A Casa do Dragão Careca (Terceira temporada) | DC 341
🎧 No episódio de hoje do Dragão Careca: Será que a terceira temporada de A Casa do Dragão entregou a guerra prometida ou travou em conversas repetitivas? Neste episódio, a bancada se reúne para analisar a terceira temporada de A Casa do Dragão (House of the Dragon), dividindo a conversa em um bloco inicial sem spoilers e um debate liberado sobre os acontecimentos da trama. Entre piadas e comentários sobre a série, o grupo discute o ritmo dos episódios, comparando a estrutura dos ganchos da narrativa com outras produções e avaliando se o volume de diálogos comprometeu a tensão do conflito. Além do ritmo da temporada, o programa aborda as batalhas marcantes, o papel dos dragões e a evolução dos personagens centrais. A mesa analisa os caminhos de Daemon e Rhaenyra, o desgaste das alianças com Alicent e a trajetória de figuras como Aegon, Aemond e Criston Cole na disputa pelo poder em Westeros. Destaques do episódio: • Análise sem spoilers sobre a estrutura e o ritmo da temporada. • Discussão com spoilers sobre o desenvolvimento de Daemon e Rhaenyra. • Debates sobre as cenas de combate e o uso dos dragões na guerra. • Avaliação sobre os arcos de Aegon, Aemond e Criston Cole. • Teorias e encerramentos cômicos criados pela bancada para a história. Se você gosta de A Casa do Dragão, Game of Thrones e debates bem-humorados sobre séries, este episódio é para você. 📢 Na sua opinião, a temporada acertou na evolução dos personagens ou pecou na velocidade dos episódios?
🐉 Guilda do Dragão Careca 🐉: Torne-se um integrante da nossa guilda! Descubra sobre os cargos e recompensas clicando aqui
🏰 Site 🏰: Venha saber mais sobre a gente e nossas aventuras! Clique aqui!
✉️ Contato ✉️: contato@dragaocareca.com
🎨 Arte de Capa 🎨
Gabriel Moraes: [instagram]
🎵 Créditos das Músicas 🎵
Game of Thrones Main Theme (Gingertail Cover) - Alina Gingertail: [youtube]
✒️ Autores ✒️
Jhonatt Lima - Tiamat: [instagram]
Gabriel Moraes - Galdrim: [instagram]
Diego Broniszak - Troah: [instagram]
Eric Farias - Bron: [instagram]
Diego Broniszak
Eric Farias
Gabriel Moraes
Jhonatt Lima
- Pacing de Série· EntretenimentoRitmo lento·Diálogos repetitivos·Greve dos roteiristas
- Desenvolvimento de Daemon Targaryen· EntretenimentoViolência como ferramenta·Conselhos para Rhaenyra·Coerção de Rhaenyra
- Guerra dos Pretos vs Verdes· EntretenimentoSilva·Gui Calvão·Alicent Hightower·Triarquia
- Final da Série e Consequências· EntretenimentoRhaenyra no trono·Aegon II com dragão zumbi·Aemond e o rubi·Dragão porco
- Crítica ao Ensino em Westeros· EducacaoUso de janelas·Gisele Teixeira·Silva
- Arco de Aemond Targaryen· EntretenimentoSonhos e traumas·Complexo de Édipo·Harrenhal·Vhaegar
- Batalha da Goela· EntretenimentoDragões em combate·Caraxes·Syrax·Chipstealer
- Morte em Batalha· SociedadeFlecha no olho·Espada no coração
- Ações de Mysaria· SociedadeEgo e poder·Dona de prostíbulo·Conselhos para Rainha
Olá, aqui é o Tia Mati, Draconato Monge, e hoje falaremos sobre a terceira temporada de Casa do Dragão, Game of Thrones, O Jogo dos Tronos, e House of the Dragon. Que eu achava até que era a segunda temporada, porque eu me perdi, mas já é a terceira, né? Já tem 3 já.
Terceira, penúltima.
Tem só mais uma, né? Porque não tem livro também para fazer.
Só mais uma, graças a Deus.
Glória a Deus.
Não, não, a penúltima é que tem mais 5.
Ah, que bom. E esse episódio, no primeiro momento, a gente, o primeiro momento assim de 5 minutos, tá? A gente vai fazer sem spoiler, né? Para não prejudicar aí o teleouvinte que não assistiu, que assistir só a intro, e depois vai ser só introdução, né, só apresentação. Depois vai ser com spoiler. Então se você não assistiu, vai lá assistir e volta aqui depois. Ou se você já assistiu e não se importa com spoiler, até se você se importa, até se você se importa com spoiler, eu acho que dá para ficar aqui, porque metade das coisas que a gente fala a gente não tem certeza, inventa, né?
Aqui tem informação.
Então tem isso aí também, é uma nova série que a gente ia fazer.
A gente vai lembrar tudo errado, você pode ver tranquilo a série.
Talvez eu O Mati vai fazer um review da segunda temporada.
E eu só queria começar o nosso episódio fazendo uma crítica, né, ao sistema de ensino de Westeros. Porque, cara, é impressionante tu ver que em 3 séries diferentes de Game of Thrones— temos Game of Thrones, temos A Casa do Dragão e temos Cavaleiros dos Sete Reinos— em 3 séries diferentes com várias temporadas, só a Daenerys sabe a maneira correta de usar uma janela.
Acho que deu uma pesada no clima do programa aí.
Caraca, entendi.
A referência foi meio longe.
O Bruno assistiu o episódio de olhos fechados, mas não assistiu você.
Não, os caras se mataram. A Daenerys, o que que tem a ver com uma janela? Mas tudo bem.
Ah, é Rhaenyra que eu queria falar.
Ah não, cara, meu Deus.
Então pera aí, você parece burro.
Ó, os outros dois que entenderam, ó, entenderam o troço não fazendo sentido. Mas o Bruno, desde que você tem que questionar as coisas, não é aceitar tudo que o tio Amade fala. Mas é assim, cara.
A gente tem que rir sempre.
A gente tá gravando, não é nos bastidores. Nos bastidores eu sei, sempre ria.
Caraca, e eu ensaiei várias vezes essa piada e sempre na minha cabeça vinha Daenerys. Eu não tô falando errado, é Rhaenyra. E agora eu falei errado.
É, eu entendi. A partir do uso errado da janela, eu tinha entendido. O uso correto da Daenerys, que eu não—
da pessoa, o uso correto da Daenerys é ela não estar nessa frase, né?
Na verdade, vai ficar mais legal com ela.
É que eu lembrei que a Daenerys não tinha feito nada errado com uma janela.
Pois é, isso que eu falei.
Não, mas que a A menina que viu a janela foi lá e fechou direitinho, como deveria ser, né?
Tem que pregar com umas tábuas ali, fechar bem, concretar.
Tá complicado, pessoal não sabe usar direito.
Olá, aqui é o Troá, bardo e humano, e eu tenho uma pergunta para o Bron, assim, porque ele é nosso guerreiro.
Errou. Sim, na verdade ele é um bárbaro, né?
Mas enfim, ele é um bárbaro guerreiro.
Eu já fui guerreiro já. É mentira!
Não, o Bron, ele é o que tu quiser, que ele quiser, ele se contenta. Mas, ah, caralho, falando Na série ele é um bárbaro.
Vem cá, vem cá, olha só.
Até onde eu sei, tá na certidão de nascimento dele.
Eu falo que sou bárbaro rindo também.
Tu que é um cara da batalha, do fervor, do calor do momento. Tu que é o cara do ferro polido.
Sim.
Caraca, não, isso não.
Nascido do ferro.
Nascido do ferro.
Eu era um...
Assim, vamos supor que você tenha que escolher a sua morte na batalha da vida assim, né?
Sim.
Tendo essas duas opções, você preferia morrer com uma flechada no olho da cara ou uma espadada no olho do coração?
No olho da cara.
Ah, tá, entendi por quê. A delimitação.
Eu já morri uma vez com uma flechada no olho da cara, tá?
Mentira!
Mas não é muito legal. Só que a outra opção parece pior. Eu acho que não mata na hora, a pessoa fica sofrendo.
E logo em seguida tu é carbonizado, né? É o frio por baixo e quente por cima, né?
Era assim que fazia espetinho antigamente.
Não, cara, é o, é o, é o, como é que é o nome?
Ele mesmo.
O ditado é que ele é a canção de gelo e fogo.
Caraca.
Gelo por baixo e fogo por cima.
Porque gelo por baixo.
Ah não, aí não, aí eu não vou explicar minha coisa.
Na imaginação do Tia Mate é isso, né? É, então quando ele chega pra gente assim, pá, aquela mina deu um gelo em mim, a gente já sabe o que aconteceu, né?
Babas quebraram a humanidade, tio. Voltava a cavalo, hoje eu tô aqui com meu chimarrão.
Tá com as éguas?
Olá, eu sou o Galdin, elfo mago, e eu tô ansioso para assistir o último episódio dessa temporada.
Como assim você não assistiu?
Eu não aceito aquele último episódio.
Ah, eu também não tô muito aqui, eu não aceito também.
Bate aqui também.
Não, assim, da segunda temporada, beleza, mas dessa foi ok.
É, foi ok.
A segunda não, não, foi bem melhor que o da segunda que terminou no cliffhanger desgraçado.
Meu Deus do céu!
A questão não é ser bom ou ruim, a questão é ficar incompleto.
Ficar incompleto, você sabe que tem mais uma temporada, né?
Não queria que chegasse no final da história, óbvio, porque tem mais uma temporada.
Ter terminado hoje, tinha que ter terminado.
A gente vai explicar explicar aí mais para frente.
A gente vai explicar por quê, para não dar spoilers.
Como é que terminou? Ei, mas é burro! O cara me zoando, ele nem lembra.
Olá, aqui é o Bron, humano bárbaro. Eu falo isso mesmo sempre? Parece que tá muito pouca coisa.
20 anos de curso, porra!
Olá, aqui é o Bron, humano bárbaro.
Ele nunca reparou o que que ele fala.
Tanto é que o Chizuco parece ter humano bárbaro.
Chizuco De suco.
E assim, pessoal, para vocês todos que pediram a Rhaenyra, né, o povo tá passando fome, não tem ovelha, comércio tá em crise, todo mundo quer dinheiro, não tem nada lá, tá uma porcaria, faz o R.
E agora em setembro vai entrar o grosso. Pô, tem ovelha sim, só que o problema é que ela é roubada, né?
Ela é fobada.
Que isso, cara? Eu ouvi, eu ouvi o Galdrinho.
Muitas camadas.
Eu sou obrigado a falar que esse programa aqui tá uma porra. Aventureiras e aventureiros, sejam muito bem-vindas e bem-vindos a mais um episódio de Dragão Careca. E hoje falaremos sobre a terceira temporada de A Casa do Dragão. Você sabe que o Dragão Careca, ele é conhecido, né? Ele conhecido aí nos becos, né, das vilas, das cidades, sobre o melhor podcast para fazer resumo, sinopse e discussão sobre Séries, né? Principalmente séries que tem dragão e que os dragões não têm cabelo.
É verdade, às vezes não.
E antes da gente começar a falar sobre os dragões sem cabelo lá da série, vamos falar sobre o grupo. O grupo, ah, tem gente, tem cabelo. Eu ia falar um grupo de quem não tem cabelo.
É, ainda, ainda tem pessoas com cabelo lá.
Aí cada um falar por si, né?
