LIDERANÇA EM AÇAO (Quarta-Feira)
Eric Pereira
- Ilusão da falta de controleAceita que dói menos · Controle sobre pensamentos e reações · Decisões e escolhas diárias · Programação infantil e recompensas · Bombardeio de informações
- Liderança da menteLiderar pensamentos · Programações internas · Medo e programação externa · Dias difíceis como formadores · Máscaras sociais
- O inimigo é você mesmoAutossabotagem · Negação do poder pessoal · Crenças limitantes · História do carrinho de cachorro quente
- Liderança pessoal e autoconsciênciaAssumir a responsabilidade · Lidar com dores e traumas · Motivação pela dor · Hipnose e reprogramação mental · Evitar distrações
- Crise e percepçãoRepetição da palavra crise · Exemplos de prosperidade · História do Zé do Cachorro-Quente · Influência de figuras de autoridade
- O poder da permissãoPermissão para ser feliz · Sair do automático
Liderança em ação, começando. Vamos lá, vamos entrando. Eu sou o Eric Pereira, treinador mental, hipnoterapeuta.
Minha ideia é todas segundas, quartas e sextas estar aqui com vocês para uma live onde nós vamos falar de liderança pessoal. Boa!
Liderança pessoal começando agora. Muito, muito, muito bom. Sejam todos muito bem-vindos para vocês que estão ao vivo aqui comigo. Para você que está vendo isso em outro horário, que não seja sete horas da manhã de uma segunda, quarta e sexta, que é onde eu vou estar aqui ao vivo falando sobre liderança pessoal.
E obrigado para você também que está me ouvindo no Spotify, no Cashbox, no Deezer, no SoundCloud, em outras plataformas de podcast. E sim, depois que a live termina, isso vai para a plataforma de podcast para que você também possa ouvir. E quem está aqui que gosta muito de ouvir, também pode ouvir por lá. O que eu quero pedir para você é que, se você ainda não me segue, não conhece o meu trabalho, segue esse canal, ativa o sininho para você receber a notificação.
Eu sou o Eric Pereira, treinador mental e hipnoterapeuta, e o meu foco aqui é estar com vocês todos os dias. Segunda, quartas e sextas, sete da manhã, terças às 21h de Portugal com um convidado, e quinta-feira com a maravilhosa Sheila Pereira, minha sócia de vida, para falarmos sobre processos terapêuticos. Mas vamos a isso. Eu separei hoje aqui dentro do Liderança em Ação um dos temas.
que eu acho que eu mais discuto dentro das minhas mentorias, eu discuto dentro do meu consultório, que é a ilusão da falta de controle. Eu queria muito que você prestasse atenção nisso, focasse no que eu vou te dizer, porque eu acho que isso pode fazer uma diferença brutal na sua vida.
Quando eu falo brutal, é porque nós, desde pequeno, fomos alimentados com situações que não são reais. E por não serem reais, e nós convivemos com outras pessoas que dizem as mesmas coisas, o que acontece, gente? Nós começamos a acreditar que aquela informação é uma verdade absoluta, mesmo ela não sendo uma verdade absoluta. O exemplo disso é o controle.
Eu já ouvi muitas vezes, e agora como adulto ouço a vida toda, que nós não temos controle sobre as coisas. Aceita que dói menos. Já ouviram essa frase, sim ou não? Aceita que dói menos. Nós não temos controle sobre a situação, nós não temos controle sobre as pessoas ou sobre tudo o que acontece.
Eu vou te dizer uma coisa, nós não temos controle, sobre muitas das situações, é verdade, mas sai da ilusão de que você não tem controle de absolutamente nada, porque nós temos controle de muita coisa, sim.
Nós, ou a maioria de nós, é que colocamos essa desculpa de não termos controle. E aí nós começamos a falar para nós próprios do tipo assim, a situação está ruim, mas também eu não controlo a situação. Não sou eu que mando nesse país, não sou eu que mando na economia, não sou eu que mando no que está acontecendo. Dentro da minha empresa as vendas não estão muito boas, mas também não sou eu que mando absolutamente nada disso.
E nós começamos a acreditar que nós não temos nenhum controle sobre nada e aí nós começamos a viver a vida, deixa a vida me levar, deixa a vida me levar e deixa o que a vida tiver para mim, eu aceito de bom grado. Enquanto, na minha opinião, esse é um dos piores erros que nós podemos cometer.
Nós não temos controle sobre absolutamente tudo, nós temos controle sobre algumas coisas, nós temos controle sobre a forma como nós pensamos, nós temos controle, e muito controle, sobre a forma como nós reagimos aos acontecimentos.
Nós temos controle sobre aquilo que... Sobre as nossas ações, a nossa alimentação, as nossas escolhas. Se você está aqui comigo e vai ficar comigo os 45 minutos, você tem controle sobre isso.
É uma questão de decisão. Eu vou assistir essas lives, vou acordar mais cedo, ou vou assistir enquanto eu me preparo para o trabalho, ou, como me falaram segunda-feira, fui ouvindo você, porque eu estava dirigindo, não podia ver, mas liguei o celular e fui ouvindo. Foi uma decisão daquela pessoa. Ela tem controle sobre o que ela absorve e o que ela não absorve?
tanto aqui para dentro quanto aqui para dentro, no ouvidinho. Claro que eu tenho escolha quando eu saio para caminhar e aí eu vou ouvir um podcast ou um áudio de comédia. Eu tenho escolhas sobre o que eu quero fazer. Se eu quero ler ou se eu quero passar horas maratonando na frente da televisão vendo séries.
