#164 - Strange Darling (Desconhecidos) [feat. Rique do @cine.rique] | Terror Sem Medo Podcast
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🔫🤕 Recebemos o Rique do @cine.rique para papear sobre Strange Darling, de JT Mollner, um filme gravado em 35 mm, que usa a desorientação temporal para brincar com a percepção de quem está assistindo.
Willa Fitzgerald e Kyle Gallner estão fazendo uma atuação impecável. E a filmagem, em 35 mm, granulada traz uma vibe super nostálgica, remetendo aos thrillers dos anos 70.
Já assistiu à Strange Darling? Dá o play e deixa a sua opinião aqui nos comentários!
Ah! Já falei que o filme foi gravado em 35 mm? 🤔
🔗 Links do Convidado:
Instagram do Cine Rique: https://www.instagram.com/cine.rique/
YouTube do do Cine Rique: https://www.youtube.com/@cinerique
Lives do Giro do Terror: https://www.youtube.com/playlist?list=PLidOL9zft2zlYcdBeM5J291HLU_z70f7R
Participações da Cal e Fábio em outros Podcasts: https://open.spotify.com/playlist/6CD0fXgGeys5jdqo7cfqkj
Retrospectiva Sexta-Feira 13: https://open.spotify.com/playlist/5tiU5qFxD27lvlFQhBmNBu
Pauta da Podcast:
00:00 - Abertura
02:36 - Minicast sobre 11/09 e a Estética do Terror dos anos 2000
13:13 - Sobre Stranger Darling (Desconhecidos)
33:48 - Notas
- Análise de Strange Darling (Desconhecidos)Estrutura não linear · Filmagens em 35mm · Atuações de Willa Fitzgerald e Kyle Gallner · Relações de Michele Bolsonaro com o PL · Plot twists
- Narrativa e Perspectivas ConflitantesManipulação da percepção do espectador · Comparação com Pulp Fiction · Papel da edição na história · Roteiro original
- Histórias de terrorInfluência do 11 de Setembro · Estética pós-11/09 · Internet e crenças
- A Freira Serial KillerQuebra de estereótipos · Ocupação de espaço como vilã · Engano do público e personagens
- Recepção do filmeNota 3/5 (Rique) · Nota 3/5 (Cal) · Nota 2.5/5 (Fábio) · Média do episódio
- Apresentação de ArturTerror Sem Medo Podcast · Cine Rique
Se você acha que sabe quem é a vítima, sabe de nada, inocente. E agora fudeu. Esse é o Terror Sem Medo Podcast.
Eu sou o Fábio, eu sou a Cal e eu sou o Rick.
Olha aí, temos convidados novos, convidados novos, e também estamos debutando podcast na vida do Rick, ó, primeiro podcast dele.
Olha aí, tô me sentindo privilegiado aqui já, tá, tá, porque o podcast de vocês é sensacional. Muito obrigado. Obrigado, cara.
Enrique fez altos elogios para gente já, cara, não só no particular. Ele comentou também, muito obrigado, cara, seu canal também é muito legal. Eu falei para ele que a capa dos vídeos dele, antes da gente falar dele, né, quem ele é, dos vídeos dele são muito legais, chamam muita atenção. Já me inspirei para fazer capas quando eu fazia game, para fazer o centrinho da nossa capa nas capas dos vídeos.
Ai, que legal!
Sim. De repente conhece o Rick, né? Ele é do canal Cine Rick.
Pô, eu tinha uma amiga que ela falou, tipo, ah, me chamou de Rick do nada.
Eu falei, caramba, Rick, legal, tem um bom nome, pô, ele tem um bom nome.
Nossa, gostei, gostei que virou um nome, tipo assim, um pseudônimo de internet assim, né?
É, exatamente.
Cine Rick combina, né?
Verdade, fácil.
Como é o nome do seu canal? Cine Rick. Pronto, acabou, fácil de achar, né? Seja muito bem-vindo ao nosso podcast, espero que você goste da gravação. Não vai ser a primeira, será a primeira de muitas, porque você fala de terror. Então é um cara que tá inserido no meio, né? Faz o jabá para quem não conhece você, cara, por favor. Se apresenta, fala onde que as pessoas te encontram e tudo mais.
Para quem não me conhece, eu sou Cine Henrique. É um nome muito fácil aí, como o Fábio falou, vocês conseguem encontrar facilmente no YouTube. Então escolhi um nome bem tranquilo. Eu faço vários vídeos de análises, curiosidades, às vezes eu faço um react de teaser, tem uns trailers também. E tudo que é melhor do terror também. Esse é um dos meus bordões também no canal. Falo bastante sobre várias franquias de filmes de terror.
Então, meu, você vai encontrar praticamente todas ali. Aos poucos eu vou trazendo mais filmes diferentes, e sempre aqueles filmes bons ou até aqueles duvidosos, né? Porque tem aqueles filmes que são bons, daqueles que são bem ruins, né? Vamos combinar que tem uns filmes de terror aí que é bem complicado. Eu também tô no Instagram, às vezes eu posto alguma coisinha lá de vez em quando, mas vocês podem me acompanhar principalmente pelo YouTube.
Show de bola! Vai ficar todos os links no post do Instagram também. Depois de um tempo aqui, a gente começou a fazer minicasts com os convidados antes de entrar no tema, né? Minicast de hoje vai ser, cara, o que te trouxe ao mundo do terror?
Eu sempre gostei de filme no geral, assim, eu assim, desde que eu nasci, cara, assisti filme desde a minha infância. Aos poucos eu fui meio que entrando nesse universo de terror. Quando eu era criança, eu, por incrível que pareça, eu assistia filme de terror quando era criança, tá? Assim, todos nós, mas assim, quando eu tinha lá, sei lá, pelos meus 5 anos, eu morri, por exemplo. Era assim, morria tipo assim, eu chorava, entendeu?
