#154 - Dolly - A Boneca Maldita | Terror Sem Medo Podcast
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Se você estava com saudade dos filmes de matança como aqueles que se faziam nos anos 70, aqui está o seu pedido!
Dolly pode ser tudo... menos sua amiguinha. Esta é uma produção que faz jus aos slasher movies, como Massacre da Serra Elétrica e Sexta-feira 13. É visceral, traz atuações cruas e uma fotografia estranhamente bonita.
Ironicamente, estamos lançando esse episódio no final de semana do dia das mães. Isso não foi proposital!
Então, dá o play e conta pra gente a sua opinião sobre o filme nos comentários!
Lives do Giro do Terror:
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Participações da Cal e Fábio em outros Podcasts:
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Retrospectiva Sexta-Feira 13:
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Pauta da Podcast:
00:00 - Abertura
01:38 - Redes Sociais do Terror Sem Medo
02:02 - Sobre Dolly - A Boneca Maldita
32:52 - Notas
Cal
Fábio
- Bonecas assustadorasAnálise do filme slasher · Comparações com Massacre da Serra Elétrica · Comparações com Sexta-Feira 13 · Comparações com Halloween · Atuações e fotografia · Orçamento e bilheteria · Direção e roteiro · Estrutura em capítulos · Violência e gore · Personagem Dolly · Personagem Macy · Personagem Toby · Personagem Stifler (Sean William Scott) · Maquiagem e efeitos especiais · Cena pós-crédito e potencial para sequência · Referências a outros filmes de terror
- Podcast Rainhas do GritoRedes sociais e divulgação · Avaliação do filme · Interação com o público
Encontrei uma casa de boneca na árvore E agora fudeu Esse é o Terror Sem Medo Podcast Eu sou a Cal E eu sou a Dolly
Você tá num relacionamento tranquilo que não quer seguir capítulos lineares que uma vida tradicional requer. Tá tudo bem, mas chega um momento em que o universo exige que você se escolha o mais rápido possível e você só quer ver até onde tudo isso vai dar. Tem momentos que deixar levar pode nos fazer viver momentos surpreendentes. Porém, você tá preparada pra brincar de boneca e o brinquedo ser você?
Hoje vamos falar sobre Dolly, a boneca maldita. E temos um opção para esse filme, Boletes. Temos uma jovem chamada Macy compra um Guaraná e é sequestrada por uma criatura monstruosa que busca criá-la como se fosse seu próprio Guaraná. Guaraná? Por quê? Dolly Guaraná.
Eu não te cortei, que eu fiquei assim, tipo... Onde está escrito Guaraná, gente? E onde que a gente pode assistir esse filme, Bits? No Torrejo mais próximo, aquele piludo com Guaraná Dolly hoje. Isso aí. E lembrando que hoje teremos spoiler de Dolly, a boneca maldita. Adoro falar essa tagline do filme.
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Bom, Dolly é o Guaraná. É o Guaraná. É o seu amiguinho. É o seu amiguinho. Você está disposta a brincar com o Dolly? Quem vence uma briga? O Dolly ou Barriguinha Mole? Ixi, Dolly. Sabe por quê? Dolly pode cortar uma parte da pet, rasgar a Barriguinha Mole e fuder tudo. Dolly vence.
Mas então, vamos começar aqui com o Dolly, a boneca maldita. Esse filme tem muita semelhança com o Massacre da Serra Elétrica. Muita. Lembra muito, no caso, a parte do filme que já rola lá, o Letterface já pegando a Final Girl.
E levando pra casa dele com aquele jantar com o vovô e tudo mais. Meio que o filme já leva pra esse momento assim, né? Então se você gosta de Massacre da Serra Elétrica, da parte em que já tem a casa do vovô, você vai assistir esse filme e vai ter só isso, né? Tanto é que o filme é muito curtinho. Tem uma hora e trinta e um. É verdade. Tem uma hora e meia, né? Cara, eu gostei muito desse filme. Eu gostei muito.
Ele é um filme super visceral, assim, sabe? As atuações, elas estão bem cruas e tudo, né? Eu acho que o fato de ter também só atores mais desconhecidos, tudo, né? O único ator que é conhecido, a gente vai falar mais pra frente. Que é o Stifler. E ele tá muito bem nesse filme, assim, sabe? Eu gostei bastante. E assim, a atriz que faz a personagem principal, a... Que é a boneca, a Dolly, né? A Missy. Ah, a Missy. Não, a Mace. A Mace.
Ela é a Fabiane Terese. Ela já fez diversos filmes, né? Séries e curtas também, mas bem desconhecidos, assim. Então, assim, eu nunca vi ela num filme. Mas ela é bem foda, ela. Ela é muito foda, sabe? E, assim, já falando um pouquinho sobre o filme, né? Antes de falar um pouquinho sobre a questão da montagem do filme e tudo. Eu gosto muito da atuação dela. Ela traz muita verdade, né? Porque, assim, o tempo todo ela tá com o olho arregaladão. E sofrendo.
sofrendo e tudo. Então, assim, parece que ela tá vivendo aquele personagem mesmo, como se ela tivesse mesmo, assim, sofrendo tudo aquilo, assim, sabe? E a filmagem também, ela deixa muito na cara dela, né? Deixa muito close na cara dela. É uma filmagem no estilo dos filmes dos anos 70, né? Sim, tanto é que ele é... É a época do massacre dessa reléria.
