PAPO TERAPÊUTICO
- Utilidade dos problemas e padrões repetitivosUtilidade por trás dos problemas · Padrão de repetição em relações · Necessidade de aprovação · Baixa autoestima · Sensação de insuficiência · Honrar padrões familiares inconscientemente · Repetição de dores de gerações anteriores
- Por que as pessoas fogem da terapiaMedo de ser confundido com loucura · Medo de parecer fraco ou frágil · Medo de acessar emoções · Medo de descobrir verdades sobre si · Medo de perder o controle · Medo de mostrar vulnerabilidade · Medo de acessar dores antigas · Resistência a processos terapêuticos
- Terapia de casal e relacionamentosEvitar terapia leva à separação · Conflitos e desentendimentos em relacionamentos · Bagagens de famílias de origem · Responsabilidade individual nas dores · Medos, traumas e falta de responsabilização · Dependência emocional
- O corpo como manifestação de dores emocionaisDoenças como manifestação de problemas não resolvidos · Medicina germânica e doenças físicas · Traumas invisíveis · Ansiedade e depressão · Obesidade como doença emocional · Câncer como manifestação de emoções não resolvidas · Frustração e doença
- Transformação PessoalTerapia como processo de transformação · Ativação de recursos internos · Autonomia no processo terapêutico · Arrumar a casa interna · Ego exacerbado · Vulnerabilidade como força · Medo da transformação desconhecida
- Valores invertidos e prioridades na vidaPrioridade para viagens e carnaval · Parcelamento de bens de consumo · Terapia como custo fixo · Diferença entre 'ser' e 'ter' · Privilégio de ter necessidades básicas atendidas
- Autoconhecimento e TerapiaTerapia como ferramenta de autoconhecimento · Despertar a consciência não resolve a dor · Conteúdo de internet não substitui terapia · Terapia para lidar com pessoas
Vamos iniciar mais uma live. Boa noite. Dessa vez, pássaro. Que brilho ainda. Que brilho, Tica. Saudades, Isa.
Vamos falar o tema de hoje, amor. Fala aqui, terapia. Processos terapêuticos.
Mais especificamente, por que as pessoas fogem da terapia? Boa noite, boa noite, Tantora. Hoje é dia das revelações. Antes de mais nada, obrigado por você estar aqui também. Obrigado por ter vocês. Para mim é uma honra. Vamos começar aqui mais uma live terapêutica, uma live, um papo terapêutico.
onde a ideia nossa é mergulhar no mundo da terapia. Para você que está aqui ao vivo, assistindo com a gente, mas também para você que, de repente, vai ver depois em algum outro horário ou, então, ouvir no Spotify ou em alguma plataforma de podcast. Está cheando aí para você ou não? Não, não. Para mim, estou ouvindo um barulho, um chiado aqui. Não, está tudo tranquilo. É? Está tudo tranquilo. Está tudo tranquilo.
Essa é a impressão minha. E o mergulho de hoje vai ser especificamente sobre terapia, né? Sim. Vamos explicar por que as pessoas resistem à terapia. Quais os...
malefícios disso, quais as consequências disso, e por que a gente deve se abrir para a terapia. Então, são três pontos importantes que a gente vai olhar para isso hoje, e eu tenho certeza que isso vai trazer muitas respostas, vai ampliar muito a consciência das pessoas, e vai dar um boom na cabeça, vai quebrar muitas crenças.
E vai desatar alguns nós também, porque toda vez que a gente está falando de processo terapêutico, automaticamente a gente entra também em um lugar que é muito reservado, que muitas pessoas não permitem que a gente entre. Mas quando a pessoa está ouvindo, está sentindo, ela começa também a movimentar alguma coisa aqui dentro dela, começa a despertar um desejo e até uma consciência dentro dela.
Deixa eu pedir uma coisa para você que está entrando agora. O papo vai ser terapêutico, vai ser falar sobre terapia de forma geral. Então, se você ainda não nos segue, por favor, nos segue, ative aí. Em algum lugar dessa live tem uma setinha, clica nela, para que você possa compartilhar e trazer mais pessoas para cá, para estar com a gente. Por favor, é uma live que você pode comentar a hora que você quiser e trazer coisas. Sim, é bom interagir que aí vai...
Vai aqui se sentando, movimentando. Olha, uma coisa que a gente pode começar a falar aqui que eu acho que é extremamente importante é...
A grande ideia de fazer terapia, seja com psicólogos, seja com estiloterapeuta, seja com a nutrição, terapia sistêmica, não importa. Buscar um recurso para te levar para um outro hemisfério, realmente resolver questões, tem sido algo que a maioria das pessoas tem resistido. E eu vou começar com um tema aqui.
E você vai puxando aqui outros temas, por favor. Mas eu quero começar com um tema aqui que é... Eu não sei se você já percebeu que tem casais, por exemplo, que eles evitam um processo terapêutico, ir ao terapeuta, fazer terapia, terapêutica terapêutica terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, terapêutica, e lá na frente eles acabam se separando, talvez...
Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat
fritos. Olha, tem alguém dizendo que o áudio está com eco. Eu estou te dizendo que tem alguma coisa, tem um barulho aqui. Eu não estou conseguindo nem ver o chat. Não sei nem quem está aqui, presidente. Eu sei que tem já várias pessoas entrando, mas não consigo ver quem está escrevendo, tá? Será que o barulho está com eco? Pode ser. Tá. A Júlia está dizendo que o áudio está com eco, sim. Eu não sei se é o meu. Vou tentar colocar aqui um fone, então. Peraí.
O áudio do Eric que ela está falando. A Edithé disse que é o áudio do Eric. Testa aí. Vê se está bom agora? Não. É o meu. Agora, por que o meu está assim? Talvez seria melhor você desligar o microfone. Ele estava desligado. Ele disse justamente para testar com ele se funcionaria melhor. Mais alguém aí está ouvindo o eco? Além da Ju e da Edithé? Ei, ei.
Contem aí para mim se está com eco ainda. Está com eco? Está melhor ou não? É porque eu falei no começo. Escreve aí, gente, se está com eco ainda. Eu acho que está dando eco, sim. Está com ruído. Eu não sei por que está com esse...