Mas com o tempo eu comecei a dar uma espiada em alguns filmes de terror assim, e eu comecei até com mais, mas depois eu fui para o slasher, depois eu conheci o slasher, eu adorei, eu falei, meu Deus, o que que é isso que eu tô vendo aqui? Eu não achava assustador de certo modo, entendeu? Eu achava divertido de assistir, eu achava icônico o visual ali do Jason, Michael Myers, assim, muito massa, muito legal. E aí hoje em dia, cara, eu sou apaixonado por filme de terror, assim, eu consumo direto.
Antes você viu aqui que a gente tem um Chuckzinho aqui, né?
Eu vi, olha só, bonitinho, bonitinho. Hoje em dia eu queria ter um tamanho real.
É, eu não teria não, velho, eu não gosto de boneco, assim, esses bonecos de tamanho real, eu sou bolado com esses bonecos. Você também tem um aí na mesa, é porque tá pequeno, eu não tô enxergando, mas é um Chuck aí É isso mesmo, é, né?
Na verdade é o Jason, Jason, tá sexta-feira, 13. E tem do meu filme preferido, O Exorcista.
Eu achei que era o Chuck.
Eu adoro O Exorcista, gente.
Pena que a gente já falou, né? Porque senão a gente poderia chamar uma hora para falar. Mas já fica aqui para agenda futura, tem O Exorcista novo aí do Mike Flanagan.
Sim, nossa, eu tô animado!
Futuro convite. Eu também tô, também tô, eu também tô bem animada por tudo, né? Tipo, elenco, O Mike Flanagan, é legal.
Olha, consertem a cagada que fizeram em WestwindMoto, por favor.
Mas voltando ao assunto, por que que você começou a fazer um canal de terror? Você queria falar com a galera, falar sobre filme de terror, ou foi por acaso?
É aquela coisa assim, tipo, como eu falei, eu sempre gostei muito de filme, eu sempre gostei muito de falar sobre filmes no geral. Eu nunca enjoei desse assunto, é impossível assim. De verdade, porque isso tá enraizado dentro de mim. Eu falei, caramba, tipo assim, eu tava fazendo, tava trabalhando e tudo mais, ao mesmo tempo eu tinha de certo modo um tempo mais tranquilo ali. Eu falei, meu, se eu fizesse um canal ali, um canal de terror, e eu vou falar sobre assim os filmes que eu gosto de falar, entendeu?
Então eu coloco muito isso no meu canal assim, tipo, o gosto principal tem que vir em primeiro lugar, entendeu? A sua paixão. Entendeu? Pelos filmes. Não farei, falarei de filmes só para cumprir uma agenda, por exemplo, entendeu? Ou falar por moda, entendeu? Eu vou falar realmente aquilo que eu acho. Claro que eu vou falar de alguns lançamentos e tudo mais, mas a maior parte vai ser de filmes que eu quero falar e quero dar minha opinião.
E eu queria que as pessoas também me ouvissem falando sobre filme de terror, entendeu? Eu queria poder conversar. Eu acho que é uma das melhores coisas Não só no gênero do terror, mas no cinema no geral, é você conversar sobre filmes com outras pessoas. Eu gosto bastante disso, além de assistir.
É meio que a mesma coisa que levou a gente, né?
Eu ia falar isso agora, porque a gente faz a mesma coisa, né? Tanto é que a gente fala que nunca vai trazer aqui um filme que os dois detestaram e a gente vai falar só mal do filme, por exemplo, sabe? Porque eu fico pensando assim, poxa, o mais legal é você tirar a sua própria conclusão sobre o filme, né? E vai achar incrível um filme que é horrível, mas a gente não vai trazer aqui porque é meio foda, tipo é cinema, é arte, né? Cada um vai ter um ponto de vista ali e tal.
Já falou de filme ruim, tipo aquele filme de Ano Novo lá no nosso primeiro ano. Nossa, acho que foi um dos piores filmes que a gente falou.
Mas tipo assim, a gente não gostou, mas a gente queria trazer ele e a gente falou tudo. Mas no final a gente sempre fala, né, assista porque é um filme legal de assistir, porque era legal de assistir, né?
Ele é ruim, mas esse sentimento é bem, bem parecido, né, cara? Olha, a gente, eu falei, eu falei em off, né, a gente faz podcast já tem 10 anos, né? Tem mais, né? Mas é que 2014 você e 2015 eu, eu tinha um podcast que é chamado o PODcast, P-O-Dcast, que a gente falava de cultura pop. Era tipo uma cópia do Jovem Nerd, igual a maioria da galera era antigamente, né? Aí depois a gente foi ganhando a nossa própria cara e tal, que o podcast durou alguns anos assim.
A Cal também, a Cal tinha 4-0-4 podcast.
Foi aí que a gente se conheceu, né? Os ouvintes que nos ouvem sabem que a gente se conheceu no podcast, né, fazendo podcast. E depois que a gente ficou junto, a gente teve uma empresa e a gente teve um podcast da empresa que a gente tinha. Aí a gente fechou a empresa, depois a gente falou, o que que a gente vai fazer agora? Um podcast de terror, né?
Tá certo.
Surgiu assim, né?
Tipo, tudo pelo seguindo a paixão de vocês, né?
Filme de terror também. Eu sou criança dos anos 80, mas cresci mais no 90, mas eu nasci nos 80.
Mas eu também, igual criança, criancinha, via filme de terror também, porque passava no cinema em casa antes, né? Sessão da tarde passava cinema em casa. Eu vi Sexta-feira 13, o primeiro sexta-feira 13.
