Episódios de Terror Sem Medo

#153 - Exit 8 [feat. Milly do @Papo_de_Filme] | Terror Sem Medo Podcast

02 de maio de 202625min
0:00 / 25:56

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Para comprovar que este é o ano das adaptações de joguinhos de terror no cinema, hoje vamos falar sobre Exit 8, dirigido por Genki Kawamura.

Baseado no game indie The Exit 8, a produção japonesa transformou a jogabilidade em um thriller psicológico, mostrando como um simples corredor de metrô infinito pode se tornar um lugar inquietante e claustrofóbico.

Para papear com a gente sobre essa Exit 8, recebemos nossa amiga @millycarolini_, do canal Papo de Filme. Inclusive, ela jogou o jogo.

E aí, será que a adaptação foi fiel?

Dá o play no episódio e deixe o seu comentário aqui no post com a sua opinião!

Links da Convidada:

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Lives do Giro do Terror:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLidOL9zft2zlYcdBeM5J291HLU_z70f7R

Participações da Cal e Fábio em outros Podcasts:

https://open.spotify.com/playlist/6CD0fXgGeys5jdqo7cfqkj

Retrospectiva Sexta-Feira 13:

https://open.spotify.com/playlist/5tiU5qFxD27lvlFQhBmNBu

Pauta da Podcast:

00:00 - Abertura

02:46 - Redes Sociais do Terror Sem Medo

03:15 - Sobre Maldição da Múmia

22:32 - Notas

Participantes neste episódio3
C

Cal

Host
F

Fábio

HostAdvogado, professor de direito, teólogo
M

Mili

ConvidadoCriadora de conteúdo
Assuntos5
  • Exit 8: Jogo e FilmeAdaptação do jogo indie para o cinema · Jogabilidade do jogo original · Comparação entre filme e jogo · Anomalias no jogo e no filme
  • Análise Psicológica e Temática de Exit 8Terror psicológico e claustrofobia · Decisões e consequências · Crítica social ao Japão · Debate sobre aborto e natalidade · O conceito de purgatório
  • Personagens e personificações recentesO 'Perdido' e sua jornada · O andarilho como assombração · A colegial e sua voz travada · O simbolismo do número 8 e infinito
  • Produção e Criação de Exit 8Direção de Genki Kawamura · Contribuição de Kentaro Hirasi (criador do jogo) · Atuação de Kazunari Ninomiya · Filme exibido em Cannes
  • Situação de classificação e G8Nota de Mili · Nota de Cal · Nota de Fábio · Média das notas
Transcrição65 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Entrei no Corredor Infinito e agora, fudeu. Esse é o Terroceira Medo Podcast e eu sou o Fábio. Eu sou a Cal. E eu sou a Mili.

Temos uma voz conhecida aqui para o nosso podcast. É a segunda vez que a Miri está pintando aqui no podcast. Olha, aqui anos 90, está pintando na sua telinha. Miri, seja bem-vinda de novo ao Terro Sem Medo. Essa pauta aqui surgiu porque a Miri postou um trecho desse filme. Eu falei, porra, estou querendo assistir esse filme. Quando a gente for gravar, você está convidada. Ela falou, não, fechou. E estamos aqui.

Ai gente, muito obrigada pelo convite viu agradeço imensamente foi a partir dela que a gente assistiu o filme foi que eu conheci o filme eu já tinha visto no Youtube apareceu um coisinho de trailer e tal, aí eu falei não sei, não me agradou, mas ela pegou um trecho exato que eu falei, esse filme deve ser meio sinistro

Oi, gente! Estou aqui de novo. Eu sou a Mili, do canal Papo de Filme. Você consegue me encontrar no YouTube como Papo de Filme ou na Twitch como Mili Papo de Filme. Todo dia, ou pelo menos quase todo dia, eu tô lá assistindo um filminho com vocês. Cara, esse trecho em específico, eu tava assistindo o filme e, cara, quando eu vi essa cena que eu postei lá, deu um arrepio. Eu falei, gente, isso daria um corte muito bom porque essa cena é boa que o guri tá andando, parece o cara atrás dele. Eu falei, nossa, eu vou fazer um cortezinho disso aí.