Pronto, vamos testar aí. Vamos indo e vamos testando. Vamos. Então, eu estava dizendo que tem muitos casais que eles acabam se separando porque, de alguma forma, eles não procuraram ajuda terapêutica em algum momento. E essa falta de ajuda terapêutica acaba trazendo... Isso está me incomodando. Olha, que droga isso. Porque realmente tem alguma coisa errada. Não sei por que está dando eco. Estou ouvindo daqui um ruído na minha fala.
Seu computador não está ligado, não? Não, eu não estou usando o computador. Mas vai falando, por favor, enquanto eu vou tentando ver... Complementando o que o Eric está falando. Muitas vezes acontecem brigas, acontecem desentendimentos. A relação tem momentos que começa a deixar dúvida se aquilo vai funcionar bem, se os dois estão no caminho certo, se não foram decisões erradas.
E aí, gente, é como eu costumo falar, não é falta de amor, é excesso de conflito, de bagagens que cada um vem trazendo das famílias de origem, né? Então, quando duas pessoas se encontram, elas se encontram com o propósito de serem felizes. Mas, por trás disso, elas precisam entender que ser feliz, muitas vezes, é olhar cada um para as suas dores. E aí é que entra...
É a responsabilidade de cada um de olhar para as suas dores, não é, Eric? Pois eu acho que a maioria não olha para as dores. Não, a gente fica cada um tentando responsabilizar os outros pelas nossas dores e dando o poder ao outro de resolver os nossos problemas. E a terapia, gente, ela serve muito para isso, para expandir a consciência de cada um.
Porque por trás dos conflitos, os conflitos são gerados por causa de quê? Por causa dos medos, por causa dos traumas, por causa da falta de responsabilização de cada um. Então, aqui a gente está indo para a esfera um pouco da relação, para a esfera do casamento, mas não é só sobre isso, porque o ser humano não vive só de relação. Deixa eu só fazer um teste com você aqui.
Mesmo assim, eu continuo ouvindo um chiado. Você vai ter que falar. Eu não escuto, eu não escuto esse ruído. Eu não escuto. Se estiver incomodando muito as pessoas, talvez a gente saia e entre novamente, não sei. Está incomodando muito, gente, ou está dando para levar assim? Escreve aí, vocês. Continua.
Sim, ainda continua, mas está dando para levar ou incomoda muito? É um ruído muito grande. Escreve só aí para a gente saber. Agora estou escutando um pouquinho, sim. Eu acho que, voltando aqui, eu acho que o maior foco disso é...
o conflito em si mas é a falta de buscar ajuda por qualquer motivo, que aqui pouco importa porque cada um vai ter uma ideia de o porquê não busca ajuda, entende? Sim. Eu acho que muita gente não faz terapia porque tem medo de ser confundido com loucura ou tem medo de achar que já que eu preciso de terapia
eu pareço fraco, entende? Sim, sim. Eu acho que muita gente parece, sente fraco ou frágil diante de outra pessoa. Sim, sim, é a vulnerabilidade, né? Escreve aí, quem está aí ao vivo, escreve aí, por favor, quais são os motivos que impedem vocês de fazerem terapia? Eu queria que cada um de vocês escrevesse aí para a gente ter uma ideia, tá? E eu acho que as pessoas, elas não relutam contra a terapia em si.
Porque hoje já se fala muito em processo terapêutico, muitas pessoas querem, mas por que elas não vão? Eu acho que não é o medo da terapia, é o medo de acessar emoções, é o medo de descobrir verdades da própria pessoa, é o medo de perder o controle da situação, de mostrar fraqueza, vulnerabilidade.
E de acessar novamente as dores. Porque, claro, gente, a gente não pode brincar aqui e dizer que terapia são flores. Tem momentos da terapia que são muito aconchegantes, fortalecedores.
Mas tem momentos da terapia que a gente acessa, a depender do viés da terapia, a gente acessa algumas dores. A gente tem lembranças, então tem pessoas que não gostam de lembrar de certas situações, de identificar a dor e se responsabilizar por ela, não é, meu amor? Eu acho que a maioria, né? Sim. Eu acho que essa é a parte que impede as pessoas de quererem muito fazer o processo terapêutico.
Eu tenho uma pessoa que me segue no TikTok e ela diz assim, eu sou apaixonada pela forma como você fala e o meu sonho é fazer terapia com você. Eu disse, mas é tão acessível a terapia. Ela, mas eu tenho medo de encontrar dentro de mim coisas que eu não quero ver. Então, olhe o medo aí por trás. E, na verdade, a gente não é bem assim. A gente que romantiza muito a terapia.
Uma coisa muito engraçada no processo é que nós conhecemos clientes que até iniciam um processo terapêutico, começam um processo, porque têm coragem, porque gostam e desistem. Eu estava antes de falar pensando nisso, a gente tem poucas pessoas que desistem, mas nós já tivemos mais pessoas que desistiam. É aquele momento que, quando você começa a enfrentar a questão e descobre que a sua mãe...
uma das responsáveis pela programação que você tem hoje no seu pai, você começa a criar um conflito que, peraí, com a minha mãe eu não quero. Ou será que foi isso mesmo que aconteceu na minha infância, na minha adolescência? E a pessoa foge daquela situação. E ela prefere permanecer cada vez mais longe de tudo do que realmente focada naquilo que vai...
provavelmente libertá-la, que vai levar ela para um outro nível. É a mesma coisa quando nós falamos da intimidade que nós temos com Deus, com o Criador, e quanto mais intimidade nós temos com Deus, parece que as dificuldades ao nosso redor, não é que elas aumentam, mas elas ficam mais visíveis, porque o nosso olho está mais na fé e nós começamos a enxergar aquilo que está comigo.
e hoje não é igual à terapia. Você começa a entrar numa comunhão com o terapeuta, com o processo, a mesma coisa quando a gente fala de Deus. A gente começa a falar, meu Deus, tem alguma coisa errada. Na verdade, não tem nada que está errado a não ser a fuga constante de enfrentar uma realidade. Eu nunca vi em 28 anos alguém, 28 anos fazendo isso, alguém que eu estou atendendo ou direcionando um trabalho.
que vai passar por um processo de algodão doce. Não tem. Terapia é o mesmo órango do amor. Não é o mesmo órango do amor. Terapia é para os fortes. A questão é que tem pessoas que preferem uma dor conhecida do que uma transformação desconhecida. As pessoas têm medo de se transformar.
e a transformação não é você mudar de pessoa, não é você curar as dores e você acessar seus recursos. A transformação é isso aí, você não vai se transformar de Eric para João, nem de Sheila para Antônia. A gente vai continuar sendo as mesmas pessoas, a gente vai ativar recursos e diminuir na gente aquilo que tira toda a nossa potencialidade. Agora, é preciso responsabilidade.