Aham, tanto é que ele é filmado em 16mm, e por um momento, né, até você tava comentando que achava que esse filme fosse antigo, né? Nossa, ele começa como se fosse um filme antigo, né, um carro antigo. Assim, na real, eu achei que o filme era aqueles filmes que, assim, ah, eu quero ser ambientado em tal época, mas eu não tenho dinheiro pra isso. Por quê? A primeira cena tem um carro velho parado, um muscle car, inclusive.
Que é aqueles carros tipo o Mustang, esses carros assim. E uma casa véia. Só que lá no fundo tem um carro estacionado que inclusive parece com o nosso. Esqueceram de apagar digitalmente o carro ali, né? Mas aí não, de repente a menina, a Macy, ela pega um celular. Então é legal isso. Porque o filme engana a gente pra caralho. É, é verdade. Você vê que o filme é filmado em 16mm. Ele não acontece numa...
É só pra dar aquela cara visceral, porque esse filme é uma homenagem ao Massacre da Serra Elétrica, total. Nossa, total. E assim, uma coisa que eu não achei, eu não vi em nenhum momento, assim, pra quem tá ouvindo, né, que sabe do orçamento desse filme, né, não tem em nenhum lugar o orçamento desse filme, não encontrei nenhuma informação sobre, mas no primeiro final de semana de estreia, né, no final de semana de estreia, ele arrecadou 473, mais de 473.
mil dólares. Mais de uns 500 mil dólares. É, então. É pouco. E assim, é muito pouco. Aí eu fiquei pensando, será que esse filme foi muito barato e ele se pagou ali? Porque, cara, não tem muito cenário, né? Tem a casa da tia Sede ali, né? A criança, inclusive, que faz a filha, ela se chama Eve no filme e o nome dela é Eve Blackhurst, que é inclusive o mesmo sobrenome do diretor, que é o...
Provavelmente é parente dela, né? Robbie Blackrust. Mas aí eu pensei, tipo, ah, deve ser uma produção menor e tudo, né? Talvez. Esse filme é um filme independente, pelo que eu andei pesquisando. Aqui no Brasil eu vi pela Paris Filme também. Eu não sei se é pela A24 lá, viu? Talvez ele tenha um orçamento pequeno.
E depois ele teve um incremento ali de alguma distribuidora grande e tal, financeiro, pelo menos pra distribuição, né? Mas assim, arrecadar 500, nem 500 mil é muito pouco. É muito pouco. Porque o filme... Porque assim, é primeiro final de semana, né? Mas aí é muito pouco, né? Muito pouco. Se o filme custou, sei lá, 6 milhões, 7 milhões, que eu acredito deve ter custado, já é um fracassasso.
É, verdade. Eu não sei se ele deve ter custado tanto assim, sabia? Eu chuto que ali, sei lá, no mínimo uns 3 milhões. Nossa, gente. Assim, eu imagino... Mano, tem Stifler no filme. É, então tem, mas eu acho que ele deve ter aceitado um valor menor, assim, sabe? Ah, tudo bem. Porque esse filme é independente, tudo. Mas mesmo assim, uma diária desse cara... Assim, ele não tá o tempo inteiro, então não deve ter tantas diárias dele no filme. Sim.
Eu acho que, assim, em dois dias, três dias deve ter filmado tudo com ele. Porque ele é um bom ator, né? Então, eu acho que ele saiu, foi indo, assim... Com certeza. Ele tem pouca cena. Deve ter que ter dez minutos de filme com ele só. Verdade. Mas uma diária de um ator grande é caro, né? Sem contar que, assim, eu acho que parte da diária também foi pra maquiagem, né?
Porque assim, a maquiagem tá muito boa. Muito boa. Cara, realmente, realmente. Esse filme, ele tem uma maquiagem... Eu acho que ele usou efeito digital ali em algum momento, né? Tipo, pintou o queixo dele de verde e tal. Será que o lance de filmar em 16mm é por conta de até facilitar pra criação de algum filtro ali? Acho que sim. Pra dar uma escondida em efeito visual? Talvez.
Porque assim, né, quem é o diretor desse filme é o Rob Blackhurst. Ele fez Caminhos de Sangue, que foi um filme que lançou agora em 2023, que é super famoso, né, eu vi todo mundo falando e tal, mas eu não assisti. E ele, inclusive, fez o documentário Amanda Knox na Netflix.
Ah, o Mergulho Noturno, que você tá falando do Mergulho Noturno no começo, né? Não, é Caminhos de Sangue. Caminhos de Sangue. Aí, aqui a gente tem, né, roteiro. No caso, ele fez o roteiro de Mergulho Noturno. Fez todos os roteiros de várias produções próprias dele também, né? E o Brandon Weevil...
que é um dos outros, um dos roteiristas também, porque são dois, né? Ele roteirizou só curtas. O Dolly também, que é o primeiro filme, o primeiro longa dele como roteirista. Inclusive, esse filme Dolly, ele é um longa adaptado do curta, de Baby Girl, do Robbie Blackhurst também.
