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A grande comissão: Fazer discípulos - Pr. Davi Domingues 

05 de maio de 202652min
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22 de março de 2026 - 10h30 – A grande comissão: Fazer discípulos - Pr. Davi Domingues 

Série de mensagens: O fortalecimento da igreja

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=8CG4uWdo6mc

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Participantes neste episódio2
F

Felipe Aranha

HostPastor
D

Davi Domingues

ConvidadoPastor
Assuntos7
  • A Grande ComissãoO chamado para fazer discípulos · A autoridade de Jesus · O papel do Espírito Santo · A importância da pregação com palavras
  • Exegese Evangelho JoaoA ordem de Jesus · O método: batizar e ensinar · A transmissão da vida, não só teologia · A importância da coerência e vulnerabilidade
  • Dependência de DeusO protagonismo divino na missão · O convite à participação humana · A oração para não ficar de fora
  • Vida de CristoA releitura da lei · O propósito dos milagres · A necessidade da salvação
  • Espírito Santo e a IgrejaCapacitação para a missão · O poder para pregação · O milagre no ouvir
  • Declarações de féCrises de fé dos discípulos · A dificuldade em seguir Jesus · A espiritualidade sazonal
  • Os dez mandamentos do satanismoEnfraquecer a geração atual · Gerar indiferença na próxima geração · A omissão na pregação do evangelho
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Abra comigo a sua Bíblia do Evangelho de Mateus, capítulo 28. Esse é um texto por nós muito conhecido e hoje eu gostaria de refletir com você nele. Versículo 16 do Evangelho de Mateus, no capítulo 28. Leio na Nova Almeida atualizada.

Os onze discípulos partiram para a Galiléia, para o monte que Jesus havia lhes designado. E quando viram Jesus, o adoraram. Mas alguns duvidaram. Jesus aproximando-se, falou-lhes.

dizendo, toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em meu nome, no nome do Pai, do Filho e do Espírito, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu tenho ordenado a vocês.

E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos. Esse texto é precioso demais, nós conhecemos, mas infelizmente, algumas pessoas ainda restringem essa leitura ou esse alcance do texto a grupos específicos que se entendem na vocação como missionários.

Esse texto, inclusive, é muito citado por missionários, porque faz parte dessa grande comissão, esse envio de Jesus enviando os seus discípulos para pregar o Evangelho, para ir por todo o mundo. E aí nós ouvimos de alguns missionários, principalmente aqueles que são de missões transculturais, que estão fora do nosso país, que nós temos essa responsabilidade. E de fato, sim.

O que precisamos entender é sobre a urgência que isso tem se tornado cada dia maior. A importância de nós refletirmos sobre o envio que Jesus faz. Nesse momento em que Jesus está falando para os seus discípulos, nós temos a interrupção do luto.

em que os discípulos estavam vivendo. Até porque Jesus aqui está já ressurreto. Jesus começa o seu ministério com aproximadamente 30 anos de idade, chama algumas pessoas que vão largar tudo para segui-lo. Uma multidão ainda segue Jesus, mas existe um grupo mais restrito que são os discípulos.

Esses que estavam na convivência daquilo que Jesus fazia, na obediência daquilo que Jesus ordenava e mandava, esses estavam próximos de Jesus. Um grupo ainda mais restrito que estava na intimidade de Jesus. Mas existiam esses que eram os discípulos de Jesus. Naquele tempo era muito comum que mestres tivessem os seus discípulos. Rabinos se dedicavam ao ensino, então eles tinham alguns alunos.

Aqueles que se dedicavam em aperfeiçoar no conhecimento das escrituras e seguiam os seus mestres. Muito comum também que naquele tempo o aprendiz, o tal Midim, ele caminhava tão próximo do seu mestre que a poeira das sandálias do seu mestre cobriam os seus pés.

de tão próximo que eles andavam, que eles estavam. Quando Jesus começa o seu ministério, anunciando o evangelho, fazendo uma releitura, trazendo a profundidade daquilo que estava na lei, quando Jesus começa essa movimentação, ele chama a atenção por aquilo que ele fazia.