É preciso você ter autonomia também. Você pegar os recursos que o terapeuta te entrega e você ter autonomia para isso. Senão fica aquela coisa de você ficar sempre também precisando do terapeuta. O nosso trabalho é dar autonomia para a pessoa. É desenvolver nela um recurso tão grande que ela passa a ter autonomia. Autonomia no processo terapêutico, autonomia nas relações dela.
autonomia nas decisões, senão fica aquela coisa de tudo que o paciente, o cliente quer e vai perguntar ao terapeuta. Tem uma coisa, amor, que eu acho que é muito comum, que é assim. Está ruim o meu processo atual, mas eu conheço esse processo. Sim, é isso. Eu tenho amigos que fazem parte desse processo.
Aquele ciclo de eu estou junto para reclamar e ouvir a reclamação, para contabilizarmos quem tem a desgraça pior. E ele é desconfortável, mas eu já conheço desconforto.
Ou a pessoa come mais porque está desconfortável, ou bebe mais, ou chora mais, ou culpa pessoas como os pais ou o governo. É muito mais fácil eu culpar alguém. É muito mais fácil eu me anestesiar nas redes sociais ou vendo qualquer tipo de situação. Quantas pessoas, por exemplo, se anestesiam na pornografia?
nas compras, né? São viciadas na pornografia, que é uma forma de prazer imediato e elas ficam completamente focadas naqueles... Nas compras, na comida... Compras, tudo isso. Encarar o problema é complicado. Deixa eu trazer uma coisa para o nosso público aqui, que é algo que eu venho falando muito... O que você falou aqui? Concordo. Já me vi muitas vezes com medo da transformação desconhecida. Isso aí.
uma coisa que eu venho falando muito é sobre arrumar a casa. Quando nós tomamos uma decisão de arrumar a casa, vamos trazer a analogia da casa sem da nossa vida com uma casa física mesmo. Imagina você ir arrumar uma casa. Você tem cômodos para arrumar. E aí, de repente, você vai fazer aquela limpeza você. Tem que trocar de roupa.
uma meia que ficou ali que você não viu, uma roupa que era para doar, que era para jogar fora. E aí você começa a ser a sujeira onde não existia. Nós, então, que temos um gato em casa, é pelo que nós encontramos em lugares que nós nunca imaginávamos. A gente vai para a rua e os pelos acompanham a gente. Arrumar a casa é complicado. E arrumar a casa interna não é diferente.
Porque nós começamos a olhar para nós e, primeiro, para arrumar a casa, entrar num processo terapêutico é arrumar uma casa mental, mas nós começamos a descobrir coisas que nós não gostamos. Temos um ego exacerbado, somos viciados em compras, em coisas. Nós mais queremos ter do que queremos ser.
O mundo está tão louco que nós queremos ser o tempo todo. Eu sou o terapeuta, eu sou o empreendedor, eu sou o escritor, eu sou o empresário, eu sou o marido da Sheila, eu sou a esposa do Eric. Nós sempre queremos ser coisas, né? Eu sou melhor que o meu vizinho, eu sou melhor na corrida, mas ser mesmo...
Nós não lutamos por ser. Nós queremos exibir os nossos troféus, os nossos carros zeros, as nossas viagens, ou as fotos no Instagram, mas ser é difícil. E quando você está na terapia, você usou uma palavra, você é vulnerável. É como se eu chegasse e falasse, eu vou tirar a minha roupa, a roupa toda, e agora eu vou expor aqui, eu me sinto inseguro. Lá fora eu sou muito bom, mas aqui na terapia...
tem o medo de fracassar. O medo de desconhecido, como a Esther colocou muito bem. E aí as pessoas, eu acho que elas evitam esse conflito. Eu queria muito ouvir vocês sobre esse evitar, que é um objetivo maior. Por que não fazer a terapia? E eu vou finalizar dizendo aqui, elas colocam a desculpa em duas coisas importantes, que é, eu não tenho tempo e eu não tenho dinheiro.
que a gente sabe que a maior parte disso é mais desculpa do que uma realidade. O que mais você acha que elas evitam? Por que mais? Olha, eu vou trazer uma coisa aqui que vai impactar algumas pessoas, mas eu preciso dizer isso, tá, gente? Porque senão não seria eu. Existe uma coisa por trás dos nossos problemas.
que muitas vezes a gente não quer resolver, a gente não quer... A gente dá mil desculpas, não tem um tempo, não tem um dinheiro, enfim. Existe uma coisa aqui muito séria, que é o que é que mantém a gente nesse padrão de repetição, nessas relações destrutivas, na sensação de vazio, na procrastinação, na autossabotagem, tudo que está por trás da gente que causa dor.
existe uma utilidade que a gente precisa conhecer e assumir, que deixa a gente nessa necessidade de aprovação, nessa baixa autoestima, nessa sensação de insuficiência. Gravem essa palavra na vida de vocês, utilidade.
Então, muitas vezes você quer fazer terapia, às vezes você tem até dinheiro, às vezes tem até, gente, a ajuda de um terapeuta que diz, eu estou disponível para te ajudar, vamos marcar uma sessão, não vou cobrar nada. Às vezes é... Sabe os 30 minutos que a gente, às vezes, se disponibiliza na internet para ajudar alguém de forma gratuita? E por que tem pessoas que não vão além?
e não aceitam fazer terapia pagando ou não, enfim. Essa utilidade, essa função por trás dos nossos problemas, elas precisam ser vistas. Porque, às vezes, a gente precisa estar na dor.
no problema, no conflito, no sofrimento, para alguma função. Então, quando vocês olham para a vida de vocês e conseguem entender que a vida que a gente está vivendo, o vazio, a frustração, a autocobrança, a dificuldade financeira, às vezes, que tudo isso que eu estou trazendo aqui é o que ocasiona, são as consequências da falta da terapia.