Dá mais um tempo. A gente vai falar sobre o grupo de apoio do dragão. Cara, de apoio parece que o cara, mas nós somos Alcoólicos Anônimos, né? A gente vai falar, conversar sem julgamento, você pode se abrir lá. É um grupo de incentivadores, exatamente, que incentiva a gente a continuar no Dragão Careca, ter esse projeto bonito, grande, formoso, bem feito, refinado e com condimentos. Então se você, se você quer apoiar a gente, você gosta do nosso podcast, tá ouvindo aí, tá curtindo, quer apoiar, quer que o podcast chegue aí, não acabe, né, esteja aí em busca da vida feliz.
Como assim?
Não entendi. Considere apoiar a gente, olha os links que estão na descrição. Então você pode se tornar um apoiador, fazer parte da guilda do Dragão Careca. Dependendo do nível de apoio, você pode entrar num grupo que tem a gente e os outros apoiadores pra conversar diretamente conosco, sugerir pautas, trocar uma ideia, fazer comentários direto conosco sobre os episódios. Você pode, inclusive, num outro nível de apoio, receber o episódio antes, pra poder ouvir antes.
Não é muito antes também, porque não dá tempo de terminar a edição. Mas é um pouquinho antes, pelo menos. E no último nível de apoio, você tem direito até a ter uma ilustração exclusiva do Dragão Careca, que você pode escolher, né. Pode não ser o Dragão Careca. Legal, Galdrinho, para você dizer assim, ah, eu quero uma ilustração do meu gato, tá aqui ele.
Pode, claro, só que eu não vou fazer. Mentira, pode pedir, pode pedir qualquer coisa.
Estamos num país livre, verdade, expressão tá aí, né? Só tem consequência. Então considere apoiar a gente. E se você já tá aí na descrição, tá olhando no Bardo Verde no Spotify, já deixa 5 estrelinhas. Essa semana a gente deu uma guinada boa aí, ganhamos bastante estrelinhas teleouvintes. Agradecemos muito pela sua dedicação e pelo apoio. E também a gente passou por uma mudança, tá? Então se você quiser enviar um pergaminho pra gente, tá na descrição do episódio também.
Mas agora o nosso endereço novo é dragãocarecaoficial@gmail.com. A gente mudou e a gente vai ler o seu pergaminho no episódio de leitura de pergaminhos que acontece quase todo mês agora.
A quantidade de pergaminhos que a gente não deve ter recebido de pessoas que estão mandando pro Antigo.
Cara, você que mandou errado, você é um otário.
Gente deselegante. Que isso, não, para com isso, Bruno.
Ninguém mandou errado, eu sei.
Você que tá ouvindo aí e pensando que a gente nunca leu o seu pergaminho é porque talvez ele não tenha chegado, tá? A gente não é culpado.
Já aconteceu no passado, pode ser que aconteça. E sem mais delongas, vamos então para o nosso episódio sobre A Casa do Dragão, terceira temporada.
Imita um dragão aí, ajuda o maluco que tá doente.
Nossa, meu Deus, deu uma tombada com o mindinho numa quina.
Sou dragão morto lá da Mulher do Corpo.
Calma, não tem, não pode ter spoiler.
Isso é da segunda temporada só.
Ah não, importa. Tá sem temporada, pessoal, sem temporada.
Isso, tá sem temporada. Tá muito complicado dormir muito pouco hoje, é temporada zero.
E lá vamos nós, tá sem spoiler no momento, tá, pessoal. Só que uma coisa que eu quero falar aí, eu quero corrigir de novo, né, meus colegas aqui de bancada, que ignorância às vezes é uma bênção, mas nesse caso aí tá prejudicando um pouco, né?
Recorrigir, nesse caso é corrigir, foi o que eu falei.
Recorrigir, não gostaria de corrigir.
Você falou corrigir de novo, então é recorrigir. Tô te explicando a maneira formal de falar.
Informar é para atrapalhar em português arcaico, né? Mas não são dragões, né? Só isso que eu queria deixar aí.
O teleouvinte sabe, a gente já falou sempre, já várias vezes.
O teleouvinte sabe que não são dragões, tá? Da série ali para parte do lúdico. São hivernes. É, no lúdico da série ali eles chamam de dragões, mas todo mundo sabe que na vida real os dragões têm mais um par de patas, né, na frente.
E vou dizer outra coisa que me incomoda também, tá? Até agora, não sei se na 4ª temporada vai ter, mas até agora não vi nenhum dragão fazendo dancinha.
O que tem a ver uma coisa com a outra?
Porque a dança dos dragões—
ah não, cara, não é possível.
Oi, eu tô errando as piadas, mas você também tá deixando passar umas bem batidas.
Não, tu falou errado o negócio. E é a casa do dragão, não é dança do dragão.
Não, mas a profecia a dança dos dragões.
Não, não, acho que não.
Eu queria, antes da gente começar a falar sobre essa temporada, tem algumas coisas para falar aí, né, que é o episódio no caso, né. Eu gostaria de, deixa eu ver quem que eu vou escolher aqui.
Ah, eu também.
Escolher Troá.
Dá uma sinopse para gente de como é que começou a temporada com base na temporada anterior. Que que aconteceu no final da última temporada para começar essa, para a gente ter o contexto?
É o calor da guerra que estava tava se anunciando nos mares para fazer toda a galera que segue a Rhaenyra, que não é a Daenerys no caso, né, ter o seu auge, ser reconhecido como soberano, soberana, né. No caso foi tudo que aconteceu também nessa, só que de uma forma mais nada a ver. O cliffhanger basicamente é esse anúncio da guerra com tudo o que ela conseguiu de aliado contra o outro lado, né, que não importa tanto.
Como assim? Agora explica para o nosso televinte, o que que é um cliffhanger, que você tá usando termos aí, não tá explicando.
Um cliffhanger É o seguinte, quando você está perto de parir um— no caso, nem todo mundo tem essa sensação, né? Mas perto de parir um bebê. Mas vamos pensar então que bebê é sinônimo de ideia. Quando você segura ele pelo pé e ele não sai, é um cliffhanger.
Ainda bem que eu troquei, porque ajudou a parir uma criança, porque não começa pelo pé para tirar ela, né? Pela cabeça.
Aí tu fala com a minha mãe, porque eu tenho uma história de parto bem legal.
Às vezes nasce tortinho lá, né?
Que isso?
Começar pelo pé, eu não sei se vai dar bom não.
É, não. Fala com a minha mãe que ela sofreu, coitada.
Troi, isso é um pouco complicado pra você porque se o bebê é uma ideia, e se você tiver uma ideia sem pé nem cabeça?
Trollação pelo pé explica muita coisa, cara.
Não, é sério mesmo, cara. O troço foi muito louco.
Trollação pelo pé.
Usaram até uns ferros pra me puxar.
Desceu de tobogã. Tá aí a casa do dragão.
Não, mas esse é o cliff. Mas eu queria saber aí de vocês, quando começou a terceira temporada, qual é a sensação que vocês tiveram?
Pera aí, o cliffhanger não é bem o que o Troi falou? Só fazer um pouquinho.
Não, não, vai me corrigir, né, por favor.
Pequena correção, falou bobagem de novo, porque o cliffhanger não é a ideia na beira. Na verdade é uma progressão de eventos que não tem a conclusão no final. A conclusão deixa para acontecer no futuro. E daí você fica cliff, né, vem do élfico, da penhasco ali, do desfiladeiro. E o hang é que você tá pendurado na pontinha do penhasco, você tá prestes a cair, mas não caiu ainda. Então aquela espera, aquele aguardo para você saber o que que vai ser concluído daquilo.
Não, não pode ser isso. Eu não acredito que é isso.
Ou vai cair ou vai subir.
Tinha Mate agora me abriu a mente, cara. Nunca imaginei na minha vida que era isso, viu?
É sério, eu tô debochando.
E vocês concluem como vocês quiserem.
Eu não sei, cara, tu é burro também, às vezes inteligente.
Cara, não fica zoando o Troá, não fica zoando o Troá, Bronco. Ele nasceu pelo pé.
Tu não é uma pessoa média nas coisas, muito inteligente ou muito burro, entendeu? Às vezes tu é burro, às vezes inteligente, daí eu não sei.
Tem que me conhecer mais, Bronco.
Vem cá, agora eu tô a fim de relaxar, tá? E o Dragão Careca, vem cá.
Então a gente tá na iminência de uma guerra começando essa temporada aí, né, entre os verdes.
Pois é, o Troá falou na guerra, mas Como é que é o nome da guerra, Trota?
Sabe? É a guerra do... Alguma coisa de mar, de ferro. Mar de Ferro.
Não, é a Guerra das Stepstones. Errou! A Guerra dos Degraus.
Não, não é esse não.
Por que que eu sei disso? Eu não sei. Eu sei o nome dos dragões também, não faz muito sentido.
Tem um dragão no Mussum também, né?
Caraca, esses aí.
É esse, Bruno. Pegou, Bruno, pegou.
É que só pra quem não lembra, tá? Essa guerra é aquela que a galera tava sem receber comida porque a Rhaenyra mandou fechar o negócio.
Ela fez um cerco, né, ali basicamente, o cerco comercial.
Os caras tomaram, daí tinha o esquema da Triarquia lá, eu não sei exatamente o que que levou a isso.
A Triarquia é o grupo de mercenários que foi contratado para ajudar os Verdes na guerra, né, ajudar o outro lado.
É, as cidades lá livres lá que eles chamam, né, da Hiroshi, as outras eu não me lembro.
Eu acho que é Pentos, né?
Pentos não é o continente? Não sei, mas enfim, a gente não sabe das coisas. E aí eles estavam bloqueando o negócio, não tava chegando a comida, né, galera tudo lá passando fome. E aí eles entraram com tudo lá para tomar o negócio lá, e aí que deu a guerra.
Chegou com tudo no negócio para tomar o negócio, deu a guerra no negócio, tomaram um negocinho, pá. Então a gente tem a Batalha dos Pretos, né, que é o time da Rhaenyra ali, que ela acredita que ela é a herdeira, né, que o rei deixou para ela e ela quer retomar o poder que foi roubado dela, segundo essa concepção dela.
Usurpador.
É, a gente tem os Verdes, que são os Hightowers, né. Os Pretos são os Targaryen, os Verdes são os Hightowers, que também tem Targaryen misturado no sangue deles agora, e eles acreditam que eles são o Aegon O filho da Alicent, que ele acredita que ele é o rei por direito, porque não podemos ter mulheres no poder exercendo essa função de poder máximo, né? Então não pode ter uma rainha, por isso que a Rhaenys não pode ser rainha.
Ainda bem que hoje em dia a gente mudou essa concepção.
É, tá bem mudado. Muita mulher no poder, dá pra ver aí. Só antes da gente começar a falar com spoiler, vamos falar um último momento sem spoiler aqui que eu quero saber.
Caraca, a gente não falou nada da terceira temporada sem spoiler.
A gente não falou nada da terceira temporada com spoiler.
Não, a gente não falou nada da terceira temporada, ponto.
Sim, tá, meu?
Tu ficou falando aquele ferrinho lá, para com isso.
O Tia Mate que perguntou, o Tia Mate abriu de uma maneira nada a ver o troço.
Tá bobo, tá bobo o troço.
Se eu respondesse cada coisa que o Tia Mate perguntasse, eu não tava aqui.