Que inclusive o Toby, que é um cara que tá lá no filme, né? Aham. Ele chama a Dolly de Baby Girl. É, né? Ah, é verdade, é verdade. E esse filme eu achei interessante porque ele é dividido, ele vem nessa leva de filmes aí que é dividido em capítulos, né? Então ele é um filme linear ali, a gente não vê. Eu achei que ele não tinha necessidade de dividir, eu acho que quebra um pouco o ritmo do filme.
É, eu acho, dá um respiro, porque é muito visceral o filme, sabe? Não, ele é. Aí dá um respiro e volta. Mas eu acho que ele quebra um pouquinho o... Porque esse filme não tem nenhum alívio cômico. Não tem nada de alívio cômico. Eu tenho um pouquinho naquele policial no final, que é um idiota. É verdade. Mas assim, pra mim, ele não tem. E pra mim, essas quebras, elas acabam sendo um alívio cômico. Porque assim, no começo a gente vê, né? Mãe. Aí aparece lá a questão dela não querendo ser mãe.
aparece ela conversando com a mãe, aparece a mãe, a tia, que não sei se ela é mãe de alguma forma, sei lá. Eu acho que ela é mãe do Toby, eu acho. Aparece... Ah, a tia, você tá falando da tia da menina. A irmã do Stifler.
Aí beleza, aí vai aparecendo várias questões de mães, assim, sabe? E aí aparece a Dolly, né? Aí beleza. Aí quando aparece a Dolly, ela pega lá, né? Deixa eu falar o nome dele certinho aqui, o Chase. O Stifler, vamos chamar de Stifler. Tá bom, vai pronto, Chase, o Stifler. Pega o Stifler e aí acaba com ele, né? Tipo assim, eu achei que ela não fosse fazer nada, eu achei que ela fosse brincar um pouco com ele antes de pegar.
Porque, não sei, eu achei que fosse alguma coisa com um casal, assim, sabe? Que ela ia, sei lá, matar ele em algum momento e deixar ela ver, sofrer. Mas ela pega um stifler lá, corta a canela dele. Canela dele? Mete a pá no rosto dele, tipo assim, abrindo um sorriso, né? Aí é isso. Então, assim, ela faz isso. Teoricamente, ele morre ali, né? No lugar. E pronto. Aí, fecha.
Filha, e aí aparece a Macy dentro de um berço com uma roupa de criança, de Pops, né? De Pops? Uma roupa de Pops. Quando a gente tava assistindo, eu falei assim, mano, a Pops era uma boneca, velho. Era uma boneca? Que horror, velho. Cara, muito boneca. E aí aparece lá a Pops no berço. A Dolly fica lá cuidando dela e tal, tudo, dá coisas pra comer pra ela que são... E a Dolly se veste como a dona do Tom.
Aham, é. E outra coisa, né? A Dolly, ela é aquela mulher, né? Que fica de máscara e tudo. Então, ela é uma outra bonecona também, né? Ela é uma bonecona. Por isso que ela se chama Dolly, inclusive, né? Aham, sim. Ela faz tudo isso, então aí aparece, né? Tipo, mãe, filha, né?
E aí vem os outros... Os outros... Capítulos, né? Casa. E aí aparece questão de casa. Reunião. Luta e tal. Só que quando vai chegando no fim... Cara, esses... Esses capítulos... Eles ficam muito menores. Então passa, sei lá... Uns 10 minutos de filme. Capítulo. Acho que nem isso. Passa 5 minutos de filme. O de reunião e luta. Eu acho que não dá nem 5 minutos.
não, não dá, aí chega uma hora que ela é um pouco risível essa parte entende? Porque fica tipo porque chega uma hora que eu, gente, mas já capítulo 5, já capítulo 6 já capítulo 7, sabe? Então é muito, acaba sendo um pouco engraçado assim, sabe? Esse ponto, porque a pessoa tá sofrendo lá e tudo, cara é muito foda
O filme é basicamente a Macy sofrendo dentro da casa da boneca lá que ela chega, né? No caso, a Macy, ela é encontrada, a Dolly encontra com ela quando ela vai procurar o Stifler, né? A Macy, ela vai ser pedida em casamento numa floresta. Cara, quem que vai numa floresta pra pedir uma pessoa em casamento sozinha, sabe? Tipo...
Sei lá, pede no quintal de casa se você quer um lugar só vocês dois, entende? Vai num quarto de hotel, sabe? Vai numa pousada, num chalé, entende? Mas eu acho que eles são aventureiros, né? Nossa, gente. Assim, na verdade, ela não é aventureira, né? Ela não curte. Ele é, né? E ela tá lá, assim, tipo, mano, sabe? Ela podia muito bem chegar e falar, ai, não tô afim de ir na floresta, vamos num chalézinho, vamos alugar um lugar, sabe? Ela não tava nem afim de casar, na real, né?
