#165 - Zona Zero (Colony) | Terror Sem Medo Podcast
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🐜🧟 Você aceitaria ter o mesmo poder de mente coletiva das formigas e, em contrapartida, se tornar um zumbi? Essa é a premissa de Colony (Zone Zero), dirigido por Yeon Sang-ho.
Com infectados que se comunicam por meio de feromônios e evoluem em tempo real, este filme tem um ritmo frenético, mas que não atordoa. Vale a pena assistir se você curte o tema de zumbi.
Ah, lembrando que este é um episódio múltiplo de cinco. Então, fica até o final, porque tem leitura de comentários e e-mails! 🫀
Lives do Giro do Terror: https://www.youtube.com/playlist?list=PLidOL9zft2zlYcdBeM5J291HLU_z70f7R
Participações da Cal e Fábio em outros Podcasts: https://open.spotify.com/playlist/6CD0fXgGeys5jdqo7cfqkj
Retrospectiva Sexta-Feira 13: https://open.spotify.com/playlist/5tiU5qFxD27lvlFQhBmNBu
Pauta da Podcast:
00:00 - Abertura
01:20 - Sobre Zona Zero (Colony)
23:01 - Notas
23:58 - Leitura de Comentários e E-Mails
Cal
Fábio
- Zona Zero· EntretenimentoNome do filme no Brasil·Transição do prédio para a cidade·Final em aberto e continuação
- Evolucao e Comunicacao Zumbi· EntretenimentoFeromônios como comunicação·Aprendizado em tempo real·Mente coletiva sem proximidade·Imitação de comportamentos humanos
- O Vilão e sua Motivação· EntretenimentoSeo Young (o 'vacina')·Desejo de mente coletiva·Experiência de bullying·Vingança contra a protagonista
- Leitura de Comentários e E-mails· SociedadeEpisódio 155 - Mortal Kombat 2·Episódio 156 - Fred vs Jason·Episódio 157 - Obsessão·Episódio 161 - Birth Rebirth·Episódio 162 - A Morte do Demônio·Episódio 163 - Cucum·Episódio 63 - Lançamentos de terror
- Lançamentos de Cinema e Streaming· EntretenimentoNota de Fábio·Nota de Carol·Média das notas
- Desenvolvimento de Personagens· EntretenimentoProtagonista Si Jiong·Ex-marido da protagonista·Personagens chatos e muletas·Irmãs infectadas
O filme de hoje é sobre zumbis formigas e agora fodeu.
Esse é o Terrorzema do Podcast, eu sou o Fábio e eu sou a Carol.
Esse filme é dirigido pelo mesmo cara que dirigiu um dos meus filmes de zumbi favorito, Train to Busan, também conhecido como Invasão Zumbi ou Trem por Busão. Quando fiquei sabendo da obra de hoje, um hypezinho foi criado, mas não dá para esquecer que ele dirigiu também Península. A continuação maldita de Train to Busan. Mesmo assim, dei um crédito pra ver no que ia dar. Zumbis diferentes, gosma branca, correria. Hoje vamos falar sobre Zona Zero, também conhecido como Colony. Temos sinopse pra esse filme, Belize?
Temos! Durante uma conferência de biotecnologia em um arranha-céu de Seul— Arranha-Ceul? Um vírus experimental é liberado propositalmente. O prédio é colocado em quarentena enquanto sobreviventes tentam escapar de criaturas que evoluem a cada minuto, tornando-se cada vez mais inteligentes e letais.
E onde as pessoas podem assistir este filme, Bolides?
No barzinho mais próximo você vai pedir o seu torresmo.
E hoje teremos spoilers de Zona Zero. Como eu falei, né, esse filme É um retorno ao mundo dos zumbis pelo diretor Yeon Sang-ho, que foi, cara, eu lembro que o Invasão Zumbi quando saiu foi uma coqueluche, todo mundo gostou desse filme, que era um filme diferente, né, que se passava no trem, uma ideia um pouco diferente de zumbi, né. Eles que eles ficavam parados, eles ficavam travados no escuro. É verdade, nossa, mesmo vários atores famosos de do mundo ali, da que hoje fazem até filmes em Hollywood, da Coreia, estavam nesse filme.
Até gente que tá na Marvel hoje tava nesse filme aí também. Então foi um filme que bombou bastante, né? Esse filme aqui de hoje tem uma proposta parecida, só que ao invés de ser na horizontal é na vertical, né? Tipo, é num prédio e não num trem, né? Não é do mesmo universo. Especulava-se que seria do mesmo universo porque, né, já O quem não sabe, talvez, ou pulou a abertura, ou talvez não saiba mesmo, o Trem do Busão, ou Invasão Zumbi, ele tem uma continuação que chama Península.
Uma história, tipo, uma história da invasão zumbi, alguma coisa assim. Cara, é uma merda, uma merda assim. Tipo, é um mundo pós-apocalíptico depois daquele acontecimento do primeiro filme. Hoje esse filme tá na Netflix, inclusive, disponível a ser ganho agora na época desse podcast aqui, né. Quem tiver curiosidade de assistir, né, ele meio que virou uma comédia assim, então que tem uns zumbis, vira uma bola gigante de zumbi.
Ah, eu lembro, eu lembro. É verdade. Nossa, saiu totalmente fora da proposta.
O filme de hoje, ele é um filme de sobrevivência também, assim como o outro, só que é um zumbi biológico, né? Mas ele lembra um pouco até o Last of Us, né?
Lembra Last of Us e lembra mais uma pandemia zumbi do que uma, do que um zumbi zumbi como a gente vê mesmo, né? Tipo, ai, mordidas e tal. Tudo bem que ali também tem essa proposta de ter mordida e tudo, né?
Mas é interessante, é um vírus injetado, né?
Ele é infectado mesmo, é que eles até tratam como infectados também, né?
Eles têm até uma esperança de que as pessoas podem retornar à vida, né?
Tem vacina, tem tudo isso assim, né?
E ele me lembra um pouco também o REC, assim, parece uma mistura de REC com filme de zumbi e tal. Claro, assim, aquelas dadas as devidas proporções, né? Mas por se passar num prédio também e tal. Chama Colony porque é baseado numa colônia de formigas, né, que evoluem aprendendo. E aqui também tem a questão da evolução, né? Eles aprendem, eles vão evoluindo. E é uma evolução, tipo assim, um aprende e todo mundo fica sabendo, né?
É porque eles vão meio que se comunicando de uma forma, é pela gosma. Mas assim, eles vão se comunicando pelo feromônio. Ah, é verdade. E aí, que nem as formigas mesmo, né? É interessante porque o filme, ele se passa, o começo dele é uma convenção sobre formigas, né? Sobre a colônia das formigas e tudo, né? Sobre mente coletiva, né, das formigas e tal. E assim, eles estão fazendo, né, uma convenção ali, né? Eles estão nesse arranha-céu em questão, eles estão fazendo uma convenção sobre a mente coletiva das formigas.
Mas quem tá apresentando, né, o CEO ali da empresa que tá apresentando como, ai, minha ideia, né? Na verdade é uma ideia de um outro cara o cara que é realmente o pesquisador, que é o cientista por trás de toda essa—
Dá pra gente ver que ali a inspiração é total no Steve Jobs, né? Até a roupinha do cara, essa questão de ter pego a ideia de outra pessoa. Sim.
E aí esse cara, ele quer mostrar como ele quer se vingar, né? Mas ele não vai se vingar, ai, vou matar o CEO e pegar a ideia pra mim. Não, ele só vai provar pro CEO que a ideia dele funciona mesmo, sabe assim? Porque assim, o CEO tá explicando algo que se ele for provar, talvez ele não consiga, porque ele não tem o conhecimento necessário para provar. E o cara conhece. Então assim, ele foi lá e vou mostrar para você mesmo como que funciona a mente coletiva das formigas, entende? Então, e dá certo, né? Então a gente descobre que funciona.
Sim, é, o filme tem o protagonismo é da Si Jiong, que ela é a professora, né, lá, que a atriz é a Jung Ji-young. A gente vai falar os nomes talvez errados aqui, mas enfim, né? A gente não conhece muito bem. E assim, a direção e o roteiro são do Yeon Sang-ho, o cara do Invasão Zumbi e tudo mais, né? Ele fez outra coisa que a gente assistiu, que é aquele Profecia do Inferno, que é uma série da Netflix também.
Entendi.
A gente assistiu faz tempo, mas meio chatinho assim.
Essa daí é aquele tipo meio Round 6?
Não, é uma que tem umas criaturas de fogo assim, tipo de— não de fogo, de cinza assim, que mata a galera. Umas criaturas gigantes assim, escondidona e tal. A protagonista, ela é uma professora pesquisadora também, né, da equipe, da galera. E ela tá ali com o ex-marido dela. Sim, verdade, que tá querendo arrumar um trampo para ela porque ele tem aquela coisa de querer cuidar dela à distância, apesar dele já ter a família dele.
Acho que eles trampavam com a mesma coisa e tal, eles eram meio que colegas de trabalho. Ele sabia que ele ia embora, né, que ele ia para outro, para Nova York, eu acho, né. Tipo, ele não queria deixar ela meio que a Deus dará. Então, como ele conhecia o CEO, conhecia toda aquela equipe ali, sabia que ela era uma profissional tão boa para estar naquele equipe, ele resolveu fazer essa ponte, né? Tipo, ah, vou deixar aqui, vou embora, né?
Porém eu não quero que você perca essa ponte. Porque se ela conseguisse pelos méritos próprios ali, pelo menos a primeira, primeiro empurrão ali, né? Tipo, ele tinha. Porque parece, não sei se ela tava desempregada ou ela tava bem onde ela tava trabalhando antes, eu não entendi muito bem esse começo. Que ficou claro é que assim, ele queria deixar ela bem assim, sabe? Porque enfim, mas sei lá, eu acho quando você é casado com uma pessoa e trabalha no mesmo lugar assim, eu acho que é tipo assim meio que parece Eles não terminaram de mal assim, né?
Meio que acabou e pronto, né? Então é normal você querer ver a pessoa bem, entende? Então eu acho que eles têm uma relação legal ali.
É, mas assim, isso é só uma coisinha do filme, que ele morre logo no começo, né?
Vocês viram, gente? Eu fiquei com tanto ódio da morte dele.
