O pergaminho rebote dos caras | DC 334 - Leitura de Pergaminhos
🎧 No episódio de hoje do Dragão Careca: Algumas histórias simplesmente se recusam a terminar. Neste episódio especial de leitura de pergaminhos, recebemos atualizações de histórias que já marcaram a guilda, descobrimos as consequências de conselhos dados em episódios antigos, revisitamos previsões curiosas sobre tecnologia, videogames e inteligência artificial, além de reencontrar ouvintes que acompanham o Dragão Careca há anos. É aquele tipo de episódio que prova que toda piada pode voltar para cobrar seu preço... meses depois. 📜 Destaques do episódio: • atualizações de histórias clássicas da comunidade • o retorno de personagens conhecidos da guilda • previsões antigas sobre IA, games e tecnologia • respostas aos episódios anteriores • histórias que ganharam continuações inesperadas • muito caos, callbacks e humor sem filtro 🎮 Se você gosta de histórias engraçadas, cultura nerd, videogames, tecnologia e da participação da comunidade, este episódio é pra você. 📢 Já teve um pergaminho lido aqui? Conte o que aconteceu depois! Sua atualização pode aparecer em um próximo episódio do Dragão Careca.
🐉 Guilda do Dragão Careca 🐉: Torne-se um integrante da nossa guilda! Descubra sobre os cargos e recompensas clicando aqui
🏰 Site 🏰: Venha saber mais sobre a gente e nossas aventuras! Clique aqui!
✉️ Contato ✉️: contato@dragaocareca.com
🎨 Arte de Capa 🎨
Gabriel Moraes: [instagram]
🎵 Créditos das Músicas 🎵
Campfire song: [link]
✒️ Autores ✒️
Jhonatt Lima - Tiamat: [instagram]
Gabriel Moraes - Galdrim: [instagram]
Diego Broniszak - Troah: [instagram]
Eric Farias - Bron: [instagram]
Diego Broniszak
Eric Farias
Gabriel Moraes
Jhonatt Lima
- Atualização de clássicosAtualização do caso relatado no DC 311 · Experiência jogando Stop · Conselho para largar emprego e viver de arte · Previsões sobre o futuro dos games · Previsões sobre implantes cerebrais · Previsões sobre jogos AAA e IA · Previsões sobre GTA 7 · Previsões sobre metaverso
- Comunicação com a comunidadeLeitura de pergaminhos enviados por ouvintes · Atualizações de ouvintes sobre suas histórias · Ouvintes acompanhando o podcast há anos · Participação da comunidade nerd
- Nerdice e Cultura PopCallbacks e piadas que retornam · Humor sem filtro · Cultura nerd · Videogames · Tecnologia
- O Futuro da Economia e TecnologiaImplantes cerebrais com capacidade de smartphone · Realidade virtual e aumentada · Jogos criados com IA
- Recomendação de EpisódioRevisão do episódio DC 311 · Revisão do episódio DC 146 · Revisão do episódio DC 153 · Revisão do episódio DC 315 · Revisão do episódio DC 328 · Revisão do episódio DC 329
- Uso da palavra 'próximo'Crítica ao uso excessivo da palavra 'cara' · Defesa do uso da palavra 'cara'
- Discussão sobre Hérnia de DiscoExplicação sobre hérnia de disco · Diferença entre abaulamento, protrusão e extrusão discal
- Compensação em serviço vs. dinheiroSignificado de 'payoff' · Uso de 'payoff' em relação a investimento em educação
Outro homem dá o cardápio ali das toalhas.
Tá aqui, esse aqui, ó.
Cardápio de toalha, claro.
Eu vou escolher uma toalha mais macia.
Eu só sei que aquele pó que botaram na minha cara me deu vontade de espirrar, cara. Aquele pó rosa.
É, mas eles botaram a cor errada, botaram um rosa, não tá cara vermelho.
Que isso?
Para parecer mais jovem, né?
Não fica um degradê? Eu não fiquei tipo um Draconato kawaii de zu?
Sim, é estiloso.
Ah, então tá bom.
Não, pera aí que eu não entendi isso aí.
Te amar, senpai.
Quem diria que a gente ia estar num camarim se preparando para uma entrevista ao vivo, cara? Vocês têm coragem para isso ao vivo?
É, finalmente o Dragão Careca fazendo sucesso que merece, né?
Daqui já vamos pedir para o pessoal botar o camburão ali fora que a gente vai reto, né? Saindo do palco.
Para quem não tem preparo que nem eu, Sempre é ao vivo.
Eu tô acostumado a aparecer primeiro, né?
Primeiro entrar na nossa carona, depois.
Nossa, tem coisa para comer aqui, cara. Tem até um— olha isso aqui, um frigobar!
Olha isso, olha só!
Me dá uma comida ali, outro.
Não, mas frigobar não pode comer, é só o que tá dentro.
Não, mas olha essa latinha aqui, ó. Aqui tem— caraca, isso aqui eu vi na TV!
Olha isso, cara, é água.
Pois é, aquela garrafa de água de R$30.
Só vem com um negocinho para tu tirar de alumínio em cima.
Ela não tá na fonte, ela tá dentro de um recipiente, daí é diferente.
Entrevista ao vivo, mas a gente vai ter um script que tem que ler?
Eu não entendi. Pois é, eles deixaram aqueles papel ali para a gente decorar, que eu não entendi também.
Não, script é coisa do Robôbo lá.
Talvez a galera tenha tanto medo de cadeia quanto a gente, né? Talvez seja isso.
É que eu acho que tem que seguir um negócio, né, de protocolo, sei lá, tipo a pauta que a gente faz para os episódios. É, mas que tem que seguir.
Uma vez eu ganhei uma competição ali de melhor roteiro. Eu era o que arrotava mais alto.
Você parece burro!
Uma podcast, me lembro até hoje. Levei o troféu para casa.