Ela não tava afim de casar, ela tava na dúvida. E assim, o lance dela não querer casar era mais o fato dela não querer ser mãe do que casar. Não porque ele queria ter um filho, ele queria que ela engravidasse. Ele já tinha uma filha, né? E ela não queria ser a visão materna da filha e tal.
Na verdade, eu acho que ela tava colocando muita coisa em cima dela, sendo que conversando poderia resolver, né? Eu fico pensando, mano, é só você chegar e falar. Eu posso ser só madrasta e só ajudar na criação dessa menina e não ser a mãe, sabe? Porque eu até entenderia se a mãe tivesse morrido, tudo, mas não fala sobre, né? É, mas parece que a menina, a menininha Ivy, tem um apego grande com ela. Então ela não ia acabar se tornando mãe, não tem jeito, né? É, verdade.
É, eu acho justíssimo quando alguém não quer se relacionar com outra pessoa porque tem filho. Mas que seja honesto. Você fala assim, eu não quero me relacionar por este motivo. Não precisa ser necessário você falar assim, eu não quero por este motivo. Você, né, tipo, termina o relacionamento, né? É, então, mas eu acho que deveria começar, porque ela já começa sabendo que ele tem filho. Então, assim, eu não ia dar uma chance. Dá um rolê só, né? Só sai, só sai e faz um encontro e depois, cara, tipo, não dá.
Exatamente, porque eu penso assim, cara, você não vai estender... Porque assim, se ele tá pedindo em casamento, mais de dois meses ele estende em relacionamento. E é intenso, entende? Tudo bem que ele pode ser uma pessoa emocionada ali e tudo, né? Mas assim, se ele já é emocionado, é porque existe alguma coisa. Eles estão dentro do carro e ela aceitou ir na floresta com ele. Ou seja, ela também confia nele o bastante pra ir numa floresta sozinha com esse cara, né? Que vai pedir ele em casamento. E ele é o estifler, hein? E ele é o estifler.
E aí eu fico pensando assim, cara, assim, nem começa, sabe? Já que você não quer ter uma filha, não tenha. Simples assim, sabe? Fica a dica aí, entendeu? Se você não quer ser pai, não quer ser mãe, não se relaciona com pessoas que tenham filhos ou que queiram ter filhos, entende? Porque, né? Mas faz ser realista. Exatamente. E ela descobre que vai ser pedido em casamento. Ela acha, na verdade. Ela acha depois que ele já morreu, entre aspas.
Não, na verdade ela acha, porque ela tá sentindo, entende? E ela fala pra mãe dela, conversa ali com a mãe dela. Não, mãe não, é amiga dela. Amiga? Ah, tá, conversa com a amiga dela e fala que ela não tá preparada, porque ela não tá preparada pra ser mãe, essas coisas, a amiga dela fala. Aí, beleza, até que ela vê o anel lá.
Vou ter que casar, né? Ou sei lá. Mas eu acho que ela vê o anel só depois que ele já morreu, viu? Sim, ela vê o anel depois que já morreu. Mas ela sente que vai rolar. Por isso que ela fica procurando o anel. E ela encontra o anel lá. E ela fala, puta, tava certa. Ele vai realmente me pedir em casamento, sabe? E é o momento que ela vai procurar por ele. E aí, ela já não encontra mais ele. Encontra a Dolly. E nesse mesmo momento, ela encontra ele morto, né? Entre aspas. A grande surpresa do filme pra mim é ele tá vivo. É.
Verdade. Serviu pra ele salvar ela em um certo momento, né? Porque ele foi se arrastando até a casa. E isso deu um aquele estalo pra ela. Como que ele encontrou a casa a gente não sabe, né? Porque não diz, não diz. Se bem que eu não sei se a Adolio andou muito com a Mace no colo pra poder coisar. Porque vai que tava perto da casa, né? Porque ela andou com a Mace no colo lá, no ombro, e chegou na casa lá. Vai ver, né? Ele foi procurar ali e tal. E aí...
Mas esse filme, ele é muito parecido com o Massacre da Serra Elétrica. No Massacre da Serra Elétrica, você tem uma pessoa mascarada, no caso um homem, né? Super forte, meio tentando as ideias. Você tem a morte dos homens e a captura da moça. Só que lá, a moça, ela é tratada como um pedaço de carne, mas tipo, não um pedaço de carne... Um pedaço de carne frigorífico, porque eles fazem linguiça de pessoas no Massacre da Serra Elétrica.
Ah, tá, que susto. Achei que você estivesse falando desse filme. Não, eu tô comparando os dois. Aham, sim. Eles fazem linguiça de pessoas no Massacre da Serra Elétrica. E lá a Dolly cuida dela como filme. Então a Célia, eu acho que é o nome da personagem lá do Massacre da Serra Elétrica, ela sofre o filme inteiro até o final. Tem a questão da comida, tem a corrida e tem a fuga no final, que, cara, é igual. Só que ao invés dela estar de carona...
