados desde o começo eles já estão desanimados desde, é a gente ainda teve essa romantização mesmo mas eu acho que é isso, assim, eu acho que depois os 30 é realmente assim, a maturidade chega e eu acho que você percebe que as coisas elas são desanimados
Sabe? Assim, nossa, isso não é tão legal assim, entendeu? Igual eu imaginava. A realidade bateu na sua porta e é isso. Acho que a gente não tem que estar feliz o tempo inteiro. E satisfeito o tempo inteiro, sabe? Sim. É isso. Como vocês lidam com a disciplina com os filhos? Acham que o castigo funciona? Um pequeno castigo, acho que sim.
Eu acho que depende muito da idade da criança. Sim. E do que a criança fez. E eu tento dar castigo que é tipo consequência. E que consiga fazer meio que na hora.
Tipo, hoje, eu fui buscar o Matheus na escola. Tipo, tava uma graça, gente. Pegou a Serena, abraçou a Serena. Ele foi dar tchau pra uma amiga. Deu, ai, que fofinho e tal. Gente, ele, tipo assim, deu um pedala na amiga. Na cabeça da amiga. Do nada. Do nada. E eu, assim, com a mãe da amiga. Eu, tipo, com uma cara, você imagina.
E daí, na hora, daí tava na porta do colégio, o meu carro lá, e eu, Matheus, não pode fazer isso. Faz um carinho, você quis fazer um carinho e tal. Daí, ele chegou no carro, o Matheus, ele é igual eu, ele é viciado em podcast. Meu Deus do céu. Ele é viciado em podcast. A alegria dele é chegar no carro e ouvir podcast. E ele tá obcecado por Peter Pan. Podcast de Peter Pan. Daí, ele falou pra minha mãe, coloca o podcast de Peter Pan. Daí, eu falei, não. Sim, foi um castigo.
Pode ser? Falei assim, olha, como você fez uma coisa que não foi legal, você perdeu o direito agora de fazer uma coisa que você gosta. Então a mamãe vai escolher uma música. Eu simplesmente coloquei Taylor. Agora é o meu momento. E eu fiquei muito feliz. Eu coloquei Peter e eu falei que era a trilha sonora do Peter Pan.
É, meio que é, se você pensar. Mas ele não gostou, foi chorando da minha casa, da escola, até a minha casa. Imagino. Ele foi chorando, assim, 15 minutos, sem parar. E a cara da Serena? Meu, a Serena… A Serena, depois que acabou o meu Peter, da Taylor, daí a Serena pôde escolher, daí ele chorou mais ainda. Porque daí, tipo, a Serena pôde escolher ele, não. Daí acabou pra ele, daí a Serena escolheu galera de cowboy lá, galera de peão, e ele ia ser muito chata, e chorava. E a Serena, tipo…
bate forte com a mão então assim, eu tento fazer esse tipo de coisa assim, sabe? mas eu acho que tem que ter alguma consequência eu também acho e assim, é uma consequência, tem tudo a ver? Não porque daí as pessoas falam, né? tem que ter uma consequência que tenha super a ver mas assim, gente, o podcast não teve tudo a ver mas assim, foi na hora que ele sentiu ali que olha, não foi legal o que você fez e você perdeu de fazer uma coisa legal porque você não foi legal com os outros e eu não vou ser legal com você eu não tô lembrando a mãe trancava a gente
Não, a mamãe trancava a gente no banheiro, gente. Anos 90 forte, né? Mas a gente tinha quantos anos? Meu, a gente era meio pequena, Lully. A gente era bem pequena. Eu lembro muito vividamente aquele banheiro dela. E eu lá dentro, trancada. Eu lembrei... Sabe o que eu lembro que eu fiz? Que ela me trancou no quarto. Eu peguei uma tesoura e comecei a cortar a minha...
Gente, eu era um pouco cycle. Eu comecei a cortar a minha tela do quarto. Eu lembro. Daí eu falei, você vai continuar me deixando aqui sozinha no quarto?