Mas é isso, sigam a Millie e assistam filmes com ela lá. Vai estar os links da Millie todos no post, para quem está chegando hoje e não conhece o trabalho dela ainda. E vamos para mais uma pauta de joguinhos do mal. Não sei vocês, mas eu tenho pavor de ficar preso em qualquer lugar. Começa a me dar claustrofobia, uns arrepios, é sinistro demais. Eu já fiquei preso num lugar que foi bem estranho.

O que acontece nesse filme é, no mínimo, muito mais assustador do que ficar apenas preso em algum lugar. Então, bora falar de Exit 8 ou A Saída 8.

Temos sinopse por esse filme, Bolíte? Temos. Um homem se perde numa passagem subterrânea. Seguindo um guia, eventos estranhos acontecem. Será esse espaço real conseguirá escapar? Mas que sinopse ruim. Que estranho. Né? Porra.

E onde as pessoas podem assistir este filme? Boletes? No dia do lançamento do podcast, no cinema. Mas também já caiu do caminhão. Caiu do caminhão. E hoje teremos spoilers de Exit 8. Mas antes do podcast, segue o Terror Sem Medo nas redes sociais, no Instagram, Tred, e no YouTube como arroba Terror Sem Medo 13, tudo junto e 13 numeral.

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Mais um joguinho pra gente falar agora. A gente já falou esse ano de videogame duas de vezes. É, e todas as vezes que a gente faz episódio. A gente sempre fala que hoje. 2026. Não é o ano do Cinema de Terror. Mas é o ano do Cinema de Games de Terror. Mais um joguinho pra gente falar agora. A gente já falou esse ano. A gente já falou de videogame duas de vezes. É, e todas as vezes que a gente faz episódio. A gente sempre fala que hoje. 2026. Não é o ano do Cinema de Terror. Mas é o ano do Cinema de Games de Terror. E aí

É verdade. E esse aqui não é o último, ainda vai ter mais um ainda. Vão ter mais. O jogo tem o mesmo nome que, assim, eu falei na apresentação várias vezes, Exit, mas a gente vai chamar de Exit. E se você não gostou, desculpe, é Exit.

Mas aí alguém já jogou. Joguei. Ai, conta pra gente, porque eu não vou jogar. Fala. Gente, eu não sabia que era um jogo, eu assisti o filme sem saber. Enquanto eu tava assistindo, eu falei, nossa gente, isso parece muito um joguinho de anomalia. Super viraria um jogo. Aí quando acabou o filme, eu fui procurar e achei. Pô, não é que é um jogo mesmo? Esse tempo atrás ele entrou na PS Plus, acho. Aí eu acabei baixando pra descobrir como que era. Joguei e descobri que eu sou péssima, porque...

É exatamente a mesma coisa do filme. É aquele corredor, tem os quadros, as portas. O cara é meio calvo andando ali. Só que, gente, é umas anomalias, assim, que você tem que prestar muita atenção pra não acabar errando. Porque é umas coisas, é um quadrinho que se mexe. Tem uma hora ou outra que o carinha que tá andando aparece meio deformado, que aí você consegue perceber na hora. Nossa, é coisa de sumir... Maçaneta. Maçaneta de porta. Ah, gente, é muito difícil. Eu passei raiva jogando aquilo. Cara, eu vou jogar.

Não, não é muito de medo. Não tem um ou outro jump scare só, mas eu não considerei ele um jogo de terror. Quando a gente assistiu o trailer, depois do seu vídeo lá, eu tive a impressão do trailer ser mais assustador do que o filme. Porque o filme em si, ele tem um flirtezinho ali com o terror, mas eu acho que ele é meio ficção científica também, talvez. Não sei, não sei enquadrar esse filme muito bem. A gente não sabe a origem daquilo, para dizer até se é uma...