Então assim, pesadelo, tem memórias de ouro, pesadelo de ouro.
Muito legal, muito legal. Deve ter sido assim essa parte mesmo de você ser muito novo, porque eu queria ter pegado esses lançamentos, sabe, dos anos 90, 2000, assim. Nossa, isso é muito massa.
Você nasceu nos anos 2000, logo no começo, né?
Tipo 2001, eu nasci em 2001. Caraca, gente, que legal! Ali para começar a ver as coisas, entender que eu sou um ser humano, ele tipo falei, caraca, Tem filme de terror aqui.
Os anos 2000 tem uma leva muito boa de filme também, né? Tem uma leva grande de remakes, mas tem uma leva boa de filmes também, né? Verdade que a galera sempre ressalta muito os filmes anos 80, anos 90. São bons, que eu gosto. Tem muitos clássicos dos anos 80, tem clássicos anteriores assim como O Exorcista, né? Mas também nos anos 2000 também tem. Os anos 2000 para mim tem uma estética muito aparente, que aquela estética meio Matrix, que todo mundo ganhou aquela estética.
É muito massa, é muito legal.
Nossa, que que é super identificável, né?
É uma estética bem ai, cyberpunk, sujo, escuro, sabe? É um escuro meio verde, né?
É verdade, aquele estilo de capas de filme de terror também dos anos 2000, tipo aquela, aquele tom sépia.
Sim, sépia. E é engraçado que isso pega tudo, né? Porque eu lembro que na época eu era, eu era emo lá para 2004, 2005, e aí essa estética também vinha nas fotos, porque as minhas fotos elas eram todas com filtro aquele verde mais amarelado ou sépia. E tipo, você vê que, cara, é aquela estética que entra no cinema, é aquela estética que entra em fotografia, estética de tudo assim, né?
Mas eu tava vendo um porquê outro dia num podcast sobre isso. Não sei se vocês concordam, eu meio que concordo. É uma estética muito por causa do 11 de setembro. Tipo assim, foi uma coisa que atingiu os Estados Unidos nos anos 2000, começo dos anos 2000, mas o mundo inteiro foi refletido por aquela tristeza, né?
É algo bem marcante, né? Sim.
Apesar Apesar, tipo assim, da gente hoje ter uma noção de que muita coisa que aconteceu ali é culpa própria dos Estados Unidos, mas morreram milhares de pessoas, né?
E é uma coisa que eu acho que afeta muita gente, porque assim, aconteceu em Nova York, a gente conhece gente que tá nos Estados Unidos, não necessariamente Nova York, né? Mas ali acaba pegando muita gente, né? Praticamente o mundo inteiro tá lá, sabe? Então todo mundo fica ou perde família ou sabe de alguém que tava lá no dia e tal, tudo, né? Aí é isso, My Chemical Romance foi criado a partir daquelas Muitas coisas foram criadas a partir disso, né? É verdade.
Foi uma coisa que dividiu, que tipo assim, é o mundo pré e o mundo pós, né, o 11 de setembro. Por exemplo, o Rick nasceu no ano, né, do 11 de setembro de 2001. Eu tava na escola e eu tava, eu assisti a parada ao vivo na televisão, mano.
É, a gente também.
E eu assisti, tipo assim, eu lembro exatamente do momento, tenho essa percepção assim do do mundo, que o mundo ficou muito pessimista depois do 11 de setembro. Então refletiu bastante na cultura pop e tal, né? Eu ouvi isso num podcast.
Essa questão que você comentou era tudo, tudo tinha que parecer muito pesado também. E eu acredito que foi uma época que a internet ainda tava ali, né, surgindo de alguma forma, e as pessoas acreditavam em qualquer coisa praticamente. Você fazer um filme de terror que falava que ele era baseado em fatos reais, o pessoal já acreditava. Tipo, nossa, caraca, atividade paranormal! Você fala, meu Deus, isso é verdade! Sou eu, sou o próximo.
Sim, é verdade, é verdade. Ainda mais a gente que foi cria, tinha cagado de dormir. Também foi um ano, a época lá do site assustador, né? Tinha cenas reais de coisas, mas também tinha coisa fake lá, né, que eu acreditava que era real.
E é, hoje a gente vai falar de um filme que assim, antes de eu assistir, eu tava com uma expectativa muito grande, que assim, antes de eu assistir, eu tava com uma expectativa muito grande pela característica dele não ser linear, porque assim, não é um filme novo, é um filme de 2023 que a gente vai falar hoje. Eu, a gente já falou desse filme no Boca do Inferno, se não me engano, foi, né? Já foi convidado, vou deixar o link no post aí.
E eu lembro que eu tava com uma expectativa, a gente assistiu e tal, falei, pô, ele não linear, o que que tem para mostrar para gente assim? Eu não sei dizer muito agora exatamente para não dar spoiler da minha, da, é porque a gente não tá na zona de spoiler ainda, mas assim, é um filme muito bonito, grandes plot twists um atrás do outro. Acho que não preciso falar muito mais sobre sobre filme agora. E a gente vai falar de Stranger Darling, que aqui no Brasil ficou com o nome só apenas de Desconhecidos.
Confesso que é uma tradução complicada, Stranger Darling, né? Então temos sinopse para este filme?
Temos. Durante o encontro aparentemente casual entre um homem e uma mulher, uma perseguição sangrenta se inicia. Mas conforme a história avança, a verdade sobre quem é o predador e quem é a presa muda completamente.
E onde as pessoas podem assistir este filme, Telecine, mas também está por aí, está por aí. Exatamente, a gente sabe que o Telecine não é tão acessível. Hoje teremos spoilers de Stranger Dollin, ou Desconhecido. Ele foi um filme filmado em 35mm inteiro, e o filme fala isso, né? Ele fala, este filme foi filmado em 35mm.