Nossa, Luísa. Nossa, é bem esse tipo de criança que eu tenho um pouco de medo. Serena é assim, sabia? Ela tá... Tô tendo consequência. É uma consequência tardia. É uma consequência tardia. Entendeu? Então, assim, gente. Eu acho que uma consequência tem que ter, entendeu? Eu acho que a partir de uma idade, não adianta só você falar. Desculpa, entendeu? Conversar e tal. Não. Criança tem que sentir um pouco na pele, entendeu?
Isso. É, eu acho. Só que eu acho que, assim, às vezes tem que ter a ver. Às vezes o Beto tem esse problema com o Beto, que o Beto é um pai meio anos 90, porque eu acho que ele é mais velho, ele nem é tanto, mas ele tem 40 e pouco. E, tipo, ele é o filho mais novo.
Os pais são mais velhos, as irmãs… Sei lá, e ele tem amigos mais velhos. Então, às vezes, ele quer, tipo assim, você vai ficar de castigo. Então, tipo assim… Mas que castigo é esse, Beto? É, eu acho que assim, eu acho que uma coisa, assim, muito…
importante, eu acho que é a consistência, sabe? Então assim, se você fala uma coisa, tipo, ó se você continuar fazendo isso, eu vou ter que tirar eu vou tirar o que você tá brincando tá? Eu vou guardar então assim, daí você cumpre o que você falou entendeu? Eu acho que o principal é a consistência ó, você vai perder o direito de brincar disso se você não parar, entendeu? Então daí você perde se a criança continuar é, eu acho que a consistência é muito importante
E você realmente fazer a criança entender porque ela tá tendo aquela consequência. Daí ele tava chorando, eu falei assim, Matheus, mas por que a mamãe não deixou você assistir o podcast? Daí… Ele demorou, demorou, demorou, demorou. Daí ele falou, ai, porque eu não fui legal com a minha amiga. Eu falei, então…
É por isso. Então, pelo menos, ele entendeu, sabe? Você tem que fazer essa ligação também. É, eu acho que a partir de uma determinada idade. Tipo, a Beni agora com um ano e meio, como que eu vou falar pra criança? Mas perdeu o direito, ela não entende. Então, acho que tipo, a partir de um quê? Uns três, né? Não, daí é muito engraçado. Daí o Beto, assim, né? Eu falo, a Serena já entende, já. Eu falo, a gente vai perder o direito disso.
Só que daí o Beto, ele não sabe. O que é perder o direito? O que é vai perder o direito?
E daí? Não, faz isso, nós vamos perder o direito.
E ponto. Vai perder... Até eu olho. Eu fico pensando, vai perder o direito do quê? Mas assim, fica quieta. Porque daí às vezes ele fala, perde o direito, tipo assim, de um monte de coisa que não vai dar certo. Então eu falo... É, então, esse que é o problema, entendeu? Mas o Lipe também tem mania de falar isso. Tipo, ai, você vai, sabe? Ele nunca vai acontecer isso, entendeu? E agora o Beto fala assim, você vai perder o direito. Então eu tô achando melhor.
Porque fica no ar. Daí a mãe vem e fala sobre o que é esse direito, entendeu? Tipo isso. Fica no ar. É melhor manter uma coisa meio no ar. Meio no ar. Bom, vamos para o último, então? Vamos. Acho que essa é uma crise geral. Em meio a tantas opções, como saber que a pessoa, emprego, estrada é a the one?
A pessoa o quê? A pessoa, o emprego, tipo, o caminho é the one. Tipo, é aquele que você deve seguir. Como saber? Não tem como saber, amor. Não tem. A vida é feita de ponto de interrogação. Tipo, a gente não sabe. A gente tem que arriscar, entendeu? Não tem. Infelizmente, é uma certeza que a gente não tem. É, eu acho que hoje é muito difícil a gente lidar com isso. Porque a gente é muito controlador. Então, acho que as pessoas são muito controladoras.
E eu acho que a gente tá tomando essas decisões importantes com um pouco mais de maturidade. Então assim, quando as pessoas casavam com 18 anos, você nem pensava se era de um ano ou não. Você tinha certeza. Ou senão, a sua cultura não era aquela. Tipo, ah, você só casava porque tinha que casar, você não era tão apaixonado assim. Agora, acho que tem muita essa cobrança. Porque, por exemplo, a gente tá casando mais tarde. Então tem… Nossa, eu passei 30… Você tem que ter certeza, né?