Levou fugido, né? Porque não era sobre isso competição.
Aí eu vou pegar o meu roteiro aqui para dar uma estudada nesse script aqui.
Sempre mais dedicado, né?
Não sabe fazer nenhum corte, por que tu quer estudar script?
Ah, tá, espera aí, isso aqui não é nada. Que isso aqui?
Ué, como não é nada? Tô vendo coisa aí na tua mão.
Não, mas isso aqui não é script. Olha o que que isso aqui.
Ah, pegou errado então.
Não, mas esse aqui também é, ó.
Ah, isso é o script que a gente vai ter que ler?
Ah, não.
Quem é que deixou isso aqui pra gente? Ah, cara. Ah, faz sentido ser um script, mas nesse momento...
Nossa, vai ser um script cheio de pass. Vai ser um script cheio de postscript.
O que que tá escrito aí no teu primeiro item do script aí, Troia?
Para, te amate.
Ah, obrigado.
Acho que sim.
Mas o script é teu, né?
Cara, esse aqui apareceu para mim, eu vou ler então. Deixa eu ver aqui, aproveitar que a gente tá aqui, né, se preparando. Olha só, cara, esse aqui diz assim, ó, assunto. E o assunto diz assunto. Show!
Olha isso, ó, tem assunto.
Quem tá mandando para gente é o Igor Eduardo.
O Igor, grande Igor.
Pera aí, mas tem outro Igor, né?
Igor Eduardo é o bicicleteiro lá, né?
Ah, tá, o que manda os negócios para a gente ver no Instagram.
Muito bom. Isso, que era motorista de delivery.
Foi o que botou fogo na casa daquela vez com chuveiro, não foi?
Foi ele mesmo, o que ficou de 4.
Não, esse foi o que mostrou o bumbum para os pedreiros.
Essa pessoa, ela ficou com vergonha, eu acho, depois, porque ela mandou, comentou lá no Bar do Verde.
Exatamente, mas comentou lá, pessoal, todo mundo achar o perfil dele.
Tá aqui, ó, sou eu que falei essa coisa.
Agora todo mundo sabe o rosto daquela ela bunda vista pelos pedeiros.
Mas vamos ver o que acontece aqui com Igor Eduardo. Ele manda assim, ó: Saudações, nobres senhores hosts.
Saudações, saudações, saudações.
Estou de volta para uma atualização do caso relatado da leitura de pergaminho do DC 311. Após ouvir o episódio, resolvi mostrar a leitura para minha estimada namorada-esposa, a digníssima senhora Nuggets.
Ó, não, mas pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, que tem uma Eu tenho dúvida. Namorado, esposa, é a mesma coisa, cara.
Eu acho que ele, eu acho que ele comprou o anelzinho e ainda não deu, entendeu?
E aí tá nessa, ele não deu o anel dele ainda.
É esposa de Schrödinger, tá? Aí não tá casado.
Entendi.
Que a senhora Nugget, é só para saber, porque é importante, né?
Daqui a pouco a gente se confunde aí, tá casado.
Não pode deixar as duas se encontrar também.
O quê?
Só não faz isso no ao vivo, Bruno, por favor.
Aqui que ninguém tá ouvindo pode, tá, Bruno? Mas ali, quando chegar ali no palco, você não falar esse tipo de coisa, tá?
É verdade, Bruno.
Ela vai dizer que eu não posso falar também, que cala a boca!
Que isso? Esse vai ser cortado de verdade.
Aí ele diz assim que a reação dela, da esposa, namorada, foi imediata e extremamente sensata.
Ela disse assim, ó: alguém tinha que ser, né? Alguém tinha que ser.
Exatamente. Eu jamais vou deixar você fazer nada em casa que envolva gás, chuveiro ou eletricidade.
Caraca, ele não vai mais tomar banho, não vai mais acender a luz.
É verdade. E não vai mais Não vai mais ir ao banheiro, peidar. Não vai mais soltar flats.
Se o Igor fosse um pouco mais maquiavélico, isso tudo foi um plano pra ela deixar ele nas folgas dele, ele ficar jogando videogame em vez de ter que ficar fazendo pequenos reparos na casa, né?
É, bem pensado.
Videogame é eletricidade também, cara.
É o quê?
É verdade.
Enfim, confesso que achei um leve exagero, principalmente porque já mexi com tudo isso de novo enquanto ela estava em casa. Olha aí, cara, não obedeceu.
Mas sobrevivente, né?
Tem que ter um acordo aí, cara.
Foi ela que levou no hospital depois.
Pois é, pode ter sido.
Aí ele segue: mas tudo bem, ela provavelmente só vai descobrir depois que essa leitura for ao ar. Cara, o cara tá se expondo assim, meu, tá confessando, tá confessando. Caramba, só tem coragem de escrever aqui para gente, né? Falar para ela não fala. Aproveitando o pergaminho, gostaria também de complementar o Dragão Careca 2017 com a minha experiência jogando Stop com minha digníssima. Ah, essa é a primeira vez, eu acho, né?
2017, a primeira vez no joguete lá da Brilhos.
É, um negócio estranho aí que eu inventei. Ele manda assim: decidi utilizar a lendária estratégia mencionada pelo amigo do Troar. Meu amigo ou por mim?
Pelo amigo do Troar. Não, foi o Troar que inventou a estratégia.
Mas eu acho que ele quis dizer que é eu, entendeu? Pelo amigo do Troar, tipo, eu sou amigo do amigo.
Como assim?
Não entendi. Pelo amigo do Troar não faz nenhum sentido isso aí. Vai, tiga. Faz sentido.
Abreviar palavras para ganhar velocidade nas respostas. Olha aí, claro, essa técnica é muito boa, cara, porque ninguém vai conferir que você escreveu completa a palavra. Você escreve a primeira sílaba e a última.