Nasceu pelo pé mesmo. Mas eu quero saber de vocês antes da gente começar a dar spoiler aqui. O que que vocês acharam dessa temporada? Vocês acham que ela, ela tá fiel? Ela tá boa? Ela continua bem, né? Teve um desfecho bem do que parou na última temporada. Eu pelo menos tenho a sensação que esse cliffhanger da última temporada aí que a gente comentou antes, ele deixou um gostinho meio amargo na boca, porque parece que nada foi concluído e que até perdi um pouquinho o interesse de assistir o que que ia acontecer.
E até uma crítica que eu tenho com essa temporada agora, tá? Parece que o pessoal não sabe fazer pacing essa série. Quando eu digo pacing, eu digo você fazer um ritmo que fica interessante, porque tipo é um episódio máximo e depois é 5 episódios com você assistindo porque quer saber o que que vai acontecer no final, mas que o episódio não tá legal. Cara, eu senti isso na segunda temporada também, tá?
Eu gostava gostava muito de assistir The Walking Dead, assistia seguido ali, olhava, não sei o quê, acompanhava, meio Game of Thrones, mas não tanto. Teve aquele ferrenho muito importante lá quando chegou o Negan e negócio do Glenn lá, para não dar muito spoiler aqui. Era uma coisa muito legal que eles deixaram só para outra temporada, meio parecido com a segunda essa. E eu não assisti mais o The Walking Dead só de raiva disso.
E eu fiquei um pouco assim aqui com a segunda temporada, porque sim, faltou os dois últimos, tá? Não dando muito spoiler aqui, mas os dois últimos, os dois primeiros episódios da terceira terceira temporada seria um fechamento perfeito para segunda. Sim, só que aí eu fui entender o porquê disso. E aí teve a greve dos roteiristas, não lembro se dos roteiristas ou dos atores, e teve um negócio também de budget da HBO, teve um monte de coisinha que fizeram com que acontecesse isso.
Mas oficialmente era para ter os 10 episódios e fechar certinho, mas daí deu todo esse trâmite aí. E aí, claro, como eu gosto demais, eu continuei assistindo, mas eu fiquei com essa sensação de que, ah, cara, que saco, não vou assistir a terceira. Mas como eu gosto demais, aí eu assisti e valeu a pena, tá? Eu gostei.
Sim, porque tinha que gravar também, né, bro? Responsabilidade.
É, tem uns que assistiram só para gravar, né?
Mas isso é o de menos.
Responsabilidade é uma impressão geral sobre essa temporada, foi exatamente a do Tia Mati. Ela não tem um pacing legal. Primeiro episódio sensacional, muito bom, estava animado para ver, né? Não sei quanto tempo faz da última temporada, mas fazia, né, depois do Cavaleiro dos Sete Reinos ali ficou um gostinho de quero mais desse universo. E o primeiro episódio foi sensacional. E depois realmente tem muito diálogo, muitos episódios que não acontece muita coisa.
Parece que eles colocam um acontecimento marcante no episódio só para ter alguma coisa, para ser o episódio que aconteceu aquela coisa. Ele vai bem lento até o final, até que no último episódio realmente acontece bastante coisa, mas ainda menos do que eu gostaria. Mas no geral o saldo é positivo, apesar de ter muito diálogo. Eu gosto dos diálogos ali, não são nem muito profundos nem muito rasos, mas eu acho que eles são muito repetitivos.
Principalmente Rhaenyra com Alicent. Nossa, tem os diálogos ali de 3 episódios seguidos.
Pô, sem spoiler, Galdrinho.
Ué, a Rhaenyra e a Alicent conversam.
Eu tô passada, chocada.
Óbvio que isso vai acontecer.
Ah, não sabia disso, pô, Galdrinho.
Complicado, meu, não sabe o que que é spoiler, pô.
Pois é, elas conversam na segunda temporada também.
Duas mulheres importantes conversam entre si.
Duas mulheres importantes, duas pessoas conversam.
Não quero dar spoiler aqui, mas tem um dragão, tá?
É, tem dragão, aparece um dragão.
Isso é verdade, eles dançam.
Não, isso é mentira, eles têm casas.
Mas é isso, tem diálogos repetitivos ali, né, que se repetem mais de um episódio, mesmo tipo de diálogo, mesma conversinha. E isso é um pouquinho maçante assim.
Acho que eu acho muito ruim isso, cara, porque assim, ó, o The Walking Dead, tá, de novo, quando entrou o Negan lá, teve o Cliffhanger, eu também fiquei com essa sensação de que é uma temporada muito mais focada nas relações ali humanas e muito menos os acontecimentos.
É um entreatos, né, alguma parada assim. Porque a gente sabe, né, convenhamos que o livro é enxuto, as histórias são esparsas.
Pois é, é isso que eu ia comentar.
É, e a ideia é fazer render pra TV, né, fazer ter conteúdo, ter coisa.
Não coloca Neymar aqui no meio da história.
Eles deram muita enrolada pra fazer render, pra tirar texto de página em branco.
E aí fica uma sensação de que a terceira temporada podia ser reduzida, né, em relação aos acontecimentos, né, a sei lá, 3 episódios, vamos supor assim, e já poder emendar o que a 4ª vai ser. Porque não é tão grandioso assim em conteúdo para ter 2 temporadas. A gente entende o lado, mas isso aí é criar conteúdo, é ter fãs.
Se tivesse um pacing bom, a gente teria 3 temporadas dessa série até a conclusão, não ia precisar de uma 4ª, porque a 2ª ia ter um pedaço dessa 3ª aqui, ia ter menos enrolação na 3ª. Mas é uma parada que eu vejo bastante, que essa hobbitização, né, que aconteceu também nos filmes O Hobbit, que é um livro pequeno e que eles fizeram 3 filmes também, para inventar muita coisa que não tinha ali para poder dar pano para manga, para render. É, é para render.
Mas quando você inventa e é bacana e realmente tipo são, é, exato, são para agregar ali, é legal. Mas quando é só enrolação fica maçante.
Mas é muito difícil você inventar e ficar bacana, né? Vamos combinar, cara. O autor ele tinha uma ideia para aquilo ali, tem que ser uma pessoa, acho, muito fã e ao mesmo tempo tem que ser muito criativa, tem que dar essa combinação perfeita para ela conseguir simular uma escrita daquele autor que faça sentido e que combine com a história que tá acontecendo. Então não é fácil de fazer isso, porque o que que acontece? Uma coisa é você escrever uma história que você até sabe mais ou menos como quer terminar, mas você não sabe como vai chegar lá.
Outra coisa é você ter o ponto A e o ponto B, você escrever no meio, e ele tem que se conectar perfeitamente na saída do ponto A para chegada do ponto B. Isso é muito mais difícil de fazer, porque você tem regras que você tem que se encaixar ali em algum momento, né? Eu Eu gostei, tá? O meu salto foi positivo. Gostei dessa temporada, achei melhor que a outra, inclusive.
Ah, eu também.
Até porque eu não lembro da outra direito, o que que aconteceu. Mas eu senti essas barriguinhas, né? É uma coisa legal e uma barrigadinha na sua cara ali saindo da tela. Uma coisa legal, uma barrigadinha. Assim vai.
Gostei, mas foi uma merda.
Eu gostei, mas não repita.
Não, não foi isso também, tá?
Imagina se não tivesse gostado, só falou mal do troço.
E agora, nesse momento, a gente vai entrar na parte com spoilers, porque a gente quer de fato comentar a série. Metade do episódio já foi sem aqui.
A gente vai comentar.
Então, se você já assistiu, quer ouvir a nossa opinião sobre, ou se não assistiu não se importa com spoiler, ou se assistiu se importa só um pouquinho com spoiler. A maioria das coisas que a gente vai falar tá errado aqui, então não importa também. Então fica aí para ouvir, e a partir desse momento tá liberado o spoiler.
Boa sorte!
Iuhu, cara, minha opinião sobre a série é que essa parte é muito bonita, a Rhaenyra muito bonita também, mas o Daemon, cara, ele é muito feio, cara.
Não, nada a ver, irmão.
Só um pouquinho, pera aí.
Impressionado na câmera como ele é feio, cara.
Tu tá falando do atacante do time da Noruega.
Que não é verdade, ele é o cara do time da Noruega.
É meio feio também, os dois são muito feios. Ele é celestial, cara, é muito feio, cara, cara de carranca, sei lá.
Não, ele é estranho mesmo, mas ele é um estranho legal.
Não é, ele tem um charme, tá? Tem, ele tem esse charme, principalmente quem já viu outros trabalhos dele conheceu. Eu conheci ele como Doctor de Doctor Who, então já tem esse carisma atrelado aí que deixa ele mais bonito para mim.
Doctor Quim?
Mas convenhamos, né? Que personagem que foi caindo, né? Na primeira temporada ele parecia o fodão, um cara incrível, irreverente, tudo. E ele foi murchando.
Que isso, mano, fala palavrão.
É, parecia o quê? Que isso, cara?
Agora vai ficar fodão.
Errou.
Só que na terceira temporada, o que que ele é? O que que ele é?
Errou dizer ele na terceira pessoa. Ele é a rainha Itália da Rhaenyra, né? Para, não começa.
Ele é a cadelinha da Rhaenyra, né?
Outro, não, não por isso.
Ele faz o que ela manda.
Tudo bem ele ser a quem da Rhaenyra. Nossa, eu discordo veementemente.
Diferentemente de vocês, eu acho que ele teve uma grande progressão de personagem, desenvolvimento dele nessa temporada. Totalmente.
Sai daí, tu não viu o troço, tu olhou a segunda temporada.
Vocês não perceberam, eu acho.
Não, eu já vou falar, eu já vou puxar, eu não tô nem aí na ordem, tá? Mas já me irrita, no último episódio o cara tem a torneira de um dragão. Eu vou falar essa palavra e tu vai botar um pi aí.
Não vai dar não.
E o cara age como se fosse um cavalo. O cara, em vez de poder voar pelo cerco lá, estudar as fraquezas, coisa, fazer o que quiser para evitar qualquer tipo de armadilha, de coisa, surpreender. O cara fica igual um cavalo em cima de um dragão, não faz nada, meu. O que que é isso? Quem é esse cara?
Esse tipo de comentário teu, troço, só mostra que você não entendeu nada sobre o desenvolvimento do personagem.
Obrigado, amigo.
Você é um amigo. O Daemon Targaryen, ele é um cara violento. Tu pode ver que todas as decisões que ele toma são em prol da violência. Desde o começo da série, que ele era o líder lá daquela milícia lá que foi criada dentro da cidade.
Mantos Dourados.
Ele quer pauleira, tanto é que ele desce do dragão, e tanto é que ele fica sonhando que tá cometendo atos de violência. Ele não quer simplesmente ser inteligente, ele quer entrar no meio da pauleira e banhar a espada dele em sangue dos inimigos.
E onde é que tá esse personagem na terceira temporada?
O Daemon? É, cara, é só tu ver todos os conselhos que ele dá pra Rhaenyra.
O quê?
Pra Rhaenyra.
Rhaenyra, cara.
A Daenyra.
Misturei os dois. Todos os conselhos que ele dá pra Rhaenyra é pra ela se revoltar e ser violenta.
É verdade.
Eu percebi que ele é tipo o diabinho mau.
É.
Que é o contrário, aquela, a dama dela lá, é o diabinho bom.
