Episódios de Dragão Careca

Escatologia, RPG e zumbis | DC 326 - Leitura de Pergaminhos

08 de maio de 202635min
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🎧 No episódio de hoje do Dragão Careca: De volta à guilda depois de uma aventura completamente questionável, nossos aventureiros encontram algo inesperado na caixa de correio: pergaminhos enviados pelos ouvintes. E como de costume… isso só pode dar errado. Entre histórias absurdas, traumas de infância e debates completamente inúteis, lemos relatos que vão desde experiências traumáticas no meio do mato até descobertas tardias sobre jogos clássicos como GTA San Andreas. 📜 Destaques do episódio: • histórias constrangedoras que ninguém pediu • relatos caóticos dos ouvintes • discussões sobre jogos clássicos (GTA, PS2 e nostalgia gamer) • teorias inúteis e debates sem sentido (como deve ser) • o retorno à guilda e novos integrantes 🎭 Participantes: Tiamat, Galdrim, Troah e Bron

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🎨 Arte de Capa 🎨

Gabriel Moraes: [instagram]

🎵 Créditos das Músicas 🎵

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✒️ Autores ✒️

Jhonatt Lima - Tiamat: [instagram]

Gabriel Moraes - Galdrim: [instagram]

Diego Broniszak - Troah: [instagram]

Eric Farias - Bron: [instagram]

Assuntos2
  • Leitura de PergaminhosHistória de "cagar na empresa" · Marcos Guilherme · Escatologia · RPG · Zumbis · GTA San Andreas
  • Torneio de TênisModa e Estilo · Converse · All Star
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Amém.

Vocês acham que eu fico legal de bico fino? Bico fino? Bico fino ou bico quadrado? Sério que bico quadrado tá fora de moto? Bico? Ah, depende do pássaro. Você parece burro? Ah, rapaz, o tênis. Olha aqui pro meu pé. Não conheço esse pássaro aí. Tênis de bico fino? Caramba. Tênis de bico fino que eu tinha visto. Um pássaro chamado tênis? Ei, mas é burro! Tênis, tênis com T, bro. Que? Tênis. Tênis. Tênis. Pra evitar erros, tênis.

Essa aqui é a única loja de sapato que tem aqui em podcast? É, nesse lugar aqui. Eles fizeram um aglomerado de várias lojetas, que são lojinhas pequenininhas, ó. E chegaram pra ele ir uma em cima da outra. E daí eles estão querendo nomear isso aqui de shopping. O que vocês acham? Acho que é um nome meio esquisito. Ah, eu acho mais legal shopping mall. Melhor, parece mais profissional. Esse aqui pode ser um shopping bom, né? Ah, não.

Ah, eu vou continuar procurando aqui mais tênis de bico fino. Deve ser esse aqui, ó, Troar. Pega aqui. Nossa, olha que legal. O amortecimento dele. Ó, o Troar não gosta. Esse daí, ele não tem cores extravagantes. O Troar gosta de ser tipo uma globeleza. Muitas cores, muito sapateado. Como assim? Ele gosta de cores vivas. O Troar não gosta de preto. Ah, esse aqui é a Cartiamat. Olha só, tá escrito todos estrelas. Ah, esse ele gosta. O quê?

Ah, o Tom dos Estrelas, eu gosto mesmo. Agora eu levei um tempo, mano. Só que ele só gosta depois de usar 30 anos. Não, ele gosta do Mais ou Menos Estrelas, que é a versão alternativa.

Não, eu vou falar a verdade, tá? Eu já tive algumas vezes tênis todos estrelas que três meses depois se abriram ou criaram calos no meu pezinho porque eles machucam. A forma do tênis não serve pro meu pé. Daí quando eu compro meio estrelas, é perfeito. Qualquer estrelas é legal. Fica aí a recomendação. Porque eu compro duas estrelas, já tá ótimo, já é legal.

Fica a dica aí pra... Salgadinho. Compre essa empresa aí que vende os melhores que o Tiamatical. Adquira-os. Eu vou querer, eu acho, um tênis pra mim também. Ah, experimente esse aqui, o vermelho, ó. Bonito. Pra combinar. Não, mas... Tem uns papel aqui dentro. Ah, é aquele papelzinho que vem que... Pra botar dentro do tênis pra ele ficar... Pra não entrar bicho. Ah, é verdade. Se liga? Se liga, bro. Não, é papel? Não. Se liga, bro.

Se liga você. Não parece. Aquela bucha de papel, olha só. Não, bucha é outra coisa. Bucha de papel. Olha isso aqui. Bucha de papel com coisa escrita. Eles colocaram aqui dentro, né, Bucir? Tá, mas eles são sapataços, então. Não é um sapato normal. Caraca, mano. Eu não acredito. O narrador tá criativo aí. Tá. Botou dentro do... Além de ter criado uma loja de sapato super inédito.

Pode ser que ele tenha só alguém colocado aqui dentro. Eu não sei que tu achou que ele fez tudo isso. Pergaminho. Ah, é um pergaminho todas estrelas. Por causa que quem mandou pergaminho são estrelas. Uau. Ah, não. Mais ou menos. Faz todo sentido. Pode ser a versão do Woody, né? A gente tem uma cobra na minha bota e tem um pergaminho na minha bota. Olha o que ele tá falando pra gente ler um pro outro. Tá escrito aqui, ó. Converse.