Ele fala isso? Nossa, não lembrava disso não.
Logo no início do filme. E eu achei até estranho assim, tipo assim, foi uma curiosidade, tipo, ó galera, 35mm, hein? Ah, foi em IMAX esse aqui, tipo, entendeu? Mas tipo, é uma filmagem mais convencional, entendeu?
Não é nada fora do comum, apesar de ser boa a filmagem do filme. Ele tem um, para mim, ele tem uma cara do Massacre da Serra Elétrica, de ser meio sujo assim, sabe? Tem essa coisa, apesar de para mim não tem nada a ver com Massacre da Serra Elétrica. Eu não entendo realmente por que que eles fizeram isso, falou assim, ó, é tipo assim, ó, Vou numa festa, quando eu chegar lá, fala assim, ó, tô usando tênis, hein?
É, ó, esse filme foi gravado, esse filme foi gravado com uma câmera, hein?
Já começo a dizer aí que eu achei isso meio pretensioso, tá ligado? Mas assim, ele foi considerado um dos thrillers aí mais elogiados, né, de 2024, apesar do filme ter sido do ano anterior, né? Ele é um filme dividido em capítulos, ele não é um Rashomon, que a gente já comentou aqui. O Rashomon é um filme que você tem vários pontos de vista. Aqui você não tem ponto de vista, que você vai vai descobrindo a história ao longo do que ela vai mostrando.
Ela tem 6 capítulos e um prólogo, e um epílogo, né? E aí o diretor falou que essa narrativa aqui, claro que o filme ele foi construído assim na ilha de edição, né? E aí ele foi feito para manipular as pessoas que estão assistindo a ficarem de um lado em um momento, de outro lado em outro momento.
Isso é efetivo, é bem efetivo, é muito efetivo, porque a todo momento ali do começo do filme eu fiquei pensando que, cara, esse cara vai matar ela, esse Esse cara é perigoso. Aí no meio do filme lá a gente já vê que na verdade o que tá acontecendo é outra coisa, né? Tudo que a gente tá vendo só um resultado.
Esse filme ele foi uma surpresa para mim, tá? Na primeira vez que eu assisti eu não gostei tanto assim, eu não gostei tanto assim. Eu vi pela segunda vez, eu falei, caraca, que isso, que filmão!
Tem uma coisa que eu gosto desse filme, o protagonista homem que é o Demon, eu gosto dele e ele fez muito filme de terror. Fez, fez Sorria, Caiu o galho, né? Sorria 2. Sorria 2 tem uma das melhores aberturas do cinema para mim, assim, tipo do cinema contemporâneo.
Nossa, finalmente alguém falou sobre isso, porque é um plano sequência incrível, incrível, cara.
E é tudo com ele, né?
Esse cara, gente, incrível esse cara. E só, tipo assim, spoiler, né? Um pequeno spoiler, ele morre. Sim, né? Simplesmente a gente esquece dele, né? Mas eu acho que ele merecia muito mais espaço. Sim, sim, verdade mesmo, cara.
Eu lembro a gente, quando a gente foi assistir o Sorria 2 no cinema, cara, a cena, a cena inicial, ela é meio de tirar o fôlego assim, você fica— eu achei O Sorriso dos Dois um grandíssimo filme. Eu adoro, adoro. Para mim é um dos melhores filmes de terror desses últimos tempos assim.
Sim. E essa abertura tem a cena, o plano sequência ali, tudo, né? E depois termina com ele morre ali, né, atropelado por uma— por um ônibus. Ah, é um carro grande lá assim. E aí o carro tá fazendo a curva para entrar numa garagem ou virar uma esquina, não lembro muito bem. E aí faz o sorriso assim, começa Sorrir 2, cara, incrível!
Essas coisas são meio brega em filme, mas é legal.
Cara, mas é incrível! Eu fiquei olhando, gente, olha o sorrisinho aí, ó.
Já a atriz faz a Lady, Willa Fitzgerald. Eu não conheço ela porque ela, assim, dentro do que a gente fala aqui, que é só o terror, ela fez A Queda da Casa Usher e a série Pânico.
Eu não assisti a série do Pânico, então aí eu não lembro muito bem do rosto dela assim. Então para mim eu não conhecia não.
Comum assim o rosto dela, né, diferente do Kaiel Gauner, como é que é o nome? Ele tem um rostinho mais marcante e tal, né? Tem uma bigoda, né? Uma bela bigoda.
Eu lembro dele em Invocando Espíritos.
É mesmo, né, cara?
Eu queria muito assistir esse filme. Lembra que a gente assistiu? É muito bom, eu gosto muito desse filme.
Eu lembro que eu assisti muito filme dele quando eu era mais novo, e aí depois de um tempo eu simplesmente esqueci do ator. Aí até que de repente eu fui assistir um filme que chama Carona Aterrissante, The Passenger. Eu falei, nossa, esse cara aí, ele é bom, esse vilão aí e tal.
Eu falei, é o Kaiel Gauner?
Eu falei, o quê? Ele, tipo, ele tava interpretando muito bom, tá? Essa vai ficar melhor.
É, então eu botei na lista. Eu não conhecia esse filme, não conhecia. Ele tá na Hora do Pesadelo Remake. Eu não lembro dele na Hora do Pesadelo Remake.
Ele tá na Hora do Pesadelo Remake.
A gente já assistiu algumas vezes esse filme. O que ele fez de terror que eu achei aqui foi, ó, Sorria 1, Sorria 2, Pânico 2022. Ele tá, eu não lembro dele no Pânico também.