É, então, porque esse filme ele faz questão de criar uns personagens odiosos, assim como no Train to Busan também, que só vão morrer no final. E assim, eles acabam deixando o filme chato e um pouco arrastado em vários momentos por conta desses personagens, né? Que muita coisa acontece porque eles usam esses personagens chatos como muleta para acontecimentos que não são naturais. Tipo, para mim, assim, eu acho que o grande problema do filme são esses personagens chatos e que são essa muleta.
Eu não vi a hora desses personagens morrerem, né, cara? Mas eu fiquei triste, por exemplo, com a morte da irmã mais velha lá Porque a irmã mais nova morre para matar a irmã. Então morre não, né, fica infectada para matar a irmã. Eu fiquei assim, cara, ela não deveria estar assim, porque agora ela vai ficar viva infectada, entende? Tipo, não é uma vida, é tá infectada, mas a partir do momento que tiver uma vacina, sei lá o que que vai acontecer, sabe?
Então enfim, eu não gostei dessa parte não. Não é nem questão de eu querer ter tido uma, um final feliz assim, sabe? Mas a menina sofreu tanto, ela Ela tem um diálogo lá com a irmã no final, mais para o final assim, né, sobre desculpa e tal, desculpa, né. Que nem ela, essa menina mais nova, né, irmã mais nova ali desse trio, né, que essa irmã tem um namorado que é escroto para cacete assim, tanto com ela quanto com qualquer outra pessoa, né, principalmente com a irmã mais nova.
A irmã mais nova ela acaba sendo capacho desses dois e ela é muito tranquila com tudo que tá acontecendo assim, sabe. Ela tá agindo tal, né, sem motivo, sem sem temer pela própria vida e tudo. E aí a irmã mais velha, né, depois que ela fica sozinha quando o namorado dela morre, ela tá morrendo de medo, tá desesperada, tá assim. Ela questiona essa irmã e fala assim: por que que você não tá desesperada? Porque aqui é muito mais fácil do que conviver com você, sabe?
E eu fiquei assim, mano, imagina a bosta que era a vida dela com essa irmã, sabe? Ter que carregar a irmã o tempo todo, tal. Porque meio que ela que pagava a conta das coisas, ela que fazia tudo lá, sendo que ela era super novinha. E aí a irmã fala: fala, ai, nossa, começa, sei lá, falar um monte de bosta lá e se desculpa.
Mas se desculpa meio que a redenção dela é falsa, ela é uma filha da puta, muito filha da puta.
E aí isso é mostrado pra gente de novo, e ela empurra a menina lá pros zumbis. E aí o zumbi chega lá e tipo mostra ali que ele tem um pouco de, né, porque ele também viveu isso, né, de ter toda a vida roubada e tudo, né. Que quem aparece lá na verdade é o Zero, ou é o Um, não sei, o paciente. Eu acho que ele é o Zero, né, é porque até então ele era a vacina, né.
Aí ele virou a Ele tá infectado com o vírus e a vacina.
É verdade. Então aí ele aparece lá, então meio que ele ainda tem um pouco de consciência, consegue falar também, né?
Tem total consciência, ele comanda ele. Em algum momento ele deixa ser mordido para que ele comande de fato eles, né? Que até então ele só consegue ver as coisas que eles veem, ouvir as coisas que eles ouvem, aprender as coisas que eles aprendem. Depois que ele é mordido, ele evolui também. E isso é muito interessante no filme.
Nossa, a parte dos zumbis é muito legal, é muito legal.
Eles transformando, fazendo um som bem, bem, né? Parece uma trombeta do fim do mundo assim, né?
Parece. E o jeito que eles se comunicam é legal, porque eles fazem meio que invasores de corpos. No caso não, eles não colocam mãozinha nem nada, né? Mas eles abrem a boca para cima assim, um aprende e faz faz isso, e aí os outros param assim e vão e fazem também. Então eles vão meio que evoluindo. E é o mais interessante, é que eles não evoluem no mesmo espaço. Por exemplo, eles descobrem que em algum momento, né, que eles estão fazendo— o pessoal que é sobrevivente, né, eles colocam uns totens de pessoas assim, sabe, num carrinho, e esse carrinho vai andando com esses totens de pessoas.
Então eles acham que são as pessoas correndo, né, porque até então eles entendem que tudo que tem formato de gente é gente. E aí eles vão correndo lá, tudo, né? Nesse momento em que eles estão mordendo o papelão ali, eles descobrem que não tem pele, não tem carne, não tem músculo, não tem nada, não tem nem sabor de humano, sei lá, sabe? E aí ele aprende que não é humano ali. Só que o que acontece? Tem um zumbi que tá lá do outro lado, em uma outra loja, porque assim, eles estão no lugar que parece um shopping, né?
A gente colocou arranha-céu na pesquisa que a gente Mas na real é um shopping, né, com salas comerciais em cima, né, e tal.
Eu acho que deve ser aquele shopping chique, sabe, que é um shopping. Esse zumbi que tá perseguindo o outro cara, que é o marido, né, o ex-marido, o ex-marido usa esse lance, né, do tótem ali, deixa ali tudo. Então o zumbi tá chegando no tótem ali, nessa hora ele vai lá, abre a boquinha também e aprende. E aí ele vê que o tótem não é, então ele já sabe que aquilo é um papelão, porque ele sabe os cheiros, né, sabe o gosto também, porque aprendeu o gosto, né, de longe.
Aí é isso, aí ver o marido e pá, ele tenta fugir, mas não consegue. Então eu achei bem interessante isso, porque eles aprendem, eles têm uma mente coletiva que não precisa estar junto para aprender, né? Então isso que é o perigoso. Eu acho que isso que deu o perigo ali para o filme, sabe? Porque você não sabe o que que um tá aprendendo lá do outro lado do prédio. Porque até então eles estão dentro do prédio, eles conseguiram, a vigilância lá, sei lá, conseguiu barrar, né, todas as saídas e tal.
Então assim, tem sobreviventes e zumbis dentro do prédio, mas nenhum conseguiu sair.
Então até, né, eles aprendem várias coisas diferentes. Até eles começam andando de 4, depois eles começam a andar, depois eles— porque assim, essa pesquisa ela era para fazer melhorias no ser humano, inclusive fazer pessoas paraplégicas voltarem a andar. Isso acontece no filme, né? A gente vê uma uma cadeirante que em um momento ela morre e ela se torna parte da colônia. E quando ela se torna parte da colônia, ela tá andando. Então a pesquisa do cara estava certa, ela faria, conseguiria fazer aquilo, né?
O vilãozinho ali, né, o Seo Young, eu vou chamar ele Seo Young, que é o vilão, né, que é o que tá, que esse gerente chamou de vacina. Ele gostaria que o mundo fosse uma mente coletiva, né? Ele achava que a evolução seria ser uma mente coletiva, muito porque ele sofria bullying de pessoas diferentes e tal. E como ele não era aceito por ele ser diferente, porque ele tem alguma questão, dá para perceber que ele tem, mas ele é diferente.
E aí ele achava que o mundo seria melhor se fôssemos todos de uma mente só. E aí por isso que ele se torna um comandante meio, meio obcecado, né? E essa parte assim dele andar, dele ser um zumbi, mas ele tá normal Muito legal, eu achei foda.
Eu também gostei.
E outras coisas assim, é, dá para perceber quanto mais complexo o filme, ele não fala certas coisas, ele mostra. Quando é muito complexo que eles estão aprendendo, eles demoram mais, eles ficam mais tempo ali, né? Tem uma hora que eles vão aprender uma coisa muito complexa que eu não lembro exatamente o que é dentro do filme, mas que eles ficam um tempão ali. Ah, é quando ele é mordido, a vacina é mordida, no caso o Siyang, ele é mordido, eles ficam um tempão aprendendo né, tipo que ele é o líder da parada.
Então acho que aquilo demorou mais tempo para propagar, né. E aí faz sentido, né, porque se é uma coisa mais complexa de se aprender, vai demorar mais tempo para aprender, igual a gente, né, porque tem essa parada da rede neural, né, que você falou.
Você falou em off, no caso é nesse momento que eles ficam travados um tempão. Ah, isso lembra um pouco o trem de busão, né. No caso, eles ficavam assim só no escuro, né? Mas aí ele—
mas é a assinatura do diretor, travar zumbi de algum jeito. E eles aprendem várias coisas. Ele tem um grupinho que aprende imitando as pessoas, né? Tipo, como tem uma cadeirante, eles carregam uma cadeirante nas costas. Em um momento aparece um time, um time de zumbi tá também sendo carregado. Acho que eles olharam e falaram assim, ah, então isso aqui que que tem que fazer.
Isso é ser humano, né? Isso é, eles estão aprendendo a se tornar cada vez mais humano, né?
Menos inseto e mais humano, né?
E é engraçado isso porque assim, eles parecem crianças, né? Parece que estão ali engatinhando, depois aprende a andar, depois aprende cheiro, aprende gosto e vai aprendendo as coisas assim.
Então quando eles veem, aprendem a parada do cheiro.
E aí ele, essa pesquisadora, né, ela sabe muito também sobre as formigas e tudo, né? Inclusive ela que meio que sobra lá, né, tendo essa, essa, esse conhecimento.
Parece que o cara tem uma vingança com ela, que a gente descobre no final, porque ela tá ligada com a morte. O chefe da mente coletiva, ela trabalhava com o pai dele, e o pai dele se matou e ela sabia.
Ai, sério? Eu não lembrava disso.
Não, ela sabe muito daquilo ali porque ela tava participando da pesquisa também, e o pai dele morreu, entendi, tirou a própria vida. E o pai dele fazia parte da pesquisa e ela era da mesma equipe e tal. Então ele meio que tava se vingando ali dela de alguma forma.
Entendi. Caramba, gente, não sabia disso não, não lembrava, não lembrava na verdade, né? Porque a gente viu o mesmo no Mundo das Formigas, né? Aquelas, elas têm mesmo, né, uma mente coletiva e tal. Tanto é que quando, antes da pauta aqui, antes do episódio, eu tava até procurando aqui sobre, porque eu achei super interessante, sabe, eu pensar. Deixa eu dar uma lidinha aqui. E eu achei muito foda assim, sabe, eu acho que ele pesquisou também bastante sobre formigas e tudo para poder criar isso.
Porque aqui, né, vendo sobre a questão da mente coletiva das formigas, né, a gente vê que elas têm essa conexão entre elas assim, acontecem de várias formas, né, que é tipo, elas têm a sinalização química e tátil, né, que no caso que elas se comunicam pelos feromônios mesmo, né, marcando caminhos e tudo. Então assim, elas vão mostrando o caminho, né, pra indicar perigo e tudo, né. Ou fontes de alimento e tudo mais. Quando a formiga, ela encontra comida, ela retorna ao ninho deixando um rastro químico.