E essa parada que ele ficou, a Missária, Missária, Missária, que tem uma galera falando, ah, ele é cadelinha da Rhaenys. Cara, pelo contrário, ele coagiu a Rhaenys outra vez a se comportar.
Ó, meu, para, cara, respira.
Ele não consegue, cara.
Ele coagiu a Rhaenyra a se comportar da maneira violenta que ele gosta, porque ela começa a ouvir mais ele, ela dispensa lá a conselheira dela que era fofoqueira lá do—
a Missária.
É, a Missária, ela mata o Hightower na frente, quase na frente da própria filha ali. Claro que foi sem querer, né, que ela chegou depois. Então todas as atitudes violentas que você vê nessa temporada ela cometendo, você pode ver que é ele no vidrinho dela. Então na verdade, por que que eu acho que ele teve uma grande progressão de personagem, teve um desenvolvimento? Porque antes ele era esse cara mandado, que ele tava num conflito que ele não sabia se ele era honrado, se ele ia para o lado violento, porque ele tem esse impulso violento que ele quase não consegue controlar, né.
Ele precisa ter essa violência presente na vida dele. E aí ele tá naquela que ele não, ele não sabe se ele quer ser violento, ele quer o trono para ele, ou se ele quer seguir a Rhaenyra. E aí no final da segunda temporada, no começo dessa, ele toma a decisão: não, a Rhaenyra é rainha, mas eu quero que ela seja uma rainha do meu jeito. Ou seja, eu quero que ela seja uma rainha violenta.
Não, eu concordo com tudo que você tá falando, eu só não sei o que tem a ver com o último episódio.
Falou um monte de bobagem.
Não, não tô falando sobre o último episódio, eu tô falando da temporada inteira.
É porque eu falei uma coisa e tu começou a falar uma outra coisa, não entendi isso. Eu falei do negócio lá dele, da atitude dele no terceiro episódio de você tentou justificar com uma coisa que não—
ele usou o dragão como cavalo porque ele não quer passar por cima na segurança e simplesmente matar todo mundo fácil. Ele quer descer e ele quer banhar a espada dele em sangue. Eu literalmente falei isso. Então tá bom, então obrigado você.
É verdade, baita personagem.
Eu concordo um pouquinho com a linha de raciocínio do Tia Márcia aí, porque a primeira temporada lá tem aquela dissonância deles, porque o Daemon quer o poder, claramente ele quer ser poderoso ali. Só que a Rhaenyra é o caminho para isso, né, né? Tem expectativa dela ser rainha e tudo, tanto que ele sugere o casamento, né, tudo. E lá desde o começo da série eles discutem muito porque ele quer fazer as coisas de um jeito, ela quer fazer de outro, ele entra na frente dela.
E acaba que ele aceita que ela é a rainha, ele vai obedecer ela. Então eu acho que ele começa mais como obedecendo ela e depois ele vai trazendo essa forma de governar mais violenta para ela. Nessa última temporada foi o maior desenvolvimento disso, porque ela quer governar como o pai dela, que foi um cara pacífico, tudo demais. Ela sempre cita isso, inclusive. E ele vai falando, ó, não vai dar certo, não vai dar certo, você vai ter que usar violência, vai ter que usar guerra, vai ter que usar dragão.
E durante a temporada a gente vê isso se expandindo. Então ela vai aceitando cada vez mais, tanto que no, né, no final ela demite a emissária, ela aceita o que ele fala, né. Então ela manda ele para guerra e fala, faz o que tem que fazer. A gente não queria atacar lá onde os Hightowers estão, né, porque tem população lá, o pessoal vai ficar contra a gente, mas vai ser necessário. Então vai, faz o que tem que fazer. E ela fica— isso, Tumbleton.
E ela não queria fazer isso. Então ele foi entrando na cabeça dela ali. Claro que por conta dos acontecimentos também, né, vai fazendo as coisas pelas costas também para alcançar o objetivo dele. Mas eu não acho que ele perdeu a característica dele, eu acho que manteve. Ele foi inclusive empurrando isso para Ranira.
Só para vocês verem que a gente não entende nada, né, que é só desinformação. Eu falei que era a Batalha de Stepstones, mas não, foi a Batalha da Goela. Então peço desculpas aí.
Eu fiquei pensando que eu nunca ouvi falar na Stepstones, na batalha. Eu falei, ah, o Bruno falou com tanta convicção, né, cara. É assim que abre a série basicamente, né, que é o cara do caranguejo Corrigido, exatamente, cara. E tem mais um detalhe, tá, que falam que ele é o mandado da Rhaenyra. Se você parar para pensar, o cara que mais desobedece o que a Rhaenyra fala e faz da cabeça dele é o Daemon, né?
Porque ele faz pensando nela, é uma julga para ela, só que ele não é o mesmo meio.
Não, ele faz pensando nela, mas não de fato obedecendo o que ela pediu, não fazendo o que ela pediu, tá ligado? Ele pode fazer pensando nela, mas não do jeito que ela pediu, né? Então não é bem obediência.
Tipo, ela mandou assim, ah, pegue o cavaleiro lá que matou meu filho lá, o que monta o Shipstealer, e Ele foi lá e trouxe, entendeu? Mas não era a pessoa certa.
Não, não, não, não, não foi isso que aconteceu.
Ela falou, busque ele para mim. Ou ele fala, vou buscar ele para você. Ah tá, ele vai lá e pega o domador de ovelhas lá e não a filha dele.
Ah tá, você tá falando que ele fingiu, mas é que ele foi, descobriu que era filha dele e começou a mentir para Rhaenyra, né?
É, não, exato, eu tô falando, ele trouxe um, até achava que ele tava traindo, que ela mandou.
É, coitado, né?
Teve que morrer, tava lá de boa.
Para mim ficou um pouco forçado, tá? Eu entendo que pode ser um medo ali da insegurança dentro do pensamento da personagem, da Rhaena ali, de ter medo, porque ela de certa forma ela contribuiu para a morte do filho da Rhaenyra. Mas eu não entendi por que que ela se escondeu, tá ligado? Ela podia ter dito, ó, eu peguei o dragão, tentei ajudar, só que ele tá muito selvagem. Ao mesmo tempo que ele ajudou a gente, ele se revoltou, e tipo, a gente tem que treinar ele, sinto muito.
Ela acabou causando a morte, entendeu? Foi o nome, mas foi o culpado, foi o culposo.
Ela contribuiu, mas não foi ela a causadora da morte do filho, cara.
Se ela não tivesse lá, ele não tinha morrido.
Ela causou, ela foi a principal coisa ali.
Se ela não tivesse lá, não tinha morrido.
Não, mas não foi uma flecha que— não foi uma daqueles lançadores de arpão que atravessou a asa do dragão, ele caiu?
É a mesma coisa de eu vou te jogar no penhasco, mas a gravidade que vai matar.
Não, não, não, não é tipo isso.
Mas não foi ela que abateu o dragão.
Eu só dou o tiro, quem mata é Deus.
Não, ela tocou fogo, começou a briga, e daí o dragão saiu. Só que o que que aconteceu?
Tinha aquelas balistas, ele caiu, acertaram ele, ficou lá.
Isso, pois é, acertaram ele.
Então, mas eu achei essa cena da guerra muito bem construída, porque ele voa abaixo e eles acertam ele com essa flecha aí, com essa balestra. E a primeira vez a esposa dele consegue salvar ele, consegue desvincular ali do cabo que tá segurando o dragão da âncora. A partir dali ele começa a voar mais alto, sim. Só que quando chega o Chipstealer, ele precisa voar mais baixo de novo e é atingido pela segunda vez, não sendo possível voar para cima de novo.
Imagina o que contaram para Rhaenyra lá.
Exatamente.
Ah, teve o cara aí de dragão que matou teu filho lá. Eles não contam todos os detalhes.
E convenhamos, né, a culpa não foi da Rhaenyra igual, né? A culpa foi dele, que foi um idiota que trancou a mãe no negócio, foi sozinho para parada lá, né? Mas traumatizou.
Assim.
O grande problema das mortes idiotas, principalmente da Guerra dos Dragões, é que depois que tem um dragão, todo mundo acha que é a criatura mais forte que já pisou na Terra, né? E daí eles começam a cometer um monte de erro porque tem esse bicho imponente.
Ah, mas eu acharia também.
É, eu também faria.
O pobre robovelha ali ainda é um exemplo de dragão que chora igual um cachorro quando levam coice.
Sim, é, tomou-lhe um pau lá, coitadinho. Eu fiquei com pena dele, cara, mesmo sabendo que era um negócio de IA ali, negócio, né, de gráfico, mas eu fiquei com peninha. É um cachorro, né? Um cachorro.
A quantidade de meme que fez de alinhamento de dente, alinhamento dental pra ele.
Ah, mas é legal, cara.
Ele é uma criança, tá ligado? A Reina conquistou ele, só que aí sim ela foi imprudente, né? Já queria mandar criar. Eu quero ajudar, quero dar orgulho pro papai. Ela pega e leva ele direto pra guerra, só que ele não tem treinamento pra isso. E aí que dá o problema que dá. Mas ele não tem culpa nenhuma, ele é um inocente no negócio. Ele foi, ele foi uma ferramenta que foi usado por uma pessoa que não sabe usar ferramenta.
Uma crítica social à galera com pitbull aí, né? É verdade.
Aquela luta ali que, cara, eu achei injusto, tá? São 4 dragões contra 1, contra o Chipstealer.
São, né? Não, não são 3, né? São 3. É o Caraxes, a Sunfy— a Sunfy não, a Syrax.
Ah, é, não, os dois lá, os dois que, os bastardos que ganharam, os dragões não estavam juntos.
Eu sou péssimo com o nome de dragões, cara.
Não, não fala bastardo, eles são filhos reais.
Não são não, porque não conseguiu legitimar.
Tá o Addam junto, né? O Addam, a Rhaenyra e o Daemon.
Daemon, Caraxes, Cyrax, e o outro eu esqueci.
A Laena não tá junto, né?
A Laena não, não, não, ela tá aqui, ela vem depois.
Pois é, eu não entendi por que que o dragão teve que sofrer. E é muito legal ver o Caraxes lutando, né, cara? Que bicho legal, porque ele é pescoção, é muito legal. Ele é tipo uma serpente, né? Ele é uma serpente com asa, ele é quase um coate.
Que bom!
É isso aí.
Mas agora, saindo dos dragões ali que tem as suas, seus momentos. Deixa eu puxar um arco aqui assim, que eu acho que vocês vão concordar comigo.
Cuida para não acertar ninguém com essa flecha aí, outro.
É, não bota uma flecha aí no meio.
Cuidado, já pegou no rosto de um.
Eu acho que vocês três vão concordar comigo, porque sempre que aparecia cenas desse, eu concordo, não é assim, entendeu, mano? Sempre que aparecia cenas desse arco, cara, eu achava um saco, que era lá em Harrenhal.
Só vamos falar falar mal da série, cara. Ah, cara, é legal.
Ah, eu, que chatice aquilo.
Eu gostei.
Eu não desgostei e nem gostei muito.
Muito pelo contrário.
Não, eu falo assim, não era cena que eu falava, nossa, que chato, mas não era cena que eu ficava empolgado para ver, né? A Alice de Rivers e o Raymond, né?
Alice. Nossa, cara, que coisa chata essa novela, bicho. É muito chato, não vai para lugar nenhum.