Vamos pro propaganda aqui. Você tá ganhando dinheiro pro Flávio. Converte. Aproveita que tu tá com ele na mão aí e já lê a primeira conversa. Converte ele em palavras agora. Vou pegar então aqui no pergaminho. Eu vou sentar aqui perto desse espelho porque eu tô cansado.

Ah, é, por causa que tu tá cansado. Nem é porque tu gosta de ficar admirando tua própria feição no espelho, né? Não, eu vou ficar lendo. Olha, esse aqui é conhecido, hein? Ô, de quem? É o pergaminho do Marcos Guilherme. Grande Marcos. Grande Guilherme. Dobrowalski. Errou! Grande Marcos Guilherme. É. Marcos Marcos. Olá, Marcos. Ele mesmo. Não é o Dobrowalski, esse é o outro Marcos. Esse é o Marcos Marcos. Não, não é. Não é o Marcos Marcos, esse.

Esse é qual? Grande conhecido, né? É bom que o Troi conhece muito. Marcos Marcos que louco é esse, né?

Esse Marcos é novo. Olha, eu não sei a idade dele. Que indelicado, cara, perguntar assim. É, já tem mais de 30. É que tu confundiu o Marcos. Esse Marcos já falou com a gente também, mas não é o Marcos Marcos, é outro Marcos. Ah, tá. Então, deixa eu seguir aqui pra ver se eu identifico. Marcos Guilherme, já fica a dica aqui. Próximo pergaminho, você manda dizendo que não é o Marcos Marcos, tá? É, é verdade. Manda Marcos, não Marcos Marcos. Em Elf, qual é o Milestones, né?

De alguma forma, você vai ficar ainda mais confuso. Mais um estudo. O título do pergaminho do Marcos Guilherme é Companion de Coisas Gostosas. Olha. Compelado, né? Vamos ver mesmo se é. Ah, ia pro outro lado. Compelado. Olá, aventureiros. Olá. Olá. Quem vos fala é... Bem, você já sabe. Aparentemente não, né? Aparentemente não sabia, não.

São muitos marcos. Confundimos aqui os marcos, mas tudo bem. Acontece, é muitos marcos, né? Faz um tempo que não escrevo a voz. E isso... Não, só as palavras. Quero só paz, né? E isso de deu por um simples fato. Se deu, no caso, né? Por um simples fato que está relacionado à preguiça. Justo. Ai, ai, ai. Complicado. Eu acho que é o mal do século. É, acontece. A preguiça e o imposto de renda são o mal do século. Isso aí.

Bom, depois de ouvir o Dragão Careca 301... Ah, esse é bom, hein? Que é sobre... Cocô. É, cocô? Fezes. É, o 300 foi o Halloween e o 301 foi o cocô. O episódio que o Traumai gosta, né? Aquele que eu gostei de fazer, né? Que eu dei ideia e o pessoal acabou... Com a merda. Tá catando, né?

Ele mandou assim, depois de ouvir esse episódio de merda... Que deselegante! Não, não, não. Não, ele não escreveu isso. Ele sabotou o episódio 31. Fiquei relutante em dar a minha contribuição. Ah, não. Mas nesse momento... A última história que teve de pergaminho relacionada ao 301 foi a história do detrito na panela do Rodói, né? Nossa, e a do... Deficação ao vento também, né? Do Gabriel Floriano. Ah, que nojo. Esse episódio... E aí ele segue assim, ó. Deficação ao vento.

Parece uma versão lã poética de Palavras ao vento, né? É. E aí ele manda assim, ó. Mas nesse momento me disco de toda vergonha e revelo esse momento vergonhoso da minha vida. Ah, vamos lá.

Até sentei aqui porque eu gosto de ouvir essas histórias. Troar chegou a ficar os braços ali pra ler, né? Chegou a botar o óculos. Vamos ver, vamos ver, vamos ver. Porque assim, eu sou um sommelier de histórias de cocô. Que isso? Sommelier de cocô. Cuidado com o que você vai falar. É o pior termo você falar que você é sommelier de coisa.

degustador de cocô. Vamos lá. Em relação aos momentos da escatologia, eu vou igual ao Tiamat, não gosto de fazer. Fora de casa.

Pausa, cara. Não gosto de fazer fora de casa. Caraca, eu criei o suspense. Não gosto de fazer fora de casa. Costumo segurar até o final. Segurar até o final é ótimo. Ele segura cocô? Caraca, já aconteceu comigo na época que eu tinha que ir até o antro de estudos, né? Monastéricos. Monásticos, né, no caso. Moscos. Monísticos. Monísticos.

E aí eu tava desde de manhã com vontade, mas eu saí do trabalho e fui direto pra pegar o ônibus pra ir pro monastério. E a minha aula era de noite. E eu saí, cara, direto do trabalho e fui direto pra lá. E eu tava sentindo tanta dor intestinal dentro de mim, que eu achei que ia acabar dando uma desgraça no caminho de volta dentro da vanzinha que eu voltava. Ia bater no caminhão.

Cara, cada quebra-mola era um calafrio muito grande que eu tinha, cara. Porque eu tinha muito medo de... Eu subia a ladeira do quebra-mola e quando desceu eu continuava lá em cima, entendeu? Sim. Tava complicada a situação. Segurou o esterco até o último. O tronco. Eu cheguei suando frio em casa, eu tava suando frio. E eu tenho certeza que o meu corpo reabsorveu uma parte dos flatos que estavam envolvidos ali porque eu cheguei passando muito mal em casa.