Então todo mundo sabe onde tá a comida lá. Isso que eles fazem também lá, né, pra seguir o feromônio e tudo, né. Que eles seguem, no caso, eles criam... Eles pegam um perfume e todo mundo usa o mesmo perfume pra meio que fazer com que eles entendam que aquele é o cheiro de um ser humano, né? Então todo mundo, por um tempo funciona. E eles colocam tudo isso dentro junto com manequim, né? Então eles se mesclam ali com os manequins.
Essa cena eu achei super interessante e amedrontadora para cacete, porque os zumbis eles estão cheirandão ali, né? Então aí eles vão fazendo isso e aí eles vão aprendendo, né, questão de cheiro e tudo, né? Nesse momento que eles aprendem ali tem a tomada de decisão coletiva também, que isso acontece no filme, né? Que assim, elas calculam, vão calculando, né, variáveis como tamanho do grupo, urgência de uma mudança também, que aqui acontece, né?
E no filme a gente vê muito rápido essa urgência de mudança, porque, né, querendo ou não, eles estão para atacar, mas é mais para eles sobreviverem, porque as pessoas estão a ponto de matar eles, né? Porque até então ninguém quer matar, porque eles são pessoas, né, só infectadas. É tipo se a gente tivesse matando gente infectada alguma doença.
Na real, quem tá, quem faz isso é assim, É um, tem lá dentro, tem um policial e ele fala assim: não matem as pessoas. Até o momento que ele tá prestes a morrer, que ele mata uma pessoa.
É verdade. E aí começa a matança geral, né? Porque assim, né, tipo, ah, são pessoas e tal, mas gente, quem garante que eles vão voltar?
Então é porque assim, tem uma pesquisadora lá fora que fala que a possibilidade deles voltarem, se matar o zumbi zero, porque tem um momento que eles entram no laboratório, né, a polícia entra no laboratório e tem um monte de macaco.
Ai, é verdade!
E eles matam o macaco zero que tá infectado, e aí todos os macacos param. Eles acham que aquilo pode acontecer, travar eles, injetar vacina e eles voltarem a ser humanos. Mas isso não acontece. Eles acham o primeiro morto, que é o CEO, né, que o primeiro morto, o primeiro zumbi que é o CEO, matam ele e não acontece nada. Porque na real o primeiro não é ele, o primeiro é o Seong-yeon, que é o cara que anda entre os zumbis, né. Uma outra coisa que é legal ela é pesquisadora de formiga e tudo mais, né?
Ela acha que ela é biopesquisadora, né? E aí ela fala sobre aquele círculo da morte. Como é que é?
É círculo da morte.
Círculo da morte é uma coisa que ela fala assim, ah, tem um círculo da morte, não sei o quê e tal. Beleza, que é uma coisa que as formigas fazem, elas ficam rodando até morrer, né?
É porque assim, ela faz um caminho ali, porque teoricamente a formiga anda meio que vai fazendo um caminho até algum lugar. Só que se você Eu não sei o que acontece exatamente, né, para poder fazer isso.
Mas quando alguém que é biólogo souber, explica para gente.
Exatamente. E aí, comentário aí, ó, começa a girar, girar, girar, girar, girar, sem chegar a lugar nenhum. Mas elas não sabem para onde elas estão indo, então elas acabam andando até morrer. Ai, triste isso, né? Nossa Senhora.
Mas aqui acontece isso no final do filme. Só que o que que acontece? Ela faz isso aí, ela, ela bota fogo em um deles, em um deles, e começa a girar ele, e ele vira esse ciclo da morte. E eles filmam até de cima igual, né? Isso já é no final do filme, eles já saíram do prédio inclusive. Só que o que acontece aqui, eles não andam até morrer, né? Eles zeram a inteligência deles, então eles voltam do começo.
Ah, legal.
E aí, que é o chefe, é aí que ele morre. Ele morre pelos zumbis também, né? Tipo, porque ele é atacado, que como zerou, eles não sabem que eles têm um líder. Então eles vão lá e matam. E quando eles matam ele, todo mundo Cara, só que assim, voltando um pouco, o filme aqui no Brasil chama Zona Zero, né? Eu não gostei muito do nome, mas é um nome que dá um pouco de spoiler, porque Zona Zero é o nome, tipo, não é o nome do lugar, mas é tipo assim, começa dentro do prédio e vai para cidade.
E o filme acaba com os zumbis travados, assim como os macacos. E aí a câmera vai se aproximando de um dos zumbis e ele acorda. Então aquilo não fez efeito com eles, eles já aprenderam que não adianta matar o zumbi zero.
É verdade, é verdade. Então vai ter uma continuação.
Então por isso que se chama— eu até especulei sobre isso no nosso vídeo de filmes para esse ano, né? Vou deixar o link aí. Eu assim, eu se fosse a Paris Filmes aqui, eu colocaria como Colônia Zumbi o nome do filme. Ficaria muito mais chamativo. A Colônia, sei lá, sabe assim, tipo, porque já existe vários filmes, mas eu colocaria A Colônia Zumbi.
É verdade, é verdade.
Talvez eles também quiseram fazer talvez uma brincadeira de Zona Zero, podia ser de zumbi, né?
É verdade, porque daí fica ZZ, né? Tipo Zona Zero. É verdade, faz sentido. Eu acho que eles pegaram mais pelo plot do local do filme do que do filme em si, né? Porque assim, a colônia é muito mais interessante, né? A colônia zumbi seria muito mais interessante porque o filme fala sobre os zumbis, não sobre sobre o local do teste, né?
E depois desse papinho, mini papinho, que hoje podcast foi mais curto.
Ah, mas foi gostoso, né, cara? Esse filme, ele é um filme que você precisa assistir, é legal, ele é muito bom, ele é muito bom. Eu gostei, é uma ideia diferente.
Eu gosto de ideias diferentes.
Verdade.
Qual a sua notinha para esse filme, bonito?
Cara, minha nota é 4,5. E sua notinha, Beats, para esse filme?
Minha notinha para este filme é 3,5. E qual é a nossa média?
4. Ó, nossa média é 4. Ah, perfeito! Olha, passou.
Máximo é 5 aqui, então tá bom demais, né?
Perfeito. Então, ó, 4 pontos.
É isso aí. Se você chegou aqui, deixe seu comentário. Não esquece de seguir a gente nas redes sociais aqui, ó, Terror Sem Medo 13, tudo junto, 13 numeral. Fica aí porque vai ter leitura de comentários e emails desde o episódio 55, eu acho. Que a gente já gravou leitura de mês, inclusive a gente vai estar com roupa diferente. Sim. E no finalzinho da leitura de mês a gente vai estar com a roupa igual essa aqui que a gente tá.
É verdade. E agora chegamos nas nossas leituras de comentários e emails. E vamos começar com o episódio 155.
E vamos contextualizar uma coisa, a gente ficou sem ler comentários e emails por muito tempo.
Muito tempo. Começando pelo episódio 155 sobre Mortal Kombat 2, que a gente fez feat com o Marquinho do Área 78 BR. Primeiro comentário é do Miyagi do Spotify: gostei da thumb com o Fábio Cade e a Kao Katana. Adorei! Não vi o filme ainda, mas não fico preocupado com spoiler de Mortal Kombat. Que bacana que deram mais protagonismo para Kitana, ela é uma personagem muito maneira.
O filme já tá disponível no Disney, no HBO Max, eu acho.
Que faz tempo que a gente gravou, né? Já faz 8 episódios. Isso porque a gente teve um hiato aí, então já vai fazer quase 2 meses aí, né? E aí, Miyagi, curtiu o filme? E o Felipe Amaral no Spotify também comentou: Kouyang é uma merda, foi tarde. Shao Kahn wins!
Inferno que é minha vida com isso.
Obrigada, Felipe, pela oportunidade que eu tive de fazer isso no ar.
Eu gostava dele, achei que foi para um final meio triste.
É, foi um final triste, foi um final triste. O Oz também comentou lá no Spotify: salve, Casal Sem Medo! Casal com K, ó. Não esperava que fosse me divertir tanto com esse filme, realmente me surpreendeu positivamente. Já tô aguardando sair o no streaming para rever em casa. Agora aguardar a confirmação do terceiro filme, com expectativa mais otimista do que para esse. Abraço! Vai ter um terceiro filme já? Ah, interessante, legal.
Obrigada, Woz. E aqui a gente tem também o Ron Ivan no Spotify, comentou aqui: filme horrível, nossa senhora, esperava mais do Shao Kahn. Esperava muito do Shao Kahn, que tirando o pai da Kitana, ele não vence ninguém. Se não fosse a imortalidade dele, é verdade, ele perderia para todo mundo. O Raiden só ficou morimbundo quase o filme todo. Aquela coisa do filme, né? Se não ficasse morimbundo, não teria filme, né?
Porque você tem que tirar, né, cara? Tipo, Raiden é muito poderoso, então você tem que tirar ele de É verdade, o Escorpião também é um personagem super poderoso.
É, ele comenta aqui sobre o Escorpião: Escorpião só aparece faltando 20 minutos para acabar. Na verdade foi um filme da Kitana, que é uma protagonista fraca e sem graça. Seria melhor dar mais protagonismo para a Sonya. O lado bom do filme é que mataram Kojiro Yang. Tirando da Sonya, os fatalities foram nada a ver. Caramba, gente! Gente, nossa, que loucura!
Foi a primeira pessoa que eu ouvi falar que não gostou nada.
Caramba, verdade! Mas obrigada pelo comentário. E o Igor aqui comentou no Spotify: salve, casal! Ó, todo mundo chamando a gente de casal com K. Casal sem medo, roubei essa do Oz. Bom, começando pelo começo e o ponto que todos que vieram primeiro comentar esperavam ansiosamente, Kou Yang foi pro colo do noob cyborg finalmente. Pensa num personagem chato. Um dos pontos mais baixos do primeiro filme foi esse personagem que apareceu do nada com plot merda e simplesmente não sabe o que quer.
Apareceu para substituir o Scorpion, verdade, né? Mas cria aquela roupa feita de palha trançada e dois pau velho.
Então no primeiro filme realmente, né, fica aquela coisa de nossa, mas por que que não Eles fizeram de tudo, do Koyang, das runas lá, do que cada um chamava de outra coisa.