Entra um pouco naquela questão de estender o que não precisa ser estendido, mas foi mais mais demorado do que precisava. Teve muitas daquelas cenas de conversa deles também, de questionamentos dele, pensamentos, aquelas coisas que as visões que ele tinha também ficou muito repetitivo assim. A parte que é relevante mesmo acontece nos últimos episódios, né, que é a parte que ela tenta ludibriar ele. Aquela cena foi legal, se tivesse só aquilo lá dentro seria interessante, mas tudo que veio antes disso, o pessoal chegando lá e ele salvando ela, é muita encheção ali, cara.
Eu nem tinha percebido, eu nem tinha entendido que a Veigar tinha abandonado ele. Sim, eu achei que só ele mandou ela se esconder para ele ficar escondido ali um tempo.
Eu acho que foi isso também.
Não, não, mas ele fala no último episódio que a Veigar abandonou, que ele não sabe, porque o irmão dele aparece, que eu até achei que era uma alucinação que ele tava tendo, para variar, o irmão dele chegando lá. Não é que ele não sabe, ele fala que ela abandonou ele, ele fala com essas palavras.
Ele falar é uma coisa, tá?
Mas a informação que a gente tem, a gente não vai tirar da cabeça sendo que o cara falou. E aí o Aegon vem e fala: não, vamos subir ali no meu e vamos achar ela, porque tu vai ter que me ajudar nessa guerra.
Sumiu.
E sim, ela sumiu, né? Porque eles não tinham dinheiro para efeito especial dela também, né?
E como Negócio meio místico, né?
Tá meio escondido, tem um dragão gigante sobrevoando. Ele tá praticamente o ponto do Google em cima da cabeça.
Ele tá ali deitado em posição fetal no colinho da mina ali, e cabecinha do dragão só espiando ele.
Eu prefiro ele muito mais em posição fetal no colinho dela do que os sonhos que ele tava tendo. Meu Deus do céu, cara, eu gritei na tela quando eu vi aquilo. Que coisa horrorosa! Os Targaryen são tudo errado a cabeça, né, cara?
Eles têm um negocinho, né?
Eu acho a falta de negocinho.
Mas olha só, a mãe dele o beija antes dele chegar aí, então ele já ficou com o negócio ali.
Não, não, não, não, não, não, não, não, senhor. Ele beija a mãe dele, isso é muito importante ficar bem explícito aqui.
Não, eu tô falando que o beijo ocorreu, entendeu?
Então assim, sim, é ele beija ela porque ele tá sempre tentando buscar esse amor da mãe dele que ele acha que ela não tem. Ele sempre se coloca nisso, nesse de não ser o filho favorito, porque ele acha não.
A mulher tentou matar ele, como assim?
Não, eu não sei, amor, tentou matar porque ele ficou maluco, mas eu acho que ele tem um trauma de que quando ele era criança, aí tudo bem. Primeiro tem a questão de que ele não é o rei, né, é o irmão dele que é o rei, né. E quando ele era criança, ele perdeu o olho. Eu acho que ele ficou meio traumatizado, que ele achou que a mãe dele não intercedeu por ele, porque não arrancou o olho da outra criança para ser—
não, mas ela tentou, o rei que não deixou. Ela falou um olho por um olho, pode tirar o olho do bicho aí. Sim, sim, sim, ela tentou isso, mas ela deixou por assim mesmo, né.
Daí eu acho que ele tem esse, ele tem essa constante busca por ser amado pela mãe dele. Daí começa a ter esse complexo de Édipo aí, né, de essa mistura do que que é a mãe dele amar ele, né?
Ele, o Daemon também, né? Tem até na própria Harrenhal lá ele sonhando com a mãe dele lá tentando retornar para o ventre. É semelhante, coisa poética, né?
É coisa de Harrenhal, né? Não dá nem um pouco.
É coisa dos segundos filhos ali, que sei lá o que acontece.
É, os Targaryen tem uma coisinha.
Aí eu tenho relatos do fandom feminino vibrando com essas cenas do Aemond sem camisa andando por Harrenhal. Que delícia, cara! Eu já vi o relato.
Agora parece uma vara.
Mas tem cena mais quente dele, que ele já apareceu nu inclusive lá nas casas das—
ah não, segunda temporada aparece.
Não, a cena queimada é na próxima, parece o membro.
Não tem nenhuma, nenhuma mulher de cabelo preto vestida de verde lá dele, não acho tão legal.
Ah, e vocês viram que uma hora a mesária, o quê, ela chama uma, a dona do prostíbulo, né?
Chama a pessoa para ir votar, né?
Ela chama a dona do prostíbulo para se exibir, né? Ah, eu sou aqui a principal, eu sou a segunda no comando aqui, só depois da rainha, não que ela me bajula e tal.
Olha aqui, vai embora.
E a mulher tá ali, o negócio é que você mudou, não sei o quê. Essa que era a senhora do Waymond.
Sim, do Waymond.
No prazer.
Que atriz bonita, né?
Ele gostava dela, um pouco mais velha, dava carinho e atenção para ele. Qual delas?
A mesária, cara. A mesária é linda, cara.
A mulher que aparece, que ela chama, é a mulher que o Waymond pega na casa lá.
Exatamente, ela é a dona do prostíbulo, é essa que lhe dá prazer.
Não lembrava disso.
Não sei como falar isso de uma maneira não chula.
Eu entendi que tem essa coisa do ego que a outra falou que ela mudou, que a Mysaria mudou do ego do ego.
Não, o ego é o filho da rainha lá, o ego Targaryen.
Eu não entendi como ela tivesse feito para, tipo, tivesse chamado a outra ali para se aparecer, mas sim para ela dizer, ó, agora eu tô numa posição de poder, eu posso tentar contribuir mais. E a outra falou, ah, mas tu tá se achando porque tu tem poder, né? Um abraço para ti.
É, acho que foi isso mesmo.
Mas você é apenas uma.
Não entendi o que ela falou para demonstrar, olha como eu tô forte agora e você não, sabe?
Eu achei isso, tava subindo a cabecinha.
Eu acho que essa mulher só se ferrou na real, né? Porque ela tentou jogar o jogo dos tronos ali pegando da rainha, né, dando conselhos muito quentes também para rainha ali. E no fim das contas mandaram ela andar, né, falaram para ela, vai lá, um abraço. Conselhos quentes é a maior putaria.
E o arco do, já que a gente tá falando ali de um lado, o reizinho, ou suposto rei legítimo, né, que vão achar, né, depois, que sobrevive, tá lá o arco dele andando com o mindinho. Que que vocês acham desse arco?
É um mindinho doido, né?
Mindinho. Eu acho bom, cara, eu gosto Cara, eu gostei muito do arco dele. Esse eu gostei, eu gostei também.
Nossa, ô cara, eu entendo, eu achei legal até pelo desfecho que teve no fim.
Vou falar mal de novo do troço?
Não, que personagem insuportável, bicho, porque ele não consegue perceber, ele não consegue ser inteligente, tá ligado? Ele não consegue engolir o rei que ele tem na barriga, ele não consegue, literalmente é isso.
Mas é isso, cara, isso que é legal nele.
É isso aí, literalmente não, né? Porque ele não engole ninguém.
Não, isso que é legal, mas ele engole a própria saliva, né, que tem DNA dele.
Não, isso que é legal nele, mas isso que é ruim, porque o Larys ali de babá dele tendo que tentar sobreviver perante um herdeiro profissional, sabe? Porque tudo que ele faz, não, a gente tem que se esconder, eu não vou se esconder, eu sou o rei. O cara parece um maracujá seco.
É isso, cara.
Mas é que ele sempre foi, eu acho, nem se ele falar que ele é rei reconhecem ele.
Ele sempre foi mimado, muito mimado, aconteceu tudo que ele queria, não sei o quê. Só que quando o maluco pegou ele, obrigou ele a beijar o sapato, aí sim ele se rebaixou, aí literalmente, né? Mas depois voltou, depois recuperou a arma lá, daí não tem o que fazer.
Mas não sei se vocês lembram como que ele aceitou virar rei, que ele não queria ser rei, né? A mãe dele falou que era o destino que o Viserys tinha falado, que ele seria rei e tal. Então ele acredita também que ele tem esse direito, que ele tem essa predestinação a ser rei. Então ele é muito confiante de falar que não vai fazer as coisas porque eu sou o rei e tal. Então tem essa confiança também de ser um, como que fala, é profecia, profecia, isso, como se fosse uma profecia que ele vai ser rei.
Então ele não precisa se preocupar, ele tem que fazer as coisas que ele tem que fazer e vai dar tudo certo. Tanto que acontece mais ou menos isso também. Ele falou, não, quero por aqui, mesmo que eu morra eu vou por aqui. Que acontece no final, né, no último episódio, o dragão aparece, salva ele. Isso vai reforçar reforçando as coisas que ele pensa. Lá no, quando ele beija o pé do cara, ele vai até o limite que ele pode ir sem se prejudicar tanto.
Aparece o cara para ajudar ele, consegue matar o cara que humilhou ele. Então tudo vai reforçando essa questão de predestinação dele.
O Brontra teve que beijar o pé de alguém?
Eu já beijei, mas não por uma obrigação assim, sabe?
Partiu de ti?
É, a partir do momento da oportunidade, viu o pé ali dando bobeira, vral, tem um pé aqui, por que não beijar?
Safadão!
Foi isso que aconteceu.
Beijar a Aloy.
Mas sempre beijem pés com consentimento, porque eu já fui vítima disso. Um pé com sentimento, pé sem sentimento são tristes. Ele foi salvo pelo roteiro, né? O dragão voltar à vida ali, o dragão, cara, tinha bicho voando no dragão, né?
Ah não, isso dessa forma eu não achei legal também.
Pareceu o cachorro do Galdrin.
Eu entendi a referência.
Que isso, cara? Na hora que apareceu o dragão ali deitado, ele falou que o dragão não tá morto e tal. A gente sabe que os dragões têm uma ligação muito forte com os montadores, né? Então sim, naquele momento eu falei, ah, tem uma chance dele tá vivo ainda. Ainda, né? Ele tá no estado de hibernação, sei lá, tá gastando, recuperando, salvando energia ali para conseguir se recuperar. E era exatamente isso, né? Eu gostei muito da caracterização do dragão depois que aparece com o olho meio caído assim, meio serveró.
Ele tá igual o montador dele, né, cara? Todo queimado. Então, pois é, eu acho que nem voar tá voando mais o dragão, né? Não tá assim porque ele chegou lá em Harrenhal depois.
Sim, tá.
Mas que o dragão tá voando com uma asa queimada, tá dobrando só para esquerda. É mágica, explica qualquer coisa, né? O Aemon teve que dobrar numa Avenida 3 vezes para ir para a reta certa de Hardin Hall, dobrar só para a esquerda, outra grama, cara. Ficou dando volta.
Mas o pessoal, eu quero puxar aqui com vocês, se vocês entendem isso como a terceira via, que até foi o— vocês colocaram aqui, né, o time preto, time verde.
Terceira via é— não vamos falar de política, é conversa sensível aqui, né.
Terceira via seria lá a galera do Ormond Hightower, né, que queria—
cara, pamonha, cara.
Esse ator também, o ator, o personagem é muito estranho, cara.
Esse cara é um pamonha, meu.
Não, o Ormond, o Ormond é malucão. Ele é o Daemon da primeira temporada, ele é maluco, ele faz coisa tudo sei lá o quê. Show! E aí ele quer botar o sobrinho dele, o filho da Alicent, o mais novo, como o rei, que é o— como é que é o nome dele? E aí ele seria um verde e preto.