Tá, mas pera aí, e se for um programa de TV e você botar bom dia e cia, vai estar errado? Tem que botar bom dia e companhia.
Não, não tá errado.
Tá bom, eu acho que tá errado também. Eu acho que você tá roubando, né, porque você tá poupando tempo e é um jogo sobre tempo.
Eu acho, não, sim, o que ele tá fazendo aqui, ó, essa Tática, tá, gente, é um roubo, tá? Mas é um roubo, eu acho que não é dos piores, sabe?
2 segundos atrás tu falou que tava tudo certo, agora fala que é um roubo.
Cara, tem roubos que são tranquilos.
Cadeia nele!
Ah não, pera aí, eu não vou compactuar com isso.
Uma tática extremamente eficiente, ele segue aqui falando. Diga-se de passagem, ó, ele comprovou que é bom mesmo. O problema é que eu perdi mesmo assim. Perdemos, cara, meu, caraca. E certo é ficar pensando como é que eu vou abreviar essa palavra aqui mesmo?
É, porque essa voz tem mais tempo abreviando do que jogando. Muito bom.
Como é que você abrevia a palavra abreviação?
Abv.
Aí ele botou assim: ou talvez eu só tenha deixado ela ganhar. não sei, né? Mas agora você podia falar se você deixou ela ganhar ou não para ela escutar esse pergaminho e descobrir.
Pois é, né? Esse pergaminho vai gerar brigas, mas tudo bem.
Pergaminho rebote. Rebote não, é pergaminho... Como é que é que tu...
Pergaminho rebote, isso aí.
Não é rebote.
É pergaminho rebote. Agora é. Para mim é pergaminho rebote, só vou ler isso aí.
Pergaminho rebote.
Você se entrega fazendo uma coisa e entrega que sua culpa é rebote o nome, tá, pessoal?
Aprenda. Fica aí o questionamento. Até breve. Câmbio, desligo. Olha aí, 100 PS, que maravilha!
Gostei. Obrigado você.
Olha só, obrigado, Igor.
É esse que nós vamos buscar.
Um grande abraço.
Valeu, Igor. Obrigado pelo seu pergaminho.
Um abraço aí para sua esposa, namorada, nugget.
Para esposa e para namorada.
Só para ter um PS, tá? Qual foi o pior, o 3 ou 5?
Não, o 3 é bom.
O 5 é muito melhor que o 3, cara.
O 5 é muito melhor, não tem jogo por troço. Aqui tem, ele pega todos os 3, 4? Não, exclusivo, né?
Sim, tá bom.
Sim, que sim, a preguiça de argumentar.
Cansado já, eu tava lendo meu script aqui.
Mas que é importante concordar com as coisas.
Eu vou ler o próximo aqui que tá no meu script, né? Então vamos lá. Quem mandou para a gente esse pergaminho foi o Gabriel Floriano.
Gabriel Moraes do Neida.
É o Mr. Flowers que a gente chamava.
Mr. Flowers.
Gabriel Moraes nunca mais mandou pergaminho para a gente.
Não, é, ele parou.
É um outro contato assim que ele tem agora, né, com a gente.
Não, é complicado isso aí.
Contatos imediatos.
Quando a pessoa fica mais próxima, ela fica mais longe.
É droga. O título do pergaminho é "Querido Diário", e aí ele começa: "Querido Diário..." Não, mandou errado, peraí. Não, é que provavelmente ele pode ter mandado o pergaminho de dentro de uma caverna, né, daí tá com eco. Ah! Já fazem 2 meses desde que seguiu o conselho daqueles aventureiros e larguei meu emprego para viver da minha arte na praia.
Caraca, olha aí, cara!
Não, não foram de todos, tá? Foi só do Troia, do Tia Mate.
É verdade.
Ele tá entrando para minha turma.
Aí não, não foi meu não, não foi eu não.
Principalmente do Tia Mate.
Foi do Galdinho então, que eu falei para não sair. Segue aí.
É, sim.
Persista no erro.
Tem um episódio no ar aí para a gente saber quem é que falou. Ainda não entendi porque as pessoas comprariam balanços patrimoniais na praia, mas estou seguindo firme no Aquele é contador, né?
Caraca, vai ser difícil mesmo. Ele pode fazer um balanço mesmo, né? Tipo ali de madeira bonitinho, talhar escrito patrimonial, fica bonito, cara, para vender na praia mesmo.
Ah, é verdade, é uma forma de se pensar.
E aí tipo, poxa, imagina você vende lá.
Até porque a praia é um lugar que tem muitas árvores, dá para ele pendurar para o pessoal se balançar, né?
Sim, sim, se balançando no balanço patrimonial.
Se pode se balançar no balancete, né?
Então, o que é diferente é pneu, é diferente.
Aí ele continua aqui: minha hérnia de disco, que já era ruim desde que fui despejado de onde eu morava, só tem piorado.
O que que é uma hérnia de disco?
Não sei, mas uma hérnia de disco ruim, que é uma doença, eu imagino que se ela for ruim é porque ela tá quase curada. Se ela for uma hérnia boa mesmo, aí sim ela é uma coisa negativa para você.
Eu ia dizer: todo mundo tem uma hérnia de disco e a dele tava ruim? É isso?
Não, aí não é um problema.
A hérnia de disco é outra coisa. Você bota a mãozinha nas suas costas aí, bota isso.
Foto, tá assim.
Não, mais para cima, mais para cima.
Calma, isso é sua coluna, tá? Aí entre os ossinhos da sua coluna tem uma fibrazinha. Isso, entre as vértebras tem uma fibrazinha que ela serve como se fosse uma, um amortecedor, uma borracha que serve para ligar uma outra.
Entendi.
E quando você tá fazendo muita pressão na sua coluna, você esmaga demais esse pneuzinho e ele acaba transbordando para os lados. Então ele acaba saindo do lugarzinho de onde ele deveria ficar. Isso é uma hérnia.