Ah, mas era a marca lá do que você é um Mortal Kombat. Ai, gente, mas obrigada, Igor. O Mauro, o nosso, eu falo nosso cunhado, nosso irmão, falou, comentou aqui: fala, mano, tranquilo. Falando de locadoras, onde eu morava no Meyer, ah, tá.
Mini cash sobre locadora, né?
Ah, é verdade! Falando sobre locadora, onde eu morava, no Meier, no Rio de Janeiro, era igual a Cal falou. A locadora abria de sábado, mas se você quisesse ficar com os filmes até segunda, tinha que alugar 3 na sexta. Isso mesmo. E se quisesse ficar até quarta, tinha que alugar 5. Que promoção mais filha da puta! Eu lembro de outra parada, mano, de quando me separei, morei um tempo com você e a mãe e o E atravessamos a ponte da Barra de São João para alugar filmes em uma locadora.
Naquela época curtíamos filmes de comédia e um que marcou foi Undercover Brother. E não sei se você sabe, em 2019 lançou o 2. Podemos marcar de ver juntos como uma sessão nostalgia.
Olha aí, eu e você já assistimos o 1 e o 2.
Ah é? É aquele que o cara dirige o carro com um copo de Ai, sim, verdade!
Mas a gente marca sim, cara. Eu gosto muito de The Cover Brothers, que a gente assistia muito. Tinha os filmes do Austin Powers que a gente também assistia muito.
Verdade. E continua aqui, ó, esse comentário foi comentário zão aqui, ó. Em relação ao filme, eu não vi ainda, mas nem o 1 nem o 2, mas lembro bem do jogo naquela época, na década de 90, quando ia nos antigos fliperamas para jogar e sempre usava o Raiden. Adorava o estilo camponês dele com aquele chapéu de palha, mas confesso que depois dos fliperamas nunca mais joguei Mortal Kombat. Tá convidado para jogar. Acredito que com a tecnologia rápida, rapidez dos jogos de hoje, não conseguiria acompanhar, pois os jogos anciãos eram mais lentos. Abraço, amo vocês. Ai, abraço, amo você também.
Se cuide. E cara, tá convidado para jogar aqui em casa, a gente tem um Mortal Kombat 11 Switch. E assim, apesar de estar, de estar, de ter muito botão para apertar, é bem mais simples hoje.
Nossa, é bem mais simples, é bem mais simples. Você consegue vencer com sequencinha, tipo soquinho, soquinho, soquinho, você vence. Dá para você dar combo sem você querer, tipo assim, Y, Y. Eu fico testando às vezes, sabe, tipo X, Y, X. E continuando aqui ainda, 5 Cenas comentou lá no Instagram Oi, casal sem medo, tudo bem? Tudo bem. Adoro quando vocês trazem convidados, o papo fica sempre mais rico, mais divertido e rende discussões ainda melhores.
Continuaremos convidando convidados. Sobre o filme, as lutas são absurdamente brutais, rápidas e cheias de impacto. Na tela grande, cada combate parece um verdadeiro, um verdadeiro evento. Dá para sentir que o filme abraçou completamente a identidade da franquia sem vergonha nenhuma. Exagerado, violento e estiloso na medida certa. E talvez esse seja o maior mérito dele: finalmente entregar uma adaptação, entende o espírito e faz justiça aos jogos. Minha nota para o filme é 5 de 5. Olha, a nossa também foi essa, né?
E o próximo comentário é do podcast 156 Fred vs Jason, que também teve feat com o nosso amigo Andréias lá do Variações Junerd. O primeiro comentário é do Marcos Leitão Júnior lá no Spotify. Passando pelo YouTube, eu vi um vídeo do canal do Getro, gosto muito de Getro também, chamado Aversão para Maiores de Sexta-feira 13. Eu também já vi esse vídeo. Não sei se caberá no Terror Sem Medo por falta de 13. Abraço. Eu acho que não, a gente pode ver, mas acho que não, porque é um filme pornô.
Ah, entendi. Olha aí!
Mas assim, ó, a gente não entregou ainda o que a gente vai fazer no 13. Após o episódio, o múltiplo de 13 tá chegando. A gente vai fazer uma coisa especial, a gente vai fazer sobre a série depois do dia 15 de outubro. Mas antes ainda tem um episódio 13, se eu não me engano tem 2 ainda. Mas a gente vai fazer coisas especiais. A gente conta? Não conta? Não, não conta. Obrigado pelo comentário, Marcos. O próximo comentário é do Sabe o que eu adoro?
Sem Medo. Esse filme junto com Jason X é um dos que eu amo rever por conta da galhofa mesmo. Nessa época a gente aceitava desculpas estapafúrdias só para ver dois ícones saindo na porrada.
É verdade, bastante. Nossa, gente, esse filme é bem bom mesmo, né? Eu gosto.
Próximo comentário é do Miyagi lá no Spotify: realmente achei que a causa tava loira, foi de propósito. Que a gente fez isso.
Sem querer a gente tava particular. Para mim também, para mim também adorei seu cabelo loiro.
Eu assim, não, eu assisti há muito tempo, mas no decorrer do episódio nos dei que não lembrava absolutamente de nada. Engraçado, quando a gente reviu também não lembrava de nada. E que doideira! Então quer dizer que quase tivemos o Vingadores Ultimato do Terror. Contextualizando, caso alguém não lembra, né, O 2 desse filme seria versus Ash, mas também teve a ideia de trazer o Hellraiser para o universo.
Então, cara, imagina, seria um ultimato do terror mesmo.
E o Luiz comentou lá no YouTube, ele, o Luiz, ele comenta bastante enquanto ele tá ouvindo, então fica o numerozinho marcado. Aí eu sempre ouço o que que é para poder saber sobre o que ele tá falando. Ele comentou no minuto 32:23 e 23 segundos: azul Que eu tô vendo cinza, meu, minha blusa. Só que assim, no meu celular fica azul, no meu computador fica cinza.
É porque fica mais apagado no computador, né?
Próximo comentário é do Cinco Cenas lá no Instagram. Oi, casal sem medo, tudo bem? Eu gosto muito desse filme e por acaso reassisti alguns meses, continua me divertindo bastante. Claro que precisamos fechar um bocadinho os olhos para alguns efeitos especiais que ficaram bem datados. Sim, a gente até comenta também, afinal o tempo não perdoa ninguém. É verdade, principalmente você usa CGI numa época onde data, né?
É verdade. Eu sempre passo pano para CGI nos filmes do, principalmente que tem o Freddy Krueger, porque eu penso assim, tá no sonho, sonho não existe CGI bom, sabe? Aí é isso, então fica muito bom.
Para mim o filme funciona melhor de forma independente da mitologia original dos personagens. Personagens. Eles meio que tentam aproveitar certas coisas. Como vocês comentaram no podcast, existem momentos que não encaixam perfeitamente na história ou no universo original, mas isso nunca me incomodou muito. Sempre enxerguei esse filme como um crossover feito para os fãs, sem obrigação de seguir todas as regras da cronologia oficial.
E talvez seja justamente isso que faz ele funcionar tão bem, abraçar a diversão sem pedir Obrigadas as explicações. Minha nota para o filme é 3 de 5. Antes de ouvir o episódio, eu achei realmente que a Carol estava com o cabelo pintado.
Doneida, né? Obrigada, Cris. E vamos para os comentários do episódio 157 sobre Obsessão. Vamos para o primeiro comentário do Woss no Spotify. Salve, casal sem medo! Tava ansioso para ver esse filme desde que eu fiquei sabendo por vocês mesmo. Achei a vibe bem parecida com os projetos do irmão Filippon, dos irmãos Filippon. Sim, também achei. E tô curtindo a variedade de níveis de terror nos filmes desse ano, mas definitivamente esse é o meu tipo preferido.
Cara, também gostei muito, e esse é meu tipo de terror preferido também, sabe? Obrigada, Woz. Marcos Leitão Júnior lá no Spotify também comentou aqui: a sinopse desse filme me lembra muito o episódio da série sobrenatural, a Supernatural, lá onde tem uma cidade com eventos estranhos: urso falante, menino super forte. Mas eles descobrem a origem numa moeda e uma fonte, e sabem de onde vem por causa de um cara feio e tímido que tem uma mulher linda que é obcecada por ele.
Mas não tem violência, ela é só muito apaixonada a ponto de perturbar o cara. Eu não lembro desse episódio não. Obrigada, Marcos! Miag comentou aqui também no Spotify: ótima atuação da Angie Navarrete, ela tem cenas excelentes e vários momentos assustadores. Também já conhecia ela da série de Superman, mas aqui ela surpreendeu demais. Eu achei muito engraçado como a galera que vende o Salgueiro dos Desejos trata a magia da coisa como se fosse algo supernatural.
É verdade, é verdade. Ou talvez as pessoas peçam coisas comuns, né? Não para uma pessoa ficar, sei lá, né? Tipo, às vezes a pessoa quer um emprego e aí tem um emprego.
Tem uma teoria que tá rolando na internet de que assim, aproveitar que o Miyagi comentou sobre isso, quando ele vai comprar é uma mulher, quando ele volta é um cara. Então dizendo que é a mesma pessoa.
Ai, sério?
Que o desejo da mulher era ser um homem E aí, que legal! Acho que pelo pingente.
Ai, quero ver de novo esse filme. Aqui ele também tem uma teoria, ó. Minha teoria é que é o mesmo pessoal que vende a substância. É verdade, com certeza. Obrigada, Miyagi. Luiz Gui lá no YouTube comentou aqui no minuto 18:54: eu acho que ela perguntou chamou só para falar, somos só amigos. Aham, é aquela parte lá que se gosta dela e tal. Eu acho que ela tava querendo muito contar que ela tá ficando com um cara e tava querendo saber mais ou menos qual é a vibe dele, para saber se conta, não conta e tal.
Só que, né, tipo, não deu nem tempo dela falar alguma coisa, né, porque ela já ficou obcecada por ele. É, ele já pediu, né, na verdade, para ela ficar obcecada por ele, né. Hala Hebert comentou Colocou aqui no YouTube. Acabei de ver pela segunda vez, nossa, amei! Assustador, virou um dos meus filmes favoritos. Sim, aqui também, viu? Nossa, amei! Obrigada pelo seu comentário. É, tem um comentário de 5 Cenas também no Instagram.
Casal Sem Medo, tudo bem? Tudo bem. Esse filme realmente me surpreendeu, foi um filmaço de baixíssimo orçamento. Nossa, foi, foi baixíssimo orçamento mesmo. Que eu gosto aqui é justamente perceber que mesmo com recursos mais limitados, o filme consegue entregar identidade, criatividade e impacto sem depender apenas de efeitos visuais, efeitos digitais. Minha nota para o filme é 5 de 5. Nossa, cara, para mim o filme ele é, sei lá, tipo 1000 de 5 assim, sabe?