Isso é um perigo, hein? É um perigo. É perigoso. Sim, porque é um retro... retro gases, né? Ele entra pra dentro de novo.

Depois sai no arroto. Falou o cientista ainda. Sabe o que é pior? É que tá certo isso aí. O pior é que acontece isso mesmo. E sai no arroto mesmo. Sério? É possível sair por cima? Aham. Você pode ficar com bapho por conta dos gases presos. Caraca, eu não sabia disso. Nove em dez cientistas falam isso. Ah, eu não sabia que voltava tanto assim, tá? É verdade, é sério? É sim. É verdade. Eu vi na aula do professor Jubilu.

Ah, bom, então assim sim. Não é possível. Confia. Agora sim, né? Olha, foi de professor Jubilu. Não, é sério. Vocês não conhecem o Jubilu? Não. Quem é Jubilu, cara? Cara, maior referência professor de biologia do Brasil, cara. Só o Jubileu que come pipoca. Gosto de pipoca. Que bom. Então tá bom. Os caras falam uma coisa certa uma vez na vida e não acreditam. Eu vi o professor Chirulinho e falou que não. O professor Chirulinho, pavizou. O professor Chulé.

O Churibiri diz que não, cara.

Professor Tirulipa. Abraça aí, Jubilu. Desculpa aí. Não, tô brincando. Se o Aurim falou que é verdade, eu confio nele. Errou. Se o Aurim tá aqui. Se o Galdrinho falando aí não dá. Mas se o Aurim falar... Pegou o nome igual do cara também, né? Sacanagem. É complicado. Tá, olha só. O Marcos, ele segue aqui, ó. E começou a história do Marcos ainda, né? A gente não deixou. Ele fala que segura até o final, né? Prática essa que me rendeu momentos... Errou! Monumentos, Chaves. Como é que é?

Monumentos. O pessoal não consegue. Monumentos. Homérico. É homérico, né? Não é homérico. É homérico a palavra certa. Não, homérico tá certo, mas é que você falou momentos e não monumentos. Tá. Ele fez um monumento de cocô. É, já não basta o Floriano que esculpia lá, de acordo com ele, né?

Seguimos a história. Pois bem, nesse fatídico dia, acordei normalmente, tomei banho, café e segui viagem no trânsito da zona sul aqui da cidade. Tá. Antes de sair, eu já sentia marmota.

Nossa, que longe, o cara. Essa marmota batendo a porta. Faz episódio que o pessoal vai adorar assistir enquanto almoça. É, tava ali. Aquele Pokémon aquele que fica fora da casinha. Diglett. É, só dá o Diglett ali, vai e volta. É, o Diglettzinho tava ali, o Dedinho tava querendo ir. O quê? Dedinho. Mas. O quê?

Não questiona os metros do trá, não. É, meu. É só falar dedinho que o Tiamat fica todo assustado, né? Ah, não. Dedinho azul trá, azul dedo de rolha. Como assim? Vai lá, continue. Mas em como um paladino do sanitor... Não consegue, né?

A gente vai ler só esse pergaminho hoje. Hoje eu não consigo. É como se a culpa fosse minha, né? Não, não, é de Deus. O cara fica falando da vã... É do ensino público. Da vã do punca. O cara fica falando de professor Birulu. Birulu. Biruli.

Desculpa aí, Tró. Acho que deu uma pesada no clima do programa aí. Ó, ele... Desculpa pelo Tró. Não, pelo Brom. Mas em como... Errei. Em como paladino do sanitório... Outra vez? Sanitário! Ah, não, outro... Não, é que eu tô complicado. É, tá assim. Me contive. Me mantive. Parece que os caras têm turete, mano. Não é possível.

Leu metade do texto errado pra perceber que preciso do óculos. Muito bom. Eu falei pra ele usar, cara. Pior que o cara errou duas vezes a mesma palavra do meu objeto. Ele errou, riu, que errou, foi lá e errou de novo.

Talvez não funcione com burros. Tá cristalino agora aqui, vamos ver. Me mantive pleno e disse pra mim mesmo. Tranquilo, quando voltar do serviço eu me esvazio. Aí tá, minha loucura. Quem é que fala isso? Não, ele não fala, ele pensou. Sim, mas alguma vez a tua voz interna já falou em se esvaziar pra ti? Eu me esvazio. Eu me esvazio? Ah, eu acho que já é algum momento. Mas pra xixi. Ah, tá. No trânsito, senti que talvez o elemento não era sólido. Ah!

Não, cara, não. Não precisa ser tão grave. Então faz sentido o negócio esvaziar mesmo. Chegando no trabalho, descobri que o responsável por abrir a empresa iria se atrasar. Mas o responsável por abrir o teu coração chegou rápido.

Nem avisou. Não sei explicar, mas aqueles poucos minutos foram incompreensíveis. Parecia que a qualquer minuto eu ia explodir de dentro pra fora. Caraca, mas a foto... Quando o colega, e ele bota entre aspas, né? Quando o colega chegou com a chave...