É, não, ele tá com a casaca mistra, esse verde, um amarelo.
Ô cara burro, ele tá com a casaca preta, amarelo.
Ele quer botar o cara por quê? Porque é tipo na linhagem, né? Ele considera, o Aegon morreu, que a Rhaenyra não tem legitimidade, seria o próximo, por Por isso que ele ficou no carro.
É, o Aegon e o Aemond morreram, né, de acordo com as histórias. Então seria o Daeron o próximo na linhagem. E óbvio que o Ormund não pode governar, ele quer governar por meio do Daeron, né. Já tá na mão dele ali, já consegue controlar o rapaz porque é novo. Então ele quer reinar usando o Daeron como bucha de canhão.
E ele odeia os Targaryen.
Consegue naquelas, né, porque o guri sabe que ele tá sendo manipulado, ele tá só tentando aproveitar uma chance para se virar, né.
Não, menino quer fugir.
Sim, sim.
Mas quando eles capturam o Corlys lá, eu acho legal ele tentar fazer essa jogadinha assim, sabe?
Eu acho interessante.
Ah, sim, quando ele fala que tem uma carta na manga ali, que ele tem uma peça no tabuleiro, uma peça no tabuleiro a mais, né, que o pessoal não sabe.
Essa peça que você queria.
E aparece o Corliss, isso, Carlos, aparece ele. A gente acha que é ele, mas na verdade ele tava falando do— sim, que a gente sabe no final que virou a casa montador de dragão lá, né?
O cara pega na patente ele, meu.
Eu achei muito interessante essa cara podre na patente.
Não, no meio da guerra o cara bêbado de ressaca Cagando, e depois sai bêbado dirigindo, né?
É isso que acontece, você mata as pessoas. Fica a dica aí.
E é legal que ele tá no céu, daí ele começa a botar fogo nos exércitos. Daí o Ormund, e aí, é isso aí? Daí eles, vai se ferrar você também.
A única coisa que presta no último episódio eu acho que é essa batalha em específico, alguns momentos assim, principalmente do pessoal lá nórdico lá lutando.
Tébolton, batalha de Tébolton.
Exato. Única coisa que é interessante assim.
Não, o começo da temporada é muito bom também, cara.
Da temporada é, eu tô falando do último episódio, a única coisa que presta.
Não, eu não acho, eu discordo. É mesmo?
Ah, então tá bom, então você não acha, então tá.
Então aos 7 minutos tem uma coisa muito legal ali.
Falou tudo, não vou dizer por que que eu discordo, só quero dizer que discordo. Aí vocês gostaram da novelinha da Sonhadora lá, da Rhaenyra Targaryen?
Ah, cara, eu acho que não explorou legal essa personagem, deixou ela muito, muito mística.
Eu acho tão chatinha essa parte dela conversando com com a Rhaenyra, que a Rhaenyra quer falar para ela assim, ó: me chama, me chama de Contínua. Começa a desafiar a galera. Diz que eu que vou ganhar o negócio, diz que sou eu que vou ser a rainha. E olha a tua visão. Ah, mas não é isso que diz minha visão. Muda tua visão, eu quero ser eu a da profecia.
Então olha aí.
E ela não viu nenhum momento, né? Tipo, em vez de prestigiar a arte, né, olhar o bordado, ela não olhou. Tava tudo ali, era só interpretar o troço.
Sim, ela olhou depois.
É, depois ela tá 3 temporadas bordando o negócio, ela só viu depois, né? Quando era tarde demais.
Tô te mostrando aqui um monte de bagulho, tu não, tu não entende.
O tempo que ela levou para bordar aquela fotinho dela caindo, dava tempo da Ranir ter visto, impedido, né? Tomou spoiler antes da tapeçaria.
Se eu não me engano, tá, se eu não me engano, tem um negócio que a Alice fala para ela: ah, faz tal coisa que a Helena viu. E a Ranir: não é? Como assim ela viu? Ela é, ela tem esses sonhos aí. Ela: suspeito, suspeito, otário, suspeito, né? E vai lá e acontece o negócio. E aí sim que ela vai lá apertar a menina e fala: não, fala o que vai acontecer e tal. Porque antes ela não tinha tinha esse conhecimento que a menina conseguia ver as coisas. Eu não me lembro o que que era que aconteceu.
Ela fala do Aemond.
A sensação que passa é que ela não quer saber o que que vai acontecer, ela quer que ela seja a da profecia a qualquer custo.
Ah, o Aemond e Harrenhal, né?
Isso, exato.
Daí sim que ela acredita.
E falando já da tapeçaria ali, do bordado dela, todo começo de episódio tem informações novas naquela, naquele tecido que passa ali.
Bem observado.
Achei isso muito legal porque torna a abertura interessante para você ficar procurando ali. E nunca é spoiler, né? Sempre sobre o que aconteceu no último episódio.
O Game of Thrones também, né, ia se transformando as cidades, as coisas.
É que nem o Game of Thrones, né, quando os Boltons tomam o Winterfell lá, sobe a banheirinha, a banheira, né, a banheira sobe, sobe a bandeirinha dos Boltons no Homem Esfolado em Winterfell quando começa a série ali. A mesma coisa.
Não, isso é uma sacada, é bem legal.
Acho que é legal eles manterem isso. A primeira temporada não tinha isso, né, não tinha tapeçaria. A partir da segunda começou a ter.
E a música também, ela é parecida com a do Game of Thrones, né, para não perder essa referência aí que a galera adora, né. Mas tem diferença, mas a último tempo ela é diferente, ela é com tambor, mais tamborado.
Nem existe isso, você tá inventando palavra. Tamborado. Ah, isso sim.
E o Christian Cole?
Cara, o Christian Cole, adorei o desfecho dele, cara. É muito bom, porque é o desfecho Game of Thrones, tá ligado? Ele não, porque agora ele—
você lembrar do—
agora morreremos como heróis. Você lembrar dele, pega o paninho que a Alicente deu para ele em 1972, pano cheio de ácaro, enrola o paninho no braço e agora vamos levantar.
Toma ali, acabou.
Eu confesso que nesse momento eu acreditei um pouquinho, falei, nossa, Será que esse cara vai ser realmente lembrado? Ah não, não vai não.
Não, muito bom, muito bom.
Eu tenho problema de memória, por favor. Quem é aquela personagem que ficou tão importante depois que a arqueira que mata ele?
Não é ninguém específico.
Onde que ela aparece antes?
Ela aparece quando eles ganham dos Lannisters ali, ela aparece sim.
É na guerrinha aquela, mas só não aparece a guerra, só eles comemorando.
Ela é mais importante ali, eles não deram muito, muita atenção para ela.
Não que eu tenha lido o livro, mas eu vi pessoas, mas parece Parece interessante a personagem.
Eu achei muito massa ela porque ela é uma arqueira muito forte nessa batalha que teve no último episódio. Acho que ela tá indo a cavalo, até montada no cavalo em direção à cidade, e ela mata os 3 com arco e flecha de baixo para cima antes deles conseguirem atacar ela. Isso eu achei muito massa, cara. É o Legolas, ela é o Legolas do Game of Thrones.
Ainda assim, ainda meio mal explorada, ainda achei que é uma personagem legal, mas acho que falta um pouquinho. A gente não—
isso é muito Game of Thrones, né, que é tipo um personagem que é super importante, ganhou muito tempo de tela ela ganha um certo protagonismo, ele morre por um figurante do nada e é isso, né? Um abraço e acabou aí. É, então é uma cena parecida também, pelo menos quando morre o filho da Rhaenyra, que tipo o dragão cai e ele consegue se soltar, né? Ele consegue se desvencilhar ali de onde ele tá sentado. E daí ele levanta, ele pensa, nossa, agora ele vai nadar até a costa, é, vai conseguir voltar para mãe dele.
Só que ele tá sem dragão, ele tá impotente. Aí tu pensa nisso, aí vem a flecha, né?
É muito bom, muito bom.
E ele começa a afundar de novo, é meio que se repete isso, né?
Eu achei meio Game of Thrones a morte do o maluquinho guerreiro lá que fez Filhos da Anarquia, sim, o líder dos Barbas Brancas, e do Ormond também. Porque tipo assim, cara, aquele cara tava muito lá, daí ele falou, não, eu vou aqui. Ele tava aparecendo demais, né? E aí, não, que eu tô aqui porque eu vou, antes de abrir o portão eu quero morrer, não sei o quê. Eles foram para morrer. Como assim?
Não entendi.
Antes de abrir o portão eu quero morrer? Não, ao contrário, antes de morrer eu quero abrir o portão.
Isso, o que que eu falei?
Falou que antes de abrir o portão quero morrer.
Como é que é, cara? Lúcio Ligar não, te vou dar depressão, né? Abre o portão. Não, mas antes, primeiro, caraca, ele é do Norte, né? Ele vai voltar a vida para abrir o portão depois.
E o Ormond também, com a— parece que vai ter uma grande coisa assim, que daí eles vão explorar o negócio do cheiro e tal, não sei o quê. E eles batalhando lá, e chegou o Ulf, mata os dois e acabou. Tipo, não vão explorar nada do cheiro dele, sabe? Do alguma coisa grande.
Não, mas a morte é muito boa, cara.
Sim, por isso que eu digo que é Game of Thrones, né, que é muito boa.
A enrabada do Norte.
Muito bom. O Troll hoje ele tá muito nisso, né? Tá muito falando de partes traseiras.
Ué, eu não entendi o porquê da enrabada.
É, não entendi também. Presta atenção!
Ele fala isso?
Ué, ele fala isso. É a cena que ele fala, você vai experimentar a enrabada do Norte, dá uma espadada.
Caraca, não peguei.
Uma empalada.
Peço desculpas aí também.
Eu nunca comi rabada, é boa?
Cara, eu nunca comi também, mas diz que é bom, macio.
Cara, eu comi rabada, né, normal.
Gordo!
Ah, eu confundi com rabanada, que é aquele pão frito com canela e açúcar.
É pão velho frito.
É outra coisa. Pão frito, não precisa ser velho.
Eu Quando eu tenho pão velho, eu não faço isso daí, essa tal de rabanada. Eu nem sabia que era rabanada esse nome, descobri eu acho começo do ano, foi lá em fevereiro, eu acho dia 3 de fevereiro.
É bom na hora só, e é bom, hein?
Sabe o que que eu faço com pão velho? Eu compro salame, né? Eu pego salame, faço salame ali e queijo, e aí eu boto duas rodelinhas de salame, um queijo, corta o pão, ele já tá duro, né? Aquele pão francês duraço. Aí bota o queijo dentro, duas fatias de salame, fecho e prenso e faço um misto quente, porque o misto quente ele não se importa com pão velho porque vai armadura igual.
Ah, sim, parabéns! Uma torradinha, né?
É verdade.
Ainda bem que tu falou pão duraço, pão francês duraço.
E por falar em duraço, o que que veio?
O quê, por falar em duraço?
Cadê o duraço? Fala pra gente.
E o montador de dragão lá, que é o Thor versão Game of Thrones, ele é duro?
Não entendi, qual a relação?
É armadura dura.
Ele é duro porque ele usa armadura, né? Assim qualquer um, armadura já tem duro no nome, só que é dura no caso porque é fêmea.
Não, ele é um cara firme, ele é um cara que tem o seu ideal, a sua firmeza.