Nossa, também não.
O Carona Aterrorizante, que é o que você falou, que é 2023, também é o cara do carro, né? Aí ele fez também Fantasmas de Guerra, A Hora do Narcisismo, que eu achei a capa dele interessante, mas nunca vi. Tem A Hora do Pesadelo Remake. Garota Infernal também não lembrava dele no Garota Infernal.
Também não.
O Evocando Espíritos, ele é menininho? O que que é ele? Ele não é tão— ele deve ter a minha idade, talvez.
Eu acho que ele era mais novo assim, então eu acho que deve ter mais ou menos nossa idade.
Porque o que me pegou nesse filme é a parada que sai pela boca, né? É nesse filme, não é?
É nesse filme. Nossa, eu fiquei com muito medo desse filme, gente.
Acho que é o ectoplasma, né, que sai, né.
E esse filme tem uma vibe mais sépia também, né.
Tem, é muito anos 2000.
Nossa, demais, demais!
Se um dia você for falar desse filme no seu canal, convida a Cauca, que ela é apaixonada por isso.
Nossa, eu adoro esse filme, cara.
Nossa, eu não conheço o diretor, que é o J.T. Moaner. Ele só fez Outlaws and Angels. Ele não é— nossa, tipo assim, ele é bem protocolar, eu achei. Tipo, ele não faz nada muito complexo, ele é um filme bem simples, né. Se eu não me engano, o J.T.
Werner, ele tá fazendo parte do roteiro daquele filme A Longa Marcha.
Nossa, foda, hein?
Acho que ele é roteirista.
Legal, não sabia. O filme, ele começa no meio, no meio, ele começa no final, né? Porque capítulo 6, terceiro episódio, se eu não me engano, é capítulo 3, que mostra perseguição ali. E a gente não tá entendendo, a mulher tá com a orelha machucada e o cara assim, ele tá bem feroz atrás dela, né? Acho que a cena mais bonita do filme é nessa, que é ela correndo com vestido vermelho no plano todo verde assim, né? Para mim assim, acho que eu acho que é a cena mais bonita, apesar daquela cena que eles estão no carro flertando com aquela luz azul.
Uma coisa que eu acho muito bonita nesse filme é que assim, ele tem muito contraste entre muito escuro e com luz neon para iluminar, e muito claro onde tá super saturada a imagem, que você vê os personagens ali, né, a atriz, o senhor, o casal lá de idosos lá da casa e o fundo tá muito saturado, então não dá para ver. A gente sabe que são árvores porque você vê um verdinho ali, né, mas o sol tá muito forte, tudo tá muito forte, então não dá quase para ver o fundo ali, né.
Falando na parte das cores desse filme também, eu gostei bastante. Realmente tem esse contraste, eles brincam muito com a paleta de cor, eu já percebi. É impressionante porque assim, nas cenas que são assim, que é para ser intenso de verdade, o vermelho ele tá muito presente. Na roupa, na roupa da personagem, no carro. Mas é engraçado porque na cena que eles estão ali se encontrando, se conhecendo, tá aquela luz azul muito assim leve, entendeu?
Porque eu não sei, é um contraste muito bizarro que eles fazem. Eu achei muito legal, o filme funcionou muito bem.
E ele inverte também aquela questão tipo do vermelho é o amor, né? Porque estão no momento de amor dentro do carro, né? E a luz é azul, né, cara? A luz azul não combina com sexo da, assim, combina, claro, né? Mas tipo cinematograficamente falando, era vermelho, né? Exato, né?
Vermelho, exatamente.
E aí vocês, e aí fica meio melancólico, né? Parece que é um momento de um sexo meio melancólico, viu?
Parece um, porque assim, meio que o azul é meio frio e parece que o momento ele tá frio, sabe?
Então acho que de fato ele está, porque ela pergunta para ele, ah, você é um serial killer? E ela tá Né, tipo, e assim, a gente até aquele momento não sabe nada ainda, criando uma expectativa na gente que vai ser quebrada depois. Mas acho que a luz já tá identificando que a expectativa vai ser quebrada pela cor ali, né?
Tá bem enganar a gente de uma forma incrível assim, né? Porque se eu não me engano, essa parte ela é muito cortada, né? Tipo, eles estão conversando no carro, depois corta para eles dentro do quarto do hotel, aí depois volta lá, e você fica tentando encaixar o que tá acontecendo.
E você fez, não, esse cara é maluco, O cara é louco, mas aí...
É impressionante, mas eu falo, caraca!
É engraçado porque o vermelho nesse filme, a gente nunca sabe quando que é uma cena de paixão ou o vermelho é uma cena de perigo. Porque assim, a gente fica meio assim, tá, beleza, mas tá acontecendo alguma coisa? Não sei, não sei se o vermelho é amor ou vermelho é perigo. Eu acho muito foda isso, sabe? Porque principalmente quando ela tá correndo com a orelha machucada e a roupa vermelha, tudo bem que ela tá correndo, né, pra procurar ajuda e tal.
Que teoricamente ela tá correndo de um parceiro dela, né? É um cara correndo atrás de uma mulher, você já imagina que é, né, uma perseguição ali. Ela chega na casa e mata todo mundo, e você fica assim, caralho, então ela é o perigo, ela não é a paixão, ela não é o amor ali, sabe? É aí que eu me ligo que os dois são perigosos.
Aí você descobre que é bom você ter falado isso, quem vai encaixar exatamente o que eu ia trazer, que assim, o filme ele mostra, ele quer mostrar pra gente no começo, pelo menos eu tive essa que ele é o perigoso. Só que na hora do sexo, na hora que ela começa a chorar, ele para. E aí eu falei, ué, mas calma aí, o cara ele tem uma atitude ok. Ele fala, mano, se o cara é impressionante, se o cara vai matar ela, por que que não mata ela agora? A não ser que ele tenha prazer em sentir, é tipo, ver ela se sentindo mal, né?