Tipo, eu passei 35 anos, passei 40 anos. Então, agora eu tenho que ter realmente certeza, entendeu? Então, eu acho que tem essa cobrança ainda maior. Porque a gente tá fazendo essas grandes, tomando essas grandes decisões, um pouco mais velhas. Coisas que nem passavam. Tipo, acho que quando antes as pessoas casavam mais cedo. Tipo, ah, o trabalho é porque meu pai trabalha com isso. Não precisa ser o trabalho que vai me fazer feliz. Entendeu? Eu acho que era muito mais assim, ah, só vai.
Agora, eu acho que a gente tem essa dúvida, porque realmente são muitas opções. E porque a gente toma essas decisões mais velhos. Mas eu acho que não tem muito... Não tem como você ter uma certeza. Não tem. Não tem. Se alguém falar que tem, não tem. Óbvio, às vezes você pode sentir uma coisa diferente. Mas assim, sentimento só? Não sei. É que eu sou muito racional, assim, entendeu? Eu acho que...
Sabe, eu acho que não é que tem uma lista ali, entendeu? É, a única coisa que eu acho que pode te ajudar… Tem que check, mas… Mas algumas coisas podem ajudar. Eu acho que uma coisa pode ajudar. Se tá muito difícil, não insiste. Isso pode ajudar. Pode.
Porque às vezes a pessoa tá tentando um relacionamento, tá tentando um trabalho. E tá muito difícil. Tá tipo, cada hora acontece assim, sabe? Não dá certo. É um relacionamento que já tá abalado. Tá muito difícil. A coisa não tá flowing, entendeu? É, não tá. Eu acho que talvez não insistir. Daí, talvez não é pra você. Entendeu? Mas quando a coisa flow, vai...
Eu acho que pode ser um indício. Quando a coisa vai mais leve. Não, e assim, sabe? Também não é um conto de fadas, entendeu? Eu acho que assim, ai, você não vai… É como eu falei, assim, nossa, você não vai amar loucamente o seu trabalho, talvez. E você não vai também, tipo, ficar 100%… C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C
Bem com aquela pessoa 24 horas por dia. Vão ter brigas, vão ter momentos difíceis também, entendeu? Só que não é por isso que você não vai casar. É isso que eu tô falando, assim. Eu acho que esses momentos também são importantes, entendeu? Então, eu acho que não precisa ser tudo perfeito. Mas eu acho que…
Eu acho que tem certas coisas que você sente mesmo. Tipo, não tá rolando isso aqui, entendeu? É... Eu acho que quanto mais você se conhece, eu acho que fica mais fácil também. Sim. Né? De você entender o que é pra você ou não. Mas sempre vai ter dúvida, gente. A vida toda, tipo, você vai ter, entendeu? Com várias outras coisas. Só vão surgir mais e mais dúvidas. E assim, eu acho que você tem que ir, entendeu? Não tem jeito. Exato.
Bom, gente, a gente vai finalizar, porque senão minha casa vai cair. Você não tem noção do que tá acontecendo. Não, o que tá acontecendo? Eu tô com medo, sei lá fora. Mas a gente vai fazer os... Vamos pros quadros, né? Vamos. De repente, Geek? Então, eu assisti um filme, aquele filme da Zendaya e do Robert Pattinson. E aí? E aí? Ai, eu quero muito ver onde você viu. Muito legal. Eu vi no...
Naquele aparelho. Eu não posso falar. Que não é muito recomendado. Entendi. Sabe? A gente pode falar isso? Ué, gente. Todo mundo tá sabendo. Tá bom. Enfim. É muito legal. Meu, eu gostei. Sabia? Eu achei que o Lipo gostou também. Nossa, eu tô louca pra Chico. Eu mais ou menos sei os spoilers. Eu posso falar? Eu gostei.