Eu sabia disso, perguntei para o Tia Mati fazer uma ele realmente respondeu o troço da maneira mais séria possível. Eu dando oportunidade para ele, cara, porque o Dragão Careca é informação, entendeu?
Dragão Careca é sério, cara, porque se tu tiver só uma dor, pode ser um abaulamento, pode ser uma protrusão discal, uma extrusão discal também, tá?
Larga o oráculozinho de bolsa aí que você tá olhando. Deixa eu continuar aqui.
Pode ser só simplesmente um sequestro. Então tem que avaliar com o procure seu médico, né? O farmacêutico, leia a bula.
Tem que avaliar com procure seu médico.
Ministério da Saúde advertido.
Aí ele botou aqui: só Tô bem piorado e mal estou conseguindo andar para vender minha arte.
Caraca, meu, complicado.
Talvez eu precise encontrar uma forma de me locomover melhor. Vai nadando, né? Tá na praia.
Ô cara burro! Não, surf.
Cuidado com as dicas que vocês dão, pensa antes de falar.
Daqui a pouco ele manda um pergaminho: faz tanto tempo que eu comecei práticas de natação e surf.
O pergaminho dele vai chegar boiando numa garrafa, porque ele vai estar no meio do mar.
Boiando em cima de um disco.
E sem emprego ainda.
Talvez a rua não seja uma cama tão boa. É difícil desviar dos carros enquanto dorme, talvez dormir na calçada fosse melhor. É, se você vai dormir ao relento, né, você não durma no meio da rua, né, porque daí vai ficar complicado também.
Não, tem que ser num cantinho.
É, do ladinho lá.
A gente tá cogitando que a pessoa tem um grau de discernimento e cognição aí também, né.
É, quando você fala pra dormir na rua, não é na rua literalmente.
Eu já dormi na rua uma noite.
É mesmo?
E o asfalto tava muito duro?
Eu dormi numa barraca na calçada.
Então não foi na rua?
Eu e mais 3 pessoas dentro da barraca.
Que barraca, cara?
Para o show do Luan Santana, né?
É sério, foi para um show, foi para um show, velho.
Mas estou muito feliz. Olha aí, ó, tá aqui o payoff, ó. English, motherfucker, do you speak it? Tá se pagando o investimento que ele fez na faculdade dele.
Payoff.
Trocou, tá me afetando.
Cara, eu sou o único elfo aqui, vocês ficam falando elfo todo episódio, para com isso.
É, o que menos fala mesmo assim é o Galdino.
Playoff é um negócio do futebol lá, para os caras ser eliminados.
É, nada a ver.
Então o payoff chamam é a contrapartida, né? O que a consequência.
Tá, deixa o cara falar que ele dormiu na sidewalk ali.
Mas estou muito feliz, adotei meu 35º cachorro.
Olha só, ainda fazendo bem.
Estou com suspeitas que esse está igual o cachorro que o Galdry tirou foto lá dentro, mas seguimos com fé.
Eu não sei do que ele tá falando, cara.
Obrigado, diário. O melhor que eu gostei é que ele agradeceu o diário que ele escreveu, né?
Já tá virando doidinho na rua.
Eu acho que a gratidão é sempre bem-vinda, né, tu? Pelo menos ele tá agradecendo que hoje ele pôde escrever.
É verdade, insolação também pode ser, né?
Pode sim, cara.
Ele tá todo, todo nas ruas, nas streets, né?
Ele tá só 20% na rua, ele botou o pé para fora, o resto tá dentro de casa.
Não, mas ele pode viver um pouquinho para ter ali a experiência e depois voltar para um lugar que tenha cobertura.
Ele não precisa ficar na rua 100%, mas ele falou que ele não tá ficando nem na calçada, então ele tá ficando no meio da rua. Ele é só atorista, né?
Ele virou um homeless.
Muito obrigado pelo seu pergaminho. Mande sempre, conte para nós os próximos capítulos dessa aventura.
Mande, mande as outras páginas desse diário aí, hein?
Obrigado, Gabriel Floriano. Obrigado, sempre.
Deixa eu ler o próximo aqui, ó, porque eu sempre sou o último nas coisas e eu não gosto disso.
Isso não, deixa deixar por último. É porque eu fui o último na última.
Essa não valeu. Eu vou ler esse pergaminho porque ele é de uma pessoa muito especial e fala de um tema muito especial, que é o Arê falando sobre jogos.
Jogos.
Olha só, do DC328, né?
O Arê pulou um pergaminho, né?
Alexandre Esperanto.
Errou! Pergaminho passado ele não mandou?
Não, não se faz mais apoiadores como antigamente. É, não se faz.
É, ele manda assim: DC328 jogando um jogo sobre jogos, do Alexandre Esperanto.
Caraca, meta linguagem de jogos, gostei!
Sabe que esse foi o nome que a gente deu para o episódio, né?
Ah, não foi o nome do pergaminho dele?
Ele tá se autoparabenizando.
Respeita nossa história, pô.
Nossa, Muito obrigado, diário.
Olá, aqui é...
Poxa, Tia Mati cria uns nomes bons então, né? Eu nunca tinha reparado nisso.
Obrigado, amigo. Você é um amigo.
Poxa, Tia Mati, legal.
Eu ouvi esse episódio enquanto jogava um TFT e tentava responder o quiz. Obviamente perdi em ambos. Então parei de jogar para terminar de ouvir o cast e escrever este pergaminho.
Prioridades, né? Primeiro podcast, depois jogar.
Não, não é podcast, ele botou só cast. Cast.
É porque é o jovem, né? O jovem ele abrevia, ele faz só metade da palavra.
Sim, tá jogando stop, tem que botar as pedras.
O quê?
Tá bom então.