Isso é uma ficção científica, né? Queria trazer ele pro podcast, porque acho que ele meio que encaixa um pouco com o nosso tema, né? Ele é um terror meio psicológico também, né? Porque rola toda aquela treta do começo, né? Dele estar vendo ali uma discussão entre um cara com uma mulher que tá com um bebê no colo, né?

E aí o bebê tá chorando, ele tá querendo que o bebê calhe a boca ali, né? Tipo, fique quieto e tal. E aí ela não consegue fazer o bebê parar de chorar, porque é um bebê, né? Ele começa a brigar com ela e tal, começa a gritar e ninguém faz nada. E ele é uma pessoa que tá percebendo isso, porque até então ninguém nem tá olhando praquilo, né?

E ele olha, ele vê, ele não faz nada. E depois a gente percebe que talvez isso seja uma forma até dele tá escolhendo entre ser pai ou não. Porque a parceira dele liga pra ele. E falando que tá grávida e tá querendo fazer um aborto. Não sabe se faz ou não um aborto. Então você vê que tipo, cara, será que ele ficou assim? Porque ele tá vendo o futuro da parceira dele ou o futuro dele. É difícil. Então aí pra mim eu acho que foi mais um terror psicológico de...

Te colocar numa situação em que você vai fazer o certo ou o errado. O errado vai fazer você ficar meio que fosse um karma, né? Você vai ficar vivendo o seu karma até você quebrar ele, né? Então é meio que isso mesmo, né? Eu também vi... Parece assim, pelo menos pra mim. Eu também vi esse filme muito como um filme de decisões e consequências dessas decisões. Aham. Porque ele volta pro começo depois, né?

É, ele volta pro começão, ele não sai do 5 e vai pro 4, ele sai do 5 e vai pro 1. Não, não, eu digo no final do filme, ele volta pro começo, né? Pra ele, onde ele vê o trem do cara sendo escroto com a mulher e tal. E assim, eu acho que aquilo ali, aquela parte é uma crítica ao próprio Japão, porque aquilo deve acontecer, não duvido nada. Mulheres japonesas no trem, no Japão, em qualquer outro lugar, né?

E aí também é essa questão de decisão. Porque eu tive essa percepção, né? Mas a gente pode ir escorrendo ao longo do podcast. Eu acho legal que no final, que você falou dessas tomadas de decisão dele, no final ele já toma outra decisão. Porque ele meio que tira o fone e vai lá meio que ajudar ela. Só que aí o filme corta e acaba. Antes a gente vê. Só que aí parece que ele decidiu que quer ser pai. É verdade. E viver essa situação de novo é como se ele tivesse uma outra chance pra ele fazer diferente, né?

Eu digo que também é uma coisa sobre decisão, porque tudo é decisão. No caso, eu vejo como isso. Se ele toma uma atitude ou não contra o cara sendo escroto com a mulher, a questão dele passar pela mesma pessoa várias vezes, e aí ele tomar a decisão de falar com aquela pessoa. Falar com uma pessoa em algum momento, você muda a situação toda.

Então, e o menininho, quando ele encontra o menininho, ele tem a decisão de se ele vai ajudar o menininho ou não. Como ele é um cara meio que não sabe o que é da vida, porque parece que é isso, que ele não sabe o que é da vida, porque a parceira dele quer uma opção, quer que ele tome uma decisão e ele não toma, então ele teve que passar por tudo aquilo pra poder tomar uma decisão. Aham, e aquele menininho, no caso, era filho dele também, né? Porque depois a namorada dele aparece lá no...

