Jesus, a esperança para o arruinado
Mc 5.1-20 | Tiago Souza | 03.05.2026
Tiago Souza
- O poder de Jesus sobre os demôniosReconhecimento da identidade de Jesus pelos demônios · O medo dos demônios de Jesus · A ordem de Jesus para os demônios saírem · A permissão de Jesus para os demônios entrarem nos porcos · A destruição da manada de porcos
- O homem possuído pela legiãoDescrição do homem possuído · O homem vivendo nos túmulos · A força e periculosidade do homem · A autoinfligência de ferimentos · A perda de dignidade e sanidade
- A esperança para os arruinadosJesus como a única esperança · A restauração da vida arruinada · A importância de não desistir das pessoas · O poder de Jesus para alcançar qualquer um
- A transformação do homem libertoO homem antes possuído e agora em perfeito juízo · O homem vestido e assentado · O homem proclamando o que Jesus fez por ele
- Lições sobre demônios e JesusO que os demônios podem fazer na vida de uma pessoa · O poder absoluto de Jesus sobre as forças do mal · Conhecimento teológico não salva ninguém · A importância de um encontro real com Jesus
- Seguir a JesusJesus atravessando o mar agitado · O amor e a misericórdia de Jesus · O compromisso de Jesus com o homem possuído
- A região dos Gerazenos/GadarenosLocalização geográfica no Mar da Galileia · Decápolis, um conjunto de dez cidades gentílicas · A presença de túmulos e cemitérios
- A oração finalLouvor a Deus pelo privilégio de estar em Sua casa · Pedido por poder e autoridade na palavra · Pedido por bênção, edificação e fortalecimento da igreja
Som. Boa noite, irmãos. Boa noite para você que nos visita nessa noite. Graças e paz a todos. Você já viu uma pessoa arruinada? Alguém cuja vida foi tão quebrada e tão destruída que aos olhos humanos parece não haver mais solução.
Você já viu alguém assim? Será que existe esperança para essa pessoa? Abram comigo em Marcos capítulo 5. Marcos capítulo 5. Nós vamos ler dos versículos 1 ao 20. Marcos capítulo 5.
dos versículos 1 ao 20. Eu vou ler com os irmãos na Nova Almeida e atualizada. E ela diz assim. Jesus e os discípulos chegaram a outra margem do mar, a terra dos gerazenos. Ao desembarcar, logo um homem possuído de espírito imundo veio dos túmulos ao encontro de Jesus.
Esse homem vivia nos túmulos e ninguém podia prendê-lo, nem mesmo com correntes. Porque tendo sido muitas vezes preso com correntes e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele e as correntes foram despedaçadas. E ninguém conseguia dominá-lo. Andava sempre, de noite e de dia, gritando por entre os túmulos e pelos montes, ferindo-se com pedras.
Quando de longe viu Jesus, correu e prostrou-se diante dele, gritando em alta voz, o que você quer comigo, Jesus, filho do Deus Altíssimo? Por Deus, peço-lhe que não me atormentes. Ele disse isso porque Jesus tinha dito a ele, espírito imundo, saia desse homem. Então Jesus lhe perguntou, qual é o seu nome? Ele respondeu, legião é o meu nome, porque somos muitos. E pediu-lhe com insistência que não os mandasse para fora do país. Ora,
Uma grande manada de porcos estava pastando ali pelo monte. E os espíritos imundos pediram a Jesus, manda-nos para os porcos para que entremos neles. E Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos, entraram nos porcos. E a manada, que era cerca de dois mil, precipitou-se desse penhadeiro abaixo para dentro do mar, onde se afogaram. Os que tratavam dos porcos fugiram e foram anunciá-lo na cidade e pelos campos.
Então o povo saiu para ver o que tinha acontecido. Aproximando-se de Jesus, viram o endemoniado, o que antes estava dominado pela legião. Assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram. Os que haviam presenciado os fatos, contaram-lhes o que tinha acontecido ao endemoniado, e também falaram a respeito dos porcos. E começaram a pedir com insistência que Jesus se retirasse da terra deles.
Quando Jesus estava entrando no barco, aquele que antes estava possuído pelos demônios pediu com insistência que Jesus o deixasse ficar com ele. Jesus, porém, não o permitiu. Ao contrário, ordenou-lhe, vai para sua casa, para os seus parentes e conte-lhes tudo o que o Senhor fez por você e como teve compaixão de você. Então ele foi e começou a proclamar em Decapolis tudo o que Jesus lhe tinha feito. E todos se admiravam.
Vamos orar mais uma vez. Senhor nosso Deus e Pai, nós te louvamos pelo privilégio que o Senhor tem nos dado a Deus, de mais uma vez estarmos aqui, Senhor, em Tua casa, de louvarmos ao Senhor, de engrandecermos ao Teu nome e de agradecer-lhe por tudo que o Senhor já fez, faz e fará em nossas vidas.