Ele é um cara que ele tá tentando fazer a coisa certa, mas ele tá preocupado com a família. É super compreensível.
Coisa certa para quem?
Como se preocupar com a família não fosse a coisa certa. Não, eu tô dizendo que ele tá tentando fazer a coisa certa perante os interesses da Rhaenyra.
Agora você falou isso.
A predominância dele é se preocupar com a família, né? Dá super para entender porque que ele tá tomando as decisões que ele tá tomando, né?
Eu provavelmente faria a mesma coisa.
Ah, não sei, cara.
Não, mas assim, ó, pera aí, é a família entre aspas, né? Porque a mulher falou assim, ó, você foi lá, correu atrás do seu sonho, eu tive que vir aqui, atravessei toda essa cidade sozinha, sabe como é que funciona aqui para atravessar esse troço aqui? E aí você foi viver seu sonho, agora você quer voltar? É como assim? Pera aí, você me abandonou.
É, mas ela tem todo sentido. Mataram o pai dela logo depois e tentaram abusar dela, né? O pai dela morreu porque tentaram abusar dela e ele foi defender ela.
Foi irmão, não foi irmão?
É irmão, irmão.
Ela tem todos os motivos para sentir que foi abandonada por ele, porque no momento que ela mais precisou da ajuda dele, ele tava voando de dragãozinho no céu, né?
É porque ela foi abandonada.
Vai lá montar o seu dragão.
Eu acho que a Rhaenyra, ela errou muito nas relações dela com todas as pessoas próximas dela ali, porque ela não fazia vontade de ninguém. Ela pedia sempre ajuda: me ajuda, me ajuda, me ajuda, faz isso, faz isso, faz isso. E nunca dava nada. Não deu nome para os filhos lá do—
é isso aí, eu não entendi, cara.
Não deu nome para eles, não garantiu nada para os dois novos montadores ali, para o Martelo e para o Ulf. Tanto que o Ulf depois se rebela, né, porque queria, cara, ele queria só uma garantia assim de que eu vou ter um castelo, vou alguma coisa. Só que eu acho assim, para Rhaenyra, para os Targaryen, ter um dragão já é uma coisa muito vantajosa, já é uma coisa muito grande.
Eu acho que para todos já deveria ter, né? Ele já tem um castelo que voa, basicamente.
Então deu a entender que tipo, ah, tem um dragão, mas tá, e daí? Para o Martelo, ah, perdi minha família, tem um dragão, mas e daí? Perdi minha família.
Sim, é assim.
E para o Ulf, é, tem um dragão, mas não pode fazer nada, fica aqui quietinho. Não posso nem no bar beber uma cerveja, não pode se exibir para os outros no boteco, por causa, tem que ficar aqui, senão vão te matar lá.
Agora tinha forma formas dela lidar com essas situações, só que ela sempre tava assim preocupada com outras coisas e não resolvia isso. E pô, são dois dragões que você tem ali, resolve, faz alguma coisa, né?
Mas pera aí, pera aí, Galdrin, que ela não conseguia resolver nada na real, né? Conseguia, era negócio em cima de negócio. Não, mas era só problema desde que ela chegou. Ela até teve um ataque de, como é que é aquela cena bem clássica de ataque de pânico?
Teve um burnoutzinho, é um ataque de pânico, cara.
Era tudo que era lado, sabe? Toda hora puxando, eu quero isso, não tem dinheiro. Os cara tinham roubado ela.
Sim, sim.
Então não tinha nada, não tinha nada, ela só tinha você, mas não ia poder usar porque também a galera tava intocada lá. Então ela não tinha para onde correr, mas não precisava necessariamente resolver lá para fazer um negócio para ele. Ah, vai se catar.
Ela podia pelo menos dar uma garantia, falar quando isso acontecer, vai, você vai ter isso e isso, aquilo.
Pronto. Sabe o que que faltou para ela?
Olha só, pera aí.
Ela sempre falava assim, depois a gente vê, depois a gente vê.
Sim, mas tem uma coisa, tal, Galdrinho, ela não queria liberar muito porque a galera já via ela com maus olhos, que nem o Corliss falou, do negócio dos filhos lá bastardos, né?
Ela não nomeou eles inclusive por conta dessa questão.
Essa foi a desculpa, mas para mim essa desculpa não é forte o suficiente, cara.
Não, mas até o próprio Ulf, o Ulf fala, ah, eu quero ser Ulf Targaryen, não sei o quê. Ela fala, nem ferrando. Então ela fala, nem ferrando, você vai ser qualquer outra coisa aí. Ele, ah tá, o branco. Ela ficou muito com esse negócio também, ela gosta muito dessa questão clássica das casas, não sei o quê, mas ela quer ser a rainha mulher também.
Então ela é meio contraditória, ela quer trazer inovação, mas ao mesmo tempo quando as pessoas pedem inovação para ela, ela quer ser conservadora.
É, faz o R aí.
Então seria, seria ela Primeira via, ô Bronco.
Ela é a parte suja da política, tipo, é o meu, é só para mim. Mas é que o poder, cara, ela tem esse egoísmo dela.
O poder é uma coisa que eu acho que é complicado, porque na teoria é uma coisa. Por exemplo assim, ó, ô Bronco, se tu fosse um rei, qual seria a tua primeira ordem?
Cara, assumiu o trono lá, eu ia decretar a minha primeira lei como rei, eu ia decretar que não não vai existir fome.
A fome tá boa, é assim que funciona, né?
Você está proibido de sentir fome agora.
Mata. Assim que funciona.
Exato.
Quem reclamar de fome, ninguém mais vai reclamar de fome, vai para vala, será morto. Então eu iria acabar com a fome, mas não dando comida, eu iria acabar com o conceito fome, entendeu?
Esse é um governante.
Isso, fome não existe.
Eu ia ser meio ranheiro assim, meio que ao contrário na rede, né?
No real é, o poder não é fácil.
Porque, Doutor, não era essa resposta que tu esperava?
É, não, eu Eu achava que ia ser uma coisa bem idiota assim, mas consegui superar com mais idiota ainda.
Esperava isso, esperava custando.
Parabéns, mano, parabéns! Não sabia que ia ser tanto.
Não, ela deve ser fácil, galera. Poder é— não tenha poder.
É, querer não é poder.
Não tenha poder. Não, é que ela ali, tiraram o dinheiro dela, sequestraram a galera, que ela não podia tacar fogo em todo mundo, né? Sempre tava no meio da galera lá, no meio do povo dela, e ela só tinha força.
Tipo, tu tem uma arma, não tem bala, e não deixava fazer nada que ela queria também. No começo, por isso que ela ficou tão revoltada. Vai fazer um negócio, filho dela trancava ela dentro da casa e não vai fazer nada.
Quando ela foi tomar atitude, tomou uma facada.
Eu acho que tá certo, eu acho que o filho fez o certo, porque se a rainha morrer, acabou, né? Só que ela não conseguia entender isso.
Provavelmente era o que ia acontecer, né? Se fosse a mesma coisa assim, ia morrer ela no caso. Exatamente. Ah, talvez ela não fosse tão burra assim que— mas se bem que não foi burrice do filho, né? Tipo, na guerra assim, a estratégia dela seria melhor, talvez, mas o se não existe.
Isso eu achei uma coisa legal da série, que a Rhaenyra é uma Daenerys que deu certo a motivação dela. Não é que nem a Daenerys, que chegou no final da série lá, ela virou do mal do nada. Tu vê a Rhaenyra, tu percebe ela ao longo do, principalmente dessa temporada, sendo corrompida por esse desejo de violência, por querer resolver. Era uma pessoa honrada, de certa forma, que queria ser pacífica igual ao pai. E aí no final ela tá muito violenta, que é essa progressão que a gente queria pra explicar um pouco por que que a Daenerys fez aquilo no final que ela fez, né? Porque foi muito súbita a mudança dela, de certa forma, né?
Era para ser igual a da Rhaenyra, assim. Sim, é o que eu acabei de falar, meio que vai ficando encurralada, encurralada, encurralada.
Isso, exatamente.
Só eles não conseguiram transmitir para gente, mas o personagem foi isso.
Tem um ponto que ela fala do pai dela no começo, que era o pacífico, que era o justo, não sei o quê. E tem um momento dessa temporada que ela fala, eu sou filha do Viserys, eu acho que é o covarde, uma coisa assim. Pega e mete isso daí para zoar o próprio pai, porque agora ela já não concorda mais com a forma dele de ser rei, né, de reger.
Isso achei legal, cara, porque ela não conseguiu Ela tava insegura, reinar daquela forma, né?
O cara conseguiu, ela já não sabia mais qual era o caminho certo, o reino tranquilo.
Ele tinha dinheiro, apoio, um monte de coisa.
Ela não, é, ela com certeza não tem 10% dos recursos que o pai tinha, né? Aí fica mais fácil daí você passar.
Mas se fosse ele, ele conseguia a legitimidade, né, perante todo mundo.
Essa briga aí, o padre lá não quis legitimar ela, foi, então vai morrer, então vai morrer.
É, e no começo ela tá assim, pô, tu não quer me legitimar? Fiquei hashtag chateado aqui. Vamos ver se no futuro a gente muda essa história aí, vamos ver se eu vou merecer no futuro. Chega no final, toma, ah, Não vai, então tu não vai mesmo. Vou te passar a peixeira.
Aí ela vai na frente do povo, discursa, todo mundo caladinho, pianinho, ouvindo ela. E é isso aí, né? Um abraço.
Com fome. Agora falando aqui, teve vários personagens que a gente deixou de falar aqui, mas não vai dar tempo de falar todo mundo, né? Ah, tem o Corlys, o Larys, que a gente não sabe qual é o desfecho dele. Eu acho que acabou, tal, o desfecho do Larys. Eu acho que não tem nada.
Ele vai ter um trunfo ainda, ele vai encontrar uma trupe aí.
É, eu não sei se ele vai voltar a aparecer.
Tu acha que ele deu uma boa noite para você e abandonar o rei lá?
Não pode, não, não, tá proibido isso aí. A gente não falou do Adam também, não falamos dos dois filhos do Corlys Velaryon, que eu acho que tem.
Escolou uma casquinha da—
falando um pouquinho, Adam de Casco.
O Adam acho que não fede nem cheira, o montador de dragão lá. Mas o Alyn eu achei muito legal porque ele também tá ficando bêbado de poder, né, aos poucos.
Que você acha? Eu acho que não, cara.
Agora meu pai morreu, até melhor que meu pai continuar morto porque eu sou líder agora da guarda.
Nossa, não, não, nada a ver.
Deixa eu ver, não vi o traço.
Como não? Claro que não. Por que não?
Ele até quis recusar ajudar ali, o pai dele insistiu para ele.
Ele é a pessoa mais honrada que tem.
Não, não, não, não.
Ele até fala para o irmão dele, até fala que eu tô fazendo isso aqui porque é mais honrado.
Ele pegou a tia, mano.
Não, mas aí, aí vai acabar a série então, se não pode mais pegar tia.
Aí a Rhaenyra casou com o Timothée.
Mas ela nunca achei que ela foi honrada nesse aspecto. Mas o próprio irmão dele fala para ele nessa última temporada, que no final ele começa a dar ordem ali como capitão. E aí tem um momento que eu eu acho que falam que o pai dele, pai dele foi pego, alguma coisa, e ele meio que caga, porque para ele é melhor se o pai dele tá pego, porque daí ele consegue ser o líder, consegue ser o sucessor. Não, ele fala isso até o irmão.