As pessoas procuravam Jesus pelos milagres que ele realizava. Os mestres, os rabinos, tinham um conhecimento técnico das coisas. Eles tinham as informações necessárias, conheciam a letra, a lei. Jesus, ele apresenta o evangelho e naquilo que ele está ensinando, caminhando da forma como Jesus fala.

Não era uma forma simplesmente técnica. Não era uma forma simplesmente intelectual.

Jesus vai realizando alguns milagres, vai atendendo algumas situações e todas as vezes, todas as vezes, quero abrir esse parênteses aqui para nós. Já disse outras vezes, mas quero trazer novamente. Os milagres que Jesus realizava sempre tinham o objetivo de anunciar o reino, o seu propósito como o Cristo, a partir daquilo que ele realizava de milagre.

O apóstolo João vai escrever no final do seu evangelho que impossível registrar tudo aquilo que Jesus fez. Não haveriam páginas para tudo isso que ele fez, ele realizou. Mas se nós fôssemos olhar para as necessidades daquele tempo, Jesus ainda que realizasse muito, realizou pouco. Porque todo mundo tinha uma necessidade.

Todo mundo precisava de uma cura. Você lembra dos episódios em que Jesus entra no lugar com muitos doentes, mas ele realiza um único milagre. E não é porque aquele camarada merecia mais do que os outros. É porque na hora que Jesus realiza o milagre, ele sabe na complexidade que aquilo alcança para a pregação do seu evangelho.

Para que a mensagem seja espalhada. E para que ele tenha um plano pedagógico para apresentar aquilo. Então Jesus não realiza milagres unicamente e exclusivamente para o fim de uma pessoa, benefício dela mesma. Os milagres que Jesus realiza, as expressões que Jesus tem, tem um objetivo. Apresentá-lo como o Cristo. Como o Salvador.

como Messias. Até porque a maior necessidade que todo ser humano tem, não é, ainda que seja bem terrível, bem complexo, mas não é a nossa limitação humana. A maior necessidade que um ser humano tem é de vida e vida eterna.

É a salvação em Jesus, aquilo que ele veio para anunciar. Jesus continua nesse caminho com seus discípulos. E eu vou te dizer, é difícil entender o evangelho. Pessoas que caminhavam com Jesus não conseguiam entender. Em alguns momentos Jesus tinha que exortá-los. Quanto à fé que eles tinham, olha só. Às vezes nós entramos nas nossas crises de fé. Quantos aqui já tiveram crises de fé?

É normal. Até os discípulos tiveram. Imagina você ouvir do próprio Jesus, homem de pequena fé. Essas crises, elas estavam justamente porque na presença de Jesus é muito mais fácil desejar aquilo que ele pode fazer do que aquilo que ele de fato é.

Na presença de alguém que tem a capacidade de realizar tantas coisas, fazer muitas coisas, é mais fácil desejar aquilo que ele pode nos oferecer. Não é verdade? Não é verdade?

Nós amamos essas partes, né? Daquilo que Jesus pode fazer por nós. Mas o texto que foi lido, aqui, principalmente na hora que nós falávamos sobre a nossa generosidade, a nossa contribuição, é que nós precisamos largar tudo. Aí nessa hora não é tão legal seguir Jesus. E os discípulos estavam nessa mesma dificuldade. Nesse apego daquilo que Jesus podia dar a eles.

No momento em que Jesus começa a ser mais enfático sobre o seu propósito, é necessário que eu seja rejeitado. Jesus sabia disso. Não fazia parte de uma crise de Jesus a rejeição, a perseguição. Não tinha crise. Ele sabia que isso ia acontecer e ainda ensinava para os discípulos que isso seria o quê? Necessário.

Necessário que essas coisas acontecessem para que se cumprisse aquilo que veio de Deus pela boca dos profetas. Quando as perseguições começam a se intensificar, Jesus vai dizendo isso para os discípulos. Mas ainda, quando Jesus é crucificado, o que os discípulos deveriam entender? Bom, está feito. O que ele veio fazer, está feito.

E o que aconteceu de verdade com os discípulos? Tomados de um desânimo. Ficaram sem saber. E agora? O que será de nós? Alguns com certeza devem ter pensado, perdemos três anos da nossa vida. Seguimos esse Jesus. Deixamos tudo pra trás. Foi legal? Foi divertido.