Eu tenho escolha de se eu vou desperdiçar o meu dinheiro ou se eu vou poupar o meu dinheiro. Eu tenho escolha nas mesas que eu sento, as pessoas que convivem comigo. O problema, e eu vou chamar isso de problema, é que nós não queremos fazer essa escolha. E nós não queremos fazer essa escolha por uma coisa muito simples.
Em alguns casos, nós perdemos aquele ambiente que de vez em quando bate palminha para nós. Parabéns! Nós não queremos fazer escolhas, porque senão nós vamos ser o chato da turma, o desagradável da família, e nós gostamos desde pequenininho, nós somos alimentados literalmente a eu faço uma boa ação e eu tenho uma recompensa. Quando nós éramos pequenininhos, pensa na sua vida aí.
Quantas vezes a mamãe ou o papai, mas muitas vezes a mamãe não falou assim, ah, que menino feio chorando, e aí você entende que chorar não é bom. Ah, olha só, vem aqui ver como ele está fazendo direitinho, ah, que gracinha, olha como ela está bem vestidinha, olha como ele se comporta, parabéns.
Desde pequeno nós sabemos que se nós comermos tudo, nós vamos ganhar uma prendinha. Se você comer tudo, vai ganhar sobremesa, vai ganhar um docinho. Só que nós não pensamos que quando nós somos pequenos o pratinho é desse tamanhozinho?
E quando nós crescemos o prato é desse tamanho. Mas a programação de continuar comendo tudo está aqui. A programação de qual é a recompensa, se não a própria comida, ela continua instalada dentro de nós. Mas quando nós ganhamos consciência, e isso é o que eu pretendo fazer aqui, trazer alguma consciência do processo de mentoria e de terapia que eu vivo há 28 anos.
para que vocês possam falar, ok, isso não faz sentido e está tudo bem, pode não fazer sentido para você ou agora. E isso faz muito sentido, então eu preciso começar a prestar mais atenção naquilo que está acontecendo.
Nós estamos sendo bombardeados de informação. No momento que eu faço essa live, deve estar tendo outras. No momento que eu faço essa live, talvez o seu telefone esteja tocando e você pare de ver a live em alguns momentos para você ver as mensagens que estão chegando. Então nós não conseguimos fazer uma coisa de cada vez. Nós queremos fazer mil coisas ao mesmo tempo. E isso traz um certo desequilíbrio e a sensação de que nós não temos controle.
Nós não temos controle porque nós não estamos buscando esse controle absoluto naquilo que nós podemos. Porque no que eu não tenho controle, por exemplo, na decisão do outro, eu não tenho controle.
mas eu posso dar o meu melhor. Outro exemplo aqui da live. Eu não tenho controle das pessoas que vêm me ver às sete da manhã. Eu não tenho controle se as pessoas vão ficar até o final. Eu não tenho controle se você está interagindo ou não comigo. Eu não tenho controle se você vai seguir minha página. Mas sabe no que eu tenho controle? No eu acordar, tomar um banho, fazer minha oração, ter minha intimidade com Deus, sentar aqui e fazer essa live. Esse controle, ele é meu.
Escolher o tema para trazer é meu. O meu tom de voz é meu. A forma como eu quero transbordar para você, eu controlo isso. Ah, isso eu controlo. Eu controlo o tema. Eu controlo a ação. Essa semana, quando eu anunciei várias lives, um colega me disse assim, meu Deus do céu, Eric, está perdendo tempo. As pessoas nem veem mais live. Ou seja, ele me trouxe uma informação.
Não é ele que controla a minha vida. Se não, eu falava assim, amigo, você tem razão, vou cancelar tudo agora. O controle da entrega é minha, então por isso eu estou aqui. Eu estou no controle nessa quarta-feira. Você ficar comigo no final, o controle é seu. E eu acho que você já entendeu, isso está bem claro. E se estiver claro para você, por favor, interaja e escreve assim, para mim está claro. Ou escreve sim, para eu saber.
que eu não estou falando para ninguém, que eu estou falando para alguém que realmente entende que você pode ter o controle sobre alguma coisa. Saia da falsa ilusão de que você não pode controlar absolutamente nada, que nós podemos controlar alguma coisa. E quando eu consigo controlar alguma coisa, eu preciso entender ela, me dedicar a ela o máximo que eu puder, para que eu me mantenha dentro do que eu consigo controlar.
Eu consigo, por exemplo, controlar estar aqui, mas eu consigo controlar o meu humor, porque eu trabalho para isso. Eu consigo controlar a ideia de olhar e perceber que eu posso dar o meu melhor em qualquer ação, mas eu não posso controlar o aplauso das outras pessoas. Eu não posso controlar que vocês escrevam o que eu estou pedindo aqui agora. Alguns já estão escrevendo, outros nem vão escrever. Outros estão com a live ligada e olhando para o teto. Eu não tenho como controlar isso.
mas aquilo que eu posso controlar, que é entrega, eu vou fazê-la da melhor forma possível?