no túnel, e a criança chamar ela de mãe, é verdade então era um filho ali que ele tava meio que decidindo se queria ou não depois ele vê a criança ali e resolve ajudar ela, resolve ficar com ela no final tem até ideia que ele quer ser pai mesmo eu vi alguém comentando sobre isso falando que aquele lugar parece que meio que um purgatório, pra você tomar decisões mesmo, o cara que fica andando lá o andarilho ele no começo era uma pessoa mesmo

Antes de ser uma assombração que fica ali só andando. E ele teve a chance de ajudar a criança. O que ele fez? Ele meio que empurrou ela e saiu correndo. Ele consegue sair da linha do trem, não é? Mostra ele subir numa escada lá, né? Ah, ele subiu uma escada, é verdade. Então, mas será que não é uma anomalia aquela escada? Porque ele não chegou na saída 8.

É verdade, se eu não me engano ele sobe na 6, né? Não lembro. É, acho que é na 6, é. Eu acho que todo mundo que passa ali, em algum momento já esteve naquela situação. Até a menina lá que trava, que é uma das cenas mais sinistras, que é quando você tá vendo a perspectiva do andarilho, que ele encontra a colegial, que a voz dela muda, assim, ela trava e tal, é bem estranho. Eu também acho que ela é um personagem, não, é uma pessoa que esteve naquela situação também.

o NPC, né? Porque assim, a gente vê todo mundo como NPC em algum momento, né? Todo mundo é protagonista e todo mundo é NPC. Porque começa, né, com o perdido lá, né? O cara perdido lá, que é o do começo. Andando, andando, andando, ninguém olha pra ele, porque ninguém existe ali, na verdade, sei lá, né? As pessoas fazem parte daquele cenário ali, então meio que ele não é uma anomalia, ele é só mais uma pessoa que tem que passar ali, porque se ele não passa...

Isso seria uma anomalia. E aí, beleza. Mas depois a gente começa a ver a vida dele, né? Que até então não tem ainda o Perdido, né? Então parece que se você não o encontra ali, dependendo de onde você vai, você vira um NPC ali no... Você se torna parte daquilo, né? Eu também entendi isso. É. O filme, ele também... Acho que ele deixou meio aberto, né? Essa compreensão do que é e do que não é, né? Sim. E eu achei isso interessante.

Pra mim, não ficou uma ponta solta, não. Pra mim, a história era do Perdido. E a história dele foi fechada ali.

E eu acho que a menina é, talvez, ali uma pontinha pra um 2, né? Um Exit 8 2. Mas os caras tiraram o leite de pedra desse jogo, tá? Porque no jogo não tem nada disso. Não mostra a história do cara, não mostra essa menina. É só o cara ali andando no corredor, vendo anomalia. Aí você vai ou volta, se você vê alguma anomalia. Mas é só isso o jogo. Ele é bem rapidinho de zerar. Nossa, eu iria adorar esse jogo, gente. Eu fiquei com medo de ter muito jumpscare, eu nem joguei, cara.

Não, não tem nada. É um ou outro só. Porque Jump Sky em videogame eu fico cagado. Em filme eu nem ligo muito, mas em jogo, puta merda. Cara, eu achei incrível esse filme, porque pra mim, eu fico pensando no jogo. E ele é meio que então um puzzle em tempo real, né? Não é um puzzle que você joga ali e volta pro jogo. Joga ali e volta pro jogo. O jogo é um puzzle que você vai vendo ali, né? Como se a gente estivesse vendo aquilo.

A primeira mudança, que é o teto lá, com um monte de luz, eu fui ver no finalzinho só. Que é um monte de... As lâmpadas estão todas mexidas assim. Eu comecei a prestar atenção, porque assim, é legal que no filme, ele não mostra isso logo de primeira, né? Tem uma cena lá, que começa a escorrer alguma coisa do teto, e aí ele volta pro primeiro, mas ele tava no segundo, se eu não me engano. E eu fiquei assim... Ah, porque lá tem 0-1, né? Ou é um direto? Não, começa no...