Mas e agora? O que será de nós? Percebe que essa experiência de uma espiritualidade acontece inclusive hoje? Essa inconstância na fé que muitas pessoas vivem. Tem uma temporada da vida que está mais firminho com Deus. Tem uma temporada da vida que você está mais assíduo nos encontros.

está mais presente na comunidade, normalmente essa assiduidade está relacionada com alguma fase ruim da nossa vida. Normalmente. Porque quando tudo está bem, gratidão, Deus é fiel e eu vou viver a minha vida. Essa espiritualidade, ela não é de hoje, é algo que está relacionado, inclusive num comportamento dos discípulos que estavam seguindo Jesus.

No momento que Jesus aparece ressurreto, você lembra dos episódios com algumas mulheres? O que vocês estão procurando aí entre os mortos? Quem está vivo? Depois, aquela pregação, olha, a melhor pregação. Dois camaradas ouviram enquanto eles estavam andando, viajando.

Era o próprio Jesus fazendo uma exposição de toda a escritura do Antigo Testamento, falando que seria necessário que ele morresse e depois de três dias ressuscitasse e tudo mais. Era o próprio Cristo que estava ali pregando. Eles quando vão lanchar, quando eles vão jantar,

Os olhos são abertos, né? Você lembra desse texto? Sim, lembra. Que eles olharam um pro outro depois que Jesus tinha desaparecido da vista dele e falaram não queimava o nosso coração enquanto ele nos expunha as escrituras. Essa experiência de Jesus ressurreto, ele aparece então pra alguns discípulos e fala pras mulheres, né? Ó, reúne os homens, manda eles lá pro Monte da Galiléia.

numa cristocidência, numa intenção de que Jesus já tinha, manda para o lugar onde o ministério dele começou. Num monte onde ele tinha começado. E ali, reunidos, os discípulos, ele vem e dá um direcionamento. Ele vem e dá uma palavra. Me foi dada toda a autoridade, no céu e na terra.

Portanto, a partir disso que nós vivemos, a partir daquilo que eu fiz, a partir dessa entrega, a partir dessa autoridade, vão, façam discípulos. Quero destacar três pontos. O primeiro é, a missão é de Deus. Ela começa em Deus.

Nós não temos uma missão como igreja. Quem tem uma missão para a igreja é quem? O próprio Deus. O próprio Deus. Algumas pessoas caem no engano de assumir o protagonismo de uma missão que não pertence a si. Porque a missão pertence ao Senhor. A missão começa em Deus. A missão é de Deus.

E Deus tem uma missão. Deus poderia ter resolvido o problema da humanidade numa simples pregação. Você não concorda? Ele mesmo pregando? Você não concorda que Deus poderia abrir o céu naquela voz de estrondo, arrependimento, senão vocês vão pro inferno? Não resolveria muita coisa? Mas os ângulos olharam pra Deus e falaram, olha...

São esses que têm o privilégio de participar da sua missão. Falando de quem? De nós, seres humanos, na nossa limitação. Mas a missão não é nossa. A missão é de quem? É de Deus. Deus tem uma missão. Deus tem uma missão. E Ele nos convida.

A participar dessa missão. Uma professora que inclusive nós estamos tentando contato nessa semana. Para ministrar algumas aulas da nossa escola de missão. A Nauzira Nascimento. Ela tem uma frase, uma máxima dela. Que é Senhor, não me deixe de fora daquilo que o Senhor está fazendo no mundo. Porque Deus tem uma missão. Deus está fazendo algo no mundo. Você crê nisso?

Cabe a nós participarmos dessa missão. A nossa oração deve ser exatamente essa. Deus, não me deixe de fora daquilo que você está fazendo no mundo. A missão começa em Deus. Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Jesus está dizendo, olha, eu tenho o poder sobre tudo e todos. Portanto, esse envio que os faço.

É a partir de mim, da minha autoridade. Não a partir de vocês. Que é o segundo ponto. A nossa responsabilidade está em fazer discípulos. Fazer discípulos. O texto até vai dizer, portanto, ide, né? Algumas versões vão dizer, portanto, ide, fazer discípulos, fazer discípulos. É, portanto, vão, façam discípulos. A verdade é...