Porque ele é muito foda, adoro. Obrigada, Cris. Aqui a Psi Anitta Moraes no Instagram. Ai, psicóloga! Angustiante, desesperador, mas ficou claro quem é o obcecado. Aham! Nossa, cara, amei! E amei que tem umas— temos uma psicóloga vindo aqui comentar em obsessão. Olha, maravilhoso!
E o próximo comentário é sobre um filme chamado Backrooms, com a nossa amiga Silpelli lá do Rainhinhos Primeiro comentário do Igor: sendo sincero, nunca nenhum podcast, muito menos o Te Vou Sem Medo, me deu tanta raiva, principalmente o Fábio. Porra, o cara não tem a paixão, olha aí, nossa, a pachorra de pesquisar um assunto que ele assume que não sabe. Ainda bem que eu assumo que não sei, né? O que custa gastar uma ou duas horas da vida vendo vídeos só para não pagar de ignorante no podcast?
Porque um podcast precisa de uma pessoa que não saiba. E também existe a possibilidade de eu não gostar do assunto, eu não vou ler até o final. E é isso que eu tô falando, tá reclamando que eu não sei nada do filme. Ai, gente, a ideia é essa, eu não saber nada do filme, né? Tipo, eu não tenho obrigação.
E outro, tinham duas outras pessoas que sabiam, eu e a Sil. Então é só para reclamar do Fábio mesmo.
Então não tem problema não, é só Luiz Gui também comentou lá no YouTube: vi o filme errado, era melhor ver todo mundo em pânico 6.
Claro, eu gostei de Backrooms também, cara. Eu gostei bastante de Backrooms porque ele é um— porque eu gosto de creepypasta, aí eu acho legal, eu achei interesting.
Os 5 Cenas comentou lá no Instagram: esse foi o nosso episódio mais comentado. Oi, Casal Sem Medo, tudo bem com vocês? Obrigado por me economizar o dinheiro do bilhete. Quase fui assistir essa bomba. Assistir quando tiver no streaming. Ainda bem que eu vi o podcast antes. Pela primeira vez vocês trouxeram um filme que não assisti sem dar play.
Olha, olha, não assisti nem vou dar play, na verdade.
Aham, beleza.
Obrigada pelos comentários, gente. Próxima leitura é do episódio 159, We Bird the Dead, também conhecido como We Bird the Dead. Miyagi comentou aqui no Spotify: seria esse um bom filme para galera que gosta de ver coisas para desligar o cérebro? Eu fiquei Você entendeu o piada? Não.
Que a bomba explode e ela desliza assim.
Nossa Senhora, eu fiquei com uma dúvida: os mosquitos e outros animais também ficaram zumbis ou só afetou as pessoas?
Não mostra animal voando, não, não mostra nenhum animal.
Mostra, é verdade, não mostra animal não, não mostra animal, né? Obrigada, Miyagi. Luiz Gui comentou aqui no YouTube também, no minuto 17:22. Ele comentou aqui: essa desculpa é boa para traição. É tipo assim, ah, você tá terminando comigo, mas vamos conversar? Não, depois a gente conversa. Então tipo assim, terminou. A última palavra foi terminou. Obrigada, Luiz Gui. DKB13 no YouTube comentou aqui: mano, pensa num filme lixo do caralho.
O filme tem cenário, tem uma boa estrutura para ser um puro terror, e os zumbis não são zumbis. Filme é mais que mosca em sopa, além de desperdiçarem a participação de Dick Grayson. Quem é o Dick Grayson? Ah, tá, entendi, cara. Mas é verdade, né? Porque o zumbi não é um zumbi, né? A gente viu isso.
Não são zumbis, são pessoas que têm o cérebro desligado. Acabam ficando zumbi porque fica apodrecido.
É verdade. A nota Ele é 2 de 10. Aqui, teoricamente, se a gente fosse transformar pra gente, seria 1 de 5. Olha só, caramba! Eu gostei bastante da proposta sobre o lance de enterrar os mortos e tal. Porque eu achei legal esse lance. Porque eu acho que esse filme, eu acho que fala mais sobre a questão, tipo, quis fazer um filme de zumbi pra falar sobre luto. E todos os lutos, tipo, tanto de mortos quanto de relação. Porque, né, querendo ou não, ela tá tendo luto do marido dela.
Descobre uma relação. Então a relação acabou, fica aquele luto da relação, luto de tudo, né, também e tal.
É muito aquela coisa, não sei se a gente comenta no podcast, mas tipo assim, a ponta, por exemplo, eu sei lá, sai para trabalhar e não volto nunca mais, você quer interagir com meu corpo.
Sim.
Então tipo é sobre essa questão de realmente, né, tipo não é só o luto, é de você ter alguma coisa, vai ter errado.
É verdade. Porque assim, lá a gente vê eles enterrando os corpos de pessoas que estão mortas ali, né, que eles encontram. Então teoricamente, na parte mais rasa do filme, assim é, eles estão enterrando corpos. Mas se você vai aprofundando assim, é realmente tipo tá enterrando tudo, enterrando história, enterrando corpo, enterrando—
você pode ver que os zumbis, o único zumbi que sobra de uma família lá, ele enterra a família, né? Apesar Na verdade, ainda tá meio zumbificada, ainda tem a dignidade ainda.
É verdade. E assim, é todo um luto mesmo, porque no final ela também tem aquele luto de a vida dela já não é mais só dela, né? Agora ela tem uma criança para cuidar. Então tipo assim, e agora, sabe? Porque também tem o luto da mãe grávida que é zumbi, que também pede para mulher cuidar do filho dela. Então também é o luto de não ter mais a criança, cara. Esse filme é sobre luto de tudo assim, né?
Também se divertindo lá e ela acaba matando um zumbi com ódio assim. E eles vão embora porque eles não estão ali para matar zumbi, para enterrar as pessoas mortas. O próximo comentário no podcast 360, Cucum, primeiro comentário do Oscar lá no Spotify: sejam bem-vindos de volta, Casal Sem Medo, que esse foi o podcast que a gente ficou em ato, depois a gente voltou, né? É verdade, bastante desse filme. Inclusive achei muito interessante a visão da Cal, não tinha me obrigado sobre o protagonista provavelmente só ser motivado pela curiosidade e não pelo ato de fazer a coisa certa.
É verdade, né? A minha coisa favorita do filme é que ele não é linear, já que uma boa parte da trama se passa enquanto ele está no hospital, e depois a gente descobre junto com ele o que houve. E também o lance de que fica dúbio no final se há uma bruxa ou se foram as drogas que ele tomou.
É verdade, é verdade. Ai, muito bom! Obrigada, Woss!
O Marco Júnior, que é o Marquinho, comentou: eu tô na sala com Fábio e a Carol.
Todo mundo na sala com a gente!
Tanto bonitão! Agora que eu acho desse cenário aqui.
Nossa, nossa, ficou perfeito!
Todas as coisas que a gente gosta, ó. Tem Hellraiser, Chuck.
Eu acho que ficou exatamente do jeito que a gente queria que sempre fosse, né? A gente chegou num denominador comum.
Vai!
Vai, vai. E conforme a gente vai ganhando coisas também, a gente vai colocando mais coisas aqui. Não é pessoas que dão coisinhas para as pessoas.
Próximo comentário é do Miyagi lá no Spotify. Seria esse cenário uma referência ao sofá assassino? Esse grande clássico do horror?
Não era, só um acaso mesmo.
Vocês puderam ver como é que é o sofá da nossa casa.
É verdade, olha, eu estava empolgado para este filme, já havia gostado de ódio.
E Rokun não me decepcionou. Curto esse estilo de terror e gostei bastante do filme. Só achei que tivemos pouca informação sobre a bruxa. Eu acho que talvez o nome, porque talvez a bruxa não fosse o tema do filme. Ele veio aqui no Brasil como não sei o que lá da bruxa, né? O filme traz uma mitologia interessante, tem o livro lá da moça.
O livro, o livro.
Depois você fala pra gente, minha filha. Gostaria de ter visto um pouco mais disso.
Talvez ele gostaria de ter visto mais disso, porque talvez a gente também precisasse ver mais disso também, né?
O livro que o On escreveria sobre a moça, sobre o caso da moça.
Ah, eu acho que sim, é verdade.
Talvez abre a porta para fazer uma continuação.
Mas eu acho, eu penso aqui assim, talvez, não sei, né, mas talvez, será que isso num flare aperta com uma lenda que as pessoas acreditam, só que não existe. Aí, tipo saci, tipo, por exemplo, quando você no cristianismo mesmo, quando você tem que colocar uns na época da Páscoa, não sei, tem que colocar, escrever com giz, um três letrinhas lá, eu acho que EHSERS, não sei, uma coisa assim na porta nessa época para mostrar que você é cristão e ninguém vai pegar seu filho e matar, sabe?
Umas coisas assim. Sei lá. E aí talvez seja mais ou menos isso, né? Porque eles têm um símbolo na porta e tal, essas coisas que eles têm para afastar a bruxa. Então eu fiquei pensando, será que não é mais uma questão que eles acreditam, não que exista? Por isso que a bruxa não existe, porque ela não existe, é uma lenda.
Mas valeu, obrigado pelo comentário.
Obrigada, Miyagi.
E o Sinirique comentou lá no YouTube, Sinirique vai gravar o próximo episódio com a gente.
Ah é? Olha, delícia! Delícia!
Que dê tudo certo nessa fase de mudanças.
Tá dando sim, sim, sim! Ó, já deu para ver que a gente já tá em cenário novo. A gente sempre tá falando do nosso cenário novo, né?
O Luiz que comentou lá no YouTube: não faz isso não, faz isso não.
Ontem faz mais isso, faz mais isso não.
Ontem tava até vendo uns episódios antigos. Será que deixou a gente parar podcast.
Nossa, não, credo!
É engraçado que eu postei, a gente postou uns vídeos sobre a data que a gente ia retornar e a minha mãe achou que eu tinha caído das escadas. Verdade, era só uma brincadeira. Aí ele comenta sobre o diretor que ele tem 3 bons filmes, o primeiro é maravilhoso, ele tem uma pegada nossa. Aí ele fala, aí ele continua aqui: se vocês falarem decepção, eu paro de seguir a agora, né?
Ah, sim, nossa, porque não é decepção. Eu gostei do filme.