No 1, né? Quer dizer... Começa no 0. Aí ele tava no 1 ou 2, não lembro. Aí começou a escorrer coisa assim, ele continuou. E eu tinha visto isso e ele foi pro 0 de novo. Aí eu pensei, eu acho que ele tem que voltar quando coisar. Ou porque ele tinha voltado. Porque ele não lê as regras, né? Ele não lê. Aí quando ele lê, eu fiquei assim, cara... Na verdade, não que ele tenha que voltar. Eu pensei assim, mano, já percebeu que toda vez que acontece alguma coisa estranha, ele volta pro 0?

Então, pra ele andar... Porque, assim, na minha cabeça, ele tinha que continuar indo, sabe? Ele sempre ia ir pro zero de novo, entende? Sei lá, não ia voltar, por exemplo. Na minha cabeça, eu não sei o que eu tava pensando. Aí foi o momento que ele leu e, realmente, ele não tem que ir. Ele tem que voltar sempre. E aí é legal que a gente fica jogando junto no filme, né? É verdade. Porque a gente começa a prestar atenção nas coisas. A gente decorou, né? É o que ele falou, é.

Eu não lembro mais, porque já fazia um tempo que tinha assistido o filme. A gente decorou tudo, assim, sabe? Dos fôsseis e tal. A gente decorou porta, porta, saída de ar, porta, saída de ar, homem. Beleza. Aí quando não tinha maçaneta, você tinha falado, né? Ai, a porta não tem maçaneta. E aí não tinha maçaneta, acabou, sabe? Tem hora que a maçaneta tá no meio. É, verdade. É legal.

É muito estranho, né? Você vê a mesma pessoa passando várias vezes, né? Deve ter sido extremamente cansativo fazer essa cena toda hora, né? Nossa, sim. Porque tinha que repetir. O cara em si não tem uma anomalia muito grande, né? Não tem uma deformação nem nada, né? Eu achei que em algum momento ia ter uma deformação, alguma coisa. Só tem a cena do susto que você fez o corte, né? Que é uma anomalia. O cara volta pra dar um susto nele, né?

Pois é, nossa, que cena maravilhosa, aquele sorriso psicopata dele. Sim, cara. Acho que eu até comentei isso no podcast, gente, mas eu morro de medo de ter gente me observando. E, nossa, quando eu vi aquele cara parando e olhando pra ele, eu falei, é isso, é disso que eu tenho medo. Nossa senhora, gente. O cara é meio familiar, né? Um cara calvão. É, é calveludo, né? Porque ele tem o cabelinho amarradinho. Tem, na verdade, tem cabelinho amarrado. Calvo de rabo de cavalo. É verdade.

Quando ele tá sozinho, né? Quando a gente vê a perspectiva dele, a gente vê que ele é um cara bem comum, assim, né? É. É só um trabalhador que se ferrou e tá preso ali, né? Por exemplo, quando ele tá com um menininho, com um garotinho lá, ele não dá valor pro que o menino tá fazendo. Tem um momento que tá... Eu não lembro se tá sem maçaneta. O menino fala assim, né? E ele para. Eu acho que ele fica só olhando pra porta. Ah, é verdade. Só olhando, é.

E aí o cara fala, vem, vem, que não sei o que. Daí é isso. E o cara não vai. E aí nisso ele vai pra frente. Tipo, esquece o menino lá, vai pra frente. Quando ele vê, ele tá no zero de novo. E aí acontece a mesma coisa na hora que... Eu não lembro se tá com o maçaneta no meio ou com a maçaneta fora. Mas com o perdido, também acontece isso. A mesma coisa com o menino. E ele vai e ele já se ligou que ele tem que voltar. Nisso ele olha, fala que a porta tá assim.

E aí eles voltam. E nisso ele fica muito, parece que com o menino, ele tem mais vivacidade, assim. Porque até então ele só fica, pôster 1, pôster 2, pôster 3, porta, saída de ar, porta, homem, porta. E aí ele vai assim, sem vida. Aí quando ele tá com o garotinho, parece que ele cria essa vida, assim, diferente do cara. Que provavelmente o cara, tipo assim, não queria ter filho, não queria cuidar de uma criança e tal. E tá tudo bem, entende? Tipo, foi embora sozinho e pronto.