Eu achei que colega era outra coisa que ele tava servindo. Foi um mau uso de aspas aí. Quando o colega saiu... Como diz o Dexter, o passageiro obscuro. Quando o colega chegou com a chave, eu já estava... Eu já estava? Tinha molhado? Eu já tinha molhado a camisa.

Quando o colega chegou com a chave, eu já tinha molhado a camisa de suor. E aquele era o momento do apogeu intestinal. Olha aí, apogeu intestinal é uma boa expressão, hein? Que lindo. Belas palavras. Fui tentando correr com os joelhos juntos. Caraca. Pô, já aconteceu comigo. Imagina a cena. Tô imaginando aqui você... Já aconteceu comigo, não preciso imaginar, eu lembro. É.

E pulando pra ser mais rápido. Ah, não, aí não. Pulando com o joelho junto. Não, não, pulando, cara. É pior ainda. Pulando você tá tentando contar gravidade, cara. Você tá piorando a situação. Caraca, o cara juntou os joelhos e pulou. Aqui é onde a coisa fica triste. Aí ele botou até uma carinha de tristeza. Até agora tá engraçado. É, eu tava triste já. É, não, vamos ver.

Eu tô com medo. No microsegundo, entre me despedir e sentar no vaso... Me despedir, Chaves! Me despedir! Ah, não, para, troca. O que é isso? Não é possível. Não, ele se despediu, né? Pareceu na última. Ele se despediu. Vou embora daqui, dessa vida. Ele disse aqui, vou eu? Vou embora daqui.

E quando ele sentou no vaso sanitário, ele diz assim, ó, eu não me aguentei. E escapou tudo. Nossa. E quando eu fazia movimento... Hã? Escapou tudo enquanto eu fazia movimento. Enquanto ele fazia o movimento, isso diz pira. Enquanto eu fazia movimento. Ah, tá. Escapou tudo enquanto ele fazia movimento.

Ele tava abaixando a calça e sentando ao mesmo tempo pra aproveitar o embalo, entendeu? Só que aconteceu tudo ao mesmo tempo, foi um flash, né? Cara, tava abaixando tudo ali, cara. Todos os espíritos estavam ali. Bom, posso dizer que nunca vi aquilo. Ele tava de olho fechado, hein? Caraca! É, saiu por trás, ele não viu. Ficaria fácil de olho fechado nessa cena. Ele falou, meu estrago. Não, louco. Tinha detritos espalhados na parede, na tampa do vaso, no chão. E o pior, respingou na minha roupa.

Esse é o tal do cagão. Ah, meu Deus. Pior se ele fosse na boca. Caraca, eu achei que ele dizia, respingou na nuca. Aí sim, né? Ah, cara. Me diz que tem chuveiro no lugar, pelo menos. O chuveiro não tinha na bunda dele, né? Pelo visto, né? Tinha chuveiro, mas não de água, né? O chuveiro ele levou.

Brown? Meu Deus. O que é Brown Shower? Não teve jeito. Eu terminei o serviço, me vesti, limpei a Bahia. Presente para o dente. Presidente para o dente. A Bahia. A Bahia.

Vai pra Bahia fazer limpeza. O cara varreu o Pelourinho. Que é uma boa gíria pra isso, né? Vai lá varrer o Pelourinho. Lavei o Pelourinho. A Bahia, Troia. Caraca, meu. Cara, o Troia tá impossível hoje, cara. Limpei a Bahia. Acho que o tênis dele tá apertado, tá atrapalhando o raciocínio. É, não. Não, eu tirei o bico finto. Caraca, mas nunca teve o tênis certo, então. Limpei a Bahia do banheiro, bati o ponto e fui pra casa. Sim.

Eu acho que foi a única decisão correta que ele tirou desde que começou a odisseia dele. Chegando em casa, eu tomei banho. Joguei a roupa fora e voltei pro serviço. Pois é, isso é uma coisa que eu me pergunto assim, nunca me aconteceu essa situação, tá? A roupa, se ela for ali, né, castigada, você pode lavar ou só botando fora?

Não, pode lavar, pô. Claro que lava, mas tem que deixar de molho. Não na máquina, né? Eu acho que depende do estrago. Eu acho que não é claro, não, outro. Claro que sim, meu. Não, é tipo assim, ó. Metade dela está toda defecada. Você lavaria ou colocaria fora? Não, daí você joga fora. Tá, e 20%. Caralho!

Você cometeu na minha vida pra poder pegar a vantagem da roupa, cara. Ele pode ter tirado só a camisa e quando tirou a calça fez na camisa, entendeu? Nesse caso aí. Qual foi o conjunto de decisões erradas que você precisou tomar pra chegar nesse ponto, né? Ele chegou naquele ponto ali da vida dele. Aí ele segue. Fiquei com tanta vergonha que não queria voltar pra empresa. Fiz de demissão. A gente também não, só de...

Hoje eu tiro sarro disso, mas aquele dia foi triste demais. Bom, essa foi a contribuição que eu tenho. Obrigado. Do dia em que eu me caguei na empresa. Parabéns, parabéns, parabéns. Ah, não. Não foi no dia que tu se cagou na empresa, foi no dia que você cagou toda a empresa. É diferente. Verdade. Ah.