Sobre o futuro dos games, em 10 anos não espero muito avanço, mas teremos os primeiros protótipos de smart cérebro implantado. Cérebro, um chip implantado em nosso cérebro com capacidade dos smartphones atuais e possibilidade de moldar o que vemos para ter algo mais perto de jogador número one.
Ah, eu acho que em 10 anos a gente a gente não vai ter isso, cara.
Cara, acho que sim, hein?
10 anos é muita coisa.
Não, acho que não, é muito invasivo. Implante, implante cibernético, eu acho que em 10 anos a gente não vai ter, só para casos de tratamento de doença, mas não para entretenimento, sabe? Entretenimento eu acho que não, hein?
Mas vai ser um supra. Que bom! Ele vai conectar ali, mas ele não precisa ter tipo invasivo, sabe? Não precisa entrar no cabecinha.
Não é intracerebral, fora do cérebro.
O que que é supracerebral?
Supra é embaixo, né?
Embaixo do cérebro.
Ah, eu nunca sei. É que nem posterior e anterior.
Ou seja, na mão, né? Que a mão fica embaixo do cérebro, então vai ser um joystick novo que vai ser lançado. Ei, mas é burro!
Não, é no queixo.
Meu Deus.
Tá bom, troca. O que teremos antes disso é 2 ou 3 ambientes tipo Roblox com mini jogos criados com IA, reduzindo os jogos AAA.
O que significa AAA?
É 3 A's na sequência.
E o que que é AAA?
É nota A, melhor Sumo do sumo.
É aquele jogo que você grita quando você vê de tão bom que ele é. Você olha para ele e fala: ah!
Aí, aí, quando você pede pilha no supermercado, você pede assim também?
Pode ser.
Ah, não, você pede: ah, ah, ah, ah!
Caraca, 4 A's, eu não conheço bem.
É as que eu uso nos meus protótipos.
Seguindo aqui: e estaremos esperando a data do lançamento de GTA 7?
É, 10 anos eu acho pouco, hein.
Não, ele realmente escreveu GTA 7. Deixa eu ver isso aqui, Rubro.
Não, é o número 7, mas eu tô—
ele escreveu 7 ali, ó. Eu tô elfo hoje.
É, o Bron tá sempre diferente.
É, sou eu, bem eu mesmo, diferente.
Caraca, como é que pode? Todas as contações de trote adicionam muita informação pro conteúdo.
Eu acho que adiciona.
Eu também. PS2, o PS do GTA San Andreas e do jogo do Shadow of Colossus.
Nem tem, o cara tá inventando pergaminho.
O Bron tá adicionando PS nos pergaminhos que não existe.
O Inglehaven 11, muito bom, PS 2009.
Não, cara, ô Bron, aceita. A gente pediu pra eles pararem de mandar tanto PS e aí você que foi lá e inventou os PS.
Não, não inventa.
Na próxima você manda, tá? Para não ter que inventar aqui.
Não, não é para mandar, ele tá bom assim, obrigado.
A bipolaridade.
Isso que o Ary trouxe é interessante. O que que vocês acham que vai estar daqui 10 anos, o avanço? Eu acho que não vai ter nada de implante ainda.
Ué, foi nosso episódio, cara.
Filho da—
Ele mandou isso porque a gente finalizou o episódio com isso.
Ah, é verdade, né?
Eu não lembro o título que foi feito no episódio e o Tia Mate não lembra o episódio que foi gravado.
Não, não, não, Não, não, não lembro encerramento, porque episódio foi as perguntas sobre jogos que a gente fez.
Agora tu acertou.
Vocês falaram umas bobagens lá tentando ser engraçado, eu falei uma coisa séria tentando ser sério, foi engraçado. Sou foda! Esse é o encerramento.
É verdade, continua assim, Bronco.
Obrigado.
Continua engraçado, Bronco, continua tentando ser sério.
Pega esse aqui, ó, Galdinho.
Não, objetivo é não ser.
Pega aqui, ó, daqui.
Não, cada um lê o seu script, não precisa passar pro outro.
Sem assunto.
Você troca, fica se trocando aí. Que delícia, cara!
Pô, o meu script vem sem título, não gostei. Por isso que o Bronco quis trocar. Os sem título são São bons, complicado.
Não, pera aí, eu vou ter que ser— tá valendo aqui agora, eu vou ter que ser justo aqui. Não veio sem título, ele veio com título escrito, abre parênteses, sem assunto, fecha parênteses.
É, tudo bem, ele tem título, talvez não tem assunto. Ele foi enviado aqui pelo Café Literário.
Olha aí, cara, quanto tempo!
Uma xícara de café nos mandou um pergaminho.
Nossa, cara, o Luiz do Café Literário, ele foi um dos nossos primeiros apoiadores da guilda. Foi, Galdry nem tinha nascido ainda, nem existia. Não, não Ainda bem.
Poxa, faz tempo. A gente gravou um episódio com ele, inclusive.
Sim, a gente tem o nosso episódio 200, foi com o Luiz.
Olha só, o Tia Mati decorou.
É porque é redondinho.
Luiz é redondinho?
Não, o episódio.
Luiz manda aqui, ó: Lulu, olá pessoal, aqui é o Luiz da antiga Café Literário.
Você é o único que não conhece o Luiz, por que que você já deu apelido para ele?
Como não conheço o Luiz, pô? A gente trocou ideia esses dias, inclusive, falo com ele até hoje. É mentira! Querendo se meter nas minhas amizades.
Não, peço perdão pelo vacilo aí.
Você não conhece ele, cara, eu só não gravei um episódio com ele.
Ah, entendi.
Então ele continua aqui, que é o Luiz da antiga Café Literário. Tem que trocar o e-mail então. Olá, Luiz, tá mandando o mesmo e-mail. Irei mandar um pergaminho em breve. Aí ele mandou um pergaminho para avisar que vai mandar um pergaminho.
Ah, ele já fez isso também, anúncio em pergaminho.