A Bíblia nos implica, essa palavra nos implica um movimento, uma ação. Não dá pra fazer missão parado. Não dá. É movimento. Nós precisamos ir. Nós precisamos agir. Nós precisamos entrar em movimento.

Pelo amor de Deus, se ainda existe um entendimento seu que você vai fazer, vai participar daquilo que Deus está fazendo no mundo, no seu lugar, no seu conforto, no nome de Jesus, que o Espírito Santo de Deus o livre disso. Porque a palavra é movimento. Vão! Vão! Saia! Saia de onde você está!

Vá fazer discípulos. Ah, mas de onde eu tô? Faz lá, mas sai de lá também. Faça discípulos. Nós não fazemos pela nossa competência. Com base em que? Fazemos discípulos na autoridade que foi dada a Jesus. Porque a missão não é nossa. A missão é dele.

Mas ainda nos confiou o privilégio de fazer discípulos. Porque a gente não faz discípulos de nós mesmos, amém? Amém? Porque se você quiser alguém igual a você, pelo amor de Deus. Eu temo, eu temo encontrar com outro Davi, porque eu me conheço. Eu temo que as pessoas tenham uma referência em mim por mim mesmo. Não foi isso que Jesus me pediu.

Não foi isso que Jesus pediu a nenhum de nós aqui. Amém? Não queira fazer discípulos de si. Isso é perigosíssimo. Inclusive pra você. A chegar num ponto de rompimento das relações porque você quis formatar alguém ao seu molde. Quando Deus pensou em nós sermos completamente diferentes uns dos outros.

Não queira isso. Mas faça discípulos do próprio Cristo. E aí o texto vai ser muito claro pra nós, né? Portanto, vão, façam discípulos, isso é uma ordem. Pelo amor de Deus. Não é uma sugestão aqui, tá gente? Não é faça discípulos se der. Não é se você quiser faça discípulos.

Olha, no seu tempo livre, quantos aqui tem tempo livre? No seu tempo livre, faça discípulos. Não é? Vão, saiam, movimentem-se. Enquanto estão indo no movimento de viver a vida, façam discípulos. É uma ordem. Não sou eu que estou dando, tá? O dia que eu te der uma ordem, você pode considerar não fazer.

Mas quem está dando essa ordem? O próprio Jesus. Aí você pensa bem, tá? Pensa bem antes. Não sou eu que estou te ordenando. Quem dá essa ordem é o Cristo. Façam discípulos. Como? Como fazer discípulos? Façam discípulos de toda a terra, de todas as nações, batizando-os.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito. Ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês. O método está pronto. Está pronta a forma. É ensinar, é batizar, é ensinar. É você explicar a urgência da missão. É você chegar diante da pessoa que você ama.

E que você não quer que essa pessoa seja levada à condenação eterna e você dizer, olha, existe um Deus que te ama, mais do que eu posso te amar. Só que se Deus te deu uma possibilidade de vida, é necessário que você creia nele com seu coração. Isso é pregação do evangelho. Eu sei, já disse isso e vou dizer algumas vezes, a gente precisa desconstruir algumas coisas. Uma máxima, pregue o evangelho.

Se necessário, use palavras. Você conhece essa, né? Como prega o evangelho sem palavras, gente? Fala pra mim. Pergunta pro apóstolo Paulo. Pergunta pros discípulos. Quer dizer então que nós, como igreja, somos fruto de pessoas que não usaram palavras.

Porque nós só estamos aqui nessa celebração, inclusive, porque a partir dos discípulos, obedeceram uma palavra, um envio, obedeceram, pregaram o evangelho, pregaram, proclamaram o evangelho. Isso foi chegando às nações, chegou até os irmãos que plantaram essa comunidade há 69 anos atrás. Sem nenhuma palavra.

Eu não tenho dúvida de que é muito necessário a nossa coerência daquilo que nós entendemos, daquilo que nós pregamos com aquilo que nós vivemos. Não está em negócio aqui. A nossa vida deve ser coerente àquilo que a gente entende do evangelho. Mas pra pregação do evangelho é necessária a proclamação. Você tem que abrir a boca e falar. Você tem que falar.