Pedimos ao Senhor agora que nos fale com poder e com autoridade. Pedimos ao Senhor que glorifique o nome de vosso Filho Jesus Cristo. Ao mesmo tempo que o Senhor abençoa, edifica e fortalece a tua igreja. É a nossa oração em nome de Jesus. Amém. Era fim de tarde. Já estava ficando escuro.
Uma forte tempestade. Um cemitério escavado por entre as rochas. Silencioso. Sombrio. Assustador. E de repente um grito. Um grito que ecoava por entre os túmulos. Um homem completamente fora de si. Endemoniado.
correndo em direção ao barco. Foi a ideia de Jesus atravessar o lago. Foi a ideia dele. Em Marcos, no capítulo 4, no versículo 35, a NVT vai dizer desse jeito. Ao anoitecer, Jesus disse aos discípulos, vamos atravessar para o outro lado. Eles atravessaram a tempestade.
E o texto não diz quanto tempo levaram para fazê-lo. Provavelmente já estava amanhecendo, quando Jesus e os discípulos chegaram a outra margem. Depois de uma assombrosa tempestade, Jesus chega a um lugar deserto e cheio de cavernas. Ele desembarca num cemitério. Onde talvez houvesse corpos expostos.
Certamente alguns em decomposição. A verdade é que o lugar em si já colocava medo nos mais corajosos. Imagine chegar num lugar desses e ser recepcionados por demônios. Por uma legião inteira. O milagre que nós estamos prestes a explorar nesse capítulo é um dos milagres mais fascinantes.
e detalhados, em relação a expulsão de demônios, que podemos ver nos Evangelhos. Nada semelhante a essa demonstração de poder, sobre os demônios, foi registrado nas Escrituras. Este é provavelmente, o encontro mais extremo, com os poderes sobrenaturais das trevas, em toda a Escritura. É uma história cheia de detalhes.
Todos os casos semelhantes no Novo Testamento, nenhum ficou tão plenamente descrito quanto esse. Esse milagre é tão importante que o Espírito Santo levou os três evangelistas a escrever sobre ele. Mas ninguém fez isso de uma maneira tão completa e tão minuciosa quanto Marcos. Ele dedicou em seu Evangelho 20 versículos para descrevê-lo. 20 versículos.
Por que ele fez isso? Para mostrar aos seus leitores, cristãos gentios, que estavam em Roma, que Jesus é de fato o Filho de Deus. Essa passagem responde a uma pergunta muito importante. Muito importante. Existe esperança para alguém completamente arruinado?
Existe esperança para alguém completamente destruído e com a sua vida devastada? Antes, porém, de respondermos a essa pergunta, vamos responder outra. O que esse milagre nos revela a respeito de Jesus? O que esse milagre nos revela a seu respeito?
É interessante que os próprios discípulos, os próprios discípulos que andavam diariamente com ele, não sabiam tudo a respeito dele. Prova disso é que na passagem passada, eles ficaram admirados pelo fato dele ter acalmado uma tempestade. Eles ficaram perplexos com o seu poder. Olha como termina o capítulo 4, olha o último versículo do capítulo 4, olha como termina.
E eles, possuídos de grande temor, diziam uns aos outros, Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? O curioso é que os discípulos ainda não o conhecem totalmente. Não sabem quem ele é em sua plenitude. Os discípulos não sabem. Mas os demônios reconhecem a identidade de Jesus.
Os demônios sabem que Jesus é o Filho de Deus. E essa é a primeira coisa que essa passagem nos revela a seu respeito. Essa passagem também nos revela o seu intenso amor. O intenso amor que Jesus tem pelas pessoas. Pelos seus. E esse tremendo amor nós podemos ver claramente aqui nessa passagem.
Por que ele quis atravessar o lago? Por que Jesus propôs essa viagem? Tudo indica que essa viagem não foi por acaso. E certamente não foi. Porque havia um homem do outro lado do lago que precisava de ajuda. Todos já haviam desistido desse homem. Todos. Menos Jesus. Jesus queria ver esse homem.
Jesus queria falar com ele, conhecê-lo pessoalmente. Aquela viagem foi intencional. Foi intencional. Não tem como você olhar às vezes para alguns textos das Escrituras e não se emocionar com tamanho amor. Com tamanha misericórdia. Esse homem não estava procurando por Jesus.
Ele não estava procurando por Jesus como o centurião romano estava. Ele não estava perguntando por Jesus como os gregos estavam. E ele não estava clamando por Jesus como o cego Bartimeu estava. Pense nisso.
Depois de ensinar a beira-mar. Depois de realizar curas. Depois de repreender os fariseus. E de ter sido escarnecido por seus inimigos. No fim da tarde. Já cansado. Tanto é que ele dormiu no barco enquanto eles atravessavam a tempestade. Já cansado. O que é que estava no coração do mestre? Não podemos esperar mais. Vamos para o outro lado do lago. Eu tenho um compromisso marcado.