Daqui a pouco eu vou sair para fazer uma caminhada. Eu posso controlar a forma que eu vou caminhar, o ritmo que eu estou caminhando, o podcast que eu vou ouvir durante a caminhada. Eu posso, inclusive, controlar a forma que eu vou respirar a mensagem que eu quero mandar para a minha mente. Então, esse controle é importante. Então, saia da ilusão que você não tem controle sobre nada. Porque nós somos muito bons em repetir coisas que outras pessoas estão repetindo.
De tanto falarem sobre crise, cada vez mais nós falamos que estamos em crise. Nós começamos a quase amaldiçoar a nossa própria vida. É que está em crise, ninguém está comprando. Olha, por favor.
Não precisa acreditar em mim. Olha ao seu redor, na sua cidade. Perceba quantos prédios estão sendo construídos. Gruas é o que mais eu vejo por aqui no Porto. Perceba que quando você olha apartamentos de meio milhão, de um milhão, e que não... Tenta, liga e perceba. Dificilmente todos estão à disposição.
Eu viajo muito, eu sempre observo que os voos estão lotados, os melhores hotéis estão cheios, tem restaurantes que nós queremos ir e se você não marcar com antecedência, você não entra.
Você não consegue entrar. Isso é porque tem crise. Crise no Brasil sempre teve desde que eu era criança. Mas o detalhe é que cada vez mais as pessoas repetem sobre aquilo e nós começamos a acreditar que as pessoas não podem pagar pelo nosso produto. Elas não podem comprar o que nós vendemos. Elas não podem contribuir para a prosperidade do nosso negócio, da nossa vida, porque tem uma crise. Para de repetir.
E isso vem para o segundo tema que eu quero trazer, que é a ideia de, antes de assumir a liderança da sua vida, você precisa liderar a sua mente, lindamente. Você precisa aprender a liderar o que está aqui dentro. Porque se você não liderar os seus pensamentos, todos os dias de manhã você vai pensar em tudo, menos em coisas que somam a sua vida. Nós começamos a pensar no tempo lá fora, sem gratidão. Nós começamos a pensar, como hoje eu não estou me sentindo bem.
Outro dia eu acordei, isso acontece comigo, deve acontecer com você. E falei, pô, tô com preguiça, não tô muito bem hoje. E imediatamente a minha mente, que é treinada, pensou.
Tenho tempo pra esse negócio de não estar bem, não. Tomei algumas respirações, levantei, tomei um banho. Eu saí do banho, peguei água gelada e joguei no rosto. Olhei pro espelho e disse, ei, bora lá que ninguém vai fazer por você. Vim aqui pro meu escritório. Tem um vídeo aqui no YouTube que eu dou uns saltos. Que eu ponho um fone de ouvido e começo a saltar. E se fala.
Ele é louco? Não. Eu estou mostrando pra minha mente quem tá no controle hoje. Sou eu. Tem um monte de gente pra atender, tem reuniões pra fazer. Se eu não assumir o controle, quem é que vai assumir? Quem tá na outra ponta? Não. Antes de assumir a liderança da sua vida pessoal para ir para profissional, você tem que assumir a liderança da sua mente, a liderança dos seus pensamentos.
O pensamento é tramado. Aqui no azul escuro da nossa mente, existem coisas que são confusas, são complexas. E tem coisas que não são nem suas. São pensamentos que a sua mãe inseriu, que o seu pai colocou aí dentro, que o seu melhor amigo colocou, que a televisão que você assiste ou assistia colocou.
Que o grupo que você senta colocou e você começa a acreditar que a qualquer momento vai tudo se apagar de novo e nós vamos viver dentro de uma enorme escuridão. Que isso aqui não vai demorar. Eu tenho um conhecido que diz pra mim, olha, morar aí é um problema em Portugal. Qualquer momento vai ter um outro terremoto. Eu jamais viria pra ir. Pode ser que no dia das férias eu esteja aí e o terremoto venha.
Tem pessoas que são conduzidas pelo medo, então elas começam a alimentar o medo que nem são delas. E eu quero trazer algo que nem é complexo. Não quero que pareça, se for, me escreva aí. Está difícil de entender que eu vou tentar melhorar, ok? Eu prometo que eu melhoro. Mas como cada um de nós, indivíduos, pensa comigo, raciocina aqui comigo, cada um de nós...
Temos um conjunto de programações desde a infância. Só que nós alimentamos essas programações no nosso dia a dia com os meios que nós temos. Ou é a televisão, é o podcast, é a internet, as redes sociais, é a pessoa que nós acordamos todos os dias, é o nosso amigo, é as complicações, é os conflitos. Todas essas situações que vão acontecendo ao nosso redor, elas vão nos programando. Então, dias difíceis deveriam formar líderes melhores.
Dias complexos deveriam formar grandes guerreiros e guerreiras para enfrentar a vida. Mas muitas pessoas, ao invés de ver dessa forma, de enxergar como a águia, que quando tem uma tempestade, ela mergulha dentro da tempestade e ela luta para melhorar o voo e o desempenho dela. Tem pessoas que dias difíceis fazem com que elas sintam mais dor.
que elas se sintam menores, que elas se sintam quase excluídas do mundo e as coitadinhas vítimas desgraçadinhas porque existe um outro nível de pessoas que estão gozando a vida.