Obrigado, Luiz Gui. Você por certo comentou lá no Instagram, pô, casal, vocês já me viram de volta, muito obrigado. Já estava com saudade de ouvir vocês.
E a gente tava com saudade de ouvir, de ler comentários de vocês também.
Muito obrigado por vocês sentirem saudade da gente, a gente gosta de saber, né? Realizar uma mudança não é fácil, sei muito bem como é isso. É verdade, a gente conversou em particular sobre isso, mas em breve tudo voltará ao normal. Cara, vou comentar uma coisa que eu acho que eu nunca comentei mudei. Essa deve ter sido a minha vigésima mudança de casa.
Nossa Senhora, gente, que loucura!
E sobre o filme, minha nota 2,55. Para mim, este é o tipo de filme para se assistir em casa. Não paga o ingresso para assistir no cinema.
Verdade, a gente assistiu em casa.
E o Luiz Gui lá no Instagram comentou: filmação! A Rosana Cruz, minha sogra, comentou lá no Instagram falando vocês.
Obrigada, Muli, te amo!
E o Sullivan Santos comentou lá no Instagram: acho que fui com muitas expectativas, principalmente pelo diretor e o ator principal. Não curti tanto assim.
Obrigada, Sullivan. E agora vamos para os comentários do episódio 161, Birth Rebirth, e a mostra Mestras do Macabro. E aqui a gente convidou a Beatriz Saldanha para gravar com a gente, né, que é dona da mostra. E o primeiro comentário é do Miyagi. No Spotify. Essa mostra parece ser bem legal, projeto bacana.
Sim, eu não sei de onde, mas enfim, eu acho que o Miagi é de São Paulo, não lembro.
Acho que é.
Quando tiver em São Paulo de novo, vai.
E o próximo comentário é do Nicolas Silva lá no Spotify: tem esse filme completo com legenda no YouTube, já faz bastante tempo. Olha, só pesquisar. Eu assisti, adorei, um dos melhores filmes que eu já assisti este ano. Adorei as protagonistas e como aos poucos a médica vai ficando mais humana e a enfermeira vai se tornando mais fria e egoísta por causa do desejo de reviver a filha. É verdade, é verdade, é bem isso mesmo. Eu achei interessante essa cruzada assim, sabe, no meio.
Obrigada, Nicolas! Aí fica a dica, né, para quem quer assistir o filme aí, né, tá legendado completo no YouTube. YouTube. E aqui o próximo comentário do Luiz Gui: parece agora os irmãos Trecheira, maneiro.
Ele tá falando do pessoal da Trecheira Violenta.
Ah, entendi, verdade.
Uma dica aqui: eu já gravei um podcast com o Jota lá no Locadora do Trecho. Tu vai lá no Locadora do Trecho, eu não lembro o episódio, mas procura lá Fábio e o Jota, e aí você vai ver que ele já gravou uns podcasts.
Obrigada, Luiz Gui. Cinco Cenas comentou no Instagram: oi, Casal Sem Medo, Tudo bem? Tudo bem. Adoro quando trazem convidados, o podcast fica mais incrível. Não tinha conhecido deste, não tinha conhecimento deste filme, já vou colocar na lista. Beijo, gente! Do Nicolas, o Luiz Gui comentou aqui agora no Instagram, né? Antes ele comentou no YouTube, agora no Instagram. Nem sabia desse filme.
Aí, ó, pois agora você sabe, agora você sabe. E o último, último bloco de comentário é no 162, e a saga A Morte do Demônio, que tem feat com o nosso amigo Davi lá, o Fábrica de Rote. E ele, incrivelmente, esse episódio ele bombou no Premiere.
E caramba, que legal! Caralho, que foda! É Evil Dead, né?
Então já tá ali entre os mais ouvidos do ano.
Caramba, que legal! Ai, delícia!
O primeiro comentário é do Oz: salve, casal sem medo! Assisti na estreia o novo Evil Dead e não tinha visto absolutamente nada de trailers, só me preparei para o filme assistindo os dois anteriores e o outro filme do mesmo diretor, de Infestação, né? Achei o começo empolgante, mas foi perdendo a força pela repetição da violência. É verdade, o que foi ficando meio sem sentido e no final muito cidiar também me cansou. Tragam mais sagas para a gente, a gente vai ficar feliz.
Vamos fazer, vamos fazer.
Ó, vou dar spoiler, hein, a gente vai fazer saga sobre uma delas, ainda não tem data, mas enfim, vai fazer. É o Óliver Caminhos.
Talvez a gente faça até a saga do sobrenatural também, né? A gente pediu para vocês comentarem aqui, se vocês comentarem aqui a gente faz a saga dele também.
Aham, que é mais fácil Fácil. Falando nisso, eu esqueci de passar por uma enquete lá. Eu fui no Mortal Kombat, a gente, eu perguntei porque eu fiquei na dúvida, o Shao Kahn já estava invencível, imortal, quando lutou com o Cole Young? Você e Marquinhos fala que não, eu falei que sim. Eu fiz uma enquete, meus ouvintes todos comentaram que sim. Então ele tava imortal já. O próximo comentário do Luiz Gui lá no YouTube Eu não gosto, não gosto do terceiro, nem terminei. Cara, você foi no cinema e foi embora?
Nossa, é verdade, né? Ou ele baixou? Mas eu concordo também, viu? Eu gostei do filme, tudo tal, mas mano, ele não chega aos pés dos primeiros lá.
A Vicky Rocha comentou lá no Instagram: amei essa montagem. Vocês não sabem o que ela tá falando, é a capa que transformei a gente em dedetes.
Ai, delícia! Ficou muito bonito.
E se você tá assistindo, tá vendo a gente com roupa diferente, é porque né? Fizemos em duas partes essa leitura de comentários. E acho que até com cabelo diferente, barba, sei lá.
Nossa, verdade, né? É verdade que sim.
Talvez você esteja até com a maquiagem diferente.
Eu tô com a maquiagem diferente porque antes eu tava sem batom, então batom mais cor de boca.
Vamos para a leitura de comentário do episódio 63, lançamentos de filmes de terror segundo semestre. O Fernando Lousada comentou lá no Spotify: como pode um podcast de filmes de terror e os apresentadores nunca assistiram a saga Insidious, que é o Sobrenatural. É uma das melhores sagas do terror atual.
Quero assistir. Então eu tô devendo mesmo, porque é um filme que eu tenho vontade de assistir.
Assim, eu esqueci. Não dá, vamos parar o podcast agora. É, Fernando, desculpa, não dá para assistir tudo nessa vida, não dá para ter tudo nessa vida.
É verdade, é verdade. Mas vamos assistir.
Assim, a gente deixou lá, eu acho que o negócio lá para a gente ver se é para fazer a saga. Algumas pessoas comentaram sobre fazer saga. Sim, a gente vai ver aí, mas pelo menos um dos filmes vai rolar em uma hora aí qualquer.
Ah, vai rolar, porque esse ano tem lançamento, né? Então olha, vamos assistir, Fernando Lousada.
Valeu, Fernando, muito obrigado.
Obrigada, Fernando.
E continue comentando. Próximo comentário do Miyagi lá no Spotify: eu tô bem curioso com Resident Evil. Embora não se baseie diretamente nos games, o trailer tem alguns acenos da franquia, como uma shotgun e uma caixa de munição que é igualzinha, igualzinha do jogo. Provavelmente os fãs vão ficar igual ao DiCaprio naquele meme. Mais um pouquinho e o trailer da Carrie entrava no episódio. É verdade, não entrou no episódio, mas entrou na live.
A gente teve que cortar porque a Prime não deixou a gente exibir, mas tem os comentários pós-trailer lá na live, que eu vou deixar o link aí para vocês assistirem. Obrigado, Miyagi.
Obrigada, Miyagi.
O próximo comentário é do Luiz Gui lá no YouTube. Sobre— ele comentou com minutinhos lá, 18:55, ele comentou: já ouvi falar que é péssimo. Tá falando sobre Colony, que é o filme que a gente vai falar hoje.
Não é péssimo, o Luiz Gui pode assistir.
Lá no minuto 6:23, é como eu pego de cima para baixo, então Ah, entendi. Nos minutos 6:23 ele falou: sim, faz a saga, o primeiro é ótimo e os outros só vai ser para passar raiva. Sai da Sobrenatural.
Olha aí, pronto. Mas eu tô curiosa para assistir esse filme porque eu nunca assisti mesmo assim, eu tô devendo. Obrigada, Luiz Gui.
Valeu, Luiz Gui. Próximo comentário lá no YouTube também foi do @gemesport22: acabei chegando no canal buscando exatamente quais os lançamentos vão ter no segundo semestre. Demais, ganharam um inscrito.
Muito legal, obrigada!
A gente geralmente coloca os títulos dos episódios como a gente procuraria, mas obrigado, que seja bem-vindo.
Obrigada, viu? Seja bem-vindo e continue ouvindo nossos episódios aí.
E os 5 Cenas lá no Instagram foi o último comentário. Oi, casal, se mexe, tudo bem? Assistir Os Trilhos acompanhando o podcast segue a lista do que irei assistir no cinema.
Olha aí, o sorveteiro é dos meus aí, ó. O sorveteiro é o primeiro.
Resident Evil, Zona Zero, Godzilla e Levíticos. Todos, acho que todos eles vão ter episódio.
É verdade, é verdade, é verdade.
Se não tiver episódio, vai ter review em 2 minutos, né?
Depois quero saber o que que você achou de Zona Zero, ó, esse episódio de hoje.
É verdade. Valeu, gente, muito obrigado pelo comentário de vocês.
Obrigada, gente. Agora vamos para os comentários do episódio 164, Strange Darling, Desconhecidos. E a gente fez um feat aqui com o Rick do Cine Rick, que é o episódio anterior. Samuel Ragnos no Spotify comenta aqui: opa, e aí, pessoal, belezinha? Samuel Ragnos do canal e podcast Casa Museu Eva Clabin do tempo. A gente gravou uma live com ele, vou deixar o link da live. Legal, muito bom.
A live que, olha só que coisa, foi 10 anos do canal dos nossos amigos Bruno e Carol, né? Eles têm um canal que fala de DC, mais especificamente de Lanterna Verde. Antes, né, hoje eles focaram mais no geral, mas eles começaram como um canal falando de Lanterna Verde. Eu, a gente conhece eles há mais de 10 anos, A gente já gravou vários episódios de podcast com eles e ele chamou eu, a Cal e o Samuel porque fomos os primeiros convidados do podcast.