E aí ele, eu acho que é aí que ele percebe que se eu tivesse um filho, eu iria dar a minha vida pelo filho. Porque ele realmente dá a vida dele pela criança ali, né, praticamente. Assim, eu não sei se esse filme é por conta do Japão ter uma... ter problema de natalidade, né, porque há uma população que está envelhecendo e não tem... tem poucas...

novas crianças nascendo ou se o filme é meio moralista anti-aborto. Eu tive até essa discussão com vocês no final. Mas talvez seja mais em questão de não estar tendo tanta natalidade assim. Até porque tá bem alta joguinhos colocarem crianças no meio. Preg mata, se não me engano. Aquela criancinha fofíssima Diana. Uma tentativa também de fazer a galera começar a ter filho.

Talvez seja isso mesmo, né? E assim, as cenas que ele tá com um menininho fora, eu confesso que durante o filme eu fiquei bem confuso. Falei, calma aí, eu não tô entendendo isso. Me lembrou Lost, sabe? Que tem aqueles fast forward que ia pra frente, mostrava o futuro. E ali parece que foi meio isso, né? Mostrando um futuro possível, né? Se ele conseguisse sair. Mas mesmo... Aí eu fiquei assim, mano, mas isso é agora? Isso é antes?

Eu imaginei que fosse mais um delírio mesmo, assim, sabe? Uma coisa da cabeça dele mesmo, assim, sabe? Tipo, não que o garoto não existisse, mas naquela situação ele existia, sabe? E ele tava ali visualizando o futuro, mas no presente. Sim. Eu fiquei com essa mesma impressão também. Que ele tava tendo uns vislumbres do futuro, do que ele poderia ter ali dentro.

Até pra ele ver, né, será que eu quero ser pai mesmo? Será que se tivesse uma criança que eu iria me, como é que fala? Ter essa preocupação tão grande com essa criança, ou eu iria ficar meio, tipo, ah, pelo jeito que ele tava tratando o menino, assim, sabe? Dando valor pro que o menino fazia e tal. Respeitando o tempo da criança e tal. Eu pensei, tipo, ah, eu acho que ele realmente quer ser pai, sabe? E decidiu ali naquele momento, assim. Ah, eu tava pesquisando aqui no Japão o aborto é legal.

Ah, é? É, há mais de 70 anos. É, então, ela tava aparecendo, tava numa clínica, né, pra isso. É, eu acho que era mais uma questão de, tipo, e aí, aborto ou não? Porque a gente quer ter filho agora ou a gente não quer, sabe? Como é legal, eu não sei como é que funcionaria uma conversa num país legal, sabe? De, tipo, sobre aborto. Aqui a gente sempre respeita a questão da mulher e tal, né? Mas aqui não é legal, então meio que a gente nunca sabe como seria uma conversa.

Porque, assim, teoricamente, no Japão também não precisa do aval do parceiro pra fazer aborto. Ela pode fazer quando ela quiser. Eu acho que era mais uma conversa casual, tipo, a gente quer ou a gente não quer, sabe? Aí é isso, daí meio que... Sim, entendi. O Japão é meio que o ideal que fosse no Brasil também, né?

É, com certeza. Apesar de lá ser um país super retrógrado em várias coisas, é avançado em outras, né? É, verdade. Uma coisa que a gente não comentou foi o roteiro e a direção, é do Genki Kawamura. Tava pesquisando, o cara fez uma porrada de anime, cara. Assim, eu não sou o cara dos anime. Não sei se a Millie é... Ah, eu assisti alguns já, mas não sou uma grande conhecedora de animes.