Sem medo de raio, eu vou te dizer. As pessoas estão todas quebradas. Eu não estou falando financeiramente. Uns são financeiramente, outros são mentalmente. Mas as pessoas estão quebradas em algum lugar, aqui dentro delas. Porque elas foram programadas com dor. Foram programadas com medo. Agora, se você tiver essa ideia clara do mundo...
você começa a olhar e pensar assim, eu convivo com outras tantas pessoas quebradas internamente. Algumas que foram abusadas, mas você não sabe. Sabe por quê? Porque você olha e fala assim, mas meu Deus, essa pessoa é uma querida. Ela sorri, ela beija, ela abraça, ela tem uma energia própria. Talvez essa seja a máscara dela, não para ser a pessoa falsa, mas para suportar aquela dor.
Então ela só sabe fazer isso. Tem pessoas que são duras e pragmáticas e é assim que eu sou e ninguém me muda. Porque ela foi ferida de uma forma, ela foi enganada. Ela acredita que ela é dona da verdade absoluta. E vou te contar, ela é como você também é, como eu sou. Mas não significa que a verdade absoluta dela seja uma verdade absoluta para todos. E isso são pessoas.
Não sendo complexo demais, agora imagine que cada uma dessas pessoas que nós convivemos, que carregam essa bagagem, elas vão lidar uma com as outras. E elas vão, às vezes, se conectar e vão entender que o seu melhor é o meu melhor, que o que você tem de sobra está faltando em mim e isso vai criar uma espécie de sinergia. E outras vão se chocar.
Porque os meus valores não são os seus valores. E aí vai chocar. Porque tem pessoas que elas não estão dispostas a aprender com o outro. Tem pessoas que acham que tudo na vida é só dinheiro. Tem pessoas que acham que tudo na vida é só quem está na liderança do comando, no primeiro lugar e não estou nem aí para quem está lá atrás. Tem pessoas...
que são tão individualistas que elas nem falam. Lá atrás? Tem alguém lá atrás? Eu nem sabia. Eu achava que era só eu nessa jornada. Lindona, queridão, vou contar uma coisa pra vocês do fundo do meu coração. Eu atendo pessoas diariamente, ajudando essas pessoas a liderar a vida delas. Tanto eu quanto a minha esposa, Sheila, minha sócia de vida.
E uma das coisas que mais nós vemos é que as pessoas estão cheias de dores e mesmo num atendimento elas ligam a camerazinha e começamos a conversar e elas até se sentem mal em dizer que estão mal. Porque nós somos inclusive programados a guardar em segredo. Nós não queremos expor e dizer, nós estamos sem dinheiro, nós estamos endividados, nós temos problemas, nós não queremos sangrar diante do outro. E tem uma explicação lógica.
Porque as pessoas adoram apertar a ferida. Porque nós ouvimos que pessoas não querem estar perto. Eu ouvia um mentor meu dizendo assim, cuidado, não sangre. Você quer estar entre tubarões, não sangre. Senão você vai ser devorado. E essa frase por anos mexeu comigo e fez com que eu me tornasse uma rocha de ninguém pode saber e hoje eu nem me importo.
Eu só quero ser a essência a cada dia que passa. Porque senão nós começamos a usar uma máscara, duas máscaras, três máscaras, e em cada ambiente nos comportamos de uma forma. Porque a neurociência disse, porque o coach disse, porque o terapeuta falou, porque o pregador, o reverendo daquela igreja disse, o padre falou, porque aquela música trouxe essa história, porque o poeta contou, porque, na verdade, o filósofo... E aí, às vezes, eu me pego olhando e dizendo...
Quem é que lidera a minha vida? A porra da minha vida? Quem lidera essa vida? Não sou eu. São as outras pessoas que eu permito ouvir e deixar me impregnar por elas. E quando eu olho, eu penso, talvez isso seja pecado diante de Deus. E eu nem procurei ler para ver se aquilo está nas escrituras ou não. Ou de repente eu penso, eu preciso empreender dessa forma, porque eles dizem que é assim.
Se eu for ouvir tudo que as pessoas me dizem, eu preciso fechar os meus negócios. Eu não poderia cobrar o que eu cobro. Eu não poderia entregar o que eu entrego. Aliás, nem aqui hoje eu poderia estar. Porque tem pessoas que acham que eu estou perdendo o meu tempo. Transbordar gratuitamente é perca de tempo. Porque quem recebe de graça não vai valorizar. Mas eu continuo achando que você que está comigo vai valorizar.
E eu acredito que com o tempo você vai pôr na sua agenda e vai estar comigo segunda, quarta, sexta, sete horas da manhã. Que terça-noite você vai querer saber quem é o meu convidado no Isso Vai Dar Conversa. Que na quinta-feira você vai querer ouvir o que eu e a Sheila temos para falar no Papo Terapêutico. Ou seja, você vai andar por um período comigo e com a Sheila. Por que isso? Porque eu acredito que pessoas vão se identificando e elas vão entendendo que elas estão perdidas.
chocando-se, comunicando e estando com outras pessoas. Se até aqui, estamos há quase 30 minutos de live, vamos fazer 45 minutos, é a minha ideia.