Legal, né? Depois vai conferir essa live, tá bem legal. Então tem histórias também antigas e tudo. Então se quiser conhecer o nosso passado, né? Pausei o podcast, vou procurar o filme para assistir para depois ouvir com spoilers. Isso aí, olha. Achei a premissa do plot twist muito boa. Depois volto para comentar o que achei. Ai, a gente vai aguardar.
Valeu, mano, muito obrigado.
Obrigada, Samuel.
Samuel é muito engraçado, né?
Nossa, demais, demais!
Uma hora vai daqui também. Vai sim, assinem o Cabinho do Tempo, que o Samuel é um cara muito engraçado, dá muita risada com ele.
Demais! E o Cris Policelo lá no Spotify mandou aqui, que também conhecido como Cinco Cenas, como Cinco Cenas, né? O senhor Cenas. Oi, Casal Sem Medo, boa! Boas, boas! Adorei o episódio. Como acabei de assistir um filme muito ruim chamado Psycho Killer— nossa, tô querendo assistir! Tá bom, já vou ver sabendo disso. Então vou dar play nesse para poder recompensar o tempo perdido. Depois conto o que achei. Abraços, beijos, 5 cenas.
Obrigada, valeu! Luiz Gui no Instagram mandou aqui, curto e grosso: Filmação, muito bom o filme. Obrigada, Luiz Gui. Cine Rick mandou aqui no YouTube: muito legal bater esse papo com vocês, obrigado pelo convite. Ele tá aqui com a gente, né? Então olha, ele tá no feed aqui, né, no episódio, no caso no anterior, e tá aqui também, né, agradecendo. E a gente agradece também bastante sua participação de hoje.
Recentemente ele bateu 200 mil inscritos lá, cara.
Parabéns!
Eu vi o post dele lá, muito legal.
Parabéns, viu? Merece. Larissa no YouTube: olha, muito legal ver o Rick num podcast. Ia ganhar uma, já ganharam uma inscrita. Seja bem-vinda, Sinriker! Maiara: que collab incrível! Maiara comentou aqui no YouTube também: que collab incrível, que venham mais podcasts. Assine, Henrique! Virá, Mayara, virá! Se inscreve aí, continua ouvindo nossos episódios também, que tem bastante coisa.
Se você gosta de terror, também, né? Eu, talvez a Mayara tenha se inscrito, né?
Espero que sim, com certeza. E Luiz Gui no YouTube: bom demais esse filme, hein? E um coração, o coraçãozinho não.
Tem sido um dos nossos maiores comentadores agora, hein? Muito legal.
Obrigada, Luiz Gui!
Muito obrigado, muito obrigado todo mundo que comenta, lógico, né?
A gente não—
a gente adora todos os comentários, mas a gente vê, como a gente sabe quem comenta bastante, né? Aí a gente vê, a gente fica muito feliz.
Sempre tem as nossas épocas de comentadores profissionais, né? E agora vamos para os emails. O primeiro email é do Cris Policelo, vulgo 5 Cenas, o senhor Cenas. Aqui o assunto do email é: comprei um Salgueiro dos Desejos e Agora fudeu. E agora fudeu, dependendo do desejo. Oi, Casal Sem Medo, tudo bem? Em primeiro lugar, quero agradecer pela indicação, porque se eu não tivesse ouvido o episódio sobre os lançamentos do ano, com certeza esse filme teria passado completamente despercebido por mim.
É bom saber, porque esse ano que a gente fazer o podcast sobre os lançamentos do ano, né? Inclusive, esse é um podcast sobre É verdade, espero que tenham novidades aí.
Ai, boas dicas para vocês aqui. Isso é curioso porque ele reúne vários elementos que normalmente afastariam parte do público dos cinemas: direção de um cineasta novato e ex-YouTuber, orçamento baixíssimo, menos que 1 milhão de dólares, numa época em que os filmes custam facilmente 50 milhões ou mais, sem contar o marketing. A última vez que lembro de ver um fenômeno parecido foi em 2005, com Jogos Mortais, que custou R$1,2 milhão e acabou arrecadando mais de R$100 milhões.
Não sabia que o primeiro filme tinha sido isso não, caramba! Claro, não estou comparando diretamente os filmes, mas sim esse efeito raro de produção pequena que explode graças ao público. Sim, verdade, mas eu não sabia desse orçamento não. E aqui não Não dá para tirar os méritos do diretor, e muito menos da atriz Inge Navarrete, que tem presença corporal incrível e, na minha opinião, carrega o filme nas costas. Sim, cara, ela é muito foda.
Que ela não gosta de filme de terror, né, velho? É uma pessoa que não gosta de filme de terror. Isso acho que é uma direção, um diretor muito boa do diretor, cara, porque ela tem medo, né?
Tem até nos bastidores assim, ela foi assistir um filme de terror, saiu da sala correndo e tal. Mas convenhamos, o verdadeiro combustível do sucesso foi o marketing boca a boca. Quase não vi divulgação tradicional e mesmo assim o filme cresceu. Isso mostra que às vezes, quando o público compra a ideia, não existe campanha milionária que seja mais forte.
O filme bateu 430 milhões, gente!
Ele assim se pagou para sempre. Dá para o menino, ah, nunca mais vou fazer nada.
Eu não sei se esse dia conta ele. Né, porque tipo assim metade vai para distribuidor.
Sim, sim, não, ele tem que pagar salários também, né? Ah, é verdade, né? É verdade, tá certo. Agora falando do filme em si, ele continua aqui o comentário, o email. Para mim esse já é o melhor terror do ano. Eu acho que para muita gente, né? O Bear é um personagem extremamente escroto e acho que o filme deixa isso bem claro. Ele nunca quis a Nick Nikki como companheira ou namorada de verdade, porque oportunidade para isso não faltou.
O que ele queria era posse. Para ele, a Nikki era um objeto de desejo e principalmente uma forma de exercer controle. Até porque, né, o Salgueiro dos Desejos, você deseja algo e o algo é uma pessoa. Tipo assim, não é um alguém, é algo. E você desejou uma pessoa, gente, ela é uma coisa para ele, né. Em segundo plano, o filme ainda mostra como ele é manipulador e abusivo. Isso lembrou um pouco A Acompanhante Perfeita. Sim, inclusive tem episódio aqui no podcast, vamos deixar nos comentários, na descrição, o link.
E além de tudo, ele é covarde, porque se realmente amasse, teria se declarado ou feito qualquer coisa, qualquer outra coisa, não recorrido ao encanto. E digo mais, Se o amor fosse genuíno, ele teria sacrificado a própria vida pra salvá-la. No fundo, ele sabia que a Nick jamais faria mal a ele. Tanto que todos foram— todos fora daquela relação percebiam o quão abusiva ela era. O filme também tem vários momentos com jump scares.
Mas o que achei incrível é que eles nunca parecem gratuitos. Tomei alguns sustos sinceros, principalmente na cena do vaso. Aham! Que é simples. Simples, mas construída de um jeito tão tenso que me deixou desconfortável o tempo todo. Sim, eu também achei muito desconfortável. Gostei bastante do filme também, do final também. Gostei bastante do final também. Mesmo com a morte do Bear, sinto que ele destruiu a vida dela de outra maneira.
No meu ponto de vista, ela estava possuída, talvez por um demônio, talvez por um espírito usando apenas o corpo dela para cumprir um desejo. E as consequências vão recair sobre ela. Aham! Cara, tem 3 corpos na casa, ela tá cheia de sangue, tá com a roupa da menina e tipo, as tatuagens desenhadas lá. É óbvio que ela é uma maluca que matou todo mundo! E gostei ainda mais do fato do diretor não explicar tudo. Ele deixa espaço pro público interpretar e montar suas próprias teorias.
E isso me assusta, porque tem gente que não entendeu o filme. E eu fico assim... Se você não entendeu o filme Você tá mais pro lado do Bear do que pro lado da Nick. Por exemplo, quando ele liga para parar o saque, pra onde ele realmente ligou? Seria o inferno? E no desfecho final, com quem a Nick estava falando? São perguntas que ficam na cabeça depois dos créditos. E eu adoro quando o terror faz isso. Cara, eu também amo. Pra finalizar, esse filme realmente abriu os olhos dos grandes estúdios.
E torço muito pra que o diretor não se perca quando começar a trabalhar com orçamentos muito maiores. Maiores. É verdade, né? Porque sejamos sinceros, já vimos vários casos de diretores que brilham com produções pequenas, cheias de criatividade, personalidade, mas quando recebem um budget gigante acabam exagerando no CGI e o resultado perde totalmente a alma, e às vezes vira uma bela confusão. O que gosto aqui é justamente perceber que mesmo com recursos mais limitados O filme consegue entregar identidade, criatividade e impacto sem depender apenas de efeitos visuais, efeitos digitais.
Minha nota é 5 de 5. Abraços. Um abraço para você também, Cris. E a gente foi comentando conforme foi passando ali, né? Então, cara, eu concordo totalmente com você assim com relação ao filme, viu?
E o próximo email é do Wellington Oliveira. Teorias de de background. É o Oz. Fala, canal Sem Medo, aqui quem fala é o Oz. Tô mandando este primeiro email para ter um pouco mais de espaço para dialogar. Adorei o episódio sobre o filme e o debate de vocês sobre o assunto, mesmo o Fábio não curtindo o filme, porque é ótimo ver os outros pontos de vista. Eu fui mais pelo lado da Calma, curti o filme e me surpreendi positivamente, já que na semana de estreia o pessoal da minha bolha estava achando bem ruim.
Acabou abaixando minhas expectativas. Ao sair da sessão, eu e minha esposa estávamos discutindo um pouco sobre teorias da origem e da explicação desse universo. Ela já acompanhou mais a creepypasta, eu só sabia que existia. Para ela, esse mundo representa a psique dos personagens que entram e vai construindo e modificando de acordo com os visitantes. Por isso algumas versões dos personagens aparecem distorcidas de acordo com as questões mentais deles, e os locais que eles conheciam estavam representados de forma errada de acordo com os seus traumas.
Então, um cara, será que aquele cara que tem barriga de bolo, ele era fascinado por bolo?
Ai, é verdade! É verdade, é verdade.
Será que ela não se identificava? Então ela tinha várias faces porque ela mesma não sabia quem ela era, né?
Cara, que legal isso! Não pensei nessa forma não, mas eu achei interessante.