Ele vai fazer alguma coisa, ele vai fazer alguma coisa. Aí ele começa a enforcar ela, bater nela. Aí você fala, caraca, esse cara é maluco mesmo. E aí Depois ele para e fica, peraí, como assim? Não, não tô entendendo. Aí depois eles explicam de novo para você ali lá atrás que ela já tá, não, eu quero que você faça isso para mim. Aconteceu alguma outra situação em que ela vai pedir realmente de verdade para parar e ele vai continuar?
Eu achei que isso fosse acontecer.
E aí eu vou encaixar com que eu ia perguntar, qual foi a, qual foi a sensação que vocês tiveram quando vocês descobriram quem era o verdadeiro serial killer O que você achou do filme?
Eu achei incrível.
Eu achei massa também, sabia?
Eu fiquei surpreso também.
Eu fiquei bem surpresa.
Eu acho que o que ajudou muito, de verdade mesmo, foi a atuação dela.
Sim, sim.
Eu acho que ela entregou demais assim. Eu acho que se ela não fosse tão bem assim na questão da atuação, eu ia falar, putz, mas ficou meio ruim.
Mas não, para mim funcionou muito bem. Porque, e é engraçado, porque o filme ele começa com clichê, né? O cara que ele é maldoso tal, e ele vai bater na mulher, vai asfixiar ela até a morte, porque ele tá testando até onde vai, sabe? Eu pensei assim, ah, é um filme clichê, né? Vai mostrar várias partes ali até a gente descobrir o motivo pelo qual ele faz isso. Porque eu achei que fosse voltar na história dele, sabe? Se aquela coisa de, olha o que ele faz, olha, vai voltar, olha, vai para frente, ai, vai matar.
E aí quando eu vi que era ela, eu fiquei assim, cara, é outro filme, sabe? É muito foda. E aí deu vontade de assistir na ordem certa, tem ordem Então tipo capítulo 1, capítulo 2, capítulo 3, para ver o filme como é que ele seria, sabe? Para ver, ah, ela fazendo as coisas e tal.
Aí eu já faço a minha segunda crítica ao filme, que é esse filme, se ele fosse linear, só seria mais um filme, eu acho.
Eu até falei, eu acho que no podcast lá que a gente gravou, que para mim ele é tipo Boyhood. Ele só é legal porque ele não é linear. Ele é um filme que foi para o Oscar, tudo. Acho que, se eu não me engano, foi 2014, foi para o Oscar de 2014. E ele era um filme que ele foi gravado durante 12 anos, sabe? 12 anos. Então assim, conta uma história de uma criança que cresce, vai para faculdade, é basicamente isso. Esse filme foi para o Oscar e tudo, e eu falei assim, cara, ele é um filme de uma família que vive, sabe? Tipo, é só isso, a criança cresce, vive, vai para faculdade e acabou o filme.
É o show de Truman da vida real, muito, muito.
Tipo, tem as coisinhas de filme e tal, né? Tem as reviravoltas, o roteiro e tudo. Por que que esse filme existe? Ele só existe, ganhou, não lembro se ganhou prêmio assim, mas ganhou bastante, ganhou, né? Mas assim, ele foi gravado ao longo de 12 anos. Essa é a premissa dele para você ir assistir, sabe? Esse filme ele só é bom porque ele é um filme com capítulos embaralhados ali, né? Tipo, parece que ele gravou, né, e pá, embaralhou, e aí essa parte vai aqui, essa parte, aí é isso.
Então eu sinto que ele é legal por por causa disso. Eu gostei do filme, mas eu sinto que o lance dele é esses capítulos embaralhados assim.
Vocês acham que a edição salvou muito?
Porra, com certeza, demais! Assim, a edição, fotografia também, né? O roteiro também, querendo ou não, né? Mas essa edição, essa montagem ficou perfeita assim, sabe?
Eu não sei se o roteiro ele foi concebido desse jeito para manipular a gente, ou se foi feito na edição.
Eu acho que deve ter sido assim, né?
Até para a gente poder, até para planejar, é planejado, Eu acabei não pesquisando para saber, mas é curioso assim também, porque tem uma— eu acho que dá para perceber que foi planejado por conta de algumas cenas que o diretor faz questão de mostrar. Na cena que eles estão lá no hotel, lá dentro do carro, é a câmera, ela foca muito na arma que ele tem, que ele tem uma arma na perna, ele tem uma arma ali guardada. E você pensa, ok, esse cara ele é perigoso, ele é o perigo aqui, mas não.
E em nenhum momento ele se mostra vulnerável também, né? Ele tá sempre com aquele olhar meio estranho e tal. Talvez se eu visse ele de novo, eu visse algum olhar diferente dele assim, entende? Tipo, ai, é um olhar de medo. Eu acho que ele tá se sentindo ali meio, né, tipo, tendo que fazer determinadas coisas e tal. Mas no começo do filme você não dá para ver isso. Eu vejo ele como uma pessoa ruim assim.
Só uma questão falando sobre essa edição, acho que eu esqueci de falar, só notei um detalhe muito interessante porque Eu comparei muito esse filme com Pulp Fiction. Sim, eu também sinto que, eu sinto que Pulp Fiction também, se tivesse sido montado numa ordem normal assim linear, também não seria legal.