Tem alguém do outro lado do lago que precisa de mim. E nenhuma tempestade vai me deter. E agora então, Jesus atravessa o mar agitado e vai ao encontro de um homem mais agitado ainda. Ele enfrentou a fúria do mar e agora vai enfrentar a fúria desse homem possesso.
Esse mesmo Jesus que fez isso por esse homem, é o mesmo ontem, hoje e o será eternamente, nos diz o autor de Hebreus. Ele não mudou. O nosso Deus é imutável. O que Jesus estava mostrando aqui para os seus discípulos naquela época.
E também nos mostra nesta noite, é que Ele, e somente Ele, é a esperança para uma vida arruinada. Para uma vida destruída. Somente Jesus. Muitos de nós já vimos, infelizmente já vimos. Pessoas arruinadas, humanamente falando.
Quando eu morava no Canadá, eu costumava passar por uma rua chamada Hastings Street. Oh, man. Que rua. Era a Cracolândia de Vancouver. Cracolândia.
Mortos vivos, zumbis, pessoas literalmente destruídas pelas drogas, caídas, deitadas na calçada como se estivessem mortas. Outras andando de um lado para o outro, sem rumo, escravas das drogas, sem saúde física, sem saúde mental, sem dignidade, vestida de trapos, um show de horrores. Uma situação lamentável.
A mensagem dessa noite nos mostra o poder de nosso Salvador em resgatar e restaurar uma vida completamente arruinada. Completamente nas trevas. Essa passagem foi escrita para que você e eu tenhamos esperança. Muitas são as lições que podemos aprender com essa passagem.
mas eu quero destacar com vocês aqui nesta noite somente três, ou melhor, duas, porque uma vai ficar para a semana que vem. E a primeira lição que essa passagem nos ensina é sobre o que os demônios podem fazer na vida de uma pessoa. O que os demônios podem fazer na vida de uma pessoa. Nós podemos ver isso dos versículos 1 ao 5, mas comecem comigo dos versículos 1 e 2.
Versículos 1 e 2 diz assim, Jesus e os discípulos chegaram a outra margem do mar, a terra dos gerazenos. Ao desembarcar, logo um homem possuído de espírito imundo veio dos túmulos ao encontro de Jesus. Há duas observações importantes aqui que eu quero chamar a atenção dos irmãos. Duas observações importantes. Primeira.
Marcos e Lucas vão dizer que Jesus e os discípulos chegaram do outro lado do mar, a região dos Gerazenos. Mateus vai dizer que eles chegaram à região dos Gadarenos. Não há problemas e nem contradição aqui.
havia duas cidades importantes localizadas naquela mesma região do lado leste do Mar da Galileia, Gerasa e Gadara. Os autores estão falando da mesma região em geral. Ambas faziam parte da Decápolis, que era um conjunto formado de dez cidades gentílicas. Não há contradição aqui. Segunda observação.
Assim que Jesus e seus discípulos saem do barco, Marcos e Lucas registram que ele é recebido por um homem, com espírito imundo. Mateus registra que eram dois homens com espírito imundo. Também não há problema e nem contradição aqui. Os comentaristas bíblicos, eles explicam que provavelmente havia dois homens, como Mateus registra.
Marcos e Lucas provavelmente focaram em um homem, porque ele era o mais forte e o líder entre eles. E também porque ele foi o foco principal do que aconteceu naquele dia. Portanto, não temos contradição e nem problema nenhum aqui. O que temos aqui nesse episódio é que ao desembarcar,
Jesus e os seus discípulos são recepcionados por um homem possuído de um espírito imundo, ou melhor, uma legião deles. Eles são recepcionados por um homem que vivia nos túmulos, que desce correndo a encosta à margem do lago para encontrá-los. Esse homem não estava ali de passagem. Ele não estava ali visitando um túmulo de um amigo falecido.
Ele não estava ali colocando flores do lado de fora da caverna, de um parente querido. E ele não estava fazendo um tour pela região, pelo cemitério. E depois iria embora para sua casa. Não. O texto diz que ele vivia nos túmulos. Era ali a sua residência. Ele morava ali. Os túmulos daquela época eram pequenas cavernas, que as pessoas faziam nas paredes.
Quando alguém morria, eles colocavam o morto nessa caverna e rolavam uma pedra para tampar o buraco. Esse também seria o local comum de um indivíduo perturbado. Insano. E possuído por demônios. Era o caso desse homem. Ele estava possuído por demônios. E foi conduzido por estes espíritos imundos para fazer a sua morada entre quem?
entre os mortos. Quem? Se não os próprios demônios, levaria alguém para o cemitério à noite para fazer ali a sua cama. Quem? Se não os próprios demônios, levaria alguém para fazer daquele lugar a sua habitação. Removê-lo completamente do mínimo existencial. E fazer de seu lugar de descanso entre os cadáveres. Seus vizinhos agora são esqueletos.