Então a mesma coisa da Eu e da Cal, a gente assistiu alguns, mas também não é grande conhecedor. Eu falo que eu sou fã de One Piece, mas eu só assisto One Piece, eu não sou... Só assisto One Piece. E tem contribuição do Kentaro Hirasi, ele é o criador do jogo, o Exit 8, o jogo original. O Lost Man, que é o perdido, ele é o Kazi... Kazunari Minomia.

Ele fez dois filmes baseados em anime. Um é o Guns, que é um filme até interessante sobre o anime Guns. Assassination Classroom, cara. Eu não sabia que tinha live action desse anime. Nossa, que legal. E acho que vou trazer podcast um dia. Eu não sabia que tinha live action. Eu não sabia que tinha live action. Eu não sabia que legal.

Quando eu fiz a pauta, e aí, o que eu sei desse anime é mais ou menos assim, é um alienígena que chega na Terra e ele vai dar aula numa escola, e aí acho que tem que matarem ele, alguma coisa se eu não lembro exatamente. Ele meio que chega com o processo de substituto, acho, e fala que tem que tentar matar ele. É, então, e ele é meio um polvo, assim, né, ele é um polvo amarelo, cheio de tentáculos e tal, achei interessante, cara.

Eu achei legal que esse Lost Man, o Kazunari, ele tem 40 e todos os anos. Cara, eu jurava que ele tinha uns 20 e poucos. É, mano. O cara tem bom cara de jovem, né? Mano, ele tem 40 e poucos anos. Não sabia disso, não. Nossa, eu também não sabia, não. Pra mim, ele era jovem. É. E ele faz parte de uma boyband japonesa, assim, que é o Arashi.

Caralho, o cara faz parte de uma boy band de 40 anos. Então, por isso que eu fiquei chocada que ele tem 40 e poucos anos. Se for pensar bem, Backstreet Boys também o povo tem quase 50, né? Ah, mas eles não estão na ativa mais, né? Estão, fizeram show esses tempos agora, aqui no Brasil, inclusive. É, pra gente finalizar, porque esse filme, assim, não tem muito o que a gente discorrer sobre o filme, porque o filme é meio que uma repetição de acontecimentos, né? Vai ficar rodando, rodando e vai sair do lugar, né? Exatamente. Literalmente.

Ele, além dele ser membro de boyband, ter mais de 40 anos ser ator do filme ele também contribuiu com o roteiro fazendo algumas partes de escrita dele, né de textos que ele queria falar e tal tá estreando no Brasil agora, né já estreou na realidade, né, estreou no dia 30 de abril mas esse filme foi pra Cannes no ano passado 2025, né, esteve lá e foi ovacionado por 8 minutos só porque se chama saída 8, mentira e aí

Foi um acaso, talvez, não sei. Foi vacinado por oito minutos dentro do festival. E assim, cara, agora a gente pode já até ir indo pro final, né? Eu gostei, achei o filme muito bom. Como a Miri falou, se o jogo não tem aquilo, os caras realmente fizeram um trabalho muito bom.

Cara, é assim que faz filme de jogo, né? Você coloca lá uma pitada de filme de terror. Ou uma pitada de filme, sei lá, alguma coisa ali. Pra deixar o filme interessante, né? Eu achei interessante. Não sei se a intenção do jogo era essa. Porque a gente sabe que o nome do jogo é Exit 8. E o filme também e tal. Mano, o lance de ser infinito, infinito, infinito.

Até no final, eles colocam o oito e viram pra fazer o símbolo do infinito. Então eu achei tão legal isso que enquanto a gente estava conversando eu falei pra você, eu falei, cara, o negócio é infinito e o oito, se você deita, vira um infinito. E no final aparece isso. Eu falei, cara, com certeza foi pensado nisso. Ah, com certeza. Eu acho que símbolo do infinito é... É padrão pra tudo, pra todo mundo.