Muito bom. Para matar a saudade que tenho de para vocês. Esse é um pré-pergaminho. O motivo desse é só para comentar o episódio 315. No episódio 315, o Indy Careca: Águas, Crimes, Viagens e Apocalipses.
Vamos falar certinho agora. Ai, que títulos bons!
Já que o Bardo comentou sobre o filme A Grande Inundação.
Muito bom!
Comentário dele é o seguinte, é bem complexo aqui, mas acho que vale a pena ler: esse filme é muito ruim. Um abraço, meus lindos.
Não, não, não, ele mandou isso mesmo. O cara veio me desmentir, é isso? Opiniões fortes.
O Troca não sabe classificar filme.
Pô, saudade, pai, eu falando aqui numa boa.
Eu gostei que ele foi sucinto e não se demorou, né?
Não, foi melhor do que, foi melhor do que a defesa do Frederico pro Troca. Pelo menos ele falou uma coisa.
Ele podia ter assim, ah, eu não gostei, beleza, cara. Agora dizer que filme é ruim, você tá errado. Às vezes não, dá no mesmo.
É pior que dá mesmo. É mais ou menos.
É verdade, eu disse que era bom também, né?
Um filme pode ser bom e você não gostar.
Nesse caso, o filme é bom e não gostou.
Exato, pode ser bom Ou só não é bom para você.
Poxa, vê de novo, Luiz.
Não era isso que a gente tava defendendo.
Deixa eu pegar esse aqui então.
Pega, já tá na tua mão já.
Não tá não, esse aqui eu já li, cara. Ah, esse aqui então. Deixa eu pegar esse aqui. Eu confundi porque eu tô cheio de papel aqui, cara. Deixaram a gente com papel. Ah, esse aqui é praticamente uma tira de papel. Olha aí, ó. Esse aqui, o título diz assim, ó: Dragão Careca 146 e os caras.
Os caras.
The Boys 146.
Caraca, 146 é antigo, hein?
É a terceira temporada, eu acho, deve ser.
Não, acho que não tem a ver. 146 é "poderia ter sido pior".
Não tem nada a ver com The Boys.
Me envergonçou, eu lembro o que a gente falou nesse episódio.
Caraca, meu, a gente já tá mais que o dobro disso. Que loucura. E esse pergaminho foi mandado pelo Frederick Snyder.
Frederick.
Nosso grande diretor de cinema aí.
É, o Snyder.
Frederick.
Cinema mexicano, né? Porque é Snyder de cinema e Frederick de Kiko, né? Então é o Kiko, diretor de cinema.
De novo.
Não, nunca cheguei nessa conclusão sozinho antes.
É verdade.
Ele mandou esse bilhete escrito assim, ó: Bom dia, boa tarde e muito boa noite, cara cabeludo. Careca cabeludo.
Cara cabeludo.
Cara, acho difícil falar isso. Careca cabeludo.
Careca cabeludo.
Careca cabeludo.
Careca cabeludo.
Eu estava ouvindo esse episódio novamente e eu reparei— não, eu parei para reparar. No caso, reparei, é a mesma coisa. Depois que vocês zoaram o Troar por ele falar muito cara. Muito cara.
Ah não, eu não acredito que você zoar um outro A nesse programa aqui.
Eu tô passada, chocada. Não, foi no 146, Bruno, nesse ainda não.
Ah, aí tudo bem.
Eu quero ver agora se ele vai me defender, não sei se é essa a ideia dele, né, ou se ele vai me zoar também, mas enfim. Aí ele disse assim: "E cara, ele fala umas 100 vezes essa palavra." Ele contou. "Enquanto conta a história do tráfico de órgãos." É verdade, gente, quando eu vou contar uma coisa, eu tenho que fazer conexões conexões entre sentenças. E aí eu introduzo a palavra cara, porque é uma forma legal de fazer, né, cara?
Exageradamente, é falta de vocabulário.
Eu acho que é só falta de preparo mesmo, porque vocabulário eu tenho, cara. Eu sou um bardo.
Você ia se defender, outro.
Exato, eu sou um bardo, eu tenho vocabulário. Mas aí eu não me preparei ainda para contar a história.
Eu tenho vocabulário, cara.
Eu tenho tanto vocabulário que eu chego a inventar palavra, entendeu? É mais, eu quero muito agora "O cara tem uma vaca de estimação só pra chamar de bulário." "Estamachão." "Vaca bulário." "E os caras." Agora que faz sentido o título do pergaminho, não tem nada a ver com The Boys mesmo. "E os caras." É verdade. Um abraço aí, Frederic Snyder.
Um abraço, Frederic Snyder.
Eu vou pegar o próximo aqui, aproveitar que estão curtinhos, tá bom de ler, tá gostoso. Olha, esse aqui é um ouvinte novo, hein? É Ultra Ursh. Ajuda o maluco que tá doente!
Ah, o grande Ultra Ursh.
Schwarzenegger.
É Ultra RSNH, então é Ultra Arsenals. Ah, destrozes!
Tô tentando me conectar aqui com esse nome.
E ele tá falando, nossa, o pessoal tá ouvindo os episódios antigos, né? Tá falando sobre DC 153.
Que coragem, caramba!
No meu tempo era melhor.
Ah, mas esse é bom.
Ó, aqui tu já identifica que ele é jovem, tá? Porque ele começa o pergaminho assim, ó: Olá, tropinha! Falar tropa é coisa de jovem, né?
Ou ele é YouTuber, né?
Não, não pode ser uma pessoa que não é jovem. O miserável é um mula.
Eu tô bem, eu acredito.
Ainda bem que o Trofa falou.
Eu sei que estou bem atrasado, mas descobri o Dragão Careca durante essas férias de verão por um anúncio do Bar do Verde.
Olha aí, caramba!
Então ele viu gostoso do Darinho.
Cara, aquela voz!
Corta essa parte, não vai dar não.