Mortos em decomposição. A situação desse homem era muito ruim. A situação dele era tão severa que não havia uma luz no fim daquela caverna para ele. Não havia mais esperança. A não ser a morte. Era só uma questão de tempo. A morte o aguardava de braços abertos.
Pense comigo por um momento. O que é que esse homem tinha a perder? Ele já perdeu tudo. Sem família, sem amigos, sem parentes, sem dignidade, sem nada.
Os familiares já haviam desistido dele e provavelmente viviam na expectativa de alguém um dia bater na porta de suas casas e anunciar que esse pobre homem finalmente descansou. Imagine viver numa situação dessas. Imagine agora que essa pessoa é um conhecido seu. Um amigo de infância. Um parente chegado ou alguém de sua própria família.
misericórdia. Ou como diriam os meus irmãos e amigos pentecostais, o sangue de Jesus tem poder. Continue comigo nos versículos 3 e 4, e vocês vão perceber que a situação piora. Versículos 3 e 4.
Esse homem vivia nos túmulos e ninguém podia prendê-lo. Nem mesmo com correntes. Porque tendo sido muitas vezes preso com correntes e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele. E as correntes foram despedaçadas e ninguém conseguia dominá-lo. Os demônios não queriam apenas destruí-lo. Eles faziam com que ele fosse literalmente uma ameaça a todos. Ele era um tormento.
Esse homem era extremamente perigoso. Extremamente perigoso. Quando você lê Mateus no capítulo 8, no versículo 28, você vê que eles eram tão furiosos que ninguém podia passar por aquele caminho. Se você ousasse passar por aquele caminho, você teria problemas com ele. Sérios problemas. Provavelmente você teria que fazer uma jornada diferente, talvez até mais longa.
Somente para evitar passar por aquele caminho. Independente do que ele fazia, ele tornava a vida de outras pessoas mais difícil. Ele era um problema para a sociedade. Por isso as pessoas o isolavam. Elas o prendiam como um animal selvagem, na tentativa de controlá-lo, mas sem sucesso.
Ele despedaçava as cadeias e grilhões como se fosse um herói das histórias em quadrinho. Claro que ele fazia isso porque estava possesso por demônios. Essa força não era dele, mas dos demônios. Por isso não é impressionante que as pessoas tivessem desistido dele com tanta facilidade. Elas temiam por suas próprias vidas. Elas temiam.
por suas próprias vidas. E aqui nós aprendemos, irmãos. Nós aprendemos que alguns problemas não se resolvem com soluções humanas ou na força do homem. Alguns problemas não se resolvem com cadeias ou remédios. Alguns problemas somente se resolvem na força e no poder de Deus.
Somente na força e no poder de Deus. Pense na morte. Somente o poder de Deus pode resolver. Pense no perdão de pecados. Somente o poder de Deus pode resolver. Pense na possessão demoníaca. Pense na conversão de uma pessoa. Somente o poder de Deus para fazer isso. Fica evidente nesse caso que trata de forças demoníacas.
Mas existem pessoas aí fora que não estão endemoniadas. Mas estão sofrendo terrivelmente com o poder e com a força do pecado na vida delas.
Pessoas ao redor do mundo presas às drogas. Pessoas ao redor do mundo presas ao álcool, aos vícios, à prostituição, à imoralidade sexual. Coisas nas quais um dia elas experimentaram pela primeira vez só para desafogar, só para desestressar, só para conseguir certo alívio para o que elas estavam passando no momento. E que no final das contas, é exatamente isso que está destruindo a vida delas.
Alguns problemas, meus irmãos. Alguns problemas não se resolvem na força do homem. Mas somente na força e no poder de Deus. Qual é o problema que você está enfrentando nessa noite? Qual é o teu problema? Como se não bastasse tudo isso que já vimos.
O texto continua. E a situação desse homem vai piorar um pouco mais. Um pouco mais. Observe comigo o versículo 5. Versículo 5. Andava sempre, de noite e de dia, gritando por entre os túmulos e pelos montes, ferindo-se com pedras. O texto nos diz que ele andava sempre. Sempre.
de noite e de dia. Como é que ele andava? Gritando por entre os túmulos e por entre os montes. Fazendo o quê? Ferindo-se com pedras. Provavelmente estava cheio de feridas. E cicatrizes por todo o corpo. Desfigurado. Irreconhecível. Imagine uma pessoa assim.
que além de tudo que perdeu, além de tudo que perdeu, ainda se machuca com pedras. Se alguém atirar uma pedra em você, eu tenho certeza que você vai desviar. Sabe por quê? Porque nós temos em nossa natureza esse senso de autoproteção e de amor próprio. Em regra, ninguém odeia a sua própria carne, mas cuida dela e a protege. Mas nesse homem, até isso, os demônios tiraram dele. Até isso.