Porque não é um remake, tipo assim... Querendo ou não, é uma ideia original, entendeu? Assim, tem algumas coisas polêmicas e tal, mas também, tipo assim, ai, gente, é uma história, entendeu? É isso que eu acho que o nosso episódio próximo... Vocês vão entender, porque a gente tá meio com bode disso. Mas assim, eu acho que tá uma crise, assim, em Hollywood e...
É um roteiro original, entendeu? Eu achei interessante. Não é um filme, nossa, não vai ganhar o Oscar. Não é esse tipo, mas assim... Eu achei interessante, entendeu? Tipo, o plot, sabe? Eu achei, assim, legal. Você quer saber sobre o que é? Você sabe, né? Mas conta pras pessoas. Então, é um casal que eles vão casar.
E eles estão ali num jantar com os amigos, tá? Gente, isso aparece no trailer, tá? Não é um spoiler. Eu não vou falar o que ela falou. Mas eles começam, ah, qual foi a pior coisa que você já fez? E daí, tipo, tava todo mundo meio bêbado, daí cada um conta e ela fala uma coisa que é bem bombástica e que o futuro marido fica meio, tipo assim, meu...
Como assim, entendeu? Eu conheço essa pessoa ou não? E daí tem essa coisa antes do casamento, assim, dias passam, que ele fica, assim, completamente neurótico com isso, e pensando se ele vai realmente casar com a pessoa certa, entendeu? Assim, há dias do casamento. Acho que tem a ver com a última pergunta. Não, não é... É, mas assim, é meio... Sabe, tem umas coisas meio... Tipo, é um drama, como o...
O título diz, mas ao mesmo tempo tem algo meio cômico, sabe? Então, assim, eu achei interessante. E os atores são muito bons, né? Eu amo a Zendeia. Amo.
Sabe o que eu assisti esses dias? Valor Sentimental. Amei. Eu amei. Nossa, amei esse filme. Nossa, eu amei. Eu assisti no avião. Nossa, incrível, eu chorei. Eu chorei também, eu achei um filme muito bom, que aborda… Ah, gente, é um filme norueguesa, então é um filme mais lento e tudo. Mas aborda… É um drama familiar, então aborda situações familiares, né? E laços familiares complexos, difíceis. Acho que os personagens todos…
Não são perfeitos. É, tem uma... Na verdade, assim, eu acho que o centro do filme é a relação das irmãs, na verdade. Sim. Mas tem... Elas têm, né... Tem o pai. O pai também. Uma relação bem abalada com o pai. Mas acho que no final das contas, assim, é essa relação entre as duas irmãs. Que viveram situações familiares difíceis. Enfim, agora elas já são adultas. Mas assim...
Tem a Elle Fanning, né, também no filme. Tem, interpreta uma atriz americana no filme. E eu amei também. Mas achei um filme muito lindo, assim, bonito. Um filme bem filmado. Eu gostei bastante. Também não é um remake, não é um filme… É um filme que tira um pouco da zona de conforto, porque é norueguês. É, eu tô valorizando isso ultimamente. É, eu tô valorizando isso ultimamente também. Não dá pra você ver com o celular, porque é norueguês, né.
Então, você tem que realmente prestar atenção. É um filme mais lento, que te coloca pra pensar. Então, acho que vale a pena. Sim.
Vamos pro De Repente Fofoqueira? Vamos. Ana, você odeia fofocas brasileiras, mas a gente vai ter que falar de Vini Júnior. Vini Júnior da Virgínia. E Virgínia, o que você achou dessa separação? Eu acho que eles vão voltar. Eu tô apostando que eles ainda voltam na Copa. Você acha? Acho.
Gente, eu não sei o que dizer sobre esse casal. Porque assim, elas são... A distância é difícil aquelas. Mesmo que você tenha um dietinho... Sim, com três filhos. Eu acho que não é uma relação fácil. Não tá fácil com jogador de futebol. Sim, não é o melhor dos mundos, né?