Porque terapia, gente, terapia é vida. Deveria ser o quê? Um custo fixo da pessoa. Assim como a gente tem o aluguel, a prestação da casa, a prestação do carro para pagar, terapia deveria ser o custo fixo da gente. É engraçado, por exemplo, no Brasil também, mas aqui em Portugal, as pessoas se programam muito para viajar.
nas férias agora de agosto. É inegociável. Elas são capazes de juntar dinheiro o ano todo para tirar só sete dias de férias numa praia ou num outro país, mas às vezes ela não consegue juntar dinheiro para entrar num processo que vai... E no Brasil é o quê? No Brasil é... Você paga o ano todo o carnaval.
Porque carnaval você tem que ter lá. Não só o carnaval, outras coisas que você abre mão para poder usufruir, que é muito típico aí do Brasil. Às vezes compra uma coisa cara para ter e tem o parcelamento. E aí você compra uma coisa que é uma fortuna, porque tudo no Brasil é mais caro, e aí você banca ali o parcelamento de 20 vezes. iPhone, que é uma fortuna no Brasil, a pessoa tem que ter o iPhone e ela parcela. Mas não é capaz de pagar todo mês a sua terapia.
Então, são valores invertidos. E quando eu trago aqui a palavra utilidade, é para você ligar a anteninha em você, porque aqui é um momento muito especial dessa live, que é um momento de desbloqueio, é um momento aqui de autoajuda para quem está aqui assistindo e que vai para quem vai assistir depois. E aí, quando eu me pergunto, e você pode se perguntar aí, Eric, e até todas as pessoas que estão aqui, qual é a utilidade que, às vezes, e aí, e aí, e aí, e aí, e aí,
é estar naquela dor da humilhação, de estar em uma relação onde eu não me sinto confortável, de estar em uma profissão que não é a minha realização, de estar em um casamento específico, se sentir refém de uma pessoa. Porque às vezes você aceita traição. Olha quantas coisas eu já trouxe aqui. Por quê? E você está ali. Por quê? Por quê?
Por quê? É uma utilidade, às vezes, que a pessoa tem. É uma definição. Aquela negação tem uma função na vida dela. Sim. Mas eu queria que você desse um exemplo de uma função. Porque eu estou entendendo o que você está dizendo, mas para o público entender melhor. Aquela dor, por exemplo, de não fazer uma terapia de casal para resolver o casamento, tem uma função. Qual é?
Às vezes você está em uma relação, você ama a pessoa, a pessoa te ama, mas o negócio está cheio de conflito lá. E você não quer resolver esse conflito. Você prefere ficar na relação conflituosa, cheia de problema, falta de respeito, falta de paciência, falta de carinho, de prioridade, porque relação tem que ter prioridade. Mas você nem resolve fazendo terapia, nem sai da relação. Então, o que acontece nisso aí? Um sofrimento.
Uma dor que está sendo ativada constantemente dentro dessa relação. Que é essa a função. Mas qual a função dessa dor, por exemplo? Então, eu estar dentro de uma relação em sofrimento, sem sair e sem curar na terapia, é porque eu preciso estar nessa relação doentia. Eu preciso estar passando por todas as dores que essa relação doentia, essa dependência emocional dessa relação me traz.
E, às vezes, quando você vai ver, olhar mesmo para a questão, você percebe, muitas vezes, que tem uma baixa autoestima, mas não tem só isso. Tem um padrão de repetição dentro dessa relação. É aqui que eu queria chegar, o senhor. E aí é que ferra tudo. E aí você diz, agora o que eu vou fazer? Porque eu percebo que tem um problema na relação, eu percebo que isso acontece em todas as relações que eu estou.
E pior, eu percebo que isso vem de outras relações, que não sou eu, não sou eu que estou dentro dessa relação, mas é a relação que minha mãe viveu. Mãe, pai, avô. Que minha avó viveu no casamento. Que uma tia minha vive. Sheila, você pode... Deixa eu te fazer uma pergunta. É como se a pessoa estivesse quase que honrando a mãe.
Eu ouço a minha mãe inconscientemente, repetindo os medos dos padrões, busco na relação homem parecido com o meu pai, que vai me trazer a mesma dor, porque eu preciso manter a linha condutora e não interromper esse processo. Isso, isso. E aí você assumiu isso para você. É como se você tivesse assinado um acordo de que...
Se a relação da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó foi assim, quem sou eu para fazer diferente? Quem sou eu na fila do pão para fazer diferente? E mais, quem sou eu para ser feliz? Quem sou eu para ter uma relação boa, equilibrada? Certo? Então, gente, isso aí não é uma coisa consciente, tá? Não é.
é uma coisa que não se explica. Você consegue entender? Porque você sabe que você está na questão, mas você não consegue sair, você não consegue explicar. E não explica mesmo, você só faz viver isso aí e acabou. Entende? E aí é que a terapia se faz necessária para você primeiro reconhecer isso, porque o que não é visto não é resolvido.
E depois a terapia pega você, pega na mão, para poder ir quebrando esses padrões. E aí, amor, eu queria que você me dissesse como é que quebra esses padrões dentro da terapia. Eu acho que a primeira coisa para quebrar o padrão, interromper esse padrão, é a gente ter consciência dele.
Tenho consciência que eu estou seguindo um padrão, repetindo um padrão. E o padrão não tem que ser exatamente igual. Eu não me acordava a tal hora e dizia a tal hora e eu faço isso. É a repetição desse padrão. Mas se eu tenho essa consciência, como é que você ganha a consciência desse emaranhado que está na minha vida, que é uma repetição, depois que vem a consciência...
tem que fazer um processo terapêutico. Estamos aqui para falar de terapia. A hipnose, por exemplo, é um processo que faz você, ao invés de dormir, despertar, ao invés de... Não é só o transe, é fechar os olhos para o mundo externo e abrir para o mundo interno. Eu acho que esse processo, ele é um processo que funciona muito bem. Deixa eu fazer um teste com você. Coloca o seu... Só enquanto eu estou falando, não mudo.
para eu ver se tem uma microfonia com o seu telefone. Ok. Eu vou falar agora, e eu acho que é uma microfonia com você. Porque como nós estamos do lado, em salas do lado, com o seu desligado, agora não está chiando. Não está fazendo nenhum barulho. Talvez a gente tenha que fazer isso. Quando você for falar, liga, eu paro, e pode ficar melhor. Ufa, agora eu vou ficar até melhor, porque talvez eu já me incomodando esse barulho. Então, eu acho que interromper o padrão é buscar um processo...
terapêutico, que realmente vá caber para a pessoa. Pode ser uma constelação familiar, pode ser uma meditação, pode ser auto-hipnose. Agora, eu nunca vi ninguém interromper um padrão, não estou dizendo que é impossível, mas interromper um padrão sem a ajuda de um especialista, alguém que está olhando para a situação, entende?