Fez sentido para você? Em algum lugar que eu não sei aonde, deve ter aqui um aviãozinho que dá para você compartilhar essa live. Compartilha. Manda para alguém. Entra aqui e tem um... Partilha ela agora, nesse momento. Mesmo que a pessoa não vai ver agora. Depois ela pode ver.
E se tiver tempo, ainda escreve aí pra pessoa. Tu tem que ver isso, porque isso tem a ver com você. Tem a ver com essa pessoa? Tem a ver com todos nós. Isso que eu digo tem a ver com liderança pessoal. O meu objetivo é que você saia do automático. Parece, eu vou falar uma coisa que vão dizer que é muito louco, mas é louco mesmo. Parece que tem um imã.
que às vezes nos puxa e nos faz voltar a procrastinar, que faz a gente cometer erros novamente, e parece que nós não podemos ir para um outro nível porque nós não temos uma espécie de permissão. Mas sobre isso eu vou falar na sexta-feira de manhã, sobre permissão. Já pode até anotar que já sabe o tema. Eu vou mergulhar na permissão, que muita gente não tem permissão para ser mais feliz.
Continuando na aula de hoje, eu queria que você entendesse essa ilusão que eu digo que nós estamos tendo, essa ideia de liderar a mente, e para isso eu vou trazer um tema que vai fechar essa live, que é quem é o nosso principal inimigo. Te contaram que é o sistema, te contaram que são as pessoas ricas, quem tem muito dinheiro, até às vezes para você não ter, te contaram que é a crise, te contaram que é o governo.
Te contaram muitas coisas, mas o seu pior inimigo sempre vai ser você próprio. Abre, não, entra no espelho e olha o seu rosto. Para e olha pra ele. Às vezes eu paro na pia do meu banheiro, ponho as duas mãos assim na pia e olho lá dentro do fundo da bolinha pretinha aqui dos meus olhos e fico olhando pra mim e penso, caramba, o que você fez com a nossa vida? Porra! O que você fez com a nossa vida?
eu vou olhando e vou pensando, porque sou eu o maior responsável pela minha vida. Ô Eric, isso aí é coach barato, é papo furado. Enquanto você pensar que isso é papo barato, terapêutico, ou é papinho, você vai continuar sendo convencido de que você não tem controle sobre a maior parte das coisas e vai continuar vivendo na ilusão que alguém um dia te contou.
Enquanto você acreditar que você não tem o poder absoluto sobre você...
você vai continuar vivendo essa vida. Enquanto você continuar negando que não existe algo maior do que você, e existe um cara lá em cima, que eu chamo o cara lá de cima, carinhosamente eu falo assim com Deus, o cara lá de cima, que existe uma força maior que contribui para a nossa vida, essa negação, você vai continuar estagnado.
Você vai continuar estagnado enquanto você acredita que está todo mundo em crise, enquanto existe um grupo que acreditou na crise e está vivendo ela bravamente, lindamente. Vocês estão de parabéns. Porque quanto mais vocês trabalham isso, mais vocês vivem isso. Quando eu falo de nós entendermos que nós somos o nosso maior inimigo, é porque às vezes nós fazemos sem pensar.
Eu queria contar uma história aqui que eu vou diminuí-la, claro, pelo tempo, mas é uma história que eu gosto muito e eu queria que você absorvesse ela. Então, permita que essa história seja uma semente. Mas para isso eu preciso que a sua mente seja solo fértil. Então respira e ouve ela com atenção. E depois conta para quem você quiser contar.
A pessoa tinha no Brasil um carrinho de cachorro quente, o hot dog. Ela vendia o melhor hot dog de São Paulo e ela comprou um pão do melhor pão que tinha. Ela colocava duas salsichas no pão e o hot dog do Brasil é diferente do hot dog que eu encontro, que eu já comi em Nova Iorque, que eu comi aqui em Portugal.
e ele colocava ovo de codorna, e se você me perguntar por que eu não sei, o molho tinha carne picada dentro, carne moída, e ele colocava o melhor molho, maionese, ketchup, e no final, batata palha, e a pessoa tinha ali um self-service de coisas que ela podia acrescentar, como ervilha, milho, azeitona, picadinha, então era o melhor hot dog que tinha.
E com isso ele foi crescendo e tinha filas e logo ele tinha um, dois atendentes que só tirava pedido e cobrava na rua, na barraca dele. E a barraca do Zé do Cachorro-Quente era a melhor barraca que tinha. O que acontece é que aquele Cachorro-Quente formou a primeira filha e ela virou psicóloga. Parabéns, o hot dog, o esforço dele, o todo dia trabalhar, o acreditar, o entregar melhor qualidade, era o melhor hot dog que tinha. Humilde o Zé, mas era muito bom.
E ele formou um segundo filho, anos fazendo aquilo, e o filho virou economista. E depois de formar daquele filho por obrigação, acreditava que tinha que ajudar o pai, colocou ali os seus óclinhos, vamos chamar assim, pegou sua canetinha e falou, pai, vou fazer contas, vou te ajudar. E resolveu ajudar o pai, fez todas as contas e disse,
Pai, a crise está chegando e eu preciso te preparar para ela. Se liga no que eu estou te dizendo. Se liga. Ele tem autoridade, economista. Nós permitimos que as pessoas que nós damos autoridade possam dizer o que está por vir.