Fazer discípulos. Jesus abriu a boca e falou. Ah, meu pastor, era Jesus. Pois é. Disse pra nós fazer igual. Tá ordenando, façam discípulos, ensinando-os a guardar tudo aquilo que eu tenho. Aí vamos pra prática, tá? Pregação do evangelho não é transmissão de conteúdo teológico. Amém?

Porque aí você pode entrar no critério, eu não sei nada. Eu falei, o pouco que você sabe do evangelho deve ser compartilhado. A proclamação do evangelho não é a transmissão do conteúdo teológico. Nosso compromisso em fazer discípulos é ensinar as pessoas a guardar aquilo que Jesus tem ordenado.

para que as pessoas aprendam a guardar aquilo que foi ensinado por Jesus, nós precisamos não transmitir as informações, mas transmitir a vida. Conversar sobre a vida. Você pode sim desenvolver teologicamente. Graças a Deus está chegando uma galera aqui fundamentada na teologia. Que estão vindo de uma comunidade porque identificaram as questões teológicas.

E procuraram uma igreja bíblica. Que alegria pra nós isso. Amém? Louvado seja Deus por isso. Mas a pregação do evangelho, a proclamação do evangelho é na transmissão da vida. Nós precisamos entrar na vida um do outro. E transmitir o evangelho dentro das casas, dentro do compromisso.

Se você não abre a boca pra falar de Jesus, você não tem como ensinar nada. E se você não abre o seu coração pra alguém entrar na sua vida, você não tem a condição de fazer discípulos. Porque como você vai ensinar essas pessoas a guardar alguma coisa?

Elas precisam acessar o seu coração, a sua intimidade, a sua vida. Jesus está comissionando esses homens, está dizendo, olha, vão, façam aquilo que eu fiz com vocês. Se coloquem num lugar vulnerável. Tenham tempo junto. Paguem o preço. Batizem.

Na próxima semana, nós vamos batizar aí por volta de 10 pessoas. Olha, é uma alegria. Uma pessoa já é grande alegria. Mas nós precisamos da potência dessa igreja que se reúne aqui pra pregação do evangelho, pra que esse número aumente. Pra que a gente batize ainda mais. Então, pastor, você tá interessado nos números? Eu tô interessado que o reino seja proclamado.

As pessoas testemunham de salvação. Porque foram ensinadas a guardar aquilo que Jesus ordenou. Porque foram alcançadas pelo movimento de gente que assumiu a missão. Que entendeu a missão. Porque pelo amor de Deus. Viver a vida todos os dias. Segunda, terça, quarta, quinta. Sexta, sábado.

E você não falou de Jesus pra ninguém. Pra ninguém. A gente estava no McDonald's. Olha, mau testemunho. Eu estou largando. Mas a gente estava no McDonald's essa semana. E o camarada veio servir um cafezinho pra nós. Tem que ser automático.

começa a falar da vida, ele estava muito disposto, sabe? Os meninos assim, fiquei espantado, sem paciência, às vezes eu estou também, mas sem paciência para ouvir o camarada, eu falei, vamos ouvir ele. Vamos ajudar, e aí, o que você precisa para bater sua meta e tal? Mas chega um momento que a conversa não pode ficar por ali. É irresponsável você sair de um lugar desse, onde a pessoa te abriu uma possibilidade, uma oportunidade e você desperdiçou.

Falei, você é crente em Jesus? Sou, sou da igreja. Já abriu a carteira dele, mostrou o cartãozinho da igreja dele. Falei, ufa. Senão você ia tomar Jesus aqui, porque a gente ia... Chamei ele pra vir na nossa igreja. Quando foi a última vez que você fez isso? Isso se tornou incomum pra você? É raro?

Fazer aquilo que foi a ordem de Jesus, quando ele subia aos céus, se tornou incomum pra você? Pregar o evangelho? Falar sobre a necessidade da salvação? Ah, eu entendi. Foi bom pra você, mas não pode ser bom pra mais ninguém. Entendi.

Jesus vai dizer, ensinando a guardar todas as coisas que eu tenho ordenado a vocês, e eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos. Nós perdemos a noção do texto. E eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos.