Porque quando alguém está olhando, muda tudo. Quando um cliente vem aqui para o consultório online, a gente liga a câmera e ele começa a contar o processo dele. Ele está no emocional, ele está vivendo a negação, ele está ainda culpando. Quantas pessoas nós atendemos que falam assim, olha, mas o problema não sou eu, o problema é ele que é viciado em Netflix. É ele que...
tem pornografia, ele que para. Quando ele ganha consciência, o casal, ou seja, o individual, que vem para o trabalho e vê que o padrão é ele que está repetindo, quer dizer, o problema não é do outro.
O outro também tem questões para ser tratadas, mas aqui nós estamos com você, e é sobre você agora, ok? E nós começamos a identificar o padrão, acho que já é um passo de evolução enorme. Depois é o processo que nós escolhemos para tratar, que a pessoa escolher, que não precisa ser com a gente, não é porque nós estamos aqui ao vivo.
transbordando o nosso conhecimento aqui, que tem que ser conosco. Pode ser que você não goste de processos online ou não vá com a nossa cara e prefere... E eu acho que tem que ir com qualquer pessoa. Qualquer pessoa que possa te ajudar. Quando alguém me pergunta qual é o melhor processo terapêutico que resolve problemas, eu falo aquele que te leva para o resultado...
extraordinário, é aquele que te leva para a transformação. Não, não significa que é a hipnose, pode ser que seja a nutrição, a terapia sistêmica, a psiquiatria. Eu não gosto de medicação, mas pode ser que, em alguns casos, sabemos que a intervenção da medicação é importante. Mas o mais importante aqui é que eu vou aproveitar para pegar um gancho aqui, já que acabou a microfone e eu posso falar mais. Vou pegar um gancho aqui que é assim, quando eu olho para o sistema em geral,
eu vejo que o mundo está muito doente, que as pessoas perderam seus valores completamente e elas não conseguem olhar para o outro como uma forma amigável, elas não conseguem entender o lance do ser e o do ter, elas estão em outro rolê, elas estão em outra vibe aqui, elas não conseguem perceber que a vida é muito curta.
E eu vou aproveitar esse momento para dizer para você que está me vendo ao vivo, ouvindo no Spotify ou então vendo durante a gravação. A vida é muito curta para você todos os dias acordar do lado de quem você não ama. Ela é muito curta para você trabalhar com o que você não gosta. Ela é muito curta para você ter ódio, ter raiva, para você passar estresse.
Hoje nós estamos aqui e não existe garantia que amanhã nós vamos estar. Nós podemos planejar o que nós quisermos, planejar a viagem dos sonhos que ninguém nesse mundo, a não ser o criador, sabe dos nossos passos.
Eu vou dizer, o tempo, o nosso tempo, ele tem uma coisa especial. O tempo é uma moeda rara e preciosa. Por isso que na terapia nós dizemos, não perca o seu tempo. Só que o tempo é a única moeda que nós não conseguimos ver o saldo. Se eu pego o meu cartão do banco e passo ali, eu olho o saldo. Quanto eu tenho de dinheiro e sei quanto eu posso gastar. Mas o tempo não tem saldo, gente. Nós não vamos ver o saldo em nenhum lugar. Ou seja...
eu não sei quanto eu tenho. Eu tenho que aproveitar da melhor forma que eu posso e ir para um processo terapêutico. E quando eu digo vai em qualquer lugar, é para você não achar que eu estou insistindo nisso, para que você venha para ter terapia comigo. Vá para qualquer terapia, faça qualquer processo, mas viva o momento, viva o agora, viva com intensidade, porque você não sabe se você vai conseguir realizar.
duas vezes aquela coisa. Sabe, tá diante do prato da comida? Saboreie o que você come. Faça escolhas que você realmente goste. Não é comer a vontade, senão a minha mulher aqui vai me matar. Mas é o saudável, mas é o... Tá com a pessoa? Beija de verdade. Ama de verdade. Seja intenso. Sabe, aqui dentro de você, coloque intensidade no que você vai fazer. Mas faz de verdade. Vai pra terapia.
Banca a terapia, paga a terapia, mas fala a verdade, fala, eu sou frágil, eu tenho problemas, eu não consigo sozinho, me dá a mão aqui, por favor.
Me ajuda, porque é isso que faz nós melhorarmos em qualquer situação. E pior, tem gente que fala assim, eu não preciso terapia. Terapia não é só sobre você, é para você saber lidar com as pessoas. Mas, às vezes, é você que é a pessoa tóxica. É você que é a pessoa tóxica. E quando você faz terapia, você também alivia a carga da sua família. As outras pessoas ao seu redor, elas... Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat Rat
Era nessa parte aí que eu estava esperando você chegar. Então vai. E justamente isso que você falou, você falou muito bem aí. Porque é nesse momento que a gente vai para a terapia que a gente não vai só pela gente. Porque qual o grande problema da humanidade? É querer ter as coisas, desejar. É querer viver no passado.
e no futuro. E no presente é o lugar que a gente menos vive. Ou a gente está se lamentando, se vitimizando, culpando as pessoas pelas coisas do passado, ou a gente está preocupado com o futuro. E nesse lugar aqui do presente é o único lugar, quando você fala de tempo, Eric, esse lugar do presente que a gente tem que aproveitar esse tempo.
para poder trabalhar as nossas dores e planejar o nosso futuro. Quando a gente pensa em fazer terapia, e que eu digo que a gente não está fazendo só pelo agente, a gente está fazendo por toda uma linhagem. A gente está fazendo pelos que vêm depois. Então, quando a gente quebra um padrão, a gente está também reverenciando todas as pessoas que sofreram para nos...
nos aliviar aqui, nessa geração, os pais, os avós, eles passaram por muito pior do que a gente passa para poder nos livrar, para poder diminuir a carga de sofrimento e de dor. E a gente vai ter que fazer o mesmo pelos nossos filhos. Quando a gente... Nós somos filhos de pessoas que não fizeram terapia. A gente tem que pensar muito nisso. A gente culpa muito pai e mãe, nós filhos somos especialistas em culpar pai e mãe.