Desde então estou acompanhando fielmente.
Olha aí, muito obrigado, outra Que massa!
Muito bom.
Poxa, será que ele começou random ou começou mesmo pelo início?
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Eu sempre pensei em mandar um pergaminho, mas achei melhor não pelo atraso, mas vou parar de enrolar. É isso aí, cara, tem que mandar. Nem sempre quer dizer que a gente vai ler, mas nesse caso aqui você chegou.
Poxa, a gente gosta.
Normalmente não.
Você chegou aqui, estamos lendo, cara. Estou lendo seu pergaminho. Toma demais. Aí ele continua aqui: nesse episódio vocês fizeram as seguintes previsões. Caraca, a gente fez previsão!
Ah, mas a gente faz isso, às vezes a gente acerta.
Ele escreveu Troar com acento agudo no A.
Eu perdoo, eu perdoo.
Troar. Músicas feitas por inteligência artificial e roupas para sentir dor. Legal, caraca, meu, olha aí! Tu previu roupa para sentir dor?
Eu acho que sim, eu acho que se eu não me engano foi isso.
Acho que não.
Foi sim, porque não precisa nem prever.
Se eu usar qualquer calça do Troar, vou sentir dor também, porque aquele negócio foi feito para 5 números menor que ser humano normal.
Nunca mais usei calça assim, cara. Tu sabe disso, tu fica falando disso, tu sabe que as minhas calças não são mais assim. Me respeita. Tá com cara de bravo, tá com cara de bravo, tá nervoso, tá. Cara vive no passado, cara fala do adolescente.
Deus do incidente, aquela vez você parou de usar, ainda bem, né, troca. Exatamente. Tia Mati, terrenos no metaverso. Caraca, não lembro disso, cara. Eu previ terrenos no metaverso?
Como assim?
Além de que sem querer vocês citaram os infames meia 7, que seria, eu acho que é o 6-7, né, que o pessoal fala hoje.
Eu, como assim?
E sabor, com muita entonação. Ah, que essas gírias de hoje, é o 6-7 e o ai, sabor tal coisa.
Não, sabor tal coisa eu faço 6 anos que não é.
Não, cara, sabor tal coisa já foi até um mês atrás, eu acho.
É, não, na minha bolha.
Sabor bolha.
Pois é, cara, eu ouvi recentemente sabor também.
Então tá bom, é uma palavra que existe.
Sabor 4 queijos.
O cara usando errado Ele é usado para as coisas certas. Isso aqui é sabor maracujá, isso aqui, esse suco. Meus sentimentos ficaram confusos durante essas partes. Esse teu ficou? Imagina pra gente que gravou a coisa.
Nossa, e ele ouviu aqui, ele disse: ah, tudo bem. Mas ele olhou a data, 1998.
Caraca, we have to go back, we have to go back. Eu entendi a referência.
Vocês chegaram a citar nesse episódio os 6 números de 1 a 60 por um acaso? Não chegamos, infelizmente.
Aí ele começa aqui, ó. Esse aqui ele não botou PS, ele tá chamando gatinhos, ó, porque ele começa: "Psst, obrigado por ler esse pergaminho, bro." Pergaminho.
Ele tentou prever o futuro, não conseguiu. Melhor.
Aí ele faz o: "Psst, psst, psst, psst, eu acertei?" Não.
Não. Não, foi o Tia Má.
Foi por pouco.
Aí ele bota o: "Psst, gosto muito de vocês, obrigado ultra." Parece que eu tô lendo outra lista de pergaminho aqui, cara. Caraca, mano.
Meu Deus do céu! Que massa!
O Tia Mate tá meio troá hoje, hein?
É, pois é, tu tá meio estranho...
Tia Mate sabor troá, né?!
Poxa, Ultra— vou chamar ele de Ultra só, né?
Ultrasol, ultrasol, ultrassom não, para ver o bebê lá...
Ultrassom, ultrassom...
Não, mas continua peraí que tem mais peças aqui.
O cara não é tão jovem assim pra chamar ele de ultrassom, né?
Aí ele vai E ele falar: botou aqui, ó, pss, pss, pss, pss.
O que que é isso?
Tô contando quantos p's tem aí. É porque são vários p's. Façam mais especiais de RPG, bom demais. Não, não vai dar, não, a gente não tem dinheiro para isso.
Será que ele ouviu as 3 trilogias?
Acho que não, porque se ele tá no 153, se ele tiver ouvindo em ordem cronológica, só ouviu as ruins. Ele recém tá chegando na segunda, eu acho.
Então a gente vai fazer vários aí, daqui um tempo você vai escutar todos, tá? É só eles continuarem escutando a sequência. É verdade.
E aqui, esse eu me recuso a falar porque são 1, 2, 3, 4, 5 P's e um S, tá? É um PPP, PPS, G3X.
Ainda bem, a língua do P.
Foi dito 6, 7, não 6, 7. É, eu previ que a gente não ia falar 6, 7.
É, o Trofa falou errado, acho.
É óbvio, mas talvez seja necessário esclarecer. Não, nesse caso não precisava, tava bom. E aí ele botou aqui como última coisa, nota de rodapé: podem me chamar só de Ultra mesmo.
Agora é tarde.
A gente já sabia.
Agora a gente vai chamar ele de Ultra mesmo.
Ultra mesmo.
Muito obrigado, Ultramesmo.
Obrigado, Ultramesmo.
E assim, ó, muito obrigado, mas tem um detalhe, tá? Eu previ aqui que ele vai entrar para guilda.
Boa propaganda! Se você está ouvindo e não sabe o que é a guilda, faça que nem Ultramesmo e dá uma olhadinha nos links da descrição aí para saber como ajudar a gente, como apoiar.
Já entrou? Já.