Legal, né? Legal. Eu tô sentindo que quem tá ouvindo agora tava assim, nossa, Cal, descobriu. Ah, mas você descobriu pra você, hein? É verdade, é verdade. Eu nem tinha pensado nisso até você falar isso. Não, eu nem falo assim. Eu lembrei daquele mesmo da guria com o cafezinho abrindo a tampa. Ah, dá pra tomar café na tampa, Du. É verdade.

Qual que é a sua nota, Emile, para Exit 8? E antes de você dar a sua nota, quem chegou aqui agora, nossas notas são de 0,5. Eu achei que foi legal, achei ele bem divertido. Levando em consideração as adaptações de jogo que a gente ainda tendo recentemente, eu achei esse aqui bem acima da média, viu? Em comparação com os outros, né? Porque a régua estava bem baixa.

Mas pra mim, galera, eu acho que ele conseguiu expandir o que tinha no jogo, porque o jogo, como eu falei, é bem simples, é só um cara no corredor procurando anomalia. Então ele conseguiu expandir a mitologia ali do jogo e trazer um suspensezinho, uma coisinha ali, outra, pra gente ficar discutindo, ver o que é. Eu achei legal, pra mim é uma notinha 3. E você, Bolides, qual que é a sua notinha?

Olha, minha nota, 4.8. 4.8? 4.8. Porque eu realmente gostei muito do filme, eu achei bem inventivo, e eu fiquei com muita vontade de jogar o jogo de verdade dessa vez. Porque eu gosto muito de puzzles, e esses jogos que você tem que prestar atenção, e tudo. E a Miri contando sobre o jogo, me deu uma ainda mais vontade de jogá-lo. Assim que tiver de graça em alguma plataforma pra PC, a gente pega. E você, Bits, qual que é a sua notinha? A minha nota é 3,5.

nossa, olha, bem variado mas ele é um filme muito simples e a gente conseguiu também tirar leite de pedra do filme porque é um filme bem simples, né? 30 minutos de papo porque eu achei que de repente teria alguma discussão a mais, mas realmente a gente não tem, tipo, muito é aquilo, mais umas considerações nossas sobre o filme

Não tem muito o que pensar além, porque assim, ele te coloca um problema no começo, tem todos os conflitos ali dentro do corredor do metrô, você vê que ele mudou a perspectiva dele. Então, teoricamente, aquilo ali foi pra ele saber o que fazer em momentos de, sei lá, entende? Tipo, que ele precisa agir, que ele sente que ele precisaria agir, porque teoricamente, né, como a gente viu lá no começo, ninguém tava vendo a situação, só ele, ele poderia ser a pessoa que poderia agir, sabe? Aí é isso, quebrar aquilo, enfim.

Mas eu achei interessante o filme, eu gostei bastante. Ah, eu gostei pra caralho do filme. Qual que é a nossa média, Bolíte? Nossa média é 3,8. Mas na conta aqui foi 3,7. Não, 3,766666, uma dízima periódica. 3,8, tá ótimo.

Ótimo. Então é isso, Mili. Muito obrigado por ter aparecido aqui pra falar desse filme e também de ter, sem querer, apresentado esse filme pra gente, porque ele ia passar muito despercebido até a Paris Filmes trazer esse filme pro Brasil, né? Sim, e a Mili vai fazer o jabá dela aqui e aproveitem pra seguir ela, porque assim como a gente teve dica de filme pra gente trazer aqui pro podcast, você pode ter dica de filme também pra você assistir com a sua família, sozinho, whatever, sei lá, com crush.

e assistir filme com a Milly também vai lá assistir filme com a Milly gente, obrigadão pelo convite de novo adoro participar aqui, acho vocês uns divos vocês me encontram no meu youtube como papo de filme ou na twitch como Milly papo de filme estou lá todo dia vendo um filminho ou jogando alguma coisa, dependendo do meu humor ah, legal vai estar todos os links no post novamente, nas redes sociais também então é isso, muito obrigado, até semana que vem tchau, tchau

E aí

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