Paramos de glorificar diante de uma verdade essa. A gente tinha que dizer glória a Deus. Louvado seja Deus, aleluia. Por essa palavra. Porque essa é a segurança de que a missão não é nossa, essa missão é de Deus. Ao ponto dele estar conosco. No cumprimento dela.

Nós temos a presença de Jesus no cumprimento da missão que ele nos deu o privilégio de participar. Pastor, sou muito tímido, normal. Deus te chamou para os tímidos. Você não precisa ser a pessoa mais inloquente, extrovertida para pregar o evangelho. Existem pessoas que só você pode acessar.

Dentro da sua empresa, meu irmão, existem milhares de pessoas que não vão entrar nesse auditório por iniciativa própria. Mas que em uma necessidade da vida delas, serão uma oportunidade para que Cristo seja conhecido pela sua vida. E esse é o cumprimento do vão, preguem o evangelho.

Dentro desse auditório, nós temos pessoas comissionadas ao Senhor a outras nações, a outros povos, que precisam assumir a responsabilidade, sair do lugar da insegurança. Oh céus, o que vai sair de mim? Como se Deus não estivesse interessado no seu sustento, sendo um participante obediente da sua missão. Nesse auditório nós estamos em um encontro de missionários, meu irmão.

Quando que restringimos a leitura desse texto precioso, nesse momento crucial pra nós. Da leitura, de uma transformação da potência, da razão e fundamento da nossa igreja. Só somos o que somos porque homens obedeceram a isso. Que igreja queremos construir pro Mateu?

Que igreja quereremos construir para o Bento? Para o João Pedro? Para o Dudu? Uma igreja onde os missionários se ausentaram da missão? Não pregaram o evangelho? Que igreja nós queremos construir para os nossos filhos? Não assumindo a responsabilidade dessa missão. Não obedecendo aquilo que nos foi ordenado.

Que igreja. A estratégia de Satanás para acabar com a próxima geração é enfraquecendo a atual. Quanto mais omissão nós tivermos na pregação do evangelho, mais dano a próxima geração encontrará. Mais indiferença. O Deus de Abraão, Isaac e de Jacó.

Enquanto nós não assumimos a nossa responsabilidade na pregação do evangelho, na proclamação, não formos obedientes nesse lugar, pode ser que a gente morra, vá para encontrar com o Senhor. Mas os nossos filhos nunca ouçam o nome de Jesus. Você parou para pensar no impacto que isso tem?

Mas sabe o que a gente prefere fazer? Terceiriza isso para aqueles que assumiram a responsabilidade. Está tudo certo. A gente oferta para a Daniela e para o André. Está tudo certo. A gente ajuda o Ronaldo e a Joana. Está tudo certo. No meio do ano a gente vai para o Barnabé, a nossa conta está paga.

No nome de Jesus. Que essa palavra. Nos leve a um lugar de temor. E a um movimento obediente. Você tem que pregar Jesus. Com a sua vida e com a sua boca. Você tem que proclamar o evangelho. Isso não pode ser para você algo incomum. Não pode ser raro.

Tem que ser diário. Incomum deve ser o dia que você vai dormir e você fala, puxa, não falei de Jesus pra ninguém hoje. Isso deve ser incomum. Isso deve ser raro. Não o oposto. E eu caminho pro final, porque esse mesmo texto, não sei se a sua Bíblia marca aí, mas ele aparece nos outros evangelhos e ele aparece também em Atos dos Apóstolos.

Ele vai aparecer em Marcos 16, em Lucas 24, em João 20, mas ele vai aparecer em Atos 1. Abra comigo a sua Bíblia em Atos 1. Em Atos 1. Lucas é quem escreve. Escreveu Lucas como um primeiro volume e Atos como um segundo volume.

Mas no versículo 6, nós temos uma experiência que aconteceu no mesmo tempo, não foram experiências diferentes. Não foram duas ocasiões separadas. Foi um mesmo momento. Então os que estavam reunidos com Jesus lhes perguntaram. Será que este é o tempo em que o Senhor irá restaurar o reino a Israel?