Concordo com você também, não acho que seria grandes coisas também. Assim, muita gente realmente comparou esse filme também ao Pulp Fiction, né, por conta desse, acho que até o pessoal ficou falando que esse cara poderia fazer algo como Tarantino assim, assim assim, eu não sou muito fã do, lá, grande fã do Tarantino, então meio que para mim tanto faz assim. Ele, o diretor em si, ele não tem nada que é que você olha e fala, cara, isso aqui é muito legal.
O que é feito é o trabalho de apoio de quem tá filmando, de quem tá fotografando, de quem editou, de quem decupou o filme, muito mais do que dele, eu acho, né?
É, ele fez o roteiro também, né? Então eu acho que o roteiro também ele traz uma história interessante, porque assim, o Kyle Gaudner ele até aceitou o papel justamente porque o roteiro invertia completamente a expectativa do público. Então tem aquele lance, né, meio que respondendo nossa pergunta ali sobre se o roteiro ele foi linear e depois na edição foi cortado tudo. Eu acredito que o roteiro já foi meio que pensado dessa forma mesmo, né, de ter o capítulo 3.
Aí o restante eu só sei que começa pelo capítulo 3, mas é isso. Então aí, então assim, ele bom roteirista, ele é ali, sabe? E bom diretor também, né? Porque todo mundo atuou muito bem, né?
Diretor de ator, isso aí, né?
Todo mundo tá verdade.
Ó, mas ó, uma coisa, uma coisa que eu tava vendo aqui nas curiosidades que a gente separou É que o diretor de fotografia é estreante, cara. Ele é ator, é o Giovanni Ribisi. É primeira direção de fotografia dele, cara.
Foda, hein?
Muito boa, né, cara?
Ficou impecável, viu? Porque a fotografia desse filme é excelente, cara.
É muito profissional, tipo assim, extremamente profissional. Todas as cenas do filme, elas são interessantes assim, sabe? Tipo, revendo ali o filme, tudo, todas as cenas são interessantes, principalmente o final, né? Porque no fim, o nome da assassina né? Elétrica e elétrica, consegue enganar todo mundo, ela consegue engabelar todo mundo. Engabelou o Damon, engabelou, engabelou. É muito antigo isso, né? Muito velho. Engabelou o casal de idosos lá e tudo, né?
E aí quando ela foi no final, que ela chegou, né, tipo, ai, estou sofrendo, estou sofrendo, entrou no carro daquela senhora lá, ela chegou, estou sofrendo, colocou a mãozinha na barriga assim, no colocou a mãozinha na barriga, a senhora já foi, pá, atirou nela. E aí ela já pegou assim e tipo, beleza. Aí eu fiquei assim, gente! E assim, cara, muito, muito. E a atuação da Willa Fitzgerald, assim, morre de primeira. Mas assim, cara, a atuação dela no filme todo tá muito boa, mas nessa cena em que não filma a senhorinha dirigindo, mas filma só ela, e a senhora Aí ela liga e fala assim, olha, eu atirei numa mulher, ela em legítima defesa, porque ela queria atirar em mim.
Então eu tô levando ela para o hospital. Mano, vai foder a vida dela, né? Primeiro porque vai levar ela para o hospital, ela vai ter que pagar uma puta conta. É a pior vingança, né? Então não tem susto, acabou com a vida dela. E ela tá com a outra arma lá também, entende? Tipo, ela continua, ela pega a arma da lady né? E continua dirigindo de boa, e ela só vai lá sentindo, e o filme vai acabando, e ela lá olhando para mulher assim e tal.
E eu fiquei assim, cara, que cena incrível, sabe? Porque tipo assim, cara, ela acabou com o ciclo, entende? Ou não, né? Se a mulher não morreu e tal, mas enfim, na real não sabe.
Acho que até a conversa acabou, acabei subindo um pouco da minha nota depois da nossa conversa por conta de coisas que eu não tinha percebido.
Eu sabia.
Uma coisa que eu achei interessante é que assim, a gente foi, a gente além de todo mundo ser enganado, a gente também foi enganado. Isso é uma característica de serial killer, né? Enganar as pessoas para poder matar as pessoas, né?
E ela enganou a gente, gente. Ela mataria a gente.
Eu morreria muito fácil por ela também, com certeza.
Nossa, gente, morreria.
Essa cena dela sendo recebida pelos dois velhinhos tem muito vibes de Wolverine, do filme do Wolverine. Para mim, quando Wolverine chega na casa de dois velhinhos também, os velhinhos morrem.
Nossa, nossa, é verdade. O X-Men Wolverine, isso tem muito essa vibe também para mim, assim. Existem alguns detalhes também que a gente pode perceber, mas assim, são assim, meu, muito sutil ali. A gente não consegue reparar que ela é a pessoa errada. Mas como eu falei, tem a questão das cores também. A gente sabe que o vermelho tá muito presente. Vermelho pode ser perigo, pode ser sangue, não sei o quê. Ela tá usando a peruca vermelha também.
Quando ela faz, acho que quando ela decide dar uma pirada na cabeça dela, ela vai no banheiro ali que é todo vermelho também. E um detalhe é assim, logo no início que ela tá sendo perseguida, ela vai pela floresta. Você pensa, ok, ela é uma ritmo e tudo mais. Só que tem um detalhe ali que você reparar, ela vai na floresta, ela se esconde ali, ela puxa um cigarro ali para fumar, se eu não me engano, alguma coisa assim.
Tá muito tranquila, né?
Parece uma sobrevivente assim, muito estilo Rambo, sei lá, um negócio assim. Caraca, calma aí, pô! E esse é mais um detalhe sutil, então, sim, sim, mas faz sentido do personagem e tudo mais. Mas é um detalhe que é interessante, sim, parar para pensar.
Faz parte da psicopatia, né? Se ela tá em perigo, você vai lembrar de fumar um cigarro.