Sobre o título do pergaminho, nada demais. Só queria um espaço pra citar uma frase do Troar. Com o pênio de coisas gostosas. É, em algum momento, em algum episódio, já falou com o pênio de coisas gostosas. Caraca, eu não me lembro disso. Eu não lembro também. Eu não duvido. O Troar é tipo aquela teoria do macaco batendo a mão no teclado. Uma hora ele vai falar qualquer coisa. Alguma coisa é só. Sim. Ele já falou tudo. Uma hora sai Shakespeare ali. Com o pênio...

Ah, compêndio. Não, é compênio. Eu falei compênio. Tá escrito compênio aqui, ó. Você falou isso, Tra. Aceita. Tá, eu falei. Sem mais, tchau. Pra desistir. Poxa, olha. Que exposição, hein, Marcos. Parabéns pra você, viu? Agora talvez ele quisesse confidido com o coitado Marcos Marcos, né? Mas agora é tarde. Não, agora não. Muito bom. Se os teleouvintes puderem parar de mandar pergaminho de cocô, eu agradeço, tá? É.

Não, mas eu acho que o pessoal gosta, cara. Esse que é o problema. Tem que mandar mais. Muito obrigado, Marcos. E tem mais papelzinho aí, Troário? Obrigado. Tem um aqui, ó, no fundinho. Façam pra mim pra eu tentar ler um pouquinho melhorzinho. Eu acho que não vai ser difícil, mas vamos tentar.

Ó, esse aqui, esse aqui o Brun sabe de quem é. Ah, não, não pode ser. Esse o Brun não vai errar, espero, né? É do Felipe Mil, que é o de Felipe Peruso Milkevski. Mike Wicks. Mike Wicks. Mike Wicks. Ele fala que, ó, o título do pergaminho é especial de RPG. Olha aí, que seria o DC 321. Deve ser do último, né? É, 321, 321 parte 2, né? Pode ser dos antigos também, né? Estamos com três trilogias aí. Olá, grupo Dragão Careca.

Oi! Olá, Felipe.

Fala o lá pra ele. Responde, Truá. Olá. Sem educação, cara. Caraca, Truá, tá lotado. Sinceramente, nem sei por onde começar esse pergaminho. Ah, já tá bom. Começou pelo lá mesmo. É. Começou, começando. Estava eu, em uma quinta-feira, sozinho. E aí. Minha esposa estava viajando com meu filho para ver a avó dele. Eu iria no outro dia de manhã. Vamos ver até onde, de pontos que essa informação é relevante pro caos, mas vamos ver. Paterno. Cara, eu não sabia como começar o pergaminho meu, deixa ele.

Parece a minha mãe quando ela quer me contar uma história. Não parece fulaninho. Aí o fulaninho aparece em uma coisa super irrelevante na história que ela quer contar. Aí eu, não mãe. Ah, o filho do ciclaninho que mora ali perto daquela rua ali. Não mãe, não sei. Ah, o sobrinho da fulana. Ela se perde falando da conferência e não da história, né? Vamos lá. Eu tô fazendo a mesma coisa aqui. É verdade. Me achando sem nenhum dever e querendo ficar somente sem fazer nada por um tempo. Lembro que a Lusa deixou de presente o cogumelo.

Olha aí, ó. Já vai... Ih, rapaz. Nossa. Deixa o cogumelo lá na cozinha. Porque o Felipe é da guilda, tá? Pra quem não sabe, então ele já viu coisas. Ué? De caso. Ele já viu coisas. Nesse mesmo dia, dragão careca não é enviado pelo Bar do Verde. É. Infelizmente acabou, né? É, não deu. Tem suspense aí. Ele acabou por um tempo, né? Nunca mais. Eu, noiando, pensei... O que é isso? Não pode falar essas coisas aqui. Será que o Diego foi para um lado mais... Cuchulo? Tchuchuco? Que? Tchulu?

Será que deveriam ter retirado algum feitiço antes de atacar o mestre do tempo? Ou a Orin não poderia ter usado mesmo sua magia? Ficado mais tempo vivo, ou pelo menos acertar as malditas magias? No especial de arrepender o que ele mais fez, foi errar os ataques. Ligou quase tudo. Nesse dia fiquei triste, meio sem entender, mas aceitando até. Um dia as coisas acabam. Caraca, ele aceitou muito rápido.

Tu que acabou, né? Acabou então, isso aí, valeu. Superou. Ah, acabou o drama careca, isso aí, eu já esperava. Superávamos um pouquinho mais de drama, né? Mas tudo bem. É, já sabia que ia acontecer. Fui para a minha viagem no outro dia e demorei para escutar novamente o programa. Parece que tinha um novo episódio no Bar do Verde. E escreva esse pergaminho logo após escutar. Ah, sim, porque saiu um pouquinho depois, né? Sinceramente, vocês estão cada vez melhores. Obrigado a você. Ó.

impressionante. Eu dava gargalhadas enquanto fazia comida ao meio-dia. O que é isso? Ele mudou a entonação. Começou a elogiar, eu comecei a ficar feliz. Ah, tá. Achei que ele tinha mudado. Estou muito alegre que vai continuar. Parabéns por todo o trabalho. Eu poderia falar horas sobre o que escutei.