Essa pergunta, ela revela um coração que não entendeu muita coisa. Jesus, depois de ressurreto, estão perguntando pra ele se ele seria a salvação política. Se ele seria o Messias político. Olha só. Não é fácil seguir Jesus. Em muitos momentos nós vamos nos confundir.

Aqui estavam confundindo Jesus ainda em um personagem político.

Não cabe a vocês conhecer os tempos ou épocas que o Pai fixou pela sua própria autoridade. Mas vocês receberão poder ao descer sobre vocês o Espírito Santo. E serão minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, até os confins da terra.

A nossa capacidade na pregação, na proclamação, na obediência, no cumprimento da missão, não está em nós. Está no Espírito Santo de Deus. Se não está ficando claro para você que tem ouvido as nossas mensagens durante todo esse mês, pelo amor de Deus, é só desenhando. E olhe lá.

Por nós mesmos não temos condição alguma de cumprir em obediência a missão. Mas Jesus deixou claro, quando receberem o Espírito Santo, terão a capacidade no poder do Espírito para a pregação do Evangelho até os confins da terra. O que nos capacita para obedecer o chamado da missão?

Não é a nossa inclinação, simplesmente, ah, eu gosto desse país, eu gosto de trabalhar com essa faixa etária, eu gosto de atender as crianças naquela comunidade. Não é isso. É o Espírito Santo de Deus que nos dá a condição, a potência para pregar o Evangelho. E quando pregamos o Evangelho no poder do Espírito...

Quem realiza o milagre no ouvido é o Espírito. Portanto, não entre na crise de que essa pessoa que você gostaria de evangelizar, de pregar o Evangelho, é resistente demais. Isso não é seu papel. Quem realiza o milagre no ouvir é o Espírito. E quem capacita no poder de falar também é o Espírito.

A missão não é sua, a missão é de Deus. Por isso, nessa manhã, que você saia daqui com algo no seu coração. Senhor, não me deixe de fora daquilo que você está fazendo no mundo. Senhor, não me deixe de fora daquilo que você está fazendo na Batista em Ferreira.

Senhor, não me deixe de fora da sua missão. Amém? Você pode ficar em pé para nós orarmos juntos. Se você é alguém que entende no Senhor, discernindo no Espírito sobre sua vocação para missões, me procure. Nós vamos orar juntos.

Você entende que o Senhor te chama para algum lugar em específico. Nós queremos orar, nós queremos caminhar. Para que você esteja pronto para viver a missão. E para que você obedeça. Agora se você é alguém que já entendeu o seu papel. Na sua vida, no seu indo. No nome de Jesus. Não perca nenhuma oportunidade da qual o Senhor tem te confiado. Obrigado Senhor pela sua palavra.

Obrigado por aquilo que fomos convidados, comissionados e pelo privilégio de participar da sua missão. É muito maior do que nós. Quem seríamos se não fosse o Senhor nos confiando essa alegria, esse privilégio? Senhor, no nome de Jesus, que no nosso coração não haja nenhuma indiferença quanto à proclamação do teu evangelho.

Nos livre da apatia espiritual. Renovem nós. Como um fogo que arde no nosso coração a urgência da sua missão. Que ao olharmos para a nossa vida. Para a nossa volta. Não sejamos tomados de um desânimo. Mas sim de um renovo e de uma urgência da pregação. Senhor, no nome de Jesus, nos capacita para pregar, para falar do teu evangelho.

Nos livra daquilo que nos impede de fazer isso. Reacende em nós uma paixão pela sua palavra. Uma paixão pela pregação. Uma paixão para ir até as pessoas pelo seu Espírito. E conquistá-las para o Senhor. Nós queremos testemunhar como igreja de mais batismos.

De mais conversões. Nós queremos avançar. Com a sua igreja. Pelo seu reino. Porque assim o Senhor nos dá o privilégio. Nos livre. Mais uma vez. Nos livre da indiferença.

Da apatia. E que sejamos tomados de um profundo temor. E urgência da sua missão. No nome de Jesus queremos avançar. Ir rompendo aquilo que Satanás tem levantado como barreira. Avançando pelo teu reino. No nome de Jesus. Assim oramos. Amém.

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