E a gente não olha para essa questão de que eles foram filhos de pessoas também que não fizeram terapia. Então, olha quantas dores essas pessoas carregam. E o mínimo que a gente pode fazer para honrar essas pessoas é curar a dor que a gente está carregando por elas. Que elas, como não fizeram terapia, não tiveram a chance. Elas livram a gente até um certo nível, mas tem coisas que a gente carrega por decisão própria.
E quem vai pagar por isso são nossos filhos. Então, quando a gente faz terapia, a gente cura muitas dores de quem não teve a possibilidade de curar. Quando a gente, às vezes, olha para um processo só terapêutico da gente, uma dor, a gente salva muitas pessoas que não puderam, que estão com dor até hoje. E a gente também livra nossos filhos. A gente quebrando o padrão, esse padrão não vai perpetuar lá na frente.
Porque quando a gente, na função de filho, a gente nasce e a gente acha que a gente tem o poder de salvar nossos pais. Pode reparar. Ou você assume a dor do pai ou você assume a dor da sua mãe. Você sempre escolhe. E os nossos filhos, eles vão fazer a mesma coisa. Por isso que hoje, cada vez mais, tem crianças com ansiedade, com pânico, com TDAH.
porque elas estão querendo salvar a gente de alguma dor. E elas não conseguem, é impossível. Eles são pequenos, não num tamanho, mas pequenos na força de conseguir carregar nossas dores. Então, a gente quebrando esse padrão aqui, a gente impede isso de passar para a próxima geração. Pode falar.
Deixa eu falar uma coisa só para complementar o que você está falando de terapia. Eu super concordo com tudo. Mas tem uma coisa que as pessoas precisam ter ciência. Terapia é terapia. Eu brinco com a palavra como a humanidade brinca. Por exemplo, eu adoro cozinhar. Quem me conhece sabe que eu adoro cozinhar. Eu sempre falo que eu adoro cozinhar para você. É um prazer fazer minhas comidas elaboradas. E eu falo, isso é terapêutico.
Mas se isso é terapêutico, é a mesma coisa de quem gosta de pescar e fala. Pescar é terapêutico. Mas acredite, isso pode ser terapêutico para você, mas não é terapia.
Eu posso me sentir aliviado quando eu saio para caminhar e faço caminhada. Se eu faço os 10 quilômetros como eu gosto, o meu corpo fica incrível, mas isso não resolve o que está dentro da nossa mente. Ir ao terapeuta é essencial. Outro dia eu discutia com um amigo, e eu não quero transformar isso em algo religioso, mas a importância...
de quando você está num quartel, você tem que ir, quando você é um soldado, um homem, um soldado, você tem que ir ao quartel, bater continência lá para o seu general, e você tem que receber instruções claras de qual o caminho que você anda. E eu falava, a importância de acreditar em Deus, ir na igreja, é você ir lá com o seu comandante e buscar instruções, é essencial.
Eu diria que na terapia, eu pensei nessa analogia agora, mas eu acho que é a mesma coisa. Não adianta só você querer viver num mundo melhor, você tem que se transformar para estar num mundo melhor. Olha só, estamos no meio de guerras. Tem países passando muita necessidade. Eu sempre falo para a Sheila que eu tenho que buscar...
você tem casa. Você, por exemplo, que está vendo a live agora, você tem internet, está vendo pelo seu telemóvel ou celular ou pelo seu computador, você é 0,0,X% das pessoas privilegiadas no mundo. Porque tem gente que nesse momento não tem energia elétrica. Se você tem comida no prato e conseguiu comer e uma boa refeição hoje, ou pelo menos você teve uma, uma refeição hoje, tu é privilegiado.
Tem pessoas que não têm uma refeição às vezes no dia. Nós temos três, quatro. A Sheila, então, tem oito. Todo mundo que consegue se alimentar bem tem um privilégio. Eu costumo falar para as pessoas que quando eu acordo de manhã, isso é muita realidade, eu abro os meus olhos e não tem ninguém de branco do meu lado.
Eu tenho muitos motivos para comemorar. Eu nem acordei na cama de um hospital e nem no céu. Eu morri. Não é o não acordar no céu, é não morrer. Eu não morri durante a noite. Meu Deus, eu já sou um privilegiado. Muita gente acorda na cama de um hospital. Às vezes você está com uma situação financeira e eu falo, pô, eu tenho umas dívidas que eu estou pagando. Às vezes não entra o dinheiro. Eu fico, ô, peraí. Isso é só sobre dinheiro. Porque se você tivesse um câncer, um câncer...
dinheiro que você trabalha e você consegue e você falando aí de doença, de hospital isso traz muito também pra mim uma coisa importante aqui que eu queria falar é que quando a gente não faz um processo terapêutico, você falou muito bem sobre as pessoas que vão pescar e que usam desses momentos que são apenas só pra poder
se melhorar, às vezes botar para fora, às vezes estar no estado sozinha ali, a pessoa melhora um pouco. Mas o problema continua, está sendo só mascarado. Tem muitas pessoas também que consomem muitos conteúdos de psicólogos, terapeutas, de coach na internet, e isso também não trabalha os próprios conflitos. Porque os nossos conflitos, eles vêm muito dos traumas, os traumas invisíveis que a gente nega que têm.
Mas traz uma falsa sensação. É uma falsa sensação. A pessoa fala assim, está ouvindo alguém falando. Aí você fala assim, ah, rapaz, é mesmo, olha. Aí ela vê que está aqui em uma situação, como agora aqui deve ter um monte de gente se conectando com... É o rapó, tá?