Às vezes é o pai, a mãe, a esposa, o marido, é o professor catedrático que fala, cuidado, é o economista da televisão, bem arrumado, com uma gravata, que transparece para você credibilidade, ele diz, atenção população, a crise está aqui.
Ela já chegou. E aí mostra cenas de pessoas passando fome e mercados sendo esvaziados e o preço do combustível, que eu só vejo as pessoas reclamarem, mas elas reclamam, mas continuam abastecendo porque elas não têm outra opção. Elas precisam do combustível, precisam de locomover, então elas continuam.
E o detalhe é que o filho mostrou para o pai que a crise ia chegar e falou temos que cortar o molho, temos que tirar aqui alguns ingredientes. Pai, essa salsicha é muito cara. E o pai falou, mas ela é sadia, é a melhor. Vamos ter que mudar a salsicha. Esse pão é uma fortuna. Eu encontrei um pão para o senhor pela metade do preço. E é óbvio que o filho já condicionado pela educação que ele teve ali na universidade.
E com boas intenções, atenção, ele conseguiu reduzir em 65% o custo do pai.
E é claro que eu queria que vocês estivessem todos aqui para eu perguntar para vocês e vocês me respondessem o que aconteceu. O que aconteceu é que a qualidade do Zé já não era a mesma e o cachorro-quente do Zé continuava com dois funcionários e continuava ali montado. Dali a pouco só tinha um, porque o rendimento diminuiu e os clientes começaram a reclamar e educadamente não falavam para o Zé, mas saiam dali e falavam não é a mesma coisa, não tem as mesmas opções.
E o Zé começou a espalhar a notícia, dizendo para o público que, calma, é a crise. E quem reclamava, ele dizia, é a crise, sabe como é. Já não dá para comprar os preços, que ele nem observava o preço, porque era uma troca justa em ele comprar, ele investir e ele vender. Começou a ser na boca do Zé. Começou a plantar. O Zé começou a profetizar aqui e aqui. E no sistema inteiro do ecossistema dele, a palavra crise, crise, crise.
E de repente começou a se esvaziar e em menos de um ano o Zé quebrou. Quem me contou a história conta que o Zé chegou em casa, um dia arrasado, meteu o carrinho ali e falou pra filha psicóloga, filha, que ainda morava com ele, tu entende esse negócio de anúncio? E ela, sim pai, o que precisa? Anuncio o meu carrinho. A crise me derrubou.
Às vezes nós compramos ideias que as pessoas implantam e normalmente não são ideias do morador de rua, são de quem tem autoridade sobre nós. Quando a minha mãe me programou quando eu era pequeno e me falou de coisas duras, hoje com um adulto, eu ouço ela e ela tem uma credibilidade, um peso sobre a minha vida. Mas o grande detalhe é eu ser adulto e não ser criança e conseguir pensar se realmente...
É dessa forma que eu gostaria. Estão entendendo o que eu quero dizer aqui? Sim ou não? A gente escreve sim ou não? Estão entendendo?
É assim? Eu quero dar essa autoridade? Eu quero dar autoridade para as pessoas? Eu sou há 28 anos terapeuta. Eu atendo pessoas, e você vai entender o que eu vou dizer aqui, que eu estou falando com a pessoa, e ela chega até mim e diz assim, eu estou muito doente, eu tenho uma depressão incurável. Eu já ouvi isso imensas vezes, é incurável a minha depressão. E eu pergunto, mas o que é isso? É uma depressão major.
Eu, quem te disse? O médico. O mesmo médico que me deu uma caixa de pastilhas pra eu poder tomar. E eu pergunto, e por que veio aqui? Porque me disseram que a hipnose pode ajudar. Não curar, eu não tô em busca de cura. Ah, eu não estou, eu só tô em busca de melhorar.
E é claro que eu não vendo cura, eu não sou curandeiro, mas quando eu mostro para a pessoa que ela pode assumir a liderança da vida dela e que a depressão tem uma função na vida dela, e ela percebe essa função, normalmente no começo não percebem, mas depois percebem a função.
As pessoas olham pra mim e dizem, meu Deus, eu nunca tive depressivo, eu não era depressivo, eu não nasci com crise de pânico, eu não nasci com medo, o medo foi instalado. E aí eu vou ajudando essas pessoas a tirar isso de dentro delas. Porque eu sou incrível, eu sou o máximo, nem de perto por isso. Porque eu só mostro pra elas que a mente, ela mente.
ela tem uma ilusão própria. E às vezes nós não fazemos coisas, porque nós vamos para a casa do papai que diz coisas, para a mamãe que diz coisas, para a soga que diz coisas, e o ambiente que nós vamos convivendo vai dizendo coisas. E hoje eu tenho uma mente muito blindada para isso. Eu faço parte de grupos de network, que às vezes eu ouço pessoas dizendo como é difícil, se lamentam, e eu digo essa cadeira...
não deveria ser sua, você não merece estar nesse grupo, você não merece estar nessa roda, você nem merece estar aqui. Porque está reclamando de algo que poderia ser o maior propulsor. Nós não percebemos que às vezes o problema pode ser o que mais nós precisamos para sair dele. A minha esposa é nutricionista.