E ela começa a rir, porque ela fica desesperada. Nesse caso, ela tá dirigindo. Cara, esse filme é assim, é tipo como se fosse um remake de outro universo. Do Massacre da Serra Elétrica, né? É. E assim, eu gostei muito das filmagens. Principalmente quando ela tá fugindo. Dá uma visão muito claustrofóbica do ambiente, assim, sabe? Porque assim, apesar da gente ver ela em...
Grande plano e tudo, correndo e tal. Parece que o lance das árvores, a câmera vai correndo junto. Então, a árvore não dá pra você ver abertura, não dá pra você ver caminho. Você vê, parece que é um paredão verde, assim, sabe? Então, dá muita aflição de você ver, né? Tem até umas filmagens que a câmera tá na cara dela, assim. Ela tá rodando, querendo saber onde ela tá. Cara, você vê árvore e boneca presa na árvore, sabe? Esse filme tem muita boneca.
E ele é meio lúdico em certas coisas também. Tem uma hora que ela se joga da janela, ela meio que parece virar um diálogo. É verdade, é verdade. Na hora que ela também tá ali, girando assim, desesperada, meio meme da Glória... Glória Maria, né? Glória Maria!
Aí tá assim, né? Caraca, mas é... Mas assim, o filme, ele tô fazendo piada e tal, mas o filme, ele é muito visceral, velho. Nossa, demais! A gente precisou assistir, o que a gente assistiu depois? Um Pesadelo na Cozinha, né? Um Pesadelo na Cozinha. Pra dar uma desopilada, porque eu falei, caralho, sem condições de eu continuar vivo com esse filme como a última coisa que eu vi, velho.
inclusive uma curiosidade interessante aqui que a gente ficou querendo saber nossa, quem que é a Dolly deve ser uma pessoa super forte a gente até achou que fosse ou um cara muito forte ou uma mulher muito forte a gente não imaginava quem era mas cara, quem faz é a Max Denpaller que é uma lutadora profissional estadunidense
E se eu não me engano, esse é o primeiro filme dela, assim, o primeiro filme que ela participa como atriz e tudo, né? Mas, cara, ela é lutadora profissional e ela é enorme, ela é muito forte, extremamente forte. Tanto é que tem um momento no filme que você achou, né, que, cara, ou a atriz é muito leve, ou essa pessoa é muito forte. Não, e várias coisas. Porque ela pega. Pegou como se fosse um boneco, né?
Porque, mano, não tem corte de cena. Não tem aquele momento de você pega, corta a cena, já tá aqui. Não, ela pega muito fácil. Cara, a menina é muito... Cara, essa adresa deve ter 30 quilos, né? Quando pega o berço também, que pega o berço e taca na parede. Caralho, parece papel. Berço de papel. Eu acho que o berço era de madeira mesmo. E a força dela fez tudo. E, cara, isso deve ser... Mano, deve ser muito aterrorizante você atuar com uma pessoa que tá fazendo isso.
Porque eu fico pensando assim, cara, óbvio, né, que é cenográfico e tudo, né. Mas, mano, imagina você dar uma louca naquela atriz lá e, tipo, não, eu vou fazer isso com você também. Cara, é muito foda. Deve ter sido um filme muito difícil de ter feito, assim, de ser a Macy nesse filme. Ah, eu acho que não. Acho que esses filmes mais tentos, assim, a galera tenta fazer com que o ambiente fique mais agradável.
Ah não, com certeza, mas você entra no personagem, né? Imagina. Na hora do personagem, beleza. Você vai, que nem, ela vai errar a cena, por exemplo. Se erra a cena, se tem um improviso ali, a Dolly não vai ser legal, tipo, vou esperar. Talvez ela haja de uma forma que seja, né? Tipo, Dolly, entende? Ele é meio lúdico em algumas coisas. Parece que a Dolly tem alguns poderes, assim. O Toby lá, que é o irmão que tá preso, que é...
Que a Mace solta. Mano, ela dá um fatality nele, velho. Ela perfura o peito dele e olha pelo buraco assim. Fatality. Com certeza é uma referência ao Mortal Kombat aquilo ali. Mas ela faz isso com a mão crua. Uma mão nua, né? É. E ela tem uma super força, meio.
efeito disso é muito foda porque parece de videogame, né? Porque daí, nessa hora, já deu pra ver que tipo, ai, 16mm não deu pra... não renderizou tão bem assim essa coisa. Mas assim, eu nunca vi também uma mão passando do outro lado. Então, dá pra acreditar que isso poderia acontecer. Ela arranca o coração dele, né?
É, praticamente, né? Outra coisa que eu achei legal é que não mostrou a cara da Dolly, né? Porque ela usa a cabeça de boneca. E é meio que ela enterrou aquela cabeça na cabeça dela. O pescoço é todo machucado. É. E aquilo é de porcelana, né? E, assim, a gente vê um pedaço da cara dela. Ela tem a cabeça pequena, né?