Agora me digam, que tipo de futuro tem uma pessoa dessas? Esse homem não precisa de inimigos, ele é literalmente o seu próprio inimigo. O risco de suicídio aqui é iminente. Ele pode se suicidar a qualquer momento. Eu fico pensando o que estava acontecendo internamente nesse homem.
Isso não era esquizofrenia. Isso não era doença mental, como muitos podem pensar. Isso era demônio. E era uma legião inteira. E essa legião estava dentro dele. Era algo sobrenatural. E você só combate algo sobrenatural com outro sobrenatural. Jesus Cristo. Jesus Cristo. Agora, contemplem esse homem.
Contemplem esse homem. Façam um exercício comigo. Contemplem esse homem que o Espírito Santo nos apresenta aqui. Um homem extremamente perigoso. Com uma legião de demônios dentro dele. Desfigurado. Nú. Cheio de feridas e cicatrizes.
Ele não tem um pingo de decência. Ele não tem um pingo de dignidade. E todos que o conheciam, tinham medo dele. Família, amigos, parentes. Todos se foram. Desistiram dele. Um homem que se sente mais à vontade com os mortos.
do que com os vivos. Aliás, ele é uma ameaça aos vivos. Um monstro. Um vislumbre do inferno. Você consegue visualizar esse homem? Você consegue visualizá-lo? E sentir as trevas em torno dele? E dentro dele? Conseguem?
Mas uma coisa aconteceu. Uma coisa aconteceu. Até que nós vimos o poder devastador e destruidor dos demônios. O poder de Satanás. Mas a partir de agora nós vamos fazer uma transição para um outro tipo de poder.
Jesus entra em cena, Jesus se manifesta, e para isso foi manifesto o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo. 1 João 3, 8. E aqui nós entramos no segundo ponto dessa noite. Segundo ponto dessa noite. O poder absoluto de Jesus sobre as forças do mal. O poder absoluto de Jesus sobre as forças do mal. Me acompanhe dos versículos 6 ao 8.
Versículo 6 ao 8. Quando de longe viu Jesus correr e prostrou-se diante dele, gritando em alta voz. O que você quer comigo Jesus, filho do Deus Altíssimo? Por Deus peço-lhe que não me atormentes. Ele disse isso porque Jesus tinha dito a ele, Espírito imundo, saia desse homem. Eu tenho certeza que vocês já leram essa passagem várias vezes. Já pararam para imaginar a cena?
Às vezes eu me coloco no texto e me vejo escondido por trás das cenas. Em passagens narrativas como essa, eu gosto de fazer esse exercício. Jesus e seus discípulos chegando de barco, e o demoniado olhando de longe, por entre os montes de areia e por entre as árvores. Talvez ele estivesse escondido atrás de uma árvore, vendo o barco se aproximar.
Assim como ele fazia com outros barcos que se aproximavam. Acompanhava até certo ponto e quando desembarcavam, ele logo vinha correndo e gritando. Agora imagine o terror de ouvir o som de uma legião de demônios vindo em sua direção. Gritando para te assustar e fazer com que vocês fossem embora daquele lugar o mais rápido possível. Imaginem o susto dos discípulos. Imagine a reação deles.
Eles não estavam esperando por isso. Eles ainda estavam perplexos por causa do milagre que eles acabaram de ver de Jesus acalmar uma tempestade. Certamente eles levaram um susto e ficaram com medo. Mas havia um homem descendo daquele barco que era diferente. Ele não tinha medo de demônios. É provável que os discípulos ficaram com medo. Mas Jesus não. Ele não tinha medo de demônios.
Pelo contrário, os demônios tinham medo dele. E quando esse homem, possesso pela legião, se aproximou de Jesus, ao invés de assustá-lo e gritá-lo e botá-lo para correr, o texto diz que ele correu e se prostrou aos pés de Jesus. Ele acabara de ver alguém que ele conhecia milhares de anos. Perceberam algo maravilhoso aqui?
A NAA vai dizer que os demônios se prostraram. A revista atualizada vai dizer que eles o adoraram. A NVT vai dizer que eles se curvaram. E a ISV vai dizer que eles caíram de joelho. A palavra grega usada aqui é proskuneo. E significa adorar, demonstrar submissão, mostrar respeito a alguém que é maior que você.
Ninguém podia fazer esse homem se curvar. Ninguém podia contê-lo. Ninguém. Mas a presença do Senhor Jesus naquele lugar o faz cair de joelhos. Aqui as trevas se dobram. Se dobram porque eles estão diante de alguém que é muito maior e mais poderoso do que eles. Eles estão diante de alguém que pode destruí-los a qualquer momento.
E eles sabem disso. O que as correntes e cadeias não puderam fazer para deter esse homem. Somente a presença de Jesus o fez. A presença de Jesus fez com que esse homem se curvasse. E agora então Jesus começa a dar ordem aos demônios para que saíssem desse homem. Espírito imundo, saia desse homem. E com isso, um diálogo se inicia.