Mas dá pra resumir em um espetacular. Olha aí, cara, já tá pegando já. A galerinha tá falando isso. Volta infectando. Esse termo inventado pelo Bron. Você descolado, você fala isso. Fã-boys de Bron falam espetáculo.

sensacional não, sensacional não é bom vai de novo essa discussão, é isso mesmo atenciosamente Felipe Peruso Milkeviski Mike Wicks ou Felipe Milk, né, como a gente conhece olha aí, cara leitinho eu acho, eu não sei, mas pelo que a gente viu na guilda foi uma pegadinha que funcionou ali 50-50, né

Agora sim. Com ela é necessidade de falar em élfico no meio da frase. Explica pra mim. Ah, é contagiante. Trongote confirmado. Obrigado, Felipe. Mande sempre pergaminhos pra gente. Obrigado, Felipe. Você já é da casa, né? Já conhece. É, não. Ele é da casa. Estava fazendo comida lá, inclusive. É verdade. Tu? Comida boa. Ele, cara. Mas agora tô com medo de ter cogumelo. Os pratos com cogumelo são sempre os melhores. E morreu. Ah, não gostei muito. Todo mundo ficando noiado, dando risada, fazendo comida no risado.

Tem mais aí, Tro? Tem, cara. Deixa eu bater esse sapato aqui no chão, peraí. Dá esse aqui pra mim.

O teu sapato no chão, mas só eu pegava o vinte dentro do sapato. Foi? Não, é porque tá trancado. Eu bati com o cano. Trancado aonde? Botando cadeado no tênis? Tá emperrado dentro, cara. Toma aí. Dá esse aí pro Brom ler, que o Brom precisa praticar um pouco. Ah, mas lê como? Ah, não. Pro Brom tem que ser esse aqui, então. Esse aqui. Você fez curadoria pro Brom, é isso? Claro, olha a diferença. Ah, gostei desse. Então tá, agora tem que ler tudo certinho. Troca, escolheu aí, o Brom vai dar certo.

ó, eu não conheço quem é essa pessoa aqui mandou pra gente vocês não sabem fazer programa? ah, eu conheço sim mandou aqui o grande conhecido Pedro o cara é muito sírio

Grande conhecido. Você só não associou. O nome tá diferente. Não, tá diferente. É que o pessoal da Guilda, às vezes, tem um nome, né? Um codinome e tal. E aí, aqui, eles estão com um nome mais formal. É porque ele nunca mandou pergaminho, é por isso. É. Manda o grande Pedro Paulo Santos. Pramex. Grande Pelo. O quê? Pelo Primax. Pelo. Grande Pelo. Pelo Primax.

Ele manda assim, no título Leitura de pergaminhos, primeiro e meio Que ele errou, né? Que que é meio? É, lê aí Acho que é alguma coisa estranha Primeiro pergaminho dele, eu acho, ele quis falar em álcool Ah, o primeiro é meio Meio, mais ou menos, entendeu? É, o segundo é inteiro daí Ah, veio só metade, vai vir a outra metade Aguardamos aí então pra Max

Ele manda assim, vou no Bunnies, irmãos e irmãs guilders, tudo bom? Ah, tudo bom. Tudo bom. Me chamo Pedro, conhecido como Pramex. Sou integrante novo, um elfo do mar do RJ. Sacomé, né? Gosto de estar perto da praia. Olha aí, Tro. Ah, é bom. Ele não escreveu sacomé, tá? Ah, isso daí foi... É, não.

Que de bro aí. Sacomé, né? Ele escreveu sabe como é, né? É sacomé, né? É gíria. Vocês não manjam as coisas. Caraca, eu não tô... Ah, entendi. Tá. Sim, automaticamente... Automaticamente. Automaticamente. Automaticamente. Que? Só segue. Vai lá, continua. É, só bagunça. Ele segue. Conheci vocês procurando um novo podcast. Esqueci uma frase no meio. Gosto de estar perto da praia. Presta tempo!

Eu já falei isso, tu não ouviu, Galdrinho? Você falou? Ele falou. Limpa as orelhas. Presta atenção. É, o Aldrin. Cara, eu juro que eu não ouvi. Aldrin. Aldrin. Aldrin. Caraca, esse não existe mesmo. Aldrin. Aldrin. Aldrin. Cara, tem alguma coisa estranha aqui nessa loja.

Talvez seja o cogumelo que já tava na última refeição. Conheci vocês procurando um novo podcast no Bar do Verde. Olha só. E que sorte eu tive. Após um mês maratonando alguns episódios antigos, entrei na guilda para apoiar e conhecer mais do pessoal. Olha que delícia. Ai, que massa. Que? Que delícia. Que delícia. Caraca, cara. Delícia não é errado de falar. É uma delícia. Que delícia, cara. Não, não. Tu pode falar. Eu acertei o sujeito que eu falei.

É que gostoso e delícia não se fala. Ah, fala sim, eu falo. Não se fala, diamante, não se fala. Eu falo. Só em termos específicos. Não posso dizer aqui. Ainda bem. Ele segue. Na guilda, percebi que temos aventureiros de todos os tipos. Os mais ativos. Tem. E aqueles como eu, que ficam mais no cantinho. No meu caso, me molhando com baldinhos de água. Ah. Ele é um...

um elfo do mar, né? É, ele precisa estar sempre datando a derme. Todo molhado. É tipo um anfíbio. Tipo um negócio. E estou convidando outros a conhecerem o DC. Já perdi a conta das risadas que eu dei. As 10 moedas pela qualidade e conteúdo se pagam com menos de 10 minutos. Ai, que legal.