Tem. E assim, essa mutadora aí, ela tem a cabeça pequena. Depois que eu vi o rosto dela, ela tem um rosto super delicado, sabe? Tem um nariz pequenininho e tal, tudo. Ela tem um rosto grande, né? Por conta de...
dela ser toda grande, mas tipo assim o rosto dela é muito delicado, então quando eu vi o rostinho delicado ali no filme assim, porque eu fiquei tentando olhar e tal porque o rosto dela parece que tá necrosado né, porque tá preto, tá tipo escuro, tá roxo e tal, tá estranho e aí eu olhei assim eu falei, cara, deixa eu ver né, pra prestar atenção em quem pode ser ali, e aí tem um rosto bem feminino assim, sabe, e essa Maxden Piler, ela tem um rosto mega feminino assim, entende mas ela é enorme, enorme sabe, tipo muito grande yeah E aí
Parece que ela é uma pessoa morta. Parece. Sei lá, voltou à vida por algum motivo ali. E pra mim, o que tornou mais assustador é o fato dela só fazer grunhido. Ela não tem fala, não tem nada. O que acompanha ela é um choro de bebê. É.
Verdade, porque ela faz, ela atua muito, né? Tipo, ela faz muito mais gesto do que... É físico, sabe? É muito mais físico, assim. Então, ela faz todo um lance com a mão, bate na cabeça. Ela, mano, dá pra ver ela falando, por exemplo, sabe?
Você entende tudo que ela tá falando. Na hora que vai dar comida. Vai comer, vai comer sim e tal. Se você não comer, você vai apanhar, sabe? Então, assim, ela tá agindo. Cara, ela é uma boa atriz. Porque é muito difícil fazer... Pra mim, assim, é muito difícil atuar só com o olhar. Ou então só com o gesto. E ainda a gente, enquanto telespectador... A gente conseguir entender e ouvir o que ela tá falando, sabe? Não é só gesto, mas é um gesto agressivo.
Mas é um agressivo que parece... Tem amor ainda ali. Tipo assim, aquele... Eu não sei.
É porque ela tá cuidando de certa forma. Porque ela tá cuidando muito, mas é aquele amor agressivo, sabe? De eu não quero te bater, mas eu vou ser obrigada. Porque ela bate na Macy só uma vez. Tipo assim, bater enquanto filhinha, assim, só uma vez. No mais, né? Uma vez não, assim. Ela espanca ela com um negócio na bunda, né?
Não, mas ela bate só uma vez. Tipo assim, é só um episódio que ela bate pra caralho da menina. De resto, ela quer que pegue no colo. Ela arranca a orelha, né? Tipo, ela vai puxar a orelha. Arranca a orelha. E depois costura de volta. Depois costura de volta. Não, cara. Esse filme, ó. Dá pra gente elencar aqui as coisas. Dá uma agonia. Tem a orelha que arranca a orelha. O menino, o estifre fica com a boca pendurada.
Nossa, eu nunca vi uma coisa tão agoniante no cinema assim. Que de uma pessoa que tá fiva. O leite podre lá, a comida. Primeiro a nojenta. E aí o nojenta é comida. Aí ela vai dar mamadeira. Aí a mamadeira é viscosa. Viscoso o leite que tá dentro. Então deve ser aquele leite... Ai, horrível. Tem a mordida na teta.
Porque chega uma hora que ela não quer comer, aí a Dolly enfia a cara da menina na mesa pra ela engolir o próprio vômito. E aí... Nossa, ainda tem isso ainda. É, ainda tem isso. E aí ela não quer, não quer, não quer. Aí ela vira de costas a Dolly e vira de volta, taca a tetona pra fora, assim, pra menina mamar.
Aí ela vai e arranca a teta. Ai, arranca o mamilo. É o mamilo. Nossa senhora, não dá. Nossa, é difícil. E assim, em nenhum momento eles cortam, né? Não. Eles mostram tudo, tudo, tudo, assim. Eu gostei do filme, ele é venceral pra caralho, mas tem uns problemas. Por exemplo, o Toby é um personagem que eu acho que não precisaria estar. Uhum. É. E ele só tá lá pra morrer, ele morre, né? Ele é o cara que fica gritando lá o nome. Ele é, acho que deve ser irmão, primo dela. É, eu acho que é irmão.
Porque ele fala uma hora, tipo, ah, nossa mãe e tal, né? E aí ele morre com esse fatality que é bem tosco, né? E ainda, não é só isso, ele cai no chão e a Dolly ainda esmigalha a cabeça dele e fica mostrando. Só que, mano, é um bonecaço, mas é um bonecaço. Molha a pele, assim, sabe? É tosco, foi bem tosco. E aí isso, eu falei, ah, mano, para. Porque assim, o filme ele vai, ele já começa já no 110 ali, né? E aí, mano, vai indo, vai indo, vai indo, vai indo, esse puta que pariu. Vai, quase.
