O percurso de uma análise pode ser pensado, metaforicamente como a Odisseia de Ulisses. Depois de tantos conflitos, para chegar a um ponto de ancoragem, é preciso resistir ao canto das sereias e agarrar-se ao mastro do navio. Também numa análise, é preciso saber fazer com o gozo e, para isso, estar ancorado em seu próprio eixo.