Que bom que ele gostou. Cara, olha aí. Parabéns pelo trabalho e continue assim. Vamos encher a guilda. Bora! Ah, que... Olha, eu espero que ele tá fazendo trabalho mesmo. Ele falou que tá convidando geral ali, ó, pra conhecer o DC. Convida dois, que convida em dois, que convida em dois. E será que são outros elfos do mar também? Será que é uma tripulação? Hum, pode ser, hein? Eu vou ajudar ele nesse projeto aí, eu também posso entrar lá.

Como assim? Ah, não, eu sou de água doce, né? Desculpa. Ah, é que ele é um peixe. Às vezes eu esqueço que o Brom era um peixe, segundo ele. Eu vou treinar. O Brom é tipo o pirarucu.

Não, não vou pirar nada. Poxa, um grande abraço aí, Pedro Paulo Santos. Um abraço aí pra Max. Valeu, Pramex. Que massa, meu. Que massa. Tem algum pergaminho pra eu ler aí, Tia Márcio? Tô me sentindo excluído. Mas quem tem que ver isso? Troca, não tem nada a ver com isso. Tá, eu vou te dar uma descida aqui do pé esquerdo, ó.

O pé direito é a altura da casa, o pé esquerdo é a largura. É que o Troado não sabe qual é a altura do pé direito. Mas pé esquerdo também é um termo, viu? Não. É mesmo? É mesmo. Achei que o Troado tinha inventado. Não existe, existe mesmo. Ah, vou. Não existe. Ah, esse aqui é um... Te deu um panfleto aí com três páginas. Ah, é um bilhetinho da sorte do biscoitinho chinês. Vamos lá. Abaço pros chineses aí. Do Neida. Agora tem assunto.

O pessoal tem um restaurante bom aí. Eu demorei uns 5 segundos pra entender se eu tinha escutado isso mesmo. Não posso mandar abraço pra galera. O título do pergaminho é assim. Agora tem assunto. Olha aí, mano. Esse é o assunto do pergaminho. Aqui do Oliver Undead. Vocês lembram do Oliver Undead? Lembro. Lembra, bro? Claro. É mentira! Sim, grande Oliver. O grande conhecido. O bro não conhece ninguém, né, cara? Maldito, né, cara? O bro mal conhece a gente. Como assim? Conhece todo mundo, se asseco zoando aí.

Bombeado conhece a gente também. Pergunta o que é Tia Mate pro Bromo, ele não sabe. Sim, o grande conhecido Tia Mate. De alguém. E o Oliver Andete, né? O morto vivo aqui. Muito estranho você estar mandando pergaminho depois de morrer, mas... Acontece. E começa assim. Olá, senhores. Volto a escrever para vocês. Escutei o último episódio onde vocês leram o meu comentário. Ah, desculpa. Pulei alguns poucos episódios.

Talvez 15, 20 ou 300. Como assim? Colou 300 episódios. A gente só tem 300 episódios. Quê? É bom, volte a escutar. Não, tem 320 e poucos. É, tem mais, tem mais. Volte a escutar. Se contar, tem mais 320, tá? Tem que escutar todos. Mas eu não vou contar. Dá uns 312. Por aí. É. Pelo menos. Só pra escutar a leitura de pergaminhos. Não esperava que o meu fosse o primeiro. Claro que sim. Olha só, surpreendendo, a gente sabia que você ia escutar. Então me aguardem. Tenho muito tempo, ou não.

pra escrever um pergaminho para cada episódio. Meu Deus. Isso foi tipo um ameaço, né? O que é de vocês que tá guardando? Ele gostou de ser lido, mandou um anúncio dizendo que vai querer ser mais lido. É, já que eu fui lido, então agora guardem. Guardem que vai ter mais leitura. Quando você estiver tomando banho, eu estarei lá. Quando você estiver... É The Police, né? Virou The Police.

Aí o próximo pergaminho dele vai ser assim, ó. Agora tem assunto 01. Ou 02. Ah, a gente deve ter reclamado de não ter assunto no primeiro pergaminho. Claro, foi exatamente isso. Ele mandou só o Blank. É verdade. Poxa, grande abraço. Oliver Undead. Undead. Ah, tem mais coisa aqui? Que isso? Tem, são três bilhetinhos aí do Oliver. Undead. Undead. Que isso, gente? Ele já mandou um pra cada episódio.

Olha aí, cara. Ele mandou aqui também o pergaminho com o título Origem do Nome. Vamos descobrir, né? Tá. Oliver Anded veio de uns 10 anos ou mais. Quando eu ainda era um pequeno gafanhoto com o meu pai. Não, pera. Quando eu ainda era um pequeno gafanhoto e meu pai comprou um Xbox 360. O famoso chiboca. Olha aí. Xiboca.

Chibó, famoso chibó, nunca ouvi falar nisso. É, todo mundo fala chibó. Ninguém fala chibó. Ah, fala... Já te falei isso. Todo mundo na cidade do Galdrinho. O Galdrinho, ele fica tentando emplacar, né? Cara, pergunta pro professor Jubilu, você vai ver. Pergunta.

Muito bom. Professor Chibiu. Chibiu. Então depois de comprar o Chiboka, ele criou a conta dele e Oliver é de Oliveira, sobrenome da família. Faz sentido. Undead é só porque ele gostou mesmo. Enfim... Morreu por esse nome. Joguei por muito tempo com a conta dele, porque era a única que tinha assinatura pra jogar. A conta do pai? Isso. Que legal. Então na verdade o pai dele chamou Oliver Undead.