Ah, eu tenho esse problema, realmente, eu conheço alguém que tem. E aí, aquela coisa ativa que vocês realmente precisam trabalhar isso. Mas não vai. Não resolveu o problema. Então, conteúdo de internet não resolve o problema. Só faz despertar a consciência. Mas despertar a consciência não é trabalhar a dor, tá? E aí, quando você não trabalha o que você precisa trabalhar, você tem desgaste nos relacionamentos com o marido, com os pais, com os filhos. Você tem bloqueios financeiros.
E o pior de tudo, o corpo chega em uma determinada situação que ele vai manifestar o que a mente não está conseguindo mais lidar. Você fala aí de hospital, de doença. E a doença, ela entra também, gente, como aquela palavrinha que eu pedi para vocês memorizarem aí, para vocês levarem para a vida de vocês, que é a utilidade. Então, a doença, ela não vem por acaso. Ela tem uma função. Ela tem uma função, tá?
E, como eu disse, o corpo manifesta o que você não está olhando na sua mente. Os sentimentos, as dores, os traumas, os conflitos emocionais. A medicina germânica já comprova que toda doença física vem de uma parte do cérebro que foi afetado por conta de uma outra parte do cérebro que a emoção desencadeou uma mancha. E adoeceu.
E adoeceu. Então, o corpo físico, ele é a última manifestação da dor que você não está olhando. Então, o que é que acontece? O trauma está ali, a dor está ali, a emoção vem, aquilo, olha o padrão de novo se repetindo, é só padrão por cima de padrão, a dor reativando, e você não está olhando. Aí vem o quê? Os sintomas.
ansiedade, depressão, dor estomacal, diabetes, várias outras situações que o corpo está só manifestando, dando um sinal, avisando que você está negligenciando as suas questões emocionais. E aí você não olha. Aí vem a diabetes, aí depois vem um problema cardíaco, aí vem um infarto, aí vem pressão alta e o câncer, gente.
é uma das manifestações que mais acontece no corpo, proveniente de emoções não resolvidas. Isso já é comprovado cientificamente, não estou chamando de sovaco. Então, a gente vai deixando para lá, vai deixando, vai deixando. Está só se conformando com a dor, aquilo já entra o quê? Naquele modo o quê? Normal. A gente já normalizou o sofrimento.
E as frustrações que acontecem por conta das relações, a frustração também causa doença. O câncer pode vir por muitas doenças não resolvidas, por muitas emoções não resolvidas, que você não processou, somente câncer coloretal, câncer de intestino, câncer de estômago, dores, emoções que você não processou, que você não digeriu, que você não eliminou.
que o câncer está aí para acordar você. Então, os vazios que a gente sente, a falta de dinheiro, a falta de sucesso na profissão, o excesso de peso, as pessoas comem por emoção para suprir um vazio. Isso é uma doença. A obesidade é uma doença. É quando o corpo já não está aguentando mais, tanto sufocamento.
e que começa a ter alteração no pâncreas, a insulina já não funciona bem, seus hormônios já não estão funcionando, ao ponto de tudo estar ali se encaixando, aí vem as alterações hormonais, e aí tudo começa a...
desenvolver já doenças. Então, a gente precisa parar de negligenciar a nossa vida. A terapia presencial, a terapia online... A terapia online está aí para dizer foda-se, minha filha, você não tem desculpa. Porque você pode fazer terapia sem precisar sair de casa. No conforto da sua casa. A hipnose pode ser feita online. De uma forma incrível. Constelação pode ser feita online.
Qualquer tipo de terapia, a gente não tem desculpa para dar. Deixa eu sugerir uma coisa aqui, que eu acho que é importante, que é assim, a primeira coisa, se você está ao vivo ou gravado, não tem problema. Escolhe uma palavra. Não precisa se expor. Escreva aqui embaixo uma palavra que identifica a sua dor. Pode ser medo, pode ser que você viveu um passado inteiro e você vai falar, ah, eu não queria falar do meu passado aqui. Escreve...
muito na cara, pronto. Mas escolha uma palavra que você acha que vai trazer qual é realmente a dor que você está vivendo e escreve aqui. Depois eu vou propor agora uma outra coisa. Quero muito, pode ser eu ou a Sheila, oferecer para você o que nós chamamos de 30M, que é 30 minutos com a gente. Ou comigo ou com a Sheila, porque nós não temos agenda para estar os dois online juntos.
só nessa live, que inclusive não falamos, mas toda quinta-feira estamos aqui, esse horário, tá? Anota aí, toda quinta-feira estamos aqui. É muito interessante, porque se você tem uma dor, nós não vamos cobrar por isso, e você fala, eu quero fazer uma sessão online, é pelo Zoom, então a câmera tem que estar ligada, vamos bater um papo, não vamos cobrar por isso. São 30 minutos para ouvir a sua queixa emocional, e você vai sair, no mínimo, com uma dica.
Uma dica que eu vou te entregar. Eu vou ouvir e vou falar, olha, isso tem que ser feito dessa forma, ok? Então, pensa o que você precisa e marca. Isso só vai ser válido agora para esse mês de maio. Só para o mês de maio, ok? Então, no mês de maio você manda e aí nós vamos ver se temos agenda para maio ou para junho, mas nós vamos encaixar um horário do Brasil ou de Portugal para que a gente possa fazer essa sessão. Acho que é importante. Você pode arrumar uma desculpa?
Ah, eu não vou fazer mês, porque depois eu não vou ter dinheiro para fazer a terapia. Ninguém está falando que você tem que fazer a terapia. Nós estamos falando de uma sessão. Eu não vou fazer porque o horário não é bom. Eu não vou fazer porque eu não tenho horário. Eu vou te dizer uma coisa. Eu já atendi pessoas que me disseram assim, só se eu puder cinco da manhã. E eu falo, tá bom.
4h45 eu estou te esperando. E fiz a sessão 5 da manhã. Ah, eu não tenho horário, só só um domingo. E eu já abri mão de um domingo, a Sheila também, para poder fazer uma avaliação. Nós temos como missão de vida transformar pessoas comuns em extraordinárias. Ou seja, nós queremos... O que é comum? É o medíocre. E medíocre não é um xingamento. A maioria das pessoas são medíocres porque elas estão na média. Nós queremos pegar pessoas na média e mostrar que elas podem ir para um outro nível para um outro nível.
extraordinário e nós queremos ativar isso dentro de você. Porque todo mundo tem uma estrela. Pode estar apagada. Nós vamos ajudar a acender essa estrela para ela voltar a brilhar. Porque nós não viemos aqui a passeio. Nós não viemos aqui só para ter dívidas de problemas e caos. Nós não viemos aqui para entrar em sofrimento e só desejar. Falávamos numa caminhada esses dias, eu e a Sheila, que... ... ... ... ... ... ...