Só tu que viu isso?
Não, não, o irmão Adam tem um momento que eu não lembro exatamente o que que ele fala para o Ali, mas ele fala que é bom o pai dele tá.
Não lembro disso, eu não vi isso.
Não exatamente, né, cara, através das ações dele, né?
Aí que tá, eu acho que não.
Não, é que tem uma hora que o Adam olha para ele e meio que fala uma parada tipo, é bom o poder, né? Uma coisa meio assim, sabe?
Sim, isso aí ele fala.
Eu sinto que ele tá sendo, ele era honrado, É a mesma coisa da Rhaenyra. Só que a Rhaenyra tá sendo corrompida pela raiva. E ele tá sendo corrompido pelo poder que ele tá tendo. Porque agora ele consegue... Antes ele era um bastardo que tinha que seguir ordens. E agora ele tá dando ordens nos outros e dançam conforme a música que ele toca, né. Eu acho que ele tá sendo um pouco corrompido. Mas quem eu queria falar aqui, que eu acho...
Eu acho que talvez nem apareça mais na próxima temporada. Vai aparecer, porque é um personagem muito importante, né. Mas... Bipolaridade não é uma simples mudança de humor. Que perdeu totalmente a força é a Alicent, né. Alice simplesmente conseguiu fugir. Isso, meu, aparece ela lá nessa terceira temporada já, ela um grupo lá de aventureiros.
Ela meio que já perdeu a força na temporada toda, né?
Essa temporada toda, Alice, gente, coitada, né?
Não, não, mas eu digo presença de tela, eu tô falando como um personagem que adiciona para trama, entendeu? Ela não vai mais adicionar. Eu acho que ela meio que vai conseguir fugir e aí, sei lá, na última temporada vai aparecer ela numa fazenda cuidando de porco, sabe?
É, eu acho também uma coisa assim, tipo, ah, eu me exilei no sonho Vai ser uma parada assim. É, eu também acho.
Que bom! Eu também acho.
Grande discussão, grande discussão.
Isso aí, opiniões fortes aqui.
E antes de conquistar o mundo inteiro, ouça atentamente um anúncio importante de mais um patrocinador. Opa, aqui é o anão herbalista, falo de jacaré em São Paulo e sou apoiador na Guilda do Dragão Careca, o melhor podcast para ouvir enquanto tenta descobrir por que o elixir da imortalidade sempre me faz ficar com um hálito pior que o de um dragão sem café da manhã. Venha fazer parte você também, link na descrição. E para encerrar esse episódio, agora dessa vez a gente fez um pouquinho diferente, que nos outros episódios a gente tenta ter foco nos episódios e nos acontecimentos de cada episódio, mas dessa vez a gente decidiu debater os personagens, que até eu acho que faz mais sentido no contexto geral, né, para tu poder ver essa progressão de cada um deles, né.
Mas agora a gente não vai, a gente é muito ansioso, né, é o problema dessa geração aí, ansiedade, ansiosidade, né. A gente vai criar o nosso próprio final, não precisa esperar a temporada. Você, televinte, quer saber como que vai acabar Game of Thrones? Já Acabou, porque é outra série. Mas se você quer saber, acabou, acabou, acabou. House of the Dragon, a gente vai dizer agora porque a gente vai pressupor aqui o que que vai ser, como que vai acabar essa história. E não vale se basear em spoiler de livro, tá, ô Galdrinho?
Vê que essa palhaçadinha é original.
Até porque eu duvido que eles vão seguir, né, do jeito que tá a situação. Acho que não vai ter nada a ver. Seu pior tiro. E aí, como é que vai acabar House of the Dragon? A Daenyra vai— não consegue, né? Daenyra, cara, a Daenerys.
Ah não, de novo não, de novo não!
Não, acertei, eu errei agora. Não, eu falei Daenira, depois eu falei Daenerys, agora sim. A Rhaenyra vai terminar no trono?
O começo da temporada já mostra algum tempo passando assim, se passou aliás, e ela é soberana no trono.
Antecipação.
Ela é soberana do trono, tem o respeito e o medo de todos à sua volta da população, e aí mostra ela ali reinando. Isso é o início da próxima temporada.
Show!
5 minutos para dizer que ela vai ser rainha. Mas aí tá aí, é só isso. Se fosse só isso que tem que falar, era só dizer sim.
Mas não, eu tô descrevendo o troço aqui, né? Mas aí já no primeiro capítulo tudo muda quando aparece ele, Egon, seu dragão zumbi. E aí o que que ele faz, Bruno?
Sei lá, o final é teu.
Vocês não sabem fazer programa?
É coletivo aqui, cara.
Tu não entendeu o negócio?
Não, não.
Não, a gente é um coletivo, Bruno. É um coletivo. Sabe o que é um coletivo? Qual é o coletivo de peixes, Bruno?
Não, eu acho que cada um tem que ser o seu próprio final.
Não, é um coletivo e não existe não.
Cardume, errou, Bruno.
Eu não concordo com isso, Troá. Eu quero o meu final.
Faz direitinho, faz direitinho.
Tá, eu vou dizer o que vai acontecer então, já que o Bruno não quer dizer outro.
Quando o Aegon chega, o que acontece?
Não quer dizer, né, Bruno?
Eu vou falar o meu papo final depois.
Ah, merda! O Bruno não quer participar da dinâmica que ele sugeriu, né?
Não, eu vou sim, Troá.
O Aegon... Do Neyda.
Com o seu dragão todo quebrado, parece uma bicicleta. Que foi atropelada por um caminhão de lixo, um dragão derretendo. Isso, ele vai falar assim: meu irmão é imundo, para mim já não dá mais, eu consegui finalmente matar a Rhaenyra.
Caraca, não, não, não, pera aí, pera aí, teve um erro.
Não, o final é meu, vou ter que ouvir minha parte.
Olha só, ó, o que que o Troll propôs: a Rhaenyra tá sentada no trono e chega o Aegon. O Aegon chega e fala: consegui matar a Rhaenyra na frente da Rhaenyra. É isso?
Sim, eu já tô no fast conforto ali. Então ele chega, o dragão da Rhaenyra lá virou história, virou camiseta de saudades. E o Aegon pega e crava uma espada em cada olho da Rhaenyra depois que ela morre, e depois corta ela ao meio.
Porra, tudo isso, caramba!
Infelizmente pelas mãos do Aegon II.
Isso tá muito confuso.
Ah, eu acho que tu perguntou para pessoa errada. Deixava o bro para o final, o segundo do seu nome.
E aí ele fala assim: Agora, meu irmão Aemond, o Caolho, você vai ter a honra de o quê, Galdrinho?
Tá um pouco confuso para mim, pera aí.
Ah não, quer coerência agora?
Só faltava. O Bruno falou assim: eu vou seguir a narrativa do trauma, eu vou inventar outro final ao mesmo tempo.
É, então pera aí, a Rhaenyra tava no trono e daí chegou o Aegon com Aemond e aconteceu esse diálogo e a Rhaenyra já tava morta, mas teve duas espadas cravadas no olho dela.
Isso.
E o Aemond falou para o— pera aí, o Aegon falou para o Aemond que ele vai ter alguma coisa, é isso?
Isso.
Agora, meu irmão, você, você vai ter mais um dragão zumbi, porque a Syrah volta à vida e ele dá um segundo dragão para o Waymond.
Caraca, o montador de dois dragões!
Atenção, atenção, o dragão está vestido de porco.
O quê?
Por conta daquela história lá na primeira temporada, que eles deram um porco para o—
Ah, sim, quando ele era criança.
Acho que ele até sonha com o negócio nessa temporada. Então ele ganhou um dragão Syrax zumbi vestido de porco para se redimir ali da brincadeira que foi feita lá com ele quando criança. Mas quando ele vai montar nesse dragão porco, conseguiu me superar, pior ainda. O que que acontece com ele?
Então ele sobe e sai na marcha de decolagem, né, que nem o Gato a Jato. E aí quando ele pula na Syrax e pula de um penhasco, ele percebe tarde demais que a roupinha fantasia que a Syrax estava ali não tinha espaço para sair as asas. Ele vai reto pro fundo do desfiladeiro.
Era tudo um plano, um Porto Real.
Legal que a temporada toda é focada só nesse núcleo.
Muito bom. Ele cai, infelizmente ele fica depois conhecido como o Regente Porco, Porco, e o irmão Porco. E o irmão, por remorso, né, de ter feito ali, ele comete seppuku. Você não sabe o que que é porque chegou de uma nova cultura aí. Ele comete suicídio, né, infelizmente ele se suicida a si mesmo. E o Amon caiu no mar, né? No mar ele deixou o rubi do olho dele, que vale uma quantia inestimável. E depois de um tempo, o público começa a fazer uma corrida, começa assim uma grande era pirata para encontrar o tesouro do Amon, essa pedra que foi conhecida como a Uma Peça que Vale Tudo, que é uma peça do regente.
Cara, o Tia Mate tá igual o Bron fazendo os finais do negócio.
E aí começa uma grande era pirata, todo mundo indo para o mar nos seus barquinhos para tentar achar essa uma peça que o Amon deixou cair no fundo. Uma peça, já peguei a tua referência aí. O Rubens Barrichello entra no estádio, todo mundo tava atrás de uma peça.
Ah, caraca, deu uma olhada, essa peça que você queria. E vai parar numa ilha e cai um avião nessa ilha.
Não, God, please, não! De novo!
Eu gostei.
Pensando bem, como é bom, né, o caso Dragão, né?
Eu acho que qualquer final vai ser bom agora.
Tô bem hypado.
Te levou lá em cima, né, a barra?
O que vier é lucro.
Sempre que falamos dessas histórias aí sobre dragões, poder e enrabadadas, fico pensando que em nosso reino as coisas são bem mais pacíficas. E enquanto estou aqui nessa taverna, me recordei da vez em que Galdrim tava tão a fim de ter essa experiência de montar em dragões que resolveu isso com sua próprias mãos. Naquela manhã, nosso amigo Mago de Gelo estava decidido. Iria tentar uma proeza jamais antes vista nos Sete Reinos. Na verdade, jamais vista ali na guilda mesmo.
Ouvindo Tiamat e eu narrarmos nossas histórias de quando montamos em um dragão, ficou com um certo fomo bem seletivo e nichado e resolveu mostrar os seus dotes. Foi até uma área bem aberta nos fundos da guilda e estudou profundamente por 5 minutos um livro sobre anatomia de dragões e começou a fazer uns movimentos bem estranhos, como se dançasse movendo as mãos pelo ar. Observando com bastante curiosidade aquilo, eu peguei a minha viola e narrei aquele momento ímpar com uma melodia bem conhecida já.
Uma escultura foi criada Tinha um formato de dragão, asas poderosas fez um par, chifres, muita escama. E um rabão, subiu nas suas costas para montar. Disse que queria emoção, fez uma magia. Para animar. Eis que ele saiu do chão, mas Galdrin, eu vou te lançar uma A questão: como tu vai se segurar? Gelo resvala igual sabão. E mais um episódio chega ao fim. Esperamos que tenha sido uma ótima aventura. E se você quiser descobrir mais sobre o grupo, é só entrar nos links na descrição do episódio.
Foi muito bom ter a sua companhia até aqui, mas agora o Bardo se despede. Obrigado por nos acompanhar e até a próxima!