Então ele é Oliver Undead Jr. Ó. É. Não, pera. O pai dele é o Oliver Dead. Ele é o Oliver Undead. Ah, não. Não, não. O pai dele é o Oliver One Dead. E ele é o Oliver Two Dead. Tá piorando. É porque pai, né? O Undead. Não, o pai dele é Oliver Undead.

Ah, essa foi legal. Ele aqui, então, diz que acabou se acostumando com o apelido dentro do mundo digital. Ops. Digo, dentro de outros mundos. Como o mundo de podcast, né? Muito bem, olha, Bernadette. Agora a gente entendeu. Por mais que a gente discorde do seu nome, mude ele amanhã. Mentira.

45 minutos não entendendo, né? Não, e eu gostei que no primeiro a gente ficou questionando o nome dele e agora ele fez questão de mandar um explicando o nome. Parece que ele entendeu o pressuposto que a gente ia falar isso. Preveu. Ó, Tia Márcio, tem um bilhetinho aqui pra você, cara. Pra mim? Isso, trocadilho do Tia Márcio no episódio 38. Ó. Foi, ó.

84 anos. Ai, meu Deus. Olha aí. Lembra qual que era? Caraca, episódio 38. Nossa, faz tempo. E ele só manda assim. Sim, a piada da moeda nórdica chama Odin Odin foi muito boa. O quê? Eu não me lembro, mas deve ter sido. É Odin Odin. É Odin Din. É Odin Din, cara. Ah, Odin Din.

Ah, nossa, tem alguma coisa nessa água Eu não lembro Por isso que eu não achei boa a piada Esse episódio 38 É de 6 anos atrás É, 6 anos humanos, né Porque em Draconatus dá menos Vocês fizeram episódio sobre outros calibres ou só? 44 Qual que é esse episódio aí do Odin? O Odin? Por que você acha que eu sei? Tem 6 anos, cara Lembra aí, cara E aí

Torre do Mago, Hidromel, o Leite de Burra e dos Deuses. Ah, com certeza o Galdrin sabia isso de cabeça. Eu acabei de lembrar aqui. Ah, do Hidromel. Aham, foi. É que eu ouvi todos. Esse episódio 38 é aquele que a gente falou sobre Hidromel.

O Rubens Barrichello entra no estádio. Ah, muito bom. Foi um episódio que, por incrível que pareça, ninguém tava bêbado, né? Apesar de não parecer. Não, não. Era hidromel de pimenta ainda, muito bom. Que? Tinha hidromel de pimenta. É que hidromel era de mel. É, achei que era de mel. E de água, né? Tem com... É, não, é com pimenta. Com pimenta quem? Mel.

O Mel? O Mel. Muito bom. Poxa, cara, quando eu vejo o pessoal, né, quando eu sei que o pessoal tá escutando episódios assim tão antigos, cara, é uma sensação muito estranha, porque é uma coisa assim que eu já nem lembro mais o que foi falado, e aí a pessoa tá escutando aquilo que pra ela é o presente, tá? É muito legal isso. É um presente, nós somos um presente pro nosso teleouvinte. Exato. Não, o nosso teleouvinte é um presente pra nós.

que lindo, cara ai, eu gostei, hein que lindo, cara é lindo, muito bonito tá com barba, né eu sou um presente tá, pessoal, eu já tô decidido eu acho que eu vou colocar esse tênis de bico fino mesmo gostei, tênis bico fino

Mas isso aí vai servir só pra você tropeçar, troço. Você sabe disso, né? Mas não é um bico de palhaço, cara. Ele é só fino, olha aqui, olha. Palhaço faz bico, eu nem sabia. Bico de trapezista. Não, tem os sapatos de palhaço. Ou aquele sapato do... Tem uns sapatos que tem um volteadinho pra cima, entendeu? Tem, tem. Você tá falando do... Tá, entendi. O sapatinho do Aladdin, né? Isso, não. Esse não. Esse aqui é só, ó. O bico dele é fino, ó.

Não vou tropeçar nisso aqui, cara. Mas pode machucar alguém, né? Fazer essa ideia, né?

Eu sou cruel, eu sou mal, eu sou vagabundo, rapá. Que isso, cara. Que maldoso, Tô. Peraí, ideia de combate do Troário ficar chutando os outros com sapato de bico filo até a morte. Cara, eu venci inimigo dando tapa, cara. Agora eu vou dar chute de tênis, imagina que lindo. Eu não posso falar nada. Se um tapa transformar a orinha em pó, imagina. O pior de tudo é que é um tênis de bico filo. Um negócio horrível. Vai correr de bico filo. Não, ele sabe.

Caraca, que coisa corosa. O gosto de moda do Troar é... Ou a gente tá muito errado, ou ele tá muito errado. Não tem como ser as coisas. Não tem como.

E mais um episódio chega ao fim. Esperamos que tenha sido uma ótima aventura. E se você quiser descobrir mais sobre o grupo, é só entrar nos links na descrição do episódio. Foi muito bom ter a sua companhia até aqui. Mas agora o Bardo se despede. Obrigado por nos acompanhar e até a próxima!

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