Já eu fui para uma vertente mais ficção científica. Acho que a chave daquele universo é a luz, e ela representa o experimento de uma caixa escura, que é a invenção da câmera Que o protagonista percebe um lugar, ele vê uma fresta, o que seria suficiente para vazar uma luz. É mesmo verdade, né? É verdade, vazar uma luz da nossa realidade para o Backrooms. E acho que lá as coisas se materializam desta maneira, o que explica a placa stop estar ao contrário, já que a câmera registra a luz invertida.
Cara, que legal! Nossa, jamais iria chegar nessa teoria.
Ou era uma placa escrito Potts. Aqui vem o Potts.
Ai, que fofa!
No geral, seria algo similar ao mundo invertido de Stranger Things. Porém, não é uma cópia perfeita, mas uma cópia mal feita. Assim como tentar tirar uma foto panorâmica de um objeto em movimento que causa distorções imprevisíveis. O que ele explica os habitantes distorcidos daquele lugar. Cara, muito paiano, tem uma percepção.
Nossa, que louco, gente, muito legal!
Essa foi a nossa brisa sobre o filme. Espero que continue abordando esse universo em continuações e que faça uma versão brasileira com a lenda urbana do Sete Além.
Nossa, quero muito! Eu acho incrível Sete Além, eu acho incrível Sete Além. Nossa, quero demais, gente! Vamos pra mais um email aqui, do Mauro Franzoni. Vulgo irmão do Fabião.
Cunhado da Cal.
Cunhado da Cal. Pensadão 3, o nome do... o título do... o assunto do email. Fala, Manicu. Tudo bem? Tudo bem. Tá aí meu pensadão número 3. Vou falar dos episódios 151 e 157. Episódio 151, O Som da Morte. Ele curtiu, né? Achei a sacada boa, um apito que traz seu eu morto para te matar. Eu particularmente adoro filmes com mortes violentas. Entretanto, a aparição do Pastor Noah achei super desnecessária, a não ser pelo fato dele ter contato com o sangue da Ellie e confirmar, e confirmar uma outra outra forma de vencer a maldição do apito. Fato este que poderia ter sido feito por qualquer outro personagem.
Pastor Noah é o traficantezinho.
Nossa, tinha esquecido que tinha esse traficante também. Fazendo uma correção, ele não pisou no sangue da Ellie, ele passou os dedos no sangue dela no chão e fez uma oração com os dedos para cima. E aí, aí sim a maldição passou para ele. Olha, verdade boa!
A gente não muita atenção nisso, né? A gente gosta quando corrige a gente assim.
A gente gosta, a gente gosta.
Às vezes a gente assiste o filme 3, 4 semanas antes de gravar, a gente não lembra mais.
É verdade. As mortes do filme são muito foda, difícil escolher a melhor, mas a que eu gostei muito foi a morte do Dean no quarto. Muito foda essa mesmo. Nossa, cara, essa morte foi foda.
Eu fiz até um cortezinho falando sobre essa morte, tem até uma bombada o corte. Nossa, gente, eu tive que censurar muito porque a gente bota cena dos filmes, né? Mas não dá porque muito, muito gore.
O lance dos dentes da Cris não entendi muito, mas acho que faz relação às pessoas que usam droga, pois os dentes ficam com aspecto parecido. Uma coisa que me incomodou muito foi o fato da avó de Mason, a Horsey, conseguiu se livrar da morte, mas sua filha e neto não. Caraca, Mas se ela sabia como enganar ou passar a maldição pra outro, por que ela não ensinou as formas de se livrar da morte como passou para a Cris e a Eli? E com isso deixou sua filha e neto morrerem.
Nossa, verdade, né? Outra coisa que não entendi muito bem é se o apito se reconstitui depois de quebrado. Ou tem vários? Eu lembro que tinha, tipo... No mundo todo tinha uns 9, né? Ou não lembro se foi pesquisa que a gente tinha visto, ou foi...
Eu acho que ele se reconstitui sozinho porque eles quebram, né, em algum momento.
Ele sempre volta lá para— é estranho, né? Também não sei não. Eu sempre tive outros assim. Tirando isso, esse filminho, como o Fábio comenta, entrega bem o propósito, o proposto, e considera um filme muito bom com uma nota 4,5. Ó, episódio 157, Obsessão. Caralho, esse filme é um terror psicológico muito pesado e com cenas nojentas e repugnantes. Concordo com você, meu irmão. Ó, é um dos melhores filmes que já vi esse ano, apesar do baixo orçamento.
No meu ver, obsessão é do Bear, que acaba sendo transferida para Nick pelo Salgueiro dos Desejos. Realmente, o Bear é um cara covarde, escroto e causador de todo mal no filme. Cenas marcantes foram várias, vocês falaram de algumas, mas aqui, aqui que mais me marcou foi a cena que ele vai trabalhar e a Nick fica um pé no meio, no mesmo lugar, fica um pé no mesmo lugar o dia inteiro o esperando, esperando voltar, faz as necessidades fisiológicas ali mesmo.
E quando ele entra em casa, a única preocupação dela é se limpar para ele. Caralho, é verdade, né? Obsessão é um filme que traz uma realidade. Acredito que existam muitas pessoas negativas, mas não ao extremo como a Nicki. Não, né, que vai se cagar. Vocês falam que no começo do filme nos conecta com Bear pelo fato da morte do gato, mas eu comecei a ficar puto com ele ali no começo já. Irresponsável deixar os remédios ao alcance de um animal que nem sabe dos riscos.
Já achei que ele é um grande filho da puta. E dali em diante, meu ódio só foi aumentando, cara. No meu, é porque eu acho que esse momento é para a gente fazer uma dicotomia, né? Primeiro mostra o gato morto, a gente fala, poxa, gatinho morto. Aí vem o remédio caído e fala, puta, que burro, sabe? Então já começa ali o ódio mesmo, né? Aquela pessoa que só pensa nela mesma, né? No meu entendimento, o diretor tentou nos conectar ao Bear quando a Sarah conta para ele que o antigo Ian dava uns pegas na Nicky.
Acredito que ele tentou nos deixar com pena do O Ian também era um garoto, um grande filho da puta, pois sabia que um garoto, pois ele sabia que o amigo era obcecado pela Nick, e mesmo assim dava uns amassos nela sem mostrar que gostava, sem mostrar que gostava dela, simplesmente a comia. Na verdade, os dois queriam, né? Ela ia lá e tal. Eu acho que ele era meio que um covarde de não falar. A Nick, eu acho que não fazia sentido ali, tipo assim, ela tava com ele porque ela queria também, né?
Aí é isso. Então eu acho que ele não fazia, não fez isso de maldade não. Eu acho que ralhou.
Maldade não, mas eu também acho uma filha da putagem, né? Tipo, você não falar, pelo menos não falar, não falar, verdade?
O Barry imaturo também, né?
Que não entende que tipo assim, ai, chato, cara, obcecado, é um doente mental do cara.
É verdade, né? Tem outras pessoas. E outra, antes do Salgueiro dos Salgueiro dos Desejos, ele só foi no Salgueiro dos Desejos porque ela ia sair do emprego.
Assim, eu entendo até o Mauro falar que o Ian é filha da puta, porque tem uma hora que o Bear vai falar para ele que vai se declarar para ela, e aquele momento ele podia falar, cara, não se declara porque eu estou ficando com ela.
Verdade, porque ele não falou que tava ficando com ela, ele pediu para não se declarar.
Então foi filha da puta, poderia ter falado.
Realmente só fiquei com pena mesmo e triste pelo que aconteceu com a Sara.
Nossa Senhora, a Nick também, a Nick se fodeu com a Sara, muito mais que tá viva ainda.
É verdade, nossa Senhora, que tristeza com a Sara. Ela é a única que não fez mal a ninguém. A Nick também não, cara, foi totalmente manipulada e não merecia morrer daquela forma brutal. Aquela cena é chocante demais, nossa, muito.
E ela tá com capacete, né, aquela cena, cara, é muito incrível isso. Você falou, eu já vi aquela cena.
Ai, eu não vi ainda.
Eu quero ver só o capacete, mas dá para ver que ela pegou o capacete, né?
Gostaria muito de ver novos filmes com o Salgueiro dos Desejos, mas com outras temáticas, como desejar ser a pessoa mais famosa do mundo ou desejar ser a pessoa mais linda do mundo. Ficaria curioso em saber quais seriam as consequências desses desejos. Vai virar um Sim Senhor, né? Todo mundo vai ficar bonito, todo mundo vai ficar feio, né? Porque todo mundo vai ser bonito e ninguém vai ser bonito. É tipo Sim Senhor que ele fala assim para todos os desejos, todo mundo ganha na Mega-Sena e ganha R$7,2.
É, mas eu tô pensando na consequência, daria um filmaço. Porque, por exemplo, o menino lá, ele pede para ficar bilionário, né?
Ficar bilionário.
Ele morre. E sabe o que é engraçado? Ele morre por um amigo que é materialista, no caso, né? Uma amiga, né? E é uma coisa muito normal uma pessoa que fica bilionária de repente assim, ou milionária, ser morta por uma pessoa próxima, né? É verdade, é verdade, de querer o dinheiro e tal.
É verdade.
Mas eu quero ver. E assim, né, como a gente já falou, o meu irmão acho que não tem costume de acompanhar as lives, a gente comentou que lá o filme novo do diretor, o Nothing But Ghosts, que não tem tradução ainda, mas talvez se chame Nada Além de Fantasmas, vai ter conexão com esse filme e vai mostrar as consequências da Nick, mano.
Quero muito ver.
Assim, mas parece que vai ser só uma matéria, o fundo vai se basear nisso, porque senão faria um filme.
Ai, mas eu quero ver.
Tá dizendo que os filmes deles são todos no mesmo universo, né? Então você tem O Salgueiro dos Desejos, tem Fantasma. Então é um mundo diferente do nosso. Então é isso, muito obrigado pelos comentários e emails. A gente leu bastante comentários e emails. Isso aqui deve ter ficado gigante, porque a leitura de comentários anteriores deve ter ficado quase uma hora, né? Ou mais que isso, uma hora e pouco. Mas Mas a gente promete que não vai mais pular, a não ser que aconteça igual aconteceu, né, tipo de mudança e tudo mais.
No número 70 vai ter leitor de email de novo. Não deixe de deixar, não deixe de deixar, não deixe de deixar, deixa que eu deixo o seu comentário aí. Dê um like nesse vídeo, né, se você tá assistindo no YouTube. Se você tá assistindo no Spotify, dá 5 estrelinhas pra gente. E até semana que vem, muito obrigado, tchau!