E nós trabalhamos juntos com algumas técnicas, eu com a hipnose, ela com a terapia sistêmica e a nutrição, e às vezes nós estamos com um cliente que fala para nós assim, eu estou com 20 quilos a mais, mas eu tenho um problema, eu não tenho motivação para emagrecer.
E eu falo na lata, tira a roupa e fica nua, e olha no espelho, você vai ter um motivo para emagrecer. Ah, eu quero emagrecer por estética ou por saúde? Pouco me importa, mas o motivo é esse.
Trabalho com... Tenho um sócio, o Enio Mota, e nós trabalhamos com empreendedores. Ontem mesmo fizemos uma live, uma sala sobre isso. E quando eu fizer a próxima, eu vou falar aqui. E nós estávamos com alguns empreendedores. E nós temos o hábito de atender empreendedores individuais, empresários, enfim. E alguns me dizem assim...
tá faltando dinheiro, tô com a carteira vazia, a conta tá mal, mas eu preciso de um motivo pra fazer isso acontecer. Eu não tenho motivo. E eu me pergunto, o motivo é a dor. O motivo é de você empreender mais, de você acordar mais cedo, talvez dormir mais tarde por um período, não é vida louca. Esse é o maior motivo?
É a dor que você está sentindo. Está faltando dinheiro, trabalha mais. Não põe os ovos nos mesmos cestos. Fazem outros negócios. Eu não consigo ter múltiplos negócios, então tenha dois. Ou trabalha para alguém. Ou acredite que vender um produto pode te trazer uma boa comissão.
conversa com alguém que tem um bom produto e diz, vou te ajudar a alavancar e à medida que eu te ajudo a alavancar você me paga um percentual por isso pronto, está aumentando a sua renda estuda mais, se dedica mais ao invés de perder tempo, reclamando da vida culpando pessoas começa a liderar
aquela dor. Faz sentido pra vocês ou não? Não faz nenhum sentido liderar a minha dor. Faz, fala pra mim. E se você tá vendo isso em outro horário e não tá ao vivo, escreve, por favor, mesmo assim, faz sentido pra mim. Se você olha pra alguém que não tem motivos e fala, ah, eu tô desanimado, eu não consigo emagrecer, eu não consigo largar a porra da rosquinha, eu não consigo deixar o doce, eu não consigo deixar a droga, eu não consigo parar de fumar, poxa.
Fiz essas pessoas pararem de fumar a vida toda com hipnose. E eu entendo quando as pessoas dizem que não conseguem. Mas a solução está dentro daquela palavra eu não consigo.
Então, se por algum motivo você não consegue melhorar a sua relação com a comida, sua relação com a droga, sua relação... Não consegue fazer as pazes ali para falar, eu não preciso dessa droga, eu não preciso de me alimentar dessa forma, eu não preciso viver na escassez. É aí que está a solução. É aqui, né? A dor é que nós temos que encontrar a solução. Parece mais complexo, mas não é. E vou tentar fazer com que isso fique mais fácil para você.
Eu vou fazer isso ficar bem fácil. Nós todos estamos em transe. Talvez eu seja criticado nesse momento, mas nós estamos hipnotizados.
porque nós não fomos hipnotizados ontem. Desde que nós nascemos, nós estamos sendo condicionados. Falar hipnose vai ficar uma palavra forte, mas nós estamos sendo hipnotizados, as pessoas vão falando para nós e elas vão ancorando a desgraça, o mal, o problema, a crise. Eu mal vejo televisão, tá, gente? Mas eu ligo a televisão, ou eu vejo nas redes sociais, é problema, é guerra, é briga, é um invadindo o território do outro, é um querendo destruir a vida do outro.
Parece que nós...islislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislislisl
esquecemos daquela fase onde nós íamos visitar a casa da nossa avó com alegria, pelo menos eu ia, e que minha mãe fazia o bolo para levar, e minha avó ficava tão feliz, e era abraços e beijos, não tinha celulares para todos os lados, nem redes sociais, mas a nossa rede social era estar ali.
minha avó cozinhando e eu beijando ela por trás, eu já era alto e beijava ela, ela sai, para, mas e se para e se sai? Eu sabia o que significava, fica, que bom que você está aqui. Parece que nós perdemos a essência de acreditar numa vida melhor e de termos a capacidade de sairmos de manhã e olharmos a vida, nós olhamos o transo.
mas nós não olhamos, de repente, as árvores, o vento, nós paramos de sentir as coisas, porque, de repente, nós fomos bombardeados de eu não tenho tempo e nós fomos condicionados a chegarmos em primeiro lugar a todo instante.
Vocês não têm ideia do número de pessoas que eu atendo que não têm liderança na vida delas, acho que quase todas, mas que elas estão a vida toda lutando para ser melhor do que aquela pessoa, daquela rede social que posta que o casamento é perfeito. E elas dizem, é tão perfeito que eu também quero ter um marido daquele que me leve em todas as viagens. Eu quero aquela esposa incrível, maravilhosa.