Um dos grandes problemas da humanidade é o desejo. Elas desejam tanto coisas que aí elas entram bolas, que frustração, porque eu não consegui aquilo. E aí elas vivem frustração constante porque não viajaram, não compraram o vestido que queria, o sapato que queria. Tem gente que está brigando para ter uma prótese porque nem pé tem. Eu não estou dizendo que você não pode ter o relógio do seu sonho.
Eu só estou dizendo que os excessos em qualquer coisa é que vem cada vez mais adoecendo a nossa vida. Nós estamos chegando aqui no final da live.
Todos os dias, nesse canal, tem uma live acontecendo. Segundas, quartas e sextas, eu tenho uma live chamada Liderança em Ação, que acontece às sete horas da manhã. Então, amanhã cedo eu estou aqui, para quem for de Portugal, porque do Brasil vai ser de madrugada, mas depois você pode ver no review. Terças-feiras, às 21 horas, eu tenho um papo que chama, isso vai dar conversa. Quem é com alguém? Estou chamando pessoas interessantes para bater um papo. E todas as quintas, a minha rainha incrível da terapia...
a minha sócia de vida, o amor da minha vida, essa mulher que Deus colocou na minha vida, porque sem ela eu nada seria, e não é uma letra de uma música, é uma realidade. Ela está comigo aqui, onde nós vamos debater sobre temas. Hoje quisemos falar, no geral, sobre terapia, mas fica de olho nos cards, que vai estar lá escrito.
Tem momentos que nós vamos falar só de casamento, outros nós vamos falar só de ansiedade e há momentos que nós vamos falar só de excessos, como a obesidade, ou jogos, ou a pornografia. Queremos muito trazer temas. Não vão ser temas agradáveis que nós vamos falar. Vamos falar de coisinhas boas, do mundo cor-de-rosa, de Alice. Não vai existir esse tema. É tema pra...
para mexer com você, para você sair daqui e falar, caramba, eu estou incomodado porque eu preciso fazer algo a mais na minha vida. Eu vou me despedir, vou deixar a Sheila se despedir também, mas eu vou me despedir dizendo para você algo que eu acho que é muito precioso que é olha para a tua vida, olha com todo o amor para você e eu vou dar uma sugestão amanhã, de manhã, pode fazer isso hoje se quiser.
Faça de manhã. Eu gosto muito das manhãs poderosas. Quando você acordar e ainda tiver com aquela remela no canto do olho, o cabelo meio bagunçado, a roupinha rasgada, velha, o pijaminha gostoso, entra no banheiro, vai para frente do espelho e olha para você. Do jeito que você é, essência. Aponta o dedo para o espelho e diz para você assim, hoje você ganhou mais uma oportunidade. Não desperdiça.
faz o dia ser fodástico. Nós temos o hábito de fazer isso de manhã, depois nos ajoelhamos daqui e fazemos uma oração e depois da nossa intimidade com Deus, nós começamos a nossa vida. Você não tem que ter intimidade se você não quiser. Eu não estou aqui para converter ninguém. Eu estou aqui só para te dizer que se você olhar para você no espelho e falar com você, despertar dentro de você essa força, é muito provável não que todo o seu dia vai ser resolvido, mas vai ser mais fácil passar por ele.
Tenha paciência com as pessoas, o mundo está muito doente. Tenha paciência com as pessoas que falam mais alto, com as que gritam, com as que não te cumprimentam no elevador. Tenha paciência com as pessoas que falam mal de você ou uma das outras. As pessoas falam tão mal de mim. E às vezes, hoje mesmo, alguém me falou, alguém falou mal de você e eu pensei, ninguém sabe as coisas piores da minha vida, só eu sei. Eu sou o que mais sei das coisas ruins sobre a minha vida.
O que aquela pessoa pode estar falando de mim? Se eu que me conheço, eu sei a parte ruim da minha vida. Opa, como eu sei. Não tem nada que ela vai falar que vai ser pior do que o que eu já sei. Então, assim, não se contamine com o que as pessoas têm para falar. Tenha paciência com as pessoas. Seja mais tolerante por Deus, por mim, por um mundo melhor. Seja tolerante com as pessoas que você encontrar no seu caminho. Então, obrigado. Beijo no seu coração. Eu deixo as palavras com essa loira linda aí.
Gente, eu queria pedir uma coisa a vocês. Quem está ao vivo aqui, não esqueça, essa live vai ficar gravada, mas não esqueça de depois, quando ela estiver lá no YouTube, ou não sei se a gente vai colocar também nas redes sociais, vocês compartilhem alguma coisa que vocês ouviram aqui para ajudar outras pessoas. Porque é o mínimo que a gente pode fazer. Tem muita gente de sofrimento, tá?
Outra coisa, quinta-feira que vem a gente vai abordar um tema. Caso vocês comentem aqui no YouTube, depois que terminar a live, alguma coisa que vocês queiram que a gente fale, a gente vai trazer toda quinta-feira um tema muito relevante. Aqui, como o Eric falou, foi uma coisa mais generalizada, no sentido de mostrar quais são os benefícios e os problemas da gente não olhar para as nossas questões. Mas vão ter temas muito específicos, como o Eric falou, na relação.
mas também sobre situações como procrastinação, ganho de peso, processo de bloqueio de vida mesmo, na profissão, no financeiro. Então, vai ser muito enriquecedor e eu convido vocês para toda quinta-feira estar aqui com a gente.
quando a gente disponibilizar o link, que vocês também possam compartilhar esse link para que as pessoas acompanhem aqui a live desde o início para não entrar depois e ficar aquele raciocínio meio perdido. O mínimo que a gente pode fazer, porque tem muita gente precisando de auxílio. E vai ser um prazer para a gente ajudar. E é isso. Muito obrigada por vocês estarem aqui. Foi um prazer. Obrigado. Fiquem...
aqui. Beijo. Beijo. Boa noite. E aí E aí