Quando ela arrancou o coração dele no estilo Mortal Kombat, o filme virou outra coisa, porque aí teve isso, aí teve o esmagamento de cabeça de boneco, teve a hora que a Macy pula da janela e vira um diálogo, aí tem a Macy correndo também e doida, e depois encontra um policial maluco também, que já sabia o que estava acontecendo ali, e que, mano, ele tomou uma paz.
casada na cabeça, a cabeça dele sai voando, velho. Tipo, o filme, ele dá uma escalada muito grande de coisas, assim, sabe? É porque ela corta com a pá, né? Ela bate assim, com a pá, tipo, deitada. Teria que ser uma pá. Mas ela é forte pra caçar, pra cacete, né? Sim, eu entendo que ela é forte. Mas o filme vai escalando, assim, né? Tipo, não. Aqui não é o limite, ainda tem mais. Aham. Eu achei que a Mace não fosse matar a Dolly.
Eu acho que ela não matou, não. Eu tava vendo, a gente não foi até o final, né, do filme. Pô, ele tem cena pós-crédito? Tem.
Tem cena pós-crédito que a gente acabou não vendo. E eu acho que eu vou querer ver esse filme de novo pra poder ver essa cena pós-crédito. Crucial pra entender o futuro da franquia. Ela mostra policiais encontrando os restos mortais do guarda florestal. E mencionando uma mulher com máscara de boneca na cena do crime. Essa revelação indica que Dolly não apenas sobreviveu. Mas também continuará aterrorizando outras pessoas. Imagino.
Além disso, a cena sugere que um oficial de polícia pode ter um interesse pessoal em capturar Dolly, o que adiciona uma camada extra de suspense e intriga a trama. A possibilidade de uma sequência Dolly 2, explorar o passado da antagonista e aprofundar a investigação policial, anima os fãs do gênero de terror. Interessante. Eu fico animado porque eu gostei do filme pra caralho. Eu também gostei e gostaria de saber a história da Dolly, porque assim...
Esse filme, ele mistura Massacre da Serra Elétrica e Sexta-feira 13, né? Porque tem o lance da criação do altar com a cabeça da mãe e tal, né? Ah, é verdade, nossa. Que, no caso, a cabeça da mãe, a gente não sabe como que é retirada. Ah, é verdade. A Macy usa o corpo da mãe.
Usa o corpo da mãe, isso. Igual a menina lá no filme 2 usa a cabeça, né? Sim. Usa a roupa na realidade da mãe da Pamela. No caso, a Macy, ela usa a mãe como meio que um escudo. Como se estivesse usando a roupa da mãe ali, né? Então aí ela até abre um pouquinho aqui e tal, porque ela não gosta. Ela é meio pudica, né? A Dolly. Então ela abre aqui a roupa e tal, tudo da mãe. E ela fica...
E ela fica arrumando ali, tudo. Então é como se ela fosse uma devota da mãe ali, que não pode mexer no corpo, nem nada. Tanto é que ela cria uma vala ali pra mãe, né? Que tá o corpo da mãe, ela não chega a enterrar, mas coloca todas as bonecas em volta. Mas a cabeça da mãe... No porão. Tá no porão, enfim, cada uma bonequinha. Aham, sim. Então assim, tem muita semelhança com Sexta-feira 13. Sexta-feira 13, assim, sabe? Então esse filme ele pegou meio que os slashers mais famosos da época, assim, e juntou tudo ali, né?
É, assim, na real, se você pegar um pouco do Sexta-feira 13, ele tem coisas ali que misturam o Halloween e o Massacre da Serra Elétrica. Então, como um outro filme se alimentar disso também, né? Sim, verdade. Nossa, eu curti muito esse filme. Ó, o Massacre da Serra Elétrica e o Jason, no caso, eles não tem poderes especiais até o Jason se tornar um undead, né? Um não morto. Mas ela tem um pouco de Michael Myers também.
É verdade. Porque o Michael Myers também, ele não fala. Ele tem essa questão de ser um humano super poderoso, um humano extraordinário, digamos assim. É porque ele também é super forte. Ele empala a pessoa com a faca. Verdade. Ele morre, mas não morre. Exato.
Ele usa um traje que é bem reconhecível, né? O Jason já não usa. O reconhecível do Jason é a máscara. É a máscara. O Michael Myers já tem a roupa azul, que também... Ela também tem a roupa dela, que também é bem icônica, né? E eu acho legal. Esse filme poderia, né? De repente, quando entrar no streaming, ou até no Brasil, fazer um pouco de sucesso. É legal ter uma vilã de slasher, né?
Sim, cara, é muito massa. A gente tem vilãs, a gente tem a mãe do Jason, tem outras e tal. Mas assim, ela tem uma cara bem icônica, né? E ela é uma vilã muito forte, sabe? Não é uma vilã que vai fazer uma coisa pra depois matar porque ela não tem força pra segurar, sabe? Tipo, não, ela tem força, sabe? Ela tem tudo de qualquer assassino slasher. Então, a gente tá falando aqui de Stifler, Stifler, Stifler, né? Esse ator é o Sean William Scott.
Ele é o eterno Stifler, tudo, né? Mas ele também fez... Tá em Premonição, que é um filme aqui. Qual é o Premonição que ele tá? Premonição primeiro. Ele é um dos amigos, né? Ah, ele morre. Ele morre, ele morre. E aí, ele é um bem Stifler, né? Esse filme, assim, sabe? É o que ele fazia muito, né? É, exatamente. Então, aqui, quando eu olhei, eu falei, mano, é o Stifler.