É, então, mas aí Para a gente que tá vendo ela em perigo, parece que ela é: ô moça, acorda para vida, você tá passando perigo, vamos lá.
Sabe que eu sou ex-fumante e eu não faria isso, hein, se eu tivesse numa situação de risco dessa. Não, não pararia para fumar.
Eu acho que iria esquecer.
Então, depois desse papo maravilhoso sobre o filme, gostei, foi muito esclarecedor, gostei mesmo do papo. Achei que eu ia ficar só falando mal do filme, né?
Toda aquela introdução lá com aquela cara, é tipo, ele vai ver de novo, ele vai ver de novo.
Fábio enganou a gente, olha.
É, o Rick acompanha a gente um pouco, ele já sabe mais ou menos como é que funciona, mas vou explicar para esclarecer também. O Rick com certeza vai trazer os Rickers para acompanhar aqui o nosso teoria.
Essa é boa, vou aderir isso aí.
Ai, adere! Lembrando que se você veio pelo canal do Rick aqui, né, do Cine Geek para cá, fala, vim pelo Cine Geek.
Exatamente, isso aí. Aqui fazemos notinhas de 0 a 5 e a gente sempre começa pelo convidado.
Eu acho que eu até coloquei no meu Letterboxd 3 estrelas de 5, que esse que foi uma surpresa para mim. Não é um filme assim perfeito, eu acho que eu não acho que ele é um filme perfeito. Eu acho que é muito fácil você deixar de gostar desse filme quanto a mais da temática. Às vezes a temática ali não pode te agradar tanto, eu acho que não vai agradar todo mundo ali. Eu acho que é um público que pode ser do terror assim, que pode ser um pouco mais específico, mas é um filme que funciona, ele funciona muito bem.
A montagem dele é legal, as atuações são perfeitas assim, não tenho o que reclamar.
E você, Bits, qual que é a sua notinha de 0 a 5?
Ó, minha notinha vai ser 3 também, 3 também, porque é aquilo, né? Ele é um filme que se não fosse a edição ele seria só mais um filme de uma mulher seria o killer e tal, assim como a gente já vê alguns assim, sabe, surpreender a gente. Mas eu achei ele interessante, ele surpreendeu assim, gostei.
Ele traz uma temática até que um pouco diferente, digamos assim, de ter uma mulher serial killer, né?
Sim, verdade, verdade. E querendo ou não, né, a gente que é mulher, a gente quer ocupar espaço, né?
Até na— exatamente, até como vilã, né? Até como vilã, exatamente, para sair um pouco, né?
Sair um pouco da vítima, sabe? Aí é isso. Então eu gostei assim bastante, mas eu acho que a edição, né, essa montagem assim, ela ajudou bastante o filme a ter, né, um plus a mais. Isso, isso, notinha. Vits, conta.
Minha nota é 2,5, porque conforme eu falei, né, o filme ele tem um argumento meio fraco para mim, por se escorar apenas na edição. Porque assim, o plot twist só existe por causa da edição, porque se ele for linear não tem plot twist.
Não, não tem, é verdade, é verdade, não tem.
Tipo assim, mas o filme é É muito bonito, o filme é belo, que é uma palavra que quase a gente não usa, né? Sim, mas é um filme belo, ele tem, ele é agradável de ver. E é isso, ele só é bem protocolar assim. Eu achei que ia fazer muito mais barulho, até o próprio diretor ia estar dirigindo uma porrada de filme.
Nada, é verdade, é verdade.
É isso. Qual que é a nossa média?
Nossa média é 2,333. Não, pera aí, 2,883333. Então 3, 2,8. 2,8, nossa, tá ótimo, passou de ano raspando.
Quero agradecer imensamente ao Rick pela paciência, primeiramente, porque as pessoas não sabem o que a gente passa para gravar.
Não é fácil, gente, não é fácil, não é fácil, não é fácil.
Mas, cara, muito obrigado. Espero que você tenha gostado da experiência de gravar um podcast.
Eu agradeço demais, gente, pelo convite. Obrigado, podcast de vocês é sensacional. Profissional. Muito bom, e pode ter certeza que eu participo demais.
Já tá convidado, tá convidado. Tem gente que pula lá no começo, já vá, né? E a gente faz esse plot twist aqui de mostrar, é fazer um jabá novo no final. Cara, onde as pessoas podem encontrar o Cine Rick?
Eles podem me encontrar pelo YouTube, só se inscrever lá, Cine Rick Terror, vai aparecer. Se você escrever no Instagram também, Cine Rick, @cinerick, você já vai me encontrar por lá. Se quiser mandar uma mensagem, trocar uma ideia, a gente conversa, a gente fala sobre filme de terror. E podem esperar também novos filmes aí, novos lançamentos, filmes de terror aí no meu canal. Quem sabe até uma collabzinha com vocês também, se vocês quiserem participar de algum vídeo meu.
É só chamar que a gente vai.
Mais uma vez, com certeza, mais uma vez obrigado, Fábio. Obrigado, Cal, pelo convite. Gostei demais desse papo aqui, muito legal. Primeira vez que eu faço um podcast assim. Nossa, muito massa, de verdade mesmo, gente. Muito obrigado.
Quem sabe te acende a chaminha do podcast, você também faz aí, quem sabe.
É, então Imagina de repente fazer um podcast.
É, pô, é o Rickcast aí.
Os rickers vão ficar felizes.
E se, ó, se você foi, se você chegou lá no Cine Rick pelo Terror Sem Medo, fala, ó, eu vim pelo Terror Sem Medo, a mesma coisa.
Isso, verdade, verdade. Vamos lá dar uma olhada no canal dele que é incrível.
Exatamente. E até semana que vem e tchau!