O que você quer comigo, Jesus? Filho do Deus Altíssimo, peço-lhe por Deus que não me atormentes. Disseram os demônios a Jesus. O interessante aqui é que, aparentemente, a teologia desses demônios me parece melhor que a de muitos por aí. Olha o que eles fazem. Eles correm até Jesus.
Eles se prostram aos pés de Jesus? Eles respondem a pergunta que os discípulos fizeram no final do capítulo 4. Qual foi a pergunta mesmo? Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem? Eles respondem. Quem é este? Nós o conhecemos. Nós conhecemos esse homem.
Em Marcos no capítulo 1, no versículo 23, o demônio disse, nós sabemos quem tu és, o santo de Deus. E aqui eles dizem, ele é o filho do Deus Altíssimo. Eles conhecem e reconhecem a identidade de Jesus. E por último, eles sabem que serão atormentados para todos sempre. Eles sabem.
Você veio nos atormentar antes do tempo? Registra Mateus no capítulo 8, no versículo 29. Aparentemente, a teologia desses demônios é correta. Mas tem um detalhe aqui que nós não podemos esquecer. Tem um detalhe que nós não podemos esquecer. Por mais que a teologia desses demônios estivesse correta,
eles continuam sendo demônios. Eles continuam destinados à ira e ao lago de fogo e enxofre que Deus preparou para eles. E o que é que nós aprendemos aqui? Na verdade, nós não aprendemos. Mas apenas reforçamos o ensino que já sabemos.
que conhecimento teológico não salva ninguém. Ninguém. Os demônios têm conhecimento teológico e não são salvos. E nem podem ser. Nicodemus tinha muito conhecimento teológico. Era um mestre em Israel e não estava salvo. Jesus disse para ele, você precisa nascer de novo. E nós sabemos que mais na frente ele foi salvo.
Saulo de Tarso sabia muito a teologia. Se destacava entre os de sua época no judaísmo. Mas estava perdido. Até que teve um encontro real com Jesus. E foi salvo. Somente saber teologia não salva ninguém. Você precisa ter um encontro real com Jesus Cristo.
Você precisa nascer de novo. Você precisa crer na pessoa certa. Se submeter à pessoa certa e viver de acordo com a vontade dela. Jesus precisa ser na minha e na sua vida. Não somente o nosso Salvador, mas também o nosso Senhor. Amém, igreja? Versículo 9.
Então Jesus lhe perguntou, qual é o seu nome? Ele respondeu, Legião é o meu nome porque somos muitos. Por que Jesus perguntou o nome dos demônios? Por que Jesus perguntou o nome deles? Em regra, Jesus não dava ouvido aos demônios. Eles são mentirosos.
Em João, no capítulo 8, no versículo 44, Jesus fala que eles são mentirosos. Pai da mentira. Mas dessa vez ele abriu uma exceção. E ele abriu uma exceção não é porque ele não sabia. Não é porque ele era curioso. E muito menos para nos deixar um exemplo do que devemos fazer quando fôssemos expulsar o demônio de alguém. Não.
mas porque Ele queria que os seus discípulos vissem, Ele queria que os seus discípulos vissem a extensão do tormento da vida daquele homem. O que os demônios podem fazer na vida de uma pessoa. E Ele também queria que os discípulos visualizassem a grandeza de seu poder sobre os demônios, sobre as forças do mal. Legião, Legião é o meu nome porque somos muitos.
Legião era um termo militar, usado para identificar aproximadamente 6 mil soldados romanos. As legiões romanas eram temidas, temidas e conhecidas pelo seu alto poder de destruição, por sua força brutal e pelo poder arrasador que exercia contra os seus inimigos. Eles eram uma máquina de guerra.
Agora imagine o caos, imagine o terror e o poder de destruição que havia dentro desse homem. Mas sabe o que é interessante aqui? O interessante é que mesmo sendo uma legião, mesmo sendo um exército poderoso e temido das trevas, e mesmo estando em maior número, olha só o que eles estão fazendo. Eles não estão atacando Jesus.
Eles estão implorando, suplicando. Olhem comigo dos versículos 10 ao 12. Versículos 10 a 12. E pediu-lhe com insistência que não os mandasse para fora do país. Ora, uma grande manada de porcos estava pastando ali pelo monte. E os espíritos imundos pediram a Jesus, manda-nos para os porcos, para que entremos neles. O texto diz que eles pediram com insistência.
Uma legião de demônios suplicando diante de um homem. Isso nos mostra uma verdade poderosa. Uma verdade poderosa. Os demônios não podem fazer o que querem. Eles não podem fazer o que querem. Eles estão debaixo da autoridade e do poder absoluto de Deus. Assim como vemos no livro de Jó.