Então, é ele, inclusive ele tá nesse premonição, né, que ele faz mais ou menos esse personagem assim, mas atualmente ele tem feito uns filmes diferentes, assim, ele tá em Bloodline, é um slasher aqui, mas ele é o vilão. O assassino. Aham, ele é o assassino. Pelo menos no trailer que eu vi ali, né, não sei se tô dando spoiler de alguma coisa aqui, mas é um filme que eu quero ver.
E esse filme é de 2018. Então ele tem feito uns filmes mais diferentões, assim, hoje em dia. E assim, cara, eu gostei muito dele nesse filme. Tá bem serião, não tá fazendo piadinha nem nada. Esse filme não tem nada de piada, né? Tudo muito... Muito... Como é que fala? Muito visceral mesmo, quando a gente usou muito aqui.
Mas eu gostei de ver ele aqui. Ele é a cara do filme, né? Eu acho que mais o chamariz ali pro filme, né? Mas pra mim a própria ideia mesmo já é... Ver uma pessoa com cara de boneca, de porcelana, sabe? Já é assustador pra caramba. Eu acho que ele tem um potencial muito maior do que... Do que Terry Fire, por exemplo.
muito, muito porque ele é bem filmado, bem bonito o Terrifier é feio, mal atuado é só matança assim sem graça eu gostaria muito de ver esse filme ganhar um um holofote tipo o Terrifier ganhou
Aham, verdade, eu também quero muito. Tem uma hora na floresta, logo que eles chegam na floresta, tem uma plaquinha, né, escrito Vista Panorâmica. Vista Panorâmica. Que é uma referência ao Overlook, lá o hotel do iluminado. Aham. Que assim, não tem muito de iluminado aqui, a não ser uma casa no meio do nada. Aham, verdade. Não que eu tenha pego, assim, de repente pode ser que tenha. E o outro é uma outra plaquinha escrito Rupert Miner. Minis. Minis.
Que é uma referência ao Toby Hooper, que é o diretor do Massacre da Serra Elétrica. Tem o Toby, que é o personagem chamado Toby. Pode ser que seja uma referência. É, verdade. Mas é uma referência dupla. Porque ele dirigiu o Massacre da Serra Elétrica, 1 e 2. E o 2 eles moram numa mina. E, Bites, depois desse papo, qual a sua notinha para o filme? Minha nota para este filme é 4,5. E a sua notinha, Bises? 4,5.
Tava começando a fazer minhas contas aqui, mas não precisa. Não precisa. 4,5. Cara, esse filme é muito bom. Muito legal. Muito, muito, muito, muito bom mesmo. Só não assista comendo, porque é difícil. Bem difícil. E se você quiser comentar aqui sobre esse filme, já assistiu esse filme? Ou não assistiu, resolviu aqui o episódio. Pra poder assistir depois, cara, você perdeu um puta...
Não tem grandes spoilers, né? É, não tem um spoiler. Mas eu acho que esse podcast aqui, quem não assistir e for... Quem ouvir e assistir depois, não vai perder grande coisa, não. É verdade, né? É um slasher, né? Ele fica até como um saborzinho pra você entender o filme ali. É verdade, faz sentido. Porque esse filme é muito... É muito gráfico, assim, também, né? Então, talvez você queira... Um estímulo ali pra você assistir, né?
Tô falando isso porque a gente assistiu o drama, o drama, que não tem nada a ver com o nosso podcast. Poderia ter a ver, mas a gente não vai falar de o drama. Eu só quis assistir esse filme por causa de uma coisa que acontece no filme, que eu não vou falar lógico, evidente. Mas eu precisei saber do spoiler, porque eu falei, eu quero saber o que é isso aqui.
Porque se não fosse uma coisa interessante, eu não vou assistir. E aí eu falei, puta, super interessante, que agora eu quero ver. Aham. Então eu acho válido, às vezes, as pessoas... Faz sentido. Eu só assisti Game of Thrones por causa de spoiler também.
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terminados em 5 e terminados em 0. Muito bom, a tabuada tá boa. Tá em dia. Tá em dia. E se você tá no YouTube, não esquece de deixar o seu like, se inscrever no canal, se você estiver no Spotify, dá 5 estrelinhas para a gente. A gente quer sempre que as nossas estrelinhas sejam maiores do que o número do episódio, hein? E a gente só vai parar de falar quando chegar a mil.
Só chegar a mil. Quando chegar a mil, aí acabou. Nunca mais eu peço estrela. Chegar a mil, eu nunca mais. Isso aí, verdade. A gente espera chegar a mil antes do milésimo episódio, né? Pô, falso. Se não chegar a mil no duzentos, para, chega. Acabou. Nossa, imagina. Agora tá todo mundo correndo lá. Gente, quero mais episódios. Mas é isso, gente. Muito obrigada pra quem chegou até aqui. Muito obrigada pelo seu download. Muito obrigada pela sua assistida. E até semana que vem. Tchau. Tchau.