E eu sempre brinco e pergunto, mas ela acorda maravilhosa todos os dias? Ela acorda já maquiada? Nós nos iludimos com os trailers dos filmes, com os filmes e com a vida perfeita da outra pessoa, que ela também tem problemas tão graves ou mais do que nós.
Eu tenho problemas, eu tenho dívidas que eu pago. Meu Deus, Eric, você tem dívidas? Tenho de negócios que deram errado? E que eu pago até hoje todo mês as dívidas. Tem dias que eu não quero acordar às seis da manhã, às cinco da manhã, tem dias que eu acordo às quatro e meia. Tem dias que eu e a Sheila nos chocamos com uma informação tola.
Tem dias que a Sheila olha pra mim, pasmem aqui agora, e fala, você vai ficar no celular? E eu não percebo que eu tô no celular, porque eu, como você, também sou humano. Sangue aqui, gente. E também me distraio. Nós estamos num mundo que tá feito pra nos distrairmos. E quer que eu te falo uma coisa? Eu sei que meu horário tá chegando no fim, e eu quero muito ir pra esse tema aqui.
Nós nos distraímos para nós sentirmos menos dor, para nós não lembrarmos das coisas. Às vezes nós queremos um copo a mais de vinho, eu não estou dizendo que é mal beber o vinho, mas nós queremos um copo a mais para entorpecer, para anestesiar. Às vezes nós queremos abrir uma rede social e dar risada com as dancinhas, com as piadas e com as brincadeiras, e eu dou muita risada, isso é maravilhoso. Por quê?
o que é mais fácil é eu estar ali, teve uma sacada séries, na minha opinião, porque quando eu vou para uma série, eu estou vendo a vida de outra pessoa, que nem existe uma história, que eu até queria estar lá dentro, e eu olho e falo, uau, a série dos bilionários, a série dos fracassados, é a série dos, não importa qual seja, mas eu quero estar lá, mais do que eu quero estar aqui.
Eu quero estar nessa vida mais do que eu quero estar na minha. Porque a minha é difícil. A minha eu tenho que lidar com ela. A minha eu tenho que pegar o telefone e falar, desculpa, eu errei. A minha eu tenho que tomar decisões, direita ou esquerda. A minha é mais difícil sentar e comer, comer pipocas e comidas e beber refrigerantes e coisas que não prestam.
vão alimentar uma parte minha enquanto a outra parte está sendo alimentada pela vida de outra pessoa que eu estou vendo e estou dando risada e às vezes estou vendo e estou tão assustado com a vida dela mas e a sua vida? quando é que você vai assumir a sua liderança? quando é que você vai perceber que é você que não está tendo a vida que você quer a liderança não está chegando a você porque você não deu oportunidade para você olhar e falar chega!
chega a não vou mais ouvir pessoas, eu vou ficar surdo diante das pessoas que falam pra mim histórias que eu não quero ouvir. É isso que eu tô dizendo, é sobre isso esse assunto. Para de ouvir todas as pessoas, é culpa sua, é culpa sua.
Porque você conta a sua história para todos, aí uma pessoa diz, usa a jaqueta, o outro diz, tira a jaqueta, o outro diz, anda nu, o outro diz, faz o negócio, o outro diz, não faz o negócio, muda de casa, não muda de casa, e aí você se perde no meio de tantas coisas. Como é que eu lidero?
se eu não tenho liderança, se a caneta não está na minha mão e eu entrego na mão de um e de outro, e daqui a pouco eu olho e penso, caramba, mas esse roteiro está muito complexo? Esse filme da minha vida era para ser uma comédia romântica e eu estou vivendo um drama? Vou dizer uma coisa para você. Seja o líder da sua vida. Lidere a sua vida.
Assuma a liderança da sua vida a partir de agora. Lidere o caminho que você quer seguir, porque no final das contas esse caminho é sobre você e sobre mais ninguém. Não existe mais ninguém que vai assumir as consequências ou a responsabilidade. A vida é muito curta para você entregar a sua vida para que outras pessoas decidam por você.
Eu sou Eric Pereira, eu sou treinador mental. Segunda, quartas e sextas eu vou estar aqui com você às sete da manhã, terças à noite com um convidado no Isso Vai Dar Conversa. E quinta-feira, amanhã à noite, eu e Sheila Pereira estamos juntos aqui ao vivo, às 21h de Portugal, então põe na agenda, convida as pessoas, vem pra cá.
porque nós vamos fazer uma entrega brutal sobre processos terapêuticos. Vai ser um papo terapêutico que vai levar você para uma reflexão mais profunda. Se você não segue, segue. Se você não tem o sininho ativado, ativa. Eu vou deixar depois nos comentários aqui.
a minha mentoria seja líder da sua vida para que você possa entender do que eu estou aqui falando essas três vezes por semana sobre assumir a liderança e seguir um rumo completamente diferente. Um beijo no seu coração. Obrigado. Bom dia. Que o seu dia seja incrível. Que a sua mente esteja blindada.
que você consiga assumir a sua liderança, só a sua, que você esteja com o Criador, Deus, permita que Ele entre na sua vida, que Ele opere junto com você, um beijo no seu coração, e até a próxima.