No capítulo 1, Satanás recebe permissão para tocar nos bens e na família de Jó, mas não nele. No capítulo 2, ele recebe permissão para tocar no corpo de Jó, mas não para tirar a sua vida. Aqui Jesus também lhes dá permissão. Podem ir, disse Jesus. Podem ir. Jesus poderia tê-los enviado para onde ele quisesse.
Os demônios sabem que estão diante de alguém que tem autoridade para enviá-los diretamente para o abismo. Mas eles queriam permanecer naquela região. E não muito longe dali, havia uma grande manada de porcos que pastava. E os espíritos malignos começaram a suplicar a Jesus que os enviasse para dentro dos porcos. E Jesus permitiu. Mas por que Jesus permitiu?
Por que Jesus não os mandou logo para o abismo? E a resposta para essa pergunta é a mesma para aquela outra pergunta que fazemos com frequência. Por que Deus não acaba com o mal hoje? Por que Deus não acaba com o mal hoje? Se Ele é tão poderoso assim como as Escrituras nos ensinam, por que Ele já não dá um fim nisso e acaba logo com tanto sofrimento?
Tantas coisas acontecendo ao redor do mundo que parecem sem explicação. Tanta injustiça, tanta corrupção, tanta violência, tanta gente inocente sofrendo. Tanta dor. Porque Deus não acaba logo com tudo isso. E eu confesso aos irmãos que eu não tenho a resposta exata para essa pergunta.
mas como a própria Escritura nos ensina. Há um tempo para todas as coisas debaixo do céu. Há um tempo para todas as coisas. Não era o momento nem o lugar apropriado na história da redenção para Jesus enviá-los ao abismo. Mas o tempo está chegando.
O dia da justiça está chegando. O tempo está próximo. Mas ainda não é agora. Ainda não é agora. Ainda dá tempo de você pôr em ordem o seu altar. Ainda dá tempo de você fechar as brechas do muro do seu coração.
E ainda dá tempo de muitos se renderem ao Senhor. Mas o tempo está próximo. Muito próximo. Agora, porém, os discípulos vão visualizar. Eles vão enxergar com os próprios olhos a força destrutiva das trevas. Eles vão perceber quantos demônios estavam dentro daquele homem. Me acompanhem no versículo 13. Versículo 13.
E Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos entraram nos porcos. E a manada que era de cerca de dois mil precipitou-se despenhadeiro abaixo. Para dentro do mar, onde se afogaram. Os espíritos imundos obedecem ao comando de Jesus e saem daquele homem. E de repente, aqueles animais entram em pânico.
A manada inteira começa a correr descontroladamente, levantando poeira. Os discípulos e os que estavam presentes olham assustados. Em poucos instantes, dois mil porcos se precipitam de espenhadeiro abaixo, caindo no mar e se afogando. Uma destruição completa. Completa.
É isso que os demônios fazem. Eles destroem, eles matam, eles são verdadeiros agentes do caos. Mas esse versículo também nos revela algo glorioso. Algo glorioso. A libertação desse homem. O grandioso poder de Jesus para libertar uma pessoa de milhares de demônios.
Enquanto dois mil porcos morrem, um homem é liberto. Um homem que vivia entre os túmulos. Um homem que vivia dominado por uma legião. Um homem que ninguém conseguia ajudar. Esse homem foi liberto e transformado pelo poder de Jesus. Hoje nós ouvimos pela manhã, a respeito das diferenças entre o justo e o ímpio.
Aqui nós temos um ímpio sendo transformado em justo pelo poder de Jesus. Pelo poder maravilhoso de Jesus. E para terminar, irmãos, para terminar eu separei mais duas reflexões práticas. E eu creio que o Senhor falará conosco através delas. Primeira.
Ninguém começa sua vida no cemitério. Ninguém começa sua vida no cemitério. Esse homem não nasceu lá. O quadro descrito nesta passagem é assustador. Nós não estamos falando de um filme de ficção científica. Isso daqui aconteceu e foi real. Quando olhamos para esse homem, o gadareno,
Nós não estamos apenas olhando para um personagem de narrativa bíblica. Nós estamos olhando para um retrato vivo do que as trevas são capazes de fazer na vida de uma pessoa. O diabo não cria nada. Ele não é um criador. Criar é obra de Deus. Satanás apenas corrompe, distorce e destrói.
Aquilo que Deus criou. E vejam o que as trevas fizeram na vida desse homem. Um dia ele foi uma criança. Amada. Desejada. E querida por seus pais. Um dia ele teve um pai. Teve mãe.
que o embalou com carinho no colo e muitas vezes o colocou para dormir. Um dia alguém sonhou com o futuro dele. Fizeram planos para a vida dele. Assim como nós fazemos planos para a vida dos nossos filhos. Mas olhem agora. Olhem para ele. Ele vive no cemitério.