É, e eu acho que assim, né, e acho que eles começaram ele traindo também, não é uma história assim? É, tipo, gente, já começou mal, entendeu? Porque ele já tinha traído uma vez, então ela sabia muito bem onde ela tava se enfiando, né? Tipo, o cara, entendeu, já traiu, sei lá, primeiras semanas. Daí ela fala, ah, mas nem era sério, tipo, não era sério ainda. Parece que eles não estavam namorando, mas enfim, né? É.
Tá. E daí, eles estavam super apaixonados e tal. Mas assim, eu achei bizarro. Porque assim, um minuto ela tava num jogo dele, tirando foto. Daí no outro terminou. Mas daí, tipo, foi uma traição, né? É que é tudo muito midiático, né? É muito rápido, né? Eu acho que, felizmente, assim, quando a coisa vira muito midiática...
Perde um pouco, assim, até a capacidade de você criar laços com a pessoa, né? Assim, um relacionamento à distância, que já é mais difícil de você criar laço.
E daí tudo muito na mídia, né? Pessoas muito famosas e que postam muito sobre o relacionamento. Então é isso. Ai, terminou, né? Esperou um tempo pra, tipo, digerir, conversar. Já posta, já pra todo mundo. Porque também, se não ia vazar, devia ter algum motivo, assim, também. Então, assim, é uma relação já complicada, né, gente? Mas a gente tá esperando aí na Copa. Vamos ver, gente. Gente, aquele post que ele fez... Ele fez o post. Fica bem, aham.
Mas ele nunca faz post-bol, não. Meu Deus do céu. Ele não é legal, bom com as palavras. Não. Não. Ele é bom com a bola, assim, com os pés, talvez. Eu acho que, realmente, com as palavras não é o forte. Não é o forte. Não é o forte. E daí o Zé Felipe meio que comentou, acho que numa foto dela. Parece que eu vi agora pouco. O que ele comentou numa foto dela. Ai, fica bem. Tipo, meio tirando… parece meio tirando sarro, entendeu? Porque esse fica bem foi assim…
Mas enfim. Fica bem. Mas sabe, tipo, eu não entendo, sabe? Manda um WhatsApp pra ela. Não precisa escrever lá. Mas sabe, é tudo muito... É, daí é... Sabe? Tem que postar pra todo mundo ver e sei lá. Eu não entendo como o relacionamento pode dar certo, assim, entendeu? Mas eu acho que talvez eles voltem na Copa. E quem está mais, assim, animada pra ver, assim, na Copa, Nana?
De namorada dos jogadores. Hã? De namorada dos jogadores dos jogos, com os looks. Meu, a do Neymar. Nossa, ela usa uns looks super bonitos. Super bonitos. Hã? A do Neymar, que agora o Neymar vai pra Copa final. A Bruna Biancardi, eu acho que ela é linda. A Bruna Biancardi, ela é linda, linda, linda. Acho que ela é maravilhosa. Quem mais? Eu não conheço muito. Tem uma que chama Carol Cabrino, que ela usa umas roupas dela. Ela é super bonita também. Sério? Sim, eu não sei o nome do jogador que ela é casada, mas assim…
É do Brasil. Eu tô super por fora de futebol, gente. Eu sempre gostei de futebol, mas agora eu tô por fora. Não tem dos outros países também? Não tem do futebol? Não tô sabendo. Não, não. É que elas usam meio que a camiseta do jogo também, né? É um pouco chato isso, gente. Entendeu? E às vezes, tipo... É. Verdade. Não sei. Não sei. Pode ser que a Virgínia esteja lá. Vamos melhorar esses looks, meninas. Olha, eu tô doente.
Vamos melhorar esses looks, pessoal? Não só camiseta, a gente quer ver look. A gente quer ver entrega. A gente quer ver isso, igual a Taylor, quando ela vai nos jogos do Travis. É verdade, a Taylor C. Ela serve, entendeu? Então a gente quer ver isso. Sabe, o futebol não tá tão legal ultimamente. Então a gente quer ver look, a gente quer ver tendência. A gente quer ver…
Sei. A gente quer ver isso. Né? Sim. Legal. Por favor. Bom, então é isso, gente. Espero que vocês tenham gostado do episódio de hoje. Um beijinho. Até a próxima.
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