Se você entrar na guilda Ultramesmo, você chega lá e diz assim: olá, aqui é o Ultramesmo. Claro, a gente vai saber que é você daí. Aí eu vou perguntar: é o mesmo mesmo? Deixa eu ler aqui então.
Esse aqui, ah, tem mais uma linhazinha, tem script aí, Trono. Acabou. Será que a gente tem que decorar esses pergaminhos? Porque eu já não lembro mais.
Eu não vou conseguir falar tudo isso. É, eu também não.
É esse script, né?
Não, não precisa decorar eles, deixa eles feios mesmo.
Olha esse aqui, ó. Esse aqui é de um viajante conhecido aí, ó.
O cara nunca ouve nada que eu falo, só segue falando por cima.
Cara, sabe por que que eu não faço isso?
Essa foi boa, bro!
Essa foi boa, cara! Falando Agora fala o que que ele falou, porque eu não ouvi mesmo.
Não, não vou falar nenhuma agora, vai.
Ah, Bruno, sério, eu fiquei com pena.
Não, escuta no episódio editado.
É, eu vou escutar depois. Ó, esse aqui tá falando assim, ó, é do— ah, esse aqui é do Primex. O Primex fala agora é um inteiro. Então vamos ver esses títulos enigmáticos.
Vamos ver. Olha aí, a gente era uma fração então. É porque o pessoal acha, o pessoal acha que a gente tem uma vasta memória de tudo que foi feito em 8 anos, 7 anos.
Não, eles acham que a gente é atemporal.
A gente de fato é atemporal, a gente só não tem memória. A ideia de que é diferente.
É, e ele manda um "Vó no Banes", cara. Quando a pessoa manda "Vó no Banes", a gente já sabe que ela é das antigas. "Vó no Banes" é Vó no Banes. "Vó no Banes: Conselho do Dragão Careca".
Da garota.
Começou bem já.
Venho por meio deste pergaminho questionar a banca presente se existe algum problema no Dragão Careca 329. Caraca, qual o problema desse aí?
Tem alguns.
É porque o de fofocas históricas, por quê?
Tem 4 problemas que estão falando as coisas.
É, o problema que a gente não lembra qual é. Fofocas históricas, vamos ver. Pergunto isso, pois ele está em loop desde que surgiu magicamente com meu bardo favorito.
Olha aí, cara, na verdade ele tá fazendo tá dando um elogio, que os meus colegas não entenderam. Ele tá dizendo que tá escutando repetido de tão bom que é, entendeu?
Caraca!
Não, acho que você, para Max, tem que apertar no botãozinho que tá escrito repetir, clicar e cancelar o botãozinho. Aí você pode ir para o próximo tranquilamente.
Será que ele tá falando da paródia agora? Fiquei pensando aqui, hein.
É, não, é só paródia esse episódio aí, tá falando só da paródia.
Não, mas ele pode estar dando loop na paródia.
Piroga, pode estar dando loop na paróquia.
Piroga, piroga, o que é uma piroga, Maria?
Piroga, piroga, troféu, a piroga agora.
Caraca, ele tá no loop na paróquia. Muito bom, cara. Acho que ele tá—
ele nunca falou isso, falou desde que surgiu magicamente como meu bardo favorito.
Que que é isso aí que ele quer dizer?
O bardo verde chamado Spotify.
Faz todo sentido. Ah, mas eu prefiro acreditar que ele— que eu sou o bardo. Eu sou o bardo que foi feito pela piroca.
Cara, chega um ponto do episódio que tá saindo os barulhos da boca do Troca, eu já não associo mais nada.
Não, é o cansaço, cara, não é fácil entretenimento, né?
É o filme do ET lá do Spielberg.
Aí E ele continua: o único momento em que ele não estava tocando foi na sexta. Olha aí, ó, na sexta durante 3:30 que a gente parou. O que que a gente fez no 3:30?
3:30 foi a última leitura de pergaminhos que a gente fez.
Não tô entendendo mais, eu achei que ele tava falando de RPG agora. Não tem nada de RPG.
Da onde você tirou RPG?
Porque a gente fez um... porque a gente parou. Dito isto, deixa eu só respirar um pouco.
O que ele quis dizer é que ele ficou escutando 329 em looping porque ele gostou tanto do episódio que ele ficou ouvindo no E ele só parou de escutar o 329 quando chegou o 330. É isso que ele quis dizer.
Uma releitura é fundamental, né? Agora tudo fez sentido, cara. Olha só, parecia meio enigmático, mas tá muito literal, tá muito óbvio. Dito isto, precisamos urgentemente de um Fofocas Estoicas Parte 2 toda terça. Olha isso, cara.
Depois da chuva.
Tem pelo menos 2026 anos de fofocas para vocês contarem. Esse episódio foi bom, cara.
Os de fofocas históricas, ele realmente gostou.
Deem um jeito aí ou a fúria do mar irá atrás de vocês. Aí, o pirata, ele é pirata, ele é meio marítimo.
Não, pirataria é crime.
Ele tem um negócio marítimo lá, povo do mar.
Ele é meio marítimo.
Grande abraço, meus maridos.
Também que deixou o escopo bem aberto, né?
Ah, o Tia Márcia também tá com riso frouxo, né? Não, aí também não. Grande abraço, sem pressão, Pra Max, um abraço pra Max. Falando em off, que o Tia Mate, cara, ele é fundamental.
Tudo que tu fala em off a gente deixa, então não fala mais em off, só para dar trabalho para editor.
Sempre a mesma coisa. Vou falar o nome de vocês.
Gêmeo, meu nome, cara.
A gente lembrou de falar de Geoff e a gente só fala no bailadão.
E mais um episódio chega ao fim. Esperamos que tenha sido uma ótima Aventura. E se você quiser descobrir mais sobre o grupo, é só entrar nos links na descrição do episódio. Foi muito bom ter a sua companhia até aqui, mas agora o Bardo se despede. Obrigado por nos acompanhar e até a próxima!