Anda nu, gritando noite e dia entre os túmulos, se cortando com pedras, irreconhecível. As trevas roubaram tudo dele. Roubaram sua dignidade, roubaram sua sanidade, roubaram sua família, seus amigos, sua paz. As pessoas até tentaram ajudá-lo. O texto diz que o prenderam com correntes e cadeias, mas nada funcionava.
Nada funcionava porque existem problemas que não são apenas humanos. São espirituais. Existem cadeias que ferro nenhum consegue conter. Existem prisões que remédio nenhum pode curar. Há problemas que somente o poder de Deus pode resolver. E é exatamente assim que as trevas operam. Devagar.
em silêncio, sem alarde, até que um dia você olha para a sua vida e já não reconhece mais quem você se tornou. Mas essa história não termina no cemitério. Porque enquanto aquele homem gritava entre os túmulos, enquanto ele estava perdido nas trevas, Jesus estava em movimento.
Jesus estava atravessando o mar para encontrá-lo. E isso muda tudo. Isso muda tudo porque enquanto as trevas têm poder para destruir um homem, Jesus tem poder para restaurá-lo completamente e lhe dar vida. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. E isso nos leva para a segunda aplicação. E a segunda aplicação é essa.
Não desista das pessoas a quem você tem orado. Não desista. Todos haviam desistido daquele homem. Todos. A sociedade o isolou. A família provavelmente o abandonou. As pessoas apenas tentavam contê-lo, mas sem sucesso.
Jesus atravessou um lago inteiro e desembarcou naquela região por causa de um homem. Por causa de um homem. Você acha realmente que ele não tem poder para alcançar aquela pessoa a quem você tanto clama? Imagine a pessoa mais difícil de se converter que você já viu. Talvez nesse momento o rosto de alguém tenha vindo à sua mente. Veio a minha.
Talvez um filho, talvez um cônjuge que você vê se afastando cada dia a mais. Talvez um pai, uma mãe, um irmão, um parente querido, um chefe, um amigo.
Aquela pessoa teimosa, de coração endurecido, que parece não ouvir ninguém. Talvez alguém que já feriu muita gente, que já te feriu. Que talvez viva no vício, na rebeldia, no pecado. Uma pessoa que parece tão distante de Deus, que aos olhos humanos parece impossível de se converter. Em muitas reuniões de oração. Em muitas reuniões de oração.
As quartas-feiras nas casas ou aqui no templo, ouvimos repetidas vezes irmãos pedindo por seus familiares que ainda não foram salvos. Irmãos às vezes cansados e sem esperança de tanto clamar e não ver resultado. Talvez você já tenha chorado por essa pessoa. E hoje você continua orando, mas sem expectativa.
Essa palavra é para você. Essa palavra é para você. Você realmente acredita que existe alguém com um coração tão duro que Cristo não possa alcançar? Você realmente acredita que existe uma vida tão destruída que Cristo não possa restaurar? Será que o braço do Senhor ficou curto? Será que o poder do nosso Senhor diminuiu?
Haveria coisa demasiadamente difícil para o Senhor? Certamente não. Certamente não. Não existe coração tão duro que Jesus não possa quebrantar. Não existe uma vida tão perdida que Ele não possa restaurar. Talvez essa pessoa possa te dizer, eu não vou à igreja, eu não quero saber de Deus. Talvez você já tenha ouvido isso.
Não brigue com essa pessoa. E nem faça o papel do Espírito Santo. Leve essa pessoa até Jesus de outra forma. Leve em oração. Fale com Cristo a respeito dela. Clame por um momento verdadeiro entre essa pessoa e Jesus. Ainda que ela esteja presa em cadeias. Ainda que ela esteja afundada nas drogas. Na bebedice, no crime, na prostituição. Ainda que todos já tenham desistido dela.
Jesus não desistiu. Jesus não desistiu. Ele entrou no cemitério por causa de um homem. Você realmente acha que ele não entraria na história da sua família? Deus abençoe vocês. Que o Senhor nos abençoe. Vamos orar.
Senhor nosso Deus e Pai, nós te louvamos, Senhor, porque o Senhor é um Deus bom, o Senhor é um Deus misericordioso, o Senhor é um Deus que nos ama, o Senhor é um Deus que nos vê, o Senhor é um Deus que nos ouve, ó Pai, e o Senhor é um Deus que nos responde de acordo com a Tua vontade. Lhe pedimos, Senhor, que o Senhor nos ajude.
a vivermos de acordo com a Tua palavra, de acordo com a Tua vontade. Que possamos continuar, Senhor, seguindo em frente, olhando para Jesus, o autor e consumador da nossa fé.
Nos ajude, Senhor, em nossas orações. Restaura as nossas forças, Senhor. E salva, Senhor, os nossos familiares. Os nossos familiares que ainda não te conhecem, Senhor. Tenha misericórdia, ó Deus. Que o Senhor nos abençoe, nos guarde como igreja e continue glorificando a Cristo através da tua noiva, Pai. É a nossa oração a ti, em o nome de Jesus. Amém.